[Música] Olá, [Música] tudo bem? Seja bem-vindo, seja bem-vinda à nossa reta final, né, para você que vai fazer o certame do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco. Eu sou o professor Marcelo Leite, estô sempre com você nessa jornada, naturalmente com a matéria mais linda, né, que existe, que é o raciocínio lógico matemático.
Eh, nessa, nesse evento agora vai ser bem legal que nós vamos focar em cima do quê? em cima das questões da IBFC, pegando praticamente todo o conteúdo só com questões da IBFC, tá bem legal. E claro que a gente tem que associar também uma teoria, você tem que aprender algumas coisas.
Lembrando que teve um evento anterior que eu só trabalhei com a teoria, então tá bem interessante. Eu sempre eu falei lá, toda vez que eu assistir qualquer vídeo, TJPE, assista essa aí reta final teoria. É muito importante.
Vamos começar. E você sabe muito bem que eu gosto da interação, gosto muito de conversar com você. Qualquer dúvida que você tiver, joga aqui no chat que eu tô aqui para poder auxiliar.
Beleza? E outra coisa, tá? Nem que seja para falar, Marcelo, bom dia.
Marcelo, bom dia. Beleza. Vamos lá, galera.
Bora, bora, bora, bora, bora. Vamos lá. PTJPE, reta final, questões da banca IBFC.
Eita. Antes de começar aí, a gente tem que entender um pouquinho, um pouquinho de de teoria. É o seguinte, eu já comecei, eu já comecei aqui com a parte da frase, você fala: "Pô, Marcelo, mas é raciocínio lógico, Marcelo, não é português, não, mas tem que vender isso aí, como já coloquei em vídeo anterior, né?
A, o raciocínio lógico ele é mundial, mesmo que aprende aqui no Brasil, aprende qualquer parte do mundo, igual matemática. Mas tem que saber o quê? Alguns tópicos da língua portuguesa, é muito importante para você.
Uma delas é frase. Você precisa saber isso aí. Vamos lá.
Que que é frase, Marcelo, né? Vamos lá, Edmil. Seja bem-vindo, Roger.
Bom dia. Vamos lá. Olha só, é qualquer enunciado que estabelece uma comunicação.
Pode ser classificado como declarativo. Então se liga, tá? A frase, ela pode ser classificada como declarativo.
O que que é uma frase declarativa, Marcelo? Quando declara algo sobre o sujeito, por exemplo, Brasília é a capital do Brasil. Tudo bem?
Interrogativa, quando tem o quê, Marcelo? Ponto interrogação. Qual o seu nome?
exclamativa quando possui o ponto de exclamação, boa tarde. Imperativa como exprime o quê? Uma ordem, um pedido, faça uma boa prova.
Beleza? E agora sim começa. Eu quero chegar aqui, ó.
Proposição, tá bom? Proposição. O que que é isso?
É uma expressão declarativa. Ah, então ela declara algo sobre sujeito. Beleza.
E tem que ser o quê? Verbal. Tem que ser verbal.
Se liga. Declarativo e verbal. com sentido completo.
Como assim, Marcelo? Sentido completo. Quando eu falo assim, Ana é, tem sentido completo?
Não. Mas Ana é educada tem? Tem.
Na qual podemos atribuir apenas um valor lógico, verdadeiro ou falso. Esse valor lógico aí, o verdadeiro é aquilo que acontece, enquanto que o falso é aquilo que não acontece. Beleza?
Então, para que seja uma proposição, a expressão tem que ser o quê? Declarativa, verbal, sentido completo, podemos julgar. Tá bom?
Aí vamos voltar de novo nessas expressões que nós vimos aqui, ó. Vamos lá. Opa, opa, opa.
Aqui. Pronto. Vamos lá.
Primeiro aí, ó. Brasília é a capital do Brasil. Eu pergunto, é uma expressão declarativa?
Sim. Verbal? Sim.
Sentido completo. Tá certo. Sim.
Podemos julgar. Ah, Marcelo. Então, essa letra, esse primeiro exemplo aí, ela é uma, tá?
Uma proposição. Agora vamos lá. Qual o seu nome?
Pô, Marcelo, qual o seu nome? A interrogativa. Expressões interrogativas não representam uma proposição.
Caramba. Boa tarde. Expressão exclamativa não representa uma proposição, né?
Deixa eu colocar até aqui, ó. Faça uma boa prova. Expressões imperativas não representam uma proposição.
Beleza? Então vamos lá. Já aguarda isso.
Para que seja uma proposição, a expressão tem que ser o quê? Declarativa. Tudo bem?
Declarativa. Além de ser declarativa, ela tem que ser verbal. Sentido completo, podemos julgar.
Guarda um esqueminha que eu chamo a regra das três peneiras, parafraseando aí Sócrates, que diz o seguinte: quando que é uma expressão? Quando que vai ser uma proposição? Você vai fazer três perguntinhas.
A primeira, é uma expressão declarativa verbal? Sim. Se for, passo para a seguinte, tem sentido completo.
Opa, se for, passa para a seguinte, podemos julgar, isto é, atribuir um valor lógico, tá? Se passar por essas três, é uma proposição. Vamos.
A primeira questão da sua banca tá aí, ó. Dentro da sentença baixo, a única que não representa, olha só, não representa a proposição. Letra A.
A capital do Brasil é o Rio de Janeiro. Vamos lá. Capital do Brasil é o Rio de Janeiro.
Primeiro, é uma expressão declarativa verbal. Sim. Passou pela primeira.
Tem sentido completo? Sim. Tá.
E podemos julgar? Sim. Então, quer dizer que a letra A é uma proposição.
Então, você não vai marcar ela porque ele pediu para marcar aquela que não é. Letra B. O sol é uma nascente, é uma estrela.
Vamos lá. O sol é uma estrela. Vamos lá.
É uma expressão declarativa verbal. Sim. Declara algo sobre o sujeito, tá?
OK. Eh, beleza. Vamos lá.
É uma expressão declarativa verbal? Sim. Tem sentido completo.
