Olá pessoal, eu sou Ludif Fox e chegamos ao vídeo de conselhos ruins, onde vocês mandam seus pedidos de conselho, tudo aquilo que vocês querem que a vovozinha, né, dê ali o seu pitaco ancestral, né, porque tenho vivência, sou velha, passei por muita coisa. Mas lembrando que esse daqui é o conselhos ruins, onde eu não tenho a intenção de ajudar. A intenção é às vezes mais estragar a cabeça de vocês.
Não leve nenhum conselho a sério. E se você quiser mandar seu conselho aqui pro canal, olha aqui, ó. O e-mail tá passando aqui na tela.
Podcastpartudo@gmail. com. Lembrando que às vezes eu leio os conselhos também lá no meu podcast aberto pro público.
Eu tenho um podcast que é gratuito em todas as plataformas, que é o podcast para tudo. Então, às vezes eu leio lá, às vezes eu leio aqui. Vamos começar.
Vamos logo. Conselhos ruins da vovozinha. Perdi a amiga pra religião.
Ai, mas então vai com Deus, né, meu chapa? Oi, Louri. Tudo bem?
Gostaria de pedir que você não falasse o meu nome. Amo vocês as edições do Vittor. Vocês me tiram boas gargalhadas.
Obrigada a vocês que me respeitam, que me compreende, que entende que eu não sou uma perna, eu tenho muito conteúdo. Vamos ao conselho. Bom, eu tinha uma melhor amiga, mas sabe aquela amiga mesmo com as irmã?
Pois então, a gente era aquele tipo de contar tudo, aquela amizade que você fala de macho e teorias conspiratórias da vida. E quando a gente ficava uns três dias sem se falar por conta das correrias da vida, sentíamos falta e logo mandávamos mensagens um pro outro. Eu a conheci no primeiro ano do colégio e ficamos amigos até 2021.
Lour, eu sou gay e ela é hétero. A famosa, né, pet de hétera você, né? pelo visto, eu sou macumbeiro, ela é católica e isso nunca nos impediu de termos nossa amizade.
Inclusive, trocamos altos papos respeitosos sobre nossos mundinhos diferentes. Inclusive sempre falamos sobre nossas intimidades. Eu contava meus casos de pegação e glube e glube e ela me aconselhava.
Só que quando foi 2021, eu comecei a namorar e fui pedir um conselho a ela. E ela simplesmente disse que não poderia ficar feliz pelo meu namoro e disse para mim que não poderia me ajudar com conselhos, pois o meu jeito e o meu namoro iam contra a religião dela e os princípios de Deus. Ai, Monas.
Então tá. Então tá bom. aqui.
Ai gente, eu tô rindo que é pior que isso acontece mesmo, né? Mas eu acho tão absurdo assim, para mim é tão surreal isso acontecer que é bizarro assim. Eu fiquei sem entender nada.
Disse que isso nunca nos impediu de sermos amigos e ela mesmo já havia conhecido outros namorados meus e me ajudado, mas ela ficou irredutível. disse que Deus tinha feito o homem e a mulher era da Maris, que você tava falando, sua melhor amiga, dona da Mar disse que Deus tinha feito o homem e a mulher com o único objetivo de se reproduzirem e que também não concordava com sexo antes do casamento, sendo que ela já tinha trepado uma vez com um ex dela que morava à distância. Eu tentei argumentar, chamar ela outras vezes para conversar, mas não adiantou e eu acabei me afastando e nunca mais conversamos.
Porém, hoje sinto muita falta dela, porque você é burra, né? Você sente falta dela de uma versão que não existe mais. Você sente falta dela antes dela ter se tornado essa super conservadora de direita?
Que tenho certeza que essa daqui vai nas passear do Biruliro, tá bom? Aquela que já enfia política no meio, né? Sinto falta da nossa amizade e cumplicidade e gostaria de chamar ela para conversar, mas tenho receio de nada ter mudado, dela vir com esse papo e etc.
E como eu conto paraa minha vida, para ela, se metade da minha vida envolve situações como meu namorado. Eu às vezes sonho com ela e com nossa amizade. Fico muito triste, pois eu considerava ela uma irmã mesmo.
Dizia que se um dia eu casasse, ela seria madrinha, etc. e que eu seria padrinho dela se um dia ela casasse, tivesse filhos. Enfim, esses dias me peguei pensando nela, em como sinto saudades.
Fiquei com vontade de chamá-la, mas sempre penso, se 4 anos de afastamento ela nunca meossa 4 anos você tá remoendo isso, bicho. Mana, ô mana, vamos lá. 4 anos você está vivendo esse luto dessa amizade podre, essa pessoa lixo que você tinha do seu lado.
Não preciso mais nem dar conselho, né? Porque não tenho o que falar, não. Não vá atrás dela.
Nunca mais tive uma amizade igual eu tinha com ela, pois hoje em dia é difícil ter melhores amigos. Eu tenho amigos, mas não igual ela. Que bom, né, que você tem amigos que não é igual a ela, porque ela era um lixo de pessoa podre.
Ela te vê como um pecado. Ela acredita que a única função do homem e da mulher é reproduzir, né? Ela não pensa que mesmo casais héteros às vezes não conseguem reproduzir.
Enfim, ela tá reproduzindo tudo que há de pior na sociedade hoje em dia. E esse discurso dela tá sendo cada vez mais reforçado por outros discursos, igual o que a gente falou aqui naquele vídeo da Baby do Brasil, né? É bem isso daqui, gente.
