E desde já agradeço a participação de todos. gostaria mesmo. É uma coisa que a gente chama, estamos gravando então agora a nossa reunião e desde já agradeço a participação de todos.
Gostaria apenas de justificar algumas ausências eh aqui que foram relatadas no WhatsApp. [Música] A Pedro, ele eh, aliás, a Cíntia tá de plantão, né? Então ela entrar entrará conforme a demanda do serviço.
E parece também o Pedro tinha comentado comigo, ó lá, que ele não poderia acordando, tá passando mal e se ele conseguir participar ele entra, tá? [Música] O o Luís está em uma banca ou preparando, né, uma banca de concurso público lá no departamento de psicologia. Parece que ele ainda está como chefe do departamento interino lá da do DepSIC.
e pediu para poder eh que eu conduzisse a reunião eh neste período. Estou vendo aqui que nós já tivemos a na lista de presença assinados a Rosilene, a Débora, o o Adelso, né, o João Pedro e o próprio Luiz, que ele falou que ele ia entrar esporadicamente mesmo, né? Eu ainda não assinei agora que eu tô vendo aqui, né?
porque eu acabei deletando meu próprio nome. Enfim, então, eh, eu gostaria de saber de acordo com as nossas informações, né, no dia 11, a ata responsável ficou pro Marcos, no entanto, ele não se encontra no momento. Sendo assim, eu vou deixar assim que ele entrar aí na na reunião.
Ele falou que ele não deu nenhum tipo de informação para mim que não estaria na reunião. Assim que ele entrar, a gente faz a leitura da ata. Outra questão que eu gostaria de comentar é sobre as atividades com as quais eu pastei para os dicentes no chat, né?
Nós conseguimos, graças a a menina lá da divisão de pessoas, né? Eu esqueci o nome dela agora, se não tá na memória, Gace, né? o nome das auxiliares de limpeza estão lotadas na Secretaria Municipal de Saúde.
Tivemos aí uma surpresa de mais de 50 funcionárias que estão lotadas. Sendo assim, eu fiz a divisão, né, tendo como base a informação que vocês me passaram daquelas que já foram entrevistadas. Eu fiz a divisão, né, ainda estava fazendo, né, fiz uma resisão provisória, mas agora acho que agora terminei de dos alunos, das auxiliares que cada aluno deverá procurar para realizar a entrevista.
Lembrando que juntamente com a entrevista completa, deverá ser assinado o termo de consentimento livre esclarecido de todas as auxiliares. Eh, no nosso caso, especificamente, nós não teremos aquele problema da eh de pessoas irem e entrevistarem a mesma pessoa, né? outros eixos entrevistarem a mesma pessoa, porque auxiliar de limpeza tá sendo um grupo meio que exclusivo pro paraa nossa subárea, então não teremos esse problema.
Eu fiz uma atualização da da lista de nomes agora de manhã para que realmente agora seja uma lista definitiva de coleta. Eu deixei cinco nomes ainda por inserir, tendo em vista que a nós devemos ter mais uma aluna ou aluno integrante à subárea, nossa nosso subgrupo, com a saída da profess da Priscila, que agora é professora, né, porque ela terminou. Eh, e então a gente, eu vou aguardar esse nome que vai vir para a nossa, o nosso subgrupo para que eu possa passar para essa pessoa essa lista de cinco eh nomes que estão ainda aqui na minha lista para a realização das entrevistas.
Além disso, eh, tend nós tivemos a nossa reunião lá do grupo, né, do grupo geral, e eu confesso que eu fiquei um pouco preocupado com duas questões. Primeiro, que tá me dando a parecer que nós estamos assim, entre aspas, atrasados. Outros grupos estão fazendo intervenções já de uma forma um pouco mais direta.
Concordo que em algumas dessas intervenções, sem a devida anuência do do CPSJ foi vista por este professor aqui que está como presidente do comitê de um óleo meio não muito agradável, mas elas já estão eh na frente em algumas questões. Ah, eu gostaria também de pedir para que vocês, né, já que nós estamos gravando aqui e outras pessoas irão eh realizar a aquelas que faltaram realizar a audição, né, dessa reunião, nós tenhamos um pouco mais de esteleridade e de prioridade para a realização das nossas tarefas, porque nós temos agora um ponto, uma data chave para entrega de resultados que ficou definido no na reunião geral como sendo novembro. Então, nós precisamos de agilizar o mais rápido possível essas coletas.
para realizar as análises de cada um desses questionários, que são muitos, né, são mais de 50, e apresentar as nossas eh sugestões para a Secretaria Municipal de Saúde no sentido do que tá sendo proposto. Não sei, Alessandro falando aqui, não sei se nós teremos condições de fazer algum tipo de intervenção pelo tempo que está agora. Isso vai depender muito da celeridade das entrevistas que os dicentes e as vicentes irão fazer.