Sim. Podemos julgar. A letra B também é uma proposição.
Marcelo, pula C. Tudo bem, vou pular C. Vou para D.
Vou para D. Vou para D. Vou para D.
Vamos lá. A palavra caminho tem três sílabas. É uma expressão declarativa verbal.
Sim. Sentido completo. Sim.
Podemos julgar. Pô, Marcelo, quer dizer que A, B e D são proposições? São.
E a letra C? Amanhã choverá. Olha só.
Amanhã. Amanhã choverá. É o seguinte.
Para a banca IBFC. para banque BFC, tá? Para você vai fazer lá.
Isso aí não é considerado proposição. Por que, Marcelo, eles não considera fato futuro, tá? Amanhã, tá certo?
OK. Eh, amanhã choverá, então eu não posso atribuir se isso é verdadeiro ou se é falso, porque vai ser um fato futuro, tá? Então, por isso que não é proposição.
Outra, se eu falasse bem assim, ontem choveu em Caruarô. E aí, Marcelo? É uma proposição?
Sim. Porque é um fato passado. Fato passado você pode dizer se é verdadeiro ou falso.
Então se liga que essa banca IBFC gosta disso, as demais não, tá? EFC e Funatec gosta disso, as demais não. As para as demais amanhã choverá seria uma proposição, tá bom?
Então a resposta daí. Vamos lá. Vamos lá.
Letra C. Legal. Legal.
Legal. Roger. Eh, tem o material sim.
Material tá na descrição do vídeo. Tá na descrição. Beleza.
Legal. Então, eh, guarda isso. Fato futuro ou fato futuro ou eh opinião, a IBFC eh não considera como ser proposição.
Por exemplo, se eu falar assim, Brasília é uma linda cidade, para qualquer uma é uma proposição. Para eh a IBFC é uma opinião, então não é proposição. Beleza?
Legal. Cuidado com isso, hein? Cuidado.
Vamos lá continuar. Marcelo, o que que eu preciso saber agora? tem que saber a tabela.
Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá.
Olha só. Eh, você sabe muito bem que o e é uma conjunção, o ou é a disjunção, o ou disjunção exclusiva, se então condicional e se somente si bicondicional. Certo?
Legal. Aí vê sua banca. Olha a sua banca analisando a proposição composta.
Beleza? Que que é uma proposição composta? Nada mais é do que uma combinação entre proposições simples.
Beleza? Beleza? Beleza.
Tá, vamos lá. O servidor falta serviço. Vamos contar as proposições compostas aqui, ó.
Ó, o servidor falta serviço. É uma proposição, é uma proposição simples. Você tá vendo que você tem o sujeito, verbo e complemento, tá?
Estiver doente, quer dizer, o servidor tá implícito aí, tá? O servidor está doente. Outra proposição, simples, o trânsito estiver congestionado.
Olha que legal. Olha que legal. Tá certo?
Tá. Vamos lá. falta a falta deve ser compensada mais outra e o gerente deve ser avisado.
Eita, Marcelo! Tá, pode-se dizer que o total de proposições simples, quantas tem aqui? É só contar, ó.
1 2 3 4 5 Marcelo é letra A. Sim, a letra A. Foi embora.
Foi embora a questão. Beleza, estamos aqui, ó. Ó, questões da banca IBFC.
Bora para cima. Beleza? Eh, ó.
Vamos lá. Você tem aqui outro agora que é a tabela verdade. Você tem que saber a tabela verdade, tá?
Então tá aí todas as situações possíveis. Será verdadeira quando? Aí ó, conjunção, todas forem verdadeiras.
Disjunção, pelo menos uma for verdadeira. Disjunção exclusiva, apenas uma for verdadeira. Condicional não aparecer VF e bicondicional tiverem a mesma valoração.
Eh, coloca na parede do seu quarto assim, ó. Ela tá, coloca lá na parede, deixa lá e vai só olhando. Você precisa disso aí.
Tem que saber isso aí, beleza? Tá, dá um jeito aí, dá um jeito. Vamos lá.
Vamos lá. Vamos lá, galera. Vamos lá.
Olha só. Primeira questãozinhoc. De acordo com o racino lógico de proposições, tá?
De proposições. Eh, é correto afirmar aqui, letra A, se os valores lógic de duas proposições foram falsos, as duas forem falsas. Então, a condicional será verdade?
Pô, o item tá certo. Primeiro já tá. O item tá certo.
Por quê, Marcelo? Porque você sabe uma coisa, no caso da condicional, só existe uma situação que ela é falsa. Quando aparece a famosa vera ficha, apareceu a ver ficha, ela é falsa, tá?
Mas ele fala que os dois valores lógicos são iguais. Então quer dizer falso, falso. Vou colocar assim, falso.
Falso ou verdadeiro. Verdadeiro. Qualquer um desses dois vai dar verdadeiro.
Então, portanto, a letra A está correta. Se os valores lógicos de duas proposições foram diferentes, então o valor lógico da bicondicional entre elas é verdade? Errado, porque a bicondicional é verdadeira quando tem a mesma valoração.
C. Se os valores logos de duas proposições forem iguais, então o valor lógico da disjunção exclusiva entre elas é verdade? Não.
A disjunção exclusiva será verdade quando apenas uma por verdade, não as duas ou iguais, tá? D. Se os valores lógic duas proporções foram verdade, então o valor lógico da conjunção é falso.
Não, o valor lógico da conjunção é verdade. Conjunção é verdadeira. Tá aqui, ó.
Conjuntas são verdadeiras. Tá aí. Vamos lá.
Quanto aos aos conceitos básicos sobre conectivo lógico, analises afirmativas abaixo do valor lógico, verdadeiro ou falso. Vamos lá. A tabela verdade mostra todos os resultados possíveis.
Tá certíssimo. É isso mesmo. A disjunção.
Olha que interessante. O ou exige que ambas sejam verdadeiras? Não, pelo menos uma.
A negação investe o volológico da proposição? Sim. A negação inverte.
