Olá seja bem-vindo à nossa terceira aula é a segunda parte sobre o tópico que trata sobre as concepções preliminares do materialismo histórico e dialético ainda na página 146 os autores contextualizam que a atividade humana ela se eleva como um ponto de destaque nas transformações da própria humanidade todavia com o enfoque da realização no plano abstrato das ideias até aqui o que é que eu posso já adiantar para você que o Hegel ele é um autor Idealista Hegel ele foca muito na questão da consciência muito na questão da ideia do plano abstrato das ideias ou seja
para o Hegel a atividade humana é um ponto de destaque nas transformações da própria humanidade a própria humanidade ela vai ser transformada graças à atividade humana só que o Hegel ele vai colocar este adendo que o plano abstrato das ideias é o que vai permitir que isto aconteça em Hegel apenas o trabalho liberta Mas além disso liberta apenas espiritualmente a libertação como antes a dominação tem por eixo o reconhecimento do valor humano Isto é dá-se no plano do Espírito sendo assim o filósofo alemão traz a liberdade para o campo de efetivação prática a partir da
atividade humana a liberdade poderia se integralizar porém se realizando exclusivamente na consciência esse parágrafo nos traz aqui informações importantíssimas que podem diferenciar a sua resposta lá no dia da prova Por quê o Rei ele vai trazer esse processo de que a liberdade ela só pode se se integralizar se realizando exclusivamente na consciência Lembra que eu te contei que o Hegel ele vai focar muito na questão da consciência Pois é isso vai interferir até mesmo na questão como Hegel vai tratar sobre o trabalho o Hegel ele vai concordar que o trabalho liberta Como assim O trabalho
liberta para o Hegel o trabalho enquanto uma atividade humana onde o ser humano ele vai ser criador lembra que o ser humano ele tem capacidade de criar produto de criar artefato de realizar um trabalho manual Pois é o trabalho liberta porque o sujeito o indivíduo ele tem uma autonomia ele tem uma criatividade ele tem um papel criador Só que tem um detalhe e é esse esse detalhe que faz a diferença lá na prova porque quando Hegel O trabalho liberta ele não liberta no plano prático no plano da vida real no plano material não O trabalho
liberta mas liberta apenas espiritualmente Ou seja a nível de consciência por quê Porque o trabalhador ele tem consciência de si próprio o trabalhador ele tem consciência do seu próprio papel criador do seu próprio potencial de criar produtos o seu próprio papel de transformar a realidade Olha aí para Hegel O trabalho liberta Mas além disso liberta apenas espiritualmente Marx vai discordar disso com certeza para Marx o trabalho ele precisa ser Libertador mas no plano material no plano das condições materiais na vida real Na vida concreta e não apenas espiritualmente apenas na consciência tá mas para Hegel
a libertação como antes a dominação tem por eixo o reconhecimento do valor humano ou seja eu me sinto livre à medida que eu reconheça o meu próprio valor humano que eu reconheça o meu próprio papel criador que eu reconheça o meu próprio papel enquanto produtor mas isso onde no plano do Espírito Guarda essa informação que ela pode ser muito importante para você sendo assim o filósofo alemão traz a liberdade para o campo da efetivação prática ou seja a partir da atividade humana a liberdade pode se integralizar Como assim na efetivação prática lembra que o trabalho
é prático quando eu produzo um trabalho que eu produzo um artefato que eu produzo um produto Isso é uma efetivação prática Pois é porém exclusivamente na consciência o texto bateu nesta tecla três vezes em um mesmo parágrafo Então se cair lá na prova não é desculpa para você errar tá para Hegel O trabalho liberta na consciência no plano do Espírito apenas espiritualmente guardou essa informação anotou essa informação ela pode ser um diferencial lá na sua prova tá Hegel nos oferece o primeiro tratamento filosófico profundo da Praxis humana como atividade transformadora e produtora de objetos materiais
quando Hegel ele traz essa questão da Praxis humana ele está nos trazendo aí uma ideia de uma atividade transformadora Ou seja eu como ser humano eu consigo transformar uma realidade eu consigo transformar natureza eu consigo transformar uma árvore em um instrumento para coletar frutos para caçar animais eu produzo objetos materiais a Praxis humana ela vai trazer aí elementos da consciência levado para uma atividade transformadora nesse sentido desliga-se tá o Hegel de seus antecessores idealistas imediatos e aí eu poderia citar alguns Como por exemplo o próprio Emanuel Kant tá quando o texto fala que ele se
