[Música] Olá sejam bem-vindos ao repórter 360 um giro pelo mundo da comunicação no programa de hoje nós recebemos o Pedro Farm ele que é CEO Brasil na Gai Carpenter Pedro seja muito bem-vindo aqui ao repórter 360 Muito obrigado Daniel satisfação tá contigo Pedro para aquecer motores e contextualizar quem acompanha aqui o repóter 360 tanto pela tela da TV B Paraná quanto pelos canais digitais da emissora e do programa conta para nós Pedro quem é a GY Carpenter obrigado bom a g Carpenter é o braço de intermediação estruturação de resseguro da da holding de risco e
Consultoria Mars mclennon eh nós somos atuantes aí em mais de 100 países no mundo atualmente tradeando um pouco mais de 70 Bilhões de Dólares de prêmios de resseguro no mundo e para explicar um pouquinho do resseguro da maneira mais simples o resseguro é o seguro da seguradora Ou seja a gente tá provendo transferência de risco a gente tá provendo E solvência tá provendo a forma de Capital por trás das seguradoras para que o risco de seguro lá na ponta seja bem protegido perfeito quem que é o cliente no fim das contas é a própria seguradora
ou são as empresas que contratam seguradora como é que funciona na prática toda essa lógica do resseguro a gente atua sempre em nome da seguradora então nossos clientes são as seguradoras atuando geralmente na atuação por trás dos portfólios Então por uma série de segurados e clientes que contratam o seguro a gente tá analisando essas carteiras aqui junto das seguradores por trás Pedro e qual é hoje a relação entre a questão da crise climática mundial e o trabalho da GY Carpenter Daniel ess pergunta que mais tem sido feita para nós recentemente eu acho que a gente
eh a o mercado de resseguro globalmente ele é diretamente relacionado com o clima mais de 60% dos prêmios mundiais de resseguro eles são em função eh da proteção de riscos de catástrofe da natureza eh um dado interessante o fechamento de 2023 a gente teve cerca de 117 Bilhões de Dólares em indenizações pagas de resseguro dos quais 108 foram relacionados por danos da natureza e apenas nove pro que a gente chama de causas causadas pelo homem ou seja quando a gente olha os grandes volumes de catástrofe pagos no mundo a natureza é o maior componente né
estamos falando aí cerca de 90% ou mais desse desse componente é causado por impactos naturais então com certeza tudo que envolve a mudança climática e o que envolve os impactos de CL tá muito em função do nosso trabalho esse número que você falou ele abrange eh mundo ele abrange uma região 117 bi do resseguro e 108 eh em cima de causas naturais aí ele é Global isso são números isso então a gente tá falando mundialmente 90% ou aproximadamente isso envolvendo aí causas naturais e já existe uma uma percepção aí Pedro em relação a a a
evolução disso por conta dessas alterações climáticas tão bruscas né e recentes Daniel Com certeza o que a gente vem acompanhando eh a é uma tendência exponencial de crescimento desses desses volumes de perdas seguradas indenizadas eh esse crescimento ele se dá por alguns fatores mas hoje já há um consenso na indústria que pelo menos ah por exemplo seu olho de 22 para 23 o valor cresce 88% seu desconto inflação em cima dos ativos que são repostos reconstrução eh dos ativos segurados como um todo a gente já consegue chegar numa Estimativa de cerca de 1,5 a 2%
só em um ano desse crescimento do Monte inteiro só por variação climática quando a gente percebe também por exemplo as novas fronteiras eh para te dar um exemplo maior sinistro indenizado no mundo foi o furacão catrina em Nova orlean que aconteceu lá em 2005 Catrina sozinho foi um evento de a dólares atualizad 100 Bilhões de Dólares Quando eu olho o furacão send por exemplo que passou na costa Nordeste dos Estados Unidos também estamos falando de um evento de 60 Bilhões de Dólares Quando eu olho para esse número recorde de 108 em 2023 eu não tive
nenhum evento acima de 7 bilhões de dólares de no todos esses valores em base a perdas seguradas eh que foi causado foi no terremoto da da Síria e da Turquia Ou seja no ano que eu não tive nenhum grande furacão que são geralmente os grandes itens individuais a gente ainda assim teve um ano recorde isso claramente para nós ele vem direcionando do que são esses novos riscos então o advento de grandes volumes segurados em incêndios florestais sobretudo nos Estados Unidos na Europa a gente vê o Brasil entrando nesse mapa não só com as catástrofes recentes
