Toda empresa tem que começar com a mentalidade de construir um posicionamento único. É o seguinte, já pega papel e caneta, a gente vai falar de marca, tá? A gente vai falar de branding. [Música] Ninguém imagina assim, ah, vou abrir uma empresa e como eu vou aqui criar uma estratégia total para eu poder ser uma peça diferente no mercado. O Empreendedor, ele abre a empresa querendo dinheiro. Tem muita gente que erra, vel, porque na hora de falar o plano, o plano do cara é confuso. Um plano. Às vezes para você ser o cara, a referência máxima
que você quer ser, é a vida espiritual que você tem que começar a conectar agora. Eu não dei certo por causa dos contratos de 600k, 1 milhão. Não dei certo por isso. Eu dei certo Porque eu virei um cara incrível que eu tenho muito orgulho de ter virado. Gente, ó, só antes de começar esse podcast, já prepara papel e caneta, porque vai vir no detalhinho tudo que o Bruno vai falar sobre marca, posicionamento e branding. Então, se você é empresário, antes da gente começar esse podcast, eu quero fazer um convite para você. Se você quer
participar de um ecossistema forte, de um grupo de mentoria que fala sobre Vendas, marketing e posicionamento com visão de negócio, eu quero convidar você a preencher aqui um formulário para participar da mentoria prósperos. A mentoria prósperos é uma mentoria que a Dani Martins, que já veu aqui três vezes aqui no podcast, ela lidera junto comigo e nós falamos desses assuntos. empresário, você tem um negócio, você tem funcionário, quer melhorar esses assuntos. Além disso, você quer Participar de um ecossistema que é da Mentror League Societ, quer conhecer novos empreendedores, um ecossistema para fazer negócios, para compartilhar
em site com vocês boas práticas e ser liderado por mim e pela Dani em marketing, em vendas e em modelo de negócio, aqui embaixo tem um link, se inscreve que imediatamente o nosso time vai te chamar, vai agendar uma call e vai te explicar o programa, tá bom? É isso aí, esse é o nosso convite para Você e tem tudo a ver com o podcast que eu vou gravar hoje com o Bruno que você vai gostar muito. Beleza? Então vamos embora. A gente vai começar agora o JJ Podcast. Posicionamento é ser relevante para quem importa.
Essa é a frase que a gente abre o JJ Podcast de hoje, gente, edição que a gente vai falar de marca, de posicionamento e de brand. Então, se você gosta desse assunto, esse podcast é para você, tá? Deixa eu ler aqui o currículo dessa pessoa. Especialista em Posicionamento com ênfase em percepção de valor. A gente vai falar sobre isso. Posicionamento, percepção de valor. Qual que é a diferença? Saiu de contrato de consultoria de R$ 150 no interior de Minas Gerais para atuar hoje com ticketes que estão entre 600.000 1 até 1.200 em projetos de branding.
Ó só, compartilha seu conhecimento para profissionais que, assim como ele, querem chegar aos melhores clientes do Seu mercado. Tem vários cases legais e um deles é o case que a gente vai falar hoje da marca de suplemento, que o Neymar hoje é embaixador, que é a Next 10 e ele fez o brand dessa marca. Senhoras e senhores, no JJ Podcast de hoje, é um amigo, é querido, faz parte do meu ecossistema, é mentorado, conheço a esposa, agora tem um babyzinho chegando aí, a Sarinha, a gente tá junto já pelo menos uns 5 anos. Tem uma
coisa que eu quero que ele conte hoje também Aqui, que ele perdeu uma oportunidade. Receba no JJ Podcast Brudo Andrade. >> Obrigado. Tamos junto, irmão. Essa risada é aquela risada tipo >> de gastrite, né, meu? >> Ai, meu Deus do céu. Daqui a pouco a gente vai falar dessa oportunidade cara que você perdeu, cara. E aí, meu irmão, você tá bem? >> Tô bem, cara. Tô bem. >> Papai do ano. >> Papai do ano. >> Você tá quantos anos, Bruno? >> 28. Bruce tá com 28 anos fazendo projeto de branding. Você vai você vai falar
no detalhinho, vai segurar informação, vai contar tudo no detalhinho? >> Vi aqui para isso, pô. >> Você vio aqui para isso, né? >> A gente vai contar um pouco da tua história, falar um pouco de você com a Alê também. Mas para quem tá te ouvindo, gente, é o seguinte, já pega papel e Caneta, a gente vai falar de marca, tá? A gente vai falar de branding, vamos já dar um já vamos gerar valor lá na largada, tá? O que o que as empresas não sabem sobre branding e por que elas não sabem? E se
elas soubessem elas ganhariam mais dinheiro. >> Primeiro, toda empresa tem que começar Com a mentalidade de construir um posicionamento único. >> Posicionamento único. >> O Caio, meu sócio, ele fala muito essa frase que eu gosto, que é você ser uma rosa branca e um mar de rosas vermelhas. >> Uhum. Cara, toda hora vai abrir um CNPJ aí, toda hora vai ter uma empresa nova no mercado no mesmo segmento que já que já existe milhões de empresas. Então, é importante que você entenda como você pode entrar nesse mercado e se destacar Rápido e diferenciar rápido. Quase
ninguém tem uma estratégia clara de conção de posicionamento único, né? Ninguém imagina assim: "Ah, vou abrir uma empresa e como eu vou aqui criar uma estratégia total para eu poder ser uma peça diferente no mercado." O empreendedor, ele abre a empresa querendo dinheiro. Ele abre a empresa pensando: "Como é que eu vou imprimir dinheiro?" >> Uhum. E por essa visão imediatista que a gente vê tantas marcas fracas que são mais o mesmo e que não tem diferencial nenhum. Eu vejo que no Brasil a gente tem um problema com essa questão de de posicionamento de marca,
né? A gente estava vendo agora uma história sobre isso, não sei se você sabe, mas o Brasil é um dos maiores exportadores de marca de de de café, matériapra café, né? O Brasil exporta pro mundo inteiro e entre as 20 maiores marcas de café do mundo Tem nenhuma brasileira. E detalhe, todas as 20 pegam a matéria-pra do Brasil. >> Envelopa melhor. >> Envelopa melhor. Eh, eu não sei se o dado é esse, tá? Mas é como se fosse mais ou menos assim, o grão de café do Brasil é vendido a R$ 1. >> Esse mesmo
grão na marca dos Estados Unidos que é bem envelopada é vendido por nove, >> certo? >> Ou seja, a matéria é nossa, mas eles Sabem fazer marca. Então, por isso eles são uma nação muito mais forte, muito mais rica, muito mais próspera. Então, criar a marca para um país é é sinônimo de fazer a nação ser mais forte. As maiores marcas do mundo estão nos Estados Unidos, por isso que a nação mais forte. >> Então, a gente do Brasil tá muito engateando nesse sentido. >> Tá beleza? Entendi. Posicionamento único. Concordo. Antes de eu te fazer
a pergunta de posicionamento único, há quanto tempo você faz o que você faz? Cara, há há 5 anos que eu decidi trabalhar mesmo focado em em marca, né? De fui atender empresas e tudo mais, mas minha jornada é de 10 anos no digital dando consultoria. Eu comecei com consultoria de marketing digital, depois para lançamento, né? Passei por todas as áreas, COP e tudo isso, até entender que Na verdade >> eh não adianta você, por exemplo, você pegar uma um expert para fazer um lançamento, se ele não tem marca pessoal forte, cara, você vai denar. Você
pode ser o melhor cara de tráfego do mundo, melhor cara de copil, pegou um cara com marca fraca, não vai performar. Então eu percebi isso que eu ou eu aprendi a a ou eu aprendi a criar posicionamento de pessoas e de empresas ou todo o esforço que eu tinha de funil, de tráfego, ia Ser, >> entendi, >> desperdiçado. >> Ou seja, você era uma agência de marketing, pegava expert para lançar e percebia que tinha dificuldade naqueles que não tinham uma marca percebida, uma marca forte. E aí você, de repente você deve ter pensado, poxa, talvez
tenha sido uma pessoa, já viu que não eram, eram duas, daqui a pouco três, quatro, assim, opa, tem uma oportunidade Aqui de mercado. Foi, foi. Então você, >> mas antes disso, Bruno, teve você tinha essa esse esse olhar pra marca? Era uma coisa que chamava a tua atenção, era uma coisa que você pegava as revistas Elia, conta um pouco por que que você, por que que você escolheu? É porque meu sonho na na escola quando eu estava era fazer design gráfico, então eu sempre fui ligado, eu não sou design, né? O até quem faz essa
parte mais criativa da nossa empresa é o Caio Caião. >> É, mas essa parte de feeling para ter bom gosto nas coisas eu sempre tive. Então mexi com audiovisual, né, com questão de de filmagem, edição, cara, Photoshop, essas coisas eu sempre estive no maides. Só que, cara, eu percebi que eu tinha mais uma veia para poder ser comercial, uma veia mais para poder comunicar, uma veia para poder palestrar. Então não fiquei na parte técnica. Então o que que eu gosto de dizer? Eu sou um cara que enta, mas eu Não sou um cara técnico. Isso
me deu muit me deu muito diferencial rápido, porque se você for discutir comigo de de parte técnica de construção de marca, eu vou saber conversar com você. Eu não vou saber fazer, mas conversar eu vou saber. Certo? Então esse deu a diferência, quando eu tinha na época dessa oportunidade aí que você que você vai comentar ainda, o a gente tinha um grande diferencial na nossa empresa que era a parte de design. A gente era muito Bom nisso. >> Uhum. >> Quando pegava as páginas de vendas nossas, quando pegava os criativos que a gente fazia, isso
em 2017, 2016, a gente já arrebentava nessa área. Todo mundo queria ter uma página de venda, por exemplo, da nossa empresa, porque a gente às vezes até não era o melhor copywriter, né? tava melhor, mas na parte de design em si, a gente arrebentava, a gente era muito bom, >> certo? >> Então eu já percebi que eu tinha um um uma um eu arqueava para esse lugar de querer trabalhar com uma coisa que envolvesse sofisticação, bom gosto e tudo mais, né? Tem uma história legal sobre isso, né? Que que como eu comecei a trabalhar efetivamente
com esse trabalho de posicionamento para para players, foi quando eu peguei um expert para lançar, que foi o Sérgio, e eu fiz um trabalho incrível. receber esse Trabalho com ele. >> E na época eu não fiz para vender, eu fiz porque ele era um expert da minha agência. Eu falei: "Tá, vou pegar e vou fazer". Então, aí eu fiz um baita trabalho de posicionamento, arrebentei naquele aquele lugar e eu mostrei para um cara, né, que nessa época foi o Marx Marx, ele viu >> e falou assim: "Cara, isso aqui é muito bom, queria só isso.
