Teste. Bom, pessoal, a live no sofá hoje é um pouco diferente, né? Estamos num cenário diferente porque estamos em Brasília, né, Sejão? >> Bras. Eu chamo de Brasilia. >> Brasilia. >> É >> Brasilia. >> Brasia. E eu sempre chamei de Brasilia e eu descobri o quê? Que Brasia é o jeito carinhoso de chamar Brasília. >> É mesmo? >> É. Então, aprenda que você vai vir muito pra Brasília também. >> É Brasilia. >> Brasia. A Brasília é o capital do Brasil, né? >> Capital do Brasil. É é é o estado, >> não é estado, Distrito Federal.
>> Não, Distrito Federal. >> Isso aí. >> Isso, isso que eu quis dizer mais importante do Brasil, cara. >> Será? >> É. >> Ah, vamos falar que é, né? Nós estamos aqui, né, >> pessoal? Eh, normalmente vocês vê a live no sofá, no meu sofá e tudo mais, só que o que acontece, o Sérgio Sacan é um homem muito ocupado e eu tive que ir atrás dele para conseguir fazer a live no sofá com ele, porque era uma live que eu queria fazer há bastante tempo com você. >> Faz tempo que a gente tá conversando
mesmo. >> É. E e daí eu tive que vir atrás de você. Por qu, cara? O Sérgio tá querendo começar com essa pergunta. Por que que você é tão culpado hoje? >> Não sei não, cara. Começou a emendar um monte de coisa. uma atrás da outra, né? >> E ah, é, né? Ah, mas você a gente tá vivendo, né? Você também vive isso aí, né? É muito evento, é muita coisa, é muita viagem por conta de trabalho e Tudo. E aí acaba que uma coisa vai encavalando na outra, na hora que você vê, cara, você
tá aí absorvido, né, por tudo isso, né? >> É absorvido. >> Então não tem não tem como, né? E aquele negócio, né? Como a gente tá na internet vivendo disso aí, a gente não sabe até quando que vai ser, tem que aproveitar o momento, né? >> É isso. É verdade. Você trabalha muito? >> Trabalho, trabalho um pouco, né? >> Tá sempre aí. sempre isso, sempre na correria. >> Ô Sérgio, você é um cara muito querido, cara. O pessoal gosta, é, >> o pessoal gosta muito de você, >> o pessoal sente que você tem um carisma,
você tem de fato, né? >> Hum. >> O que que a que você atribui a isso e o que que você sente com isso? Você se sente realizado por ser uma pessoa Querida ou ou isso não é tão importante para você porque você tá no ramo da ciência? >> Tô no ramo da ciência. >> Isso não é tão importante para você. você é uma pessoa querida assim, >> cara. Assim, a não é sempre bom ser querido, né? Não sei se eu t sou tão querido assim, não tem aí determinadas vertentes que não me querem tão
bem, mas tô brincando. Sei não, acho que deve ter, né? Sempre tem, né? >> Meso você já foi cancelado? >> Pô, já fui cancelado pr caramba, cara. É muito. >> É mesmo, >> muito, muito. Posso contar e depois eu conto alguns. >> Qual que foi o pior cancelamento que você teve? Cara, o meu pior cancelamento eu a eu tive dois o ano passado. foi da Agência Espacial Brasileira, porque a quando fez 61 anos do voo da Valentina Teresicova, que foi a primeira Mulher ao espaço, uma soviética >> russa, >> é, a agência espacial brasileira resolveu
fazer uma homenagem, só que ela colocou na postagem um um desenho, nem era uma foto, representando uma astronauta negra. >> Hum. e falava no texto o seguinte: "Estamos aqui para comemorar os 61 anos da do feito da Valentina Teresicova. O que que a pessoa ao ler aquilo vai falar: "Caramba, Valentina Trenchova é Essa mocinha aqui". Mas não é, cara. Valentina Trenchova é uma soviética. Existe foto dela, existe vídeo dela. >> Hum. >> E eu peguei aquilo lá que a Agência Espacial Brasileira escreveu e falei: "Cara, vocês estão errados, cara". >> Deve ser cancelado. >> Aí
eu fui cancelado porque a galera falou: "Ah, você não entende, você não entende de luta de classe, você não entende". Falei: "Cara, não tem. Vocês Poderiam ter colocado a parte clássica que vocês queriam, mas explica primeiro. Podia ter colocado uma fotinha da Valentina Trixicov e a fotinha da astronautinha que vocês queriam colocar e explicasse, cara. Porque e aí depois e virou, cara, isso aí virou uma confusão tão grande, mas tão grande, cara, mas tão grande que você não faz ideia, cara. >> É mesmo? >> Eu cheguei a ser, fizeram o dossiê da minha vida, >>
caramba, >> me começaram a me cancelar para todo lado, entendeu? E chegaram a falar que eu era sócio do Brasil paralelo. Falaram que eu era sócio do Brasil paralelo, cara. >> Caramba. >> E aí eu fui cancelado dos dois lados. >> Você não tem ligação nenhuma com >> Não tenho Eu tenho ligação nenhuma. E o pessoal do Brasil paralelo pensou que eu tava falando por aí que eu era sócia Deles. >> Cara, mas isso virou um rolo tão grande, mas tão grande, mas virou um rolo, cara. >> Envolveu política, um monte de coisa. >> Ah,
envolveu, cara. Envolveu tudo que você pode pensar e tal. Aí passou isso aí e depois no final do ano eu fui fazer um evento na vou contar isso de novo, né, pra galera, né, para quem não não acompanhou, fui fazer um evento na Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina. Sim, >> numa mesa que é onde a gente bater um papo sobre eh divulgação científica. Eu, o Wesley, conhece o Wesley Delanari? Conheço, conheço, conheço. >> Então, meu meu amigo, eu, ele, >> ele é do Brasil Paralelo. >> Não, não, ele é lá de
Santa Catarina. Ele, >> ele é do IMBL. >> Não, ele é do IP, ele ele é um psicólogo. >> Não, eu conheço ele, mas ele não é do >> Não, ele não tem, não tem ligação por nada nenhuma. Tá, >> a gente foi lá discutir sobre conversar sobre divulgação científica e uma professora dentro da Universidade de Santa Catarina, quando o pessoal ficou sabendo disso, o pessoal do CA lá resolveu aí, posso ter usado a palavra errada, posso ter, mas eles invadiram o palco, entendeu? Antes da gente ir na ir na mesa, eles subiram no palco,
colocaram Um monte de faixa no palco >> e uma delas falava assim: "Essa mesa não nos representa". Pá, >> com você lá. >> Não, a gente não tava no palco ainda >> antes da gente subir. >> Mas foi para te atacar. Foi para >> atacar a gente, nós três, né? Nós três. Aí, por que que não representava? Porque eles queriam um gay, eles queriam um índio, eles queriam eles queriam uma pessoa de cada de cada etnia, de cada Representatividade ali. E aí o que acontece? O lance foi que essa faixa principal, ela foi tirada do
palco e jogada de lado. E eu tirei foto dessa faixa >> e guardei a foto para mim. Aí passou, esse evento, passou depois de não sei quanto tempo lá, uma jornalista começou a me detonar no Twitter e tal, não sei o quê. Aí eu só fui lá e falei assim, ó: "Você não sabe dos fatos porque você se ela mostrou várias imagens, mas você não Mostrou a imagem principal, que é essa faixa aqui, que só eu tenho essa foto, porque eu tirei a foto", tá? Aí, cara, aí virou uma confusão, cara. Ah, nossa, >> no
Twitter >> virou uma Não, aí foi espalhou, né? Aí vai, aí pessoa faz vídeo e tal e não sei o que, entendeu? Então assim, já fui algumas vezes cancelado, sim. E não é bom, né? Mas vai fazer o qu, né? >> O pior cancelamento foi do >> cara, eu acho que foi esses dois aí. Foram os dois piores. >> Os dois piores. >> Foram os dois piores. A EB tirou o post do ar. Aí os caras falaram: "Olha o que que você fez. Você fez a EB tirar o post do ar e tal, não sei
o quê". E daí você esses cancelamentos que você tem, eles entram na sua mente ou você ou você realmente não se importa? >> Cara, eu não me importo muito, cara. Entendeu? Porque assim, no lance da EB eles estavam errados mesmo. E no lance Da jornal ela tava errada, porque a faixa principal só eu que vi. >> Hum. Porque o cara colocou a faixa e alguém subiu no palco imediatamente arrancou a faixa e jogou fora. E eu, por sorte, eu tirei a foto >> antes de subir no palco, eu tirei a foto da faixa, entendeu? E
aí eu mostrei isso pro pessoal. Então assim, não entra. É chato. É chato, né, para caramba, porque eu fico um monte de gente falando de você o dia inteiro, entendeu? Não é Legal. E começam a falar um monte de coisa, nada a ver e tal, mas aí depois a gente sabe como que a internet funciona também, né? Passa dois, três dias, acabou, né? Então você tem que tentar sobreviver aqueles dois, três dias ali e depois vai ir embora, entendeu? >> É o pessoal, ele eu vejo muita na internet assim o pessoal falando que existe muitas
pessoas falando que você do MMBL, >> Brasil Paralelo e tudo mais. E >> eu não sei que a galera tira isso, cara. Da direita, da direita e tudo mais. >> Tira isso, cara. Cara, eu nunca falei assim, meu posicionamento político, entendeu? Você nunca falou foca na ciência. >> Falei, cara, eu não nem nem go. Eu já falei mal de todos os lados, de todas as vertentes, de tudo que é tipo, entendeu? Aí eu fui num podcast, troquei ideia com com o Ciro Gomes, falaram que eu era do partido do Ciro, cara, cara, não tem Nada
a ver, entendeu? Aí eu falo uma coisa, por exemplo, eu defendo que a as mudanças climáticas existem, >> entendeu? >> Aí eu falo isso, pro pessoal fala: "Ó lá, é comunista". Aí eu vou lá e falo as coisas que do do outro lado, o pessoal fala lá é de extrema direita e aí fica nessa, cara. Entendeu? Então assim, não tem e a gente tenta ir pelo que é mais justo, o que é mais certo e tal, entendeu? Não é não Tem saída, né? Eles vão te taxar de algum jeito, né? Eles vão colocar, eles querem
colocar você numa caixinha. E aí, por exemplo, na época de eleição, o pessoal chegava e fala assim: "Ah, fala em quem vai votar". Aí um dia eu fiz uma live, falei o seguinte, falei: "Pessoal, vocês não querem saber em quem eu vou votar, vocês querem saber se em quem eu vou votar é a mesma pessoa que você quer que eu vote, porque se não for, você vai vir encher meu saco." Então você não Quer saber a minha opinião, você quer que a minha opinião esteja de acordo com a sua. Então eu não vou falar, cara.
Eu não falo e assim segue a vida, entendeu? Então passa um tempo, um lado me me cancela, passa um tempo, o outro e aí eu vou nessa. Mas eu não tenho não tenho ligação política com com ninguém. Talvez pelo fato de eu conversar com todo mundo. Então, lá no meu podcast eu já levei o Elias Jabur, né, que é um cara comunista. Eu já fui no no Artur Moron, que é o podcast lá do Brasil paralelo. >> Você já vou no Redcast? Eu já eu vou no Redcast direto, eu vou na na Jovem Pan direto,
entendeu? Mas já fui trocar ideia com o Ciro Gomes, ficamos lá 3 horas trocando ideia. Então assim, eh, eu acho que eu falo isso aí direto pro pessoal, eu acho que existe uma doença das pessoas não quererem conversar com quem você não concorda. Isso para mim tá errado, cara. >> Não é porque eu não concordo com você que eu não vou conversar com você, qual que é o problema? Entendeu? Não tem problema nenhum com isso. A gente pode não concordar num monte que eu vou te dar um maior exemplo disso. Eu com o Super Chandão,
>> claro. >> Eu com o Super Chandão, para quem entrar no canal da Grove, tem lá 3 horas de vídeo que a gente fez lá na lá no CT do Cariani. >> Sim. A gente falou de terra plana, que obviamente a gente não concorda, mas tem várias coisas ali que a gente concorda, entendeu? Quando ele casou, eu dei parabéns para ele e tudo e tal. E cara, qual é o problema, cara? Eu não não preciso, não vou matar a pessoa. >> Tem uma amizade ali. >> Claro, eu eu não. Se a pessoa não concorda comigo
em alguma ideia, isso para mim não tem problema, entendeu? É assim que a gente tem uma frase que o Pessoal fala o seguinte: a a humanidade ela só evoluiu graças à entropia de pensamento. Imagina se todo mundo pensasse igual, não ia ter evolução. Agora, quando você vai tendo as pessoas pensando diferente, esses conflitos, obviamente que conflitam no campo da ideia que eu tô falando, isso faz com que as pessoas vão evoluindo. Porque às vezes, por exemplo, eu posso ter uma visão, você tem outra. Se eu tiver a paciência de ouvir a sua visão, pode ser
Que eu falo: "Caramba, cara, essa visão dele aqui é interessante nesse ponto aqui." Então, por exemplo, eu posso pensar em mudar ou você pode pensar em mudar ou eu posso ver o seu lado e você vê o meu de de ponto de vista diferente. Só que existe uma doença hoje que a pessoa não quer conversar com a outra pessoa. Se a pessoa pensa diferente, o outro já não quer nem conversar. Isso para mim é uma doença que existe hoje na internet em geral, entendeu? E tinha que Acabar. Então você falou o lance aí de eu
ser querido, né? Eu acho que é porque eu converso com todos os lados, cara. Eu não tenho esse problema, entendeu? Então, conversei com o Monarque outro dia, entendeu? Fiz, fiz uma lá no Redcast, fizeram uma live com o Monarque lá, duas horas trocando ideia, pessoal, caramba, você não xingou o Monarque, tal. Falei, cara, eu vou xingar o cara para quê, cara? Para que que eu vou xingar o cara? Não, não tem nenhum Motivo para fazer isso, entendeu? Então eu acho que o povo vive uma uma certa doença aí, cara. Isso é o pessoal fala que
eu falo a frase toda hora, né? Complicado demais, entendeu? É muito complicado, >> cara. Eu sinceramente no meu pessoal, né, eu não acho que você devia ser cancelado, porque eh você é um cara muito querido, cara. E eu acho que e e tem uma questão que >> você é um cara que tá Fazendo pela ciência num Brasil, num país onde as pessoas estão meio não se importando muito com isso, passando por cima. Existe uma pessoa no Brasil, você e muitos outros, que estão lutando por trazer conhecimento pras pessoas, conhecimento científico. E eu acho isso muito
importante, muito relevante, sabe? >> Então, assim, não sei por dentro de todos os cancelamentos. Eh, você falou de dois, né? Mas eu acho que você é uma Pessoa que muito mais faz do que qualquer outra coisa. É, cara, a gente tenta fazer >> ajuda o pessoal aí a E e você tem um um um programa que o o rapaz me falou que você traz eh o Ciências sem Fronteiras, acho. >> Chamo Ciência na aqui, chamo ciência na estrada que a gente tá aqui em Brasília que a gente tá indo nas RA, que são as cidades
satélites, né, que o pessoal fala e estamos indo na cidade satélites, Aonde as pessoas não têm acesso à informação, não tem acesso à cultura, não tem acesso a nada científico, entendeu? Então essas RA elas foram escolhidas meio a dedo. São RA afastadas, são RA com problemas sociais terríveis e tudo. E é isso que a gente quer atacar para mostrar para essa criançada aí que tem essa parte científica. O nosso projeto ele é como se fosse uma grande feira de ciência. Tem robótica, tem astronomia, tem Química, tem física, tem tudo >> pra gente expor para aquelas
crianças ali toda, meio meio que todas as vertentes da ciência e ela vê que tem coisa legal em tudo e que, caramba, ó, achei legal essa parte de química aqui. Quem sabe o dia que ela decidiu que ela for fazer, ela não decida somar química, tá ótimo já pro Brasil, entendeu? >> Então é essa que é a nossa ideia com ciência na estrada aí que estamos rodando aqui Brasil. >> Maravilha, cara. O projeto muito bacana. Ô sacane, você qual que é a sua opinião sobre o Monarque? >> Você falou, você falou que você teve uma
conversa com ele e no final qual que é a sua opinião sobre ele? >> Cara, Monarque, né? Eu falo, eu falei lá na durante a live para ele, eu sou muito grato ao Monarque, entendeu? Muito mesmo, muito, cara, porque ele me deu a chance de eu ter o o Ciên Sem Fim, que é o meu podcast, >> que é abrigado lá dentro do guarda-chuva do Flow, né? Do Flow Podcast. E por que eu tenho o podcast lá? Pouca gente sabe. Eles chamaram para conversar o Super Chandão. >> Ah, o Super Chandão. A gente fez uma
live junto, vocês debateram e tudo mais. Então era 2020, 2000, né? foi ali, né, pandemia, aquele aquele período ali, eles chamaram super chandol para conversar e aí eu fui no Twitter e escrevi assim para eles. Falei: "Oi, pessoal do Flow, vocês chamaram o o Terraplanista para conversar, vocês podiam chamar o outro lado, >> hum, >> para conversar para vocês darem, né, igualdade." Aí eles me chamaram. >> Primeira vez que você apareceu? >> Primeira vez que eu fui no Flow. Exatamente. Primeiro. Exato. >> E aí eu fui lá, depois eu fui uma outra vez. Aí eles
gostaram, falaram: "Caramba, ó, nós estamos querendo abrir um programa aqui de ciência, queria que você fizesse". Aí o Monarco falou comigo, falei: "Claro, vamos fazer e tal". Cara, eh, eu gosto muito do Monarca. Quando ele ficou com o Monark Talks lá, eu fui duas, três vezes no programa dele e tal. Eu acho que ele escolheu uma linha de de ataque, de pensamento, de raciocínio, que é uma linha perigosa para ele pessoalmente, entendeu? E ele tá pagando por tudo que Ele que ele que ele fez, tal, algumas coisas com injustiça, outras talvez com um pouco de
justiça, mas ele tá ele tá pagando por tudo que ele que ele fez, por tudo que ele falou pessoalmente, cara, eu gosto muito dele. Eu acho ele um cara muito gente boa, entendeu? Toda vez, cara, toda vez que eu encontrei com ele, conversei com ele, eu nunca tive problema com ele, fizemos aí o programa, quem não viu lá no Redcast, vai lá assistir. Fizemos lá uma discussão Gigante sobre Graviton, uma coisa que ninguém sabe. Depois do programa ele me mandou mensagem, entendeu? Ele falou: "Pô, Sergão, se eu peguei pesado lá com você". Eu falei: "Que
é isso, cara? Ah, estamos que é isso que eu tô falando. Não é porque ele ele não concorda. >> Você tá comigo? O papo tá bom, mas eu preciso urinar. >> Vai lá, vai lá. Vai lá que eu vou falando com a galera aqui. Então eu eu vou conversando com vocês aqui, ó. Deixa eu ver. Tem tem uma galera aqui. >> Tem uma galera aqui. Não écast, é podcast. Não, cara. Eu fui no headcast conversar com o com o com o Monarca. Então, para quem não viu, vai lá. Tem até toda a discussão sobre sobre
Graviton, né? E eu ontem gravei um vídeo pro meu canal falando do graviton, tá bom? Ai ai, já começou live gravada? Não, cara, nós Estamos ao vivo aqui em Brasília, tá? São 11:10 da noite, então não tem nada disso. Vou ver no gravado, não quero perder nada. Você usa shampoo? Bem pouco, né, cara? Bem pouco. Preciso, preciso mais muito, né? Bem pouco shampoo. Tá bem pouco. O que é um graviton, né? Então, o que é um graviton? Vai lá que eu o Monarque durante o papo lá, ele pediu para eu Pesquisar no chat GPT. Eu
fui no chat GPT e gravei a resposta do chat GPT para ele, que é basicamente que lá que eu falei, né? O graviton é uma partícula hipotética que a gente não sabe se existe ou não existe e que se ela existir, ela ligaria a quântica com a relatividade, tá? Manda um salve, um salve para todo mundo aí, tá? Faz não vou fazer o gesto que o Elon fez também não, cara. >> Sergão, Sergão, >> ontem foi aniversário do Fel. >> Ontem foi, ontem foi. Ontem foi aniversário do Felca. Caras, mandem parabéns aqui, ó. Palminhas aí
pro Felca aí, ó, que ficou mais velho ontem. >> Quando ele chegar, vamos dar >> Você é corintiano? Corintiano, graças a Deus, meu amigo. >> Uh. Ai, ai, sou corintiano, graças a Deus. Manda um alô para Helenice Fortaleza. Salve. >> Avisa a galera que depois o vai tá com a gente. >> Ah, é, ó, daqui a pouco, tá? Me tem lançamento direto de Vandenberg, na Califórnia. Terminando essa live aqui, o Felco vai participar com a gente da live de foguete, vai fazer uma transmissão de foguete com a gente, tá bom? Vamos lá. Sou corintiano, galera.
