[Música] A Rádio Atlan apresenta Temas Complexos da Revelação Cósmica. Você está aberto para pensar sobre a complexidade da vida? Apresentação Jean Val.
[Música] Estamos iniciando mais um programa Temas Complexos da Revelação Cósmica, dando continuidade ao primeiro que fizemos dessa série, aonde estaremos falando dos temas mais melindrosos que a revelação cósmica trata. E no primeiro programa nós falamos da questão do identitarismo espiritual, do teriantropismo e vamos continuar falando sobre isso ao longo deste programa e de outros, porque o tema não se esgota assim tão facilmente. Na verdade, ele não vai se esgotar nunca.
as gerações futuras vão ter que trabalhar muito melhor a maneira como lidam com seus pensamentos e emoções para poder tratar desse assunto. Mas quanto ao que nos cabe fazer no atual momento em que estamos tentando semear reflexão sobre esse assunto, apenas retomando a linha do raciocínio do primeiro programa, nós estamos chamando aqui identitarismo espiritual. exatamente para distinguir de outras formas e utilizações da expressão identitarismo, que já está sendo usado na sociedade como um todo e que suscita discussões absurdas e preconceitos e posições exacerbadas, mas que todas elas demonstram algum padrão de ignorância em relação ao conteúdo mais profundo do que está por trás de todo esse processo.
Que processo? O processo de definição de identidade que cada ser particularizado termina promovendo em si mesmo. Todos os leões aparentemente são iguais, os cães são iguais, os ratinhos também.
Nós humanos temos igualdade no sentido de termos o mesmo corpo, mas cada um de nós é um mundo à parte, age diferente, pensa diferente, sente diferente. Então, a sensação de cada um de nós é o marco, é a âncora, é a base onde a nossa personalidade se estabelece. E é isso que nós estamos tratando aqui desse programa, é essa questão da identidade única que cada um de nós tem.
E por isso eu estou chamando de identitarismo espiritual, porque não tem outra expressão. É uma invenção, é um neologismo que eu me obrigo a poder utilizar para poder falar também de teriantropismo e outros desdobramentos. Então, no programa de hoje, nós vamos nos dedicar a tentar entender quais seriam ou quais são as causas eh causas espirituais que definem, vamos dizer, a identidade de um ser.
Seja esse ser um espírito, seja esse ser um ser humano ou qualquer outro tipo. Então aqui nós estaríamos falando, em primeiro lugar da identidade de um certo tipo de ser que existe fora do Aquário, fora da Matrix, ou seja, que vive numa realidade espiritual e tem a sua identidade, tem o seu jeito de ser. E estamos falando também de seres que vivem dentro do aquário.
Isso é só a metáfora. Ou seja, dentro da matrix, ou seja, dentro de uma faixa de realidade transitória, diferente da espiritualidade que tem um que de eternidade. Esse aquário, essa faixa de realidade ou essa matrix ou esse universo no qual nós vivemos, seria algo transitório.
E por isso é que os corpos nascem e morrem e enquanto vivos estão, há um eu humano que a ciência chama de epifenômeno, que pensa que existe enquanto corpo, mas apenas está hospedado no corpo. E esse eu se sente de alguma forma e se identifica ou se autoidentifica ou é identificado por um conjunto de características. É sobre isso, então, que nós vamos falar.
Ou seja, aqui a gente precisa distinguir que existe uma uma maneira de ser espiritual, eterna, vamos assim dizer, e uma maneira de ser transitória de cada eu que nasce e morre dentro dessa faixa de realidade na qual nós estamos submetidos. Qual a primeira questão que devemos observar para entender como é que um ser se sente, sendo quem ele pensa que é? Na espiritualidade, os espíritos lá na sua gênese, eles não têm essa coisa de macho e fêmea.