Não, eu já tenho o resto, eu não quero seu trabalho de Tráfego, isso eu já tenho isso, mas isso aqui eu não tenho, esse trabalho que você fez aqui, ó, que era só o trabalho de posicionamento. Aí minha cabeça começou a falar, velho, então eu posso vender só isso separado? Na época eu comecei, né, vender lá com trás de 100.000, 150.000, que era só esse envelopamento dessa parte do posicionamento, muito focado em pessoas na época, né? Focado de expert e tudo mais. Quando >> eu tenho uma história contigo, cara, eu vou eu vou contar. >>
Não, não é, não é essa, é essa aí. >> Ah, é outra. >> É outra, é outra. >> Ah, então tá, porque tem uma aqui boa, viu, gente? Guarda aí. Vai. que nessa época você encontrou num café e erapocen ainda e eu fui lá em Maceió e a gente foi tomar um café >> lá em Maceió. >> Lembro? >> Lembra disso? 2020 e >> 2020 acho que foi isso. >> Isso, exatamente. E aí a gente tava sentado lá e aí você falou assim: "Que que você tá fazendo?" Aí eu comecei a falar: "Tô fazendo isso,
isso, isso, isso, isso, isso e isso". Aí você falou: "Pec falar muita coisa não, já sei que é bom, já sei que é maravilhoso, quanto tá cobrando?" Aí eu falei: "Tô cobrando 150". Mas eu falei com peito tão aberto, Você não tem noção tamanho do peito que eu tava. Tô cobrando 150.000. Eu esperava que você ia falar para mim assim: "Pô, parabéns, 150.000 tá voando, não sei o quê". Aí você fala: "Quê? 150.000 tá raro esse preço?" Não, não tá. Tá falando que o público é errado. Não sei quanto você deveria cobrar, mas eu sei
que tem gente aqui no grupo que poderia pagar R 1 milhão deais para fazer o que você tá falando aí. Aí eu falei, velho, esse cara tá, >> esse cara tá maluco, >> cara, na hora, tipo assim, mas era você falando, eu falei: "Cara, não, não é um maluco, é o Joru, velho." Então, >> eu escutei aquilo e eu vou te contar de uma coisa aqui agora que pagou alguns anos de mentoria contigo, porque eu fui para uma reunião duas semanas depois e a pessoa me perguntou quanto que é. Aí eu falei: "Olha, é R$
350.000 a e à vista ou R$ 400.000 parcelado, como é que você quer pagar?" E a pessoa falou: "Eu vou Pagar R$ 350.000 >> duas semanas depois. >> Duas semanas depois. Eu não mudei, ó". Isso, isso tem a ver com hoje, hoje eu dou, eu dou aula sobre isso, né, contando essa história, mas o que aconteceu ali é que a minha visão interna tava baixa. >> A visão externa, que é a visão do público sobre mim, tava mais alta do que a minha mesmo sobre eu. Então, quando eu falei 400.000, mesmo assim, ah, se eu
Perder, perdeu. E aí a pessoa falou, vou pagar a vista, você literalmente me deu R$ 200.000 porque você me ajudou a aumentar a minha visão interna. Tem muitos profissionais hoje que eu ajudo que eles me perguntam assim: "O que que eu preciso fazer para poder cobrar mais caro?" Eu falo só cobrar, porque você já pode cobrar, só que você não acredita que pode, então você continua no mesmo preço. Então o fato de você ter me dado um balão na minha Percepção, eu saí de R$ 150.000 e comecei a cobrar R 350.000 e não fechou um,
não. Fechou um, fechou dois e nosso preço ficou um tempão por 350 por causa dessa nossa conversa que a gente teve, >> né? >> Que que é a confiança, né, meu? Que que é a confiança em si, gerar valor, falar falar de uma forma tão segura? que é posicionamento. Você se posicionou, você se posicionou. Agora, ô Bruno, seguinte, Vamos lá. Eh, você falou uma coisa no começo, assim, muitas empresas nascem para fazer dinheiro, não pensam no posicionamento, mas muitas empresas nascem porque elas precisam do dinheiro >> para sobreviver. >> Qual que é o momento? Então,
vamos lá. Você, você, você concorda, né? Então, poxa, eu quero fazer um negócio. Então, eu tenho que apertar meu, eu tenho que apertar aqui o meu, minha meu acelerador das vendas. Você quer uma coisa, eu te Vendo. Você quer uma coisa, eu te vendo. Qual é, na, na tua opinião, o melhor momento para uma empresa parar e falar: "Eu vou pensar em branding e posicionamento". >> Cara, eu vou defender como como profissional, tem que defender a tese que eu acredito, né? Seria bom que toda empresa que tá começando tivesse os três, dois pilares. O terceiro
até que não, mas o primeiro pilar é o posicionamento único. Pensasse Minimamente o seguinte: o que que eu faço? Quem eu atendo e qual meu diferencial? Essas três respostas. O que que eu faço? É basicamente eu explicar rapidamente para qualquer um entender o que eu faço. Quem eu atendo. Aqui eu tô falando de público alvo, cara. Tem gente que abre o negócio e não pensa no público que vai atender. E aí é, desculpa, é muita amadoria. Você tem que saber que o teu público é esse e que tem dores, Necessidades específicas. E o seg e
a terceira pergunta é qual o meu diferencial? Então, o que eu faço, quem eu atendo e qual o meu diferencial? É o OKQ. Beleza, já determinei isso. Agora passa pra segunda, segundo pilar que é o pilar da mensagem clara, >> tá bom? >> Que é você ter o que que é a mensagem clara? Você já deu, você já falou desse livro que inclusive você passou pra gente com a mentoria e foi um livro que Eu basei para poder entender isso, que é do Donald Mil Story Brand. Animal, adoro esse cara. >> Incrível, né? E ele
fala lá que se a sua mensagem é confusa, ninguém te entende, ninguém te compra. Você tem que ter uma mensagem clara para que as pessoas possam eh de fato comprar de você. Então eu queria que toda a empresa, se começasse com um posicionamento único e com a mensagem clara, meu, já estaria num outro patamar. No outro patamar. Isso aí não é não é nada de o terceiro pilar que eu vou te falar agora já tem momento para fazer isso. O terceiro pilar é o pilar da comunidade forte. Nem toda empresa que tá nascendo, ela tem
que preocupar com comunidade no início. >> Tá bom? Concordo. Concordo. >> Então, eu creio assim, toda empresa que tá nascendo poderia sim se preocupar o mínimo de saber o posicionamento único, e a mensagem clara e depois com o tempo criar uma comunidade forte para poder Fazer essa marca ficar sólida e forte no mercado. >> O que você considera que é uma comunidade e depois forte? Define comunidade, define essa força dessa comunidade? >> Ó, comunidade, eu eu vou vou primeiro pra comunidade, né? Eh, é um sistema de crenças que existe, que pessoas se conectam a esse
sistema de crenças e se pertence e pertencem aquilo. >> Tá bom? >> Então, quando isso é o é a definição do Patrick Hlon do livro Primal Brand, ele fala que marca é uma comunidade que defende um sistema de crenças. Então, basicamente que que é sistema de crenças? É b a história de criação, as convicções da marca, os rituais, os os símbolos, as palavras sagradas. Você tem, você é mestre nisso aí, você tem tudo isso, você bate cheque em todos, né? É o Inimigo que você, você tem em comum. >> Então, quando existe esse sistema de
crença, as pessoas se conectam a isso. Então, por exemplo, a igreja que eu participo, existe um sistema de crenças em volta da igreja e eu me conecto a esse sistema de crenças e eu falo: "Essas crenças eu acredito e defendo. Então, eu pertenço por defender as crenças que a igreja acredita". >> Sim. >> Entendeu? Agora você vai perguntar qual Que é o sistema de crenças da marca Jo? Existe? Nossa, tem muitos. A gente tem, a gente tem um sistema de crença que é saúde, família, trabalho, não inverta a ordem. Putz, caramba, é verdade. Tem outro
sistema de crença que é o trabalho devolve. Aí tem outro sistema de crença que é pessoas precisam de pessoas. Aí tem outro sistema de crença que é o o esforçado só vence o talentoso quando o talentoso não se esforça. Aí tem as Palavras, né? Grosella, chinela e assim por diante. Tem tem várias coisas. Sim, >> exatamente. Então, as pessoas se conectam com isso e fala: "Cara, eu quero pertencer a esse sistema de crenças". Elas entram na sua comunidade e começam a repetir as mesmas frases. Então, isso é uma comunidade. Agora, o que que é uma
comunidade forte? Há comunidades que quanto mais pessoas possuem na comunidade, mais forte ela fica. Então, se você for olhar pr pra Base de uma igreja, né, provavelmente é isso. Quanto mais pessoas tem nessa igreja, mais forte ela é. >> Sim. >> Se você for olhar, por exemplo, mentorias, pode ser isso também. Mas há outro tipo de comunidade que quanto mais seletas e exclusivas são, mais fortes são. >> É isso aí. >> Então, hoje eu não consigo ditar a comunidade pela pela quantidade de Pessoas que existem, até porque tem tem se você fosse pensar na lógica
do marketing, é aquela fala dos 1000 fãs verdadeiros, né? Enquanto você tem 1000 fãs verdadeiros, você tem ali de fato uma >> eh mas vai depender muito do modelo de negócio que você atua. Se você quiser ser presidente da República, você não tem que ter 1000 fã verdadeiro, você tem que ter 100 milhões. >> Sim. fãs verdadeiras. >> Sim, >> vai depender muito do modelo que você tá, né? Se é um negócio de boutique, essa comunidade forte pode ser clientes mais selecionados, mais qualificados, que defendem essa marca. O número mais reduzido, pouca gente. O negócio
de massa, mais gente. >> Quais são Quais são assim, ó Bruno? Sei lá, três a cinco coisas que se a pessoa mudar, ela gera percepção imediata. De mudança de posicionamento. Mas assim, pensa que assim, a pessoa, cara, eu quero melhorar o meu posicionamento. Ah, eu amadureci, >> tá? Mas você você tem que mostrar que você amadureceu e que e dá, ó, minha pergunta eh minha pergunta ela tá no detalhe técnica e eu quero um exemplo. Então, você vai fal, se você falar três coisas, eu quero que você me fale três pessoas que você viu que
fez isso. Se você falar quatro, Quatro pessoas, cinco, cinco pessoas, entendeu? >> Essa pessoa fez isso, esse posicionamento mudou. Olha esse exemplo, >> são três coisas e essa é a base da metodologia que eu defendo e acredito, >> tá? >> Tô fazendo diagnóstico em cima dessa metodologia, um negócio incrível sobre isso, >> tá? >> Que é o MMI. >> MMI. >> MMI. >> Vamos lá. >> Só se você me perguntar assim, ó, analisa a percepção de valor que essa pessoa tem no posicionamento dela. Eu vou analisar em cima do mm. >> Pera aí. Analisa a
percepção de valor. Aí você vai pro mmi. OK. Vamos lá. >> Certo. O que que é o primeiro M? O primeiro M é da mentalidade, >> OK? >> Eu vou ter que analisar qual a mentalidade essa pessoa tem, se é uma mentalidade de baixo ou alto valor. >> Hum. >> Então, por exemplo, quando você chega em mim e fala assim: "Você tá se desmerecendo, >> pronto, pegou a mentalidade, >> você pegou na minha mentalidade e você foi lá e mudou a minha mentalidade. E só por isso eu consegui mudar a minha clareza interna. Isso me
deu potência e Eu virei um cara que comecei a cobrar mais." Agora vou te contar uma história. Você pediu de história de exemplo, né? Sim, >> seu Elias sa tava ser recente, né? Elias, >> eu não sei se ele já te contou essa história, mas eu era, eu sou muito fã dele porque eu gosto de jogar futebol e tudo mais e ele cortava o cabelo dos jogador do Cruzeiro, tudo isso. E eu sou mineiro, então eu conheci o Serias bem Antes desse negócio dele estourar, eu conheci ele como barbeiro e eu fui no evento palestrar.
Aí o Pedro Faria, um brother meu, me apresentou ele, falou assim: "Cara, aqui é o seu Elias e eu tava como palestrante, então assim, já tinha uma certa moral para estar palestrando." Falou: "Vou te atender, cara. Vou lá, vou abrir a loja para te atender. Eu falei, tá, vai ser uns 500, 800 conto, mas tô nem aí, velho. Vai abrir a loja para me atender. Vou Realizar um sonho de cortar o cabelo com ele. Pô, eu e ele é esse cara mesmo, maravilhoso, incrível, né? E aí ele marcou comigo, chegou lá na hora da gente
tá tá eu já esperando que ia ser uns R$ 500, R$ 800. E aí ele fala comigo assim: "Eh, pô, irmão, eu tenho um sonho de cobrar R$ 1.000 no corte cabelo. Tá aqui na minha lista. tinha uma lista de vários sonhos e um dos sonhos que ele não tinha realizado ainda, ele já tinha realizado sonho de ter carrão, car, um Tanto de coisa, mas esse sonho do R$ 1.000 no corte de cabelo, ele ainda não tinha realizado. >> Aí eu falei: "Mas quanto que você cobra?" Aí ele falou: "Cara, eu tô cobrando R$ 100".
Mano, eu botei a mão na cabeça. Eu faria assim, eu fiz que nem você quê? R$ 100? Não, não é possível. Tá errado esse preço. Não tem condição, cara. Eu achei que ia ser uns 500 no mínimo aqui. Não, não, não, não é mesmo, cara. Mas tu acha que alguém vai Pagar não sei o quê? Eu falei: "Não, cara". Aí comecei a explicar para esse negócio de percepção de valor, do jeito que eu sabia, né, que faz uns 5 anos isso. E aí nós descemos lá pr para baixo, a mulher pegou a maquininha, botou R$
100. Aí eu falei assim: "Moça, bota mais um zero". Aí ela mineira falou assim: "Ô, meu filho, para com isso". Falei: "Moça, tô te falando, pode botar mais um zero aí". Ela: "Você tá falando sério?" Tô falando sério. Quase que eu Peguei a máquina e coloquei ela. É porque ela não tava acreditando. Aí ele botou os R$ 1.000 e eu passei o cartão ali da R$ 1.000 no corte de cabelo. Isso ele tava lá do outro lado com olho desse tamanho. Ele chegou assim: "Deixa eu pegar o comprovante, eu vou pegar o comprovante, cara". Aí
ele fez um story ainda ganha uns 2000 seguidores de barbeiro. Tem um tanto de barbeiro que me segue, eu adoro eles por causa desse desses stories dele. >> E aí aconteceu isso com ele. Ele virou o cara do dos R$ 1.000 do corte de cabelo, contou essa história no Eu fui no Barbie de Conflex, contar essa história lá no palco. Foi incrível assim. >> E o que que eu falei com ele? Eu falei assim: "Cara, você é o número um da sua área, você é a referência máxima do Brasil como barbeiro. Se você não cobrar
R$ 1.000, coitado do seu barbeiro, velho. Você tem que cobrar caro mesmo, porque aí eles vão um dia sonhar em Cobrar alto. >> Boa. >> E aí que que aconteceu, né? Ele colocou o corte para R$ 1.000, lotou a agenda para três meses, depois não conseguiu nem cortar mais, parou com isso. Aí a última vez agora ele me mandou uma mensagem: "Ô irmão, deixa eu te falar, tô aqui abrindo a a barbearinha Alfab, vou voltar a cortar. É 10.000 agora o corte". Falei: "Pô, 10.000? 10.000, cara, tá com agos pessoal de espera aqui Para cortar.