É cura gay, é o perdoar tudo que a família faz, é tudo que há de pior. Para de ser carentona, gente. É melhor você aprender a estar sozinho do que ter que se humilhar para amizade assim, bicho, acorda.
Ai, mas é difícil fazer novos amigos e bl. A vida adulta é isso, gente. Mas é melhor você ter colegas com amizades menos intensas que a vida medida que você vai envelhecendo, é assim que funciona, tá?
Você não vai ter essa amizade de que você tinha há anos atrás. Isso não vai. Mas acontecer, aceite, ser adulto é aceitar isso.
É melhor ter amizades menos profundas, só que mais sinceras com pessoas que te aceitem, do que uma amizade grudada igual era com essa menina, só que ela grudava achando que você era um pecado, tá? Nossa, que pesadelo. Já tô com, já comecei com raiva esse vídeo, Vittor, obrigado, né?
Minhas varizes estourando aqui na minha perna. Aí eu tô me tremendo bem aqui. Cheguei passando mal na igreja.
Uma traficante quer destruir minha família. Oi, vovozinha Lour. Oi, Vittor.
Como vocês estão? Amo acompanhar o canal. Pode me chamar de Mary.
Tenho 18 anos e já te peço desculpa pelo tamanho da mensagem. Se valer a pena, tá tudo bem. Vamos lá.
Para contextualizar minha situação, preciso fazer uma longa retrospectiva. Ai, será que precisa mesmo? Chat GBT, resuma para mim.
2001. Eu ainda nem tinha nascido. Meu, meu Deus, gente.
Ela vai começar a história de antes dela nascer. A filha da senhora que trabalhava para minha avó descobriu que estava grávida, queria interromper a gravidez. Minha avó e minha dindinha convenceram ela de continuar e disseram que ajudariam a criar a criança.
Nasceu uma menina que chamaremos de Sheila. Minha avó sempre fez de tudo para que ela tivesse uma vida boa. Viagens, festa de 15 anos, curso de banho e tosa, curso de cabeleireira.
montou um salão para ela que ela não usou nem 10 vezes, já que a família dela vivia bem precariamente. É aquilo, né? Às vezes você dá tudo pra pessoa, mas a pessoa não quer, né?
Você não pode dar tudo de mão beijada, a pessoa precisa conquistar. Se ela tivesse pago pelo próprio curso, se ela tivesse pago, né, ido atrás de estudo, dar as coisas de mão beijada pros outros, eu acredito que sempre cria a pessoa folgada, tá? Quando eu nasci, eu amo que eu já constatei uma história, nem é o que ela contou, mas já já dei minha militada aqui em prol da família brasileira.
Quando eu nasci, a Sheila ainda era criança, mas ficou morrendo de ciúmes, porque não seria mais o centro das atenções da família. Nunca tivemos um bom relacionamento, mas crescemos juntas, já que ela morou boa parte da vida na casa da minha avó. Minha avó morava na casa embaixo da minha.
Sheila sempre me xingava, dizia que eu era gorda, meu cabelo era feio, até mesmo me excluía e fazia com que minha prima falasse comigo. Tudo isso desde a minha infância até a adolescência, o que me rendeu distúrbio de imagem e ta. Vou citar algumas situações que me fizeram não conviver mais com ela.
Ah, se cortou as relações mesmo, né? A forma como ela tratava minha avó, quase ter ido presa duas vezes com drogas, ter brigado diversas vezes com meus familiares, algumas vezes brigas físicas. Ela não trabalha e vive da aposentadoria da minha avó.
Até a mãe dela já disse que ela não vai arrumar um trabalho até minha avó parar de ficar bancando ela. A outra avó aqui tá concordando, tá? Eu continuo com em 2021, no meu aniversário de 15 anos.
Meu Deus, ela fez 15 anos 2021. Meu Deus, gente, vocês são novo aqui, né? Tava na pandemia, então alugamos uma chácara para comemorar.
Minha avó convidou ela sem minha permissão. Ela disse pra minha prima que iria me dar bebida para depois me drogar e fazer o maior barraco com a minha família, dizendo que bateria nela. OK.
Depois disso, minha família já não concordava com a presença dela nas festas encontros, mas minha avó não aceitava e ficava de cara fechada e chamava ela. Sempre que ela chegava eu ia embora, já que não sou obrigada a conviver. Mas claro que eu ficava chateada com a situação chata.
2024, o namorado dela foi preso para livrar ela, que estava com 300 comprimidos de êxtase. Acho que já entendeu que ela é traficante. Chegamos onde eu queria chegar.
Lor, primeira semana desse ano, meu vô apareceu com os dois olhos roxos, gente. E disse que tinha acontecido um incidente no trabalho. Na semana seguinte, meu tio contou pra minha mãe que a Sheila esteve na porta da casa dos meus vós, dos meus avós, para tirar satisfação de uma situação com a minha avó.
Meu avô quis defender minha avó e a Sheila jogou ele no chão e bateu muito nele. Meu avô tem 68 anos, gente. Ela tem que ir presa.
Vai pra polícia. Ela tem que ir presa, Sheila. Só que também sua avó vai entrar em depressão profunda.
Mãe, também quer que mate o marido dela. Que que que essa avó tomou de atitude depois disso? Uma semana depois, ela e a mãe dela foram até o escritório do meu avô, mas quem estava lá era meu tio.
Ele disse para ela sair dali, ir embora, mas ela começou a afrontar ele e disse que não iria. Cuspiu nele e começou a falar da da filha dele. Meu tio foi para cima dela, [ __ ] na cara dela.
E aí? Ai, barraco. Gente, é treta de briga e de barraco mesmo, né?
