[Música] Olá sejam bem-vindos à nossa aula de didática eu acho que hoje antes de começar de falar ou de iniciar algo sobre nosso objetivo de aprendizagem e falar sobre a nossa convidada eu dou um desafio para vocês por que a professora Simone está segurando o Capitão América e o homemaranha e por Por que que a Luciene que é Nossa convidada de hoje trouxe o Thor tá pois é sejam bem-vindos E hoje é uma aula muito divertida uma aula que eu adoro o tema ele é novo pra gente eu trouxe uma pessoa muito importante tá da
escola da escola também Angelo biso mas eu trouxe a professora Luciene Lu muito obrigada por ter vindo seja muito bem-vinda que agradeço e fala um pouquinho da sua trajetória né PR as pessoas poderem entender da onde você vem e qual é a relação com o seu tema de hoje que eu ainda não falei Qual é o tema bom eu sou e sou formada em Magistério eu fiz uma coisa que não tem nada a ver com o tema que eu fiz letras depois eu fiz pedagogia fiz algumas especializações na área de educação Olha tudo a ver
gente na área de educação ambiental na área de empreendedorismo e na área de inclusão só que durante todo esse processo as tecnologias me chamam muita atenção não porque a gente depende totalmente delas para pra sala de aula mas porque elas Encantam os alunos e a gente consegue usar elas em inúmeros momentos para atrair essa atenção então eu fui buscar informações acabei encontrando uma rede que chama Rede Brasileira de aprendizagem criativa e comecei a estudar esse material procurar teses entender um pouquinho mais de como tudo funciona Montei um projeto e comecei a aplicar eh aplicando o
projeto eu fui selecionada pelo dac que chama desafio de aprendizagem criativa uma edição que não temos mais e consegui fazer um programa de fellowship em 2020 no MIT e a partir daí as coisas ficaram e bem malucas e interessantes eu consegui eh indo bebê da fonte né conheci nesse processo o professor Marcos Borges que é um professor que vem me auxiliando muito nesse processo de conhecer mais sobre a presidente né da Univesp atual presidente eh e vem me ajudando muito a entender o que que é o pensamento computacional vem me ajudando a construir um material
relacionado ao pensamento computacional e aplicando diretamente com com os alunos lá da Red Municipal de Guari unaa que é onde eu atuo legal então você tem você tem esse papel e aí assim né é possível né e e e acho que essa é a pergunta bncc da Computação né como que a gente implanta é possível alguém de letras né ó aqui ó eu sou de letras e ela é de letras é possível alguém de Let se inserir nesse universo é possível uma pedagoga ela é pedagoga eu sou pedagoga se inserir nesse universo é totalmente possível
e a gente vem para cá hoje para falar um pouco por isso que eu trouxe a Lu tá que além dela ser a pessoa que trabalha com a formação dos professores da rede de Jaguariuna ela atua também né em sala de aula e hoje eu diria para você que pra educação básica eu trago a Lu sempre como referência do pensamento computacional mas aí não é só de pensamento computacional é de bncc E aí tem uma uma pequena confusão aí nessa Então assim vamos começar a explicar que ela preparou um material muito legal então Lu Eh
vamos diz um pouquinho pra gente você prefere começar pela bncc depois ir pro pensamento computacional eu eu vou entregar na sua mão Eu gosto bastante de começar sempre pela bncc porque a gente tem que lembrar que ela o nosso Norte é a partir dela que a gente vai constituir qualquer trabalho em sala de aula e desenvolver qualquer planejamento para chegar a aprendizagem dos alunos tá deixa eu só te um minuto vamos lembrar tá bncc nós estamos trabalhando com ela no nosso curso de didática então a gente teve a primeira eu vou chamar de bncc geral
né e depois a gente teve a bncc o complemento que é uma bncc muito jovem assim por dizer tá que é a bncc da Computação que ela vem ela não vem apartada na verdade ela tem que estar integrada a bncc e a Lu pode falar isso pra gente tá E ela vem para dizer assim precisamos fazer movimentos diferentes na educação é isso é isso e eu vou aproveitar deixa a gente tá aí num fase de construção de um complemento da bncc com a inteligência artificial na educação básica então Então vem novidades por aí tá porque
