ainda estão só na abertura, né? A intermediária amanhã, mas vocês já começaram a estudar e basicamente o que vocês estão estudando é justamente febre, né? É o questão da regulação da temperatura corporal, a fisiopatologia da febre, etc.
É isso que vocês começaram a estudar já no primeiro problema. E o que a gente vai tentar falar um pouco é isso, dar essa base anatômica e fisiológica dessa regulação da nossa temperatura corporal, né? Vocês já sabem, já viram lá o primeiro problema, já começaram a estudar que quem é a estrutura principal nossa responsável pela redução da temperatura corporal é o hipotá, né?
Vocês já viram isso, não é isso? Tá bom? Mas vamos entender como isso funciona.
Vou ajudar vocês aí até para tutoria tudo, mas também a gente precisa entender a base anatômica disso tudo. Até ajuda no entendimento do funcionamento. Primeira coisa, vocês sabem aonde está o hipotálamo, a que região do sistema nervoso central ele pertence?
Sabe isso ou não? Sim. Hipotálamo.
Ele pertence a qual parte do sistema nervoso central? A ao dia inseto. Exatamente.
Então ao dia inseto, né? Tem um tálamo, dálamo, o hipotálamo, tá? Todos pertencem ao dia em século.
O hipotálamo é uma dessas estruturas. E aí, OK, ele tá no dia em século, mas localiza ele aí para mim. Pego, pego um córtex, dou na mão de vocês aqui um cérebro, como a gente viu lá naquelas aulas de revisão, falo: "Ó, mostra aqui para mim o hipotálamo, aonde eu procuraria ele, aonde eu espero encontrar o hipotálam?
" Porque ele é uma área pequena, né? relativamente pequena ali do sistema nervoso central, apesar de extremamente importante, ela é pequena. Então aqui a gente consegue ter uma noção mais ou menos.
Existem estruturas maiores, de maior destaque perto dele, então acaba nos servindo de referência anatômica para eu achar o hipotálamo, né? Então uma delas é o próprio tamo, tá? O tamo é essa estrutura aqui, tá?
É uma estrutura mais desenvolvida, mais proeminente, mais fácil da gente visualizar. Essa é uma visão, lembrando, ó, eu tô vendo a face medial, né? É como se eu pegasse um hemisfério cerebral, né?
Total o cérebro inteiro, a gente repite, pega só um hemisfério, que aí eu tô olhando pela face medial, pela face interna, tô olhando para isso aqui, tá? Então, ó, eu consigo ver aqui o tálam. ele é bem desenvolvida, é mais fácil da gente ver até nas peçes.
E o hipotálamo, como o nome já diz, ele está abaixo do tálamo. Logo abaixo do tálamo aqui a gente tem um suco, né? Porque o tálamo é mais desenvolvido, mais projetado assim.
E aí embaixo dele a gente tem um suco. É chamado de suco hipotalâmico. Esse suco tá hipotalâmico.
Então abaixo desse suco hipotalão, que é esse suco aqui, ó, tá? Então, abaixo dele, a gente tem o hipotálo. E ele tá aqui, a parte posterior do potalo, né?
Tá logo à frente de quem? Ó, do mesencéfalo. Fica fácil da gente ver também que o tronco cerebral vai est aqui atrás, tem o bubo aqui embaixo na ponte e o mesacancé.
Então, chegou aqui o mesacolo, ó, logo à frente dele eu já tenho então o hipotálo, tá? Então, ou seja, ele tá bem na base do cérebro, né, nessa parte mais baixa aqui, tá bom? Eh, embaixo do tálamo à frente do mescrebro.
Fica fácil da gente localizar o hipotálamo assim, tá bom? Eh, do ponto de vista, a gente pode ver inclusive algumas estruturas, né, eh, aqui no hipotálam que ficam fáceis de ser vistas. Se a gente olhar, por exemplo, por baixo, se eu pegar o cótex cerebral, céreb, olhar por baixo, olhar na base dele, que aí eu vou ter essa visão aqui, eu consigo identificar algumas estruturas que estão aqui embaixo no hipotálamo, que pertence a ele.
Então, ó, a primeira delas, lembrando aqui a região mais anterior, né, seria o lobo frontal para cá e aqui o posterior. Então, do anterior pro posterior, a gente identifica, ó, a primeira estrutura é o queasma ótico. Então, o qui ótico tá bem aqui, ó, na parte mais anterior do hipotálo, tá?
Tá? O que asma tá bem aqui, a gente consegue visualizar inclusive nas peças. Logo atrás do kiasma ótico, eu tenho essa estrutura aqui, ó.
Vocês sabem o nome disso? Esse é o infundíbulo. O infundíbulo é isso aqui, ó.
É só essa astezinha, esse cabinho que sustenta a hipófise, tá? A hipófise não pertence ao hipotálamo, quem pertence ao infundido, tá? Eles através do infundíbulo, o hipotálo se liga, então se conecta à hipófe.
Lembrar que a hipófise fica onde? Vocês lembram onde que ela fica? Ela fica dentro de um osso, assim, é num esferenoide, numa cavidadezinha que é chamada de céula túscica.
Vocês já devem ter ouvido falar disso. A célula tsica, ela é uma é uma cavidadezinha assim, uma depressãozinha no esferoide, tá? E a hipófise fica ali dentro, tá?
Chama cela. Mas lembrando, hipófise é outra estrutura, tá? Ela está conectada aqui, ela está aliada no hipotálum através do infundível.
Então eu tenho que asma ótico infundido atrás aqui e mais posterior lá perto do meseto aqui, ó, eu tenho os corp hã processo processo o quê? Mamilar. É, na verdade é o corpo mamilar, né?
Esse aqui é o corpo mamilar, tá? Tá? Então são os corpos mamilares aqui bem posterior.
Então qui infundíbulo e os corpos mamilares. Entre o infundíbulo e os corpos mamilares, eu tenho esta área aqui. Tão vendo?