Tainara, por favor. Oi, gente. Bom dia.
Alessandro, não sei se você já falou porque eu cheguei atrasado, mas eh eu entrei em contato com as pessoas da divisão. Aí acho que ficou três, três ou quatro para mim com uma da Priscila, né? Sim.
Eh, aí que que acontece? Eu, uma delas eu tinha combinado de ir hoje pela manhã, só que ela me mandou mensagem falando que vai afastar o trabalho. Uhum.
E as outras não me responderam. Eu não sei como é, nós temos que continuar tentando o contato, né, ou até mesmo eh comunicar junto às a Gace ou até o Renato as a o local, tentar localizar essas pessoas também, se elas a gente não conseguir localizá-las pela pelo celular, localizá-las de forma física. né?
Nós temos que correr atrás disso. Não há eh não há escapatória nesse sentido. Adelson não era isso mesmo.
Era de tentar localizar as unidades, né? Aqui referenciadas. Eu vou tentar.
Então você me vocês me passem, por favor, os nomes daquelas que vocês não estão conseguindo encontrar, que eu vou passar para o Renato, que é o ponto de ligação, e também para a Gace, para que vocês possam, para que eles possam me direcionar onde estão essas pessoas. Repito, não é não é justificativa não não coletar o dado, a não ser que a pessoa não queira, tá? Mas desse sentido negativo, nós temos que coletar, OK?
E mesmo essa pessoa que que afast que vai afastar, ela também poderia trazer informação. Com certeza, porque ela tem um passado, né? Sim.
E talvez até um motivo de afastamento, né? A gente eh, claro que a pessoa pode recusar, né? É, não, mas ela ela tem um histórico.
Então, se ela tem um histórico para nós, isso é extremamente relevante. Sim. É, eu mandei mensagem para ela porque eu imaginei que talvez ela pudesse estar afastando por alguma questão de trabalho também.
Isso aí eu perguntei se ela poderia algum horário antes do dia dela afastar, ela não me respondeu ainda, tá? E se for o caso, se ela já tiver afastado, perguntar para ela onde ela mora e ir no alco na casa dela. Sim.
Tá bom. Tá. Nós temos que achar esse pessoal.
E você sabe onde que ela trabalha? Não. Tem.
É aqui é perto do setan nesse centro de referência. Ah, ela tá no centro da Viva. Viva vida.
O Viva Vida. Aqui é centro de referência especializado, né? Que peço isso.
Sei. É. É.
Ela tá lá. A, eu conheço a chefe de lã, não, aliás, a chefe de lá tá no no pé de saúde, que é a assistente social, a Laura, né? Então, ótimo, a gente pode realmente tem como localizar, tá?
Então assim, não dá para poder não correr atrás disso. Marcos, bom dia. Eu f Você ficou responsável por realizar a ata da última reunião?
Você fez? Você tá sem áudio? Continua sem áudio.
Agora acho que vai sem áudio. Alguém tá escutando ele? Não saiu.
Ele vai voltar. Provavelmente não. Ele caiu, deve retornar.
Então, gente, é isso. Eu tive uma, eu participei de um, uma conferência, eu acho que eu mandei para vocês, né, a conferência nacional livre do PET Saúde. Sim.
E achei interessante a a discussão que foi feita, deixei também o relatório final com vocês para que a gente possa eh discutir, né, dentro desse desse relatório, né, um breve relatório, né, vocês têm aí eh ele ah, não, aqui na verdade foi o grupo cinco que mandou, né? Grupo C Guarujá. Então não foi um relatório, não foi?
Porque teve os três eixos aqui. Foi. Sim.
Vocês estão com esse relatório em mãos? Todos aí tem condições de abrir? Tem.
E a gente poderia fazer a leitura em conjunto? Que que vocês acham? É, você mandou no grupo, Alessandro, aquele relatório dia da conferência.
Isso. Ah, tá. Sim.
Ele mesmo. Será que o Marcos consegue falar agora, Marcos? Hum, caiu de novo.
Ele tá com problemas mesmo. Então eu vou pedir para que vocês realmente abram aí o o processo, tá? E ele tá falando aqui que ele não tá conseguindo falar, né?
Mandou uma mensagem aqui no WhatsApp. Eu só vou perguntar para ele aqui se ele fez a ata. Se eu não me engano, ela tá no drive, Alessandro.
