O seu quadrado, você fala do seu jeito, eu falo do meu jeito e vamos tocar essa. >> Ah, ele grita sim. [risadas] >> Acontece. >> Sabe por quê? Porque o moleque que é bunda mole e que não quer fumar maconha porque é proibido e se o polícia pegar vai ter alguma um tipo de sanção. Tá liberado. Ele fala: "Agora eu vou fumar. Você se eu te pego na rodovia de Madrugada, tempo que eu trabalhei com essa camisa de Same, eu te dava um [ __ ] que você ia ficava rouxo. [risadas] O senhor me desse
um cas de maconheiro para você. Se a gente vivesse num país, num país que tivesse uma justiça honesta, séria, você ia ser eh eh enquadrado por apologia ou crime, apologia o crime. O problema não seria 10 kg de margento. >> Ele acabou de fazer apologia ao crime >> falando para bater numa pessoa. >> Mas ele bateu >> apologia. Bateu, bateu, ele bateu. Falar, falar, você pode falar, >> vai por Uruguai. Tá liberado a cerveja. Tá liberado, irmão. >> Então, se for liberado, você vai normal. Se tiver liberado, eu quero que você se até morrer. Quando
>> tiver liberado, mas aí >> não quero nada de gritaria, p. Não, vamos debater inteligência. Cada um o seu quadrado. Você, você fala do seu jeito, eu falo do meu jeito e vamos tocar essa [ __ ] aí. Ele grita, ele grita. >> Ó, vamos lá. Aí, vai. Vamos lá. A liberação da maconha favorece o combate ao crime organizado. >> Ele tá, é uma afirmação. Eu discordo. A liberação da, por exemplo, eu sempre cito o seguinte, na nas fronteiras do Paraná, o cigarro, nós temos um cigarro liberado. Quem quiser ir no mercado, compra no no
bar, compra um cigarro e tal. E lá, mesmo com a liberação, >> sim. Lá no Paraná, o crime impera nas fronteiras com o contrabando de cigarro. Ou seja, a liberação não resolveu nada. Por quê? Se liberarem eh a maconha, como dizem que vai combater o crime organizado, vai combater o traficante, é bala, porque no Uruguai foi liberado e os próprios eh usuários estavam Reclamando. Primeiro liberou a maconha no Uruguai para vender em farmácia. Não se acha nas farmácias. Por quê? Porque uma farmácia decente não vai botar maconha para vender, mesmo que legalizada, porque afasta os
clientes. Bom, por exemplo, lá em Maringá nós temos 15, 20 farmácias. Se eu souber que uma vende maconha, se fosse legalizada, eu não piso mais lá, porque para mim é uma nojeira, para mim vai est cheio de maconheiro, de bosta. Então eu não, Então a liberação só traz atraso. Os próprios maconheiros do Uruguai falaram e lá no no se vocês liberarem a maconha, pode ter certeza. que haverá um comércio ilícito da droga, porque no Uruguai tem aquelas questões de, a não ser que vocês estejam falando em cara sair com saco de 60 kg nas costas,
né? Porque o STF já fez uma cagada, porque o STF não tem nem poder para legislar, mas liberou até 40 g. E outra, eu nem lembro mais, eh, o cara pode portar até seis plantas fêmea. Aí o policial, olha, prestem atenção, vocês que defendem a liberação da droga, prestem atenção. Uma equipe de polícia, abordar um cara com seis plantas, tem que pegar, levantar a sainha para ver se tem um bilaluzinho ou uma periquita na planta, para ver se é planta macho ou fêmea. E tem que ter uma balança para ver se der 41 já pode
tocar a borracha, pô. Isso aí é uma palhaçada. Olá, eu sou o sargento Faú. Servi por 35 anos nas fileiras da Polícia Militar do Paraná. Hoje exerço o mandato de [música] deputado federal. Força e honra. >> Só um minuto. >> Liberação de droga não presta. Droga é lixo. >> Só um minuto. Mas com todo respeito, >> pode falar. É que na verdade assim, aí você tá distorcendo totalmente a questão que foi levantada aqui. A questão que foi levantada aqui é realmente se vai ter efetividade contra o crime organizado ou não, porque aí você vai Acab
de falar que não, porque o cigarro é liberado e tudo.Então, mas veja bem, quando quando o objetivo é combater o crime organizado no sentido financeiro, você atacar um dos meios que eles têm de conseguir recurso financeiro com o tráfico de drogas, é uma é uma atitude efetiva. Eu sou Arquimedes Castro, ex-presidiário, advogado, criminalista, autor do livro Lod dear. E hoje nós vamos falar sobre a regularização da maconha. Deixa eu falar uma coisa para Você. O tráfico de drogas hoje ele representa da maconha, tô falando da maconha, ele representa muito pouco no no no no crime
organizado, muito pouco. Então o que que acontece? O pessoal tá querendo liberar porque quer e partir pra baderna, mano. Quer partir para poder usar qualquer lugar para combater. Isso é desculpa de quem quer usar essa [ __ ] dessa maconha que, meu, só atrasa a vida dos outros. Só atrasa a vida dos outros. >> E aí, pessoal, beleza? Sou o sargento Castro, 38 anos como policial militar do estado de São Paulo. Hoje estou representando as forças de segurança nas redes sociais. Beleza, estamos junto aí. E comigo é resistiu é saco. >> Já falou. Pera aí.
Agora vamos ouvir também porque vocês colocaram bastante e aí o debate ele tem que ter essa questão da perspectiva, por isso que estamos aqui. Então, bacana. Como é seu nome mesmo? >> Meu nome é Sargento Faur. >> Sargento. >> Alguma maconheira não sabe meu nome? Não sabe, cara. >> Não sei, moço. >> É maconheira de apartamento. É maconheira de apartamento. Saú. Quem é o que é vereador? Sergioantes. >> Muito prazer. >> Prazer. >> Eu sou bombeiro, sou Rafael. Prazer, Rafael. Esse ser aqui. >> Eu sou a Gisele, Gisele Pontes. Eu sou neuropsicóloga e eu acho
importante a gente ter esse espaço aqui agora com mais tempo também para que a gente traga outra perspectiva. Então eu vou trazer uma perspectiva que é uma contrapartida. Então, por exemplo, ah, porque a liberação eh vai fazer com que o o tráfico ele eh de repente >> assim, >> isso daí, isso daí já é sinal da Maconha. >> Isso >> é calma. [risadas] É muito correu correu demora para ver nome deix meu nome. >> Não, mas pera aí, ó. Isso que vocês falam é um é um mito, gente. O que de fato queima neurônio e
destrói o neurônio é o álcool. A maconha ela modifica a estrutura do neurônio. Mas beleza, voltando para pauta. Depende da Idade. Perfeito, Rafael. Com certeza. Formação do conta. >> Com certeza, gente. Responsabilidade é maconha não é para adolescentes, OK? Uso adulto, cérebro, formação estruturada, OK? Pronto. Fecha aspas. Então, para de bullying, OK? Falei que a gente quer um debate aqui de alto nível. Realmente acontece sim. baterí [risadas] uma co >> acontece da gente se perder sim, mas o que acontece no que diz respeito >> a quando fala que a pessoa vai vai pegar De pior
qualidade, a gente tá falando de algo que a pessoa pode plantar, gente, pelo amor de Deus, é uma semente, planta, não precisa ficar se preocupando com quem é macho, com quem é fêmea, é uma planta. Vamos parar de demonizar uma planta milenar. Vocês sabem que a folha da maconha é usada, o câno, o cânimo era para fazer fibra de navio, então é de uso milenar. Então a gente tem que ter essa consciência dos bons efeitos. Olha quantos pacientes não são Beneficiados por conta do carabol, do THC. Então pera aí, vamos com calma. Olá, eu sou
a Gisele Pontes, eu sou neuropsicóloga e hoje nesse debate eu venho contribuir com o viés científico, explicar como que funciona no nosso corpo, nosso sistema biológico, canabidiol, [música] PHC, o quanto essa planta é importante também como medicamento, entre outros viés. Espero contribuir aí com esse debate. >> Não, mas a pergunta é que você desto um Pouco e aí >> você dstoua um pouco do que foi perguntado ali. Eu gostaria de falar sobre essa. Perdão. É porque, perdão, desculpa, você vai concluir falar fal >> eh além da percepção individual do cidadão, por exemplo, que é contra