Se eu falo assim, Ana vai à praia, é verdadeiro. Ana não vai à praia, vai ser falso. Então ficou verdadeiro, falso, verdadeiro.
Letra, letra C. Tá aí, ó. Legal.
Vamos lá. Vamos lá. Vamos continuar.
Brincadeira agora aqui, ó. Analisa atentamente as afirmativas. seguir.
Se eu estudar, então eu não eu não vou tirar nota máxima na prova. Ou eu estudo ou eu vou ao cinema. Eu não tirei a nota máxima na prova.
Com base nas informações. Conclui-se que hum tá. Eh, vamos lá.
Vamos lá. Eh, o que acontece aí? Aí ele fala no final, só colocar para você aqui, ó.
Com base nas afirmativas, conclu esquerda. Então nós temos lá em cima três afirmações. Essas afirmações servem como base, como alicença para você concluir, tirar uma conclusão.
Então essas afirmações são chamad de premissas, tá? Premissas. E essas premissas têm lá proposições.
Agora, uma coisa muito importante, não liga o tempo verbal que tá as proposições, não, tá? Então assim, eu vou, eu fui, é pra gente a mesma coisa, não tem problema não. O que que você vai fazer?
Você vai considerar essas premissas como sendo verdadeiras. Então, o primeiro passo é isso aqui, ó. Eita, o Roger já mandou ver.
Eita, Roger, eu gosto é assim, né? Mandando já o gabarito. Vamos embora.
Bora, Pernambuco. Eu já falei para vocês, né, que eu adoro essa esse estado que minha esposa daí e a gente vai direto para aí. Olha só, olha só que interessante.
Ó, vou começar a pôr pela simples. Eu não tirei a nota máxima. Isso daqui pra gente é verdadeiro.
Aí eu vou ligar, eu vou ligar. Opa, opa, opa. Eu vou ligar aqui em cima.
Vou tirar. Não tem problema no tempo verbal, não. Tá certo?
Ok. Então, ó, não vou, não tirei. É verdadeiro, vou tirar.
É falso. Só que aí o que acontece, preste bem atenção, agora, ó, você tem a primeira, é uma condicional. Como o resultado aqui é verdadeiro, não pode aparecer a ver.
Ah, Marcelo, então se não pode aparecer a vera ficha, que é falso. Importo. Eu estudo, é falso.
Aí você vem aqui e coloca eu estudo. Beleza. É o quê?
Falso. Ah, tudo bem. Disjunção exclusiva, ela é verdadeira quando apenas uma for verdadeira.
Poxa, se a primeira é falsa, obrigatoriamente essa aqui tem que ser verdadeira. Pronto, agora é só correr pro abraço. Bora lá.
Por base nessa alativa, eu conclu que letra A, eu fui ao cinema, é o azul, ó. Eu vou ao cinema. É verdadeiro, tá?
Eu fui ao cinema aqui, ó. Tá aí, ó. Verdadeiro, tá?
OK. Tá aí a resposta letra A de aprovado. Vamos lá, Marcelo.
Bora, bora, bora. Só que antes eu quero passar um pouquinho sobre isso aqui, ó. sobre diagrama lógico.
Diagrama lógico. Se liga no que vai acontecer, ó. Diagrama lógico, hein?
Se liga, Marcelo. Quando é que eu uso o diagrama lógico? Temos que analisar tudo como verdadeiro, tá certo?
Tá. Eh, Roger, como é que Marcela? Geralmente essa essa questão vem nessa ordem, sim, mas se tiver em ordem, eh, tiver em outra ordem, vou mandar o resultado.
Não, não, não, não. Eu posso aqui trocar de posição essas premissas aqui, não tem, não tem problema. Ó, posso colocar, trocar elas, a premissa toda, tá?
A primeira vai pro lugar da segunda, a segunda pra primeira, não tem problema, tá? Não necessariamente tem que estar nessa ordem aí, não. Beleza?
Tá, o esquema é o mesmo. Vamos lá. Eh, nós temos os quantificadores.
Quais são eles? o todo, o algum e o nenhum, tá? Todo, algum e nenhum.
Quando você fala assim para você, todo A é B, isso aqui é diferente de falar todo B é A. Pô, Marcelo, o que que é todo A e B? Eu tô falando que o A, o conjunto A, ele tá dentro do B, ó.
Guarda isso aqui. Então, todo A é B, diferente de todo B é A. Agora, o algum, o algum seguinte, quando você fala algum A e B, eu tô falando que entre o A e o B tem algo em comum, tá?
E quando você fala algum A B, é a mesma coisa que falar algum B é A. Tranquilo? E que é bem importante, guarda isso, ó, que o zinador gosta de brincar com você.
O algum, o algum é o nosso AP, se liga. É o nosso AP. E como é que é isso, Marcela?
Assim, ó. O A é de A-1. O P é de pelo menos 1 e o E é de ex.
E nenhum A B. Quando você fala nenhum A B, eu tô falando o seguinte, que aqui tá o A, tá vendo? E aqui tá o B.
Não tem nada em comum. E falar nenhum A B é a mesma coisa que falar nenhum B. É, guarda isso, guarda isso aí, tira um print aí, tá certo?
Beleza. Massa, massa, massa. Agora sim, vamos pra questão.
Olha aí, BFC. Observe atentamente as seguintes premissa. Premissa um, todos os gatos são mamíferos.
Premissa dois, todos os mamíferos são vertebrados. A partir dessas premissas, se não alternativa que que apresenta uma inferência correta. Quer dizer, quando ele coloca assim, uma coisa bem importante, você colocou lá uma inferência, correta, qual é a dedução que nós podemos tirar dessas duas premissas?
Então eu ten que analisar as duas premissas, beleza? Legal? Então vamos lá.
Todos os gatos são mamífos. Opa, apareceu o todo, Marcelo, tudo bem? Coloca aqui, ó.
Apareceu o todo, tá? Vamos lá. Todos os gatos são mam.
Então ele tá falando assim, ó. Você é gato? Todo goo mamífero.