Ah, ela tá no drive. Eu olhei lá semana passada para poder fazer o relatório geral. O Marcos tá falando que fez a ataque fez a ata que tá realmente lá no drive, né?
Eh, alguém poderia então entrar lá no drive e para poder fazer a leitura pra gente? Deixa eu ver. Se eu consigo [Música] eu tô tentando entrar aqui também, tá?
conseguiu. Tô só localizando ela aqui. Ah, já localizei.
Tá bom. Já localizei. Obrigado, querida.
Ata da 30ª reunião do PE Saúde eh ao 11º dia do mês de abril do ano de 2025. Realizou-se às 8:30 horas do formato online pelo aplicativo Microsoft Teams a reunião do grupo um do PET sobre a coordenação do professor Luiz, tutor professor Alessandro, estavam presentes Adelson, Rosilene, João Pedro, Lívia, Marcos, Rafaela, Tainara, Pedro Henrique e Débora. Eh, aliás, mentira.
E Tainara, Pedro, estavam ausentes os vicentes Pedro Henrique e Débora que justificaram a sua ausência. Aos 11 dias foi realizado, tá? Tá, tá, tá em, como é que fala?
Tá duplicada. Essa questão aqui foi realizada reunião com intuito de deliberar sobre aspectos metodológicos e operacionais referentes à análise dos dados coletados por meio dos questionários aplicados com base nas respectivas fichas de avaliação. Durante o encontro, o professor Alessandro apresentou proposta referente à organização da logística para o processamento e análise das entrevistas, né?
processamento e análise, acho que talvez seja para a coleta, né, dasadas entrevistas. Sugeriu-se, neste contexto que a responsabilidade pelas análises qualitativas seja atribuída às duplas e discentes que realizaram as entrevistas com as trabalhadoras, considerando-se a familiaridade prévia dessas com os respectivos dados obtidos. Ah, tá.
Entendi. Agora na ocasião, foram também debatidos os prazos para cumprimento das próximas etapas do projeto, sendo indicadas datas plausíveis para essaíveis que consideram as restrições temporais impostas pelo calendário acadêmico, em especial pelos periados do período. Ficou estabelecido ainda que as entrevistas já realizadas deverão ser devidamente transcritas de modo a subsidiar futuras discussões analíticas em grupo, contribuindo para o aprofundamento interpretativo dos dados empíricos.
Ademais, foi realizada uma explanação técnica sobre as especificidades das dimensões contempladas no instrumento de avaliação, com vistas a uniformizar a compreensão conceitual e metodológica entre os participantes quanto aos referenciais adotados. Então, nada mais a tratar, ele fechou e lavrou a ata. Alguém quer acrescentar alguma coisa?
É, eu só vou fazer uma um adendo, né, que realmente foi aquilo que aconteceu, ele falou realmente, escreveu realmente certo, foi isso que aconteceu na reunião. Só que nós não estávamos esperando, né, aquela reunião e eu não estava esperando particularmente uma quantidade de pessoas para poder entrevistar muito alta, né, como aconteceu. Nós estamos com mais de 50 pessoas para ser entrevistados.
Então isso de uma certa maneira acabou tirando a possibilidade de fazer duplas para que a gente pudesse então agilizar o processo. Por isso a gente vai trabalhar de forma individual, mas aí cada aluno vai fazer também o seu o seu screening, né, da da entrevista, tal, e também vai ter as suas primeiras considerações de cada entrevista que foi realizada. Beleza?
Obrigado, viu, ô Marcos, pela A gente conseguiu ver aqui e deu para poder fazer a leitura na reunião. Muito bom. Ah, então vamos começar a fazer a leitura aqui, né?
Eh, agradecemos a participação de todos que estiveram presentes na conferência nacional livro pé de saúde, juntamente com suas contribuições. Sabemos os enfrentamentos que os trabalhadores recorrem continuamente por seus direitos e foi estimulante ver a grande participação de estudantes, trabalhadoras e trabalhadores de tantas regiões que contemplam o nosso país de estarem de fato presentes na construção da saúde da trabalhadora e do trabalhador com o direito humano. Engraçado n eles colocarem o trabalhador também nessa história, porque o trabalho é todo feito pela visando mais a parte da mulher, né?
Enfim, para encerrarmos esse ciclo importante, tivemos o marco significativo de 147 participantes distribuídos em cada eixo, onde houve o alcance de oito propostas, sendo elas duas para o eixo um, duas no eixo dois e três no eixo três. Eu participei do eixo dois. Segue abaixo o formato final das propostas de cada eixo.