Essa área aqui, ó. Então, entre o infundíbulo e o corpo mamelar, isso aqui recebe um nome também. Isso aqui é chamada, essa área aqui, ó, é chamada de tubercinério.
Tubercinério. Então, eu tenho quatro estruturas aqui embaixo do hipotá que asma ótico, infundíbulo, tubercinério e por último os corpos mamilares. São essas quatro estruturas, tá?
E essas estruturas, a maioria delas a gente consegue visualizar bem até quando a gente pega ali uma peça, um corte e tal, dá para ver, tá? Tá? A gente vê vem bem ali na base, olha por baixo, né?
Logo à frente do tronco cerebral, a gente vai ver essas estruturas, tá bom? E até essas estruturas vão nos ajudar a entender o nome daqueles núcleos hipotalamos. Vocês talvez tenham começado a ler sobre isso, alguns deles já devem ter lido, porque o hipotálamo, apesar de ser uma estrutura pequenininha, ele é uma estrutura muito importante pra gente.
Ele ele se conecta eh a várias eh regiões do sistema nervoso central e acaba influenciando, participando de várias ações do corpo, várias, né? Sistema límpico, sono vigília, atividade neuroendócrina, né? é muita coisa.
E uma dessas atividades é a regulação da temperatura corporal, que também é feita pelo hipotáluma, tá? Então ela só é uma das funções dele. Então o hipotálamo é bem nobre, bem importante pra gente e ele tem uma grande quantidade de núcleos, né, de corpos neurônios ali, que são os núcleos hipotalâmicos, tá?
São vários. Vocês já devem ter lido sobre alguns desses núcleos. E aonde que eu localizo esses núcleos?
Onde eles ficam? Bom, imagina o seguinte, o hipotálamo aqui a gente tá vendo em 2D, né? Nós estamos vendo aqui uma foto, mas imagina em 3D como é de verdade.
O hipotálam ele é assim, né? Ele é uma estrutusura tridimensional, vamos dizer que é como se fosse uma nós, né? Então o que que acontece?
A região central do hipotálumo, a parte mais medial, eu tô vendo um lado aqui medial dele, eu tenho o outro para cá, né? Essa parte mais central do hipotálogamo, mais interna, é a região rica em substância cinzenta. Então é a região aonde estão os núcleos hipotalâos.
Então os núcleos são todos nessa região interna, na região medial do hipotálo. A região mais externa, a região mais lateral do hipotálo, dos dois lados, ela é rica em substância branca, tá? Então eu tenho substância cinzenta no centro, substância branca, né?
envolve na região lateral. Então, substância branca. Por quê?
Porque é onde eu tenho as fibras, né, que acabam conectando esses núcleos, essas substâncias dentro à outras torturas nervos central, tá bom? Então, do ponto de vista anatômico, ou hipotóo pode ser dividido de algumas maneiras. Uma delas é em relação à sua composição.
Substância cinzenta e branco, substância cinzenta interno, substância branca mais externo, mais lateral, tá? Mas do ponto de vista funcion e essa divisão entre substâncias entre brancas se dá bem pelo fornex, né? O fornex é uma estrutura que passa ali por dentro do do hipotálamo e acaba dividindo então essas regiões, tá?
São duas dois do fornex. Então entre os feixes do fornex é onde tem substância cinzena para fora e substância branca. É essa divisão, como eu falei, ela é puramente anatômica.
É, quando a gente começa a pensar do ponto de vista funcional, eh, a gente tende a classificar, a dividir o hipotálamo em outras formas, de outras regiões. Então, uma delas é baseados nesses núcleos hipotalâmicos. Aqui vocês reparam aqui na imagem que a gente tem algumas colunas de núcleos.
Acho que até uma outra imagem, tá? Mais bonitinho aqui. É nessa aqui, ó.
Repara que os núcleos de lá dev ser como se fosse colunas. Essa é uma coluna, aqui é outra coluna. E aqui é outra coluna.
Tão vendo? São vários núcleos hipotalâmicos. Esses núcleos, o nome deles normalmente tá relacionado a essas estruturas que estão aqui embaixo, que eu tinha acabado de mostrar para vocês.
Então, os núcleos que estão aqui na parte mais anterior, que estão próximos ao quiasma ótico, então a gente a gente correchama eles, a gente tem um logo acima do que chamado de supraótico e existe os núcleos préóticos. Tá? Então, porque o que asma ótico tá aqui, esses núcleos aqui da região mais anterior são os pré-óticos e supraótico, OK?
Aí eu tenho uma outra coluna de núcvos que é essa roxinha aqui, ó, que estão acima dessa estrutura. Vocês lembram o nome dessa região aqui? É tubercinério.
Tuberscinério. Então, estes núcleos aqui são chamados de núcleos tuberais. Esses são os tuberais.
E por último, eu tenho uma outra coluna de núcleo aqui que está em cima de quem? Dos corpos mamilares. Então, esses núcleos são chamados de núcleos mamilares.
Entenderam? Então, a gente tem colunas de núcleos, os óticos, os tuberais e os mamilares. Eles chamam assim justamente pela estrutura que tá abaixo deles ali, que a gente acabou de ver, tá aqui na base do Cro, tá bom?
Então, essa e é uma divisão baseada nos núcleos. Então aí é mais em sentido ter posterior, na composição de estrutura do hipotálamo, mais medial ou lateral, porque é a composição de substância cinzenta e branco, tá bom? Eh, mas vocês estudaram aí que eh tão estudando, né, que o hipotálamo, quando a gente vai estudar o funcionamento dele, tal, a gente acaba dividindo o hipotálamo em quantas regiões?
duas principalmente, né, que é o hipotálamo anterior e posterior. Ele tem duas partes, assim, duas áreas dele, a parte anterior e posterior. A gente divide isso por quê?
