FL. Salve salve família, bem-vindos a mais um flow. Eu sou o Igor e hoje eu vou conversar com o Léo Lin, cara, o meu cancelado favorito. >> Muito obrigado. Muito obrigado. Agora, agora oficialmente livre, viu? Oficialmente livre. Lili cantou, velho. Lili cantou. É essa aí. Espero quase, hein? Foi perto. >> Pois é, mané. >> Foi perto. Foi perto. >> Em algum momento tu achou que ia dar merda para valer, >> cara? Eh, >> achou >> a questão? É, não, então a questão é que antes da primeira da primeira sentença, né, da primeira instância, se você
me perguntasse qual a chance de tu tomar 8 anos de cadeia e uma multa de 2 milhões, eu iria te responder zero. >> Qual chance? Zero. Chance é zero. Pode, Sei lá, [ __ ] num absurdo que seja, ah, não, paga 5.000, paga 10.000, Mas 8 anos de cadeia e 2 milhões, eu ia falar zero e aconteceu. Então assim, na segunda instância eh querendo ou não, houve o devido processo legal. Eh, [ __ ] foi feito, eh, o processo corretamente na justiça, segui acreditando na justiça, no trabalho dos meus advogados. Um abraço aí pra equipe.
Eh, equipe é maior que de produção, a equipe de advogados, o pior que é, >> precisou de estudar. OK. Lucas Gilberto, Dr. Carlos Eduardo, Dr. Curi que teve com a gente nessa também, que esse aí foi o tivemos reforço, foi um processo grande, né, cara. Tanto que dois dias depois eu tive um, é, em Três Rios lá. E, [ __ ] eu falei, velho, dois dias atrás eu ganhei a Libertadores da América, vou jogar o estadual, processo de três rio. Falei para advogado: "Toca a bola aí que eu vou ficar no banco." Esse aí eu
não vou nem Entrar. Esse eu vou ficar aqui igual igual igual o menino Nei, vou ficar só assistindo, velho. >> E então assim, eh, segui acreditando, ganhamos. Eh, eu fiquei, eu soube pelo chá revelação que eu fiz ali na em frente do tribunal, né, o TRF ali na Paulista, eu realmente não sabia. Eu falei pro pessoal, pô, vou fazer um chá revelação, compra fumaça aí, fumaça preta, fumaça branca, estilo estilo papa Lá. >> E o nego acendeu a fumaça atrás. Eu não sabia mesmo. Eh, o que eu pensava que, [ __ ] poderia rolar era
tipo, ó, tiramos a cadeia, mas ficou a multa aqui, >> vamos ter que >> marcar mais um jogo. >> Eh, isso era uma coisa que para mim não era não era tão distante. Eh, o que seria muito ruim, porque se alguém >> se alguém falar, mas se fica uma multa De R$ 1.000. O grande problema é, iria se configurar que um comediante no palco contando uma piada comete crime. >> E aí isso aí, cara, não ia ferrar só para mim, velho. Isso ia ferrar para todo mundo, velho. Todo mundo, principalmente na área da comédia, porque
iria abrir um um precedente especificamente na comédia. Eh, mas >> mas que pode virar inclusive uma ferramenta de controle, porque se eu acho, sei lá, né? Eu eu também eu nessa Daí eu tô eh eu tô contigo e eu queria entender também um pouco melhor do do que que tava sendo argumentado nisso. E e aí você que tá assistindo nós aí, quiser mandar mensagem pra gente, tem o Live Pix aí, o que tem também o o link aqui na descrição para você mandar tua pergunta que a gente vai ouvir aqui no final do programa. Se
faltar falar de alguma coisa, se quiser perguntar alguma coisa específica, fica à vontade. E eu queria aproveitar aqui e mandar um salve Também pra Insider, pro G4 e pra KPERSK, que são os patrocinadores de hoje. E eu vou falar deles daqui a pouquinho, tá bom? Léo, então, exatamente, cara. Eh, o argumento para te para te prender, te tirar, para te prender, né, e te multar, >> eh, era o quê? Tu tava cometendo que crime ali? >> Que que você pode me falar sobre esse processo? Ele tá, ele acabou, ele já era? >> Não, >> tá,
então tu tem. Então, tá, então assim, >> que que eu posso falar? Pera aí que eu vou ligar para advogar. >> Tu não tá de advogado hoje aí? É, não, eu vim com, eu vim com a minha roupinha, que essa daqui é minha licença para matar, velho. Essa, essa aqui eu tô no tô na minha persona, tô na minha aqui é o Léo Lins, no aqui é o CNPJ, né? O CPF. >> Eh, cara, eh, resumidamente, >> o que que aconteceu? Eu lancei o show em 2022, chamado Perturbador. Eh, ninguém pode me acusar de propaganda
enganosa. Ele realmente entregou o que o título propunha. Eh, o cara ri dessa [ __ ] toda. Tu é muito doido. Ô, essa [ __ ] mexeu com tua vida. Virou de cabeça para baixo, moleque. >> Para caramba. Para caramba. >> Virou de cabeça para baixo. >> Caramba, pr caramba. Eh, de maneiras que eu eu faço questão de de salientar que de maneiras que impactam até hoje. Tem Tem rede social minha, eh, meu TikTok, por exemplo, os vídeos batiam 1 milhão, 3 milhões, às vezes 500.000, 4 milhões. Agora bate 100.000, >> 20.000. Quando bomba 50.000.
Por quê? Porque suspenderam minhas redes quase um ano via mandado judicial lá. Não foi. Mandaram lá pro TikTok porque eu não tinha violado nenhuma regra da plataforma. >> Então a plataforma não tinha por fazer nada contigo a menos que tenha um >> Exatamente. Exatamente. Então isso aí eu eu não sei se pesou mais no algoritmo, não sei o que que foi, mas eu sei que jogou no lixo a minha rede social. Jogou no lixo. E o Facebook eu perdi, não voltou. O TikTok acabou, o YouTube e eu tô lutando para, aliás, assistam o Peste Branca,
eu lancei o show, entrou muito bem. Eu fiz uma um leilão para justamente puxar uma galera pro ao vivo para tô tentando lutar contra isso. >> Eh, mas assim, prejudicou muito e de Prejuízo que eu tive de gasto, de lucros cessantes, sem brincadeira, foi mais de meio milhão. Sem brincadeira, >> sinistro. >> Num processo que eu ganhei. No processo que eu ganhei. >> É, num processo que tu ganhou. Entende? Então assim, no fim das contas é como se fosse, pô, tem coisa criminosa no estúdio Flow aqui. A gente vai aí, o cara vem, fecha teu
estúdio, revira tudo, vira as Gavetas, [ __ ] acaba com o prédio todo, passa 2 anos e meio, Igor, tinha nada não. Po, pode continuar, pode continuar, viu? Segue em frente, garotão. Só que você fala: "Pô, mas agora, >> agora já era, agora acabou, pô. >> Agora tu destruiu tudo, velho. Tudo bem, vou vou vou tentar reconstruir, voltar aqui dos escombros, né? eh, que que é o que eu sempre segui fazendo, não continuei fazendo show, o público continua indo me assistir. Eh, eu acho Que para mim o verdadeiro cancelamento seria esse, né, cara? Eu chegar
no teatro e e Exato. Eh, eu, eu podia não ter problema nenhum. >> Se eu chego no teatro, tem 30 pessoas, cara, aí não tem o que fazer, né? Eu não tenho o que fazer, não adianta. Eh, que essa é a raiva de muita gente que me condena a a inclusive do meio. Eu vejo muita gente falar e ele agora ainda vai vender mais ingresso. Isso meio que entrega parece, cara, olha qual é o Problema. O cara tá irritado porque eu vou vender ingresso. Isso acaba deixando passar que no fundo é uma inveja. É uma
inveja de ver que, [ __ ] realmente show para caramba. >> Fiz em Porto Alegre há pouco tempo, deu 4.000 pessoas, a gente lutou lá o Araújo Viana. Tô até voltando lá. E amanhã já tá esgotado também. >> Não tem show para [ __ ] aí. Eu vi tua agenda aí. Tem show para [ __ ] Marcado. E e realmente eh tu é reconhecido com os caras que eu converso do meio, o Léo é reconhecido, o cara pô, o cara é chatitiado, a galera vai para [ __ ] vê mesmo, não sei quê. O que
é interessante porque, pô, tá, então se se a galera tá curtindo e tá vendo e tá não sei o quê, o que que tá acontecendo com as redes sociais? provavelmente alguma coisa com essa esse teu ban aí te atrapalhou, grandão. E aí, cara, tem um tanto pra Gente comentar disso. É, eu vou até seguir a cronologia que eu não te respondi completamente. >> É, porque o que acontece, a parada, o que eu o que eu ia dizer é que eh não tem uma o o o tu só se fodeu no fim das contas, o cara
ganhou a parada e se fodeu. Mas mas é, vai lá, continua aí. >> Eh, bom, é isso. Realmente acabei me ferrando em diversas formas. Óbvio que se alguém falar, pô, mas também chamou atenção, ajudou também, também eh vai Tem prós e contras, mas eu não provoco isso e nem procuro isso. Eu sempre falo que a melhor piada do mundo sem alguém para rir não tem graça. >> Aham. Então a comédia é feita pro próximo. E eu quero que quem vá no meu show saia de lá falando, cara, melhor show de comédia que eu já fui,
[ __ ] ri demais, maluco. Saí, [ __ ] doendo, não aguentava mais rir. Pronto, eu vou querer que alguém saia de lá falando, [ __ ] [ __ ] o cara me trouxe uns 15 Traumas de volta. [ __ ] merda. [ __ ] não é isso que eu quero, velho. Imagina a pessoa sair de lá, porque esse cara jamais vai voltar no meu show e ele vai sair espalhando isso para outras pessoas e daqui um tempo eu não tenho público. Então eu não, eu quero o trabalho no comediante é levar riso. É isso
que eu quero fazer. Eu quero que as pessoas saam de lá rindo muito. Eh, voltando a cronologia ali, foi isso. Eu lancei o show 2022, ficou três meses no ar e aí Eu tive que tirar. Eh, então assim, ele tava tendo um desempenho excelente, eu já tive que tirar que aí foi quando aí um pouco depois suspenderam minhas redes. Isso não foi exatamente aí. Eles suspenderam falando: "Olha, porque iria começar uma investigação e tem um prazo, né? Não é uma coisa no dia seguinte, >> só que aí o Ministério Público alegou que olha, temos que
fazer alguma coisa a já, porque ele não para de cometer Crimes, ele está enlouquecido, ele continua contando piada. É isso. Foi, foi isso. E aí a juíza catou, falou: "É verdade". >> Ele continua contando piada. >> Ele continua contando piada. Ele não para. Ele não para de querer contar piada. E cara, é, é uma distopia, né, velho? Parece que é uma distopia. E aí ela catou, suspenderam minhas redes. Eh, foi quando eu não podia sair De São Paulo. >> Mas ela fez embasadona, não fez embasadona em alguma coisa que ela, tipo, para na cabeça. >>
É, >> e o problema, o que a gente tá tentando entender aqui. >> Sim, sim. É o qual é a alegação. >> Isso. Sim. Eh, preconceito. Preconceito com aí tá tava lá com tava preconceito com [ __ ] com gordo, com idoso, com negro, com pessoa defici com Deficiência, com nordestino, com judeu, evangélico, morador de rua, tudo, tudo, tudo. >> Eh, essa era a alegação. >> Aí nessa época tu assim, foi nessa época que tua cabeça virou de cabeça para baixo, bem rápido inclusive, não foi? >> É. Foi aí logo depois foi quando aí suspenderam
as suspenderam a rede social, eu tive conta no bloco bloqueada, não podia sair de São Paulo sem autorização judicial, tinha que ir Uma vez por mês no Ministério Público na esclarecimento das minhas atividades. Eh, e isso aí já entrou valendo, não teve nem julgamento, isso entrou valendo. E aí a gente foi tentar derrubar isso. Aí entramos com uma ação no STF para mim de cima para derrubar isso. levou uns 10 meses, levou quase um ano para derrubar a liminar. Ela caiu pro André Mendonça julgar, ele derrubou a liminar, deu a nosso favor e a ação
era para eliminar. Então ele falou: "Olha, isso aqui é inconstitucional, isso aqui tá errado. Tá impedindo inclusive o direito de ir e vir dele, não é liberdade de expressão. Deu, deu um embasamento >> e derrubou". Mas que siga o processo, até porque a nossa ação não era pro processo. O processo seguiu aí no dia 3 de junho, foi quando saiu a condenação eh aqui do da Justiça Federal aqui de São Paulo, que foi 8 anos, 3 meses e 9 Dias e multa de quase 2 milhões. É isso. Eu ainda suspeito que os 3 meses 9
dias porque eu nasci 3/09. Então ainda rolou essa piadinha, essa ironiazinha da da Mas aí aí pode contar piada, né? No no teatro que não pode. No teatro é que não pode. É ali é o lugar para isso. Eh, saiu a condenação, a gente recorremos para ir pra segunda instância e aí foi no dia 23 de fevereiro. >> Nessa quando saiu essa condenação, aí tu Ficou com cu na mão, >> cara. Pegou muito surpresa. Eh, não esperava. E você fica meio a sensação de tá tipo anestesiado, sabe? Meio essa sensação. Você fica meio assim, cara.
