Salve salve senhoras e senhores. Chegamos ao episódio 9 do podcast Papo de Estúdio. Como eu tenho dito, não é sobre arquitetura, decoração, metragem, mas principalmente é sobre o que nos faz sentir bem no lugar onde estamos. E falando em sentir, o tema de hoje vai falar um pouco sobre essa questão que eu percebi que ao longo dessa jornada da construção da metodologia que eu desenvolvi, onde eu começo a trazer muito da questão do sentir a decoração e ao conversar com clientes, com as pessoas próximas, eu identifiquei algo que me de certa forma me surpreendeu e
eu Fiquei um pouco assim assustado até que é da dificuldade que as pessoas atualmente estão em relação ao sentir. Isso ficou na minha cabeça e eu falei: "Poxa, eu preciso de alguma forma trazer alguma algum conteúdo ou algo que que possa ser relevante pra gente conectar, né, as duas coisas." E aí eu fui através daquilo que eu vivi hoje. Para mim a o sentir é algo que eu tenho muito lapidado e todo dia lapido Um pouquinho mais, mas eu fui buscar onde tudo isso começou. Foi aí que vê a luzinha. Então o tema de hoje
é: você sabe o que está sentindo? consciência corporal e a arte de voltar a sentir. Roda a vinheta e vem com a gente que o papo vai ser bem legal hoje. Muito bem. Coisa boa, coisa boa tá por vir, hein? A convidada que eu trouxe hoje, quando eu trouxe, quando eu fui buscar, né, essa f, cara, por onde que eu posso começar a trazer alguma analogia ou algo que conecte essas duas coisas, razão e emoção? Porque normalmente quando eu peço para um cliente, eu faço assim: "O que que você sentiu ao entrar nesse nesse lugar?"
Ele fala para mim: "Ah, eu achei bonito". F. Não, o achar bonito é uma percepção sua do da tua razão, mas eu quero saber o que você sentiu. E aí eu vejo que é aquilo que eu comentei, né, no início do vídeo, né, que é essa dificuldade do sentir. E aí eu fui buscando isso e encontrei essa pessoa que alguns anos atrás, não me lembro exatamente, depois ela vai me corrigir aqui, mas eu tomei a decisão de começar a iniciar aulas de Pilates, né? E e foi interessante porque a o Pilates ele é hoje talvez
menos, depois ela vai falar, mas era sempre visto como uma coisa para idosos, tipo você já tá no final, fisioterapia, aquela coisa toda. Aí eu não fui com essa intenção porque algo eu Pesquisei, fui ver e me conectei, eu já tinha feito, né? E quando eu chego lá na primeira aula experimental, deita lá, ah, deita aqui, tal, não sei o quê, me perguntou o que eu queria fazer. Apoia aqui o seu metatarso. Falei: "Porra, metatarso, quem é o metatarso, né? Eu já ouvi falar, né?" Falei: "Caramba, né? Ah, puxa sua respiração para cá, abaixa o
ombro". Falei, mano, eu vim aqui para treinar, não vi para saber que que é o metataro, né? E aí foi a partir daquele dia que depois quase durante mais de um ano, toda semana eu estava ali às vezes até duas vezes por semana que ela contribuiu, eu sou muito grato isso, né, a ela, a trazer essa minha consciência corporal, né, a partir do metatarso até o último fio de cabelo e entender que o nosso corpo ele fala muito mais do que a gente pode imaginar às vezes e a gente acaba não não dando dando essa
devida atenção e às vezes desconectando, né, toda essa essa ligação entre razão e emoção. E aí ao longo depois de toda essa jornada de um ano, a gente, né, ela foi me ajudando com isso, uma série de outras questões, porque tem um aprendizado que tá por trás, não é apenas ali só o exercício. E ela me mostrou algo mais ainda interessante, que é a questão não só da do exercício, né, como eu tenho falado, mas é do da consciência corporal que te dá a chance de você fazer o movimento correto, pausado, com respiração. Então começa
várias coisas se conectarem que ao término, né, de um de uma alva você sai diferente, não é? É assim, é uma coisa que você sai ali, você fala: "Nossa, tô com o corpo diferente", né? Então, é um trabalho incrível e o que me chamou mais atenção dela é essa preocupação e tá ali com o movimento correto. Ela é muito chata, muito chata. Já vou avisar porque ela é prática, objetiva, ela quer que aconteça. E foi por isso que eu chamei, porque ela vai acho que hoje trazer um pouco da gente voltar um pouco a se
conectar com esse corpo, né? Ela é personal mais ou menos. falou que uns 20 anos, né, já trabalha na educação física, mas como personal tá quase 5 anos. Mas no Pilates já há quase 15 anos que ela se dedicou, porque o Pilates, pelo que eu entendi, e ela me mostrou, é muito estudo, é muita coisa que envolve, né, esposa, mãe, e ela utiliza um método que justamente une pilates e musculação, ajudando as pessoas a ficarem mais magras, definidas e mais lindas. Seja bem-vinda. Obrigada. Obrigada pelas suas palavras. Só foram verdadeiras a parte chata, né, que
eu falei, mas isso faz parte, né? Perguntou para mim como você quer ser apresentada. Eu falei prática, focada ou chata. Eu não falei. É a parte Não é que é chata que quem tá no quem tá no dia a dia, só aproxima um pouquinho mais. É quem tá no dia a dia que sabe Ai, né? Mas é o chato que você quer pro bem, né? Chato é só pro meu filho e pro meu marido, pros outros não. Mas o chato que eu digo é essa essa sua preocupação, né? de de porque eu, poxa, Simone, eu
vejo na academia ali tem vários profissionais e dá para identificar aquele que tá preocupado com o resultado e aquele que tá ali para mais uma aula só. Eu já percebi isso, né? Sim. E a gente quando tá ali num momento de atividade física, a gente eh é um momento que poxa, você tá ali cuidando de você e ter alguém que realmente se preocupe, né, com a com esse processo todo, acho que é importante, né, verdadeiramente ali, né? Isso é uma coisa que você mostra bastante. Eu vejo não só com as aulas que eu tenho contigo,
mas as os seus alunos quando estão ali, né? Sim. Não, eu eu ao longo aqui hoje do episódio eu vou falar bastante um pouco de como eu trabalho, mas eu tenho sim muito essa preocupação. Eu acho que existem maneiras de você conseguir extrair isso do aluno, porque assim, você falou, né? Ah, ela me mostrou, eu senti no meu corpo, eu fui praticar pilates, mas você se permitiu. Isso é legal também, porque às vezes as pessoas não se permitem, elas não têm essa paciência que nem você falou: "Ah, a primeira aula, eu não sabia o que
era metataro, abaixa o ombro, respira". É uma coisa desconfortável, é um novo para você, né? Você falou: "Eu fui lá com um objetivo e encontrei outra coisa". Então, se você não tá aberto também para ouvir, para aceitar, para entender, para entregar o teu corpo, você também não chega nesse nível que você chegou, né? Hoje você tem uma visão diferente do Pilates, porque você se permitiu, ah, tudo bem, de repente caiu na mão de uma boa personal, né? É, não, essa é a diferença também, né? Mas nem sempre é sucesso. Às vezes o aluno, o aluno
tá tão fechado que a gente não consegue chegar nesse nível, né? Então, parabéns para você também, né? Não é isso, né? trabalho. Eu tava dando uma, eu tava dando uma estalqueada no seu Instagram e aí eu achei essa essa mensagem lá sua, né, personal pilates, esqueça os padrões. Sua melhor versão é aquela que você se sente bem feliz. Como é que é para você quando você vê através do teu trabalho, porque você tá mexendo com ser humano, corpo, saúde, né? Como é que você se sente quando você vê uma aluna sua, um aluno seu obtendo
