o olá vamos começar a discutir hoje o item 4 do capítulo 1 do Capital intitulado o caráter fetichista da mercadoria e seu segredo Lembrando aqui que esse que este tem quatro faz parte do Capítulo 1 em Porto Geral a mercadoria E qual é o ponto de partida de Max neste item 4 e ele dirá uma mercadoria aparenta ser uma coisa óbvia trivial mas sua análise revela que ela é uma coisa muito entre cada prenda de sutilezas é fundamental destacar aqui o que o o que Marcos está contando ele não está dizendo que a mercadoria é
uma coisa óbvia e sim que ela se apresenta no plano da consciência imediata como sendo aparentemente algo trivial daí que é importante sempre atentar para a afirmação de que uma mercadoria aparenta ser horas se a mercadoria aparenta ser mas ela não é aquilo que a consciência imediata bom então é necessário investigar o que se esconde por debaixo da mercadoria da forma mercadoria é sempre importante destacar também que este é um ponto de partida de Marques no item 1 do capítulo da mercadoria lembremos que Marques parte na abertura do referido capítulo da seguinte afirmação a riqueza
das sociedades Onde reina o modo de produção capitalista aparece como uma enorme coleção de mercadorias e a mercadoria individual como sua forma elementar o nosso importante que Marx a todo momento está procurando estabelecer a distinção entre a aparência EA Essência aquilo que a consciência imediata percebe e aquilo que está dado a ser investigado a partir da consciência imediata portanto do que se trata é investigar o que encobre esta forma mercadoria Bom dia Max quando é valor de uso nela Na mercadoria Não há nada de misterioso pois fica claro que ela satisfaz as necessidades humanas por
meio de suas propriedades ou então que ela só recebe essas propriedades de satisfazer necessidades humanas pode ser produto do trabalho humano quando olhamos para a dimensão de valor de uso sabemos que alguém fabricou aquela a categoria ou então sabemos que aquela mercadoria ela tem um valor de uso em razão de determinadas propriedades que vão satisfazer as nossas necessidades Uma xícara tem as propriedades de poder conter líquido consequentemente podemos tomar um café podemos tomar uma cerveja de dentro de uma xícara então sabemos das propriedades para as quais serve aquela xícara do mesmo modo que sabemos enquanto
o valor de uso que aquela xícara foi conduzida por alguém ou foi produzida por uma determinada indústria ou por um conjunto de indivíduos e como valor de uso fica claro portanto que o homem por meio de sua atividade altera as formas das matérias naturais de um modo que é útil transforma a cerâmica em caneca transforma o Barro em jarro e assim por diante como valor de uso fica claro que o homem por meio de sua atividade altera as formas das matérias naturais de um modo que é útil por exemplo pode transformar a madeira em uma
mesa é isso não quer dizer que as propriedades da madeira desapareceram apenas as propriedades da madeira foram colocadas em um determinado movimento que permitiu a a madeira transformar-se em mesa através da atividade trabalho é mas desmarques tão logo o valor de uso se transforma em mercadoria portanto em algo que tem por finalidade ser comercializado o produto do trabalho assume a aparência de uma coisa sensível supra-sensível ou seja algo visível na forma mas aparentemente contendo mistérios que enganam o pensamento humano daí esta relação sensível supra-sensível aquilo que é possível de se detectar portanto as propriedades daquele
valor de uso mas aquilo que este valor de uso também esconde que é o trabalho humano e assim o caráter Místico da mercadoria não resulta portanto de seu valor de urso Afinal por mais distintos que possam ser os trabalhos úteis ou as atividades produtivas Eles continuam a ser funções do organismo humano Isto é essencialmente dispêndio de cérebro nervos músculos e órgãos sensoriais humanos é independente das condições sociais ou modos de produção que existiram na história o tempo de trabalho requerido para a produção dos meios de subsistência interessou sempre os homens desmarques e ainda subsistia a
compreensão nas formas sociais anteriores de que aquilo que eles utilizavam eram frutos de sua atividade e contudo tão logo os homens trabalham trabalhe uns para os outros ou seja tão logo começam a produzir excedente dentro de determinadas relações sociais de exploração portanto dentro de determinadas relações sociais de Classe A forma social do trabalho o resultado do processo de trabalho o produto do trabalho a quantidade de valores produzidos passa a se apresentar a eles como possuindo um caráter enigmático E lembrando que quantidade de valores no sentido de que o trabalho humano agrega valor aquilo que é