Eh, é como se você sentisse também e é isso, é um, é você sentir o poder do estado mesmo, porque é como é uma mão invisível que te joga o dedo no >> É isso. >> E é [ __ ] que tu não consegue desviar. Ela é invisível. >> Invisível. visível e onipresente. Aonde você vai, ela vai, velho. Não tem, não tem, velho. Eh, porque, cara, é muito doido, velho. É assim, numa canetada é muito poder, cara. É, mas embora assim, por um lado, você, pô, é muito poder na mão de uma pessoa, mas eh
como eu falei, houve o devido processo legal, a gente recorreu, foi pra outra instância. É, então, OK. Mas >> não, isso aí tudo tu sabia que >> Mas é uma canetada, cara, você não muda só a minha vida, velho. Você muda a de todo um ecossistema ali que depende de mim, pessoas que trabalham comigo, eh, que sustentam suas famílias. Eh, meus pais ficaram muito preocupados porque eles ficaram sabendo pela TV que eu podia ser preso a qualquer momento. >> Foi assim. >> Eh, então, [ __ ] obviamente é um negócio chocante. Eh, então você afeta
Muito a gente, cara. [ __ ] eu sustento eles. Eu indo preso 8 anos. Então, cara, é é você mudar a vida de muita gente, muita gente, eh, >> inclusive no mercado até, né? >> É, é, também aí com repercussões, né? Eh, porque, >> pô, tu não gostou de uma piada, te ofendeu com a piada. Eh, e, e assim, deixando claro, eh, eu não eu não sou eh partidário de comediante tem carta branca, ele pode contar a piada que Quiser, onde quiser, piada é piada, piada é só uma piada. Não, não, não sou, não sou
partidário disso, cara. Que ah, anos 80 que era bom. Não, não, não acho isso, cara. Eu acho que diversas pautas eh precisavam evoluir mesmo. Eu acho que se você perguntar para pessoas trans, para negros, para gays, fal, quer que volte pra década de 80? Acho que a maioria vai falar: "Não, não quero não, cara". [ __ ] a gente ainda tem preconceito na sociedade, mas era muito Pior. Era muito pior. Então, eu acho que diversas pautas precisavam evoluir. Eu não não sou partidário disso. Eh, o que eu defendo é minha frase definitiva pro limite do
humor é essa. O humor não tem limite, o ambiente sim. Eh, eu defendo a piada no local para piada, que para mim é uma coisa básica, velho. Básica, mas que parece que muita gente não entende, cara. Eh, inclusive assim, >> eu tava já trabalhando num livro, eh, um Livro teórico sobre o humor. Eu lancei o livro do insulto e a minha ideia depois já era fazer o livro do humor negro, >> meio que no mesmo molde do livro do insulto, aonde tem uma primeira parte teórica e depois piada, um monte de piada. O livro do
insulto é isso, tem um pouquinho de teoria e depois várias piadas. Eh, só que aí ele foi mudando. Eu falei: "Pô, vou fazer uma parte teórica explicando o que que é o humor negro, da onde vem e tal." tal, tal, Tal, porque esse nome, não sei quê, e depois piadas, né, com temas que seriam considerados humor negro, porque até isso é uma coisa que gira, né? O Moregro lida com tabu. O tabu não é fixo. O tabu muda de acordo com o tempo, de acordo com a sociedade, eh de acordo com o local onde você
tá. E aí depois teria as piadas, só que eu fui pesquisando, falei: "Pô, a parte teórica tá tá aumentando, então acho que eu vou fazer uma parte teórica e Complementar, vai ficar meio a meio." E aí foi aumentando mais. Eu falei: "Pô, acho que eu vou fazer só teoria e enfiar várias piadas no meio". E aí foi aumentando mais. E quando a minha condenação, cara, eh, eu, acho que eu fazia muito tempo que eu eu tô imerso nisso, imerso mesmo, há um ano aí lendo todo dia. Eh, cara, já li entre livros e artigos, se
eu te mostrar ali a referência bibliográfica tem mais de 100 fontes, mais de 200, Assim, tem muita coisa mesmo, >> [ __ ] eh, que é uma pesquisa. >> O jeitível é o quê? É, é ensinar um cara a Ele quer que tu que o cara entenda o esse humor quer ensinar o cara a usar? >> Cara, eu acho que ele vai ser muito interessante para um público em geral, porque inclusive a minha ideia depois eu já tô há um tempo querendo entrar também no mercado de palestra para falar sério também às vezes. Claro que
com humor, Porque acho que o pessoal vai est exatamente, vão estar esperando isso também. Eh, então esse livro tem algumas propostas. Uma delas é a condenação que eu recebi, que foi acho que a grande faísca que botou fogo para eu me dedicar full time nisso. Eh, querendo ou não, foi uma condenação ao humor, né? E eu tenho uma profunda gratidão a à comédia, porque tudo que eu tenho, tudo que eu conquistei veio da comédia. Eh, [ __ ] minha casa, eu poder Viajar, sustentar minha família e enfim, tudo que eu tenho veio da comédia. Então,
sou muito grato a ao humor, eh, não só por isso, mas eh outras questões também lá do pessoal, maneira de eu me relacionar com o mundo, com pessoas, amizades, pô, inclusive eu tô aqui por causa do humor, a gente se conheceu por causa da comédia, >> pô, Danilo, Murilo, pessoas que são, pô, gente que hoje é família para mim. Então assim, cara, eu sou extremamente grato Ao humor e ele tá sendo mal julgado e mal interpretado. Eu acho que ele merece um um devido julgamento, uma devida compreensão. Eh, e acho até que é um certo
problema também, porque quando você precisa explicar uma piada, o o problema pode estar na piada. Quando você precisa explicar humor, o problema tá na sociedade. Então, isso tem até reflexos. Então, esse livro, >> onde será que a gente tá vai, continua, Continua. Esse livro eh aborda muitas questões do humor e ele não é ah ele é só para comediante. Eh, eu acho que para comediante modesta parte deveria ser leitura obrigatória, porque tem comediante hoje que sequer sabe, acho que qual é o papel de um humorista no palco. O cara acha que não tem persona cômica,
não tem não. Ali é ele mesmo. Você não tem uma performance artística, não tem uma persona, não. Por isso que teu show não enche uma merda. Tá Explicado. Tu não sabe o básico. Então, [ __ ] é básico isso, [ __ ] Você tem que criar uma persona como que seu trabalho tem que ter uma unidade, tudo tem que tá conversando. Você olha o meu trabalho todo, os cartazes, eh, fotos, postura em rede social, tudo conversa para vender uma imagem. É isso para que fique claro. Olha, é isso que ele faz. É, é assim que
um produto dá certo. Você é um produto. Os comediantes que tm muito sucesso, todos entenderam isso. Se Você pegar todos, pô, o o Danilo, Danilo é um cara cabeça para caramba nessa área de [ __ ] gráfica, de construção de de imagem. Ele é formado em marketing, não à toa. [ __ ] Meirelles também formado em marketing. O o Ventura construiu também. Tem uma persona ali clara. Então, todo mundo que chamou o Alban, todo mundo que chama atenção tem essa noção. Eh, então acho que para comediante deveria ser uma leitura obrigatória, mas tem muitas questões
ali Que vão além. Eh, e é daí que eu quero desdobrar para algumas eh palestras no caso também, porque >> você se entender é algo que vai te ajudar num todo por se compreender, não é fácil. Tem gente que passa a vida inteira, não chega nem perto, >> certeza. Nem percebe que precisa. >> Exatamente. Exatamente. Por quê? Porque também é é como se fosse, [ __ ] mas eu me entendi. Eu é um todo muito grande. Senso de humor é uma coisa que todo mundo tem. Todo mundo tem. É inevitável. Isso, isso é do ser
humano. Então, às vezes, se você, em vez de tentar entender o todo, você pegar um um fragmento, né, em vez de eu analisar essa mesa inteira, eu pegar um um pedaço dela, >> esse pedaço que é o seu senso de humor aqui, vai refletir o que você ri, o que você não ri, por você não ri, por que que isso te irrita, por que que não te Irrita, porque você aceita piada com isso, porque não aceita com aquilo. Eh, e você entendendo o porquê disso, vai te ajudar a entender outras coisas, porque o mecanismo é
o mesmo. >> Aham. o mecanismo é igual. Eh, >> tô entendendo. >> Eu tenho uma teoria que ela é o o final do livro que chama teoria da divergência cômica, aonde eu eu o livro tem várias partes e termina nessa teoria. Eh, bem resumidamente aqui, por exemplo, eh, a Piada eu falo que ela tem algo que se chama triângulo do pacto simbólico. To toda essas porras tu é tu contigo mesmo estudando, refletindo sobre o que você faz para chegar nessas nessas teorias e construções e coisas. também. E exatamente, exatamente. Tá, tá tudo com referência, tá,
tá um, cara, tá um trabalho bem completo que modestia a parte, >> eh, na área do humor, no Brasil eu não vi, velho. No Brasil eu não vi. Eh, e Especificamente assim, puxando pro humor negro, porque se a gente fala de humor, OK, mas aonde dá problema? É quando envolve alguma questão que é um tabu, quando envolve alguma, entende? Ou é religião, é a minoria. E aí é humor negro, porque humor negro lida com tabu. Então eu não é que eu falo específico disso, eu falo de humor, mas acaba falando muito sobre isso e naturalmente
iria falar porque é onde dá problema, né? Eh, então assim, toda piada você vai Ter o transmissor, né, que pode ser o comediante, pode ser um rádio, pode ser um vídeo no YouTube, pode ser uma pichação na parede. Você tem o meio nesse contexto, o comediante ele é só a o meio. Então, você tá me dizendo, esse aí é a persona cômica. A persona cômica que tá entregando a piada. Esse tá dizendo >> é se se a pessoa for no teatro me ver, tá? Vamos pegar, vamos pegar dois casos aqui, porque aí o que que
acontece? Muita gente, muitos autores fazem algo que chama falsa equivalência, >> hã, >> que é você comparar situações e colocar lado a lado na mesma prateleheira coisas que não pertencem à mesma prateleira. Você não pode julgar essas são são fenômenos de natureza distintas. Só que eles pegam um pedaço, ó, qual que é a justificativa aqui? Foi só uma piada. Qual que é a justificativa aqui? Foi só uma piada. Olha aí. >> Uhum. >> Fal. Mas pera aí, cara. Não é a mesma coisa. São completa são situações completamente distintas. É, isso é uma falsa equivalência. Por
exemplo, vamos pegar uma situação que é um comediante contando a piada no palco de um teatro pra plateia e vamos pegar uma situação que é a fila de um mercado. Um sujeito chega pra moça que tá parada na fila, conta uma piada para ela do nada. Essas duas situações, tá? Eh, como eu falei, a Gente tem o meio transmissor, receptor e contexto. São esses três. Eh, isso aqui é o triângulo do pacto simbólico. Quando você tem os três pontos, o vértice tá perfeito. É isso. É isso aqui. Sinaliza queim é humor. Você pode não gostar,
você pode se irritar, você pode protestar. Então aqui, qual que é o transmissor? Um comediante. O comediante, por natureza, pressupõe-se que o que ele fala é humor, né? Eu não sou um jornalista. É diferente do William Bonner do abriu o jornal contando piada. Pressupõe-se que o que eu falo é piada. Ok. Aqui, qual que era o meio transmissor? Um cliente. >> Uhum. >> É um cara que tá na fila. Eu não tô esperando que esse cara conte uma piada, então já tem ruído aqui, né? Eh, quem que é o meu receptor? A plateia que pagou
para entrar no teatro, sabendo que é um show de humor. >> Como é o nome do teu mesmo? Perturbador. >> Perturbador. O de agora é o peste branca. Cara, não chega lá achando que vai ouvir uma piada do >> Exato, cara. Era bullying arte, perturbador, peste branca de agora enterrado vivo. Então, cara, tá muito claro. Eh, qual que é o meio receptor na outra situação? É uma mulher que tá parada com as compras dela na fila do mercado. [ __ ] ela não tá lá para ouvir piada. Qual que é o ambiente? Teatro. um ambiente
que é um ambiente milenar para você apresentar uma performance artística, principalmente no caso da comédia, ligado a transgressão, né? Isso aí surgiu na a comédia institucionalizada, vem lá na Grécia, 486 anes de. Crist, que foi quando ela entrou na nas festas dionísicas como um eles tinham uma espécie de competição e ali entrou a comédia, né? A palavra comédia, inclusive vem daí, que é Comódia. Comos era um uma festividade, um desfile. Eh, e Oide vem de canto. Então, comódia é canto do Comos. Então, era essa procissão, uma espécie, vamos colocar pro pessoal entender, uma espécie de
carnaval, onde você e transgride regras, subverte normas. Eh, então isso aqui tá na essência da comédia. Na essência da comédia. Qual que é o ambiente aqui? no mercado. É, dispensa explicações. Dispensa explicações. Então, aqui tudo sinaliza Que é humor. Aqui nada sinaliza que é humor. E esses dois casos estão, por exemplo, no livro Racismo Recreativo, como iguais na mesma prateleira, colocando, olha aí, a desculpa aqui que foi só uma piada e aqui também. Aí tem que condenar os dois, [ __ ] velho. Aí não dá. Aí não dá, velho. Eu penso é é burrício ou
malcaratismo. >> É bom. É >> [ __ ] velho. >> Essa que é a dúvida, né? >> Entende? Eh, e eu até entendo que às vezes não não é maldade. Eu eu entendo que muitas >> às vezes é burrice, pô. >> É, é, é, é. Às vezes é só burrice mesmo. É. Não, tem. Eu, eu nesses meus estudos, >> hum, >> eu fiz o seguinte, você tem, quer ver? Ó, tá, um cubo mágico. >> Tem uma metáfora. Exatamente. Isso aqui é o cubo mágico. Cubo de Rubik, né, que foi o inventor, o Rubik. >> Uma
pena que esse daí, infelizmente, você pegou um exemplar de merda do cubo de Rubik. É, não, esse eu tô vendo. Ele tá meio meio não, mas tá de boa. >> Eh, eu tenho uma metáfora que é o cubo cômico de Rubik em vez do cubo mágico de Rubik. Porque o que que é? Eh, eu vou fazer uma piada. Eu tenho uma intenção. >> Aham. >> A minha intenção tá aqui, é azul. Essa é a minha intenção. Só que o humor ele é por natureza, a arte em geral permite múltiplas interpretações. A piada que eu vou
transmitir, ela vai chegar em cada pessoa e ela vai atravessar o que eu chamo de filtros cômicos. São diversos filtros. Eh, o filtro Etário determina um determinado tipo de gosto. O que você rios não é o que você ria com tinha 10. Obviamente tem uma mudança. Eh, você tem um filtro etário, você tem um filtro eh sexo, dependendo do masculino, feminino, gênero ou sexo, isso também vai influenciar. Tem pesquisas que comprovam isso. Eh, o ambiente onde você nasceu vai influenciar. Eh, tem um tipo de humor em tal local, tem um tipo de humor em outro
local. Então, tem uma série de fatores Que a piada precisa atravessar e vai influenciar. Ou seja, não necessariamente você vai enxergar a cor que eu pretendi. >> Aham, entendi. >> Entende? porque vai atravessar filtros. Então, esses filtros vão determinar a posição das pessoas. É como se eu fiz a piada eh com a intenção azul e amarela, que é o que eu tô vendo exatamente do do ângulo que eu tô aqui, tá? >> Eh, uma pessoa posicionada aqui vai Falar: "Não, é azul e amarelo mesmo, dá risada". Eh, você tá vendo, [ __ ] verde, laranja
e verde. Eh, numa dessa o verde você pensa: "Você vai rir >> porque você interpretou diferente da minha intenção." >> Falou azul, eu entendi verde é engraçado assim, >> mas tu deu risada também. Tu deu risada também, entende? Eh, >> um sujeito que tá [ __ ] o que que acontece? Tem pessoas que tão aqui, ó, Com a cara >> Aham. no vermelho, >> enfiada no cubo, a cara enfiada no cubo. Ele só vê vermelho. Ele só vê vermelho. Então, para ele é como se fosse piada com minoria. É ofensa e preconceitos. Não há outra
interpretação, é ofensa e preconceito. E aí o erro é ele presumir que todo o cubo é vermelho. Ele não ter a noção que tem outras cinco faces em jogo. E não tem também aí um problema, Léo, que é achar e tentar Impor que todo mundo enxergue só vermelho também. >> Também, também é você presumir que a sua leitura, isso aí se chama realismo ingênuo. >> Uhum. Realismo ingênuo é a crença de que a gente interpreta a realidade 100% como ela é. E não, né? Você interpreta uma representação criada na sua mente. Cabe você entender isso,
né? É o que eu eu acho que a gente tem intérpretes. Você tem um intérprete fechado, Semiaberto e aberto. O fechado é o cara que ele é o realismo ingênuo. Ele acha que a visão dele é real. E quem não tá enxergando dessa forma, não tá enxergando porque tá com alguma cegueira ideológica, religiosa, tá sendo manipulado, mas a verdade dele é absoluta. >> Mas esse cara também, a gente não tem como como mudar ele para um outro patamar, tem, Léo, porque ele precisa ele mesmo despertar, porque esse cara Ele não tá preparado, ele entra parte
do meu trabalho com o meu livro, >> tá? Esse cara, ele não tá preparado para responder qualquer coisa que tu falar para ele sobre isso, ele não tá nem preocupado em entender o que você tá falando. Ele tá só esperando você acabar de falar para ele responder. >> E aí, como tu conversa? Como tu como tu põe algum tipo como como essa conversa de uma forma geral faz sentido com um cara que não tá a fim de conversar? >> É, cara, na internet difícil, você não vai convencer ninguém. Vai conversar ninguém, porque a internet é
coliseu romano. >> Isso. >> Ninguém tá ali para debate, >> tá ali para empurrar o cristão aos leões. Quer ver sangue. É isso. É isso. Então ali ninguém vai convencer ninguém de nada. É cada um eh lutando para manter o seu ground ali, o seu território. >> Mas >> qual que é o jeito de a maneira de você pelo menos tentar fazer a pessoa refletir, né? Eu eu acho que é isso para você refletir >> e fala [ __ ] pode ser que tanto que tanto que eu eu não é o que eu falei isso.
>> Ah, humor pode ofender? Pode, claro que pode. O humor pode o o humor ele pode tanto ofender quanto fazer bem. Ele pode tanto gerar uma coesão e unir as pessoas Como promover uma exclusão. Eh, ele é como se fosse um íã. Ele tem principalmente o humor negro. você tem um um polo positivo e um polo negativo. Qual que é a falácia de algumas pessoas, o erro delas? É achar que você pode eliminar o lado negativo. Isso aí é acabar com a natureza do fenômeno. Você não tem como tirar o polo negativo do ímã. Impossível.
Então não é mais íã. É isso. Então esse é é um grande erro interpretativo. Eh, uma maneira de você Pelo menos fazer a pessoa refletir, eh, tem uma metáfora de um sujeito chamado Jonathan Height. Sabe quem é? Não é? Pô, os livros dele são muito bons, cara. Eh, tem um que é a hipótese da felicidade, happness hypotesis, aonde ele cria essa metáfora que é do elefante e do condutor, seria o elefante e e o ginete, eh, onde o elefante ele representa a emoção, ele vai ele é o seu emocional, >> tá? >> E o condutor,
ele é o racional. Eh, tem Diversas metáforas que explicam essa relação, razão, emoção no ser humano. Eh, essa dele é, e de fato eu concordo, é uma metáfora eh boa e intuitiva, fácil de você entender, porque, cara, se o elefante quiser ir para um lado, por isso ele usa um elefante, >> não interessa se o condutor não é um cavalo, não é um poney, é um elefante. Se ele quiser ir pr pra esquerda, ele vai. >> Dane-se que o o condutor tá puxando pra Direita, ele vai, entendeu? Eh, então, qual que é os E aí
muitas vezes o que que acontece? Que a pessoa não vai ouvir eh diversas das respostas, elas não são racionais, elas são emocionais. >> Sim. >> A racionalização ela vem pós emoção, atuando como se fosse o seu advogado de defesa. Ela só vai justificar a sua escolha. >> É isso. >> Ela não é a razão da sua escolha, tá? Eh, >> perfeito. Tô entendendo. >> Entendeu? >> Aham. >> Você já reagiu emocionalmente? >> Mas eu tô sentindo que para mim eu tô te eu tô te dando razões, mas na real eu tô explicando eh eu na
verdade eu tô dando inventando uma explicação paraa minha reação emocional. Exatamente. Exatamente. E na sua cabeça você pensa, Não é isso porque, >> pô, eu raciocinei e cheguei nessa nessa conclusão >> racinei depois. >> Exatamente. Exatamente. Você raciocinou depois e muitas vezes sem nem fundamento. Sem nem fundamento. Eh, uma das pesquisas que eles que eles fizeram, eh, por exemplo, ah, a mulher pegou e tinha uma bandeira velha do país, no caso dos Estados Unidos, que a a pesquisa foi lá e aí ela decidiu rasgar, Fazer um pano de chão e fizeram as pesquisa na rua.
Que que você acha? Tinha gente não, pô. Acho errado. Mas por quê? Não, alguém pode se ofender que é o símbolo do país. E antes eles antes tinham um descrito. Não, mas ela mora sozinha, não tem ninguém vendo. >> Aham. >> Não, mas ainda assim é Não, não é legal. Mas por quê? Não, porque alguém pode se ofender, mas ninguém sabe. A reação é emocional, >> mas por que que ela não pode fazer isso? Não, não. E aí o a pessoa vai tentado tentando buscar. Não, não pode porque vai ofender. Não, porque é um é
um símbolo nacional. Mas ninguém viu. Não, mas não pode porque na Constituição, mas ninguém vai saber. Não, mas não pode porque E aí termina a uma outra proposição dele, dois irmãos, um um menino e uma menina maior de Idade, eles chegam numa conversa e falam: "Olha, eles decidem". Isso é uma hipótese moral para ver o julgamento. Exatamente isso. >> Lá vem >> não, não. Eles decidem, pô, >> bora transar. >> Exatamente. >> Exatamente. Pô, vamos transar. Os dois consentem, falam: "Não, vamos usar preservativo, vamos fazer uma vez, Ver qual vai ser". Fazem, OK? Sentem até
que, pô, aproximou eles, mas optam por OK, não, até ajudou, mas não vamos fazer de novo. OK, essa é a situação. E aí, pesquisa na rua, que que você acha? Não, acho errado, pô. Mas por quê? Não, porque não pode, pô. Irmão com irmão, é consanguíneo, não pode. Mas por quê? Não vai, pô. Pode nascer, [ __ ] questão genética, pode nascer tem um filho com problema, mas usaram camisinha. >> Não, mas pode afetar o relacionamento Deles. Ele ficou até melhor. Não, mas aí pode prejudicar outro relacionamento. Não, eles falaram que não vai ter de
novo. Não, mas a tentando caçar aonde que eu, aonde que eu processo esse humorista. É isso. É o que ofensa a minoria. O que que é ele ofendeu a igreja? é tentando caçar uma justificativa. E tem gente que uma hora fala: "Ah, eu não sei por, mas eu sinto que é errado." >> Aham. >> É isso, é emocional. Eh, então, qual que é o jeito? Que para mim é a mesma coisa. É a mesma coisa de um de um cristão fervoroso quando ele ouve uma piada de Deus. Não pode, não pode. Por quê? Porque é
sagrado. Não, mas mas esse cara nem acredita nisso. Não, mas ele tem que me respeitar. Não, tudo bem, mas ele fez no pau. Não, mas não pode não. É emocional. Do mesmo jeito. Com minoria, mesma coisa. Não pode falar da minoria, mas um comediante no pau. Não, mas não Pode. Vai gerar preconceito. Tem prova disso? Não, não, não. Mas não pode. Não há uma justificativa racional. É um julg é é uma reação emocional aonde você cria uma justificativa racional para explicar a sua emoção. Então esse é o grande problema também. Se você pega debates políticos,
quem é [ __ ] um extremista, seja de esquerda ou de direita, a pessoa que não quer ouvir, a reação dela é emocional e a justificativa ela não tem nem uma, ela só tá Justificando. E aí esse é o problema de assim, se você derruba com todos os argumentos sólidos, com pesquisa, com tudo, se você derruba a explicação, o cara não vai mudar de opinião. Por quê? Porque aquela opinião não é fruto dessa explicação. Então não adianta você derrubar ela a explicar o fruto é emocional. >> Perfeito. >> Não adianta. >> E aí não adianta.
