Pra Núria. Eu procurei Núria porque normalmente quando a gente entra mostra essa reunião está sendo gravada e não mostrou >> agora. Perfeito, perfeito. Muito bem. >> Bovina agora >> e eu tinha certeza que eu tinha colocado. Já pensou? Não, tá gravando, ó. >> É esse material você vai disponibilizar porque aí eu não vou nem ficar tirando. >> Eu vou disponibilizar, vou vou disponibilizar para você sim. Certo? Tudo que eu trabalho com vocês eu disponibilizo. Alguns eu disponibilizo em PDF porque vocês não, né, não são nem autorizados a utilizar. E o que vocês usam como clientes
todos é em PowerPoint, certo? Mas todas as aulas elas são disponibilizadas sempre. Bom, meus queridos, vamos lá. Eu vou voltar um pouquinho, então, já que esta primeira parte não ficou gravada. Eu não acredito numa coisa dessas, mas tudo bem, faz parte. Ah, tá, tá. O que que aconteceu aqui que não tá aparecendo? Só um pouquinho aqui, tá? Eu vou voltar só um pouquinho, tá bom? pra gente ã então agora gravando aqui, né, novamente. Então a gente sim tá hoje vendo os passos aí do diagnóstico. Aqui a gente já falou, né, sobre o conceito do diagnóstico
Aqui, os objetivos e como é que funciona. E agora nós estamos então no passo a passo do diagnóstico. E aí o que eu estava falando para vocês era importante comprometer RH empresário, que nós somos parceiros estratégicos, nós não somos auditores, certo? O RH não pode nos sentir ameaçado e o empresário tem que entender que criar um ambiente saudável é extremamente positivo para ele e pra empresa dele. OK? Isso, claro, não quer dizer que não é porque a gente é um parceiro estratégico dele e do RH que a gente não vá trazer tudo que está em
desacordo. Muito pelo contrário. Ex. Pessoal, alguém tá com o microfone aberto? Por gentileza, feche. Ã, exatamente. Por a gente a gente ser um parceiro estratégico, é que a gente precisa trazer os pontos que estão desalinhados, OK? Porque é isso que tá fazendo, com que ele não tenha o Engajamento que ele precisa ter, é por isso que muitas vezes o ambiente não é saudável. Então, primeira questão é essa. Segundo passo é conscientização das lideranças e colaboradores. Só que ainda é antes da gente aplicar propriamente propriamente dito o diagnóstico, OK? Alguns de vocês já vão ter feito
o treinamento de 20 horas com os líderes. Se já fez, esses líderes já estão entendendo da NR1. Aí o que que a gente Faz com eles? Uma reunião para explicar o diagnóstico. OK? Não, não fiz ainda o treinamento. Aí eu vou trazer hoje uma outra possibilidade para vocês que eu e a És estávamos trabalhando aqui, né? e escolhemos trazer para vocês também esta outra possibilidade, mas eu vou falar daqui um pouquinho, OK? Bom, e é a hora que a gente faz a conscientização para 100% dos colaboradores antes da aplicação do diagnóstico. Não dá para Aplicar
diagnóstico sem conscientizar. E aqui tem um aspecto extremamente importante. Nós não usaremos o termo sensibilização. Deixa eu voltar aqui com vocês. Nós não usaremos o termo sensibilização. Por quê? Porque na verdade o que a gente vai fazer é mais do que sensibilizar neste momento, certo? Nós já vamos começar trazer consciência e esta já será uma ação que a empresa pode utilizar como Uma ação dentro da NR1, certo? Então vocês têm que ter isso muito claro. Essa primeira etapa antes do diagnóstico, ele já é ele já é uma ação dentro da NR1. aonde a gente já
tá trabalhando com a conscientização. Vocês percebem qual é a diferença disso? Fica claro estrategicamente para vocês a diferença disso de eu est sensibilizando Para um diagnóstico ou eu já estar fazendo uma ação de conscientização? OK? Muito bem. Inclusive, eh, eu vou pedir que alguém, por gentileza, vá anotando tudo que eu vou dizer que eu vou dar para vocês, que eu e a Éla vamos dar para vocês, certo? Depois vocês botem lá no grupo, porque algumas dessas coisas a gente ainda não construiu, mas vamos construir para entregar para vocês. Inclusive este documento, o primeiro relatório Que
é desta ação, vocês já vão receber ali pronto, só para botar os dados de vocês lá, ok? Então, gente, vocês sabem que eu tenho um foco muito muito de negócio estratégico, certo? e de mudança comportamental também e de consistência no que a gente entrega. Se vocês forem ver a grande maioria do mercado, esta sensibilização não ocorre no formato que nós vamos apresentar para vocês. Isso é entregue pro RH fazer. Na nossa percepção, isso não funciona, Certo? Isso não funciona. Então, desde o começo para nós era assim: sensibilização não pode ser uma palestra. Não pode estar
a cargo do RH e precisa conscientizar as pessoas. Por quê? Isso nós precisamos explicar pro R, pro principalmente pro empresário. Se a gente apenas aplica o diagnóstico sem fazer uma preparação, uma conscientização, o risco de tiro no pé dele é enorme. Por quê? Porque as pessoas, ó, aqui entre nós que somos profissionais de desenvolvimento, não tem um monte de distorção nos nossos conceitos do que, por exemplo, é assédio, do que que é carga excessiva de trabalho. Agora, imagina nos colaboradores. Então, quando nós estruturamos a nossa metodologia pela nossa visão, né, de empresas, a gente trouxe
tudo que de verdade é importante, certo? Então, eh, isso nós precisamos, vocês precisam explicar pro empresário por que tem que ter esta fase de conscientização, porque senão é tiro no pé, ele vai ter um diagnóstico terrível, ok? Basta vocês dizerem isso pro empresário, certo? Que ele vai topar fazer. Por isso também nós não usamos o termo sensibilização. Nós já usamos conscientização que já é, isso é outro argumento de venda. Isto já é uma ação dentro do plano de ação da NR1. Fechou? Tranquilos até aqui? Por o que é que nós vamos fazer em termos de
sensibilização? Nós vamos fazer um trabalho de 2 horas com grupos com 100% dos colaboradores, certo? Com no máximo 20 pessoas por turma. Por quê? Que não é palestra, é um trabalho realmente de conscientização, certo? Então, por exemplo, ó, precisamos pegar a calculadora aqui. Então, por exemplo, se a gente tiver Aplicando numa empresa de 1000 colaboradores, você vai ter 50 turmas. Sim, você terá 50 turmas. Por isso que a gente já tem que vender como uma ação, certo? Como uma ação dentro do diagnóstico, dentro da, né, da da NR1. Fechado até aqui. Diana do céu, mais
50 turmas, como é que eu vou dar conta? Não, você não vai dar conta sozinha porque você vai aí você vai ter que chamar parceiros. E a grande sugestão é que você chame parceiros Colegas de vocês aqui da formação. Daqui um pouquinho eu já vou estar juntando todos vocês num grupo só, certo? Por que vocês também têm prazo para aplicar o diagnóstico? Não dá para criar, ai não, eu tenho 50 turmas, eu vou dar conta, certo? Eu vou aplicar sozinho. Vamos imaginar que você faça três turmas por dia, certo? Duas horas cada, 6 horas de
trabalho em sala. E não é trabalho levinho, certo? Porque você tem que tá pegando tudo isso, que tudo Isso depois na sua análise vai fazer diferença na análise do diagnóstico. Vamos lá. 50 turmas dividido eh 50 turmas dividido por qual é a conta mesmo que eu tenho que fazer? Eu quero saber quantos dias é. Você vai, você vai pensar em dois ou três. Nós pensamos aquele dia no em três. Se ele fizer três por dia, vai dar 50, vai dar 17 turmas. >> Vai dar 16 dias, certo? 16 dias são 5, 10, 15, são 4
semanas. Não dá para levar 4 Semanas no diagnóstico, certo? O diagnóstico ele vai ter time, time é precisa ter tempo porque senão quando você termina, porque você só vai poder aplicar, liberar o questionário depois que todo mundo passou pela conscientização, certo? Imagina se você faz hoje para uma turma e daqui quatro semanas você vai aplicar, liberar o link. Não dá. Certo? Então a gente tá vai trazer tudo isso aqui esmçado para vocês. Mas vocês têm que ter essa consciência. Se vocês forem trabalhar em empresas grandes, parte de diagnóstico, vocês vão ter que ter parceiros, certo?
Aliana, mas eu eu dou conta de fazer quatro turmas por dia, certo? 2 4 6 8. Eu dou conta, duas turmas de manhã, duas turmas de tarde. Então, dividido por 4, OK? Daria 13 dias, 12 dias e meio, certo? Só que qual vai ser A sua qualidade de escuta? Zero. E tudo isso depois você vai precisar lá no final paraa análise e paraa devolutiva que você vai dar pra empresa. Fechou? Alguma dúvida até aqui? Tranquilos? Muito bem. Então vamos continuar. Oliana, só então aí a gente tá contabilizando que são du horas essa jornada dessa ação
para todos os colaboradores que você tinha falado entre duas e três. Então fica cravado Duas horas. >> Vai ficar duas. A gente a gente construiu em cima de duas de duas horas. Para por quê? Para gerar menos resistência. Para gerar menos resistência. Até porque quanto mais a gente aumenta a hora, mais a gente aumenta custo, certo? E a gente conseguiu construir algo bem interessante em 2 horas. >> Então, olha, a concientização é outro treinamento, não é aquele treinamento Que você deu de 20 horas? Não, >> não, não. Conscientização é >> é para líderes e liderados.
Todo mundo. >> Oi. >> É para líderes e liderados. Paulo, se você fez o treinamento de 20 horas pros líderes, você não vai aplicar o workshop que nós vamos apresentar para vocês. >> Aí vai ser apenas >> aí vai ser apenas uma reunião, >> uma reunião explicando para eles, certo? Uhum. >> Eu e a É, eh, né, ficamos, enfim, aprofundando, estudando, pensando e pensando estrategicamente também, certo? O que que a gente traz agora para vocês como uma outra possibilidade, certo? Como uma outra possibilidade vocês deixarem o treinamento de 20 horas para depois do diagnóstico. >>
Só que aí vocês vão fazer o o workshop para os líderes de forma separada, que também será 2 horas. Eu vou entregar Para vocês três workshops. Um que é para colaboradores, um que é para grupo de líderes e um é para aquelas empresas aonde você vai fazer, entre aspas, meio que individual, que só tem lá 1 2 3 até 5 L, certo? É o mesmo escopo, só que tem uma dinâmica um pouco diferente. OK. Vou est entregando os três para vocês. Vale, Marisa. Liana, desculpa a minha pergunta aqui, eu não sei se eu entendi direito.