Isso é uma coisa muito recente numa história meio que eterna. Desculpem aqui as expressões, mas supondo que aquilo que é explicado na revelação espiritual que antes da criação desse universo já existia a uma espiritualidade pré-existente, ou seja, incriada, eterna, e que lá existiam e existem seres que não tem nada a ver com o que hoje nós observamos dentro desse universo como ele surgiu. A questão que nós temos aqui para refletir é esses espíritos, cada um deles tem uma identidade própria, única, singular.
Eles não são manada no sentido de serem iguais. Eles não são rebanho no sentido de todos se movimentarem instantaneamente, tipo aqueles peixes, os os cardumes de peixes, os bandos de pássaros. Ou seja, não é assim.
Cada espírito tem seu jeito de ser. Isso é o que a espiritualidade informa. Do jeito que entre nós, humanos, não existem dois seres humanos que tm a mesma cara.
a mesma impressão digital, mesmo gêmeos, mesmo as pessoas muito parecidas, os casos mais eh excepcionais, ainda assim tem o quê? de diferença, pelo menos no seu jeito, ainda que o corpo geneticamente possa apresentar o mesmo genoma, como é no caso dos Gêmeos, mais eh eh eh vamos assim dizer entre aspas iguais, né? Há diversas classificações pros Gêmeos, mas não vamos aqui complicar.
O fato é que não tem dois seres iguais. Então, na espiritualidade não existem dois espíritos iguais. O que quer dizer que cada um tem a sua identidade espiritual?
Cada um sente a sua sensação espiritual do seu jeito. De novo, na espiritualidade, pelo menos em termos dessa parcela da espiritualidade que sempre existiu e que na lógica humana a gente costuma chamar isso de paraíso. seres que lá existem nos diversos níveis do paraíso.
O nível 100% perfeito, 99%, 98%, 97% perfeito. Aí alguém dirá: "Mas e perfeição tem graduação? " Aí entra a possibilidade que nós humanos temos de usar as palavras e conceitos que conhecemos para descrever coisas que ninguém conhece.
Então, as palavras aqui tudo que é o que nós dispomos representam a o nosso instrumento disponível para expressar a nossa racionalidade. Então isso aqui é uma aproximação, é a metáfora possível, é a analogia possível. Isso não é uma verdade carimbada definida de forma alguma.
Como eu sempre digo nas palestras e livros que escrevam, as as gerações humanas futuras vão poder melhor refletir sobre isso. Mas estamos só tentando nos libertar dos velhos grilhões e das velhas certezas absolutamente equivocadas que até hoje as religiões nos impuneram para se libertar disso para poder estudar novas possibilidades. Mas certezas só as gerações futuras, penso eu, poderão ter a pretensão de possuí-las.
Nesse sentido, voltando ao centro da questão, o que é que nós estamos aqui dizendo? que no mundo espiritual cada espírito, cada ser particularizado sente-se de um jeito singular e ele tem uma identidade própria. E não é nem homem, nem mulher, nem macho, nem fêmea, porque essas são definições humanas que surgiram só quando a coisa que nós entendemos como polaridade sexual de macho e fêmea apareceu nesse universo e em termos do tempo ou da forma como nós contamos o tempo, quando você estuda as ciências que mostram como a vida foi evoluindo no universo, notadamente no caso da Terra, só no período campo Briano, ou seja, há cerca de 540 milhões de anos atrás é que surgiram os primeiros seres pluricelulares e essa coisa de macho e fêmea surgiu por aqui.
Então, mesmo no âmbito do nosso universo, que tem uma história de 13. 8 bilhões de anos. Só nos últimos 540 milhões, nos últimos 500 milhões de anos, a gente pode dizer que essa coisa de macho e fêmea passou a existir.
Então assim, isso é muito recente. Antes não existia. Então, se nós entendermos ou pudermos entender que a causa ou as causas eh que no contexto espiritual contam para que um espírito se identifique ou se autoidentifique como sendo o que ele pensa que é, nós precisamos entender que isso é algo extremamente amplo, que O cérebro humano não tem como entender algo que já existia antes dele, que sequer teve início e que cada espírito desse é 100% puro, perfeito, maravilhoso, blá blá blá, o que seja, e se sente do jeito dele.