o uso da maconha e não vai à farmácia, o momento que a maconha foi liberada para uso recreativo, a gente tem dois problemas em relação a crime organizado, que é o assunto que foi proposto aqui. O Primeiro deles é: uma vez que você não tem o freio legal, você vai depender do freio moral. Esse é um ponto importante. Certinho. >> Sem freio moral há uma possibilidade, como aconteceu, por exemplo, no Colorado, da gente ter um aumento maior do número de usuários. O Colorado, isso é estatística. 45% a mais de usuários pode pesquisar no estado do
Colorado. Então esse esse é um ponto importante. Então eu tô falando só de crime Organizado. Da parte se faz bem ou se faz mal, a gente certamente vai entrar nesse assunto num outro ponto. Então nesse tem questão do freio moral. Se o governo libera o uso da maconha, ele certamente vai regulamentar. Como é com cigarro e como é com álcool. Uma vez que ele vai regulamentar, não tem bonzinho no governo, ele vai taxar. Uma vez que ele vai taxar o custo de produção e o custo de venda final pro usuário, certamente Será maior do que
o custo de venda do traficante, porque ele >> exatamente, porque ele não ele não vai pagar toda essa cadeia produtiva que um produtor, correto ele legalizou. Então eu quero plantar maconha e produzir maconha em larga escala para vender. Certamente ele vai ser vigilância sanitária, vigia agro, enfim, ele vai sofrer uma série de fiscalizações. >> Eu sou bombeiro Rafa, ex-policial militar, bombeiro militar e hoje Pré-candidato a governador do estado do Rio de Janeiro. Vidas alheias e riquezas salvar. fazer um ponto dessa questão de precificação, porque a isso tá partindo de uma premissa que é meio tabelado
o tráfico de drogas, porque dependendo onde você compra a maconha, ela vai ter um preço >> perfeito. Mas certamente o preço de quem não paga todo o custo da cadeia produtiva será menor do que de quem vai pagar esse custo da cadeia produtiva Para ter a droga custo também tem que pagar >> para ter a droga legalizada. Então essa é uma afirmação perigosa, porque você parte de uma premissa que o tráfico de drogas acontece acontece porque a polícia é corrupta e permite que aconteça. Eu não estou dizendo que não existem policiais corruptos. Todo mundo que
sabe que tem. No Rio de Janeiro, no meu estado, inclusive, foram presos cinco policiais agora. O que é inclusive Uma demonstração de que, exatamente, o senhor falou isso hoje, sargento, de que o estado, perdão, de que o estado age quando percebe que há um agente da lei agindo de maneira inconforme com a legislação, o que é o dobro do problema. Porque um policial que é criminoso é o dobro do problema, >> tinha que ser tem que ser punido com mais rigor. >> Concordo. Então a gente parte de um pressuposto eh eh perigoso. A o meu
Ponto da liberação do crime da da do aumento da perdão, da diminuição do tráfego é essa. O tráfego, qual é o nosso receio como agente de segurança, eu agora como bombeiro, é a gente acabar tendo um aumento do consumo, porque a gente não vai ter mais o freio legal, vai depender do freio moral. Esse aumento do consumo não vai ser suprido pelas farmácias legalizadas e isso vai acabar tendo. E isso aqui é um é >> vocês tiram esse aumento de consumo porque quem quer consumir já consome, gente. >> Não, não, não, não é assim. [risadas]
Vocês quer romantizar, vocês quer romantizar o uso de droga. Se liberar vai aumentar. Ponto. Sabe por quê? Porque o moleque que é bunda mole e que não quer fumar maconha. Examente. É proibido. E se o polícia pegar vai ter alguma um tipo de sanção. Tá liberado. Ele fal agora eu vou fumar. Vai aumentar sim. >> Eu não acredito de verdade. Perdão. Eu não acredito de verdade. Desculpa. Perdão. Interromper a senhora de novo. Gisele, perdão. Senhora não é. >> É, desculpa. Força, força do hábito nosso aqui. >> Não, imagina, Gisele. Eh, eu não, eu acredito que
pode haver um aumento e esse aumento naturalmente vai mudar a vida do traficante, vender mais ou menos Maconha? Não vai. Hoje o tráfico de drogas ele representa 15% da do fundo monetário do que o organizado fatura. Mas muda muito a vida de quem minha preocupação muda mesmo. Tem pessoa que afunda medicament legalizado. Ela pode aumentar o consumo entre adultos, mas a gente quer a legalização também para evitar o consumo de adolescentes, de jovens. jeito diminuir Ele comprou a tumína compra. Eu que sou adulto pode ser que eu vou na minha casa, vou entregar meu G
e ele vai perguntar outros outras outros tópicos para mim. Mas hoje em dia um adolescente de 15 anos sai da escola e vai na boca comprar uma ele não vai comprar também. >> Salve salve pessoal, beleza? Eu sou o Alex Molta, sou o barm na praia e sou militante da maconha. e vim aqui no debate hoje porque acredito que a Maconha é sim solução para muitos problemas que [música] a gente tem na sociedade hoje. >> Ele não vai porque na relação vai fuma junto junto, mas aí é um outro crime de outra pessoa. Mas eh
o consumo ele pode aumentar entre eh adultos, mas não em jovens adolescentes, porque a [risadas] gente tem a gente tem exemp de 18 anos. Você vê os moleques tudo louco aí, [ __ ] >> Mas isso é culpa da [risadas] país. >> Então é, então é por isso que legalizou. Legalizou já era para não ter legalizar sobre a relação crime organizado e maconha. >> É, ó, a relação crime organizado e maconha. Certo, gente? Eu queria trazer uma perspectiva que é a seguinte, eh, a proibição da maconha, como de quase todas as outras drogas, é um
fato recente na história da humanidade. Assim, 93% da história da humanidade não houve proibição praticamente de nenhuma Droga. >> O crime organizado não é um fato recente na história da humanidade. O crime organizado, ele existe desde o Egito, desde Roma. Os sindicatos do crime, eles existem desde que o mundo é mundo. Então assim, por que que a maconha hoje financia o tráfego? Porque ela foi proibida. Oi, gente. Meu nome é Caio César. Eu sou paciente, usuário, ativista. Sou também cozinheiro e comunicador, autor do canal Cozinha 420. E hoje eu vim falar a favor da regulamentação
da maconha no Brasil. >> A partir do momento que ela não é mais proibida, ela não faz parte do financiamento. Não tô dizendo que o tráfico vai acabar, que o crime vai acabar. Organização criminosa. Você entende maconha? Nós entende de organização criminosa. >> Eu entendo de organização criminosa. Trabalhei durante mais de 20 anos. você quiser é só procurar meu histórico de Crime, de organização criminosa. Eu entendo, irmão. E eu vou falar, talvez você possa entender, bolar bem o baseado. Enfim, você tem a sua perspectiva. Você tem a sua perspectiva. Agora falar as experiências que nós
vivemos no combate ao crime aí, meu irmão, é bem bem experiência individual é ciência. Presta atenção, presta atenção. Presta atenção. Eu trabalhei numa unidade que faz ciência. Todo dia se discute em grupo as experiências dos Demais policiais. faz ciência ali, sai artigos paraas outras unidades, entende? Então ali é ciência do combate ao crime organizado. Então eu falo para você, vai reduzir? Não, não vai interferir em nada na vida do crime organizado. Até porque nosso, >> não, não. Tudo bem. Vocês estão falando que vai, vocês estão falando que vai ali. A pergunta é essa. >> Não
vai, meu irmão. Não vai. Sabe por quê? Porque o crime organizado já Ramificou. tá longe, tá voando, tá infiltrado em em franquias, tá infiltrado em banco. Hoje a receita que vem, principalmente da maconha, é mínima. Então da mesma maneira mesma maneira a proibição ela não >> hoje o crime não compra arma por dinheiro >> fala meus amigos, eu sou o sargento Nantes, servi por mais de 20 anos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, a maior parte deles na rota e hoje estou Como vereador na cidade de São Paulo. Estamos junto. Força e honra.
