A comê sabe Oi tá gravando já né oi e já tá gravando desde o começo então tá joia Então pessoal vou pedir para acho que tá todo mundo com o microfone desligado só para a gente ir no Uber né interferência eu vou fazer um boa noite de introdução porque a gente é dita sabe esse espaço que a gente ficou agora conversando esses 15 minutos e não tem conteúdo a gente é dita pro pessoal Assistir depois para ficar um pouco mais firme tá então aí eu vou vou fazer um boa noite aqui foi mal para a
gente poder ter esse espacinho da da edição bom então boa noite para todos é com bastante alegria que a gente recebe vocês nessa segunda turma do curso desvendando os segredos do vaginismo a gente tá muito contente com a presença de vocês que a gente preparou esse curso aí com bastante carinho a gente já vem desenvolvendo aí já um tempo né como Eles comentou Desde o ano passado que a gente se reaproximou a gente é amigas há muitos anos a gente trabalhou juntas não consultório juntas vamos para Unifesp quase que ao mesmo tempo ali que foi
um pouco antes de mim eu fiquei um tempo na Santa Casa E aí eu voltei para o interior né casei tive filhos fica em São Paulo fiquei um tempo aí a gente resolveu voltar para casa da família então assim a gente Manteve a amizade né quando eu conseguir aí dar um Pulinho em São Paulo a gente sempre procurava uma brechinha na agenda para se ver mas o ano passado a gente se reaproximou a mente de novo né então a gente começou a nossa carreira como fisioterapeutas há 20 anos juntas né duas recém-formadas e estavam aí
descobrindo né a fisioterapia pélvica que na época tinha um outro nome a gente começou a estudar ali a fiz o aplicada à saúde da mulher e de pegar leite Ecologia E aí aos pouquinhos a Gente foi cada uma aí traçando né caminhos Paralelos mas ao mesmo tempo Aí a gente se Manteve juntas E aí o ano passado com essas coisas de probleminha e adicionar a gente foi aí desenvolvendo esses projetos a gente foi ministrando alguns cursos aí a gente foi melhorando ou aprimorando E aí chegamos aqui nesse formato de curso que a gente vai iniciar
então nessa aula de hoje e compartilhar então aqui a tela do da minha apresentação com vocês aí E aí E aí G1 E aí E aí bom então vamos lá para primeira aula já fiz aqui Uma Breve introdução sobre a gente né a miss especialista em disfunções sexuais e Mestres em funções do assoalho pélvico pela Unifesp né tanto após dela quanto o mestrado Eu também fisioterapeuta especialista em Sexualidade pela USP mestre também tem uma opesp Alice passou Assim muitos anos no ambulatório de algia pélvica né que é um ambulatório de dor pélvica crônica Então desde
sempre ela teve esse contato especialmente com mulheres né com os sintomas e os quadros dos pais a gente vai conversar né aqui na nossa aula de hoje e eu né dentro lá do ambulatório de urologia na Santa Casa conforme a gente foi desenvolvendo Protocolos de tratamento Para as pacientes com incontinência urinária a gente começou a perceber que essas pacientes começaram a falar para em seguida sexuais e mais do que isso começaram lá nos trazer relatos de que né os recursos que a gente estava né aplicando ali para melhorar os sintomas da incontinência urinária eles estavam
repercutindo positivamente na vida sexual dessas mulheres então foi a partir daí né desses achados com essas pacientes e nós atendíamos no Ambulatório e eu e a Mara tiene nós fomos nos especializaram sexualidade na USP porque para a gente era algo extremamente novo é hoje eu tenho assim a alegria de poder falar sobre a Sexualidade de uma forma mais tranquila colocando aí todos os nomes de todos os pingos nos devidos ir mas há 20 anos atrás Isso foi um processo né que a gente foi construindo ao longo do tempo com bastante estudo é os estudos né
Essas nossas pesquisas levaram a gente a publicar um livro é que a gente traz né os recursos da fisioterapia como um recurso terapêutico na disfunções sexuais femininas a gente lançou o livro em 2006 e a partir daí é a Mara continuou na USP e eu fui para Unifesp onde junto com a doutora Carolina ambrogini EA psicóloga Mara pusch a gente montou o projeto Afrodite que é um ambulatório de sexualidade feminina que funciona até hoje lá na Unifesp então foi a esse esse caminho por onde tudo começou e aí né ao longo dos anos eu fui
atendente trabalhando em cima estudando outras ferramentas para atuar na área da sexualidade então fiz curso de terapia sexual fiz curso de psicanálise tão também sou psicanalista e Tô terminando um curso de terapia cognitiva não é tudo para complementar um trabalho né que a gente já vem desenvolvendo já há algum tempo então Somos não os né Fisio pélvicas uma experiência aí há mais de 20 anos encarando aí esses desafios de atender mulheres com disfunções do assoalho pélvico Então nossa missão é mostrar para cada profissional que nos acompanha e é possível sim alcançar o sucesso profissional trabalhando
com o que a gente ama é claro que no caminho não são só flores mas né com bastante dedicação que a gente faz um conhecimento daquilo que a Gente entrega daquilo que a gente oferece como recurso o sucesso ele vai aparecendo né mas sucesso ele é relativo é lógico que para cada um né de nós internamente nós temos algumas metas mas para mim o maior sucesso o que da atuação da Fisio em sexualidade é um feedback positivo da nossa paciente em relação à sua disposição então quando ela fala para gente olha eu tô curada ou
você resolveu meu problema ou a gente conseguiu resolver meu problema isso Isso eu considero como sucesso né Isso é o mais importante a gente tá aqui para solar e para ajudar tantas mulheres né que tem aí disfunção ou algum tipo de disfunção sexual então só para a gente ter uma ideia às vezes funções sexuais elas atingir 49 por cento das mulheres brasileiras né a incidência do vaginismo a gente tem aí é uma incidência um pouco variada né e variável conforme aí nos estudos mas a gente tem uma média de um a seis por cento da
população feminina Com queixa de vaginismo se a gente assim fazer uma o macho assim um pouco rápido e olha lá que eu não sou muito boa né matemática mas a gente levar em consideração o último censo né de 2019 e considerar as 4,7 milhões de mulheres com 15 anos ou mais engravidaram no Brasil e isso indica para a gente que são mulheres sexualmente ativas o que a gente vai encontrar dentro só desse universo aqui né É só um mais de 150.000 mulheres com Transtornos sexuais dolorosas então é uma incidência bastante alta e com a exposição
que hoje em dia a gente tem nas redes sociais é ficou mais fácil a vinda né desse tipo de paciente nos nossos consultórios então a gente sabe que nem sempre os médicos vão encaminhar pacientes com vaginismo a atender e mais do que a gente percebe hoje é que como nós estamos a mais ativas especialmente nas redes sociais por conta da pandemia e tudo mais eu acho que a poderia ela Colaborou muito nesse sentido é porque nós né podemos aí nos escolher um pouco mais é em relação à parte de mídia e isso fez com que
muitas mulheres descobrissem que existe fisioterapia para o tratamento do vaginismo e que a fisioterapia é o tratamento é de primeira opção é claro que a gente vai conversar a respeito das causas né do vaginismo a gente vai conversar um pouco sobre aspectos emocionais que podem envolver aí a causa Mas nós sabemos que mesmo que a causa seja uma causa emocional ou por um trauma enfim é a uma repercussão importante na a obra do Assoalho Telmo La Salle o técnico e sendo então uma disfunção que acomete essa musculatura nós fisioterapeutas é que somos aí os profissionais
e temos a habilitação para atuar então nessa musculatura reabilitando né devolvendo então a função muscular então numa outra estatística é de um estudo que foi um Estudo populacional da Carmita Abdo né minha professora minha mestre querida é 2310 por cento das mulheres relataram algum tipo de dor durante a relação sexual então a gente percebe que estatisticamente falando né a incidência de vaginismo é alta tem alguns estudos que acabam misturando né a dispareunia avô Virgínia concentrando aí o transtorno de dor não junta juntam todas as condições no transtorno de dor Doloroso ou no transtorno de dor
Jenipapo pélvica que a gente vai conversar mais um pouquinho é mas essa incidência ela varia aí né de 12 a 41 por cento uma média de 23 por cento e de população mundial a tela estatística de um a seis por cento então é uma incidência bastante ata e para gente falar então um pouco de vaginismo e da atuação da fisioterapia na sexualidade a gente precisa falar sobre sexualidade e falar um pouco sobre Os conceitos de sexualidade então aqui é nesse slide eu trago para vocês os pioneiros nos estudos da sexualidade nessa Pioneiros começaram a estudar
a Sexualidade no lá no século 20 e com exceção de Freud todos eram sexologia seus da froid a tecnologia esta mas todos os outros que eu vou apresentar aqui para vocês eram tecnologias ou sexólogos é e que buscavam principalmente o reconhecimento da existência da sexualidade feminina em Paridade com a masculina a gente sabe que culturalmente homens e mulheres foram educados sexualmente de forma muito diferente é os homens tiveram a sua sexualidade desde muito cedo estimulada e o contrário aconteceu com as mulheres então a mulher ela ela vende um estigma né de ser recatada e do
Lar e um homem tem um o outro viesse né o homem quando ele se toca quando ele é se masturba quando ele procura várias parcerias é diferentes e ninguém olha Para esse homem o olhar assustador né vou olhar para esse homem como sendo uma chão um garanhão um homem verinho são essas as expressões que a gente vai ouvindo e a Sexualidade ela se desenvolve desde o nascimento quando chega lá na fase dos cinco anos em que tanto a menina quanto o menino começa a perceber a sua genitália e começar a tocar a sua genitália é
muito comum a gente ouvir expressões para os meninos Olha lá que legal meu filho é garanhão Meu filho é macho e a família é estimular aquele menino a se tocar e quando a menina coloca a mãozinha por baixo da calcinha as mensagens que vêm é Tira a mão daí tira o dedo daí esse lugar é sujo não pode tocar aí isso aí é proibido Enfim então foram com essas mensagens é que e como nos desenvolvendo sexualmente ao longo dos anos embora hoje né em plena era aí é tecnológico uma era moderna nem onde as mulheres
já conquistaram aí muitos efeitos falar Sobre a Sexualidade ainda é um assunto Tabu para muita gente não sofre as pessoas comuns mas para muitos profissionais da área da saúde só pra gente compreender um pouquinho eu vou apresentar para vocês então esses esses primeiros né esses Pioneiros é começando Então por havelock Ellis ela da Inglaterra eles foi o pioneiro dos fenômenos transgêneros ao lado do Alemão Magnus a gente vai ver no slide ou serior e fróide né que é austríaco que Desenvolveu a teoria da sexualidade né então froid ele traz no seu e a teoria da
sexualidade nos relatando então o desenvolvimento psicossexual da na infância e aí na época quando ele falou é de sexualidade na infância nossa ele foi quase que execrado pela comunidade médica científica e pela sociedade de uma forma geral é porque as pessoas confundem é o erótico com é o desenvolvimento então a criança ela Descobre a sua própria sexualidade Mas isso não tem nada a ver com pensamentos eróticos né os pensamentos eróticos eles são desenvolvidos lá na puberdade adolescência fase adulta mas não a primeira infância na primeira infância esse desenvolvimento da sexualidade e É por essas partes
e fróide relatou fase oral fase anal fase fálica período de latência e fase genital essas fases elas são importantes para o Desenvolvimento da personalidade de cada um de nós então desde o nascimento a gente já expressa a nossa sexualidade no primeiro momento lá na fase oral descritos por Freud vem como uma necessidade de sobrevivência né Onde o bebê por instinto de sobrevivência ele busca o leite materno no seio da mãe é mãe o Google de amamentar Não é isso não não há problema nenhum mas esse vínculo né da mãe com um bebê e essa busca
do bebê é por esse Leite seja ele Através das mamas ou seja ele aí né pela mamadeira isso não tem problema é isso vem com a fase oral e descobre o mundo pela boca né então por isso a fase oral que é a fase do Nascimento ao primeiro ano depois da criança vai para fazer não que é quando ela começa a ter um controle sobre seus esfíncteres Então vai ser lá dos 2 aos 3 anos quando a criança consegue já desse controle do fazer xixi e do fazer o número 2 e inclusive também é uma
fase delicada Para criança porque Muitos pais acabam tendo paciência com o desfralde nessa fase e aí também mensagens ruins É nesse sentido né quando a criança ela tá ali é e quando ela ela tá ali conseguindo construir Esse controle mensagens um instambum bem vão ficar liga gravadas no inconsciente podem depois na vida adulta acabar virando aí Alguns traumas né então também é uma fase delicada a criança nessa fase ela consegue ter a percepção de que ela é uma outra pessoa Então lá na fase oral o bebê ele se sente é como se ele fizesse parte
