Olá pessoal nós chegamos na última aula do módulo de ultrassonografia abdominal que é aparelho gastrointestinal essa aula Ela é densa porque o aparelho gastrointestinal eh Apesar dele vir iniciar na boca do paciente ir até o ânus eh aqui nós estamos falando de abdômen mas mesmo assim não deixa de ser uma região bem extensa eh nós temos um pequeno uma pequena porção né de de esôfago Abdominal que dá origem a cárdia E aí nós iniciamos no estômago passamos por intestino delgado intestino grosso até o Colon descendente que é onde utrassonografia consegue avaliar Nesta aula nós vamos
falar calmamente sobre a anatomia ultrassonográfica principais alterações em estômago e intestino que são os principais órgãos avaliados e principais alterações em glândulas acessórias que auxiliam a digestão do nosso paciente Então é uma aula que o intuito é que vocês consigam assistir com calma fazer anotações voltar porque é um conteúdo eh grande né é um conteúdo que é basicamente o principal da tonografia que é avaliar o trato gastrointestinal dos nossos pacientes lembrando né que na medicina humana nós temos a possibilidade de tomografia né que é a modalidade de ouro para nós avaliarmos o abdômen do paciente
com uma qualidade excelente mas na medicina veterinária Como nossos pacientes necessitam ser anestesiados para tal fim nós evitamos eh iniciar a avaliação com uma tomografia e iniciamos com ultrassom abdominal ou Rai x abdominal como complemento então é necessário ter uma noção muito boa de toda essa topografia para fazer avaliação ultrassonográfica que depende do operador né ultrassom diferente do raio x necessita que o operador tenha muita experiência para ter noção de topografia alterações Fonográficas até de fisiologia Clínica cirurgia para conciliar todas as informações durante o exame e apresentar o laudo paro Clínico vamos lá Aqui nós
temos o abdômen de um cão em decúbito dorsal ou seja ele está de barriga para cima né Nós temos os membros aqui membros torácicos pélvicos e o abdômen notem que o abdômen gente ele inicia dentro do gradil costal ainda então eh não não é válido que nós façamos a Conta das costelas para entender que o abdômen começa a partir da última costela na verdade ele começa aqui perto do processo tifoide e abrange as últimas costelas o primeiro órgão Eu já mostrei para vocês né na aula de R X é sempre o fígado e seus Lobos
logo seguido um estômago E aí sim as alças em si né e os demais órgãos do abdômen né Nós temos aqui eh demonstrado aqui Provavelmente o Basso né Por mais que não esteja com uma Seta né que não é o foco da da imagem nós temos aqui atrás não demonstrado na imagem nós teríamos o rim outro rim nós temos a bexiga então nós avaliamos o abdômen desde o início até o final neste caso Nesta aula focando em gastrointestinal né que seria avaliação de fígado que é a maior glândula Nexa que nós temos no abdômen de
estômago duodeno que tem a porção descendente e ascendente aqui é cortado né um segmento grande de jejuno para que Fique nítido que tem abaixo né no mais dorsal nesse paciente mas nós avaliamos também eh o segmento de Colon né colo ascendente aqui seria o transverso colo descendente eh nós temos também jejuno né que seria essa parte cortada nós temos várias outras eh eh pequenas pequenas estruturas que nós temos que ter bastante atenção na na varredura que são pâncreas as artérias também a gente avalia a artéria veio abdominal enquanto faz a varredura e olha todo esse
abdômen Inclusive a parede também muitas vezes nós temos inflamação em alguma estrutura específica e a parede ao redor inflama junto então é muito importante avaliar com bastante calma aqui minha outra imagem de livro de anatomia né demonstrando como que seria esse abdômen se nós pegássemos só o trato gastrointestinal e abríssemos por exemplo numa mesa então começamos aqui com um pedaço pequeno do esôfago que origina a região do cárdia fundo Gástrico antrop loro Lembrando que nós temos aqui a curvatura menor a curvatura maior do estômago partindo do piloro nós temos o duodeno descendente com a sua
curvatura né a flexura caudal o duodeno ascendente que dá origem ao jejuno que nos carnívoros que são nossos pacientes de foco aqui cão e gato é uma região bem extensa com esse essa alça de aspecto como se fosse um Miojo após o jejuno ainda intestino dogado nós temos Ílio que é uma região mais muscular do intestino delgado onde acontece a absorção da grande parte da água e aí nós temos o início do intestino grosso começando com o Seco que é em forma de espiral ou sacarolíticas que atrelado a todo esse tubo que nós estamos vendo
aqui nós temos eh o mesentério enorme nós temos a prega aqui do odano Cólica que faz a ligação deixa esses esses esse segmento de intestino no local correto faz conexão entre um e outro aqui nós temos o mesentério que dá suporte paraa vascularização das nosas intestinais e linfonodos também então dá suporte também para rede linfática eh tudo isso aqui é avaliado na no exame de tonografia algumas coisas não ficam evidentes quando não estão alteradas por exemplo Nós não vemos o mes entero em si até nessa imagem Ele parece como se Fosse un um um véu
né Nós não vemos por exemplo a prega elho secal que mantém a relação entre o hho e o Seco mas nós vemos por exemplo linfonodos hoje em dia nós temos uma aparelho de grande qualidade que nos possibilita fazer avaliação adequada antigamente ouvia se falar que quando nós não víamos os linfonodos é porque eles estavam saudáveis hoje em dia já não é uma verdade em cão e gato nós conseguimos avaliar linfonodos eh principais com Bastante qualidade e aqui uma vista né ventral do estômago mostrando pra gente Aquela aquelas pequenas partes que eu falei para vocês que
é importante entender né já que nós temos disposição de glândulas diferentes de acordo com a topografia eh que nós estamos referindo do estômago né Nós temos aqui o Cardia que é o sfincter que impede que o alimento reflua para o esôfago que está aqui em cima o fundo gástrico o corpo e o antr piloro que dá Origem ao piloro e ao duodeno essa essa característica de estômago é em comum ao cão e gato que são animais monogástricos e carnívoros temos também o fígado que é uma grande órgão no abdômen nós temos que fazer a avaliação