do Rio Grande do Sul mas com uma uma sequência de ciclones extratropicais na região sul uma sequência de incêndios florestais na região centro-oeste então isso com certeza entra no mapa dessa mudança Pedro você falou agora sobre Brasil falou sobre mundo e aí entra a pergunta como que funciona essa questão da modelagem de impactos quando a gente tá falando de um risco climático Internacional e de uma realidade Brasil nós temos índices hoje brasileiros a gente tem que se basear no que acontece no mundo M não há uma disparidade talvez entre essas leituras o que possa gerar
problemas dessa previsão conta para nós é uma disparidade grande eh não necessariamente como subdesenvolvimento do nosso mercado a gente não acredita nisso noso mercado bastante desenvolvido e profissional nesse segmento mas simplesmente por uma questão de percepção de risco Então hoje eh o Brasil tá analogamente no que a gente viu a Europa estar no início dos anos 2000 Ou seja a tinha uma baixa percepção de risco catastrofico Brasil Sempre foi como dizemos abençoado eh por não ter grandes eh eventos catastróficos a gente não tem incidência de furacões a gente não tem incidência de terremoto ou atividade
vulcânica Então as regiões do mundo onde isso é recorrente Elas tiveram que desenvolver o que a gente chama então el lançou aqui pro Brasil agora da modelagem preditiva ou modelagem probabilística que nada mais é do que a gente montar então uma fórmula matemática estatística com base nos danos climáticos com base nos componentes climáticos e geográficos daquela específica região canais fluviais canais né de escoamento de água natural relevo topografia de relevo tipo de construção média por exemplo cobertura de vegetação tudo isso é faturado no modelo e isso é colocado em em prática no mundo inteiro sobretudo
nas regiões catastróficas como o Caribe mercado norte-americano tufões no Japão e terremotos onde eles são muito recorrentes como o México por exemplo E essas modelagens já eram muito eh muito disseminados ou seja se eu vou analisar um portfólio de uma seguradora ou um portfólio de ativos públicos por exemplo de uma determinada localidade eu consigo simular eh uma curva probabilística de Quais são os danos causados naqueles ativos Ou seja eu posso imaginar eu posso olhar todos os meus ativos na região sul do Brasil né ou na região dando ainda o exemplo no mundo como estava antes
na Flórida eu digo se passar um furacão aqui nessa temporada de furacões Com certas probabilidades Qual o tamanho do impacto de perdas que eu vou ter e o mercado brasileiro não tinha acesso a isso não tinha porque havia uma baixa percepção de risco então não havia a necessidade de se modelar esses riscos agregados não havia modelagem de stimar porque não acreditava que haveria um dano de uma magnitude desse dessa natureza a gente já vinha é a nossa empresa G Carpenter e a nossa holding a gente já acompanha as mudanças climáticas há muito tempo a gente
escreve um relatório que é sempre divulgado no fórum econômico mundial de davos sobre os riscos o risco climático vem sendo eh o topo da preocupação dos principais executivos no mundo como já nos últimos anos consecutivos então desenvolver isso pro Brasil já estava na nossa agenda a gente acelera então o desenvolvimento e coloca o Brasil na prioridade mund M após a os eventos do Rio Grande do Sul e agora a gente tem pro risco de alargamento o mesmo grau eh de modelagem a capacidade de associar uma probabilidade de acontecimento de perdas pro tamanho dos prejuízos de
determinado alagamento para o território nacional isso não ficou restrito somente à região sul do Brasil Pedro eu entendo que essa iniciativa envolveu muita gente né então motivos das maiores seguradoras do país essa conscientização nesse sentido eh eu pergunto toda essa mobilização a crescente conversa a respeito de esg a situação aí das novas fontes energéticas a própria comunicação digital que engaja todas as comunidades e populações o mundo tá sabendo reagir a todas essas alterações climáticas Qual que é a tua percepção Acho que sim Acho que a gente Com certeza tá sempre correndo um pouco atrás do
