E aí, G1! As Narrativas Compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo nosso querido professor Luiz Fernando. Agora já chegamos aqui, né, pelo menos em 2020.
E aí, ele vai falar um pouquinho a respeito, mas nada impede de ele falar o que quiser a respeito de outros momentos anteriores também. Mas, dentro da narrativa, concluímos que estamos em 2020, então fique à vontade, Fernando, para falar o que você quiser. Muito bem!
Bom, Roberto, a nossa conversa é uma delícia, e ela é provocadora porque provoca reflexões, tanto afetivas quanto intelectuais. A gente está falando de muita coisa que tem a ver com ciência e com a nossa trajetória, mas vamos às questões mais afetivas, aquelas que mais cutucam a gente, né? Então, eu diria que, falando lá do Galileu, ele apresentou as teorias dele, não é?
Ele falou que enxergou longe, chegou aqui porque se apoiou, subiu nos ombros de gigantes, né? E é isso. É porque a gente está falando aqui que eu quero deixar bem claro que a minha história é muito um "João Ninguém", assim, sabe?
Não tenho nada de especial, não. Sou só uma pessoa que costumo dizer para os meus colegas, para os meus inimigos, especialmente: eu sou mais ou menos, sabe? Sou tudo mais ou menos.
E o que eu consegui, eu consigo diante de todas as circunstâncias, né? Mas eu sou mais ou menos por inteiro entender que eu faço. Eu sou mais ou menos, né?
Disso, nesses blocos todos que nós fizemos. Olha, não sei realmente se é de grande interesse, né, ou uma live com uma pessoa assim, e não precisa, pelo menos, mais ou menos, que já é bastante. E eu agradeço a sensibilidade disso e à oportunidade, e ao Felipe Camargo por eu poder falar um pouquinho com vocês e contar um pouco sobre as coisas.
Porque uma vez, nosso colega, lá da Camisa, professor Adilson Cézar, e ela, Diretoria Geográfica de Sorocaba, numa das nossas conversas – eu tinha várias com ele no intervalo – ele falou: “Você não quer participar do Instituto? ” E quem sou eu para participar desse tempo histórico e geográfico? Não tenho nada na minha cabeça da época pensando assim.
Que figura histórica sou eu, né? Depois, obviamente, fui descobrir que existiu a história do cotidiano da gente, né? E que, mesmo a gente sendo pequeno, a gente faz um mosaico que dá uma noção do que foi determinada época.
E eu acabei não entrando no Instituto por outras razões, mas eu acho que aqui o meu depoimento é uma капитал, né, do que é que parece ser uma época, uma geração, na forma de educar, na forma de estudar, na forma de viver. E como vocês já devem ter observado, guarda pouco, hoje em dia, de tudo isso, né? Mas as buscas não são mais feitas através desses livros, são pela internet.
Os contatos são feitos por outras tecnologias. Relacionamentos, tendências estão passageiros, que a gente mal lembra o nome dos colegas de escola, dos professores. Eu tenho na minha cabeça um poema da Cora Coralina, quando ela faz uma chamada relembrando os nomes de todos os coleguinhas de escola dela, sabe?
Ela, no livro "Eu Limpei de Cobre", sabe? Acho que é a primeira professora da minha escola, uma coisa assim, relembra com certo saudosismo como eram as aulas, na palmatória. E ela começa terminando fazendo uma chamada dos lados dos colegas de classe, né?
E eu lembro que não chamaram pelo nome, sabe? E eu tenho isso na minha memória. Não falei aqui, mas grande parte dos colegas meus que estudaram comigo, eu seria capaz de fazer uma chamada deles, sabe?
Só que não gosto de ficar procurando por nenhum deles nos grupos que têm no YouTube, sabe? Aqueles grupos que as pessoas fazem para conversas. Não perturbe, na verdade, no Facebook.
Já não convidei várias vezes, mas eu não fico sonhando muito em compartilhar meus momentos com eles assim. A história ficou ótima do jeito que ficou. Eu quase não converso com ninguém.
Aliás, essa é uma das razões pelas quais eu gostaria de pedir desculpas, inclusive, pela minha saída meio não avisada, né? Ela foi muito preparada, só não foi muito divulgada. Para sair também são amigos.
Não me despedi da minha colega Denise Gomes, que coordenava o curso de Letras na época, e da Daniela, do Paulo, do Edson, do Alexandre, do Roberto, do Samuel, que está aí, da Magda Soares, de todos os colegas, né? A Dina, a Maria, que eram nossos muito amigos. E saí por questões documentais, saí meio em cima da hora.
E outras razões que me levaram a sair sem dar um “adeus”. Mas, abraçadas assim como o Pedro, e como eu não sou muito de ficar conversando pelas redes sociais e lembrando de coisas, marcando aquele dia, então eu praticamente não me expliquei para ninguém. Aproveito aqui essa oportunidade, viu, Roberto?