>> Qual que é o jeito? tentar falar com o elefante, tentar falar não com o condutor, não com argumentos, tentar ir no emocional, tentar fazer a pessoa refletir sobre essa racionalização em relação à emoção. Se ela começa a pensar isso, aí pode ser que ela entenda e mude opinião. Então esse é o ponto. E gritando e argumentando na internet, esquece, você não vai mudar ninguém, ninguém. Eh, então parte do meu ponto é isso também, É trazer argumentos. Eh, é o que eu falei, eu não invalido a pessoa se irritar. Inclusive, eu entendo. É isso. Eu
vou, pô, deixa eu tentar entender porque que esse esse cara se se irritou, eh, o o que que acontece no cérebro da pessoa, porque é uma é isso, é uma reação neurológica. É uma reação, uma reação neurológica. Quando você ouve a piada, eh, >> cara, tu é muito nerd. Eu só preciso do laudo do autismo. Eu vou Marcar. >> Mas eu tô gostando. >> Eu só preciso do laudo, velho. Só preciso do laudo. >> Quando você escuta. >> É só marcar. É só marcar a consulta, velho. Só. Só falta. Acho que eu não preciso nem
chegar. Se eu chegar lá, >> é, se eu falar, pô, olha, quando eu tinha 18 anos, eu criei um sistema de mimônica para memorizar as 52 cartas num baralho. E eu associei cada número numa Imagem, leão, anão, mão, rua, cão, boiteja, avião, louça. E aí é só falar isso que já, >> meu Deus, cara. É, não, eu eu comecei na mágica, né? Então memorizava baralho também. Eh, >> mas que bom, então tu é super nerd mesmo há muito tempo. Sensacional. Então, eu tava dizendo, quando a gente escuta uma piada, >> ela tem, ela vai percorrer
um, um caminho no seu cérebro. Eh, onde eu Tenho uma metáfora nisso no livro também, mas encurtando, eh, >> tu consegue explicar porque que a gente porque que uma pessoa acha algo engraçado? >> Sim, sim. A gente ri de uma piada basicamente quando ela atravessa todos esses seus filtros cômicos que eu falei. >> Aham. >> Porque e aí cada pessoa eh são 10 filtros, né? Não vou falar todos. Leiam O livro que, aliás, já tá vendendo, já tá vendendo, tá? Pré-venda. Todo mundo que comprar até o lançamento, o livro vai autografado. É, >> família, a
gente vai deixar aqui no ou no comentário fixado ou então na descrição o link para você comprar lá diretão, tá bom? Facinho. Sei nem onde vende. Onde vende? >> Fabricaadumo.com.br. BR >> aí, tá bom, beleza. >> Tá vendendo lá, então. E autografado Quem comprar antes do lançamento, tá? A hora que eu fechar o lançamento, aí não vai ser mais autografado. Eh, então assim, são 10 filtros. Eu fiz uma piada, ela tem que atravessar todos esses filtros e aí você vai rir. Claro, partindo do princípio que ela tem uma construção de piada, que ela tem uma
incongruência. >> Todos temos os 10 filtros ou pessoas podem ignorar vários desses? >> Não, todo mundo tem. Todo mundo tem. Eh, Eu eu fiz uma pesquisa extensa para chegar numa eh, em uma classificação. >> A gente tá falando do que a gente acha engraçado. Perfeito. Tá bom. >> Exato. Ela tem que atravessar esses filtros, porque se não atravessar, por exemplo, e aí alguns filtros são eh podem ser mais espessos do que outros, né? Eh, um filtro ideológico é um que ele é mais espesso do que um filtro etário para provocar uma reação principalmente, né? Entendi.
>> Eh, então assim, a piada tem que atravessar esses filtros. >> Você ouviu a piada, eh, ela entra pelo seu canal auditivo, passa pela área de vernicr chega no o seu cérebro, vai interpretar ela, porque palavras são códigos. São códigos. É isso aí. Tem uma parte do cérebro que chama giro temporal superior, que é o que vai pegar e codificar. Ele codificou. tem uma, o símbolo anterior, ele vai Olhar isso daí e sinalizar ou não, opa, atenção aí ou não. >> Aham. >> E aí quem vai interpretar, que é o que eu chamo de fiscal
da piada, é o córtex pré-frontal medial. Esse é o fiscal da piada. Não, não, não é um, não é um juiz, não é, não sou eu, não é o, o, o comediante militante, não é, é o córtex parafrontal medial. Ele é o fiscal da piada. É ele que vai olhar o conteúdo codificado e falar: "Aqui não tem nada, Não, pode seguir". >> Aham. >> Ou: "Opa, isso aqui é uma bomba. Revista ele". >> Quando e aí o que que vai influenciar isso? Os filtros, >> seus filtros ideológicos, suas experiências emocionais, eh aonde você cresceu, eh
tudo isso vai influenciar, esses 10 filtros vão influenciar o julgamento desse seu cor. É como se fosse o o texto dele do que que não pode Atravessar naquele aeroporto lá. O seu aeroporto tem uma regra, mas eu tenho outra, >> tá? É isso. Então o cara viu lá minoria, irmão. Não interessa se tá num palco, se é teatro, se não não interessa. Para ele isso aqui é é o vermelho, não tem outra interpretação. Aí ele tem essa reação emocional julgada aqui no córtex préfrontal medial. Aí vai entrar a racionalização, Que é o córtex préfrontal dorso
lateral, que é o que vai racionalizar, é o advogado. Pegou isso aqui que tá que tá entranhado, que é uma opinião que já tá ali por alguma razão, que tem aquilo que você falou que tem a ver com os filtros e vai, a razão vai explicar ou vai tentar explicar, justificar vai tentar justificar isso aqui que é uma decisão já tomada e emocional. Exatamente. Exatamente. Aí ela vai criar justificativas e não adianta derrubar Essas essas justificativas porque elas não são a razão desse julgamento. Esse julgamento é emocional. Eh, e assim, >> perfeito. >> Eu entendo
eh que você pega todos os todos nós estamos sujeitos a isso. Todos nós. Eh, inclusive um juiz. >> Aham. >> Um juiza. Todos nós, porque é um ser humano, pô. Não é um robô. Então ele tá sujeito a isso. Só que uma coisa é uma pessoa se irritar e tentar te cancelar, A outra alguém numa reação dessa te mandar o ano pra cadeia. >> Sim. >> Então são são >> fiar o dedo da mão invisível do estado no seu cu. >> Pois é. são consequências um pouquinho mais graves. Então, a pessoa, pelo menos tendo a
noção desse desse opero dar um passo atrás e falar: "Pera aí, deixa eu ver, deixa eu girar o cubo >> para ver se é vermelho do outro lado". Ah, pô, a intenção dele foi azul. >> É, então talvez eu me precipitei. É, entende? Eh, por isso que eu fui estudar e entender tudo isso. Eh, e eu acho que por isso que eu te falei, o humor muitas vezes ele é mal julgado. As pessoas colocam eventos distintos na mesma prateleira. As pessoas têm reações emocionais e justificativas racionais para para algo que é totalmente baseado na emoção.
Só que você pode se irritar emocionalmente e exigir o cancelamento, O protesto, o boicote de um comediante. >> Mas a justiça não pode ser pautada na emoção. A justiça não, né? Bom, basicamente a gente tá falando aqui que tu, cara, tu entende algum tipo de represalha eh do de quem ouviu a piada e ficou chateado, não sei o quê, o cara, ah, não assiste o Léo Lin, não assiste, então Léo Lins daí não sei quê. [ __ ] é o estar de lá e de prender, né? É, exatamente. Exatamente. E eu acho que aí tendo
essa consciência, eh, e também Deixa claro que, cara, eh, [ __ ] eu não sou só um idiota querendo ofender pessoas, que é a visão de algumas pessoas. Eh, não é, cara. Eh, eu fui, parece muito, mas não é, cara. E >> toda vez que a gente vê, ouvi falar de toda vez que a gente ouve falar de Leo Lind na mídia ia falando que ele é um filha da [ __ ] P >> Pois é. faz não, a mídia faz, parte da mídia faz um excelente trabalho Queimando a minha imagem. Excelente trabalho. E eu
não faço questão de ficar, [ __ ] tentando contornar isso, até porque assim, é aquela história também, as pessoas que me conhecem não precisam dessa explicação e as outras que reagiram emocionalmente, nenhum argumento será suficiente. Exato. >> Ela já decidiu, >> então não não adianta. Eh, >> e como é que isso? Como é que isso? Tá Bom, isso entendi. Isso aí tudo acaba, toda essa fase da tua vida culina em um livro. >> Sim, sim. Cara, eu acho que vai ser a minha maior contribuição pro humor até hoje, cara, de verdade. E eu pô, não
vou entrar tão cedo numa outra porque tá [ __ ] mesmo, cara. Eu tô o dia inteiro lendo, velho. Eu tá até o meu hiperfoca, minha maluquícia, tem hora que tá cansando, velho. Eu tô atrasando um monte de coisa. Eu tô só fazendo isso. Eu vim lendo no carro para cá, eu vim ajeitando, mexendo em mais algumas coisas. Já sabe quando é que quando é que tu vai? >> Eu tô trabalhando com 3 de junho, que é a data da minha condenação. >> Perfeito. >> Tô trabalhando com essa porque já tá na reta final. Tá
na reta final mesmo. Por isso que eu já iniciei uma pré-venda até para me obrigar a falar: "Porra, vamos fechar agora. Vamos fechar." Eh, >> mas e e isso vira isso? Obviamente vem em forma de show também. >> Também também. Eu acho que eu digo, esse momento da tua vida não tem como não virar um show. É, tem grande chance, tem grande chance desse livro Não tem, tem não tem, tem grande chance dele >> meio que virar um show também. É, e aí, stand up, standup, né? Eh, porque pra palestra dá para ele desdobrar em
muitas coisas, >> né? Eh, >> dali tu consegue falar sério, tu tá, tu tá virando um teórico da comédia, >> cara, por necessidade. Por necessidade. Não, mas eu eu eu gosto muito, né, de de estudar. sempre gostei. Então, e por isso que eu acho que, por exemplo, quando vem, >> então, tá vendo aí, ô seu juiz? É o seguinte, ó. Léo Lins, ele faz sabendo, não só sabendo o que tá fazendo, ele faz eh, [ __ ] com a intenção forte de fazer o que está fazendo. Então, quando o Leéolin sobe num palco dentro de
um teatro para uma audiência, fala uma piada do teor das que ele faz lá, ele sabe, ele não só sabe exatamente o que ele quer fazendo, mas ele que ele tá fazendo, mas ele sabe o que ele quer provocar nas pessoas, tá? Então é, é, se você não entendeu, é isso que ele tá dizendo aqui. >> É que não, eu falei, ó, tem produto novo Que eu vou lançar aqui, ãã. >> [ __ ] não vou não vou trocar aqui porque vai virar vamos me acusar de assédio. Eh, >> então vai lá no banheiro que
eu vou dar uma Isso. Troca ali, troca ali. Então, o que acontece? Eu vou eu vou dizendo, eu vou dizendo aqui boas, boas razões pro, pro, pro juiz, eh, na verdade, prender o Leéolin, tá? Então, vamos lá. Vamos começar vamos começar pelo seguinte. Primeiro Que ele é um filha da [ __ ] entendeu? Tem o quê? Tem mais de ano que eu chamo para ele vir no flow e ele fica de causadinha. Não, os caras estão querendo me prender. Hã, >> faz uma públ aí. >> Ah, é. Vou aproveitar fazer uma pública. Seguinte, família, ó.
Tá vendo aqui essa camisa que eu tô usando da Insider? Cara, tem, tá no mês do consumidor, meu irmão. Essa daqui eu acho que você me viu poucas vezes usando, porque nem Sempre eu tô de polo. Na verdade, eu tô quase sempre de tech tshirt. Mas, ó, mês do consumidor quer dizer o quê? Quer dizer que você pode comprar, completar o teu armário ou experimentar Insider com até 50% de desconto. Cara, 50% de desconto é só você entrar lá. O site já tem vários descontos já aplicados por conta do do do mês do consumidor. E
se usar o cupom flow pode chegar a 50%. Tu não vai perder essa oportunidade aí de ou experimentar ou completar o teu Armário com as peças da Insider aí, que como você tá vendo aqui, tem várias diferentes de várias cores. Tem camisa, tem cueca, tem moleton, tem sutiã, calcinha, tem tudo que você precisa lá. Tá bom? Não perde tempo não, que o Leéolin já voltou. Olha ali aí. Agora tu tá de Joker. >> Lançamento, velho. Essa daqui é ano de Copa, então essa daqui é inspirada na blusa do perturbador, >> que era aquela vermelha. Aí
a lanção, Esse daqui ano da Copa, vai ter, vou pegar os grandes eventos esse ano aí, né, e fazer lançamentos exclusivos. Tem Copa do Mundo, tem eleição e terceira guerra mundial e vai ter produto >> GTA 6. Vai, tem GTA 6. >> Exatamente. Vai ter produto essa aqui, cara. Tá lançamento agora. É a primeira, cara. Eu tô pegando agora. Tô pegando agora, cara. É, tô pegando agora. Não tinha tão amassado que, [ __ ] tava dobrado aqui na mochila. Então, você que Quer fábricadumor.com.br. do BR. >> Isso é uma parada interessante que tu faz, que
é o seguinte, eh, eu percebo que você tá pronto, de certa forma para encarar um, eu vou chamar de cancelamento, um cancelamento da das pessoas, da sociedade, entendeu? a ponto de você tem a tua, tu lota teatro, tu tem a tua galera, tu tem uma galera gosta tanto do Léo que o cara compra a camisa do Léo, o cara ele vai nos shows Do Léo toda vez que ele é aqui e e tu tem uma galera que tá ali contigo, daí um pouco, com todo respeito, com todo com um pouquinho, tu não liga, não me
parece ligar para >> você vai ter um banco que quer me patrocinar. Não que não que seria ruim se se se surgisse, mas o meu ponto é, tu é eficiente em entregar pra tua comunidade o que ela quer e isso me isso te dá um um grau de liberdade interessante, né? >> Não, total, cara. Eh, pô, o que eu falei, meu público, velho, pô, agradeço demais, cara, porque a galera consome muito o que eu faço. Eh, acho sabe também que, [ __ ] me dedico para caramba nas coisas. Eh, tipo, quadrinho, uma coisa que eu
queria fazer, né? Linadores do eu fiz porque eu gosto, cara. Não foi para ganhar dinheiro, porque [ __ ] quadrinho, cara, não é um negócio que vai me dar dinheiro para caramba. Se quisesse ganhar dinheiro, Sei lá, ia vender CDB do Banco Master, abrir um banco, né? >> Ia ficar rico, hein, cara? E assim, é possível que não >> já tá já tá sendo exatamente, já tá sendo solto. Já tá sendo solto, cara. [ __ ] Então, acho que a galera vê que eu eu realmente eu faço porque eu gosto, cara. Eu entrei na entrei
na comédia. Acho que ninguém entra na se alguém entra na comédia pensando, [ __ ] isso aqui, meu irmão, vou ganhar dinheiro. Não vai ficar, velho. Não vai dar certo, porque >> tá pelo motivo errado. >> Exato. E nem porque, cara, é difícil, velho. >> É difícil para caramba, velho. É, é isso. A galera que acha, ah, mas esse esse humor aí é só subir lá e ofender. Tenta, tenta. Sobe lá, fica uma hora, 1 hora e 15 ofendendo pessoas. Cara, se você chegar lá do nada subir e segurar, velho, eu eu pago, velho. O
cara que não É comediante achar que é só subir, ofender, vamos vamos embora. Vamos fazer uma aposta, vamos fazer uma 1000 para um aí. Eu eu eu boto boto a OD lá em cima, velho. Não vai dar certo. Não vai dar certo. Eh, porque não é fácil, cara. E >> porque tem técnica, porque tem jeito. Exato, >> exato. Exato. [ __ ] tem gente que todo mundo tem dia que você, [ __ ] [ __ ] hoje não tem que melhorar a piada, tem. É isso que eu quando eu gravo um show, Quando eu registro
ele, cara, eh, aquelas piadas ali passaram por um crio muito grande, cara. Eh, o peste branco eu fiz, acho que foram 350 apresentações em todos os estados do Brasil e acho que foram 11 países. Cara, foi muita gente que aprovou essa piada, muita gente. Eh, tiveram algumas que caíram, pô, isso aqui não tá tão legal, isso daqui não tá tão bom, mas o que chega no final e eu gravo e registro e lanço, que é o que tá no meu YouTube, cara, todas ali tão a Prova de fogo. Todas, todas. Então, ah, mas alguém pode
se ofender? Pode, claro que pode. É o que eu falei, vai, tem uma série de fatores que eu é impossível você criar eh um sistema que abarque a todas as pessoas, porque a interação desses 10 filtros, ele vai dar o seu senso de humor. >> O máximo que pode acontecer é eu não achar ofensivo, mas eu posso não achar ofensivo e sem graça. >> Exato. >> Exato. Exatamente. É. E o que vai influenciar são esses filtros. Hum. >> Determinada coisa pode não fazer você eh achar engraçado. Por exemplo, há um tempo atrás dizia-se que mulher
não tem graça. >> Inclusive teve uma mulher chamada Robin Lakov na década de 70, ela escreveu um livro onde ela fala: "É, mulheres não tm graça, uma mulher falando isso." Eh, e tinham pesquisas que eram feitas e mostravam, é, olha aqui, ó, realmente Pegavam piadas para as pessoas avaliarem eh a graça dela e boa parte das mulheres respondiam: "Não, isso aqui não tem graça, isso aqui não tem graça". E aí, ah, a mulher não tem senso de humor, mas por quê? As as piadas eram selecionadas por homens para agradar, em geral, agradavam um senso de
humor mais masculino. E aí quando ia para pessoas julgarem, homens achavam engraçado, mulheres nem tantos. E aí concluíam: "É, olha aqui, mulher Não tem senso de humor". Não, mas pera aí, cara. E aí isso depois começou a mudar. Na década de 70 em diante começaram a vir outras pesquisas e falou: "Opa, não, pera aí, pô, não, ela gosta". é que Aham. é um outro tipo de piada, um outro tipo de humor. Eh, então tiveram diversos avanços aí na pesquisa de humor. Você pega até muita gente que vem criticar, me criticar, eh, em geral você tem
três teorias mais famosas para tentar explicar o humor, cada uma de um Determinado ângulo. É, a mais famosa é a teoria da superioridade, que ela tem raízes lá na Grécia com com Platão, é aonde você ria por se sentir superior, né? é o Thomas Robbs, que é um grande pensador aí também, foi um dos um dos nomes mais associados a essa teoria que predominou meio que até o século X, era meio que só ela. Então, aí depois aí depois vi a teoria da incongruência, que é ela é mais Estrutural e aí depois com Freud vem