tempo na na retomada da eh das ações contra as mudanças climáticas né o aquecimento global ele é uma realidade as mudanças também que têm sido consequenciais são vistas por todos nós acho que o mercado de seguros essa iniciativa Sim a gente usou então como eu comentei a gente colocou o Brasil na prioridade Global do grupo em termos de lançamento desse modelo a gente tem uma divisão multinacional eh baseada exatamente para isso que a gente chama do da DC Cat a DC Cat então é o nosso braço interno para desenvolver modelos importante dizer que a gente
já aí desenvolveu mais de 15 modelos para várias regiões e riscos no mundo ao longo dos últimos 20 anos e o Brasil agora foi a essa vez muito em função de ver que o o que o mercado percebe como novas fronteiras então não adiantava mais eu ficar só focando em modelar as regiões onde isso acontecia e ver isso acontecer em outras regiões eh Com certeza a gente contou muito com apoio de várias entidades a gente tem bases de dados de de multi de universidades nacionais a gente usou base de dados da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul a gente usou base de dados de outros provedores multinacionais informações de satélite para buscar cobertura vegetativa para buscar dados topográficos do Brasil inteiro dados de bacias fluviais como eu comentei e agora o uso do nosso pelos nossos clientes nacionais né a gente fez um evento agora no dia 14 essa semana contou com liderança aí de várias seguradoras e resseguradores brasileiros que estiveram lá exatamente para endossar o que a gente pretende com esse modelo a pretensão desse modelo no que você comentou sobre a resposta é exatamente isso é fomentar que o mercado de
seguros brasileiro esteja mais dentro do Risco ainda mais participante com a nossa sociedade eh para que proteja-se mais hoje um dado que eu posso te passar as estimativas ainda não são fechadas mas a gente olha o que a gente chama de GAP de cobertura que é a diferença entre os prejuízos econômicos de uma determinada Catástrofe e os prejuízos que são efetivamente segurados por essa catástrofe a média a média mundial tá em cerca de 40% eh a gente no Brasil passa de 90 ou seja para cada r$ 1 em prejuízo econômico que eu vejo de uma
determinada catástrofe da natureza a gente vê só R 10 sendo recuperados de volta do mercado de seguros isso vem muito da penetração vem muito da disseminação do Risco vem do muito da correlação e percepção de risco da população dos ativos públicos também não só dos ativos privados então eh achar as formas de fomentar que a indústria tenha conhecimento domínio gestão do risco para est confortável em Expandir os graus de cobertura é o nosso principal aqui com o lançamento desse modelo no Brasil Pedro eu tenho muita pergunta para você tô inclusive na ponta da língua aqui
mas agora nós temos que é o nosso intervalo depois voltamos com a edição de hoje do Reporter 360 um giro pelo mundo da comunicação fica aí até [Música] já voltamos a edição de hoje do repóter 360 vamos agora ao nosso Giro de Notícias [Música] promete ser o maior mercado no mundo até 2050 e foi inclusive um dos temas discutidos na maior feira Mundial de Tecnologia e inovação a CS em Las Vegas que inclusive eu estive presencialmente para trazer aqui pra Band Notícias em primeira mão agora olha que interessante aid Tech significa as Tec olias voltadas
ao mercado de envelhecimento saúde e longevidade e porque isso atrai inclusive brasileiros pois até 2030 na verdade em 2030 teremos a primeira vez na nossa população mais 50% acima de 50 anos de idade se você ainda não está atento esse mercado se liga a partir de agora falando em mercado uma das soft Skills mais desejadas hoje por recrutadores chama-se liderança em 2024 a gente tem um dado que é inédito ou seja nunca aconteceu na história da humanidade ou melhor do trabalho moderno desde a revolução industrial pela primeira vez a partir deste ano temos cinco gerações
trabalhando ao mesmo tempo dentro de uma organização e sabe o porquê bom baby boomers são aqueles nascidos entre 45 até 1961 muitos continuam trabalhando depois gerações X e Y estão intensamente no mercado assim como a geração z que são os nascidos ali a partir de 98 99 até 2009 só que em 2024 acontece a entrada no mercado de trabalho da geração Alfa que são os nascidos a partir de 2010 já que em 2024 eles podem entrar como menor aprendiz agora sabe qual é o embrulho vamos dizer assim que as empresas precisam resolver como um gestor