Aí eu sorrindo aqui contando. Ah, foi para cima dela. Ele batia na Sheila e a mãe dela batia no meu tio.
Recebi uma mensagem da minha prima perguntando se minha mãe poderia ir até o escritório porque a polícia tava lá. Mas nós estávamos chegando em BH para olhar um apartamento para mim. Voltamos na mesma hora paraa nossa cidade.
Paz, Milor, além de quatro entradas na polícia, descobrimos que a mãe dela tem um boa por agressão. E mesmo depois de tudo isso, minha avó ainda continua achando que a Sheila é uma santa, mandando mensagem dizendo que ama ela e dando todo o salário que ela recebe da aposentadoria para ela. Otária.
Minha avó tem 76 anos, é extremamente narcisista e está achando que a culpa de tudo é do meu vô e do meu tio. Ai gente, deixa ela se afundar, deixa ela se afundar. Eu sei que a gente tem carinho, blá blá blá, mas crescer é saber que a gente não pode obrigar as pessoas a tomarem as atitudes que a gente gostaria de tomar, tá?
Não dá para pôr na cabeça delas, ainda mais nessa idade, 76 anos, gente, deixa ela, deixa a outra sugar tudo que ela tem. O conselho que quero te pedir é o seguinte: passei na faculdade estadual dos meus sonhos e vou ter que me mudar para Belo Horizonte, que fica 2 horas da minha cidade. Eu amo que tudo até agora foi fofoca.
Agora vem o conselho, tá? Sinto que essa história ainda tem alguns capítulos e tenho medo de acontecer algo em relação à Sheila. Ela disse que quer destruir minha família.
Ah, mas não vai. Não vai, gente. Não é bem assim também que funciona.
Calma, né? Calma. Eu sei que você ainda é nova, você ainda fica traumatizada assim, mas, ó, enfim.
Tenho medo dela destruir minha família e eu não poder estar perto da minha família ou eles decidirem não me contar para me poupar, já que estamos passando por uma situação difícil. Penso em desistir da minha vaga, mas se eu fizer isso, vou ter que abrir mão de começar a faculdade esse ano e ter que tentar novamente a vaga ano que vem. O que você acha, Lour?
Desisto da faculdade para ficar perto dos meus familiares? A resposta é não. Ou sigo minha vida e vou assim mesmo.
Me ajuda. Desculpa o tamanho do texto. Espero que tenha conseguido te explicar certinho.
Amo você e os meninos do diva. Um beijo, um beijo, meu amor. Ó, se você desistir da sua faculdade e continuar aí perto da sua família por causa dela, ela vai ter realmente conseguido começar a destruir sua família, porque o seu futuro depende disso.
Não só seu futuro de pensando em emprego financeiro e blá blá blá, mas a sua independência enquanto pessoa. você crescer, é você começando a se afastar dessas tretas de família, percebendo que a gente não consegue tomar conta dos outros. Eu acredito que seu pai, sua mãe, a outra parte da família vai conseguir lidar com essa situação.
Você não vai ajudar nada ali, a não ser ficar ali futricando, né, que também é uma ajuda boa, né? A gente adora futric família, mas vai, vai em paz, cuida das, cuida de você, do seu futuro, que ninguém vai fazer isso por você, não. Tá bom?
Quem fica é porque pode, porque precisa ficar, porque não precisa sair, mas você precisa. Fuja dessa situação quanto antes. Ganhei na loteria, mas perdi o prêmio.
Oi, vovó. Antes de contar a minha história, gostaria de dizer que te acho super linda e talentosa. É, querida, sou belíssima.
Te acompanha há muito tempo e torço muito pelo seu sucesso. Obrigado, gente. Continue torcendo.
Uma hora ele vem, tá? Aviso de antemão que a história é longa. Vou tentar resumir o máximo.
Sou uma mulher sis, hétero e tenho 36 anos. Aos 19, conheci um moço lindo, divertido e muito gente boa. Ah, não é só para ser gente boa que a gente quer saber, né?
A gente quer saber de outros talentos que ele tinha. Me apaixonei imediatamente. Ficamos em uma festa e não nos separamos mais.
6 meses depois já estávamos morando junto. Ol, parece casal de sapatão, gente. Juntamos moedas para pagar as contas e o aluguel de uma kitnete.
O tempo passou, ele se formou numa área que oferece muitas oportunidades de trabalho. Eu tranquei a faculdade que eu fazia e comecei uma segunda, na qual me formei, mas tive bastante dificuldade de ganhar dinheiro, como a maioria dos brasileiros. Enfim, acho importante fazer esse recorte.
Por quê? Por mais que a gente tenha crescido juntos e se apoiado muito nesse processo, eu pouco contribuí financeiramente. Depois de 5 anos juntos, já tínhamos nos mudado da Kitnet e estávamos em uma situação financeira um pouco melhor.
Nos casamos. Onde que vai dar essa história, gente? Que até agora só tem parte feliz.
Eu quero, quero a desgraça, que é a desgraça que gera entretenimento no YouTube, gente. Passaram-se mais dois anos e ele recebeu uma oportunidade de emprego no exterior, onde ele ganharia muito mais e teria chance de crescer profissionalmente. Ele me disse que só íamos para lá se eu topasse, já que eu não teria emprego e teria que aprimorar o inglês, viver em outro país longe da família.
Eu resolvi ir, já que como conversávamos na época, seria ótimo para ele profissionalmente e financeiramente. Já estávamos juntos há mais de 10 anos e via nosso relacionamento como algo consolidado. Nunca brigávamos e tínhamos um casamento pacífico e de muita parceria.