a teoria do alívio com Freud e Herbert Spencer. Eh, só a partir de 1950 que começaram a vir outras. Então é muito recente. É muito recente. Você teve que durante séculos uma aí depois século XVI vem mais uma, 19 mais uma >> e aí de 1950 começa a vir outras, aí de 70 em diante começa a ter vários incrementos em outras e surgir outras teorias. Hum. >> Eh, então quando você pega um uma gama De de explicações e aí você descarta todas que refutam o que você quer falar, [ __ ] isso aí tá sendo
desonesto. Você tá sendo desonesto. >> Eh, que é, eu já vi gente falar: "Não, isso aí inclusive a teoria da superioridade fala, cara, isso aí é uma no meio de mais de 50. Como é que você tá querendo justificar baseado em uma teoria que entende? Eh, e você tem, [ __ ] muitas vezes de serviços prestados O Comedy Central, que, pô, maior canal de humor do mundo, veio pro Brasil, começou a ter julgamentos emocionais e a caga a regra, faliu. Faliu, acabou. Em vez de selecionar comediante pela sua excelência na sua arte, começar a selecionar,
não tem que ser um um preto, um amarelo, é um rosa. Tá montando Power Ranger, [ __ ] Tem que ter um de É isso. Tem que ter um índio, um negro, uma mulher. Não é o Vila de People, [ __ ] [ __ ] é uma banda que você quer montar, [ __ ] Monta um bagulho engraçado, [ __ ] faliu. Faliu. E eles veiculavam a propaganda. E o que que o que que faz coisas continuarem por tanto tempo, >> eu já tava com as portas fechada. Eu postei um meme uma vez com a
uma uma latinha escrito: "Ó, parabéns ao Lacrôed de Centro". Eu tô com as portas fechada lá faz tempo, mas também fechou a porta deles que acabou, não tem mais porcaria Nenhuma. Uma pena, uma pena. Uma pena, >> uma pena, porque tem, você pega com centro, assistia para caramba, [ __ ] tem coisa excelente, velho. Coisa excelente. Mas e enfim, virou, é o que eu falei, virou esse julgamento emocional que para mim é prejudicial, independente do meu lado. E e nesse caso, nesse caso você diria porque assim, cara, a gente também tem ao mesmo tempo a
gente tem uma a gente tem uma comédia que eu vou chamar de comédia pra Família de certa forma, que é a Praça por exemplo rolando há décadas e décadas das gerações, na verdade no >> É hoje quase o guerreiro resistente, né? Porque >> ex que é o que tá aí desde há já tá há muito tempo e tá lá. Eh, só que a diferença que eu vejo é que eu posso estar enganado, é só um cara. Eh, a diferença que eu vejo é que o o a Praça é Nossa, ela tá tentando fazer a Praça
Nossa e não tentando eh inventar Ou empurrar a uma narrativa. E é mais do que isso, eh, não tá tentando ser cool, entendeu? Não, tá, ela tá tentando ser a praça é nossa, manja. Isso, isso. E, e aí ela acaba sendo autêntica, né, cara, que é uma coisa que falta hoje em dia, autenticidade, >> eh, em tudo. Você pega as entrevistas de jogador de futebol, >> tanto que quando um sai um pouquinho da caixa, [ __ ] todo mundo gosta. >> Porque, [ __ ] >> é mesmo, he? Que merda, hein? Salve, Marinho. Marinha é
[ __ ] >> É isso, cara. Porque, [ __ ] é orgânico, cara. É, é isso. A gente quer ver isso, cara. Eu não quero ver um negócio robotizado, eu não quero ver um uma resposta media training. Eh, então quando aparece alguém que sai da caixa que é espontâneo, que é autêntico, [ __ ] funciona. Funciona. Porque hoje em dia tentar botar todo mundo dentro do do de uma caixinha. Eh, e o a praça é Nossa, tá lá, cara. O nosso humor é isso aqui, é personagem, estamos aqui fazendo isso. Eh, tem o público deles,
o programa continua indo bem. Eh, ah, [ __ ] eu não gosto, cara. Tem gente que gosta, >> [ __ ] para caramba, [ __ ] Óbvio, assim como o standup, tem gente que não gosta. Eh, tem um dos filtros eu chamo de filtro estético, porque se você tentar entender, pô, por que que eu não gostei disso? Porque a estética Daquela linguagem não te agrada. É isso. Não é a piada, não é não te ofendeu, não tem nada. Só que, cara, standup eu não gosto, não gosto. Maluco lá não gosto. Às vezes se você pegar
esse texto, transformar numa animação, >> perfeito. >> transformar numa peça, a pessoa pode gostar. Que nem filme >> filme de comédia do Adam Sandler. Não tenho nada contra o Adam Sandler Fazendo. Eu gosto de alguns, mas já já vou achando que eu não gosto, entendeu? Por causa da do que da vibe. Não é >> realmente na mensagem dele não ofendem [ __ ] nenhuma. E às vezes tem coisa que eu acho engraçada, é só que eu não sei se eu quero gastar duas horas com isso aqui, entendeu? É isso, é isso. Não agrado o seu
gosto. É, é isso. Ponto. É, é simplesmente isso. >> O Comedy Centra, uma época eu veiculava uma, uma propaganda falando: "Humor Negro é racista". Não se usa essa palavra. Humor negro é racista, é humor ácido. Cara, [ __ ] velho, isso para mim é um disserviço à comédia, velho. Um desserviço, cara. Como é que eu entendo um leigo ouvir, pô, humor negro? Como assim? que tá querendo a sua e ter uma reação emocional ou não gostar ou se ofender. Eu entendo >> por toda essa questão neurológica. >> Agora, um canal de humor, velho, pô, você
trabalha com isso, cara. Você não Você não pode divulgar uma coisa porque assim, e aí o qual que é, vamos lá, origem origem do termo, né? Eh, esse termo foi cunhado. E aí você olha, inclusive, que ironia, né? Porque hoje quem mais reclama desse termo humor negro >> é o militante, geralmente branco. E >> exato. Ex e em geral associado eh a uma ideologia política mais de esquerda. >> Uhum. >> Em geral. Eh Esse termo foi cunhado pelo André Breton, membro do Partido Comunista. Então sim, você tá falando que esse termo é racista por essência
e ele vem no Partido Comunista, então no partido racista. Então entende? É, é, é, é você apagar nuances, falar: "Não, pera aí, cara. Vamos lá". Esse termo foi criado pelo André Breton, eh, que foi o fundador do movimento surrealista, tem Salvador dali e tal. Em 1924, ele lançou o manifesto surrealista. Na década de 30, ele foi lançar o Antologia do Humor Negro, Antologia Delum Monoá, lançou na na França. O livro seria lançado em 39, inclusive, eh, teve o seu lançamento adiado porque a Alemanha invade a França na Segunda Guerra. Então, até irônico um livro de
humor negro ser adiado por causa de uma guerra invasão nazista, >> né? E aí ele só vai ser distribuído efetivamente em em 45. ali que ele usa esse termo humor negro, aonde é uma antologia, né, de contos de diversos Autores sobre assuntos variados, eh, com temas às vezes tabus, inclusive, pô, eu tenho, >> hã, >> eu tenho o livro aqui para não, muita gente fala do livro e eu fui atrás de comprar e ler ele. Então, é, é esse aqui. Esse é o antológico livro do do humor negro, aonde o termo foi utilizado pela primeira
vez. Essa é uma reedição dele, obviamente. >> Eh, o primeiro texto até de um cara Chamado Jonathan Swift, que ele fala que é o primeiro Black Humorist, eh, que é é um termo com certa licença poética, porque o cara não era um comediante, ele era clérigo, ele era inclusive, por você com certeza deve ter ouvido isso, muita gente vai reconhecer ele por pelas as viagens de Guliver. >> Aham. >> Ele é o que escreveu isso aí, o Jonathan Swift. É, o primeiro texto dele aqui chama >> é, então ele tem uma modesta proposta que é,
[ __ ] tem muitas pessoas passando fome, tem muito morador de rua com criança, pôra, vamos resolver o problema. Prepara as crianças, come elas, criança de um ano, fofinha, [ __ ] dá para fazer um fricass, um ragu, maravilha. É isso. Uma modesta proposta, né? Esse é o primeiro texto aqui, que é uma crítica ao estado deixar as pessoas ficarem naquela condição deplorável, Só que você pode interpretar como sendo, [ __ ] um incentivo ao infanticídio, incentivo ao homicídio, incentivo a canibalismo. Numa visão restrita, enxergando assim: "Ah, esse cara tá mandando comer um bebê, assar
ele na panela". Não, pera, pera, pera, tem outra interpretação. Você pode até ter essa interpretação, mas com certeza não foi a intenção dele, né? Então é uma leitura rasa e reducionista. Então, na década de 30, Ele lança esse livro. Eh, a ideia dele com esse termo era o quê? era romper com o Iluminismo. A ideia do Iluminismo que surgiu lá na na França, a ideia era, [ __ ] excesso de racionalização. E ele lança esse manifesto surrealista um pouco depois da Primeira Guerra, que foi o primeiro grande confronto mundial ali, né? Eh, aonde a conclusão
dele foi: "Porra, esse excesso de racionalidade, olha como é que terminou. Terminou numa grande guerra. Precisamos mudar, pô, Isso aqui não tá bom, a gente tem que ir." Então, a ideia dele foi no oposto da racionalização e lá, [ __ ] na intuição e lá na na sombra, nas profundezas da mente do ser humano. Por isso o Mor no ar. >> Aham. Ele foi muito inspirado pelo trabalho do Freud, do inconsciente, do subconsciente. Então, o termo tem toda uma riqueza que você fala >> e a gente chega aqui e reduz ela >> para um canal
de comédia lançar o Mor Negro é racista, [ __ ] velho. você tem toda uma riqueza na na origem desse termo. Eh, e não tem nada de racista nele para você pegar e fazer isso, [ __ ] Aí é um negócio reducionista, raso e desonesto. Desonesto, porque não é isso. Não é isso. E aí eu olho e penso, não, pô, você tá mentindo para mim, velho. Eu eu não sou idiota, [ __ ] Eu não vou Acreditar nessa merda. Eh, é o que eu falei, entendo um leigo ter essa visão, mas [ __ ] é
uma história rica que você [ __ ] apaga por uma questão ideológica. >> Por uma questão ideológica. Eh, eu eu nem acho ruim o termo humorcido. Eu acho ele bom também. Eh, e uso, só que eu sou contra a mentira, você querer mudar a história para vender sua visão ideológica. >> Sim. É, infelizmente isso tá em alto Para [ __ ] nas redes sociais, né, cara? Eh, como é como é como muita gente enxerga o mundo, infelizmente, né? E e talvez um dos principais, na minha opinião, pelo menos, um dos problemas principais que a gente
tem hoje é querer impor a própria visão de mundo a outras pessoas. Então, eh, o cara que só enxerga vermelho, ele fodeu, ele quer que todo mundo só enxergue vermelho também. E a gente tá e e infelizmente, que é isso que a gente tá dizendo aqui, A gente chega a gente tá num momento que a gente não, >> [ __ ] os ninguém se entende. >> A gente tá >> eu tentando impor e é vai entre aspas, eu tentando impor a minha visão num cara que tá tentando impor a visão dele. E aí, [ __
] [ __ ] o cara só queria fazer piada, mané. E uma coisa interessante sobre tudo isso aí que tava falando, >> eh, que eu tava, você tava falando, tava Pensando o que que, o que que eu acho engraçado, né? Ah, geralmente é um gatilho achar engraçado. E é o absurdo. Geralmente é engraçado. >> O absurdo. Ele pode ser um gatilho. Engraçado. Tanto que se você fala para mim um Tom mais aqui, ó. Tom mais aqui, ó. >> Ah, tem é energético. Energéticética, se tu fala para mim assim, [ __ ] eh, Igor, pô, para
eu ir aí no Flow, eu quero um cachê de R$ 50.000. Aí, eu Falar, pô, tá de sacanagem, né? É piada essa [ __ ] né? Né? Tá brincando, né, cara? Isso é, pô, cara, tá engraçadão, Léo. [ __ ] [ __ ] Porque é um absurdo, né? Então, [ __ ] com eu fico pensando assim, pessoas de em geral, é claro que existem monstros, mas em geral, em geral as pessoas acham, por exemplo, infanticídio >> um absurdo. >> Sim. Então, uma o o o a piada que ele conta nesse livro aí, ela é tão
absurda >> que ela e um não, ela não pode ser não é não pode ser verdade, ele não pode estar falando isso para valer. E dois, >> [ __ ] é tão absurdo que, [ __ ] isso aqui é risível de absurdo. E aí é engraçado. >> Exato. É claro. É claro. Não é isso. Ah, comédia >> é falar absurdos. Só que, pô, mas o que ele falou é um absurdo, >> [ __ ] Porque ele é um comediante. Essa ideia, pô. [ __ ] [ __ ] Se eu só falar coisa que é, cara,
você quer ouvir o quê? Só fato, assiste o jornal, [ __ ] É diferente. >> Existe um outro jeito. O cara que tá, vamos lá, o comediante que tá falando, que tá ah, falando lá no Comedy Central, por exemplo, que humor negro é racista, não sei o quê, porque esse cara ele acredita, é porque é possível um humor >> ah, eu vou chamar de humor familiar, sei lá como tu chama, mas tu entende Winderson Nunes. >> Sim, sim. ouerson Nunes no início da carreira pelo menos, tá? >> Eh, a possibilidade desse humor familiar, ou seja,
ele também ex ser engraçado, as pessoas também rirem dele, a pode servir de argumento para dizer: "Tá vendo, ó, >> não precisa falar de que de gordo, >> não precisa falar de de mais [ __ ] nenhuma. É só tu falar de, sei lá, né?" Sim, sim. Eh, a questão é, eu eu sou Partidário de tem que ter vários produtos na prateleira, você consome o que você quer. Perfeito. >> Eh, por exemplo, ah, pô, esse humor aqui eu dou risada para caramba, mas tem gente que não dá tanto. Esse cara dá mais risada, [ __
] de uma piada onde há atenção social. Eh, o grande, a grande questão é essa. O, aonde você cria tensão, você tá é petróleo para comédia. É petróleo para comédia, velho. Então, Então assim, é, eu até, ah, hoje tá ruim fazer humor? Não, não. Eu acho que hoje tá bom para caramba. Excelente, porque tem muita tensão, então acho que tá muito bom. Eh, se você pegar uma sociedade onde tudo é permissivo e nada choca e uma outra cheia de restrições, essa é muito melhor para fazer piada, muito melhor. Problema são as consequências, mas para fazer
piada é melhor. Eh, tanto que quando acabou o comunismo, >> eh, fala-se que tudo melhorou, menos as piadas. as piadas pioraram porque antes elas eram [ __ ] era era melhor, era tinha mais tensão, podia fazer, não podia. Eh, e nessa época aí tiveram comediantes sendo detidos, sendo sendo presos, eh, por conta de de contar piada. E tem um, tem uma sessão do livro ali onde eu coloco também inimigos do estado, que são pessoas que >> se ferraram por causa de piada. >> Eh, eu tô lá, claro. >> O teu livro, né? Lógico, lógico. A
a maior condenação na história do Brasil por causa de um comediante contando piada num palco, [ __ ] tem que tá lá. É, eu acho que >> vamos torcer para ser para continuar sendo esse recorde teu, né, na moralzinha. >> É, com certeza. Não, não, não, não precisa. E nem eu quero quebrar is não precisa não. Deixa. Tô feliz de ter sido absolvido na segunda instância. Tô Muito feliz. Eh, foi 2 a 1, apertado, não foi nem foi 2 a 1 o voto decisivo do desembargador Alimaslum, muçulmano. Então, irmão, acordo de manhã falando Alan Dulila
agora. >> Não sabe nem o que que isso quer dizer, né? >> Não, pô. Tô ligado. Ah, lá minha minha meus pais falaram: "Agradece a Deus, Deus não. Lá respeita, viu? Respeita. Não fala isso não. Comenta sacrilégio aqui na minha casa. Eh, dois a um, cara. Dois a um. Apertado. E, pô, tem uma que, se eu não me engano foi >> Se dar merda ali, tem que fazer o quê? da merda na segunda instância. >> Eu ainda posso mais uma, mas aí perdeu cadeia. >> Três chances. Agradeço ao Lula, inclusive, né, >> Lula? Lula, porque
senão na segunda já ia preso. Já ia preso. Exatamente. E se eu perdesse essa, eu só não ia pra cadeia por causa do Lula. Exatamente. E Quem sabe depois mudam até a terceira por causa do Vorcaro também. Até lá nego cria mais quatro instâncias. Quem sabe, quem sabe por causa de um assunto sério acaba expandindo, né, [ __ ] Enfim, que tu tá achando desse lance do Borcaro, cara? Porque assim, eh, ele é muito sério, mas ao mesmo tempo tá o cara falando de peleleca lá, né? Primeiro quem tem tesão no Cebolinha, né, cara? [
__ ] que papo merda, né? Só sendo bilho, cara. Sendo andando >> só, só porque, cara, quando ele, [ __ ] o cara ia alugar uma ilha para fazer um show. Ah, qual ilha? Veneza. A gente não é que ele aluga uma ilhazinha, ilha bela. Quem vai tocar lá? Quem vai tocar lá? É o sorriso maroto, não é o cold play. >> Isso, isso. Pô, minha filha vai casar. >> Sorriso maroto, melhor show do Brasil. Tá bom, salve. >> Minha filha vai casar. Vou vou ver quanto é que é o a diária do papa para
Ele poder lá. É isso. Fala, [ __ ] É mega po falar pelca. >> É aí, meu irmão. [ __ ] falou que queria morar no sovaco da menina. [ __ ] papo merda pr caramba, né? O que eu falei é sovaco de modelo é fácil. Quero ver morar no de feminista. Tem que carpir o lote. [ __ ] O cara quando eu cheguei, isso aqui tudo era mato. Tu é um babaca, [ __ ] Não quer ser preso. >> Ainda tô com a roupinha com as risadas. >> Com a roupinha com as risadas. Tu
tá aí defesa. Mas não é, mas assim, é isso que tu falou. O Brasil, meu irmão, é um aquilo que não falta é material pra piada, né? >> [ __ ] pr caramba, cara. Tem muito material, muito material. Toda hora vem um novo, cara. Começou essa, começou com o Maduro agora, [ __ ] bombardeio no Irã. >> Não, mas tu não faz uma piada com bombardeio no Irã. >> A Marinha, vocês viram a manobra da Marinha lá, cara? Eu achei até que era, eu achei que era Iar, velho. Eu achei que era I, acho que
foi lá na praia da macumba, se eu não me engano, lá no, tu conhece, né? [ __ ] eu também. >> Eh, acho que eles foram fazer treinamento de guerra. Atolou, velho. >> Atolou na areia. Aí vieram dois navios salvar. Atolou também. >> Ai, meu Deus. É bom. Aí é condizente, né? Tod >> podia lançar um Batalha Naval Marinha do Rio. Os navios ficam todos parados na primeira linha. >> A1 A2 a tr a qu explodiu o porta-aviões. >> Que merda. É. É sim. Mas [ __ ] É, é, é. Pois é. Um momento que