Porque do ponto de vista funcional, né, fisiológico, eles têm funções bem distintas, bem determinadas para cada parte dessas. Então, ele funciona um pouco diferente. Eh, então vocês mesmos disseram que o hipotálamo é importante paraa manutenção da nossa temperatura corporal.
a gente sabe, né? Nós homens lá, mamíferos, nós somos homeotérmicos, né? Então, por exemplo, se aqui na sala tiver 25º ou tiver 33º aqui dentro desse ambiente, se nós colocarmos um termômetro aqui na gente, todo mundo vai estar lá com 36, 36 e pouquinho de temperatura, né?
Que é nossa considerar nossa temperatura normal, nosso set point ali, varia de pessoa para pessoa, mas em torno aí do 36. Então, se eu tô num lugar frio ou calor, eu tô com 36º. Diferente dos animais pessilotérmicos, né, que o corpo fica na temperatura do ambiente.
Anfíbio, por exemplo, ah, tá 20º, ele tá com 20. Tá 30, ele tá 30, né? Ele, o corpo tem a temperatura do ambiente, ele não tem essa capacidade de regulação da temperatura.
Bom, agora, como que isso funciona? como que o hipotálamo consegue manter nossa temperatura sempre estável, independente eh da temperatura externa, né? Então, ele precisa reconhecer essas variações e trabalhar para manter essa nossa temperatura estável, né?
Ah, como que vocês acham que isso acontece? Por exemplo, vou dar um exemplo. Vamos supor que a gente tá aqui e aí a gente tá num ambiente muito frio.
Você tomou, começou, você tá fora de casa, saiu cedo, tava calor, você saiu sem roupa lá adequado, de repente cai muita temperatura, você tá fora de casa, começa a chover, ventar, você tá na rua, não consegue, né, se proteger. Então o que que começa a acontecer? Você começa a cair a temperatura, né?
Seu corpo tem uma começa a cair a temperatura. Então, vamos supor que a minha temperatura foi lá para 35º por causa dessa dessas dessa condição climática. Meu corpo chegou a 35.
O que que vai acontecer? Como eu consigo estabilizar, voltar minha temperatura para acontecer isso? Como que no trabalho?
Não, mas como que ele, quem que é responsável? Como que ele sabe que a temperatura tá baixa? Como que partes dele faz isso?
como que ele que parte dele trabalha para fazer isso? No sistema central tem os neurônios tem os neuron da cal e também tem os receptores periféricos, tá? Então a gente tem receptores, né, termoreceptores, tanto periféricamente, geralmente tá na pele, e a gente tem no sistema nervoscentral.
No sistema nervoscentral esses receptores capazes de reconhecer essa variação da temperatura, eles estão aonde? Não é isso ele está no hipotálumo anterior porque alguém falou quem geralmente responsável por isso são os núcleos préóticos. E aí agora você entendendo aqui a anatomia, olha onde estão os núcleos préóticos na região anterior do hipotálo.
Então se esses termore receptores estão no núcleo préótico, eu consigo imaginar então que é o hipotálamo anterior, né, que é essa região anterior hipotálo, que é capaz de reconhecer essa variação de temperatura. Isso é importante a gente entender. É o hipodalumo anterior que reconhece.
Aí ele fala: "Opa, esse corpo está com 35º, mas meu set point, minha temperatura ideal é 36. Então ele entende que eu estou com hipotermia, estou abaixo da temperatura. E aí então ele precisa lançar mão de recursos, né?
Eh, para que a gente consiga fazer voltar nossa temperatura. Quem faz isso? posterior.
Posterior, todo mundo concorda? Alguém concorda alguém já leu sobre isso? É isso.
Está certo? Tá. Então o hipotálamo anterior ele reconhece a variação.
Então tá abaixo da temperatura ideal 35. Preciso gerar ações, reações no corpo para eu ganhar a temperatura e voltar ao 36. Que que ele faz?
ativa o hipotálamo posterior e é o posterior que tem essa capacidade de desencadear as ações. Existem várias ações que a gente pode fazer para voltar a ganhar temperatura. Para isso, só vamos dar uma revisadinha aqui antes da gente falar, pra gente lembrar de algumas coisas.
Como que são as lá da física mesmo que ele estudou lá atrás? Qual quais são as maneiras de transferência de calor, de condução de energia que tem na física? Condução, irradiação, conveção, convexão, né?
São as principais. Então, na irradiação, como que acontece? Irradiação é quando eu irradio aquele calor para eh pro meio.
Eu tenho calor a mais irradia. Então, isso que eu queria saber. Então, tá aí.
Você tem essa mesa ou esse chão aqui? Estão aqui também. Você tá numa temperatura maior que essa mesa e que esse chão.
Eles estão irradiando ou é você que tá irradiando? Não, não, porque tem uma temperatura só também outro nome condução, né? Então o valor vai.
Qual que é a diferença de radiação e condução? É isso que eu quero saber. A irradiação não tem contato.
É igual. Então são duas diferenças, tá? A primeira irradiação não tem contato.
Isso. Primeira coisa. Segundo, tá parcialmente é que você falou, a irradiação é isso mesmo, a gente irradia pro meio, eh, normalmente é infravermelho, tal, a gente tá irradiando temperatura, tá?
E só que o erro é, não tem essa de maior e menor temperatura. Eu não estou comparando temperaturas, não existe contato. Qualquer estrutura, qualquer estrutura que tiver sua temperatura acima do zero absoluto, ele tá irradiando.
Então o chão tá irradiando, o apagador tá irradiando, o microscópio tá irradiando, nós estamos irradiando, o ar condicionado tá irradiando e ó que ele tá lá soprando, grande frio, tal, e tá irradiando porque ele tá acima do zero absoluto, todo mundo irradia. Claro que quanto maior a energia, maior a temperatura que aquele corpo tem, mais ele irradia, tá? Mas todos estão irradiando.