da mãe né como se ele fosse a mãe e lá na fase anal que a criança consegue ter essa autonomia pelo controle dos spins é doce simples é quando ela se percebe como ser individual né como alguém né fora ali da mãe não é uma outra pessoa então é uma fase além de uma fase de muitas descobertas é é uma fase por exemplo que foi a mais na sua teoria da sexualidade onde transtornos da sexualidade Relacionados ao masoquismo ao sadomasoquismo é onde esses transtornos se formam na geralmente eles se formam nessa fase anal é claro
que a gente compreender isso Eu precisaria dar uma aula sem profunda para vocês digitar nada mas é só para vocês ir entendo né algum entendimento de por quê que esses transtornos da sexualidade eles vão surgir lá na vida adulta Então traz froid qualquer alteração nessas fases os essas fases elas não são bem Vivenciadas ou vivenciadas de forma positiva e saudável né pelas pelas crianças nessa primeira infância isso vai levar o adulto a desenvolver aí transtornos diversos tá transtornos mentais não só os relacionados à sexualidade mas também outros transtornos e mais como depressão síndrome do pânico
e ansiedade e entre outras né entre outros transformar o Magnus que eu comentei ali com vocês né um alemão que Desenvolveu um sistema que identificou vários tipos reais ou hipotéticos de intermediários sexuais entre heterossexuais masculinos e femininos para representar a diversidade potencial da sexualidade humana e aí quando a gente vai estudar um pouquinho sobre a história Olha como esse pessoal realmente foram assim Desbravadores né imagina em naquela época esse pessoal falar de Homossexualismo né lá naquela época Tinha esse termo hoje não é o termo mais que a gente utiliza Mas eles começaram a reconhecer já
lá no século 20 essa diversidade o potencial da sexualidade humana de já começaram a perceber que o exercício da sexualidade não se restringe a gênero masculino e feminino então isso já vem já há um tempo né sendo estudado e apresentado aí para a sociedade quem sei também é uma referência nos estudos da Sexualidade americano lutou aí bravamente para entender os diferentes tipos de desejos humanos e revelou aí que o sexo além de ser natural pode envolver aspectos diversos então o 15 o 15 ele foi o que confrontou muito a religiosidade é claro que quando a
gente trabalha com sexualidade a gente vai respeitar as crenças religiosas de cada de cada um mas ele é a vivência da sexualidade eu tenho somente a prática sexual era é a Vista na e as religiões como algo pecaminoso né E quem sai ele traz o sexo como algo natural né não é sujo não é feio não é ruim é biológico né então foi ele que trouxe esse conceito aí do sexo né fazer parte da biologia humana da mesma forma que o sexo ele também acontece no no reino animal Oi e aí continuando também teve Hi
né eu não me aprofundei aqui em racha porque na verdade raiva Ele estudou os várias coisas o raio foi um pupilo do Freud Depois eles vão terão gente fraude não era uma pessoa muito fácil quando a gente estuda um pouco sobre e a gente percebe ali e tem né É Uma Mente assim muito brilhante mais claro que às vezes com algumas dificuldades aí se relacionar mas é o raio foi um dos pupilos de prod e depois acabou rompendo com ele e também desenvolveu aí uma série de conceitos sobre a Sexualidade é com estudos até um
pouco assim meio assustadores para a Comunidade Na época eu também não vou entrar aqui em detalhes porque raça é muito polêmico mas ele traz conceitos muito interessantes para que a gente tenha conhecimento e muitos dos conceitos bom e depois a outra as pessoas foram estudando melhoraram esses conceitos e esses conceitos são aplicados também né na área da sexualidade e depois a gente não poderia deixar de falar de massa ele Johnson e também de Ellen capa né mas sei de Alguns dos dois americanos e contribuíram enormemente para a melhoria da vida sexual de muitos casais eles
descreveram o modelo do ciclo de resposta sexual humano mais usado em estudos de sexualidade né o alok Ellis já havia trazido um modelo de ciclo de resposta mas o modelo bem simples foi massa Eri Johnson que trouxeram o modelo que é na verdade o modelo utilizado até o né ouvi aí algumas atualizações mas esses quatro itens que vocês estão Visualizando aqui desejo-excitação-orgasmo e resolve que fazem parte do ciclo de resposta sexual humano que é vigente até hoje aí uma leve alteração desse modelo para as mulheres que a gente vai comentar ainda hoje mas mesmo o
modelo sendo um pouco diferente para as mulheres ele ele traz esses componentes desejo-excitação-orgasmo e resolução e acabam que foi uma pioneira no campo da terapia sexual Fundadora da primeira Clínica americana para desordens sexuais em uma escola de medicina Então são aí pessoas muito desbravadoras os estudos por exemplo que envolveram as pesquisas de Master e Johnson indicada esses estudos eles foram feitos em laboratório com casais e praticavam sexo na frente desses pesquisadores para que eles pudessem com e o que é que acontecia com o corpo nesse momento né Eu acredito que se hoje a gente possa
Fazer esse tipo de pesquisa não passaria por um comitê de ética né mas na época deles foi dessa forma que eles conseguiram então descrever esse ciclo de resposta sexual humano e a partir daí a gente conseguiu compreender melhor as disfunções e ocorrem né nessa área da sexualidade como eu comentei com vocês que o modelo feminino ele é um pouquinho diferente então eu trouxe aqui o modelo dabason tem o modelo também que eu gosto muito Que que a Carmita Abdo publicou junto com uma outra pessoa não tô me recordando o sobrenome da outra pessoa agora mas
que é muito parecido com o da pa som é porque esse sim a nossa feminino ele ocorre um pouquinho diferente do que para os homens né então homens e mulheres têm características genéticas diferentes físicas e biológicas diferentes e nessa nesse momento é o dia em utilidade esse ciclo também acaba funcionando de uma Forma diferente é a gente sabe que em relação a desejo hoje né esse conceito sair mais atuais trazem o desejo sexual espontânea o desejo sexual responsivo sobre o homem o desejo espontâneo ele é muito natural então basta o homem aí estar andando na
rua e se deparar ali com uma mulher bonita com corpo legal um bumbum avantajado com uma perna bonita que aquilo já é o suficiente para motivar esse homem a pensar em sexo e a buscar e a buscar um Contato de intimidade tá então desejo espontâneo no homem e o presente já para nós mulheres ele é presente mais lá no início do relacionamento e relacionamentos mais estáveis eu de mais tempo o desejo sexual feminina ele é muito mais responsivo do que espontâneo Ou seja é um desejo que precisa ser conquistado é um desejo precisa ser trabalhado
porque a mulher ela faz várias coisas ao mesmo tempo né gente fala que mulher é multitarefa ela tá Aqui é trabalhando mas está pensando e ela tem que fazer o lanche do filho na escola amanhã ela tá pensando que ela tem reunião da escola no período da tarde e ela tá recordando-se por uma conta que ela ainda não pagou então a cabeça da mulher é uma cabeça de muita atividade né Uma Mente o único ativa então muitas vezes essa mulher é olhar ali para um corpo bonito não é o e para motivar ela para um
contato de intimidade a mulher ela tem uma Necessidade de intimidade ela tem uma nesse Na necessidade é de situações mas afetivas para que ela se motive aí a buscar um contato de intimidade então a para mulher por exemplo se lá no período da manhã a sua parceria foi grossa com ela é tratou Ela ali meio de uma maneira assim às vezes meio grosseira e à noite a parceria chega querendo namorar Possivelmente esse namoro não vai rolar né porque essa mulher vai ficar com Aquela imagem da manhã e um desentendimento ou ela vai se lembrar que
ficou magoada que ficou chateada e ela não vai de forma alguma querer contato de intimidade a alface o que se essa parceria tratar essa mulher bem lá no período da manhã mandar ali algumas mensagens ao longo do dia é um às vezes não dá não dá tempo de mandar mensagem mas chegar em casa ser atencioso né ser emocionalmente aí é Afetuoso tratar essa mulher ali bem Pode ser que isso faça com que ela se motive né a buscar um contato íntimo com a sua parceria então às vezes a mulher não tá atenção de sexo de
forma alguma sabe de forma lua mas a parceria vem beija abraça faz aquele Chamego tá um cheirinho aí no cangote E aí essa mulher ela acaba ficando excitada e essa citação é que faz o desejo surgir e esse desejo surgindo aumenta excitação E aí e ela é faz com Que um ciclo de resposta sexual acabe né acontecendo um gritar depois aí para o orgasmo e por um período de resolução que tem um tempo muito menor do que o homem Então essas características biológicas também acabam é se manifestando Aline esse ciclo de resposta sexual o homem
Ele tem desejos o pênis fica ereto o pênis fica ereto a o contato de intimidades tendo ali agradável esse homem vai ter um orgasmo e vai a ejacular e aí ele precisa de um Período refratário esse período de resolução do homem ele é maior porque o pênis ele vai voltar para as condições anteriores então ele vai voltar para o estado de repouso ele precisa esvaziar né Só lembrando né que na ereção a um aporte sanguíneo para que esse pênis fica ereto então depois que esse homem tem orgasmo e esse sangue ele sai dali esse pênis
ele volta ao estado normal E aí esse homem novamente precisa ter desejo e ficar Excitado para o pênis ficar ereto novamente e depois que ele tem um outro orgasmo ele vai precisar de uma pausa né o pênis vai precisavam de um momento ali de distância para conseguir ficar ereto de novo e nós mulheres nós funcionamos de forma diferente esse nosso período de resolução ele é praticamente inexistente então quando a gente fica e é nossa vagina fica lubrificada as preliminares Foram boas se esse contato de intimidade estiver legal a gente consegue disparar Um reflexo orgásmico e
na sequência a gente consegue disparar outro e outro e outro e outro e outro tá nós não temos um limite de orgasmo para uma única atividade sexual esses dias só por curiosidade dá uma lida uma pesquisada para ver aí qual é qual que era a quantidade de orgasmos múltiplos Aí E aí eu achei 222 orgasmos numa única atividade sexual né É claro que isso é é algo assim não é quase que real é mas só para Exemplificar para vocês que a mulher ela não tem ela não precisa desse período como o homem precisa né assim
que ela disse para o orgasmo reflexo orgásmico se essa atividade sexual estiver ainda sendo prazerosa para ela e ela for bem estimulada ela pode esperar mais um ou mais outro pode ter dois ou três quatro cinco e ela teaching chama de orgasmos múltiplos a Michele tem a mesma intensidade esses orgasmos na maioria das vezes não tá então a mulher ela tem Orgasmos mais intensos outros menos sim mas são todos orgasmos né eu tô sempre digo especialmente para paciente que chega no consultório com essa meta né já pré-estabelecida de que precisa ter um orgasmo como que
ela viu na novela ou como ela viu um filme pornô eu já vou logo explicando que a intensidade é o que menos importa né é que a qualidade da relação que é o que mais importa e e que o gostoso é que ela Tem orgasmo mas se orgasmo também não acontecer eventualmente tudo bem né O que não pode numa atividade sexual é de 10 encontros de intimidade que a mulher tem oito ela não tem orgasmo daí isso pode indicar uma disfunção sexual orgasmo tá mais eventualmente a gente não ter orgasmo não significa que a esse
contato de intimidade não esteja sendo prazeroso e naquele dia essa mulher não tava ali totalmente no clima a gente também diz Que sexualidade embora o nosso corpo aí tem a mais de 800 zonas erógenas né que são zonas mais sensíveis E propensas aí ao trazer o sexo começa na cabeça né então o corpo ajuda ajuda os hormônios ajudam ajuda mas se a cabeça não tiver em ordem sua cabeça não tiver legal e Sexo Também não vai ser bom então se eu tô lá o meu parceiro é com meu marido no momento de intimidade pensando na
roupa que ficou lá na máquina que eu esqueci de pendurar no varal Tá certo só não vai Ser prazeroso né Eu estou deixando de curtir o momento de intimidade com meu parceiro para ficar preocupada com coisas externas então pode ser daí que seja até difícil por exemplo eu consegui obter um bom então é tudo isso que a gente vai trabalhando em sexualidade é tudo isso que a gente vai mostrando e conversando com as pacientes quando a gente atende né em fisioterapia voltada aí né para essa espécie transtornos da sexualidade Oi aqui é só uma exemplificação