ainda por cima o mundo tá um momento tenso para [ __ ] >> Sim, sim, sim, >> né? >> Sim. >> E tu se amarra em pegar pesado com esses Cara aí também, né? O que que tem de maneiro do Vorcaro? Caram ficar inventando me tempo inteiro. Foi solto hoje, né? >> Ele foi solto. Eu não vi. >> Acho que foi. Acho, acho que foi solto hoje, eu acho. Não, não, não tenho certeza. Vi, >> espero que não. Espero que esteja enganado. É, eu, eu também, cara. Espero muito estar enganado. Eh, porque todo esse caso
é absurdo, né, cara? Todo esse Caso é absurdo. E aí quando você olha, [ __ ] pra minha condenação lá, [ __ ] 2 milhões, [ __ ] por causa de um show de uma hora. Os caras acham que eu sou o quê? A esposa do Alexandre de Moraes, ganha 2 milhões por hora. [ __ ] >> não é, né, pô? >> Não ganho isso não, velho. Não ganho isso não. Ainda perdi muito. Assisto peste branca, não pule anúncio. >> Tá bom, empresas, me patrocinem. >> Pois é, né? Isso daí é uma outra parada. Aparece
algum cara para te para para est junto do Léo, cara? >> Cara, >> alguma marca? >> Não, já já chegaram marcas já. >> Depois dessa dessa Zikir aí >> tem, tem. Inclusive, tô fechando collab em breve aí também com com produtos. É. Eu acho, cara, >> tu saiu maior, Léo. >> Sim, >> sim, sim. Eh, eu eu posso falar principalmente num lado pessoal, >> tá, >> né? Eu não tenho como, senão já vão falar, ele ainda zombou da justiça que saiu, manol. Tu falando um lado pessoal, porque querendo ou não, o que eu te falei,
cara, eu já estudava sobre comédia, mas não dessa forma, tá? Não dessa forma. E e eu acho que o que me levou a isso foi A condenação. Então, cara, eu aprendi muita coisa, muita coisa. Então, sem dúvida, tô tô saindo com mais conhecimento, com mais bagagem. Eh, e isso para mim é muito bom. Eh, tô podendo retribuir pra comédia muito do que ela já me deu. Eh, e eu acho que era importante ter esse trabalho. Eu acho que tanto a minha sentença, tenho certeza, será utilizada em outros processos, como o meu livro será utilizado em
outros Processos. Eh, porque ali não é um não é um livro de opinião, como eu falei, tem embasamento teórico, pesquisa, tá tudo com fonte, tá tudo citado. É porque esse é é outro problema também. As pessoas estão pegando, eh, pô, na na minha sentença, isso até falei publicamente, [ __ ] eh, foi citado o Wikipedia de fonte de embasamento, [ __ ] Embasamento para botar uma pessoa mais de 8 anos na cadeia. Wikipedia. Um negócio que tem escrito, isso aqui não é fonte segura. Se eu quiser, eu vou lá cri uma conta e edito. >>
Exato. >> Exatamente. Exatamente. Eh, a justificativa foi, ah, porque inclusive na sentença fala, apesar da presença de cenário, figurino, texto, eh, edição de vídeo, estar num palco de teatro, não nos parece um personagem e sim a pessoa dá um discurso. Aí aquilo que eu te falei, cara, se essa é a sua interpretação, não adianta eu te mostrar mais nada. Você já decidiu, já foi emocional, você já racionalizou. Não importa eu derrubar esse argumento, eu não vou mudar a sua opinião. É impossível. Impossível. A não ser que você dê um passo atrás e perceba isso e
comece um processo pessoal de pera aí, deixa eu abrir minha cabeça para uma outra possibilidade aqui. Do contrário, não vai mudar a sua opinião. >> Você acha que assim, isso, esse argumento aí então tá dizendo que você, em outras palavras, tá dizendo que você não tava fantasiado de palhaço. Em outras palavras, >> é, uma pessoa dando um discurso >> isso. Porque se você tivesse, será? Você acredita que você tivesse com ahã com figurino mais ã com a sua cara coberta? >> Pois é, cara. Eh, é é triste essa constatação, porque tem tem uma outra pesquisa
num livro de um sujeito chamado Ives Latile, brasileiro. Aliás, o livro dele é bom, cara. Eh, mas ele fala sobre moralidade, ética no riso. Eh, e aí ele cita uma uma pesquisa que foi feita, eh, eu não lembro se foi numa tese, mas enfim, ele era o orientador da pessoa. E eles fizeram a seguinte pesquisa para ver se tem situações que é certo ou errado você rir. Tá. >> Tá. pegaram crianças de, se eu não me Engano, em torno de 6 e 7 anos e outras maiores, eh, acho que de 13 anos. Eh, isso tem
um motivo, porque até 6 7 anos, eh, o que você acha certo ou errado é algo que vem de fora. Você ainda não tem uma racionalização sua, né, de pensar, não, mas, pô, isso aqui e já com 13 anos você já tem esse processo de pensar por conta própria acerca de apenas obedecer uma opinião externa. É isso. É verdade. Tem a ver com poda neurológica. É assim mesmo. >> Exatamente. Então, fizeram esse experimento. E aí, qual que era? Eles fizeram a o cenário é o seguinte. O Pedrinho levantou durante a aula, pô, foi jogar um
negócio no lixo, tropeçou, levou um tombo, todo mundo começou a rir. A pergunta era: "Eh, como é que o Pedrinho se sentiu?" E a maioria falou: "Pô, acho que ele se sentiu mal. Ele se sentiu mal. maioria falou isso. Eh, por que que ele se sentiu mal? a grande maioria, os de 12, 13 anos, porque tá Todo mundo rindo dele. De 6 e 7, um ou outro falou porque ele se machucou, justamente por não ter essa noção de que, pô, o riso pode falar, ah, ele foi ruim porque ele bateu o joelho, tipo, dando seu
riso, mas a grande maioria ainda de 6, 7 anos falou porque tá todo mundo rindo dele. >> E aí a conclusão da pesquisa é, veja, até as crianças têm essa noção eh moral do que que seria moralmente certo você rir. Então, por mais que seja uma Situação engraçada, o cara levantou. E por que que é engraçado? Porque é incongruente. >> Se alguém levanta e anda para ir até o lixo, a expectativa é ele vai andar até o lixo e jogar, voltar e sentar. Se ele levanta, leva uns tabaco e cai, é uma quebra de expectativa.
Então, é, tem uma fórmula cômica, embora ele não estivesse fazendo uma piada, né? Mas a conclusão dele é, nem todo riso é certo. Por mais que seja engraçado, é, [ __ ] não é Moralmente correto você rir disso. Ah, >> interessante, >> tá? >> Mas aí >> faz sentido do até pro pro bem-estar e pro bom convívio social, né? É uma, é interessante. >> Exato. Exatamente. E, e bom, obviamente que há questões de moralidade. Eh, só que aí outro erro, quando alguém tenta impor uma questão moral, é achar que existe uma única moralidade unívoca e
Unânime que todos concordam. E não é assim. Eh, então qualquer tentativa de impor essa régua vai ser um grupo tentando impor a sua moralidade em cima do outro. E aí, aquilo que a gente falou, ninguém quer ouvir o próximo, só quer convencê-lo da sua própria verdade. >> Qual que é o problema que eu vejo nessa pesquisa que ele fez? >> Hã, >> vamos fazer a mesma pesquisa, só que vamos trocar o cenário. Vamos colocar em Vez do Pedrinho levantou na sala de aula para ir jogar o lixo e levou uns tabaco, vamos colocar aqui o
palhaço batatinha no picadeiro de um circo. Tá numa sala de tá tendo aula. O palhaço Batatinha foi fazer isso, p caiu com pé pro alto. Eu acho que as crianças todas vão rir. Cara, eu não fiz a pesquisa, mas eu lembro de ir em circo. Eh, eu não me recordo de me sentir mal de rir do palhaço, de me sentir triste. >> Aham. >> Porque, meu Deus, tá todo mundo rindo porque o palhaço caiu, cara. [ __ ] agora a vida dele, eu não me recordo disso. Então assim, são contextos diferentes. Se uma criança de
7 anos, se você se você for no circo, o que mais tem é palhaço batendo coisa, cai aí é sempre uma coisa bem exagerada, é uma hipérbole corporal, né? Eh, cara, se uma criança de 7 anos de idade consegue discernir Que o Pedrinho caindo na sala de aula é diferente do palhaço batatinha caindo no picadeiro, por que que um adulto funcional não consegue fazer isso? É diferente de você contar uma piada para uma pessoa na fila do mercado e você contar uma piada no palco de um teatro. São situações completamente distintas, cara. Só que essa
cegueira emocional ou esse realismo ingênuo, a pessoa não consegue enxergar. >> Tu acha válido o argumento a teu favor Que diz o seguinte: "E se fosse uma peça de teatro? Eh, ali poderia ser ter uma alguma piada assim?" >> Pois é. Eh, >> é que esse esse é o argumento a teu favor. >> É. Não. E aí o que eu falei? É, é, é triste você ver, cara, o que que eu vou ter que fazer? Eu vou ter que botar um sapato gigante, um nariz de palhaço, eh um uma roupa >> que foi >> mais
>> espalhafatosa, porque no perturbador, cara, eu tô parecendo o Ronald McDonald's, cara. Eu eu tô de amarelo, vermelho, sapato amarelo, tem uma caixa cheia de fita estourando. Tá escrito na caixa standup, comedy, tá escrito no palco, tá escrito no ingresso, tá escrito na entrada do teatro, tem uma caixa no palco escrito que a comédia, eu tô todo colorido, parecendo literalmente um palhaço. Precisa mais. Cara, precisa o quê? Eu eu não eu não consigo pensar em outra coisa. Eh, porque assim, é aquilo que a gente falou, existe uma persona cômica. Eh, a maioria dos comediantes, eu
entendo que no standup, como tem gente que, pô, sobe ali de de calça, camiseta, sobe igual tu tá aí e tal e e vai falando, >> dá até a impressão que o cara tá falando as coisas que tá vindo na cabeça ali agora e tal, mas, pô, é uma performance. O cara estudou aqui, >> por mais que o cara entre e às vezes fique, pô, eu vi não sei que e tal. Essa é a performance dele. É a performance do cara meio tímid, do cara meio ele fala meio para dentro e tal. ele, essa é
a persona cômica dele, cada um precisa ir construindo a sua. Então assim, no meu caso, acho que como eu ainda lido com temas tabus e tal, com tensões sociais, cara, eu só faço show com a mesma roupa. Eu só faço show com a mesma roupa. Não, não, não tem. É muito clara A distinção. No meu caso, não é que um dia eu tô de, ah, calça jeans Não, não, não é, cara, no meu caso é mais claro ainda, porque primeiro, ah, você eu faço isso porque eu gosto, eu faço isso porque acho que ajuda, eh,
eu faço isso porque eu só preciso do meu lado de autismo. Então, assim, tu fala que é claro isso porque tu é um racista, né? Tu tinha que falar que é óbvio. >> Então, assim, é isso. Eu vou precisar Fazer o quê? botar um sapato gigante, botar porque, cara, assim, eu eu já estou te ajudando. Eu tô indo além até do que eu deveria. >> Uhum. >> Entende? Eu nem precisava vir até aqui de enfiar uma caixa colorida, uma roupa colorida. Mas tu faz isso pensando nisso. Eu quero deixar cada vez mais claro que isso
aqui é um show de comédia. É por isso que tu põe lá uma caixa gigante, é por isso que tu força a Barra da roupa. Isso tudo é na intenção de sinalizar tudo isso. >> É, >> não apenas, mas também eh porque eu acho que tudo isso envolve uma construção artística, né? Eh, eu acho que fica mais rico o o o seu trabalho. Se você pegar o o o cartaz do Peste Branco, aliás, para quem tá assistindo, presta atenção no cartaz, tudo ali tem relação com show. Eh, se você olhar o desenho, as pessoas e
isso até no perturbador também, a Caixa que tá ali, eh, tem são temas que serão abordados e eles estão dentro da caixa. A ideia é que são temas tabus que ninguém quer que aborde, por isso a caixa tá estourando. Fala: "Não, pera aí, eu vou eu vou falar dos temas que que que não querem que fale". Eh, isso é uma uma personalidade chamada eh Trixter, que é o Ka Jung estudou a respeito disso também. E ele é um, digamos, um uma espécie de um palhaço sacerdote presente Em diversas eh culturas aí diferentes, cara. Eh, tem
umas que até em cerimônias, eh, esse palhaço ritualístico, ele, [ __ ] montava o cavalo ao contrário, ele fazia as coisas invertidas, ele transgredia regras e normas, eh, >> botava ali umas cascas de banana pros outros. É isso. Era é nesse contexto, nesse contexto, essa essa figura do desse palhaço cerimonial, desse Trixter, ela tava ligado no ambiente ali, Diferente do Bobo da Corte que tava ligado a ele, ao Bobo da Corte. >> Entendi. O Trixter era um personagem, >> era num ambiente ali, né? Era ritualístico, era, era nesse ritual, >> entende? Era, era, era um
cara que >> a hora que ele acabou essa performance aqui, saiu, tirou a marcara, não sei quê, ele não vai, >> o bobo da corte, ele tá andando, ele pode fazer uma bobeira. O bobo da corte tá mais ligado a ele e isso aqui mais Ligado a ao evento. >> Entendi. Tá bom. >> Hoje, >> cara, perceba, hoje no meu caso, é ligado à pessoa no evento. É a união dos dois até. >> Aham. >> É união dos dois. Eu não tô defendendo sair fazendo piada no meio da rua. Eu não tô defendendo que qualquer
palco eu posso subir e fazer algo. Eu estou defendendo que no ambiente de humor o Comediante no palco vai fazer piada. É isso. É isso. Ah, mas aí postou no YouTube, cara. Quando você olha a imagem, tá muito claro, tá muito claro. Você tá vendo o palco de teatro, você tá vendo tudo ali. É diferente de eu ir no, [ __ ] participar do de um programa de rádio sério e fazer uma piada, [ __ ] meio-dia, eh, sobre infanticídio. >> Aham. >> Fal, [ __ ] não é um ambiente, cara. Não é um ambiente
para isso. Eh, >> mas no teu canal lá, no teu no canal do Léo Lins, que é um comediante, mo sabe que é um comediante, >> que eu clico num vídeo que tem uma thumbnail que tem escrito na thumbnail, provavelmente tem lá mais ou menos o o tom da coisa no título também. E aí eu fui lá e cliquei, fiquei [ __ ] e além de comentar, fui lá e processei. Olha, eu fiz todo o processo. Eu eu cheguei no teu canal ou eu cliquei no link que o meu irmão me mandou, eu vi, Eu
me indignei, eu comentei, eu fui lá e te cancelei. >> É, é, é isso, é isso. Tem, tem. >> Eu fui lá assim, pera aí que eu hoje eu tô suave, eu vou lá me incomodar um pouco, né? >> É isso, cara. É isso. Eu eu tracei, mapei todo esse ecossistema da indignação, cara. Tudo tá tá tá tudo tudo lá no meu livro. Esse personagem eu chamo de disseminador, que ele dissemina a dor. É isso. >> Entendi. >> Esse é o papel desse personagem que ele age também movido por dopamina, porque ele faz isso, olha
o que que ele me falou, não sei que. Aí vai uma galera. Parabéns. É isso mesmo. Você tem que Então ele ele a a indignação dele eh tem a mesma raiz do cara que tá rindo também. Porque quando você ri o o seu sistema límbico ali, você libera dopamina, você vai se sentir bem. São neurotransmissores que vão falar: "Porra, legal do esse cara é muito bom, muito engraçado >> e o que age, eu vou cancelar ele, eu vou lá". Também é a mesma coisa. A dopamina, os dois estão movidos por por neurotransmissores. A raiz é
igual. Dois emocionais. Exatamente. Exatamente. Eh, mesma coisa. Então o que eu falei é uma reação humana e eu não vejo problema no cara indignar, reclamar, boicotar, cancelar. Mas a justiça precisa entender isso, precisa entender que não, ela não Pode agir na emoção, [ __ ] Não pode. Eh, então acho que e isso aí vai ficar bem claro no no meu trabalho, porque as pessoas usam pesquisas que eu eu cunhei um outro termo também, >> hã, >> aqui, ó, esse esse livro aqui, ó, >> hã, o cara veio embasado, né? Racismo recreativo. >> Hã, >> esse
livro aqui eh, e ele ele é muito Bom. Eh, a página é boa para absorver urina de gato. Eu tô botando lá na caixa de areia do meu gato. Eles adoram. Porque isso aqui, >> olha, >> hã, >> quando eu lançar, eu eu soube que esse alunos desse professor foram no meu show, >> hã, >> falaram: "Cara, quando saiu tua condenação, ele falou que era o dia mais Feliz da vida dele, >> o Adilson. >> É, >> tá. E cara, eh, p, fiz a brincadeira na caixa do gato, mas falando sério, [ __ ] eu
acho triste, cara. Eh, o seu maior motivo de felicidade na vida é uma pessoa ficar 8 anos na cadeia e pagar 2 milhões por causa de um show de humor. Que vida miserável que você deve ter, cara. Deve ser uma vida muito triste. Li, li tudo mais de uma vez. Eh, eu, eu cunhei um termo que não é o pesquisador científico, é o escultor científico. >> Hã, >> e esse livro para mim é uma bela escultura científica, que é você moldar os dados à tese, você começa pela conclusão e aí você vai pegando o que
confirma, você ignora o que refuta, você sublinha o que te ajuda, você apaga o que te atrapalha. É uma escultura. uma escultura, entende? Você, [ __ ] não Acaba sendo, tem um termo acadêmico também que é o cherry picking, né? Você é é isso que é o que eu falei, eu não ignoro que o humor pode excluir, pode machucar, pode fazer alguém se ferir. Pode, pode mesmo. Eu não ignoro isso. Eu mostro um lado, mostro o outro, tá? Eh, por exemplo, isso, ele cita, coloca na mesma prateleira, piada num palco e ofensa na fila do
mercado. E, e, e tem algumas coisas que são É é o que eu falei, é uma, é essa manipulação da escultura, porque assim, ele cita alguns casos para mostrar que olha como é que o racismo é uma coisa horrível e e sem dúvida, pô, racismo é uma coisa terrível, terrível, óbvio, né? O preconceito já foi maior e há de continuar essa luta para que diminua. Perfeito. >> Sem sombra de dúvida. Aí ele cita alguns casos para mostrar, digamos, a impunidade, né? Tem esse Caso, inclusive esse caso da fila no mercado é daqui, tá citado aqui.