Um, criar uma linha de cuidado na política nacional de saúde do trabalhador e da trabalhadora voltada à saúde mental dos trabalhadores do SUS, com serviço específico para atender a este público e com dotação orçamentária própria que tem a equipe multidisciplinar, cujas atribuições sejam a vigilância, a promoção de saúde e assistência aos trabalhadores, considerando as interseccionalidades e especificidades territoriais, a necessidade de educação para gestão financeira familiar e que esteja articulado com o Departamento de Recursos Humanos Municipais os núcleos de Humanização e educação permanente municipais e estaduais e com as universidades presentes nos territórios. Fortalecer a e implementar estratégias de formação para o trabalho em saúde, abrangendo a elaboração e divulgação de editais de fomento à pesquisa aplicadas e à instituição de políticas instituição de políticas indutoras que transversalizem os temas da equidade e da gestão do trabalho em saúde. em todos os níveis de atenção municipal, estadual e federal.
Vamos falar um de cada eixo, acho que talvez seja melhor, né? Então assim, você percebe que eles já têm também uma ideia dentro do eixo de uma coisa que a gente já tava vendo no nosso sobregrupo e também no PET geral quando a gente faz as reuniões, que é a importância de um setor que também cuide do trabalhador de forma multiprofacional. E detalhe ainda coloca a questão voltada, muito assim bem notória do atendimento relacionado à questão da saúde mental, né?
E foi realmente é uma coisa que tá realmente bastante presente nesse processo. Por favor, Adelson. Eh, então, a essa questão da saúde mental do trabalhador tá sempre retornando, né?
Sempre sempre vai aparecer muito forte. Eh, e provavelmente quando a gente for trabalhar com as nossas eh intervenções também vai aparecer muito isso também da da saúde mental. E e isso é uma discussão muito antiga, né?
eh sobre a saúde mental eh do trabalhador, que acontece hoje em dia, nós mesmos, né, a equipe, por exemplo, eu atendo a minha equipe. Se minha equipe precisar de assistência, eu atendo. Muitos profissionais não aceitam fazer isso por conta de questões de proximidade emocional, né?
Fal assim, não é o ideal de fazer, tal, né? Você é membro da equipe, como é que você vai atender sua a sua própria seu colega de trabalho? Então tá uma discussão muito grande.
Nós não temos na prefeitura um serviço de saúde eh mental, nem de saúde do trabalhador mesmo, né, que seria o Sereste, né, ser de referência da saúde do trabalhador. A gente não tem. Eh, e os profissionais que estão na na no serviço, por exemplo, a Gace, né, Gace é psicóloga, está lá no recursos humanos, temos uma outra psicóloga que está na no recurso humanos da prefeitura.
Eh, não há esse acompanhamento de saúde mental, né? É mais um serviço eh burocrático, né, de eh recebem uma demanda e encaminham pro serviço da da própria rede. Então fica é mais isso, né?
E como a rede já tá saturada, né, de de demandas, todas as demandas, né, possíveis, né, essa demanda específica também, né, claro que a gente dá prioridade, né, para as pessoas. Eh, isso também foi combinado com a gente, né, de dar prioridade pros trabalhadores saúde mental. Eh, mas entendemos que não é o ideal, né?
Entendemos que o ideal é ter um serviço próprio, né? Eh, até porque muita gente não vai querer ser atendido pelo pelo seu colega, né, que tá ali do do trabalho com você. É uma questão muito complicada, né?
E por mais que a gente fala assim, não, você tem um direito, você pode ser atendido, né? Mas não é o o ideal que precisa ser, né? E a gente engraçado que outros pets já trouxeram essa questão, né?
E a gente não avança, né? A gente não avança, tá? Sem áudio.
É. Eh, eu acho, Audesso, uma uma sugestão que a gente poderia dar nessa questão de, principalmente de saúde mental, penso eu, é uma transversalidade entre as, no caso das UBSs, por exemplo. Então, por exemplo, você tá num determinado setor, você seria o psicólogo de uma outra obes cruzamento, porque isso de uma certa maneira diminuiria esse ruído da questão do próprio psicólogo da UDS, eh, sendo psicólogo dos seus próprios colegas de trabalho, né?
Mas seria interessante, né? Seria uma sugestão que a gente poderia dar nesse sentido, né? Mas foi o que você falou, é um papo que a gente tem e que não avança, né, dentro da principalmente na questão do trabalhador e da trabalhadora, né?
Isso. Porque se você for olhar o pet que eu fiz, o primeiro pet que eu fiz lá em 2000 13, se não me fal não, 2013 não, 2016 17, eh, a gente fazia esse tipo de entrevistas de de análise psicológica, eh, com intervenções grupais, mas isso era nas dos pacientes, entendeu? Então tinha uma análha, a gente fazia uma uma roda de conversa, tal, então os psicólogos, tinha um psicólogo que ia lá e atendia, mas especificamente para o trabalhador isso não tem e não avança, né, cara?