Chatões, hein, gente. Durante 3 anos, tentei conseguir emprego por lá e nada. Comecei a ter crises de ansiedade, mas ele me acalmava, dizendo que eu tinha ido acompanhar ele, que tava tudo bem para eu não me sentir pressionada.
Fiz vários cursos, sempre recebendo muito apoio do meu marido, que me incentivava a fazer tudo que eu quisesse. Eu me sentia tão sortuda, era como se eu tivesse ganhado na loteria. Me casei com o meu primeiro amor.
Não primeiro homem, se é que você me entende. Ah, pelo menos isso, né, minha filha? Porque também se você só teve um homem na vida é muito fácil achar que ele é o maior al, né?
Se você nunca experimentou outros sabores, ir envelhecer ao lado do cara mais incrível do mundo. Até que um dia, do mais absoluto nada, ele chega em casa dizendo que estava apaixonado por uma colega de trabalho e que estava confuso. Quê?
Fui pega de surpresa. Eu não sabia o que dizer. As lágrimas só caíam do meu rosto.
Eu perdi o chão. Conversamos uns dias depois e resolvemos ficar juntos. Mas depois de umas semanas, ele disse que precisava de um tempo.
Gente, você tava lá. Que país que vocês foram? Gente, eu queria saber de toda a fofoca.
Nessa altura eu já tinha processado o que havia acontecido e disse: "OK, te entendo. " Resolvi que se íamos dar um tempo para ele ir atrás da coleguinha, eu ia passar esse tempo na Europa fazendo um intercâmbio, colocando a cabeça no lugar e recalculando a minha rota para viver sozinha. Provavelmente eu ia ficar chorando, mas ia chorar em euros.
Queen! Três dias antes de embarcar, me senti mal. E adivinha?
Eu estava grávida. É, querida. Daí o plot twist, gente.
Ah, eu gostei do plot twist. O macho não vai largar ela por causa da criança, aquelas coisas bem novela, né? Adeus intercâmbio.
Contei pra ele e ele foi frio, disse que me daria suporte, mas meu Deus, ela namora o Davi Brito. Gente, o Davi não vê esses J dizer que que a mulher dele tava grávida, a mulher terminou com ele sei lá o qu, um caos assim. Eu até disse para ele que nós não devíamos nos separar.
Queria realizar o sonho de ser uma família com ele. Ainda o amava muito, mas não houve consenso. Voltei pro último lugar que tinha referência.
A casa dos meus pais, arrasada e muito triste. Nem curti a gestação. Ele me deu suporte financeiro, mas pouco nos falamos: "Meu Deus, gente, que tristeza!
" Quando o bebê nasceu, ele veio para cá passar o primeiro mês conosco para auxiliar no cuidado do bebê e me ajudou muito. Isso aflorou os meus sentimentos. Conversamos e ele disse que não estava com a moça, mas que depois de tudo não me via mais como esposa.
Desgraçado, né? Nossa, bicho. Depois de um mês ele foi embora e eu decidi focar na minha filha, mesmo estando muito triste.
Em agosto do ano passado, disse para ele que se não íamos ficar juntos, eu iria querer o divórcio. É verdade, você nem divorciou dele. Qual foi a minha surpresa quando ele sugeriu de nos reproximarmos?
Passamos dois meses juntos e ao final ele sugeriu de voltar para lá para ver se a gente consegue restabelecer a relação. Nesses dois meses decidimos não tentar nada. Não houve brigas e convivemos harmoniosamente.
Saímos em família, nos divertimos, mas não houve nada mais íntimo. Eu ainda tenho sentimentos por ele e o sonho de ter uma família. Mas será que ainda tem relação para construir?
Estamos separados há um tempo. Enfim, é isso. Desculpa o testão, mas tá super resumido.
Um beijo, Loure. Não me julgue, mas tô propensa a ir. Risos.
Se der errado, de novo, pelo menos eu tentei. É nessa que eu vou. Eu amo quando o povo termina com essa que eu vou, né?
É nessa que eu vou, querida. Tá. Tá.
uma história na qual eu não consigo me relacionar nem 1% porque é uma realidade muito diferente da minha, muito, muito mesmo. Então assim, a minha parte loba quer falar para ela assim: "Amiga, fuja desse macho porque você vai ficar numa tristeza, sempre tentando reconquistar o amor dele. " Mas é muito fácil falar isso, afinal, né?
Ela tá ali, ela tem um bebê para criar, ela tem a filha para criar, ela quer ficar junto dele, ela ainda gosta dele. No final ela vai voltar, né? Você vai voltar com ele, né, minha filha?
vai voltar, mas sem ter a relação. Parece que ele só não quer o divórcio para não ter que te dividir os bens com vocês, se é que vocês casaram nesse formato, o que é muito errado. No meu mundo ideal, você ficaria aqui criando sua filha e tendo o apoio financeiro dele, mas buscando alguém que realmente te veja, te ame, te considere como ele não faz.
Mas eu acho que também se você for, tá tudo bem, sabe? Eu acho que é meio que isso o que vai te acalmar mais fazer, ainda mais porque você nem conheceu ninguém, nem tem como, né? você criando sua filha e tal, tanta coisa na sua cabeça.
Ai gente, que tristeza essa história. Fundo poço. Não gostei.
Deixem aqui nos comentários o que vocês acham que ela deveria fazer, porque eu realmente não sei o que sugeri melhor do que isso. Mas triste, hein? Sua exigente demais.
Oi, Louri. Vittor, tudo bem com vocês? Eu tô bem.
Você está bem, Vitor? Sim. Primeiramente quero dizer que amos conteúdos do canal e podcast.