Não tem nem tempo. >> É mais do que um corte a experiência. >> É, mas mas você entende então assim, o que que eu mudei? Eu mudei alguma coisa. Os três pilares são mentalidade, mensagem e imagem. >> Tá bom? >> Anota aí. Mentalidade, mensagem e imagem. Olha, para você ver, a mensagem do seu Elias já era maravilhosa. A imagem dele nem se fala. Uma imagem de ultra Especialista no mercado. Então ele não tinha problema na na mensagem, nem na imagem. O problema dele tava na mentalidade. >> Então você você olha uma pessoa que quer se
posicionar, você pum, MMI nela. >> MMI nela. >> Aí uma pessoa que tem uma Você acredita que dá para Tem tem gente que tem mentalidade de alto valor e tem imagem que não bate >> muito. >> É mesmo? >> Muito. Muito. Nesse diagnóstico que a gente criou, inclusive eu consigo ter nota para isso. O cara vai respondendo pergunta, eu consigo quantificar de zero a cinco, qual que é a mentalidade dele, qual que é a mensagem, qual que é a imagem. Você acredita que uma uma pessoa que se posiciona com uma imagem alta, isso mexe na
mentalidade? >> Ah, tem gente com a imagem muito boa, mas com a mentalidade fraca, mas a Imagem ela sim, quando eu melhor a minha imagem, a minha mente. Puxa, >> puxa. Isso é legal também, hein? >> Puxa. >> Ó, que legal isso. Melhorei minha imagem, minha percepção de valor interna e externa, eu empurro minha mentalidade para cima. Tem gente que tem mentalidade incrível, mas ainda Isso tem muito. É o que mais tem. É o que mais tem. que tem uma imagem ainda que é porque talvez não valoriza, né? Talvez fala: "Não, mas eu Preciso disso"
e tal. E a outra aqui é a mensagem. Me fala um pouco da mensagem. >> A mensagem é a área assim que que eu eu posso dizer, essa área é minha zona de convergência. O JB fala isso, que tem uma área onde você é um leão na savana, onde você é uma águia nos céus, tá? >> É uma zona que Deus te deu que você tem uma convergência absurda nessa área, tá? A minha convergência tá na mensagem hoje, depois de mais de 5, se anos nessa área fazendo, clarificando mensagens, eu Com duas horas eu clarifico
o discurso de qualquer pessoa. Esse discurso vai valer para uma palestra, paraa B do Instagram, para para o site que ela tem que ter, para o comercial que ela vai ter, é o discurso dela, a mensagem dela. Não é a COP. A COP são variações dessa mensagem, é a mensagem certa, central do que ela tem que falar. E o que eu mais vejo hoje, o que eu mais vejo é a gente com a mentalidade boa, imagem também boa, porque o pessoal tá aprendendo, né? Até vendo pessoal da MLS, todo mundo lá tem imagem boa. >>
Uhum. >> Eh, e então por por duplicação, ah, é assim que se veste, é assim que tá, pá, aí o cara vai e consegue encaixar. Mas a mensagem, mano, a mensagem é um parto para muita gente, velho. É muita gente com a mensagem, o cara é muito bom em muita coisa, então a mensagem é genérica. >> Tá bom. Você deve ter visto aí candidado De mentor que quer ensinar empresário que a mensagem que que você faz aí vai explicar cara e tu não consegue ser cirúrgico a ponto de falar mano isso aí que você falou
eu quero >> exato. >> Entendeu? E aí o eu eu peguei a base do story brand do Donald de Mil que eles tem ele tem sete passos para clarificar uma mensagem. Eu tropicalizei a parada porque é assim Que a gente faz aqui no Brasil. A gente vê o que tá lá e tropicaliza. >> E hoje eu coloquei entre entre sete pontos. A primeira coisa é o desejo, que é você abrir a boca nos primeiros 10 segundos de uma palestra e você falar algo que todo mundo diz assim: "Esse cara sabe o que eu quero". Então,
quando eu chego numa palestra, não chega lá me contando que eu nasci em Paracatu, que eu que eu não sei o quê, ninguém quer saber disso. >> Uhum. >> Entendeu? Tá todo mundo saque cheio com a com o problema da vida. Eu chego lá e falo assim, ó, deixa eu fazer uma pergunta aqui para vocês. Alguém aqui tá buscando ter uma marca, né? ter seu nome mais valorizado, ter clientes que te pagam mais, que te dão menos trabalho, levanta a mão, >> mano, você já ganhou 70% da palestra, o cara já falou assim: "Subiu alguém
aqui que sabe o que eu quero, >> tá? Desejo, >> desejo." >> Beleza. >> O segundo ponto é problema, >> OK? Depois de você falar pro cara, eu sei que você está buscando por isso, você tem que falar para ele, mas infelizmente o que tá acontecendo é outro cenário. E aí você mostra o cenário que nesse caso é negativo, que ele tá vendindo. Você tá buscando clientes que te pagam mais, que te dão Menos trabalho e mais resultado, mas o que tá aparecendo é cara que te compara com a concorrência, quer te pedir desconto, que
quer que você faça muito mais abaixo do que você só em cobrar e você não sabe como d essa situação. Com um minuto eu já tenho a atenção do cara, porque eu já falei do que ele quer e do problema que ele tá vivendo. >> É, ele falou: "Essa essa palestra, essa fala, esse cara para mim sabe o que eu quero, sabe o que eu passo". Aí eu falo Uma frase mágica que é: "Eu te entendo." Fal, sabe o que você tá passando? Eu te entendo. Já passei também. Quando eu morava lá em Paracatu, meu
primeiro contrato foi com uma pizzaria que eu cobrei R$ 150. >> Eu quis cobrar 200, o cara não quis me pagar, tive que dar desconto. R$ 150, cara. Tem noção? >> Só que eu fui o cara que aprendia R$ 750 para R$ 15.000. R$ 150.000, mais de R milhão deais. >> Aham. >> E eu vou te mostrar o que o que eu fiz. Você quer saber? >> Eu gerei o quê? Empatia contando uma história que eu vivi na minha vida, >> OK? >> Que é o que você precisa fazer. É uma história, é uma pequena
história da sua vida. Não é história da onde você nasce, não. É uma pequena história, >> tá? >> Que o cara fala assim: "Esse cara passou Pelo que eu passei". E depois da empatia você vem com autoridade. Vê se fica arrogante falar dessa forma que fecha que pô, não fica arrogante. Você fala: "Eu saí de R$ 150 e cheguei até 1 milhão". E foi tum tum tum tum tum. Pô, legal. Vira inspiração. >> Vira inspiração. Então, primeira empatia, uma história que conecta, que mostra que você passou pelo problema. Ah, mas se eu não tiver passado
pelo problema, então você conta a história de Alguém que você passou do lado que você viu o que aconteceu. >> O cara tem que entender que você entende o problema que ele viveu. >> Uhum. Mano, imagina o cara falar assim: "Você, você nasceu multimilionário, você não entende o que eu tô passando." Ele não pode entender pensar isso, entendeu? >> Ele tem que entender assim, não. Esse cara era como eu, pô. Ele passou a mesma coisa que eu passei. Eu viveu do lado de Alguém que passou, mas ele deu a volta por cima, se reinventou e
agora olha o resultado dele. Resultado, resultado, resultado. Aí a autoridade na veia. Aí você vira e fala: "E eu segui um plano." O cara nessa hora tá assim: "Qual plano foi esse?" Aí tem muita gente que erra, vel, porque na hora de falar o plano, o plano do cara é confuso, >> não é? Um plano, não tem step by step, né? >> O cara errando o plano. O Donald Mir fala que as pessoas não compram o plano de um guia confuso e não compra. >> Uhum. >> Se você tiver para subir agora, você foi lá
fazer, né, as pedaladas lá que eu te acompanhei, que foi massa para caramba, você tinha um guia lá. Se o guia falasse o plano, você não entendesse, você fala: "Eu não vou com você, não. Vai sozinho." >> Exato. >> Então, como é que você faz para você Falar um plano claro? Você coloca em três a quatro etapas. Não mais do que isso. >> Uhum. Cara, a primeira coisa que eu vou fazer para você conseguir cobrar 10 vezes mais alto no seu mercado é mudar sua mentalidade. Segunda coisa é melhorar sua mensagem. Terceira coisa é mudar
sua imagem. Então eu tenho três aqui. Por isso que é M, MM é meu plano. Se você sair daqui, alguém perguntar Assim: "Mas como é que o Bruno ajuda alguém a subir a percepção de valor?" "Ah, ele tem o MMI". >> Entendi. >> Entendeu? E aí agora pensa no na audiência que tá escutando a gente, pensa no dom de uma clínica, por exemplo, o cara fala, o cara faz lente de contato e o cara pergunta: "Qual que é o plano para fazer uma lente de contato?" Ele começa a explicar de forma técnica. O cara fala:
"Não tô entendendo Nada". Ou o plano fica tão difícil ao ponto do cara falar assim: "Não vou conseguir ter tempo para executar tudo isso". Aí o cara vai embora. Então o plano tem que ser claro, simples, fácil de entender e de executar. O cara tem que falar: "Eu entendi, eu consigo executar e eu tenho tempo para isso." >> Fácil, simples, tenho tempo. OK. >> Esse é o plano. Aí depois do plano, né? Você vai falar pro cara, olha, a primeira coisa que a gente vai fazer é Isso, a segunda é isso, terceira é isso. Você
entendeu? Entendi. Aí você vai ter que pensar o seguinte, quando você fala um plano, o cara tem objeção. Na maioria das vezes você antecipa as objeções. Eu sei que talvez você tá pensando em tal coisa. Eu sei que você tá pensando em tal coisa. antecipa, dá três pilares e quebra as três objeções de cara antes dele falar. Ora, tem um plano claro que eu confio, tem um guia poderoso a me ajudar. O que Me falta agora? Te falta, falta o líder fazer o convite. Tem gente que perde e você é maravilhoso nisso, cara. É por
isso que dá certo tudo que você faz. Eu tô aqui te acompanhando, sou cliente seu, seu irmão. Tô aqui com você. Você é firme no convite. Eu lembro de quando você precisou. Eu sou firme. >> Você é muito firme. Não te falta convicção do convite. E por isso que as pessoas vão com você. Ah, não, não. Agora mudou. Agora v pro Clash Club. Aí >> como é que qual foi uma, uma vez que você viu fazendo um convite com convicção? >> É, essa hora eu eu vi eu eu vi assim uma história, né, com a
história do Ecoss com Class. Foi uma história, >> [ __ ] >> Mas eu não te vi tipo fraquejando, entendeu? Mesmo você tava lá. >> Tava lá. >> Você viu de você fez parte, você viu do do de camarote. >> É. E ali, cara, se o cara não tem convicção, acabou, mano. >> É, >> entendeu? Para fazer aquela virada, né? >> E o pessoal foi contigo, mano. >> Só para, só para vocês entenderem, pessoal do JJ Podcast, eh, 2022 eu decido abrir o Clex Club, que é um programa de mentoria que hoje ele custa R$
430.000 por ano. O Bruno é membro, o Bruno é Sócio, o Bruno faz parte. E eu tinha um programa de mentoria que custava, começou custando 50, depois foi para 75, depois foi para 100, mas muitas pessoas renovavam por 50, 60.000. E eu chego lá para fazer o convite e para eles irem pro Clex Club comigo, com carro com Flávio 2022 e R$ 200.000, quase que três vezes. E a turma, não, não vou, não quero, pô, é muito caro, pô. Não, não tem como me dar desconto. E eu falei, eh, eu lembro que eu falei Assim,
ó, eu vou, vocês vão me ver crescer e eu quero saber se você vai estar comigo ou vou estar nos bastidores. Se você vai estar comigo ou se você vai estar na plateia, quer dizer, eu vou pro lado da força, eu escolhi o lado da força, aí eu tô indo firme, né? convicto, >> convicto a galera, caramba e tal e tal, Tal, tal. Daí a galera vou >> Então, e essa força que você tem, cara, falta às vezes no médico na hora do paciente tá na frente dele e ele tá falando, por exemplo, para um
adermato falando que ela tem que fazer um trabalho de comunicação facial, que tem que mudar o rosto e tudo mais. Falta o olho no olho de falar o seguinte, deixa eu te falar uma coisa. Esse plano que eu coloquei para você aqui na mesa é o que vai transformar tudo que você tá Buscando perante a sua imagem. Eu te garanto que depois que a gente passar por isso, você vai ter uma nova vida. E eu tô aqui para fazer isso acontecer com você, sabe? É um personal que pega no braço do cara e fala assim:
"Irmão, deixa eu te falar um negócio. Eu te passei um plano agora e eu quero te falar algo. Eu tô comprometido com você. Se você quiser desistir no meio do caminho, eu vou atrás de você. Eu vou te acordar. Mas você vai estar aqui comigo E vai ter esse resultado que a gente tá falando aqui, porque a partir de agora eu sou um contigo. Falta, velho, falta o cara ter a convicção. Quantas vezes, velho, a pessoa no meio passou, o plano é o orçamento, não orçamento não, mas o plano é o que a gente vai
fazer. E aí faltou o cara olhar no meu olho e falar assim: "Cara, eu tô com você, irmão, vai ser incrível. Acredita. Pode assinar". Eu quando eu vou falar alguma coisa de algum tipo de mentoria, alguma coisa que Eu tenha, eh, ou os contratos da BCC, tudo é isso, cara, é convicção pura. >> É isso aí. É a pessoa olhar no meu olho. Sabe por quê? Eu tenho essa frase, o cliente ele não tá tão seguro para poder comprar na maioria das vezes. Ninguém tá seguro para comprar algo de R$ 600.000, um Clash de 430.
