Só daqui para cima. >> Uhum. >> Olá, sejam todos bem-vindos. Como medida de acessibilidade, vou fazer minha audiodescrição. Eu sou moreno, eh, cabelo curto, olhos castanhos escuros, eu uso o brinco preto dos dois lados e eu tenho mais ou menos 1,70 m. Eu me chamo Raimundo e eu sou coordenador do ProESC na Secretaria de Educação e estou aqui com a Nel Cirema que é a gerente do NE. Olá, estamos aqui com o nosso coordenador do PROESC. Eu sou Necirema Pureza. Vou fazer a minha audiodescrição com medida de acessibilidade também. Sou uma mulher morena, cabelo ligeiramente
clareado, tenho rosto redondo, uso um óculos azul de grau, estou usando uma blusa azul e uma saia azul e branca. Tenho mais de 50 anos e estou usando o crachá de identificação da Secretaria de Educação. Então, pessoal, sejam todos bem-vindos, gestores, coordenadores pedagógicos, professores, secretários e vamos dar início ao nosso objetivo hoje, que é tirar todas as dúvidas, não apenas da do AE, como também como funciona a o novo módulo do AE dentro do sistema ProESC, né, Cirema? Eh, esse essa live a gente combinou já faz um tempinho. O ProESC em si, ele preparou o
módulo do AE justamente para essa Para não apenas professores do AE, mas o conjunto todo da comunidade escolar para ter essa participação, coordenadores pedagógicos, os professores do AE, o professor da sala regente, o secretário, o gestor. Então, eh, esse é o nosso objetivo hoje, trazer um guia prático para todos eles. Pode escrever também a capa, né? Bom, ah, vamos fazer uma audescrição da capa. Ela está escrito live, aí tira as tira Dúvidas. Ela tem um símbolo da neurodivergência, que é um símbolo do infinito, é multicolorido, pe pae, onde estudo de caso e avaliação pedagógica. e
tem um logo da Proesc Gov e da Secretaria de Educação. E então, né, a gente vai ver, vai te fazer um bate-papo aqui. O primeiro passo é justamente o por documentar num A, qual é esse impacto que tem eh nas nossas escolas com os nossos estudantes De educação especial? Bom, a resposta é meio que clara para cada um de nós, bem evidente. Essa documentação assertiva trazer pra gente, além daquela possibilidade de registro, a possibilidade de ter na parte burocrática que é necessária para garantir a oferta dentro do que rege as leis do nosso país, ela
traz também um mapa de aprendizagem, um passo a passo para se trabalhar a aprendizagem do nosso estudante. Então, a gente tem como Trazer dentro dessa documentação atualmente eh considerada para todas as escolas do Brasil, é um verdadeiro mapa de aprendizagem do que o nosso estudante eh vai ter ao chegar nas escolas. E como aqui nós trabalhamos com a questão da da do PROESC como o regulamentador dessa documentação, quem registra de fato a vida dos nossos estudantes, eh esses dados são centralizados da mesma forma que rege a lei. Todos os documentos que Estão regulamentados também vão
ter a possibilidade de constarem dentro desses nossos registros. E assim nós vamos possibilitar que todo mundo dentro da gestão da escola, secretários, professores, eh gestores, eh possam ter acesso a essas informações de maneira mais direta, porque ela vai trazer a garantia desse direito dos alunos, ela vai nos ajudar a nortear as nossas práticas diárias dentro da escola e também vai ter o registro que vai servir Como base para o FUNDEB, pro Fundo Nacional de Financiamento da Educação Básica. e que é quem vai garantir os recursos para que a nossa educação seja de fato financiada dentro
do que ela necessita. Perfeito. Eh, assim, esse próximo tópico é muito importante a gente saber que são os marcos legais e as obrigatoriedades. Tem alguns decretos que a gente vai falar, que no caso a Serema, vai comentar cada um. E O próximo, depois dos próximos slides, a gente vai ver o que que o professor da sala regente tem que fazer, qual é o obrigatoriedade do professor do AE, o que que o coordenador pedagógico participa, o que que o secretário faz, o que que o gestor, mas antes a gente vai conhecer um pouco desses marcos legais,