Onde a vovó estiver, eu estarei lá para aplaudir. Me chamo Raíça, tenho 29 anos e o caso é o seguinte: não tenho muitos amigos além do meu marido, meu gato e dois primos. Isso conta k Mas estou num momento que gostaria de mudar isso.
E as pessoas que estão no meu convívio de vez em quando são colegas do meu esposo e estou me esforçando para fazer rolê e tudo mais. Combinamos um encontrinho na casa de uma dessas colegas, onde assistimos o o Oscar juntos. Ela no geral é muito simpática, mas de início se percebe a personalidade forte e muitas vezes incisiva em suas opiniões.
Meio eu assim, talvez, tá? E de início rolou um papo sobre em qual transmissão iríamos assistir a premiação. Em casa eu falei pro meu marido que ia ver a live da Dia TV e como eu amo vocês todos, eu ia adorar ver, mas é que lá a gente lá era uma transmissão para você assistir junto, que a gente não podia transmitir o Oscar, a gente estava só comentando.
A ideia é duas telas, sabe? Você vê a gente comentando no celular enquanto tá passando ali na Globo. Foi na Globo, passou, não lembro, mas enfim, a ideia era essa, tá?
Daí meu esposo comentou com ela e ela foi super grossa dizendo: "Não, Deus me livre". Gente, eu tô achando ela sensata, tá? Ficamos sem graça.
Depois ele sugeriu ver pela Globo porque tinha um crítico que ele gosta apresentando. Quem que apresentou lá? O menino, né?
Menino, o loiro aqui que tem um canal no YouTube, eu gosto dele também. Ela também não quis. Por fim, colocamos na Max TNT que estava transmitindo na íntegra, mas mesmo assim ela reclamou: "Ah, essa dublagem é um saco, vou deixar inglês.
" Todo mundo aqui entende inglês, né? Fiquei calada, eu não vou gerar desconforto na casa dos outros. Já tinha gerado, né, amiga?
Ela tem um doguinho super fofo, mas muito travesso. Roubava a comida da mesa. E ela nos avisou sobre isso quando chegamos para tomar cuidado que ele pegava mesmo e tinha que ter cuidado porque tinham coisas que ele não podia comer.
Num certo momento, o dog se apoiou na mesa de comidas. Eu lembro que a Alga comeu as coisas aqui no Natal, tá? Alguma hora eu saí para apresentar a casa com a Natal, que isso não foi pro vlog porque eu não tava filmando.
O Marcos Danilo, que que aconteceu? Folga lá em cima comendo metade do queijo. Gente, ai acontece, gente.
O dog se apoiou na mesa de comidas e quando eu encostei nele para ele não derrubar as coisas, ele me assustou e me mordeu. Gente, foi aquele climão de bosta, mas fiquei numa boa, apesar do corte na minha mão que sangrava. E foi só piorando.
Ela queria impor as opiniões e ainda defendendo o filme Aora, Água com Açúcar. Gente, eu também gosto de Aora, tá? Desculpa, eu sou essa sua amiga.
Eu acho. Até o cachorro tá aqui em casa. Agora o maior problema está na minha cabeça, é que vamos no Rio ver o show da Lady Gaga.
Ela nos convidou para ficar na casa dela. Já está tudo combinado e passagens compradas que para passarmos três dias no Rio. Somos de São Paulo.
Será que eu vou suportar esses dias? Não vai. Devo relevar essas coisas para conseguir ter amigos?
Talvez. Mas eu acho que não é o caso. Ou apenas suportar até a viagem e depois beijos, bye bye.
Ou será que o problema sou eu que tô exigindo demais? Aguardo o seu conselho, vovó. Um beijo e vida longa e próspera para você.
Gente, eu acho que pelo menos é um raciocínio que eu tenho trazido recentemente, que eu me dei conta disso. Pra gente ser amigo das pessoas, a gente não precisa que as pessoas sejam perfeitas. A amizade é justamente você saber o que é chato no seu amigo e gostar dele mesmo assim.
Tem, eu consigo pensar em vários amigos meus, tipo assim, ah, esse daqui eu sei que ele é mais narcisista, tem esse outro daqui que reclama de tudo. Sou eu, no caso esse amigo, né? Tem aquele amigo que você sabe que ele vai preferir ir numa balada do que ir na sua casa.
ou aquele amigo que só fala do ex e é muito chato, mas quando você é amigo, meio que isso faz parte do combo da pessoa, sabe? Você aprende a conviver com o lado ruim das pessoas e você gosta delas mesmo assim, sabe? Ser amigo de verdade é você conviver com a pessoa e gostar dela, conhecendo também o lado mais chato que essas pessoas têm.
Eu acho que se você só conhece o lado bom, tipo amigos de balada, que você só encontra num evento, que você só encontra, sabe, você não conhece a pessoa de fato, não tem como ela se tornar sua amiga mesmo. Eu acho que o amizade acontece quando os dois conhecem o pior lado de cada um e mesmo assim a gente pensa assim: "Tá, mas eu gosto de você mesmo com tudo isso". Porque também tem uma essas coisas quando elas não implicam em algo que vá quebrar a amizade, como quebra de confiança, como a pessoa sair falando mal de você por aí, né?
Claro que você seu amigo tem esses lados ruins que comprometem a confiança na relação. Aí é uma coisa que eu acho que você tem que se afastar. Mas se o seu amigo é cri cri, que eu acho que sua amiga é cri, gente, o famoso cri, tudo ela reclama, mas daí chega uma hora que você fala assim: "Nossa, [ __ ] tudo você reclama".