com muito cuidado porque além de ser grande ele tem vários Lobos nós temos que apontar onde está lesão como que é essa lesão E o que pode ser no caso dos animais carnívoros nós temos quatro Lobos quatro su Lobos e Dois processos então o lobo esquerdo lateral e Medial o lobo quadrado o lobo direito lateral e Medial e o Lobo caudado nós temos o processo caudado e papilar neste Lobo processo caudado é mais caudal e o papilar mais próximo do estômago nós temos uma imagem aqui de um fígado Como seria uma peça anatômica né de
mostrando a topografia de vesícula biliar E como a sua superfície que é recoberta por peritônio é brilhosa é um órgão bem liso então Caso vocês não Tenham visto um fígado ao vivo em aogo e facilmente nós vimos essas peças né demonstrando como que é um órgão liso de uma cor bem eh bem bem amarronzada né um vermelho amarronzado e nós avaliamos todas essas características por ultrassom se ele está com a superfície lisa se as bordas estão preservadas se ele está com tamanho mantido e se tiver lesão e local específico Nós também Fazemos o apontamento falando
onde está cada Lobo essa essa imagem gente é de livro de anatomia demonstrando Qual que é a face visceral do fígado do cão é só para demonstrar de jeito mais didático para vocês né já que é assim que Nós aprendemos em anatomia é onde está cada Lobo Porém na utrassonografia nós avaliamos o outro lado que é a face diafragmática que não tem essa essa disposição fácil para ver a relação dos Lobos com vesícula biliar e grandes vasos linfonodo etc mas só para para Vocês terem uma uma refrescada na memória né Nós temos aqui este fígado
de cão bem semelhante com fígado de gato e nós temos eh como vendo pelaa Face viceral que é em contato com as vísceras então estômago Colon transverso aqui demonstrando que nós temos veias artérias linfonodos que estão demonstrados em verde nós temos a vesícula biliar ductos hepático ducto biliar e os lobos em si né Eh Começando Aqui nós temos o lobo Quadrado que é sempre o lado da vesícula biliar seguida do hepático Medial direito lateral direito processo calado aqui do Lobo cald nós temos eh o lobo Medial esquerdo então nós temos a topografia do Lobo hepático
lateral esquerdo que é bem grande também nós temos que localizar as lesões de acordo com o lobo no ultrassom então o ultrassonografista tem que ter essas essas esses nomes né e a noção desses lobos de core Nós também temos o Ligamento falsiforme que é um acúmulo que é é circundado por um acúmulo de gordura e nós usamos né na no exame de utrassom para comparar com a ecogenicidade do fígado nós temos a o fígado de um tom de cinza específico sempre que esse tom de cinza está alterado para mais ou para menos nós comparamos com
o Tom dessa gordura aqui do ligamento falsiforme para saber ter uma dica né uma referência sobre essa ecogenicidade se está reduzida ou Aumentada lembrando pessoal que nós temos e diferença anatômica do ducto biliar e pancreático entre Cães e Gatos eh Lembrando que o ducto biliar ele desemboca no duodeno assim como ducto pancreático né Nós temos as papilas duodenais eh maior e menor e no cão nós temos o duodeno a porção inicial do duodeno onde o ducto biliar emboca sozinho e o ducto pancreático desemboca sozinho porém no felino no gato que nós temos o problema por
exemplo da Tríade Felina é uma uma espécie de animal que tem bastante problema pato biliar nós temos o duodeno e o ducto biliar e o ducto pancreático desembocam juntos uma mesma papila então Imaginem por exemplo que aqui no cão nós temos uma obstrução por maliti por exemplo aqui vai ser um problema pro fígado mas o pâncreas ainda estará Ok na é razoavelmente ok nós temos um problema a menos porém Imaginem o mesmo problema aqui no gato nós temos uma obsorção perto de duodeno nós Teremos o problema para a drenagem da bile e do suco pancreático
então isso faz com que nossos pacientes felinos sejam mais predispostos a ter problemas nessa região do que os cães outra glândula Nexa importante é o pâncreas aqui é um pâncreas de grande animal né não é um pâncreas de cão e gato só para demonstrar para vocês como que é a aparência dele aqui é um pâncreas mais didático para vocês verem ele fica em contato íntimo com o duodeno Onde nós temos aquelas duas saídas que eu falei para vocês né da papila duodenal menor e papila duodenal maior e é um órgão eh simples em questão de
divisão né Nós temos o ramo direito o ramo esquerdo e o corpo que é bem pequeno eh para fins eh de memorização né fa ficar fácil quando nós estamos na rotina tentando entender um onde que é o lobo direito e esquerdo lembrem-se que o lobo pancreático direito fica ligado ao duodeno dde direito Dede do oden e o Lobo pancreático esquerdo fica ligado fica junto da parede do estômago então e de esquerdo e de estômago aqui demonstrando né como que funciona eh essas saídas no do oden né que eu falei anteriormente sobre essas papilas né que
fazem com que o o pâncreas por exemplo né desemboque no duodeno e lance o suco pancreático né que é a sua função exócrina Lembrando que o pâncreas tem função mista né endócrina e exócrina a Função exócrina eh relacionada à digestão né então nós a digestão do alimento em si então nós temos o lançamento do suco pancreático eh lembrando como que é né só para brevemente como que é essa anatomia né do cão e do gato porque eu falei da vesícula biliar e do pâncreas Mas eles têm uma reação bem bem íntima aqui aqui é uma
imagem de Equino também não é de pequeno animal mostrando na última imagem né que não era de cão nós Temos as duas papilas do adrenal maior e menor que é por onde nós temos essas saídas nessa imagem uma imagem de livro é um pouco antiga Tem versão nova e nós vemos Como que essa relação em relação ao parte pilórica do estômago que é onde está o ramo esquerdo do pâncreas e o duodeno Onde está o ramo direito então Aqui nós temos a vesícula biliar e o pâncreas a vesícula biliar gente ela não produz a bile
ela é basicamente um é uma bolsa que segura a bilha em excesso como Que isso funciona sempre que nós temos nosso fígado funcionando corretamente ele produz a bile então o fígado produz a bile essa bile ela drenada pelo ducto hepático nós temos o direito e o esquerdo a bile Então passa pelo ducto hepático passa pelo ducto col o ducto colédoco e sai pela papila duodenal maior no duodeno e entra em contato com a comida isso quando o paciente acabou de comer está em processo de digestão quando o Paciente não está comendo essa bile faz o