Como o chefe como um líder vai gerenciar essas cinco galeras aqui ao mesmo tempo será que as pessoas estão sendo capacitadas e tem a competência para isso fica a reflexão agora vamos de evento cultural bom entre os dias 6 e 15 de setembro ocor erá o maior evento cultural da América Latina é a Bienal do Livro que acontece no distrito Aibi em São Paulo nesses dias se reunirão escritores distribuidoras editoras o mercado Livreiro e também muitos leitores que encontrarão seus escritores escritoras favoritos no ambiente estima-se que passarão por este local por volta de 660.000 pessoas
eu estarei inclusive vive autografando minha nova obra lá no dia 7 de Setembro feriado e talvez a gente possa se encontrar por [Música] lá voltamos então ao nosso bate-papo com Pedro Farm que é CEO Brasil na GY Carpenter Pedro antes do intervalo nós falamos a respeito de todo o cenário da gestão do risco de entendimento das mudanças climáticas de toda a movimentação aí que houve no Brasil muito recentemente em relação a essa organização como um todo paraa nova modelagem do Risco climático no Brasil e eu falei que na no final ali do primeiro bloco eu
tinha uma pergunta pronta e ela é em relação aquela situação dos leilões de dois aeroportos regionais em Santo Ângelo e passofundo no Rio Grande do Sul que acabaram sendo cancelados por falta de interessados e a versão dos investidores por conta do risco climático tá Ah queria entender se agora com essa nova modelagem vai ser mais Preto no Branco a situação os investidores vão poder ter segurança do que fazer vão poder ter os devidos apoios para tomar esses passos que no fim das contas são fundamentais paraas populações comunidades e mercado palavra sua Pedro certeza Daniel acho
que a gente fala muito a nossa atuação muito voltada no mercado de Seguros e mercado de seguros a gente entende também exatamente por essa essa conexão com vários várias etapas da indústria né então por exemplo quando a gente fala em leilões de aeroportos ou concessão de ativos Públicos como um todo é necessário mapear entender quais são os riscos que estão expostos àquela atividade no caso a gente fala em aeroportos aeroportos é um ativo extremamente volátil com relação à à atividade climática seja pela segurança de pouso e decolagem seja por danos causados por enchentes como a
gente viu acontecer no aeroporto Salgado Filho também Porto Alegre em função das chuvas então é necessário entender para que o governo possa né da maneira mais precisa possível impor condições num determinado edital no determinado leilão de concessão do que que o o o operador privado daquele aeroporto ou daquele ativo necessita comprar de seguro para que haja isso seja faturado na conta do investidor privado e pro investidor privado também entender que eu vou vou poder bidar esse esse ativo eu vou poder operar esse ativo eu posso me comprometer com esse tipo de condição e eu posso
para isso que o nosso mercado se encontra aqui eu posso mitigar esse risco comprando Seguros então eh acho que uma das coisas que a gente tem mais falado no mercado é que a gente acredita muito na reação da indústria Ou seja a gente acredita muito que o mercado de seguro e resseguro brasileiro e multinacional investido no Brasil ele tem plena capacidade de apetite para aumentar substancialmente a oferta de produtos e limites eh para esse tipo de risco ou seja incluindo esse tipo de concessão por exemplo eh só que realmente é uma questão de para todo
tipo de investidor seja ele o investidor de ativos seja ele o investidor de Capital insem seguro eu preciso conhecer os riscos que eu tô protegendo então o grande a grande ponte que a gente tá fazendo com esse modelo agora é exatamente prover seja pro investidor que quer operar um aeroporto seja para seguradora que vai proteger esse investidor seja pro ressegurador que vai proteger a seguradora que vai proteger esse investidor a clareza a precificação a gestão e a quantificação desse risco que tá sendo absorvido Pedro aprendi hoje aqui contigo que no Brasil infelizmente 90% do patrimônio
Pelo que eu entendi não está segurado então numa numa catástrofe aí como no Rio Grande do Sul ah a princípio 10% teria sido protegido e resgatado eu posso usar essa lógica de um para 10 em relação a o 1.32 bilhão que foi contabilizado até agora pelas seguradoras Ou seja a gente pode imaginar por prejuízo aí tenha sido da casa de 13 bi lá no Rio Grande só que apenas um décimo disso estaria protegido pelas seguradoras faz sentido essa lógica que eu trouxe aqui a gente tá já esse valor quando a gente chega em 10% mais