>> Uhum. >> O cara tá preocupado, será que esse investimento vai ser bom para mim ou não? >> É isso aí. >> Agora, se o cara tá inseguro e ele olha para você e ele vem insegurança, ele vai embora. >> É isso aí. >> Então a insegurança que ele tem, ele tem que ver em você a segurança necessária para ele tomar a decisão. Então você tá inseguro, mas eu não tô. Eu tô muito seguro. >> Então, já que a gente tá nesse clima, Bruno, Vamos contar nossa história aqui pra galera. O o que que rolou
lá. Então, é assim, ó. Eu vou contar uma parte da história, tá, pessoal? E eu vou e eu vou deixar o contar a segunda. 2018, eu morava em Santos, cabelinho com gel, blazerzinho, oclininho, >> eh, Joel Morais, Joel Morais. E o E o Cristian Barbosa, beijo, meu irmão. Isso >> para você. E o >> John. >> E o John Freitas, beijo para você, John. Tinha uma mentoria. Qual que era o nome? Mentoria. Eagles. Eagles. >> E >> não era isso? >> Isso. Eagles. >> E o E o Cristian já, a gente já era amigo, já
acompanhava ele, já tava me acompanhando, via Joel Legal. Fala de performance, bacana. acompanho ele, ele é de Santos, ele é um cara que eu que eu sei lá, rolou afinidade. Eu super aluno dele desde 2013, com tri do tempo, Aquele negócio todo, respeitava, admirava ele para caramba. Adorava ele. E a gente ficou amigo, Joel, vai no na minha mentoria falar comigo, falar com a galera. Aí fui, falei, foi uma palestra daquela, uma mentoria daquela. E aí, gente, quando eu saio da palestra, fui com a Lalas. as pessoas impactadas. Eu lembro que tava o Juliano Torriani,
a galera lembro que tinha o Torriani. E aí, pô, que Legal, cara. Nossa, que legal isso aí que você falou, tal. Eu falei de performance na veia, eu saio da palestra 2018 e a gente acho que vai tomar um cafezinho assim, né, no laundoça. >> Foi, a gente foi almoçar, né? A gente foi almoçar >> e senta Bruno. Esse aqui, ó, menino de tudo, men. pô, você tem 28 anos, então você tinha 21, >> 21, >> 21 anos. E aí ele senta, pô, você lança, você faz lançamento? Eu falo, cara, não faço, eu quero lançar
e tal. Delei, putz, eu nunca vi um cara que nem você. O jeito que você fala, você é único, você vai ficar muito grande. Gente, ele cantou a bola do Joel J. Ele cantou a bola do Joel J. Você vai ficar grande, você vai ficar incrível do jeito que você fala, sua comunicação. Tava olhando meu MMI assim, sabe? E tal e tal. E aí ele pega e sent Ah, tava o Pong também. Aí ele pega e senta >> na mesa com a Lala e um trelelê. Tá p não sei o quê. Aí eu já vou
te passar a bola. >> Aham. >> A Lalas chegou e falou assim: "Amor, eu acho que a gente tem que ir para lançamento. Eu acho que a gente tem que ir para lançamento. A gente tem nossas mentorias. A gente tava ótimo já de mentoria, mas a gente tem que ir para Online, fazer uns lançamentos com quem entende. O Bruno me parece um cara legal. Eu acho que a gente tem que lançar com Bruno, pô. Ele, ele é jovem, mas ele me falou tanta coisa legal. Ele a gente tem que com esses caras que entendem, que
lança, porque você tinha um sócio que tinha um filho, que tava você que lançavam os experts, já tinha uns resultados, tal. >> Eu falei: "Amor, tá bom, ele tá mandando Umas mensagens para mim aqui, então vamos bater para Não, acho que a gente tem que a gente tem que ir, Joel, a gente tem que dar o próximo passo, tem que estar com o Bruno. Essa é a minha parte, pessoal. O Bruno me achou, me encontrou, visualizou, enxergou, mandou um MMI, nem era MMI, sentou com a Larissa. Larissa comprou a ideia, eu falei: "Beleza, a gente
liga." Eu não tinha lançado nada grande, eu não tinha lançado. Essa é a Minha parte. Agora passa pro Bruno. >> Qual que é a história agora do Bruno? Só para deixar um aprendizado, para não ficar só tristeza nessa história, todo mundo foi para cima de você, né, na reunião. >> Então assim, na hora que terminou, a galera foi em cima do Joel e a L ficou sozinha. E o pessoal não entende, mas em negociação você tem que ganhar sempre a esposa. >> É isso aí. >> Se a minha esposa falar que não quer, acabou, eu
não, eu nem te escuto. Então é, o pessoal às vezes eu dou uma palestra, quer vir em mim, não sabe, tem que ir nela, entendeu? >> Tem quem decide. >> Vai nela. Que razão é, você é a cabeça, Lé o pescoço. Ela que diz é para cá. para cá. >> Exatamente. E assim, e a Lala ficou sozinha na Então assim, todo mundo queria atenção sua. A Lala estava aqui, Eu falei: "Cara, eu vou focar nela". E aí eu foi essa conversa com ele e foi ela que me fez o convite. Ela que falou lá, então
vai lá na era três, quatro dias depois, vai lá para você poder. E era em Santos, eu ia em Santos >> era em Santos, né? Tava em São Paulo. >> E aí eu lembro que a reunião, cara, era, eu não sei que horário que era a reunião, mas sei que eu precisava acordar cedo para est na reunião. >> Então ela te chamou para ir lá no Escritório em Santos. Foi, foi para participar de algum tempo. >> Sabe dessa história, Malu? >> Não >> foi? >> Tu, ô Dino, tu sabe dessa história aqui? Então, presta atenção
nessa história. 2018 não tinha lançado nada ainda online. >> Nada. E aí? E aí ela falou sobre sobre isso, né? De de ir para lá, porque ia ter um treinamento seu para eu assistir O treinamento. >> Ah, tá. >> Com a galera que você já conduzia lá de empresários. >> A mentoria já tinha uma mentoria. >> A mentoria. E a gente conversar lá. E aí eu precisava acordar cedo no dia para poder descer para Santos, que era longe, entendeu? >> Sim. >> E aí, cara, né? Eu vou falar sobre isso, mas porque assim, isso me
doeu muito Tempo na minha vida até até eu entender que, na verdade, isso pode virar até fala aqui para salvar a vida de muita gente. >> É, eu eu tenho certeza. Porque o que aconteceu, resumindo, né, eu fiquei acordado até de madrugada lá, vendo, acho que eu fiquei vendo jogo online, mano, que na época eu jogava muito jogo online, porque eu fiquei jogando jogo até de madrugada, cara, eu não acordei, pô, literalmente eu não acordei de manhã Cedo, pô, acordei tarde, falei: "Ah, agora não dá para descer mais não, velho, não sei o quê". E
eu falei: "Pô, não, o pior disso tudo não é só isso, é que isso aconteceu, eu não fui, beleza, voltei para casa. Aí você mete uma live na Você não tinha feito nada ainda assim, mete uma live na praia, me mete com, lembra com um negócio assim, ó, velho, um cara botou uns uma luz assim e me bota, sei lá, 2000, 3000 pessoas ao vivo e eu >> da manhã, >> cara, eu tudo que eu precisava na minha vida era de um expert como nessa nessa estratura, né, >> comunidade, né? >> Aí eu olhar aquilo
e falar: "Ah, não, velho, eu sou muito cabeça de bagre mesmo." Aí aí tem a parte dois para ficar pior ainda, né? da história que eu falo assim: "Agora, pronto, eu eu perdi a oportunidade, mas eu não aceitei, eu falei, eu vou atrás". Aí descobri onde Você ia palestrar. Aí você ia palestrar lá no Rio. >> No Rio. >> Aí eu compro a passagem, compro o evento para ir lá na palestra do Rio para poder tipo na hora que você descer do pau que eu falar: "Mano, me desculpa, eu não consegui ir, mas >> então
tô aqui, >> mas tô aqui, cara". E eu fui pra palestra do Rio. Lembra ali que eu falei isso? Falei assim, eu tô indo e fui, Larguei tudo, fui lá pro Rio lá para ver se eu te encontrava. E aí resultado, ah, eu demoro para descer pra palestra. Falei: "Ah, não vai palestrar, vai palestrar outro de tarde, sei lá. Olha minha cabeça, cara, é juvenil demais". Aí descarto meio-dia, na hora que eu desço do quarto para ir pro evento, o evento era no hotel, descido do quarto, sentar na porta, aí eu chego assim: "E aí?
A primeira pergunta que você me faz é: "Me viu palestrar?" Aí eu: "Hã? Não Viu?" Ah, para de me enrolar aí, sai e vai embora, velho. Tipo, >> cara, eu lembro como se fosse hoje eu saindo, a galera falando comigo assim e aí eu te vi, eu lembro a porta, eu lembro o lado, eu lembro a palestra, eu lembro tudo e aí eu para de me enrolar de novo. Fal, >> entra e saiu, pô. >> E cara, meses depois, >> pó e acontece tudo isso, né? E é e é legal porque ao mês se você
for ouvir Uma se você for ouvir uma história dessa, você fala assim: "Caraca, acho que eu perdi a oportidade da minha vida, né?" >> Sim. >> Qualquer pessoa pensaria assim, né? Não, porque tipo aquela questão do cavalo arriado, >> vai passar uma vez só, entendeu? Acabou, passou o cavalo. >> E lógico que eu tive que me reconstruir nessa história toda, porque eu não fui o Cara que estouri lançando alguém. Eu fiz bons lançamentos, né? com Pong, com S, fiz bons, mas eu tive que construir minha marca. >> Isso aí, >> porque eu não tinha um
Joel para lançar e e crescer com e eu tive que me virar, cara, para conciliar a minha marca para eu poder estar aqui hoje junto com você. >> Então, o que eu vejo dessa história toda, né, é que, pô, poderia ter sido muito massa, a gente poderia ter feito Lançamentos incríveis, mas e você cresceu, você ia crescer independente de mim ou não? A prova foi deu certo, né? Aquilo que eu percebi. Eh, e ao mesmo e ao mesmo tempo eu tive que falar: "Cara, beleza, eu não eu não acertei na na Mega Cena, porque lançar
você era na Mega Cena. É tipo assim, é 1 em 1 milhão, tu acertou e acabou, filho. Eu saberia que ia dar certo. Agora, ter feito também a minha marca pessoal crescer ao ponto de ter saído lá desse moleque de 21 anos de Idade, ter chegado aqui, foi ter feito outra mega cena. Foi literalmente isso para mim. >> Com certeza. E o que eu falo E o que eu falo hoje pr para todo mundo é que às vezes você tá buscando sucesso profissional, mas o Bruno de 28 anos que tá aqui hoje, para aquele Bruno
daquela época que era irresponsável, porque eu fui responsável, é um Bruno que hoje tem uma parte espiritual alinhada, é um Bruno que tem uma parte mental Estabilizada, é um Bruno que tem uma parte física alinhada, é um Bruno que construiu uma família. Eu tava, cara, você não tem noção, velho. Eu tava chegando aqui de mada com a minha esposa e você sabe que a gente já passou algumas coisas na nossa vida >> e e quando eu tava chegando aqui, eu tava de mado com ela e eu falei assim: "Cara, que bênção que eu tô entrando
aqui nesse lugar, num lugar de honra e eu tô de mada com a minha esposa grávida E a gente tá com essa família. Eu poderia estar chegando aqui, cara, de qualquer jeito, porque eu fiquei bilionário. Eu não teria tanto orgulho de estar chegando aqui de mão dada com a minha esposa, entendendo que minha vida deu certo nesse sentido. Sim. >> Eu não dei certo por causa dos contratos de 600k, 1 milhão. Não dei certo por isso. Eu dei certo porque eu virei um cara incrível que eu tenho muito orgulho de ter virado na minha vida
familiar, Conjugal, tudo, né? Relacional, como amigo. E, pô, tenho 28 anos, né? Então, dá tempo de construir 1 milhão de coisas ainda. >> Uhum. Mas eh hoje eu tenho a visão de ajudar as pessoas no posicionamento e de falar para elas que posicionamento não é só sobre vida profissional não, mano. Às vezes para você ser o cara referência máxima que você quer ser é a vida espiritual que você tem que começar a conectar agora. Às vezes é no casamento Que você tem que melhorar. Às vezes é em outras áreas que vai fazer seu profissional explodir.
>> É isso aí. >> Você é um exemplo disso, cara. Você você tá muito mais forte na parte espiritual, tá inspirando, acabou de falar na Lagoinha agora tava lá. Pô, irmão, você me falou do da questão do único livro que você tava lendo esse ano e tudo mais, né? Eu ia te dar um livro, mas lembrei disso. Falei: "Não, deixa lá". >> Não, mas então, mas eu tô aceitando o livro. >> Tá aceitando? Então vou te dar. >> Eu eu mudo de opinião tão fácil com relação a livro, gente. Pode mandar, eu leio. >> Mas
eu quero, eu quero assim te agradecer por isso, cara, porque lógico que depois você poderia, né, ter olhado para essa situação e é vacilou. E eu dei a volta para cima e chegou e tô aqui hoje no no Joj. Então, a visão que eu Quero deixar para todo mundo é e que isso sirva de de salvação para para muitas vidas, né? Porque tem muita gente que tá pensando assim: "Perdi a oportunidade da minha vida. Teve algum momento da minha vida que a oportunidade passou e eu perdi e agora acabou para mim?" >> Sim. >> O
significado dessa história que eu tenho hoje é você pode ter perdido uma oportunidade que era oportade que Deus Te deu, mas você é filho. Cara, se você filho perdeu uma oportunidade, Deus te dá outra. Você não dá uma oportunidade pro seu filho de novo, ele perder uma. >> Sim. >> Quanto mais o nosso pai que é Deus. Sim. >> Então, independente de você tiver perdido uma, duas, três oportunidades, que a seu tempo ainda não chegou, tem muita coisa que pode acontecer daqui pra frente. >> Sim. É, eu é bonito, porque a gente Escuta que perdeu
aquela oportunidade, não vai ter mais outra, né? É verdade. >> Tem gente presa na amargura de ter perdido a oportunidade e por isso tá travada na vida inteira, achando que nunca mais vai prosperar. >> É isso aí. E essa sua fala, ela traz traz tranquilidade pra turma. É um bálsamo. Porque gente, eh Sempre tem uma outra oportunidade. Isso te ensinou para caramba, né? >> Muito, cara. >> A gente dá risada hoje, né? Que engraçado, você tá ótimo, né? Eu tô bem também, mas deve ter sido difícil para você durante muito tempo. >> Já dormi pensando
nisso e falando, cara, já dormi literalmente falando assim, cara, a minha portad era aquela e eu perdi literalmente acordar falar isso, Alessandro, não foi falar, cara. Porque Assim, >> a Lê tem quantos anos, Alê? >> A Lê tem 27, então vocês estão juntos há quanto tempo? >> 11 anos. >> Há 11 anos. Você tinha 16 anos. >> Você tinha 15 >> 15, 16. estão juntinho desde essa época. >> Desde a escola, cara. >> Desde a escola. >> Escola. Meu primeiro contrato que eu fui Fechar esse contrato de R$ 150 foi porque a Alessandra ela passava
algumas dificuldades na parte financeira. A gente também, nós dois nascemos assim, família simples, mas ela tava passando porque ela ganhava um dinheiro da escola, do terceiro ano da escola ela ganhava uma bolsa da escola que a gente estava no Instituto Federal e ela pagava o aluguel dela com isso. >> Aham. E o al era R$ 300, ela ganhava bolsa que me cobria >> e ela ia acabar o terceiro ano, ela ia sair da escola e aí ela não ia ter como pagar o aluguel. >> Aham. >> E aí eu falei: "Cara, então eu vou me
virar agora e vou vou vou te ajudar com isso aqui". Eu novinho, com 16, 17 anos. Aí eu fui lá numa pizzaria e falei: "Cara, eu queria fechar o contato por R$ 300, que era o valor do aluguel, mas não consegui. Aí fechei por R$ 150. Voltei, falei: "Ó, a metade já tá paga, agora a Gente segida aí, vamos, vamos atrás". E assim que tá sua empresa, pô. Então, se não fosse ela nem tava aqui, não. >> É isso aí, >> entendeu? >> É isso aí. Ai, que lindo que cara, pô, que orgulho de vocês,
meu. Muito legal. Tô feliz. E outra, meu, você ensina, tá? Anotei bastante coisa aqui, aprendi bastante coisa, >> já tomei algumas decisões, vou aprender mais. Vamos falar um pouco de case. >> Vamos. >> Me conta aí uns dois cases legais, bem feitos, que você fez. Eu quero que um deles, obviamente, tem que ser o case da Next 10, >> case da empresa lá, Yuri, maravilhoso, brother, irmão, Neymar, a empresa de suplemento que o Neymar é embaixador. E como é que foi esse case? E algum outro case que você tem que você se orgulha, que deu
certo? Assim, eu vou contar um Case, assim, eu vou falar desse case de marca, né, que nesse caso a minha empresa BCC ela faz. E lógico que eu não posso, não tem como eu nem dizer que esse case é um case meu, porque é um case que eu fiz junto com Kai, é um case nosso, né, que a gente construiu junto e tudo mais. >> É, ele ele, enfim, é o diretor criativo que construiu a parte criativa da da marca. E para mim foi forte esse negócio do Neymar, porque pensa, eu joguei futebol, pô. Aham.