Você falou que tá, vai entregar três Workshops. Nesse três workshops está incluso a essa conscientização. Então, ou são coisas paralelas? >> O workshop é a conscientização. >> Ah, ok. Então, perfeito. Obrigada. Tá, tava aind na dúvida o que que era, né? Você tava perdida. >> Não, o workshop é a conscientização, mas nós vamos trabalhar também dentro da empresa como workshops. >> É. E esse ano, na minha mente, eu tava acho que um pouco engessada, eu Acreditava que nós tínhamos que primeiro fazer o treinamento da liderança. Eu até perguntei no chat se alguém já tinha feito,
porque até gostaria de quem fez pudesse compartilhar com a gente como é que foi e tudo mais. Acho que seria bem bacana, né, Liana? >> Pode sim, pode colocar lá no grupo, só que >> não, eu coloquei no grupo, mas ninguém respondeu, né? Então eu acredito que talvez ninguém fez. E então não é mais não é mais eh prioritário. >> A orientação inicial que nós passamos para vocês era >> Uhum. >> comecem com o treinamento. Por quê? Por dois grandes motivos. Nós precisamos sim sensibilizar liderança. Não dá para ir para um diagnóstico sem sensibilizar liderança,
porque eles vão boicotar o processo, certo? Segundo que vocês ainda não tinham também o diagnóstico Na mão para poder começar os projetos de vocês. Agora você já tem. Então, qual é a minha sugestão? E nós vamos trabalhar isso muito fortemente, que é assim, ó. Vocês vão perceber a empresa na reunião de briefing de vocês. Essa empresa tem abertura para eu fazer já o treinamento e durante o treinamento já entrar com o diagnóstico? Vão nessa. Não. Sinto que a empresa ainda tá. Isso foi um dos motivos também Pelos feedbacks de vocês, né? que a gente revisitou
este passo, certo? ah, a empresa eh tá mais resistente, ainda não tem total clareza da importância para EP, claro, o investimento num treinamento, né, de de 20 de 20 horas e porque muitos das empresas que vocês estão acessando também são empresas menores que nem conseguiria fazer internamente, teria que fazer um aberto. Isso nos levou a revisitar Aonde a gente coloca esse treinamento. Então ele pode acontecer antes, mas ele pode acontecer depois do diagnóstico, certo? E aí, se ele aconteceu antes, os líderes não passam pelo work de conscientização, eles vão passar por uma reunião sobre o
diagnóstico, certo? Porque eles precisam entender do diagnóstico. A gente não lá no treinamento não falou do diagnóstico, Né? Senhor falou que ia ter, mas não explicou nada não. Os líderes não passaram essa empresa. Eu não vendi o treinamento, não acho, me identifico mais de primeiro fazer diagnóstico e depois vender o treinamento, certo? Vocês, ó, de qualquer forma, seja antes ou depois, aquele treinamento que vocês receberem, é o primeiro treinamento que vocês vão aplicar os líderes, certo? É o primeiro treinamento. OK. Só um pouquinho, só um Minutinho, só um pouquinho, Silvana, que a Amanda e a
e a >> Tânia >> Tânia de uma levantada só já dou a palavra. OK, tranquilo até aqui. Tá bom. Vai lá, Amanda. >> Bom dia a todos. >> Dia >> eh, seja bem-vinda. Amanda. A Amanda é a mais fresca aqui, certo? Entrou ontem. Seja muito bem-vinda, Amanda. >> Obrigada. Obrigada. Já tô adorando você. Já vi que você faz um trabalho impecável. Bom, eh, por eu ter entrado exatamente agora, eu tô com, eh, duas dúvidas assim para min, né, me organizar aqui. Eh, o treinamento, que eu não faço ideia do que que vocês estão falando, né?
Tô até tô tirando conclusões aqui. Então, eu quero saber se acho que você já falou algo do tipo, mas quero saber se é imprescindível uma etapa não pulável, que eu já entendi que não é bem assim, né? E aí, junto com essa pergunta É se obrigatoriamente a gente precisa fazer 100% de todas colaboradores ou não? Ou de repente é uma coisa que se se faça por etapas. Isso eu também não entendi. >> Perfeito, Amanda. Assim, ó. O treinamento quando a gente começou, certo? Quando a gente começou aqui com a formação, eu trouxe o treinamento como
a primeira etapa. Por quê? Treinamento que eu nem sei. >> É um treinamento de 20 horas que vocês Têm ele pronto, voltado para líderes em cima de NR1. Este é um treinamento obrigatório que vocês vão dar pros líderes. É como ensinar o que é NR1. é ensinar, a gente trabalha o que é a NR1, quais são os fatores, os impactos deles. É um baita treinamento, é um treinamento assim, ã, todo líder terá que passar por esse treinamento, certo? Ele é focado na NR1, nos fatores de riscos, o impacto dele e a gente faz todo um
trabalho dentro da metodologia vivencial. Então Ele é todo dentro da metodologia ver >> para liderança, >> só para a liderança, >> para fazer eles para que a gente possa descer. >> Exatamente. E é um treinamento que hoje, né, hoje o que que eu acho que é o melhor em função até dos feedbacks e até principalmente também assim, ó, do número de eh da do porte de empresa que a maioria do grupo tem acionado, certo? É, faça primeiro o Diagnóstico, depois primeiro passo dentro do plano de ação. Na linha de liderança será o treinamento que vocês
têm pronto, o de 20 horas. Certo? Então, >> oi. >> Passo pr >> o primeiro passo, >> primeiro passo workshop, né? É, >> não, não, depois do diagnóstico. Tô Falando depois do diagnóstico, no plano de ação. >> Daí já no plano de ação, porque qual é a sequência? Vamos, vamos retomar a sequência. Fui lá, fiz uma palestra, vou pegar desde o início, certo? Desde a atração, fui lá, fiz uma palestra pros empresários, né, falando sobre NR1, que é a palestra que vocês têm dentro da formação, né? Leveição >> isso, levei eles para uma reunião de
mapeamento de riscos, que é uma reunião Estratégica de vendas. Vocês têm tudo isso lá dentro, Amanda. Certo? Fiz a reunião. Agora, o que que a gente vai vender? O diagnóstico. Certo? Agora a minha sugestão é vende o diagnóstico. Não, Liana, eu esta empresa eu acho que realmente é importante primeiro trabalhar com os líderes, não tem problema, faz o treinamento de liderança e vende o diagnóstico depois, Certo? Mas paraa grande maioria das empresas que vocês estão acionando, eu sugiro que então vocês vendam direto o diagnóstico. Então, fiz lá a reunião de estratégica de vendas, né, com
mapeamento. Vou mostrar lá o resultado para ele dizer, ó, você tá vendo aqui o problema, né? Então agora o próximo passo é a gente poder entender se realmente a tua empresa tá a a tua equipe, né, todo mundo tá vendo Como você vê. E o próximo passo exigido pela norma, que faz parte da norma é diagnóstico, mapeamento de riscos psicosociais com 100% dos colaboradores. A norma exige isso, Amanda. Seja 100%. Quer dizer que precisa 100% responder para valer? Não, porque a gente nunca vai conseguir 100%, certo? Mas nós vamos trabalhar para ter no mínimo 80%
de da das pessoas que responderam. Bom, se o diagnóstico é a norma exige que o diagnóstico seja liberado, Né, e que 100% das pessoas que trabalham naquela empresa CLT tenham acesso ao diagnóstico, eu preciso fazer a sensibilização, a conscientização com 100%. Não é, não é uma, não é percentual, certo? Ah, eu vou escolher percentual, vou fazer com x% a conscientização. Não. Por quê? Porque o diagnóstico tem que ser disponibilizado para 100% dos colaboradores. >> Mas a conscientização vem antes do de disponibilizar o link para fazer o diagnóstico. É a preparação, a conscientização é a preparação
para o diagnóstico. >> É, eles são juntos, um vem antes do outro. vender o diagnóstico. Isso aí tá embutido. >> Isso. Eu já vou mostrar para vocês aí o passo, o vamos terminar ali o passo a passo. Sim. Qual foi a outra pergunta que você fez? >> Então, você já respondeu do treamento, né, de 20 horas e se era todo mundo. >> Então, sim, porque obrigatoriamente a pesquisa, o diagnóstico precisa ser feito com 100% colaborado, disponibilizado para 100% dos colaboradores. Não pode ser por amostragem, certo? Não pode ser X%. E aí a norma é perfeita,
porque aí ela evita as empresas ficarem burlando, certo? Vou chamar só aqueles setores, aquelas pessoas que eu sei que não vão trazer a Real, então não, obrigatoriamente é 100%. E daí eh recebido diagnóstico identificado que precisaria fazer um trabalho eh sei lá, de de 50 horas. E a empresa falou: "Putz, não vou fazer ou por dinheiro, por por, né, em função do investimento, seja lá o que for". E aí esse trabalho fica e dessa maneira? Eh, isso nós ainda vamos trabalhar paraa frente, porque daí o passo a passo é assim, ó. >> Tá? >> Vou
vou passar para vocês brevemente o passo a passo geral, certo? Pra gente retomar. Desde a atração, palestra, levo paraa reunião de mapeamento, reunião estratégica de vendas. Reunião estratégica de vendas. final, vendo o diagnóstico. Feito o diagnóstico, eu vou dar devolutiva paraa empresa do diagnóstico e vou trazer para ela um plano de ação. Quer dizer, o que é que ela precisa fazer em função desse diagnóstico. OK? Feito isto, vem o próximo projeto que vocês vendam, vendem agora implementação das ações sugeridas, OK? A empresa só foi até o diagnóstico, ela só vai comprovar até o diagnóstico pra
norma. Só que nós temos que deixar muito claro que ela fazer diagnóstico e não fazer nada, vai ser multado da mesma forma. E Aí ao fim do plano de ação, imaginando que ela implementou tudo, faz-se de novo o mesmo diagnóstico para ter um ano. Sim. A ideia é que o plano de ação de vocês pós diagnóstico seja um projeto sistêmico de um ano com ações mensais dentro daquela empresa, tanto pros líderes quanto pros colaboradores. Daqui um ano se refaz o diagnóstico e se começa mais um projeto que aí é constante. E ao longo daqui do