>> E e a piada num palco também, né? Na mesma prateleheira. Eh, aí ele cita alguns casos, um deles, esse em específico inclusive da fila, eh, a pessoa que se sentiu ofendida, eh, e tá em todo o seu direito de se sentir ofendida, sem sombra de dúvida, entrou com processo e eles largam, ah, mas não, foi só uma piada, tava brincando e deram a favor do cara, Deram a favor dele, onde nesse caso, pô, eu acho que errou, acho que errou. Nem, ninguém que tá no mercado necessariamente quer ouvir uma piada. O que dirá ser
alvo de uma piada? Não interessa. E e o quanto mais ah, era uma piada com a mulher negra, com o fato dela ser negra, piorou. Mas assim, >> pô, se fosse uma pessoa comanismo e a piada para ser Ah, não. Se fosse um careca, a piada parae ser careca. Se fosse uma Não interessa, amigo. O Mercado não é para, não é uma fritada, [ __ ] É, não é o palco de uma fritada. Então, assim, aí ele cita e olha só, tal, tal tal, tal. E assita outros casos. Teve um onde os funcionários da empresa
se vestiram de membro da Cuclus Clã e aí falaram: "Pô, oprimiram funcionários negros e depois teve funcionário demitido, não sei o qu". Então eles citam alguns casos, eh, alguns só meio por alto. Esse, esse daí ele detalha, tem um outro também que ele Detalha. E aí eu fui atrás do caso, eu falei, "Deixa eu ver cada um aqui." Eu fui pegar o número do processo. >> [ __ ] tu tava sem nada para fazer. Os caras não deixaram fazer show, né? Louco, eu tava me preparando para ficar o toda na cadeia, [ __ ] Que
que eu vou fazer? >> Ficava em casa fazendo jejum, >> treinando. >> É isso. Ficava em casa fazendo jejum, flexão, treinando, lendo o livro que Abate sentença. Fala pugan anal para dar uma largada. Isso. Isso aí era bom. Tava treinando, jogando sabonete também para pegar rápido. Fala, pera aí. Pegando ligeiro ali, maluco. >> Igual Matrix. Aí já peguei. Tá aqui, velho. [ __ ] Eh, aí eu fui olhar o número do processo para ver o andamento. >> Todos que ele cita, olha, fizeram isso, fizeram isso, fizeram isso, as pessoas foram condenadas. Aí o que ele
cita e vai até o fim, [ __ ] foi o que para mim foi injusto mesmo. >> Aham. >> Mas os outros as pessoas foram condenadas. E você fala: "Pera aí, tu foi fazer uma [ __ ] pesquisa? Tu achou seis casos, >> cinco foram condenados?" >> Cinco foram condenados. E você tá argumentando que o racismo é uma coisa terrível, cara. Realmente é, Mas desculpa, esse seu livro mostra que é, eu acho que acho que o processo acho que tá sendo resolvido. Acho você tá você tá derrubando a sua própria tese com esses argumentos. Eh,
tem um outro que ele cita, >> não sei se você lembra, é um caso absurdo, >> que o os moleques tacaram fogo no indígena. >> Aham. >> Lembra disso? Se eu não me engano, foi Em 97. >> É, em Brasília. foram processados. Aí ele fala: "Porra, um absurdo. Foram processados, falaram que era uma brincadeira. Então essa desculpa é só uma piada, só uma brincadeira. É botando tudo isso na no no mesmo bolo. Um comediante no palco com tacafogo no indígena. >> Tô entendendo. >> Legal, né? Eh, e por conta do argumento, pô, era só uma
brincadeira. A gente Queria ver se ele ia, enfim, os moleques eram, não lembro se, acho que um era, dois eram menor, o outro acho que não, mas enfim, foram processados. E aí ele fala, entraram com esse argumento e a juíza entendeu isso e colocou que que seria eh dano eh não não é dano físico, me fugiu o nome agora, mas deu uma aliviada >> seguido de não foi um homicídio já não foi com a intenção de matar, >> foi um dano que ocasionou em homicídio. >> Isso faria o quê? Isso faria com que eles não
fossem julgados num júri popular. e já poderia diminuir a pena, seria algo mais brando, tá? E aí ele descreve isso, fala: "Olha só, olha o absurdo que aconteceu com a minoria, um indígena, algo que não poderia acontecer em 2026 também. Concorda? Porque em 2026 eh, com com todas as ferramentas que a gente tem hoje, eh esse caso não ia não ia ter nenhum tipo de impunidade pela pela repercussão que ele teria. Aham. >> Se sem rede social, sem nada, ele repercutiu do jeito eu lembro dele, imagina, imagina hoje. Então, então assim, o o analisar isso
ignorando o tempo também é um erro, na minha opinião. >> Aham. Aham. >> Sim, sim, também. Eh, mas aí a questão é é um exemplo de impunidade. >> Aham. Fui pesquisar o caso também, o pedido que ele fala que, ah, pediram Para ser dano grave seguido de de homicídio, alguma coisa assim, e para não ser julgado no júrio popular. Foi negado. >> O pedido foi negado. Eles foram julgados no júrio popular e condenados a 14 anos de prisão. >> Então, ainda assim, então rolou o que rolaria se fosse hoje também. >> É. E só que
isso aí não fala. Isso aí não fala. Isso aí tá numa nota de roda p no fim do livro com o número 9875434 32/001 para você conferir e aí você vê. Então assim, é o que eu falo, [ __ ] o que vai refutar sua tese, [ __ ] tu tu esconde, tu apaga. E aí esse caso aqui, ah, esse aqui é muito bom. Esse aqui eu vou sublinhar e grifar e botar bem grande. Esse esse outro aqui eu vou só citar o comecinho. Esse outro, [ __ ] maluco. [ __ ] essa é a
pesquisa. Então, me desculpa, a pesquisa é é muito pobre, muito pobre para para manter para manter o tom aqui ainda, tá? Eh, >> mas e no teu livro, >> inclus inclusive >> inclusive e já que foi alunos dele lá, Adilson, se você quiser, eu vou aí debater com você, tá? Porque e fica vários professor debatendo com aluno, pega uns moleques às vezes de 15, 16 anos, [ __ ] obviamente, cara, o cara não vai ter argumento, velho. Não vai ter argumento. Mas se quiser, eu a gente pode promover um debate, acho que para uma área
jurídica ele é Advogado. Eu acho que pode ser bem enriquecedor pra turma. Eh, tenho bastante argumentos, tenho bastante argumentos, eh, inclusive muitos questionamentos em relação a essa escultura científica. Depois eu vou dar uma lida nesse daí. Eu li um outro da Jamila, um que tem a capinha amarela. Esse daí eu ainda não li. >> Aham. Aham. Acho que eu sei qual é. Acho que eu sei qual é. >> Vou dar uma olhada nesse daí também. >> Dá não, eu li, li o racismo estrutural, li esse daqui também que que eu acho importante, cara. Acho importante.
Acho que você tem que eh inclus na comédia eu fui ler, tem autores que são isso aí contra a comédia, tem tem um sujeito que já fez várias pesquisas eh que que aliás várias pesquisas tentando mostrar um uma possível um possível potencial da comédia eh em relação a estereótipo, reforçar Estereótipo ou eh divulgar reforçar estereótipo e preconceito de seminar. Preconceito. O cara tem várias pesquisas nisso, inclusive ele é citado em outros trabalhos que isso faz parte também desse desse ecossistema, que é o cara faz uma tem uma escultura científica aqui, aí o outro vai cita
ele, aí esse cita, esse cita o outro, esse citou outro. Aí aí um negócio que daqui a pouco foi uma pesquisa, por mal feita para caramba, já ganha um status de por Veracidade eh ao lado da lei da gravidade. >> Um negócio, entende? Eh, você não, esse capítulo, esse livro aqui e o racismo estrutural, eles são teses não são leis, não é a lei da gravidade. É uma tese. Você não pode embasar uma sentença, [ __ ] numa tese que não é, não tem uma comprovação científica, não tem nada. [ __ ] você não pode
fazer isso, mas fazem, mas fazem, acontece. Eh, e tem teses dessas Que foram citadas também na na minha sentença na primeira instância. Eh, e o teu livro? O teu livro também ali tu tá, tu coloca no teu livro ali eh, antíteses da tua tese, tu vai defender só a tua a tua parada. Não, aí é que não justamente porque boa parte dele, a a primeira parte é arqueologia e história, que é pra gente ver essa origem do humor. Da onde vem o humor, da onde vem a palavra humor, por comédia, porque como quando começou a
ser chamado de Humorista, quando surgiu humor negro, outros termos de humor negro. Eh, >> e aqui a gente tá falando de história, livro, fatos. É, isso é pra gente entender, vamos entender da onde vem. >> Aham. antes de julgar. Vamos entender uma segunda parte é mais psicologia e filosofia que foram é como o humor começou a ser pensado. Primeiramente foi assim, né? E aí veio isso aí, teoria da superioridade, teoria do alívio, mas Depois vieram outras teorias de do script semântico. Tem uma porrada de teoria. Eh, aí tem os filtros tudo embasado com pesquisa. Aí
não é opinião eu tô falando. Tem uma pesquisa que fala isso, que fizeram isso, isso e isso e isso e isso. Pesquisa foi bem feita. >> Tem uma outra aí. É que tá. Eu falo: "Olha, tem essa, tem essa outra aqui que também fala isso. Então eu não tô eh eu tô apresentando >> Aham. >> pra pessoa julgar. Ah, é, [ __ ] tem isso e tem isso aqui. OK. Aí você pesa e e te tire sua conclusão. >> Eh, e essa primeira parte do livro é uma revisão de literatura, né? Aí a terceira parte
é científica. Aí é ciência. Eu falo: "Tem essa pesquisa, tem essa." Inclusive, como eu falei, ah, senso de humor da mulher. Antigamente dizia-se que mulher não tinha senso de humor. Por quê? porque a pesquisa era feita assim, agora tem essa outra sim que diz isso Aqui. Eh, então tem uma boa revisão de literatura e depois tem uma parte de antropologia e sociologia que aí já é humor circulando na sociedade, né? Como é que aí ele ele saiu da garagem, então agora tá tá circulando. Que que vai acontecer? Pô, ele vai ser julgado, a gente tem
esses filtros, a gente tem lentes sociais, tem, [ __ ] questão ética, moral, eh, da onde vem a moralidade? Aí eu fui pesquisar isso também, foi aí que eu cheguei no no Jonathan Height em outros autores. Eh, tudo isso vai influenciar no humor. Aí eu termino com a teoria autoral, que é essa teoria da divergência cômica, onde eu apresento o meu ponto de vista e eu acho, eu prefiro que a pessoa discorde de mim pensando do que concorde comigo no automático. Eu prefiro isso. Inclusive, é triste que a faculdade hoje, que era um ambiente onde
deveria se estimular o questionamento e o debate, porque é nessa retórica que você Vai aprender, que você vai raciocinar, que você vai se questionar, que você vai, >> é assim que você põe a prova as suas próprias ideias, exatamente, exatamente, exatamente. Se você fizer um negócio e só pode concordar e ninguém debate, [ __ ] maluco, então, OK, então tu é isso aí, tu é o ditador do pensamento, cara. É isso. Não tem debate. >> É pior do que o ditador do pensamento. É Uma é vira uma coisa eh de uma faceta só, né? É
isso aí. É isso, é isso. Então, >> e aí, e aí eu vou ter e aí a o o desdobramento pior disso daí que a gente pode ter tido. É possível que a gente tenha discípulos ou produtos desse desse disso que eu tô falando, que é vira vira cultural dentro de um certo determinado círculo, que seja na universidade ou que seja dentro de um curso específico numa universidade específica, eh vira um um Um certa cultura que todos que saem dali saem com essa verdade. Vai. >> É, é exato. Cara, eu passei, [ __ ] eu
fiz educação física. >> Hum. [ __ ] da área biológica, nem é [ __ ] ciências humanas, né? Ciências sociais e tal. >> Eu de pensadores, o que eu tive ali, velho, foi só esquerda. Foi só esquerda. Eh, era escola de Frankfurt, era Antônio Gramsch, eh, meu orientador ali o Antônio Gramsch para citar na na minha monografia. Era só isso. Era só isso. [ __ ] um moleque de 20 anos, enfim. Eh, e eu lembro de ter provas que, tipo assim, teve uma que eu falei: "Não, acho que essa aí eu fui bem, porque eu
li, pensei, cheguei na minha conclusão e escrevi de zer a 10, tirei dois". Aí teve uma conclusão que tu >> Aí teve uma outra que, cara, [ __ ] lembro como se fosse ontem, terminou, nego, falou: "Ei, como é que Tu foi?" Eu falei: "Cara, deve ter ido mal para [ __ ] velho. Deve ter nem sei direito o que que eu escrevi, maluco." Eu escrevi uns negócios que tinha lá no no texto que ele mandou. Eu lembro de uma frase que era: "Ah, a greve é um é um raio de luz no teto cinza
do do trabalhador, não sei quê." Tirei 9. Eu nem sabia direito que [ __ ] que eu tinha escrito. Eu só sei que eu botei os os negócios lá esquerdalha, tirei quase 10. Quando eu pensei, tirei dois. Aí o cara, [ __ ] mas você não quer que eu pense, você quer que eu repita o que você manda. Você não quer aluno, você quer boneco de ventrílo, você quer enfiar a mão no rabo deles. E é isso aí, todo mundo vivo o proletariado. Vivo o proletariado. Cara, que merda que virou a faculdade, cara. Que merda.
Eh, e >> quando que tu fez faculdade? >> Pois é, cara, eu saí da faculdade 2003, Velho. >> É, >> [ __ ] estamos falando de 22 anos atrás, velho. >> Car, tu é tão mais velho que eu assim, mané? >> Sou. [ __ ] >> tu tem quantos anos? 43 velho. >> Ah, não é Tom mais velho não. Eu que fiz pra faculdade velho, pelo visto. Pode ser também. Pode ser também. Pode ser também. >> Vou meter a última troca aqui. Vai, vai. >> Não, essa aqui. Essa aqui dá para ir aqui mesmo. Aproveitar
que eu já tava [ __ ] eu tô com Covid, velho. >> Sério, mano. >> Tô Covid. Zoeira, cara. >> E aí, o cara vem no meu programa de COVID, >> filho da [ __ ] Vai embora, >> [ __ ] O maluco chega. Tá [ __ ] mano. Peguei conversa. Como é que tudo isso, Léo, eh, melhora, Porque provavelmente é o que é o que rola com que é isso que é o fruto do estudo. Como é que como é que tudo isso melhora o teu trabalho? Como é que isso impacta e reflete no
teu show? >> Cara, [ __ ] uma desta parte é, eu acho que esse show que eu lancei, o Peste Branca, peço para vocês irem lá assistir, deixa até um comentário, [ __ ] vim do flow e tal, vou estar interagindo com a galera lá também. Eh, cara, eu acho que é o meu texto mais Crítico, mais maduro também. Eh, eu acho que o nosso trabalho vai mudando, entende? A gente tava até trocando essa ideia antes aqui, né? Você falou: "Pô, mas se o teu humor mudar e tal, >> você acha que o teu público
vai junto?" Cara, meu humor já mudou já. Se você pegar o meu primeiro show e olhar, ele é de um jeito. Você pegar o segundo, já é outro. Pegar o terceiro já é outro. Pegar o esse agora, já é outro. O que eu tô aqui já é outro. Então vai mudando, Mas não é só cada vez mais melhor no sentido de mais técnico você saber mais o que tá falando, mas você continua pisando, pegando no tabu, porque é o que você acha engraçado, pelo visto >> também, também é e assim é é o >> é
o que acontece também comigo, né? Não é >> eu até dou esse exemplo que às vezes eu falo: "Pô, tá, deixa eu escrever um, pô, vou escrever piada aqui sobre água em lata". Pô, por que água em lata? Aí eu Sento e vou escrever. Vou pensar alguma coisa sobre água em lata. >> Uhum. >> Aí debaixo da minha porta chega uma cartinha processo do índio. Aí eu falo água em lata pra casa do [ __ ] Vou falar do processo do índio que a minha cabeça já começa. [ __ ] o índio quer dinheiro. O
índio não tem nem bolso. Onde ele vai guardar a [ __ ] do dinheiro? Aí minha cabeça já. Aí já começa, [ __ ] Entende? Aí já vem Uma, já vem outra, já vem outra. Esse aí eu comento no show que eu eu peguei uma um um recorte de jornal jornal velho que era um índio reclamando de alguém se fantasiar de índio. Eu falei: "Ah, alguém dá um espelho pro índio parar de chorar com o jornal". Aí ele entrou com processo, pediu sabe quanto? 20 espelhos. >> O cara pede >> aí [ __ ] começa
a vi, velho. Aí eu falava, vou falar do do do processo do Indígena. Eh, >> eu já vi essa roupa antes, eu acho. >> Essa daqui, cara, eh, eu tinha a versão cinza, que foi quando eu lancei o Bullying Art. >> Isso. >> Eh, para quem contribuiu no pré-lançamento, a gente vendeu o casaco camisa de força e a galera pedia muito tempo para voltar esse casaco. Eu fiz a versão branca que é o mais autêntico mesmo da >> da sala colchoada, né, cara? E >> e aí tá vendo agora também já tá quase esgotando, cara.
