Qual é o drama do DNA que habita em mim? Porque o DNA que habita em mim é sempre produto de mim mesmo. Só que o eu aí é o eu espiritual em vidas passadas e ele sempre precisa ser trabalhado.
É o mesmo DNR. Só que a cada vez que ele, entre aspas, se torna semente de vida, ele produz um novo ser, um novo cérebro e aí surge um novo eu. E esse eu, sem saber de bulhufas nenhuma, esse eu tem que se libertar dessa desse mau uso que a gente faz das palavras, do pensamento, da compreensão.
Se ele não disser: "Putz, eu sei que esse corpo é chamado de Rogério, todo mundo chama Rogério, mas eu não vou movimentar o meu psiquismo como sendo uma gério, porque eu estudando, eu fazendo autoconhecimento, eu percebo que há um eu mais profundo em mim, que não é esse Rogério da primeira versão, o Rogério da consciência imediata". Então, surge a percepção de que há um eu mais profundo no seu psiquismo e é este eu mais profundo que diz: "Putz, eu não tenho nada a ver com o Rogério, mas estou habitando no psiquismo de Rogério, no eu de Rogério". Então aí passa a ter um eu mais profundo e um eu da consciência imediata e esse aqui vai administrando esse.
Quando você não tem esse eu profundo esperto, é o eu da primeira consciência que vai tentando sobreviver. Qual é a questão? A questão é que se alguém é esquizofrênico numa vida X, Y, Z, e agora vem para uma vida A, ele vai ser esquizofrênico?
Pode ser que não, mas ele vai trazer sim a programação esquizofrênica e fatalmente ele vai ser. Se ele não interromper o processo, ninguém interrompe, não tem Deus, não tem Jesus, ninguém. Ou esse eu falso da gente sofre, sofre, sofre.
até um dia esse eu, putz, eu não me aguento mais desse jeito. E vai, vai até descobrir que a única forma é você se capacitar emocionalmente, educar-se emocionalmente para ter estados mentais, emocionais sadios. Mas você já recebe um DNA que habita ali em você.
Aí você passa a habitar num corpo, aí surge um psiquismo e esse psiquismo vai vai o quê? Vai se repetindo de acordo com as últimas vidas que você teve. Como a gente não sabe de últimas vidas, a gente pensa que então assim, vamos entender direitinho um DNA.
chamado Rogério, um DNA chamado Ari, um DNA chamado Roberto ou o eu de Rogério, o eu de Ari, o eu de Roberto dis: "Putz, eu vou me reformular, eu vou me reprogramar". Aí você usa o verbo que quiser, mas eu não vou mais agir no primeiro impulso. E essa é a única maneira que existe, é você identificar o impulso que vem.
e não deixar ele se expressar, a não ser que você no estado de eu mais profundo libere. Quando você faz isso, você está criando uma nova capacitação no seu cérebro. Você está criando um novo padrão de educação comportamental pro seu psiquismo.
E com isso você está criando um novo estado mental que antes seu psiquismo não teve nunca, nem nessa e nem nas outras vidas. Quando você faz isso, seu DNA se modifica. Aí na próxima vida você já não traz um DNA que vai habitar no novo corpo com esse problema.
Mas você faz isso como? Com atitude mental. Você faz isso como?
Tomando remédio. O remédio ajuda, mas só ataca a consequência. Acaba aquele primeiro impulso, mas não resolve a causa.
Se você só tomar remédio, o primeiro impulso tá surgindo, mas é o remédio faz a compensação e seu psiquismo nem nota. Mas se você parar tomar o remédio, aí volta. Todos nós precisamos de remédios, mas para evoluir espiritualmente a gente tem que saber trabalhar as causas.
que a causa você trabalha assim como sabendo conduzir o seu eu. O que é o eu da gente? A gente coloca aqui 10 computadores com a mesma capacidade de configuração, configuração de hardware, né?
iguaizinhos, ou seja, Deus, usando a linguagem romântica religiosa, 10 computadores iguais. Mas aí no hardware a gente coloca um com 20 programas, outro com 17, outro com 15, outro com 100, outro com 1027. Aí esse aqui que tem 1027 vai rodar muito mais em termos de produção do que aquele que só tem 20 programas.
Depende da habilidade que cada computador tem de também rodar cada programinha daqueles. Ou seja, cada um de nós aqui tem um computador. Sincero, é o hardware.
Ele já veio como produto do DNA que habita na célula primal de cada um de nós. Aí, quantos programas tem na cabeça de Josian, na cabeça de Túlio, na cabeça de Lula, na minha cabeça foi os que a vida deu sim, mas também os que a gente buscou. Eu vou tocar piano.
Você começa a colecionar arquivos, vai paraa aula de piano, aquilo vai aí você começa a criar algoritmos de querer tocar piano. Aí você começa a estudar piano, fazer uma programação cerebral da musculatura até que você de tanto fazer aquilo, você se torna um enim tocador de piano e antes você não sabia. Só que numa vida, se você sabe fazer isso, o seu DNA já leva esse programa pra próxima.
Na próxima você já nasce com a vontade louca quando vê um piano, você não sabe por, mas já tá querendo tocar. É o mesmo instrumento por antividos lhe convidando a habilidade se manifesta precocemente. Isso às vezes se depende do do, né?
Convidando a se repetir. Convidando sempre a se repetir pro bem ou pro mal. você fechou tudo.
Só que a gente pode sempre acrescentar coisas maravilhosas e corrigir estados mentais.