desliga dos seus antecessores idealistas imediatos tá falando especificamente do Kant tá Por quê Porque o Kant ele reduz a prática a um tipo peculiar de atividade da consciência que é fundamentalmente moral o cant vai trazer essa questão da moralidade vai trazer essa questão mais voltada a essa nessa direção e o Hegel ele vai romper com essa ideia tá ele vai considerar que não que a prática ela não é apenas uma questão moral a prática é uma questão que envolve a consciência mas também uma consciência prática tá E aí o texto continua a evolução do Espírito
humano parecia ser a fonte do Progresso humano e quando eu falo a evolução do Espírito humano é importante que você não confunda com o conceito de espírito da igreja católica da igreja evangélica ou espírito da questão de outras religiões e crenças tá quando nós falamos aqui do Espírito humano nós estamos falando primordialmente da Própria Consciência Humana o ser humano que concebe sobre si mesmo que reflete sobre si mesmo e que consegue entender a si mesmo e a evolução desse espírito humano a evolução dessa consciência parece ser a fonte do Progresso humano a humanidade começa a
progredir à medida que os seres humanos eles vão tendo consciência do seu próprio papel transformador e produtor a história da humanidade Ela seria a gradativa tomada de consciência de sua liberdade e a sociedade burguesa seria a completude dessa libertação Olha aí para o Hegel a sociedade burguesa ou seja o capitalismo é a completude dessa libertação você percebe a diferença do Hegel para o Marx Hegel antecede o Marx então na visão dele tudo acontece no plano da consciência a evolução do Espírito humano é a fonte do Progresso humano para Marx nada disso é assim para o
Marx o progresso humano é a partir da luta de classes para o Marx não é no plano da consciência mas sim no plano material no plano da realidade no plano do Campo né da vida real mas para o Hegel a história do da humanidade seria a gradativa tomada de consciência de sua liberdade para o Marx não é você ficar consciente da Liberdade que progrediu não transformar realidade sim pensar sobre ela não e para o Hegel a sociedade burguesa é a completude dessa libertação para o Hegel a sociedade burguesa ela é o ponto máximo de toda
a contemplação da da da Consciência Humana é o ápice da inteligência humana o ápice da racionalidade que é o que ele vai chamar do Espírito universal para o Hegel foi com a revolução burguesa que a humanidade finalmente tinha aprendido a fazer história Olha aí para o Hegel dentro das limitações da época dentro das limitações do que ele poderia pensar sobre o assunto a revolução burguesa que sai daquela Idade Média aquele contexto do feudalismo agora que a Revolução aconteceu que os ideais progressistas apareceram a luta por igualdade Liberdade Fraternidade né alguns dos ideais iluministas lá da
época agora sim a sociedade tinha aprendido a fazer história Esse era o pensamento do Hegel a sociedade burguesa aparentemente instaurada pela vontade humana não seria uma sociedade opressora aos indivíduos esse ainda é um pensamento do Hegel porque esse filósofo alemão ele entende que a relação entre indivíduo e sociedade não seria mais conflituosa e sim harmoniosa contudo a sociedade burguesa ela se desenvolvia no sentido oposto à Harmonia Olha aí o Hegel ele tinha um entendimento completamente diferente do Marx para o Hegel a sociedade burguesa que foi aparentemente instaurada pela vontade humana e foi mesmo e nós
vamos falar disso daqui a pouquinho ela não era uma sociedade opressora aos indivíduos porque vamos pensar quando vem a revolução burguesa ela vem para acabar com aquele outro modo de produção feudalista né do feudalismo uma idade média que era colocava aspectos teocráticos as divindades a monarquia absolutista imperava e mandava tudo e tudo da monarquia ela dizia Deus quis assim quando a revolução burguesa aparece e ela busca romper com isso é a vontade humana quece est imperando é uma sociedade que busca superar a opressão vivida na Idade Média Então você percebe que a revolução burguesa aparentemente