>> Joguei futebol. Então, quem joga futebol, entendeu? Tanto que no dia lá, ainda bem que foi o Caio, porque se fosse nem sei que eu ia fazer, tipo, no dia lá da gravação lá com ele lá e que o Cai foi todo profissional, né, no jeito de lidar, >> foi aqui, botou os produtos, direcionou ele. Mano, se fosse eu, velho, eu não sou um cara emocionado, mas cara, eu Joguei futebol, velho. É, >> é tipo você com algum cantor que você ama aí de pagode aí, não é a mesma coisa, velho. >> Não, esquece, acabou.
Dá o cavaco aqui, vai cantar. Eu já levantei a mão aqui, ó. >> Ah, não, acabou. E então, então foi muito legal e eu quero te agradecer, irmão, te honrar por isso, porque isso não seria possível se eu não tivesse entrado no grupo do Influência Pro. Foi Aquele grupo maravilhoso. Eu sempre falo para todas as pessoas que eh eu tenho que tomar cuidado para não parecer que eu tô desmerecendo tudo, né? Mas todos os grupos que eu participei na minha vida foram maravilhosos. Eu já investi, pô, mais de 1 milhão e tanto nisso aí ao
longo da vida. Mas o Influencer Pro tem um lugar muito muito incrível assim no meu coração por tudo que aconteceu. Essa só, eu só cheguei nesse contrato para fazer essa marca de implementação que o Neymar é embaixador por causa do do Joel. Se não fosse ele, eu não teria conhecido Yuri, não teria acontecido nada, entendeu? Sobre isso. >> E foi um case muito legal, né? Porque a gente precisava construir algo que fosse a cara do Neymar. Não podia parecer que seria uma marca onde ele só era o garoto propaganda. >> Uhum. tinha que parecer que
ele que criou a marca, como se fosse saído dele. >> Uhum. >> Então a gente entrou muito forte na personalidade dele, no jeito dele, >> né? Tanto que o Yuri levou lá na época lá em lá na na lá na Arábia lá, levou para ele para ele poder ver a marca. Ele olhou antes de sair no mercado, ele deu pitaca, ele falou: "Ah, gostei disso aqui, isso aqui alteréria, isso aqui pá". Então, porque a gente queria isso, que ele olhasse e falasse: "Cara, eu me vejo nessa marca". Todo mundo, o Andrezinho, a galera que viu
que é Brother dele, falou assim: "Cara, isso aqui é ele, velho. Essa marca é ele". >> É. as tudo, as cores, as texturas, as fontes, a maneira que a gente criou a narrativa do Next 10, que foi do próximo 10, né? >> É, >> foi muito massa, cara. >> Foi, ficou lindo. Ficou lindo. Market suplemento Next 10, que não é patrocinador aqui do JJ Podcast, mas a gente age como se fosse, a gente gosta Igual pessoal, né? A gente então tá aqui, se você quiser conhecer, conheça, né? Se você conheça Next 10, não tava no
script, mas vou deixar o link aqui para vocês conhecerem a Next 10. Tá aqui embaixo na descrição. Barre, cara, a barrinha de proteína da Next 10 é uma coisa inacreditável. É muito gostosa, pô. É muito maravilhosa. >> O brand, as cores, >> ah, aqueles 10, os 10 mandamentos, os 10 Mandamentos da marca. >> 10 mandamentos. >> E eu já vi o Neymar pegando. O Neymar gosta, acha gostosa, acha bonita, acha jovem, acha cool. Toda, toda a equipe do Neymar acha muito legal. Então esse foi um case de marca que você fez, você e o Caiot
largaram do zero. Agora pega uma que você deu um deu uma mudada. >> Então aí eu posso contar de uma de história de um rapaz que é o Wesley. Eu não, eu não, eu porque a BCC tem esses Cases, mas o Wesley foi um cara que é diferente de marca pessoal. Queria queria contar, entendeu? Esse cara morava no interior da Bahia, uma cidadezinha, mano, minúscula que sabe assim de viralejo, não é nem uma cidade, era viralejo que ele morava. >> E ele me manda uma mensagem há 5 anos atrás, cara, e fala para mim assim:
"Cara, eu queria fazer o que você faz de posicionamento e tudo mais, você me ajuda nesse processo?" Aí eu falei: "Con, não tenho nada". Falei: "Não, mas faz alguma coisa para mim". Falei: "Tá, então vou fazer 4K comigo. Sai quatro carros comigo aí, eu te falo o que que eu faço." >> Quatro o quê? Cal comigo, Cal online, >> né? E aí ele ele falou lá que ele >> que ele deu um jeito, pagou e eu falei com um cara, o que eu falo para qualquer profissional hoje que quer chegar nesse patamar que a gente
chegou. Falei: "Cara, você tem que ter duas coisas: Capital intelectual e capital social. O que você quer hoje é dinheiro, mas dinheiro não é a equação do dinheiro é outra. A equação do dinheiro é o seguinte: você bota um sinal de igual, bota dinheiro do outro lugar, do lado direito, depois do sinal de igual. Aí na esquerda você coloca aí o que você precisa ter de variável, que é capital social mais capital intelectual. Essas duas coisas vai te levar ao resultado financeiro que você quer. >> Agora qual que é o nível de capital intelectual que
você tem? >> Ah, cara, me considera um cara bom. Mas será que você é bom mesmo no nível que você precisa ser para atender os clientes que você quer? Não precisa, né? Então vamos desenvolver. Mas o que que te falta mais? Intelectual ou social? Me falta social. Então eu falei, você tem que começar a comprar acesso. >> Uhum. E aí foi quando eu comecei a falar para ele o que eu fiz para sair de Paracatu e tá aqui. Falei com ele, cara, primeira coisa que tem que fazer mentalidade. Eu não tinha MMI ainda, né? Mas
eu já vi que ele tinha, ele olhou para mim e falou: "Como é que ele se veste?" Ele me viu a maneira que eu me vestia, começou a me vestir igual. Então ele ajustou a imagem, >> tá bom? >> Viu a maneira que eu discursava para poder fechar os contratos. Começou a discursar igual. Então alinhou a Mensagem. >> Beleza. >> Começou a andar comigo, a mentalidade ajustou. Que que faltou para esse cara agora? Só acesso. Profissional liberal que não compra acesso, cara, não cresce na velocidade que deveria crescer. >> Ó, essa boa, hein? >> Entendeu?
Não cresce >> porque a maneira de você distorcer o tempo é comprando acesso de pessoas que Vão e e detalhe, tem gente que se frustra com masterm, mentoria, você tem MLS e o pessoal se frustra com isso porque reclama porque comprou mentoria e não mudou de vida. Mentoria não muda a vida de ninguém. Mentoria é um acesso. Agora o que você vai fazer com esse acesso cabe a você. Entendeu? >> Sim. >> Então tem pessoas que compram acesso, não faz nada com ele. Tem pessoas que compram acesso e muda de vida. >> É, eu lembro
que uma quando a gente tava lá no Ecossen, dois anos de Ecossen, e uma pessoa falou: "Pô, mas a gente já vai mudar de grupo ECOSEN." Lembrando aqui um programa de mentoria que eu tinha 2020, 21 e 22. Poxa, mas a gente vai mudar de mentoria. Eu nem conheço todas as pessoas. Eu falei: "Uai, você tá dois anos aqui, não conhece todas as pessoas. A culpa é sua, tu acha que a culpa é minha? tu ficou sentado e que que você fez, que que você veio fazer Aqui? Que tipo de intenção? Que tipo de propósito
e que tipo de forma de contribuição que você vê eu fazer aqui, né? >> Total, total. Eh, isso é, isso é importante porque tem gente que entra em mastermind, a primeira coisa que o cara fala é cobrar do líder. Eu sempre, sabe por que que eu dei certo nos masterm que eu participei? Porque eu entrava, pagava e perguntava pro dono do Masterm, que que eu posso fazer para te ajudar? >> Você já perguntou isso para mim umas três, quatro vezes. >> É a lógica. Eu não tenho que entrar para te cobrar nada, tem que entrar
para gerar valor na sua vida. Se você me comprar, cara, eu tô, eu tô aqui, entendeu? E tá engraçado, eu tenho grupo, a galera que que entra com essa consciência, tipo assim, irmão, tô aqui, o que que você precisa para te servir? É os caras que eu boto debaixo do meu braço que anda comigo, pode eu vou. Sabe Por qu? Esses negócios, cara, do cara te colocar debaixo do braço e andar com você não é dinheiro não, mano. Você faz isso por dinheiro. >> O quê? Colocar o cara debaixo do seu braço e andar para
onde você vai, não é porque o cara conquista esse lugar no seu coração. >> Com certeza >> é conquistado. >> Não está à venda isso. >> Não tá à venda. >> E aí o cara entra no grupo, ele só quer reclamar, quer encher o saco. >> Por exemplo, acesso você compra, amizade você não compra. >> Conquista, >> você conquista, porque a amizade não está venda, pô. Agora, lógico, eu quero participar de um grupo de pessoas que são empresários, que cada um tem uma expertise, um nohow e aí eu aprendo com ele, aí o mentor eu
oriento. Ah, isso é muito legal. Agora, amizade, intimidade, Porque >> o acesso você paga, mas não garante que você fica. >> Não, não. >> O que fica é contribuição, é valor, é, é somar, ter os valores alinhados, os princípios alinhados. É isso aí. >> Isso é o que conta. >> É o que conta. Eu lembro que, ó, ó só, em 2019 a gente se encontrou, eu fui com Ecossen. Ah, por onde a gente foi? Para aquela Praia, Maceió, encontrei você e a Lê na no na na beira do mar. Lembra disso? Eu lembro. >> E
aí vocês conversando, conversando, conversando e aí você falou uma coisa para mim assim, ó. Você falou: "Pô, Joel, gosto de você, legal, tal, quero estar mais perto, quero participar desse grupo". Mas aí você falou assim: "Eu participo de muitos masterminds, eu lembro até hoje. E o mastermind tem três coisas muito Importantes e é nessa sequência, as pessoas querem fazer networking, querem ter amigos e querem ter conteúdo. E o conteúdo não é a primeira coisa, >> lembra disso? É a terceira coisa. Então, tem gente que, por exemplo, que cria grupos de mastermind, cria grupos de mentoria
e fica lá dando conteúdo, conteúdo, conteúdo. Mas qual é a hora vocês que você, né, permite que as pessoas conversem, que as pessoas falem entre si, que as pessoas se relacionem De maneira intencional e de maneira genuína, verdadeira, orgânica? Eu lembro me falando de 2019, caramba, não foi 19, foi 20. Foi 20, né? >> Foi 20. E isso tem muito a ver a você saber fazer relacionamento. Tava conversando com o cara hoje de manhã cedo, aí falei: "É, ó, gente boa, o nome dele é Rodrigo, ele é dentista". Falei assim: "Vou est lá com com
o Joel no podcast". Ah, aí ele falou assim: "Manda um abraço para ele." Só que ele riu, Tipo assim, né? Eu não ia falar isso que não tem nada a ver. Mas ele falou: "Mas se eu conhecesse ele, a primeira coisa que eu ia conversar com ele era de triatlo. Eu nem falar de negócio com ele. >> Ia conectar. >> Ia conectar, entendeu? Então falei com ele que eu ia falar isso com você. Mas >> legal, qual o nome dele? É Rodrigo o nome dele. >> Ô Rodrigo, aí conseguiu se conectar, Cara. Abraço para você
aí. Consegu >> Mas é isso, cara. Os caras querem, pô, comigo. Você quer conectar comigo que você só você falar de bola, pô. Falar de futebol comigo. Eu >> conectou na live. >> Inclusive, eu tenho um negócio lá no Mastermate que eu fico brincando, né? Que eu não tô montando um grupo, tô montando um time de futebol. Aí os caras chegam e fala: "Joga o bola, tá? Tá, pode entrar". >> É, é. Tá, tá no formes. É empresário, fatura conta. Não, não, não. Joga bola. Já tá, já tá liberado. >> Tá liberado. >> Você sabe,
cara, a primeira vez que eu me conectei com o Flávio, Flávio Augusto foi em 2019, fui num evento convidado pelo Thiago Negro, o evento assim, uma loucura, um evento gigante, o maior evento da época de finanças do mundo. O cara fez Ibi era 20.000 pessoas. Joel, palestra, palestra, lógico. Maor prazer, irmão. Estamos junto. Vamos lá. Fui. Tal. E aí um dos palestrantes era o Flávio eu, fanzaço do Flávio. E aí a gente ficou num camar num num camarim, aqueles é um camarin que é é como se fosse um trailer camarim, né? Você contrata um trailer
camarim >> e ali ficava só o grupo super íntimo do do Thiago, do Negro. Então é assim, a mãe dele tava lá, >> Sim. >> O pai dele tava lá, >> o irmão dele tava lá. E aí os amigos muito próximos, eu era um deles, eu fui com a Lalas, o Joãozinho tinha 56 dias, o meu filho, o João, e o Flávio apareceu lá. Quando o Flávio apareceu, ô gente, tudo bem? Boa tarde, como é que vai? Tudo bem? Eu falei: "Caramba, Flávio Augusto aqui." Mas assim, ó, aqui, ó, cara, tinha cinco pessoas, seis. O
evento 20.000 naquele espaço, seis. E aí o Thiago, pô, Flávio C, obrigado Ter vindo pá, pô, isso aqui é meu amigão meu, Joel, amigo meu, cara, fera, foi atleta, mentor, empresário, mora lá em Santos, fala: "Ô, legal, eh, prazer, muito bom". e virou pro Thago. E a maior parte das pessoas já chega e vê aquela oportunidade e já vai falar de trabalho ou já pede uma foto ou já gera uma questão que a outra pessoa percebe: "Tá, entendi, a relação aqui é é de trabalho." E eu pensei que eu vou falar, Que eu vou fazer.
