[Música] Se você fosse morrer amanhã, do que se arrependeria? Essa pergunta tá presente em cada página de Blue Lock episódio Nag. Os melhores exemplos disso são: Tigiri correndo uma última vez para ganhar o jogo, mesmo que sua perna quebre.
Nag percebendo que sua maior fraqueza era sempre precisar de alguém acreditando nele, então começando a acreditar em si mesmo sozinho ego literalmente falando que a única coisa que diferencia humanos de animais é a consciência de que vão morrer algum dia. Segundo o ego, nós criamos deuses para escapar do medo da morte e rotulamos com amor qualquer relação que seja algo além de reprodução. Somos capazes de cultivar a energia para realizar sonhos porque sentimos medo da morte.
E a pesquisa de uma pessoa de verdade complementa a fala desse personagem de mangá. Nesse vídeo a gente vai transcorrer o mangá de episódio Nag como um vídeo de iceberg, acompanhando sua evolução conforme o personagem se conhece mais. De um moleque perdido e preguiçoso até um jogador de futebol mega motivado, que sabe exatamente seus pontos fortes e fracos.
As coisas que eu vou te falar aqui, mano, serviram para mim conhecer melhor, mas também me fizeram ter que lidar com coisas que eu não queria e fazer coisas que eu não gostei de fazer. Porque esse mangá é a melhor representação da frase conhece-te a ti mesmo, que você vai ver na ficção. Se você não quiser lidar com as consequências de se conhecer um pouquinho melhor, eu recomendo que você saia do vídeo agora.
Essa é a história de como Nag encontrou seu ego. No começo, Nag era um estudante esperando a escola acabar para ter um emprego estável e uma vida fácil. Mas quando R entra na sua vida, isso tudo muda.
R era o herdeiro da bilionária corporação Mikag. Ele sempre teve tudo menos a liberdade de escolher o seu futuro, porque seu pai queria fazer dele seu sucessor. Mas ele não quer uma vida de mão beijada.
Por isso, ele quer ganhar a Copa do Mundo, um sonho que comprova a sua existência. Quando ele descobre o talento de Nag, fica insistindo até fazer ele jogar futebol. Eles se destacam e são chamados pro Blue Lock, um projeto com objetivo de criar um único atacante revolucionário às custas dos sonhos de 299 jovens.
Em sua apresentação, Ego faz os jogadores se imaginarem vencendo a Copa do Mundo. E quando todos entram, menos Nag e R, Ego pergunta se eles não vemm. Nag fala que vai se entendiar.
É muito fácil me imaginar vencendo a Copa do Mundo. Você não entendeu. Você ainda não entende o seu próprio ego.
E daqui a pouco, mano, a gente vai debulhar o que significa a palavra ego em Blue Lock. Mas para ser mais claro, o que o ego falou aqui é: "Você não sabe o que quer. " Muitas pessoas por aí são gênios autoproclamados, pessoas autoconfiantes como você, mas que nunca colocam isso em prática.
Eu não tenho interesse em babacas que não gostam de se arriscar. Cai for. Nag caiu no que eu chamo de conforto da teoria.
Uns anos atrás, mano, eu tava conversando com um amigo meu sobre ganhar dinheiro, o que cada um ia fazer para ficar rico e o [ __ ] quatro. E eu lembro dele terminar de puxar um tererê e dizer: "Não, mas o Nerd me deu uma boa ideia do que fazer para ganhar dinheiro no Instagram". Tá de boa.
Na época eu lembro que ele tinha visto um curso grátis do Peter Jordan, eu acho. E hoje, anos depois, ele ainda é um CLT. E eu aposto que nem a página do Instagram foi criada.
Isso acontece porque quando a gente tem um primeiro contato com a teoria de alguma coisa, a gente acha que sabe essa coisa. Isso já é confortável suficiente pr você nem tentar fazer isso agora, porque é fácil se imaginar fazendo, né? Acontece, mano, que entre teoria e prática existe um abismo chamado de conhecimento tácito.