Um aviso, ele só que eu agradeço, né? A Ana Maria, que foi a professora que deu aquele paninho desde o começo, quando eu entrei na Uniso. Ela me ofereceu as aulas que ela dava no Estadão e para mim, como é que chama assim, na reposição, é proporção, substituição, exato!
Ela me deu uma grande força para eu continuar trabalhando na Uniso e uma oportunidade de voltar ao Estadão como professor. E foi uma delícia estar naquela calça, para a pessoa que era proibido entrar quando a gente era aluno, né? E na biblioteca que eu fui visitar.
A biblioteca procurar o pajé era um dos inspetores lá, Seu Minutinhos, que também trabalhava lá, né? Rever esse pessoal todo foi uma grande alegria para mim. E quem lhe deu essa alegria foi Ana Maria.
A minha entrada na educação estadual, né, como se deu também por um outro convite muito generoso, quando eu escolhi meu sexto ginásio, professor de educação física, e ele ensinava a jogar handebol. Eu nunca fui bom de rede para o negócio, ela é outra, é bom, mas só que eu jogava xadrez. E aí, porque eu já tinha aprendido xadrez lá no SESI, eu já praticava em casa, tinha uns livros e tal.
É uma coisa que eu faço até hoje: jogar xadrez. Ele me convidou para fazer parte do torneio interescolar lá, e eu fui levado por ele dentro de carro até o clube de xadrez, que eu achava que descobri na Rua Santa Clara. Eu passei a frequentar, porque passei a conhecer que existia o Chaves Clube, né?
E Pilar, acho que eu joguei duas partidas em duas oportunidades, e ia tirar a sorte de ganhar, mas eu não lembro muito bem o que aconteceu com o final do torneio. Honestamente, acho que eu mudei de escola. Eu não sei.
Eu sei que depois eu fui conhecer e reencontrar o professor Newton lá na Uniso e fiz, com ela, a esposa dele, a professora Maria, que é uma maravilhosa professora e pessoa. Foi justamente a professora Maria José que se tornou diretora de uma escola chamada Escola Padrão, naquela época em Votorantim. Justamente ela que me convidou para dar aulas para meninas na rede pública lá em Votorantim e que me ajudou a sair do zero do placar.
Você era um pouco, e a partir dali não só fiquei com muito mais aulas nessa Elsa Silvestri, eu gostava muito de lá e me dei muito bem lá. Depois eu fui ganhando essa pontuação, podia trabalhar melhor, né? Pegar outras escolas.
E eu, na verdade, fiz concurso público, depois passei a Chiquinho, inglês, péssimo lugar, em português, incesto, e acabei saindo de lá da escola. Para te esperar, já tinha saído fazia tempo, mas foi ela que me deu essa iniciação para eu entrar na rede pública. E a sua espera na mente, graças a ela, ao Seu Nilton, né?
E me perdoa, eu não jogava handebol, mas poder jogar xadrez. Outra coisa que eu queria dizer, nessa minha. .
. é mais ou menos como o Manoel de Matos, né? Nessa minha insignificância, é o quanto eu agradeço aos outros professores da Uniso, lá no Trujilo, que recebemos também, né?
A Maria Virgínia, como a Gelatina, né? Aconteceu Roberto, o professor José, valor do gás parque. Todos tinham sido entre todos, tanto os outros.
. . Vai que agora acho que eu não vou conseguir lembrar.
Ana Maria, que eu sigo meus professores na graduação, né? Então, esse é bem recebido por eles. Foi o voto de confiança e me alegrou muito.
A Perugini, inglês, a professora, bom, né? A professora de inglês, eu gostava muito dela. É, menina, eu sei como é que era Roberto da cabeça.
É melhor você, você é muito simpática, me apoiou de tudo quanto é forma. Então, tenho recebido por toda essa. .
. esse pessoal bom, né? Eu só vou me ajudar, piorou a seguir o comportamento deles ético com os alunos dentro da instituição.
E quando eu fui trabalhar com tecnologia, eu comecei devagar, sabe? Que nem quando a gente fica com uma sopa quente, a gente vai tomando pelas beiradas, né? Eu também não sabia muita coisa, mas eu fui, por exemplo, o primeiro professor que deu um curso de navegar na internet.
E lá na mesa do seminário, porque as pessoas estavam começando a comprar o Windows 95, que eu acho que tinha no laboratório, o vinho azul com programinha de conversação, né? Mas ninguém sabia nem como usar. Aí, mesmo como usar o Netscape da época, lá, quero navegador.
Era muito confuso para todo mundo. E eu, como eu tinha estudado aqui do zap, a iniciativa própria fui dar um curso lá, sabe? E foi o primeiro curso, até o certificado.
A biblioteca da Uniso também começou nessa época, ter dois computadores na entrada, lá da terra, para que ela não pudesse consultar digitalmente alguma parte do acervo, inclusive pela internet. Só que as pessoas não sabiam lá navegar na internet, fazer buscas, ela tipo da web 1. 0 era muito pesada ainda na reta.