Essa própria afirmação, essa própria afirmação, ela tem um um pouco de de nulidade, porque vocês falam em crime organizado. Tá bonito se falar em crime organizado hoje em dia, facção criminosa. Só que é o seguinte, eu trabalhei em rodovia, então dois adolescentes cabeça de merda, vai lá no Paraguai num ônibus do Expresso Maringá, vai via Guaíra e pega cada um uma bolsa com 10 kg de maconha, compra e paga e traz. para revender dentro das grandes cidades, seja no Paraná, seja em São Paulo, seja aonde que essas que essas duas fazem parte de crime organizado,
>> aonde que E vou falar mais uma. Eu tenho tanta geriza de maconheiro. Vou te falar uma coisa, deixa eu falar, >> deixa eu falar antes de antes. Eu tenho tanta gerência de maconheiro. Fog >> que você, eu não vou falar que tá certo, nem que tá errado, mas que você se eu te pego na rodovia de madrugada, tempo que eu trabalhei com essa camisa de Same, eu te dava um [ __ ] que você ia ficava roxo. [risadas] >> Se o senhor me desse um [ __ ] de maconheiro fosse [risadas] para você me
dar um [ __ ] maconha. Agora o cara que saiu com a é porque ele é folgado. Se o pessoal da polícia pegar tem que descer a borracha agora. Pera Aí. Só um pouquinho só. Se a gente vivesse num país, num país que tivesse uma justiça honesta, séria, você ia ser e enquadrado por apologia ou crime? Apologia é o crime que tem uma cara de você não seria 10 20 kg de maconha, mas os bilhões que são desviados da saúde da educação. Essa mesma linha, essa mesma linha se você aplica pro sargento por >> ele
acabou de fazer apologia o crime >> falando para bater numa pessoa. >> Mas ele bateu >> apologia bateu. Bateu, bateu. Falar falar. Você pode falar apologia falando agora é diferente daqui mostrando. Mostrando >> agora vem cá. De acordo com a constituição, >> pouco eu tava debatendo com ele. Exetento, Advogado e maconheiro. Vai. >> Não, não sou maconheiro, não. Não, nunca maconha. Então você tá errado, irmão. Aqui é papo de maconha. Não, aqui é papo de crime organizado. >> Eu acho que quem uma maconha é você, porque seu neurô não tá acompanhando o raciocínio lógico aqui.
Eu acho que você que lógico. >> Qual que é o tema? >> Nós estamos falando de maconha, cara. Maconha. Qual que é o tema? >> Qual que é o tema? >> Você é maconheiro? Organizado. Vamos pro segundo tema. Não, ô, deixa quebrar o pau aqui, cara. Agora >> Júnior, Júnior, >> deixa falar, mano, que o organizado arrecada pouco com a maconha, mas sabe quem não arrecada nada com a maconha? O nosso governo. Pra gente, se a gente arrecadasse e imposto, ia criar emprego. Sabe o tanto de emprego que ia criar? Se a maconha fosse, sabe
o tanto de gasto que ia dar em hospital? >> Não. E o gasto no hospital? Ó, vocês não quer ser [risadas] queria responder, eu queria saber, queria saber dos senhores, por que vocês tanto ódio de quem carrega 20 kg de maconha, mas não tem raiva de quem tá com uma caneta desviando verba saúde, da educação. Tem que acompanhar mais, >> você tem que acompanhar todo dia de ladrão. Até porque se você votar na esquerda, quem defende ela vota no p você tá votando no p. Deixa eu >> quebra pau todo dia com quem rouba o
governo. Todo dia ela vota no psolo ladrão esquerda a esquerda defendendo bandido tanto do colarinho branco quanto a esquerda defende bandido todo diaquda direito. O nosso sistema é uma merda é injusto, é Corrupto. Não sejam hipócritas. Você >> quem tá hipócrita aqui? Nós estamos combatendo, tá falando que não, mas nós estamos falando não. Todo mundo. >> A única coisa que eu disse, viu? >> O nosso sistema é podre. Ota, oferta. >> Mudou. Mudou. >> Nenhuma sociedade evoluiu após liberar a maconha. Pois é, >> quem concorda fica com a discordo. Bom, Eh, primeiro, como eu já
citei, a maconha não foi proibida ao longo de toda a história da humanidade, né? Então, a gente tem esse primeiro dado que é bem importante, porque as sociedades conviveram perfeitamente bem, sem nenhum problema. >> Agora, depois do erro da liberação, da proibição, né? Erro esse que um assessor do Nixon, por exemplo, lá pelos anos 90, ele falou que a gente não pode criminalizar uma pessoa ser negra, a Gente não pode criminalizar uma pessoa ser de esquerda. Então é muito mais fácil a gente criminalizar as drogas, os hábitos culturais e assim a gente pode invadir a
casa de negros, de ripes e prenderem. Isso foi uma declaração que todo mundo pode procurar na internetal. Agora, o que que acontece no Uruguai, no Canadá, no Colorado, em todos os lugares onde a maconha foi regulamentada depois da proibição, não houveram mudanças significativas. Fui fui no Uruguai. Inclusive, uma das coisas mais gostosas de estar no Uruguai. No Uruguai, maconheira, só vê as coisa boa. >> Uma das coisas é, sabe uma coisa legal? Uma coisa legal. Deixa eu [risadas] falar uma coisa legal. >> Olha que bonito. >> Uma coisa muito legal lá no Uruguai é você
fumar maconha e passar uma viatura e o policial te cumprimenta. Sabe por quê? Porque os policial lá, alguns deles São maconheiro também. Exato, velho. Qual é o nome do senhor? Caio, desculpe. Caio, eh, a maconha ela chegou no Brasil trazida pelos seres humanos que foram escravizados, certo? >> Né? Era uma era uma uma planta amplamente utilizada em África, né? E trazia inclusive sementes escondidas no cabelo, em alguns poucos pertences que eles conseguiam trazer. E isso durante muito tempo foi utilizado no Brasil de Maneira sem controle estatal, de governo nenhum. Aquilo que a gente errou e
corrige, tá tudo bem. A gente sabe que negros, por exemplo, Estados Unidos eram impedidos de andar e beber água na bebedura do branco. É um absurdo completo. E isso foi corrigido. A, o ponto aqui é hoje, com a vivência que todo mundo tem de rua, de polícia, de 30 anos, 20 anos, 30 anos, a gente consegue enxergar na prática, no dia a dia, malefícios que a droga traz. Isso a Gente a gente não tá tratando aqui de psicologia, nem de neuropsicologia. A gente tá tratando de vivência de rua. E você pode me dizer, a neuropsicologia
vai tratar diferente. A gente já concordou aqui que, por exemplo, a maconha num cérebro informação até 25 anos, córtex pré-frontal em formação, ela vai fazer mal. Se você tem tendência à psicose, por exemplo, a maconha pode fazer muito mal a você. >> Exatamente. >> Tá? Então assim, a gente a gente e aí a gente vê isso, o resultado disso é na rua. Então o nosso ponto aqui é um ponto basicamente de defesa de vida e de organização da sociedade. Então esse é um ponto. E a maconha, a gente tava tratando aqui, eu não consegui terminar,