Sou corintiano. Estamos em Brasília. Estamos em Brasília. Já sofreu bully igual Felca? Sofri bully minha vida inteira, meu amigo. Sofri bullying minha na escola minha vida inteira. Só isso, entendeu? Mas o bullying ele serve para moldar o cidadão, tá? Mas eu tinha uma grande vantagem. Como eu era grande, o pessoal ficava um pouco com medo de mexer comigo, tá? Ai, ai. Gostou de participar do anime? Cara, o anime hoje tava sensacional lá. O anime Summit. Eh, aliás, o Felca tá lá também, tem uma galera lá. E foi demais. Eu eu não dou mais, eu não
faço palestra assim nesses eventos porque acho que palestra a galera fica vai dormir. >> Então eu e o Pedrão subimos lá no palco, fizemos um um bate-papo com a galera, perguntas, respostas. Amanhã estamos lá no Anime Summit. Então se você está em Brasília, vai lá no Anime Summit. Amanhã >> vamos gozar. Vamos tarde. Vamos gozar, né, Sergão? >> É, >> vamos gozar. >> Vamos. >> Ô Sergião, a gente terminou falando sobre Monark. Boa. >> O Monark hoje eu não conheço ele >> não. >> Hum. Não, não conheço ele pessoalmente assim. Nunca falei com ele, mas
ele parece que tá meio terraplanista hoje, assim, ele tá meio com umas ideias meio diferentes. Ele, eu vi uma uma live do Monarque que ele falou que o Lula, o Lula ele tem alguns clones e >> não, eu sei, ele tem, cara, ele tem, >> ele tem umas teorias da conspiração que ele usa, ele pega aquele, vamos pegar assim, aquela, aquela ideia de sair questionando e não aceitar tudo e leva ela um pouco ao extremo, entendeu? Então assim, a terra, a terra se plana, né? Ele começou com esse papo aí, mas eu acho que ele
já esqueceu disso aí, tá? Espero e Monarca. Eu espero que você tenha esquecido esse lance da terra plana já. >> Mas aí a do homem não pisou na lua. Ah, porque se não porque se pisou, por que que não voltou nunca mais? Com certeza eles têm base lá, não tem base lá e tal. É o lance da Antártica, né? Por que que a gente não explora Antártica? Existe acordos assim e tudo. Então assim, ele pega essas teorias de conspiração que existem por aí. Algumas ele leva muito Ao extremo e aí ele tenta encaixar nas ideias
dele de que existe o tal do globalismo, né, que são que são famílias que são que são que tão acima de qualquer tipo de partido, de poder. >> Cara, eu pessoalmente não concordo com isso. Eu acho que isso não tem o menor sentido no mundo que a gente vive hoje, ter famílias ou ter um grupo seleto de pessoas que controlam o mundo em todas as su as suas as suas diretrizes ali, em todos os seus setores. Eu acho que não. Mas eu entendo que tem uma muita gente hoje que defende esse lado aí. Eu pessoalmente
não concordo. Eu acho que seria muito complicado acontecer um negócio desse. >> E que que você acha do cancelamento do monarque? Você acha que foi justo? Você acha que foi injusto? Você acha que exageraram com ele? Ou você acha que foi eh algo justo pelo que ele falou? Que e basicamente ele falou que deveria assim poderia ter um partido nazista, né? >> É, ele falou que se existe um partido comunista, né? Por que não ter um partido nazista? É esse que é o lance dele, né? ele levar o l o o a tal da da
liberdade de expressão irrestrita a a esse limite, né? Eh, do cancelamento em si sobre isso que ele falou, cara, eu particular, eu já falei isso aí várias vezes, já falei para todo mundo isso aí, eu acho que foi uma injustiça que fizeram com ele, entendeu? Uma injustiça. >> Eu acho uma injustiça, cara. Eu acho uma injustiça eh terem feito o que fizeram com ele por conta de algo que ele não existe todo um contexto, cara. Aquela galera ali naquele dia, eles estavam há 4 horas fazendo live, eles estavam bebendo, entendeu, durante a hora. Que ele
é um completo drogado. >> Então eles estavam 4 horas ali e cara, é aquele negócio, senta 4 horas com um amigo seu no bar e começa a conversar. >> É, mas eles não estavam no bar. >> Não estavam no bar. Isso aí eu concordo também que eles tinham que ter tido essa essa coisa. Eu acho que foi uma infelicidade dele o exemplo que ele quis dar. Ele não, se ele tivesse pensado um pouquinho, ele não teria dado o exemplo que ele quis dar. Porque o exemplo que ele quis dar é o seguinte: se existe um
lado que tem uma coisa, o outro lado tem que ter. Se existe, por exemplo, torcedores do Palmeiras, tem que ter torcedor, pode ter torcedores do Corinthians, pode, porque você tem liberdade de torcer para qualquer time. Se ele falasse desse jeito, tava tranquilo, ia passar a ideia dele. O problema é que ele levou para para essa coisa extrema. E aí o pessoal pega isso aí. E aí ele já tava sendo, já tava sendo alvo também de várias outras coisas, né? Não tinha sido o primeiro cancelamento nem nada, né? Então aquelas coisas foram acumulando até chegar aquilo
ali foi meio que a gota d'água, >> é? >> Entendeu? Então assim, se você analisar só por aquilo ali, eu acho injustiça, mas tem todo um contexto das coisas que aconteceram para chegar naquele ponto que chegou, entendeu? >> Mas e ele foi infeliz no exemplo que ele deu, eu acho que ele foi infeliz. teria outras maneiras de falar, entendeu? Se ele tivesse parado para pensar dois minutinhos, talvez ele não falasse daquele jeito, estaria tudo Normal. Como que seria as coisas, né? Se ele tivesse parado para pensar um pouco. Então, eu acho que essa que é
a minha conclusão aí de tudo isso, entendeu? >> Entendi. Maravilha. Ô Serão, falando sobre eh astronomia, mas isso aqui não não tange só astronomia, tange no geral. >> Tem alguma teoria da conspiração que você acredita? >> Eu vou falar, eu vou falar. Cara, tem uma só uma teoria da conspiração que eu Acredito. >> Hum. >> Que em 1998 o Brasil entregou a Copa do Mundo pra França. >> Essa é a única. >> Essa você acredita? >> Essa eu acredito. Por quê? Você pergunta para todos os jogadores e todos eles contam exatamente a mesma história em
todos os detalhes. >> É mesmo. >> Então, dá a impressão que aquela História foi uma história escrita e decorada por todos eles. >> E eu acho que eles ainda vão falar no leito de morte deles, hein? Essa é a única teoria de conspiração. Das outras eu não acredito em nenhuma. Não é >> né? >> É terra plana, homem na lua, Antártica, terra oca terra. >> Homem pisou na lua. >> Homem pisou na lua, cara. Não foi uma Vez só, não. Foram algumas. >> Ah, foi mais de uma vez. >> Mais de uma vez. Mais de
uma vez. É, a Terra não é plana, a Terra não é uca, tá? E por aí vai. Então, assim, dessas teorias de conspiração aí tão todas. >> O que que você sente quando você debate com o Xandão, por exemplo, que é terra planista? >> Cara, o o meu papo com o Xandão foi super interessante, entendeu? O Xandão aquele negócio que a gente tava falando, Né? Pessoal, para para para debater sobre teoria de conspiração, você tem que estudar para saber muito bem o que que você vai falar. Eu durante muito tempo, eu não sei se você
sabe, mas eu fui a primeira pessoa no Brasil a combater a Terra plana em 2015. >> Caramba, 2015. >> 2015 >> não era nem um pouco defasada a ideia. >> Em 2015, um rapper americano chamado Bob, >> Bob >> Bob, ele ele falou que ele era terra planista. >> Hum. E só que o cara tem 60, 50, sei lá quantos milhões de seguidores. E aquilo lá espalhou. E eu peguei e falei: "Cara, essa ideia, esse negócio de terra plana, tal, não sei o quê". E esse movimento, vamos dizer assim, essa nova geração da Terra Plana,
porque a Terra Plana teve vários momentos na história da humanidade, vários. >> Essa nova leva aí que começou ali por 2015, 2014, começa por conta desse cara, por causa desse rapper. E aí começa a surgir essas coisas. Então eu fui muito muito combativo com a com os terraplanistas durante muito tempo. Eu já fui debater com terra planista no planetário. Eu já fui debater com terra planista na TV TV evangélica, entendeu? >> É, já os caras já me ameaçaram, já foram atrás de mim, entendeu? >> Já já foi. Sofre ameaça de morte. Não, >> não é
ameaça de morte, né, cara? Mas eles soram, por exemplo, quando eu fui debater com eles no planetário lá, os caras estavam me esperando, entendeu? Para bater, para bater, entendeu? >> É. Então assim, eh, com o Xandão foi totalmente diferente, cara, porque hoje eu eu já estudei tanto, já li tanto sobre terra plana, entendeu? E aí, qual que é a defesa do Xandão? Não, porque o menino lá, que eu sempre esqueço o nome, Fez os experimentos, mas o lance é o seguinte, ele fez os experimentos da maneira maneira correta. Então, quando eu comecei com o Xandão,
o que eu propus para ele é o seguinte: a melhor maneira da gente acabar com essa com essa confusão é você fazer um experimento de terra plana, só que leva o terra planista e leva o glob glob, que é o jeito que ele chama os global, >> leva os globl. >> Você é o glob glob? >> Eu sou glob glob. >> Leva um glob glob, leva o terra planista. Foi feito esse experimento, você sabe? >> Hum. >> Ele, não sei se ele contou para você, o The Final Experiment. >> Não contou. >> Não contou. Fizeram.
Qual que é o grande lance da Terra Plana? A Terra Plana, o sol da meia-noite no Ártico, tá OK para terra plana? Sol da meia-noite no Ártico, porque a Terra Plana é a borda e aqui no meio tá o Ártico. Então pode ter sol da meia-noite. Só que sol da meia-noite na Antártica não pode ter na Terra Plana. Não pode. Porque se a Antártica é a borda de tudo, como que pode aparecer um Sol no ao sul da Antártica? Não tem como. >> Não tem como. Então o que que fizeram? Pegaram vários terraplanistas, pegaram vários
Glob Glob e foram todos para Antártica para ver o sol da meia-noite. >> E o que que eles viram? O sol da meia-noite. Então é chamado esse experimento. Ele tá famoso aí. Você pode me procurar no YouTube, tem site, tudo. Chama-se The Final Experiment, porque isso aí acabou desbancando a Terra plana. Não tem como. Mas aí eles vão eles vão dar explicação. Eles falam que o sol refrata de um lado e pega do outro. É uma refração extrema e tal, mas não tem como, cara, porque a movimentação que o sol faz durante o sol Da
meia-noite não condiz com essa refração que eles montam. Então o lance é esse. Então, mas o que que eu quero dizer com isso? fizeram o experimento da maneira correta, porque pegaram os dois lados que debatem e levaram os dois para fazer o mesmo experimento. Então, no caso aqui, ah, não, porque não, porque ele colocou o laser, ele colocou o telescópio, tem que ver, ele fez o experimento da maneira correta, tava controlado, porque experimentos de Física e tal, eles não são coisas simples assim, você tem que fazer com certo rigor. Dependendo se você não fizer com
o rigor eh ideal, você vai cometer erros e os erros podem levar a uma conclusão errada. Então o que eu propus para ir lá no papo que eu tive com ele foi, cara, eu acho válido o cara questionar, eu acho válido até o cara acreditar, porque cara, eu não tenho problema nenhum. Eu nunca, em momento algum quis convencer um terra planítica, A terra redonda. Nunca quis convencer isso, entendeu? Se ele acredita nisso, eu sei que tem toda uma vertente religiosa por trás disso. Então, os caras da terra plana são caras que são que t uma
parte, a parte religiosa é muito mais pesada do que qualquer outra parte. Então, se isso eles é aquela história, né? Por que que só a Terra é plana e os outros planetas são redondos? Porque para eles a Terra não é um planeta. A Terra é o reino do criador. Então, por isso que a Terra tem esse formato diferenciado. E os planetas foram colocados orbes dentro do domo para iluminar o céu e tal. Isso é é a visão que eles têm, é uma visão religiosa da parada. E eu não tenho problema nenhum com isso, cara. Se
isso te faz feliz você acreditar nisso, tá tranquilo. Agora, não queira convencer o mundo de que isso é a realidade, porque isso não é, entendeu? Então assim, meu papo que Chaou foi super tranquilo, cara. Foi super tranquilo, entendeu? >> E aí aquele dia ali, né, que vocês me ligaram, né, você vê que tem coisas que ele não entende. Então ele falou assim: "Não, existem milhares de satélites de tal coisa. Ele, o pessoal da Terra plana acha que existem centenas de milhares de satélites no céu e não existe, cara. A gente tem hoje cerca de 11.000
12.000 satélites. Por que que eles têm essa visão? Porque existe um filho da mãe de Uma representação da Terra, que é a Terra com milhões de pontinhos em volta. Então, o pessoal acha que aquilo lá é realidade. Aquilo lá não é realidade. O pessoal representa daquele jeito. Então, a gente tem hoje, sei lá, acho que 11, 12.000 satélites, tá por aí. Pois tem um lugar aí que você pega o número correto e aí eles falam o seguinte: "Ah, não tem foto de um satélite fotografando o outro. Tem um monte aquele dia eu até falei para
ele, né? Tem um monte. Se Você entrar no Twitter lá e escrever Maxar", Maxar é uma empresa que ela tem um satélite que tira foto de outros satélites. >> Então existe isso, sabe? Eh, mas aí é porque falta o conhecimento da área pro pessoal. Então é mais fácil o cara chegar e falar assim: "Não, existem centenas de milhares de satélites." Não existe centenas de milhares, cara. Mas se você não é da área e eu te falar que Existe centenas de milhares, você vai falar: "Caramba, é, é, é mais ou menos até aceitável que tenha centenas
de milhares, né? Se você não conhece, vamos supor, você aceita esse número e aí você fala: "Caramba, é mesmo? Você tem centenas de milhares, por que que a gente, um satélite quando lança não vê o outro?" Porque não é assim, cara. Os satélites são muito longe um do outro, entendeu? Não, não consegue ver, não consegue fotografar. Mas existem Imagens, existem várias, não são, não são poucas, não são muitas hoje, mas aí é porque falta esse conhecimento específico da área, entendeu? Mas é, cara, meu papo com eles depois de um tempo foi super tranquilo, sabe? Então
não tem muito problema não. >> Te enche o saco? >> Não enche, cara. Nem um pouco. Eu acho que conversar é bom, entendeu? >> Não, não, não me enche o saco nem um pouco não. >> Então, terra plana não é real, >> não é redondíssima, >> não é real. Redond. E eu ainda falo para eles provarem pela área que é a minha área de conhecimento, que é a geologia. Mostrem para mim na Terra plana como que tem vulcão e como tem placa tectônica. >> Hum. >> Entendeu? Porque você não pode. Aí você não pode, porque
eles falam que foguete é CGI, que satélite é não sei o quê. Agora, vulcão e terremoto, você não pode Falar que não é um negócio que inventado, né? Porque a gente tem vulcão o tempo todo entrando em erupção, terremoto em vários lugares. Você não pode falar: "Ah, não, terremoto é uma coisa que a pessoa sonhou com aquilo". Não tem como. E me explica um terremoto na terra plana. Eles não não explicam. >> Não tem não tem como. >> Então fica tranquilo que ela é redondinho. >> Qual foi a uma pergunta de um Terraplanista assim que
te fez segurar risada? Qual foi a pior pergunta de um terra planista que fizeram para você? >> Não é não é pergunta, né? É porque acontece o seguinte, >> afirmação ou uma pergunta do são os argumentos, né? A terra plana, cara, ela começa a entrar numa loucura tão grande que teve uma época que o pessoal falou o seguinte: "Imagina que você tá andando na terra terra plana." Para quem não sabe, né? O mapa Da terra plana seria tipo uma pizza com borda de catupiri. >> Hum. >> Né? Então imagina que você vem andando aqui, ó,
e bateu na borda. Para ele você não bate na borda. >> Hum. >> Existe um efeito chamado, esse aí faz eu rir até hoje, efeito Pacman. Feito Pacman. Você >> já jogou Pacman? >> Já. >> Quando você chega no na no fim da tela, onde você aparece? >> Aparece do início, >> do outro lado da tela. >> Ele fala que existe esse efeito. >> Ah, então você chega no final da terra plana, >> terra plana, você aparece do outro lado, >> você espal, >> brota do outro lado. Chama-se efeito Pacman. Podem consultar aí. Efeito Packman.