A gente vê realmente que é é difícil. Tudo depende da do interesse da Gas. Esse Sereste ele existe há muito muito tempo.
Eh, tem barbacena e tal. Eh, então assim, eh, para você implantar aqui é é gestão. Gestão tem que pedir, solicitar, né, eh, encaminhar o projeto, tal, fazer esse esse tipo de trabalho.
É, sempre, a gente sempre esbarra nas mesmas situações, né? É, com relação a ao intercâmbio de pacientes, isso já faz, já se faz. Eh, só ah, já se faz, já, isso já faz.
Um pede pro outro atender. Então, qual que é o problema? Eh, acaba que alguns setores vão ficar sobrecarregados, por exemplo, não tem como o psicólogo de do zona rural, por exemplo, ele atende a a a zona urbana e já já me encaminharam uma do Tijuco, só que é assim, é muito distante, né?
É muito longe. A pessoa não quis, ela não aceitou fazer, eh foi buscar outros outros outros caminhos. Então assim, também não é o ideal, né, por conta de toda essa questão logística, né?
Nós estamos lá nos territórios para facilitar a vida do do paciente, né, do do da do habitante lá do território. Sim, essa situação ela foge do da da porque a gente atrapalha o outro, né? Tem que circular a cidade inteira às vezes para ser atendido e muitas vezes a gestão não fica satisfeita com essa liberação, né?
Porque você vai ter que liberar a pessoa para pegar às vezes dois ônibus para para chegar num num outro serviço de saúde e tal, quando o correto é ter um um, né, um serviço centralizado ali, uma policlínica, um alguma coisa assim que você possa fazer esse atendimento. Já tentou-se eh eh passar essa demanda para pro DP da prefeitura, né, que a responsável é uma psicóloga lá. Eh, mas também não não avança, não avança essa essa situação.
Mas eu acho importante também na hora da da de colocar as metas, né, essa que foi colocada no nacional, que é muito importante, reforçar no municipal também, fal assim, olha, não dá para continuar assim, porque você vai ficar ouvindo o trabalhador reclamar até quando. É porque não é só ele que tá doente, nós também estamos, né? nossos trabalhadores também, nossos psicólogos também tão, né?
E a gente tá numa situação ali de aumento de equipe de saúde da família, né? Que nós comentamos em outra ocasião, foi para 39 equipes, né? Só que não aumentou o número de psicólogo, não.
A gente tá, então a gente tá eh eh numa situação eh de que a gente não vai atender as equipes novas, só que elas também não têm para onde ir. Éí, né? Muitos buracos, né?
muitas coisas que a gente tem que colocar, ampliação da saúde mental em geral, né, pra população inteira, né? Uhum. Tá muito, tá muito é muito defasado isso.
Eh, e pras especialidades também, entre elas o trabalhador, né? E outras especialidades como infantil, outras especialidades que a gente precisa precisa focar. Muito bom.
E essa questão também, né, da do eixo dois que fala a respeito de fomento a pesquisa aplicada, né, essa seria uma saída, né, da gente se tivesse um edital, alguma coisa nesse sentido, né, pensando até mesmo na questão da psicologia, né, um trabalho que pudesse atuar de uma forma contínua como um programa de extensão, né, hoje, ainda mais hoje, que a gente tá com a demanda aí de 10% da carga horária dos psicólogos. e de todas as graduações para na área extensionista. Eh, essa seria uma boa alternativa, né, de você usar essa eh essa essa questão da das atividades extensionistas para poder fazer esse tipo de intervenção, né?
Poderia ser uma ideia. Eu tô dando uma ideia que pode ser que seja uma besteira do mundo, não é? a gente eh eh sente muita falta, né, do trabalho, porque assim, a a medicina já está lá, né, ela já medicina enfermagem, elas já fazem a o internado e tal.
A psicologia ela vai esporadicamente, né, vai para fazer um projeto e tal e depois sai, vai fazer um projeto e sai. Mas seria interessante ter alguma coisa fixa, né, de atendimentos clínicos. eh de de ajudar um pouquinho na na demanda, né, do próprio SUS, né, abriu agora a clínica Escola da Uniptã, eles passaram essa informação pra gente, mas é preciso assim e ter uma uma transparência de de acesso que a gente sabe que acaba que o a o meio acadêmico tu vai ter a prioridade de atendimento ali, mas é preciso ter alguma alguma transparência assim de de acesso acesso como chegar, de como é que é feita essa essa lista, né, de como é que é feito esse essa, né, num assim, acaba que quem vai para esses serviços universitários são pessoas que moram próximo.