Então, quando eu. . .
nesse curso, foram videoteca, caras, fazer o curso, foram alunos, porque queriam aprender a fazer essa navegação no curso de hotelaria e turismo. Depois, quando eu comecei a dar aula de inglês para fins específicos, eu levei para conversar uma com a nossa bibliotecária, acima. .
. só muito, muito boa, muito generosa, que você que me atendeu bem. E é excelente para uma empresa grande.
. . Sony, número, seu WhatsApp, a Vilma, parecia.
Ela me emprestava os computadores lá da biblioteca do campus, né? Para eu levar meus alunos. Se ela faz: "O que você quer?
Trazer os alunos aqui para ver, olhar, eles vão fazer um teste de navegação, entrando em hotéis no mundo inteiro e preenchendo ficha. " Ou você for assim que fazer a sua hospedagem no hotel. Só que, obviamente, que na hora H eles não vão colocar número de cartão de crédito.
Ou seja, ficava mais. . .
eles vão te passar por todo o processo, né? Eu vou deixar aqui digital, né? E o pessoal vai aproveitar, papelaria, todos aproveitar que vai estar trabalhando em inglês.
Entraram em inglês, bem na prática. Então, fazer aquela fila. Não tinha.
. . não tinha os laboratórios ainda, informática, né?
Que tinha tava muito utilizado pelo pessoal de análise de. . .
Sistemas, né? A ciência da computação, e ela gentilmente sedia. Lá, entra naquela fila de alunos, tá?
Da noite, aquele pessoal todo, tá para estudar inglês. Um computador que tínhamos, irmãos lá, né? Depois, uma outra pessoa que tem muita gratidão, que foi a professora Vânia, né?
Que trabalhava na pedagogia. Vânia, como é que buscou? Buscar na boca está muito bacana.
Ela tinha feito uma viagem lá para Cuba e aprendido algumas coisas sobre educação a distância, e ela estava se tornando ali já uma pessoa, era uma referência nessa opção. Mas, quando a situação começou a voltar os olhos melhor para isso, ela acabou fazendo umas reuniões comigo e assando a minha saída. Convenceu, porque, na verdade, ela deu o início, né?
E você que pegou e deslanchou, mas, com certeza, foi muito importante. A confusão começou, com certeza, foi ela. Acho que você foi.
Ela abriu o caminho, né? Falou: "Olha, isso é possível, vamos acreditar. Eu já vi em outro país, aí não sei o que, literatura de lá que nós lemos.
" Só que, na hora de encabeçar o projeto, ela achou: "Bem, eu encabeço você! " Tanto é que eu compartilhei com ela, fiz várias reuniões, muita coisa do material, até que ela falou com o Fernando: "Vai com você. " Mas é uma gratidão imensa, né?
A confiança que ela teve, também, não sei, dúvida, eu pudesse conduzir, né? Pouco, ser desse processo todo. E, então, o caso da tecnologia na educação é a minha.
Foi entrando, é como é que a gente vai dizer, não é de repente, mas subliminarmente. Subliminarmente, a situação foi colocando computadores, vai, colocando diário de classe e as coisas, biblioteca. Quando a gente viu, aquilo tudo já estava tomando conta.
Para o problema, né? Para se infiltrando, né? Fazendo parte da nossa vida.
A questão é que eu vou fazer isso pela educação. E aí, eu conversando com o Roberto aqui, eu devo praticamente tudo, né? Porque foi ele que realmente abriu as portas, e que levou muita pancada e segurou muito rojão lá, nesta nossa empreitada.
Quando a gente tocou, hoje, em 2002, faziam no centro de educação e tecnologia, que não era para chamar de saber, nem de educação a distância, ensino a distância. Era um centro de educação e tecnologia para a gente formar, centralizar as ações de tecnologia na recepção, informar, preparar as pessoas que se envolveriam com aquilo. Quem seriam as pessoas, inicialmente?
Começamos com os professores da instituição, através das raposas, curso de formação de professores que nós fazíamos. E, ainda porque, na época, o pessoal estava ainda muito assustado, né? Não confiava.
E, aí, eu estava participando do Sono Degradação, né? Dentro do âmbito nacional. E, lá, né?
A gente já estava discutindo muito isso, né? E aí, você acabou indo. Eu lembro que nós fizemos, dentre as conversas, eu lembro que a PUC do Rio Grande do Sul, a Solange, menina que era a pró-reitora de graduação, ela tinha já bastante conhecimento a respeito, estava desenvolvendo muito bem até lá, e as nossas aniversário de irmãs, né?
Então, as comunitárias, é a PUC. Então, aí, eu tinha com a minha Marinei, que era só rigor da PUC de Minas Gerais. E aí que nós pedimos, né?
Eu pedi para que elas abrissem é fácil para nós levarmos as pessoas para lá, para conversar. Aí você acabou indo para Minas Gerais, não foi isso? Você não chegou?
Aí nós passamos, tô jogando sujo, isso? Eu, você, o Adriano? É isso?