é uma sociedade que busca superar uma opressão anterior a sociedade burguesa ela busca superar a opressão vivida na Idade Média os problemas trazidos na Idade Média a forma de enxergar o ser humano e de exploração do ser humano naquele contexto do feudalismo então para o Hegel ele que estava vivendo aquele momento estava rompendo o momento anterior e estava revolucionando em prol de um novo sistema o sistema burguês de produção um sistema que não é opressor a um indivíduo um sistema que não é conflituoso um sistema que é harmonioso é racional é o último estágio da
Inteligência humana que agora aprendeu a fazer história você percebe que esse é o pensamento do Hegel a partir dos dados que ele tinha naquele momento Pois é só que a sociedade burguesa se desenvolvia na verdade no sistema oposto a harmonia na verdade apenas crescia a contradição no interior desse grupo social então revolucionário que naquele momento era revolucionário que outrora havia representado os interesses da totalidade do Povo contra a reação absolutista feudal vamos lá lembra que nós estávamos num processo absolutista feudal era o sistema econômico que imperava o feudalismo com os senhores feudais nós tínhamos os
reis absolutistas né que é a monarquia que imperava ali nós tínhamos o clero que também tinha muito poder naquele momento para romper com esse processo absolutista feudal surge esse grupo social a burguesia que naquele momento é sim revolucionária É sim Progressista eles têm o progresso como ponto aí de pauta né eles querem o progresso querem diminuir os problemas dos seres humanos eles querem e acabar com o problema do proletariado representa os interesses do Povo naquele momento sim parecia que ia nessa direção só que se estruturava agora o proletariado Depois dessa revolução enquanto classe autônoma cujos
interesses de perpetuar uma luta a favor do Povo conflitava com as necessidades da exploração burguesa tá tivemos o processo revolucionário a burguesia tomou o poder Revolução Francesa foi um exemplo disso a burguesia agora Toma o poder a burguesia se instala agora como a classe dominante Só que nesse processo de burguesia que começa a seu papel dominante no processo tem uma classe proletária uma classe dos trabalhadores que começa a se reunir que começa a se identificar como classe autônoma e que começa a pensar ué toda aquela luta que os burgueses tiveram não era para o nosso
bem e por que que agora enquanto eles estão no poder parece que tudo está até mesmo piorando então a classe trabalhadora o proletariado enquanto classe autônoma que começa a pensar a partir dos seus próprios interesses começa a conflitar com as necessidades da burguesia porque para a burguesia eles também enquanto classe econômica vão precisar continuar conflitando aí com a classe trabalhadora aqueles que aparentemente eles iam defender vamos lá citação de Lara o medo do movimento revolucionário de 1848 interrompe o ciclo progressista da burguesia e de suas possibilidades teóricas em dar respostas que expressassem a visão de
mundo ascendente do projeto burguês pois a sua perspectiva teórica choca-se com os limites do projeto de sociedade Como assim Paulo Olha nós tivemos o movimento revolucionário em 1848 que também foi conhecido como a primavera dos povos essas revoltas que aconteceram aí por volta de 1848 elas foram lideradas por diferentes grupos sociais como os operários os Camponeses os liberais os nacionalistas e a burguesia ela havia sido sim uma força revolucionária contra o feudalismo impulsionou transformações políticas transformações econômicas em direção à modernidade e tudo mais só que quando essa burguesia toma o poder quando essa burguesia começa
a se instalar como sistema econômico dominante eles começam a conflitar com a classe trabalhadora porque eles começam a temer a ter medo de perder a posição privilegiada e o controle né sobre o capital Então essa burguesia ela começa a abandonar as ideias revolucionárias começam a abandonar aquelas ideias progressistas por quê Porque agora elas precisam em vez de ser revolucionária precisa começar a ser conservadora para conservar os seus privilégios para conservar aquilo que eles enquanto classe burguesa conseguiram eh alcançar então para conter as massas populares a burguesia que era revolucionária ela começou a ser o quê
conservadora e é por isso que o texto apresenta que o medo desse movimento revolucionário de 1848 interrompu o ciclo progressista da burguesia o ciclo progressista da burguesia era aquele momento em que a burguesia parecia lutar junto aos trabalhadores lutava contra a monarquia lutava contra a igreja mas no momento que a classe trabalhadora começa a se reunir e começa a lutar por melhores condições de trabalho essa burguesia interrompe esse ciclo Progressista E aí eles começam tá a elaborar alguns projetos mais conservadores por quê Porque a classe trabalhadora começa a se chocar com os limites do próprio
