a extensão ou comunicação o espaço agrário como tantos outros espaços não tradicionais podem ser visto como mais um ambiente passível da comunicação educadora dentro dessa perspectiva paulo freire publicou pelo instituto de capacitação e investigação em reforma agrária em santiago do chile sua obra e extensão ou comunicação o livro questiona qual seria a melhor metodologia a ser aplicada pelo indivíduo responsável por uma ação transformadora por meio do ensino e estendesse o conhecimento extensão ou basear se na comunicação para modificar os cenários que precisam de mudanças a comunicação dessa forma a obra traça um paralelo entre a
relação do agrônomo com o camponês ea relação do professor com o aluno freire começa seu trabalho com análise do termo extensão a problemática deste termo gira em torno da idéia equivocada de posse absoluta do conhecimento sem que haja troca em formato hierárquico segundo o autor a extensão surge com uma substituição de uma forma de conhecimento por outra trata se da apuração de estender ou transmitir onde o conteúdo estendido se torna estático a falta de diálogo nas situações de tensão lista exposta pelo autor na qual havia um sentimento de superioridade com parte do suposto detentor do
conhecimento pode ser observada no embate claro entre a técnica ea prática que acompanha a economia agrônomo e camponês o diálogo se perde em meio ao ego construído sob a égide do desenvolvimento o termo comunicação talvez casa melhor no conceito de troca de saberes entre os interlocutores nenhum meio ou pessoa física possui o poder de dar voz a alguém mas de potencializar a voz que já existe a formação do sujeito crítico é princípio básico para que uma ação seja considerada de caráter educativo sendo a educação é o ideal baseada no modelo da comunicação os modelos aparecem
economias e excludente nas quais não é possível uma simbiose de conhecimento mas por exemplo a predominância da técnica sobre a prática a ausência da criticidade autêntica capaz de conscientizá los se eles sociais a serem sujeitos de transformação do mundo causa a fragilidade presente nas relações de saber o conhecimento não se refere apenas ao que está escrito nos livros didáticos mas em tudo que se estabelece nas relações homem homem e homem mundo desta forma a obra nos conscientizar que é necessário abrir mão da definição assistencialistas de extensão e trabalhar a partir do diálogo dando margem para
o verdadeiro espírito libertador do conhecer a obra extensão a comunicação está organizada em três capítulos o primeiro capítulo o livro trata da atividade educativa que acontece nos assentamentos da reforma agrária no chile através da extensão agrícola surpreender que a tarefa do estêncil mista é maior do que aparenta ser freira e não permite que a estação seja compreendida por este termo o livro inicia com esclarecimento semântico do termo em extensão nesta obra extensão é compreendida como uma ação de estender algo a alguém analisando o campo associativo do termo extinção seria apresenta os seguintes termos transmissão recipiente
conteúdo entrega messianismo superioridade inferioridade mecanismo invasão cultural estes termos remetem à idéia de manipulação e coisificação do homem o negando com um ser transformador do mundo na visão de freire o trabalho do agrônomo não pode ser o adestramento nem sequer o treinamento dos camponeses nas técnicas de ar a semear escolher entre outras embora reconheça que em situações destas ações possam ser mais rentáveis não contribuíram em nada para a afirmação destes homens como homens mesmo estarão apenas uns coisas ficando no capítulo 2 cheiro e aponta que o homem é o próprio ser atuante e pensante do
seu meio é homem porque está sendo no mundo e com o mundo este estar sendo que envolve sua relação permanente com o mundo envolve também a sua ação sobre ele sendo assim teremos claro anúncio da compreensão de nossa ação e o que ela possa trazer para mim e para o outro quando a ação reflexiva e dialogando com o outro e para o outro como sujeito não existe ação sem o diálogo extensão o tema extensão traz uma relação significativa como construção do conhecimento a invasão cultural acontece quando o sujeito é contraditório ao diálogo traz teorias que