Que daí, nós fomos para a PUC do Rio Grande do Sul, para Minas. E quem foi para Minas? Aí, meninas, lembro, mas foi alguém para fazer algum curso lá que nós encaminhamos também, eu fui sim, né?
Pois é, mas é Mato Grosso, foi. Aí, você foi acabando com a Mato Grosso, jogou lá para mim exatamente. Aí que as coisas começaram a criar mais escuro.
É, isso que eu tava péssima, ficar mente. Não podemos deixar de esquecer sempre a importância da Vânia naquele processo inicial, né? E depois vai ser, deu, dá nada, mas não foi.
Não foi eu que fui, na verdade, foi toda a rede, o mesmo da época, e quem estava no entulho da reitoria, né? Vamos dizer assim que, além do professor Aldo, sempre foi muito. Foi a Dori, entendia, né?
A urgência, né? Necessidade, a importância daquela relação de educação e tecnologia. Mas também como toda a pró-reitoria, no tudo, né?
Roberto Miranda, naquele tempo, quanto a essa compra. A pessoa Fernanda, uma coisa completa, né? Eu não, vocês vão me perdoar se eu não lembrar o nome de todos os colegas, mas as duas reitorias, seus colegas, né?
O Sono, Rafael, nos ajudando com a legislação antes do modelo. É, nossa, o Rafael, uma maravilha do trabalho que ele fez por nós, que a gente fez as coisas com muito apoio. É, vou falar em apoio.
Preciso lembrar também, esses meus colegas me receberam muito, assim, bem lá no Trujilo, né? Que, quando eu comecei, muitos deles não eram a favor de educação mediada por tecnologia e em hipótese alguma, em corrente, no começo. Porém, a maravilha da coisa, eles nunca me atacaram.
Eles sempre discutiam umas questões que eles não concordavam e se posicionavam, né? Professora Maria Helena, mesmo, né? Falar sobre o nome dela mesmo, Roberto.
Acontecendo naquele. . .
Na cama Grohmann, Mariana Chroman, é uma professora Dulce, Maria Dulcina. E depois a gente convidou para ir assessorá-la lá na Secretaria de Educação, quando ela, polícia comunitária. Várias pessoas, na rua, linda, maravilhosa, sabe?
Que tinha uma ética, e a ética de não como cortar, mas sem criar, sendo o mundo ar, se atrapalhar o trabalho, né? Pelo contrário, né? Era falar: "Olha, vai, mas só que eu é que não vou.
" Outra, não acredito! Então, isso é uma coisa que vale ouro, sabe? Importância nessa opção, né?
De importância nos seus cursos e respeitando o diferente, entregando o diferente, o novo que chegar. Vamos pensar assim, né? E então, todas essas pessoas, eu sei que é mentira, né?
É na mente, grato mesmo, Roberto, aqui nas reuniões. E os professores, contudo, eram bombardeados, né? E desejavam um pouco os dados para o lado dele.
Para mim, segurava bem as pontas; natural, começa. Mas foi aí o apoio para, e também a direção, né? Com as ações acima da reitoria, né?
Que nós. . .
Se era na concentração, né? E era sempre. .
. Pensas, mas sempre favoráveis. Todas as pessoas.
. . Não tem essa, mas sempre respostas positivas, né?
Muito legal! Você se lembra disso, né, Roberto? Mas a gente nunca.
. . Sempre foi muito, muito bom!
Essa foi uma coisa bacana, tanto é que é verdade. E hoje a gente vê o pessoal da ilha de que ficou, mesmo caso Léo, né? A Dani, eu disse que por lá passaram, hoje, outros professores, né?
Como a Marcela Pessanha, o Vidal, né? Me dá um voto e outros seus colegas e fizeram o curso que você quer ir. Hoje, são os defensores dessa educação a distância.
E se eu não estiver exagerando, é um grande apoio para a instituição. Nessa época da quarentena, eu assisti algumas aulas, eu vi os vídeos. .
. É tudo e ver como é que a exceção se preparou para passar por essa fase sem perder o contato com o aluno, por causa das tecnologias. E por que foi feito o trabalho que dá credibilidade?
Isso eu não conheço. Primeiros cursos da novela dos primeiros nossos participantes, não dela, super apoiador: Fernando Negrão, que nós já falamos aqui. Muita gente!
Eu não consegui encontrar pessoas. . .
Muita mais de 300 professores, né? Então, se vocês me perdoem, mas eu, Luiz Carlos Mística, por exemplo, o professor Plínio, né? Roberto, esses cursos.
. . É gente!
Muita gente! Mas o que eu queria dizer a vocês, assim, ó: Esses cursos não são gratuitos. Curtinhos, consolidaram uma imagem boa da visão das pessoas sobre a relação de educação e tecnologia.
E essa distância, para a recepção, não ficou parecendo uma solução de última hora. As atividades à distância, agora nessa quarentena, já era um processo que vínhamos fazendo, inclusive com a prefeitura, né? Em vários lugares, com as ONGs.