se você puder dar início, né, bem, ah, além das da o que a gente tem, né, em termos de arcabolso jurídico no país, como a nossa própria pr constituição, as Leis que criam de fato essa modalidade, essa essa categoria de atendimento. A gente pode destacar que desde 2014 nós temos uma nota técnica que orienta sobre a elaboração do nosso PAE, o plano do AE em todas as escolas. Então ela fala não apenas desse plano, mas também de outros recursos que a escola necessita para garantir a inclusão dos nossos alunos que tá aqui embaixinho. Ah, podemos
avançar pro para voltando, né, desde a LDB, desde a Constituição, em 96, nós já Tínhamos esse direito garantido nos artigos 58 a 60 da LDB, que estabelece que o estado tem esse dever com a educação especial. Ela figura como uma modalidade transversal desde aí e é garantido que ela de fato abarque, passe por todas as outras categorias, as outras modalidades, por todos os segmentos, por todas as séries, desde a educação infantil até a educação superior. É, em 2011, tivemos o decreto 7611, que Fala também sobre a questão do financiamento técnico, do financiamento da educação especial
dentro do nosso da nossa rede. E mais recentemente, no ano passado, nós tivemos esse grande marco que foi o lançamento da nova política de educação especial. Ela deixou assim bem claro a importância desse estudo de caso. Ele passar a ser um marco que vai nortear de fato a o início da do conhecimento que se tem sobre esse aluno dentro de cada escola. Então ele passa a Ter a partir dessa lei a obrigatoriedade antes de fazer qualquer plano pro aluno. É importante saber que no ano passado, a partir de outubro isso ficou regulamentado, passou a ter
um caráter de mais obrigatoriedade. A gente vai ver lá na frente também que em 2023 já tínhamos o o parecer 050 que falava, mas de fato, enquanto decreto lei considerado como nova política da educação especial na perspectiva inclusiva, nós temos aí a 12.000 1686, Que foi também alterada, né, no finalzinho do ano pela 12773. A gente vai falar já já sobre isso. Vamos lá, Raimundo. >> Sim. Eh, então vamos dar continuidade, começando justamente pelo estudo de casa, né, Einel? Então, ela já ela já fez eh uma pequena abordagem. Temos isso no nosso sistema, tá? Na
parte de relatórios. E qual é a importância, né? Qual é a obrigatoriedade? Quem faz esse estudo de caso, quais são as pessoas ou Quem é o professor do AE? É o professor da sala regente? Vamos tirar essa dúvida. >> Então, eh, o estudo de caso, ele é instituído no momento em que surge a dúvida ou a necessidade de algum atendimento pedagógico além do atendimento comum, da sala comum. Ele vai fundamentar todo o trabalho, toda a elaboração dos planos. Então, como ele tem esse caráter já de obrigatoriedade, é importante deixar muito claro que Dentro da nossa
rede, dentro das escolas, ele é um documento com caráter pedagógico. Ele vai focar exatamente nas barreiras pedagógicas que aquele aluno possa ter pela sua condição de deficiência, de autismo, de altas habilidades. Eh, qual a dificuldade inicial? O aluno, por exemplo, com baixa visão, quais são as necessidades pedagógicas daquele aluno? Ele vai precisar de quê? De ampliação, de lupa? Ele tem uma e se ele for um aluno cego, Ele vai precisar de braile? Quem é que vai fazer as adaptações desse material pro braile? Tudo isso tem que vir descrito no estudo de casa. Quais as necessidades
desse aluno? Então ele não é um laudo, ele não tem um caráter clínico, médico e ele prescinde. Ele pode prescindir desse laudo porque ele é uma constatação na escola da necessidade do aluno. Eh, a gente sabe que existe, né, uma não obrigatoriedade da existência de laudo para o atendimento Ocorrer no AE. Exatamente porque nós temos documentos da escola que vão garantir esse atendimento, documentos da escola que são possíveis de serem considerados, que vão embasar o nosso estudo de caso. Então, nesse estudo de caso, nós vamos investigar quais essas habilidades desse aluno, quais as potencialidades desse
aluno perante suas a sua deficiência, o que que nós vamos trabalhar para que de fato ele tenha suas habilidades desenvolvidas, Aproveitadas. Quais as barreiras físicas? Quais as barreiras atitudinais e curriculares que a escola ainda tem? Que tipo de adaptações em cima dessas barreiras nós vamos estar trabalhando. Barreiras físicas a gente pode exemplificar, por exemplo, nosso aluno que usa cadeira de rodas, a escola tem uma rampa de acesso, ele tem como adentrar a escola sem dificuldade? Então tudo isso também pode embasar nosso estudo de casa como uma necessidade Pedagógica. A a primeira nesse caso para ter