>> Ponto de conexão, eu toco, ele toca. Só fui, só falei de violão. Falei: "Flávio, o teu estilo que você toca lá, muito bacana, meu. Aquele violão, teu Taylor incrível dele. É, você gosta?" Falei: "Gosto, eu toco também". Ah, ele tava com celular assim, você toca? Falei: "Cara, toco." E na época que eu era atleta, eu sempre ia pras competições tocando. É, você você foi atleta, né? É. É. Também o time lá, o Orlando Siri e tal. Mas você toca o quê? Eu toco cavaquinho, bjo violão, um pouquinho de contrabaixo, mas tudo que tem corda
e percussão é mesmo você. E aí ele pegou o telefone, ele falou: "Olha aqui tocando na banda na época da Marinha e tal". E começou a trocar comigo pá pá e só violão, violão, violão, violão, violão, violão, tocar música, violão, música. Esse aqui é seu filho. Olha que bonitinho. Ah, deixa eu pegar ele no colo. Pegou ele no colo. Bati uma foto dele segurando o João. Só cara eu tava ali assim, eu tô conectado com o Flávio. Eu não vou falar de negócio. Me segurando, né? E fala: "Violão, violão, violão, violão." Não, não pedi. Ah,
não. Aí depois o Thiago chegou, eles conversaram, aí uma pessoa falou: "Vamos bater uma foto". Batemos uma foto e acabou. Bruno morreu ele. Aí alguém chegou e falou: "Eh, Flávio, chegou a hora de você Palestrar." Ele: "Beleza, gente, obrigado. Obrigado, tô indo nessa, tá?" Ele se levantou e foi, abriu a porta. Na porta ele parou, virou e falou: "Joel, eh, pode pegar meu WhatsApp com o Thiago, tá? Pede pro Thiago passar meu WhatsApp para você". E eu não pedi em nenhum momento. Eu poderia ter pedido o WhatsApp pro Thiago imediatamente e eu não pedi. Fiquei
com o Thiago no sábado, ajudei o meu amigo, fiquei com o Thiago no Domingo, ajudei o meu amigo, palestrei, servi passou um dia, dois dias, uma semana, abafou, ah, diminuiu a poeira diminuiu quando umas três semanas depois, eu tô com isso aqui na cabeça que tinha acontecido evento. Ah, outra coisa, Thago, eh, o Flávio pediu para passar o WhatsApp, tá? depois, ah, então pega aqui. Então, só pedi o WhatsApp três semanas depois pro Thiago sentir que eu tava lá com ele. Sim. >> Para ele ver que, pô, honrei que, cara, Uma relação super de somo,
somo, com tribu, >> não pedi pro Flávio, gerei valor e aí eu peguei o telefone do Flávio e eu fiz assim: "Flávio, aqui é, aqui é o Joel JJ aqui, tá? Só para você guardar meu telefone. Seu telefone, beleza Joel?" E acabou. Aí falei: "Tá. Agora eu tenho um telefone do Flávio. Agora tá tudo certo com com o Thiago. Não foi uma coisa eh que não ficou feio, não ficou sem classe. >> E no momento certo, quando eu tiver algo legal pra gente para eu contribuir pra vida dele, eu mando uma outra mensagem. Levou uns
quro meses para isso acontecer. Quatro meses. >> Eu não mandei nenhuma mensagem para ele em quro meses. Aí 4ro meses depois eu fui porque foi agosto, 4ro meses depois eu fui para Orlando. Eu falei assim: "Flávio, eu tô em Orlando". Mandei no direct do Instagram: "Flávio, eu tô em Orlando." E nesses quro meses, Flávio me Acompanhando no Instagram, começou a me seguir, via, curtir uma coisa ou outra, me via, me acompanhava. Beleza, Flávio, tô em Orlando com a família, tô passando férias, eu quero muito conhecer o Orlando Siri. Eh, tem alguém que eu posso falar?
Eu posso ir lá? Eu não sabia se eu podia ir lá, se tava aberto, que não tava tendo temporada de jogo. Aí ele falou: "Ah, você tá em Orlando?" Falei: "Tô, eu também. Fica até quando?" Falei: "Fico até sexta". Ele: "Boraçar quinta, boraçar quinta." E aí a gente almoça e e aí o restante é a história >> e acontece tudo. >> E acontece tudo. Portanto, eh, como que eu posso te ajudar? Ajudei o Thaago, conectei, fiz aquilo e o restante é a história que todo mundo sabe. E aí, mas >> você acha que essa habilidade
sua de relacionamento com você é um dos melhores que eu já vi na vida, cara, de Relacionamento te ajudou a chegar onde você chegou, né? Com certeza, né? >> Sim, com certeza. E é uma habilidade que eu desenvolvi, mas é uma habilidade também. Desde o moleque eu sou um cara de >> de time, de galera. Eu fui o líder do do time de natação, capitão do time de natação. É o Ercara na escola que tocava violão e a galera, pô, legal. Eu sempre fui um cara de gente, né? Então >> eu, Bruno, eu consegui encontrar
um Trabalho que esse meu talento virou super potência. >> E eu super sugiro isso para as pessoas, para você pega uma, pega um talento, entende o teu talento, encontra o trabalho que ali vira tua zona de potência. E eu tenho esse skill com gente. Eu lembro que um dia a gente tava nesse escritório aqui mesmo, aqui no espaço gravando, tava eu, o Conrad Adolfo no palco e a Maricota, que é uma mentorada minha e do Conrad Adolfo. Ela Tava lançando o livro dela aqui. E aí acho que foi ela que perguntou para mim, Joel, o
que que você acha que é seu maior diferencial aí, né, no e para ser quem é para você ser quem você é. E eu, pô cara, ficar respondendo coisa assim da minha pessoa, né? Deixa eu pensar. E aí o Conrado entrou, ele falou: "A primeira coisa, o seu carisma é uma coisa inacreditável". E eu não vou ficar falando assim: "Ah, porque eu tenho carisma e eu não sou eu que Tenho que falar que eu tenho carisma". >> Mas ele falou: "Cara, o seu carisma é um é uma questão que que diferencia. Eu não preciso fazer
força para isso, eu simplesmente sou eu. Mas acima de tudo eu procuro fazer, não procuro não, eu faço o que eu gostaria que as pessoas fizessem comigo. E tudo bem se a pessoa quiser fazer, quer quer trocar uma ideia de de negócio. Para mim tá tudo bem também. Eu lembro que uma vez tô lembrando outra História, deve ter uns 4 anos já. Joel J trança, jaqueta, trabalho devolve pichado nas costas, evento de 5.000 pessoas. Fui palestrar, fui com a Malu, cheguei num evento rápido, entrei já perto de palestrar. E tem sabe qual daqueles espaços VIPs
que fica palestrante, mas também é um VIP que a galera vende, >> Bruno, eu pisei no espaço VIP, eu pisei assim, ó, um cara colou e grudou aqui na minha cara assim, ó. Joel, Meu nome é, sei lá, Marcos, eu não lembro o nome dele. Meu nome é Marcos. Eu sou especialista em palestra em Pit porque eu tenho uma mentorada, essa, essa, essa, porque esse, esse, esse, esse e até uma mentorada que ele falou: "É porque eu eu dou mentoria para essa pessoa". E até uma essa mentorada era do Ecoen, mas acho que ele não
sabia. E eu sou especialista em PIT, eu sou especialista, eu eu aumento em 18% a conversão no palco, cara. Não entendi Nada, Bruno. Ele não tinha um MMI, entendeu? Ele não tinha MMI, não tinha. E aí eu falei: "Tá, como que eu posso te ajudar?" Daí ele falou: "Eu queria me conectar com você". Aí eu lembro que eu eu já entendi o que ele quis dizer. >> Aí eu falei: "Vou dar uma pirraçada nesse cara aqui agora". Eu falei: "Mas eu não entendi o que quer se conectar. Como assim se conectar comigo? Não Entendi. Aí
ele ficou sem graça. Aí ele falou: "É, não sei, de repente trocar uns contatos, trocar o meu WhatsApp com você". Aí eu falei assim para ele: "Tu já viu palestrar alguma vez?" Ele: "Não, eu nem palestrei, cara. Eu acabei de chegar. Eu acabei de chegar. Você já tá me vendendo um produto e você nem me viu palestrar. Segunda coisa, não faz isso não, cara. Aí eu fui de dei um conselho, sabe? Falei, não faz isso não. Isso não. Você não se conectou comigo. Não faz desse jeito, não. Eh, não vai funcionar para você. Vem na
boa, contribui, soma. Faz desse jeito. Não dele, obrigado pelo feedback. Ele ficou, ele ficou um mix de obrigado pelo feedback, mas um pouco chateado, sabe? >> Sim. >> Mas beleza. E aí tinha um uma pessoa ali do lado que é o Alisson, o Alisson do Ecossen. Ele falou: "Mestrão, eu já vi ele fazendo isso com as três pessoas aqui hoje, ainda bem que você falou". Eu falei: "Porque não vai somar desse jeito? Calma, respira, olha, observa, gera valor, dá energia, não suga". Eu espero, eu não sei o nome dessa pessoa, mas eu espero que eu
tenha contribuído para ela. Mas se não contribuir para ela, tem milhões de pessoas ouvindo aqui. Isso é que eu >> Todo, todo profissional e sonha com ter o cliente estrela, né? Porque você é esse cara, o cliente estrela. É, >> só que para conseguir esse cara, velho, você tem que ser muito bom de relacionamento, com o nível de consciência muito alto, senão você não vai conseguir conectar nunca. >> Você não pode ser estrela. >> É nada mais do que você, né? >> Não, você não pode ser estrela. E quando você não é uma estrela com
cliente Estrela, você vira estrela para ele. >> Isso. Uau. Incrível. Isso aí é super boa. >> Porque tudo que um estrela não quer, a gente bajulando ele, ele não quer. >> Ou o cara que quer botar banca também para poder >> Ah, não põe banca, não põe por causa da insegurança, na verdade, entendeu? Eu também acho que é tipo na cabeça do cara, cara, minha única chance, ele Chegou e eu vou falar tudo que eu faço para ele, para somar valor. Legal. Intenção boa, estratégia errada. Espera, calma, respira. >> Eu falei, eu eu até perguntei
para ele, né? Repito, mas você já me viu palestrar? Nunca. Mas eu acabei de chegar, eu nem subi no palco ainda. Você já tá querendo me vender uma coisa que você acredita que eu tenho esse problema. >> Sabe o que fica de experiência para isso Que você tá falando? Social Cing, cara. Galera que manda mensagem para mim às vezes assim, cara, nem já aconteceu com você. >> Isso aí >> manda no inbox ali direto ali, cara. Às vezes assim, cara, por exemplo, às vezes eu posto algumas coisinas igual você posta coisa de música. O cara
ser inteligente, ele é ele comenta na música. Pô, cara, essa música é maneira, eu gosto de tal música também, entendeu? Porque ele porque primeiro a questão é primeiro eu faço relacionamento, depois eu faço negócio. Que que você fez com com o Flávio? Relacionamento primeiro, >> negócio depois. >> Entendeu? Quando eu inverto a ordem, atrapalha tudo. >> Primeiro, anota aí, viu, gente? Primeiro é relacionamento, depois é negócio. Porque quando você faz relacionamento primeiro, fica claro que a minha relação com você, embora seja transacional, Mas em primeiro lugar tá o relacional. >> Isso. >> Primeiro relacionamento, depois
negócio. >> Isso. Aprendi isso com um cara chamado Pereira Amorim. Nunca esqueci disso. Cheguei na reunião querendo vender para ele. Você já perguntou se eu tô bem? Você já perguntou como é que minha família tá? Porque se você tivesse me perguntado, eu tinha comprado tudo, cara. >> Pois é. Fala um pouco mais dessa ideia Do social selling aí que chegou em você, como é que foi o approach? >> É que assim, na verdade, isso toda hora acontece, né? A galera quer, porque a galera pega o perfil das pessoas assim que tem alguma relevância e aí
é muito editor de vídeo, muita essa galera que quer, tipo assim, ah, cara, se ele chegasse mais preocupado comigo primeiro numa abordagem, entendeu? Mais assim, eu posso, tô jogando tênis agora, tô, tô postando de Tênis aí direto aí, >> tá? O cara, se ele for inteligente, ele pega uma portagem de tênis e fala comigo, cara, você leva jeito desse esporte, eu já, opa, beleza, vou curtir ali, não sei o que, alguma coisinha nesse sentido, mas uma mensagem pré-pronta que você vê que foi o GPT que escreveu e que ele mandou para 30 pessoas e ele
tá te mandando a mesma mensagem. Ah, cara, desculpa, velho, isso aí não vai Funcionar, velho. Não tem como isso funcionar, pelo amor de Deus. Respondi uma caixinha hoje no Instagram. Ah, Joel, ten uma empresa e mando mensagens no direct para as pessoas fazerem parceria comigo. O que que você acha disso? Falei: "Ruim, pô". Eu recebo lá: "Oi, vimos o seu perfil e ele combina com a nossa empresa >> e nós estamos pagando não sei o que para trabalhar." Cara, pelo amor de Deus, Cara. E a pessoa que manda essa mensagem, você não quer uma pessoa
com pouco compromisso, a pessoa quer se relacionar, ela quer te conhecer, ela quer poxa. >> E nesse nesse lugar de por isso que eu falo da compra de acesso que é tão importante, por exemplo, você acha mesmo, você acha mesmo que o Yuri ia decidir fazer a marca >> com alguém pelo inbox Instagram que Mandou para ele? Mano, >> não tem como. >> Sabe o que acontece nesses negócios grandes assim, nesse sentido? Ou o cara vai fazer porque ele conheceu alguém no meio que ele tá, ou ele vai pedir indicação para quem ele conhece, entendeu?