de como né a nossa viúva ela se transforma né durante esse ciclo de resposta sexual então a nossa transformação que ocorre não só na genitália mas que ocorre em todo o corpo mas é na genitália é importante que a gente saiba até como forma de orientar né as nossas pacientes então ali na primeira figura de uma vulva normal quando a gente olha a gente nota Aí que as paredes vaginais elas praticamente de pó ou não ela elas Repousam uma sobre a outra quando a gente está na fase dia citação é o nosso clitóris ele se
alonga e incha Porque ele é o nosso órgão erétil né o órgão ereto feminino é o clitóris e os lábios menores e maiores vezes ele se expandem eles estendem para fora esse Não Param né para entrada do pênis dentro da vagina e eu tô falando aqui do pênis dentro da vagina é porque a gente não pode deixar de considerar o aspecto biológico dos esta Biologicamente o sexo ele tem a função de perpetuar a espécie então pensando nessa função biológica a vulva EA vagina Se prepara para receber o pé agora aquilo que a gente curte entre
quatro paredes não diz respeito a mais ninguém né E aí depende das nossas relações serem hetero ou serem homo afetivas então aqui eu só tô mostrando mesmo do ponto de vista biológico a fase de platô ou seria Aquela fase de máxima excitação nesse momento que tá quase ali para para O reflexo orgásmico ter disparado o clitóris ele se retrai sob o prepúcio né ele esconde ali no prepúcio os lábios maiores e menores eles ficam avermelhada e aumentam de tamanho e as glândulas de bartholin e vão secretar aí mais duro na fase do orgasmo o clitóris
ele permanece retraído sobre o prepúcio os lábios maiores e menores continuam ali avermelhadas e aumentados de tamanho na fase de resolução que eu disse para vocês a mulher ela é muito pequena esse Critório ele volta né esse lentamente não é tão lentamente quanto no homem tá bom ele volta para o tamanho normal mas se naquela atividades assim naquela mesma atividade sexual é essa mulher continuar sendo estimulada de forma favorável né ela vai voltar ali para fase de excitação de quatro e vai disparar o outro no outro orgasmo esse essa situação dessa atividade continuar sendo prazerosa
ela vai voltar para fazer com ator e parar Um outro reflexo orgasmo ganhar e ativamente E aí eu digo que orgasmos múltiplos é possível para todas né desde e a gente conheça bastante o nosso corpo então quando a gente trabalha com sexualidade primeiro a gente precisa tá de bem com a nossa própria e a gente precisa ter conhecimento do nosso próprio corpo para que a gente possa orientar adequadamente né é a Sexualidade de outra pessoa né para que a gente possa orientar de forma adequada Como é que essa pessoa vai explorar explorar o seu forno
né para Que ela possa fazer os seus próprios as suas próprias experiências e vivenciar as suas sexualidades de forma saudável a gente não pode deixar de lembrar que ia sexualidade ela faz parte de um dos pilares de qualidade de vida né Organização Mundial de Saúde traz a Sexualidade como um dos principais Pilares então quando algo acontece na área da C e a disso tem um impacto Negativo na qualidade de vida isso geralmente o costuma reduzir bastante a qualidade de vida do sujeito aqui a transformação da vagina né esse ciclo de resposta então a vagina em
repouso né no estado normal na fase de excitação ela a longa né E ela a larga lá na parte de Stall né próximo ali ao colo uterino ela vai formando como se fosse uma bolsinha ela vai alargando na fase do orgasmo esse alargamento ele fica maior e a musculatura do assoalho pélvico Especialmente ali mais próxima do terço é próxima que a a entrada da vagina ou então vaginal se encontrar né Tem espada fazer nem sempre é perceptível a gente consegue perceber desde que a gente também tenha né como eu disse para vocês esse bom conhecimento
é de resolução ela vai voltando então a ficar como ela estava inicialmente mas ela não precisa voltar totalmente para esse estado normal como eu disse para Vocês depois se a mulher disparam o orgasmo ela pode entrar no período de resolução e imediatamente voltar para fase de excitação e disparar o novo reflexo Tá esse período refratário esse período de resolução ele é praticamente inexistente ele é muito pequeno Oi e aí como é que falamos tudo isso para chegar aqui nas disfunções sexuais no nosso caso é nosso foco aqui são as femininas é e porque essas disfunções
elas ocorrem né a disfunções sexuais Femininas elas ocorrem ou numa incapacidade para participar da atividade sexual com satisfação ou ela ocorre por qualquer alteração do ciclo de resposta sexual então se eu não ando tendo Desejos da minha libido está baixa isso pode indicar uma disfunção sexual se eu tenho dificuldade de obter orgasmos né tô falando do ciclo de resposta relacionada ao orgasmo então eu posso estar desenvolvendo uma disfunção sexual então qualquer sintoma e seja Persistente recorrente com duração de vários oi né André sr5 traz para gente por pelo menos seis meses provocando né um sofrimento
significativo o prejudicando a qualidade de vida do sujeito a gente diz que aquela mulher então tem uma disfunção sexual e aí as disfunções eu trouxe para vocês é o que já é vigente tanto no cid-11 que ainda não foi publicado a versão em português na língua portuguesa Aqui no Brasil mas ele já foi lançado ele foi lançado esse ano e o dsm-5 que foi lançado em 2013 publicado no Brasil em 2014 então eu já procurei fazer uma mestra né desses dois órgãos que são os órgãos que Digitam aí né esses transtornos da sexualidade e outros
mais então nós temos dentro das disfunções sexuais femininas o transtorno do desejo/excitação sexual O que são né uma disfunção sexual está lá relacionadas as fases do ciclo de resposta desejo e Excitação aerotherm o transtorno orgásmico que está relacionado a fase do orgasmo para ciclo de resposta sexual aí nós vamos termos transtorno sexual doloroso ou transtorno de dor gento pélvica que são as condições do vaginismo da vovó Dindinha e da dispareunia e nós vamos ter a aversão sexual nós não vamos aprofundarmos outras cores mas eu quis trazê-los aqui para vocês ter pelo menos um conhecimento assim
né breve porque a Gente vai voltar aqui né o nosso foco é estudar um vaginismo né estudar os transtornos de dor Gene papel tá então até pouco tempo e a gente conhecia esse transtornos sexuais dolorosas como o vaginismo dispareunia dispareunia e vovó dia e aí o dsm-5 resolveu unir essas três condições como sendo um transtorno de dor Gene papel fica/penetração mas Michele Por que que desce n56v porque que ele mil essas Condições não fica mais difícil para o diagnóstico então é quando desce ele faz isso né quando ele fez isso em 2014 nem todos os
estudiosos na área da sexualidade é concordaram tá com essa publicação do dsm-5 mais para efeitos acadêmicos e científicos a gente usa A nomenclatura vigente que é transtorno de dor genital pélvica mas muitos autores ainda usam esses termos separados por 15 então resolveu unir essas condições Porque tem casos em que a avaliação com o toque vaginal não é possível ser realizado e não sendo possível ser realizada como é que eu vou distinguir o vaginismo de uma vovô Dindinha e de uma dispareunia então a gente sabe que tem mulheres que nem deixa a gente chegar perto da
genitália nem vestidas nem quando a gente coloca ela deitada na posição de ré cologica muita já entra um Pânico e não nos é aí permitido ou não é possível a gente fazer uma avaliação Pélvica íntima e a gente não consegue fazer essa avaliação a gente não consegue diferenciar os transtornos sexuais dolorosas Mas isso não é pré-requisito para a gente iniciar um tratamento à se a paciente chegou a pele com queixa de vaginismo mas já tá preparada ainda para que eu faça um toque vaginal isso vai impedir que a gente inicia o tratamento não de forma
alguma a gente vai iniciar o tratamento como a gente vai conversar Com vocês né ao longo aí desse simples encontros e a gente vai é com calma chegar nesse momento da avaliação né Sem pressa então te disse que especialmente nesse caso de vaginismo onde há um componente emocional de Sofrimento envolvido muito grande a gente precisa ter cuidado especialmente nessa avaliação íntima e aí a gente vai ver isso bem detalhadamente né nas nossas próximas aulas bom então é os fatores que interferem na Função na função sexual feminina são vários né então vai desde fatores psicossociais que
estão relacionados à cultura e às crenças religiosas a auto-aceitação identidade orientação autoestima imagem corporal é perfil né de comportamento vão perfil perfeccionista ou pacientes com sintomas de depressão ou de ansiedade o que estão vivenciando um luto É pode ser por conta do relacionamento aquela mulher está Vivendo naquele momento Essa disfunção ela pode estar relacionada a experiências anteriores pode estar relacionada à inexperiência e também pode estar relacionada a traumas ou abusos sexuais isso só entre os fatores psicossociais Oi e aí a gente tem também fatores fisiológicos que vai desde doenças em capacitações lesões medicamentos né uso
de substâncias abuso De drogas então isso como fatores fisiológicos né a desencadear aí então sexual e também nós vamos ter os fatores relacionais né ou inter-relacionais que estarão relacionadas então a desejo atração pela parceria satisfação relacionamento conflitos interpessoais não resolvidos disparem disparidade com o nível de desejo da parceria tão um tem muito desejo tem fogo a chama bem acesa o outro já tem um brasileirinho uma fogueirinha mais mais baixo Então isso Acaba muitas vezes gerando conflito né estímulos inadequados ou a qualidade técnica é então às vezes a parceria ali não conduz muito bem o toque
é meio Desastrado o em navio mesmo foco excessivo no intercurso ouro desempenho Então aquela pessoa aquela mulher que tá com foco de ter o orgasmo junto com parceiro durante a penetração do pênis se ela ficar muito focada naquilo muitas vezes ela vai acabar não consegui ter orgasmo nenhum e isso vai acabar se Refletindo né como uma disfunção sexual orientação excessivo em relação à meta né meta também né de orgasmos orgasmos múltiplos é orgasmo vaginal critorid ano que é o que elas ficam pesquisando na internet na verdade o orgasmo ele é italiano né Por mais que
a gente tenta é na vagina é essa e ela acaba acessando o clitóris e é uma estrutura grande ele é muito mais do que apenas ali brincando né aquela campainha é tenho uma estrutura que praticamente Envolve a vagina então a própria movimentação da penetração pode fazer aí um estímulo indireto no clitóris e isso acaba levando né a mulher a sentir orgasmo falha na comunicação né entre as parcerias rotina especialmente Em relacionamentos duradouros disfunção sexual da parceria então às vezes uma mulher desenvolve uma disfunção sexual por conta da disfunção sexual da parceria o momento né inadequado
para para essa prática sexual Geralmente é a disfunções sexuais elas ocorrem por uma mescla de todos esses fatores que esse a vocês a Dificilmente uma disfunção sexual vai ser exclusivamente fisiológica ou exclusivamente relacional ou exclusivamente psicossocial tá geralmente é uma médica desses fatores também vai entrar aí passar de vida da mulher diferente a gestação pode interferir o pós-parto pode interferir a menopausa costuma Interferir né Por conta Ltda alteração hormonal que ocorre Mas como eu disse para vocês isso não é uma regra absoluta não é para que a mulher não produz mais hormônios sexuais que ela
não pode ter prazer depois da menopausa né então é lembra lembrar sempre que o sexo não é só o hormônio que O Sexo Também É mede nessa mente estiver disposta estiver aberta para aquele contato de intimidade uma falha a resposta por exemplo uma ausência de Lubrificação por si só não vai ser um impeditivo de viver a Sexualidade de vivenciar as práticas sexuais de forma prazerosa a gente pode orientar para uma mulher pós-menopausadas o uso de um bom lubrificante vaginal né para que isso possa auxiliar ela nesses momentos de intimidade então a gente precisa também trabalhar
com esses tivemos é a mulher entra na menopausa vida sexual dela acabou de forma alguma né Essa mulher ela vai precisar descobrir outras formas De expressar a sua sexualidade outras formas de praticar o sexo para que ele continue sendo prazeroso para ela e isso é essa orientação esse convite a se auto-conhecer esse convite para que essa mulher gosta em outras possibilidades faz parte de uma né das nossas orientações faz parte de um dos nossos recursos né da fisioterapia pélvica em sexualidade e quando a gente fala Especialmente de dor genital pélvica/penetração né ou dos transtornos sexuais