Uhum. Elas acabam eh fazendo duas listas, né? Uma elas vão tentar no no posto no local e e também na universidade.
Chamar primeiro, elas acabam acabam fazendo. E fica fica fica assim. É, são questões que a gente também pode, algumas sugestões que a gente pode, colocar, né, dentro dessa dessa questão.
Fala, Tainara. Eh, eu não sei na não sei na verdade dos outros das outras pessoas que foram entrevistadas, mas considerando acho que o público que a gente pegou para poder fazer essas entrevistas, eu acho que essa proposta de intervenção não vai surgir como demanda deles. Não sei assim, acho que talvez seja, talvez seja uma impreensão minha também por conta das pessoas que eu já entrevistei, mas a a questão maior ali entre os auxiliares de conservação de limpeza e de serviços gerais, eu acho que é uma questão mais estrutural ali da sobrecarga, que que claro, né, é importante a gente pensar em psicoterapia, grupo e etc, para até fortalecer um pouco dos vínculos, mas eu acho que do nosso trabalho, não sei se vai surgir essa demanda de saúde mental por psicoterapia, sabe?
Aí eu não sei se seria interessante a gente eh enquanto subgrupo a gente propor isso porque seria uma demanda que a gente tá criando, não necessariamente uma demanda que eles pediram assim, a eh das análises que a gente que era para ter feito do das meninas, né, que a gente entrevistou, eh, que eu e o Marco entrevistou, foram duas pessoas, né? Não, não teve essa essa demanda, sabe? Foi mais uma coisa ali de problemas do trabalho ali, de organização do trabalho, do contexto que elas estão inseridas, da sobrecarga, sobrecarga de trabalho, muito serviço em uma pessoa só.
Então, acho que é relevante também, é dentro daquela questão do do que o Luís subdivide dentro daquele questionário, né? é o estresse físico, o estresse psicológico, né, dentro desse processo. Eh, eu acho que a a o próprio estresse físico também pode compactuar depois com o estresse psicológico, né?
Ele pode gerar esse estresse psicológico, né? Mas eu concordo com você. A nossa área vai ser um pouquinho mais complicada a gente enxergar isso, né?
Vamos ver. Mas a gente tá nesse ainda coletando os dados para poder a gente ver em outras em outros locais como é que tá essa situação de fato. Fala, Rose, você abre o a imagem?
Então, eh, concordo também com a Tainara que às vezes a gente, eh, busca mais ouvir a fala das pessoas, né, dessas trabalhadoras no caso, né? Mas também concordo com a sua fala, né, final aí que você fala, o próprio stress, né, vai ser gerado por uma sobrecarga de trabalho. Exatamente.
Exatamente. Então é um fundamento, né? Tem um fundamento mesmo.
É uma coisa que a gente chama e antigamente, não sei se isso clinicamente, esse nome é é como é que fala? É referendado, mas antigamente a gente falava de estafa. né?
Então cria-se uma estafa nesse ponto, né? Então pode ser. Vamos ver.
É só alguma é só para compartilhar mesmo. O o Geraldo eh ontem ele enfartou, né? E assim foi e assim uma pessoa super tranquila fazia o trabalho dele lá.
O pessoal que entrevistou ele viu, né? O João que entrevistou. Como assim?
Hã? O Geraldo infartou ontem. Infartou.
Você acredita? Ele tá hoje em Barbacena para fazer o cateterismo. Nossa, ele foi proibir a pa.
Meu Deus. Entendeu? Então assim, você vê, né, o strress gerando um risco aí, um trabalhador que tranquilo, bem tranquilo na sua atividade diária lá de limpeza, eu acho que ele tem 40, ele não tem 50 anos ainda não.
Nossa, ele deu sorte, é que infarto e, né, fato abaixo de 50, nós sabemos que é complicado. É. Tá.
Ele deu sorte. Deu sim, né? Mas aí agora, graças a Deus, ele tá lá enapace para fazer o cateterismo.
Tá vendo? Aí, olha só, ser realizado. Mas aquele negócio, né?
A gente a gente acha que a pessoa tá tranquila, que ela Mas por dentro às vezes ela não tá tranquila, né? Não tá tranquila. E é igual a toda a equipe assim ficou bem assim surpresa, né?
Porque um dia anterior todo mundo conversou com ele, tava de boa, você entende? E assim na madrugada ele teve um infarto e já foi levado. E o que eu lembro da entrevista dele é que ela aquela pessoa mais conformada, né?