ela é negócio a partir do momento que ela rende dinheiro. Ela rende dinheiro, ela é negócio. Se ela rende pouco, ela rende muito, ela é negócio. Nenhuma empresa abre mão de 3% de faturamento Porque é pouco. Se esse faturamento aumenta, ela naturalmente não vai abrir mão desse faturamento. Então assim, o país melhorou no melhor, se eu dou o exemplo do Colorado, eu vou te dar um exemplo como bombeiro agora. Os acidentes com vítimas fatais no Colorado, depois da legalização da maconha, aumentaram 15% em vítimas fatais, onde o condutor estava sobnabis. Isso é estatística, tá? Estava
sobito da can. Eu tô te trazendo, perfeito. Eu tô Te trazendo o dado que impormente às vezes tem pessoas que bebem e fuma, né? Perfeito. Eu tô trazendo pra senhora o dado relativo a canabis. Então assim, uma vida que se perde >> já valeu a pena. Para mim não valeu a pena. Uma vida que se perde não vale a pena. Um jovem que experimenta a droga, que deixa de estar proibida e aí mais uma vez, depende do freio moral e não do freio legal. Ele tem uma tendência a desenvolver psicose. Por exemplo, >> ele fuma
e desenvolve. Só, só para concluir, desculpa, cai, perdão. >> Ele desenvolve a psicose e ele mata a mãe, por exemplo. Óbvio que é um exemplo. É, e a gente tá falando aqui de ficção, tá? Normal. ocorrências já viu assim >> de batem mãe de tô falando de ocorrências que a gente viu na rua acontecerá >> então já só essa não, não. O jovem desenvolveu a psicose pelo consumo de Cannabis. Ele tinha tendência à psicose, não sabia >> agora. >> E aí e aí então assim uma vida que se perde para mim já não justifica uma
legalização de uma vida que se perde fica incongruente, Rafael, porque quantas vidas não se perdem? Quantas crianças não morrem por conta dessa demonização da maconha? Quantos meninos aí vocês sabem muito bem disso, gente. >> Poxa vida, por [risadas] que que vocês Por que que vocês consideram que assim, se é preto, se é pobre, é favelado. Não é, não é legalizado. >> Então começa por aí no colorado. Segundo, uma vez que a pessoa seja pega dirigindo, entorpecida no Brasil nesse momento, não faz diferença. Se me pegar chapado de maconha dirigindo, não faz diferença. Agora, se pegar
o carachapado de maconha no Colorado dirigindo, ele vai sofrer uma punição específica. Por quê? Porque é regulamentado. Então é Proibido dirigir chapado e é uma coisa que a gente só pode fazer no ambiente legalizado. Cí, nós não somos Estados Unidos, infelizmente. Existe uma questão, não existe uma questão cultural de educação, >> infelizmente nó existe uma questão cultural, existe uma questão de educação. >> Vai pro Uruguai, pô. Uai, >> vai pro Uruguai, >> vai pro Uruguai, [ __ ] Vai lá que tá Liberado. Vai lá. que o menino vai falar de novo. Existe uma questão, eu
já vou dar, eu já vou dar palavra a senhor. Existe uma questão >> e de cumprimento de regras >> que não dá pra gente comparar a educação do nosso povo com a educação do povo norte-americano em relação a cumprimento de regras. A gente pode, dividir em vários pontos, nós e eles lá. Quantas pessoas aqui e aí mais uma vez vou juntar bombeiro com polícia. Quantos Acidentes fatais eu atendi na minha carreira? causados por consumo de álcool. É legalizado. As pessoas bebem e dirigem do mesmo jeito. Então é um problema, >> você tá do nosso lado.
Não, >> não, não, não é isso. É um é um problema educacional. Só que qual é o problema disso? A gente não pune. O motorista que dirige bêbado e mata alguém, ele dificilmente vai ser preso. >> Um absurdo. >> Um absurdo. E aí a gente já tem um cenário em que nós temos o álcool liberado e que claramente influencia nos acidentes de trânsito, especialmente com vítimas fatais ou com sequelas. E nós teremos então mais um, eu vou tratar como veneno, tá? Mais uma, mais um. Eu vou mudar para meseito, mais um. >> Você tendo consciência
do pessoal que tem a questão de epilepsia. Mas a gente tá falando de CBD, não tá falando de Mas Vem da onde o CBD? O CBD vem da onde? Então, um psicotrópico, uma pessoa, uma pessoa com efeito de psicotrópico que vai, então assim, eu tenho mais uma chance de ter alguém que não bebe às vezes, mas que pega o guard e a faixa etária que mais morre e mais causa acidente de trânsito na rodovia tu falvia muito, é o jovem que de que idade? De 18 a 25 anos. Aquele jovem, aquele jovem que não tem
o córtex préfrontal formado, que é muito Impulsionado pela adrenalina, porque o nosso, o o efeito dopaminértico nesse jovem é muito maior do que quem é adulto, maduro, já viu coisas de vida, a senhora sabe disso? Perfeito. >> Adrenalina parece que ele vai gostar do proibido, né? >> Não. Então o esse é natural do jovem. Então o jovem ele não tem mais o freio legal da maconha, ele só tem o freio social. Ele fuma maconha e vai dirigir. Eu tenho mais chance de ter, porque Vocês que eu nunca fumei maconha na vida. o usuário. Eu acredito
que vocês vão dizer para mim: "Não, eu realmente quando eu fumo, eu fico relaxado, eu não tenho o controle total da do meio do meu reflexo, por exemplo, não é só a questão de ser fumada só. Você pode com a maconha você tem vários métodos de usar ela, >> mas eles são eles são psicotrópicos. Fala aí, fala aí, fala aí. Eu tô curioso. Fala aí, fala aí. Qual que é? Você sabe o que se fuma na planta? a gente fuma a flor. A gente com essa flor a gente consegue fazer extração de óleo. Com esse
óleo a gente consegue tratar muitas doenças CBD. CBD >> aí CBD maconha. >> Deixa eu falar o THC rapidinho. O THC você pode pegar essa mesma essa mesma flor, ativar o descarbonizar ela, ativar o THC, >> descarbxilar >> e você. Mas fal uma coisa para você. Deixa falar uma coisa para você um pouquinho. Deixa falar uma coisa para você. Você [risadas] só um pouquinho. Você vive no mundo de Bob. Sabe por quê? Porque vocês são macum deixar fal deixar fal. O dia que vocês, o dia que vocês pegar e fizer um, um passeio na favela,
lá na favela, e vai ver quantas famílias foram destruídas Por causa dessa bosta que vocês pera aí, pera aí. Ó, da outra vez você veio com essa coisa de apartamento. Gente, sou da zona leste de São Paulo, cidade Tiradentes, Coab, maior coab da América Latina. Sou de apartamento de Coabe e vocês viraram os olhinhos. Quando eu falei de preto, pobre, favelado, vocês viraram os olhinhos. Só que se vocês tivessem conhecimento >> é reviraram, reviraram se fazem de manes acha que combate à drogas só para atacar Preto e pobre. Mentira desenhados. É verdade. É exatamente isso
que você falou. Se você tivesse conhecimento de traz um fino aí. Traz um fino aí. Pera aí. >> Dá uma relaxada. Dá uma relaxada. >> Calma, Maradon. [risadas] Ó, você falou da da questão histórica da Macon aqui para ela. Para ela aqui, por favor. >> Deixa eu falar agora. Deixa eu falar. >> Ó, tivesse conhecimento de história, ia Saber do pito do pango. 1830, quando foi criminalizada a maconha no Brasil. E por que que ela foi criminalizada? Porque ela veio da África, então já existe. Preto. >> É verdade. Quem conhece é porque você não estudou.