do Programa ou ou de imediato uma eh você também ajuda a dar uma ideia de de valor que o mercado tá aplicando? >> Sim, sim. Nós vamos ver tudo isso. Sim. E aí, claro, eh a partir do plano de ação, a partir do diagnóstico, plano de ação, certo? Então agora se a gente jogar para depois, quem aí escolher seguir esta orientação, você já tem o trein, o primeiro treinamento que vocês vão vender paraa liderança, porque depois de Diagnóstico nós vamos ter ações mensais, tanto com equipes quanto com líderes, certo? Primeiro trabalho com liderança, já tem
pronto, que é o treinamento de 20 horas. Agora, o restante, tanto para equipes quanto para colabor para líderes, né, vai depender do diagnóstico e da esteira de serviço de vocês. E aí vocês vão definir, consigo atender esta demanda? Não, não consigo. Vou chamar um parceiro, eu vou me capacitar. Aí é o que nós vamos ver lá na semana Que vem quando a gente falar sobre plano de ação. Fechou? >> Parab >> nada. Vai lá, Tânia. >> Eh, Liana, para resumir o que, qual é a trilha agora e vou falar porque eu vou começar o treinamento
de uma uma implantação agora na segunda-feira e eu uma empresa e eu comecei estou começando pelo workshop que era o nosso desenho inicial. Então eu vou fazer workshop >> não, workshop não, >> das lideranças não. Eu fiz o mapeamento de fatores, fiz a palestra, mapeamento e aí agora veio a etapa da o treinamento das lideranças. >> O de 20 horas. >> O de 20 horas. >> Tá. Perfeito. Ótimo. >> Então, vou permanecer, não mexe em nada. Feito esse treinamento com as lideranças, eh, vai vir a parte de conscientização dos colaboradores de 2 Horas. E aí
com os líderes eu faço só uma reunião breve de uma hora. >> Isso. Isso aí. Tu terminou o treinamento que tu já vendeu, certo? o treinamento, vai para uma reunião de feedback com a empresa, aonde agora tu vai vender para ela o diagnóstico de riscos psicossociais com toda a empresa. Aí no teu caso, como tu já fez o treinamento, você não vai fazer a conscientização com os livros porque eles já estão mais do que Conscientizados. Você só vai fazer uma reunião com eles >> para explicar sobre o diagnóstico. >> Sim, >> isso aí. É isso
mesmo. >> OK. Vai lá. E aí daqu, >> desculpa, só um parênteses rapidinho. E aí daqui para frente a trilha será palestra, palestra apamento de fatores, que essa é a parte de vendas em tração, o diagnóstico, vendo o diagnóstico, Digamos, né? Vendido o diagnóstico, aí vou dar o resultado devolutivo, etc, etc, etc. A partir daqui, a empresa escolhe, não, vamos continuar o programa. Aí eu parto para conscientização dos colaboradores, eh work, eh palestra, o work eh o treinamento dos líderes, etc e tal. Daqui paraa frente. >> Isso. A partir do diagnóstico e da devolutiva que
vocês vão dar e das sugestões que vocês vão fazer pra Empresa, certo? H, a ideia é que aí vocês comecem com as ações, né, treinamento esse pros leaders e todas as demais competências que vão precisar ser trabalhadas ao longo do ano, né, e o trabalho com os colaboradores a partir do diagnóstico que foi feito, do resultado do diagnóstico. >> Bacana. Então, daqui, >> maravilha. Então, daqui pra frente, depois do diagnóstico, é um ponto de decisão da empresa. >> Tem tem alguns pontos de decisão da empresa, né? Quando a gente faz a palestra e faz a
reunião estratégica de vendas, é a primeira o primeiro ponto decisão, né? Quero fazer o próximo passo, que aí no teu caso que você já vendeu, é o treinamento. >> Sim. Agora a minha sugestão é, quero diagnóstico. Ou pode ser que vocês sintam que para aquela empresa ela não tá pronta ainda para eu entrar com diagnóstico direto. Então aí você Treinamento, aí você entra com treinamento para líderes. >> Sim. >> Certo. Fez o treinamento para líderes ou fez o diagnóstico? Fez o Vamos, vamos paraas duas trilhas. Fiz o diagnóstico. Aonde que acaba esta etapa? na devolutiva
que eu dou paraa empresa e na sugestão das ações que ela vai precisar fazer a partir daqui. Aqui é o segundo ponto de corte. Aí ela vai Dizer: "Quero me apresenta um projeto". Aí você vai apresentar o projeto para anual para atender essas demandas que apareceram no diagnóstico. Fui pela linha do treinamento. Aonde que termina e qual é o próximo ponto de corte? quando eu vou paraa devolutiva com a empresa sobre esse treinamento e vou vender para ela agora o diagnóstico de riscos psicossociais com toda a empresa. OK? Então são projetos. A gente vai primeiro
diagnóstico, depois plano de ação, implementação ou treinamento, 20 horas para líderes, depois diagnóstico, se for o caso, né, da empresa começar pelos líderes, depois diagnóstico, depois o projeto de um ano. >> Sim, >> fechou. De todo modo, o diagnóstico sempre tá associado com a conscientização, porque eu preciso fazer o, é como fosse uma pesquisa clíma, eu Tenho que fazer realmente um plano de comunicação, que é a conscientização e o diagnóstico. Esses estão sempre juntinhos. >> Você sempre diagnóstico inclui o quê? Diagnóstico inclui conscientização para 100% colaboradores, aplicação do diagnóstico propriamente dito, quer dizer, eu envio
o link, todo mundo responde, análise do resultado e devolutiva paraa empresa. Isto é Diagnóstico. >> Perfeito. >> OK. Agora, eh, eu lembrei o que tava faltando, desculpa. Eh, você falou que o workshop é para 20 pessoas. O treinamento é quantos puder colocar dentro da nossa metodologia, Amanda. Nós trabalhamos sempre com a metodologia vivencial, nunca mais que 20 por tudo, certo? Dentro da da linha que nós acreditamos e trabalhamos e construímos todas as nossas ações, é no máximo 20 Pessoas, seja líder ou equipe. Vai lá, Silvana. Liana, então é dentro disso mesmo, né? Mas só para
esclarecer aqui, eh, eu entrei em contato com a empresa e marquei a palestra que tá lá no Nutr, que é mais ou menos, né, 1 hora30, 2 horas com o RHA, 1 hora, né? >> É que são tantas horas que eu tô meio perdidinha aqui, mas é o mais rápido, né? A palestra de uma hora com o empresário e com alguém do RH. Aí, a Partir dessa palestra eu vou fazer a reunião estratégica, que é o mapeamento que eu vou apresentar para eles, né? Nesse caso que você sugeriu para não ter custo, né? para que
é o que é aquela ferramenta que você estratégia de vendas. Isso. >> Certo. Então daí aqui eu não vou ter custo algum e a palestra também não, que é só uma uma apresentação, não é nem uma conscientização ainda, né? E aí depois disso, que é a minha dúvida Agora por conta de ter entrado os workshops, então, eh, o treinamento de 20 horas, eu não lembro exatamente, mas acho que era mais ou menos uns 5.000, era um custo mais alto, né? valores. A gente vai deixar para ver depois, Silvana, se é sobre valores. Isso. >> Certo.
Então, daí no caso, eh, eu fiz o mapeamento, o empresário viu o problema e eu consegui eh persuadir ali e já vender as 20 horas do treinamento pros líderes. Tudo bem, Eu já dou prosseguimento igual tava antes, né, no treinamento. Caso ainda esteja um pouco confuso ou questão financeira também atrapalhe, aí que eu entro com esses workshops de duas horas dividido em três ou não? Quando eu entro com eles? >> Ó, vamos vamos eu vou tirar a palavra workshop, certo? para de vocês. Aí você vai vender diagnóstico e a primeira etapa do diagnóstico é conscientização,
que seria pros colaboradores, líderes e Também pro caso das pequenas empresas que você comentou. É esse >> qualquer um, qualquer porte de empresa, a gente vai fazer a conscientização, só que nós vamos fazer em momentos separados, colaboradores e liderança. >> E liderança, certo? Aí nesse caso, eh, antes, eu posso fazer isso antes do treinamento de 20 horas, dependendo da resistência. Qual é o porte de empresa que tu atende? Tá, eu tô vendo umas pequenas e também tem umas grandes, eh, uma rede de supermercado que já tá uma quantidade grande e tem uma pequena que não
tem nem 10 colaboradores. >> Pequena paraa pequena o caminho é ã depois da reunião estratégica de vendas, vende diagnóstico, >> certo? A grandes empresas, você pode entrar, médias de grandes empresas e entrar primeiro com o treinamento. >> Mas eu, a partir de agora, eu vou sugerir para vocês que vocês sigam a trilha do reunião estratégica de vendas, diagnóstico, que dentro do diagnóstico tem a conscientização. >> Conscientização. >> Primeira ação depois do diagnóstico para líderes é o treinamento de 20 horas, >> certo? Só para os líderes. Isso. E depois disso aplica o diagnóstico, né? >> É.
Depois do diagnóstico, você vai fazer Uma análise do resultado e vai apresentar pra empresa devolutiva e um plano de desenvolvimento. >> Depois o plano de ação. Aí nesse plano de ação, o nosso projeto de ação, de acordo com a nossa esteira de serviço, né? E e aí a gente vai decidir se as ações são, porque a gente tava, eu vi no treinamento, né, de três em três meses ou de quatro em quatro meses, mas no caso no início, as ações mensais é eh Primordial >> qu meses, não são ações mensais, são açõesis que nós vamos
fazer dentro da empresa. Isso pareceido com alguma outra informação, porque não são ações de três 4 meses. O que a gente falou de 4 meses, Liana, é aquilo assim, fez uma avaliação, né? Por exemplo, comunicação violenta. Eh, comunicação tá muito violenta. Faz uma ação quarto meses depois avalia para ver se avalia. Ah, avaliação. É isso que eu tô confundindo. Não deu resultado. Perfeito. Exatamente. Só nesses casos. É, eu lembro algo assim, é que é muita informação. Eu fiz um >> duas semanas estudando direto, fiz o diagnóstico, apareceu, por exemplo, um departamento, um setor muito crítico,
uma questão crítica, >> certo? E a gente até já tem casos até de alunos que trouxeram, né, que a empresa já foi Autuada e ela precisava x tempo para fazer uma ação sobre aquele tema específico, >> certo? Isso pode aparecer no diagnóstico também. Aí a gente entra com um foco muito forte naquele departamento, naquele setor, em cima daqueles riscos. E aí daqui 4 meses, três, 4 meses, a gente vai definir, dependendo do que é, você pode reaplicar o diagnóstico só naquele departamento >> para ver se aquilo melhorou, mas não Será menos que tr 4 meses.