Quando você é amigo, os dois falam assim: "Ah, mas eu sou assim". E é isso, entendeu? Daí você aprende a meio não ligar, a pessoa começa a aprender, tipo, a ceder às vezes, enfim, eu acho que amizade gera isso.
Só que quanto mais velho a gente fica, mais difícil é a gente tolerar esse tipo de coisa. Mas a gente consegue, tá, para tolerar as coisas que te incomodam no outro é a convivência, porque você não contou nada aqui que para mim torna ela uma amiga ruim de ser amigo, porque eu acho que você deve gostar se você tá querendo essa proximidade. Mas ela é chatona e dá para ser amigo de gente chatona, sabe?
Pelo menos ela é muito sincera. Ela não tá tentando agradar todo mundo. Isso torna ela uma amizade menos falsa, sabe?
Lado bom tem. vai de você ir respirando fundo e pensando assim, tá? Será que eu vou conseguir lidar bem com ela mesmo assim?
Sabe, eu pelo menos para mim funciona assim. Só que também eu sou um outro recorde, né? Eu tô cagando para tudo.
É muito difícil de eu meio que não me importo muito com as coisas, sabe? Então é fácil eu relevar o lado negativo dos meus amigos assim. Acho que é por isso que eu tenho amigos de tanto, tanto, tanto tempo e por isso que eu também faço amizades com mais facilidade, sabe?
Enfim, mas é isso, essa reflexão que eu quero deixar para você. Mas também se te irritar muito, amiga, beija nessa que eu vou, né? Um conselho para quem tem medo de se assumir.
Oi Lori. Gostaria de iniciar esse relato pedido de conselho, dizendo quanto te admiro como profissional e como seus conteúdos me fazem bem ou obrigada. Espero que o que eu falar aqui não te faça mal, né?
Porque eu sempre fico com esse medo. A pessoa gosta de mim até eu ler o conselho dela, porque geralmente eu acabo com as pessoas lembrando que é conselhos ruins e que se você quer que eu leio o seu, mande para podcast paraudo@gmail. O assunto cujo qual vem sendo um problema para mim pode ser um caso que você já ouviu várias vezes, porém gostaria de ter sua visão sobre o assunto com a esperança de que eu receba alguma luz.
Há cerca de 4 anos descobri que gosto apenas de mulheres. É muito bom. Vai, vai.
Sou uma mulher sis criada em família conservadora e colégio católico. Tenho 20 anos e moro com a minha mãe. Ela é uma mulher preconceituosa, com toda a minha família e sofre de um mal típico de cidade do interior.
Se importa demais com a opinião dos outros. especialmente da família dela. Eu sou muito apegada a ela, porém desde que descobri que gosto de mulheres, minha vida se tornou um verdadeiro invernoa.
Vivo com ansiedade, tenho crises, choro sempre e quase toda sessão de terapia minha sexualidade vira pauta. Não me permito viver romances, pois sei que teria que me assumir e isso parece o pior cenário possível para mim, gente. Não é canônico de ser LGBT, viver relacionamento sem ser assumido, tá?
Calma lá. Você não precisa assumir para viver relacionamento. Facilita, facilita.
Mas gente, todo mundo já namorou enquanto ainda tava no armário, né? Sempre que eu acho que tô superando o assunto e me empoderando, alguma coisa acontece e me leva de volta ao fundo do poço. Minha mãe me questiona cada vez mais sobre namoro e vive desconfiada que escondo algo dela e assim ela começa a me tratar mal.
Eu queria muito simplesmente bater no peito e assumir quem eu sou, mas ela já demonstrou que não aceitaria e eu dependo dela financeiramente e emocionalmente. Faço terapia, porém essa dor não some do meu peito e às vezes parece que ao menos melhora. Mesmo que assumir pareça uma opção que me deixaria livre dessa ansiedade, eu sei que viveria outro inferno sendo reprimida pela minha mãe.
Me ajude, Loure. Sei que parece simples, mas existem muitas amarras que não permitem me desligar da opinião das pessoas que sempre foram meu alicece como minha família. Para o meu caso, não existe solução simples.
Não sei se meu relato é um desabafo que faço com lágrimas em meus olhos. ou um pedido de socorro. Agradeço por ler meu caso e gostaria que os espectadores do seu canal pudessem me dar dicas também.
Então é isso, todo mundo vai escrever aqui nos comentários como que vocês saíram do armário, principalmente vocês que viveram situações de família muito conservadora. Mas tem algumas coisas que a gente precisa pontuar aqui. O mais importante, que eu espero que você já tenha superado, é a questão de você se aceitar.
Enquanto você, e é importante para mim que você tenha consciência de que você não tá fazendo nada de errado. Isso já tira bastante da nossa culpa por ser quem a gente é. Depois é importante que você procure sua independência o quanto antes.
Eu sei que é difícil, blá blá blá, mas acho que esse é o foco da nossa vida no momento, entendeu? Enquanto a gente precisa se assumir. Por quê?
Se sua mãe te bota para fora de casa, o que pode acontecer ou não, né? você tem como se manter ou você sai de casa e se assume depois disso, sabe? Uma hora o rajadão vai acontecer, gente.
É inevitável, não, né? Porque dá para você nunca ter se assumido e viver sua vida também. Muita gente passa por isso.
E dá para você continuar vivendo sua vida, conhecendo pessoas, tendo suas relações e até namorando, sem incluir sua família nisso. Ai, mas minha mãe fica perguntando, você pode mentir, tá? Eu sei que no mundo ideal a gente se assume, a gente bate no peito, a gente se empodera, a gente sabe.