>> Você não estudou. Você não entende por Mas a gente não acabou de falar essa questão do >> Ó, nó eu vou falar aqui, eu não tenho estudo científico, não sou médico, mas Lá na Câmara dos Deputados tem um médico conceituado chamado Dr. eh deputado federal Dr. Osmar Terra, >> médico. Ele sempre fala, ele faz, ele estuda maconha faz 20 anos, ele sabe de todos os malefícios que a maconha causa no ser humano. E ele e ele fala o seguinte, são quatro 400 e tanto, não me lembro com clareza, mas 460 moléculas. Tem uma que
pode ser, né, transformada num medicamento. Isso cientificamente ainda não comprovado. Agora o maconheiro acha que ele vai plantar no fundo quintal e vai sair o óleo, vai sair o óleo medicamentos. anos para cá mudou muita cois [risadas] medicamento tem na farmácia são orios de planta e nem por isso [risadas] eu falando brisa >> ah pelo amor de Deus >> você falou que foi men [risadas] a a o que acontece atualmente na Anrisa, O componente tetraí do canavidiol ele é liberado Porque eh alguns medicamentos ele estimula a parte da questão do apetite, não é só essa
questão eh psicotrópica da alucinação. E tem também o CBD que é o canabidiol, que é muito utilizado para quem tem eh convulsões ou ansiedade, depressão. É muito eficiente, muito bom para quem tá com câncer, é muito [risadas] para câncer, para aumentar o apetite, estimula o apetite. Então às vezes o médico indica até Vaporizado. >> Essa estimulação chama larica. Aí o que que acontece? É, aumenta muito o apetite. Então o que que acontece? Eu quero que vocês entendam conseguir, só para concluir o raciocínio, essas moléculas, esses componentes, o CBD, o THC, o que é feito medicamento,
tá tudo ali naquela florzinha que você tem que ver se é macho ou fêmea. Então a gente demoniza uma planta sainha. Então assim, a gente tá [risadas] a Gente tá demonstrando algo que é justamente planta é para tratamento e ela ela tem várias finalidades terapêuticas além do uso adulto. >> Gisele, mas aí que tá o ponto. Nenhum de nós aqui está demonizando a planta. O que tá sendo demoniz Não, não, não. O que tá sendo demonizado aqui é o tráfico de drogas dessa planta. É o problema mais fácil, >> é o malefício, é um malefício
que a gente sabe que causa e pode causar em Determinado grupo de pessoas. É isso que o ópio, por exemplo, era liberado. >> Você acha adequado o ópio ser liberado hoje? Ele era liberado. >> Mas a primeira coisa, eu [risadas] estou brigando agora para liberar maconha. Aí daqui a pouco liberar daqui a pouco >> quando a gente fala sobre dano individual, certo? Cai >> quando a gente fala sobre eh dano à saúde. Então, poxa, a gente tem uma série de coisas na sociedade que causam Extremos danos, causam impacto no sistema de saúde. Então isso é
o quê? Alcoolismo, tabagismo, consumo de ultraprocessado, sal, gordura, sedentarismo. Sedentarismo é a maior causa de morte do mundo. A afirma que sedentarismo é o pior problema. Muito pior o crime, mas >> porque se você proibir, se você proibir o sedentarismo, ele vai est financiando o crime a partir do dia seguinte. A pessoa vai ter que pagar para ficar Sentada, tá ligado? Se você proibiu o hambúrguer, a partir de amanhã, ele vai estar financiando o crime, porque alguém vai vender hambúrguer e vai lucrar mais. Então assim, interrogação na sua cabeça. [risadas] >> Eu tô tonto. >>
Sargento. Proíbe o hambúrguer. Então >> eu tô tonto e nem maconha eu fumo. Caraceiro [risadas] tempo e >> a maconha é a porta de entrada para outras drogas. >> Bora concordo. Falar aqui. >> Pera aí [risadas] concordo. >> Fala fala quem discorda. >> Tá. Não, não necessariamente. A maconha é uma porta de entrada. Não necessariamente, não é uma regra, mas muitos jovens, muitas crianças começaram na maconha por aquele sentido do proibido, acabaram na cocaína e no craque. Isso a minha experiência de vida viu e mostra. Inúmeros casos de crianças que começaram, eu vi crianças passando
de mão dada na frente de casa, de mão dada com a mãe com 5 anos de idade, com 10 fumando cigarro, com 12 fumando maconha e com 15 morto numa poça de sangue porque não pagou o craque pro traficante. Maconha é lixo. Maconha é lixo. Só o fato da da de despertar na criança, no no jovem, aquele negócio do de proibido. Por quê? Eu falo para você, o maconheiro ele é tão sem vergonha em Grande parte, porque é o seguinte, o maconheiro ele não se contenta. Se fosse uma questão de necessidade, de visto, de prazer,
ele fumaria dentro da casa dele, quietinho lá. Não, ele faz questão de fumar na rua e jogar fumaça na tua cara. Agora você pensa, eu tenho um prazer de comer um prato de comida. Nem por isso eu saio que nem um babaca com um prato de comida na mão no meio da rua andando e comendo. >> Eu como é e guspindo e cagando na cabeça Dos outros. Então vocês vocês não fumam maconha porque a maconha presta. Porque porque vocês querem fumar porque se se liberar até perigoso pessoas que nem vocês não tem mais graça, porque
vocês querem vir aqui, vocês querem vir aqui para lacrar, para dizer que vocês são maconheiro, que vocês são do contra. Você acha? Vocês acham que >> será que é só eu que tô aqui para? Vocês citaram, será que é só eu e >> vocês citaram que uma planta, né? Vocês Não citaram porque é uma planta milenar. >> Você acha que uma planta não tem poder de fazer mal com uma pessoa? Então limpa o cu com você acha que não tem o poder de fazer o bem. >> Não tem o poder também de fazer o bem.
Natural é uma planta. Passa no cu. [risadas] >> Se for feito papel higiênico com as fibras de cânhamo, aí eu passo no meu sem problema. Porque há milênios atrás, sabe uma das coisas que impediu de é que Ela era um forte concorrente do algodão, porque o cânmo dá para fazer também além da fibra do navio que fazia, das velas do navio que se fazia, também pode fazer roupa, mas muito mais do que isso, o que pode fazer os efeitos terapêuticos da planta em si, porque o nosso corpo, nosso sistema biológico, tem um sistema chamado sistema
endocanabidinoide, então ele automaticamente já se conecta com o canabidiol. Então assim, existe no nosso próprio relógio biológico. [risadas] >> É verdade. Ele sabe disso. Rafael, me >> o nosso o nosso o nosso corpo, ele tem dois receptores de canabides, CB1 e CB2. >> Um deles trabalha no sistema nervoso central, cérebro, sistema nervoso central, e o outro trabalha nos outros órgãos. >> Não, mas vou [risadas] eu vou chegar lá agora. Eu vou chegar lá. Senta aqui. Senta aqui. Vou chegar lá agora. Calma aí. [risadas] Vou chegar lá agora. >> Vou no argumento agora. Vou no argumento
agora. >> Só uma coisa. Depois gente deixa eles discordar. Tem que discordar da afirmação. >> Beleza. O então nosso corpo tem. >> Eles nem lembram como é que é afirmação. O quê? Porque >> eu lembro sim. O nosso, o nosso corpo tem tem, então tem dois receptores de canabidio de de de >> canabinoides. >> Canabinoides, perdão. >> Eh, então a gente já produz isso, regula sono, regula apetite, etc. O meu corpo também produz testosterona e tem receptor testosterona. Nem por isso eu fico me injetando duranteeston, porque é uma droga, é um anabolizante e no fim
das contas vai te fazer mal. >> Sim. Só que aí ele não tem efeito terapêutico, não dá para comparar com os efeitos do CBD terapeut. Existem, Existem pacientes, por exemplo, que eventualmente pode precisar do durateston, eventualmente pode precisar da testosterona feita em laboratório, eventualmente. Então você, mas vamos puxar pro tema porque >> não vamos então então ponto que eu vou chegar, uma vez que você tem receptor de caram deide, quando você coloca mais caram deide para dentro, você naturalmente tem umação desse receptor, né? você manda uma quantidade maior Daquela que você produz e isso é
que dá o efeito alucinógeno na pessoa. Você >> não só alucinógeno, também relaxante, também ansiolítico. >> Tudo bem. A senhora como neuropsicóloga, a senhora vai concordar e a senhora sabe muito bem o que que é o efeito rebote. Em determinado momento, aquela quantidade de maconha não vai ser suficiente para dar para você a mesma sensação. Você vai aí ela vai precisar de mais. Se chegar o momento que a Maconha não te dê essa onda suficiente, é o momento que ele vai partir para uma outra droga mais forte completamente [risadas] o óleo, essas forças. >> Tecnicamente