Então, quem tem mais perde mais, quem tem menos perde menos, mas todo mundo irradia. Então, isso é uma coisa que nós vamos estar sempre perdendo. A gente não tem como eh evitar isso, né?
Ok? Mesmo que o ambiente tá numa temperatura eh menor que a nossa, tal, a gente vai perder temperatura negativa, então não erradia não. Se ela tiver acima acima do zero absoluto já erradia.
tiver zero absoluto, não tá? Então o gelado abaixo do zero absoluto não não tem irradiação, tá? Aí não irradia, não tem energia para isso, tá?
Mas é o zero absoluto em Kelvin é é exatamente, não é 0 graus, não é o zero absoluto, tá? E quantos graus que é o pô? Não sei de quanto que é em graus, é um absurdo, ou seja, todo mundo erradia, entendeu?
Entendi. Aí, bom, isso é isso é só que claro que a proporção é menor, né? Quanto quanto mais baixa a temperatura, menos vai ir radiar.
Ah, isso é uma coisa, a outra é a condução. Aí sim, na condução, como vocês falaram, depende de contato. Então, eu pus minha mão aqui na mesa, eu tô sentindo a mão, a mesa geladinha, né?
Então, minha mão tá aqui geladinha. Que que tá acontecendo? Minha a temperatura corporal é maior que da mesa.
Então, nesse momento, aonde minha mão tá tocando na mesa, eu tô transferindo energia, calor pra mesa, até que essa área da mesa que eu tô entrando em contato chegue na mesma temperatura da minha mão. Então, só eu transfiro energia, só eu que tô perdendo pra mesa. Então, eu vou transferindo, transferindo, transferindo.
Quando essa parte da mesa chegar na mesma temperatura que minha mão, eu vou parar de perder energia para ela. Eu vou parar de ter aquela sensação do geladinho aqui da mesa, entendeu? Por quê?
que ela vai igualar a temperatura da minha mão. Eu paro de perder. Então eu perco por um determinado tempo, depois eu paro de perder.
E a convecção, qual que é a diferença? Convicção por corrente, né? E exato.
Essa é a palavra mágica. É corrente, né? Na a competição é como se fosse uma condução.
Eu dependo de contato, eu vou transferir energia do corpo de maior de menor temperatura, só que não tá parado. Aí minha mão tava parada. Então ela em pouco tempo ele vai estabilizar ali os dois, eu vou parar de perder na convexão, como tem corrente e aí pode ser de ar, né, um vento, pode ser de água, né, por exemplo, tá num rio, então não importa.
Eh, se tem corrente, o que que acontece? Eu entro em contato com aquela camada, por exemplo, aqui não tá ventando, tem uma camada de ar, apesar da gente não tá enxergando, tem uma camada de ar aqui em volta da minha pele. Minha pele vai perder temperatura para essa camada de ar que tá ali em volta.
Só que aí logo estabiliza a temperatura igual minha mão na mesa e eu paro de perder. Se tivesse ventando, aquela camada de ar ia roubar um pouco da minha temperatura, o vento ia levar aquela camada embora, o outro ia chegar, ia roubar de novo e outro ia roubar e outro ia roubar. Então por isso que a gente perde muito mais e temperatura eh quando você tem corrente, por exemplo, tá ventando, é liga um ventilador num local.
O ventilador não tem capacidade de resfriar o ar como ar condicionado, mas ele refresca você, diminui a sensação térmica, porque começa a roubar a temperatura do jeito que eu expliquei. Ah, fricção também seria uma sei também ou não? Fricção aí você gera geralmente temperatura, né?
Se tiver gera. É, daí aumenta a temperatura. Mas isso entra na parte de convecção ou é a parte de condução?
Não, se tem movimento é convecção. Convecção também. Aí, bom.
Aí o que que acontece? A ela volta. E aí tem um detalhe, eu falei para vocês, quando eu dei o exemplo do frio, você lembra que eu falei: "Ah, começou a dentar, começou a chover e aí não fica pior quando a gente tá molhado?
" Se você tiver de chor de banho, um dia frio do lado de fora da piscina, seco, ventando, não. Se vento é uma sensação térmica. Se começar a ventar, você tem mais frio, né?
A sensação térmica é menor, se você tiver molhado, muito menor. Não é isso? Por quê?
Porque a água tem uma capacidade de transferência de energia maior do que a do ar. Então ele rouba muito mais energia, né? Você ficar num rio, por exemplo, é perigoso, né?
Pode fazer hipotermia, né? Se for de longo prazo, tal. Você vê gente que às vezes cai de bar, tá pescando, morre às vezes no mar, no no rio de hipotermia, porque a corrente vai roubando a energia sua do território.
A água transfer muita energia. Então, OK. Então são maneiras que a gente tem que perder energia.
E aí voltando no nosso exemplo lá, eh eh de perder e aí a gente pensa isso por ganhar também, né? Então se a gente estava lá na piscina, no frio, tal, meu corpo chegou a 35º, o hipotálamo anterior reconheceu que minha temperatura tava baixa, ativou o posterior e o posterior desencadeou ações para eu ganhar temperatura. Que tipo de ação a gente espera que aconteça no corpo?
vaso constrição. Por quê? Se eu fecho a periferia, eu evito a perda ou diminuo a perda de temperatura pro ambiente.
Concorda? O calor tá lá no sangue. Aí eu fecho toda a periferia, conservo esse calor lá dentro do meu corpo e evito essa perda pro meio externo, que é onde a gente tá em contato.
Tanto é que, por exemplo, quando a gente tá com frio, não é comum a ponta do dedo ficar branca, ponta do nariz fica branca. Por quê? Porque tá com vaso constrição, tá fechando a periferia para eu conservar calor, que mais pode fazer muscular.
A gente não começa a tremer quando tá frio, fala: "Nossa, tô tremendo". Que que tá acontecendo? É contração muscular para gerar calor.