>> É muito mais legal acreditar nisso, pô. Até até a bola não é legal, cara. Chato demais, né, cara? Tem que viajar para caramba horas e horas. Não, eu não gosto não. A terra plana você, pô, você chega, então você chega num ponto, você respawna do outro lado. >> Isso. >> Ah, muito mais divertido. Pack é o Pac-Man, cara. É muito mais divertido, cara. >> Você tinha que ser terraplanista, p. >> É muito mais legal, >> não é? >> Não dá. É, cara, esse é engraçado. Quando os caras falaram do efeito Pac-Man, eu falei: "Não,
cara, aí vocês estão indo num nível que não dá mais não". Já chegaram a falar que não existe um domo. Como que era aquela ideia, cara? Porque eles falam que tem um domo, né? da terra. >> Aí alguns alguns terraplanetas falaram: "Não, não existe um dom. Cada um tem seu próprio domínio pessoal". Cada um anda com chapeuzinho de doma. Ô, ô, Serjão, isso é especial, cara. Para com isso. Para com essa coisa de de glob glob, cara. >> Para, né? Vamos ter problema. >> Para isso. E é especial uma coisa, cada um tem o seu
jeito de ser. >> Claro. >> Ô, Serjão, eu acho que você é preconceituoso, cara. Cada cada ser Humano tem seu jeitinho de ser, cara. Entendeu? >> Tem. Tá certo. Tá. >> Ô Sergião, e por que que você acha que existe essas teorias de terra plana e essas teorias de conspiração que não faz nenhum sentido? Por que que você acha que existe num hoje numa era de tanta informação? Por que que você acha que acontece isso, >> cara? Então, não sei se você já viu o documentário na Netflix sobre a Terra Plana. >> Não, nunca vi.
>> Não, vale a pena ver. Chama Behind the Curve, se eu não me engano em inglês, mas é a Terra é plana, tá? Na Netflix. Vão lá e assistam. E eles têm uma explicação muito legal do porquê disso. O que que acontece? Normalmente essas pessoas desses movimentos conspiratórios são pessoas que são rejeitadas de outros grupos. >> Hum. >> E elas se encontram naquela teoria delas, ou seja da terra plana, seja da terra oca, seja de alienígena, seja de qualquer coisa, elas encontram ali um grupo de pessoas que aceita elas. >> Hum. >> Então elas passam
a ter uma toda aquela coisa de aceitação que a pessoa precisa ter. >> Tribal. ela e exatamente esse comportamento tribal e aí eles vão se juntando, então eles vêm, caramba, é Muito legal, pô, os caras lá da os Glob glob aceitam e tal, mas tem essa galera aqui que tem o mesmo pensamento que eu e me aceitam numa boa, entendeu? Então você começa a criar essas bolhas assim de teorias de conspiração aonde aquelas pessoas são aceitas. Tem para mim tem vários problemas seríssimos isso aí. Para mim tem um problema sério da academia, do que eu
digo da da universidade, entendeu? A universidade no Brasil e no mundo, ela é muito Distanciada da população, muito distanciada. Então, por exemplo, você, nós estamos aqui em Brasília, a gente não sabe o que que o cara no departamento de física aqui da UnB tá pesquisando, mas a gente deveria saber. >> Humum. >> Entendeu? Mesmo que não te interesse, mesmo que você não entenda, você deveria saber. fala assim: "Pô, não, pô, eu sei lá em Brasília o cara tá pesquisando átomos de lítio em alta temperatura. Pô, Legal, tá tranquilo, tô sabendo." Mas a gente não sabe.
O pessoal da universidade da academia, a gente a gente usa esse termo, fala que eles ficam no torre de marfim deles. >> Hum. >> E eles não querem descer no nível da população. Eles não querem descer e vir conversar com a galera porque para eles é humilhante, sei lá, entendeu? cientista, cara, é uma galera que tem o ego mais inflado do planeta. Então, >> é mesmo, >> é cientista tem um ego muito inflado, >> se acha, >> ah, se acha demais. Então ele fala assim, melhor que todo mundo. Então, fala, caramba, cara, eu vou ter
que explicar essa coisa básica para as pessoas, não vou. E ela fica ali. Só que o que que isso acabou criando? não desce do trono de desce do trono. Trono. Exatamente. Só que isso foi criando uma brecha, cara, entre o pensamento Científico e a população aqui. E essa galera dos movimentos conspiratórios viu essa brecha e entrou nessa brecha. >> Ah, >> e aí eles começaram a vir aqui e falar: "Cara, a terra, os caras não vem falar com vocês porque eles não querem que você saiba a verdade. >> Mas eu vou te contar a verdade.
>> A verdade é que a terra é plana, é que não sei o quê, não sei o quê". Aí quando Um resolve descer para falar, eu chego para falar para você, fala: "Agora você tá vindo falar comigo agora. Já veio aquele ali me contou toda a verdade. Aí já era." E aí isso vai criando esses grupos de aceitação nesse comportamento tribal aí que você falou mesmo. E esses grupos vão se vão vão resistindo. Se bem que a Terra Plana atualmente ela já tá mais num não tá tão mais no auge igual ela passou, teve uns
anos aí que ela teve muito no auge. >> Hoje ela já tá mais. você que você além de de estudar bastante geografia e tudo mais, né, você é astrônomo, você estuda bastante astronomia? >> Não, eu não sou astrônomo não. Eu só vou deixar claro, eu sou astrônomo amador que a gente fala. >> É, você é um estudioso da astronomia. >> Eu gosto de astronomia, estudo, leio bastante isso aí. Não te indigna que tudo que você Estudou, tudo que você estudou na sua vida, tudo que você estuda é descredibilizado por umas pessoas que chegam e do
nada começam a criar. Não é isso, é CGI, isso aí é mentira. Não te dá uma umainha, uma cara, sem raiva eu não fico, cara. Sem, sinceramente, eu não tenho raiva não. >> Mas uma indignação, tipo, caramba, tudo que eu estudei, >> mas a minha indignação nem por isso, cara. Para minha indignação é o Seguinte, >> é um retrocesso, >> não é cara, tem coisa tão legal, cara. Tem coisa tão legal acontecendo no universo e a pessoa fica aqui nesse negócio, pô, porque a terra é plana, porque o homem pisou na lua, cara, tem coisa
muito mais legal, entendeu? >> Muito mais legal. Tem explosão de supernova, buraco negro, galáxias que são observadas. Tem coisa muito interessante pra gente ver. A minha Indignação é essa, entendeu? Para que ficar nessa peuinha de de, ah, não, porque a terra é plana, perra não é, cara. Tô nem aí, entendeu? Eu sei que a Terra não é plana e eu não tô nem aí para convencer ninguém. E igual o homem pesou na lua, por que que não faz uma missão para Porque não precisa provar? Cara, >> você não debate muito com terra planista, >> cara?
Então eu no começo eu debati, eu Debatia muito, muito, mas muito, cara. Hoje eu não debato mais não. >> Debatia. Por quê, >> cara? Porque assim, já vi que não vai adiantar. >> O Xandão falou que você foge debate. >> Eu fujo. Eu fujo. Cordo, debate, Xandão. Foge debate, Xandão. >> Fujo mesmo. >> Você tá com medo, Xandão? >> Não, eu debati com ele. Eu não encontrei com ele lá no CT. Ué. encontrou. Mas, Mas você foge, você tá com você tá com medo dos argumentos que ele tem para te trazer? >> Tem, não tenho
medo não, cara. Eu conversei com ele lá, a gente fez o o nosso, o nosso debate lá, entendeu? É que, cara, o, vamos lá de novo, eles têm a questão religiosa. >> É isso. >> Vai chegar num momento que o cara vai vir com uma carta que não vai ter como eu rebater, que ele vai falar: "Istá na Bíblia e aí eu vou falar o que para ele: "Cara, tá na Bíblia. Você acredita na Bíblia? Você acha que tá tudo bem? Cara, seja feliz, cara. Entendeu? E e outra, eu sou ruim de debater porque eu
não tenho a menor interesse em convencer a pessoa de outra coisa, cara. Eu não tenho, entendeu? Porque esse lance, se a pessoa acredita naquilo e ela tá feliz com aquela, cara, seja feliz, cara. >> Seja feliz. >> Seja feliz, cara. Eu, eu brinco, o Pessoal meu orientador de mestrado, doutorado, ele era budista. >> Budista. Não é não é que ele era budista, ele era monge budista. >> Caramba. >> Você sabe o que que o budista acredita? >> Hum. que você não pode matar um bicho, uma formiga, porque aquela formiga pode ser um ser humano que
voltou como formiga. >> Sim, sim, sim. >> Então, cara, assim, eu acho, eu tenho Total respeito pelo meu orientador, tanto que eu convios e anos, a gente nunca teve problema nenhum, mas eu falava para ele, cara, fala: "Cara, eu acho isso aí um absurdo total, mas se você acredita nisso, isso te faz feliz, cara, quem sou eu para te convencer do contrário?" Eu não vou te convencer, cara. Entendeu? Você foi educado para mud. Então, por exemplo, ele falava: "Não, não mata a formiga". Eu falava: "Cara, mas a não mata a formiga, porque A formiga pode
ser >> [ __ ] formiga, né?" >> Então, mas para eles não. Então assim, eu tento, eu não quero convencer ninguém do contrário. Acho que por isso que eu sou ruim de debater com a galera, sabe? É, eu não tenho a melhor, >> por isso que você é tão querido, cara. Você é um cara que entende o outro lado ali. Isso é muito, isso é muito raro, na realidade. Você entender o outro lado é muito raro. >> A gente tenta, né? É. Ô, ô, Sergão, você é ateu. >> Sou ateu. >> Você não acredita em
Deus. O ateu, ele não precisa ter fé. >> Tem tem um livro chamado A fé do ateu, né? É, existe uma fé no ateu da não existência de Deus. Você acredita com uma certa fé. O o eu acho que o cara que é mais neutro, o cara que se anula é o agnóstico. >> É o agnóstico. Com certeza. Cara que não Acredita em Deus, não acredita na existência, ele tá tudo. Se aparecer ele acredita, se não aparecer, ele não acredita. O ateu não. O ateu, ele tem uma fé que não existe Deus. >> Pode ser.
Mas vamos lá cara de novo. Ateu. Eu sou um até os ateus me odeiam. >> Você não acredita em Deus, não acredita em nada. Os ateus te >> atos ateus me odeiam porque eu sou um ateu não militante, entendeu? >> De novo, cara. Eu não quero, cara. Se Você acredita em Deus e e pô cara, seja feliz. Eu não vou te convencer que Deus nem quero te convencer. >> Mas a sua fé, qual qual que é a sua crença? >> Então agora, por que que por da onde que vem o meu ateísmo? Vamos lá. >>
Hum. >> Como a gente estuda muito, lê muito sobre física, estudo muito sobre astronomia, astrofísica, cosmologia e tudo mais, não encaixa para mim nas Coisas que a gente estuda, ter, por exemplo, um ser que criou o universo, que criou a terra, que criou o ser humano e tal. Para mim, primeiro, eu acho que a vida aqui na Terra, do jeito que ela é, ela é uma obra do acaso. É, é um acaso da gente tá aqui, entendeu? >> E, e as coisas foram evoluindo com o passar de quatro na Terra, né? Mais quase 5 bilhões
de anos se passaram para as coisas evoluírem e chegarem no ponto que tá hoje. Então, para mim, não Precisa ter uma força, não precisa ter um ser, não precisa ter um Deus, não precisa ter nada. As coisas é a é uma coisa natural da evolução natural das coisas que levou a isso. >> Hum. Então assim, não é que eu tenho uma crença de que Deus não existe, eu tenho uma crença de que a evolução natural levou as coisas a serem do jeito que elas estão hoje. >> Entendeu? Então, não preciso ter uma força, um ser,
uma mente, um nada para Fazer aquilo. >> Ô, Serjão, eu sou cristão, eu sou católico e eu quero que você desmistifique para mim >> uma das uma da um dos argumentos do cristianismo que é mais, na minha concepção acertados, >> hum, >> que é as coisas para gerar vida na Terra. São muito bem pontuadas, muito bem pontuadas. A Lua tá numa posição certa, até sei o que que você vai falar, >> extremamente certa. >> A a Terra, >> a quantidade de de oxigênio e nitrogênio tem que ser exata. A quantidade tem que ser exata. >>
Só para ter sido Deus que fez isso. >> Tudo tem que ser exata. É tão raro, é tão raro, tão precioso, Que na minha concepção só pode ter sido Deus. >> É isso aí, Car. >> Qual que é a sua concepção? Quero que você >> a minha concepção é o acaso, cara. >> É mesmo? É o acaso. >> Mas é tão precioso. É 0,00 >> um. Mas é o acaso, não é zero, entendeu? Para mim é isso. É o acaso. Não, não tem um, mas esse é o argumento aí, o argumento que todo mundo usa
contra mim, Entendeu? Quando eu falo assim >> e aí até o pessoal fala: "Pô, os ateus ficam bravo comigo". Por quê? Porque quando eu vou explicar o lance da vida inteligente na Terra, eu falo exatamente isso, ó, pessoal. Paraa vida ter inteligente na terra, você tem que ter a lua do jeito que é, o sol do jeito que é, Júpiter, >> tudo certo, >> tudo certinho. Aí o pessoal, aí ó, você fica provando pros caras que Deus Existe. Falei: "Não, >> mas isso é acaso. Isso é isso >> para mim é o acaso, cara. Para
mim é o acaso. >> Surgiu de repente". >> Surgiu o acaso. E uma outra coisa, >> de repente, >> de repente e o universo não está nem aí para ter vida ou não ter? >> Não. Assim. >> E eu acho que não. É porque tem um pessoal que fala assim: >> "Oniverso é muito grande para se importar. >> Para se importar". E outra coisa que o pessoal, muita gente fala: "Não, porque existe um propósito da gente tá aqui." Eu acho que não existe propósito nenhum no universo, nem nada. Nós estamos aqui. >> Você acha que
você vai morrer e vai deixar de existir? >> Deixar de desistir. >> Não tem céu, não tem. >> Tem. E ainda falo uma coisa muito triste Para todo mundo. Daqui, vamos pôr 120, daqui 120 anos, todo mundo que vive na terra hoje não vai estar mais aqui. É triste, né, você pensar isso. E é o que que é 120 anos? Não é nada, cara. Mas daqui 120 anos, todas essas 8 bilhões de pessoas não vão estar mais aqui, entendeu? O bebezinho que nasceu hoje, dificilmente ele vai viver 120 anos, então não vai estar mais aqui.