E isso não tem nada a ver com as maneiras como hoje nós mamíferos, primatas superiores, nos sentimos. Então, esse é um primeiro contexto de identificação dos seres. Qual?
O contexto espiritual. Qual o segundo contexto? são as experiências transitórias que esses seres espirituais eternos têm quando eles se vinculam a corpos que nascem ou que emergem para a vida dentro de faixas de realidades transitórias, como é o caso dessa na qual nós vivemos e chamamos de universo.
Então, quando se diz que há o espírito que está encarnado e que me representa ou o meu espírito ou o espírito que me anima, ele tem a sua identidade e na hora em que se vincula ao genoma de um corpo humano, aí essa identidade espiritual influencia o eu epenomenológico humano que surge a partir desse novo cérebro, como também o que esse cérebro pulsar vai influenciar o eu do espírito. Aí aqui nós estamos falando de duas identidades. A identidade que o espírito já tinha antes de encarnar como ser humano e agora ele é encarnado.
Ele é um alguém. E esse alguém se acha Rogério, Paulo, Regina, quem seja. E esse modo de pensar que passa a pensar que é Rogério, vai influenciar o eu do espírito.
E Rogério vai se sentir, de uma certa forma a identidade de Rogério. Aí as características do fato de o eu de Rogério está hospedado num corpo que é dito masculino. A sensação masculina é o que o eu de Rogério, desde que o bebê nasce e vai sendo chamado de Rogério, ele vai sentindo e a adequação ou inadequação que esse meu eu de Rogério terá, entendo vinculado o seu espírito a um tipo de corpo que no caso tem a polaridade masculina, vai começar para definir como este eu epifenomenológico que surge com a vida se sente.
E isso não tem nada a ver com a opção sexual que no futuro naturalmente será assumida pelo eu de um ser humano. Isso por enquanto tem a ver só com a questão de como o ser humano se sente em termos de sua identidade pessoal, de ser homem, mulher, ah, e só tem essas duas faces para ele escolher. Esse é o problema.
só tem as duas polaridades em termos de corpo. Mas como cada espírito é único, sente-se de um jeito, esse jeito único espírito às vezes atrita com a opção que o genoma daquele corpo oferece, ainda que esse genoma tenha vindo da resultante das experiências desse próprio espírito. Então, vejam como o assunto é segue.
Nós vamos fazer um rápido intervalo e voltaremos a seguir para dar continuidade à nossa reflexão. Até já. Estamos de volta com o programa Temas Complexos da Revelação Cósmica.
Hoje aprofundando a questão do estudo do identitarismo espiritual e as experiências transitórias do ser. Então, como estávamos abordando no primeiro bloco do programa de hoje, o eu do espírito se sente de um jeito e esse jeito, esse modo, essa maneira de como esse eu se sente, a cada vez que esse eu espiritual se manta a uma experiência transitória. E essas experiências transitórias aqui na Terra podem ser no âmbito daquilo que conhecemos.
E aí as opções que a natureza planetária oferece, resume-se, resumem-se a as opções de macho e fêmea. E se o espírito, o eu desse espírito, eh, com a experiência que for adquirindo através de vidas transitórias sucessivas, através do processo que a gente hoje em dia chama de reencarnação, o espírito vai colecionando experiências que vão fazer com que ele, ao longo da sua trajetória espiritual se sinta mais alinhado com a sensação da polaridade masculina ou da polaridade feminina. Mas de novo, a questão é que existem milhões de maneiras distintas que um espírito pode se sentir.
O que seria se a vida fosse lógica e decente? Não é a vida é algo absolutamente indecente, porque faz com que nasçam seres vivos o tempo inteiro no meio de uma natureza perversa, fria, que não sabe o que é certo e o que é errado. É o mais forte matando o mais fraco.
Então assim, a natureza ela pode ser bela para quem olha com uma certa dose de romantismo e mesmo de ignorância. em relação ao lado mais oculto das coisas. Mas ao mesmo tempo em que a gente se apaixona por uma flor, pelo voo do pássaro, por um pô do sol, blá blá blá, a gente diz: "Mas como é bela a natureza".