Ele é um tipo de conhecimento que é adquirido na prática, é difícil de ser explicado ou ensinado e é rico em intuição e emoções. A palavra tácito vem do latim tácitos, que significa silencioso ou não expresso em palavras, tipo memória muscular. Por exemplo, mano, qual a teoria que explica a intuição de um youtuber em saber que uma ideia de vídeo é boa e outra não é?
São camadas e camadas de experiências acumuladas no cérebro da pessoa que fazem ela desenvolver essa intuição, coisas que teoria não explica. Outros exemplos disso são um músico improvisando um solo, um motorista identificando perigos nas ruas. Depois de ver um curso completo de X, YZ, você pode cair na ilusão de que sabe fazer X, Y Z.
Então você pensa em se aprimorar assistindo mais uma aula, mas você só vai saber de verdade o que você acha que sabe quando você aplicar. E aí, mano, você vai ver que você não sabe, porque todas as vezes que teoria e opinião se chocam com prática e experiência, prática e experiência ganha. Um exemplo de como eu curei isso em mim foi o último livro que eu li.
Ele tinha 131 páginas e 10 capítulos, mas eu fiquei um mês inteiro nele porque eu não ia pro próximo capítulo sem antes aplicar o que eu tinha acabado de ler nesse. E vou falar, foi difícil, hein? A vontade de continuar lendo do [ __ ] mas eu me obriguei a continuar no capítulo.
Caso você queira se aprofundar mais nesse assunto, eu tô liberando de graça uma das aulas da próxima peça de mais ou menos 20 minutos, onde eu ensino exatamente como eu curei isso em mim. é o segundo link da descrição. A próxima peça é para ajudar, mas essa aula em si ajuda geral porque é um problema que todo mundo tem.
Nagar nessa ilusão. Ele tem talento, mas querendo ou não, ele aplicou muito pouco para falar com toda essa certeza que venceria a Copa do Mundo. Iludido em sua segurança de achar que sabe e pode fazer a qualquer hora.
O que na verdade não sabe. É isso que Ego quis dizer. Eu não tenho interesse em iludidos que nem sequer fazem e se arriscam.
Cai fora. Nag já tava indo embora. Então R convence ele a ficar e os dois entram juntos.
Mas Nag só aceita porque R promete que não vai sair do seu lado. Uma árvore não pode chegar aos céus sem que suas raízes toquem o inferno. Nag entra em um pega-pega e de empate diz que para sobreviver eles precisam de ego.
E ego em si é amplamente estudado e tem lá suas definições na psicanálise e psiquiatria. Mas a definição mais próxima que eu encontrei de acordo com o mangá seria um senso de si mais o querer da pessoa. E nessa queimada, quando Nag é pego, ele vai pro canto e senta sem movimento, sem ego.
Mas quando ré quase é pego, aqui a gente vê um ego um pouco mais forte de Nag. Proteger, meu amigo. Você consegue perceber uma coisa de errado?
Vamos lá. O que Zantetsu, R e Nag tem em comum? Todos eles agora têm um objetivo.
Eles estão correndo atrás de algo. Ou seja, sabendo disso ou não, eles têm um ego. Mas anda um pouco mais fundo nesses três personagens.
O Zantetsu era tratado como idiota e desrespeitado por seus colegas de classe. Ele tinha vergonha de não conseguir ler os mapas, por isso não pegava os trens, ele corria paraa casa. A história de Zantetsu ruim associado, que nós vamos chamar de raiz do ego, que é ser tratado como idiota e ser desrespeitado.
Ele percebeu que é rápido, então resolveu se dedicar ao esporte, no caso, futebol. O futebol aqui é uma ferramenta, um veículo para chegar em algum lugar, no caso, seu objetivo ou sonho. Mas que lugar é esse?
Esse lugar, mano, está diretamente relacionado à origem de Zantets. Porque chegar nesse lugar diretamente se vinga do sentimento ruim associado à sua história e honra o sofrimento do seu passado, que é ser desrespeitado. Serei o idiota mais respeitado do mundo.
Esse é meu sonho. E se você reparar, isso é um padrão em quase todos os personagens da obra. R sempre teve tudo na sua vida decidido por seus pais, inclusive seu futuro.