Então você não tá tremendo porque está com frio, você está tremendo para corrigir a sua temperatura. É uma resposta do organismo, né? Eu estou corrigindo minha temperatura.
Que mais? arrepio, isso, a piloereção, né, que é o ficar arrepiado, né? Isso acontece por quê?
Porque é aquilo que a gente falou, ó, eu perco temperatura para aquela camada de ar que tá em volta. Com a pila ereção, isso eh tem uma tendência a segurar aquela camada de ar ali que não se perca essa camada muito fácil, entendeu? Então a minha perda de calor é menor assim, tá?
Tá? Isso é muito eficiente em animais que são bem peludos e tal, isso é muito mais eficiente que a gente, mas funciona. Que mais?
Calaf já falamos, né? Que são os teremônios, né? A contração muscular, aumento da taxa metabólica basal.
Isso. Então, lembra que eu falei que o hipotálam ele ele tá relacionado, ele controla o nosso sistema neuroendó também? Então ele estimula, ele acelera nosso metabolismo, estimula a produção de hormônio tiroidiano.
Então, com isso eu aumento o metabolismo basal. E aí eu gero a energia, tá? Então são várias maneiras que a gente tem para estabilizar.
E aí o que acontece? Meu corpo diminuiu a temperatura momentaneamente. Com toda essa resposta do hipotálamo, a gente consegue então estabilizar a temperatura.
E aí você vai ver, eu tô lá sempre na minha temperatura adequada. Mas poderia ser o contrário. Poderia ser, ah, nós vamos fazer uma atividade difícil, vai ter internet, jogo de futebol, num ginásio fechado, um dia que tá super quente, né?
dezembrão, intermédio, 40º lado de fora, o ginásio fechado, não tem janela, tem ventilador, não tem nada. Aí você vai lá jogar bola, que que vai acontecer? Sua temperatura vai subir, obviamente, né?
Então aí de 36 foi para 37, por exemplo. E essa variação de temperatura para mais, 37º, quem reconhece a variação da temperatura? O prédio, que parte?
De novo, o anterior é ele mesmo. Não importa se é para mais ou para menos, é o anterior que sempre reconhece. Por quê?
Porque são lá nos núcleos préóticos que estão os termorreceptores. Então ele reconhece. E agora, só que agora eu preciso desencadear ações para perder temperatura.
Como que ele faz isso? Suor sudoroes. Não, quem faz?
Ah, tá. posterior posterior faz tudo, não tá errado, é o próprio anterior. Então o que a gente tem que entender é o seguinte, o hipotálamo anterior ele é o único capaz de reconhecer a variação de temperatura, tá?
E o hipotálamo anterior é o responsável por desencadear ações de perdas de temperatura, o próprio anterior. O posterior é a ele que é o que controla as ações para ganho. Então posterior é para ganho, anterior é para perda, mas é sempre o anterior que reconhece a variação, porque é ele que é no preótico setores.
Entenderam? Hum. Então, se eu tiver a 37, é tudo o anterior.
O anterior ele conhece e o próprio anterior vai desencadear ações para perder. E aí, que que a gente pode ter? Então, sudorese, que aí eu tô transpirando, tô perdendo calor e sem contar que eu molho a pele, eu facilito a transferência de calor.
Que mais? Vaso dilatação. Vaso dilatação, que aí agora eu abro a periferia para eu levar o calor pra extremidade, para eu tentar perder esse calor pro ambiente.
Então, lembra quando a gente faz atividade física, calor, o rosto não fica vermelho, palma da mão fica vermelha. Por quê? Porque ele tá com vaso dilatação periférica pra gente facilitar a perda de calor.
Que mais? Hiperventilação. Hiperventilação, porque na respiração a gente também troca calor pro ambiente.
Então é aumento a frequência respiratória, é o aumento a perda de calor. Vai ter acelerar o metabolismo? Não, não vai ter.
Pelo contrário, você tem uma tendência a querer ficar parado. Você não quer ficar se mexendo, fazendo atividade, você quer ficar parado para ver se isso melhora a temperatura, né? Então, essas são as as maneiras que a gente tem de perder.
Então, isso acontece o tempo todo com a gente, né? Às vezes você faz um negocinho, você já tá uma suadinha ou você faz uma vascoção, não sei o quê, o corpo vai se adaptando. Então, a nossa temperatura, ela sempre tá bem estável, graças a esse eficiente eh essa eficiente estrutura nossa que é o hipotálamo, né?
Atua muito bem. OK? entendendo como o importa funciona e o que tá acontecendo com a gente todos os dias.
Então, por que que o paciente de vocês lá ou qualquer outra pessoa tem febre? Se eu tenho um hipotalma capaz de fazer tudo isso? Aumento o set point.
Hã? Aumenta o set point do Mas por quê? Por vários motivos.
Citou. Então é isso aí, ó. Na verdade, o que acontece normalmente quando a gente tem fé, a maioria das vezes quando a gente tem alguma infecção, não é isso?
Então, existem umas estruturas, umas substâncias chamadas de pirógenos, né? Pirógenos são estruturas, substâncias capazes de induzir a pele. Eh, existem tirógenos exógenos, né?
Ou seja, de fora, como, por exemplo, um vírus, uma bactéria. Então, isso é um pirógeno exógeno que nos contaminou. E existem tirógenos endógenos, ou seja, substâncias que são produzidas pelo nosso corpo, normalmente frente a um quadro infeccioso, inflamatório, né?
E essas substâncias têm a capacidade, seja o exógeno ou o endógeno, de ir lá no hipotálum e mudar nosso set point. Aí sim, né? Então existe uma alteração do set point da dos endógenos.
Quem são os principais? Intervcinas. Interocinas.
Isso. Interviocinas. L1 é uma das principais, né?
ACINA1 NF. Então a gente tem essas substâncias são produzidas normalmente nos casos de infecção inflamação, né? Então essas substâncias endógenas ou as exógenas vão lá, atuam sobre nós hipotáum e troca.