A outra de novo ou todo de novo, ó. Todos os mamíferos, tá? Eh, são vertebrados, tá?
Então, se é mamípro é vertebrado, tá? Aí. Vamos lá.
Vamos lá. Vamos analisar agora as alternativas, tá bom? Vamos lá.
Eh, letra A. Alguns mamíferos são gatos, Marcelo, tá correto isso aqui? Tá.
Alguns mamíferos ou são, Alguns mamíferos são gatos? Sim. Aqui, ó.
Tá certo. Mas que tem um porém. Entenda bem, ele ele falou assim a partir dessas premissas na alternativa que apresenta a inferência correta.
Ó, a inferência correta seria qual é a dedução que você tira a partir das duas afirmações. E isso aí, alguns manifos são gatos. É apenas em relação a uma, em relação à primeira.
Aqui, ó, todos os gatos são mamíferos, beleza? Alguns mamíferos são gatos. Então, esse daí está errado porque ele quer que você tira a conclusão em relação às duas premissas.
Vamos procurar. Todos os gatos são invertebrados? Não.
O gato é mamífero e todo mamífero é invertebrado. Não. Todos vertebrados são gatos?
Não, porque você tem vertebrado aqui, ó, que não é gato. Alguns mamíferos não são vertebrados. Errado, porque todo mamífero é vertebrado.
Agora, olha a letra E, que é a correta. Todos os gatos são vertebrados. Tá aqui, ó.
Gato é mamífero e é vertebrado. E essa daqui é uma dedução que você tira das duas premissas. Beleza?
Essa questão foi bem legal. Então, a resposta correta aí é a letra E, porque ela consegue tirar a conclusão a partir das duas premissas. Você viu que foi analisando as duas, a gente chega nessa conclusão.
A letra A não entra porque a letra A seria em relação só à primeira. Beleza? Boa, né?
Boa, boa, boa, boa, boa. Mandou ver iso. Vamos lá, galera.
Vamos embora. Bora, bora, bora. Sete aí, né?
Vamos embora. Analisa as a frase abaixo. Se todos os homens são mortais, só que é homem.
Então, que que ele fala primeiro? Todos os homens são mortais. Então, se é homem, todo homem é mortal.
Tá aqui, ó. Sócrates é homem. Ah, o Sócrates tá aqui dentro desse conjunto.
Sócrates é homem. Logo, Sócrates tem que ser o quê, Marcelo? Mortal.
Resposta letra B. De bora passar, bora estudar. Então, dentro dessa parte, tá, de lógica de argumentação, você tem que ter esse cuidado que é bem importante.
Outro outro tópicozinho que é muito importante é a parte da negação. Então, você tem que saber negar conjunção e saber negar disjunção condicional. Vou colocar aqui para você, pra gente já poder matar.
Opa, opa, opa. Vamos lá, galera. Já mandou, né, Roger?
Isto, letra B. Vamos lá. Vamos lá.
Primeiro vamos aprender a negar conjunção. Se eu falo assim para você a proposição vou colocar Ana é médica e Lúcia é enfermeira. Marcelo, como é que eu faço para negar isso aqui?
Toda vez que você tiver, guarde isso, uma conjunção, tá vendo aqui? Um e, como é que eu nego? Você faz um nega, nega, nega.
Ah, Marcel, então fica como? Ana não é médica ou nega, nega, nega, nega a primeira, nega a segunda e troca o e pelo ou. Lúcia não é enfermeira.
Beleza, apareceu o e você faz isso, Marcelo. E se fosse assim, ó? Eh, ó, eh, Paula é baiana ou Carlos eh pernambucano.
Bora lá. Como é que fica nesse caso, Marcelo? Aí você vai perceber, ó.
Ó, apareceu o Não apareceu? Guarda, guarda, guarda, guarda. Vamos lá.
Que que eu faço, Marcelo? Nega, nega e nega, nega, nega, nega, nega, nega, nega. Então, ficou como?
Paulo não é baiano. A negação do ou virou o e. Carlos é pernambucano, fica Carlos não é pernambucano.
Então, coloquei para você o que nós chamamos as leis de Morgan, tá certo? A regra geral, qual é a regra geral? Para negar uma conjunção e disjunção, basta fazer o nega, nega, nega.
Ou seja, nega a primeira, troca o e pelo ou vice-versa, em seguida nega a segunda. Guarda isso aqui. Guarda isso aqui.
Olha aqui, outra que tem que saber é justamente a negação da condicional. Proposição P. Se beber não dirige, tá?
Se beber não dirige com isso aí você pode conduzir. Quando é que você não vai poder conduzir, Marcelo? Quando você bebe, beba, tá certo?
OK. E dirija. Quando acontecer aí, você bebe, beba, bebe.
Colocar aqui, ó, bebe e dirija, tá bom? Quando você bebe e dirija, você tem a negação, tá, Marcelo? Como é que eu faço a negação da condicional?
A negação da condicional é o famoso mané. Você mantém a primeira e nega a segunda. Ah, mané mantém a primeira, nega a segunda.
Então, tá aí. Regra geral. Para negar uma condicional basta fazer uma mané.
Isto é, mantenha o antecedente, acrescente o conectivo e em seguida negue uma coisa muito importante que a negação da condicional nunca começa com si. Então, se o autor pediu a negação da condicional, tá? A negação da condicional, as alternativas começam com C, você já dá um bico.
Ó, vamos matar. IFC chegou, ó. Ó, é nossa banca.
Olha aí. Aar alternativa na qual a negação da proporção foi feita de maneira incorreta. Letra A.
Fui ao cinema. A negação é não fui ao cinema. Tá certo, Marcelo.
Tá certo. B. Vou comer uma salada e um filé de frango.
Não tem um e nega, nega e nega. Beleza? Então vai ser não vou comer uma salada ou não vou comer um filé de frango.
Você tá vendo que tem um e a resposta que tá errada aí é a letra B. Eita, Marcelo. É.
Bora, bora, bora. O gato tem pelagem laranja e usa coleira. Ou é um e nega, nega e nega.