>> É isso aí. E a indicação é poderosíssima, poderosíssimo. >> Por isso que não tem outro caminho. Eh, Só fechar aquela coisa que eu tinha falado que depois do convite, que é aquela questão que eu falei, lembra que eu falei convite que você faz com convicção lá atrás? >> Uai, não fechou. >> Eu anotei sete aqui. >> Você anotou cinco? >> Não, senhor. >> Então foi sete. >> Então vem aqui. Então acho que eu anotei no número que não é. Primeiro desejo. >> É. >> Segundo problema. Terceiro, empatia. Quarto. >> Ah, entendi. >> E não
era empatia. Não é porque eu eu entendi. É porque o terceiro é o guia. >> Ai caramba. Porque aqui aí tem autoridade plano antecipa objeção. Líder que tem que fazer o convite. >> Ah, entendi. >> Não é isso? Arruma aí. Então vai. Primeiro desejo. >> Vou falar rápido. Desejo problema. O guia tem que ter empatia e autoridade. >> Problema. Guia. >> Guia tem que ter empatia e autoridade. >> Tá bom, >> né? O aí tem plano. >> Ah, o plano tá em quinto. Tá bom. O guia tem que ter empatia e autoridade. Aí plano, >>
plano é quarto. >> Plano é quarto. >> Quarto. >> OK, >> né? Aí depois do plano vem o convite. >> E onde que tá a objeção aqui? >> A objeção é dentro do plano. >> Tá objeção dentro do plano. Ah, então tá. Então aí tem que ter o convite. >> Convite. Isso. >> Cinco. Convite. Ok. >> Aí. Aí depois você vai ter que falar do sucesso que vai acontecer depois que ele passar pelo convite. Isso. >> Que legal. Isso, >> isso. >> O sucesso depois, >> tudo que vai acontecer com você depois que você passar
por esse convite, tomar decisão e tudo que vai, que aí o fracasso é o seguinte, tudo que você vai evitar que aconteça caso você faça isso. Então, sucesso, fracasso, >> dentro do sexto, >> o sexto é sucesso, o sétimo é fracasso. >> Ah, o sétimo é fracasso. >> É. Então, ó, vou pegar a lógica aqui só para você ver, ó. Eu vou fazer como eu faço, inclusive quando eu vou construir. Eu sei que tudo que você está buscando é desejo, >> beleza? >> Mas sei que, infelizmente, você está passando por esse problema. >> Beleza? >>
Eu te entendo. >> OK. Empatia. >> Empatia. Eu já passei por isso e já tive Resultado, já mudei minha vida. Autoridade >> e me torno guia. E eu que e eu segui um plano para que isso acontecesse. >> MMI. >> Depois desse plano que você tomar a decisão e seguir comigo, já o convite, você seguir comigo, >> tá bom? Eu vou te o que que vai acontecer na sua vida? Você vai ter clientes que te paguem mais, você vai ter mais autoridade, mais respeito, mais Legitimidade na sua história e você vai ser a referência do
seu segmento. >> Beleza? >> E o que que você vai evitar? >> Beleza? >> Fracasso. Você vai evitar de continuar recebendo gente desalinhada do seu propósito, gente que te compara com gente pior do que você, gente que só quer te pagar barato porque não tem coragem de pagar o que você sonha. E você vai continuar sendo um cara Irrelevante no meio que você tá. >> Cara, muito bom. Peguei. >> Entendeu? Tem o nome para isso? A >> construção de mensagem clara. >> A construção de mensagem. É essa aqui que você tropicalizou? >> É essa aqui
que eu tropicalizei. Eu peguei a base em cima dele. Só que ele não fala assim desejo, ele fala diferente, entendeu? >> Ô Bruno, você já escreveu o livro? >> Quero escrever, cara. >> Ah, que quer nada. >> E eu quero, eu quero escrever sobre isso aí. >> Quer nada? Me dá um cafezinho aqui, vai. Não quer, não quer. A gente vai resolver isso agora. Eu já vou voltar nessa história do livro. Dois amigos nossos que a gente conhece, patrocina o JJ Podcast, que é Wilton e o Eduardo. Cheirinho Bom na área. Alô, Cheirinho Bom. Aê,
>> nossos irmãos >> aí, ó. Cheirinho bom, patrocinador do JJ Podcast, nossos amigos, nossos irmãos e a gente chega no quadro café com Conselho. Beleza. Pode ser café, tá? Pode ser chá. Café com conselho. >> Eu descobri ontem que pode ser chá com eles. Então eu estou no momentinho chá da minha vida e tô tomando um chazinho aqui, ó. Pode ser chá, pode ser café, pode ser cappuccino, Pode ser o que vocês quiserem. Cheirinho bom tem tudo. Cheirinho bom tem tudo. No momento café com conselho, oferecimento Cheirinho Bom, tá >> show? Você tá no meio
da tarde, numa quarta-feira, com algumas coisas na cabeça, precisando de um conselho. Pega o telefone e você tem o WhatsApp de todas as pessoas que você quer falar. Quem você chamaria para tomar um café com você? Qual conselho você pediria para essa Pessoa? E o que você acha que ela responderia para você? >> Caraca, meu. É sério? >> Uhum. É muito sério. >> Qualquer área, >> qualquer área. Eu eu eu ligaria pro eu pediria o conselho pro JB Carvalho. >> Você ligaria pro JB Carvalho? Beleza. Qual era o conselho que você pediria? >> Eu eu
ia eu ia eu ia buscar. É engraçado, né? Porque às vezes a gente pensa numa pessoa que tá lá nos Estados Unidos, que você não tem acesso, né? O JB eu tenho acesso, mas eu não tenho uma pessoa a mais que eu que eu que eu gostaria desse conselho, né? Por quê? >> Porque hoje a vida espiritual para mim, ela tá sendo o centro de tudo. Então eu tenho levado muito a sério isso. >> Legal. >> Esse ano eu coloquei na minha convicção que eu a área que eu mais iria me Aprofundar e ser disciplinado
e forte seria na área espiritual. Então eu tô tô assim, cara, tô tô voando no bom sentido nessa área, né? >> Sim. Então ele é um cara que é um líder nessa área espiritual, né, cristão, incrível, líder de líderes e com certeza eu perguntaria para ele relacionado à minha posição sobre impacto daquilo que eu devo fazer no mundo. Porque, por exemplo, quando você fala para mim, você já fazer, eu quero fazer. Eh, inclusive Vou te chamar para você fazer o prefito do livro, que aí >> não, esse papo do livro daqui a pouco você vai
tomar aquela aquela aquela já, aquela xinchada, aquela já chamada. daqui a pouco tu teu tua hora tá reservada, >> tá bom? Tá bom. >> Porque livro é seríssimo e já fiz muita gente nesse podcast lançar livro, tá? >> Cara, fal, eu quero lançar, falei: "Então vamos embora, >> a gente já vai resolver isso." >> Boa. >> Mas aí, tá, então você perguntaria o que para ele? Então eu perguntaria sobre sobre como ter a certeza, como ter a certeza que o meu plano profissional, ou seja, aquilo que eu quero paraa minha carreira, pensando em profissional, está
alinhado com aquilo que os céus espera que eu faça na terra. >> Muito boa pergunta. Muito boa pergunta >> para eu ter a certeza que, cara, o caminho é esse, a mensagem é essa, lança o livro, vai para cima, entendeu? conhecendo ele do jeito que você conhece e tudo que você tem estudado, o que você acredita, qual você acredita que seria a resposta? >> Ele ia falar de convergência comigo, ele ia ele ia ele ia estudar algumas coisas. Cara, é incrível, velho. Eu ia te dar o livro dele de presente, inclusive sobre isso. >> A
gente vai pegar lá, né, amor? Da da gente trazer. >> Aliás, um abraço para você, JB. Várias pessoas falam de você para mim, tá? A gente não se conhece ainda pessoalmente, mas já tenho respeito por você. E por por que que eu tenho respeito? Porque muitas pessoas que eu conheço, que eu gosto, já falam o tanto que você a transformou. Então isso já me traz eh um respeito por você. Então, amigo dos meus amigos, mentores dos meus amigos, Também são meus amigos também. >> Muito massa, incrível. Vamos ver se eu consigo fazer esse match aí.
Incrível. >> Vamos juntar, vamos juntar. >> Eh, ele, ele fala sobre convergência. Convergência é quando tempo, olha, tempo, tá bom? Geografia, pessoas, talento, tempo, pessoas, geografia, talento, obediência, encontram o mesmo estágio para algo acontecer. >> Tempo, pessoas, >> pessoas, >> geografia. Ó, talento esqueci o outro. >> E obediência. >> Obediência. Obediência. Se estão estão alinhadas, >> se encontram >> se encontram, convergem para que algo Aconteça. Isso chama convergência. >> Cara, muito bom. Isso aqui >> eu tenho estudado muito sobre isso, cara. Assim, eu fiz uma imersão com ele agora. Trou ali para falar aqui em
para falar de convergência porque você aconteceu com você aconteceu quando você mudou de geografia. >> Oxe. Oxe, Maria. Vixe. Foi convergente demais. Mudou a geografia. >> Aí >> botei tempo. >> Isso. >> Botei energia, botei foco. >> Pessoas apareceram. >> Pessoas apareceram porque eu fui para fui para perto delas. mudou campo magnético, visão, comportamento. Eh, mudou, mudou muita coisa. >> As pessoas falam que uma pessoa, isso é famoso no digital, né? Dizer que assim, A pessoa explodiu, as pessoas não explodem, elas entram em convergência. É isso que acontece. >> Opa, fala mais disso, fala mais
disso, fala mais disso. >> Então, às vezes você não tá vivendo tudo aquilo que Deus espera que você viva na terra porque você ainda não se moveu de geografia e você já tem alguma chamada para isso, mas você não tem coragem e obediência. Então, às vezes é a geografia que falta, Às vezes é uma pessoa que Deus tem que te conectar no caminho que ainda não conectou, que você precisa se mover para essas pessoas chegar. A sua história, cara, sua história é isso. Geografia, pessoa, tempo, obediência, talento. A sua história é essa. Quando tudo isso
convergiu ao mesmo momento, o JJ virou o que virou. >> Sim. E aí, Brunão, eu também deixei de lado coisas que iam atrapalhar essa Convergência. >> É obediência. Isso aí, deixa aí. E eu nem olhei para trás. Eu nem olhei para trás. Eu não tinha essa opção. Eu não coloquei essa opção na minha cabeça. Eu não, você quer saber aqui? Eu nunca eu eu eu vou falar aqui. Você quer saber? Nem perguntou. Você quer saber? Fez essa pergunta. >> Mas ó, só vou falar uma coisa aqui Que eu quero que as pessoas saibam. Quero que
você saiba também. Você, às vezes as pessoas me perguntam qual foi o principal elemento que responsável por você começar andar numa velocidade diferente e passos largos. Parar de beber. >> Uau, incrível. >> Talvez muitas pessoas pensem, mudou de ambiente também tem essa negócio do ambiente, né? Parar de beber. Vamos lá. Eu não era um cara que tinha problema com bebida, nenhum. Mas eu bebia, eu sou sociável. Então eu ia nos lugares, quer uma cervejinha, quer uma quer tomava uma cervejinha, tal, que aí eu ficava naquele lugar. Então o o compilado de coisas que o pack,
o tinha um tinha um kit, a bebida tinha um kit. Cara, eu amo música, meu irmão, mas eu amo num nível inacreditável. Eu toco desde que eu tenho 11 anos, eu gosto de pagode, eu Toco bem, eu canto e aí eu gosto das pessoas, eu gosto de conversar com as pessoas e tal. E aí eu ia para um lugar que aquilo convergia. Sabe o que aconteceu no outro dia? Eu acordava com preguiça, eu acordava lento. A conversa das pessoas eram conversas que muitas tinham muitos problemas. Eram conversas de pessoas que estavam com uns papo nada
a ver, uns papo esquisito e aí vinha muitos problemas, um falava Mal do outro e aí um que fazia um negócio com Não era legal. Eu gostava da galera, mas aí o que vinha vinha vi uma coisa junto que eu falar: "Ai, papo chato, ai coisa nada a ver isso aqui." E aí um dia eu tava correndo na esteira e escrevendo o livro. Eu tava, eu tava correndo e pensando no meu livro, 2015, perdão, 2016. E eu falei assim: "Vou vou colocar toda a minha energia para terminar esse livro E quando eu terminar esse livro
eu vou tomar um champanhe com a Lalas". Então eu vou ficar sem beber, vou beber enquanto não terminar esse livro. Cara, foi iso, foi só isso. Deu 28 dias. É por isso que eu fiz um programa chamado P28 de saúde, que é performance. Em 28 dias eu mudei esse hábito. 28 dias eu tô, eu meu livro não tava nem na metade. Eu tava correndo na esteira e eu tava com tanta endorfina, cara. Eu tava tão feliz que eu falei assim: "Gente, eu não Preciso mais beber, preciso mais de bebida, não vou mais beber". E foi
bem assim, foi simples assim. Aí vou ver o que que é uma vida sem beber essa cervejinha. Cara, eu não sabia que eu tinha mudado a minha vida drasticamente. Se eu não bebo, eu não vou mais no lugar que bebe. Se eu não vou no lugar que bebe, nunca mais acordo com ressaca. Se eu não acordo mais com ressaca, eu sempre percebo, eu eu nunca mais perco, sei lá, qualquer tipo de Consciência. E aí vai embora junto eh as pessoas que que sei lá, com energia ruim, cara, tudo errado, ruim, negativo, porque tem coisas boas
e e coisas não boas, mas eu saí daquele ambiente. Quando eu saí daquele ambiente, cara, minha vida, ó, aí eu aprendi a ir para lugares sem precisar beber. Hoje eu não convivo com ninguém que bebe, mas a vira e me tem uma galera que toma um vinhozinho, Eu não bebo, eu vou zero. E eu vou no e nunca senti falta. >> E eu vou vou nas cofrarias de vinho, levo o vinho, os caras e deve ser mai legal, né? Eu levo o vinho e não bebo, né? Aí e aí os caras falam: "Cara, o Joel
vai convive com a gente, não normal. E meu Deus, cara, e aquilo foi importante para mim, cara. Há 10 anos, não, há quase 10 anos, máximo. >> Eu nunca eu não sei o que acordar de Ressaca. >> Uau! Uau! >> Eu posso dormir 4 horas essa noite, 3 horas. Eu vou acordar com sono, mas eu não vou acordar com ressaca. Mudou tudo, mudou meu corpo, mudou minha pele, mudou meu cheiro, mudou, mudou minha expressão genética, mudou tudo, mudou tudo, mudou tudo. >> E o business, >> uau. >> Só que eu não sabia disso quando eu
Bebia. Eu só fui descobrir isso depois que eu não engordei, emagreci, controlo o meu corpo, tudo, tudo mudou. Tudo mudou. E aqui, vamos lá, ó. Tempo, pessoas, geografia, talento, obediência, >> tudo na convergência da bebida. Hum. >> Foi aí, então foi uma coisa, teve houveram outras convergências, né, o lugar e tal, mas isso para mim foi super importante. Eu falei um pouco mais profundamente aqui porque eu sei que tem gente que tem problema de bebida. >> É, eu pass, eu meu avô, né, cresci com isso também. >> Meu pai também. Meu pai foi alcólatra. Meu
