Tomem cuidado aí na mesa do critic porque todo mundo eh pode ter algum problema aí e é psicopata. Falaram assim mesmo, todo mundo é psicopata. Aí eu fiquei assim, fui vendo o assunto um pouquinho.
Tem uma estatística interessante, né, de um percentual de psicopatia na na população, né? Olha, olha que interessante, né? As pessoas eh se atentam a uma foto e não a um livro, né?
Psicopata é um capítulo de da minha vida, né? Eh, mentes perigosas. Eu escrevi até, não foi porque eu queria, eu escrevi que foi um pedido de uma amiga, Glória Perz.
Aham. Ela chegou assim: "Você escreveu sobre TDAH? Você escreveu sobre ansiedade?
Você escrita, novela para personagem, aquela confusão. " Isso aí. Ela: "E você fala tão bem de psicopata, por que que você não escreve?
" Eu falei: "Mas eu não vou escrever um livro, porque eu só escrevo o livro para ajudar". A psicopata não tem tratamento, né? Eles são assim, né?
A psicopatia não é uma doença, é uma maneira de ser onde o outro não considera o outro. Por exemplo, se eu tenho uma relação com você ou com você, se eu sou psicopata, eu vejo o que você vai me dar. Você, para mim, é um instrumento para obter status, poder e diversão.
De preferência, se eu puder juntar isso tudo e fazer você um bichinho que me dê tudo isso, OK? Então assim, o psicopata ele não tem empatia, o outro é um objeto de uso, né? Então, quando eu falei isso, eu falei assim: "Mas eu não vou escrever um livro para pessoas que eu não tenho ajuda".
Aí ela falou: "Quantos por cento Bia tem de ansiedade? " Eu falei: "Ah, uns 8% da população geral, quantos por chth? " 6%.
Tá. Quantos por cicato? Eu falei: "Entre leve, moderado e grave, vamos botar aí 3, 4%.
" Uhum. Aí eu falei: "Onde é que você quer chegar, Glória? " a ela não, porque você faz um livro para seis, faz um livro para oito e não vai fazer um livro para 96% das pessoas.
Falei: "Não entendi". Ela falou assim: "O seu livro sobre mentes perigosas é para as pessoas não serem vítimas de psicopata, é para 94% das pessoas". Quando ela falou isso, ah, vou escrever.
Eu falei, amiga, vou escrever. Eu vou escrever porque aí, né? Me convenceu.
Não tinha um argumento desse. Você senta e faz. Bia, e muita gente fala dos, né, que são muito que são psicopatas.
A maior maioria. Isso é muito legal. Tanto que no momento perigoso tem um capítulo que é eles não vão ao trabalho, vão à caça.
Você já viu isso daí? Falam que a maioria dos show são psicopatas. Pessoas que chegam nessa posição.
Não, mas eu eu acho que tem que ser um pouco mesmo. Não sei se tem que ser. que isso não sei se tem que ser tem grau de psicopatia, tipo, ele de vez em quando ele tem empatia ou é a ausência da empatia.
O que eu acho assim, são tantas situações que um CEO passa na carreira dele que eventualmente se ele tem empatia, se ele tem coisas desse tipo, ele pode sofrer num nível que ele larga. Uhum. Quando ele se confronta com as coisas são que esse cara toma decisão, ele larga.
Parte da minha da minha decepção, não, parte da minha decepção com o trabalho é um pouco disso. Tem que pegar, tem que mandar 1000 pessoas embora. Uhum.
Pesso. Ah, não, mas 1000 pessoas e vem. Tá, mas você é por isso que eu tô falando, CCO é por tempo.
Se você não é psicopata, planeje sua vida por tempo. Como se lembra na época da bolsa de valores do pregão, aquela coisa louca que as pessoas ficavam berrando. Hoje em dia é tudo digital.
Aquilo para ficar ali no pregão, querido, você tinha que ter no máximo do anos. Tanto que depois na bolsa americana a pessoa ficava no pregão do anos e tiravam porque enlouquecia lá. É, se deixasse enlouquecia.
O cérebro humano tem limites. Então, por exemplo, se você me disser assim, tem uma opção de se que é psicopata, OK, mas o psicopata é tão psicopata que não pense que, ah, ele vai dar resultado. Ele vai dar resultado, mas depois ele vai pegar a empresa.