não conduz com o meio despreza os saberes trevas do local e manipula os sujeitos a novos saberes puramente técnicos sem nenhuma reflexão sobre o que pode ou não pode beneficiar o sujeito envolvido no processo de aprendizagem as relações entre o invasor invadidos que são relações autoritárias situa seus pólos em posições antagônicas a propaganda os longas os depósitos os mitos são instrumentos usados pelo invasor para lograr seus objetivos que são pessoa deus invadidos de que devem ser objeto de sua ação e que devem ser presas dóceis de sua conquista daí que seja necessário ao invasor descaracterizá
cultura invadida com percebeu fio enchê la inclusive de sub produtos da cultura invasora daí a importância de uma educação biológica é óbvio que o papel do professor em qualquer situação é importante a emergência de uma educação biológica irá possibilitar um alargamento da compreensão da realidade complexa dinâmica e relacionar com o renascimento de um novo espírito que reconhece que está entre as disciplinas através dos diferentes disciplinas e além de qualquer disciplina em seguida teremos uma análise do papel que deve cumprir o agrônomo sem nenhuma divisão entre o técnico eo cultural a partir do momento que passa
a participar do sistema de relações homem natureza o trabalho do agrônomo assume então um aspecto mais abrangente em que a capacitação técnica dos camponeses se encontra solidária outras dimensões que vão mais além da técnica mesma esta responsabilidade é do agrônomo que o situa como um verdadeiro educador faz com que ele seja um dos agentes da mudança na última parte do livro freire direciona seu discurso em torno de duas idéias centrais extensão ou comunicação ea educação como a situação de hipnose há lógica no primeiro ponto freire destaca o conceito de comunicação apontando o mundo humano com
o mundo de comunicação e associando a a comparticipação do sujeito no ato de pensar dessa forma a comunicação é posto como a relação que envolve reciprocidade diálogo e busca do significado significante nesse sentido freire enfatiza o papel da relação pensamento e linguagem contexto ou realidade e afirma também que o processo de comunicação humana não pode estar em um exemplo dos condicionamentos sócio culturais no contexto dessa obra é o cheiro e defende que a ação extensiva não forneciam os camponeses a oportunidade de refletirem sobre seus condicionamentos sócio culturais mas antes enfatizavam a uma suposta incapacidade a
lógica destes trabalhadores já no segundo ponto ao colocar a educação como uma situação de hipnose lógica na qual o indivíduo é desafiado a pensar corretamente e não apenas a memorizar freire enfatiza o papel da problematização e da conscientização no contexto dessa a ação libertadora para ele a problematização está ligada à reflexão sobre o conteúdo fruto de um ato ou sobre o próprio ato sendo assim problematiza um conteúdo é diferente dissertar sobre ele diferente também de entregar uma ontem com algo pronto ou acabado freire afirma que a formalização é dialética e não há como estabelecer lá
sem comprometer se com seu processo todo esse processo de problematização definido por freire divergem da proposta de treinamento na ação extensionista da escrita pelo autor lá no primeiro capítulo outro conceito enfatizado por freire é o de conscientização que para ele consiste em um processo que não se dá de forma isolada mas as relações de transformação com o mundo para ele para que a conscientização aconteça é necessário que a tomada de consciência ultrapasse a mera apreensão do fato colocando o indivíduo de forma crítica um sistema de relações na qual ele compreende a totalidade ea profunda se
esse processo não se dá de maneira individual mais social e jamais pode acontecer a não ser através da práxis nesse sentido o trabalho do agrônomo e educador com os camponeses precisaria faltassem relação de diálogo horizontalizadas buscando conhecer a realidade desses trabalhadores para melhor transformá-la de um modo geral em toda obra freire responde negativamente a extensão colocando-a como algo ligado ao adestramento ea domesticação dos indivíduos evocando a comunicação enquanto uma prática fundamental no diálogo na problematização da criticidade e reflexão como verdadeiro caminho de libertação e conscientização dos camponeses [Música] [Música]