avô foi alcólatra. Eu não fui alcólatra, >> mas eu tinha aquela questão do alcoolismo. O que que é a questão do alcool? Você bebe uma, quer mais uma, aí você quer, quer mais uma, quer mais daqui a pouco você v você, você entendeu? Eu já, isso já aconteceu comigo, ainda mais eu era atleta, cara. Eu ficava a temporada inteira sem colocar uma gota de álcool no no organismo. Aí passava a competição, tinha lá três, quatro semanas de intervalo, atleta faz muito isso, tá? E ó, goró. Então, é uma coisa meio doida, meio meio meio meio
desorientada. Então, a bebida para mim foi um marco há 10 anos, foi um marco incrível na minha jornada. E eu tenho que dizer isso. Eu sei que chega essa mensagem chega em muitas pessoas. E eu nunca senti falta porque a principal coisa da mudança foi mudar do Bambiente. Eu convivente que as pessoas não bebem. As pessoas não bebem, pô. Eu vivo há 10 anos que pessoas não bebem. Elas não. Uma coisa é dar um golinho num vinho. Ah. Ah, esse vinho aqui é um >> é um Chatô 1970. Até sei os nomes. >> Uhum. >>
É um Margot 1945. Os cara beb bebe do tru. Não acontece nada com a vida dos Caras. Nada. Não acontece nada. Nada, nada. Então um ambiente que a gente tá é um ambiente muito convergente para isso também. >> É que incrível, cara. >> Muito legal, né? >> Mas mas é muito. É, cara, eu já admirava, mas essa foi importante assim, eu vi. >> Importante, né? Não bebo. >> Muito massa. >> A Larissa também não bebia, então já não Bebe. Então meus filhos nunca me me viram e me verão beber. Aí tem uma coisa. Não é
que eu parei de beber, porque quando você fala, eu parei de beber, você tá na camada do comportamento. >> Sim. >> Quando você fala, eu não bebo, você tá na camada da identidade. Isso foi uma coisa muito importante. Joel, quer um vinho? Não, não bebo. Aí quando a pessoa fala assim, mas em nenhuma ocasião, mas Nem não, eu não bebo. Quando você não bebe, você não bebe. >> Ah, tá. Não é que eu parei de beber. Não, eu não bebo. Simplesmente eu não bebo. E aí você tem isso aqui sabe o que que é do
MMI? Mentalidade, mensagem clara, imagem nem tanto, mas é eu não bebo. A mensagem tá clara, >> clara, >> não é assim? >> E passa a imagem também. >> E aí a imagem já passa. Pô, tem gente que fala: "Pô, gostei mais de você por causa disso". Não, são várias coisas que eu mudei, tá? Várias coisas que eu mudei, mas forte. >> Mas assim, é é legal porque você é o cara da alta performance, né, cara? Você é o cara da performance perfume. E e e você é o cara da saúde também. >> É porque não
vou falar que o vinho vai arregaçar a saúde da pessoa, mas cara é Álcool. >> Você você acredita em sinais? >> Acredito. >> Então tá bom, gente. Acabei de receber uma ligação, meu irmão. Eu estou Você acredita em sinais? Claro, >> eu estou gravando, eu estou gravando o JJ Podcast com o Bruno Andrade falando sobre branding >> e ele falou que ele tem um sonho esse Ano de escrever um livro. Você acredita nisso que eu tava falando desse assunto agora no JJ Podcast? >> Claro que eu acredito. A gente tá ligado, mano. Som irmão, irmão
de alma, de espírito. >> Ele é o chefe da editora Citadel. Isso. >> Editora. Ele tá falando aqui quer escrever um livro. E aí tocou aqui. Eu podia não atender esse telefonema, eu falei: "Mas cara, sinal, só pode ser. Tem que gravar, amor. Mano, Anota, anota um dos próximos livros seus. Anota o nome. Acabei de receber. >> Então, gente, pausa no JJ podcast porque o Marcel ele recebe imagem, nome de livro. E tô no meio do podcast com o Bruno, ele vai dar o nome do novo livro. Hã, >> anota. >> Hã, >> tempo não
é dinheiro. >> Puts, grila. Cara, você tá muito maluco, Marcel. Tempo é vida. Tempo é vida. Tempo não é dinheiro. Esse é o título. Esse é o título. Tempo não é dinheiro. E o Joel vai te explicar porquê. Tempo é vida. Eu acrediti. >> É aquilo que você troca e de dinheiro. É aquilo que você troca na sua vida >> pelo tempo que você tá dando. >> Ó, olha aí. Dinheiro é o que você troca de vida, >> OK? >> Pelo tempo que você tá dando. >> Tempo não é >> Você recebeu essa? Você recebeu
essa? >> Tempo é vida. Tempo é vida. Te amo, mano. >> Te amo. Depois eu vou te falar dele. Se você quiser, você lança ele. >> Diz para ele que quem manda nesta é você. O Joel decide quem eu publico, quando, como e de que forma. O que o Joel disser para você tá dito. >> Valeu. >> Tempo é vida. Beijo, meu irmão. Obrigado, cara. Caramba, meu. Bom, >> que vaso, cara. >> Senhoras e senhores, Tempo é vida, o título do meu novo livro, Sinais. Agora eu só eu já tenho editora, cara. Tocou o telefone
no meio do podcast. >> É isso. Isso é convergência. Não, isso não é convergência não. Isso é um negócio que chama favor de Deus. >> É. É. >> Favor de Deus. >> Será? Olha. Se era isso que tava te faltando pro livro, você já tem editora. >> Amém. Amém. É favor de Deus. Tem tem ideias que estão nos céus que ela que Deus quer que aconteça. Aí ele faz isso. Telefone tocar. Agora ele tem que ser obediente, entendeu? Para que tudo aconteça, eu tenho que sentar, escrever, tomar a decisão. Eu vou fazer. >> Pode escrever.
Pode escrever. Quando Você tiver pronto, a gente apresenta? >> Não, eu tô pronto. Vou fazer. Só você não falar o que tem que fazer. Eu sei que tem que >> tá bom. >> Dar direção agora. >> Livro de quê? Então, livro sobre o MMI mesmo, sobre a sobre como ser uma referência máxima no mercado. >> Livraço. Livraço. >> É, >> as pessoas querem, pô, >> é, >> as pessoas querem ser referência, elas querem >> colocar à tona aquilo que elas têm de melhor. Elas querem colocar à tona aquilo que elas acreditam que vai transformar as
outras pessoas. Escreve, cara. Escreve. faz um livraço, um livro bonito, um livro com bem escrito, um livro com alma, >> um livro com verdade, um livro >> com história, um livro com metodologia, com caminho, um livro com cara, um livro que você coloca tudo, todas as células do teu corpo, elas estarão envolvidas naquele livro. A pessoa vai ler e fala: "Caramba, meu bro". >> Eu acho que inclusive ter vindo aqui é um chancela para isso, né? Porque você quando você fala de virar uma referência máxima no mercado, o título, o livro poderia ser isso, né?
referência máxima, Como se tornar uma no mercado, tudo mais. O tá aqui no no JJ Podcast é um é um é uma chancelas disso, >> porque para alguém chegar aqui nesse podcast, ele tem que ser uma referência massa. Você não vai trazer alguém aqui que não seja, cara, eu sei o quanto é incrível estar aqui, >> gente. Eu eu tô eu eu caminho com o Joel, eu tô lá no Clash Club, em outros lugares, e vocês não tm noção o quanto de gente que que é boa, que sonha de Estar aqui nesse lugar. Então, eu
sei a honra que é, sabe? Para mim, eu já aparecerei em muitos lugares, já tive honra de, mas tá aqui é uma chancela. É assim, olha, estou cheguei no lugar que é, não vou desmerecer prêmios aí, mas é como se fosse ganhar um Oscar, entendeu? Tom um Oscar aí que você chegou no podcast do J. >> Caramba, obrigado, cara. Poxa vida, um prazer, cara. Eu sento aqui, Bruno, eu, meu objetivo é aprender. Eu aprendi Muito hoje com você. Meu objetivo aqui é fazer as perguntas que a audiência, poxa, joga, perguntas para ele, entendeu? É, >>
peguei um dis para ela e procurar extrair o melhor que eu posso de cada convidado brilhante, como você. Você é um jovem, né, cara? Você tem 28 anos, você é jovem, mas é brilhante, aguerrido, batalhador. Bruno, eu nunca vi ninguém falando mal de você. Eu nunca vi ninguém falando mal De sua esposa. E, cara, a gente tem muitos amigos em comum. Tem muitos amigos em comum. Eu nunca vi, eu nunca vi você falando mal dos outros. >> Fala, >> eu não, nunca vi a sua esposa falando mal dos outros. Cara, isso é muito importante, pô.
>> Sabe por que que eu não falo mal de ninguém? Porque às vezes aquela pessoa, ela precisa do seu perdão e você vai Resolver com ela. Só que aí como é que você vai fazer para todo mundo que você foi lá e fala que falando da pessoa? >> É isso aí. >> Eu fico pensando nisso, cara. Cara, um problema que eu tenho com você aqui hoje, pode ser que daqui um, dois anos a gente resolva isso e isso vai ser tá zerado. Só que para todo mundo que eu fui falar agora, vou ter que voltar
lá e falar: "Ô, sabe aquele cara? Pô, Entende, velho, perder tempo com isso não. Lógico que se você conhecer alguém que que é uma pessoa que tá que pode prejudicar alguém que você gosta, você vai dar um toque, falar assim: "Cara, toma cuidado que pode te prejudicar". >> Mas esse negócio de >> conversinha, mano, entendeu? A gente resolve, né? a gente resolve se em casos extremos mesmo que a gente tem que tomar essa atitude de de alertar, mas conversinha é uma coisa que não, eu não Gosto disso. Eu eu te vejo desse jeito também, cara.
Você esse cara, >> eu não gosto disso não. E eu outra coisa é perder tempo e outra coisa assim, ah, tá com raiva minha, eu tô com raiva da pessoa, daqui a pouco o tempo vai passar, Deus vai, vai todo mundo perdoar um ao outro, vai dar certo, vai passar. Olha, cara, isso você aos 28 anos você tem essa essa maturidade de vida eh é reflexo de convergência, tá? Alguém te acelerou. Alguém ou alguéns, né? Se assim e no pegando aqui uma liberdade poética, alguiens, né? Você foi acelerado para para ter uma percepção de vida
aos 28 anos. Você é jovem, né? Vocês são jovens para caramba. >> Muito jovens. >> Meu irmão, você gostou do papo? Muito cara. Tá louco. Foi >> eu também gostei, cara. Eu aprendi. Foi muito bom. Antes da gente finalizar, sempre tem uma última pergunta. >> Uhum. >> Coloca tuas redes sociais aí pra galera te acompanhar. Gente, se você gostou do Brunão, segue ele, manda mensagem, compartilha, fala aí para onde que a galera te encontra. >> Meu Instagram é Bruno Andrade, só isso. Você pode colocar o ar, vai chegar, me manda uma mensagem, fala assim: "Cheguei
aqui do Joel". Ah, só te perguntar, não sei se se po >> Você vai fazer social selling com elas? Você vai falar assim, você vai fazer relacionamento quem chegar lá. >> É, então é que a gente tá criou esse diagnóstico, depois eu vou te mostrar como é que é. Como se fosse um disc, você preenche as coisas, ele te dá eh o o em quanto que você tem de mensagem, quanto tem de mentalidade, quanto tem de imagem. >> Entendi. >> Consegui entender? >> Legal. >> É é um quiz que você vai perguntando assim, só que
é muito bem feito e aí ele te dá o nível que a sua marca, o nível de maturidade do seu posicionamento. >> Então faz o seguinte, cara. Faz faz um, vamos deixar um link específico aqui que veio do Joel >> para eu saber. Exato. >> Pra gente saber, para você fazer esse diagnóstico, >> tá? >> Fechou? >> Tá. É, então manda manda Joel. Vou pedir para mandar Joel, que aí JJ manda JJ no meu >> no direct. >> No direct, >> gente. JJ um direct, a gente já sabe. E aí ele vai fazer um diagnóstico
especial para você. >> É, vai >> lá no Bruno Andrade. >> Bruno Andrade. Vai, vai cair esse diagnóstico. Tá muito massa, cara. É um Negócio assim, fera mesmo. Fera. >> Legal. >> Fera. É um acessimo. >> Ok. Muito bom, meu irmão. O seguinte, a última pergunta já fiz 250 vezes. Essa pergunta >> é mesma? >> A mesma. >> 250 vezes e nunca obtive a mesma resposta. >> Uau! >> E acredito que nunca terei a mesma Resposta. E a pergunta é o seguinte: você tem a possibilidade de mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas? Uma
mensagem curta, rápida, direta? suscinta. Essa mensagem vai chegar, ela vai chegar no lugar onde a pessoa acessa. É jornal, é outdoor, é revista, é internet, é televisão, é na praia, é um é um avião passando no céu, vai chegar. Que mensagem seria essa? A >> mensagem que eu deixaria é que existem Pessoas esperando por você. Eu creio que cada um de nós a gente veio à terra com algum alguma missão. E pode ser que seja seu filho esperando por você, pode ser que seja seus pais esperando por você, pode ser que seja uma multidão esperando
por você, não importa. Existe alguém esperando por ti. E é importante que você saiba que a sua vida não é só para si mesmo. Você não nasce, dorme, come só pensando no seu próprio umbigo, não. Você tá aqui para servir pessoas que Esperam por você. Então, quando eu falo que você tem que evoluir espiritualmente, mentalmente, fisicamente, evoluir nos relacionamentos entre amigos, parte familiar, isso não é só por você, mas pelas pessoas que estão esperando pelo seu posicionamento, pela sua mensagem no mundo. É legal ouvir a história da mãe do John Wesley. >> Uhum. >> E
eu fico um pouco emocionado com isso, porque a mãe do John Wesley, ela teve Vários filhos. Vários filhos. Eh, ninguém conhece a mãe do John Wesley, >> mas ela orava, incansavelmente em casa pela sua família, pela sua geração. E ela teve assim 11, 12 filhos, muitos filhos. E um dos seus filhos virou um dos maiores avivadores do mundo no mundo cristão. >> Foi um cara que mudou a geração, que mudou o que a gente entende no mundo sobre o movimento cristão. E aquela mãe, existia uma pessoa esperando por ele, Que era o filho que tava
lá. Então às vezes você pensa, mas eu fui não fui chamado para falar com com milhões de pessoas igual o Joj, mas às vezes você foi chamado para falar com seu filho. Ele vai ser o Joj do futuro. Boa. Existem pessoas esperando por você, meu irmão. Obrigado. Adorei. Boa. >> Orgulho de você sempre. Galera, deixa a gente saber se você gostou, tá? comenta, compartilha esse vídeo, esse podcast, segue o Brunão, manda lá um JJ para ele Fazer o teu, o assessment, a tua avaliação, teu diagnóstico. Se você ainda não segue a gente aqui no YouTube,
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