Dolorosos o que vai trazer para gente o dsm-5 é i.a. essa esse transtorno de dor genital pélvica barra penetração vai ocorrer quando a paciente apresentar dificuldades em uma ou mais das seguintes situações quais são essas situações primeira situação penetração vaginal é durante a relação Sexual dolorosa de uma mulher que tem dor na penetração vaginal durante a relação sexual Esse é um indicativo né para transtorno de dor genital pélvica/penetração dor vulvovaginal ou pélvica intensa durante a relação sexual vaginal ou nas tentativas de penetração também é mais um dos sintomas né que determinam aí o transtorno de
dor genital pélvica medo ou ansiedade intensa de dor vulvovaginal ou pélvica em antecipação à ou durante Ou como resultado de penetração vaginal também é um indicativo para transtorno de dor Jenipapo elka a tensão ou contração acentuada dos músculos do assoalho pélvico durante as tentativas de penetração vaginal também é um sintoma de transtorno de dor gênio papel então se a mulher que chega até nós com E essas Queijos o Com todas essas queixas ou com duas dessas queixas ou Com três dessas Queijos a gente já pode né é pensar então que se trata de um caso
de transtorno de dor gente Papel e para efeito didático a gente vai estabelecer com vocês aqui a separação dos termos né gente tá levando em consideração aqui que a gente avaliou que a gente dar identificou com essa mulher tem um espada tem uma contração da musculatura do assoalho pélvico tem uma atenção acentuada da musculatura do assoalho pélvico então a gente consegue Determinar a que se tratava de um caso de vaginismo A então que prefeita didático agora a partir de agora a gente vai trazer ainda com a terminologia entre aspas antiga por que que eu tô
falando entre aspas da antiga porque continua-se usando esses termos a esses termos eles não foram abolidas Vocês ainda vão encontrar artigo falando sobre o vaginismo artigos falamos sobre a dispareunia e artigos falando sobre a vovó dia mas é importante que você saiba Né que existe uma manualmente atura e embora não seja unanimidade entre os profissionais da área da saúde que né esses transtornos de dor dolorosa Eles foram Unidos aí nessa condição de transtorno de dor genre papel e o vaginismo ela é uma condição né dentro dos três né tempo sair de transtornos sexuais Dolorosos ela
é uma das condições assim que mais agrava né a qualidade de vida da mulher porque ela inviabiliza ou dificulta muito a Penetração do pênis ou de qualquer outro objeto dentro da vagina aí quando a gente fala assim qualquer outro objeto tem que isso significa significa por exemplo que essa mulher não consegue fazer o exame ginecológico com um ginecologista o ginecologista não consegue colocar um estético uma espéculo e colher aí em material citológico para fazer o papanicolau tá então isso é um objeto o que não é muito adepto da vagina significa aqui é Nosso se eu
terapeutas pélvicas tão bem não vamos conseguir fazer um toque vaginal significa que talvez a gente não consiga de imediato introduzir um dilatador da Então são mulheres que apresentam esta condição né quem viabiliza o que dificulta muito a penetração do pênis ou de qualquer outro objeto dentro da vagina e a contração involuntária dos músculos né do assoalho pélvico e ou de outras estruturas podem estar presentes Mas nem sempre a gente consegue numa avaliação ter essa percepção do espasmo Ah então pode ser que numa avaliação vocês não consigam detectar essa contração involuntária Mas vocês irão ser capazes
de encontrar pontos de tensão vocês vão ser capazes né de verificar com aquela musculatura ela está pensa né ela não está funcionar então para esse estados de vaginismo que a gente sempre diz né é especialmente em cursos é primeiro aprenda a ouvir né Ouvir é diferente de fazer perguntas para obter respostas né então quando essa paciente chegar até o consultório de vocês escutem primeiro Scooter deixem ela falar livremente né Deixa essa mulher falar aquilo que está incomodando por e aqui o que ela está sentindo porque muitas vezes essa mulher já procurou outros profissionais que não
deram atenção que não a acolheram adequadamente E aí um quadro que já não estava bom acabou ficando piorado a Gravar Então a escuta em sexualidade ele é muito importante então o primeiro encontro a gente muito mais ouvir tu que fala né É claro que às vezes a mulher vai começar a falar e aí ela pode viajando emendar um assunto no outro que foge do contexto do problema aí a gente vai precisar conduzir essa conversa né trazendo ali alguns questionamentos para trazer a fala dela para aquilo que importa que é o seu sintoma mas é importante
que a gente ouça né que a Gente deixa essa mulher né nos verbalizar porque veio Qual os profissionais ela já procurou e deixar o que aconteceu e por que que ela está assim e quanto tempo que ela levou para procurar ajuda e etc que a gente vai aqui né Compartilhar com vocês vários casos é para que vocês tenham né essa percepção e da importância dessa escuta e mas essa Escuta ela precisa ser isenta de julgamento cê de preconceito Então nossa não de nós temos as nossas Próprias crenças cada um de nós aqui é adota certas
práticas sexuais outras a gente não se sente confortável e tudo bem em relação a isso mas o que a gente não pode de forma alguma quando a gente trabalha com sexualidade é impor as nossas crenças aquela mulher que tá nossa fé né isso é que não pode acontecer então a gente tem que ter ali uma conduta isenta de julgamento de preconceito entre quatro O Dudu é válido desde que não cause Constrangimento sofrimento ou dor então sempre quatro paredes não acontece constrangimento dor o sofrimento Então tá tudo bem Você tá tudo bem para mim está tudo
bem com meu parceiro Então tá tudo bem Tá todo mundo né a gente não pode de dizer que uma prática sexual adotada por um casal ela é errada não existe certo e errado em sexualidade a não existe certo e errado existe o que é legal e bacana para aquele casal se tiver legal bacana para Aquele casal OK Tá tudo bem Tá tudo certo tá a gente não pode nem dizer que tem uma disfunção sexual disfunção sexual a gente só diz que existe se tiver causando sofrimento né desconforto dor ou se o ciclo de resposta sexual
e não está se desenvolvendo de forma adequada né de forma satisfatória investir em as ações utilizando materiais para promover conhecimento transmitir segurança e promover a educação sexual é fundamental né para Trabalhar em sexualidade para atender os casos de vaginismo apoiar e acolher a sua paciente também é muito importante e como eu disse para vocês essa escuta além de ser uma escuta de qualidade com qualidade ela tem que está isenta de preconceito de julgamento Então por mais que às vezes vocês possam ouvir assim histórias do arco da velha né a gente precisa treinar a cara de
paisagem a gente não pode deixar a nossa crença falar mais alto e a nossa Paciente perceber isso e acabar se sentindo constrangida na nossa frente se ela se sentir constrangida conosco nós não vamos conseguir evoluir bem né em termos de a terapêutica com essa paciente então é importante que ela se sinta segura é importante que ela tem a percepção de que a gente tem domínio daquilo que a gente tá dizendo daquilo que a gente tá explicando é importante que ela sim para que a gente conhece o problema dela é que a gente conhece as Ferramentas
para ajudá-la né e seu problema porque dessa forma ela vai conseguir se abrir e muitas vezes elas acabam luz nos contando coisas que nem para os seus terapeutas Elas Não Contam porque porque nós temos a questão do toque e a gente sabe que quando a gente toca o outro né é isso Pode despertar muitas emoções então às vezes Sales outro dia ela relatou é um caso ela compartilhou um caso com a gente interessante de uma paciente que ela foi Fazer alguns exercícios na over Ball e naquele o que ela estava fazendo os exercícios em cima
do overboard ela entrou em crise começou a chorar porque ele entra em contato né com as suas feridas emocionais irreales claro né conduziu super bem e depois a paciente acabou levando né esse ocorrido para discutir ali com a sua terapeuta com a sua psicoterapeuta é e esse momento foi também para essa paciente no momento terapêutico nessa Paciente disse para eles que o que aflorou ali Nunca havia aflorado nas sessões de terapia então a gente também tem que ter isso em mente quando a gente trabalha com sexualidade às vezes quando a gente orienta um exercício quando
a gente orienta uma movimentação pélvica seja com bolinhas macias com bolas maiores e menores na over Ball é ou no rolo de macarrão ou numa toalha enrolada a gente tem que ter em mente que a gente pode SD e esse tipo de situação né onde A mulher ela acabou e inconscientemente entrando em contato com as suas feridas E aí a gente vai precisar saber conduzir isso da melhor forma possível então isso é importante E é disso que se trata também aí o nosso corpo a mulher vagina ela tem um perfil diferente né da mulher com
dispareunia e da mulher com o gordinha estudos apontam que as mulheres com vaginismo em sua maioria apresentam desejo excitação e Orgasmo é e se Satisfazem através de outras formas né Elas adotam outras formas de vivenciar a a vida sexual ou ela adota outras práticas sexuais onde não ocorra a penetração então assim é Ledo engano a gente achar que a mulher o vaginismo não tem orgasmo não sente e eu não tem desejo tá A grande maioria tem o desejo preservado tem uma boa lubrificação vaginal e isso ela que aponta os estudos tá consegue ter orgasmo só
que adotando outra prática sexual sem a penetração tá Então geralmente a lubrificação ela ocorre de forma normal É claro que há casos e casos Nós vamos sim nos deparar com casos de mulheres que não lubrificam e que essa ausência de lubrificação por exemplo pode ter sido o motivo pelo qual essa mulher desenvolveu o vaginismo a existe uma situação como essa també mas o que os estudos nos trazem é que a maioria tem os componentes do ciclo de resposta sexual Impacto né A questão aonde pega aqui é a penetração do pênis Dentro da vagina a E
aí a gente vai conversar bastante com em relação a isso é porque a gente nem vai falar sobre alta qualquer momento da alta então a gente sabe que tem mulheres que evoluem super bem no consultório mas que na hora h com o parceiro ela não consegue ter a penetração é então isso já acende para gente ali uma luz de alerta eh e nos diz respeito a questões emocionais que não foram bem elaborados né por essa paciente mas aí a gente vai aprofundar Um pouco mais né sobre essas questões e entre os motivos né desencadeadores desta
condição estão os traumas ocorridos na infância por violência ou por abuso sexual ou por estupro né então isso ainda é um dos grandes motivos desencadeadores do vaginismo no entanto o que também aponta nos estudos é que é muito mais comum o movimento do vaginismo por um histórico de educação sexual rígido rígida precária né seja a moral Religiosa ou uma mescla de ângulos como sendo aí um fator desencadeador de vaginismo tão é para quem tem aí já uma prática de atendimento nesse caso a gente percebe que vamos resistir aqueles casos onde as mulheres desenvolveram o vaginismo
por traumas por abusos por relações abusivas né Por relacionamentos abusivos mas a parcela maior é são de mulheres que tiveram a educação sexual precária especialmente uma educação sexual rígida né onde falar de Sexualidade era extremamente proibido E aí ela teve que buscando informações é com amigas e às vezes nem buscando hoje as mulheres ainda tem essa possibilidade a pesquisar nas redes sociais na internet mas a gente sabe que tem coisas boas na internet mas também tem muita desinformação é então a gente também precisa Estar atento aí e ter cuidado porque é comum essa algumas dessas
mulheres chegarem a presidente já assim o diagnóstico do Google é e com o Tratamento do Google então a gente estarei apenas como meras com a Dilma né E aí a gente vai ter que ter todo o trabalho de desarqui testar aquilo que aquela mulher tá trouxe Pronto né aquela receita de bolo que ela trouxe pronta para a gente só acompanhar ela então é importante a gente também saber o que tá acontecendo se informar aí como é que essas essas notícias estão sendo uma piada sou estão sendo mostradas para que a gente tenha Mesmo uma visão
geral e melhores condições de orientar o nosso né ambiente terapêutico é como eu disse para vocês falar ainda né de sexualidade para muita gente é tabu mesmo a gente vivendo numa época com tantos avanços tecnológicos e científicos pais e filhos ainda pouco o conversam sobre o assunto quando fazem né geralmente ficam cheios de dedos perdidos mesmo sem saber muito aí por Onde começar o que falar Como orientar então a gente ainda percebe que é um assunto é tabu para as famílias as famílias ainda tem dificuldade para conversar né com os seus filhos sobre a Sexualidade