mesmo trajeto pro ducto hepático vem pelo ducto colédoco mas não progride na papila duodenal maior porque nós temos o esfincter diode que impede que a a bile progrida né e vá para o duodeno Então essa bile reflui e fica armazenada na vesícula biliar e só então quando o paciente se alimentar de novo a vesícula contrai e a bilha lançada então Aqui nós temos ductos hepáticos ductos hepáticos essa porção final da vesícula biliar nós Chamamos de duct Círio e a porção aqui de onde desemboca a vesícula biliar de ductos hepáticos ducto colédoco ou ducto biliar nós
temos esses dois nomes na literatura o ducto colédoco ele segue intram moral Então dentro da parede do duodeno e desemboca na papila duodenal maior juntamente do Du pancreático o ducto pancreático ele segue né Toda o todo a extensão do pâncreas eh o pâncreas lança o suco pancreático ou pela papila dodal maior ou pelo ducto Desculpa ou pela papila dodal menor nós temos o ducto pancreático acessório aqui então nós temos variação entre espécies algumas t o o ducto pancreático acessório outras não TM algumas T por exemplo cão o ducto eh pancreático do denal separados então isso
varia bastante e nos faz eh ter uma noção de que a essas características vão desempenhar um papel importante em algumas doenças em alguns animais Então são características que vão predispor Alguns animais a terem doença epato biliar e é importante que nós eh tenhamos uma ideia legal uma uma um esclarecimento na nossa cabeça em relação à anatomia e as variações desses animais esses indivíduos então terminando a parte de anatomia e iniciando a anatomia ultrassonográfica como que esses órgãos são como que funciona a identificação de cada órgão no ultrassom que aí já é em preto e branco
né já é bem diferente de um livro De anatomia vamos começar pelo estômago aqui gente em situações de normalidade nós observamos quatro a cinco movimentos peristálticos por minuto o asterisco significa que se o paciente está com estômago vazio obviamente o organismo não vai gastar energia forçando mais per est autismo então nós temos quatro a cinco às vezes até um pouco menos e claro que se eu acabar de comer um prato de feijoada meu Prest autismo estará Muito mais ativo a estratificação parietal ela é composta de quatro camadas então tem quando nós falamos de traica nós
estamos falando de camadas parietal de parede então nós vemos de dentro para fora nós temos a superfície da mucosa que alguns autores consideram uma camada né aqui eu não considerei então nós temos mucosa submucosa muscular e cerosa notem gente que eu sempre falo para vocês na aula que ultrassom é uma disciplina que vocês Vão ter que associar com Clínica anatomia fisiologia patologia física médica e notem que eu falei informações de semiologia de histopatologia então Eh é importante que vocês associam essas informações então tem coisas que é bem são fáceis de memorizar né então isso aqui
é uma uma informação que vocês avaliam na ausculta né aqui é uma uma situação que vocês estão carecas de saber né de sobre a parede dos órgãos Então a gente vai juntando esses Conhecimentos e fazendo né um pequeno livro na nossa cabeça sobre ultrassonografia abdominal eh seja vocês como ultrassonografistas né que eu sei que a menoria da sala sempre é uma porcentagem pequena ou até vocês como clínicos e cirurgiões ao pedir os exames tem uma noção de como pedir e por pedir a espessura dessa parede ela sofre influência de distensão e porte então Se nós
formos pensar não faz sentido que Um pincher tem a parede tão grossa quant o Hotweiler certo este animal vai comer menos será um estômago menor e não faz sentido tudo no pincher é menor a unha do pincher é menor que a unha do hotweiler o dente é menor que o dente do hotweiler aqui a parede do estômago vai ser menor também E no caso de ultrassom o ar e a ingesta podem atrapalhar a avaliação no ra x o ar não atrapalha o que atrapalha a aviação é o líquido agora no ultrassom é o ar e
o alimento lembre-se que quando Vocês vão fazer ultrassom é pedido pela recepção para fazer ultrassom so jejum e bebendo água então a água não atrapalha o alimento sim e o ar que vem dessa da fermentação Dependendo do que você comeu ou até da aerofagia né o ar que você engole enquanto você come atrapalha bastante a avaliação aqui uma imagem né de uma secção histológica do duodeno de um gato mostrando essa relação da parede né então essa parte aqui seria né se nós Tivéssemos num abdômen seria a parte externa da alça e toda essa parte A
partir dessa primeira linha seria o interior da alça né E aqui o Lumen Por onde passa o alimento eh notem que essa alça ela não está de lado como se nós tivéssemos vindo olhando como se fosse um fio de um poste pro outro ela está vindo em direção a você é como se nós pegássemos uma caneta e olhássemos de cima ela fica uma bolinha certo mesma coisa aqui então nós temos Eh vamos Falar de dentro para fora aqui é o Lumen onde nós temos o contato da superfície da mucosa com essas velocidades com o alimento
então aqui é por onde passa a ração a água depois do Lumen nós temos a mucosa que abrange Tod superfície luminal depois da mucosa a submucosa a túnica ou camada né muscular e a túnica ou camada ou eh segmento da cerosa que reveste toda a alça por Fora no ultrassom eu vou mostrar agora uma imagem dessa eh de uma de um estômago de gato no ultrassom nós conseguimos ver muitas estruturas como se fosse um corte lógico Então notem essa característica né dessas velocidades aqui do intestino essa conformação parece uma flor né na ultrasonografia nós falamos
que Esse aspecto que parece essa flor é um aspecto de roda de carroça então notem como eu mostrei agora uma um corte de Duodeno de gato para vocês e eu vou mostrar um corte de estômago que de certo modo é semelhante então no ultrassom do trato gastrointestinal nós vamos ver é avaliar a espessura dessa parede é que está entre essas duas setas brancas né uma imagem de livro né Eh e nós vamos avaliar como que está à disposição dessas camadas aqui é o estômago de gato mostrando entre as duas setas brancas onde está a parede
né Nós estamos vendo um corte transverso como Se fosse um corte de pão de forma mostrando também a associação né a relação íntima do estômago com o fígado e o pâncreas aqui seria o lobo esquerdo do pâncreas do gato que é o melhor visível no utrassom enquanto nut trassom o cão nós vemos o lobo direito melhor no gato nós vemos o lobo esquerdo com melhor qualidade aqui novamente uma imagem né demonstrando a relação entre os órgãos então nós temos aqui estômago duodeno o Colon pâncreas o rim esquerdo O Basso tudo isso gente no abdôme do