os resultados, né, para você como Simone profissional? Qual que é a sua sensação? Eu acho que é a sensação que você pega de um, né, você pega no começo aqui, né, é que você tem um olhar que nós não temos. Sim. É, né? É um olhar que você vai ver na evolução, né? Eu até tenho casos de coisas que a gente já compartilhou, mas enfim. Como é que é para você essa sensação? Acho que é a melhor sensação que você pode ter. é o é muito melhor do que a parte financeira, enfim, tudo o resto,
Porque eh te dá uma sensação tão boa de missão cumprida e também te ensina. Eu vejo às vezes alunas minhas tendo atitudes hoje que eu falei para elas, né, que eu ali no início eu falei: "Olha, pensa assim, faz assado". E aí quando elas fazem isso também me transforma, porque eu também sou frágil, eu também tenho né? E aí me fortalece isso. Então, hoje eu tenho exemplos de tantas alunas. Você também é uma pessoa que mudou muito, o seu corpo mudou, sua cabeça mudou. Se a gente resgatar lá atrás, quando você iniciou fazer aula comigo,
o seu corpo era um, né? Essa rigidez que a gente traz no corpo, a gente traz na mente também, né? né, na na postura, no dia a dia. Então, a gente vai soltando o corpo e a gente vai mudando a nossa cabeça, a nossa forma de de tudo, de pensar, de falar, de agir. Então, é sensacional essa transformação. Pena que às vezes demora tanto, né, a gente vai ter essa transformação lá na frente. Então hoje com com, né, com a internet, com o podcast, com tantas coisas que as pessoas têm, elas têm que ouvir isso
e elas já têm que começar a pensar, né, em trabalhar isso, porque é tão bom, é tão bom ter essa sensação e e para que deixar, né, para isso acontecer lá na frente, se permita, se abra o quanto antes. É, e às vezes é o simples bem feito, né? Sim, mas é a melhor sensação, sem dúvida nenhuma. Melhor, eu não, eu vou até dar um um testemunho, né, em relação a isso de duas duas Situações que aconteceram comigo, compartilhei contigo. Uma delas que eu fui num show com a minha filha no Lola Palusa, que eu
fiquei 8 horas de pé e não senti uma dor na parte da região lombar, nas pernas, né? E aí essa é, acho que é o ganho invisível, né? Sim, sim. Que a gente às vezes não não vê, mas que tá ali, né? E a outra foi no dia que eu tava saindo do cinema com a minha namorada. e pisei em falso, dobrei o pé, a forma como eu dobrei, assim, tinha tudo para romper todos os meus ligamentos ali. E eu até compartilhei com você, né? Você falou: "Isso é justamente o trabalho que a gente vai
fazendo, né? Sem dúvidas". Então essa essa qualidade que a gente tem também de vida na parte da saúde que a gente não vê, a estética é importante, a gente sabe disso, mas ela tem essa esse ganho invisível que às vezes num num tropeção que você dá, você não quebra, né? Porque você tá com músculo fortalecido, né? É importante as pessoas entenderem isso também, que não é só estética, né? A estética é uma consequência e mas é tudo isso que você ganha, né? ou mesmo de repente você fica doente, a sua rápida. Então você tá cuidando
do seu corpo externo, talvez externamente ainda não esteja do jeito que você quer, mas internamente você tá mais forte, suas articulações, seus tendões, essa questão de ficar em pé, sua resistência, né? Então, e a e aí o que você fala do sentir? A pessoa tem que tá atenta a Isso. Você tá, né, com essa sensibilidade, prestando atenção em você, no seu corpo, você consegue perceber isso. Então também as pessoas têm que estar atenta a isso, né? Às vezes elas deixam passar e elas só ficam preocupadas com o externo. Ai, não tô emagrecendo, eu não tô
emagrecendo. Às vezes a aluna vem falar isso para mim. Ah, meu corpo não muda, eu não emagreço. Aí eu começo a puxar, resgatar essas coisas dela. Mas como tá seu sono? Como? Ah, não, tá melhor. Como é que tá seu andar, seu caminhar? Não, me sinto mais segura. Me sinto mais. Alunas às vezes relata: "Ah, você sabe que os meus netos ou em casa eu sento no tapete e levanto com mais facilidade." Então você entendeu? São pequenas mudanças que você tem que estar atento também e não ficar preocupado só com a estética. Então, ó, hoje
eu sento no chão, levanto, não sinto dor, não tenho mais dor nas costas. Então, essas questões também que a atividade física te proporciona, né? Sim. Muito bem, vamos lá. Então, assim, ó, como eu te falei, eu tô encontrando uma certa resistência, né, ou até uma certa dificuldade das pessoas irem para esse lugar do sentir, né? E o sentir é o corpo. A mente ela pensa, ela dá o nome, mas ela não dá essa conexão, né? Então, quando às vezes eu falo para um cliente assim, o que que você sentiu ao entrar nesse ambiente? Ah, eu
achei bonito, né? E aí você tem que ir lá empurrando, empurrando até que uma hora ele fala alguma coisa do sentir dele, né? Eh, no Pilates, né? Eh, vocês trabalham essa questão da consciência corporal, né? Que que isso ficou muito claro todo todas as vezes que eu fiz, né? Você acredita que hoje as pessoas estão perdendo essa capacidade de perceber o que estão sentindo no próprio corpo? E por que que você acha que isso aconteceu? Ah, totalmente, sim. Elas não percebem o corpo, apesar de o corpo dar sinais o tempo todo. O tempo todo o
corpo tá te avisando, o corpo tá te dando sinais, mas as pessoas ignoram. Elas ignoram os sinais, elas vão maquiando, elas vão empurrando para debaixo do tapete, então aparece um uma insônia, não tô dormindo bem, remédio, uma dor, remédio. Então ela vai maquiando aquilo. Infelizmente não são todas, mas a grande maioria das pessoas quando procuram pelo pilates, quando procuram por um médico ou por um personal trainer, geralmente ela já chegou no limite, né? Ou até passou, né? É, ela já maquiou aquilo por muito tempo com medicação e chegou num momento que nem a medicação mais
faz efeito. Então, ela vai buscar ajuda e nesse momento que ela vai buscar ajuda, ela tá totalmente desconectada do corpo dela. Ela sequer consegue verbalizar o que ela sente. Mas como é sua dor? É na articulação, é no músculo, a pessoa não sabe. Aí ela começa a executar os exercícios, ela também não Tem conexão com o corpo, nada. Por exemplo, um um exemplo básico. A primeira aula, você deita lá o aluno no chão, colxonete, pede para ele fazer 15 abdominais, termina e pergunta: "Sentiu o abdômen?" Não, não senti nada. Ele não consegue sentir. Outro exemplo,
você tá lá dando aula pro aluno e o aluno tá assim, tenso o tempo todo. E você dando comando, abaixa o ombro, abaixa o ombro. Eu escuto isso toda hora. Escuto isso toda hora. Baixa baixa bomar. Mais de uma vez, mais de um aluno já virou para mim e falou assim: "Não, mas eu não tô, tô normal". Aí você tem que levar o aluno na frente de um espelho, mostrar para ele. Ele tá assim. Aí você vai lá, toca, porque o toque, o olhar ajuda, toca e fala: "Abaixa o ombro". Aí ele abaixa o ombro.
Aí ele fala: "Nossa, eu não tinha ideia que eu tava assim". Então, sou desses. A gente acha que não tá com ombro alto, né? Sim. E por que que as pessoas estão assim? Pelo nosso estilo de vida. Isso é geral. a gente tá mais ansioso, a gente vive no piloto automático, a nossa vida é corrida, a gente tá sempre irritado, sempre com muitos compromissos. Então você precisa encontrar uma maneira de escutar o seu corpo. Só que para escutar seu corpo você tem que ter isso, né, apurado. E a o exercício físico te traz isso. Sim.