Então, é uma coisa que já era das depressões. Eu acho que esse trabalho todo, o apoio de todas as pessoas confirma isso. E aí, com essa seriedade com a educação presencial, foi a mesma, abismada, da sociedade na educação mediada por tecnologias.
Nós passamos, por exemplo, pela produção de disciplina do curso de Letras, a comprovação pelo Calejar. Nós trabalhamos, Roberto, e eu, para criar, junto com o pessoal do Carreto Oria e com R, a profissão de tutor. Porque existia a professora, todo mundo falava tutorial ali, mas não existia para o cargo, né?
E precisamos colocar isso, porque umas questões de hora aula e hora aula que vale, quando a pessoa entra na sala à distância. Se ela trabalha no fim de semana, ela vai ganhar um adicional de hora extra. Nós discutimos questões que, na época, né, Roberto, ninguém discutia, como: "Não me escuta, esponja!
" Vocês têm tratado a pele da aula, não sei o que, governos têm colocado com seus professores. . .
Vão discutir como é que vai ser isso daí: se a hora essa, se você trabalha adicional, como é que é. Parece que virou tudo um bolo só. E nós usamos até fórum de graduação com a temática, né?
E esses fóruns, nessas discussões, é muito interessante que daí eu levava o fórum de educação nacional ou arranjos, hoje, regionais, né? E a Uniso, na verdade, colaborando, também. .
. Controle, a bom! Então, nossa preocupação foi, por exemplo, também reproduzir essas disciplinas na graduação para poder formar todos a partir da graduação, porque eles seriam, vamos assim, os profissionais da próxima geração.
Quando a gente começa, temos que formar cantores em serviço ali, para poder fazer o trabalho. Colocando isso na graduação, a gente não conseguiria. .
. Pessoas que tivessem empresa já e já saíssem com certa formação para trabalhar na tutoria. Fizemos cursos de extensão à distância de tutoria para preparar alunos para serem instrutores e acabamos contratando, Juliana, por exemplo, foi contratada como tutora a partir de um curso aqui, fisco, conosco, né?
Porque a gente estava pensando no futuro, nos professores que estavam para se formar, os que já estavam em atuar, celular, na própria interpretação. E a outra parte era a formação, ou vamos dizer assim, seria formação mesmo, os funcionários de todos que estão em torno do. .
. E fazem parte do trabalho educacional. Então, a professora Dalva.
. . Quero ela, secretária da reitoria, né, Roberto?
Dalva de Oliveira, fantástica! Para unir, ela sempre auxiliou no processo de um. .
. Todo o desenvolvimento de ações na tampa. E a ver como para toda a gravação e da universidade em geral.
. . Eu falo que é um grande anjo que Deus te deu, de Adão de Oliveira.
. . Nova Rosa, a Rosa!
Então, outras pessoas estavam ligadas diretamente ao ensino, né? Mas estavam me tornando que foram fazer os cursos para entender o que era educação a distância, para poder informar melhor os alunos, para que possamos discutir melhor. Então, nesses fóruns que nós fazemos, aqueles encontros, eu conheço ele.
. . Acontecimentos desse período era feito esse trabalho.
Você se lembra, né, Roberto? Aí, às vezes, sempre eu faço para que eu pudesse entrar com a nossa equipe, no 7, falando sobre o que seria educação, como é que se nos cursos. Então, bom trabalho é feito!
Pausada, fala assim: "Na mente, Preto e Freio! Só ligamento e construir! " E por isso que está aí.
Ainda, né? Quando eu passei lá para trabalhar no programa de mestrado e doutorado em Educação, a saída da Educação a Distância ficou nas mãos do Leo Vitorino da Silva, né? Isso, e é uma pessoa maravilhosa.
Eu ia trabalhar comigo desde o começo, né? Mas dizer que nós temos trabalhos muito importantes na área e que, de repente, se você ligar a televisão, vem no jornal, não vem falar sobre Educação a Distância. Todo trabalho desenvolvido de pesquisa nesses últimos anos, a OAB, eu acho que foi em 2008, se não me engano.
Eu não tenho certeza, eu estava lá, mas não lembro a data. Quanta coisa foi produzida na OAB de conhecimento a partir disso e nas instituições particulares, né? É, as comunitárias que continuaram pesquisando, como na PUC, como nós, que cabe ao conhecimento para que todo esse sofrimento.
. . O riso aproveitou bem, né?
Que eu já acompanhei. Mas outras coisas que eu tenho visto por aqui são para inventar a roda de todo o conhecimento que já foi produzido. Só não estou, vou ajudar por meio de carta, mas o resto vou tudo, né?
Então eu sinto um pouco de pesar pela nossa área de trabalho ter regredido, para me dizer assim, né? Ou estacionado. Aliás, o meu último livro eu faço exatamente essa queixa, sabe?
Essa regressão, esse estacionamento de áreas da ciência que a gente deixa de pesquisar, né? Sem problemas, férias, porque a sexta é nesse modismo saber. .
. Bom, então quando eu trabalhava com ele, pertence que eu fui fazer aquela. .