Por quê? >> Para poder medir, né? >> Porque as coisas não mudam do dia paraa noite, né? Assim, eh, você faz o trabalho e precisa ter ali uma mexida de todo mundo para aquilo que foi trabalhado mudar. >> Fechou, Silvana? >> Fechou. Obrigada, Aliana. >> Ah, e aí, Regina e Fernanda? E daí vamos continuar e eu abro no final, certo? Senão nós não vamos conseguir ver tudo Que a gente tem que ver hoje. Vai lá, Regina. >> Liana, eu tenho atendimento daqui a pouquinho, então eu vou ser bem breve aqui. Eh, acho que tem coisas
que você já falou, mas cada caso é um caso, né? Eu vou falar sobre qual é a estratégia que eu vou utilizar. Eu vou fazer, >> eu vou pedir para isso tu segurar depois que eu apresentar tudo. Então, se tu quer falar sobre a estratégia que tu já vai escolher de >> É, foi para não é para eu entender como que eu coloco esse essa sequência, entende? É rapidinho, porque eu eu não vou conseguir ficar até o final. Eu vou eu tenho atendimento agora. >> Ah, se eu conseguir responder, eu respondo, senão eu vou dizer
segura que não é para agora, >> tá? Eh, eu, o meu objetivo é fazer palestra nas nas associações, nos sindicatos, né, palestra de de informativa, né, sobre a a NR1 para Conscientizar e saber da importância das etapas, aquela palestra que você nos nos concedeu >> aí a reunião estratégica de mapeamento de vendas, né, sortear ali como você sugeriu e eu e aí depois a venda e realização de evolução do negócio. momento que eu faço essa parte de comprometer e envolver os empresários e o RH no processo. Essa é a minha dúvida. >> Quando você primeiro
ã a princípio na palestra vai tá o empresário ou o RH. >> Uhum. Certo. Ali já pode ser feito >> isso. Daí você vai pra reunião estratégica de vendas. Você vai estar ou com empresário ou com RH. Se você tiver com o empresário, essa é a hora que você já compromete ele, porque é ele que vai comprar a sequência. E aí o empresário disse: "OK, vamos fazer aí é a hora de você marcar uma reunião com o RH para sensibilizar o RH, certo? O RH não vai fechar sem ter aprovação do Empresário, certo? Mas ok,
o RH disse: "OK, tivemos aprovação. Aí você vai pedir uma reunião com o empresário." >> OK? Pera aí. >> Certo. Por quê? Porque ambos precisam estar comprometidos. >> OK? Fechou? >> E outra outra coisa que eu pensei em fazer, Liana, e depois, mas depois você pode me responder, é que como eu vou fazer uma palestra em associações, vai aparecer muitas situações de empresas Pequenas. Eu posso fazer um grupo com essas empresas pequenas >> para >> para fazer o diagnóstico? Não, não, o diagnóstico é por empresa. >> Não, vou fazer por empresa. Mas assim, essa parte
de conscientização, de orientação, >> não, >> não, porque tem é porque tu vai pegar a empresa pequena. O quê >> que tamanho da empresa? >> Empresa com cinco funcionários, por exemplo, uma loja de >> vai fazer uma conscientização pro cinco. Não, aí a gente não mistura, >> tá? a gente não mistura as empresas >> mesmo do mesmo mesmo sendo do mesmo segmento, >> mesmo sendo o mesmo para diagnóstico. Diagnóstico é personalizado, é só para aquela empresa. Depois as ações PP que a gente vai propor, aí você pode fazer coisas abertas trazendo as pessoas, Entendeu? Diagnóstico
não. Diagnóstico ele é exclusivo e é personalizado. >> OK. Muito obrigada. Vou precisar sair. Obrigada. Tá, >> depois eu assisto. >> Tá bom. Vai lá, Fernando. >> Eh, eu acho que essa essa sacada foi fenomenal. Eh, eu tô até pensando o seguinte, eu tô com duas palestras já agendadas e são pequenos empresários, então, eh, não sei até se cabe, Liana, sortear lá o o o mapeamento Ou se já falar que é diagnóstico a a sequência. Fernando, ó, tu tá fazendo uma palestra de sensibilização. >> Sim. >> Por que que é a estratégia da reunião de
mapeamento? >> Eu entendi e achei fenomenal a estratégia. >> Ah, tá. Daí depois da reunião de mapeamento, daí nesse caso você já vai vender diagnóstico. >> Não, mas é que é o seguinte, eu vou fazer uma palestra, eu já tô com 40 pesso e e tudo bem. No entanto, eh, eu vou sortear cinco e os demais vão ficar naquela, o que será que vai ser dado, o que que vai ser feito ou sei lá. se já não seria a hora de realmente falar assim: "O primeiro passo é o diagnóstico que o médico faz para saber
o que fazer". >> Perfeito. Não pode fazer. Só que o que Que vai acontecer? >> É >> esse quando você disser isso, mesmo assim você vai ter que fazer uma reunião com eles para explicar o diagnóstico. E aí essa reunião, tu entende? na palestra diz: "Bom, o próximo passo é diagnóstico. O diagnóstico funciona assim, acessado." Aí vamos lá. >> 10 dizem: "Fernando, eu quero." Tu vai ter que marcar uma reunião na empresa para isso. >> OK. Mas daí já, vamos dizer, eh, eu vou marcar a reunião, não preciso fazer o mapeamento, já faço, >> é,
>> eu avaliaria, eu eu avaliia muito o nível de consciência, eu faria o diagnóstico mesmo assim, sabe por quê? o diagnóstico, não, mapeamento, >> isso, o mapeamento ali para empresário. Por quê? Porque isto eleva um nível de consciência e de urgência. É diferente eu apresentar o diagnóstico e dar um mostrar um projeto e valores para ele no seco só depois de uma palestra do que eu fazer com ele. Tu pode até reduzir, fazer mais direto assim, sabe? para reduzir o tempo. >> Eh, é totalmente diferente dele fazer este mapeamento, ele levantar e ele olhar no
final dizer: "Verdade, eu tenho todos esses problemas". >> Então, eu vou oferecer o seguinte, eh, Quem quiser o mapeamento é só me inscrever. Vou fazer com os 40 porque daí, >> ó, mas é isso a ideia. Tu tu coloca cinco. Pode vender, Fernando. >> Mas tu coloca cinco, Fernando, só para ser escassez. >> É, >> tu diz que é cinco. Ó, o Fernando não tinha pego isso, Fernando. >> Não, eu tinha pego sim, mas eu não esperava fazer com os 40. Não, a grande Sacada é, tu vai dizer que tu tá disponibilizando os cinco. Isso
é estratégia de escassez. >> É, você falou, se aparecer 20, faz com os 20. Isso. E aí tu vai fazer com os 40, entendeu? Mesmo aquele que diga assim: "Ai, Fernando, não, eu não quero mapeamento, mas eu só quero que você venha aqui para me explicar melhor." >> Ah, tudo bom. >> OK. Aí você vai lá e começa a explicar melhor para ele e diz assim para ele: "Vamos fazer um teste aqui para ver como é que será que tá a tua empresa". E aí você vai lá e faz o mapeamento com ele, entendeu? Obrigado.
>> Porque depois vocês conseguem perceber que eh uma coisa, ó, vou pegar um exemplo bem bobo, certo? Que é diferente, mas de outra área bobo, mas que é a mesma coisa. Uma coisa é assim, ó. Ã, eu vou numa loja e eu gosto de uma roupa, certo? Eu gosto de uma roupa. Ai, achei Legal e tal. E daí eu olho o preço. >> Degustação. >> 800 pila. Outra coisa é eu experimentar a roupa e achar ela super confortável, me olhar, me achar linda. Percebe? O meu, a minha propensão de compra é muito maior depois que
eu experimentei a roupa. >> É a degustação, a maior força do marketing hoje, né? >> É isso aí. É o mapa >> e é ele poder agora, porque a palestra Ela é geral. É, >> a gente tá falando de mundo, de mercado. Outra coisa é ele se debruçar sobre a empresa dele e ele dizer: "Nossa, é verdade, isso aqui eu não tenho, isso aqui eu não tenho. Nossa, isso aqui eu não tenho". Porque a gente se engana muito fácil quando a gente só escuta uma palestra. Às vezes a gente, muitas vezes, o empresário, o próprio
RH, a gente assim, ah, não, isso eu tenho, Tenho entre aspas, sempre que você faz mapeamento, a reunião estratégica de mapeamento, a chance de fechamento ela triplica, que é mais ou menos assim, ó. Vou no médico, o médico me pede, ai, tô com dor de cabeça, né? Aí o médico me pede um monte de exame e até me dá lá um remédio para passar dor de cabeça. Certo? É bem capaz que se eu não fizer os exames, eu vou ficar só no remédio paliativo. E eu o o interessante, Liana, é que eu eu esse treinamento
de 20 horas que eu eu me encantei com ele, eu me encantei, mas poderia ser um entrave da pessoa comprar ou não, né? Agora você entra pelo diagnóstico. >> Agora não é o diagnóstico tá feito, o cliente tá, digamos, meio amarrado conosco >> e agora o que que vai ser feito? Agora a trilha é essa aí. >> Pode até não comprar, mas é difícil não Comprar. >> Até porque é real. A primeira coisa que a norma exige é o diagnóstico. >> É >> certo. Exige o diagnóstico. OK. Diagnóstico tá feito. Bom. Ah, mas agora não
vou dar continuidade. Olha, você vai ser mtado da mesma forma e talvez até pior porque agora você tem a consciência, não fez nada. Fechou? >> Maravilhoso. >> Muito bem, Amanda. Segura aí, depois a gente volta. Certo? Você está de mão levantada para perguntar. Vamos lá. Vamos continuar aqui. Então, ó, conscientização, certo? Aí depois da conscientização, fizemos com toda a empresa grupos separados. Ó, isso é importante. É conscientização para os colaboradores e conscientização para os líderes. Ambos uma atividade de 2 horas com no máximo 20 pessoas. OK? Feito isso, aí sim a Aplicação do diagnóstico, certo?
Aí a gente vai paraa aplicação do diagnóstico. Que que é aplicação do diagnóstico? Link, certo? Passar paraas pessoas, distribuir para as pessoas o link. Aí sim o RH faz isso, certo? Para as pessoas responderem. Feito a aplicação do diagnóstico, todo mundo respondeu, né? E nós vamos buscar aí sempre 80%. Agora sim tem o meu relatório, certo? que o sistema emite. Só que agora Nós, isso é um trabalho interno nosso, fazer a análise do dos resultados e a elaboração da devolutiva paraa empresa, porque agora é a hora que a gente vai chegar lá como se fosse
com os exames e dizesse assim: "Olha, aqui tá teus exames, apareceu isso, isso, isso, isso, né? Bom, isso para isso resolver isso, isso, isso, você tem que fazer isso, isso, isso, queda de evolutiva, OK? E aí a devolutiva propriamente dita. OK, meus queridos? Esse é o passo a passo. Agora vamos falar sobre a conscientização dos colaboradores. Deixa eu só tirar aqui. Bom, a etapa de conscientização é o primeiro e mais estratégico passo do diagnóstico de riscos psicossociais. Não se trata apenas de informar que vai ter um diagnóstico, mas de alinhar entendimento, linguagem e percepção, tanto
para evitar distorções quanto para proteger a própria empresa. Gente, isso Aqui é argumento de venda pra empresa. E não é só o que eu quero dizer quando eu digo para vocês que é argumento de venda, né? Às vezes pode parecer que ah, é só para vender. Não é verdade. A empresa que fizer diagnóstico sem fazer um trabalho de conscientização, no meu interessante ponto de vista, tá dando um tiro no pé. Exatamente. Pelas distorções até conceituais que se tem. Entendem? Antes de aplicar o diagnóstico, nós Reunimos todos os colaboradores em grupos reduzidos. Máximo 20 para garantir
profundidade, engajamento, entendem? Não é uma palestra, não vou dar uma palestra para ele. Eu não vou só explicar sobre o diagnóstico, eu vou conscientizar ele sobre o que é NR1, o que são riscos psicossociais e qual é até, né, a contribuição deles na criação de ambiência. Então, ó, antes de abrigar o diagnóstico, reunimos todos os Colaboradores para uma conversa estruturada sobre o que são riscos psicossociais, o que não são riscos psicossociais e a responsabilidade de cada um no processo e da empresa também. Percebem? Este é o objetivo da conscientização, é trazer clareza sobre o que
que é risco, o que que não é risco e qual é o papel de cada um nisso tudo. A grande ideia aqui é trabalhar na conscientização Para que a pesquisa seja respondida da forma mais adequada possível. Gente, aqui vamos entender uma coisa. Nós não estamos aqui amenizando nada e nem querendo tapar sol com a peneira, certo? O que nós estamos querendo aqui é trazer consciência sobre o que é para não acontecer. Exatamente o exemplo que que a Édila deu ontem de que o cara faz 20 horas de academia, certo? Estora com a musculatura e aí
vem dizer que o problema é isso é um risco Psicossocial. OK? Então nós vamos trazer esta clareza. Ah, vamos conseguir trazer clareza 100% em 2 horas? Óbvio que não, certo? Mas com certeza eles vão sair muito mais conscientes e tendo a possibilidade de de responder a pesquisa da forma mais honesta possível. Conscientização tem este objetivo, que a pesquisa seja respondida da forma mais honesta e adequada possível, certo? Honesta é eu Dizer realmente o que eu percebo, adequada é eu entender o que que é e o que que não é. Fechou? E por que essa esse
essa etapa é essencial pra empresa? que argumento de venda pro empresário. Primeiro, evita distorção na resposta do diagnóstico. Empresa que fizer aplicação de diagnósticos sem conscientização das pessoas, ela tem um grande risco de ter um resultado distorcido por falta De clareza do que as coisas significam. de, por exemplo, eu considerar que o líder colocar meta, isto tá afetando. Eu considerar que ã eu sou chamada numa emergência, né, fora do meu horário de trabalho, que isso prejudica a minha vida pessoal, não. Isso é distorção. Se você é o responsável pela máquina e a máquina explodir às
4 da manhã, é você que vão chamar. Isso não tem nada a ver com risco. Entendem? Peguem, peguem isso aqui, porque é isso aqui que nós vamos explicar pro empresário. Muitos colaboradores têm conceitos equivocados sobre o que é assédio, sobrecarga, liderança tóxica. E isso gera dados imprecisos que podem comprometer o diagnóstico e expor a empresa injustamente. Segundo ponto, por que a gente tem que fazer a conscientização garante a qualidade técnica das Informações coletadas. Ao promover clareza conceitual, a organização assegura que todos os dados do diagnóstico sejam confiáveis, úteis e defensáveis, OK? Pelo menos o mais
próximo possível. Reduz riscos jurídicos e passivos trabalhistas. Ao documentar essa ação, como parte do programa de gerenciamento de riscos, né, a empresa demonstra que está agindo preventivamente para preservar a saúde dos colaboradores. Lembram? Nós já vamos ã usar a conscientização como uma ação já dentro da NA1. cria uma base de confiança e engajamento. Quando o colaborador entende o porquê do diagnóstico e se sente parte do processo, ele contribui com mais responsabilidade e menor resistência. Fortalece a segurança psicológica desde o início, a cultura, né, de segurança psicológica desde o início. Por quê, né? Porque a gente
tá trazendo as pessoas para participação. Essa etapa não é só preparação, ela já é intervenção. Peguem isso, por favor. E é uma intervenção estratégica que já vai lá pro pro PGR, certo? Nós já vamos gerar documentação sobre isso. Resumindo, a conscientização não é um extra e não é opcional, é uma blindagem, um investimento pequeno que evita interpretações equivocadas, ruídos Na comunicação e, principalmente protege a reputação, os dados e a estrutura da empresa. Aqui uma coisa que vocês têm que mostrar pra empresa é o seguinte. Você imagina eh você ir direto para um diagnóstico aonde o
grupo de colaboradores, né, tem distorções até conceituais do que significa cada um dos fatores. E aí com a partir dessa distorção conceitual ele avalia mega ruim a empresa. Se ele fizer uma avaliação ruim da Empresa, até muitas vezes por uma distorção, certo? O que que vai acontecer? você obrigatoriamente vai ter que ter plano de ação para tudo isso e aí o seu custo tripl. Fica claro? Vamos lá, antes de eu entrar nas orientações. Claro até aqui, meus queridos. Claro como água. Então, tá bom. Então vamos continuar aqui, depois eu abro novamente para vocês. Agora orientações.