a gente mandou fazer e dependendo, provavelmente devo fazer mais, mas se você quiser, fábricadumor.com.br. >> Isso, isso tem a ver com que a gente tava falando, tira esse GG daqui, ó. Eh, a gente tá, isso tem a ver com o que a gente tava falando antes, que que é o que você acabou de citar, que é, cara, eh, como é que tu faz, então tu tu é Bastante eficiente em entregar pro teu público. O teu público tá a fim de ter um produto, um um show, >> um livro. >> Isso aí quase eu tive que
entregar forçado da sentença. >> Pois é. E agora tu tá falando assim, inclusive, quero falar sério, devo ter uma palestra para que eu quero fazer que tem a ver com todo o processo de construção do livro no fim das contas, né? Vem dali. Eh, mas o ponto aqui é o Seguinte, cara. Eh, essa, >> por mais que tu diga que, pô, o meu primeiro show é muito diferente desse último aqui, me quem sou eu, tá? Mas uma sensação que eu tenho é realmente se se fosse a mesma merda, você era um merda, né? Eh, mas
tá mais ou menos no mesmo universo. O meu ponto é, será que se amanhã o Léo Lins olha pro trabalho que ele fez assim, falou: "Puta, cara, agora esse livro aqui, hein? [ __ ] mané, o o o Patrick Maia, o o Por que vio aqui recentemente aí, cara? O Poxá, esses caras tão certo, >> [ __ ] Tô me passando. Eu vou, sei lá, vou por outro caminho agora. Aí eu acho que tu tá [ __ ] né? Teu público vai ficar puto. >> É, cara, eu é o que eu falei, eu não posso
cair no em achar que a minha visão é 100% correta. Eh, que eu enxergo as coisas perfeitamente como elas são, que eu sou um ser iluminado. Não, não sou. É óbvio Que as coisas que eu vejo também passam pelo por um certo viés, passam pelas experiências de vida e passam pelos meus filtros. >> Esse casaco é maneiro, >> cara. Esse aqui ficou bem da hora, velho. Ficou bem da hora mesmo. Depois, por favor. Não, não quero não. Deixa que eu entro lá e compro, cara. Não, [ __ ] >> Vamos ver se eu tenho outro
aqui. Eu até botei que eu tava com >> Não quero esse não, que tu tá com Covid. >> Eh, não, mas cara, acho que >> tem tem mais um aqui, ó. Quer ver, velho? Na moral, dá uma olhada aí. O bagulho tá top mesmo, cara. >> É, >> ficou, cara. Tecido, material ficou [ __ ] velho. >> Maneiro. >> Não quer veste aí, velho. Agora é que ele não cabe em mim que eu sou gordo, né? >> Não, mas [ __ ] eu acho que esse daqui então é maior. Não, >> pera aí, vamos dar
trabalho. Continua falando aí que eu vou colocar aqui. Vai, vai, vai. >> Tu lembra o que que eu perguntei? >> Lembro, lembro do poxa, cara. >> É o que eu falei, eu não vou presumir que a minha visão é é a correta do dos fatos. Nada impede depois eu refletir sobre alguma coisa e se for o caso, falar: "É, pô, agora, pô, tem esse outro Ponto de vista aqui que eu putz, é, [ __ ] não tinha olhado por esse lado". Eh, nada impede. Eu acho que isso é importante, cara, que que você esteja pelo
menos aberto. Ai, [ __ ] ficou top, velho. Aí, [ __ ] esquadrão suicida, velho. Tá, >> não, pô. Mas eu, ó, eu vou deixar depois esse aqui contigo mesmo, tá? É, depois eu vou te dar esse daqui que acho que esse aqui tá maior. >> Bom, tá bom, tá bom. É, esse daí com Certeza é maior. Se é o GG. que é o M. >> Pois é, mas [ __ ] >> esse é o M. É, >> [ __ ] Então, impressionado que fechou. >> Até fechou, né? Podia ser pior, [ __ ] >>
Mas [ __ ] velho, deu uma estrutura, ficou aí >> uns meses para trás. >> Ficou da hora, velho. Ficou da hora, mano. >> Não precisa nem do Monjaro, não, maluco. Galera, >> é muito invejoso, cara. >> Tá [ __ ] Não, a galera >> Monjar é o [ __ ] [ __ ] >> Monjar é o [ __ ] mesmo, [ __ ] A galera fica cara murcha, né? A gente falou, parece que estourou o balão. >> É. Ô, Diguinho. Diguinho, [ __ ] tá estranho para [ __ ] maluco. Que que tá tomando
aí, mané? Tranqual mesmo. >> Mas o que eu falei, o problema é que quando você é gordo é o botox natural, é tipo, enche o balão, a cara, pô, velho, Sai todas as rugas, velho. >> Aí faz aí faz a bariátrica vira o charpezoão. Isso vai, vai. >> Ô digo, tá parecendo fofão. Essa que é a parada. Tá um pouco parecido mesmo. Mas aí, aí, vamos lá. E tu vira o Winderson? Aham. Oi. >> Tu vira o Winderson? Não, o que eu falei, cara, eu não eu não vejo eh aliás, eu acho que faz parte
a gente refletir sobre os acontecimentos, tanto Que eh eu acho que, como eu te disse, eu já tive algumas mudanças eh quem vai, cara, muita gente que vai no meu show hoje, >> aliás, >> boa parte que fala, eu vejo muita gente falar, [ __ ] não, inclusive muitos, alguns me defendendo também, [ __ ] não vejo graça em nada do que ele fala, mas, [ __ ] tá errado esse tipo de coisa, prender essa perseguição e tal, né? E ok, acho acho válido isso também. Eh, Mas a grande maioria, se você perguntar, mas você
já viu o show dele? Cara, a maioria não viu. A grande maioria não viu. Então, assiste para que esse é um outro problema. Eh, as pessoas hoje querem ter opinião sobre tudo, mas ninguém quer pesquisar [ __ ] nenhuma. >> Se tiver vontade de rir, tem que rir, hein, né? É, mas ninguém lê nada, ninguém pesquisa nada [ __ ] nenhuma, velho. >> Não, Léo Lins fez piada de com minoria, é um filha da [ __ ] >> E aí o que que acontece, cara? Quando do jeito que a Manchete chega, e muitas vezes a
Manchete já chega manipulando o seu emocional, né? Porque quando você lê lá, eh, a fala preconceituosa de Léo Lins zombando de um autista, cara, acabou, velho. Quem ler isso aqui já não vai gostar. Você primeiro você botou com a fala, a pessoa tá lendo, ela não tá vendo o show num palco e zombando. Tipo, Cara, você manip você foi lá no elefante da pessoa. >> Aham. >> Aí quando ela lê, ela já tá inclinada a Deixa eu ver o absurdo que esse bosta falou. você acabou, sua intenção é essa. Aí você vai ler, isso aqui
não pode mesmo. Aí você vai racionalizar essa essa emoção. Você já tá manipulando a pessoa. Eh, e aí tem diversas piadas que assim, o cara conta num programa de rádio 2 horas da tarde, o outro conta Não sei aonde, o outro em tal lugar. Cara, eu não iria fazer essa piada eh a piada que deu o problema em nenhum desses ambientes, porque eu sei que não é um ambiente para isso. Só que aí todo mundo pode fazer. >> Aham. O o radialista pode fazer, o cara do jornal pode fazer o outro, pode fazer não sei
quem pode fazer a a a juíza, pode ler o outro pode fazer, todo mundo. Quem não pode? Eu, o comediante que pensou a piada. E aí esse foi meu crime, Ter pensado. E aí quando chega nesse ponto, você tá criminalizando o pensamento. Concordo. É, é, meu irmão. >> Filosofamos, velho. Toma, pega essa. >> Mas e TV? Quer voltar pra TV? Te interessa uma parada assim, >> cara? programa que eu vejo hoje que eu me encaixo é o é o de noite, não tenho outro. E e aí eu tenho tenho ido lá algumas vezes também. Então
Volta e meia até o Fernando Cast Fernando Castano mandou essa piada. Achei muito boa que volta e meia eu vou lá, ele ele falou, >> ele mandou essa piada. O de noite para mim é igual a família da André Suraque e eu sou igual o pai. Deu mole, eu entro mesmo. Aí é [ __ ] Mas se liga. Eu eu acho que a gente não conversou ou conversou, cara, de lá para cá, não lembro, mas [ __ ] cara, não. Sim, depois que eu saí, sim, sim, sim, Sim, sim.É, >> eu só fiquei meio sem
ir no nos lugar. Quando saiu a condenação, não fui agora que eu tô indo, agora que eu tô indo. Eu fiquei off lendo, entrei na minha caverna e fiquei lendo, estudando. Certo. Tá certo. Tá certo. >> Eu lembro que >> e agora tô voltando com conteúdo. >> Eu vi que você tava Eu vi que tu tava na caverna. >> Eh, >> e, e eu lembro que quando saiu a merda também, eu, eu, eu mandei um salve para tu, falando assim: "Caralho, mané, força aí." Foi, foi, eu lembro. >> E e eu mandei um salve no
Danilo, porque eu mandei um salve para tu e tu não respondeu. Eu não sabia se era o número e eu queria, [ __ ] que tu soubesse que [ __ ] [ __ ] força aí, mané. >> Não, obrigado. Obrigado. Eu tô ligado. Eu tô ligado. >> Sinistro o bagulho. Porque, [ __ ] Imagina 8 anos preso porque tu falou uma paradinha 2 milhão. Aí é o quê? Aí acabou a sua vida, meu irmão. Rola uma parada dessa aí. É resete. >> É, é, é. Não é, é surreal, cara. É o que eu falei, é
um negócio e e trouxe esse prejuízo, cara. Estamos falando em mais de meio milhão, cara. Mais de milhão. Isso que tu ganhou. >> Isso. Isso. Isso que eu ganhei. Estamos falando nisso. Estamos falando em ter derrubado minhas rede social. Estamos Falando em ter jogado fora redes que eu fiquei anos >> trabalhando para construir. [ __ ] você sabe o que que é o trabalho de uma rede social, [ __ ] Melhor do que muita gente. >> Eh, então assim, cara, me trouxe um prejuízo real, físico, né, material, alto para [ __ ] >> Mas como
é que tu tá agora? >> Alto para [ __ ] >> De cabeça, >> cara. É, >> a cabeça foi pro [ __ ] em algum momento, Léo? >> Não, eu costumo dizer que eu acho que a psicopatia ajuda nessas horas. >> Tu consegue rir dessas merdas, pô. Eh, eu acho que eu tenho um certo, eu acho que eu já tenho uma estrutura cognitiva que me ajuda nisso e consigo ter um certo distanciamento emocional, eh, que me ajuda a lidar com esse tipo de coisa, né, até para até para fazer Esse tipo de humor que
eu faço, que eu sei que, que é o que eu falei, eu sei que pode ter uma retalhação, eh, embora eu tome os cuidados necessários até para proteger quem pode se machucar, entende? Porque tudo isso, né? Se você for o nome do show, cartaz, você olha os meus produtos, o material, [ __ ] camisa de força, não sei, cara, tá tudo conversando e vendendo uma imagem para quem gosta poder ir atrás assistir e quem olha e fala: "Não, pô, camisa de Força, [ __ ] o cara fazendo show peste branca, não, isso aí é nome
péssimo e tal, para quem tá sensível com algum tema, [ __ ] não vá no meu show, não assista. Eh, tudo isso é para atrair o meu público que quer rir disso e também para proteger a pessoa que possa se machucar vendo isso. Porque se vai, se eu começo, não, eu vou fazer o seguinte agora, eu vou manter o mesmo texto, mas eu quero atrair mais público. >> Aham. Eu vou fazer um cartaz mostrando Que [ __ ] Leolins para todos, é para vir todo mundo, é para trazer mamãe e vovó, é para vir todo
mundo aqui, família unida e tal. E aí tem uma piada ou outra que é mais pesada mesmo, que é mais aí começa esse cara a emborrar a cara que ele também, esse outro fica puto. Isso vai, vai contagiando a plateia, nego vai vendra esse maluco aí. Aí as pessoas que estão do lado do cara que >> pegou mal, já vão ficar ensinando isso também. Os outros também o show vai ser Ruim. Então eu não quero isso. Eu quero entregar o melhor show possível. O melhor show possível é o quê? É para quem quer consumir isso,
né? O que eu falo, cara, >> já levantou uns caras e foi embora. >> Ah, já aconteceu. Já aconteceu. Mas normalmente, >> mas normalmente às vezes é alguém que vai de paraqueda, tipo, ganhou ingresso na rádio, velho. >> Velho, aí se tu não olhou o que que é, né, maluco, >> ainda assim tu saiu de casa até lá. Exato, exato. Mas é muito difícil, é muito difícil acontecer isso. Eh, mas acho que já já deve ter acontecido todo comediante, mas já aconteceu por conta de e o show nem é, hoje eu até falo, é um
humor mais crítico mesmo. E o show nem é quem vai muitas vezes e fala: "Porra, cara, achei que era bem mais pesado, nem achei pesado. E o meu show Assim, palavrão quase não tem. Eh, tem gente que fala: "Pô, achei legal que dá para vir com o meu filho". Tem tema, aliás, tem muita molecada aí que me acompanha. Eh, o que acontece é que às vezes se tiver um tema que, [ __ ] pode ser um tema meio sensível, eh, o máximo que vai acontecer, sei lá, o moleque às vezes não dá risada porque ele
não tem a a noção. A, aliás, esse é outro ponto. >> Entendi. >> Se você faz uma piada, pô, >> e tu não tem repertório para >> temas absurdos, né? Mas você pega escravidão, holocausto, que são, [ __ ] duas coisas assim, né? Quase que ápses assim do do do desumanidade, né? Se você faz uma uma piada com algum tema desses e a pessoa ri no no ambiente, óbvio, né? Eh, aliás, vários judeus fizeram piadas sobre o holocausto, inclusive na época. Eh, isso daí eu fiz uma pesquisa, eh, que tá citada no no Livro ali
também. Eh, tem uma piada que era qual a diferença do judeu isso na época, piada feita por judeus. >> Feitas por judeus entre os judeus. Você olha como é que é. A piada era, então em contexto histórico aqui, qual a diferença do judeu otimista pro pessimista? O pessimista tá em Nova York e o otimista tá no campo. >> Entendi. >> Que pensa, pô, vai dar merda, vou Embora, né? Entende? Essa piada foi criada e contada por judeus na época do holocausto como uma forma de encarar isso. Aliás, o Moro é uma coisa eh é muito
cara a ao povo judeu que eles têm com muito estima. >> É muito, muito. >> Eh, então, [ __ ] falei do do judeu, onde que a gente tava? Tava no >> a gente tava falando de sei lá, mané. >> [ __ ] vou deixa eu puxar o fio aqui. Era o judeu aí. Ahã. [ __ ] É, não, perdi mesmo. Perdi mesmo. >> Ah, [ __ ] acontece às vezes. Tudo bem. Se alguém lembrar. >> É, tudo bem, tudo bem. Tem pergunta para nós, Vitão? Tem, tem. Bom, antes da gente para as perguntas, no
entanto, deixa eu falar aqui do dos parceiros que tem pra gente hoje aqui. E bom, já falei da Insider e eu vou falar agora do Caspersky. Cara, tá rolando aí, como eu Disse mais cedo, o mês do consumidor e esse é um excelente momento para você garantir que você vai ficar com teus dispositivos aí, teu celular, teu computador, teu tablet, tudo seguro. Você, não sei se você sabe, mas o Brasil é bom demais em produzir golpe, tá? A, tu sabia que a gente exporta golpe? A gente é bom de ficar inventando? >> Eu faço ideia,
velho. Eu faço ideia. >> A gente é bom para valer de fazer isso aí. E você que que tá aí, cara, e tá Pensando, cara, como é que eu faço para me manter protegido, para eu ficar tranquilo, os meus filhos ficarem tranquilos, para eu poder usar as coisas com mais para eu ter mais controle do que tá acontecendo nos meus dispositivos todos? Cara, Caspersk Premium é a opção, a melhor opção para você resolver todos esses seus problemas, tá? Eu tô falando de de uma empresa de que tá fazendo isso há muito tempo, tá? Que eh
muitas empresas muito grandes confiam nela Também. Eh, e você, cara, tem a oportunidade agora no mês do consumidor, e tem que ser o mais rápido possível de pegar um ano de CPK Premium, cara, que tava R$ 219,90 por R$ 32,95. É só você usar o cupom flow. Assim, não tem nem por você continuar desprotegido, tá? Que não dá para você comprar um lanche com isso daí, tá bom? Então, eh, com R2,95 você ficar um ano inteiro com os seus dispositivos protegidos com K Prck Premium. E a hora é agora, porque isso aqui não deve durar
muito tempo, não, meu irmão. Então, o QR code tá aí, o link tá aí na descrição, vai lá. Um outro parceiro que tá com a gente aqui é o G4, cara. E o G4, essa essa esse recado aqui é na real, é para tu que é empresário, para tu que tá eh que que é quem realmente faz o Brasil andar, cara. Você olha em volta e você sente que tá sozinho, você tem a sensação que tu queria um pouquinho mais, porque se você Sente que tá no lugar certo e que tá bom e que tá
legal e pô, não quero mais ir para lugar nenhum, tá tranquilo, então esse recado aqui não é para tu não, tá? Isso aqui é pro cara que tá com uma que ele tem uma loja, por exemplo, de roupa lá em Manaus e tá funcionando e ele putz, como é que eu faço para levar isso pro Brasil? É com você que eu tô falando na real, tá? Então, se você tem um negócio, você tá pensando em não expandir, mas eh se tornar Profissionalizar cada vez mais, ser melhor no que você faz, cara, o G4 é o
melhor para você, porque tem uma, tem, eles criaram um ecossistema lá que tem um monte de gente que sabe exatamente o que tá fazendo, que já fez coisas grandes de sucesso, que está fazendo coisas agora nesse momento e além disso com muita com educação e com mão na massa para você aprender entender melhor o que o que o que tem, o que é possível no mundo do dos empresários, no mundo Empresarial, tá? Então, tem o Qcode aqui e tem o link aí na descrição também para você conhecer aí o novo G4 que vai te ajudar
aí a navegar e esse caminho de ser um de carregar o Brasil nas costas no fim das contas, tá bom? Então vai lá conhecer também. E aí cara, como a gente tá chegando nas perguntas aqui, o Alfredo Soares, que é o cofundador e mentor do G4, >> Sim. Sim, >> mandou uma pergunta para você. >> [ __ ] legal. Eu tive no evento de liberdade de expressão que o pessoal do G4 tava lá também. O Gor gosta do trabalho dele. É maneiro. É maneiro. E aí ele mandou aqui, ó, Léo, depois da sua vitória na
justiça e mesmo com todo o risco jurídico, você diria que ainda assim valeu a pena e foi o seu melhor investimento de marketing? Perguntei isso para um cara com uma camisa de maluco ali, cara. Eh, [ __ ] acho que com o que eu gastei aí eu dava uma propaganda no Super Ball, né, cara? Então, então talvez se a gente pesar na balança, eu poderia ter tido, >> eu podia ter tido um marketing mais eficiente, né, cara, e com menos risco. É, >> é isso, é isso. >> Com menos chance de parar na cadeia, né?