Mas se a gente olhar direito, a natureza é muito complicada. Nós humanos é que emprestamos essência, beleza e senso de dignidade à vida. Mas a vida ela não tem isso.
A vida é impessoal. Então, de novo, se a vida fosse algo mais bem pensado porque inventou toda essa questão, deveria existir vários tipos de opções em termos de sexualidade ou seja lá do que for, à disposição dos espíritos para que eles não fossem obrigados a forçar a sua barra pessoal, desculpem a expressão, ou seja, a se violentarem tendo que nascer para sentir, desculpem a redundância, sensações que não lhes serão agradáveis e que não irão se alinhar com o que ele já sente. Nada disso é democrático.
A maneira como o espírito já se sente não tem lá muita democracia é resultado de um processo eterno, de uma existência que nós humanos mal conseguimos compreender, porque é espiritual. E ainda se associa essa pouca democracia da eternidade a o fato de que você nasce também aqui na Terra sem ter pedido. O seu eu humano, pelo menos não pediu.
O seu espírito é que decidiu ou foi obrigado a fazer isso. E lá nasce um outro eu que também vai sentir uma série de sensações esquisitas e vai ter que lidar com elas e vai se acostumando ou não. E aqui ocorrem atritos, aqui ocorrem confrontos no âmbito do nosso genoma, no âmbito da nossa condição espiritual.
E a resultante disso é um peso no âmbito mais íntimo da personalidade de cada ser humano. Então, se o objetivo desse programa é estudar as possíveis causas espirituais da identidade de um espírito, associando também essas causas espirituais, a possíveis causas biológicas. da experiência de um espírito quando se vê obrigado a nascer por aqui, a ser macho fêmeo.
Essa adequação ou inadequação, o ser humano não tem, entre aspas, como ir contra isso. É um peso. Esse tema, ele é profundamente estudado nos em outros rincões existenciais por seres que não tem a sagacidade que nós humanos temos e eles apenas colecionam os padrões de conhecimento que tem a respeito do assunto.
Compreender mesmo o drama, eles só compreendem quando se fazem humanos, porque pela fofoca que corre nem níveis espirituais, como os humanos são os últimos a surgirem paraa vida nessa história de 13. 8 bilhões de anos. Só a condição humana permite a amplitude mental, a chamada racionalidade, ao gene Fox P2 e outros genes que funcionam no âmbito do nosso neocórtex e nos permitem ter essa sagacidade, conhecer, decifrar a realidade na qual estamos vivendo.
Coisa que o Deus bíblico Javé não gostou quando viu isso em Eva depois em Adão. Porque quando um ser humano vive por ele mesmo no sentido de perceber o que é isso e o que é aquilo, os tais deuses não conseguem mais manipulá-lo tão facilmente ou automaticamente como faziam antes quando eles eram meio que Mas na hora em que Eva e Adão romperam com aquele bloqueio e passaram a ter olhos para enxergar, vamos assim dizer, essa sagacidade humana fez da humanidade a única, olhem bem, a única espécie das ilhões de espécies que existem dentro dessa matrix que corresponde a esses dois universos gêmeos, o material no qual nós vivemos em um antimaterial vizinho. cheio de seres também, todos eles com problemas e meio dementados.
Nós, os biológicos humanos, somos a última espécie a ter surgido nessa história. Portanto, somos os bebês do cosmos. E por isso que para a condição humana estão vindo todas as convergências possíveis de diversas classes ou espécies de seres que já existiam há muito tempo antes de nós, os humanos, termos surgido.