E aí o que que acontece? A pessoa chega em casa, ela não consegue sentir nada, né? não consegue sentir um momento de tranquilidade ou de relaxamento no seu fato. Porque olha só, como eu te disse agora, a pessoa tá assim e ela não consegue, para ela esse virou o padrão dela. Por mais que você fale, fale que nem eu te falei, tem que levar na frente do espelho, tem que tocar. Então esse é o padrão, essa tensão, essa rigidez, ela vai levar esse padrão pro dia a dia dela, pro pra casa, pro trabalho. Ela não
sabe relaxar. Ela não sabe relaxar o ombro na aula. ela não sabe em casa ver uma situação e levar de boa ou no trabalho ou no dia a dia, entendeu? Ela vai est sempre com essa tensção, com esse alerta em todos os ambientes, né? É, é, é impressionante isso. E é, e é engraçado que a própria neurociência, né, ela fala que essa construção do das sensações, ela vem pelo sentir. A gente sente alguma coisa, a gente interpreta e a gente dá um nome. Isso é que eles estão falando que esse sentido as pessoas estão Sim.
tão pulando, interpreta, tô com uma dor, mas não consegue às vezes nem dar ou dar um nome qualquer, né? Mas não tá se sentindo, não quer exatamente entender da onde vem essa dor, né? Porque às vezes é uma postura, é alguma coisa assim. Com certeza. É, então é, eu vejo muito, voltando, é, voltando um pouquinho, né, quando você falou de mim, que eu comecei com a musculação e depois fui pro Pilates, foi justamente quando eu conheci o Pilates, né? Eu sou formada em educação física há mais de 20 anos e e comecei minha carreira trabalhando
em sala de musculação, tal. Quando eu conheci o Pilates, que foi mais ou menos em 2011, aí virou a chavinha para mim. Aí eu fui entender o que era o exercício físico, que não é só um movimento, é uma ferramenta poderosa que melhora o teu autocuidado e teu autoconhecimento. Então ali eu aprendi a conectar o movimento corpo e mente. E aí mudou totalmente para mim, entendeu? Fez mais sentido. Porque é ruim mesmo, né? você fazer uma coisa que você não tá sentindo, que você não tá entendendo. Então, quando eu conheci o Pilates, eu falei: "Não,
aqui eu entendi o valor real do movimento, que não é só o movimento por si só, né? É você conectar corpo e mente, aí muda completamente." É. E tem uma coisa que o o Pilates, ele contribui muito até para depois na musculação ou qualquer atividade, é que ele te traz pro estado presente, né? Sim. Não tem como você fazer, se você fizer o exercício do pilates pensando lá na no problema, você vai, vai ficar um caos, né? A gente começa a aula de pilates quando o aluno entra no estúdio, ele deita no reformer ou no
médico, onde você for começar a aula. A primeira frase que você tem que falar pro aluno é: "Agora traga sua mente ao corpo". É, eu escutei muito isso. Então aí por quê? para ele começar a se conectar com o corpo dele. E o que você falou tem total sentido quando ele vai paraa musculação ou quando ele vai para uma corrida, quando ele vai para uma atividade aeróbica, se ele tem essa consciência corporal mais trabalhada, o Exercício não é tão tão massante, tão difícil, tão sofrido. Às vezes o movimento é sofrido, você pede pro aluno fazer
lá uma corrida ou uma musculação e ele termina assim super exausto. Parece que ele foi atropelado porque ele se tensiona, porque ele tá tenso o tempo todo. Aquilo que eu falei para você, isso daqui dura a musculação inteira durante uma hora. Então você imagina como é que o cara termina o treino, termina uma sensação horrível. Então ele aprende a relaxar, ele aprende a melhorar a postura, ele aprende a respirar. O que eu tenho de alunos que começam eh que ainda não tem essa consciência corporal e vão se exercitar. A primeira coisa, prende a respiração. Então
você imagina você fazer o exercício todo travado, né? Então tudo melhora. Quando você melhora a sua consciência corporal, tudo, a atividade da musculação, atividade aeróbica, os outros melhoram também. É. E o que outra coisa também que o Pilates me ensinou, você me ensinou através do Pilates, eh, a importância da de algo que a gente acaba não fazer nem no dia a dia, né, que é o respirar, né? Sim. Porque quando você entra na conexão do respirar, no movimento do exercício, ele vai mais fluído, né? Flui melhor, com certeza. Isso serve pra musculação, para tudo, né?
Eu já percebi que na musculação eu tava errando de sentar fazer lá oito movimentos e eu não tava acompanhando a minha respiração, o que eu já tava me perdendo do meu da minha musculatura. Uma época também você me pedi, você comentou comigo, você tava indo fazer aula de pilates e você ia de bicicleta, lembra? E aí você falava: "Nossa, na subida eu morro". Aí eu falava para você: "Foca na respiração, solta bastante o ar". Porque as pessoas também erram um pouco na respiração. Elas acham que elas têm que puxar o ar quando elas estão ofegante,
né? E na verdade não. Você tem que soltar bastante o ar para esvaziar o seu pulmão, porque o puxar o ar ele é natural. Você faz para pôr o ar para fora. Então, lembra? Eu falava para você, quando você tiver na subida, assopra bastante o ar para fora, esvazia mão e o ar vem. Aí você, na época, eu me lembro, você falou para mim: "Ah, eu fiz e realmente e saber é um ajuste, né? uma coisa que tá tá com a gente, mas a gente não sabe usar, né? Sim. Eh, muito bem. A gente vai
falar, né? Eh, o eu até trouxe aqui, né, que eu acho que toda casa precisa fazer você sentir cinco coisas, né? Acolhimento, conforto organizado, né, que gera controle, exclusividade e livre para ser quem você é. Eh, quando quando a gente vai falar de acolhimento e conforto, né, dentro das nossas casas, eh, quando uma pessoa está aí verdadeiramente, né, em paz ou ela tá se sentindo acolhida, o que que o corpo dela manifesta? Porque às vezes, sabe o que eu percebi? Eh, as pessoas conseguem, é, é estranho, eu tô até Eh, tentando às vezes dar palavras,
porque todo mundo gosta de de se sentir bem. Sim. Mas quando vem uma sensação boa, a pessoa não consegue dar nome. Eu falo assim: "Mas tá, que que sensação é essa? É de paz? É de prazer? É uma sensação?" E aí eu vejo que as pessoas se perdem, né? Agora, se ela tá com uma dor, na hora ela já identifica, né? Porque a dor aquele incômodo, né? Então assim, quando a gente fala desse de se sentir, né? Como é que como é que a gente consegue fazer o que que o corpo manifesta, né? Porque tem
os hormônios que ajudam, né? Acho que nessa construção, né, da do sentido. Mas o que que que que a pessoa que tá às vezes num dia legal, que teve um dia bacana, que ela tá em paz, que tá com as contas pagas, sei lá, que ela tá bem. Olha, eu como eu trabalho com isso, então para mim é muito nítido, né? Eu tenho essa percepção muito apurada. Então quando o aluno chega para fazer aula comigo, eu já de cara, às vezes até pelo centro a falar, né? Eu já consigo perceber se ela tá num dia
bom ou não. Mas ainda assim, eh, eu sempre começo as minhas aulas, né, perguntando: "Tá tudo bem? Como é que você tá?" Quando a pessoa tá bem, tá em paz, tá se sentindo acolhida, tá tudo tranquilo, igual você falou? Ela ela ela é uma paz, sabe? Ela fala: "Nossa, eu tô super bem, eu dormi bem e O que o mais que eu mais percebo é os movimentos. A aula flui, os exercícios são ótimos, o movimento sai, é tudo muito fluído." Sabe aquela fluidez que a gente busca ali? já tem eh é um bom dia, por
exemplo, para você dar um desafio para pro aluno, paraa aluna, ela vai se sentir bem, vigorosa. É um bom dia para você dar um exercício novo. Agora, o oposto também é bem complicado. Quando a pessoa não está num bom dia, você chegou para dar aula pro aluno e o aluno fala: "Ah, eu não tô bem, eu não dormi bem, ah, acordei várias vezes à noite. Hoje meu dia vai ser é um dia complicado, é um dia que você tem que recuar um pouquinho, tirar o pé e dar uma aula mais de boa, mais light, nada
de novo, porque o novo é sempre incômodo um pouco das pessoas, né, para não gerar esse stress, porque ela se sente até, se você inventa coisa nova, ela se sente até afrontada. É um afronto pra pessoa que ela não está bem, não está conseguindo se concentrar. Então, a gente tem que ter esse feeling também. Mas assim, o semblante, eh, a voz, os movimentos, tudo muda quando a pessoa tá bem. É incrível. É. E aí que acho que entra o ponto quando a pessoa olha, porque o corpo tá manifestando, né? Sim. Seja coisa boa ou ruim.