>> É, exatamente, cara. É o que eu falei, eu é é você tentar enxergar o copo meu cheio, né? Então, obviamente que trouxe um prejuízo, trouxe um custo muito alto e, bom, vou tentar fazer o melhor que eu consigo dessa situação, né? Eu vou eh que claro que é importante as pessoas saberem, eu tive um apoio muito grande. Eh, isso me fez estudar e [ __ ] hoje tá lançando um um um outro produto, entrando numa praticamente uma outra área aí, que é Algo que foi ainda aos poucos, né? No final do meu show eu
já tenho um textinho ali, um pouco mais sério, mas com humor também com a plateia. Eh, uma coisa que eu fui fazendo aos poucos, né? Eh, eu já comentava no Bullying Art umas piadas que eu tinha feito no velório da minha avó, isso no final do show. Aí no perturbador eu aumentei um pouquinho mais, no peste Branca também. E [ __ ] muita gente vem e fala: "Cara, gostei para caramba do show", mas [ __ ] o Final ali, cara, [ __ ] demais, incrível pôr suas palavras ali. Eh, então eu falei: "Pô, vou, eu
não vou fazer um show sério, porque eu acho que aí a pessoa pode, a minha ideia com piada, velho, é metralhar a plateia de piada, é, é tentar matar alguém de rir. É, é, é isso, velho. É sem parar, velho. Não stop, é, >> entendi. >> Ritmo alucinante. É, é isso. Essa é a minha ideia. Eh, eu procuro entregar Isso. Então eu falei: "Pô, tá, vou fazer então uma outra parada que aí é engraçado, mas não vai ser nesse ritmo porque a proposta é outra, né? Então eu tô desdobrando para outros lados. Até nessa área
de produto, né? O Fábrica do Humor virou um marketplace hoje com diversos produtos. A gente vai ter várias outras coisas eh entrando. Eh, [ __ ] tô indo mês que vem, tô indo pra China. Eu comecei a pesquisar a respeito disso mesmo para [ __ ] O cara agora Vai pular de cabeça. >> Tá indo pra China. É sério? >> É. É. Não, é isso mesmo, cara. E aí entrei em contato, [ __ ] vi que tem uma empresa aí, ó. Ptina Link que o maluco encontrei o cara, troquei ideia, ele conhece o pessoal da
G4 também, o Lincoln. >> E dei uma pesquisada, [ __ ] firmeza. Então vou est indo para lá em abril para >> é isso, para ir desdobrando para outras Outras áreas para se vier o aquela mãozinha invisível com aquele dedo fechando a torneira, fechando outra, fechando outra. Tem que ter vários, né? Isso aqui é fechando torneira, Léo. Isso aqui, [ __ ] tu tem uns nomes engraçado pr as coisas, ó. Tá vendo como show a família? Era aí que a gente tava, [ __ ] Olha como é fá, [ __ ] Olha só, era aí
que a gente tava. Era aí que a gente tava. Era o show família. Eh, >> mas agora [ __ ] Era show família. Mas o que sobre o show família? >> Eh, não, não era que eu falei, pô, eu não vou fazer, mas eu acho até que eu conclui o raciocínio. Então, depois que a gente foi, é, que era esse, se vi um monte de gente, cara, nego vai se machucar. Então, assim, >> tá tudo claro o que eu faço. É isso. >> É isso. Cara, tá de camisa de força. Dá play aí em alguma
aí. >> E tu viu o bolso dela? >> Vi, pô. É o contrário. É que é para usar que isso isso >> não, mas fica bom para usar as paradas também porque dá para você botar aqui. Ele tem o caimento. >> Sim. Assim é o que não vai acontecer é eu deitar meio ficar meio deitadão assim e cair as coisas do bolso. Impossível. >> Ex. Exato. Exatamente. >> Bem coisa de maluco. O bolso ao contrário. >> [ __ ] que pariu. Imagina. Tem filho não, Né, cara? >> Não. >> Imagina o Leéolin pai mané cuidando
de um leozinho. [ __ ] que pariu, man. Deus sabe o que faz. Vai, dale aí. Vai. >> Verdade. Vai ver o colheita maldita nova. Filho do que mandou uma mensagem pelo Pix. >> Salve Igor e Léo. Tive o prazer de assistir o Léo aqui em Porto Alegre. Foi aplaudido de pé. Baita humorista e comunicador. Obrigado por lutar de Verdade pela liberdade de expressão no nosso país. >> É isso que tu sente? Tu sente que tu tá lutando pela liberdade de expressão? Tu não tá, tu não tá de certa forma só querendo fazer teu trabalho,
>> não? Eh, sem sombra de dúvida que é isso. Eu fui fazer o meu trabalho. Eh, seria muita presunção da minha parte falar: "Eu sou o Bastião, o mártir da liberdade de expressão. Eu no palco eu não provoco risadas, eu mudo vidas." Você >> vende um curso logo. >> É muita presunção, né, cara? Vi com esse discurso. Eh, eu quero contar piada, fazer as pessoas rirem. quando às vezes vai além disso e, pô, realmente acaba ajudando alguém a passar por um momento difícil da vida, eh, né, enfrentar uma enfermidade. Tem gente que às vezes fica
no no fim do show, eh, e fala: "Cara, não quero nem foto, eu quero só te dar um abraço, posso, pô, você me ajudou Muito, tal". Então, assim, tem tem alguns depoimentos que são eh realmente emocionantes para mim. Eh, [ __ ] tem um também eh eu lembro da a [ __ ] olha esse caso, cara. Olha que doido. A Lia, ela chama Lia, deve est até no no nos assistindo esse bobê. Foi quando eu fui fazer um show em Vitória lá no no espaço Patrick Ribeiro. >> Aliás, devo voltar lá esse ano. Eh, eu
fazia um número, chamava a galera para subir no palco e era uma espécie de um Show de talento. Eu chamava de Hora do Caps, que é o O CAPS é concurso de aberração das plateias. É, era isso. Então, que subia lá para mostrar alguma bizarrice, ela subiu, tava [ __ ] de bengala e tal, cabeça raspada. E eu falei: "Qual que é o seu talento?" Ela: "Meu talento é sobreviver. Eu tive escoliose, tive isso, tive aquilo, raspei cabeça, câncer, não sei que p meu talento é sobreviver, negor talento. >> Ganhou, ganhou, ganhou ali. Foi [
__ ] >> Eh, >> e o que que ela tava fazendo na tua, no teu show? Ela tava lá para ser para ser humilhada? >> Não, ela foi com alguém. E aí? Aí que, [ __ ] você vê depois eu falei: "Não, vou te pagar." O ganhador ganhava R$ 100 e tal. Dei para ela, ela ficou, foi tirar foto lá, ela falou: "Olha, pô, preciso falar, eu não gostava de você". Eh, eu vim aqui porque meu marido não, vamos lá, ele gostava, falei: "Tá, tá Bom, vou lá". E você olha, eu acho que eu eu
fui um um veículo para isso, né? Eu fui um meio, porque se ela tivesse aquela atitude de >> eu não vou mudar minha opinião, eu não vou ouvir, eu não gosto dele, eu não gosto, acabou, ponto. O cara não, vamos lá, eu gosto, tá, tá bom, vamos lá, pô. Aí ela foi, curtiu para caramba o show, tanto que no final do show subiu no palco, eu não obrigo ninguém a subir, só sobe quem quer. Subiu no palco para dar Um depoimento bem humorado. Eh, aí eu postei o vídeo no YouTube, eh, postei um cortezinho dela
lá, um rapaz e que mexe com, não é quiropraxia, mas um médico que mexe com isso, coluna falou: "Cara, >> entrou em contato, falou: "Eu, eu acho que eu consigo ajudar ela, viu? Ela tava 8 anos andando de muleta, de bengala e e ela mesmo deu o depoimento depois, eh, falando, pô, no começo eu tava meio assim, tá, tá bom, vamos ver também. Já Tente, tem várias coisas, não vai custar nada, vou fazer isso aí com o cara, [ __ ] Apena que eu esqueci o nome dele, mas eu vou até postar depois porque o
cara também, pô, um gesto muito bonito da parte dele também ofereceu isso de livre espontânea vontade gratuitamente. E cara, a mulher hoje ela postou um vídeo depois, não sei quantos meses depois, dançando, andando >> e tipo, cara, >> maneiro, maneiro. E [ __ ] velho, jamais eu poderia falar, meu intuito é esse. >> Aham. >> Jamais eu poderia fazer isso, mas eu acabei sendo um veículo. >> Isso foi possível por causa >> também. É, eu fiz parte desse, né? >> E mas o principal gesto foi ela >> quebrar o preconceito que ela tinha comigo e
falar: "Tá bom, vou no show dele". [ __ ] a mulher voltou a andar, Correr, dançar, porque foi naquele dia no meu show. >> Qual que é a moral da história? Léo Lin faz milagre. >> Exatamente. >> Essa que é a moral da história. >> Moral da história. Ofensa muda vidas. Dáhe na próxima aí. Salve, Lia, parabéns. >> A Ela Zules mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, Léo, que é neurocientista, professor de educação Física, capoeirista, escritor cafezeiro, pai de gato e meu comediante favorito. Volte com as fritadas nos fãs, por favor. Um abraço. >>
[ __ ] ela azules tá em todas. Ela é lá do do Amapá, cara. Eu vou tá fazendo show lá em breve também. Ela já obviamente tá convidada para ela. É, não, mas é porque ela acompanha para [ __ ] mesmo. Eu tomei cafezeiro mesmo ultimamente. Tô tôando meus de café, tô manjando, velho. Dei uma pesquisada Também. Fofinho tá com muito tempo mesmo. >> É, meu meu foco virou para isso aí agora também pro pro café. >> Mas toma café com açúcar? >> Não, puro. Faz muito tempo não. E hoje em dia eu vejo a
torre do café, eu vejo a nota do café. >> Mas só dá para fazer isso quem toma café sem açúcar. >> Exato. Não, café com açúcar não, não tem menor condição, cara. E o Brasil tem só Teve um café >> que numa avaliação de café recebeu nota 100. >> Hum. >> E ele é [ __ ] aqui do do Brasil lá numa tribo indígena. >> Hum. >> De Rondônia, cara. Tribo Paitê Suruí. Eh, eu tive lá, fiquei hospedado lá com essa com essa tribo indígena quando eu fui fazer show lá perto de cacoal. E [
__ ] legal para caramba, cara. E eu vi As plantação de café deles e tal, fiquei lá, [ __ ] dando tiro de ar flash. Foi legal, [ __ ] [ __ ] experiência. Pessouí. É, pô, o Casscique me recebeu, me deu o, pô, o ornamento que eles usam lá. Tenho, tem, [ __ ] tenho lá em casa, cara. Foi [ __ ] experiência, velho. Foi legal pr caramba. >> O cara agora é cafezeiro, né? >> Cafezeiro. Pai, eu eu usou o pai de pet no show, mas eu tenho tem três gatos lá também. Então,
eh, eu só fico em casa Interagindo com meus gatos, né, velho? E a gente não fala o mesmo idioma, então não tem muito diálogo. Os cara ainda, então ainda teve que gastar os 500 conos em vez de ser com as primas, foi com o estado, aí é [ __ ] né? >> [ __ ] velho. [ __ ] nem fala, mano. Nem fala, >> cara. Deixou, tá vendo? Deixaram os amigos, deixaram o amigo aqui como na mão. [ __ ] que merda. Bom, tá play na próxima aí vai. Ô, Léo, essa metáfora que você usou
aí de razão, emoção, o elefante, o domador ainda tá um pouco complicado de entender. Eu acho que se você usar This Carla e o nutricionista, aí ilustra melhor o que que é uma féa indomável, mano. >> Não dá mais, né? Eh, tô comprando todos seus produtos porque se você sofrer algum atentado ou da próxima vez não fugir da justiça, com certeza vai valorizar. >> Isso. >> Vem pra Itabira, Minas Gerais, hein, [ __ ] >> Ó os filha da [ __ ] que é, >> [ __ ] Mas é hoje, cara. Aliás, fica a dica
para você, viu? Meus produtos estão valendo mais que Bitcoin, tá? Tá só caindo Bitcoin. O meu produto tem mais chance de subir. >> Eu tô com meu aqui, ó. >> É isso aí, [ __ ] É isso aí, [ __ ] cara. É, ele só usou um exemplo ruim, Né? No pior que filha da [ __ ] no começo eu tava, pô, o cara não entendeu elefante. Você já pensei, falei: "Lá vem, lá vem, lá vem, lá vem". Eu sabia que vinha alguma, não sabia? Mas eu falei: "Lá vem, lá vem, velho". >> É isso.
>> Mata Carla não é mais um bom exemplo. >> É, é verdade. É verdade. Embora vou pedir e agora vou pedir reparação histórica dos processos que ela meteu em mim, né, cara? Porque agora, ué, pelo Menos certo. >> Eu tava certo. Exatamente. Aliás, paguei uma parte dessa bariátrica aí. A parte é minha. Deve ter umas 3 toneladas de de banho ali que é minha. Dá para eu abrir uma fábrica de sabonete. >> Eu não tô rindo não. >> Eu tô sério. Eh, sobre isso, cara, melhor não. Eh, tem tem mais aí? Tem mais uma? Tem.
Tanda ali aí M4N 3LSBR Mandou uma mensagem pelo Pix e a Elo queria saber se o Fábrica do Humor está aberto a novos projetos para outros criadores. Eu mesmo fui negado por cinco editoras para publicar oficialmente meu livro. Se sim, qual o procedimento? >> [ __ ] deve ser uma merda teu livro ou não? >> Pode ser. Há uma possibilidade também, não podemos descartá-los, né? Mas do contrário, cara, manda, manda uma mensagem aí, eu vou eu vou ficar de olho No Instagram agora. Ou senão pega o telefone que tá em contato lá. Eh, não, cara,
às vezes tem uma parada legal, vamos embora, velho, que quem sabe eu faço mesmo. >> Chega uns car, chega os caras manda projeto para tu. >> Cara, uma época eu até falei, pô, eu quero investir em outras ideias, em projetos. Tem tem chance de chegar em mim, porque assim, eh, dependendo do que deixam lá, alguém passa uma peneira. Já Teve, já teve gente que falou: "Pô, cara, eu tenho um roteiro de filme, queria gravar". Eu falei: "Cara, eu também tenho um roteiro de filme, também queria gravar." Aham. >> Infelizmente não vou poder te ajudar, mas
isso é real, pô. Ten, eu tenho roteiro pronto, mas é muita, muitas portas são fechadas, né? Eh, se não rezar a cartilha, >> isso por fecha. >> Tu gosta da ideia de crowdfunding, >> cara? Gosto, gosto. Eh, aliás, os dois primeiros livros que eu lancei foram Cada um como editora e aí eu fui cada vez assumindo mais o processo de produção, né? O terceiro eu lancei primeiro no Catares, >> eh, que foi o Sapo Sésio. E então eu que fui atrás da da editora e tal, não sei o que, mas usei a plataforma deles que
eu não tinha. E aí depois eu já tomei parte, assumi essa parte da cadeia de produção também. Foi quando eu fui Lançar o livro do insulto, porque os caras ficavam com a porcentagem e eu vi que 97% das pessoas contribuam com o meu projeto estavam vindo de fora. Eu que tava levando elas para lá. >> Eh, e eu divulgava, falei: "Cara, eu tô divulgando em rede nacional, tô falando do tô falando da marca de vocês no de noite." Falou: "Ó, entra lá para comprar meu livro 14, não sei o que tal. Só isso, cara, já
é". Então, assim, dá pra gente renegociar? Não, não quiseram Negociar absolutamente nada. O valor é esse, o valor é esse. Aí eu saí e fiz o meu. E aí o livro do insulto foi o maior projeto de literatura, de financiamento coletivo. Eh, deu 300 e tantos mil. A gente vendeu mais de 2.000 livros numa semana. >> Muito [ __ ] >> Numa semana, cara. O livro que tava em primeiro lugar na na lista da Veja de mais vendido tava com 2300. A gente bateu. Então, quando eu lancei ele em Novembro de 19, na semana de
lançamento, foi o livro mais vendido no Brasil. Óbvio que não saiu em lugar nenhum. eh, ignoraram completamente, mas assim, [ __ ] case de sucesso. E aí eu fui cada vez mais assumindo a cadeia de produção. >> Entendi. Então, aí hoje tu escreve piada, tu escreve livro, tu faz show, tu toma cuidado dessa [ __ ] aí, tu pensa nas camisas. Agora eu quero ela branca. Isso, isso, ela aí tem a do Brasil, vai ter. Exatamente, cara. Tem produto para Cara. A gente vai est lançando um bando de coisa aí, velho. Esse ano tem >>
porque senão não dá. Senão não dá. Não, mas é é isso. É isso também. Tem que ir desdobrando para vários lugares, cara. >> Sensacional, Léo. Cara, muito obrigado por virar aí. É isso, né, Vitão? Eu tenho mais aí. >> Que que você quer dizer? >> É isso, Léo. Obrigado pela moral. Obrigado. >> Tamos junto, irmão. Obrigado. >> Obrigado pelo presente. >> Imagina, cara. Obriga, obrigado me receber sempre aqui. Eh, aliás, presença. >> Imagina, velho. Agradeço pr caramba. Fazer a primeira vez que eu vim aqui. Vocês, pô, sempre de portas abertas. Eu agradeço a moral que
você deu lá também. Quando saiu a condenação, como eu falei, muita gente chegou junto, velho. A além do que eu esperava, de verdade. Não, cara, >> tem mensagem que realmente eu vou >> e eu entendo, eu não tô falando isso aqui com eu não tô eu não tô assim, ah, [ __ ] o Lé é um babaca, ele não viu mensagem. Não, não, não. Eu, que bom que você não viu, que significa que chegou um monte, >> chegava duas só, entendeu? Legal. Assim, eu não faço isso para aparecer nada, entendeu? É só e assim, vamos
fazer o seguinte, então, ó. Eu vou eh a gente vai te convidar menos vezes porque você Que vai se convidar agora. >> Fechou? Fechou. Vou me convidar em breve porque o livro vai estar saindo em breve. Vou me convidar em breve. Fechou. >> Em poucos meses eu tô de volta. >> Tá bom. Mentira. Aí família, olha só, você que curte aí o Léo, segue ele. A gente vai deixar tudo aqui no comentário fixado para você chegar com facilidade, tá? Inclusive no site para encontrar tanto as roupas quanto o livro. >> Exatamente. Fábricadumor.com.br. Tá lá. Eu
vou deixar o link no meu Instagram agora >> e pr chegar no no e para encontrar o Leéo Linds. É Leo Linds, né? Fácil >> isso. Isso. Lá e tem toda a minha agenda aí no Instagram, já tem várias cidades aí. Tem torneio em Campinas, tem show até agosto aí já marcado. Então, pô, garante o seu ingresso antes. Amanhã showou em Porto Alegre, quem deixou para cima da hora já tá esgotado, já acabou, velho. É isso, >> [ __ ] Então, o cara amanhã já vai sair daqui correndo para Porto Alegre. Então, ó, segue o
cara, tá tudo aqui no comentário fixado, tá? Na descrição você vai encontrar o Discord para você sugerir novos episódios, novos convidados também e virar membro porque a gente tá soltando conteúdo pros membros todos os dias. O Jean tá gravando conteúdo para membro ali agora nesse momento. Significa que deve ser o vídeo de hoje. Então fica esperto. Eh, Vira membra aí. Custa menos de R$ 8, meu irmão. O que que dá para fazer com R$ 8? Dá para comprar, dá para comprar nenhuma seda, né? Que a seda tá o quê? Tá 12, não tá? Não dá
para comprar seda, irmão. Bota aí nos amigos aí. Vai, vira membra. Beijo, até a próxima. Tchau.