projeto de sociedade burguesa Deu para entender Até aqui que antes a burguesia era revolucionária e ela passa a ser conservadora porque ela começa a se chocar com os trabalhadores que aparentemente ela tentou ajudar em um outro momento histórico com a necessidade de refrear a continuação do MOV mento revolucionário que poderia alçar uma nova sociedade sem classes a leitura da realidade é posta a serviço de sua conservação ou seja para conter o movimento revolucionário que agora é dos trabalhadores a burguesia ela precisa frear esse movimento revolucionário por quê Porque esse movimento revolucionário ele era uma ameaça
para essa classe burguesa Ou seja a classe burguesa ela começa a fazer uma leitura da realidade sempre para atender os seus interesses uma leitura da realidade A serviço de sua conservação para que eles possam conservar os seus privilégios o pensamento burguês transforma-se numa justificação teórica do existente Como assim o pensamento burguês a leitura da realidade começa a dar origem a vários livros a dar origem a várias teorias que na verdade tentam justificar os problemas do próprio capitalismo são leituras que explicam o capitalismo até explicam os problemas que são gerados naquele momento mas sempre numa busca
de justificar que infelizmente é assim porque naturalmente acontece tá com a consolidação do capitalismo a classe burguesa ela recorre a construções ideológicas que anteriormente precisou superar negando fundamentos libertários que ajudou a construir Olha aí a revolução burguesa tínhamos a classe burguesa trazendo ideias Progressista ideias libertárias de liberdade de igualdade de fraternidade só que agora no outro lado da moeda por enquanto classe ela começa a recorrer algumas construções ideológicas para justificar a situação em que ela se encontra que é a de conservar o capitalismo da maneira como ele está o Coutinho ele traz essa leitura sobre
a situação na história da filosofia burguesa é possível discernir com relativa nitidez duas etas principais vamos lá a primeira que vai dos pensadores renascentistas a Hegel ou seja do período do renascentismo até o período em que Hegel estava vivo escrevendo é um período que se caracteriza por um movimento Progressista ascendente orientado no sentido da elaboração de uma racionalidade humanista e dialética ou seja do período que vai do renascentismo até o período do Hegel nós temos aí uma classe burguesa que ela ainda está buscando Progresso buscando acender buscando ajudar os trabalhadores trazendo uma racionalidade humanista e
dialética ou seja trazendo questões humanas de liberdade de igualdade de fraternidade de dignidade de racionalidade de colocar razão a serviço das pessoas só que nós temos uma segunda etapa E é uma etapa que segue a uma radical ruptura O que é uma radical ruptura é uma ruptura na raiz da situação ocorrida aí por volta de 1830 a 1848 que é assinalada por uma progressiva decadência na primeira etapa nós temos aí um movimento Progressista ascendente na segunda etapa nós temos um movimento decadente pelo abandono mais ou menos completo das conquistas do período anterior algumas definitivas para
a humanidade como é o caso das categorias do humanismo do historicismo e da Razão dialética é preciso que fique claro para você que nós temos duas etapas diferente na história da filosofia burguesa a prova pode trazer é que na primeira etapa houve uma progressiva decadência que na segunda etapa houve um movimento Progressista é importante que você entenda a ordem das etapas a primeira etapa dos renascentistas a Hegel nós temos sim conquistas para os trabalhadores nós temos humanismo historicismo uma razão dialética que é inclusive trazida pelo Hegel só que na segunda etapa tudo isso é perdido
Nós temos uma ruptura principalmente ente por causa das revoluções de 1848 quando a classe trabalhadora ela começa a buscar ela começa a lutar ela começa a reivindicar a classe burguesa ela busca frear toda essa movimentação e é por isso que ela começa a cortar todo aquele viés Progressista todo aquele viés de ascensão dos próprios trabalhadores tudo bem duas etapas uma em que a burguesia ela está a favor do povo e na segunda em que a decadência só acentua as teorias burguesas antes revolucionárias lá naquele período da idade média no feudalismo elas são interpretadas de forma