. Pese a palavra de links, Henrique, é, limpas. As pessoas pensavam que aquilo era só uma coisa de computador, de um website.
Mas hoje a gente não passa um minuto sem clicar em algum link. Se você quiser mudar de tela, se você quiser fazer tudo, é link. Nossa vida virou um pézinho, né?
E qualquer rede social, WhatsApp, em qualquer coisa. Então a gente tem uma visão muito, muito bondosa de hiperlink para o bem, que ela sempre vai dar maiores informações para melhorar as coisas que a gente está vendo. Que não!
E muitas vezes as pessoas são maliciosas com várias outras intenções, sabe? Que a internet facilita a vida, né? E melhora tudo que a gente tá vendo.
Que ao contrário! Entramos em robôs que fazem campanha para emagrecer ciência, e sim, uma série de problemas. E nós estamos estudando isso, ou a discutir sobre lei de fake news.
Mas quem é que sabe o que é feito? Eu fiz um estudo sobre isso, eu poderia até dizer alguma coisa, mas não vem chamarem pessoas da nossa área de linguagem e tecnologia, e pesquisa. Isso, tem rios!
Veja, olha, pessoal do direito, Fake News, é isso, é verdade! É isso, vocês não estão sabendo como é que vai fazer lei de uma coisa que vocês não conseguem declarar, esclarecer perfeitamente, né? Então tem muita coisa, a segurança de dados na web, uma coisa tão importante, tão importante, e as pessoas não ensinam isso nas escolas, né?
Então nós chegamos no século, no ano 2020, como eu falei, na outra parte eu vou, mas em muitos aspectos, especialmente esses voltados para tecnologias, nós regredimos muito. A Educação a Distância, que era uma luta, era um ponto pacífico entre todos nós, o clima de qualidade, eu não queria fazer uma coisa e ficar sem. .
. Depois dos pés inchados que eu motivo a educação pelo rádio, Educação via Instituto Universal Brasileiro, por correspondência, de forma geral, ele queria que ela tivesse um nome sério, um status, né? E trabalhamos tanto para isso, é vinte por cento, é 25, né?
E agora as pessoas estão fazendo tudo de qualquer jeito, com laje, pelo WhatsApp, dizendo que isso é Educação a Distância. Fizemos, agredimos muito, mas nós. .
. Dançamos! E a minha satisfação era que podia ter avançado.
E eu recebi aqui. . .
Vou recordar você que eu moro aqui em Alagoas, são 122 municípios. Poderia que você, que a grande maioria não tem biblioteca e não tem livraria. É só ouvir a música "Amigos", lado do Caetano Veloso, ele descreve, né?
E é verdade! E quando tem, não tem dinheiro! Aí eu, mesmo assim, fui para te dar um trabalhar com essas coisas.
E uma aluna minha, que é uma maravilha, mas também nessa luta de ser quantidade mesmo social, a Verônica, e ela fez uma pós-graduação comigo. Eu ia trabalhar com tecnologia, tá? Então ela mora em Coruripe, sabe?
Na cidade histórica, pequena e bem pequena. E como todo estado, vamos dizer assim, né? E não é São Paulo e não é rico, não é mesmo.
Então ela mandou para mim, lá na. . .
E ontem, anteontem, eu vou ler para vocês aqui, talvez resuma o corpinho tudo que eu tenho para falar. E não sei se está ficando a. .
. Oi, Verônica, eu fiquei muito contente e emocionada com. .
. Peraí, deixa eu ver aqui pra você. .
. "Batalha mais do que nunca vem colocando em prática muitas das sugestões de se trabalhar com multimodalidade em aulas virtuais e sempre lembro de você e de suas explicações. Parecia uma profecia que permitiu acontecer agora.
Trabalhei frilos e com as verdades. Recentemente trabalhei narrativas digitais. " Bem, é isso.
Bom fim de semana, espero que esteja bem. Grande abraço! Uma cidade de Coruripe que é linda, mas é uma pequeninha com pouca coisa.
Aluna me escreve, depois de cinco anos, vocês que ela fez uma estrada comigo, dizendo que aquele querer aprender, ela tá colocando em prática. Já era uma perda da licitação dela, e quanto isso parece atual agora que eu comecei isso em 2011, né? Aí eu vou, ver a responder.
É bom, então é isso! Devemos pesquisar o futuro e ensinar para o futuro, pois mais cedo ou mais tarde, o futuro se torna presente. Então, nós e nossas alunas.
. . Que estar prontos e preparados para o presente: foi isso que eu escrevi para ela como resposta.
Eu disse que o futuro tem que ser preparado aqui com a mulher lá. Então, muitas pesquisas foram feitas com os olhos para trás. O tempo, como o Curupira, sabe que com o pezinho para frente levo tudo para trás; ou como a figura mitológica de julho, né?
É janeiro, né? Ficar seis anos em janeiro e olhar para o ano que vem. Nós temos que olhar para o futuro do café lá no futuro e a gente está pecando ultimamente em deixar todas essas coisas para trás e querer adivinhar ou fazer só negativismo.