ou menos a gente a gente ele tá até abaixo de 10 e ele tá mais nas projeções do que que vai ser a perda final tá então mais do que o valor já contabilizado as perdas finais a CN seg se eu não me engano últimos dados a CN seg já estavam ali perto de R bilhões de reais a gente acha que esse valor ainda vai subir então se esse valor chegar fazendo me uma conta chegar para perto de 10 a gente estaria falando aí em 5% estaria falando em cerca quase que de R 200 bilhões
deais de perdas econômicas o que vai na linha das primeiras estimativas do governo estadual do Rio Grande do Sul então eh o o ponto dessa métrica que eu acho que é muito importante ressaltar é que ele não é ele não é linear Ou seja a regra não é que eu tenho somente 10 ou 5% dos ativos brasileiros cobertos a regra a gente acaba percebendo isso somente no momento de danos porque se eu for olhar por exemplo uma região altamente desenvolvida de poder aquisitivo talvez eu vou ter um percentual de proteção são desses ativos muito mais
alto ao mesmo tempo o que a gente também viu foi uma questão de subsurf ou jurídica ou também pela disponibilidade de produtos a do comprador brasileiro do gestor de risco brasileiro uma baixa percepção de risco então pela baixa percepção de risco histórica acabava se comprando menos seguro por exemplo sublimites de alargamento eh do que que era efetivamente exposto naquele local Então esse todo esse tipo de de de fator entram nessa conta quando a gente percebe essa penetração por isso que a gente diz que fechar o GAP de cobertura você nunca vai fechar com uma resposta
só a primeira lógica o segundo o terceiro maior GAP no mundo tá na Europa uma sociedade altamente desenvolvida social e economicamente com altíssimo poder de compra médio da população mas de novo por também estar numa região de menor incidência de eventos da natureza de grande magnitude eh ela tinha uma baixa penetração baixa participação de seguro o que vem mudando sobretudo desde 2008 Quando começa ter uma série de alagamentos catastróficos esse ano só em 2024 o alagamento mais recente que aconteceu na Alemanha já trouxe perdas seguradas aí acima de 1 2 Bilhões de Dólares pro mercado
Ou seja a gente começa ver também eventos de grande magnitude na Europa Então acho que é fechar esse GAP passa por uma questão de percepção de risco e aí depois claro fatores socioeconômicos que vão pesar bastante é faz todo sentido aquilo que você trouxe algum trecho aqui da nossa conversa em relação ao dado ser da apuração final então agora fica claro com toda essa tua ah leitura de que no fim das contas o número que você apresentou é em cima do que aconteceu mas ele não é exatamente uma previsão do que vem acontecer ele não
passa de um indicador né porque as características são extremamente específicas eh Pedro eu queria que você Contasse aqui para nós como o público que acompanha aqui o Reporter 360 pode acompanhar todas as novidades vocês têm muito conteúdo toda essa todo esse trabalho ele não funciona só para o mercado mas com certeza ele tem consequências para o público final num ótimo sentido então por favor explica para nós aqui os canais de conhecimento que a GY Carpenter oferece pro mercado brasileiro e mundial não tá ótimo bom a gente acaba ah divulgando muito do nosso material via LinkedIn
sobretudo via o nosso site então encorajo que entre também no site da nossa holding na March mclennon e as quatro empresas do grupo aqui no Brasil produzem bastante material no nosso caso material muito voltado pro mercado como um todo pro setor de seguros de resseguros mas o caso da Marcha a gente acaba focando bastante no segurado individual no segurado sobretudo pessoa jurídica individual então a preocupação do empresariado de qualquer setor da economia dois braços de consultoria pela mester e pela orvel wman também então todo o nosso Suit de produtos e oferta de conhecimento tá sendo
bastante divulgada pelos nossos canais especialmente no site e no Linkedin da empresa Pedro Farm se Brasil na G Carpenter uma uma honra recebê-lo aqui no Repórter 360 saiba que as portas da casa estão sempre abertas para conversar com vocês Muito obrigado Daniel foi um prazer enorme est aqui com vocês A satisfação é toda nossa e assim encerramos a edição de hoje do Reporter 360 ido pelo mundo da comunicação acompanhe também os nossos conteúdos pelo Reporters 360.com.br Muito obrigado pela audiência até o próximo fim de semana tchau [Música] p [Música]