e quando se trata de meninas Então aí tá conversa fica difícil né pois ainda há uma pressão social para que as meninas sejam Como eu disse para vocês no início da aula recalcadas e pulgas né porque senão elas vão ficar faladas Porque sim e não vão servir para Casar então a gente ainda sofrem essa pressão social então falar de sexualidade feminina ainda é mais difícil né do que falar de sexualidade humana o exercício da sexualidade não é para as mulheres foi bem mais complicado né do que para os homens Como já falei para vocês em
um exemplo típico disso é quando o garoto se relaciona com muitas meninas ele é considerado o macho é considerado o conquistador considerado o Garanhão é considerado o viril e quando a garota faz isso né o que acontece a totalmente o inverso né as falas são ficha Essa menina é perdida a família essa menina não tem família Essa menina é fácil essa menina não serve por um relacionamento sério então isso ainda são expressões que a gente ouve nos dias atuais por isso o sexual ela é importante na adolescência mas não só para evitar a gravidez né
e não só para evitar doenças sexualmente Transmissíveis ou infecções sexualmente transmissíveis no ideal da educação sexual é que entrassem componentes de como expressar essa sexualidade e aí é isso também está relacionado a expressão dos desejos né a expressão dos afetos aí deveria entrar também conhecimento desse conhecimento do próprio corpo aí também deveria entrar o ao toque e a auto-exploração né falando aqui o português mais caro é os adolescentes Deveriam ser orientados sobre a masturbação a masturbação ela é benéfica Ela tem os benefícios sim são liberados hormônios da felicidade que nos promovem bem-estar mas a gente
está bom é quando a muitas vezes um transtorno mental de Base é a masturbação ela pode ser usada como uma ferramenta de alívio e o excesso dela é prejudicial Então essa essa educação e sexualidade ela tem que ser mais Ampla né ela não pode se restringir apenas Evitar a gravidez e infecções sexualmente transmissíveis mas o que a gente ainda tem hoje é essa educação hoje ocorre né hoje as escolas estaduais municipais particulares por volta lá do quinto ano a uma aula de educação sexual Mas como eu disse para vocês uma aula é focada para evitar
a gravidez na adolescência que a gente sabe Infelizmente quem é uma incidência alta e para evitar infecções sexualmente transmissíveis né mas a gente ainda não Fala abertamente de sexualidade com os adolescentes e a gente não ensina meninos e meninas a se relacionarem melhor a respeitarem o outro a respeitar e no desejo do outro a respeitar o corpo do ovo Então é isso que a gente precisa mudar em termos de educação sexual mas a gente chegar lá né a gente está no caminho para Oi e aí já caminhando aqui né para o fim da nossa aula
é etiologia e diagnóstico do vaginismo como é que a gente faz Existe um exame que detecta O que determina o exame Laboratorial o exame de imagem que vai mostrar para gente que aquele caso é um caso de vaginismo não né não existe lá um exame específico para determinar se aquela mulher tem vaginismo dispareunia ovo gordinha o diagnóstico do vaginismo é um diagnóstico Clínico né vai depender daquilo que a gente escola que a gente colhe da história de vida sexual dessa dessa paciente agora As causas né que envolvem o vaginismo podem ser múltiplas e nem sempre
vai ser possível a gente estabeleceram um motivo concreto não é o último real para o surgimento desta como e o desta disfunção porém a gente pode classificar as causas com primária Ou seja quando ocorre dor desde a primeira tentativa de penetração então a mulher virgem foi lá ter o primeiro contato de intimidade com a sua parceria E desde a primeira tentativa Ela teve dor e aí ela tentou outras vezes e continuou tendo dor até que ela parou de tentar então a gente chama isso de um vaginismo primário né um vaginismo com causa primária com causa
secundária como causa secundária é quando a mulher não tinha problema né não tinha sintomas né de vaginismo e Em algum momento da vida dela seja por uma questão hormonal seja Às vezes o trauma é seja pela menopausa seja por conta da gestação ou do pós-parto ela o desenvolve esta Condição tá então ela tinha ela teve um início de vida sexual normal ela teve algumas relações sexuais normais e num determinado momento da vida ela desenvolveu o Valdir aí é claro a gente vai investigar as possibilidades né de vida aí dessa fase de vida em que esses
sintomas eles apareceram é para que a gente tem uma ideia né Dos motivos do porquê e a gente tem o vaginismo de causa a seletiva né e está relacionado a um parceiro específico então três Parceiros antes dela não tinha dor com aquele parceiro ela tem dor e aí ela deu uma escapulida o traiu aí o parceiro atual E que esse parceiro aí da traição objeto da traição ela não teve dor então isso indica o que isso indica que ela tem um vaginismo seletivo é que o problema é com aquela parceria E aí isso é um
caso mais complicado especialmente para nós da fisioterapia evitar a gente não vai poder vir para paciente o flan troca de Parceiro troca né troca de parceria a gente vai ter que conduzir esse caso com auxílio da psicoterapia para que a mulher chegue às suas próprias conclusões a gente nunca vai interferir na escolha da mulher né quem ela escolhe se relacionar é escolha dela a gente pode orientar a gente é a gente tá lidando com o caso onde a mulher nos relata que sofre né O que vive um relacionamento abusivo a gente pode orientar a gente
pode mostrar para ela Que existem outras em unidades de viver os relacionamento mas a escolha de saíram de permanecer Rebel a gente não pode interferir na escuro né então isso também são são princípios e questões importantes então em relação ao diagnóstico não existe o exame específico o que vai determinar a eu que vai fazer a gente concluir né entre um vaginismo é dispareunia e uma mobília é a história Clínica e quando possível o exame físico né então lembrando o que né Sempre vai ser possível realizar o exame físico né um toque vaginal no primeiro encontro
às vezes a gente vai conseguir fazer isso no 2º ano 3º ano 4º ano 5º encontro Enquanto isso não acontece Às vezes a gente não vai conseguir diferenciar uma dispareunia de um vaginismo Mas se a gente lá na história a gente for percebendo esses relatos Olha eu já tentei e não consegui a penetração não dá quando o pênis começa a entrar lá ali na entradinha da vagina Já parece que tá rasgando tudo eu sinto uma sensação horrorosa Isso já é já disse para gente né é muito a favor do vaginismo E aí entre aspas a
certeza né porque em saúde nada é regra absoluta o exame físico ele vai conseguir fazer para gente aí uma às vezes uma distinção vaginismo para uma dispareunia agora Michele a musculatura do assoalho pélvico uma mulher com os paionir é normal não e na mulher que tem vovô de também não estamos vamos encontrar um Assoalho pélvico tenso nas três condições tanto na vovó Dindinha quanto na dispareunia quanto no vaginismo o que acontece aqui no vaginismo não tem penetração de jeito nenhum nada spyone na vulvodínia por mais que a penetração ela seja dolorosa ela aqui Ah tá
então é isso que vai acabar distinguir E aí vovô de dispareunia tem uma característica um pouquinho diferente que eu já já vou falar para vocês e aqui só para ele ficar para vocês né os motivos são Múltiplos Então vai desde o medo de engravidar a traumas relacionados ao parto a ansiedade estresse depressão abuso sexual estupro baixa autoestima relacionamentos abusivos atrofia genital após a menopausa malformação congênita na vagina dor pélvica crônica em endometriose questões religiosas crenças e tabus tão tudo isso aqui pode ser motivos né para desencadear o vaginismo E aí esses motivos a gente vai
Conhecer melhor quando a gente a gente aprende para paciente e colher então histórico através na né da anamnese existe uma escala que foi desenvolvida por lamon para graduar o vaginismo a Quando é que a gente vai conseguir usar essa escala quando a gente conseguir fazer o exame físico o índio né é o Vick o índio quando tipo de fazer um toque vaginal Quando a gente chegar nesse estágio a gente pode graduar o vaginismo como gravar um dois três quatro e cinco Então vaginismo degrau um teria é quando a gente percebe um espaço no perineal e
do levantador do ânus de grau dois espaços um perineal em toda a pelve e não sede mesmo em sensação de segurança grau 3 espaço um do levantador do ânus com elevação no tio grau 4 espaço do levantador do ânus a gravação glúteos e afastamento do examinador e o grau 5 é quando o exame é recusado ou impossível de ser realizado tá Então essa é uma escala que vocês podem utilizar na Avaliação de você e aí A mulher chegou até vocês e agora o que fazer então com essa mulher o que fazer especialmente se essa mulher
não me deixa tocá-la né não me deixa chegar perto da região genital tão primeiro contato presencial online A gente tá vivendo né esse momento do online é em uma consulta ou avaliação fisioterapêutica pode tanto facilitar ou dificultar a aderência da paciente ao tratamento da Então fala que a primeira Impressão precisa ser boa nem para que a paciente Estabeleça com a gente um bom veículo e para nós consigamos confiar aquilo e ela guarda a sete anos ninguém sai aí gritando aos quatro ventos que tem uma disfunção sexual está vivendo um problema na área da sexualidade é
isso né nossa sexualidade e a vivência e as nossas experiências sexuais é algo que a gente partilha com a nossa parceria ou com pessoas muito íntimas a gente não Sai aí falando isso numa rodinha de conversa com oo Então a gente tem que ter um cuidado né esse primeiro encontro especialmente Então antes da primeira consulta que vocês procurem criar um sistema né para preenchimento aí de dados básicos pode ser um formulário no Google forms por exemplo pode ser ali questões básicas só para quebrar o gelo e vocês não perderem muito tempo com isso no momento
do encontro ali teste até né na Primeira consulta a paciente ela deve se sentir à vontade para contar a sua história né então como eu disse para vocês lá no interior mente passa um poucas perguntas procurem não interromper a paciente mas conduzam a conversa né Para que ela não viaje demais e procurem estabelecer em um bom zinco e isso é bem xará paciente contaram que ela sente e o que ela deseja depois né vocês a nossa tão faz né passam aí um resumo disso é o Segue Nos focos da avaliação e às vezes para paciente
é incômodo ela está falando e a gente está lá notando tá isso pode dar uma sensação ruim para ela então esse primeiro encontro não tenho nada perto de vocês deixem ela fala falar conduzam né aí algumas perguntas vocês podem ter uma cola né a gente até fez aí algumas coisinhas para você o check-list da avaliação um guia de perguntas vocês podem ter esse dia de perguntas vocês podem ir fazendo né Colocando alguns questionamentos e gravem aquilo que essa mulher está dizendo para vocês e depois que ela sair vocês vão lá e Façam as anotações necessárias
não segundo encontro você já podem fazer essa essa avaliação ou seguir passa a variação de uma forma mais formal ou mais tradicional né às vezes ali com avaliação do lado e a gente ia anotando e tem corrida mas esse primeiro e é importante que essa mulher ela se sinta seguro e acolhida e que ela É consiga sentir que ela está sendo mesmo disputada que vocês estão olhando para dor dela isso é o mais importante né nesse primeiro contato então avaliação pélvica íntima não deve ser prioridade de vocês especialmente na primeira consulta o que deve ser
prioridade para vocês é criar um bom veículo é escutar atentamente né Essa mulher e não é opinar e não julgar não manifestar a opinião né o as crenças de vocês a pressa no primeiro encontro ela Pode comer comprometer a Adesão do tratamento e é fundamental demonstrar empatia respeito conhecimento e segurança é muito comum Quando essas mulheres chegam para gente na fisioterapia e elas luz dizer que os médicos não quiseram ouvir né eu não quiseram ouvir ou que elas Ouviram do médico é que isso é bobagem isso passa com o vinho que passa gente se é
muito comum existem profissionais da ginecologia Maravilhoso mas existem ainda aqueles que não tem conhecimento de sexualidade e Não perguntam sobre a vida sexual né das suas pacientes e que quando a paciente tem coragem de expor né a sua vida sexual ele não sabe lidar com isso então ele joga qualquer informação ou qualquer sala ou mesmo ignora né E a gente tem que ter essa esse conhecimento que existem profissionais que não perguntam a gente acha as vezes que a gente ficou lojista deveria todos os Ginecologistas deveriam fazer questionamentos em relação à vida sexual eu acho a