Isso trazia para ele um forte sentimento de dependência, impotência. Então ele quer algo que possa conquistar com as próprias mãos, que não tenha nada a ver com a empresa de seu pai. O objetivo perfeito é a Copa do Mundo.
Só se ele ganhar a Copa do Mundo, seu pai vai reconhecer ele como jogador profissional. O sentimento ruim associado, no caso a raiz do ego de ré, é o sentimento de dependência que ele tem para com seu pai. O veículo, a ferramenta é o mesmo de todos dentro do Blue Lock, futebol.
E o objetivo é o mesmo, Copa do Mundo. Mas por quê? Por causa do sonho dele.
Ser independente, conquistar um futuro com suas próprias mãos. Esse é o ego de ré. Mas e o Nag?
Qual que é sua back story? Qual que é a raiz do ego de Nag? Nag vive de boa no seu apartamento, vai pra escola, volta e fica jogando.
Qual que é a parte ruim? Ele não tem ninguém desrespeitando ele igual os Antetos. Ele não tem ninguém controlando a sua vida igual o réu.
Ele não tem ninguém tratando ele igual lixo como Kaiser. Ele não tem ninguém que ganha dele igual Isag, isola ele igual Bátira ou trai ele igual Rim. Percebeu?
Ele não tem ninguém. Esse é o seu problema. Ele comprou um cacto porque gosta de companhia.
Ninguém da escola realmente sabe quem ele é porque ele não conversa com ninguém. Ele é uma figura misteriosa e seus pais, segundo ele, são meio [ __ ] louca, então não ligam muito. Quando ele veio para esse apartamento, eles nem ajudaram com a sua mudança.
A única coisa que disseram para ele foi: "Faça o que quiser da sua vida, só não morra antes de mim". O sentimento ruim que Nag conhece até agora não vem de uma pessoa e sim da ausência, é a solidão. Então quando o Zantet pergunta por que ele joga futebol e ele não sabe o que futebol é para ele, isso é porque o futebol não é pro Nagma maneira de alcançar um objetivo maior, sim de manter R por perto, a primeira pessoa que se interessou por um preguiçoso como ele.
A dissoncia de Nag com o resto do Blue Lock é porque ele usa a mesma ferramenta que todos o futebol, mas não tem uma raiz de seu ego, por isso não tem também um objetivo. Ele entrou aqui por carência, por isso na partida contra o time Z ele tá perdido. Ele não faz ideia do que futebol é para ele.
Por que que essas pessoas estão tão animadas por uma coisa chata assim? Isso faz ele ficar na cola do ISAB. Ele quer saber por ele se esforça tanto.
Ego é a motivação resultante de ter uma história para honrar, atingido um objetivo que faça sentido para você. Quando esse objetivo ajuda outras pessoas, é chamado de propósito. Para quem assistiu meu último vídeo, por exemplo, dá para falar que o ego de Torfin é construir um país de paz em vinho.
Mas as pessoas falam que o Nag precisa de disciplina, mas ele nem sequer tem um motivo para ter disciplina. Ninguém precisa de disciplina, precisa de motivação e dela vem a disciplina. E a motivação vem do ego.
Nag novamente se move porque R está com medo. O despertar do gênio dessa partida foi ele simplesmente se obrigando a jogar porque ameaçaram seu amigo que é a sua única motivação para jogar futebol. Até que eles perdem.
Aqui amigos, o Nag conheceu pela primeira vez um sentimento ruim causado por uma pessoa e não por sua ausência. O que fez Nag abandonar R. Agora, a raiz do ego de Nag é a frustração.
Ego coloca os meninos para treinar igual um cachorro, enquanto os jogadores de rank mais altos ainda não terminaram. E com esse modelo de pensamento que a gente tá construindo aqui para tentar explicar o ego, que não representa a realidade com 100% de precisão, tá? É só uma tentativa de representar a realidade baseada em um mangá, mas em psicologia, psicanálise e o [ __ ] a quesse autor estudou para fazer isso aqui.
A gente vê que ego tá tentando criar um sentimento ruim associado em quem não tem um em sua história. Ele tá tentando criar a raiz do ego nos meninos. Então aqui um exercício sério baseado em um mangá para você descobrir seu ego e ter uma fonte mais clara de motivação.