O meu set point era 36. Aí ela vai lá e muda para 38,5, por exemplo. Entendeu?
Fala set point aqui é 38,5. O que que acontece na verdade? Na hora que isso acontece, o seu hipotálamo anterior, ele entende que 38,5 é a sua temperatura correta.
Só que aí a hora que ele tem termore, ele olha e fala: "Opa, esse corpo tá 36. Ele entende que você tá em hipotermia e semelhante à situação daquele paciente que tava lá, que a gente falou lá tomando banho de piscina, começou a tentar, chover, caiu a temperatura, tal". Ou seja, a gente eh seu corpo tá em hipotermia, que que ele vai fazer?
Ele vai ativar o hipotrálogo no posterior para desencadear a ação de gerar calor. Eu preciso corrigir a temperatura. Ele acha que ele tá corrigindo, né?
E aí que acontece? Vai acontecer tudo que a gente tá acostumado a ver num paciente que tá com febre. Então o paciente começa a ter calafrios e faz vasoconstrição periférica, pilaereção, todas essas coisas que a gente acabou de falar, tudo isso vai começar a acontecer.
Então, por exemplo, se a gente tivesse hoje aqui, tá um dia que tá bom para até um pouquinho calor, o ar tá desligado, nós estamos aqui e tal, aí um de vocês tá aqui, um casacão, né, super grosso, fechado, tremendo aqui dentro. Pô, primeira coisa que a gente vai olhar, falar que que a gente fala pr a gente ver uma pessoa assim num dia quente, né, tremendo com casaco. Ah, planta tá com febre, pode pegar o termôm lá que é febre, né, porque tremendo, tá frio nesse calor, pelo amor de Deus.
Aí você vai pro outro, realmente ele tá, você acertou. Só que é o que eu costumo dizer que a gente acerta errando, porque na verdade ele não tá tremendo porque ele está com febre, né? Ele está tremendo para atingir a temperatura que ele acha que é correto.
E vou dar um exemplo. Vamos supor que e esse pirógeno mudou o 7 para 38,5. 39º.
Aí você aí você viu o paciente tremendo lá, você fala, pode pôr o termô porque tá ferro. Aí você põe, aí ele tá com 38, falar falei que tava, né? Aí beleza, daqui a pouco você põe de novo, 38,5, daqui a pouco você põe de novo 39, né?
E aí daqui a pouco ele para de tremer, ele para de tremer, tal, para aquele cala frio, aí você vai lá e põe o carbono, não tem trem, né? Então assim, não faz sentido que ele tá tremendo porque está com temperatura alta, não. Ele está tremendo para atingir a temperatura que deve.
Tanto é que ele tá lá 39, ele para deverir. Ele para. Por quê?
Porque ele chegou na temperatura que o Hipotumio tem que é a correta. Aí ele para, acaba aquelas ações, entendeu? E aí vai ficar naquela temperatura, OK?
Então, só pra gente entender a lógica do processo, mas ok, chegou lá, aí você vai e dá oferece o quê? Pro seu colega, pro seu paciente que tá com 39 término? Dar um exemplo, uma de pirona sala não, todo esse médico aqui eu já estudei, sou médico e tal, quase médio meio médio, né?
Quer dizer, quase m meio médio já partir a peça do remédio e tal, não tô sabendo. Pode tomar esse remedinho aqui. Vai lá e dá uma de piron.
O senhor fal assim, não, não tem alergia. Aí tomou de piron. Aí passa uns 40 minutos, 50 minutos assim, aí seu amigo lá arranca o casaco, começa a suar, rosto vermelho.
Que que você fala para ele? Fala: "Ah, falei para você que seria esse é bom. Pode aferir a temperatura aí que já baixou, acertei e tal".
Aí vai lá, põe, tá baixando lá 37 lá. Mais uma vez a gente acerta errando, está suando, está vermelho, tal para baixar, né? Para baixar a temperatura.
Ainda vai continuar baixando, vai chegar uma hora que ele vai parar de suar, vai não sei o quê e a viadora vai est normal. Então esse é um mecanismo para baixar. Beleza?
Ótimo. Funcionou. Seu amigo ficou feliz com você e sua mãe ficou orgulhosa, meu sentimento tá dando certo, meu filho estudioso.
Beleza. Chega no dia seguinte, eu vou dar um exemplo que eu dei ontem. Chega no dia seguinte, seu mesmo amigo que mora perto de sua casa, vai lá na sua casa, tá?
você e sua mãe. Aí ele chega lá de novo, fala: "Como que chama? " Ana.
Ana. Ana. Ontem você me deu aquela de pirona.
Nossa, foi tão bom. Hoje acordei bem melhor, porém agora comecei com uma dor de cabeça, uma dor de cabeça muito intensa. Que que você fala aí?
Que que eu tomo, mano? Que que você daria para ele? De pirona.
Você fala: "Toma de pirona". Aí ele e sua mãe já olha para você, fala: "Mas, pera aí, de pirona de novo? né?
Eh, tudo é de pirona, né? Você só estudou de pirona na escola, né? Então, aí fala: "Pô, de pirona?
Ah, mas é analg. " Aí ele fica meio assim, seu amigo é perspicado, ele fala assim: "Ô, Ana, pera aí um pouquinho". Aí ele vai lá, pegmô dele, põe 36.
Aí falando, ontem eu tava com 39, tomei de pirona, fui para 36, fiquei ótimo, obrigado. Só que hoje eu tô com essa dor de cabeça e eu tô com 36. Você tá mandando eu tomar o mesmo remédio, a mesma dose.
Não vai baixar minha temperatura. 36 não é o certo, não vai baixar demais minha temperatura. Se eu tomar essa bipirona.
Que que você responde? Tem pironar. Não vai, não vai achar porque não então tá certo.