Todos deveriam Mas não é isso que acontece na prática da mesma forma que entre nós fisioterapeutas também o é uma unanimidade é nas nossas avaliações de chorar a vida sexual dos nossos pacientes né Geralmente quem trabalha com fisioterapia pélvica questiona mas às vezes um profissional trabalhoso na área cardiovascular respiratória acaba não tendo esse hábito né então é esse Vínculo esse primeiro contato essa escuta atenta essa percepção da paciente que a gente tá olhando para ela e olhando para dor dela isso faz total diferença no sucesso do tratamento e é também de extrema importância né antes
da avaliação pélvica íntima promover educação sexual então hoje nós hoje é tão mais fácil a gente conseguir fazer isso hoje a gente pode fazer um vídeo explicativo a gente pode dar uma palestra a gente pode montar uma Cartilha é ou com fichas ou em PDF A gente pode ir montar um e-book a gente pode mostrar né fazer demonstração com materiais didáticos estão hoje tem as ruas os escritórios as vaginas de feltro de borracha de pano é de um material que parece o material da Nasa enfim hoje a gente tem ferramentas maravilhosas para trabalhar essa educação
sexual então a gente precisa investir a gente não precisa fazer grandes investimentos né nos nossos ambiente e Mais alguns recursos os ajudam bastante e aí a gente vai instalar desses recursos depois mais para frente com mais calma né e na nossa avaliação tem um guia básico que a gente precisa seguir então a gente tem aqui um modelo que é esse guia básico lá na material para vocês tem um check list de avaliação tem ficha de avaliação modelo tem questionário de função sexual então vocês tenham uma série de materiais que você já podem utilizar nos consultórios
Aí de vocês nas clínicas vamos ambulatório mas a o básico dessa avaliação consiste numa boa anamnese né quem vai a investigação da queixa principal tão aí estar bem atento na história e investigar bem né Essas queixas vai passar aí pelos antecedentes ginecológicos e obstétricos e é importante para que a gente tenha conhecimento de sintomas Gerais urinárias gastrointestinais ou músculo-esqueléticos que possam né estar Aí agravando o problema ou até pode ser um motivo né do vaginismo aí nós vamos ter avaliação externa e interna e aí nessa avaliação externa e interna a gente não vai nesse fingir
apenas a vulva e vagina a gente precisa verificar postura padrões de tensão corporal é testar os reflexo né Vitoriano e anal verificar a sensibilidade na região genital e durante a avaliação íntima Estar atento ao padrão respiratório isso diz muito né É sobre o comportamento Dessa mulher você é uma mulher mais ansiosa mais tem essa né com o perfil de perfil corporal e tem isso também vai ajudar a gente vai ajudar bastante a gente a traçar a nossa conduta em relação à conduta terapêutica a gente pode utilizar questionários né para para fazer aí um comparativo do
antes durante e depois é claro que a gente vai fazer aí a gente pode lançar um tem alguns testes então eu já não sei para vocês a escala delamou mas a gente vai utilizar O Perfect ou afa para avaliar o grau de força muscular Então são recursos que a gente vai utilizar e que vão usar ajudar a também ter um parâmetro de evolução é importante na conduta terapêutica ter foco no tripé acolhimento paciência e persistência né quando a gente trabalha com sexualidade é muito comum a mulher ter altos e baixos né Ela vem faz um
pouco e some depois ela volta então a gente precisa persistir ter paciência e é importante Que a gente está beleza bens do primeiro encontro o contrato terá p e aqui quando eu falo contrato não tô dizendo de contrato no papel Tá mas um combinado nosso com a paciente onde nós vamos deixar muito claro para ela aqui cinquenta por cento do Sucesso do tratamento depende dela e cinquenta por cento do Sucesso do tratamento depende de nós né do nosso conhecimento técnico no nosso conhecimento científicos recursos que a gente vai aplicar no Tratamento né dos das queixas
dessa paciente mas se ela não se comprometer e não seguir as nossas orientações se ela não fizer as tarefinhas de casa que a gente vai passar se ela não estiver disposta a olhar para a própria dor né e curar aí as suas feridas a evolução desses E tu não vai acontecer aí de forma é assim objetiva e com sucesso né o sucesso a ponto de a gente chegar à Alta Então essa essa importância que deixar Isso claro e o sucesso depende dos dois né Tanto do profissional quanto da paciente é importante então após o primeiro
contato e o levantamento do histórico e dos antecedentes a gente segue para avaliação física e não precisa ser na primeira consulta no exame físico a mulher pessoalmente com o vaginismo tende a reagir com tensão física e emocional muitas vezes fugindo da aproximação do examinador se atentem Paraíso se vocês Perceber que a mulher tá quase caindo da Macumba para afastar a vo 16 Parem não parem e falei olha se você não quiser que eu continue com avaliação a gente pára por aqui a gente tenta um outro momento que você se sentir mais confortável para ir Isso
é importante inclusive deixar claro para paciente que a gente não vai fazer nada que ela não queira é que a gente não vai fazer nenhum procedimento invasivo se ela não estiver se sentindo confortável para ele Se ela não é para isso ela não consentir essa nossa intervenção mais íntima para Que ela possa é conseguir administrar e isso é emocionalmente de forma positiva né E aí com isso ela vai ganhando segurança ela vai se sentindo mais confiante E aí a gente vai conseguir fazer uma avaliação física de forma mais tranquila aqui tem algumas as perguntas para
vocês conduzirem nessa investigação da função sexual e só que tem lá no material de Apoio para você é como um guia nessa aqui é um guia básico das perguntas básicas né Então essas perguntas vocês não podem deixar de fazer quando vocês vão fazer ali a anamnese de você e essas perguntas ela já vão trazer para gente aí um Panorama geral né sobre os sintomas da paciente então vai desde a perguntar para ela se ela notou alguma alteração o interesse pelo sexo que ela teve algum problema é para ficar excitado lubrificada se ela consegue Atingir o
orgasmo ou não se ela tem o ato de se masturbar com que frequência se ela sente dor ou desconforto durante o sexo tela está envolvido atualmente um relacionamento sexual ou como é que está esse relacionamento atual quantas vezes e os anos nela tinha quando ela fez sexo pela primeira vez como é que foi essa primeira vez foi legal ela queria ou foi por impulso né a gente pode investigando nesse sentido quantas parcerias né ela teve no Último mês por exemplo para vocês terem uma ideia de como é a dinâmica de vida sexual dela ou seis
meses S as suas parcerias sexuais são homens e mulheres ou ambos então a gente sabe que hoje a gente está vivendo no mundo moderno onde é muito comum as pessoas é se determinarem como bissexuais Então hoje eu fico com uma mulher e amanhã eu estou com um homem e para mim isso tá tudo bem então é importante que a gente estava né para que a gente possa ajustar a nossa Conduta e as nossas orientações também é a senhora está satisfeita com o desempenho da parceria e se há algo né na atividade sexual que ela gostaria
de mudar tão aqui são essas perguntas básicas né e elas devem compor aí essa nossa anamnese e como é que a gente vai confirmar o diagnóstico da paciente não me deixa só o calor né Essa é uma das perguntas que os filhos mais fazem para mim para mim ele como é que a gente vai consertar o diagnóstico se eu não posso Fazer avaliação pélvica intes eu não posso fazer o toque vaginal é justamente por isso é que a nomenclatura mudou né então a A nomenclatura que usa hoje é o que junta né O que une
essas condições do Rodney a dispareunia vaginismo como dor gente Bélgica veio justamente da dificuldade de verificar a presença de contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico já que muitas mulheres não e nos permitem nem observar a sua genitália vocês podem se deparar com Casos de mulheres que não não deixar vocês nem olhar para Rua vocês não vão conseguir nem fazer o exame externo Quem dirá fazer o exame interno Então por conta disso é que a gente utiliza aí essa nomenclatura do Gene papel fica/a penetração toma um primeiro momento vocês podem Anotar na ficha de avaliação
de vocês dor genital pélvica não segundo momento quando vocês conseguirem fazer ali um toque unidigital eu pedi digital aí vocês podem separar a condição como Sendo um vaginismo uma dispareunia ou uma vovô dia tá a gente precisa Estar atento a algumas condições especiais a gente já conversou um pouquinho sobre isso e depois a gente vai aprofundar isso nas outras aulas né atenção na adolescência a atenção as Primeiras Experiências sexuais por isso exerce uma influência importante na vida adulta e nos futuros relacionamentos então quando vem a nossa mente adolescência precisa vir a nossa mente investir em
educação Sexual né para que a gente possa evitar traumas ou na gestação e no pós-parto ter em mente né que é uma fase de muita alteração hormonal Então essas alterações ocorrem na gestação e elas vão continuar ocorrendo no pós-parto e que Isso pode impactar negativamente a função sexual além né de toda a demanda que um bebê exige quando ele nasce a mulher fica sem dormir ela vai transar e o leite espirra longe ela não lubrifica direito porque Os hormônios ainda estão enlouquecidos então exista aqui nessa fase e nos exercícios sexuais E aí a gente vai
falar também como é que a gente pode né aplicar esses exercícios sexuais para ajudar nessa fase mulheres com sintomas urinários e sintomas evacuatorios à frente também precisa ficar atento né porque sintomas urinários de respeito muito a fraqueza da musculatura do assoalho pélvico toninflex a reabilitar essa musculatura Sintomas evacuatorios diz muito a favor de tensão nos músculos do assoalho pélvico né E se a gente for fazer um questionamento aí de mulheres que têm sintomas e fatores importantes quase todas tem queixa de sexo doloroso né então investir em técnicas que favoreçam o relaxamento da musculatura do assoalho
pélvico e que favoreçam o trânsito intestinal e lá no climatério na menopausa a gente sabe né que vai haver aí ausência de produção É isso ai isso Pode sim impactar na função sexual isso vai favorecer o enfraquecimento dos map vai diminuir a sensação prazerosa na vagina então é um momento da gente investir em reposição hormonal pega o somos nós né É isso aí é da competência médica a gente pode investir aqui na corrente mágica depois a gente vai falar melhor sobre isso investir nos exercícios né da musculatura do assoalho pélvico Então essas condições especiais Para
a gente finalizar é importante né a gente ter a atenção que para o adolescente é existe o medo do desconhecido existe a falta de conhecimento do próprio corpo e do corpo da parceria tem vergonha tem experiência Geralmente os adolescentes e eles buscam experiência informação Mel informação Olá amigas ou na internet então é muito importante antes da avaliação é a gente é tanto envolver né assim se envolver no sentido Estabelecer ali um bico para uma boa confiança e como eu disse para vocês investir na educação sexual e Especialmente na exploração corporal é para que essa menina
possa conhecer o seu próprio corpo mas que ela também Conheça o corpo da sua parceria né seja sua parceria um homem ou mulher e é muito comum adolescentes palavra gente assim ó tive dorme na primeira relação não conseguirá ver atração eu consigo penetração mas é doloroso eu Fico com medo de ter dor então eu evito texo isso né são falas comuns que a gente ouve Especialmente na população aí mais jovem né então isso assusta né o medo assusta o medo aumenta a dor é o comportamento de retratação geralmente gera ansiedade e medo a dor aumenta
a tensão dos músculos não só do assoalho pélvico mais coxa e glúteo também é a dor ela muitas vezes paz né a pessoa a antecipar a ter sintomas de ansiedade antecipatória a dor e a gente Pode notar nesses casos um bloqueio da respiração ou o aumento da tensão ou do quadro de dor a procurar Estar atento a isso não só na população adolescente né Estar atento a isso em relação a todas as mulheres que vem nos procurar com essas queixas no pós-parto né tenham aí é essa esses cuidados que eu comentei com você porque é
um momento de um turbilhão de emoções Então essa mulher ela vai precisar de um tempo né para respirar e para ser acolhida para que Depois vocês possam investir aí em orientações na menopausa é muito comum a queixa de dor no ato sexual ou outras né disfunções sexuais tão procurem né verificar a esse essa mulher tem parceria ou não é comum na fase da menopausa algumas mulheres já estarem viúvas né é muito comum sintomas urinários evacuatorios é muito comum a queixa de ressecamento vaginal e atrofia genital o plástico de órgãos pélvicos pela ausência dos hormônios estão