eu não vou falar porque eu não entendo. Eu lembro lá do Buyu que era meu camarada que uma vez começou lá na quadra da escola dar uns tapinas na maconha e depois de uma pade de ano, eu tô andando lá na cracolândia. Quando eu olhei eu vi o moleque >> foi a porta de entrada. Ele como ele, como ele no bairro da minha mãe, diversos moleques jogar bola comigo que começaram tudo ali, ó, no tapinha da maconha. Então a pergunta é, >> o senhor cresceu no bairro rico? >> Não, >> era era uma zona de
vulnerabilidade. Senhor cresceu na periferia Osasco. Então quer dizer que essas pessoas que você tá falando que caíram no abuso de drogas tiveram condições de vidas Difíceis. >> Então vamos lá. Então vamos lá. Aí eu vou te contar outro. Vou te contar outro caso, então se é para já mostrar seu argumento. Eu tempo atrás denúncia, tráfico de droga, cai para dentro do apartamento ali na região central. Beleza? O moleque, o pai dele bilionário, buscava ficava procurando ele no centro até de helicóptero. Moleque doidão. Começou aonde? >> Na maconha. >> Tapinha na maconha. Você já deu um
rolê na? >> Não, não foi. Provavelmente foi no álcool. Ah, gente, vamos parar deix. [risadas] >> De qualquer maneira foi uma droga que levou outra droga, né? Começou no maconha. Voltou pro tô dizendo, vocês são usuários de maconha que vocês conseguiram e vocês t que agradecer a Deus permanecer só na maconha. Mas não é Todo usuário independente da classe social que vai parar só na maconha. E a pergunta é essa, se pode ser uma porta de entrada para as outras drogas? É óbvio que sim. E com a experiência que a gente tem na vivência da
vida, na minha própria vida [risadas] e a experiência profissional. Eu sei que é que é bacana. Eu tenho um exemplo pessoal, eu nunca usei química, mas eu usava álcool antes de fumar maconha. E depois que eu >> eu uso até hoje passo por ser >> o álcool. O álcool é mais uma porta. Pode ser mais. [risadas] Eu depois que comecei a fumar, você começou o álcool foi uma maconha. Uma droga levou outra. Daqui a pouco você tá >> Mas depois depois que eu parei com, aliás, depois que eu comecei com a maconha, eu parei com
álcool. Então eu não bebo. [risadas] Eitos diferentes. >> Eu queria falar enquanto usuário de Drogas, tá? Enquanto usuário de drogas, eu quero explicar para vocês aqui algumas, uma boa parte. >> E aí o que eu gostaria de dizer que é o seguinte: as drogas elas têm efeitos diferentes. Então assim, dentro da psicologia é muito comum a galera da psicologia falar que o que estimula uma pessoa a uma droga é um sintoma psicológico que ela tem. Então, os deprimidos tendem a usar estimulantes, por exemplo, cafeína, cocaína, vemvs e Por aí vai. Pessoas ansiosas tendem a usar
maconha, pessoas tímidas tendem a usar álcool, né? Então assim, o efeito da droga é determinante na hora que a pessoa vai escolher. Então assim, por que que eu, usuário de drogas assumido, não tomei um cogumelo para vir fazer esse debate aqui hoje? Por um motivo simples, é prático, porque não ia dar certo, porque ia ser ruim, entendeu? Porque eu escolho a hora que eu vou usar a droga que eu quero, como eu quero. Só Que isso depende das boas condições da minha vida. Se eu tivesse numa conção de vulnerabilidade, talvez eu tivesse usando pó. >>
Mas esse é o ponto. A sua experiência individual não pode refletir o coletivo. >> Não, não pode. Como é? Aí você pegou errado. [risadas] Mas vocês pegam, vocês pegam os recortes de vida que tem que ser respeitado das experiências que vocês têm na área da segurança pública e faz um raciocínio Que é legítimo, mas são recortes de uma realidad. Record da vida real, recorde da vida, >> da sua da sua verdade, porque é o recorte da sua experiência, como como há vários recortes aqui, cada um tem um recorte da realidade. >> O problema é que
não há harmonia de pensamento, justamente porque a forma que você enxerga é baseado na sua experiência e da forma que a gente enxerga é a nossa experiência. Eu acho Que o problema em si é não ter uma concordância de respeito. Por exemplo, você olha para maconheiro e fala: "Ah, esse cara não presta que é um lixo porque ele fuma maconha, mas você não faz o mesmo tratamento com um cara que fuma, que que toma uma lata de cerveja, que toma um whisky, que toma um vinho". E aí entra a hipocrisia. >> Sabe por que a
gente não faz? Porque o vinho, a cerveja tá liberado, irmão. Então se for liberado, você vai nor Liberado, eu quero que vocês se fodam. Quero que você aí que tá hipocrisia tiver liberadis. [risadas] >> Mas aí a gente volta. >> Por que que a cada 4 anos a gente elege um monte de legisladores? Vem cá, viu? Você tá fal você, você falou uma coisa aí que eu vou vou eu vou chamar pro debate. Você falou que nós temos uma >> um recorde da realidade. >> É, por questão do do de ser um Maconheiro, você já
classificar ele, tá? Só que eu vou falar para você, na minha experiência de vida, a minha experiência de vida foi combatendo o crime, foi na polícia. Então, eu nunca ia trabalhar em festa de casamento, eu ia para coibir o crime. A grande parte de loca locais que eu fui que tinha o tipo da da do ser humano mais merda possível, eh, ladrão, agride a mãe, todo tipo de de bosta, o mais mulambo que não toma banho, todos maconheiro. Aí você queria que eu Tivesse Não, eu tô falando a minha experiência de vida. Então eu então
você queria que eu tivesse uma visão do maconheiro que você tenha essa visão. Mas essa essa é [risadas] sua visão, >> eu tenho eu tenho uma visão. Vai trabalhar no casamento. Mas o mundo não se o mundo não se limita só na sua visão, sargento. O mundo não se limita só na sua visão. >> A sua, a sua visão, a su Mas o mundo não se limita só na sua visão. >> Sim, mas eu tô falando a minha visão. Eu eu abordei, eu trabalhei em rodovio, abordei um carro >> com dois cara. vinha vindo da
da região do Paraguai, não tinha nada, tava tudo certo. O cara falou para mim, sargento, ele tinha uns panfretos, umas coisas sobre sobre droga, sobre maconha. Ele falou para mim, sargento, eu tive muitos meses a trabalho, estudo na Jamaica. lá na Jamaica, o que o senhor vê aqui do craque faz com o ser humano, lá do Centro da cidade ao hotel que eu estava, questão de 1000 m, eu cruzei com mais de 20 pessoas em situação de rua caída por uso de maconha. Uso de maconha não é o craque, não é a cocaína. E eu
falei na tribuna da Câmara esses dias, o que joga as pessoas, prestem atenção, que joga a pessoa na rua, não é? miséria é a droga e incluindo a maconha que pode, não podemos ser hipócrita aqui, pode sim ser porta de entrada para outras drogas. Aí o que que vocês usam como subterfúgio, Como como rebate você, ah, mas e o álcool primeiro comigo não cola. Comigo não cola porque eu não bebo nada. Absolutamente na sua experiência individual. Os coleguinhas falam coletivo, representando você >> calma aí. o álcool fosse só você, se o álcool fosse proibido terça-feira
por lei, é proibido qualquer tipo de bebida alcoólica no Brasil, vocês podem ter certeza que se eu tivesse na ativa da Polícia Militar eu ia coibir. Então eu Aprendi a trabalhar coibindo >> legalista contrairo, pensa só nele. Você >> só pensa em você também. Você só pensa ser maconheira. Ah, só pensa [risadas] nel maconha vai bem. Ah, mas coisa qu a carabin de entrada entrada drogas. >> Você pensa em você chegar num num consultório de um médico, você com problema, sentindo mal, chega no Especialista, ele levanta e vai >> para bicho. [risadas] >> E daí
que que tá pegando? >> Ela vai gostar. Ela vai gostar. >> Eu já peguinha comigo. Peguinha. Você tem engenheiro para fazer um prédio para vocêar, [risadas] filho da [ __ ] As pessoas estão utilizando drogas em seus ambientes de trabalho, inclusive policiais. >> Eu vou pontuar. >> Você conhece algum policial? Conços policiais. Não falei que são os usuários de carusive, sargento. Não só não precisa ficar calminha. médicos. Eh, entendeu? É muito, é muito. Quando você fala que você não é, porque você tiver eu, eu como policial militar, se eu vier no batalhão souber que o