o pessoal que está por trás dessas tecnologias na educação já está mexendo com isso mas o que nós temos de muito fresco PR Mas você promete que a gente volta né a gente volta se Deus quiser a gente volta vamos lá eh mas para falar especificamente da bncc desse complemento da da Computação eh a gente entende a necessidade da Computação no dia a dia e o o currículo de computação ele traz alguns eixos pra gente então o pensamento computacional ele é só um desses eixos porque na verdade a gente tem também a tecnologia digital e
a cultura digital tá a gente tá conseguindo mostrar tá lá né tá mostrando Tá então vamos lá então a gente tem a bncc da Computação nós temos três eixos que trazem as diretrizes da bncc um primeiro eixo pensamento computacional o segundo o cultura digital e tecnologia digital legal eh hoje especificamente a gente vai falar um pouquinho mais da da questão do pensamento computacional porque de tudo que nós temos aqui quando a gente fala de cultura e tecnologia digital a gente já consegue relacionar muitas coisas no nosso dia a dia por mais que a gente não
tenha domínio mas a gente usa internet a gente usa eh wi-fi a gente usa uma pesquisa a gente usa o celular que todo mundo tem hoje mas o que é mais complexo ainda dentro desse complemento da bncc é o pensamento computacional porque só pelo nome computacional muitas pessoas pensam que é só para quem trabalha com computador então não tem porque a gente ensinar o pensamento computacional porque eu não uso para para programar eu não vou ser programador quando na verdade esse eixo ele traz pra gente quatro questões para se pensar aí que é o reconhecimento
de padrões decomposição algoritmos e abstração exp deixa eu te fazer é isso que ia falar para explicar isso agora deixa eu te fazer então pera aí vamos tirar o mito pensamento computacional não tem nada a ver ou com saber programar por exemplo eu eu odeio pensamento computacional se alguém falar né Eu odeio Ah por que que você odeia eu não gosto de computador eu não gosto de tecnologia e não tem nada a ver na verdade tem uma correlação mas não tem nada a ver ser um se tornar um programador não nós temos vários autores hoje
a primeira autora inclusive foi a wing que defende que o pensamento computacional ele é o ato de você pensar num problema e resolver isso ou seja a partir do momento que né Você levantou da cama e tem que escovar o dente você tem que fazer um processo de um passo a passo na sua cabeça para executar ou escovar o dente então isso já é o pensamento computacional você não precisa estar com um computador porque esse pensamento é a capacidade de resolver problemas do dia a dia então quando a gente fala em pensamento computacional na educação
eu estou falando de uma forma eu vou tomar cuidado com os nomes porque a gente tem toda uma base teórica aí né gritando de alguns lados mas assim eu vou pensar numa forma de esquematizar de uma forma de representar esse aprendizado né que as pessoas têm na área principalmente de computação e trabalhar com essa aprendizagem sistematizada em etapas Exatamente é isso então tem o problema preciso entendê-lo preciso resolvê-lo preciso criar um caminho para chegar até lá nós falamos agora de pouco nos bastidor ol legal você já tá me dando os pilares aí né como é
que é tem um problema aí eu preciso entender Qual é esse problema para eu decompor isso eu reconhecer os padrões que eu tenho nesse problema o que eu tenho de igual ou não eu pensar em abstrair o que não me serve eu tirar o que não me serve E focar só naquilo que eu posso fazer de uma forma mais sucinta para eu chegar a resolução essa resolução é chamada de algoritmo resolução é é o como chegar lá né isso exatamente cheguei lá no final eu tenho não é dessa forma que eu vou fazer eu executo
e vai dar certo executo o quê o programa o passo a passo por isso que não depende do computador Então quer a gente volta aí pra sala de de aula eu posso utilizar esse passo a passo para dar uma aula perfeitamente executar o plan por exemplo preparar um planejamento de aula é executar o pensamento computacional por quê Porque quando eu pego o planejamento eu vou olhar o quê Qual que é o meu currículo que que eu tenho que aplicar eu identifico a habilidade quer dizer eu estou decompondo o meu problema hoje eu tenho a habilidade