Então assim, eu acho que isso é é o ciclo da vida. A gente nasceu, evoluiu, Fez o que teve que fazer e morremos, entendeu? Eu acho que é isso, cara. Mas de novo, eu eu não tento convencer ninguém do contrário, não, tá? Se a pessoa é feliz pensando n minha mãe, por exemplo, é espírita, entendeu? >> Ah, >> e tá tá tudo bem, cara. Não. E eu agora agora que que o pessoal fica fica assim comigo. >> O espiritismo, o espírita é um é o dos mais religiosos da religião. >> É, exatamente. Exatamente. Mas eu,
olha só, eu sou casado na Igreja Católica. >> Hum. >> Meus dois filhos foram batizados na Igreja Católica, estudam em escola católica. >> Maravilha. >> E eu sou padrinho de mais três crianças. Então, >> que ateu que eu sou, né? >> É, você não é militante, né? Pessoal fala que eu sou a teu chope. A teu da Chope. >> É isso aí. Mas não. >> Você você acredita então que morreu, acabou? >> Morreu, acabou. Para mim morreu, acabou, cara. Para mim é isso. E nós somos aqui obra do acaso total. >> É interessante de certa
forma essa visão, porque ele passa um sentimento de raridade. >> É, >> a vida é muito rara. >> É rara. Exatamente. >> Interessante. >> É isso mesmo. E você acha o quê? Que a gente morre. E >> acho que a gente morre e existe um purgatório e a gente vai pro céu ou pro inferno. >> Entendi. A visão ali é católica mesmo da parada. Isso. Eu sou católico. >> Tá certo. >> Eu acho que existe assim, tipo, Crenças, né? >> É crenças, ó. Mas tá ótimo também. Não tem não tem problema nenhum com nada disso.
>> Você não ora >> só quando o avião começa a balançar. Aí, meu amigo, a gente transforma, a gente deixa ser atel na mesma hora, entendeu? >> É mesmo. >> Deus me perdoe. >> Deus me perdoe por tudo que eu falei Aqui, ó. Segura esse avião aí, não deixa o negócio cair. Eu tô arrependido. >> Eu me arrependi. No pior dos casos, eu estou aqui com você, >> cara. É lógico assim, né? Mal não vai fazer. Agora rezar assim não, não é um costume meu não, entendeu? Lá em casa, minha minha esposa reza com meus.
Eu não rezo. >> Rezar é extremamente importante, >> cara. Até acho que sim, entendeu? Não, assim, eu acho que você é um cara já Eh edificado, você é um cara iluminado. >> Não, só nada que não, não. Você já tem uma uma certa sintonia com a realidade, mas eu recomendo a oração para quase todas as pessoas, porque quando você ora, você se conecta com algo maior. Você quando você ora, você se conecta com algo que você o o a oração, ela é é ela é 80 70% individual. >> Sim. >> Egoísta. >> Você está pedindo
algo a Deus. >> A Deus pedindo algo para você, né? Exatamente. >> Então, acho que eu recomendo a oração, só que você é um cara que já é de certa forma iluminado, tipo, não, eu sou iluminado. Você tem conhecimento e tudo mais e >> Mas não sou nada iluminado não, mas também se é o pessoal fala assim: "Ah, vai com Deus". Aí quem me conhece fala assim: "Caramba, você é teu?" "Não, Cara, vou com Deus. Mal não vai fazer, né?" >> É. Pois é. Então vamos com ele que mal não vai fazer não. >> Ô
Sergão, existe um planeta parecido com a Terra que seria 100% habitável? >> Cara, esse é o sonho do da da galera que procura esse tipo de coisa. Nós não encontramos ainda. Existe uma uma vertente dentro da astrobiologia, do Estudo de exoplanetas, que é encontrar tal da Terra 2.0, >> hã, >> que seria e um planeta exatamente igualzinho à Terra. Por que que isso pode existir? Porque o Sol, quando o Sol nasceu, o Sol esta, ele nasceu, ele nasceu com outras estrelas juntas, ele nasceu com várias irmãs gêmeas. Então, devem ter irmãs gêmeas do sol espalhados
por aí. Essa é uma pesquisa muito complicada de fazer. A gente não Consegue descobrir. Até tem um professor na USP que pesquisa muitas as gêmeas solares, que a gente chama, é uma pesquisa sensacional de ser feita. Se a gente encontrar uma gêmea solar, muito provavelmente pode ter um sistema planetário parecido com o nosso. >> É mesmo? >> É porque se se ela se a estrela, qual que é a daquela daquela lista de coisas para ter vida na Terra? A primeira coisa é ter uma estrela parecida com o sol. >> Sim. Imagina que se a gente
tem uma estrela que é igualzinho o sol, que é uma gêmea solar, >> pois é, >> a gente já tem algo ali muito forte para se para para para ir atrás de vida. >> Uhum. >> Então, só que é muito difícil encontrar isso. E o sonho dos pesquisadores é encontrar tal da Terra 2.0, que seria um outro planeta com as exatas mesmas condições daqui, entendeu? Nós Encontramos, não encontramos. A gente encontra planetas que a gente fala que são potencialmente habitáveis. >> É triste, né? É triste, é triste, é triste para caramba. Mas >> tem uma
frase do Carl Seagan que diz: "Ou ou ou existe vida fora da Terra ou não existe. >> As duas são >> as duas são tremendamente aterradoras. >> São, Exatamente. Eu sou assim, negócio de vida fora da terra. Eu acho que existe vida microbiana, microorganismos e tal. Tá cheio agora uma vida inteligente, eu >> inteligente >> páscoa não. Eu acho que não tem >> no universo inteiro. >> No universo inteiro eu acho que não tem. É, >> mas é muito grande. >> É isso aí, né? Todas as coisas que eu Falo, eu tenho, tem a galera
que eu que tenho o jeito fácil me recutar. >> Não, eu tô fazendo, eu tô fazendo o advogado diabo. Certo, tá certo? Porque o pessoal chega e fala assim: "Existe na na matemática, tal, >> mas é tão grande, >> existe a lei dos grandes números". Então, pela lei dos grandes números, >> é tão grande, >> é tão grande, é tão grande que deve ter em algum lugar. Concordo também, mas eu acredito que não tem não, entendeu? >> É muito raro, né? >> Eu acho que é muito raro. >> Eu também acho. >> Exatamente. >> É
muito raro. >> É muito raro. >> É. Ô Sacan. >> Tem uma teoria da simulação. >> Tem. >> Tem até um livro sobre isso. Teoria da simulação. >> Tem. Eh, se provassem que o universo é uma simulação, quem você acha que é o programador? >> Ah, aí isso ia dar uma uma treta gigante, hein? >> Se a gente se a gente descobrir que a gente vive numa simulação primeiro assim, vamos lá. Se a gente viver numa Simulação, pouca diferença vai fazer. Você acha que a gente cara, eu acho que vai fazer pouca diferença assim, pô,
nós estamos aqui conversando. Tem chance da gente ver, >> cara. Pior que tem chance estatisticamente tem chance da gente ver no simulação. >> Tem, entendeu? >> Tem chance. O pessoal faz conta e tudo. Exatamente. Tem um físico agora que tá querendo fazer um experimento para Provar que a gente vive numa simulação. >> Sim. Sim. >> Então assim, existe, tem vários. O pessoal é é uma é uma das das hipóteses aí muito comentada é a tal da teoria de simulação. Simulação. Sim. H hipótese da simulação. Eh, se a gente viver numa simulação, você acha que faria
diferença para você? Você tá vivendo sua vida? >> Para mim faria certa diferença. >> É, >> é, eu iria entregar certas coisas que não >> entendi. >> Não faz muito sentido ali. Iria entregar deixa, jogar, cara. Tô numa simulação. Eu sou meio que >> um objeto ali do de uma de um estudo da programação, né? É isso. >> Agora teriam agora teria um impacto muito grande na questão religiosa se a gente descobrir que se vamos supor que a gente descubra amanhã que sai um artigo Falando, ó, descobrimos que a gente viu uma simulação. O impacto
religioso disso é gigantesco. >> É, com certeza, >> porque tem muita religião que vai acabar, muita religião que pode ser até criada. >> Não, com certeza. >> A primeira é essa aí, quem é o nosso programador, né? >> Isso. >> Como que programou a gente. Então, Assim, é uma uma coisa se pensar aí, né? É uma coisa se atormenta alguns. Eu, cara, para assim, se eu viver numa simulação ou não, só que se isso aqui, essa é vai ser a minha realidade de qualquer jeito, entendeu? Se ela é uma realidade simulada, é a realidade que
a gente tá vivendo, entendeu? Então não tem muito, >> eu viveria acho que tranquilo, >> não tem muito segrito. >> É, eu acho que a gente, eu viria Tranquilo. Agora, religiosamente daria problema seríssimo, socialmente talvez também, entendeu? >> Aí sim. surtar. >> Ia surtar. Ah, ia surtar. >> É, >> é igual se se a gente descobre que tem vida inteligente no universo. Vamos supor que amanhã a gente descubra, ó, existe sim vida inteligente. >> Surtar. >> Eu acho que dá um meio um caos coletivo Aí em vários setores. >> Esses UFOs que aparecem aí. >>
Ah, isso aí não, não. Isso aí já tudo >> é tudo mentira. >> Não é que é tudo mentira. Assim, tem que mentira, tem parte que é fraudulenta mesmo, mas a maior parte são fenômenos atmosféricos ou até mesmo atento, raio bola, >> tem raio bola, tem sprites, tem cara, tem uma série de blue jacks, cara, tem uma série de fenômenos atmosféricos que A gente não faz nem ideia direito como que ele é. Tudo isso é uma grande coisa. E tem artefatos também criados pelo próprio ser humano que a gente não conhece direito, entendeu? e que
tão voando por aí que a às vezes passam em cima de algum lugar, entendeu? >> Éente. >> Então tem hoje tem muitos satélite que é confundido com alienígena, porque de um tempo para cá, sei lá, de uns 10, 15 anos para cá, a órbita baixa da Terra Mudou muito. >> Hum. >> Então a gente tem desses 12, 11.000 satélites aí, tem o quê? Starlink tem o quê? Uns 6.000, né? >> 7800. >> 7800. Então tem 7.800 satélites na órbita baixa da Terra. >> Starlink. >> Da Starlink, cara. Isso é muito satélite numa região que há
15 anos atrás não tinha quase nada. Então você vê Antigamente a gente sabia até qual era o horário para ver o satélite. Hoje não, cara. Hoje tem satélite passa 2 da manhã, 3 da manhã, 1 da manhã. Aí o pessoal chega para mim e fala: "Não, mas não pode ser satélite porque era 2 da manhã". Eu falei: "Isso não podia há 15 anos atrás. hoje pode ter satélite passando a qualquer momento. Então, essas mudanças tecnológicas que foram acontecendo e o pessoal que não foi acompanhando, do jeito que a gente Acompanha aqui, na hora que você
vê um monte de saté, por exemplo, o Starlink logo depois que lança, vai um atrás do outro, assim, vai um trenzinho no céu. Muita gente vem aquilo e fala: "Cara, que que é isso?" É um ataque alienígena, entendeu? E não, são do Starlink, entendeu? Então, eh, então, boa parte são satélites, são balões, são artefatos humanos, são fenômenos atmosféricos, entendeu? Então, é nessa nessa linha aí. Ô Serão, se o James Web encontrasse sinais claros de vida alienígena hoje, >> hum, >> você acha que a humanidade estaria pronta para lidar com isso? >> Falamos aqui, eu acho
que não. >> Não, >> eu acho que não. Eu acho que daria um problema surto coletivo, >> cara. Eu acho que existia surtos em Diferentes setores, entendeu? Hum. >> E não só sustos, mas pessoas querendo se aproveitar disso também, >> entendeu?Itar. >> Ah, com certeza. >> Mas você você tá aberto a essa suposição assim? >> Como assim? Não, se eu tô aberto a cara, assim, vamos lá. Eu eu acredito que não tenha, mas se se aparecer amanhã aqui de mão dada aqui em Brasília, um cara aparecer com ET, não tem, cara. Eu vou Abraçar o
ET meu melhor amigo, entendeu? >> É mesmo, >> é lógico. Ué, >> isso é bonito demais. Estou, tô aberto a tudo. É muito bonito. >> Estou totalmente aberto. Assim, eu acredito que isso nunca vai acontecer, mas caso aconteça, cara, só o melhor amigo do ET, cara. Entendeu? >> Isso é muito bonito, Sergão. >> É bonito. É lindo, né? Bonito. Mas eu acho que a população não estaria preparada não, que ia ser um negócio meio um su até o pessoal que que fala assim: "Ah, porque a NASA esconde, porque não sei quem o FBI esconde, tal".