Sim. E se você consegue olhar e identificar isso, pô, tô sentindo que hoje eu não tô legal. O que que eu tô sentindo? É aquilo que acho que você comentou para Respira um pouquinho, né? Sim, dá uns c minutinhos, porque aí é dentro da sua casa que você pode às vezes num dia que você não tá tão legalza e é teve um dia, acho que semana retrasada que eu fui treinar que você percebeu, você falou assim: "Hoje tá com a energia baixa". É. E aí, OK, eu respeitei, né, aquilo, entendi porque que eu tava com
a energia baixa. Quando eu voltei para casa, eu descansei um pouco mais fora do meu normal, mas eu fui fui respeitar aquilo dentro do meu corpo, porque eu senti que eu não tava bem. E isso também é importante. É importante a gente saber que a gente vai ter esses dias. E você fez bem, você mesmo não estando tão bem, você foi treinar. Você não tava legal, melhor treino, mas o corpo tava mais rígido, tudo foi mais difícil, não foi? Foi bem. Eu comentei com você, falei: "Hoje você não tá não tá, né, nos seus melhores
dias, mas tudo bem. É isso aí. É isso que faz a diferença, a gente ir, porque o dia que a gente vai treinar e mas a gente não tá bem e o treino não é legal, tudo bem, naquele dia pode ser que você não performou da melhor maneira, pode ser que você não tenha ganho e massa muscular, você não treinou com uma carga bacana, mas você fortaleceu aqui, ó, você fortaleceu sua cabeça. E hoje o que você comentou, né, de ser gratificante com as minhas alunas, eu tenho alunas que hoje faz isso e elas me
surpreendem. Olha, eu tenho uma aluna recente que acabou de perder o marido, ela ficou viúva e ela me ligou e falou: "Eu não vou parar, eu vou continuar". Então ela tá indo treinar um bagaço, mas é isso, ela tá fortalecendo a cabeça. É o ganho, né? É o ganho invisível. De repente ela não tá lá ganhando, né? Não tá treinando da melhor maneira, tá um treino bem meia boca, mas cara, tá fortalecendo a cabeça dela, ela tá se e você volta pra casa melhor? Sim, sem dúvida. você volta para casa porque aí você já vai
estar com um ânimo. Nossa, teve dias que eu já fui arrastado literalmente, mas aí depois você entra, você vai movimentando devagarzinho o corpo e vai pegando. Então, e é legal você também ter um bom profissional do seu lado, né? Porque assim, e eu essa questão do acolhimento, quando eu começo a minha aula, você sabe, você faz aula comigo, sempre começo a minha aula levando o aluno para um canto com colxonete, começa alongando. Isso não é à toa. Eu quero perguntar para vocês, tá tudo bem? Como é que você tá? E eu de colocar a mão
em você, eu sei como você tá. Eu coloco a mão no aluno, eu falo: "Hoje você tá mais tenso, né? Respira, solta o ar". Então ali ele dá, já dá uma conectada com o corpo dele. Quando eu pergunto também, como você tá? É um exercício de atenção para você. Você vai ter que parar e pensar: "Como é que eu tô? Eu dormi bem? Eu tô legal?" Pergunto também: "Como é que você ficou da última aula?" Aí você tem que resgatar lá atrás. Nossa, como é que eu fiquei da última aula? Então são exercícios que vai
melhorando a sua consciência corporal e o seu autoconhecimento, você se conhecer melhor. Então isso também o professor vai estimulando do aluno, vai tirando dele. E tudo isso eu aprendi com a prática do Pilates, entendeu? É, não, eu acho que o Pilates ele te leva para esse lugar, sim, que você é como eu te falei, no final no final da aula de uma aula de Pilates, eh, você sai diferente. Sim. E você sai, é como se você tivesse entrado numa máquina e sido, você colocou ali no eixo, né, por acaso balanceamento, fez o balanceamento, alinhamento, você
sa assim, ó. É, aí você fala assim: "Nossa, como eu tava zoado, né? Nem eu sabia que eu era tão torto assorto, né?" Fala: "Porra". E aí assim, eu quando eu fui fazer o curso de pilates, eu senti essa sensação porque na formação você tem que fazer aulas preparatórias e eu já treinava, eu achei, ah, eu vou tirar de letra. Aí eu deitava no reform, o professor vinha, acertava a minha cabeça. E você acha que a cabeça tá reta? Aí eu fazia três movimentos, ele vinha e mexia minha cabeça. Gente, não é possível, tô com
algum problema, né? É, não é? E tem uma coisa que também saindo um pouquinho, mas que eu percebo, Simone, eu não sei você que [limpando a garganta] lida com pessoas no dia a dia, mas parece que estar bem, por mais que porque acho que problemas, né, todos nós temos os desafios do dia a dia, mas às vezes você estar bem no meio do caos, parece que você falar isso para Alguém parece que é meio que, né, parece que você tem que estar sempre com problema, tem que estar sempre ansioso, tem tipo igual à vezes quando
a pessoa você tá tudo bem Eu tô, tu tá em paz e às vezes tá um causa, um monte de coisa acontecendo, mas eu tô bem comigo mesmo. Então parece que as pessoas têm um pouco de ou medo ou porque parece que o sistema, né? Sim. Coloca que a gente tem que estar sempre na correria. Então, e é por conta disso que as pessoas têm dificuldade de quando tem uma sensação boa verbalizar, é, elas não conseguem, entendeu? Por quê? Porque a o normal é isso, é acordar com é briga, é isso, é aquilo, agitação. Então
assim, quando tá tudo bem, você até estranha. Você fala: "Meu, como é que é isso aqui? Tá tudo bem? Não tenho nenhum problema, tô feliz, né?" É, é, não sabe nem o que fazer com isso, né? Isso. Mas a gente tem que mudar isso na nossa cabeça. A gente tem que inverter esse ciclo. A gente não pode viver ao contrário, entendeu? De vez em quando você tem que se estressar, não é normal, né? Mas você tem que passar a maior parte do seu tempo bem, entendeu? E a atividade física, a consciência corporal te permite isso.