conservadora as teorias burguesas tá elas antes eram revolucionárias agora elas não são mais agora agora elas são considerad o quê conservadora porque ela busca conservar os privilégios e as características que permitem né a acumulação do Capital Então essas teorias da burguesia que atualmente são conservadoras utilizam análises que enraizaram a ideia de que a sociedade burguesa seria a última e a insuperável expressão da sociabilidade humana a burguesia nessa segunda etapa decadente em que ela Para de ser Progressista e ela passa a ser conservadora ela busca conservar os seus privilégios E para isso ela diz para todo
mundo e quando ela diz para todo mundo é porque ela publica por meio de seus teóricos burgueses por meio dos livros por meio das produções de que a sociedade burguesa é a última sociedade da história humana que a sociedade burguesa é insuperável não tem mais como Superar Essa sociedade os avanços hegelianos sobre as a configuração mutável da realidade se estacionam com os chamados hegelianos e direita você lembra que na primeira etapa da filosofia burguesa nós temos dos renascentistas a Hegel lembra que o Hegel ele vai dizer que a sociedade ela está em movimento que a
sociedade não é imutável que a sociedade é dinâmica que existe uma contradição um processo de superação Pois é isso acaba aqui nesta segunda etapa da sociabilidade burguesa por quê Porque os avanços hegelianos acabam estacionados nesse período por quê Porque agora teremos os hegelianos de direita que entendem que a humanidade havia alcançado o fim da história lembra que as teorias burguesas conservadoras elas vão entender que a sociedade burguesa é insuperável que é a última expressão de sociabilidade humana Então os hegelianos de direita eles vão entender que a humanidade alcançou o fim da história e o fim
da história é a sociedade burguesa é a sociedade capitalista só que não acaba por aí existe uma ruptura no interior do pensamento do Hegel nós vamos ter os hegelianos de direita mas também teremos os hegelianos de esquerda que é onde o Marx ele vai se situar o pensamento de Hegel dividiu a cultura alemã nos pós 1830 em dois polos em torno de uma de suas afirmações o real é racional lembra daquele pressuposto que nós vimos lá atrás em torno de uma de suas que o real é racional duas interpretações operaram essa divisão acerca da correta
interpretação de Hegel a primeira interpretação sobre o real é racional entendia essa elaboração da seguinte maneira o Real está conforme os desígnios da Razão portanto lembra se é intocável é imutável é conservação claramente é um viés de direita o real é racional entender isso como que o Real está conforme os desenhos da razão e por isso é intocável é uma visão conservadora é uma visão da direita Regiana segunda interpretação que a entendia da seguinte maneira que o Real pode ser submetido à crítica racional Ou seja pode ser entendido e pode ser transformado em torno dessa
ideia de que o Real pode ser submetido a uma crítica racional pode ser entendido e pode ser transformado é o que entendem os jovens inquietos né da esquerda hegeliana ou seja nós temos duas formas de interpretar que o real é racional uma é que o Real está conforme os desígnios da Razão Ou seja a realidade é intocável quem defende isso os hegelianos de direita Qual a outra interpretação que o real é racional porque o Real pode ser submetido a um entendimento racional e a partir dessa reflexão eu posso entender compreender e transformar quem entende isso
os jovens da esquerda hegeliana que é onde o Marx ele vai se situar tá bom gente na nossa próxima aula nós vamos entender um pouco mais sobre essa aproximação do Marx em relação a esta esquerda hegeliana e é aí que nós vamos iniciar um pouco mais a ideia de que Marx Vai pensar o materialismo histórico e dialético A partir dessa segunda interpretação de que o real é racional o Real pode ser compreendido o Real pode ser o quê transformado e é a partir dessa lógica desse pressuposto que nós vamos continuar a nossa próxima aula sobre
o assunto que ainda trata sobre as concepções preliminares sobre o materialismo histórico e dialético eu sei que é muito conteúdo eu sei que é muito filosofia muito entendimento de processos históricos diferentes mas eu sei que você é capaz de compreender e de Claro aos poucos e cada vez mais absorvendo esse conteúdo conte comigo e te vejo na nossa próxima aula