E finalmente todas elas deste universo vizinho e do nosso estão se enfilerando para nascer na condição humana. E esse problema de adequação ou inadequação que os humanos sentem no âmbito da sua personalidade, de se sentirem sis ou trãs de se sentirem dessa ou daquela maneira e agora ainda tem mais esse problema. O, agora que eu digo é isso, sempre existiu, mas é que só nos últimos anos é que a questão do teriantropismo passou a ser falada na modernidade, ainda que como nós falamos no programa anterior, isso já foi falado ao longo do paleolítico, neolítico, mesolítico, ou seja, as pinturas rupestres, as mitologias já falam da questão da questão teriantrópica há muito tempo.
Mas só agora isso aparentemente estranho de um ser humano passar a se sentir cachorro, cobra, cavalo e que aos olhos da maioria dos humanos ignorantes olham para isso com preconceito, dizendo que é coisa do diabo, do demônio e a toda hora é Jesus, misericórdia, blá blá blá, um tipo de fundamentalismo estéril e um uso inadequado de expressões que deveriam ser respeitadas como o nome de Deus, de Jesus e outros seres que passam a representar pros humanos algo que é mais sagrado. Nós deveríamos fechar a boca. Antes de sairmos falando, digitando bobagem sobre o que não entendemos, deveríamos olhar com sensibilidade mais aguçada, mas acima de tudo estudar e perceber que esse assunto é extremamente velho, ele é ancestral.
Qual o aspecto que hoje nós estamos vivendo desse assunto ancestral? é que ele está voltando a se encontrar com a humanidade e que haverá tempo aqui na Terra em que nenhuma das famílias que por aqui estarão poderá se dar, entre aspas, ao luxo de não ter que conviver na medida em que seus rebentos cheguem. Com esse aspecto, que aspecto os seus filhos e filhas se sentirão inadequados de alguma maneira.
em relação ao tipo de vida que estão levando aqui na Terra, seja pelo corpo que estão neles hospedados, seja pela maneira como se sentem, seja por questões mais sutis, como a questão de síndrome de estrangeiro, que você não se sente um humano terráqueo, ainda que você esteja aqui. Essa inadequação muitos dos humanos sentem. O que é que eu estou dizendo aqui?
que muito provavelmente pelas informações que nós estamos recolhendo no âmbito da revelação cósmica, nesses nessas mais de 1000 palestras que já existem disponíveis, que nós temos feito e produzido ao longo dos últimos 30 e poucos anos, ao longo de outras tantas conversas e dos livros publicados, que são dezenas, esses assuntos da revelação cósmica estão resgatando painéis que foram destruídos, painéis informativos sobre essas questões que foram cancelados pela Igreja Católica, por outras religiões, o que fez humanidade um bando de seres teoricamente pensantes, mas ignorantes em relação a toda uma série de assuntos seríssimos, pendentes de resolução, cujos traços ou cujos registros estão sim colecionados tanto no mundo espiritual como no genoma das espécies que chamamos hoje de vida biológica. E esse assunto está longe de ser pelo menos iniciado com uma base de conhecimento e de compreensão minimamente razoáveis. Isso que nós estamos falando aqui nesses programas e o que eu tenho falado e outras pessoas também em outras ocasiões.
Nada disso ainda é o começo, porque isso é só a tentativa de se poder falar sobre isso sem ter a sua honra agredida por todo tipo de, desculpem a expressão, de religiosidade barata que faz com que as pessoas eh fundamentalizadas, radicais, estupidamente enjauladas em crenças infantilizadas, fiquem agredindo tudo que escutam. que possam escandalizar o seu nível de ignorância, mas que para eles é uma verdade e que isso, segundo eles, contraria a vontade de Deus. Pensem bem, se isso já acontece, a pessoa já nasce com isso.
Ah, não, mas tem muita coisa aí que professores inadequados em escolas terminam antecipando o assunto e crianças que nunca pensaram nisso são obrigadas a pensar. E de fato existe o exagero em todos os lados. Como eu disse, nós ainda estamos longe, muito longe de termos o ABC, o beabá dessa história para saber como devemos cada um de nós se comportar.