Fica a primeira. O gato não tem pelag de laranja ou não usa oleira? Tá certíssimo.
Tá certo. Se faz frio, então chove, né? Se faz frio, então chove.
Eh, condicional, como é que é? É uma mantém a primeira e nega a segunda. Tá certo?
Então, a resposta aí ficou a letra B, não é isso, Roger? Beleza. Boa, né?
Uma coisa muito importante, até agora nós estamos trabalhando aqui, trabalhando com a lógica de argumentação, a lógica, a lógica também eh proposicional, uma coisa que muito importante para você é o seguinte, nesse momento a gente não precisa interpretar nada dentro da lógica proposicional, não precisa interpretar nada, é apenas aplicação de regras e formas. Coloquea isso na sua cabeça, beleza? Vamos lá.
Próximo também muito importante que é a equivalência, tá? equivalência. Como é que é equivalência?
Você tem duas frases que podem ser escritas de forma diferente, transmitida a mesma ideia, tá bom? Então você pode reescrever uma condicional si, então, de duas maneiras, uma na forma do si, então, e na forma do ou. Então, olha para cá, olha aqui, ó.
Olha aqui. Vamos lá. A condicional, Marcelo, como é que eu posso reescrever uma condicional?
Já coloquei de duas maneiras. na forma de uma outra condicional, tá? Que você vai fazer outro ané.
Ah, tá. Então, por exemplo, se eu tenho lá uma proposição P que fala assim: "Se beber não dirige". Ah, eu quero reescrever isso aqui na forma de uma condicional.
Beleza? É só fazer outro ané, troca e nega. Então, fica se dirigir, não beba.
Essas duas aqui frases, elas são equivalentes. Ou também você pode reescrever uma uma condicional, tá? Seria o Neymar, tá?
Na forma de uma disjunção com o Neymar. Ah, Marcelo, como é que é o Neymar? Você vai negar essa primeira.
Coloque o ou e mantém. Ah, o Neymar. Beleza.
Então fica nega a primeira, fica não beba ou mantém. não dirige, tá? Então guarda isso que é muito importante para você, tá?
Partindo de uma condicional, você pode reescrevê-la na forma de uma outra condicional ou você pode reescrever na forma de uma disjunção. Condicional para condicional, só fazer o troné, troque condicional para disjunção, só chamar quem? Chama, chama, chama o Neymar.
Beleza? Legal. Olha essa questão.
Tá aí, ó. IBFC. Bora para cima.
Bora para cima. uma afirmação logicamente equivalente a se fulano é casado, então ele é trabalhador ou é condicional, tá? Tá vendo que as alternativas todo mundo também é condicional?
Então ele quer reescrever uma condicional na forma de uma outra condicional. Que que eu faço, Marcelo? Faz o troneto, troca e nega.
Ah, trocando e negando, sim. O verde vai pra frente, o amarelo vai para trás, só que vai negando. Ficaria como, Marcelo?
Se fulano não é trabalhador, então ele não é casado. Tá aí. Caramba.
Boa, boa, boa, boa, boa, boa. Galera, como é que estão as questões aí? Que vocês estão achando das questões?
Tão boas? As questões estão legais? Beleza, coloca no chat aí.
Coloca no chat também a sua cidade, pô. De onde que você é? Você tá assistindo aí?
Eu tô aqui em Brasília. Vamos lá. Hoje é segunda-feira.
Eita, ainda bem que é quarta, né? Vamos lá. Em Maria vai a escola as segundas e terça-feira.
Assinale a alternativa com conclusão correta. Bora lá. Hoje é segunda, pô.
O que acontece? A Maria, ela vai na escola segunda-feira, né? Minha mãe ia todo dia.
Mas vamos lá. Hoje é segunda e Maria vai escola na segunda e terça. Então, certamente se Maria vai à escola segunda e hoje a segunda, Maria vai est lá na escola, pô.
Não pode. Maria vai à escola hoje. Mas se ela é letra A, é letra A sim.
Caramba. Tá aí, né? dedução.
Outra aqui, ó. Vou mexer um pouquinho com a matemática aqui, fazer uma proporção, ó. Ao se pesar seis laranjas, seis laranjas, constata-se que elas possuem o mesmo peso que três maçãs.
Seis laranjas, três maçãs. Ass alternativa que apresenta a quantidade de maçãs equivalente a quatro laranjas. Tudo bem.
Será que eu vou fazer? Eu vou pegar essa que vou dividir por três, só paraa gente ter uma noção. Duas laranjas e uma maçã.
Ele quer saber qual é quatro laranjas. Vou fazer proporção aqui, ó. Ó, multiplica por dois.
E aqui o ano multiplica por dois. Duas mançã. Pronto.
Tá aí. Pode perder uma questão dessa na prova. De jeito nenhum, Marcelo Leite.
De jeito nenhum. Vamos lá. Vamos lá.
Num jogo de quebra-cabeça, a peça com a imagem do sol está à esquerda da peça com imagem da lua. Só lembrando uma coisa, tá certo? Que está à esquerda para cá, à direita.
Tá bom? Vamos lá. Eh, ele fala bem assim, ó.
Em um jogo de quebra-cabeça, a peça com a imagem do Sol está à esquerda da lua. Então, Sol está à esquerda da Lua e a peça do Sol está à direita da estrela. Pronto.
Assinar alternativo que apresenta a ordem correta dessas peças de quebra-cabeça. Tá tudo bem. Legal, legal, legal, legal, legal.
Vamos lá. Eh, estrela, sol e lua. Marcelo, letra D.
Pronto, foi embora. Não é isso, Roger? É isso, Cáia.
Isso. Bora lá. Bora lá.
Quero ver se vocês estão bom. Agora aqui vamos mexer um pouquinho com sequência. Vamos lá.
Sequência agora, tá? Utilizando o tipo de raciocínio lógico, considere a seguinte sequência de números 2, 6, 12, 20. As alternativa que apresenta qual será o próximo?
Ah, tá. 2 6 12. Aqui aumentou quatro, não é isso?