produzido este valor pode ser o valor de uso como também sobre a forma de mercadoria pode ser a unidade do valor de uso com o valor de troca e portanto gira Marx a forma mercadoria a produção voltada essencialmente para a troca constitui e que constitui a base da sociabilidade burguesa traz consigo este caráter enigmático e a mercadoria é a base da sociabilidade burguesa uma vez que a produção burguesa ou o capitalista produz para acumular capital e para acumular capital ele tem que produzir coisas úteis que sejam vendáveis E com isso Marques busca acentuar o caráter
enigmático dos produtos do trabalho não decorrem de fatores externos ao processo e produto do próprio trabalho mas sim da própria forma assumida pela produção é são determinadas relações sociais que vão transmitir a existência do fetichismo Social é e esta forma irá Marques é a redução dos trabalhos concretos portanto dos trabalhos específicos empregados em uma determinada produção Essa é a redução dos trabalhos concreto dos trabalhos específicos a a condição de Geleia Geral de trabalho portanto a trabalho abstrato conforme já discutimos em vídeos anteriores referentes a este Capítulo lembramos que para que você tem o equivalente as
mercadorias reduzidas a equivalente se faz necessário que você reduza todas as mercadorias a tempo de trabalho social médio portanto a Geleia Geral de trabalho e continuando aqui com a reflexão de marcas esta forma é a redução dos trabalhos concretos dos trabalhos específicos a condição de Geleia Geral de trabalho trabalho abstrato tempo de trabalho social médio sem o que as mercadorias não podem ser reduzidas a equivalentes de mercadorias distintas Como já pudemos expor anteriormente Esta é uma condição fundamental para que as mercadorias sejam trocadas elas precisam ser reduzidas a tempo de trabalho social médio de tal
modo que seja possível saber quantos casacos eu posso obter por exemplo com 100m de vinho ou vice e versa o que vai definir não é a qualidade específica do casaco ou a qualidade específica do vinho muito menos a propriedade específica do casal e a propriedade específica do Rio e sim a redução de casaco e Vinho a tempo de trabalho social médio o que vai exigir que os trabalhos concretos os trabalhos específicos que foram dispendidos seja na produção do reino seja da produção dos casacos desapareça Olá continuam existindo e lógico é para realizar a produção precisa
se do trabalho concreto mais Para que sejam reduzidos a mercadoria e o trabalho concreto tem que desaparecer do ângulo de visão e restar apenas o trabalho social geral e assim obter e reduzidos a trabalho social geral o que implica colocada em segundo plano o caráter concreto dos trabalhos Portanto o caráter específico dos trabalhos materializados em determinada mercadoria o resultado do trabalho cooperativo realizado dentro da produção passa a se manifestar apenas na sua forma imediata mais Evidente Ou seja a mercadoria ou seja a forma de trabalho abstrato daí afirmação de Marx segundo a qual reduzidos a
trabalho abstrato a Geleia Geral de trabalho a trabalho social médio a igualdade dos trabalhos humanos assume a forma material da igual objetividade de valor dos produtos do trabalho ou seja e são reduzidos a trabalho social médio a fim de que possam ser trocados enquanto equivalentes a medida do dispêndio de força humana de trabalho por meio de sua duração assumir a forma de grandeza de valor dos produtos do trabalho ou seja quanto de valor foi corporal em uma determinada mercadoria e quanto de valor foi incorporado em uma outra mercadoria Olá neste sentido subsistir no plano da
percepção imediata apenas como mercadoria portadora de certas propriedades comercializaveis significa que quando se comercializa mercadorias não está em Pauta saber quem produziu como produziu o o quanto de trabalho concreto está corporificado em cada mercadoria e sim o que conta na troca de mercadorias é o trabalho abstrato trabalho social geral está materializada em cada mercadoria neste sentido os trabalhos concretos desaparecem para fazer subsistir do ato da troca apenas o trabalho abstrato é sobre a forma mercadoria desaparece portanto do Horizonte quem materializou o que dê força de trabalho para que a mercadoria pudesse existir ao se realizar
enquanto trocas que se processam entre proprietários privados as relações entre os produtores nas quais se efetivam aquelas determinações sociais de seu trabalho quer assumir a forma de uma relação social entre produtos do trabalho ou seja um pouco importa a quem está comercializando a mercadoria e pouco importa a quem quer adquirir uma determinada mercadoria como é que aquela mercadoria foi produzida ou mesmo quem a produziu o que interessa é quanto aquela mercadoria Vale qual é o valor daquela mercadoria valor que vai se exprimir através do preço Lembrando que não se pode confundir preço com valor o
preço é apenas a expressão do valor e desse modo o que se tem não é a troca de trabalhos distintos mas tão-somente de mercadorias que parecem existir por si mesmas uma vez que os trabalhos concretos desaparecem do Horizonte daqueles que estão realizando a troca é como se as mercadorias tivessem vida própria e como se elas definissem o seu próprio preço a gira Marques o caráter misterioso da forma-mercadoria consiste simplesmente no fato de que ela reflete aos homens os caracteres sociais de seu próprio trabalho como caracteres objetivos dos próprios produtos do trabalho ou seja ou se