cão e fica sobreposto né não é igual na aula de anatomia que nós temos separado então Eh cabe a outra sonografias fazer o movimento de varredura né Digamos que a bexiga está aqui nós vamos com a mão passando órgão por órgão olhando órgão por órgão avaliando parte por parte e fazendo o a varredura no sentido de relógio antihorário Então sempre que nós fazemos a varredura do ultrassom sempre falo para vocês que um exame de Ultrassom deve durar alguns minutos não cinco então 10 para cima pelo menos eh eu entendo que tem animais que são colaborativos
e outros não porque nós não vamos fazer fotos aqui rim Basso estômago nós vamos olhar cada parte do do rim cada parte do Basso até o final ó notem que tem parte do Basso aqui nessa imagem que está atrás do estômago nós vamos vir aqui por cima direcionar a probe como se fosse uma lanterna e avaliar aqui também não só a parte que é Fácil de ver mesma coisa do pâncreas do oden e toda a parte de abdômen aqui uma outra imagem só demonstrando para vocês como são essas pregas né numa peça anatômica o estômago
não é um uma um balão liso ele tem todo essas velocidades ele é corrugado por dentro aqui um outro corte né aqui um estômago de cão que é muito mais liso Mas não deixe de ter pregas por dentro Aqui nós temos um conteúdo alimentar no ultrassom quando Nós não vemos o Estômago deste jeito aqui que é um estômago de gato sem quase nada tem um conteúdo minúsculo aqui dentro nós estamos com a probe aqui em cima né Lembrando que essa é a parede ventral aqui é a barriga do paciente Essa é a parede dorsal parede
não né Essa é a face dorsal onde tem as as costelas e finalizando onde tem as vértebras Aqui é cranial aqui a caudal quando nós estamos com a probe aqui em cima fazendo o exame e nós temos Comida dentro do Lumen nós Vemos só essa parede ventral e toda essa parede aqui que está abaixo deste conteúdo alimentar fica oculta Ah se a gente forçar a visão Parece que tem uma continuação aqui mas nós não conseguimos avaliar que que isso é importante pra nossa rotina nosso dia a dia você é Clínico ou cirurgião quando quer descobrir
se o paciente está com gastrite ultrassonografista se não tiver com preparo muito bom só vai ver a parede daqui de cima ventral ele não vai Avaliar a parede de baixo porque o alimento não vai possibilitar então É como se eu conseguisse ver aqui né como se eu estivesse com a probe aqui em cima do do do estômago É como se eu conseguisse ver só essa porção de cima essa porção de cima e essa porção aqui embaixo fica oculta Nós não vemos Ok então essa importância de pedir pro tutor deixar de jejum alimentar líquido não precisa
e não é indicado que a gente Deixe o paciente sem beber água por tantas horas né E que a gente é importante que a gente sempre faça o jejum de alimento possibilitando uma varredura bacana no nosso exame aqui só para vocês terem uma noção é um ST de um cão fazendo peristaltismo notem que a parede está se mexendo e aqui dentro esse conteúdo se mexendo é alimento Olha como fica até difícil de você parar e avaliar a parede com tanta Calma quando o movimento está ativo né o peristaltismo está em Ação porque o alimento está
em digestão tem hora que se mexe a gente vê a parede aqui embaixo Vou tocar de novo o vídeo mas em si Nós não vemos a parede aqui embaixo nós vemos só a parede aqui vem vemos o alimento conseguimos olhar para ver se tem alguma coisa muito diferente e só às vezes de acordo com o peristaltismo aparece aqui a parede Abaixo começa aparecer aqui quando o alimento se vai então Esse aspecto de um estômago né com comida eh nós vemos como se fosse um corte de pão de forma então lembrando que quando nós estamos com
a probe de ultrassom É como se eu estivesse com uma lanterna enfeite né uma lanterna não aquela que pega o ambiente todo uma lanterna bem focal avaliando só o que está embaixo É como se eu estivesse fazendo é uma varredura em fatias então é necessário olhar com Bastante calma e esse estômago com alimento dificulta bastante a vida do trografia ou especialista Então não é do nosso interesse nem do tutor nem de ninguém que esse exame não seja feito de forma completa então falem bastante Consultores em relação ao preparo não esqueçam de pedir hoje em dia
nós temos sistema né veterinário né Eh em é online não é em ficha né a gente não fica escrevendo as coisas na ficha então é Muito fácil dependendo do sistema tem até eh Pronto né o o formulário né formulário não a prescrição de exame de ultrassom é só programar deixar salvo lá cada detalhe de de preparo né E passar pro tutor por exemplo eh eu falei disso na primeira aula né mas é importante também vocês ressaltarem que se o tutor mora longe não é tão interessante fazer uma caminhada enorme com o cão que ele vai
engolir da casa dele até a clínica e o estômago vai ficar cheio de ar vai Dificultar a avaliação ou até em dias quentes ou então impedir que esse cachorro Vá para a clínica na porta do carro com a janela aberta engolindo um monte de ar aqui são alguns algumas imagens de eh conteúdo luminal normal no estômago então nós temos aqui o contorno da parede né está igual aquela imagem do gato onde nós vemos a parede perfeitamente então aqui esse conteúdo é pastoso então ele não impossibilita Tanto que a gente veja aqui embaixo o conteúdo geralmente
que impossibilita que a gente veja essa parede aqui embaixo que é a parede dorsal é quando é um conteúdo mais por exemplo ração onde tem o ar no meio esses conteúdos pastosos por exemplo não é o caso daqui tá gente mas por exemplo recovery eh não fica com ar no meio das partículas Então até ajuda a gente em algum grau eu vou até mostrar a imagem para vocês aqui nós temos eh padrões de alimento que varia Né de tamanho e forma no Lumen gástrico isso aqui pode ser associado com Artefatos de imgem ou então algo
que eles comeram né Eh por exemplo neste neste cachorro né na imagem a nós conseguimos ver eh pequenas eh partículas bolinhas ecogênicas de comida no lumem gástrico então nós vemos esse conteúdo mais cinza que é um conteúdo mais pastoso e partículas de comida aqui esse conteúdo mais escuro demonstrando né que ele mastigou Mas não mastigou tanto então isso é conteúdo mais pastoso não prejudicou a avaliação aqui embaixo Mas poderia ter prejudicado aqui neste cão nós vemos um pedaço maior de comida Ele engoliu eh sem mastigar isso aqui pode ser confundido né se nós não tivermos