No terceiro link da descrição tem um PDF editável para você acompanhar e responder as perguntas comigo. Você pode fazer isso comigo ou sozinho depois com mais tempo para pensar. Primeiro, qual a sua raiz?
Qual a dor que você passou e quer se vingar dela? Entre aspas superá-la. Essa dor pode te dar uma pista sobre o seu objetivo e talvez até sobre a sua ferramenta, o veículo que você vai usar para chegar lá.
O que que te dói? Eu sempre gostei de estudar as coisas que eu passo para vocês aqui no canal pesado, porque elas melhoram a minha vida, sabe? Tipo estoicismo, psicologia, fisiologia, filosofia, etc.
Cara, todas essas paradas é muito massa, tá ligado? E tipo, aplicar elas é traz reais resultados pra gente. Mas eu sempre fui tímido e introvertido.
E por ter uma personalidade pouco desenvolvida até algum tempo atrás, eu acabava sendo ouvido nas rodas de conversa, ainda mais se eu falasse desses assuntos chatos que ninguém quer saber, tá ligado? Até que eu parei de falar. Só falo algo, cara, se alguém me perguntar.
Essa é a melhor maneira de ninguém falar: "Ah, quem te perguntou? Só fala se alguém perguntar, senão você só vai estar se metendo na vida da pessoa, tá ligado? " Mas eu ainda queria ser ouvido, sabe?
Então aqui uma das minhas raízes, uma das minhas dores é a de não ser ouvido. Segunda pergunta: qual o seu objetivo? O que você quer?
Novamente me usando como exemplo, eu quero liberdade de tempo para acordar cedo e correr e voltar a trabalhar da minha casa com que eu amo e não precisar ficar olhando preço de coisa no mercado. Esse é um objetivo legal. Fechou?
Mas para ter mesmo um ego, precisamos de mais clareza sobre nós mesmos. Então a terceira pergunta, qual a sua ferramenta? Qual que é o seu veículo?
Porque presta atenção, o meu objetivo poderia ser conseguido com qualquer tipo de profissão, mas nem todas teriam alguma coisa a ver com a minha raiz. Por isso que eu tenho um canal no YouTube, porque quando você clica em um vídeo, o que que você tá falando é: "Eu quero saber mais. Me conte mais.
Eu quero te ouvir. Através do YouTube, eu ainda posso vender produtos que vão ajudar a vida das pessoas e me dar o dinheiro para comprar a liberdade que eu quero. E eu também posso me deleitar no prazer imenso que ler mensagens como a do Gustavo.
Muito obrigado. Ouvi seu audiolivro e abriu muito a minha cabeça. Tava meio perdido e tals.
Obrigado de verdade. Agora eu tenho clareza da minha raiz, da minha ferramenta e meu objetivo. O que me permite encontrar o meu ego.
Eu quero ser ouvido por milhões. Depois que você responder as perguntas, se se você se sentir à vontade, mano, comenta qual é o seu ego aqui embaixo. A raiz de Nag agora é a frustração.
Por isso ele abandona o réu para descobrir mais sobre esse sentimento novo, o que faz ele e Sag Bátira perderem pro rim, regredirem uma fase, ganharem do Baru, depois ganharem do Ru Shigiri e Kunigame. Irem contra o rim de novo e perderem. Nag percebe que ainda tem muito a fazer.
Na prática, a teoria é outra. Eles perderam Isag e Nag percebe que ainda é fraco. Quando eles estão brigando porque ninguém limpa a sujeira que era limpa pelo ISAG, Nico Antetsu e esse cara Hirag entram e ele chega para ler as cartas de tarô da galera.
Ele tira pro Nag a carta da morte, que no mangá simboliza término, separação, fim de jogo. Mas na teoria do tarot, ela simboliza o encerramento de um ciclo para começar de novo, de uma forma melhor. É uma pista do futuro de Nag na obra e eles vão contra esse time.