Mas na vida real não é assim, né, gente? É muito mais difícil, muito mais pesado. E por se tratar de uma família muito conservadora, eu acredito que você corra até algum período perigo de ser expulsa ou ser muito maltratada dentro de casa.
Então, eu sempre vou aconselhar a continuar no armário até você conseguir se manter sozinha. Depois que você já tiver segurança de que você vai conseguir tá bem, independente da sua família ou não, você põe para fora, porque pelo visto, no seu caso, é algo que você quer muito fazer. Tem pessoas que não precisam tanto, né, se assumir para ter paz mental.
Você precisa. Então, uma hora se alinha, aí a saída do armário vem e pode ser muito traumático, ao mesmo tempo pode não ser. É engraçado que eu também recebo relatos e conheço pessoas que tem famílias das quais você espera muita homofobia e não recebe.
E às vezes pais que parecem muito mais acolhedores acabam sendo homofóbicos. Nunca dá para saber de verdade, sabe? Eu acho que é isso.
Coisas que você pode fazer também é manipular sua mãe. Fala assim: "Mãe, aconteceu, tem algo muito difícil que eu preciso te contar, não sei que lá, não sei que lá". Você finge para ela que você tá prestes de morrer.
Daí ela fala: "Meu Deus, meu Deus, você vai morrer". Você fala: "Tô brincando, não, só sapatão". Da ela vai pesar, nossa, é melhor ter uma filha sapatão ou minha filha que ia morrer em 15 dias?
Não, gente, não façam esse tipo de coisa. Mas já vi gente que fez isso, tá? Que coloca nessas balanças para dar um choque ali na família.
Ai, mas também se sua família é podre, você precisa se perguntar: "Por que será que eu tô devendo tanto para essa família? " A gente acredita que a gente tem dívidas com os outros que nunca existiram, né? A gente não tem essas dívidas.
Sua mãe teve, você te criou porque é obrigação dela, porque é você não pediu para nascer, que é um clássico também, o que é verdade também, mas a gente fica sempre achando que tem uma dívida, uma dívida, uma dívida, tá? Você precisa realmente ter essa dívida de gratidão com alguém que que te criou, que ama você, mas não é você de fato. O que ela ama é você ou é a posse que ela tem sobre você?
Ela ama em você uma versão que só existe na cabeça dela, porque a filha que ela tem ela nem conhece. E por que que você é grata alguém que na verdade ama uma filha que nem existe? Ai, ai, dor.
Tem de um raciocínio? Se também precisar começar a sair dessa coisa de ai gratidão, meu alicerce, isso e aquilo, OK? É legal ser grato.
É legal ser grato quando é recíproco. Quando você tá ali sempre devendo pra pessoa sua própria existência para ela, acho complicado, tá bom? Ai, querida, se vocês gostam de conselhos, também aconselho você assinar meu podcast exclusivo.
Eu tenho dois podcasts, tá? Um que é aberto para todo mundo, que eu também leio casos que vocês mandam aqui nesse e-mail. podcast gratuito, que é o podcast para tudo, e tenho o meu podcast exclusivo para apoiadores, que é o Conselhos Ruins, onde eu leio muitos casos toda semana, casos bem mais loucos, pesados e às vezes mais, né, mais 18 do que esses daqui.
É muito legal, tenho certeza que vocês vão amar. Vamos pro último caso de hoje. A catélica, tá um monte de caso de coisa de religião aqui, né?
Olá, Louri. Gostaria de iniciar esse e-mail dizendo que adoro seu canal. Ele me faz companhia enquanto limpo a casa.
Meu nome é Vitória, tenho 23 anos, recém formei na faculdade, estou tentando ingressar no mercado de trabalho e não está sendo nada fácil. Bom, meu dilema tem sido o seguinte. Tive um único relacionamento que considero sério, durou cerca de 2 anos e nós rompemos quando ingressei na faculdade em 2020.
Desde então me permiti sair e conhecer pessoas, mas sempre com o intuito de ter um relacionamento. É algo que realmente quero, mas não venho obtendo sucesso. Sempre que conheço alguém, sinto que falta algo.
Sinto que a pessoa não tem muito a ver comigo e não consigo me entregar 100%. Apesar de fingir muito bem. Já disse que amava pessoas sem amar, só porque queria a validação de ser escolhida, queria que a pessoa me escolhesse.
Não tem funcionado muito. Gente, amiga, você leu o que você escreveu aqui? Que péssimo viver uma vida assim, péssimo.
E aí, gatinha? Vamos agir, hein? De um ano e meio para cá, a culpa por essas tentativas frustradas de relacionamento tem me consumido.
Fui pra cama com quase todos eles e hoje me sinto suja por isso, por mais que na época quisesse e achasse que aquilo era o certo dentro de uma ótica onde se está conhecendo alguém e se quer uma relação. você se sentiu culpada, mas eu acho que sua culpa, além de ser uma culpa cristã, também tem a culpa de você achar que isso é errado por ser uma culpa católica, né? E você achar que se você abrir mão disso, que é algo que você gosta, você vai ter outro resultado.
Pode ser verdade, mas não é meio que essa barganha, tipo assim, ah, eu preciso abrir mão disso, eu preciso ser pura, preciso ser santa para conseguir um amor verdadeiro. Gente, se fosse assim, minha filha, metade do povo ia tá solteiro, né? Por e Santa ninguém foi.
Nesse período, saí com um professor da faculdade. Ele era casado e me ajudava muito financeiramente. Gostava dele.
Olha onde ela foi se enfiar no casado, gente. Gostava dele. Apesar de saber que aquilo não seria nada a mais.