Primeiro frente ao que estamos vendo e segundo com que a gente interage, seja como pai, mãe, avô, avó, vizinho, tia, professor, professora, autoridades constituídas. O que fazer diante desse processo que traz de um passado perdido essas pendências todas e que agora todas elas convergem para nascer na condição humana? É essa discussão que nós estamos propondo.
Vamos fazer mais um intervalo e voltamos para dar continuidade ao nosso programa que hoje analisa as causas desse identitarismo espiritual. Até já. Estamos de volta com o nosso terceiro e último bloco do programa de hoje sobre temas complexos da revelação cósmica.
E dando continuidade ao que estávamos refletindo antes, o que é que nós estamos então tentando dizer? Algo muito sério que para a condição humana incontáveis modos psíquicos de se sentir estão vindo e estão nascendo na humanidade, obedecendo aquilo tudo que na revelação cósmica nós temos tentado explorar em termos de temas sobre como a vida tem se processado desde que ela surgiu em pleno caos. O problema do criador caído na própria obra com o seu código que esfacilou-se, vamos assim dizer, na hora da queda e esse código surgiu apodrecido e esse código foi se reunindo ao longo desses 13.
8 bilhões de anos. E essa reunião implica informação de espécies diferentes que foram existindo como podiam. E essa forma de existir como pode é o que a gente chama de evolução.
E é por isso que no livro que nós lançamos chamado Nem Deus, nem Jahé, nem Darwin, dois pontos, a evolução possível. Nesse livro a gente apresenta que a evolução possível de estar ocorrendo. É exatamente isso que nós observamos, porque ela está fora de controle.
Ela acontece devido ao fato de que existem partes codificadas ou criptografadas, reunidas como se fossem genes, reunidos como se fossem um genoma, que compõe um código que permite a particularização da personalidade de um ser e daí o genoma pessoal de cada ser, fazer com que um ciclo enzimático proteico seja então produzido para definir o tipo de corpo e o tipo de sensação que aquele ser poderá começar a sentir. E se esse ser for apenas produto disso, assim ele será. Mas esse ser poderá modificar se ele se tornar um ser humano evoluído, no sentido de ser gestor do seu psiquismo e não só produto desse psiquismo que já vem encomendado nos Gênes.
E é isso que a revelação cósmica tenta ofertar para a reflexão, mas ainda é desconhecida. Então, são poucas as pessoas que têm esses elementos para pensar, mas essas poucas que conseguem adquirir esse conhecimento, colecioná-lo e começam a construir a partir dele um nível de compreensão mais ampla, conseguem entender isso. Isso o quê?
que por trás do rosto de um ser humano está escondida toda uma história universal que nesses últimos tempos converge para a condição humana. E nós, os seres humanos, sentimos tanto a influência de como o eu do nosso espírito se sente, como também a associação dessa sensação com aquela que nós humanos passamos a sentir na medida em que vamos descobrindo a nós mesmos, formando a nossa personalidade. E não tem dois seres humanos que sintam a mesma coisa.
pode sentir de forma parecida, mas cada ser humano é único. E por isso que por trás da face de um ser humano, por trás dos olhos de um ser humanos, por trás de cada par de olhos de um ser humano, quem de fato existe é esse código doente do criador inoculado na particularidade ou na individualidade de cada um de nós, no sentido do genoma corporal que possuímos, tentando dando entender a si mesmo e essa tentativa do criador de definir o que ele quer sentir para constituir a para constituir a personalidade perdida que ele um dia teve através dos restos dessa personalidade que agora ele distribuiu. Porque quando um ser passa pelo que a gente chama de falência existencial, ele fica inabilitado de por ele mesmo progredir, ele pega o seu código podre, cria outros seres, inocula nesses seres a doença dele e esses seres vão existindo e através das mutações genômicas que um dia poderão promover em si mesmos.
Em fazendo isso, estarão corrigindo os padrões da doença original. E esse ser que perdeu a sua identidade hoje procura readquiri-la, reconstruí-la no sentido mais amplo. E para isso ele está usando o psiquismo humano.