No começo, eles têm um plano, lutar um contra um, usando seus pontos fortes. Nag usaria altura para ganhar de Nico, Barou usaria força para ganhar do Hirag e Shigiri usaria a velocidade contra o Zanteto, mas seus pontos fortes eram conhecidos e foram esmagados pela tática do adversário. Shiri não conseguia correr, Barou teve sua bola roubada, Nag não sabiam bastante sobre futebol para ganhar taticamente do Hirag, que tem talento e tática.
Então, Shigiri propõe mudança. Nós pensamos demais nos nossos pontos fortes. As coisas só vão mudar se abandonarmos esse pensamento.
As pessoas analisam as coisas que gostam, mas não pensam muito nas coisas que não gostam, justamente por não gostar dela. O que Shigri propõe é determinar o limite da minha fraqueza, tornar claros os seus pontos fracos e o porquê deles existirem. Contra esses oponentes, ele não vai conseguir batalhar pela velocidade como ele gosta.
Ele precisa aumentar a resolução de sua fraqueza. Ele precisa se conhecer mais. Tigri entende que sua fraqueza é a pequena área, então corre direto para lá, assim atraindo a atenção dos três oponentes e deixando o caminho livre pro Nag e pro Baru.
Baru entende que sua fraqueza é sua personalidade arrogante, orgulhosa. Então ele abre mão do orgulho e passa a bola pro Nag. Ninguém esperava que ele fosse fazer isso.
E isso dói no estômago dele, porque é ir contra a sua natureza, enfrentar as fraquezas, abrir mão das fraquezas, dói. É mais confortável estar do lado que você sabe agir. Por exemplo, eu sei fazer vídeos emocionalmente pesados, sei contar a história, fazer vídeos longos e trabalhados, onde 90% dos comentários são vocês falando que choraram e que o vídeo é maravilhoso, mas eu não sei postar com frequência e rápido.
E pensando um pouco mais sobre isso, eu descobri que é porque eu tenho tanto medo de que o vídeo fique ruim e eu pare de receber esses elogios, que eu fico hiper focado em fazer o melhor vídeo possível. Tanto que em do anos o canal tem 12 vídeos. Isso são dois meses para fazer um vídeo em média.
E olha que poucos deles deram certo. Então eu tenho duas opções. Continuar dando a desculpa de que o que é bom demora para ser feito e morrer abraçado com meu medo de ser ruim, morrer abraçado com a minha fraqueza ou sacrificar esse preciosismo me permitindo fazer vídeos que talvez fiquem ruins, tentando aumentar o volume de postagem para aprender mais sobre como fazer vídeos bons.
Afinal, eu fiz muito pouco. Eu fiz só 12 vídeos até hoje. Eu não posso dizer com certeza que eu sei o que eu tô fazendo.
Tento saber, eu estudo, eu aplico o que eu estudo, mas eu posso saber com a mesma certeza de quem aplicou 100 vezes, fez 100 vídeos. Não, não, não posso falar, sabe? E eu ouso dizer que o que eu deveria fazer para quebrar mesmo a minha fraqueza é fazer um vídeo ruim de propósito, tipo fazer e postar, tá ligado?
Ou falar alguma coisa polêmica para receber um pouco mais de rate. Por isso eu declaro que o próximo vídeo sai em s dias e isso me dói, sabe? Esse vídeo que eu tô lendo o roteiro agora aqui pra vocês, eu só reescrevi duas vezes.
Tipo, eu geralmente eu faço isso umas cinco e tipo, até eu encontrar a melhor frase final que ressoe na cabeça do vi de acordo com a teoria do car do livro que eu li e tudo, sabe? Mas tipo, eu sei um pouquinho sobre qualidade, mas isso ainda é uma fraqueza, sabe? Ficar me apegando demais a isso.
Então, pega o PDF lá, mano, vai na terceira parte e coloca lá qual minha fraqueza. Eu tenho medo de me arriscar. Eu tenho medo de ser visto como uma pessoa ruim, uma pessoa má?
Eu tenho medo de fazer um trabalho ruim? Eu tenho perfeccionismo? Eu sou muito apegado a determinada coisa?
O foco do exercício é aumentar a clareza do que você acha que é o seu ponto fraco. Transformando uma frase generalista como, eu vou usar meu exemplo, tá? Mas você usa o seu transformando uma frase generalista como: "Eu não posso com frequência em algo específico que te dá uma clara noção de onde você deve agir.