de ensinar situa eh operação matemática vamos pensar em adições para alunos de quarto ano como que eu trago isso pro meu meu planejamento então aí eu já fiz o quê eu tô fazendo a decomposição Eu tenho esse problema eu tenho que ensinar adição aí eu vou reconhecer padrões o que que os meus alunos já sabem de adição Eles já conhecem números Eles já conhecem valores Eles já fazem adição de alguma forma então eu tô reconhecendo o que eu posso já utilizar aí o que que tem de igual com outros aspectos que eles já sabem para
eu poder criar um caminho tá abstração é o quê descobrir tudo que eles sabem eu limpo enxugo e falo não isso aqui é essência eu vou trabalhar isso aqui Criei um passo a passo para isso terminei a minha aula tô com meu planejamento pronto apliquei o planejamento pronto eu tenho um algoritmo Eu tenho um planejamento que é o meu algoritmo do pensamento computacional Então na verdade é o seguinte os nomes porque a gente tem toda uma base de entender como as pessoas que trabalhavam ou que atuam na área de computação pensam e desenvolvem o raciocínio
lógico Então os nomes a às vezes eles são assustadores né você fala imagina algoritmo eu imagina eu como que eu jamais imaginei que eu desenvolveria um algoritmo Na verdade eu trago uma solução daé e a gente faz isso todo dia não usando o computador tá essa é ideia então sim vamos esquecer nós vamos falar os nomes agora porque vocês precisam entender esses nomes mas de uma certa forma tira o preconceito tira o medo Vocês já viram isso na aula de pensamento computacional e agora tentar entender com tranquilidade então assim pensamento computacional Tire o computacional para
não se assustar Foca no pensamento foca naquilo que a gente pode fazer de melhor para que a nossa aula seja e agora eu vou no ponto e aí ela vai explicar o pensamento para que a nossa aula seja ativa e aí dá para fazer ponte de pensamento computacional com metodologia ativa com aprendizagem criativa com tudo isso né totalmente Porque a partir do momento que a gente começa a identificar os processos e dar liberdade pro aluno criar processos diferentes do nosso porque por exemplo eu posso fazer uma massa de bolo hoje de um jeito que vai
dar certo e o aluno pode fazer do outro jeito e aquele aquele caminho que ele criou ele tá pensando ativamente em como reformular aquele processo e chegar a uma resposta também então a a arte de criar um planejamento por exemplo onde eu estou imaginando como que eu vou engajar o meu aluno cada um tem a sua arte então a gente tá executando o tempo too o protagonismo não só do aluno como professor na tela aqui tudo interconectado então vamos agora vamos vamos seguir o passo a passo da tela Porque a gente já falou de muitos
conceitos Então vamos recapitular porque eu sei que não é tão simples Então vamos voltar ali daquela a tela bonitinha onde você começa a explicar pra gente pensamento computacional e agora vai eu vou ficar bem quietinho bom nessa tela a gente consegue enxergar uma bicicleta e a gente precisa arrumá-la então o que que nós vamos identificar primeiro nesse momento pensando na composição do problema pra gente identificar o que de fato a gente precisa resolver então o primeiro processo que é o decomposição a gente vai olhar pra bicicleta e vai ver quais são as partes que ela
tem então nós temos aí um quadro nós temos rodas nós temos Correia entre outros outras partes que ela também tem se a gente for smando essa é a parte da decomposição que é o primeiro Pilar lá do pensamento computacional agora a gente vai identificar os padrões que essa bicicleta tem Então veja essa bicicleta por exemplo tem duas rodas ela tem tem lá os dois guidões Ela tem os aros então a gente identifica o que há de igual reconhecemos os padrões a partir disso a gente já sabe que o problema é neste caso tá o pneu