tem um Monte de ferramentas na nossa caixinha de ferramentas que a gente pode utilizar para ajudar a mulher que tá nessa fase aqui como também as mulheres que estão nas outras fases e Não se preocupem tanto em diferenciar essas condições Mas vocês podem diferenciar levando em consideração o que a vovó gênia ela é caracterizada por uma dor em queimação na vulva até então é to vaginal tá então se a mulher se queixa de queimação dor em queimação na vulva região de grandes E pequenos lábios clitóris até a entrada né até o introito vaginal a gente
tem aí no caso de gordinha uma dispareunia é caracterizada por dor durante a relação sexual e pode ser de é né lá na hora no momento da penetração ou pode ser de profundidade mas fala mas paionia pode fazer com que a mulher evite penetração pode né mas farinha pode fazer com que a mulher evite Mas será que ela impede a penetração Então é isso que vocês vão ter que estabelecer Agora ou vaginismo sim e impede a penetração né caracterizada pelo medo de dor na penetração e geralmente aí por esse espasmo ou por essa contratura muscular
da parte externa da vagina né é mais característico essa contração logo ali mesmo naquele naquele terço distal aquele terço e tá próximo ao introito vaginal né isso para vocês terem uma ideia né de como vocês vão separar mas isso é pouco importante no que diz respeito a como vocês vão conduzir E é claro que vocês vão conduzir um vaginismo diferente de uma rodinha mas todas essas condições são condições de dor e para todas elas a gente vai ter que trabalhar diminuindo a tensão sobre a musculatura do assoalho pélvico porque todas as três vão apresentar uma
musculatura de assoalho pélvico extremamente férias né para atuar na área a gente precisa acolher ter paciência persistir empatia conhecimento e Respeito são Fundamentais então cuidado com as expressões de susto ou de espanto né quando a mulher aí contar para vocês as suas experiências sexuais então por exemplo eu sou uma pessoa eu que sou muito expressiva facilmente às vezes eu consigo segurar a boca mas o rosto acaba transparecendo aí as vezes eu tô me sentindo desconfortável E aí para gente trabalhar com sexualidade se vocês tem esse perfil né de deixar assim A face dizer o que
vocês estão sentindo a gente vai ter que treinar mesmo a gente vai ter que ir treinando não se assustar com as informações que vão surgir né durante a nossa avaliação Para que a mulher não se sinta envergonhada né porque ali mas não estamos para julgar e é bacana gente deixar isso claro para as mulheres também tá bem bacana a gente dizer para ela olha aqui nesse ambiente você está protegida né pela ética O que é conversado aqui fica Aqui aqui Você tem liberdade para se expressar da forma que você quiser e eu não vou te
jogar eu não vou é ter né o adotar nenhum tipo de costura ou de Conduta preconceituosa porque este é o espaço para você olhar para sua mãe e eu estou aqui para ajudar você então isso é bacana da gente deixar claro porque às vezes a mulher chega ali mesmo cheia de dele e com receio de contar para a gente é a sua intimidade né com vergonha de contar para a gente o Que ela faz uma sua parceria entre quatro paredes e a gente vai precisar entender essa dinâmica do casal porque às vezes a mulher tem
dor é por conta de uma posição que ela Dota durante a prática sexual e aí com uma orientação simples do tipo olha fulana tenta não fazer mais desse jeito tenta mudar para essa posição ou para aquela posição e me conta na próxima me conta como é que foi para você e às vezes Apenas um ajuste né postural resolve o problema da paciente Então é importante que a gente conhece essa dinâmica do casal para que a gente possa orientar bem a isso é fundamental cuidar da nossa sexualidade é da nossa própria sexualidade Como eu disse para
vocês é muito importante então uma das perguntas que a gente deve nos perguntar né nos questionar Como anda a minha sexualidade se eu consigo falar sobre Cece com meu parceiro com a minha parceira Como está sendo isso para mim se vocês perceberam Que vocês não conseguem conversar abertamente sobre isso especialmente com os parceiros suas parceiras de vocês e isso pode ser um indicativo de alguma entrave nessa esfera da sexualidade e aí basta vocês também conhecerem um pouquinho melhor vocês né Para que vocês possam dizimar ganhar isso mas é importante a gente ter essa percepção da
que a gente possa ter condições tanto emocionais né quanto profissionais para lidar com as queixas Que vão surgir nessa área da sexualidade para a gente tratar tá então refletir Em Nossas ações é importante e lembrar sempre que a gente reflete né a nossa essência E se eu estiver um dia de semana atenção por problemas pessoais né meus eu vou acabar transferindo isso para minha paciência eu não tomar cuidado então é muito importante a gente ser vigilante né com as nossas próprias emoções e especialmente né estar ali bem bem Resolvidos né com a nossa sexualidade gente
é claro que nem sempre a gente vai estar bem com a gente mesmo nem sempre a gente vai estar vivendo plenamente a nossa sexualidade Nem sempre a nossa vida sexual vai estar só fogo né Todos nós né todas nós temos momentos de altos e baixos O que a gente não pode deixar acontecer é isso influenciar na nossa conduta terapêutica tá é só esse cuidado que a gente precisa ter o Ufa E era um pouquinho de tudo isso que eu tinha para falar para vocês hoje nessa noite que é a nossa primeira aula com a Lili
falou lá para vocês No início tem o material de apoio esse primeiro módulo é tem mais 7 aulas minhas que complementam essa nossa aula de hoje né assim como no segundo módulo têm aulas dalires e vão complementar o conteúdo que a Iris vai ministrar na quarta-feira então é importante que vocês né tirem um tempinho para poder assistir essas aulas Essas aulas né que estão lá gravadas são aulas mais curtas para Vocês conseguem fazer isso as vezes no intervalo de atendimento de vocês e além disso tem a gravação da aula da primeira turma né Para que
vocês também possam assistir vocês tem um tem Ah tá isso vocês não precisam assistir isso tudo de uma vez para a próxima aula porque a gente sabe né que a maioria de vocês aqui tem uma dinâmica de vida a corrida mas se organizem para assistir Né não deixem de Assistir seja Agora seja a semana que bem seja daqui um tempo mas é importante que vocês é vejam né que vocês assistam nesse primeiro bloco desse primeiro módulo eu falo um pouco mais a Sexualidade eu falo de outros transtornos sexuais eu falo da variação eu mostro uma
avaliação no modelo pélvico então é ali diz na quarta ela volta a falar de avaliação ela faz um passo a passo com vocês também tem outros vídeos que ela gravou né Para que Vocês pudessem visualizar melhor como é que esse processo da avaliação tanto externa quanto interna então é importante que vocês olham oi lá no grupo nós vamos à medida que as aulas gravadas elas forem sendo processadas a gente vai deixando também lá no grupo para vocês o link das aulas às vezes facilita Para para que vocês visualizem mais rápido então vou deixar aqui aberto
o espacinho para que vocês gostam aí fazer perguntas fiquem à Vontade Oi livre tem pergunta no chat é mesmo eu tô saindo aqui não só teve uma aluna que não tava conseguindo entrar aí a gente se vê o que que o e-mail dela elas trado aí eu consigo colocar lá no assistir a joia e feliz se eu conseguir sozinha sem pedir ajuda não é isso né mas é de a gente fica feliz quando a gente consegue resolver essas questões Tecnológicas né gente porque não é da nossa era aí a gente ainda é da fase do
papel da caneta né e do computador a gente começou a ver isso mas não com todo esse aparato tecnológico que a gente tem disponível hoje a gente apanha viu gente a gente está aprendendo também eu saio é meu caso da cabeça bom né porque tem motivos principalmente porque não é fácil também se a gente o gente faz sozinha ou a gente defende de outra pessoa que pode Largar a gente na mão e exato isso é bom atender viu gente aprender né olha é uma pergunta interessante aqui ó no caso das crianças limitantes como as religiosas
por exemplo Como desfazer aqui a gente precisa ter um cuidado muito grande especialmente em relação as crenças religiosas porque de forma alguma a gente pode interferir na crença religiosa da corretora você pode só deixar de compartilhar sua tela porque Aí pó mas voltar Espera aí roupa aí fica mais fácil E aí e não saiu E aí e não quer sair e aqui pronto agora foi deixa eu abrir lá perguntinha é só para eu me policiar aqui na resposta eu sabia estava dizendo que De forma alguma a gente vai interferir na Crença religiosa de qualquer paciente
esteja paciente do gênero feminino do gênero masculino tá então crença religiosa a gente respeita o Lorenzo em sabe e junto com essa crença pode existir informação ou desinformação do informações erradas ou desinformação então é isso que a gente vai desfazer Ok mas se na crença daquela mulher é a crença religiosa dela prega por exemplo que ela deve casar virgem a gente vai Respeitar essa criança tá a gente não vai desfazer essa crença agora se essa mulher e já está casada por exemplo né é estavam dificuldades em obter orgasmo ou é um caso de vaginismo e
a gente percebe lá na nossa avaliação que existe um componente religioso que foi aí um o motivador né é causadora ali daquela disputam a gente vai desfazer De que forma a gente não vai desfazer a crença a gente vai Desfazer os conceitos errados por isso que a educação sexual Ela é importante quando a gente trabalha com esse público é em que existe religiões mais conservadoras a gente vai investir em uma boa educação sexual a gente vai investir em uma orientações é para que essa mulher ela possa se sentir confortável com o Althoff tem muitas vezes
a gente utilizar o termo masturbação Então a gente vai ajustar a nossa fala para que nossa fala não agrida tanto essa mulher dependendo das crenças religiosas que ela tem então às Vezes na religião dela masturbação não é permitida E aí e que a e a gente vai precisar orientar para essa mulher a exploração do próprio corpo então começa a gente vai de se fazer isso a gente vai dizer para ela que a masturbação não é pecado que ela não tem que acreditar na igreja dela a gente não pode fazer isso como é que a gente
pode fazer isso para ajudar a gente pode por exemplo não usar a palavra masturbação a gente pode substituir a palavra masturbação pelo ao Toque e explicar para essa mulher que o alto blog ele é importante para que ela conheça o próprio corpo e para que ela mostra que o parceiro dela aonde que para ela é gostoso ser tocado para que ela não sinta dor ou para que ela né é melhor o seu desejo ou para que ela tenha uma maior facilidade em obter um orgasmo e aí a gente sempre pode trazer os é para esses
casos numa pegada mais biológica olha vocês se casaram no sexo É importante no casamento é importante para que vocês tenham cílios em nenhum momento a Bíblia diz por exemplo que o sexo tem que ser doloroso né Nenhum momento a Bíblia diz isso então são artifícios que vocês podem utilizar quem é que foi que disse que é o sexo tem que ser doloroso não tem que ser doloroso mas para não ser doloroso ô Dona Maria Você vai precisar se conhecer então esses blog esse ao toque ele é importante aí se ela vir aquela assim Ah Mas
isso leva masturbação Ué vocês podem falar olha é como se fosse uma masturbação mas é importante que você se conheça para que o você possa never by usar para ser parceiro como ele vai fazer como é que ele vai cuidar de você nesse momento é como é que vocês vão o momento de intimidade porque esse momento de intimidade ele é permitido pela religião né É muitas vezes o que vai permitida fazer isso antes do casamento então a gente vai ter que Entender o contexto as mostrar a nossa fala para que a gente possa ajudar mas
sem De forma alguma é desmerecer aquilo que aquela mulher acredita tá em termos de religião a gente não vai interferir na religião se isso a gente precisasse fazer isso por exemplo não teriam tantas mulheres evangélicas profissionais da área da saúde que trabalham com sexualidade dentro das igrejas tem vários grupos que trabalham a Sexualidade dentro da igreja né trazendo esse conceito da sexualidade como saúde trazendo esse esses conceitos da importância do alto top da o corporal no conhecimento do próprio corpo do conhecimento do corpo do parceiro como saúde então quando a gente ver com essa com
esse viés da saúde fica mais fácil Nossa comunicação com esse público mais conservador Tá mas a gente não vai desfazer crença religiosa nenhuma a gente vai só ajustar a nossa fala para Conseguir orientar e ajudar essa mulher E como você lida com a questão da mulher com vaginismo que está na tentativa da relação mas ainda se considera virgem tentando Vanessa não tem outra forma isso é uma coisa comum da gente encontrar em consultório então a mulher chega dizendo que na noite de núpcias não conseguiu ter a penetração perguntou mais algumas vezes e não consegui Então