Você fala: "Não, pode tomar, mas será? Será? " Pode.
Aí você dá a explicação científica para ele, sua mãe que também tá preocupada. Porque a gente tem que entender o seguinte, não é a dipirona que causa vaso dilatação, eh, sudores, aumento a frequência respiratória, né? A dibirona não faz isso.
Ela não age no nosso tema nervoso autônomo, ela não age disso. A dipirôn o que ela faz? Ela inibe lá a cicloxigenase, né?
Ela vai inibir a formação dos dos pirógenos que nós falamos. Então ela tira a ação daqueles pirógenos no hipotálamo que estavam fazendo ele interpretar errado. Quando a dipirona foi lá e tirou o piróge de lá, o sete pointalâmico volta para 36.
E é o hipotálum que fala: "Opa, esse corpo tá em hipertermia, né? O certo é 36, ele tá em 39. Ele mesmo anterior trabalha para perder temperatura".
Hoje que a pessoa tá só com dor de cabeça, não tem nenhum pirógeno atuando lá no hipotálo. Então você pode dar de pirônio que não vai baixar temperatura porque não tem nada. Tem a dipirona não muda o set point do hipotálo.
A dipirona tira o o a substância que estava mudando. Não tem substância, ela não tem ação nenhuma lá. Ela vai ter a atuação em outros receptores que ela tem que é de dor e tal.
Então, a a tirona vai ter a ação eh analgésica dela, mas não vai ter ação antipirética, entenderam? Então você pode dar de pirônio para pass 36º sem problema nenhum. Esses piróidos, eles vêm do da infecção que a gente tá vivo da da bactéria ou ele já tá dentro da gente?
Não, pirógen é isso, é interlocina, citocinas, são substâncias que são produzidas pelo nosso corpo quando você desencadeia essa cascata, que são as ciclooxigenases, né, que é que é tem a cox um, a cox 2, tem várias cadeias de reação pós infecção, pós processo inflamatório, não precisa ser só infecção, né? Só que claro, por exemplo, ah, você tem uma infecção que é causada por uma bactéria, a dipirona vai atuar lá, vai melhorar. Só que tem que lembrar que a própria bactéria é um pirógeno também.
Então, por que que quando você tem uma infecção você vai dar lá de pirona, mas você vai dar antibiótico, né? Se for se for eh bacteriana, né? Eh, por quê?
que eu preciso combater aquele pirógeno exógeno. Só que o antibiótico ele demora lá 48 horas, 72 horas para ele conseguir eh eh eh matar aquela bactéria, começar a controlar a infecção e tirar a ação dela. Eu não vou deixar o paciente três dias com febre até o antibiótico fazer o efeito.
Então eu inicio com o antipirético antes para ir fazendo efeito. Enquanto isso o antibiótico tá agindo. Daqui a pouco eu não preciso mais da de pirona que o antibiótico tratou, né?
Então, é isso. Agora, as ciclos oxigenais são desencadeados frente à infecção ou frente a uma inflamação, um trauma. Tem várias coisas que podem desencadear.
E aí você tem os mecanismos, as medicações para inibir a formação deles, tá? Então, ah, é isso que acontece. Então, essa pessoa que tá com dor, não tem problema.
Se ele não tá, então pode ficar tranquilo. E aí seu amigo confiou, falar: "Ela acertou ontem, eu vou vou dar esse voto de confiança para ela. Toma e fica ali preocupada, esperando ver se vai cair a temperatura e tal".
Não caiu, melhorou a dor de cabeça, ficou ótimo. Ficou agradecido a você, sua mãe mais orgulhosa? É, posta lá jal e aí, então é isso.
Entenderam, pessoal? Então é assim que a que o quando a gente dá a medicação ela age só pra gente entender porque às vezes a gente dá faz na prática, às vezes a gente não pensa como isso tá trabalhando, né? Por que em um baixo no outro não, como ela atua, né?
Qual é a lógica da gente fazer isso, né? E aí a gente começa a entender como que as as medicações agem. Beleza?
Então isso é uma coisa que a gente tem que ficar bem claro pra gente. Então fica bem fácil o dia a dia, como funciona e quando eu tô com febre, porque que isso tá desregulado, como eu trabalho para melhorar. Só mais um detalhezinho antes da gente encerrar que é assim que é existe uma outro quadro que talvez não sei se vocês já leram a respeito que chama hipertermia maligna.
Vocês já leram, já ouviram falar, né? É um quadro muito mais grave, muitas vezes é fatal, né? A gente não, o paciente começa a aumentar muito a temperatura e a gente não consegue controlar esse aumento de temperatura.
Por que que isso acontece? Porque na verdade não é por causa de um pirógeno que tá atuando lá que aí eu poderia combatê-lo. Isso aí normalmente é desencadeado por outras coisas.
Pode ser por um trauma. Então geralmente é uma lesão hipotalâmica, entendeu? Então pode ser um trauma craniano, pode ser uma cirurgia craniana que manipulou ali hiperpotálum, por exemplo, uma hipófise, isso pode causar uma lesão hipotalâmica ou às vezes só uma edema local, se eu não me falo mais transitório.
Existem alguns medicamentos, principalmente anestés que podem desencadear. Existe tendência genética, existe várias coisas, mas o que importa é é uma lesão hipotalâmica, normalmente no hipotálamo anterior. Então, olha o que que acontece agora que a gente sabe o que que o hipotál faz, lembra?
Ele é o responsável por reconhecer a variação da temperatura e ao mesmo tempo é ele o responsável por desencadear os mecanismos de perda de temperatura. Se eu leso o hipotálamo anterior, eu não consigo perder temperatura. eu começo a ter uma tendência de gerar cada vez mais e ao mesmo tempo eu não consigo nem reconhecer que isso tá acontecendo, porque o anterior faz justamente as duas coisas.
