Olá, moçada! Bom dia! Tudo bem?
Baita prazer reencontrá-los aqui. Muito obrigado por acompanharem diariamente essas reflexões estoicas. Espero que todos estejam em paz.
Para quem não está em paz, a culpa é sua, que não tem colocado em movimento tudo que tem aprendido aqui. Hoje, dia 26 de fevereiro, nós estamos juntos desde antes do início do ano; portanto, já é o suficiente para você ter aprendido muita coisa para evitar certos comportamentos, certas reações. Claro que todos nós estamos aprendendo, eu estou aprendendo bastante.
Às vezes escapa alguma coisinha; culpa nossa, culpa nossa se escapa do nosso controle. É culpa de quem? Do mundo?
Não, o mundo não está nem aí pra gente. É o modo como nós reagimos a ele, não é isso? Pois bem, dia 26 de fevereiro, mais uma meditação de Marco Aurélio.
Intitula: "A cada um o que lhe pertence". Antes de ir à ela, não se esqueça de curtir. É muito importante para o projeto ir ganhando peso, né?
Curtir, comentar, compartilhar. Agradeço muito a todos vocês que têm feito isso. Cito Marco Aurélio: "Outra pessoa me prejudicou?
Deixe cuidar disso; ela tem suas próprias tendenciosidades. " E “o que eu tenho neste instante é o que a natureza comum quis, e o que me esforço por realizar agora é o que a minha natureza quer. ” Eu separei aqui para vocês um.
. . De vez em quando, eu – eu de vez em quando, de vez em sempre – eu, como professor de grego, tenho uma paixão por essa língua, e esses filósofos frequentemente usam referências gregas para se expressarem.
Existe um termo que, inclusive, o Marco Aurélio utiliza, que é "prosso". Eu já anotei aqui, ó, em grego, em cima, no meio tá transliterado e embaixo o significado com a minha letra sempre extraordinária. Eu tenho uma caligrafia realmente fantástica!
Inclusive, "caligrafia" vem de "calos" (belo) e "grafia" (escrever), né? Então, caligrafia é escrever belamente. Então, o simples fato de eu dizer "minha caligrafia" significa que já é belo.
"Sorriso": o que significa? Pré (o sigma, né) – o "s" no grego é sibilante, faz. .
. – então, "prosso": diligência, sobriedade. Precisamos ter diligência e sobriedade para vermos se não estamos perdendo tempo com coisas que deveriam ser para nós indiferentes, especialmente emoções, sentimentos, certas reações que nós simplesmente podemos economizar.
Bom, para quem tem o tempo que nós temos de vida, que não é exatamente extraordinariamente extenso, mas nós podemos estendê-lo e fazê-lo suficiente, exatamente separando isso: "aqui não me interessa". Isso aqui lembra de uma meditação lá atrás que. .
. Ah, não me lembro se de Marco Aurélio. .
. dizendo assim: "Olha, é importante que a gente diga: não sei; não me importa. Isso simplesmente não me interessa, isso não tem peso nenhum na minha vida".
O peso que eu acho que isso tem na minha vida deriva de uma avaliação ruim que eu estou fazendo disso. Porque, de fato, não tem peso nenhum. Não vou dar atenção a isso.
"Diligência! Sobriedade! " Prosso!
Prosso é o que nós precisamos ter para que a nossa vida não se perca em bobagens. Leio o comentário dos autores: Abraham Lincoln, de vez em quando, ficava furioso com subordinados. Um de seus generais, até um amigo.
Em vez de descarregar isso sobre essa pessoa diretamente, que é o que qualquer pessoa, vamos dizer, desajuizada faria – porque a gente acha que todo mundo tem que saber as nossas opiniões, as nossas posições, sobretudo, especialmente quando a gente está descontente: "Eu preciso desabafar, preciso. . .
" – é como se você fosse uma espécie de megafone. Todo mundo tem que te ouvir gritando, se lamentando. Se o mundo não te ouve, você não fica em paz?
Parece pouco maduro! Então, mesmo Lincoln, né? Quando alguém o incomodava, em vez de descarregar isso sobre essa pessoa diretamente, ele escrevia uma longa carta, resumindo sua questão, porque a pessoa estava errada e o que ele queria que ela soubesse.
Em seguida, Lincoln dobrava a carta, guardava na gaveta da escrivaninha e jamais a enviava. Muitas dessas cartas sobreviveram apenas por acaso. Ele sabia como o ex-imperador de Roma, nosso Marco, que é fácil retaliar.
E é isso que as pessoas que se movem por apetites, paixões e caprichos fazem. "Eu preciso retalhar, eu preciso que o mundo saiba o que eu penso sobre isso. Eu preciso que todos vejam o meu poder!
" É tentador dizer à pessoa o que você pensa, mas você acaba quase sempre arrependido. Quase sempre desejaria não ter enviado a carta. Pense na última vez que você perdeu completamente a cabeça: qual foi o resultado?
Houve algum benefício? Então, essa coisa meio do senso comum, né, de que de vez em quando é importante explodir, de vez em quando é importante gritar. .
. nunca é, se você tem controle de si. O escândalo, na verdade, só denuncia a sua fraqueza, não a sua revolta, não a sua volta.
Gritar, se agitar, é a manifestação mais explícita de um certo desespero, de um descontrole de si. Então, respirar, "diligência! Sobriedade!
" para dizer: "Eu posso perfeitamente passar indiferente a isso", porque se eu me manifesto aqui, ninguém vai sair ganhando coisa alguma com base naquilo que eu preciso realmente resolver. Beijo grande para vocês! Tenham um excelente dia, muita diligência, muita prudência!