Hoje mesmo, na a de manhã eu dei aula para uma aluna e a gente tava conversando sobre isso e ela falou, ela falou para mim assim: "Ah, eu comecei não dormir bem e fui prestar atenção porque eu não tô dormindo bem e comecei a a olhar pro meu dia e eu vi que eu tava tomando café 4:30, 5 horas, eu falei: "Eu vou tirar esse café". E aí melhorou. Aí eu comentei com ela, né? É, Quando é algo assim pontual é mais fácil. Eu acho que o problema maior é quando é uma coisa mais de
cabeça. Ela falou: "Então, mas quando a gente tá a gente tá fazendo tudo certo, a gente tá comendo direito, tá fazendo exercício, tá dormindo de bem, até essa parte de cabeça emocional, quando você tem algum problema, você enfrenta de boa. Sim. Você você não pesa tanto, você vai tirando de letra, entendeu? Por quê? Porque você vem num ciclo bom, você tá se cuidando, você tá dormindo bem, você tá se alimentando bem, você tá praticando atividade física, então não é qualquer coisinha que vai te tirar do eixo, não. Então é o que eu falo pras pessoas,
quando a gente vai praticar atividade física, não é só pro corpo, é pra mente. Sim. E a gente precisa hoje, mais do que nunca, trabalhar nossa mente. É porque a gente vai conectar, as pessoas estão tão razão, né, na no sentido de querer só treinar pela estética, né, hoje com essa loucura que tá. E aí esquece essa questão do do corpo, da saúde, que uma coisa tá conectada à outra, né? Se a gente for, eu eu tava recentemente fazendo algumas pesquisas, a saúde mental tá matando mais que o câncer, né? E você não entender que
a o às vezes o câncer ele dá ele se dá, né, por questões às vezes do do teu mental, não tá bom, o teu corpo vai manifestar, né? Eu acredito muito que a a doença ela é uma manifestação de algo que você, né, tá precisando por algum motivo e a tua mente cria aquela coisa toda. Eu fui um cara que lido com a minha ansiedade já desde que eu me conheço por gente. E tem uma outra coisa que que aí a gente acaba se quando você identifica, né? Eu eu tenho manifestações do meu corpo quando
eu estou com ansioso. Então eu já identifico, já se conhece, né? Mas eu cheguei ao ponto de na madrugada, isso há muito tempo atrás, não muito, mas algum tempo atrás, de eu acordar com uma crise de ansiedade e que eu acordava de madrugada para comer. Porque quando eu comia, eu relaxava, sim. Meu corpo relaxava e voltava a dormir. Que que isso me deu? Alguns belos quilos, né? Porque você não vai comer um Sim, né? Uma frutazinha, não. Você quer comer o que vem pela frente e normalmente são as coisas, né? Então, quando você sente, quando
eu começo a sentir que o meu corpo tá manifestando crises de ansiedade, eu começo a falar: "Opa, por que que eu tô ansioso?" Porque se eu não controlar ela, aí vai vem a questão, né, da gente comer a mais do que deveria, né? Então, o corpo ele tá me mostrando que eu estou ansioso, só que eu eu sentia, eu não sentia, eu sabia que eu estava ansioso, eu já ia direto pra comida, que é o que acaba acontecendo, né? Vai pros vícios, cigarro, bebidas e cada um vai pros seus, né? É. Aí vem essa esse
desenfrear da do comer sem precisar. Quando eu entendo que hoje eu estou ansioso por algum motivo, hoje eu tenho o controle dela, né? Mas eu faço tratamentos, eu vou buscar, eu eu vou me conhecendo para entender o que que são os meus gatilhos de ansiedade. E a atividade física, ela contribui, né? Sim, total. Porque ela te traz pro estado presente. Por isso que o pilates é muito bom. Porque o que que é ansiedade? Esse futuro, essas ações que a gente fica no dia a dia, que o mundo coloca, né, e etc. Então eu já comecei,
eu começo a a me blindar, por exemplo, eu já, eu tinha uma época que eu acordava de manhã e começava a assistir o SPTV. [ __ ] você sai de manhã, você fala: "Mano, eu vou tomar um tiro hoje", né? Então você começa já a alimentar sua mente com problemas que nem aconteceram. É, do mesmo jeito que tem gatilhos ruins, também tem gatilhos bons. Então assim, por exemplo, né? Você você acordou hoje, você se conhece, você tá vendo que você não tá num bom dia, usa uma estratégia para melhorar. Então assim, sabe, você trabalha em
casa, eu faço isso, eu chego em casa, eu dou aula de manhã, chego em casa, eu tô sozinha em casa, eu vou pro meu quarto, deito, boto lá para despertar, 40 minutinhos, fecho os olhos e fico ali no silêncio, sossegada. E meu, isso me renova. Ah, eu tô na rua, tô na correria para lá, para cá, eu sinto que eu preciso parar, não tô num bom dia, paro numa cafeteria, peço um café, sento, fico ali meia hora brisando, sabe? Eh, para dar uma baixada na bola. Então essa é a vantagem de você se conhecer. Você
não fica dependente nas na mão só dos outros e de Medicamento. Você pode ter esse autocontrole, entendeu? Então é ótimo isso que você tá falando. Ah, eu eu me conheço, eu já acordo, eu já sei como é que eu tô. Você pode ter esse autocontrole. Você não deixa o negócio virando uma bola de neve, porque aí você acorda uma noite, come, na outra noite isso. É o que eu falo é quando as pessoas vão procurar ajuda, elas já estão num nível tão crítico, né, tão difícil e é sofrido, muito sofrido. E aí é um resultado
rápido depois, né? Então, se você tá saudável, se hoje você se sente bem, já começa a trabalhar isso. Não deixa, não deixa chegar nesse estágio, né? Até porque o estilo de vida hoje tá nos levando a isso. Sim. Então assim, se você não tem, provavelmente pode ser que você tenha, viu? Daqui a pouco. É, não é? Tá matando mais que o você tá trabalhando dentro de casa, é tudo mais difícil, é muita informação. Então assim, se você ainda não tá tendo crise de ansiedade, pode ser que logo mais você tenha. Então já começa a se
cuidar. O pós-pandemia disse isso, né? Já começa, é, já começa a trabalhar isso já, né? trabalha com a prevenção, é melhor. E o corpo vai manifestar alguma coisa quando a ansiedade vem. As crianças já estão, os adolescentes é o dia inteiro sentado na carteira, na escola, enfim, não tem mais brincadeira de rua, né? Às vezes eu tô perto de alguém assim, eu vejo aquela pessoa batendo pezinho assim, ó, parecendo uma britadeira. Aí eu olho assim, às vezes, se for se eu tenho intimidade, né? Falo que coisa você quer furar o chão? A pessoa não percebe
que tá fazendo aquilo. Ela não percebe. Aí você fala para ela, segura. Ela, ela segura. Passa 10 segundos, aí eu falo e e como a gente tá manifestando e a pessoa não tá tendo essa consciência que ela tá ansiosa? Não tem. Ela não tem consciência não. Mas o que eu falo, ela só vai tomar consciência do corpo dela quando o negócio explode. Aí é que ela vai olhar para trás e aí é o e ela chega, né, para fazer aula comigo, ainda tá totalmente desconectada. Conforme as aulas vão passando, às vezes ela começa a relatar
para mim: "Você sabe que agora eu tô lembrando lá atrás quando eu dirigia, eu sentia tal dor. Você sabe que agora eu tô lembrando que quando eu comia do doía meu estômago quando não. Então assim, aí a pessoa vai resgatando, que é aquilo que eu te falei, o corpo tava dando sinais, só que a pessoa não tava percebendo, entendeu? E outra coisa, se você a gente tá falando, né, do movimento conectado, não é só o movimento que é conectado, toda a nossa vida, todo o nosso corpo, tudo é conectado. Então assim, você consegue eh pensar
numa pessoa que é tranquila, que faz atividade física, que é super conectada, respira bem, tem um corpo bom e a casa dela é bagunçada, né? É isso. Não, né? Provavelmente ela também chega em casa, ela tem um lugarzinho de paz, ela tem um lugarzinho onde ela fica tranquila. Que nem eu falo para você, eu Chego na minha casa, vou pro meu quarto, como é que você imagina que é meu quarto? Organizado, tudo arrumado e que isso é uma sensação boa para você, né? Porque eu não quero chegar em casa, imagina eu tô trabalhando naquela loucura,
falar: "Ai, agora eu tenho um intervalo, eu vou para casa, dar uma relaxada e minha casa tá de perna pro ar". Então, uma coisa leva a outra. É, então assim, você começa a arrumar um ponto da sua vida e aí você vai organizando todo o resto, né? Você quer ver um exemplo? Pegando isso que você tá me falando. Quando eu eu às vezes ainda eu vejo a manifestação de uma ansiedade no meu corpo, eu entendo que eu tô naquele processo, né, que tá querendo descontrolar, eu entro na minha casa, né, que eu vejo aí acolhido
e confortável, o que que eu vou fazer? Eu uso o meu antídoto. O que que é meu antídoto? Eu entro num banheiro, luz baixa, banho quente, começo a dar sentido para Sim. Acalma. Isso. Vai acalmando. Calma, né? Não é? Aí você começa a tomar consciência do por que você tá ansioso, o que que tá, ah, eu estou preocupado porque tal coisa. Então você começa a usar tua casa também para isso que você falou. E aí entra um detalhe que eu venho falando sempre, não é estética mais. Sim, é o lugar que te faz bem, né?