E por isso que, de novo, por trás de cada par de olhos de um ser humano, quem de fato existe é o eu do criador disfaçado de Rogério, de João, de Maria, de Teresa, tentando entender a si mesmo e as experiências que cada ser humano sentem. Não é porque o ser humano quer se sentir daquele jeito. Compreendam, cara pálidas.
É porque, entre aspas, já se nasce com essa carga genética. E essa carga genética e no primeiro impulso, ela marca o psiquismo do ser. E o ser humano vai se sentir daquele jeito para que o eu do criador vá escolhendo, vá reciclando como ele vem fazendo isso desde o início dos tempos dessa criação.
E não pensem que isso é novidade, porque não é? Porque as mitologias já falam nisso há muito tempo. Só que isso é tão estranho que as religiões cancelaram essas histórias porque o conceito de um Deus maravilhoso que criou a vida e deu como dádiva maior essa vida para os humanos.
Então, Santo Agostinho, que foi um dos primeiros padres da Igreja Católica, Agostinho de Pona, lá atrás dizia: "Ah, a vida é bela, Deus é maravilhoso e perfeito, quem não presta é o ser humano que é pecador. E quem ficar me enchendo o saco perguntando porque a vida tem sofrimento, vai pro inferno. " E assim Agostinho acabava com a discussão quando alguém chegava para ele e dizia: "Mas Agostinho, olha, a vida é tem problemas, então como é que uma vida problemática dessa pode ter sido criada por um Deus perfeito?
" Aí Agostinho não sabia muito bem o que responder. Dizia: "Ó, a partir de agora, quem me chaçar com essa pergunta vai pro inferno, porque Deus é perfeito, a vida é perfeita, os humanos é que são doentes. " Ponto.
Então nós humanos, através de coisas simplórias desse tipo, e eu estou exagerando um pouco no nos termos que usei para pôr na boca de Agostinho palavras que ele não disse desse jeito, mas cujo sentido é exatamente esse que eu transmiti. A teologia da Igreja Católica afirma que Deus é perfeito, a vida é perfeita e os humanos são a doença da vida. E a culpa disso é de Eva e de Adão.
E por isso o pecado original é esta porcaria de peso que os humanos sentem. Por isso tem o batismo, tem não sei o quê para se livrar disso. pessoal, isso é uma piada mais historicamente destruída na sua raiz para que o entendimento ficasse tosco e a crença de humanos que não usam a sua racionalidade, mas sim o seu hábito devocional de transferir para outros eh responsabilidades mentais, conscienciais que lhes são próprias, não pensam por si mesmos, aí ficam recebendo todo tipo de orientação de padre, de médium, de pastor, de não sei o quê.
E isso deu nessa condição. Ou seja, hoje nós somos meio que imbecializados. A gente não pensa por a gente mesmo.
A gente é movido pelos preconceitos que a gente compra das religiões ou das ideologias às quais nós nos submetemos. E precisamos disso nos libertar para sermos dignos frente à vida que levamos e possamos contribuir com essa vida de uma maneira honrada. E a maneira honrada que que nós temos de lidar com isso é compreender, mesmo com todos os possíveis exageros que alguém possa achar que está acontecendo, que na hora em que a gente vê uma sigla como LGBTQ i AN+ e a gente diz: "Mas que loucura é essa, né?
Essa loucura está exatamente e é um retrato, é uma representação. Essa loucura tá representando tudo o que pulsa no código do criador. E isso está distribuído em diversos seres que guardam as sequências genéticas, esses genótipos que correspondem a fenótipos e principalmente a padrões psíquicos.
E isso tudo está no DNA. humano. No âmbito dos 28.