É. Que tava feliz com o trabalho, que que entendia que as coisas eram mais, a pessoa teve uma visão mais positiva dele em relação a isso, né? E talvez ele, não sei, né?
Aí é especulações, né? aguardasse coisas, né? Exatamente.
Meu Deus, nó duas sorte que ele teve pelo fato dele ser novo e ter tido possibilidade de de atendimento e também de ter sido de madrugada e ter sido geralmente é mais complicado ainda, né? Obrigado. A questão que ele me relatou que ele tava pré-diabético.
Só eu não entrei muito em detalhes em questão tipo assim de ah outras doenças, né, que não tinham questionário na época, hipertensão, diabetes, deslipidemia. Ele é ele é pré-diabético, João. Mas ele tem toda assim, pelo menos na lá na unidade de saúde, por exemplo, as refeições, ele fazia tudo lá, né, assim, almoçava lá o café da manhã, ele chegava, ele preparava.
A gente via que ele tinha uma certa disciplina em relação aos alimentos, sabe? Quando a gente fazia alguma comemoração, alguma coisa assim de festividade, que tinha algum doce, algum bolo, ele não não morria pelo menos, sabe? Então a gente via que ela seguia, tinha uma rud até medo e uma disciplina, né?
Não, na verdade hoje o que a gente sabe, né? A a Rosilene também deve, eu tô às vezes tô falando uma coisa óbvia, mas a hoje em dia, tanto que a gente nem mais considera, eu dou aula de de epidemiologia aqui, né, de saúde na na educação física, a gente nem considera muito a questão da nutrição e da e da atividade física como sendo um parâmetro primário para incidência de incidência de vascular, né? Hoje o que pega mesmo pelos últimos estudos que eu vi no New England Journal, né, nessa turminha que trabalha com essa área, a gente acaba vendo que é o stress e o cigarro, né?
São os dois. Não, ele não é tabagista, mas tem, é, e ele além do emprego no posto de saúde, ele trabalha num restaurante, num num bar, entendeu? à noite.
Ah, então a gente a sobrecarga no pátiozinhos, eu acho que esqueci o nome da falou. Ah, é, acho que é restaurante. Ah, é um negócio, é um barzinho.
Ele trabalha durante a noite. Ah, tá vendo? Aí esgotamento.
Apesar de não ser o foco, né, porque ele é é homem e tal, mas é muito é um dado muito importante para ingressar no relatório. Importantíssimo. As coisas estão caindo assim meio que de graça para nós, né?
Você já notou os problemas vai tudo tá caindo em cima da dá para a gente pode coletar. Parece fruta cainho na árvore. É porque eles eles já existem muito, eles já são muito abundantes esses problemas.
Então assim, qualquer pessoa acho que fosse fazer uma análise ia ver esse tanto de coisa, mas pra gente realmente não que isso cara. Beleza. Então vamos continuar aqui, né?
O eixo dois, estabelecer o direito à permanência de trabalhadores e trabalhadoras no serviço, bem como incentivos para a valorização da ou do trabalhador e trabalhadora terceirizada ou terceirizado ou estatutária estatutário da unidade, favorecendo, estabelecendo estabelecimentos de vínculos, apreensão dos processos de trabalho e mecanismos para garantir o plano de carreira e direitos equivalentes às trabalhadoras e aos trabalhadores, independente do vínculo empregatício e regime de trabalho, minimizando conflitos e adoecimentos. Dois, visando o fortalecimento da equidade no SUS, garantir anual ou periodicamente curso de formação fundamentado no aporte teórico metodológico da educação popular em saúde com e para as trabalhadoras e trabalhadores ingressantes nos serviços de saúde do SUS de todos os vínculos e regimes de trabalho. em parceria com as universidades, com temas relacionados à política nacional de saúde da trabalhadora e do trabalhadora, saúde mental, aí de novo, prevenção do assédio moral e sexual no trabalho, práticas antirracistas, antipatriarcais, capacitismo, etarismo e outras violências.
É, esse caso aqui a gente acaba referendando também o eixo um, né? Tá bem, só que aqui é muito mais forte na presença de de fato algum tipo de formação, né, e de educação do trabalhador e da trabalhadora nesse sentido. Eh, vou vou comentar sobre sobre essas situações.
É, a primeira a primeiro item, né, tem problemas, né, eh, ele, a questão do vínculo do trabalhador. Grande parte do da dos trabalhadores do SUS no Brasil tem vínculo precário, né, são contratados, apesar de ser ilegal de fazer. As prefeituras fazem ainda muito isso e às vezes só quando entra um judiciário no meio acaba consertando, mas a gente entende que a única entrada possível pro serviço público é via concurso público que gera essa essa estabilidade que é o mínimo, né, de de até pra saúde mental mesmo, você segurar mandato em cima de mandato só com estabilidade mesmo para você conseguir e eh e trabalhar.