Para você, a organização ela te dá essa sensação de paz. Para mim também dá, mas tem horas que eu preciso de um chuveirinho quente ou de pegar uma mantinha, pôr na cabeça, deitar e me sentir acolhido para abaixar um pouco. Ou naquele dia, por exemplo, que eu fui treinar, que eu não estava bem, que a minha energia tava baixa, eu fui lá, peguei um, deitei e fiquei. E às Vezes isso pode ser, pode deitar no sofá, sim. precisa fechar o quarto. Importante é a pessoa se conhecer, o que é bom para ela. Para mim, para
mim é isso. Eu eu nunca saio da minha casa e deixo a minha casa bagunçada. Eu tenho, quero essa sensação. Tá tudo certo, você vai voltar lá. Quando eu volto, eu fico lá na minha cama, no meu quarto, tudo organizado, cheirinho para todo lado, entendeu? Então assim, imagina você na correria que você fica Sim. Vai para casa, não sei o quê. Chega em casa, tá bagunçada a casa. Aí você fala: "Nossa, eu vou ter que arrumar a casa". Nossa, não, eu quero chegar, comer minha comidinha, deitar no meu quarto cheirosinho lá e ficar tranquila. Então,
a casa ela tem essa essa essa essa esse poder, né? Sim. E de novo, eu não tô nem falando se a tua casa é bonita ou feia, não importa, mas é o que você sente dentro dela. Não, gente, não é questão de é de bonita ou feia, não é questão de grande ou pequena, porque eu falo, eu tenho alunas que moram em apartamentos enormes e que é sem e que e que sofrem com essa questão da da bagunça, de não conseguir se organizar. Eu comentei até com você, né, que eu tenho uma aluna que ela
eh tem um closet enorme, usa o depósito do prédio e agora alugou um lugar para pôr mais coisa, então você imagina, né? E tem que se desprender disso, né? Mas tudo é um processo, né? Um processo. Mas é é é não é questão de tamanho, é Questão mesmo de de mentalidade, de você ir se livrando daquilo que não faz mais sentido para você. E quando a gente não fala, não faz mais sentido, não importa se você trouxe isso aqui da China, da onde foi, não é simples para você, por que ficar isso aqui? Ah, não,
isso não posso dar porque eu trouxe não sei da onde, essa roupa eu comprei, nem te serve mais essa roupa. Então, se a gente começa a se livrar, a gente se desprende de muitas coisas, né? Sim. A a a decoração, ela fala tanto da pessoa, quando às vezes eu entro em algumas casas assim que eu olho pras pessoas, né? Eu olho o cliente ou olho a decoração e sem ela falar nada sobre ela, eu consigo fazer um raio X. É mais ou menos quando você olha um corpo ali da do teu aluno, você já faz
um raio X sem falar nada, né? E é impressionante. É impressionante como a a casa ela fala da pessoa, né? A melhor decoração é aquela que você entra ou que as pessoas entram e falam assim: "Nossa, isso aqui é sua cara". Sim, né? Mas depende também, né? Depende da sua cara, né? você tá com com cara de, sei lá, de bêbado ou sei lá o quê, a tua casa vai estar uma um, né, é tipo vai tá um boteco, mas é é é bem essa analogia, né? Então, eh, quando a gente olha pro sentir da
decoração, eh eu, por exemplo, eu tenho lá na minha casa, na minha sala, eu tenho o meu sofá, na frente eu tenho uma estante que eu coloco alguns cristais, alguma coisa, que é eu sento, né, no meu cantinho ali e se somar não dá 1 m², mas eu sento ali e se eu ficar ali uma música que eu ponho para escutar, Para relaxar, eh, coisa coisa de 2, 3 minutos que eu respiro, eu sinto todo o meu corpo. Inclusive, a gente, eu vou até te pedir pra gente fazer um Aham. um ensaio disso, né? Porque
é de novo, não está relacionado à beleza estética, não é? É essa pausa, essa pausa, né? É. E essa palavra bem-estar agora, né, que você trouxe, eh, existe uma tendência mundial do wellness. Sim. que o Elness traz o seguinte, o sentir é o novo luxo. É, se o mundo tá falando isso, sim. Por que que as pesso que será que o mundo tá falando isso? As pessoas estão saindo da cidade, indo morar no interior, porque é esse sentido, elas estão optando em viajar para lugares agora mais calmos, né? os hotéis agora que estão em alta,
são hotéis com poucas acomodações, poucas pessoas e que isso tudo eu acho válido e legal, mas a gente precisa encontrar uma forma de encontrar essa paz e esse sossego no seu dia a dia, né, e dentro da sua própria casa, né? Não só ficar esperando as férias para viver isso, não só ficar esperando, entendeu? Eu vejo alunos vivendo esse ciclo, vai viajar, volta e eu falo pro aluno, né? Ponho a mão no aluno, falo: "Nossa, você voltou ótimo, você tá super bem". Mas é questão de duas, três semanas para ele voltar aquele padrão tenso de
novo, não consegue, não consegue dar essa manutenção. Então ele precisa encontrar isso aqui na sua casa, no seu dia a dia e na sua rotina, entendeu? E e essa acho que é a maior dificuldade, o maior desafio das pessoas. E por isso que eu tô encontrando esse desafio, porque quando eu pergunto o que você tá sentindo na sua casa, ah, tô achando bonito, não. Falei não é isso que eu tô perguntando, né? Eh, vamos lá. cada corpo, né, a gente sabe que ele é único, certo? Eh, como é que a consciência corporal pode ajudar uma
pessoa a a respeitar esses seus limites aí, né? Se sentir mais livre, mais pertencente, né? Como é que como é que a pessoa identifica isso? Exatamente. Entendendo que cada corpo é único. Ela não pode se comparar com ninguém, ela não pode querer fazer o treino de ninguém. Cada corpo é único. E mas isso é um problema hoje em dia, né? Total, total. Olha só, a gente a gente é único emocionalmente. Então, pessoas que que t a mentalidade mais forte, que passam por um problema, por uma situação difícil e logo se recuperam. E tem pessoas que
são mais sensíveis, tem pessoas que levam um tempo maior para absorver aquilo e tá tudo bem, cada um no seu tempo. Então, se eu sou diferente emocionalmente, se fisicamente eu sou diferente, tem pessoas que tm a perna mais longa, a perna mais curta, tem pessoas que tm o tronco mais longo, então então eu sou único, eu tenho que entender o que é bom para mim. Então, sim, as pessoas vêm com essa questão, ah, porque ela falou que aquele Exercício é ótimo, nossa, ajuda. E ela vai executar e para ela é péssimo. Então, assim, não dá,
não dá para você ficar fazendo uma coisa porque o outro falou que é bom, mas que para você não tá sendo benéfico. E isso também é uma coisa que a experiência, a vivência, né, o tempo dando aula me trouxe que a gente tem que saber identificar quando aquela atividade não é boa pra pessoa. Nem todo mundo nasceu para aquilo. Então, que nem, por exemplo, eu adoro correr, então por muito tempo eu falava pros meus alunos: "Ah, você tem que correr". Não, correr é a melhor coisa que tem, a melhor sensação que dá. E eu insistia
com o aluno e eu via que não ia. Hoje eu já entendo. Hoje eu já entendo. Eu insisto no começo, uma, duas. Claro que às vezes no início você vai fazer um movimento e você se sente totalmente desconfortável, mas é uma questão que você ainda não tem mobilidade, você não tem alongamento, você não tem força. Então qualquer coisa que você fizer vai ser ruim. Só que se eu venho trabalhando isso com você, mobilidade, força, alongamento, te ponho para correr uma vez, é ruim, te ponho na segunda, é ruim. Aí chega um momento, quarta, quinta vez,