Então começa a aumentar minha temperatura, que só o posterior atua e ele nem reconhece que isso tá errado para ele desencadear para melhorar. E aí você tem uma tendência de ganho de temperatura cada vez maior, a ponto de você chegar em temperaturas que são incompatíveis com a tuda, começa desaturação proteica, várias reações começam a não acontecer. Então, e aí isso é incompatível com a vida, tá?
E aí adianta eu dar de pirona para esse paciente? Não adianta, porque nós acabamos de falar que a dierona atua não corrigindo o set point, ela faz ela é inibição do pirógeno. Não tem pirógeno nessa situação, ela não consegue, entendeu?
Então os medicamentos não vão resolver. Normalmente a gente precisa fazer medidas físicas, despia o paciente, ambiente frio, molha, eh, o gelo, vai fazer o que for físico para eu tentar controlar a temperatura corporal. Se isso era algo passageiro, ah, foi uma cirurgia na hipóco, causou um edema ali no potum e tal, você consegue controlar aquilo lá 24, 48 horas e depois normaliza o potumo volta a funcionar.
Beleza? Se é uma lesão grave, uma lesão irreversível, não tem o que fazer, entendeu? Então, muitas vezes é fatal, por isso que chama hipertinha maligna, porque é um quadro muito grave, tá?
Então, só para vocês entenderem os mecanismos, você vê como existem situações, são todas umas diferentes da outra, tá, professor? E aquela hipercnia isolação que então mesma coisa. Isso é calor, calor, a exposição é exposição é ambiente causando aumento sua temperatura.
Seja eh por uma atividade física, como eu dei o exemplo lá da Viná, seja por excesso do sol, só só você faz, entendeu? É aumento sua temperatura por o ambiente de fez aumentar sua temperatura. O que acontece às vezes é que assim, você pode ter aquele aumento temperatura que vai ser corrigido no fácil, mas o que acontece às vezes é você tem queimadura, aí você tem produção de interleucina, você tem uma lesão e aí isso pode fazer o aumento de temperatura posterior depois de você ter saído do sol, então, entendeu?
Porque aí você gera essa desencadeia a ciclooxigenase lá. E aqui, pessoal, só para finalizar aqui, ó, mostrar para vocês, ó. Se eu desse até ontem uma ressonância para vocês e falassem: "Ah, localiza o hipotálamo aí para mim".
Eu acho que vocês ficariam meio perdidos, né? Mas hoje eu imagino que vocês consigam reconhecer. Não conseguem?
Vocês conseguem localizar mais ou menos on? Onde tá? Aqui não.
Aqui um pouquinho para baixo. Aqui não. Aqui é mais aí.
Isso. Então, ó, esse aqui é o tálamo. Lembra?
Tá, é aquela parte mais proeminente, mais desenvolvida. Aqui embaixo tá o mesencefo, ó. Ó, bubo ponte mesencéfo.
Então, lembra que a gente falou, o hipotál tá abaixo do tálamo aqui do sul hipotalano, na frente do meseto. Então ele tá justamente aqui. Isso aqui é o hipotálo, tá?
Ó, a hipófise aqui que eu falei para vocês da célula tursica, né? Isso aqui é o esfenoide, é o os osteos esfenoide. Esse preto aqui é o seis esfenoado, né?
Tem vários ossos da face aqui que tem preenchido por ar dele. Então isso eu sei deão. Isso aqui é a célula turdsica.
Aqui é uma depressãozinha ossa aqui. E esse bolinha branca hipófise na cela tsica, tá? O que que seria isso aqui?
Então é o impundíbulo. O infundíbulo. Lembra que eu falei?
Uma astezinha lá, o cabozinho, ó, que é a parte inferior do hipotálo. Sustenta a hipóse. Aí eu fundi o que que é isso aqui, ó?
Eu pro ótico, lembra que eu falei, ó, frente para trás, né? A primeira estrutura o que asma para essa vírgula aqui que asma depois o infundível. Que que é essa bolinha branca aqui na frente do exerceto?
É o o corpo corpo mamilar. E aí entre o corpo mamilar e o infundíulo, o que que eu tenho? Que que é essa área aqui?
Esse branquinho o tubercinético. Então a gente consegue até identificar aquelas estruturas aqui no exame de imagem, ó. Asma ótico, fungo, tubercinério e o corpo mamilar.
Beleza. Dé pra gente ver, tá? Eu essa parte preta ali embaixo.
Esse não, do lado direit aqui. Isso aí. Ah, tá.
É só espaço aqui na frente da aqui é na frente da da ponte do mesa. Essa área aqui é tem a gente tem um espaço aqui, entendeu? Aqui, por exemplo, é o quarto ventrículo.
Aqui não tem nada demais. Aqui é o quarto ventrículo, tá? CB aqui são os vetrículos laterais, seis fenoidal, seio frontal, os etimoidais estão aqui assim.
Onde que tá o que mesmo? Não entendi o que tá onde? Aquela vírgula, essa vírgulazinha aqui, ó.
Pera aí, eu tenho uma imagem ampliada, ó. Faz que passa ali. Aí quando vai tudo aí aqui, ó.
Ó, aquela mesma imagem corpo caluso aqui, tá? Ó, tá essa região hipotálo. Então, olha aqui, ó.
Isso aqui, ó, tá dando importadinha. Esse aqui é o que ó, que é o infundivo. Esse branquinho aqui é o tubor cinério.
E aqui o corpo viu? Foi você viu bem agora aquele ampliado, né? Você pegar as peças lá, dá para ver.
Nem sempre dá para ver todas, mas dá para ver uma ou outro, tá? Mas dá para ver bem. Então isso olhando, claro, na base do cérebro.
Beleza? Isso. Ah, é isso, pessoal.
Bem tranquilo. É só pra gente ver o hipot mesmo e como ele funciona. Alguém tem alguma dúvida, quer perguntar algo?
Todo mundo assinou nem passou isso.