que está furado tá e nós já sabemos que ela tem dois eh dois pneus Então a gente vai ter que criar um caminho que é esse caminho da abstração que a gente vai tirando tudo que a gente não precisa se o problema é o pneu a gente precisa pensar no quadro a gente precisa pensar no guidão não a gente não precisa então a gente começa a tirar essas outras partes que não importam isso é o terceiro Pilar que é o da abstração e a partir disso a gente vai criar um passo a passo para que
a gente consiga resolver o problema do pneu furado trocamos o pneu como a gente faz isso olha a gente vai ter que tirar parafuso a gente vai ter que tirar essa roda a gente vai ter que olhar a câmera dessa bicicleta fizemos toda essa troca pneu bonitinho de novo temos o algoritmo que é a resolução do problema Então veja aqui nós não temos nada de computador é um problema comum que a gente enfrenta no dia a dia fui andar de bicicleta no final de semana furou o meu pneu eu tive que fazer toda uma leitura
do que tinha acontecido e cheguei ao meu propósito final que era conseguir trocar o pneu isso é pensamento computacional sem computador então e aí você tá me falando uma coisa que eu vejo eu tenho uma filha adolescente né E às vezes eu peço para ela me dar alguma solução ou peço ajuda para alguma coisa e eu sinto que o jovem ele não consegue chegar e e a nossa dificuldade chegar para te ajudar a resolver um problema então quer dizer é aquilo que a gente conversou hoje nós vamos nós vamos voltar para alguns temas que são
importantes protagonismo vivenciar a prática e como fazer isso o pensamento computacional traz isso não traz Lu exatamente da forma mais pura e intrínseca que que nós temos e pensar isso e oportunizar por exemplo esse mesmo problema para alunos de quinto a 9º ano onde a gente traz uma bicicleta na vida real e mostra que é esse o problema para resolver a gente vai identificar nos grupos fazendo na prática cada um de uma forma diferente vai ter o aluno que vai tentar trocar o pneu ali com a bicicleta e ainda com quadro ali o aluno que
vai tirar primeiro quadro aquele que vai partir da das porquinhas então quando a gente tá propondo isso pro aluno a gente tá deixando que ele o quê que ele cria estratégias porque se a gente é muito passo a passo sempre pronto acontece esse problema aí na hora de resolver um problema que sai do cotidiano eu não consigo resolver não porque a gente não consegue dividir a gente não consegue decompor gente entendeu Veja a gente tá sempre num num mundo em algo tão gigante e de fato se você perguntar ou pegar hoje uma bicicleta testa aí
você que já já tá fazendo estágio ou que já tá em sala de aula essa é a sua segunda graduação eu testaria hoje eu acho que eu levaria para uma sala de aula uma bicicleta com pneu furado exatamente e perguntaria pras pros vários anos como você faria para trocar o pneu e e e eu acho que falta isso pra gente pra gente poder mostrar quando a gente fala da história da resolução do problema porque todo mundo fala para mim ah você tem que ir a algum lugar identificar um problema e resolver o problema eu falo
assim mas não tem problema tira a história problema são todos nomes vai lá e vê a dificuldade vê uma coisa que não tá acontecendo e veja como você pode ajudar traz uma bicicleta pro aluno Qual é a dificuldade dificuldade de trocar o pneu Esse é o tal do problema né E aí assim quando você trabalha e aí a ideia que outro nome que vem na nomenclatura na teoria é o pensamento lógico pensamento lógico gente é você poder observar e ver a maneira eu não sei se criativo então crítico de olhar como que o outro tá
fazendo e como eu estou fazendo o que que que se encaixa melhor Sabe aquela coisa de você colaborar depois porque eu comecei a trocar minha bicicleta e eu estou enroscada aqui e você já trocou tudo já resolveu seu pinão tá trocado então eu pergunto para você Como você fez essa questão da colaboração o trabalho em pares trocar informações ela gusta o meu lado criativo que eu não consegui olhar ali eu não consegui ver lógica em como trocar você trocou você trocou então a gente faz um conjunto a gente tem numa mesma atividade um conjunto de