Lá, lá, lá, lá, lá, lá. Bora, bora. Aqui aumentou seis, aqui aumentou oito.
Eita, Marcelo, parece que eu já descobri. Parece que eu já descobri, ó. Aumentou quanto?
Aumentou seis, aumentou oito. Marcelo Leite, aqui aumenta quanto, pô? Vai aumentar 10.
Eita. Então vai para quanto? 30.
Morreu a questão. Letra C. E você vai passar.
Só uma coisa muito importante, muitas vezes o aluno ele foge do raciocino. E você sabe o seu concurso TJPE é um concurso concorrido, você sabe disso. Um ponto faz uma diferença e você sabe, né?
Você sabe que um ponto faz diferença quando pegar o resultado. Você fala: "Caramba, tivesse marcado mais um pontinho e eu ia subir muito, né? De repente esse pontinho vem de onde?
" vendo o raciocínio lógico e BFC ela é tranquila no raciocínio lógico. Então tô falando, dá para conseguir cinco questões, pô, conseguiu duas, três, já tá ótimo, porque muita gente vai passar direto, vai passar direto e vai tentar correr atrás desses dois, três pontos lá pra frente de outras matérias. Você já leva aqui quando você conseguir esses pontos também lá na frente, você faz a diferença.
Então, bora, bora, bora. Lá, lá tá mandando ver isso, Cásio Roger. Vamos lá, galera.
Bora, bora, bora. Ah, essa é massa. Vamos lá.
Quero ver se tá bom agora, hein? Se liga, se liga. Isso mesmo.
É uma questão dessa que garante uma vaga. É isso mesmo. As seguras abaixo uma sequência de acordo com um determinado padrão.
Analise as figuras abaixo e assinale a alternativo sétimo termo, hein? Sétimo. Não é o próximo não, porque tem cinco aqui, né?
Tá. Vamos ver aqui, ó. Ó, vamos, vamos primeiro aqui, ó.
O, a estrela tá dentro, tá fora, tá dentro. tá fora, tá dentro. Ele quer o sétimo.
Então esse aqui seria o sexto que tá fora e esse aqui tá dentro. Beleza? Beleza, beleza.
Então o sétimo, esse que eu quero, tem que tá dentro as estrelas. Então você já vem aqui em mim. Não, não pode ser essa, não pode ser essa.
Tranquilo. Legal. Tá.
Essa aqui também parece que não é. Não tem nada. Tem que ter alguma coisa.
Então é de ou é? Olha que maravilha. Olha que maravilha.
Vamos lá. Vamos lá agora. Vamos lá.
Aqui você tem uma estrela. Aqui você tem uma, tem duas. Tem três.
Certo? Tem cinco. Vamos ver o seguinte que acontece.
Soma, ó. Soma. 1 + 1 dá 2.
1 + 2 dá 3. Eita, Marcelo. Eita, Marcelo.
2 com 3 deu 5. Você percebeu, olha só, você percebeu que a partir do segundo termo, qualquer termo é sempre a soma, ó, sempre a soma dos dois anteriores. Percebeu isso?
Então o próximo aqui, ó, vai ser 3 + 5 dá 8 e 5 + 8, 13. Então vai ter 13 estrelinha aqui dentro e a resposta letra D. Tá aí.
Legal. Legal. Tá aí.
Uma coisa muito importante, hein? Se você não tá inscrito no canal do gran, pelo amor de Deus, se inscreva nesse trein, né? Aperta lá no o sininho para poder receber notificações, porque Marcel pouco vai ter tantos eventos agora, né?
Vem agora semana decisiva, tem revisão diversas, tem tanta coisa para você, tá? Beleza? Tem muita coisa.
E aí eu sempre digo assim, gente, pega lá, tem um, tem tá em no YouTube, pega lá, tem JPE, reta final, teoria aí, pega lá, raciocínio lógico, que eu peguei toda a teoria, tudo colocando para você passo a passo, tudo que você precisa saber para essa prova, tudo tá ali bonitinho, só brincar, tá? É sempre bom ver antes de assistir uma aula dessa. É muito importante, tá?
Outra coisa, se eu não conseguir terminar todas as questões que tem aqui no próximo evento, eu vou já começar com elas, tá? Pode ficar tranquilo. Beleza?
Vamos lá. Vamos lá, Marcelo. Bora fazer mais.
Bora, bora, bora. Ah, tá. Vamos brincar um pouquinho agora com a nossa análise combinatória.
Eu quero a sua atenção. Preciso da sua atenção. Olha aqui.
O que consiste a análise combinatória? Consiste no seguinte. Você tem um conjunto com vários elementos.
Tenta imaginar uma sala de aula, tá bom? Tenta imaginar uma sala de aula. E aqui você vai formar o quê?
Uma formar agrupamentos. Agrupamento com um elemento, com dois elementos, com três elementos. Beleza?
Eu vou formar agrupamentos. E aí o examinador, o que que o examinador vai pedir para você? vai pedir sempre um número de possibilidades, a a o número de agrupamentos distintos que podem ser formados.
É isso que ele quer saber. Agora, existe os métodos para você fazer esses agrupamentos, encontrar o total de agrupamentos, que pode ser a técnica de contagem, pode ser uma permutação, um arranjo uma combinação. Bora lá, bora, bora, bora, bora, bora, bora, né?
Agora sim, vamos lá. Primeira questão tá aí. Um armário contém 10 pares e meias, sendo cinco pares brancos e cinco pares pretos.
A sen alternativa que apresenta a quantidade de maneiras diferentes que é possível escolher um par de meia branca. Então a escolha vai ser branca e preta. Vamos lá.
Branca são quantas possibilidades? Cinco. Olha só que interessante, ó.
Tá? Eh, meias brancas. Meias brancas são cinco possibilidades.
Você tem cinco possibilidades, porém vai escolher apenas uma, não é isso que vai acontecer, tá? Toda vez que você vai escolher um entre N possíveis, no caso aí vou escolher uma entre cinco, você vai usar a técnica de contagem. Ah, Marcelo, então seria aqui branca, eu tenho uma possibilidade entre esses cinco possíveis, então você cinco possibilidades, não é isso?