que eu falo: "Não, não é pro Gláuscio correr. Glácio, vamos tentar pedalar. E se a gente pedalar? E se a gente nadar?" Entendeu? Então, eu não posso comparar com ninguém, fazer o treino de ninguém. Eu tenho que entender o seu corpo, você tem que se entender porque você também tem que me dar um feedback, você também tem que falar o que é bom, o que não é bom para você. E às vezes a pessoa não tem essa percepção, né? Então ela tem que falar: "Olha, um desconfortável, mas acho que dá, vai, vamos tentando." Não, tá
melhorando, tô me sentindo melhor, não. Toda vez que eu faço é muito desconfortável. Então, vamos tirar que esse exercício não é bom para você. Então a gente tem que ter esse feeling também, porque eu quero que o aluno termine sempre o treino melhor do que ele chegou. É. E aí também tem sentir bem, sentir bem e sentir livre, né, para fazer o que seja prazerosa, né? Nossa, toda vez que eu vou lá me dar aquele exercício, eu odeio, não me sinto bem com aquilo. Uma coisa é um um exercício que não é bom para você,
outra coisa é você ficar no treininho fofo. Então assim, depois que eu entendi você, Gláuscio, que eu conheço o seu corpo, eu sei o que você precisa, eu sei o que é bom para você, sei também o que é muito difícil, eu dou esporadicamente também, porque eu não quero que todo treino você saia com essa sensação ruim. Então, de vez em quando eu coloco aquele exercício que você não gosta, mas eu sei que é bom para você. Mas eu quero também te desafiar, porque eu preciso disso. Pra gente criar eh mudanças, né? A gente precisa
de desafio. A gente também não pode ficar, ah, então é, então para mim eu só gosto disso, disso e disso, eu só vou fazer isso. Não, também não é assim. Vamos entender seu corpo, vamos ver o que é bom para você. Aquilo que é muito desconfortável a gente tira, entendeu? E aí em cima disso a gente cria desafios. É, eu já vi algumas pesquisas e já ouvi algumas pessoas falando que é assim, se você não der conta de conseguir deixar o seu corpo, né, de forma saudável, estética e tudo mais, você não dá conta de
fazer nada na vida, né? É. E o maior desafio é esse, né, do corpo, né? Se você, se você conseguir colocar o seu corpo dentro daquilo que é o seu objetivo de saúde e físico, você dá conta de fazer qualquer coisa na vida. Sim, né? Existem estudos que os grandes empresários, né, eu conheço já vários, se você for olhar o shape deles ali, a saúde desses caras, é uma coisa, tem essa relação del S tem total, total. Disciplina, disciplina, foco. Se eu tenho disciplina para acordar 4 da manhã e correr, o resto fica fácil, né?
Não é? Então, justamente é o que eu tô te falando. Por isso que eu falo, não é só o exercício em si, é a mente. Acho que alguma que uma coisa tem que ser muito para me abalar assim, porque é porque as pessoas acham que é fácil. Ah, ela tá acostumada, ela. Eu tô falando de mim real, acordo todo dia às 4 e 5 da manhã eu tô na no parque correndo. Eles acham que você já nasceu personal, que você não já que personal, você não treinar, né? Todo dia quando eu abro o olho às
4 da manhã, minha vontade é desligar o despertador e voltar no É lógico. É que todo mundo quer, né? Acha que eu levanto sorrindo e é indo frio, né? Ainda. Então assim, é uma disciplina, entendeu? Que você vai colocando na sua cabeça que não tem negociação. Para mim não tem negociação. Acordei, abri o olho, vou correr. Aí, aí sigo a vida. Então é o que eu tô te falando. Aí as outras coisas não te incomoda tanto, né? Porque você já tá acostumada com o desconforto. Por isso que eu te falei, a gente vê o treino
que é bom pro aluno e cria um desafio. A gente não pode fazer um treininho fofo. A gente tem que estar sempre se desafiando, porque você fortalece, não é só o músculo, você fortalece a sua mente também e a saúde junto. É, é um monte e aí você volta pra sua casa, você curte até melhor, né? E você fica com vontade de de ter uma casa, né, aconchegante, bonita, de cuidar das suas forças, de se livrar do que não é bom. Você tá cuidando do seu corpo, você tá saudável, você tá bonito, você se olha
no espelho, você se gosta, você vai querer sua casa bagunçada, você vai querer seu armário cheio de tranqueira. É muito louco. É muito louco isso. Dá, você já quer comprar uma roupa nova, você já quer, entendeu? Porque às vezes as pessoas estão às vezes as eu eu já vi situações, né, de pessoas que eh às vezes gastam rios e dinheiro para reformar a casa e ficam naquela coisa do ter: "Ah, eu quero ter esse sofá, eu quero ter isso." A casa às vezes tá incrível, eu olho pra pessoa e ela não tá investindo nada nela.
É em termos de você é a sua principal casa, né? E aí que que acontece? Passa um tempo, eu vejo que aqui aquela esse ter ele veio mais para suprir uma carência, uma necessidade que talvez ela tá ali, que ela não conseguiu identificar, porque às vezes eu vejo que ela está acima do peso, que uma série de coisas, né, que a pessoa tá sempre reclamando e morando numa casa que eu olho, é uma casa bonita, mas ela não conecta. Sim. Ela ela não tá conseguindo curtir a casa. É, exatamente. Fala assim, cara, mas que coisa
estranha, né? E aí esse inverso que você fala é justamente isso. Às vezes você tá tão bem com o seu corpo, com a sua Mente, com a sua saúde que a coisa que você menos se importa às vezes é com a beleza. É aquele é aquele cantinho que eu sento no meu sofá ali, tem um tapetinho no chão, tem umas, sento, pô, baixo a luz, ponho uma música, respiro, me conecto, agradeço. Você vai dando outros valores também, né? Essa questão de agradecer também é importante a gente ressaltar, porque assim, quando você vai treinar, você vai
fazer a sua atividade física, a gente tava falando sobre isso, é, e a gente só reclama porque tem, às vezes a pessoa tem esse perfil, né? Ela, ela chega e fala: "Ai, vim assim arrastada porque tinha que vir mesmo, que eu não queria". Então, já é uma energia ruim. Faz o treino daquele jeito, termina e fala: "Ai, graças a Deus acabou". Então assim, eu sei que no início é difícil, né? Uma série de questões contribuem para um uma sessão de exercício físico ser ruim. A sua falta de força, de alongamento, de mobilidade, de rotina e
tudo tudo tá contra você. Mas você tem que verbalizar coisas boas. Cara, ainda bem que eu vim, ainda bem que eu tenho saúde, ainda bem que eu posso, né? Ainda bem que eu posso. Toda vez que eu termino de treinar, eu falo: "Obrigado, obrigado pela minha saúde, por eu estar aqui correndo. Olha que privilégio. Eu não tô, né, não tô doente, tô bem, tenho vigor, tenho energia. A gente tem só que agradecer. E isso vai mudando, vai mudando. Você vai começa a ver o exercício físico de outra maneira. Agora se toda vez que você vai,
Aquilo é um martírio para você, não? Aí a desculpa já aí a qualquer coisinha que acontecer vai ser o motivo que você precisa para parar. atravessa barra. Eu já peguei alunas uma vez, uma aluna me ligou e falou para mim assim: "Ah, eu tô querendo personal tal, mas, ó, me conhecia tal, conhecia personais à minha volta e falou: "Mas eu já fiz com o fulano, com o ciclano, com o beltrô, nenhum deu certo. Nenhum deu certo, tudo ruim, não sei o quê". Aí já me acendeu o alerta, né? Falei: "Pera aí, tem alguma coisa errada".