Sim, nós precisamos eh o diagnóstico precisa ser disponibilizado para 100% dos colaboradores. Por isso, nós precisamos sensibilizar, consciendizar 100% os colaboradores também. quer dizer que 100% vai responder, quer dizer que 100% vai tá, né? Eh, nas na conscientização não, mas nós precisamos buscar aí no mínimo 80%. OK? O tempo, qual é o tempo que nós vamos Dizer pra empresa que o colaborador leva para responder esse questionário e por isso ela precisa disponibilizar esse tempo em torno de 30 minutos. questionário ele leva entre 20 a 30 minutos para ser respondido, OK? Antes da aplicação do diagnóstico,
deve ser feita a consciensação com 100% dos colaboradores, grupos de no máximo 20 pessoas, 2 horas por grupo. Pra responderem o questionário que será Disponibilizado após toda a empresa ter passado pela conscientização, exceto para o RH. Aqui deve responder antes aqui, ó. tava tapando. Qual é o prazo? Ó, fizemos toda a conscientização, certo? Fizemos a conscientização com todo mundo 100%. Fechou a conscientização, nós vamos liberar o link. Qual é o prazo que as pessoas vão ter para responder? Uma semana. E por isso vocês entendem que não dá para ser muito espaçado a fase de conscientização.
Qual é a única exceção? O RH. Pro RH nós vamos disponibilizar o link antes. Por quê? Porque o RH ele precisa responder como colaborador para todas as dúvidas que surgirem ele tirar conosco, porque quem vai dar esse suporte lá dentro da empresa quando tiver acontecendo é o RH. Claro, Empresas que têm RH, OK? O RH responde dois questionários, certo? Sendo que responde primeiro o do colaborador, porque ele também é um colaborador, para poder dar suporte para o grupo quando for aplicado. Aquilo que eu disse para vocês, né? O RH, então, receberá dois links, o da
pesquisa de colaborador, igual a todo mundo, e o link de RH, que é aquele ã que é aquele, deixa eu só arrumar uma coisa aqui só um Pouquinho, pessoal, o link de RH, que é o o link específico, certo? aquele do RH que a gente viu. Ã, aqui só um pouquinho, deixa eu só arrumar uma coisa aqui. Ah, não, tá certo. Achei que tava errado. Só um pouquinho. Aqui. Vamos lá. Então, ó, ã, só será aplicado no RH se pelo menos duas pessoas responderem, certo? Liana, O RH tem só uma pessoa nesta empresa. Então, ou
o empresário responde também, ou a gente não aplica no RH. Lembram? Vocês lembram que a pesquisa tem a visão dos colaboradores e a visão do RH? Nós só vamos aplicar a visão do RH se pelo tiver pelo menos duas pessoas que respondam. Por quê, gente? Para evitar a exposição desse RH. Lembram do questionário que aparece como o RH vê e como os colaboradores vêm? Não dá pra gente expor o RH neste formato se for apenas uma pessoa. Então, se tiver só um dentro da empresa, só um, uma pessoa que é do RH, a gente pode
dizer que ele e o empresário respondem. Se ou a gente avalia e nem disponibiliza pro RH. O que não dá é só uma pessoa do RH responder, certo? empresas pequenas onde só tem uma pessoa no RH, neste caso, RH empresário responde. No caso de não ter RH, ninguém responde A pesquisa como RH, OK? Tempo previsto para realização do diagnóstico. A empresa de até 300 colaboradores, no máximo um mês. Conscientização uma semana, certo? Conscientização uma semana. a fase, né, de conscientização, uma semana, aplicação, uma semana, que é para eles responderem o questionário, avaliação e devolutiva, que
é ã aqui é Vocês fazendo toda a análise e já marcando a devolutiva duas semanas, então um mês. em um mês tem que fechar o diagnóstico. Empresas super pequenas você consegue fechar o diagnóstico em duas semanas e meia, três, mas até 300 colaboradores, a você vai dizer pra empresa, em um mês nós precisamos cumprir todas essas etapas, OK? De 300 a 1000 colaboradores, seis semanas, duas semanas para conscientização, porque a gente vai ter aí bem mais grupos. Aplicação, mesma coisa, uma semana, avaliação e elaboração da devolutiva, duas semanas. Ã, e a devolutiva propriamente dita uma
semana. O que eu quero dizer com isso, né? Se nós temos aí uma empresa de 500.000 meu colaboradores, né? Você vai ter muito mais coisas para avaliar, Certo? Aí você tem duas semanas no máximo, internamente para fazer essa análise do diagnóstico e elaborar toda a sua devolutiva. E aí na outra semana é a devolutiva. Então seis semanas, OK? Então, um mês e meio acima de 1000 colaboradores, 7 semanas, porque aí você vai ter que aumentar eh o tempo para conscientização. E acima eh de 1000 colaboradores, a Sugestão é que sim você tenha parceiros para fazer
esse trabalho, OK? Conscientização três semanas, aplicação uma semana, avaliação e elaboração da devolutiva, processo interno de vocês, duas semanas e a devolutiva na última semana. OK? Muito bem. Então agora deixa eu voltar aqui com vocês. Vai lá, Amanda. Pode abrir. Meu microfone tá fechado. Abriu. Então, eh, no caso de eu conseguir uma reunião com vários empresários, né, num grupo de empresários, eh, eu já o que que é mais interessante na sua percepção? levar já o mapeamento de risco ou fazer a captação, que na verdade eu já considero que eles já estão captados, né, que já
são eh se eles já tão se você já é alguém, né, que já tá aí imobilizado, que você já conseguiu marcar uma reunião com ele, você faz a estratégia lá do mapeamento Da reunião estratégica de vendas. Acho que você não conseguiu olhar ainda. Você vai para uma reunião com ele já para mapear com ele os riscos e na sequência já vendeu o diagnóstico. >> Ah, pera aí. Mapeamento de riscos é pontuar quais são os riscos genéricos da empresa? Já é individualmente pra empresa. >> É que assim Amanda, nós temos isso faz parte da estratégia, certo?
Quando a gente diz Reunião estratégica de vendas, você vai para uma reunião com o empresário, você tem uma ferramenta, certo? Não é a ferramenta de diagnóstico essa via, né? tá lá na palestra, eh, porque ele é pós-palestra, é sobre a reunião estratégica, tá lá no Nutr, você vai aplicar esta ferramenta no empresário. Então, você é como se você fizesse o diagnóstico de riscos na visão do empresário e no final você consegue mostrar para ele o que que na visão Dele, como é que a empresa tá e aí a importância de agora dar o próximo passo,
que é o diagnóstico. Você vai entender quando você conseguir olhar lá a parte da reunião estratégica de Vas. Tá, eu não não daria, por exemplo, tá com 10 empresários e fazer como uma dinâmica esse esse o o relatório e ali conversar sobre isso. >> Eu não faria, porque eles não vão se expor entre eles, eles não vão trazer de Forma real. E até porque eh você precisa fazer questionamentos. Eles não vão falar se eles estiverem num grupo de empresários, porque que a gente sabe que empresário tem ego elevado. Cada um vai querer dizer que a
sua empresa tá OK. Eles não vão >> Não concordo. Eu pensei nisso porque já é um grupo de exposição de problema esse esse grupo de empresários. Mas o buraco pode ser mais. O que eu te sugiro é que você, entre aspas, leve a palestra com Discussão e na sequência, então, já venda o diagnóstico, certo? A palestra já tem essa, já também expõe o certo nível de mapeamento de risco. Na palestra não, na palestra não, mas você tem a ferramenta e você pode olhar se você consegue adaptar. Eu não sugiro fazer em grupo, você pode trazer
e lançar as perguntas para eles em grupo, certo? Mas eles não vão responder e tu não vai conseguir dar o aprofundamento, que é o que realmente conscientiza. Porque, por exemplo, se tu perguntar assim, ó, você trazer lá o conceito de assédio, certo? E dizer para ele, você tem ações nesse sentido, a maioria é capaz de dizer que tem. >> Só que assim, na cabeça dele, ele tem. Só quando você pergunta, porque essa ferramenta é desse jeito, você diz: "OK, então me fala quais são as ações". >> Olha lá, qualquer dúvida depois traz pro grupo. Eu
não acho que funciona em grupo. >> É, talvez até bom falar assim: "É, isso não é, a gente pode conversar depois >> sim, tu pode levar isso pro grupo. Super! >> Verdade. É, >> tá bom, >> tá bom. Obrigada. Vai lá, Paulo. >> Eh, Liana, eu fiquei com uma dúvida quando você eh apontou sobre a questão do das pessoas dos respondentes do RH para o questionário do RH. Então, eu Tenho duas perguntas para você. Quantas pessoas do RH, vamos dizer, uma equipe de um time de RH que tenha cinco pessoas no time, quantos responde esse
questionário? Considerando que você tá pensando na exposição do RH? E se tem alguém específico que eu devo buscar, um gerente, um analista, quem responde essa esse esse esse questionário de do R? >> Todos do RH. Todos. >> Ah, todos do RH vão responder. >> Todos do RH respondem. >> Ah, tá. Para exatamente para não saber quem falou o que, né? >> Inclusive estagiário. >> OK. >> Por quê? Porque a gente quer pegar a visão do RH, >> tá? E a partir de dois, né? a partir de dois, menos de dois a gente não aplica. >>
Fechado. Então não só o gerente vai ser o gerente, o analista, o estagiário, >> todo mundo Comum. Tá beleza? Fechado. >> Todo mundo que é do RH vai responder o do RH. OK, Fernando, >> é o seguinte, eu já entendi, se tiver uma pessoa só do RH, convida também o dono lá para ou os donos, os sócios para responder. O E normalmente os sócios, o os donos respondem o diagnóstico que é mandado para todos. >> Não, não. >> Ah, >> boa tua pergunta. Não, dono não responde o questionário. >> Só responderá se fizer uma parceria
com o RH, nesse caso. Porque daí isso, eu de verdade, a gente colocou essa opção para vocês, certo? Mas eu de verdade >> ã eu nem acho que vocês têm que envolver o empresário nesse diagnóstico. >> Concordo. Até porque ele já deu a percepção dele lá numa na reunião de estratégica, né? Isso não. E do RH, Paulo, do RH. Eh, porque a geralmente o empresário eh assim, ó, eh, não, não, não vai fazer diferença, na verdade, não vai, é só uma opção, certo? Caso, ai, não, mas eu quero que o RH responda. Então, você também
vai ter que responder, porque nós precisamos no mínimo dois. Por quê? Porque o diagnóstico que o RH faz, certo? a gente consegue olhar as respostas, certo? Só nós, só nós conseguimos, certo? E nós jamais vamos disponibilizar Isso pra empresa. Mas quando só um do RH responde, que que vai vir no relatório? A resposta daquela criatura. Então é identificado direto que foi ela. E aí vocês vão concordar comigo que ninguém s consciência, certo? Nas suas propriedades saudáveis, mentais. Se eu sou a pessoa do RH e eu tô fazendo uma avaliação sobre as práticas que não deixa
de ser isso, né? Eu eu eu vou eu não vou dizer que tá Tudo uma N. Olha, acho que então se tiver um só no RH, vai no vai no Ah, não, vai pro bolo do do É isso que eu ia falar do total. >> É porque vai expor a pessoa do RH, né, Aliana? >> Mas esta é a regra. Um não faz. Se tem só um não faz. Esta é a regra da metodologia. >> Mas se o dono quiser, por exemplo, vai fazí misturar. Não, mas daí misturou as duas pergunt as duas perguntas, as
duas. Não vai saber o que ele respondeu. Aí quando receber do RH vai expor essa pessoa da RH. Essa é minha dúvida. Tu vai é que daí tu vai ter a média, né? Aí tu vai ter a média. E ó, empresário é só para aqueles casos, sabe? Aquela empresa que o empresário quer porque quer porque quer porque quer que o RH que vocês vão apresentar >> né? Ó, que vocês vão apresentar pro empresário quando vocês estiverem vendendo o relatório, porque o relatório Vende. E alguns vão dizer: "Não, mas eu quero aqui do RH". E aí