o o histórico ou então se a pessoa não for tão experiente pode ser confundida mimetiza né uma massa ou um corpo estranho no estômago e aqui na figura C nós temos inúmeras eh estruturas de Formas variadas no estômago depois de do paciente comer comida caseira Então são cubos de alimento no meio de comida que está mais pastosa né seesse cinza mais claro e os cubos aqui aqui nas três imagens aqui nem tanto né que essa parede essa parte da parede foi prejudicada nós conseguimos ver bem a parede porque é um conteúdo mais líquido mas aqui
por exemplo nós poderíamos ter uma parede normal aqui e uma neoformação nessa região que nós não veríamos porque Está fazendo sombreamento acústico já nessa imagem nós vemos alimentos bem cortados de pacientes que literalmente engoliram que o que foi dado a eles né então Aqui nós temos a cenoura em corte transversal como se fosse aquele corte de pão de forma né É até legal para vocês associarem o que que é uma coisa transversal longitudinal é a gente vê certinho as cadas igual nessa imagem porque cada camada dessa cenoura é menos ou mais fibrosa nós Temos esse
padrão aqui bem característico de cenoura mesma coisa aqui né então notem que quando eu falar a alça intestinal está indo em direção a vocês então ela fica em em rodela é a mesma coisa desse corte aqui se eu viro a cenoura do outro lado de lado né um corte longitudinal nós vemos esse mesmo padrão né parte mais escura externa mais clara interna só que disposto de lado e Aqui nós temos uma batata neste corte aqui dentro do estômago nós temos Acúmulo de conteúdo anecogênico aqui né que significa que nós estamos vendo líquido demonstrando que tem
algo aqui errado com o paciente muitas vezes quando ele não acabou de ingerir água nós temos esse padrão aqui com líquido indica uma possível gastropatia Este cão por exemplo era um colle de 2 anos que estava apresentando vômito Agudo provavelmente pela ingestão de batatas cruas que caso vocês não saibem saibam é TX para cães então não alimentem seus Cães com batata crua indo pro intestino né que engloba do oden descendente e ascendente nós temos a flexura dele também que faz onde faz a curva jejuno ilho seco Que Nós não vemos muito bem porque geralmente ele
é um fundo cego cheio de gás Lembrando que o alimento gente ele não passa pelo seco o Seco ele só é como se fosse um desvio mas o alimento não passa aqui dentro e segmentos do Colon ascendente transverso descendente notem que eu não citei reto Nós não temos uma boa avaliação do reto aqui no ultrassom é nós temos a os ossos da pelvis sobrepondo aqui no reto o interessante seria fazer uma palpação retal caso o paciente tenha um porte que possibilite essa prática Nós também conseguimos observar as papilas do denais e as placas de payers
e presentes que são eh folículos linfoides em alo intestinal mais comum em cães mais novos a a estratificação parietal é composta de quatro camadas as Mesmas que no estômago então mucosa submucosa muscular e cerosa e a camada mucosa aqui no caso do intestino é a maior camada e a espessura da parede ela é influenciada também pela espécie porte do paciente então nós vemos a camada muscular que é a muscular não desculpa mucosa que é a camada interna mais Evidente é normal ela é mais grossa de todas no intestino e temos a mesma questão de que
uma ala intestinal de Um pincher é é menor tem a parede mais fina Do que a ao intestinal de um hotweiler mesma coisa ar e conteúdo fecal por exemplo fecaloma atrapalham a avaliação no caso do fecaloma gente nós conseguimos ver eh que tem acúmulo sim de conteúdo ali dentro as fezes ficam ressecadas então elas fazem bastante sombreamento acústico e nós vemos que tem algo diferente nas fezes do Colon mas o método adequado para avaliar acúmulo de conteúdo fecal por constipação é raio x a tomografia também Mas o Rai x faz um bom papel eh na
questão de conseguir avaliar pra gente aqui uma imagem de livro demonstrando as camadas do intestino então onde está a seta branca aqui nós estamos vendo gente de lado tá então Imaginem que tem nós estamos vendo uma ciação de eletricidade tem um poste aqui outro aqui e o fio passando de lado é a mesma coisa aqui embaixo seria uma alça intestinal vindo na nossa direção Então se a gente olha uma caneta de cima para Baixo a a caneta não fica esticada ela fica em formato de bolinha de círculo então aqui nessa faixa hiperecogênica né no ultrassom
que é hiperecogênico é claro onde tem essa seta Branca nós temos o Lumen que é por onde passa o ar o alimento o líquido essa camada aqui mais grossa lembra que eu falei para vocês que a camada mucosa no intestino é a mais Evidente essa camada ecogênica é a mucosa primeira camada seguido da muscular ou desculpa Da submucosa que é essa camada Branca eu vi o m aqui confundi perdão a camada muscular que é essa próxima camada preta né anecogênico genica aqui no exterior que é a acerosa nóa tem uma coisa gente curiosa né eu
falo para vocês no início da do semestre que no ultrassom conteúdo Preto anecogênico geralmente é correspondente a líquido geralmente por quê eh lembra que nós temos uma aparência ultrassonográfica e radiográfica Influenciada pela densidade do do da estrutura no Rai X é influenciado né Nós temos até informação de que o número atômico do conteúdo vai modificar a sua radiopacidade aqui no ultrassom O que é preto ele tem densidade próximo de líquido se nós temos o líquido por exemplo na vestiga na vesícula Bilhar e o líquido anecogênico é preto isso quer dizer que tem uma ecogenicidade tem
uma densidade semelhante a líquido aqui mesma coisa a mucosa não é líquido mas Ela tem a ela é bem macia digamos assim né ela é Ela é delicada ela tem uma radiopacidade semelhante próxima de líquido por isso ela tem essa cor preta mas não confundam na bexiga e na vesícula biliar o preto anecogênico é líquido aqui no estômago no intestino quer dizer só que essa mucosa digamos falando de um jeito bem superficial Seria algo fofinho algo delicado macio próximo de líquido mas é um tecido aqui é imagem 3D né mostrando até a questão De onde
que as alças são vascularizadas né lembre-se que o exterior delas é essa parte aqui né Nós não estamos falando de local que passa alimento o exterior delas é simplesmente composto da cerosa e de vascularização então nós temos a mesma imagem aqui só que que estamos vendo aqui do lado só que é em 3D demonstrando o lumem aqui Imaginem que isso aqui é como se fosse um cano cortado numa numa Vista oblíqua como se tivesse tirado uma fatia de bolo daqui Então nós temos o Lumen essa parte é a superfície da mucosa essa parte preta é