869 genes de um ser humano. Toda essa sopa de problemas criptografada sobre a forma de genes. E tudo isso acontece no âmbito interno de cada célula das que compõem os corpos biológicos da vida, como a conhecemos.
o jogo do RNA mensageiro levando a sensação que aquele cérebro daquele corpo acabou de sentir e a mensagem criptografada sobre a forma das bases nitrogenadas elevadas pelo RNA mensageiro para procurar um gene que já exista no DNA situado no núcleo da célula para registrar aquela informação. Esse circuito que acontece a cada microinante, ele é que define essas sensações todas que lá no âmbito interno dos nossos neurônios, nos chamados microtúbulos do citoesqueleto que tem lá dentro. E aí, quem quiser entender isso tem que estudar Roger Pen Rose e Stuart Hummerov, que são os dois cientistas que mais falam disso, além de outros tantos, que é no âmbito interno do neurônio, onde as coisas que vêm de fora, sejam de fora e o que você quiser entender, inclusive no nível quântico, nível espiritual e que interage com o corpo de um ser humano, essa interação toda é processada nesse âmbito interno dos neurônios através das ligações sinápas.
Mas isso é um outro assunto. O fato é que quando o cérebro de um ser humano pulsa, é porque todo uma um ultrage vibratório já incidiu sobre ele. que quando esses axônios soltam a resposta processada pelo axô, quando esses neurônios, desculpem, soltam essas respostas pela sua porta de saída, que é o axônio, todos os axônios presentes nos neurônios dentro de um cérebro humano causam a sensação no córtex frontal de que o eu humano tá ali dentro, quando na verdade o que tá ali dentro a pulsação do cérebro, mas essa pulsação define a sensação do eu humano.
e sentir-se lésbico, gay, bissexual, transexual, queer, intersexual, asexual, pansexual, não binário, blá blá blá e blá blá blá e blá blá blá, que são os nomes que hoje cada grupo de ser humano em se vendo desprotegido pela vida de como eles se sentem, eles procuram se associar em grupos para que encontrem algum tipo de guarida e proteção, a sensibilidade deles. Aí isso cria essa sigla que para muitos isso parece o final dos tempos quando é só o início de novos tempos porque sim para a condição humana toda uma pluralidade de como um eu pode se sentir todos esses tipos de eus não humanos que já existiam antes da condição humana emergi. Todos eles estão vindo aos poucos paraa condição humana.
E como eu disse, isso não é final de tempos, é o início de novos tempos, mas a confusão é tão grande em cima do experimento humano que está sendo levado adiante aqui na Terra, que esse experimento corre perigo porque existem forças contrárias a Javé, a Brama, a Alá, que é o mesmo ser, mas é ele que está por trás dessa necessidade. E não é só ele, é toda uma descendência da trimurte que ele, como brama virgem Chiva, ele feito brama, que é o mesmo ser chamado Javela lá, ele compôs essa trimurte para poder tocar isso adiante. Todos os descendentes dessa trimurte, em seus diversos níveis de descendência também precisam de definição psíquica.
E todo esse jogo foi inoculado, alojado na condição humana. E nós humanos somos retratos dessa pluralidade. Então, desculpem, só a ignorância permite que alguém possa olhar para humanos que se sintam diferente desse alguém e esse alguém se ache superior e ache-se normal enquanto olha pro outro, achando que o outro é anormal.
Nós precisamos evoluir nesse quesito. A anormalidade, se assim for, está em todos nós. Ou a normalidade de algo que é um vexame existencial sem tamanho, está sim presente em cada um de nós.
Independente do que a gente se achee, a vida na Terra, a vida nessa criação caótica é um vexame existencial. Mas cada um de nós pode emprestar dignidade e decência, independente do que a gente possa ser classificado ou de mesmo como a gente se autoclassifique. O fato é que a humanidade ainda terá que aprender o que é ser um ser humano, porque ser um ser humano não é isso que nós conhecemos e aprendemos e conseguimos ser até hoje.
Isso é só um estágio. Então aqui encerramos o programa de hoje, mas voltaremos a tratar desse mesmo assunto na próxima edição do nosso programa Temas Complexos da Revelação Cósmica. Um grande abraço e até lá.
[Música] A Rádio Atlan apresentou Temas complexos da revelação cósmica. Você está aberto para pensar sobre a complexidade da vida? Apresentação Jean Val.
[Música] M.