Eles escondem porque eles sabem que pode ter esse surto coletivo. >> É mesmo? >> É de os conspiracionistas dizem isso, >> mas não existe, >> cara. Escondido aqui na terra. Aí eu Acho que não tem mesmo. >> Não existe >> não. >> Você acredita que tem? >> Sim. É. >> É. E >> cara, eu já vi. >> Você já viu? >> Já vi. >> Já viu o quê? Um ser ou só uma nave? >> Eu já vi um ser. >> Sério? >> É. >> Caramba. Aonde? Londrina. >> Londrina. >> É mesmo? >> Eu tava olhando
pro céu >> no horário de dormir assim 4 da manhã. >> É. Quantos anos você tinha? >> Uns 20 anos ali. >> Ah, >> eu vi um ceró pergunta, só uma pergunta Assim de leite. >> Não, calma aí. Uma pergunta de Calma. me estuprou. [Risadas] >> É mesmo? >> Sério? >> É. >> Não, mas vamos lá. Tem uma pergunta. >> Me abduziu, me estuprou, >> hã, >> e me jogou fora. >> Sério? Foi usado para um alienígena? >> Fui. >> Tem uma pergunta importante, séria, fazer. Você estava puro? >> Eu fui usado. >> Você estava
puro? >> Não, eu estava cheio de droga. >> Ah, então tá pronto. Tá aí. cheio de droga, >> cara. Vou contar o negócio. Eu tava, eu tive no Mato Grosso agora um mês, né? E eu ficava, ficava brincando nas apresentações que eu fiz. Falava assim: "Caramba, cara, ninguém veio me contar um caso de alienígena e tal". Aí eu saí de uma apresentação, o cara veio, falou: "Ninguém foi te contar, não, mas eu vou te contar aqui. Vem aqui que eu tenho uma uma história." Falei: "Sério?" Falei: "Até sentei com o cara lá". Aí ele falou
assim: "Então, eu tava, né, um dia ali numa numa plantação. Ah, só que antes eu só tenho que fazer falar um detalhe para você". Esse dia eu tava muito drogado. >> Já quebra a narrativa. >> Já quebra narrativa. Eu falei, já quebra na hora, né, cara? Já quebra na hora. Aí eu falei: "Não, tudo bem, mas pode continuar. >> Não continue, >> continue." E aí ele contou lá. Mas é isso aí que eu te perguntei. Tá vendo só? >> Ai ai. >> É isso. Tem que saber, tem que saber o estado. >> Não, eu tava
drogado assim. É. >> E foi bem da hora. Foi, >> foi. >> Ele mexeu comigo e foi bem gostoso. >> Mas você viu ele depois? >> Hã? >> Viu ele depois? >> Ah, eu vi várias vezes. >> Sério? >> É, >> algumas vezes ele foi lá. >> Hã, >> Bilu, >> Bilu. Que saudades. >> Ô, Serjão. >> Hã? Meiaite:50 vai ter um lançamento. >> Como que estamos aí? An, pessoal. Continuando normalmente. >> Continua no horário. Então >> é, faz o anúncio que eu vou orinar. >> Vai lá, vai lá. >> Vou orinar. >> Ó, pessoal,
meia 56, né? >> É isso aí. >> Meianoite: 56, live no Space Orbit do Pedrão que tá aqui com a gente e no Space Today. Vamos transmitir o lançamento. Que que é? Starlink, né? >> Starlink. Starlink direto de Vandenberg na Califórnia. Então nós vamos terminar a live aqui com o Felca e nós vamos para a a live nos dois canais aí no SpaceO. E o Felk vai participar com a gente ali, vai sentar com a gente ali e vai Acompanhar e vai ver como que é acompanhar um lançamento de foguete eh ao vivo. Ao vivo
não, né? É ao vivo pelo É ao vivo. É ao vivo. É ao vivo. Não é em loco, né? Um dia a gente leva ele para para ver em loco, né? Mas é. Eu vou te passar o link, vou passar pra galera do Felc e vai jogar aí no chat no finalzinho da live pra galera pular direto para lá. >> Isso. Então vai acontecer isso, galera. Vamos para lá. Tem uma galera aqui, Hein? >> 17.000 pessoas. >> 17.000 pessoas aqui com a gente. Eh, >> ai >> faltam pouquíssimos inscritos porque bater 2 milhões e essa
live é número um no YouTube. Pede pra galera inscr, >> cara. Então, ó, falta aí pouco, ó, galera, todo mundo que tá aqui, estamos com mais de 17.000 pessoas aqui assistindo. Se inscreva aqui, vamos fazer o Felca, foi aniversário do Felca Ontem, vamos fazer ele bater 2 milhões de inscritos agora. Então se inscreva aí. E outra coisa, né, que nós não falamos, que é sempre bom falar, senta ali o dedo no like, porque por enquanto é de graça, hein? Tá, tá sendo ameaçado o like. Ouvi dizer que o like vai ser uma das primeiras coisas
a serem taxadas por aí. Então, senta o dedo no like, por favor. Tá? Senta o dedo no like, tá bom? Eh, tipo, acabou aqui, a gente começa lá. >> Acabou aqui, a gente começa nos canais special day, SpaceO. Nós vamos deixar os links aqui para vocês, tá? Vai se inscrevendo aí pra gente bater 2 milhões aqui, ó. Vamos bater 2 milhões aqui hoje, tá? Eh, eu vi aqui alguém perguntando da Área 51. Cará 51, ela existe, tá lá, é uma uma área militar americana onde são desenvolvidos projetos eh que a gente diz projetos secretos, projetos
de ponta do das empresas americanas ligadas ao setor Militar. E assim, obviamente que ninguém pode entrar. Nós estamos aqui em Brasília. Se eu tentar subir ali no se eu quiser invadir o STF, vou me matar na porta. >> Então, e aí quer dizer que o STF é um lugar onde guarda ET, não é, cara? Então, assim, vamos com calma com isso aí, tá? quê? >> Tá beleza. >> Momento segredo. >> Vamos, vamos lá. Vamos bater 2 milhões aí, galera. Vai, vai se inscrevendo, vai se inscrevendo, tá? Vai escrevendo. Se a Terra é plana, por que
que existe montanha? Exatamente. Montanha existe por causa de movimentação de placa tectônica. O terra planista não consegue explicar a movimentação de placa tectônica na terra plana e nem vulcão, tá? Hã, senta ali o dedo no like, por favor, tá? [Música] Me ajuda ele me responder se 2027 o homem finalmente vai voltar para a lua. Cara, esse é o, vamos dizer assim, a gente acredita nisso? Não, porque a gente acha que vai atrasar, mas é o plano, vamos dizer assim, oficial da NASA hoje, é que o Artemis 3, que vai levar o ser humano para a
lua de volta, voa em 2027, tá? O plano original deles é esse. Muito provavelmente isso vai atrasar, tá? Mas é esse é o plano Original. Como a Terra não é plana, se ela é um planeta. É porque se fosse redonda tinha que ser redondeta, né? [Risadas] Serjão, e Operação Prato, cara, Operação Prato tem um podcast no C sem fim com o grande Andrei. Vão lá assistir. E tem Operação Prato no Spotify. Assistam, ouçam, tá? Eu vou falar para vocês o que que é Operação Prato. Operação Prato nada mais é do que um algo chamado de
Psiops, tá? Uma operação psicológica. Isso foi a operação prato, tá? Por que que fazem operação psicológica? pel aquilo que a gente tava falando. Eu tô conversando seu chat aqui, tá bom? >> O cara perguntou sobre operação prato. Já viu falar sobre Operação Prato? >> Já, já, já. >> Então, Operação Prato é uma operação que é que o e é muito legal, né? Até por causa do nome da operação prato, né? Porque que ela tem esse nomeupa, >> é o chupa-chupa, famoso chupa-chupa. Isso mesmo. >> O chupa-chupa Operação Prato que foi lá em 1977 lá na
Ilha de Marajó, lá no interior. >> Acho que foi tudo mentira, >> cara. Eu não acho que foi mentira. Eu acho que foi um negócio chamado Psiops. Sabe o que que são PSIOPs? >> Não. >> Operações psicológicas. >> Esquizofrenia. >> Não. Operação psicológica feita por por órgãos governamentais, tipo CIA, FBI e tudo mais. É. >> É mesmo. Mas não é improvável. >> Não é nem um pouco improvável mesmo, porque a CIA já admitiu uma delas em 1997. >> Calma, calma. Qual que é o interesse da CIA em fazer uma psicologia, fazer uma um tratamento? Não
é um tratamento, é uma operação psicológica. O lance, lembra que a gente tava Falando? Qual vai ser o impacto caso a gente eh diga que tem vida aqui na Terra ou fora da Terra? >> Como que é um jeito da gente testar isso? Vamos testar. >> Hum. >> Vamos fazer coisas aparecerem no céu em determinados lugares. Lugares normalmente muito isolados. lugares normalmente onde as pessoas têm pouco acesso à informação e nós vamos ver qual que vai ser a reação daquelas pessoas. >> É mesmo? >> É aquilo ali é um seria um retrato do que seria
>> uma chupa chupa. O pessoal falava que chupava ele. >> Falava, né? Falava que sim. >> Tinha três pontos. >> É, tinha três, três midinhas ou tinha uma que antes >> de laser, >> isso falavam de laser e coisa do tipo. >> Tudo mentira, >> cara. Assim, só existe são poucas as pessoas que tm essa máquina. >> Pessoas morreram. >> Algumas pessoas morreram. >> Não do diretamente assim não. >> Mas adquiram doenças e >> tiveram uma da uma das testemunhas lá, ela teve um problema psicológico muito grande e tal, não sei o quê. É, mas
teve uma só. >> Fisiológico? Não. >> Não. Então o que elas tiveram foram Marcas aqui no no a marca parece aquela marquinha da da vacina, daquele revolvinho de vacina. Hum. >> Muito parecido com aquilo. Em 1997 tem um dos casos mais famosos da ufologia mundial chamada As Luzes de Fênix no Arizona, lá nos Estados Unidos. >> Anos depois a CIA admitiu que aquilo lá foi uma psiops, que aquelas luzes lá foram um teste pra população. >> Teste. >> Teste psicológico. Isso é uma coisa que é praticada há muitas e muitas décadas, pessoal. Tá? Então, Pessaiops,
você sabe que você tá prestes a bater 2 milhões, né? >> É mesmo? Você tá presto a bater 2 milhões de inscritos. >> Quis e tem 16.000 pessoas aqui. 16000 pessoas no YouTube. >> Então vamos, vamos, cara. Vamos bater 2 milhões aí. G se inscrever pessoal se inscreva aí. Vamos bater 2 milhões. >> Vamos bater 2 milhões aí, pessoal. Essa live aqui, ó. >> Ô, Sacan, >> manda. >> Qual a sua teoria favorita sobre buracos negros? Você acredita que realmente pode existir algo do outro lado? Ótima pergunta, cara. Eu acho que vamos lá, a na
física, vamos explicar pra galera, porque deve ter muita gente aqui que não é dessa desta área, né? Eh, na física, pessoal, a gente tem duas Grandes coisas que a gente tá fazendo. Nós até explicamos lá no anime, no anime summit. Existe a parte teórica. Então, o que que é a parte teórica? Eu vou lá e descrevo o fenômeno bonitinho com conta matemática, não viola nenhuma conta, não viola nenhuma lei da física, tá tudo escrito. E tem a parte experimental da parada, que agora eu preciso observar aquilo que eu previ teoricamente. Beleza? >> Com buraco negro
foi assim, o Einstein Previu os buracos negros em 1915 e só lá na década de 60, 70, nós fomos ter a primeira observação do que seria um buraco negro. Demorou anos até a gente comprovar experimentalmente aquela teoria. Então vamos lá. Será que existe algo além do buraco negro? Teoricamente sim. Teoricamente existe o tal do buraco de minhoca que a gente chama, que seria a ligação entre um buraco negro e um buraco branco. Teoricamente está descrito no papel, as Contas estão certas. Não viola a física, não viola nada. Nós já observamos algum? Não observamos. Nós vamos
observar algum dia? Não sabemos. Será que existe ou não existe? Só o dia que a gente observar. Então, quando a gente trabalha com essa com essa parte da física, assim, é por isso que a tal da palavra acreditar para o cientista, ela não encaixa muito bem. >> Não encaixa >> porque a gente faz as contas. Então, as contas estão aqui. Agora eu tenho que Observar. O dia que eu observar, acabou, cara. Fechou e aí foi. Então isso é repetido em tudo que a gente tem, desde que o mundo é mundo, >> entendeu? Então o pessoal
vem, propõe a a o a teoria e com aquela teoria tenta fazer observação. Se a observação comprovar a teoria, beleza, você fechou aquilo ali, entendeu? Então, será que tem alguma coisa? Se, vamos lá, se eu acreditar, eu acredito que tenha, porque teoricamente Tá muito descrito. Um dia, talvez a gente tem uma limitação tecnológica hoje. E aí a parte de astronomia, física e tudo, a gente tem um problema seríssimo que é a barreira tecnológica. E de novo, né, a gente vive muito pouco tempo. Talvez na nossa vida a gente a gente consiga experimentar três, quatro grandes
saltos tecnológicos, o que é muito pouco, >> entendeu? >> Então, por exemplo, a gente tá, imagina, Né, a gente tá aqui fazendo um negócio, estudando um negócio de física, pode ser que a gente morra e só dá 20 anos depois que a gente morrer que o cara vai comprovar aquilo experimentalmente. É triste para caramba. É, mas é assim, entendeu? É assim que que acontece. Por exemplo, o Stephen Hawking, ele propôs na tese de doutorado dele a radiação Hawking, que são a evaporação de buracos negros. Ele falou, ele teoricamente tá bonitinho Descrito, que os buracos negros
com o passar do tempo eles vão evaporando, podiam até desaparecer. Ele já morreu, o Stephen Hawk, até hoje nós não detectamos, mas o dia que a gente detectar, olha só, a gente vai detectar uma coisa que o cara propôs e ele não tá vivo para aquilo. >> Então o o grande o grande lance da ciência, da astronomia, principalmente e da outra área que eu que eu que eu estudo bastante, tal, que é a parte da Geologia, qual que é o problema? É que as coisas demoram para acontecer. E tem um amigo meu que fala a
frase sensacional dele. Ele fala: "Cara, a gente nunca tá na véspera, cara. A gente nunca tá no dia que amanhã vai ser a mudança. É tudo para daqui 200 anos, 5000 anos, 10.000 anos. E isso às vezes assim, eu sou tranquilo com isso, mas para muita gente não. Isso acaba afastando, pô, vou estudar um negócio que talvez eu nem veja o resultado, Entendeu? Então, talvez isso deixa a pessoa um pouco arredida com essa parte científica da parada, sabe? >> Eh, pois é. Um tem um conto, né? de que um idoso budista, ele tava plantando uma
folha de sabugueira que demora 200 anos para nascer. >> Aí, >> e daí ele falou assim, o o jovem chegou para ele e falou assim: "Mas se você planta uma folha de sabogueira e vai nascer 200 anos atrás, 200 anos pra frente, você não vai, você não vai ver ela nascer. Você não vai ver ela nascer. O que que você acha? O que que você vai valer? Vai valer a pena você plantar? É isso, né? >> Pois é, vai valer a pena você plantar. E o esse esse idoso, esse sábio idoso budista, ele falou assim:
"Vai tomar no seu cu, filha da [ __ ] >> com a maior educação, né? >> Eu planto o que eu quiser, caralho." >> É, é isso aí. E outra, você não tá fazendo aquele negócio para você, né? >> É. >> Senão a gente para de fazer tudo, para de estudar tudo. >> Tem muita sabedoria nisso, né? Tem muita muita sabedoria, cara. Muita sabedoria. >> A gente para de estudar, para de fazer tudo, cara. Porque por que que eu vou desenvolver uma coisa que pode ser que eu nunca vai ver? Porque vai vir pessoas atrás
de mim que vão dar continuidade Naquilo. É. >> Entendeu? E assim a gente tem que ser um pouco menos egoísta, entendeu? >> Ô Sergão, sobre o caso Varginha, >> bora. >> O que que você acha sobre isso? Porque teve alguns bombeiros militares que falaram que colocaram um ET no carro e tudo mais e foram levados e tudo mais para para pra área 51. O que que você acha disso? >> Vamos lá, vou explicar o caso Arginha pra galera. Caso Arginha aconteceu em é um dos três. O Brasil ele tem três grandes casos da ufologia mundial.
>> Sim. Vim Operação Prato. Prato. E a noite oficial dos Oven. >> É. que foram os caças que perseguiram luzes ali entre Rio e São Paulo. São casos eh internacionais. >> Internacionais. >> No mundo inteiro se estuda algo que Aconteceu no Brasil. Sim. Sim. Varginha. O pessoal vem de fora para para estudar Varginha. >> Varginha. O o o cara fez um documentário o ano passado. Ele >> James Web não, ele chama Jamie Fox, não é o ator não. Ele é é um diretor de documentário. Ele ofereceu 200.000 que era R 1 milhão deais para que
entregasse a tal da fita para ele. >> É, >> o que que é a tal da fita? >> Não, mas mas são são casos na ufologia muito muito muito muito eh credibilizados. São casos completamente >> Vamos lá. Não são credibilizados também. Não é assim também não. >> Não, não. São credibilizados na ufologia. Na ufologia. >> Ah, na ufologia são não. Eles são estudados, né? Varginha, 1996. Eh, um fazendeiro disse que ele viu uma luz passando no céu. Foi isso que ele Falou que viu. >> Hum. >> E depois ele falou que ele viu a nave
caindo na fazenda dele. >> Sim. >> Pronto, acabou. Esse é o caso. >> Tá, >> parou aí. Dois dias, três dias depois, viram criaturas. >> Sim. >> andando em vários pontos da cidade. Quantas criaturas são? A gente acredita que tenha entre seis e 10 criaturas. >> Seis e 10 criaturas. Algumas delas foram pro zoológico, pegaram um bicho no zoológico para comer. Uma delas, as três irmãs, viram lá agachada no no no terreno lá. >> Sim. >> Uma delas TV, >> isso ficou ficaram famosas. Tiveram problemas seríssimos, viu? Tiveram problemas seríssimos depois. Sério? Perseguição, cara. Elas
ficaram abalada a cabeça durante muito tempo. >> Sim. >> Eh, algo, uma, uma outra criatura foi atropelada. >> Sim. e uma outra criatura foi capturada com vida em um outro bar. Então elas se espalharam pela cidade de Varginha. Beleza? Então vamos lá. Primeira coisa, nunca ninguém disse que era um alienígena, tanto que o pessoal chama hoje de criaturas. Eram criaturas, tá? >> Eh, quais são os problemas de tudo isso? Tem tem várias tem várias coisas, né? o caso ele começa a ficar muito complicado. Eh, para quem não conhece, Varginha, Varginha é uma cidade que do