Tive experiências que não conseguia sozinha com a realidade financeira que tenho hoje e algumas outras bem safadinhas. Frequentamos swing juntos. Gente, mas swing, ele vai com a amante.
Como que não vaza essa história? Pesado, hein? Hoje sinto quase como se tivesse me vendido para ele.
Apesar de gostar do que vivemos, isso não ajuda em nada a culpa que ando carregando. Então, se sentiu culpada porque o cara te mimava e ele era casado. Gente, isso é bem lobba, tá?
Loba tem sido usado para pessoas que tm uns comportamentos tão, né, improváveis aqui no canal. Sinto que não sou digna de ser amada por já ter me permitido ser tocada por vários homens. Cerca de 15.
Perdi a virgindade aos 15 anos. Gente, cerca de 15 é muita coisa. Gays, agora que a pergunta pras gay, né?
Complicado aqui, né, gente? Toda essa culpa tem travado minha vida e não me relaciono com ninguém há meses. Para piorar o combo da culpa católica, acho que sou bissexual e tenho fetiches e desejos em fazer coisas com mulheres.
Me sinto perdida, frustrada e com nojo de mim por achar que não mereço uma relação, uma família e sossego. Me ajuda, Loure. Sei que preciso de terapia, mas no momento não consigo pagar.
Gente, só um adendo aqui e eu acho que em todas as regiões do Brasil tem como você fazer terapia a preço social, né? Valor social. Então, dá para você procurar terapias que custam bem menos do que você fazer com profissionais exclusivos.
Aí todo lugar tem. Sempre nos comentários alguém sugere onde é que tá. Eu devia trazer esse dado aqui, inclusive, mas tem como você conseguir sim uma terapia aí.
Tá bom? Mas acho que a o que a gente precisa começar a trabalhar aí, né, minha filha, acabar com a culpa católica, que você já identifica como um problema em você. Você você sabe que você tá se culpando sem precisar se culpar e você mesmo assim continua, o que é muito estranho.
O que eu acho que você precisa também é dar um tempo e saber que você é muito nova, tá? 23 anos, você tivemos aí uns dois anos de pandemia, que a gente sabe que as coisas não deram muito certo, você tá ainda muito nova, você ainda precisa descobrir o que você gosta, tá? E não só assim na parte sexual, mas na vida mesmo, o que você realmente quer de um relacionamento e se perguntar por que você quer tanto um relacionamento?
O que que você quer ocupar na sua vida aí com macho ou com uma girl, já que você provavelmente gosta também? Um dos principais, pelo menos é um conselho que todo mundo dá, né, que é o que serviu para mim, é o que eu fiz na minha vida. Todas as vezes que eu queria muito um namorado, eu também conseguia, mas porque eu tentava me encaixar ali no que eles esperavam.
Eu já disse que gostava de pessoas sem gostar delas e já, enfim, tentei desesperadamente porque eu queria namorar, porque eu achava que era legal e tal, mas quando eu parei de ter essa essa noção, esse sentimento dentro de mim, eu tive mais relações verdadeiras, sem criar expectativas nos outros. Então eu, infelizmente, acredito naquele grande mantra que é você não pode caçar as borboletas, né? Você precisa criar, cuidar do seu jardim para que as borboletas venham.
Então você vai se tornando uma pessoa mais autossuficiente, vai melhorando sua autoestima, vai focando mais em se tornar uma pessoa mais emocionalmente forte e autosustentável. Daí você vai começando a encaixar com mais pessoas, porque você não espera mais tanto delas. E você também vai se conhecendo e permitindo você a viver essas experiências safadas que você gosta de viver.
E também outra coisa que ajuda a gente a perder o preconceito com isso, tá? Conhecer outras pessoas assim também. Você meio que vai vendo assim, tá?
É natural, não é algo que eu tô fazendo de errado, eu não faço mal para ninguém. conheço outras pessoas com as quais eu posso compartilhar minhas experiências e não ser julgado por isso. Então, acho que isso também ajuda você a ter menos preconceito com você mesma.
Não sei se você é muito da religião, porque você não comentou aqui, mas muda um pouco esse meio onde você convive para se sentir menos culpada. Às vezes vem muito daí. Para mim, eu olho para essa história e penso, tá, essa menina deve ser rodeada por outras garotas que já t relacionamentos antigos e são super conservadores, sabe?
Tem que sair com as gay, amiga. Vai sair com as [ __ ] Se joga no mundo para você conhecer gay sapatão. Vivas gay gay.
[Música] Tá bom, é isso que você precisa. Você vai descobrir que, gente, dá para ser muito feliz e tá muito contente com a própria vida, vivendo a sexualidade fora de todas essas normas que você colocou para você mesma, né? que eu sei que não foi você que colocou, mas que você acredita que realmente que elas fazem a diferença para você, tá bom?
Vocês concordam, não concordam? Deem o like, independente de qualquer coisa. Se você chegou até aqui, tá bom?
Ajuda a vovó a engajar o canalzinho dela. E também deixa aqui comentários, porque acho que nesse episódio em específico tem várias coisas que eu gostaria de ouvir a opinião de vocês, principalmente no caso da mãe que o marido tá lá em outro país, que separou, mãe não separou. Ai, mulherada me ajude, tá bom?
Que eu não sei o que indicar nesse caso mesmo. Um beijo, meu nome é Lour Life Fox. Se você chegou até o final que não sabe quem eu sou, sou Life Fox, muito prazer, tá?
Mas agora já tô indo. É nessa que eu vou. Doidinhos.
M.