cara tá fumando maconha, eu vol [risadas] >> vocês estão preocupados com as crianças, você das operações que os senhores tem alguma, alguém, alguém tem algum questionamento específico para fazer para mim alguma crítica? Tô saindo agora pro aeroporto. Vai falar que tô fugindo. Último. Eu desejo uma boa viagem. >> Pessoal tá me dando o toque. O voo que hora que é? >> Daqui a pouco. >> É porque é Guarulhos. >> É Guarulhos. Tranquilo. Ó. É. >> Não tô fugindo do debate, mas tá beleza. Valeu. Só uma coisa, gente, pelo amor de Deus, não sejamos hipócritas. Quando
você trouxe essa coisa das festas, da sujeira, da maconha, não era sua maconha. Vamos lembrar que existe cocaína também, que o pessoal consome começa pelaona maconha. Começ, gente, pelo amor de Deus. Uma pessoa que fumaha, ela quer uma coisa e uma pessoa que cheira cocaína, ela quer Outra. Os efeitos eles estão em lugares completamente diferente. >> Nem todo usa craque, mas todo pode deixar me representem aí, tá? >> Pode ser certeza. >> Já foi, já representou os gente. >> Tchau, sargento. Boa viagem. >> Vai lá, maconheirada dos infernos. [risadas] >> Ele falou, [ __ ]
>> Que que ele falou? >> [risadas] >> Júnior, rapidinho, rapidinho, Júnior. Só rapidinho, rapidinho, só uma uma confusão aqui. Eh, que a gente tava >> Obrigado, F. >> Você sabe, hoje hoje a gente tem um deputado federal que tá saindo agora, temos um vereador de São Paulo. Hoje a gente trata a partir do que a legislação nos diz, >> certo? >> Foi o Castro falou, se amanhã liberar, fuma até morrer, tá tudo certo. É igual Álcool. Eu acho que deveria democracia nem toda lei, nem toda lei é justa. Essa é a questão. Toda lei é
por exemplo, você citou que saiu um deputado daqui. Você, meu amigo, você é vereador, não é? Agora me diz, você acha justo mesmo um deputado ganhar 10, 15 vezes mais que qualquer cidadão normal? Eu sei que tá fugindo um pouco do assunto, mas eu tô querendo dizer que pera aí, eu estou dizendo que nem tudo é justo, que nem Tudo a lei é justo. Você entende? Eu fiz uma analogia, sargento. Você entendeu o que que a gasolina tem a ver com o tráfego depois que prenderam lá os 50 postos de gasolina e tal? Entendeu? Eu
>> tô fumando, eu tô fumando uma gasolina agora. >> É, você entendeu que tem a ver? Tá correlacionado. O ser humano ele é biopsicosofcial. consegui tudo relacionado. Você sabe como que o crime organizado conseguiu Comprar aqueles postos? >> Não foi vendendo uma não foi não. Vendração. [risadas] >> A gente quer legalizar crime organizado. Você falou que você tá sendo incongruente. Você falou que representa 8% tráfegoo. >> Mas lá atrás eles começaram. Você pera um pouquinho, você tá falando que é 8%. Pera um pouquinho. Você tá falando Que é 8%. Você tá falando de Rio de
Janeiro. Se você for, se você pegar, se você pegar outros estados e no interior dos estados, a maconha ela representa mais de 80%. Maconheira, deixa eu falar, deixa eu falar. Macoheira, deixa eu falar aí. O que que acontece? Calma, gente. >> É um tudo polêmico. [risadas] Tem que ser parte dois, parte três. Tá gravando. >> Eu preciso de águas. >> Hoje a gente falou, hoje a gente trata aqui, nós, nós três aqui, o centro falou que não, que não está mais, a gente trata a partir do que a legislação diz. Nós temos uma posição muito
clara contra a legalização e nós trouxemos os pontos aqui. Mas qual hoje, qual é o ponto principal e que é particularmente que me o que me ofende pessoalmente? falou assim: "Ah, já trato o maconheiro e olha diferente. Nos últimos 20 anos morreram no Rio de Janeiro 3.000 policiais. Não Dá para ignorar esse número. A Polícia Militar do Sergipe deve ter, vou chutar aqui uns 6.000 homens. É como se tivesse morrido metade do efetivo da Polícia Militar do Sergipe em 20 anos no Rio de Janeiro. 18.000 policiais com sequelas físicas, 7.000 crianças órfã no Rio de
Janeiro. Quem matou esse policial? Ó, tem várias situações, mas quem matou esse policial? Oi. Não, per você uma guerra, vocês fazem Se eu tivesse um nariz de palhaço, é um circo. Pronto, calma. Se a senhora me permitir, se exatamente, se a senhora me permitir, eu vou concluir o raciocínio >> e e é exatamente assim. >> A droga ela é proibida. Quem vende vende de maneira ilegal e fatura dinheiro de maneira ilegal. o estado vai coibir e obviamente este traficante não quer ter a sua atividade criminosa coida. Então Ele atira no policial. Esta munição, ela é
comprada com dí de drogas, ainda que em menor proporção com a maconha. Hoje, no passado, não era isso. A maconha era uma propação, representou muito. Então, cada policial que morreu hoje, ele, cada policial que morreu no estado do Rio de Janeiro, ele morreu vítima de um projétil disparado por um narcotraficante. A gente pode falar em guerra se o combate tá funcional, não tá funcional, se tá enxugando o gelo. Acho Que esse é um assunto para um outro debate. Hoje esses 3.000 policiais que morreram, morreram com munição financiada pelo consumo de entorpecentes ilícitos. Isso, isso, isso,
isso é um outro. Então assim, você perfeito, mas é proibido, mas você compra, é proibido. Você sabe [risadas] que vai, >> deixa eu fazer só um ponto aqui que aí aí entra num raciocínio muito perigoso, muito perigoso. >> Mas é perigoso. É perigoso. Por quê? Porque você tá trabalhando em cima de uma linha que houve uma cadeia de situações para chegar até a morte que a gente lamenta de qualquer pessoa, de um policial. >> Óbvio. Óbvio. >> É a mesma coisa de uma pessoa usar um carro para cometer um homicídio e aí você querer penalizar
o fabricante do carro, quem montou o carro, >> mas é proibid carro. É isso que eu tô dizendo. Quando Mas o carro foi Utilizado por homicídio. >> Mas é proibido vender carro? >> Não, mas o carro foi utilizado. Então a vítima não importa. O que importa para você é a cadeia de comando eu compro um Fiat Uno. Então agora tá discutindo por é proibido. Quando eu compro F. Não, mas é porque esse assunto entrou. Esse você tá responsabilizando pessoas desse >> você percebe que essa proibição ela mata muitos policiais que nem se o senhorou três
ou quatro. Mas a gente a gente pode Debater numa outro momento se o combate ao tráfico de drogas tá funcional, não tá, se é uma guerra que a gente quer comprar. Hoje a gente quer comprar efetiva que eu trouxe no outro 80% do efetivo da milícia no Rio de Janeiro, por exemplo, é formado por exintegrantes de forças do estado, bombeiros, policiais, policiaisming. Porque não e isso não é às vezes quando fala isso, o policial já torce a cara, Mas a gente tá muito mais do lado de vocês que vocês imaginam. Sabe por quê? Porque o
negócio é o seguinte, o cara ganha mal, o cara >> lado dele lá, [ __ ] >> o cara, ó, o cara ganha mal, o cara sofre violência, sofre uma estigmatização social, certo? E aí a partir do momento que o crime tem um poder corruptor muito grande, porque tem dinheiro para caramba, porque tem várias coisas, através das várias atividades Ilegais, né? através das diversas atividades. >> Você entende que o policial quando ele olha para uma pessoa, um usuário de maconha, por exemplo, e ele sente um ódio profundo daquilo, ele tá lembrando do colega dele que
morreu baleado na viatura sem chance de se defender. Eu acho que ele tá pensando pouco, desculpa, amigo, mas eu acho que ele tá pensando pouco. Não, >> não, esse é um ponto do pensamento, Entendeu? Esse projeto ele foi comprado com dinheiro de tráfico. >> É, alguns [risadas] centavos aí são maconha, outros são combustível, outros são roubo de carga, outros são assalto, outros são sequestro. Agora assim, a gente tem como legalizar o sequestro, não, né? A gente vai legalizar o roubo de carga, não. Agora é muito viável legalizar a maconha, então porque ela causa muito menos
danos do nosso lado. Vocês quer ver que vocês estado? A gente defende, a gente é defendiro falar de novo. >> A gente não defende uso de maconha para jovens e adolescentes. A gente quer ter uma faixa etária ali. >> Como é que você vai contar? >> Como é que você controla? Boa. Como é que controla >> na farmácia? Você vai ter o RG da pessoa ali >> e o a bebida. >> O voltando a mesma eu falei você. >> A bebida pode não funcionar 100%, mas funciona. Não funciona. Quant foi com menor de idade bêbado.