ela se considera virgem mas se ela é virgem está casada qual que é o problema Dessa virgindade né não teria problema da virgindade em si É e aqui sim a uma crença bastante irritante relação a virgindade né porque a virgindade é ela era algo assim que foi muito incutido na Mente Tão feminina quanto masculina e que fiz a natureza né E na verdade é o que determina essa virgindade ou não é o cumprimento do hímen e nem sempre o rompimento do hímen significa ter a Mulher deixou de ser virgem às vezes da mulher precisa passar
por algum procedimento ginecológico onde esse hímen vai acabar se rompendo então quando é que eu perco a minha virgindade quando eu tenho a minha primeira relação sexual com penetração aí perto da minha virgindade agora se foi se a minha membrana himenal ela foi rompida por um procedimento cirúrgico ou por uma intervenção fisioterapêutica não é isso que determina a virgindade Então você Vai precisar entender o que que é a virgindade para essa pessoa tá então vocês vão encontrar casos de mulheres com vaginismos que ainda são virgem porque porque nas primeiras tentativas de penetração ela não conseguiu
interpenetração e a maioria delas inclusive ficam com hímen intacto ai ai eu não vou poder fazer a fisioterapia de Fórmula 1 a sua cair vocês vão precisar ter um cuidado água Tá esses Casos eles requer né você querem aí uma atenção especial em que sentido lá na avaliação de vocês vocês vão precisar ter ali um termo de consentimento livre e esclarecido que é um termo que a gente utiliza muito em pesquisa científica é dizendo né escrevendo explicando para essa mulher quem os procedimentos da fisioterapia São invasivos e que eles podem promover um rompimento da membrana
himenal se ela está ciente de acordo né Com isso se ela estiver ciente de acordo com o tratamento que pode fazer com que se ini seja rompido para que ela consiga ter a penetração né o pênis na vagina E aí assinar com sentindo e vocês vão fazer né utilizar todos os recursos que a gente vai trabalhar e que a gente vai discutir aí ao longo desses nossos encontros né então não é isso que determina a virgindade tudo vai depender de como vocês colocarem isso para Paciente de você eu nunca tive problema tá eu sempre explico
o que que é a virgindade eu explico o que que é essa membrana e para que ela consiga ter relação sexual com o parceiro dela eu vou precisar adotar aí algumas condutas mais invasivas como por exemplo a massagem perineal e o uso dos dilatadores isso vai acabar Contendo a lembrando em Bienal não quer dizer que ela deixou cerveja não vai deixar de ser virgem para o parceiro dela para o Parceiro ela vai continuar sendo virgem aqui comigo como fisioterapeuta é apenas um procedimento que eu vou precisar realizar para tratamento né então eu nunca tive e
explicando dessa forma para os pacientes e aí eu peço para que elas Leiam atentamente tudo aquilo que eu vou fazer o que eu possa vir a fazer e peço para que elas me autoriza em né então eu deixo isso guarda você deixa uma via guardada comigo e deixo uma via Para Que ela possa levar embora isso é importante nesse sábado tá Não façam isso né Não Não façam esse tipo de atendimento sem o consentimento por escrito e assinar para que vocês não tenham problemas jurídicos no futuro que que hoje em dia as pessoas infelizmente por
maldade mesmo acabam nos processando por por besteira né então a gente tem que se precaver em relação a isso também e eu acho que eu respondi as perguntas Do chat Se alguém quiser abrir aí o microfone fazer alguma pergunta ao vivo eu dou-lhe uma dou-lhe duas dou-lhe três e vamos lá é bastante informação né gente a gente sabe que estão aulas assim conteúdo bastante intenso a gente fica às vezes no meio meio desnorteado é meio cansadas a gente fica um pouco de dificuldade até para processar alguns questionamentos mas vocês tem né tanto o meu contato
conta o Contato dalires vocês podem ir tirando dúvidas com a gente Inep nos nossos WhatsApp privados e podem fazer pergunta né um outro momento Lembrando que a gente vai ter um momento só para isso né que é o nosso último encontro que aí eu encontro mesmo de bate-papo e troca de experiência de discussão do caso e e de sanar aí todas as duas o pote mais uma observação aqui no chat vamos lá na mulher lá chegando estou cuidando de uma faciente que Passou por duas ginecologista sem nenhuma passou um diagnóstico uma delas passou laser a
gente a moda do lei e tá difícil para gente tem umas casas que fica difícil para gente trabalhar porque agora tudo ele laser pula-pula e a gente sabe que não é bem lhe temos benefícios sim mas não é para tudo né nem para todas porque ela relata muita dor e não consegue ter relação por quatro anos ela realizou as sessões de laser Óbvio e não Teve nenhuma melhor porque não é indicação para isso e é pela minha avaliação tem todas as características para o vaginismo nossos terapeutas podemos realizar o tratamento mesmo sem a solicitação médica
Claro gente claro né a gente tem autonomia paraíso é que a gente também vem de uma cultura Que médico é Deus e é ele que tem que encaminhar para todos os profissionais é ele que tem que fazer Tudo e não é isso né a nossa profissão de fisioterapia tem autonomia garantida pelo nosso conselho né de fisioterapia e terapia ocupacional tanto pelo ouvido quando pelo Crefito então o paciente pode nos procurar se ele não precisa de encaminhamento médico e ele não precisa é de de solicitação médica a mas e para o para o plano de saúde
aí o plano de saúde é outra está E aí o plano de saúde ele exige esse encaminhamento para Liberar as sessões tá aí certo paciente por acaso ela veio procurar vocês diretamente mas não pela ajuda do pé não pelo pela pelo encaminhamento do médico e ela tem convênio vocês forem tratá-la pelo convênio vocês vão ter que pedir para que ela peça a solicitação pro médico infelizmente para convênio ainda existe né essa criatura essa bobeira tá mas a gente tem autonomia para tratar então a paciente Pode chegar diretamente Até nós não precisa de encaminhamento médico agora
às vezes para para o convênio vai precisar mais um encaminhamento mas é de uma solicitação para vocês podem pedir para um ginecologista não precisa nem ser por ginecologista que ela passou Pode às vezes sempre não tinha ecologista que vocês tem contato né Você pode solicitar a terapia para que o convênio libere isso as vezes a gente tem que fazer esse ajuste sim mas não Porque a gente não tem autonomia aí é por questões burocráticas mesmo de com quem Tá certo meninos vamos descansar então tem mais alguma pergunta que vocês queiram fazer eu li tem alguma
observando você queria colocar aula eu acho que foi mais densa do que a primeira porque quando você deu a primeira Agora você passou mais informação ainda eu achei eu pago começa chove assim eu Achei que fosse é mais simples que a gente nunca é né porque assim quanto mais a gente fala de um assunto é mais questões acabam surgindo e e ao é uma coisa muito interessante né a gente nunca consegue dar a mesma aula assim exatamente Então se vocês assistirem a primeira aula vocês vão ver que é o mesmo conteúdo Eu não mudei nada
de conteúdo só que na sala é às vezes surgem né situações o exemplo diferentes E às vezes no momento ao no momento B acaba não vinho eu você vem sincera eu achei também que ia ser mais simples aula de hoje aí eu até achei que eu iria falar menos e acabei não falando - eu acabei falando mesmo tempo da primeira aula mas também me pareceu com uma uma densidade um pouquinho maior né mas é assim mesmo né bom obrigada Vanessa Quem tá vamos descansar a chover aqui ó pode ocorrer da paciente apresentar Vaginismo good e
assim Pode sim tá uma condição é pode ser isolada ou ela pode vir acompanhada de uma outra a como por exemplo a gente pode ter um caso né e vaginismo em que a mulher adota outras práticas sexuais e também vai se queixar de dificuldade no ter orgasmo por exemplo já é uma outra disfunção sexual tá elas podem né surgirem Podem surgir mais de uma queixa nessa área da sexualidade sem problema algum Oi e aí a gente vai tentando nessa Lar cada uma que vai aparecer bom então é isso pessoal vou me despedir então de vocês
pra gente descansar hoje é segunda-feira vai para lá mas o caso não podemos diagnosticar o paciente invaginismo já que pó não vocês podem colocar vaginismo e vovó Lia tá não tem problema nenhum né ah o diagnóstico deve ser o único né pode existir mais um diagnóstico junto ou concomitante né Especialmente nessa área da sexualidade para você vai colocar assim vamos supor Você pode perguntar o que é que incomoda mais ela se ela falar para você que é a dificuldade da penetração você vai colocar queixa principal vaginismo queixa secundária vovó Dinha É uma forma por exemplo
de você colocar lá na ficha de avaliação ou não você pode fazer ficar mais sim vaginismo mais vovó di gente aí a gente tem liberdade né para votar na nossa varias e da forma melhor Para a gente entender porque depois quem vai atrás ali o pano né de tratamento somos nós então a gente vai anotar da forma melhor para gente amasse na hora da gente precisar por exemplo gerar um relatório a eu vou encaminhar essa paciente para psicoterapia ou eu vou encaminhar ela para um ginecologista porque eu preciso do dinheiro por hoje se investigue aula
e aí eu vou fazer um relatório Então nesse relatório vocês podem adotar A Nomenclatura vigente dor gênica pélvica e colocar um observação né com sintomas é por exemplo como sintomas é característico com sintomas mais característicos de vaginismo emorrodia isso é no teu olhar na tua avaliação não necessariamente por exemplo domésticos a concordar com os seus achados da mesma forma que muitas vezes a gente não concorda com os achados dos médicos né então sempre o que conta é aquilo que a gente viu é aquilo que a gente avaliou e A nossa conduta vai ser traçada de
acordo com os nossos achados ok eu espero ter conseguido responder o mesmo nosso diagnóstico sendo né cinético funcional é Lembrando que provar gilista o diagnóstico é Clínico né O médico vai fazer à mesma conclusão que a gente porque ele também não tem outra ferramenta diferente para fazer uma avaliação de vaginismo e vai avaliar e vai chegar à conclusão do diagnóstico Do mesmo jeito que a gente vá e eu aviso para dizer que pior porque ele não tem o conhecimento funcional da musculatura para avaliar ali né aquelas fibras musculares para fazer uma boa avaliação da musculatura
do assoalho pélvico porque o objeto dele de objeto leva o foco dele na avaliação ginecológica é muito mais citológica do que muscular muito raro no ginecologista avaliar o grau de força muscular ou grau de tensão muscular eles acabam deixando Isso mesmo para fisioterapia E aí o mesmo sendo cinético funcional é válido pretende função sexual os diagnósticos são clínicos às vezes Há a possibilidade de algum complemento é mais assim não é que isso vai determinar o diagnóstico mas por exemplo é seja uma mulher com 50 e poucos anos ela fala para gente assim que não está
menstruando mais mas faz tempo para não vai ao ginecologista e que notou que a Vagina vagina dela tá mais seca e que ela notou também que tá com dificuldade de lubrificação bom aí a gente vai né investigar melhor o antecedente de necrológico quando a gente pode chegar à conclusão de que ela já está na menopausa e encaminhar ela para um ginecologista para que ela de faca faça o exame Laboratorial Laboratorial para verificar a e como é que estão as taxas hormonais dela E aí a gente pode olhar esse exame para Ah é verdade você já
deixou de produzir o hormônio mas isso em nada assim vai mudar o diagnóstico que você fez químico da disfunção sexual só vai complementar vai dizer assim puxa vida pode ser que essa essa queixa de vaginismo de fé esteja associada com essa atrofia genital né porque ela não tinha essa questão antes e ela passou a se queixar disso depois da menopausa Então é menopausa foi o motivo pelo qual esse vaginismos instalou não é mais ou menos Por aí gente é bom então eu vou encerrar tá joia se tiver mais aí Alguma perguntinha depois que vocês podem
me perguntando alguma coisa na quarta-feira nós temos aula não é tão todo dia de aula Vocês recebem o e-mail lembrando da aula né e com o link lá de acesso para aula de hoje e vocês podem também acessar diretamente pela plataforma conforme a gente colocou lá é como orientação no grupo Muitíssimo Obrigada né por vocês permanecerem aqui comigo até o final né a gente sabe que é cansativo Então não é um bom descanso para vocês que Deus possa proteger aí cada um de vocês aqui que está aqui com a gente hoje e depois que a
gente for assistir aula uma algum outro momento e a gente se ver quarta-feira quarta-feira é aula da Lei oca eu sei boa noite para todos Obrigada me Bom descanso para Você parabéns Tchau até quarta Beijo meninas até quarta-feira