as mercadorias tivessem vida própria como propriedades sociais que são naturais a essas coisas e por isso reflete também a relação social dos produtores com o trabalho Total como uma relação social entre os objetos existentes à margem dos produtores isto quer dizer que aqueles indivíduos envolvidos na troca olham apenas para o valor da mercadoria e não para os trabalhos materializadas nas mercadorias e como estas mercadorias tendem a mudar de preço eles passam acreditar que essas mercadorias mudam de preço por uma vontade própria e não em razão de outras determinações e se encobrem a sobre a forma
da mercadoria o dito de outra forma reduzidas a trabalho social geral e precisando encontrar no mercado equivalentes expressos em outras mercadorias Para poderem ser trocadas queria ser no campo da consciência imediata dos homens envolvidos nestes atos a ilusão de que a mercadoria possui um valor em si sobretudo quando uma determinada mercadoria em determinado momento é trocado por uma maior ou menor quantidade de outra mercadoria e é por meio desse quiprocó desmarque que os produtos do trabalho se tornam coisas sem simples Supra sensíveis ou sociais ou seja visíveis e ao mesmo tempo invisíveis aos olhos daqueles
que estão envolvidos no ato da troca e nesse sentido os produtos do trabalho que escondem na realidade no ato da troca se escondem no ar na realidade no ato da troca o fato de serem resultado do trabalho humano e por que isso ocorre isto ocorre porque a forma mercadoria diz Marx EA relação de valor dos produtos do Trabalho em que ela se apresenta não tem ao contrário absolutamente nada a ver com sua natureza física e com as relações materiais que dela resultam ou seja para os trocadores de mercadorias pouco importa de qual trabalho as mercadorias
resultaram e sim o quanto de algo pode ser obtido com elas ou o quanto de sua mercadoria terá de fornecer a obter uma outra mercadoria desse modo o que se tem aqui uma relação social determinada entre os próprios homens assumir para eles para estes homens a forma fantasmagórica de uma relação entre coisas o Marcos comparo processo do fetiche da mercadoria as manifestações místicas de ordem religiosa gira ele a exemplo do que ocorre na região Nebulosa do mundo religioso nas trocas entre os produtos do trabalho este se apresentam no plano da consciência imediata dos homens como
dotados de vida própria como figuras Independentes que travam relação umas com as outras e com os homens assim se apresentam no mundo das mercadorias os produtos da mão humana EA Isso se chama dirá e me o fetichismo da mercadoria e portanto o fetichismo da mercadoria é uma manifestação social é uma expressão de determinadas relações sociais de produção uma expressão que se cola os produtos do trabalho tão Logo eles são produzidos como mercadorias e que é inseparável da produção de mercadorias é impossível ter produção de mercadorias sem o fetiche da mercadoria o dito de outro modo
e o fetichismo cidade produtora de mercadorias e em particular da sociedade capitalista cujo núcleo é a produção de mercadorias através da estação de sobre o trabalho de trabalho excedente ou trabalho não pago ou se ainda quiserem da mais-valia ou mais valor da extração da mais-valia ou mais valor e continua da reflexão observar a Max e esse caráter fetichista do mundo das mercadorias surge do caráter social peculiar do trabalho que produz mercadorias os objetos de uso só se torna mercadorias porque são produtos de trabalhos privados realizados independentemente um dos outros o conjunto desses trabalhos privados constitui
o trabalho social Total como os produtores só travam contato social mediante a troca de seus produtos do trabalho os caracteres especificamente sociais de seus trabalhos privados aparecem apenas no âmbito dessa troca ou por outras palavras um capitalista não vai procurar outro capitalista simplesmente Porque sentiu saudade dos capitalistas e vai procurar um outro capitalista para vender na sua mercadoria ou então para saber se o outro tem uma mercadoria que interessa Como diria o Marcos e o Windows no Manifesto a sociedade capitalista trocou todas as gravações pela relação do frio interesse a cumprir sempre de cumprir sempre
destacar que para Marx na forma de sociabilidade comandada pelo capital enquanto possuidores privados que nos seus homens travam suas relações sociais ou seja os trabalhos privados só atuam efetivamente como elos do trabalho Social e Ambiental por meio por por meio das relações que a troca estabelece entre os produtos do trabalho e por meio destes também entre os produtores significa que um produtor só tem interesse pelo outro Produtor na medida em que ele tem interesse também em adquirir matérias-primas e mercadorias ou então vender suas próprias mercadorias e a estes últimos portanto aos produtores a estes últimos