Aí eu falei: "Ó, não tem horário, não tem como, tal". Ela insistiu, insistiu, falei: "Tudo bem, só que antes eu quero conversar com você". Falei: "Ó, se você não mudar a sua mentalidade e não atravessar essa barreirinha, sabe? Porque assim, você tá sedentária, com dor, com uma série de problemas, você vai começar a fazer exercício, vai ser ruim, não vai ser bom, não vai ser prazeroso, você vai sentir desconforto, você não vai se sentir bem, então você tem que atravessar essa barreira e depois você vai começar a colher os benefícios." Então, se você tiver disposta
a fazer isso, você só vai reclamar para mim. Eu falei para ela, a dor, ó, a dor é de zero a 10. Você só vai reclamar para mim quando a dor tiver 8, 9 ou 10. Até sete você vai seguir. É. Aí ela falou: "Tudo bem, eu topo". E hoje ela tá comigo até hoje. Então é isso. Muito bom essa conversa. Vamos agora pra gente encerrar. Uhum. Vamos deixar aqui um uma atividade que você vai me usar aqui de cobaia pra gente deixar até como um exercício, Né? Porque é esses dois tr minutinhos que a
gente às vezes não para. Poxa, num dia de 24 horas, a gente fica às vezes aí 1 hora, 2 horas numa rede social, custa parar, né, esses 2 minutos, trazer esse sentir, se sentir acolhido, confortável, usar a sua casa, né, para isso, nem que seja de manhã à noite, antes de dormir. Então, vamos fazer aí uma atividade pra gente encerrar e deixar esse esse essa mensagem, essa mensagem pessoas. Vamos parar um pouco, né? Inspirar, vamos olhar para aprender a se conhecer, conhecer seu corpo e o melhor caminho é o exercício físico. Eu sei que eh
eu eu falando isso parece, né? Mas é é o melhor caminho. São pequenas coisas que a gente faz. E outra, gente, o dia tem 24 horas. Você acabou de falar isso. Você não pode tirar uma hora para cuidar de você, para cuidar do seu corpo. Cuida de O que a gente vai fazer aqui agora não vai durar nem 2 minutos. Você não pode parar um pouquinho e sabe, respirar, dar uma relaxada, sentir seu corpo. Pô, não custa nada, não é? Você não tá dando a importância para aquilo que mais, né? Então vamos lá. Você vai
ficar sentado. Quero que você mantenha a postura ireta. Isso, perfeito. Pode manter seu olho aberto por enquanto, tá bom? Eu quero que você respire fundo pelo nariz, solte o ar pela boca. Perfeito. Mais uma vez, inspira pelo nariz e solta o ar pela boca. Última Vez, glácio profundo. Inspira, vai sentindo o seu corpo e solta o ar. Muito bem. Agora a gente vai colocar um movimento a mais. Quando você inspirar, você vai levar os ombros lá na orelha, vai segurar um pouquinho e vai soltar o ar, relaxando. Tudo bem? Então, inspire, eleve os seus ombros,
solta o ar e relaxa. Muito bom. De novo. Inspire, solta o ar e relaxa. Última vez. Leva o ombro lá na orelha, segura um pouquinho, solta o ar e relaxa. Afasta a sua cadeira um pouquinho para trás, entrelaça seus dedos, ó. Empurra a palma da mão pra frente, solta um pouquinho a sua cabeça, relaxa o seu pescoço, solta a cabeça para baixo, queixo no peito, eleva os seus braços lá em cima. Agora isso, estica bem o braço, olha lá pra sua mão e alonga a sua coluna. Enche o peito de ar, solta os braços e
relaxa um pouquinho. Agora eu vou convidar quem tá aqui também para fazer, ó. É, eh, vamos sentar de uma maneira bem confortável. Eh, agora todo mundo pode fechar os olhos, não tem problema. Eh, Samara, tenta encostar as costas um pouquinho para você relaxar. Isso. Então, agora vamos manter os olhos fechados. Vamos, a partir de agora prestar atenção só na sua respiração. Vai inspirando, vai soltando o ar, descruza a perna, relaxa. Começa a relaxar seus pés agora. Sente lá embaixo os seus dedos dos pés. Solta, relaxa. Sente seu tornozelo bem soltinho. Vai respirando fundo, soltando o
ar. Relaxa as pernas. Sente as pernas livres, leves. Respira fundo. Solta bem o ar. Relaxa bem o seu abdômen. Solta os seus ombros. Relaxa a sua boca, relaxa a sua língua. Vai respirando fundo e cada vez que você soltar o ar, sente o seu corpo mais leve, mais solto, mais suave, livre de tensão. Enche o peito de ar, solta o ar e relaxa. Solta o seu pescoço, relaxa seu pescoço, os seus ombros. Mais uma vez, inspire. profundo. Solta bem o ar e vamos devagar abrir os olhos, Sentir o seu corpo, entrelaçar os dedos novamente, ó.
Dá aquela espreguiçada, estica a sua coluna e solta o ar. Muito bem. Aí, viu? Simples, fácil, né? Deu até sono, né? Já dá para marcar até outro já outro podcast. Já tô pronto. É verdade. Ah, é isso. Quantos minutos? Nada. Zero. E outra, hoje em dia tem muito na internet também, ó. Tem meditação guiada, você bota um fone, a pessoa vai conduzindo lá uma meditação de 5 minutos. Isso, gente, é é não, mas aqui, ó, é, eu, eu, eu me conectei ao meu corpo agora e em 2 minutos eu já senti ele todinho relaxado. E
é isso, né? Se eu faço, imagina eu fazendo isso dentro da minha casa, escutando uma musiquinha alav minutos vai dormir como? Ou você já acorda de manhã, né? Sim. A gente acorda pulando da cama, aquela coisa lá atropelando, né? Sim. Obrigado, viu? Eu que agradeço. Foi um incrível. Acho que temos muito assunto pela frente próximos. Verdade. Sim, vamos falar mais. É, vamos falar, mas eu acho que a o objetivo foi cumprido, né, que é a gente trazer um pouco dessa consciência corporal para as pessoas se sentirem bem dentro de casa, usarem a casa, né, para
trazer essa consciência. gostoso, bonito, que se identifique com ela. E para isso ela precisa se conhecer. É, às vezes ela tá, né, trabalhando em casa e não tá bem, Justamente porque ela ainda falta isso, falta ela se conectar com ela para ela deixar aquele ambiente com a cara dela, com com sentir, com sensações boas, não só bonito, porque às vezes você tá numa casa bonita, mas você falou e você não tem uma sensação boa. Então se conheça, se permita, né, ser ajudado também, se abra pro novo e aí você vai conseguir se conhecer melhor e
ter um espaço mais com a tua cara que te traga sensações boas, né? Muito bom. Obrigada, viu? Agora relaxado, eu encerro esse papo no estúdio e eh entendendo o que é isso, né? Esse sentir, quando a gente traz essa consciência, a gente sente, se sente melhor dentro das nossas próprias casas, se sente bem no ambiente de trabalho. E esse exercício que ela trouxe, né, foi 2 minutos. Antes de encerrar, a gente tem, né, meus convidados meio presente aqui. Ah, olha, eu trazer uma uma para justamente trazer essa essa turma do cheirinho. Sim. E a gente
trouxe, né, eu fiz esse lançamento e aí eu trouxe para te dar de presente para você usar na sua casa para ter esses momentos de relaxamento também. Usarei com certeza. E aí você me avisa. Bom, bom. Eh, foi feito com bastante carinho porque eu acho que a a a a a as memórias olfativas, né, você também os os cinco sentidos, né, eu acho que o olfato para mim é nossa casa é incrível, né? Então, espero que você curta. Obrigada. Então é isso, papo de estúdio encerrou, todo mundo calminho. Semana que vem tem temos novos novo
episódio. Grande abraço, fiquem bem e até a próxima. Valeu,