a mucosa essa parte branca é a submucosa essa parte preta é a muscular e essa parte branca aqui externa na parede de fora é a cerosa então nós temos essa disposição igual em estômago e intestino Como que essa alça não ultrassom né no exame é deste modo que nós estamos vendo a alça igual aquele aquele exemplo que dei para vocês como Se tivesse um poste aqui outro aqui e um fio passando de lado a alo está de lado essa é a parede ventral perto da barriga e essa parede dorsal que fica mais próxima das costas
do paciente que ficaria por aqui e nós vemos o alimento seguindo o fluxo do peristaltismo ele está voltando e indo voltando e tá bem aumentado esse peristaltismo era um paciente que tinha uma hite muito importante e uma obstrução lá no final do intestino então não tava progredido Indo também mas estava progredindo em certo grau então isso aqui é o alimento seguindo peristaltismo e a alça se mexendo contraindo igual naquele vídeo de estômago que eu mostrei para vocês então é isso que nós vemos no ultrassom por exemplo neste caso onde tem bastante líquido aqui em movimento
sempre que o paciente tem diarreia tem aumento de peristaltismo é isso aqui que nós vemos e outra imagem demonstrando Basicamente a mesma coisa né e de novo aquele corte histológico duodeno demonstrando que o que nós vemos num uma lâmina de lâmina gist patológico e com cores né nós também estamos vendo aqui num uma imagem de um corte transverso de uma segmento intestinal pelo ultrassom nós tememos todas as camadas Assim como nós vemos num corte de histopatológico numa lâmina e assim como o estômago né eu mostrei para vocês um conteúdo com Bastante celularidade naquele vídeo né
em movimento aqui também a gente vê as alças intestinais com conteúdos diferentes então lembrando né Estamos vendo a alça de lado parede ventral parede dorsal parede ventral parede dorsal parede ventral parede dorsal Aqui nós temos é o conteúdo de padrão mucoso que é o conteúdo habitual de nós olharmos numa alça não tem alimento não tem gás nem líquido é um muco natural de acharmos no lumem do intestino já aqui Em e nós temos um Lumen cheio de líquido então notem né que eu falei para vocês o que é Preto anecogênico nem sempre é líquido às
vezes é um conteúdo pouco denso então Aqui nós temos a mucosa anecogênico fazendo o o a transição entre a mucosa e o líquido que também é Nec gênico é preto aqui também o conteúdo em F eh parece um pouco mu Cord mas nós temos gás aqui em cima em outra alça Então notem como o se gás tá fazendo Reverberação né Nós temos essas várias linhas repetidas brancas e um pouco de sombreamento aqui também impossibilitando que a gente veja o que está aqui embaixo então assim como no estômago intestino se nós temos muito gás por uma
disbiose do paciente ou muito gás por um um um jejum ou um preparo que não foi bem feito nós não conseguimos ver o que está embaixo isso aqui pode facilmente ocultar por exemplo uma bolinha um corpo estranho e isso Passar batido se nós não fazemos um ultrassom para avaliar bem essa região com calma então às vezes tem ar tem ar passando aqui na hora do exame mas se você dá uma apertadinha Se você esperar ah eu tô aqui no jejuno mas eu não vi adrenal nem o pâncreas ainda eu vou lá olhar e depois eu
volto esse gás às vezes passa e você consegue avaliar aqui embaixo então ultrassom é um um exame de paciência ele tem que ser feito no tempo que é necessário de acordo com quanto Paciente colabora e de acordo com o que o ultrassonografista precisa então o que que é avaliado no estômago intestino Como que o Clínico Pede esse exame exame para quê então é pedido esse exame gente para avaliar parede nós vemos tem espessamento irregularidade se as alças elas estão com eh estratificação mantida se tem alguma alguma camada que não está bem definida uma camada que
está espessada indicando inflamação crônica às vezes né Por exemplo numa doença inflamatória intestinal eh nós avaliamos a parede com detalhe coisa que o Rai x não nos dá informação na em endoscopia nós avaliamos essa parede com muito mais qualidade então nós é como se no ultrassom estivesse vendo a parede de Fora observando de fora e na endoscopia É como se eu entrasse no intestino e olhasse por dentro a cor da parede Então estou vendo muito mais detalhe porém com eh o problema de que o paciente está Anestesiado e não é um exame tão acessível a
todos os tutores tão fácil de achar também olhamos o peristaltismo então se ele está parado se ele está reduzido se ele está aumentado e qual que será o motivo disso nós conseguimos tentar achar a causa e tentamos avaliar né qual segmento está com prist autismo diferente fazer um controle mais paraa frente né um acompanhamento novo exame e verificar se mudou Qual que é o conteúdo que eu vejo Líquido gasoso fecal mucoide normal né alimentar então Eh Isso parece Óbvio mas vocês concordam comigo se o paciente não bebeu nada é normal ter líquido do intestino não
acabou de beber não é é se ele acabou de beber um copão de água é normal ver se esse líquido passar pelo duodeno caso contrário não é mesma coisa paciente se alimentou agora é normal ter alimento paciente está sem se alimentar segundo o tutor há uma semana eu vejo alimento ó Esso aí já é estranho pode Ser que esteja obstruído e não esteja passando o alimento a reflexão então nós avaliamos eh também em questão conteúdo e quanto de conteúdo tem então não é normal que o paciente tenha feito uma refeição há dois dias atrás que
tenha ficado anorexia e esse estômago ainda esteja cheio ou que ele esteja comendo emagrecendo e o intestino esteja cheio de alimento Nós avaliamos também o quanto de conteúdo tem ali achados Relacionados a líquido livre e gás livre o que já é um problema a mais né então que pode indicar pra gente ruptura de alça eh isso pode acontecer por neoformação por trauma por doença eh crônica né então nós temos eh às vezes líquido livre devido a inflamação da alça não só alça eh inflamar mas o pâncreas às vezes eh vai inflamar secundariamente ou tudo ao
redor né que nós chamamos de planos gordurosos profundos que engloba a parede do Abdômen mesentério ou mento às vezes tudo inflama e tem líquido livre o gás já é pensado mais em ruptura né já é um caso um pouco mais mais importante lembrando gente que nós temos limitação né então às vezes é uma contidade muito pequena de líquido está começando a aparecer a gente não consegue ver mesma coisa do gás tá por mais que com paciente se a gente deixa o paciente paradinho lá de barriga para cima o gás tenda a subir e ficar na