Mas muitos trabalhadores aqui em São João mesmo, a renovação de contrato de de a troca, né, foi recente, foi via demanda judicial de batalha, não, a batalha judicial que ocorreu durante muitos anos para que a prefeitura demitisse os contratados e fizesse o concurso público, né, que foi esse último que foi feito aí e ainda deixou os enfermeiros do PSF de fora, que causou mais problema ainda, todo mundo na situação aí eh ainda ainda ainda vai vai haver uma nova mudança, porque vão ter que refazer esse concurso, né, para essas pessoas vão vão trocar tudo de novo depois. Então, olha como é que é complicado isso. Então, essa questão do da do vínculo, né, é que estressa as pessoas, porque elas, os contratados assim são ameaçados de demissão a toda hora.
Sim. todo momento. Eh, eh, inclusive as enfermeiras, né, tavam lá no ano passado toda hora sendo mestrad demissão, eh, acabaram conseguindo um um sobre um respiro ali, um sobre uma sobrevida, mas que tem que ser feito o concurso ainda esse ano, né, para renovar todo o quadro de de enfermagem também da de atenção básica.
Então, essa questão se ela vai eh ser problemática nesse ponto, ou seja, não dá para você oferecer o mesmo direito para contratado e concursado. Isso por lei, não é possível fazer, né? Você pode fazer algumas coisas eh menores, né?
Umas coisas ah o mínimo, né? De de isonomia, você pode pode conseguir fazer, mas são cargos muito diferentes, então você não dá para você fazer. Então, legal legalmente não é possível.
O que é possível sim é eh lutar pela reventuação, pelos concursos públicos que as prefeituras todas do Brasil, isso é verdade, a maioria não tem concurso. As pessoas acham que é o contrário, né? A maioria não tem concurso.
Então é preciso lutar pela pelos concursos. em relação ao segundo ponto, eh, aí, né, não, eu tô não, não, não tô muito por dentro do educação popular em saúde e tal, mas em relação às violências, né, que a gente sofre, é preciso sim ter uma política de combate ao assédio eh moral, né, que é muito pesado, né, eh, eh, há uma confusão de de liderança e assédio. Então, os gerentes muitas vezes não sabem o que que é liderança e acabam assediando o trabalhador, né, agredindo, ofendendo e coisa e tal.
Então eu acho que a deveria ter uma política de de você vai ser superior, você vai comandar uma equipe, você tem que ser capacitado para entender o que que é desrespeito, entender o que que é passado limite, né? Assédio moral e tal, mas o assédio moral é muito intenso na saúde pública, no no serviço público, é muito forte, tá vendo aí, ó? é uma realmente uma coisa que eh a gente não espera, né, que seja e que é de uma forma um trabalho bastante eh forçado nesse sentido, nesse de tamanhas eh desigualdades, né, e também de eh de massacre, né, isso acaba sendo um massacre, né, dentro do próprio serviço.
três, incentivar os municípios, os estados e a união, com apoio das universidades e movimentos sociais, a incluírem a saúde da trabalhadora e do trabalhador da saúde nos mecanismos de gestão, sendo eles as comissões, as assembleias e os conselhos de saúde, em especial nos planos de saúde do próprio quadriênio, juntamente com a presença de agentes fiscal organizadores a fim de garantir o cumprimento de seu propósito inicial. Aí foi o que o Adelso acabou de falar, né? Ele precisa da justiça botar ordem na na casa para poder o negócio ficar minimamente funcional, né?
fomentar a publicação de um caderno comemorativo dos 40 anos da Conferência de Saúde da Trabalhadora do Trabalhador pelo Ministério da Saúde, retomado retomando, desculpa, os relatórios finais, avanços, desafios e sobretudo com a presença da participação popular no decorrer desse processo. criar incentivos como bolsas de extensão, ao que eu falei, projetos de ensino, dentre outros, para trabalhadores e trabalhadores e as os estudantes da área da saúde entregarem os conselhos e outras instâncias da participação social do SUS. Essa é uma boa, né?
Essa eu não tinha me atentado da possibilidade de colocar alunos nessa discussão também que seria altamente produtivo, tá? O eixo três, na verdade, ele meio que fechou, né, as as discussões, né? Então, ficou muito interessante essa essa essa parte.
Bom, depois disso eles tiveram uma questão do resultado de votação de delegados que vão participar de umas questões lá em Brasília, tal. Isso.