as relações sociais entre seus trabalhos privados portanto entre as mercadorias que foram produzidas na condição de exploração a estes últimos as relações sociais entre seus trabalhos privados aparecem como aquilo que elas são Isto é não como relações diretamente sociais entre pessoas em seus próprios trabalhos mas como relações ressecadas portanto coisificadas entre pessoas e relações sociais entre coisas significa que a cada indivíduo se relaciona com outro de uma maneira meramente objeto ao ou seja cada capitalista é para o outro meramente um objeto ao passo que as relações vivas elas são transferidas aparentemente para as mercadorias sobretudo
porque as mercadorias ela circulam mudam de preço são vendidas acima do valor abaixo do valor aparecem desaparece do mercado então é como se as mercadorias possui sem vida própria as relações entre os homens são relações frias de interesse portanto não são relações verdadeiramente humanas e somente no interior de sua troca dentro da sociabilidade capitalista somente no interior de sua troca os produtos do trabalho adquirem uma objetividade de valor socialmente igual ou seja em São igual alisados apenas no ato da troca para que você saiba quanto vale dos com a cola o valor de um casaco
não tem como comparar um outro casaco é necessário comparar com uma mercadoria com um produto distinto Fast produto distinto que vai permitir estabelecer a equivalência que é dada em tempo de trabalho social médio somente no interior de sua troca os produtos do trabalho adquirem uma objetividade de valor socialmente igual uma vez que são reduzidos para efeito das trocas a Geleia Geral de trabalho a trabalho abstrato atrás o médio o que se tem é que a mercadoria se apresenta separada de sua objetividade de uso ou seja pouco importa a utilidade que alguém vá dá a uma
determinada mercadoria o que interessa é saber se ela é comercializável ou não e essa decisão do produto do Trabalho em coisa útil e coisa de valor portanto em valor de uso e em mercadoria propriamente dita Isto é produto de tempo de trabalho social médio só se realiza na prática quando a troca já conquistou um alcance e uma importância suficientes para que se produzam coisas úteis destinadas a troca e portanto o caráter do valor das coisas passou a ser considerado no próprio ato de sua produção Marques está apontando aqui que para que o fetichismo se torne
efetivamente algo presente em contornável dentro da sociedade capitalista é necessário que a produção tenha atingido um a o desenvolvimento é necessário que ela tenha se tornado regular e generalizada no interior da sociedade EA importante observar que a sociedade burguesa ela potencializa o fetichismo uma vez que a tendência da produção burguesa é o mercado mundial e consequentemente as relações mercantis se estendem para todo o planeta de tal modo que os indivíduos se veem arrastados a participar de um modo ou de outro na comercialização das mercadorias seja para vender os seja para adquiri-las e a partir deste
momento a partir do momento em que as trocas de mercadorias se tornaram cada vez mais regulares a partir deste momento os trabalhos privados dos produtores assumir de fato um duplo caráter social por um lado como trabalhos úteis determinados portanto com o trabalho concreto eles tem de satisfazer uma determinada necessidade social e desse modo conservar a si mesmos como elas do trabalho social do sistema natural espontâneo da divisão social do trabalho por outro lado eles o fruto deste trabalho só satisfazem às múltiplas necessidades de seus próprios produtores na medida em que cada trabalho privado e útil
particular é pelo potável por qualquer outro tipo útil O alho privado portanto na medida em que ele é equivalente e isto significa que a mercadoria precisa ter um valor de uso mas no ato da troca a utilidade desta mercadoria desaparece uma vez que só passa a contar o valor da mercadoria por tempo Portanto o tempo de Sábado trabalho social médio que dela foi materializado e que vai ser reduzida a equivalente diante de uma outra mercadoria a igualdade plena dos diferentes trabalhos só pode consistir numa abstração de sua desigualdade real Isto é suprimindo-se as suas propriedades
específicas como valor de uso ou seja na redução desses trabalhos ao seu caráter comum como dispêndio de força de trabalho humana como trabalho humano abstrato significa mais uma vez que para que você tenha a igualdade das mercadorias é necessário que os trabalhos concretos desapareçam do Horizonte para deixar em subsistir apenas a quantidade de tempo social médio de trabalho social médio está materializado em uma determinada mercadoria por que esse tempo de trabalho social médio que vai servir de parâmetro para estabelecer a equivalência o outro tempo e-social médio contido em uma outra mercadoria Bom dia Max e