E a preta, a mesma coisa, cinco possibilidades, tá? Aí você já fala assim: "Tá, Marcelo, se eu for escolher duas, eu tô com fio". Tô lá em Garanhuns, né?
Tô lá em Garanhuns, lá no festival de inverno em Garanhuns. Tá um frio grande. Eu vou colocar duas meias, tá?
Por enquanto vamos aprender uma. Daqui a pouco a gente vai aprender duas, três, não importa, mas por enquanto é uma. Então esse princípio da técnica de contagem, quando é que você utiliza?
Quando eu vou escolher apenas um entre n possíveis, tá bom? Legal. E aí, que que eu faço aqui, ó?
Tem um e. Esse e aí é o nosso princípio multiplicativo. Vai dar 25 a resposta letra B.
Tá aí. Tá bom? OK.
Vem cá outro agora. A sen alternativa que apresenta quantas senhas diferentes de seis caracteres podem ser formados usando apenas letras maiúsculas da palavra Brasil sem repetir nenhuma letra, tá? tão disponíveis, você tem lá Brasil e aí vão formar senhas, senha.
Então o agrupamento que você vai montar serias, tá? Eu posso formar, por exemplo, a senha Brasil, tá? Mas eu posso pegar essa senha que eu montei agora e vou trocar dois elementos de lugar, por exemplo, o R e o B.
Aí eu pergunto para você, a primeira senha, essa primeira senha aqui e essa segunda senha aqui são iguais? Aí você fala: "Marcelo, elas são diferentes". Ah, então quando, preste bem atenção, quando você trocar de posição, quando você trocar de posição algum elemento do agrupamento e gerar um novo agrupamento, dizemos que a ordem importa.
A ordem importa. Olha que legal, a ordem importa. Outra pergunta, para formar cada agrupamento desse verde, eu peguei todos os elementos de uma só vez?
Sim. Então vem para cá, vem para cá pra gente poder entender agora o próximo. Olha só o que acontece.
O que acontece? Eu peguei as letras da palavra Brasil e vou formar senhas com as letras da palavra Brasil. Então o que acontece?
Primeiro você percebeu que a ordem importa, tá? A ordem importa. Quando você troca de posição uma letra, gera nova uma nova C.
Tudo bem? Mas para poder formar cada senha dessa, você pegou todos os elementos de uma só vez. Um.
Peguei todos de uma só vez. Tá? E quando isso acontece, eles estão apenas, olha só, vou até voltar aqui na tela.
Olha só o verdinho aí. Em relação disponíveis, você tem sempre as mesmas letras que estão apenas trocando em posição. O que significa a palavra permuta?
Permuta quer dizer troca. Então, o que que você tá fazendo com as letras da palavra Brasil? Você tá o quê?
Embaralhando. Você tá bagunçando elas. Cada vez que você embaralha elas, você forma uma nova senha.
Então, tá tendo uma permuta, por isso que nós estamos tendo aqui uma permutação. Bora, bora, bora que você vai aprender esse negócio aqui. Você tá tendo uma permutação de quantos elementos?
De seis. Permutação de seis elementos é 6 fatorial. O que que é seis fatorial, Marcelo?
6 5 4 3 2 1. Isso daqui dá 720. Marcelo, resposta letra A.
Isso mesmo, tá? Então, quando é que você vai ter uma permutação? Guarda isso aí.
Primeiro, a ordem importa. Isto é, quando você troca de posição, qualquer elemento gera um novo agrupamento. Beleza?
A ordem importa. Segundo, segundo que é bem importante, eh, quando você vai montar o agrupamento, você pega todos os elementos de uma só vez. Então, se a ordem importa e você pega todos os elementos de uma só vez, é uma permutação.
E quando ele fala P6, esse P6 que tá aqui, ó, tá? O P6 aí igual a 6 fatorial, P6 significa o seguinte, você tem seis elementos disponíveis e vai formar um agrupamento com os seis, tá? De de modo que a ordem importa.
Beleza? Legal. Vamos lá.
Bora fazer mais. Tem que ficar bom nesse trem aqui, ó. 17.
Temos um cadeado com o segredo de três dígitos. Se quisermos que não haja nenhuma repetição de números, assinar um alternativo que apresenta quantas combinações possíveis eh os disponíveis no cadeado. Os disponíveis, os algaritmos que nós temos é 0 1 2 3 4 5 6 7 8 e 9.
O agrupamento, tá? Eh, o agrupamento tá certo, seria senhas, né? Senha.
Vem cá, vamos, vamos montar uma senha qualquer, por exemplo. Posso montar 0 3 8? Pode ser.
Aí você pergunta: "Pô, Marcelo, mas senha pode começar com zero? " Pode, sem problema nenhum. Senha, senha pode começar com zero, tá?
Então, a senha no meu banco mesmo começa com zero. Ah, mas seria o resto. Não, para aí, para aí.
Beleza, vamos lá. Olha aí, 038. Eu vou pegar os elementos desse agrupamento que eu acabei de montar agora e troca de posição, ó.
Vou pegar 308. É a mesma coisa? Não.
Ah, Marcelo, então quer dizer que a ordem importa, tá? A ordem importa. Então aqui você vem, ó, a ordem importa.
Eu pergunto para você agora, hein, para formar esse agrupamento e esse, eu peguei todos esses de uma só vez? Aí você fala: "Não tá certo, OK? " Tá.
Não. Ah, para aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Agora, para formar cada agrupamento desse 038 308, eu não peguei todos os elementos de uma só vez, não.
Eu peguei o qu, Marcelo? Peguei parte. Então, vamos lá.
Toda vez que a ordem importa e você pega a parte, o que que você tem? Um arranjo. Ah, legal.
Então aqui, ó, ó, é um arranjo, me ajuda aí, de quantos elementos, Marcelo? De 10, que eu vou escolher quanto? Três.
Que que é isso? Vamos ler. Vamos ler.