Quero que nossa cozinha no imediatismo, quase tudo, né? No que se trata menos que eu quero falar, é da educação e da relação dela com a tecnologia. Imediatismo é o aplicativo da moda; já foi o Orkut, já foi mais Face, você já passou por todos, né?
Já foi um blog, agora é esse. Ele pega aqui, está na moda, sabe? E esses querem parecer moderninhos, mas como a gente dizia lá nas nossas palestras, o pessoal da pós-graduação no mestrado falava assim: "mas o que ia ser contemporânea?
" O contemporâneo está entre. É porque ainda não foi. Eu que já passei, deu conta temporariamente do presente.
Está preparado na educação para o presente. Você tem que ter noção de tudo que passei para se preparar lá para o futuro, que você terminar seu futuro. Como é que eu se explico?
Na moda, né? Aquela descida de moda do lançamento da coleção verão, ele já é atrasada. Ele já é velho porque quem fez aqui já está comprando um tecido e fazendo design para a próxima coleção.
Então, enquanto a gente ficar olhando para o presente, tentando remediar de última hora, fazer tecnologia improvisada na educação e educação improvisada, Roberto, a gente vai estar fazendo essas coisas e nós estamos perdendo tempo e hora, e fedendo, amassando a nossa moral de educadores, porque nós estamos simplesmente matando o tempo. Nem eu estou dizendo a partir da realidade que eu tenho um vestido aqui. Pode e deve haver várias e várias e várias exceções e não vale mais o que a gente está tendo.
E, pelo menos com meus orientandos, é isso. Sabe, roubar? Ninguém disse nada, ninguém sabe nada.
Falar até no WhatsApp e vai fazendo aula para os alunos, né? Então, essa. .
. Não sei se eu falei demais. Você não confundir um pouco as coisas.
Se você quiser, tipo, pode regravar. De jeito nenhum! Fernanda, é tudo isso trabalho, né?
Lojas, digo todos os pesquisadores da Unicamp com que eu trabalhei, na recepção mesmo da UFSCar, tantos lugares que a gente sabe. A Bahia está com trabalho maravilhoso. É Minas, as minhas colegas.
. . menina!
E, de repente, tudo isso parece que foi só um sonho. E agora que precisa, nada é. .
. sabe? Que se aproveita daquele passado para fazer o presente aqui.
Então, eu acho. . .
eu acho isso. Só para terminar, eu fui aí, em nome do professor Fernando, a uma reunião que houve lá no auditório do Cruzeiro do Sul, perto da prefeitura, sobre educação e uma porção de coisas. E perguntaram se você quer comprar a lousa digital daquelas coisas, que tipo de equipamento está aí.
Eu pedi a voz para falar, até saiu no jornal e na revista da Horrível. Depois eu disse o seguinte: que eu acho que isso, amor, depois de ter agradecido a todos vocês, espero não ter esquecido de ninguém vizinho, olha, a gente tem que saber que o mundo a gente quer, escura gente. A partir do futuro que a gente quer, a gente vai pensar como é que a gente vai trabalhar nesse presente aqui.
Quem chegar no futuro vai estar mais ou menos planejado daquele que nós queremos. Que tipo de profissional, que tipo de cidadão, que tipo de pessoa. .
. E aí a gente vai ver que tipo de política, que tipo de tudo, né? Mas não dá para fazer educação aqui improvisada e nós temos assim esse.
. . Nossa, já ganhou a educação!
Não, simples, a qualidade não se improvisa. Você sempre. .
. que nós fizemos. .
. a qualidade não se improvisa. Não vou fazer essa camisa, né?
E eu que está aparecendo que eles estão aqui prestando contas para os pais. Olha, estamos dando aula, tá tendo aula, tá fazendo coisinha pelo celular, mas isso é só um engano muito ruim. Está sendo feito de improviso porque eu vejo que os professores não têm formação para isso, né?
Não tem como a informação vai fazer qualidade de improviso. A gente perdeu muita qualidade quando quis improvisar e depois não saber que a gente pega o futuro. Podem reparar assim: antigamente era conteudista, era uma porção de ensinamentos, tem que decorar, né?
Nem que seja na Librelato. Agora, não é conteúdo em relacionamento. Ela é uma outra forma de viver e se relacionar com as pessoas, de construir junto, né?
Minha. . .
fica a gente. Vê essa escola, consegue dar conta disso, né? É assim que eu saí.
Só tá ventando, não sei o que pensar. . .
esse fazer, né? E nós perdemos um pouco essa nossa visão, sabe? Porque fica no meio de aquisição, das brigas, as coisas.
. . Não temos um projeto para a educação mais pro futuro.
Parece, de qualquer forma, é essa aqui. Nós tínhamos. .
. daí aquele 2002, que foi todo aquele pessoal que você já conviveu conosco, tudo. E até que eu abri, acabou, né?