Parede ventral e o líquido tenda a des decantar e ficar na parede dorsal nem sempre a gente consegue quantificar bem se é uma quantidade muito pequena e coletar amostras também né então a endoscopia ela consegue coletar amostras da mucosa da superfície que é muito importante para o prognóstico né E até o diagnóstico de várias doenças mas o ultrassom consegue fazer a coleta de amostras de citologia por fora da alça então em cerosa ou até em linfonodos Também né já que nós temos uma infinidade de linfonodos abdominais então Aqui nós temos eh linfonodos eh no abdômen
que são comuns em cão e gato né Nós temos tabelas disso aqui gente e de início nós não é difícil alguém saber de core depois de um tempo fazendo trassom a gente acaba sabendo de core automaticamente né Eh às vezes algum linfonodo específico fica aumentado se ultrassonografista consegue Pegar com a mão isolando Aquele linfonodo é possível fazer a citologia guiada né sem ter que fazer um um um abordagem com abdômen aberto então é importante também verificar esses linfonodos no ultrassom Apesar de que nem todos são visíveis por exemplo secos do linfonodos do seco ou até
aqui né o número 13 são os cólicos caudais são linfonodos que a gente não vê com frequência mas alguns nós vemos tranquilamente por exemplo os jejunais e Os cólicos então notem que eles são eh eles são sítios de drenagem né então eles estão sempre perto de vasculatura né Nós temos aqui a artéria horta e a veia cava caudal e esses raminhos aqui eu já falei para vocês nós chamamos de tributárias veias e artérias tributárias que vão fazer a drenagem e entregar sangue para os órgãos adjacentes então para o rim eh nós temos também para ovário
para adrenal tudo isso vai ser uma rede que vai ser seguida de Linfonodos no fígado nós avaliamos a ecotextura dele que tem que ser de padrão uniforme né discretamente granular porque nós temos as paredes dos vasos hepáticos de permeio ao parena em permeio né entremeados no parenquima então todas essas linhas brancas elas são trajeto vascular essas aqui essas bolinhas né também são eh vasos né direcionados para nosso Nossa direção sempre que nós fazemos avaliação do fígado nós Avaliamos essa ecogenicidade essa ecotextura então nós temos aqui o trajeto vascular vemos se esse tom de cinza é
uniforme para um fígado né não é um um tom de cinza que é como se fosse uma parede Lisa mas é relativamente é homogêneo né a gente chama de discretamente granular que nós temos o diafragma né fazendo a delimitação do fígado Lembrando que essa região é muito fácil de vocês observarem o artefato de de e de de imagem em espelho né que é Quando o feixe uso o diafragma que é uma superfície altamente refletível e curva e faz uma segunda imagem do fígado nós sempre teremos só apenas um fígado com vários Lobos e como que
nós avaliamos a ecogenicidade deste fígado né Nós temos uma pequena regrinha no ultrassom e em relação à ecogenicidade ao tom de cinza do rim do fígado e do Basso então é sabido que a ecogenicidade do fígado o tom de cinza do fígado é menor que a do Basso então quer dizer traduzindo que o fígado liver né fígado é mais escuro do que o Basso então Olhem só a ecogenicidade do fígado é menor do que a do Basso e a ecogenicidade do fígado L aqui de liver que tem contato íntimo com rim direito né Nós temos
a impressão renal lembram o a ecogenicidade o tom de do fígado é maior ou praticamente igual a cortical do rim direito k de kidney então nós temos aqui um fígado que é mais escuro do que o Basso ou mais claro ou igual ao rim direito nós fazemos a comparação né da do tom de cinza do fígado e em relação ao Basso ao rim direito e a gordura falsiforme que fica ao redor do ligamento falsiforme nós temos várias regrinhas em ultrassom para delimitar as coisas né então aqui por exemplo nós vemos né a localização dele parcialmente
no gradio costal perto das últim dentro do gradil costal nas últimas costelas eh e nós Vemos né também a sua a sua característica de tamanho então se nós temos um um fígado que está se estendendo muito abaixo nós classificamos como hepatomegalia se nós temos um fígado que está muito dentro do brasio costal por exemplo um paciente com chante ou cirrose em estágio que é uma um estágio terminal de fibrose no fígado nós temos um fígado reduzido aqui gente é a disposição do fígado na vista na vista diafragmática Né que é o que nós avaliamos no
ultrassom então nós temos a vesícula biliar Lobo quadrado Medial direito Medial esquerdo lateral direito lateral esquerdo e caldad e a sua a sua proximidade com pâncreas estômago e Basso aqui né demonstrando Onde fica o diafragma Onde fica o fígado que é essa região homogênea finamente granular que passa bem perto do duodeno nós temos também a vesícula biliar sobrepondo né então ela fica bem em cima do do do Fígado que é uma parede bem fina né hiperecogênica comportando o líquido né anecogênico às vezes quando o paciente tem lama biliar esse líquido Deixa de ser preto né
anecogênico e fica com partículas ecogênicas então fica mais cinza e aqui demonstrando né a como a proximidade com o fundo do gástrico e onde ficam eh vasos hepáticos então Eh o fígado é um é um órgão de muito detalhe pra gente avaliar né então não basta eu tirar o pelo do cachorro só no meio aqui Olhar fiz essa imagem aqui bonita e passei eu tenho que ir até aqui as costelas olhar entre as costelas fazer a tricotomia né tirar o pelo até aqui em cima olhar com calma olhar a vesícula de um jeito e depois
mudar a PR de posição isso em todos os lobos a fim de olhar pequenas l ul ações ou pequenas alterações e aqui novamente né Falando que os cães possuem o ducto pancreático acessório bem desenvolvido e o ducto pancreático desemboca direto na papila Dodal maior tem uma característica eh de via eh biliar em cão e os gatos né que são diferentões eles possuem o ducto pancreático bem desenvolvido mas só 20% deles tem o ducto pancreático acessório Além disso O ducto pancreático desemboca no ducto biliar aquela imagem que eu mostrei para vocês que nos faz pensar né