só tem um no RH. E aí você vai dizer para ele: "De cara que é não, quando é só uma pessoa a gente não tem. Mas se for só uma a gente nem comentar que tem esse relatório que ele vai olhar o relatório, Fernando, ele vai que você disponibiliza o relatório lá tem a visão do colaborador da empresa. Uma alternativa é aí você pega um relatório aonde não tem a visão do RH. >> É. E só que muitas vezes, Fernando, quando você manda, entrega o relatório como estratégia de vendas para ele conhecer, você ainda não
sabe quantos tem no RH, entendeu? Mas tá tudo certo. E aí a fala é essa, é regra quando tem ai, mas ó, eu tenho só um no RH, então a gente não vai aplicar no RH. Ah, mas eu quero. E aí a gente vai explicar. Olha, não tem como, certo? H, e outra, o que nos interessa de verdade, que, gente, de verdade, em Termos de norma, o que nos interessa é a visão da equipe. Não nos interessa a visão do RH em termos de norma. Por que que nós incluímos isso na nossa ferramenta? >> É,
por quê? Porque nós queremos ter eh olhar e entender se o que o RH diz que faz de verdade chega até a ponta, porque às vezes, isso é muito comum, o RH na cabeça dele e ele faz mesmo, ele faz, certo? Ele implementa 500 coisas, só que Não chega até as pessoas. Então, se tu conversa com ele, ele te diz 500 coisas, ele te prova por sinal, certo? Ah, a gente fez isso, a gente fez aquilo, a gente faz isso. Só que quando tu vai conversar lá com o nível operacional, os caras nem tão sabendo
de nada aquilo que se perdeu ao longo do caminho. E aí, Fernando, é para poder mostrar para ele que aquilo que ele imagina não chegou lá Embaixo. Ou sim, olha, isso que você faz realmente é percebido lá. é para mostrar muito mais a gente entender e poder mostrar pra empresa o quanto também aquelas coisas que são feitas realmente chegam. Eu teve uma vez que eu fui fazer um trabalho numa empresa, gente, essa empresa ela tinha tudo do bom e do melhor em termos de ferramentas, Programas, tudo que era top do mercado, ela tinha. Segundo a
fala do RH, na prática nada daquilo funcionava. Percebem? Só que se eu não consigo fazer essa comparação, até e outra, Fernando, por que que a gente trouxe também a visão do RH? Porque é mais ou menos que nem o empresário. Eu olho e digo assim: "Não, aqui a gente faz programas de eh combate a assédio. Não, aqui sim a gente combate o assédio Quando ele tem que responder como, porque tem uma pergunta que é subjetiva, que é como é que você faz isso?" ele se dá conta que não, que ele não tem ações efetivas de
verdade. A aquele questionário do RH é para o RH um grande diagnóstico das práticas dele, porque ele precisa dizer como ele faz aquilo. E aí é a hora que ele se dá conta que tem coisas que não, aquilo não tem um Processo, aquilo não tá sistematizado, ele fala, falar não gera mudança. Então foram vários motivos, Fernando, que nos levaram a gente realmente ter esse olhar sistêmico, né? poder realmente ter esse e ser contribuição. Eliano, essa pressão também do do empresário pra gente para exigir que faça do RH não vai acontecer, porque se a gente entrar
na empresa e perceber que só tem um no RH, não precisa nem falar Que existe esse questionário pro RH, então ele não vai nem saber para pressionar. >> É que pode acontecer da gente já ter enviado, já ter disponibilizado como estratégia de vendas do modelo, mas daí é assim, ó, gente, não tem coisa melhor que assim, ó. O sistema não permite. Sistema é que nem no feedback do disc. É no mínimo três menos V3 não gera relatório. Então não é o sistema não permite. Simples assim. OK. Vai lá na Crisana. OK. Tá certo. Já tá
entendido que essa é a regra. tem uma pessoa, um funcionário que trabalha dentro do RH, não tem, o sistema não permite. Agora eu vou te perguntar o seguinte, se eu colocar uma pessoa, o sistema não vai fazer igualzinho a questão do departamento que joga todo num geralzão. Ela vai ter o do RH. >> É porque são links diferentes, >> tá? Por que que eu tô te perguntando? >> Tem como jogar isso, >> tá? Porque tem uma empresa que eu tô fazendo esse trabalho com eles e a pessoa do RH que vai responder, ela precisa responder
isso porque ela ela é aquela que faz tudo. Eu faço, eu aconteço. Ela é não é sócia, ela é diretora, porém ela é esposa do dono. Então não tem problema ela responder e e vir à tona, porque a o o relatório pro executivo, né, pro dono e para ela, vai Ficar claro ali. Então eu acho que é uma estratégia boa colocar >> o cheque mate ali. >> Eu só digo que OK porque é a mulher do dono. >> É a mulher do >> se não fosse a mulher do forma alguma. >> É uma funcionária, esquece
assim, uma funcionária que eu digo uma pessoa contratada e não ela é também, mas enfim, >> entendeu? Pode ser o que for. Eu só Mas Eu não, eu Ana eu não acho que é uma boa estratégia. Mesmo assim eu não acho que é uma boa estratégia. Eu vou te dizer por quê. Ela é, ela pode entrar numa resistência pela exposição, porque uma coisa é a gente conversar sobre, outra coisa é ter um relatório que tá mostrando que eu dou nota 10 e o grupo da nota zero. E eu acho que assim, é importante para ela
porque ela ela e ela eles são muito milps, entendeu? E ela precisa ter um um Choque de realidade, porque eu eu ela ali eu acho que é uma coisa complicada. E como o relatório vai ficar só com ela, não vai ficar com mais ninguém. >> Ó, mas deixando bem claro que neste caso é única, é permitido porque pelo único exclusivo motivo dela ser a mulher do dono. >> É a mulher do, >> certo? Ela ser esposa. Sim. Solamente. Se fosse qualquer outro caso, a resposta seria não. Tá, >> mas eu particularmente ainda questiono se vale
a pena. Mas ok, tu pode fazer sem problema algum. >> Ana, eu levantei a mão aqui que eu queria comentar. Vamos ver >> essa questão. É só para Será que o fato dela ver o o a resposta dos colaboradores já não é uma uma resposta para ela? Não, porque ela já tem o que ela acha na cabeça, então ela não precisa colocar ali de novo. >> Exatamente. >> Ela vai ver o que os outros falam. Isso já vai ser. E aí talvez é uma conversa com ela. Na conversa com ela que vai ser mais interessante
você fazer essa esse confronto, porque ela vai tentar justificar. E aí a gente faz isso, >> porque na verdade quando se apresentar, ela vai começar assim: "Ah, mas eu faço isso? Pois é, mas será que dessa forma que tá sendo feita é a melhor?" Aí você Vai ter argumentos inclusive para mostrar para ela o que o trabalho que ela tá achando que tá sendo feito não é o necessário, né? É aquele negócio, não é que não exista ação, mas não existe ação, até pode, ela pode tá fazendo alguma coisa, mas não existe ação certa. E
fazer ação errada também não resolve, não. >> É porque assim, É, ela ela não é de RH, >> ela não tem especialização de RH. E tudo que a gente sinaliza de RH, que olha, a Gente precisa fazer questão de cargos assim, a gente precisa fazer isso, ela sempre vai muito contra. Então eu acho que quando ela responder aquele questionário, ela vai gerar uma uma reflexão nela, sabe? Aí o exercício do questionário é uma reflexão. >> Ana, eu concordo em gênero noal com que a trouxe. O que você precisa avaliar é principalmente qual é o seu
objetivo, por que é que você quer que ela responda? Por este último motivo que tu deu. Este é o único que me leva a pensar que é interessante ela responder, que é ela se dar conta quando ela tem que escrever como eu faço, que eu não sei como faz isto >> para parar de resistir. Este é o único argumento de todos que tu trouxe. >> Sim. >> Te leva a dizer assim, ó. Talvez. Então, tu tem que tu tem que pensar é muito sobre qual é o teu objetivo, porque se Ela se conta de que
aquilo não existe, que o que ela fala, certo? o que ela fala não acontece, não precisa ela responder. Neste caso, inclusive, ela vai se armar mais para conversa contigo. Mas se o teu objetivo é ela se dar conta de que ela não sabe como fazer, aí eu acho que vale a pena. Então eu achei o seguinte, ao invés de eu mostrar para ela o que tá dando errado, ela tomar essa consciência, porque, por exemplo, uma das isso, que ela já tem Pelo diagnóstico das pessoas, não é pelo que ela vai escrever. >> Porque assim, ela,
para você ter uma ideia, a primeira ação que ela disse que já estava fazendo em relação a NR1 foi contratar de impé pro pessoal. Tá, mas tu entende, Ana, assim, ó, >> então assim, ela não tem visão, ela não tem entendimento ali, quando ela tiver que responder o que realmente tá sendo feito, eu acho que ela vai ter uma um aprendizado ali, um amadurecimento ali. Esse esse era minha meu objetivo >> nesse sentido, eu acho que é OK, certo? Se tu quer que ela reflita e se dê conta assim, ó. Nossa, eu nem sei como
é que faz isso. Nossa, precisa aqui, né, no assédio. Que ações é essas que tem que ser feita? Se é isso que tu quer, eu acho que vale a pena. Todos os outros argumentos, eu não acho que vale a pena, pelo contrário, eu acho que desperta nela mais resistência. Fechou? Joana e ela não vai ser a única que fala que o pés tá resolvendo, não, tá? Você tem várias ou isso diretor isso que eu tô falando plataforma. a aquilo que a que a Liana falou, né, que a gente mudou inclusive de sensibilização para conscientização, é
porque o entendimento das pessoas, quando se fala ainda em riscos psicossociais, ele continua centrado na pessoa e não no ambiente, Porque tá falando de saúde mental, então fazer, né, proporcionar o de pés para que a pessoa tenha academia é o entendimento das pessoas. Então é algo precisa eh ampliar aí. Aí deixa só eu explicar uma coisa aqui que o Gasp perguntou, Gaspareto. Eh quando eu falei eh que ela vai ver, as pessoas vão pegar o resultado. Então eu tenho, eu não preciso de ter as minhas respostas. Gaspareto, foi isso que eu falei. Ela vai, quando
a Ana mostrar o que as Pessoas responderam, né, os o o geral, ela vai perceber o que foi respondido. Eu não falei que que ela vai ver o de cada pessoa, não. É isso que eu quis falar. O geral, resultado geral mostra o que as pessoas >> viram. Perfeito. Ninguém tem acesso à respostas dos colaboradores, ninguém, nem nós. >> Então, e aí nesse caso, ela respondendo como RH ou não, enfim, ela responde como colaboradora, porque ela é CLT, CLT da Empresa. É colaboradora. >> É, a liderança são são três líderes, três gestores lá dentro. Eles
também são sócios, só que eles são eh sócios minoritários e eles ficam muito fora da da das estratégias da empresa, porque o marido dela que que é o CEO que define, que decide, que toma as decisões, os outros estão muito operacionais, inclusive eu tô mudando esse comportamento deles. Eles também Respondem, >> Ana, eles são sócios aquela sociedade que é assim. Eu tornei os caras sócios porque eu não quero que eles vão embora, que eles fiquem aqui comigo. Mas de verdade são sócios. >> Hã, >> são sócios. Não, eles são sócio. Inclusive um deles é irmão
do do sócio mais. >> Quando eles criaram a empresa, eles são sócio, então eles não respondem. >> Eles não respondem mesmo como líderes, tá? E aí tem uma funcionária lá, >> não, porque a, ó, só um pouquinho, deixa eu explicar porque que eles não respondem. >> Porque eles são donos, certo? Eles são donos e eles podem ser omissos, mas a princípio sócio, todo mundo tem caneta. É diferente da diretora, entendeu, que é a mulher do cara. Então não, ele esses três sócios não têm Caneta, sabe? Eles têm uma cultura lá que que o sócio majoritário
e tanto que eu falo para ele assim, você eh trabalhou seus sócios para que eles não fossem seus sócios. Eles não têm voz lá dentro nenhuma, né? Eles não aí tu precisa avaliar. A princípio é o seguinte. Eu te perguntei se são sócios, se é verdade, >> é, não são tipo assim, funcionário com sociedade para não. Eles são sócios. Parece, mas não me parece que eles são Sócio de verdade. Se tu forte lá quando se formasse a sociedade era outro esquema. Desde lá o dono era só um. Os outros eh não tinham esta este lugar.