Isso, Roger mandou ver. Vamos lá. A de 10 tomar 3 a 13.
Quer dizer o quê? Que você tem 10 elementos disponíveis e vai formar o agrupamento com três, de modo que a ordem importa. Então, guarda uma coisa muito importante.
Guarda uma coisa muito importante para você. Toda vez que a ordem importa, Marcelo, a ordem importa. Beleza, massa, dá uma paradinha.
Ordem porta. Como é que eu sei, Marcelo, que a ordem importa? Você vai pegar e vai trocar, vai montar um agrupamento e troca de posição algum elemento.
Se gerar um novo agrupamento, é porque a ordem importa. Beleza? Então, vamos lá.
A ordem importa. Aí você fica, poxa vida, é aí. A ordem importa.
Agora tem que verificar o quê? Primeiro, se se para montar o agrupamento, se você pegou todos os elementos disponíveis, pegou todos, é uma permutação, beleza? Você vai apenas trocar de posição a permuta.
Agora, se você pegou parte, é um arranjo. E como é que eu faço no arranjo? Vem para cá, vou ensinar para você um esqueminha aqui.
É o seguinte, você tá vendo que você tem aqui, ó, um três, certo? Tomar três a três, eu vou colocar três tracinhos. Se fosse tomar dois a dois, colocava dois tracinhos.
E agora, Marcelo? Agora fal o seguinte, tá vendo esse 10 do jeito que ele tá? É do jeito que ele tá.
Você traz para cá. Ah, e agora pega o decrescente ao 10. Quais são os decrescentes ao 10?
9 e 8. Em seguida, é só multiplicar. 8 x 9 72 x 10 720.
Resposta letra C, né? De C vai passar. Beleza.
Agora vamos lá. Próxima. Vai ser a última questão, tá?
Pra gente poder finalizar. Caramba, foi rapidão, hein? Tá.
Aí tem tem umas questões aí de probabilidades que ela vai ficar pro próximo evento. Mais uma vez eu falo para você, se você não tá inscrito no canal do Grand, se inscreva. Se inscreva lá, né?
Clica lá tudinho. Eh, clica lá no sininho para poder receber notificação, tem muitos eventos, tem muita coisa para você. Beleza?
Já vou deixar também aqui no meu Instagram aqui, ó, @ professor Marcelo Leites. Beleza, segue lá que eu vou sempre colocando onde que eu tô tudinho, quais eventos estô participando. Vamos lá.
Dos 12 relatórios produzidos por Paulo em certo dia, três dias devem ser sorteados por André para ser serem revisados no dia seguinte. O total de possibilidade de escolha desses três relatórios tão disponível. Você tem 12 relatórios.
Relatório dois. Aí o agrupamento vai ser um sorteio. Vai sortear quantos, Marcelo?
Três. Ah, tá. Faz quanto que ele escolheu?
O sete, o 9 e o 11. Tá bom. Que que você faz?
Troca de posição, por favor. Os relatórios escolhidos foram 7, 9, 11. Se trocar de posição, R9, R7 e R11.
Vamos lá. Os relatórios escolhidos foram 9 7 11. Não é a mesma coisa.
Olha de cima. Os relatórios escolhidos foram 7 9 11. Os relatórios escolhidos foram 9, 7, 11.
É a mesma coisa. Ah, tá. Então, se é a mesma coisa, vamos lá.
Vamos lá. Se é a mesma coisa, isso quer dizer que a ordem, a ordem não importa. A ordem não importa, beleza?
A ordem não importa. E se a ordem não importa, guarde mes uma coisa. Toda vez que a ordem não importa, você pode pegar parte, você pode pegar todo, não importa.
vai ser sempre uma combinação, beleza? Legal. Você vai ter a diferença quando a ordem importa, que aí pode ser uma uma perguntação se eu pego todo, se eu pegar a parte e arranjo.
Agora, quando a ordem não importa, já fala: "Opa, opa, a ordem não importa". Isso aí é uma combinação, não quero nem saber, tá? Então vai ser uma combinação.
Vem cá, combinação de quantos elementos? De 12, que você vai escolher três. Marcelo, como é que eu faço isso?
Marcelo, como é que eu faço isso? É o seguinte, é o seguinte. Presta atenção.
Presta atenção. Leia primeiro. Combinação de 12 tomar três a três.
Que que é isso, Marcelo? Você tem 12, olha aqui. Olha aqui.
Elemento disponível. Vai escolher três. Você tem 12, vai escolher três.
Tá bom? De modo que a ordem não importa. Como é que eu faço?
Você vai fazer igual arranjo. É tomado 3 a 3. 3 tá aqui.
Esse 12 você traz para cá do jeito que tá. 12, decrescente, 11 e 10. Tá aí.
E agora, Marcelo, combinação tem que combinar. Aí você vem aqui para baixo com esse três e coloca e faça a mesma coisa. Três decrescente 2 e 1.
Agora é só simplificar. Me ajuda, por favor. 3 x 2 x 1 deu 6.
12 por 6 deu 2. Dá 22. X deu 220.
Marcelo, resposta é a nossa letra é a nossa letra. Letra A, não é isso? Letra A de aprovado.
Só tô mandando energia boa para você aí, só coisa boa. De novo, eu bato na tecla. Se você não tá inscrito no canal, se inscreva.
Se inscreva no canal também, tá certo? Também, se possível, dá uma moral pra gente, entra lá no site do prêmio Reclâ aqui e vote no Gran, tá certo? Vote no Gran, beleza?
Olha, eu desejo que você tenha aí uma semana abençoada, tudo de bom para você, pensamento positivo. Lembrar que nós estamos na época agora de fazer muitas questões, duas semanas antes da prova, né? Então, se você não conhece, vai até o Gran Questões, vai lá, selecione questões na sua banca que deve ser aquele monte, não só para raciocínio mas para todas as disciplinas.
Esse momento que você tá agora é de fazer muitas questões, beleza? Desejo para você que você tenha um dia abençoado e a gente se encontra em outro evento. Um abraço e até o próximo evento, hein?