o quanto o gato é mais predisposto a ter problemas nessa região aqui levando ao acontecimento da Tríade felina nós temos também uma pequena Variação né nos felinos que é a vesícula biliar tendo a possibilidade de ser septada ou bilobada então aqui é uma imagem de necrópsia demonstrando né a vesícula biliar apresentando um lobo e outro Lobo como se fossem duas salinhas divididas ainda não há relação na literatura eh em questão dis isso causar algum problema para a vida do paciente se isso predispõe a ter lama biliar ou não ter eh doença eh biliar ou não
mas como a Medicina tá sempre em avanço Pode ser que quando você se formem daqui a alguns anos ou até quando você estiver assistindo essa aula gravada nós tenhamos uma uma informação de que isso pode predispor ou não o nosso paciente a ter alterações em parte Pat biliar e o que que é avaliado no caso do fígado e vesícula biliar então né que são glândulas acessórias no fígado gente nós vemos se ele está um tamanho normal reduzido ou aumentado isso faz a gente Pensar por exemplo se esse paciente pode ter uma endocrinopatia se está aumentado
chant se estiver reduzido cirrose qualquer alteração eh congênita né em relação ao tamanho nós vemos se o contorno está regular a superfície ou margem né então se o f Está apresentando os lobos irregulares pode apresentar é um sinal pra gente de cirrose de alguma coisa acontecendo ali e é necessário ficar acompanhando a ecogenicidade que indica Pra gente se aquele fígado está eh no seu tom de cinza normal ou não então por exemplo se o paciente tem cirrose lipidose nós temos um fígado hiperecogênico claro isso indica pra gente que ali a densidade daquele fígado está alterada
ou se o paciente tá por exemplo eh foi intoxicado ele ele está com hepatite aguda ou até ele pode estar eh deshidratado ou anêmico nós temos uma ecogenicidade reduzida então nós damos dicas para o clínico às vezes até antes Do hemograma né do da bioquímica sérica do perfil geral na verdade ficar perto ficar pronto porque muitas vezes o ultrassom eh tem um resultado antes do laboratório retornar o laudo a ecotextura do parenquima né que é se aquele fígado está liso entre aspas ou grosseiro isso indica por exemplo eh que Aquila que pode estar começando um
processo neoplásico com pequenos eh nódulos miliares por exemplo isso aqui é bem importante e a distribuição e Calibre dos vasos Então essa alteração de calibre do vaso pode indicar pra gente uma congestão por exemplo é bem importante ficar de olho nisso são informações eh sistêmicas que o ultrassom dá pra gente então às vezes o paciente tem uma alteração cardíaca e nós temos alteração no fígado no calibre dos vasos ch na vesícula né verificamos se nós temos uma forma circular ou ovalada eh não não na questão de que a forma é Importante mas na questão de
eh ele est com a distribuição normal às vezes nós temos tumores ao redor da visícula biliar por exemplo em fígado que pode causar aderência e alteração no seu formato não é tão comum mas é algo que nós estamos ali né como ultrassonografistas para avaliar vemos alteração em parede se está fina Como que é o normal né então em gato por exemplo é zer é é 1 mm então é muito fina no gato até 3 mm desculpa No cachorro até 3 mm nós vemos tem alteração em parede indicando uma inflamação e o conteúdo de reflexão se
tem uma lama biliar se tem mucocele se ele está um conteúdo normal homogêneo se está muito dilatada se está pouco dilatada aí a Pou a baixa reflexão é normal né porque a vesícula biliar contrai ela esvazia eh Lembrando que a vesícula biliar segue a mesma lógica da bexiga quanto mais cheia mais fina a parede se aquela vesícula biliar acabou De ser contraída e a b foi embora nós temos uma vesícula com a parede um pouco mais grossa e aí a experiência do tonografia e diferência o diferencial de uma inflamação ou só uma vesícula vazia e
alterações de ducto biliar se ele está praticamente não visível que é o que é o normal né nós não conseguimos avaliar bem ele ele saudável ou se ele está dilatado Por que que ele está dilatado Ah tem uma litíase tem um tumor Então nós avaliamos também o ducto biliar e as principais indicações na clínica Emes diarreia massa abdominal palpável espessamento de segmentos intestinais palpável perda de peso e anorexia e principalmente né o rei da utrassonografia abdominal suspeita de ingestão de corpo estranho então notem gente que tudo isso aqui depende do seu da sua anamnese e
principalmente ente aqui em exame físico Lembrando que no início é comum que vocês não consigam Fazer essa avaliação tão bem de de palpação mas quanto mais a gente tem dificuldade em algo mais a gente treina até se aperfeiçoar e conseguir fazer com sucesso no começo é normal ninguém nasce sabendo então tentem Eh se forcem a aprender Caso vocês tenham dificuldade falem com o colega mais experiente eh e é comum que vocês não consigam obviamente palpar segmentos intestinais de um cachorro enorme por exemplo um labrador um hotweiler um golden ou Animais muito obesos principais indicações né
É mas não não se esqueçam jamais que às vezes o problema começa na boca então às vezes o paciente não come porque ele tem uma boca desse jeito Tem até exposição de furca é uma boca horrível imagina como isso aqui tá doendo né então às vezes o ultrassom tá normal porque o paciente não consegue comer com essa boca aqui né Não importa quanto eu fique fazendo ultrassom não acharei problema às vezes Até posso achar uma uma gastrite porque o cachorro está mastigando menos ainda que o normal mas aí né a causa principal a gente trata
tirar a causa para tratar né não fica tratando o sintoma hoje em dia está na boca e tem que ter dado atenção na língua por exemplo aqui é uma glossite ulcerativa olha essas úlceras o cachorro não vai comer né gente então às vezes é um paciente com insuficiência renal crônica nós vamos até olhar o Rim no ultrasson e falar algo mas preste Atenção no exame físico de vocês ou até acima do estômago onde nós não conseguimos ver no exome físico né Por exemplo umaa esofagite parasitária por esper cerc Lupe que formam nódulos na parede do
estômago né que podem eh virar eh carcinomas mais tarde às vezes tem comunicação com com esôfago às vezes é mais difícil a comunicação que aqui é visto por endoscopia sem jeito de ver por ultrassom mas aí nós vamos fazer o exame físico né ou a Anamnese guardar todos os dados de de histório desse paciente e verificar o que seria interessante fazer em caso de um ultrassom negativo em então de alteração se é nós fazemos de novo alteração daqui a um tempo ou se nós indicamos para endoscopia que é uma avaliação bem mais detalhada ou até
uma tomografia