>> Quantas ocorrências? Quantas ocorrências eu atendi com menor de idade alcooliz? Sabe qual é assim? Perspectiva, uma das perspectiv aí é vocês estão numa sociedade utópica que dá para controlar tudo. Não existe isso também. Exatamente. Mas o senhor concorda que, por exemplo, você eh controlando essa compra para jovens, já não vai ter aquela situação que vocês estavam falando. O jovem de 14 anos tá fumando maconha, no outro dia tá cheirando cocaína, no outro tá fumando craque. >> Ó, o Sidarta Ribeiro, neurocir, neurocientista, desculpa. Não faz muito tempo, se não me engano, no Roda Viva, ele
falou exatamente isso. Ele falou: "A gente tem que parar de tratar a maconha Como se ela fosse urânio enriquecido". Então você tá falando justamente não dá para controlar e não tem que controlar. Então as pessoas, eu o meu argumento pessoal é de que o ser humano é soberano sobre o seu corpo e ele tem o direito sagrado de fazer o que quiser, desde que não influencie o perí perí. O que ele falou? O que ele falou ali, ó, não influencia o terceiro. >> Exato. E e é esse é o princípio da liberdade que faz com
que o álcool seja Permitido, que faz com que você possa fazer luta livre, por exemplo. Você pode entrar num ring e encher de porrada outro cara, desde que os dois estejam de pleno acordo, entendeu? Agora você não pode sair na rua e bater em outra pessoa. A sociedade não tá de plena parte [risadas] da sociedade maior da sociedade parte maior da senhor a maioria não quer liberar vocês tem que aceitar. >> Então se for de maioria a gente é uma sociedade que é 80%. [risadas] Acabou. Vamos fazer as considerações finais. Já acabou, >> [ __
] >> Pelo amor de Deus, >> tá legal, >> ó. Pera aí. [risadas] Nosso sistema, ele é regido eh e o pelas leis e as leis elas são feitas por poucos. E aí você trouxe que milhares de policiais morrem, morrem mesmo. Milhares de bandidos, Traficantes morrem e milhares de inocente morre também. Sabe por quê? Porque é tudo pobre. Porque a elite tá lá, querido. Elite tá lá. Secretário de segurança pública, questão de a maioria vai estudar história de verdade para entender que no final das contas não é uma guerra contra a maconha, mas é uma
guerra sim contra os pobres, entende? É verdade. É verdade. E que, né? A maioria falta isso, gente. A gente é uma Sociedade cristã. A gente é mais de 80% cristã. Se fosse assim, a gente não poder fazer nada. Essa é a minha consideração. >> Cada um vai ter uma consideração final. É isso. >> Tá, >> já faz a sua. Já fal um pouco. >> Bom, minhas considerações finais são de que a proibição é um absurdo completo e ela é o principal motor de toda a onda de violência, de toda a criminalidade. Durante toda a história
da humanidade não foi proibido. Particularmente eu sou a favor da legalização, inclusive, de outras drogas, da regulamentação e tudo mais. Por quê? Porque a gente tira uma importante fonte de financiamento do crime e a gente libera o usuário para que ele possa viver a vida dele como todos os outros indivíduos vivem e inclusive como os outros usuários se escondem e estão em todas as camadas da sociedade nesse exato momento, fumando, Bebendo, cheirando, fazendo um monte de coisa. Então assim, a legalização, a legalização não, a proibição, ela só trouxe violência, morte, dinheiro na mão das pessoas
erradas, que causou corrupção e um ciclo infinito de sangue, tragédia e desgraça. >> Bom, >> falou [ __ ] nenhuma. >> Ah, você gostou? Gostou que você se [risadas] >> eu acho que esse debate é um debate que A sociedade ainda não tá preparada para discutir sobre isso. Caral foi a cadeira aquião. Põe a cadeira aqui. Põe a cadeira aqui. Põe a cadeira aqui. Del >> eu acho que a gente tem que amadurecer um pouco mais para poder enfrentar esse tema que é muito importante para todos nós. É isso. Um abraço. Até mais. >> Bo.
>> Vai lá. Ô maconheira. Fala você aí. Não, Ele eu já falei o debate. >> Obrigado aí pela oportunidade. Vocês como futuro já são, já é político, mas se for o senhor for futuro político aí o Farrur também como deputado federal da liberação. >> Não é para ajudar porque ó, >> ô vou me candidatar aqui. Vou lançar aqui agora. >> Candidato pelo PSOL. Gente, frase, uma das frases finais, uma das frases finais que o senhor falou é é Perfeito para mostrar que como a proibição é falha, mas morre muitos policiais. Só no Rio de Janeiro
foi mais de 3.000 policiais, entendeu? E a gente legalizando a maconha, com certeza vai morrer muito menos policial, a gente vai gerar muito mais emprego, com certeza a gente vai começar a arrecadar com imposto. Tem países que começam a arrecadar 400 milhões por ano, 4 bilhões por eh 400 milhões por mês, 4 bilhões por ano, geralmente técnic. Então a Gente é um país que tem muito a crescer com a legalização. Se for legalizado, vamos gerar emprego, vamos melhorar educação, saúde, equipamento para para policiais também. Vocês estão na rua batalhando e a gente vai melhorar tudo
isso aí, >> pô. Se você arrecadar imposto, você arrecadando imposto, >> é só considerar. >> Desculpa, desculpa. [risadas] >> Valeu. >> Ela não falta ela, falta ela, né? >> Ela já falou para [ __ ] [risadas] >> Falou para [ __ ] Já >> pode considerar você breve. Calma, calma. Vai, deixa aí. >> Bom, eu queria verdade agradecer a oportunidade do lado dessas duas lendas aqui. Tento favor também que tá valendo. Obrigado pela oportunidade de um debate que eu considerei até bastante respeitoso, pelade de discutir. Eu particularmente sigo com a minha linha. Eu sou legalista.
Enquanto for proibido, a gente vai lutar contra. E cada liberdade individual que impacta o coletivo, eu também me posicionarei contra. Obrigado, gente. Isso aí. >> Eu vou continuar contra porque eu sou legalista. Enquanto enquanto a droga for considerada proibida, eu vou lutar contra, entendeu? E o país que primeiro para você liberar qualquer tipo dessa situação, você tem que ter uma um país que tem uma cultura, uma cultura, um Povo culturalmente melhor. Um povo que joga lixo na rua, um povo que estaciona o carro numa vaga de deficiente, não sendo deficiente. Esse povo não tem estrutura
para receber uma liberação de droga. Então, e trabalhem, já que vocês estão tão a com essa força para trabalhar, para liberar a maconha, trabalh para melhorar o ser humano, entendeu? Melhore o ser humano, melhore o brasileiro, aí quissá mais para frente vamos liberar essa droga aí. >> É isso aí. Hoje achei produtivo, achei respeitoso. Agradeço a presença de todos também. Peço desculpa de qualquer brincadeira, mas faz parte. Mas eh é muito fácil a gente fazer debate sobre liberação de drogas com pessoas saudáveis, pessoas que t sabem o que estão fazendo. Eu gostaria de um dia,
de repente, a gente marcar um debate com pessoas que estão lá na ponta da linha hoje, que estão lá no craque, que estão afundado e que iniciaram na maconha ou Com familiares dessas pessoas, pra gente fazer um debate nesse dessa qualidade, para essas pessoas contarem o histórico dela e mostrar que a legalização, infelizmente não dá certo. >> Pessoal, agradeço a todos que acompanharam até aqui. foi um debate muito importante, porque eh extrema relevância a gente discutir sobre, a gente ter esse espaço para falar, para trazer as perspectivas. Agradeço a todos vocês. Eh, a gente entende,
pelo menos No meu ver, eh, não é só sobre a maconha, mas existe uma questão sistêmica, estrutural muito delicada, mas aí cabe aí alguns outros debates, então, eh, que bom que o Redcast tá aberto a essas espaços, né? Que venham mais e mais debates. >> Dá o like, >> dá o like. Então pessoal, deixe seu joinha, seu comentário também aí, ó. Comentem bastante. Compartilha também com seus amigos maconheiros, não Maconheiros, compartilha com geral. Gratidão. >> Show. Legaliza.