Olá assombrados eu sou Ana Paula do blog assombrado.com.br nós decidimos o que vamos fazer com Os relatos eu vou contá-los para vocês não são relatos meus são relatos de outras pessoas do pessoal que envia Os relatos pro blog E eu vou contar aqui alguns E hoje vamos com o relato o dia em que encontrei a desgraça na rua o relato é realmente assustador aconteceu em setembro de 2013 A moça diz que xingou a tarde inteira o palavrão se podemos dizer assim desgraça pelada eu nunca tinha ouvido desgraça pelada ó o trem o trem tá passando
agora [Música] desgraça pelada por que pelada enfim ficou falando essa palavra a tarde inteira e à noite ela viu a desgraça pelada ou não Ela diz que a noite voltando da faculdade estava descendo a rua dando risada lembrando de tudo que estava acontecendo e ela escutou uma gritaria um vuc-vuc lá mas não deu bola porque achou que fosse tinha uns adolescentes que estavam saindo da escola aquele horário também ela achou que fosse aquilo e nem deu trela até que o último carro saiu do semáforo e ela se deua que tava tudo deserto não tinha uma
viva alma na rua e ao longe ela viu uma mulher que vinha andando desengonçada Imagina a cena essa pessoa parecia est com pressa e segurava uma garrafa de vidro Verde escura na mão mas até então não tinha tinado ela disse que é kardecista e há um tempo atrás ela recebeu recebia a visita de uma o espírito de uma mulher que dava uns conselhos para ela e ela ouviu a voz dessa mulher dizer que a aquilo que estava vindo ali De frente ia passar por ela mas em hipótese alguma era para ela olhar para aquilo era
para ela baixar a cabeça e continuar indo reto rabinho quieto então ela continuou andando e aquela pessoa vindo de encontro e vinha gritando um monte de palavra de ódio xingamento e quando começou a se aproximar ela vi aí que ela viu que era uma mulher ela baixou a cabeça e continuou e aquela mulher veio xingando quanto ela ela se aproximava começou a ver um cheiro de carniça no ar e a Muler falando um monte de coisa estranha sussurrando umas palavas estranhas e tinha muito ódio na voz daquela mulher e quando ela se aproximou rabinho quieto
e quando aquela mulher foi se aproximando a curiosidade falou mais alto e ela desobedeceu a voz e olhou Então ela observou que a mulher tinha cabelos negros uma pele muito branca era muito magra muito muito magra tava vestindo uma saia longa Rosa uma blusa de manga comprida rasgada também Rosa os pés eram enormes e o olho era muito estranho emanava muito ódio aí quando ela olhou o bicho começou xingar ela sua vagabunda sua piranha sua desgraçada você não queria me ver agora olha para mim é para mim que você tem que olhar Sua vaca Sua
vagabunda sua pi pi pi monte de palavrão que eu não repeti aqui porque eu tenho vergonha e ela fala você não me chamou eu tô aqui agora olha para mim vai vai é de gelar espinho ou não é a moça baixou a cabeça de medo continuou com o canto do ol ela olhou aquilo que continuava xingando xingando ela e falando olha para mim você não me chamou sua vagabunda Aquele olhar dava para sentir aquele ódio do lado dela e a voz falou e ela no medo Ela pensou vou sair correndo é claro qualquer um ia
pensar vou correr desse bicho mas a voz falou no ouvido dela não corre continua andando não olha para trás não olha para isso vai em frente então dessa vez ela resolveu obedecer a voz e continuou andando e e aquilo foi xingando foi falando até que um ônibus passou no ponto ali na rua que ela virou mudou de Calçada foi andando caminho dela e então o ônibus passou aí de repente voltou movimento na rua as pessoas de novo os carros e no que ela virou olhar o cerno já não estava mais ali não tinha para onde
ter ter virado Rua esquina não tinha para onde ir aquilo que em segundos sumi até hoje ela morre de medo quando lembra daquilo e e ela fica pensando será que foi a desgraça pelada que ela viu mesmo na rua Aquele dia e se ela não tivesse obedecido de novo a voz no ouvido dela dizendo que não era para correr se ela tivesse corrido que será que teria acontecido só que o a desgraça pelada ia correr atrás dela ia pegar ela não quer nem nem lembrar nem saber o que aconteceria que teria acontecido e é isso
aí aí fica fica a dica né Não xingue não fale essas palavras nefastas não sai xingando por aí minha avó também dizia minha avó falava isso você ficar xingando uma hora ela aparece para você acho que era justamente disso da desgraça da Caipora também ela falava que não podia ficar falando caipora que o Caipora aparecia ai deixa parar de falar eu não vou nem contar mais não vou nem ficar falando muito isso não que eu não quero ver nada quero ver nada longe de mim e esse foi o relato o dia em que eu encontrei
a desgraça na rua ou algo assim espero que tenham gostado se gostaram dá um joinha um curtir um gostei se inscreve que a gente vai fazer eu vou fazer mais vou contar mais relatos daqui pra frente vamos ver se a gente consegue soltar um por dia mais ou menos no novo cen que de boa plantas atrás certo e não xinguem ó ó tapa na boca se xingar hein melhor um tapa na boca do que depois encontrar desgraça na rua tchau