lado ali tem uma base militar brasileira muito grande, aonde eles fazem exercícios militares. Então, a primeira coisa que que falaram foi o seguinte: ah, teve uma movimentação de caminhões militares na cidade. >> Hum. >> Isso não é problema, porque na mesma época tava acontecendo um exercício militar ali em Varginha, então você ia ter a circulação desses caminhões para lá e para cá. Beleza. >> Coincidência, >> coincidência, coincidência. Outra coisa, Varginha é uma região que ela é muito, tem muita caverna, muita caverna. >> Dois, tr dias antes do tal do incidente De Varginha, choveu muito e
as cavernas estavam cheias de água. Guarda essa informação aí que já já nós vamos voltar nela. E as criaturas, da onde que vem a tal da fita? Que é a tal, é, esse é o santo graal do caso de Varginha, é tal da fita. Pode ser que exista até mais de uma fita. O que que essa fita mostra? Quando a criatura foi levada, uma delas foi levada para o hospital regional de Varginha, Foi feita a necrópsia dela, tudo isso foi filmado. >> Uhum. >> Entendeu? E na filmagem aparecem as pessoas, os militares e os médicos
participando da cirurgia e mostra a criatura. Se a gente pegar esta fita na mão, ver a fita e ver que tem tudo isso aí, você bate o martelo e fala que Varginha realmente foi um caso de um ser alienígena papá assim assado. >> Sim. >> Cadê a tal da fita? Essa fita não aparece. Eu já cheguei perto dessa fita umas duas vezes. Eu conheço pessoas que já chegaram perto da fita também algumas vezes, entendeu? Existe a tal da fita, a gente não sabe. Tem coisa gravada na fita, a gente também não sabe. E pode ser
que tenha uma outra fita rodando por aí também com uma cirurgia, com uma necrópsia feita. Em um outro caso, uma das criaturas foi levada para a Unicamp, pra Universidade De Campinas, aonde trabalhava na Unicampo na época chamado Badan Palhares. Você não vai lembrar do Badan. O Badan Palhares, ele era um médico legista que ele participou da do caso PC Farias. Hum. >> Caso PC Farias. Foi lá o o o tesoureiro do Color, que era o presidente do Brasil. Apareceu morto ele com a namorada lá numa casa lá no no em Maceió, acho que eles morav
agora, não Vou lembrar onde que era. E o o Badan Palhares foi o cara que chegou ali a uma determinada conclusão, o pessoal gostou, não gostou e tal. O Badan Palhares ele era muito famoso. Badan Palhares hoje tá tá aí. Talvez uma outra teoria da conspiração que você perguntou lá, que o que o badan Palhares pode no leito de morte dele falar pra gente o que aconteceu. Ele não fala com ninguém, ele já tá mais velhinho, tá quase 90 anos hoje e tal e não sei o quê. Muito bem. O Que que eu acho que
é? E aí eu eu tenho informações que eu não posso falar. É mesmo >> que eu não posso falar quem me passou, mas tem pessoas que me passaram informações, >> você pode falar informação >> que estavam presentes na cirurgia do tal da criatura e elas me garantiram que aquilo ali é um tipo de macaco que vivia nas cavernas de Varginha, que era pouco visto porque eles viviam lá Nas cavernas. Macaco, >> macaco, macaco. Um macaquinho. Um macaco meu >> mico. >> É um é tipo me uma espécie de símio, vamos dizer assim. >> Hã, >>
que quando encheu por causa da água, lembra que eu falei que choveu muito, encheu, esses macacos saíram da caverna e foram atrás de comida. >> É mesmo? >> Por isso que um, eles foram no zoológico, pegaram a arara, comeram a arara do zoológico de Varginha e tudo mais, entendeu? >> E esses macacos aí você vai falar assim: "Ah, mas como assim macaco?" Os macacos tinham três calombos na cabeça, porque eles eram macacos que tinham uma deficiência genética mesmo. Então assim, eu tenho informações de pessoas que estavam ali e que me garantiram que a criatura de
Varginha é Um macaco, entendeu? Agora essa pessoa tá falando a verdade para mim, não sei, pode tá inventando também. Eles fazerem uma cirurgia no macaco não é mais incrível >> não, cara. Não é porque >> porque ele foi atropelado, né? E aí eles pegaram e levaram ele correndo ali pro procên >> é mesmo, >> cara. De novo, o cara me contou essa História. Se ele inventou não, não sei. Qual que é o único jeito da gente comprovar com a fita? >> Não tenho fita. >> Não tem uma fita, cara. Cadê a fita? Então o pessoal,
você chegou perto da fita? >> Eu cheguei perto da fita já duas vezes. >> Se visse a fita, >> cara. Não, eu não queria ver. Eu precisava pegar a fita. >> Se você visse, se você pegasse a fita e Visse a fita a fita, cara. Aí eu ia ver que diferente. Você acabou. Acabou. Aí acabou. Aí eu acredito em tudo. Aí >> daí você acredita em tudo. Deus do diabo. Deus do diabo também. Não vou exagerar, mas em alienígena não ia ter como mais, porque aí eu vi na minha frente, entendeu? Então assim, mas >>
macacos, que interessante. >> É, é uma, é uma, é uma teoria, né? Vamos dizer assim, tem alguns Que falaram falaram, cara, vamos lá, cara. Eu não sei se a pessoa tava lá mesmo. Eu não sei se ela mentiu para mim ou não. Tanto que tem uma coisa muito interessante nessa história. Essa pessoa não procurou só a mim, ela procurou várias pessoas, entre elas o Edson Boaventura, que é um um fólogo brasileiro. Aliás, o Edson é um cara bom você trazer pro seu fato >> Edon Ventura, >> ele é muito legal, >> está convidado convidado. Vem,
vem convidado, vem Edson, vem, >> venha que você vai gostar, cara, que você vai trazer aqui os Ele traz todos os caras. Ele é muito legal. Eu gosto dele demais. >> É mesmo. Bacana. convidado, super convidado. >> E o Edson recebeu essa ligação desse cara também, porque tem um cara que tá ligando, ligando entre assim, né, mandando mensagem e tal, só que ele quer Aparecer e ele quer meio que meio que você pague para ele, tal. Então tem uma parada muito esquisita, >> diferente, >> diferente no meio de tudo isso. Por isso que assim, eu
realmente eu nunca dei bola para isso, mas eu recebi essa mensagem, eu recebi, não fui só eu que recebi, algumas pessoas receberam e algumas pessoas chegaram perto da fita. O Edson mesmo é um cara que chegou muito perto da fita, >> mas não consegue. >> Não consegue, cara. a gente não consegue pegar a fita porque, provavelmente, se a fita for verdade, existir, tem pessoas ali que ainda tem parentes vivos e tal, isso pode gerar uma retalhação, isso pode gerar problemas e tal. Então, a galera >> e e é tão assim que o cara o ano
passado ofereceu 200.000 que dava R$ 1 milhão deais e a fita não apareceu. >> Não apareceu, >> não apareceu. Então, se ela não apareceu por R milhãoais, ela ninguém vai entregar para mim de graça. >> Talvez não exista. >> Talvez não exista. >> Entendi. >> Talvez não exista. Se você tiver a fita aí e você não quiser aparecer, é só deixa, a gente combina um lugar aqui, entendeu? Um um dentro do lixo da esquina da rua Augusta com a Avenida Paulista. Eu vou lá quarta-feira, se Você tem a fita, deixa ela lá, eu vou lá
pegar. >> É isso mesmo. Isso mesmo. >> Ó, deixa eu dar um recado aqui. O lançamento foi para 1:30, né? Claro, >> o lançamento foi para 1:30, então a gente pode ficar aqui mais tempo. >> Ah, então tranquilo. Tem temos mais tempo. >> Tranquilo. Tenho mais tempo. >> Ô Sacan, >> dig, >> deixa eu perguntar uma coisa para você. Agora a gente vai para uma área mais existencialista. >> Opa, bora. >> Você acha que o medo da morte é o que move a maioria das pessoas, inclusive os cientistas? >> O medo da morte. >> Medo
da morte. Você tem medo de morrer, >> cara? Assim, depois você, eu tenho dois filhos, né? Sou casar, tenho dois Filhos, então eu tenho medo de morrer assim. Ach, você acha que na sua morte acabou? >> Na minha morte acabou. Isso aí, apagou, desligou, pá. Você tem medo de morrer, >> cara? Eu tenho medo de morrer não por mim. Eu tenho medo de morrer pelos meus filhos, pela minha esposa. Eu tenho medo de morrer pelo que eu vou deixar, entendeu? Então isso eu tenho. Eu acho que depois que você tem filho, você começa a ter
medo de várias, Principalmente medo de morrer, entendeu? Sim. Então isso aí pode ser um negócio que mude a a vida ainda da gente. >> Hoje você vê a morte como um mal. >> Um mal, né? Um mal assim para mim com certeza. Se eu morresse seria assim. Talvez pra minha família também seria até o mal pior, né? Mas eu acho que sim. >> É mesmo. >> É >> interessante, né? Porque Eu acho que a religião ela entra muito em como a gente lida com a morte. Pode ser >> a religião. >> Talvez ela prepare, né?
É, é um prepar cada religião, hinduísmo, xitoísmo, cristianismo, são formas de preparar pra morte, porque a morte é >> avacaladora, né? Ninguém >> ninguém consegue lhe dar muito. >> É a única certeza que nós temos, né? >> Isso >> é a única certeza. >> Única certeza que nós temos. Então, você tem medo da morte? >> Eu tenho. Eu tenho sim. E você tem? >> De certa forma sim. >> É, >> de certa forma sim. Mas de outra forma eu acredito que existe uma vida. >> Ah, entendi. Tá aí sim. >> E isso é extremamente confortante.
>> Confortante. Com certeza. >> É você acreditar que é um breu eterno ou um apagão é com certeza mais >> mais aterrorizador. >> Aterrorizador. >> É isso. É. Tá certíssimo. >> Mas você acredita nisso? >> Eu acredito nisso. Por isso que tenho medo também. >> É. Você acha que você tem mais medo do que eu >> da morte? >> Isso. >> Ah, eu tenho certeza, né? >> É mesmo? >> É. Ué. >> O ateu tem mais medo da morte do que o tá vendo só? Então, mas é porque você tem um jeito de você lidar
com a morte, né? Talvez é isso, né? Como eu não tenho, não sigo uma religião, talvez eu não tenha essa preparação aí, ó. >> Pode ser. >> Aí acaba tendo medo, né? É, deve ser Isso aí, ó. >> Pode ser, pode ser. Ô, Sacane, se você descobrisse um segredo absoluto da existência humana, mas não pudesse contar para ninguém, >> hum, >> isso te enlouqueceria? >> Ah, enlouqueceria. Ainda mais que eu sou meio metido a cientista, como eu falei, cara, cientista é o bicho tem o ego mais inflado. Por isso que eu te garanto, Cara, que
se um cientista descobrir vida fora da terra, ele não vai guardar para ele. >> Não vai guardar. >> Não vai guardar. Porque imagina que eu sou um cientista descobrir. Se eu descobrir quer dizer que tem. >> Sim. >> Se tem, quer dizer que você pode amanhã descobrir. >> Sim. >> E aí você vai anunciar. Então vou ter Que anunciar primeiro. Que senão bom eu descobri, não vou ser. >> É esse nível de ego. >> Esse é o nível do ego do cientista. >> Caramba, cara. Então fica aí tranquilo, cara, porque o cientista não esconde nada
de ninguém. Agora o lance aí que você falou da da existência humana, se fosse algo assim para melhorar a existência humana, eu não pudesse contar, eu ia ficar muito atormentado mesmo. Aí ia ficar muito mesmo, Entendeu? >> Não pode. >> Então tipo, a cura de uma doença, a cura de de coisas. >> Por que que a Por que que aes não tem cura, >> cara? Aí você vai entrar numa área que não é minha área, viu? Nem vou falar, nem vou. Aí tem que trazer um biólogo aqui. >> Você acha que é uma pergunta muito
burra? >> Não, não é burra não, cara. É inteligente. Só que é para pessoa errada, entendeu? >> É, né? Aí tem que trazer a galera que manja aí. >> Não, eu tava achando que você é uma uma espécie de >> Não, eu não. Não, essa parte de biologia não. Então, biologia, não entendo nada de biologia, cara. Tenho até medo de falar aqui que são uns biólogos vão me trucidar aí na rua, entendeu? >> Você acha que eu fiz uma pergunta meio pode p? >> Não fez nada. Que é isso? >> Não, né? >> Nada. Nem
e nem os meninos do Pot fazem pergunta. >> É, não. As perguntas do menino dos dos meninos do Peppa Pass são terríveis. >> Um salve para todos eles aí. Pessoa errada. Você acha dos meninos do PP perguntar pro >> pro É isso, >> cara. Eu gosto mais deles, cara. >> Qual que qual que é o paz do do da Fórmula 1? >> Versaping. >> O Versaping. O que que vocês acham do dos pep perguntar perguntar por pro Verstapping? >> Estamos competindo? Estamos competindo. >> Vamos lá. Vou te falar o que que eu acho. Só uma
dúvida. Estamos competindo. Estamos competindo. >> Então vamos lá. O lance deles do lance Deles com o Verstappen, eu acho que eles erraram no seguinte ponto. >> Eles podiam ter convidado para participar com eles alguém especialista em Fórmula 1. >> Eles não são, >> cara. Eles não são, entendeu? Então, por exemplo, tem o Rubinho, entendeu, que é que tem o Aelados hoje, tal. Podia ter chamado o Rubinho lá, o Felipe Massa para para porque aí o papo ele ele ele ele transitaria entre a parte meio de de Coisas assim bem meio meio que zoeira, tal, não
sei o quê, com a parte técnica da própria Fórmula 1, que certeza que o Rubinho e o Massa ou qualquer outro não precisa ser só piloto, não, tá? Pode ser pessoas aí que entendam de Fórmula 1, eles teriam muito mais coisa acrescentar a parte técnica e tal. Estamos competindo. Estamos competindo. Quando você acorda, você fica com vontade de competir. Então, coisas desse tipo aí. Mas isso aí, se essa pergunta Aparecesse no meio de um papo aonde tivesse parte técnica e tal, talvez ninguém nem lembrasse do que vai falar, mas como só tavam os dois ali,
eles não entendem de Fórmula 1, eles não são os cara nerd da Fórmula 1. Aí isso aí chamou demais atenção. Então eu acho que foi um erro deles ali. Se se eu, supor, se eu fosse produtor deles alguma coisa, falar: "Cara, vamos chamar alguém que manja >> para colocar junto com vocês". Mesmo que eu sei verapem esses caras, é muito pouco tempo que você tem de papo com eles, >> mas faz tudo bonitinho, tudo certinho. Ó, Igão faz uma, o mítico faz outra e deixa esse cara aqui fazer umas duas, três na parte técnica, entendeu?
E aí eu acho que ficaria um negócio completo. >> É, virou um meme, né? >> Virou um meme. Virou um meme. O É, pois é. Pois é. O pessoal do Pod é muito perseguido, né? Porque o podcast mais Famoso do Brasil. É, cara, também do mesmo jeito que eu acho que é injustiça lá o negócio, acho que a injustiça também perseguir os meninos, entendeu? >> Não devia perseguir. Eu não, não, cara. >> Pega para criar. >> Pego eles, eles que me pegam para criar e eles estão bem pr caramba. Eu não. >> Ô, sacaninho. >>
Aliás, eles me ligaram aqui, né? Quando você tava, quando eles estavam aqui com Vocês, vocês me ligaram, né? >> O quê? >> Ué, quando os meninos pode p tavam aqui no sofá com vocês, vocês me ligaram. Ligaram. Vocês nem lembram, né? Vocês vocês nem lembram que vocês me ligaram duas vezes já com Xandão e Não, a gente liga para tudo, sacane. A gente liga para tudo. >> Não, aí como que era a pergunta, ó as perguntas que o pessoal me faz. Eh, pô, Serjão, o Igão tá aqui com hemorroida, o Que que eu faço? Falei,
meu amigo, leva no hospitalia. Leva no hospital, cara, que eu vou fazer. Ô, Igão, se você tá com gonorreia, para de perguntar pro Sacan, cara. Vai pro hospital, irmão. Vai, vai pro hospital. Bom, cara. Ai, ai. Sacan. Qual experiência ou conhecimento te deu uma crise existencial ou te deixou reflexível por dias? >> Puxa cara, tá cara, crise existencial a gente tem toda hora, né? Ainda mais Quando a gente lida aí com com esse negócio de universo, né? Você pensar em coisas, >> você tem depressão, >> cara? Não tenho não. >> Não, >> não. Não tem
depressão não. Crise existencial assim da gente ficar pensando, né? Pô, que que a gente é, né, cara? Igual a gente falou, né? É, a gente, será que a gente não é nada, né, cara? >> É nada. >> Não é nada. Aquela foto, uma foto que toda vez que eu vejo assim, >> mundo não é nada, né? O mundo é um pó. >> É um pó. Tanto que tem a famosa foto da terra, o ponto pálido do ponto azul. Ponto. Pálido ponto azul. Calcean fez um poema sobre o calce fez um texto maravilhoso sobre isso. >>
Maravilhoso. >> E toda vez que eu olho aquela imagem lá, >> fale do ponto azul do carceego. >> E toda vez que eu olho a imagem, aquilo ali me dá uma crise existencial. >> A gente não tem nada. >> A gente não é nada. Cara, não é absolutamente nada. >> Universo, o universo é tão grande, a gente é um pontinho, um pontinho. >> Dentro desse pontinho a gente é poeirinha. Cada um é uma poeirinha. Isso não te dá uma crise essencial ou te dá uma libertação, tipo, ah, não sou nada, eu posso d uma crise,
me dá uma crise, Principalmente para saber que daquele pontinho ali tem um cancelando o outro, um que não quer conversar com o outro por causa de diferença, tem diferença, tem tudo. E é mais ou menos o que o Ceg fala no texto dele, que é um dos melhores textos já escrito mesmo. Exatamente. >> Que bobagem que éamento, né? O ódio, o ódio, a diferença. A gente é tão insignificante perante o universo, né? E fica com essas coisas, né? >> É >> isso. Isso dá crises essencial. Isso dá mesmo. >> Te dá >> isso dá. Quando