habilidades que elas vão muito além só do pensamento computacional ela vai pro lado da Inovação o lado da criatividade da Soft Skills para outras habilidades que estão implícitas ali tudo na verdade eu tenho assim gente é uma coisa tão aquilo de novo os nomes são complexo mas é uma coisa tão gostosa de se ver ela é tão encantadora porque eu estou de uma certa forma sistematizando mostrando pro outro que é possível porque assim de novo eu não quero mais aquele aluno passivo que ele fica esperando e eh eh você você dá a solução para ele
entendeu porque assim por que que ele não tem por que que a gente às vezes não consegue achar a solução porque a gente não tem nem criatividade para chegar lá é isso Lu não foi oportunizado o bem da verdade é isso por isso que é uma crítica tão forte com relação ao instrucionismo porque se você só dá instruções e o aluno tem que executar naquele mesmo formato daquele jeito você sendo o centro e não ele como que ele vai ter espaço para criar como ele tem espaço para pensar ele não tem ele só reproduz então
a ideia de entrar com as metodologias ativas com a própria abordagem do construtivismo da aprendizagem criativa de colocar o aluno ali como centro independente dos nomes como você já disse em outras aulas independente do nome você coloca o aluno naquele processo e deixa ele pensar muitas vezes o que acontece em sala de aula que a gente encontra com frequência é assim uma necessidade do professor vir preparar uma aula e ter que ser executada passo a passo e não é assim que funciona ele tem que ter esse espaço para refletir para pensar diferente um outro exemplo
bobo e assim Veja a gente tá falando de pensamento computacional mas mas um exemplo um exemplo muito tranquilo de se reproduzir na escola por exemplo distribuir palitos de sorvete e pedir para os alunos montar Pontes sem ter Cola é uma brincadeira até de Leonardo Da 20 e o aluno fica olhando para aqueles Palitos e ele não ele não consegue fazer nada por quê Porque a capacidade de pensamento computacional dele a a capacidade de resolução e de criatividade dele não tem um repertório porque ele não foi repertori ele foi sempre induzido a reproduzir coisas a partir
do momento em que você abre um livro de literatura e contra sobre a obra de Leonardo da Vin e mostra tudo que ele criou e disponibiliza por exemplo links de vídeos pros próprios alunos pesquisarem e entenderem como funciona você pode voltar uma semana depois e dar o mesmo desafio vai acontecer mas por quê Porque você repertori você deu um espaço para que o aluno realmente seja criativo seja crítico seja leitor seja pesquisador Então são coisas que a gente precisa reformular na sala de aula e tudo isso é pensamento computacional agora Ah mas isso aí não
vai virar um programa de computador não a não ser que eu queira que vire a não ser que eu pegue essa bicicleta que nós usamos de exemplo agora ou a ponte e eu crie todo um um passo a passo na linguagem de computador que eu escolher hoje em dia é muito comum Scratch por exemplo que é uma linguagem de blocos extremamente acessível ou até num Python ou outro programa e faça toda essa resolução mas veja eu não preciso ser um programador para fazer isso e nem precisa que você que você seja um programador para fazer
isso o que precisa é esse pensamento crítico esse pensamento inovador que busca que pesquisa que Alia que resolve mas para isso a gente precisa ir para as metodologias ativas gente eu honestamente assim por isso que eu trouxe a experiência eh das professoras do da escola Angelo Bis e por isso que para eu tô muito Encantada desde que eu conheci o trabalho da Luciene tá de de identificar isso que é de novo é uma maneira né a gente tá s atizando o o não o conhecimento mas a gente tá sistematizando possibilidades e você falou uma coisa
importante que eu tô sempre tocando no ponto da didática que é o como fazer na verdade o como você precisa de repertório como você precisa estudar ou como você precisa investigar uma aula ela não sai assim do como né ela tem um passo a passo muito maior mas eu já vou pro nosso encerramento que hoje eu acho que a gente passaria amanhã à tarde e nós vamos voltar para cá né ô meu Deus o que o Capitão América faz aqui o que o Homem Aranha faz aqui o Thor faz lá esse Enigma você vai descobrir
daqui a pouco na nossa próxima aula quando a Luciene vai fazer uma atividade junto comigo então a gente vê você daqui a pouquinho tá bom [Música] obrigada [Música] oh [Música] n