Como eu me apego aos detalhes por medo de desaprovação e de que o resultado fique ruim e eu receba rei. " Uma vez que você descubra onde tá a sua fraqueza, vá diretamente nessa direção para quebrar o seu medo, sua preguiça ou qualquer outro sentimento por trás dela. Mano, eu tô gravando esse anúncio rapidinho aqui no meio do vídeo, porque se te interessa ter 3 horas a mais por dia, eu tenho um presente pr você.
E esse presente existe porque todo o tempo que eu usei para construir esse canal, enquanto eu ainda sou um CLT, são as três a 4 horas que eu ganhei depois que eu larguei os três hábitos destrutivos que você já sabe qual é se você me assiste há algum tempo. E eu ensinei como você pode fazer isso no meu livro, que eu só deixei aberto as vendas durante s dias quando eu lancei meu último vídeo há uns três meses. E as vendas dele estão reabertas, mas você não precisa comprar nada de mim.
Clica no link do comentário fixado e assiste a aula que eu gravei, que nela eu vou te ajudar a pegar suas 3 horas de volta. E se você tiver interessado em comprar meu livro depois dessa aula, eu tenho sete bônus para essa última abertura que dura até dia 10 de novembro, que é o dia em que eu vou fechar as portas da equação das correntes para sempre. Vou tirar todos os links do ar e não vou mais vender esse livro.
E eu explico porque eu vou fazer isso dentro da aula. Fechou? Então, se você quer recuperar suas 3 horas de volta, clica no primeiro link da descrição ou no comentário fixado e eu te vejo do outro lado.
Após controlarem as suas fraquezas, eles empatam o jogo e Nag rouba a bola do Hirag enquanto pensa sobre R e Sag, que sempre acreditaram nele. Então ele percebe a sua real fraqueza. A primeira frase desse mangá, mano, é: "Alguém que não aceita a solidão não pode ser chamado de gênio".
E ela ressoa com o pensamento de Nad. Até agora alguém sempre esteve acreditando em mim, mas não tem mais ninguém assim do meu lado. Por isso, de agora em diante eu acreditarei em mim mesmo.
Não me importo de quebrar a perna se for pelo bem do meu sonho. Então faça aquilo que não vai gerar arrependimento. Vá atrás do que te incendei.
É isso, mano, que o Shigri disse quando eles tomaram o terceiro gol na última partida da segunda seleção. Eles estão prestes a perder. Mas o Baru propõe um modo de jogar que nós vamos chamar de precisar vencer.
Ele diz que todos eles são bando de perdedores que acabaram juntos. Querendo ou não, eles são habilidosos. Se eles perderem ali, não vão achar pessoas melhores.
É uma merda, mas é a nossa realidade. Precisamos destruir o pior futuro, que é aquele onde somos derrotados aqui. Ele propõe transformar o desespero em energia, vencer, mesmo não sendo legal, se dedicar logicamente às habilidades que construirão a vitória e dar certo por enquanto.
No momento é a melhor escolha para vencer, certo? É isso o que um time deve ser, é isso o que significa vencer. Mas essa realidade não incendeia o N.
No livro Jeito Harvard de ser feliz, o autor explica que o nosso poder de exercer trabalho e gerar resultados é como uma alavanca. A a as dessa alavanca é a nossa habilidade, nosso potencial, nosso talento, as coisas que a gente sabe ou as coisas que a gente pode aprender a fazer. Mas a eficiência com que a gente consegue usar isso depende do nosso ponto de apoio, que no nosso caso é a nossa atitude em frente ao que precisamos fazer, nossa visão da tarefa que precisa ser feita.
Quanto mais positiva a nossa atitude, mais poder temos sobre ela. Segundo a teoria da relatividade de Einstein, as leis imutáveis do universo são alteradas de acordo com o observador. Tudo, inclusive conceitos como tempo, comprimento e espaço, é relativo.