eu olho ali a o pá do ponto azul é uma fotinho que dá um >> Algo te deu uma crise essencial profunda assim que você teve que lidar e tudo mais? Algo difícil? >> Não, assim não. Difícil não. Essa aí só essa foto mesmo quando eu vejo que dá essa >> essa coisa mais reflexiva, né? Da vida, né? >> Reflexiva. >> É. Mas assim, >> é porque o Elon Musk >> é >> ele disse que ele procurou por muito tempo um motivo para viver. >> Hum. >> E daí ele encontrou um motivo para viver no
livro Mochila das Galáxias. >> Dia dos Mochileiros das Galáxias. É o livro preferido dele. >> Most das Galáxias >> que ele diz que ele encontrou o a resposta no na pergunta do livro central que é o 43. É o 42, né? 52 que diz que é o segredo do universo. >> É isso aí. >> E essa não é resposta adequada. É porque você não fez a pergunta certa. >> É isso mesmo. Você tem que saber perguntar. >> É. >> É isso mesmo. >> E daí a ali ele encontrou. Não, eu tenho que expandir a consciência
humana para encontrar a pergunta certa para fazer >> pergunta. É isso mesmo. >> É muito interessante, né? >> É isso mesmo. >> Essa é a história do Lumask. >> É. Ele é um cara apaixonado por Não, nem isso é verdade mesmo. Isso é mesmo dis. Você gosta do Elon Musk? >> Eu gosto demais, cara. >> Você gosta? Admira ele? >> Gosto. Admiro. É um cara que fez uma revolução aí, principalmente nesse setor aí espacial, fazer o foguete voltar da Raud. O que ele faz com Twitter, tudo mais, >> cara. O que ele faz com o
T, cara, assim, vamos lá. Eu, >> ele comprou o Twitter, né? >> Ele comprou o Twitter. Eu consigo Separar o CPF do CNPJ. Vamos. Bacana. Isso eu acho importante, >> entendeu? Então assim, o que ele o que ele faz para pra exploração espacial, pro desenvolvimento de carros elétricos, para mais um monte de coisa que ele faz, cara, isso é espetacular e tal. Algumas declarações dele, algumas coisas que ele fala, obviamente que eu não concordo, cara. E assim, não é porque eu gosto das da parte CNPJ dele que eu tenho que concordar com tudo que ele
faz na pessoa Física. Então assim, tem muita coisa ali que ele faz, que ele fala e tal, que eu não que eu não concordo mesmo. E mas não tem como negar todo o avanço, toda a inovação, todo a tudo que ele já fez pelo setor aí espacial. >> É o Elon Musk é um cara que a gente vai estudar durante anos, >> vai e vai ter sempre essa essa coisa aí, >> né? Mas é um cara polêmico de fato. >> Polêmico. >> Polêmico. >> Ô Sacane, você acha que o avanço tecnológico está superando o avanço
moral da humanidade? Isso é uma pergunta é >> difícil. >> Difícil, >> cara. Acho que sim, hein. Eu acho que sim. Acho que nós já superamos esse avanço moral aí faz um tempo já, viu, >> né? >> Ah, eu acho que sim. A tecnologia tá tá atropelando tudo, né? >> É. Ué, hoje você é capaz de fazer o tal do Crisper que a gente fala, que é editar o DNA, o >> clonagem. Clonagem. Tem uma empresa que ela tenta fazer, mas aquela recuperação daquele dos lobinhos lá, entendeu? coisa de tentar recuperar o mamute, coisa do
tipo. E o lance do Crisper, que é a edição de DNA, é um negócio muito discutido. Por exemplo, imagina que sua Esposa tá grávida, você detecta que seu filho vai nascer com uma doença e ele vai viver tipo três dias e vai morrer. Só que se você entrar ali, tirar o DNA dele, editar direitinho, você consegue fazer com que ele viva bem. Você é a favor disso. Acho que todo mundo é. >> Com certeza. Mas agora imagina que você pega uma pessoa, alguém e fala assim: "A partir de hoje no planeta Terra só vai ter
pessoas loiras de olho azul". >> Hum. >> Nós vamos editar o DNA de todo mundo. >> Eugenia. >> Tá vendo só? >> Entendi. >> Então assim, isso é a tecnologia superando qualquer coisa moral, né? E isso já existe hoje, porque o Crisper ele é uma realidade, entendeu? Edição genética. Tanto que os médicos chinêses lá que fizeram a primeira vez, ficaram Desaparecido durante anos. Mas existe um fiozinho moral que puxa, até porque >> é tal da ética, né? >> Não pode fazer o que quiser. >> É a ética, mas aí >> tudo mais. Então, mas aí
em que ponto que essas coisas vão se se encontrar, né? Então, >> em algum momento vai se perder a ética moral ou vai ficar só ciência? Tecnologia, não que é ciência e tecnologia. É >> a não ser que então aí entra aquela coisa, né, de tentar colocar algumas regras. >> Hum. >> Né? Então v pegar esse exemplo do Crisper aí, ó. O Crisper só pode ser usado em casos de doenças extremas. Pá pá. Então ah, quer dizer que se meu filho for nascer com uma do o que que é uma doença extrema? Aí você vai
começa a colocar rótulos nas coisas e esses rótulos você vai começar a navegar numa Linha muito tênue entre o que é censura e o que é regulamentar uma determinada coisa, entendeu? Então um pouquinho para um lado você cai num negócio de censura, um pouquinho pro outro você caió, fica só na regulamentação, que é o que deve acontecer, principalmente nessas coisas aí. Tô pegando o exemplo do Crisper, mas isso aí você aplica em tudo, entendeu? >> Então e quem que vai decidir isso? Esse que é o problema. São seres humanos. >> É, >> só que são
seres humanos que têm também os seus viés, as suas coisas. Então é um negócio muito complexo, >> muito, muito delicado. Muito delicado. >> É, lembrando que daqui uma hora vai ter um lançamento >> 1:30. Tá complicado falar um pouco sobre isso. >> Daqui uma 1:30. >> 1:30. 1:30 vai ter um lançamento no >> Space Today, no Space Orbit, que é o Canal do Pedrão. >> Space Day. E eu vou participar. >> Você vai participar lá com a gente? Vou participar do lançamento. Vai ser um prazer em >> Vai lá para ver como que é o
lançamento. Galera, vai aí, ó. 19.000 pessoas. Senta o dedo no like e vamos se inscrevendo aí, ó. Tá quase batendo 2 milhões, cara. >> Maravilha. Quase batendo 2 milhões. Se inscrevam aí, viu? >> Total. >> 23.000 no total. Contando com a Twitch. >> Contando com a Twitch. Aí, Se você quiser ver o lançamento, cara ao vivo de >> de uma de um Starlink, >> um satélite, um Starlink, >> Starlink 20, >> é, vá depois dessa live na Space Today, >> a gente vai terminar mais ou menos 1:30 e a gente vai começar uma live lá
no >> Não, tem que terminar uma, né? Aí é o lançamento pela 1 hora da manhã, daqui umas meia horas a gente acaba essa live Aqui e a gente vai iniciar a live, >> vai dar o link, né, >> do sacan lá no Space Today. >> Você vai passar pro pessoal lá. >> Ô Sacan, deixa eu perguntar uma coisa para você. No Brasil temos bons investimentos para o avanço espacial? >> Não, definitivamente não temos nenhum investimento, cara. >> Ah, não tem, né, cara? Não tem. Eh, o Brasil no setor espacial. O Brasil é um setor
espacial, cara, na no início da Década de 90, o Brasil era vanguarda da exploração espacial, por incrível que possa parecer. >> Vanguarda. >> Vanguarda. >> É mesmo. >> É, o Brasil tinha os os engenheiros do do ITA, os engenheiros aeronáuticos, eles eram assim, cara, um espetáculo, entendeu? >> A China e a Índia vieram >> nos anos 90, >> nos anos 90, a China e a Índia veio para cá para aprender com a gente. >> É mesmo. >> Aprenderam com a gente, fizeram, aplicaram >> a Chinha. a China e a Índia. China e índia. E a
Índia. >> A Índia hoje é um >> A Índia hoje, ó, vai ter um lançamento agora, pô, daqui dois dois, três dias aí de um satélite da própria NASA vai ser lançado no foguete. A gente tem a frase Ali famosa, esquece Alcantra, né, que a gente fala para todo para todo lugar. Eu falo, né, eu falo isso aí. Vou nem pôr na boca dos outão porque nós estamos aqui do lado de de Brasília. Mas o depois em 1993 >> Hum, >> teve um terrível acidente em Alcânara. Aquele foguete ali, ó. O VLS. >> Pode mostrar
aí. >> O VLS que é o Pode, pode, pode mostrar >> o veículo lançador. >> Olha a camiseta aqui do >> do nosso querido, >> gente, rapidão. Dá >> pênis min. O pênis min, né? Olha só. Esquece Alcântara. >> Então, esse foguete aí, >> menino pênis. Esse foguete aí é um foguete de Ai ai. Esse foguete era um foguete que hoje é um dos foguetes que é muito usado, muito parecido com um foguete que é muito usado hoje. Era o VLS. Ele teve Três lançamentos. O primeiro deu deu deu errado, explodiu o segundo também. >>
E o terceiro, 21 técnicos estavam trabalhando nesse foguete dentro da plataforma. Deu um problema. O foguete pegou fogo e matou todo mundo. >> É mesmo? >> Entendeu? E a partir daí no Brasil, em Alcântara, no Maranhão, >> matou todo mundo. Um acidente terrível. Não, não tinha astronauta, era só técnicos, os os engenheiros. >> Técnicos no foguete. >> Isso. Eles estavam mexendo no foguete. Faltava dois dias, um dia pro lançamento deles. >> Ah, não, não chegou a lançar. Morreu em terra. >> Morreram em terra. Pegou fogo na plataforma. A plataforma >> chegou a 3.000 gra. Caramba,
>> morreu quantas pessoas? Desculpa. >> 21. >> 21 pessoas. >> As 21 mentes. É, o pessoal fala assim, né? as 21 ambientes mais brilhantes do setor aeroespacial brasileiro. >> A partir daí, cara, o programa espacial brasileiro praticamente acabou, >> entendeu? Ele praticamente foi enterrado junto com essa galera em Alcântra em 93. É terrível. Nós não temos, a gente deveria ter, deveria ter, mas nós não temos investimento. Por que que nós não temos? Pô, cara, aí cara, só vai precisar fazer umas 10 live aqui pra Gente. >> Três cancelamentos. >> Eu ten que explicar >> os
três cancelamentos. É, pode pôr, pode pôr, porque assim, cara, basicamente é o seguinte, muita gente tem aquela visão de que você investir, vamos fazer um satélite, tá? O >> pessoal fala assim: "Caramba, para que que eu vou lançar um satélite, cara? Tem milhões de pessoas morrendo de fome aqui. A pessoa acha Que lançar um satélite é tipo um grande luxo, mas mal sabe ela que com aquele satélite que ela lançou, ela vai ter uma plantação melhor, ela vai detectar água melhor, ela vai ajudar justamente a não morrer de fome. O exemplo que eu dou da
Índia. A Índia tinha dois grandes problemas. O país ia morrer de fome e de sede. Quem salvou eles foi o programa espacial. >> Programa espacial. lançaram satélites para poder estudar o solo e saber Exatamente aonde plantar milho, trigo, algodão, cana, tudo. Com isso, eles salvaram a população da fome e lançaram satélites para descobrir pontos de água potável, porque a água da Índia estava totalmente contaminada, o país ia morrer de sede. E com esses descobrindo esses pontos, eles cercaram esses pontos, não deixaram ninguém chegar perto e salvou a Índia da fome e da sede, o programa
espacial indiano. >> Programa espacial. >> Então assim, vale a pena investir? Vale demais, cara, porque os ganhos que você vai ter, você não consegue nem medir, entendeu? Mas por que que não acontece isso? Primeiro porque no Brasil não tem uma cultura espacial. O que eu quero dizer com isso? Imagina que você é um deputado e você quer investir no espaço e você tem a sua a sua galera que vota em você aqui, seus eleitores. Você vai chegar paraos seus eleitores e falar assim: "Pessoal, é o seguinte, amanhã eu Vou assinar lá no Congresso uma lei
pra gente construir um novo satélite que vai custar, sei lá, 20 milhões de dólares." O seu eleitorado vai falar o que para você? "Você tá maluco, cara? >> Tá maluco? >> Eu quero meu meu cano aqui arrumado. Eu quero minha praça aqui limpa. Eu quero meu negócio. Para com isso aí. Básicas. Exato. E o que que você vai fazer? Você não vai acenar aquela aquele projeto, entendeu? Mas por quê? Porque aquela Pessoa que tá ali, ela não sabe que talvez um satélite vai melhorar o saneamento básico dela. Por quê? Porque falta essa cultura espacial no
Brasil. Existe um algo no Brasil que é uma camada tão eh pouco refinada, que >> estamos em uma certa em um certo tipo de sobrevivência. Exato. >> Precisamos de uma de uma cultura ali que Que dê saneamento básico, dê alimentação. A gente não tem muito tempo para pensar em satélites e >> ex, mas o satélite ele pode ajudar nessa, é isso que a galera não vê. O satélite ele pode ajudar no saneamento básico, ele pode ajudar a melhorar a agricultura, ele pode ajudar a melhorar tudo, cara. O trânsito, até o crime, entendeu? Ele pode ajudar.
É, ué, você tem radares, você tem satélite hoje, cara, que a resolução dele é de 10 cm. >> Então ele consegue, consegue mapear onde que tá tendo mais crime. Você consegue, por exemplo, roubo de caminhão, você consegue seguir um caminhão que foi roubado e interceptar ele, entendeu? Então você consegue ajudar demais hoje o mundo. E a gente já, é porque a gente já usa tudo isso no dia a dia, mas as pessoas não conectam, né? >> A gente usa o tal do GPS, que deu toda essa confusão agora, mas a gente usa GPS. O GPS
é completamente >> espacial. >> É espacial. Não, mas é completamente não é brasileiro. A outra pessoa pode. É Estados Unidos, eu acho. >> Estados Unidos, China, Rússia, todos eles tem GPS. >> Pode desligar, pode desligar o nosso GPS. Acabou. Acabou com a vida. >> Se acontecer um negócio desse, acaba com a gente aqui. Porque >> O que que você acha daquela questão do do do Trump com as tarifas e tudo mais? Uma coisa GPS é o seguinte, falo, falo. O o Trump jamais, cara, vai desligar o GPS, entendeu, brasileiro ou vai deixar que a gente
use o sinal do GPS americano. Jamais vai acontecer. >> Por quê, >> cara? Porque isso causaria problemas diplomáticos, problema, cara, todo tipo de problema, até financeiro para ele mesmo, problema de credibilidade, entendeu? Porque não é só o Brasil que usa o sistema dele, o mundo ter, eu acho Que jamais desligaria. Porém, ponto vírgula, ponto parágrafo, aliás, >> se acontecer, nós estamos ferrados, porque nós não temos um sistema nosso, mínimo que seja para garantir um funcionamento um determinado momento. >> Índia tem, a China, tem, >> a Índia tem, a China tem, o Japão tem, a Europa,
tem, a Rússia tem, os Estados Unidos tem. >> A gente não tem, >> a gente não tem. Então isso é um problema. É um problema. A gente pensa nisso aí, não pensa. Por que que você não pensa? Porque todo dia, cara, na hora que você chega no carro, você liga o seu Waz, você liga o seu Google Maps, coloca ali para onde você vai, cara, você não tá nem sabendo o que que usa, o que não usa. Já virou um negócio automático na sua vida até o dia que te arrancarem, entendeu? Aí o dia que
te arrancar, eu fui pra Bolívia muito Trabalhando com petróleo, fui muitas vezes pra Bolívia, tem várias cidades na Bolívia que não funciona o GPS, cara. >> É mesmo? >> Não funciona. E aí você faz o quê? Usa guia quatro rodas de rua. Já usou? Não, né? Não >> é um livrão assim maravilhoso para você usar >> amarelo. Livro amarelo. >> Não era amarelo, não. Era guia de ruas, quatro rodas, cara. O de São Paulo era Uma bíblia assim, ó. >> É mesmo. Consultar ali cada endereço que se fosse. >> Exatamente. Por exemplo, sai lá da
sua casa e vai lá no setariano de carro, >> você taca aqui e vai embora. >> Sim. >> Ou Uber taca ou taca, você taca. Se não fosse isso, o cara ia ter que pegar aquele livro lá e fazer estudar o caminho antes. É ter certeza ou ter a sorte de que não ia ter nenhuma rua que mudou no meio do caminho, que não tava interditada. E aí, então assim, é um negócio terrível, cara. >> Até chegar ao momento de eu pesquisar, eu iria desistir da ideia e não iria ir, >> não iria lá. Tá
vendo? >> Com certeza. >> Com certeza. Absoluta. >> Então o Trump nunca iria cancelar o o GP do Brasil. nunca vai. Mas é importante Ele ter falado isso para ter levantado essa discussão. Eu acho válido. Eu acho válido. >> Eu acho válido porque acabou levantando todo esse papo, entendeu? >> Você acha válido o Trump? >> Não, não. O o Trump ter falado isso para levantar a discussão sobre a gente ter GPS ou não. >> Vale ele desligarse fica tranquilo >> porque você acredita que existia existir um GPS brasileiro >> brasileiro. Exatamente. >> Pois é. Por
que que o Brasil não não concebe algum? >> Por conta daquilo que a gente já falou, tá? Falta uma cultura para isso. Um satélite GPS, ele é caro? Sim, ele é realmente ele é caro. A gente precisa de 20, 30 não. Com cinco a gente já teria um sisteminha nosso aqui que se acontecer alguma coisa com outros sistemas do mundo, esse nosso garantiria o nosso funcionamento por algum tempo, >> até que a gente mudasse, até que a gente visse o que que ia acontecer. >> Mas no momento nós não temos, entendeu? Por quê? Porque ninguém
pensa que algo parecido com isso que o Trump falou possa acontecer. Mas e se acontecer? >> Então >> a gente fica a ver navios. >> Fica ver na views. >> Ninguém acha tão importante no Brasil, >> cara. Pior que acha. Setores como setor agrícola, por exemplo, as coletadeiras hoje todas elas são guiadas por GPS. >> É mesmo? >> Todas elas são guiadas por GPS. A tal da agricultura de precisão que a gente fala. >> O agro sem GPS. sem GPS acaba a mineração sem GPS acaba a produção de petróleo, os poços de petróleo no Brasil