Uhum. Porque tem tem empresários que falam assim: "Não, mas se ele der resultado, ok". Eu falei: "Mas cuidado, porque primeiro ele vai fazer tudo que ele quer, depois você é a pessoa que tá na linha de tiro dele.
" Caramba, ele vai vender informação, ele ele não tem ética, meu amor. Então você tá alimentando o monstro depois que ele te de bolado nas costas, ou então você faz o seguinte, olha só. Então não é tão assim, porque tem gente que fala assim: "Ah, mas você lembra do Dexter?
" Ah. Ai, eu ador que era um cereal killer. Mas por que que a gente adorava o Dexter?
Que era uma ficção? Você acha que exige um cereal killer que mate para o bem? Não existe.
É lindo. É, é lindo, mas é ficção. Aham.
Entendeu? Por isso que a gente adorava, porque ele fazia o mal teoricamente fazendo bem. Sim.
Mas não existe. Então assim, os CEOs eles têm isso. E o o psicopata CEO é aquele que entra na empresa, ele ele tem uma trajetória.
Ele primeiro na entrevista ele já estudou a empresa profundamente. Ele na entrevista vai falar coisas pro entrevistador que, tipo assim, nem o entrevistador sabia da empresa. Ele vai saber quem foi o fundador, quem foi, passou de geração para geração, ele vai fazer um marketing que a própria empresa vai falar: "Caramba, a gente podia tornar isso visível".
Entrou, seduziu ali, porque ele tem uma, eles não têm inteligência emocional, eles não têm sentimento, mas eles têm a cognição perfeita. Ele te analisa todinho, ele sabe qual o teu ponto fraco, onde ele te pega. Ele entrou, ele começa a fazer amizade com todo mundo.
Ele é a melhor pessoa, best friend. Que que acontece? Ele se faz super amigo para pegar os seus segredos.
Porque um dia você fala assim: "Pô, tô tô chateado, não sei que aconteceu isso". Aí ele pega tudo ali, ele vai ter fracos seus. Depois ele vai ver, ele quer o seu lugar, ele vai começar a ir na chefia falar os seus fracos.
De repente, todo mundo tá uma grande confusão e por fim depois ele te descarta, depois ele descarta o outro. Então cuidado com essas pessoas que dão resultados mirabulantes, porque depois ele tira é quem quem puxa teu saco, depois puxa o tapete e você cai. Aliás, a gente contou aqui a fórmula de como puxar o tapete num critique extra e tem a fórmula, né, de como faz para puxar o tapete da pessoa e você se blindar também.
Assista lá. A gente tem como identificar um psicopata numa empresa assim? Tem que que tem isso?
Olha, tenha eh cuidado com essas pessoas extraordinárias, porque o psicopata sempre entra na vida da gente, seja numa profissão, seja com coisas excepcionais, porque assim, se ele não tem sentimento, passar por cima de qualquer pessoa ou fazer qualquer coisa é fácil. Então ele vai dar resultados extraordinários no início, mas ele depois vai querer cada vez mais e mais poder. Entre mortos e feridos.
Ele conseguiu assim, né? Mas assim, dá para ser e é isso que eu tô dizendo, dá para ser muito bom e não ser psicopata. Ah, não dá, dá.
Então, eu tá, eu tô eh pensando sobre um Mas deve dar um trabalho também ser psicopata, né? É. Não, não, porque não dá trabalho, porque eles são assim.
Eu entendo. Eles são assim. Eles são assim, dá trabalho pra gente imaginar como eles são.
A mente não entra em colapso de uma hora para outra. Ela avisa com sinais, com cansaço, com silêncio. Mas a gente nem sempre escuta, não é mesmo?
Cuidar da saúde mental não é drama, é prioridade. É reconhecer que nosso cérebro, assim como qualquer outro órgão, precisa de atenção e cuidado consistente. No dia 12 de março em Belo Horizonte, a gente vai conversar sobre tudo isso e ao vivo, os oito pilares da saúde mental.
Um encontro para quem escolheu se ouvir de verdade, para quem entende que investir em si mesmo não é luxo, é necessidade.