isso mais em cima por favor devagar embaixo ainda não vou colocar Nenhuma ferramenta eu Sorria enquanto ele usava sua criatividade e explorava o mundo que vou contar para vocês nesse relato de hoje e já deixo claro para vocês que aqui em casa tudo é normal viu gente mas Cada um deve entender o espaço do outro ouça atentamente rainha sem segredo eu tinha 22 anos mas meus olhos carregavam a fome de quem cresceu rápido demais numa casa de concreto na periferia de Pirapora morávamos num sobrado geminado grudado a outras três famílias cujas brigas atravessavam as paredes
finas a mami enfermeira noturna deixava o cheiro de álcool em gel e solidão no ar quando saía às 20 à em ponto e eu sempre usei pijam mais elegantes e reveladores aqueles de cetim que escorregavam como Segredos mal guardados ficava encarregada de cuidar da casa ou seja eu vivia em liberdade muitas vezes não colocava nada por baixo naquela noite ele estava sentado no sofá os olhos presos à TV que transmitia um jogo de futebol mudo eu me abaixei para limpar o vão sob o móvel sentindo o tecido do pama esticar nas coxas um risco calculado
tudo planejado por mim e não aconselho ninguém a fazer o mesmo eu tinha experiência com isso e aqui isso se tornou muito normal isso disse segurando o pano de poeira como uma bandeira branca mais em cima por favor apontei para a prateleira onde o controle acumulava migalhas de biscoito ele levantou lento demais seus dedos passaram pelo objeto mas desceram até meu ombro onde minha alcinha escorregar aqui tem teia de aranha mentiu o dedo indicador desenhando um círculo na minha curvinha rebaixada eu ri baixo ele querendo ensinar a profissional trabalhar embaixo ainda não vou colocar Nenhuma
ferramenta avisei piscando enquanto Me apoiava na ponta dos pés para alcançar a estante o movimento levantou o que ele tanto queria descobrir revelando o suco da traseira e da curvinha uma paisagem que ele via uma vez ou outra mas não tão perto e tão nítido daquela forma foi então que o pano caiu ao me curvar para pegá-lo Ouvi sua respiração falhar meu decote Generoso como A Noite de Verão pendia como um convite não assinado vou te mostrar um truque sussurrei pegando sua mão e pressionando-a contra o pano úmido a poeira gruda melhor assim Mas em
vez do móvel guiei seus dedos até meu joelho Subimos juntos devagar coxa esquerda onde uma cicatriz de Infância parecia uma lua crescente quadril direito curva de rio antes da queda d'água até o elástico do tecidinho curtinho fronteira porosa que estava prestes a ser descoberta você é uma de bom você sabe né meu Deus ele houou os dedos tremendo como bússolas descontroladas a TV mudava de canal sozinha estática colorida pintando nossas sombras na parede deixei que ele descobrisse a ilha escondida sob o tecido os dedos navegavam com bastante cautela de quem teme naufragar quando encontrou o
seu destino final arquei circulares instruí mordiscando de leve os lábios devagar concentra no relevo ele obedeceu aprendendo a ler em briley o que eu escondia há tanto tempo lá fora um carro passou buzinando era dona Marta vizinha fofoqueira voltando do culto congelamos seus dedos ainda em movimento até que o barulho se dissipou vai continuar limpando ou vai me ajudar a terminar isso disse Firme com ele puxando-o pelo cinto até que seu rosto ficasse nivelado com meu ventre ele não respondeu em vez disso enterrou o nariz no meu umbigo um túnel quente que levava direto ao
epicentro do tremor enquanto isso minhas mãos trabalhavam no zíper mas não estávamos falando de costura naquele momento e só eu só ia avançando mais ainda O sofá chegou a fazer barulho quando caímos sobre ele na tela o jogo de futebol viraram um documentário sei lá o que estava passando um monte de programações que deixei a TV com o volume mais alto só para mim aumentar o volume do som que saía da minha boca ele foi rápido faminto em meu pescoço como quem abre carta selada as mãos sabiam o caminho certinho as duas meu quadril esquerdo
arquejo eram Agudos como apito de trem noturno o pano estava Jogado no sofá de lado a vassoura no canto porque eu já estava usando uma boa naquele momento eu sorria para ele mas fiz um pedido para que ele colocasse na porta traseira somente porque ainda queria manter a da frente sem uso eu ainda queria ser aquele tesouro novo no seco ele tentou levantei me dizendo que assim não tinha jeito máquina sem óleo não dá me deixou ali e foi numa loja que ficava na esquina comprar o que necessitava para que entrasse mais fácil quando ele
chegou deixei tudo preparado para agilizar sua entrada ele aplicou do jeito certinho na porta traseira e na ponta da ferramenta que entrou como uma luva nada como uns bons dedos segurando a frente para ajudar ele fazia isso seguia fielmente minhas coordenadas se fosse um mecânico ajustando minha rosca mais rápido eu disse para ele com a voz firme Estou quase terminando disse ele quase rouco já e cansado dei um leve grito esboçando minha alegria na mesma hora em que a porta escorria óleo só me cobri não limpei a porta fui terminar meu serviço e ele ainda
me ajudou a terminar tudo que eu pedia para ele ele fazia com boa vontade quando a mam chegou às 6 da manhã encontrou a casa Impecável até o vão da TV reluzia ele estava descansando e eu também Mas claro que no outro cômodo ambos com Sorrisos De quem fizera mais que limpeza profunda Nossa muito cansada passei naa de uma amiga de mugada porque havi me liberado aqui que casa impecvel de lieza ela disse deixando c o uniforme como se eu não ese ali de longe eu vi um maras nos melzin que elaid tampou Será que
ela estava praticando algo diferente do seu trabalho sempre um prazer respondi virando o rosto para o travesseiro onde ainda grudava o relógio marcava uma nova hora e naquele sobrado geminado enquanto Pirapora despertava dois vulcões adormeciam temporariamente inativos Espero que tenham se divertido muito nesse relato se gostou não esqueça de se inscrever e deixar seu comentário beijos da rainha e até o próximo