eles são guiados por GPS, >> caramba. >> Entendeu? Cortou o GPS, você não sabe onde você vai furar po, não sabe onde vai fazer nada. >> Não tem petróleo, não tem agro, colapso completo. >> Colapso. É colapso, cara. O pessoal fala que eu sou que eu sou um exagerado, não sou, tá? Mas de novo, o Trump não vai desligar, fiquem tranquilos. Mas a discussão sobre isso é válida. A discussão é válida. Interessante, cara. É uma coisa que a Gente não pensa, né? Não, >> a gente não para para pensar >> porque tá natural, né? Tá
automático do dia a dia. Nossa, super bacana, né? >> Super bacana. Ô, Sacan, você acha que a ciência deveria ter mais espaço na política ou ciência e política não se misturam? Isso é uma pergunta que liga com que a gente fal, >> cara. Infelizmente, infelizmente, né? Infelizmente se liga, porque boa parte dos investimentos de ciência, eles vêm Do setor público. O setor público é ligado aos políticos e tudo mais, né? Então assim, eh é o que não tem, eu posso não gostar, posso discordar e tal, mas a vida é essa. Então é isso que a
gente tem de cenário hoje. >> A política ela guia os investimentos em todas as áreas, principalmente os investimentos em ciência e tecnologia. Como que a gente faz para aumentar isso? teria que atacar a população, atacar, né? Eu digo assim, chegar na base da População. Se a criança hoje ela já cresce com essa cabeça, com essa cultura, na hora que ela chegar no momento dela votar, ela vai falar assim: "Caramba, cara, não tem nenhum deputado que tá propondo nada científico". Ó, coisa triste. >> É, >> entendeu? Agora se tiver >> nos outros países é normal. O
deputado propõe científico, >> cara. Tem tem várias coisas que que são Propostas desse >> tudo todo deputado propõe. >> Então porque você tem tem as tal das bancadas, né, que a gente fala. Então tem a bancada ruralista que o pessoal cuida do pessoal do tem a bancada evangélica. Por que que não tem a bancada científica? >> Hoje no Brasil não tem muito. >> Não tem. Não temos. Porque não tem cientista que tá se candidatando também. Às vezes o cientista por aquele ponto Deles tá na na academia, tá afastado da população, como que ele vai ganhar
a volta da população que ele se afastou. Sim. >> Entendeu? Então é aquela coisa, uma coisa leva a outra, é o cachorro correndo atrás do rabo e a gente fica nessa aí o a vida toda, entendeu? Como que vai mudar isso? Não sei. Talvez se o se o Trump desligasse nosso GPS e a gente sentisse na carne o que é, talvez isso despertasse para alguma coisa desse Tipo, mas não vai acontecer. Então vamos continuar na mesma, cara. >> Não vai acontecer. >> Eu acho que não. >> O pior que pode acontecer, qualquer >> do que
que você diz? da questão do Trump, taxa pro Brasil. >> Ah, não, não. Taxa pro Brasil, ela é ela é terrível nesse, nesse até até pro pro próprio pessoal do agro e tudo mais, isso é terrível, né? Porque aí os caras não vão comprar a soja brasileira, né? Nem nada disso. Compra a soja de outros países ou a deles mesmo, né? Porque os Estados Unidos produz muito. Então assim, essa guerra fiscal, né, que tá se instaurando aí no mundo, ela é e como nós não somos uma economia forte, somos um país cheio de de incertezas,
né, e um país que ele é muito susceptível a qualquer pequena mudança, qualquer pequena mudança que acontece aqui, a coisa fica muito amplificada. Então isso é muito terrível. por exemplo, ele fala Um negócio, pode ser que ele nem cumpra isso, mas só do fato dele ter falado já causa um mini caos do país. Entendeu? Por que que causa min caus? Porque nós temos uma insegurança, uma incerteza, tanto econômica como política, como fiscal, como de todo, todas as áreas, a gente fica muito dependendo de coisas que estão fora do nosso alcance. É isso, entendeu? O Trump
é um filho da [ __ ] Não, cara, que filha da [ __ ] Não é >> no caso não, né? >> No caso não. Se ele desligar a GPS ele é, mas não é desligado não. >> Ô Sacane. >> Hum. >> Deixa eu perguntar uma coisa para você. Qual que é o impacto real das fake news na saúde pública no Brasil? >> Vamos falar na ciência em geral, mas aí eu falo, eu falo na saúde, >> porque é o seguinte, vamos lá. A gente Falou aqui muito de terra plana, coisa assim. Se a terra
for plana ou não for, isso não vai impactar sua vida em absolutamente nada. você vai continuar vivendo sua vida. Você vai acordar, você vai trabalhar, você vai pagar seu boleto, tá? A vida segue. >> Então o que eu falo é o seguinte, eu lido com uma área da divulgação científica que ela não tem impacto direto na vida de ninguém. Por exemplo, pô, explodiu uma supernova na Constelação de Touro. >> [ __ ] >> Se foi na constelação do Sagitário, meio que [ __ ] entendeu? Isso, >> vamos dizer, entra em fake news, entra, porque eu
eu errei o negócio e tal, não sei o quê, mas esse cara não vai interferir na vida de ninguém. Hum. >> Agora, quando você passa para setores que t uma uma influência direta na vida das pessoas, aí a coisa começa a ficar complicada, entendeu? Então, por Exemplo, falando saúde pública, então o que que acontece? Teve casos aí muito muito emblemáticos. Teve o caso há alguns anos atrás lá da fosfoetalonamina, que era uma, dizia um médico disse que ele tinha desenvolvido uma pílula que curava o câncer. Ah, >> então as pessoas paravam de fazer o tratamento
que elas estavam fazendo >> para tomar um negócio que você que não era nada, era um placebo na verdade.Um. >> Isso é algo terrível, cara. Porque muitas pessoas acabaram e e o que por que acontece isso? Porque se a pessoa tá um câncer num estado, sei lá, terminal e tal, qualquer coisa nova, aquilo ali é um alento pra pessoa e ela vai se agarrar naquilo, >> com certeza. E aí ela larga um tratamento que ela tava fazendo há muito tempo, que é que é lento, que é dolorido, que é demorado e tal, para ir no
caminho mais fácil. E o caminho mais Fácil só levou ela a morrer mais rápido, entendeu? >> Então eh isso é uma fake news que afeta diretamente as pessoas, entendeu? E na saúde pública isso aí é é gigantesco. Então assim, é um problemão as pessoas divulgarem fake news na área de de saúde, tá? Na na ciência em geral já é complicado. >> Na área de saúde que é uma área que lida com a vida do ser humano, aí é pior ainda. Então que é muita, tem gente que Morre por besteira, né, cara? Tem gente que morre
por besteira de não tomar um remédio, de não tomar tal coisa, tá? Aí é um fake news nessa área aí, >> é da Covid teve muita fake news, né? Coisa do o tinha um remédio que o pessoal falava, qual que era o o remédio que curava COVID? Ah, eu nem cara, mas por que que acontece isso? Vamos falar o porquê é mais importante que >> boa. >> Surge um tema. Surge um tema hoje, Covid. >> Hum. >> Meia hora depois, cara, tem um monte de especialista num negócio que você nem sabe o que que é.
>> Especialista de nada, né? >> A Covid, cara, imagina, cara, Covid foi um vírus que surgiu em dezembro de 2019, >> entendeu? >> Com aquele pico ali em meados de 2020 e tal. Só que logo depois que ele surgiu Já tinha cara falando que era isso, que era aquilo, que tal, que Então as pessoas elas elas querem sair expondo, mesmo que você não entenda nada, cara, da área de biologia ou da de qualquer área que seja, surgiu uma coisa, a pessoa quer dar a opinião dela e essa opinião dela, dependendo de quem dá a opinião,
é uma opinião que influencia. >> Sim. >> Entendeu? Vamos supor que, não é o seu caso, mas vamos supor que um cara igual Você que influencia uma galera >> Uhum. surge, vamos supor que surja uma nova pandemia amanhã. Você vem aqui no seu canal e fala: "Galera, ó, essa pandemia aí, fica tranquilo que isso aí não é nada. Você nem sabe o que que é direito. Você tá influenciando uma galera a depois, se eu aparecer, vamos supor que eu sou um cara que estuda aquilo ali, eu aparecer e falar alguma co falar: "Não, cara, o
Felka falou pra gente que aquilo ali não é nada". Ah, e O pessoal tem uma confiança muito grande em você por conta de tudo que você construiu. Então esse que para mim é o grande problema, entendeu? é de aparece uma coisa, no caso da COVID, isso aí ficou claríssimo de aparecerem esses especialistas, mas teve um lado, um lado bom no negócio da COVID, uma coisa boa, foi horrível, matou gente para caramba e tal, mas teve uma coisa boa. >> Alguns cientistas Da área saíram da tal torre de marfim. >> Hum. >> Por quê? Eles viram
que tava falando absurdos de todos os tipos, de todos os lados. Eles olharam para aquilo e falaram: "Se eu não sair daqui agora e falar com essa galera, cara, vai morrer muito mais gente". >> Sim. >> Então esse foi o único ponto bom que a galera saiu. Ponto ruim. Quando acabou a Covid, todos eles voltaram >> pra torre deles, entendeu? Eles não continuaram o trabalho, não deu continuidade, cara. Isso para mim é isso aí. Eu já falei para uns três ou quatro cientistas, falei: "Cara, vocês tiveram a chance de ouro, de descer, de falar com
a população e depois continuar, dar continuidade a esse trabalho. Só que não, vocês escolheram voltar tudo de novo." Ou seja, nós ter que esperar uma um outro desastre desse para que vocês saiam. Então, assim, eu acho que as Lições disso são mais importantes da gente analisar, >> entendeu? e não foram tão boas porque voltou tudo. É como se eu não tivesse passado por nada. Como assim, cara? >> Sim. >> Entendeu? Não só nesse setor, em escola, em em trabalho, né? As mudanças que tiveram. Hoje a vida segue normal, como se é um negócio que aconteceu,
caramba, que já faz tempo, 5 anos atrás, mas aquilo era para ter mudado a nossa Vida, né? Sim. >> Era para ter mudado. Mudou a vida de muita gente. Teve gente que perdeu entes queridos durante ali, mudou a vida das pessoas. Mas eu acho que analisar essas lições aí e coisas que nós não aproveitamos é mais importante do que o, entendeu? Cientistas e intelectuais do Brasil, o conhecimento guardado, ele não serve para nada. >> Não serve para nada. >> Você tem que, o conhecimento, ele só tem função quando você compartilha. Saia da sua vaidade moral,
>> isso. >> Desça e compartilhe o conhecimento com as pessoas. É extremamente importante você adquirir o conhecimento. Compartilhe, senão não serve para nada. O conhecimento guardado não serve para nada. Universalize o conhecimento. É isso aí. É isso. >> Ô Sacane, a última pergunta pra gente Finalizar, porque a gente vai pra sua live de Space Day. Tá 1:30. Tá 1:30 ainda. >> 1 hora agora. 1 hora agora. >> Boa. >> Pra gente poder falar sobre o foguete que vai lançar da SpaceX. >> SpaceX. >> SpaceX. A última pergunta, então. Se você pudesse conversar com o Sacani
de 15 anos atrás, >> 15, >> o que você avisaria para Deixa eu ver onde que eu tava 15 anos atrás, cara. >> Vamos passar 15 anos atrás eu morava no Rio de Janeiro, cara. >> Puxa >> tá doido. Ah, ia falar muita coisa para ele. Depressivo. Você tava depressivo, tempo. Depressivo demais, cara. Ali sim. Ali atravessi uma barra pesadíssima. Morava, eu ficava no Rio de Janeiro de segunda a sexta. 10 anos fazendo isso, hein, cara. >> Hum. Sexta-feira eu pegava um ônibus no Rio de Janeiro à noite, chegava em São Paulo, >> domingo pegava
um ônibus em São Paulo, ia pro Rio de Janeiro e 10 anos fazendo isso, cara. Então foi assim um negócio que barra barra pesadíssima mesmo. >> O que que eu falaria hoje? >> Isso >> eu falei falei não, assim não teria o que fazer de diferente, entendeu? Eu só ia falar assim, ó, cara, segue aí seu Caminho que tem alguma coisa legal guardada aí na frente para você, entendeu? >> Bacana. Mas siga, não desista não. >> Bacana. >> Entendeu? Eu acho que falaria isso. E você falaria o quê? >> Eu acho que eu falaria a
mesma coisa. >> É, né? >> Segue firme, porque o futuro te aguarda. >> O futuro te aguarda. É isso. >> Ô, ô, Sergão, tem uma uma, uma uma Última uma pergunta. Então, >> vai lá. >> Eh, mudando de assunto, como que foi para você o projeto do Cariane? >> Cara, para ajudou demais, cara. Pô, para mim, eu não, eu se não fosse o projeto cariano e hoje, por exemplo, eu não faria lá, ficaria lá no palco com a galera lá, >> não teria energia, >> não teria, cara. Eu perdi 50 kg, né? >> 50 kg.
Eu perdi piso para caramba e meu meu joelho ele é estourado. Meu joelho hoje eu não sinto nada nele. Ando para cima, para baixo, sob escada e desço, entendeu? >> Foi sensacional. Eu sempre agradeço Cariane, Julião, Brunão, o Maurício, toda essa galera, >> pô. Todo mundo gente boa, cara. Me acolheram para caramba. Eu sou de uma área totalmente diferente da deles, né? E cheguei meio assim, falei: "Pô, esses Cara aí vão ver eu chegando aqui, os maromba". >> Sentiam um medo de julgamento? >> Senti senti um medo de julgamento, sim. Porque a última vez que
eu tinha ido na academia, eu fui uma vez na academia, um dia, >> um dia os caras ficaram rindo na minha cara, eu saí, nunca mais voltei, entendeu? E lá não, né? Lá você é acolhido por eles, né? E eles gostam e tal. E foi muito legal. >> Pessoal, tudo sofreu bullying já, >> né? O Julião, o Carenudo, tudo >> tudo sofreram bul. Tudo sofreram um bully na na vida. Então assim, foi legal demais, entendeu? E vamos voltar, hein? Vamos voltar. >> Ô Sergão, você topa da gente voltar junto? >> Vamos voltar lá. Vamos fazer
um >> Eu posso voltar com você, cara? Eu posso fazer a estreia do novo projeto do Sergão >> para ficar magrinho, gostosinho. Magrinho. Não sei se eu fico não. >> Tanquinho, tanquinho, >> tanquinho. Cara, o problema é o seguinte, eu tô com muita pelanca aqui, ó. Eu teria que cortar minhas pelanca. >> Não, mas eu chupo a sua pelanca. E e não. E outra coisa, e outra coisa, Serjão. >> Então tá resolvido. >> Não. E outra coisa, Serjão, você lá você vai perder, cara. Com o tempo você vai Perder. Você topa da gente voltar o
projeto. >> Vamos, vamos, >> vamos mesmo. Obrigado Sergão por ter comparecido. Obrigado. >> Pera aí, pera aí, pera aí. Não, agora é a gente aqui. >> Antes da gente ir pra live do sacânic, >> temos uma surpresa. A Adriana tem uma surpresa. >> A gente não fez nada pro aniversário do Felipe, que foi na sexta-feira, >> com os carneirinhos que merecem comemorar o aniversário junto com você. >> Acho que o pessoal ouviu, não ouviu? Não sei. >> Ah, tem aniversário para mim aí. >> Temos uma surpresa aqui pro Felipe. >> Preciso mijar, velho. >> Temos
a mais 5 minutos. >> É mesmo, mas preciso mijar pr [ __ ] V >> você aguenta pr [ __ ] >> Tá, tá. >> Temos uma surpresa aqui, ó. >> Mesmo tem surpresa para mim. >> Tem surpresa aqui, ó. Para comemorar atenção aí, chato mundo, hein? Parabéns para você nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Parabéns para você querida, muitas felicidades, muitos anos. [Aplausos] Discurso, Discurso, discurso. >> Não chora Fel, cara. >> Quem que preparou isso? >> Todos. >> É Adriana, né? Bom, eh, eu tô um pouco envergonhado agora, mas, poxa, agradeço
porque eu acho que esse aniversário de 27 anos foi o melhor aniversário da minha vida. Agradeço >> agradeço a Adriana por ter feito isso Por mim, porque >> é o que eu falei para a família é algo abençoado que a gente tem, algo que é inestimado, né? Inestimável. Só que é o primeiro aniversário da minha vida que eu comemoro com amigos. >> Aí, ó, >> com a com a Adriana que tá aí. Vem aqui, Adriana. Aí, ó. Adriana que tá aí. Aí, ó, aparece aqui na câmera. Ela que tá aí fazendo Para mim e no
evento também o pessoal cantou parabéns para mim e eu tô me sentindo muito amado. >> É isso aí. Tá certo. Tem que ser merece mais. >> Você falou que eu sou querido nada, cara. Quem é querido aqui é você, cara. >> Você que é querido aí por todo mundo aí. >> E fico feliz mesmo porque tô me sentindo muito amado e era um sentimentos que eu não tinha antes, cara. >> É só começo, rapaz. Eu não me sentia >> merece demais >> muito amada na minha vida >> parabéns cara >> obrigado. >> Merece demais mesmo.
Tudo aí de bom para você. >> Obrigado. Faz um pedido aí. A sua pavelinha >> faz o pedido. Mais um pedido. >> Mais um. Ficou acesa aí. >> É, ficou acesa. Pera aí, pera aí, pera Aí. Mais um. Ô louco. >> A >> obrigado. >> Muito bom. Muito bom. >> Bom, é isso, né? Finalizamos a live. >> Isso e o Felco vai comemorar o aniversário dele na live ali com a gente dando um lançamento de foge. >> Estudei comemorando aniversários o lançamento de foguete. Melhor melhor aniversário galera. tá com tá com o link Você jogou
no chat lá. >> Sim, sim. >> Boa. >> Maravilha. Então, obrigado pessoal por ter assistido. Vão na live do Space Today agora. Todo mundo vai na live do Space Today no YouTube, né? >> É isso aí. No YouTube. No YouTube >> Space Today. A gente vai acompanhar uma um lançamento de foguete maravilhoso aí, né? Isso aí. Valeu, Felca. Valeu demais. Muito obrigado. Parabéns de novo, Cara.Am junto aí. Obrigado, pessoal. Até mais. Ciaau Cauo.