Aí tu tem que avaliar se eles realmente sei que três dois eu sei que vão responder de forma muito honesta, porque eles estão muito preocupados. Eles >> Mas aí Ana, o que interessa é o seguinte, >> você tem que ver >> ã essa história. Então quando é um sócio, a princípio o sócio não responde porque ele é o dom da empresa. >> Sim. Ah, mas nesse caso os caras não são. E aí tu precisa avaliar que talvez eles tenham que responder, mas é uma avaliação que você precisa fazer, certo? Ã, porque é isso, é só
se tem uma história, porque uma coisa é assim, ó. Ah, os caras eles não assumiram esse lugar por dificuldades deles. Não interessa, eles não respondem porque Eles são sócios. Ah, car nunca pegaram a caneta. Nunca pegaram a caneta. Por quê? Porque realmente são fracos. que nunca conseguiram pegar esta caneta e bancar o cara, o majoritário, ou porque lá atrás, quando isso foi fundado, certo? Era meio que assim, eles entram porque a gente precisa desse conhecimento, mas sempre ficou claro que o dono era um. Se sempre ficou claro que o dono era um, entre aspas, né?
Aí os caras respondem, entendeu? Porque aí Eles se comportam e se colocam no lugar de colaborador e não dece. >> É, são bem assim. E aí eu quero perguntar o seguinte, tem uma funcionária lá que ela tem dois papéis. Ela faz todo um trabalho dentro do administrativo financeiro, que é parte de cobrança, boleto, pagamentos, tralalá. E ela faz um trabalho também dentro da área comercial. que é renovações de de licenciamentos lá de de softwares. >> Ela vai colocar, >> ela se eu colocar ela no administrativo, só tem ela no administrativo. >> Então ela vai entrar
no outro ponto >> comercial, >> até porque nem é possível ela ficar num que é só um, porque ela vai ir pro geral, então já instrui que ela entra no comercial. Perfeito. E a minha última pergunta é, você disse que tem três modelos workshop de conscientização dos colaborador ver Hoje, nós vamos ver no próximo porque hoje nosso tempo já foi. >> Tá bom? Então é só isso [risadas] >> que era para nós ter visto os tr certo nós temos já foi nossa próxima aula. Eu nem lembro sobre o que que era, mas aí é a
entrega dos workshops para vocês. Tá bom. Muito obrigada. >> Vai lá. Liana, eh, só fiquei na dúvida desses dois links pro RH. Eh, o RH ele que vai Enviar os links para os colaboradores e não nós, né? >> Nós vamos nós vamos criar o link e enviar pro RH, pro RH distribuir >> de todos. A gente cria de todos e aí eles distribuem. >> De todos, é um link genérico. >> Ah, tá. O link para colaboradores é um link genérico. A gente cria apenas um link paraa empresa e todo mundo recebe o mesmo link. Ah,
aí eles mesmo, cada colaborador coloca o seu nome específico E que a gente nem vai ter acesso. Que ele vai isso como a gente viu que respondeu, né? >> O do RH é o único que a gente cadastra, nome e e-mail. >> Ah, isso que eu tava na dúvida. Então, por isso são dois, por exemplo, a Ana Crisã é do RH, ela vai receber o link específico dela. A Amanda é do RH, ela vai receber o link específico dela, >> certo? >> São links diferentes daí. OK. >> Certo. Isso só no caso específico do RH
mesmo. Então, >> só no caso específico do RH. Isso aí, >> tá? E daí se no caso tiver só uma pessoa da RH que não caracteriza equipe, não vai responder. >> Só vai ter o link de que ele responde que é o link de todo mundo. >> De todo mundo. Aí responde ali. >> Isso. >> Tá ótimo. Só isso mesmo. Obrigada, Liana. >> William. >> Oi. Eliana, tá ouvindo? >> Tô. >> Desculpa, mas tô te ouvindo. >> Tá. Não tô podendo abrir a câmera, viu? Eu não sei se eu se eu peguei aqui cortado, Liana,
só para tirar uma dúvida. Eu vi que naquela parte de daquele trabalho de 2 horas de sensibilização com os colaboradores, eh, vai respeitar aquela nossa metodologia vivencial. É isso, né? >> Sim, sim. >> Tá. E aí, nesse caso, como faz com alguns níveis hierárquicos? Porque vai ter o dos líderes e, vamos supor, tem ali vendas, diretor, como é que faz essa parte dos outros? >> Aí, aí não vai ter problema. Ó, boa tua pergunta. Paraa conscientização, a única divisão que a gente faz é colaboradores e liderança. >> Perfeito. >> Ah, eu posso colocar o diretor
junto com O gerente, com o colaborador neste caso. Sim. >> Tá. Somente nesse caso, né? somente neste caso, >> porque na verdade e como ele é uma conscientização, as pessoas elas até eh a gente fazem da metodologia vivencial, mas não expõe, vai de boa. >> Tá bom. Então, Liana, era só essa dúvida. >> É só duas horas, não dá tempo. Não dá Tempo. >> Perfeito, Liana. Obrigado, viu? Ficou sensacional o material ficou tudo muito bom. >> Maravilha. Ok, meus queridos. Mais alguma pergunta? Manda ou esqueceu como levantar? Não tem. Eh, não sei também se já
foi dito aí o uso da da dessa plataforma, né? Eu creio que seja uma plataforma pros questionários. Eh, se for, se todo mundo resolver mandar, eh, precisar usar e Entrar, sei lá, né, ao mesmo tempo, é bastante acesso, né, 1000, mais de 1000. a plataforma da conta igual eh vai tranquilo >> e tudo a gente recebe direto no nosso a gente cadastra no e-mail, então todos os relatórios dessa empresa a gente recebe no nosso e-mail, não seja lá para onde a gente for eh jogar. >> Isso, a empresa não recebe nada. >> E aí o
acesso eh como é que funciona isso? A gente passa a ter acesso ou é só Durante o curso, depois paga? Tá boa. Deixa, deixa eu vou vou aproveitar esses nossos minutos finais para eu trazer essas clarezas. Bom, eu vou falar sobre isso quando a gente for falar do sistema, mas vocês, quando você entra na formação, você tem acesso ao sistema, a formação e ao sistema por um ano. Daqui um ano, você escolhe se você quer renovar a formação e o sistema, só para te dar uma ideia, né? E aí você renova por mais um ano,
continua tendo Mentorias, acompanhamento, tudo certo? da renovação da direito a isso. Eh, hoje, só para gente ter uma ideia, por exemplo, eh, o a o nosso outro sistema, né, que é onde vai esse vai tá dentro também, que é o sistema do Master Analista, hoje a inovação e ela é anual, anual, certo? Hoje ela tá a 662, então daqui um ano você, se você quiser permanecer com o sistema, com a formação, com tudo, você faz a renovação do sistema. Só precisa dar um parâmetro De valores que hoje é 662, a renovação anual >> que vem
com a a com o acompanhamento de vocês. É isso? Então a gente continua pertencendo ao grupo >> e aí a gente segue >> continua pertencendo ao grupo no pelo próximo ano. Tem mentorias mensais, tem o grupo é aberto para tirar dúvidas. Sim, exatamente. OK. >> Tá. Eu quero te trazer uma clareza que eu acho que para que, principalmente Para quem é novo aqui, quem já é velho de casa já sabe disso, certo? é que é novo de casa e não sabe ainda. O sistema que nós utilizamos que eh vai ser o da1, que é o
sistema da formação de master analista comportamental, onde a gente tem os cinco assessments, né, os seis assessments, na verdade, este não é um sistema único e exclusivo nosso do ILG, certo? Tem uma empresa que desenvolve esse sistema, certo? Por exemplo, os assessments que nós Temos dentro da formação de master analista comportamental, outras empresas têm aquele sistema também, aqueles acessos. Qual é a diferença? A formação, certo? E como é utilizado aí é próprio de cada instituto, certo? é próprio de cada instituto. Por exemplo, eu tenho alunos no Master Analista que tinham feito, tinham o sistema porque
tinham feito a formação com outro instituto e vieram paraa nossa formação. Por quê? Não é pela ferramenta, porque a ferramenta é a mesma, mas o como a gente utiliza a ferramenta é completamente diferente. NR1, que que aconteceu, né? Eu eu sou parceira, eu tenho esse sistema, né? ele ele o ELG tem esse sistema desta empresa parceira, né? E a gente já é parceiro há muito tempo, a gente trabalha muito bem juntos. Eh, e quando veio a NR1 e eu quis ter o sistema, eu chamei eles e disse: "Vamos criar o Sistema". Só que para criar
um sistema como esse, gente, é uma equipe. E para sustentar, foi o que a Amanda trouxe, para sustentar o sistema como do FAC, como da NR1, certo? É toda uma equipe técnica e muito técnica, né, para sustentar. Por isso que tem a manutenção, porque é uma equipe muito cara, né? Quando a gente quis ter o sistema, eu chamei esse meu parceiro de espelho, vão criar, Vão fazer. E ele me disse, tá de prova aí que não me deixa mentir, né? Ele disse assim para mim, Liana, vários owners, que é como eles chamam, né, já me
cantaram para ter esse sistema, pra gente ter. E eu e eu nunca quis ter, né? Mas com você eu quero. Vocês nos ajudam criar a base técnica. E aí eu e a entramos com toda a base técnica e ele com a construção tecnológica, só que claro, a empresa dele é de construção tecnológica. Então Esse sistema que vocês vão receber, outra outros institutos terão também, certo? a ferramenta. Só que eu garanto para vocês que nenhum terá para o processo como nós fazemos >> aí. O processo é é a leitura e a apresentação do relatório e fora,
claro, a o acompanhamento. >> É isso, é toda essa visão de negócio, entendeu? É toda essa construção. O que que o que que o parceiro me entrega? A ferramenta Só a ferramenta vai até o relatório. >> Até o relatório. A emissão do relatório. Isso. A emissão do relatório. Sim. >> E a base da das perguntas e tudo mais. É porque não eh não sei se já tá disponível ou não. Eh, tem a ver com de Copenhagen. Tem a ver com vários. A construção, >> a construção, quem fez a construção técnica desta ferramenta específica fui eu
e a Ed. Nós duas é que fizemos a Construção técnica da ferramenta, certo? E ele, claro, operacionalizou essa ferramenta em termos de sistema para poder trazer, né, tudo que a gente tem, >> tá? Eu tô perguntando por duas razões, uma eu converso com você, a outra eh em termos de de validação, né, do governo, eh, de chegar na empresa, porque o o um dos grandes valores, vamos dizer, né, pro empresário que entre aspas ou não, entre aspas tá nem aí, que é só tá na, né, tá só tá é eh conforme. É, o que ele
vai perguntar é é e eh e da onde é que eu eu entendo que esse relatório, né, à medida que vem aqui uma auditoria ou ou amanhã eu preciso dos dados para me defender, por que esse é validado e aceito, né? >> Responda >> a Amanda abrindo meu microfone aqui. >> Amanda, eu acho que ainda não te conhece. que a Édila é a minha parceira nesta formação e é a grande especialista na norma. >> E tá prazer. >> Então, sempre que for perguntar técnica, é a norma que vai >> sobre a norma Éla que responde.