Eu aprendi. Praticamente sumiu. Ninguém trabalhou, não.
Abri, tá baiana, aguarde! Mas foi ficando assim, não pagava mais combustível, não pagava mais viagem, não pagava mais lanche, não pagava mais nada. E cobravam da gente certa responsabilidade moral por não deixar as turmas no vazio sem ninguém lá.
Então, muitos colegas, quando dão aula de graça, você também, fiz um pouco. Colegas quebraram. .
. às vezes os alunos, aí, como expectativa. E termina como quebra-galho lá no sertão.
Roberto, expectativa de que a tecnologia vai ajudar; os da faculdade sabem que é uma delícia essa vista, quase tão importante. Fica um pouco abaixo, mas tem que chegar à água lá, entendeu? Não sei lá também.
Aí você pega e faz aquele negócio: projeto ou produto desse tamanho e fornece um cano 3/4. Porque nós fizemos, aí tem um escritor latino-americano que fala assim: "seduzidos e abandonados". Ser duas as pessoas que pegou, te abandona para você, depois de seduzido, empurrar.
É outro problema. Eu acho que a gente tem muito disso aqui, sabe? Sedução e abandono e falta de matá-los, o fim, em uma perspectiva, né?
É assim para a vida, né? Pelo menos permita fazer um trabalho que pense no futuro. Educação é para o futuro, com certeza!
Não tem nada, ouvir música. . .
Ah, e essa muita! Você, a oportunidade, viu? Considere que eu tô há quatro meses aqui, como ele, chance de falar com ninguém; estou quase ninguém.
Então talvez tenha saído um pouco a mais; você me perdoe, mas começou mais ou menos. Vou dizer que você ficou mais ou menos também. Fernando, suas palavras são preciosas, importantíssimas, altamente significativas e falam a respeito daquilo que você vive.
Entendi! Então, tudo muito significativo, sabe? Eu só posso agradecer do fundo do coração.
É um carinho muito grande que eu tenho por você, por toda a sua história. Eu quase posso dizer que carrego você no colo, né? Você era bem pequeno quando comecei a visitar sua casa, acompanhando.
É porque ela marca dele chegar nessa casa lá e ouvir seu pai, sua mãe e seus irmãos. A todos eu tenho um carinho muito grande, e principalmente por você que realmente dele, por perto, e mesmo a 50. Coisa está falando que a gente não sabe, graças a Deus, né?
Então, fazendo sua história. Essa história é altamente significativa, como você falou. É a história mais bonita que a de Robinson Crusoé, né?
Então, a minha gratidão é enorme, viu? Deus te abençoe! Fique muito bem por aí, né?
Você tá pertinho da praia maravilhosa em Maceió e fazendo da sua vida essa história. Aqui, na verdade, tudo é uma coisa só. E nesse momento, nós aqui, né?
Fica corridinhas, mas free fire não é um processo da humanidade nesse momento. E vamos ver onde nós chegamos, mas com certeza você faz parte da história. É isso também!
Nós temos uma gratidão enorme e temos muita coisa ainda a conversar a respeito. Muito obrigado, tá? Para fazer isso, queria te dar um abraço, aperto de mão e um abraço mesmo.
Lugar aqui, muito obrigado, meu Deus! Caramba, muito obrigado mesmo! E até qualquer momento que nós pressionamos do soro já de novo, de qualquer forma que seja, mas sempre a gratidão presente por tudo aquilo que você fez por nós, todos os seus colegas, seus amigos, seus companheiros, pela Uniso e pela educação em geral.
Que bênção, né? Pela Universidade Federal de Alagoas, pelo aí dentro desse contexto em Maceió, show dos alunos, show de seus companheiros da universidade. Que Deus nos abençoe para continuarmos nossa caminhada juntos, tá bom?
Muito obrigado pela ajuda! E aí, me desculpem qualquer palavra mal dita. Tem muitas pessoas com quem a gente convive, né?
E eu tenho um pouco afastado, mas agradeço a todos vocês, todos à exceção. Quanto a toda época que estive aí, né? Todos participaram da construção da minha história, da minha vida, e fizeram a minha vida mais gostosa, mais interessante, mais proveitosa.
Sinto que vivi até aqui, nesse tempo com vocês, aproveitando cada minuto da vida, na profissão bem escolhida. Que eu dei muitas voltas para chegar nela, né? Mas encontrei na Uniso receptividade e condições para desenvolver praticamente tudo que eu poderia.
Mais ou menos certo. Mas agradeço demais, demais mesmo, à exceção e a todos os colegas que. .
. Eu agradecia, mas sabe tudo? A decoração, que é ser eternamente grato.
Tomar uma história construída junto, eu espero que a gente continue construindo ainda, né? Você, tá muito obrigado! Ligar para você que está nos acompanhando.
Muito obrigado pela presença! E continue conosco nas próximas conversas e, por isso, nos próximos relatos de vida. Muito obrigado pela que dão a todos.
Gratidão, Luís Fernando, a todos vocês, e até a próxima!