o cérebro dos produtores privados reflete esse duplo caráter social de seus trabalhos privados apenas nas formas em que se manifestam no intercâmbio prático na troca dos produtos o caráter socialmente útil de seus trabalhos privados na forma de que o produto do trabalho tem de ser útil e precisamente para outrem ninguém vai produzir alguma coisa e não tenha utilidade para ninguém e o caráter social da Igualdade dos trabalhos de diferentes tipos na forma do caráter de valor comum a essas coisas materialmente distintas os produtos do Trabalho São a base para que estas trocas se realize portanto
e com clímax os homens não relacionam entre si seus produtos do trabalho como valores por considerarem essas coisas meros invólucros materiais de trabalho humano do mesmo tipo ao contrário porque que param entre si seus produtos diferentes tipos porque equiparam entre si seus produtos de diferentes tipos da troca como valores eles equiparam entre si são diferentes trabalho como trabalhos como trabalho humano Eles não sabem disso mas o fase ou seja o trabalho continua subsistindo no interior da mercadoria só que para o ato de troca os trabalhos concretos eles desaparecem para deixar subsistir apenas o tempo de
trabalho social médio o tempo social médio que levou e para realizar a mercadoria porque é isso que vai permitir a equivalência de mercadorias quando o capitalista quiser vender o produto quiser vender a mercadoria e é isso se solidifica tanto mais gira Marx na medida em que na testa do valor portanto no tempo de trabalho social médio materializado em uma mercadoria não está escrito o que ele é o valor converte todo o produto do trabalho num aerógrafo social significa que a redução do trabalho com os trabalhos concretos a trabalho abstrato conduza a uma mistificação do porque
aquela mercadoria está se exprimindo neste ou naquele preço ou seja neste fica o caráter real das relações sociais entre os homens é somente mais tarde dirá Max quando as relações sociais que tem na troca Mercantil sua forma por Excelência como é o caso da sociedade capitalista somente então é que os homens tentam decifrar o sentido deste aerógrafo este misticismo desvelar o segredo de seu próprio produto social Marcos está mostrando aqui que o conhecimento a respeito do que possibilita a mercadoria ter um equivalente só será descoberto séculos depois dos homens já terem iniciado as trocas e
terem Tornado as trocas algo corriqueiro Portanto o conhecimento do valor da mercadoria ou de como as mercadorias são reduzidas a equivalentes é um conhecimento pós-festa Tom só vai ser quando estas relações já estão suficientemente amadurecidos e já amadureceram ao longo dos séculos o Marques neste ponto está fazendo aqui uma referência e até mesmo uma reverência aos fundadores da economia política moderna ele está se referindo aqui particularmente a William Petty Mas ele também está mostrando como que a partir de William Petty a economia política ela foi caminhando cada vez mais no sentido de tentar desvendar o
que é a mercadoria e isto não quer dizer que eles tenham conseguido tanto é que mesmo sendo a economia política burguesa desenvolvido conhecimentos sobre como a mercadoria resulta de trabalho mesmo tendo desvendado científicamente o caráter fetichista da mercadoria o fetichismo não desaparece da vida social por quê Porque ele continua a subsistir na consciência dos homens em suas trocas cotidianas e essa observação é importante assim como as demais pois Marcos está indicando com isso que o fetiches tem caráter objetivo Isto é independe da vontade individual dos homens ele não existe porque os homens querem que ele
exista ele exista porque as relações sociais nas quais os homens estão imersos mistificam O que são os caráter o caráter real dos produtos do trabalho e mais ainda o Marques destaca que este caráter objetivo do fetichismo se reproduz de maneira totalmente injustificada no plano subjetivo Ou seja no plano da consciência dos indivíduos uma vez que estes só se relacionam entre si não para travar e relações verdadeiramente humanas e sim porque só Estão interessados em realizar as trocas de suas mercadorias o Marcos observa ainda que esses indivíduos imersos nos processos de troca tanto podem imaginar que
estão vendendo o comprando uma determinada força de trabalho pelo valor correspondente Ao Total do trabalho produzido com o também podem imaginar que as mercadorias possuem propriedades mágicas que decorre exclusivamente do seu valor o Marcos Analisa na sequência deste capítulo como fetichismo está enraizado na economia capitalista com tudo para fazermos esta discussão com calma e de modo a ser proveitosa para aqueles que buscam compreender o item 4 deste Capítulo 1 deixamos o resto da exposição para uma próxima oportunidade para um segundo vídeo Espero que tenham gostado da exposição até aqui a respeito deste tem quatro encaminhe
suas sugestões positivas ou negativas e continuamos sempre na nossa luta em defesa da sociologia até uma próxima