E isso se aplica ao cérebro também. O quão mais feliz e motivado, mano, você seria se mudasse a sua atitude em relação ao que tem que fazer. Se você se obrigasse a aprender três coisas novas até o final de uma reunião chata, ela continuaria chata?
Quanto mais você pensa em algo como penoso e chato, mais ele se torna exatamente isso para você. Por exemplo, uma aluna da equação das correntes que sentia que seus treinos eram chatos, começou a pensar que queria fazer os treinos ao invés de que tinha que fazer os treinos e subitamente parou de faltar na academia. O próprio autorro, quando fazia a pesquisa para escrever o capítulo que eu tô falando para você aqui, viu uma atividade que antes era prazerosa para ele, no caso ler sobre psicologia, se tornar difícil e chata, porque ele precisava entregar o manuscrito em um prazo curto.
Ele viu o prazer se transformar em trabalho. Então, ele mudou o seu ponto de apoio e começou a ver a tarefa como uma leitura enriquecedora. E magicamente ele terminou o manuscrito do livro.
Ele terminou mais rápido, mais animado, mais feliz e fez um texto bem melhor que antes. É exatamente assim que Nag, Shigiri, Barou e Zantetsu ganham essa partida, porque eles até saem na frente, mas se continuar assim, Nag até pode vencer, mas vai continuar entediado e vai odiar o futebol. Caraço é muito mais tático e inteligente do que eles.
Não vamos vencer encarando a realidade, então vamos vencer com um sonho. Cada um quer derrotar um oponente específico e se concentrando no que querem fazer, eles mudam a atitude de devemos fazer isso para queremos fazer isso. Um pensamento bem mais motivante e egoísta.
Então correm em direção ao que os incendeia. Nag vence Kiora, Zantetsu vence Otoia e a bola chega em Xiguiri com um dos momentos mais lindos desse mangá. Rimizu fala que ele não vai passar porque ele já não consegue correr mais do que uma última vez, mas o Shigri vai usar essa última vez agora mesmo, forçando mais o seu joelho.
Se estiver ocupado demais, pensando nas consequências, então os sonhos nunca vão se realizar. Como disse Mark Merson, a confiança não vem com a certeza de sucesso, vem com o conforto no fracasso. Você estaria confortável, mano, em se quebrar na estrada em direção ao seu sonho?
O Shigirritar, ele dá o último passe e cai. A única coisa que ele pode fazer agora é gritar: "Não deixem que minha perna tenha sido em vão. " Baru e Nag fazem o último ataque.
Tenho coisas que corro o risco de perder e sonhos que estou arriscando. Aquele que está mais incendiado nesse mundo sou eu. Então eles vencem.
Quando eles passam pra terceira seleção, após terem sido derrotados e se recuperado, o ego tem um teste para eles de todas as criaturas vivas, o que é exclusivo dos humanos. Kiora responde amor, Barou responde Deus e Nag responde sonhos. As respostas dos jogadores não estão incorretas, mas tem algo mais fundamental.
De todas as criaturas vivas, aquilo que é exclusivo dos humanos é a noção de que eles vão morrer algum dia. Após perderem, eles seguiram pela segunda seleção, porque a morte sempre esteve por perto. Ver os seus companheiros sendo eliminados e a sensação de que se descuidassem seriam os próximos, os obrigou a mudar.
E isso abriu novas portas pros seus egos. E a mesma pergunta que ego faz pros meninos na próxima página, mano, eu faço para você. Já que você vai morrer algum dia, qual que é seu sonho?
Como diz um cara que eu amo, Alex Hormose, no seu funeral vai ter alguém reclamando dos salgadinhos servidos. Após a sua morte, a sua importância pra maioria das pessoas se torna zero. E como disse a pesquisadora do começo do vídeo, os cinco maiores arrependimentos das pessoas em leito de morte são: cinco, eu queria ter me permitido ser mais feliz.
Quatro, eu queria ter mantido o contato com os meus amigos. Três, eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos. Dois, eu queria ter trabalhado tanto.
E um, eu queria ter vivido uma vida fiel a mim. Nesse vídeo eu não quero te fazer chorar, eu quero te fazer pensar. Não assiste outro vídeo meu agora.
Desligo o celular e penso um pouco.