Na verdade, a norma ela não fala em uma ferramenta, são existem várias ferramentas que são citadas. Que que nós fizemos? E a gente eh tem toda uma base, né? Essas ferramentas tem toda uma base do estudo da psicodinâmica do trabalho e do próprio adoecimento que vem sendo estudado aí pela OIT, pelo pela questão Da OMS. E nós pegamos as ferramentas, trabalhamos com as três, né, áreas, probabilidade, ah, severidade, né, e a questão do risco para trabalhar, para que essas perguntas chegassem a um relatório que passasse pelas mesmas questões. Elas estão, elas só não t as
mesmas frases das da das ferramentas anteriores, os relatórios que são em papel, mas elas têm a mesma base disso. Então, ela está sim validada, porque na verdade hoje a A norma ela não fala nenhuma, é esta ferramenta, até porque a gente não tem isso no mercado, entendeu? O governo nunca trouxe uma ferramenta e nem vai trazer, certo? Tem referenciais que avaliam que são essas outras todas e todas elas estão dentro da nossa. Quando nós criamos, né, foi estudado todas essas, a Éa já era uma especialista, foi estudado todas essas. O que que a norma traz,
né? ela traz alguns requisitos do tipo eh confidencialidade. Então, tudo Que a norma exige, o nosso sistema contempla, certo? Então, é um sistema que você vai conseguir mostrar, a empresa vai poder mostrar o relatório e como ele foi produzido, né, o diagnóstico. E isso, sem dúvida alguma, estará de acordo com a NR1. E uma outra coisa, a grande maioria das ferramentas de mercado não é via. >> Mas o armazenamento de dados é com vocês ou fica com a gente? >> O o armazenamento de dados em que sentido disso? >> Todos os os os question os
questionários, os resultados relatórios na plataforma com a gente é de vocês com >> ela fica na plataforma. Não, o relatório. >> Então, amanhã eh, a gente faz, sei lá, 5 anos juntas. Aí amanhã eu quero eh migrar ou ter a minha, seja lá o que for. Aí os dados vem comigo ou fica com vocês? >> Não vai contigo. Você precisa baixar tudo isso. Por isso que a renovação só você tem acesso aos seus clientes, a sua, ao seu sistema é >> a login, né? Oi. >> Pelo login ou porque realmente vem e eu armazeno. >>
É teu, é tu? É. Tá tudo na tua base. >> Tá tudo na tua base. Login. >> Uhum. >> Então, a princípio fica na plataforma de Vocês. >> Sim. Até porque tem todo o gerenciamento, tem toda a questão da LGP, tem tudo isso, né, que precisa ser sustentado. >> Sim. >> Como é que funciona? você, >> só comentar aí uma coisa, a própria plataforma ela precisa de ter isso porque ela tem a questão da LGBT, né? A questão do da preservação dos dados. Então ela é responsável por isso. >> Isso. >> Ah, quem responde é
a plataforma que a gente usa >> pela questão da confidencialidade, tudo isso, né? da não exposição de dados. É tudo a plataforma. >> Mas a migração de dados é automática. A medida que a gente quer migrar para uma sistema ou não quer mais fazer, só quer levar os dados, é simples. >> Não, você não consegue fazer isso. >> Ah, fica sempre na plataforma de vocês. >> Sempre. Por exemplo, assim, ó, ano que vem você escolhe renovar o sistema, você perde o acesso. O que que você vai ter acesso? Ah, eu quero. Então você precisa imprimir
que você perde o acesso, certo? Isso é de todos os nossos sistemas. O que que garante que você tenha o acesso continuado, né, com todas as suas informações e tudo é a manutenção do sistema, né? São as renovações. Aliana, e quando, por exemplo, assim, ah, o ano que vem eu escolho, eu não quero Renovar, alguém vai ter acesso a tudo isso? Jamais. >> Jamais. Certo? Mas você deixa de ter acesso, entende? Aí eu consigo migrar isto, eu quero agora eu escolhi eh ir para outro até assim, ó, outro instituto que tenha, né, o mesmo sistema,
eu consigo migrar, não, porque daí isto é do teu vínculo com o LG. Entendi. Edil, >> já tá estulado se a certificação é o Governo é que vai fazer ou podem haver, por exemplo, a gente pode se tornar uma certificadora do do processo. Não vai ter isso. >> Não vai ter certificação, >> não. O que vai ter, né, mas a gente pode depois também aprofundar, né, na nossa próxima. O que tem é o certificado da empresa, né? E aí sim é pelo governo, mas não tem certificação. O que que a empresa, o que que a
norma exige? Que quem trabalha com a NI tem a capacitação E qualificação. Por isso, a nossa formação é reconhecida pelo MEC. Então vocês têm o certificado que vocês estão capacitados a lidar, né, a trabalhar com os fatores de riscos psicossociais pelo MEC. Isso se dá depois de um ano, depois de se meses ou antes? >> Não, isso se dá a partir do momento que a gente fizer todas as entregas para vocês. Então, daqui um mês, todas as entregas já aconteceram, que a única que Tava faltando era a do a o sistema >> sistema. Aí vocês
vão ter um trabalho para fazer, porque toda a certificação do MEC requer isto. Vocês aprovados é só solicitar a certificação. Então aí quem quiser daqui um mês, dois meses, já consegue ter a sua, já consegue ter a certificação do BEC. >> Então não vai haver selo, né? A empresa não vai ser selada ou pelo governo ou por certificadoras. >> Tem uma que foi isso que eu coloquei. Quer explicar, Éla? que a da a o selo da empresa, >> não, o selo da empresa é do governo, né? >> Sim, mas explica isso que eu falei. Explica,
por favor. >> O governo ele tem eh ele já colocou, né, que ah, vai ter um selo, as empresas terão selos. para isso, isso já tem uma lei e esse ano, eh, a gente tem o estudo de quais serão os critérios para a obtenção desse selo e que já tá marcado é que ele vai ser renovado e que a Empresa pode perder. Não quer dizer porque ela ganhou um ano que que automaticamente ela continua com isso. O resto da vida não. Ela a empresa tem de que ela fez isso. Agora, pelo que eu entendi, você
tá perguntando se eh a é pela empresa ou você tá perguntando de você é diferente. Aqui no ILG, por exemplo, a gente tem a formação do fato. Vamos pegar a mais parecida, que é a formação do fato, da análise comportamental. a gente a gente se torna Esse analista, a gente eh aplica todas, nós temos a plataforma, a gente aplica, né, todos os eh os acessos, mas a gente não tem aqui o que existem outras eh outros cursos, que é você tem um outro curso depois que você forma a pessoa para ela repetir aquele curso, porque
na verdade a formação tá aqui com o LG, tá? Se e que eu entendi que você fal quando você falou lá da certificação como eh eh Entendi que era isso. Acho que a Amanda tá perguntando se tem como ser certificadora. Se seesse certificadora, por exemplo, para dar o selo pra empresa, não, isso é só do governo. Se é para você poder dar esta formação, não. Isso é específico do ILG. >> É porque eh certificação eh tem o selo, né? a própria certificadora da OCO, que não é o caso, eh, deve ter a formação, não, não
é isso. E também tem a outra Outra coisa que é o que é a pessoa responsável por checar, como é que é o nome disso mesmo? >> Ah, não, isso o auditor, o auditor, isso é concurso público para você ser auditora. É concurso público, são concursados os auditores. E >> Dila, só na pergunta da Amanda ainda, eh a essa dúvida que ela trouxe, eu já pensei isso também, se chegar alguma empresa, se ele pedir eh informações técnicas sobre que que nossa nossa Ferramenta é baseada, a gente pode dizer que é baseado no ISO 4500, na
FMEIA, naquela 18.001. Pode falar que foi um conjunto disso. >> Isso tá numa aula técnica, inclusive a gente fala isso, >> tá? se eu não me engano, na própria plataforma, no próprio sistema, lugar que vem lá descrito tudo isso, mas depois eu passo para vocês na aula semana que vem. Gente, vamos terminar, Extrapolamos nosso tema. Zuleik, coloca a tua dúvida lá no grupo, combinado queridos? Então a nossa próxima aula é dia 11, certo? Que é sobre o link, né? >> É com o Lucas. >> É o Lucas. E a outra é dia 13, porque dia
12 a gente tem da esteira, né, de serviço, mas nós >> dos diagnósticos. Seria no dia 13, eu tô achando muito longe, eu quero entregar para vocês os Liana, dia 13 a gente combinou porque Porque seria depois que você fizesse a esteira, né? >> Sim, sim. >> Que aí você vai, se você entrega uma parte vai ficar a outra vai ficar ftando da esteira. Então tem de deixar pro dia 13 mesmo. >> Não, não, mas eu tô dizendo a aula porque a eu >> Sim, mas você vai pegar duas mais duas horas para explicar essa
parte. Não vai. É isso que eu tô falando. Não vai Precisar. É, talvez o que a gente faça é o seguinte, no dia 13 vamos aumentar uma hora aula e aí eu começo entregando para vocês os os o a sensibilização e depois a gente vai pra parte final, combinado? Então, ó, no dia 13/11 nós teríamos das 19 às 21. Então nós vamos ter das 19 às 22, OK? Por quê? Porque eu vou entregar para vocês os os a esse trabalho de de Conscientização, né, que são essas duas horas pros três grupos e depois aí a
gente já entra na análise do diagnóstico e construção da devolutiva. Fechou? Certinho. Combinado? Então aumentem aí em vez de ser das 19 às 21, vai ser das 19 às 22, 3 horas, tá bom? Que daí não tem problema de agenda também, OK, meus queridos? Certinho? Tudo certo? Beijo. Qualquer dúvida coloquem lá no grupo, certo? Que aí a gente vai tirando Por lá. Beijinho. Tchau.