acesso ao ambiente da escola. barreiras atitudinais. Nosso aluno tem deficiência e as outras crianças nunca tiveram essa experiência de conviver com uma criança com deficiência física, por exemplo. como nós vamos trabalhar através de formações, de projetos com os demais alunos, com os demais colegas, para que esse aluno seja recebido, acolhido e incluído de verdade, ultrapassando essas barreiras Atitudinais e as barreiras curriculares, que são bastante desafiadoras, que é saber como colocar nesse nosso estudo de caso de fato as possibilidades de aprendizagem do nosso aluno dentro do nosso currículo normativo, dentro do nosso currículo comum, sem perder
de vista a necessidade de um currículo que seja também funcional, visto que em muitos casos o aluno vai ter dificuldade de acessar o currículo comum, podemos trabalhar de fato um currículo Funcional, algo que tenha sentido, que faça toda a diferença na aprendizagem dele, algo de básico, que realmente faça com que ele tenha acesso ao ensino comum, mas que também considere a sua característica, a sua deficiência, as suas possibilidades e os seus potenciais reais. Não, algo hipotético. Por isso que estudo de casa é tão importante. Ele não vai falar de um aluno general, generalista, de um
planejamento geral. Ele vai falar de um aluno específico, Individualizado, subjetivo, que vai ser contemplado, né, pela diversidade que a gente vai encontrar nesse estudo de caso. E por fim, também a questão de investigar o contexto familiar, o histórico escolar desse aluno. De onde ele veio? Ele veio diretamente da do lar. Ele nunca passou pela experiência de escolarização. Ele precisa de fato ser apresentado aquela escola, aquela turma, aquela sala, a sala física e a sala composta Pelos demais colegas. O que que essa sala tem que ser estimulante para ele? O que é que essa sala não
tem que precisa ser introduzido? O estudo de casa pode fazer esse levantamento também. e o histórico escolar também da escola anterior, da série anterior, que relatórios constam, quais os que ainda não constam, quais nós vamos precisar fazer inicialmente dentro da sala comum para embasar o estudo de caso do nosso professor da sala do AI. OK? Então, né? Eh, pessoal, uma coisa que eu esqueci de falar, eh, vocês que têm algumas dúvidas nesses tópicos que a gente tá falando, eh, vocês podem colocar no chat que eu tô acompanhando. Inclusive, tenho duas dúvidas, né? Assim, sobre o
estudo de caso, eh, a o Cleade perguntou eh se o estudo de caso é a base principal para os para os demais documentos. Exatamente. A gente até vai enfatizar um pouquinho mais lá na frente. Sem o estudo de caso, é Impossível você fazer um PAE, um plano de atendimento especializado adequado pro aluno, porque exatamente por ele levantar todas essas questões anteriores que a gente mencionou, ele vai te dar um norte, ele vai te dizer exatamente o que tem que entrar no teu planejamento. Eh, é sempre muito bom que a gente faça essa reflexão. Dá para
fazer um paê bem feito sem ter feito um estudo de casa? Não dá, porque é ele que vai te revelar quem é o teu aluno. ele que vai dizer de onde ele Veio, o que ele precisa, que tipo de coisa ele gosta que pode ajudar a mantê-lo, por exemplo, na sala do a na sala comum, se ele precisa de imagens, se ele precisa de menos estímulo na sala, se ele precisa ter momentos em que ele vai se autorregular, se ele vai precisar usar inclusive um abafador para evitar aqueles momentos de sobrecarga sensorial auditiva, aqueles momentos
em que ele se desestrutura por por excesso de estímul né, sonoros. Tudo isso o Estudo de caso traz para nós. >> Outra pergunta ainda sobre o estudo de caso, eh, lá do Daci Ribeiro, quem investiga o estudo de caso? Quem faz essa investigação? >> Bom, a priori nós colocamos que o professor do AE vai fazer o estudo de caso, mas ele não faz isso sozinho, né? Perfeito. >> Ele vai fazer conversando com a família em cima de um relatório que o professor da sala comum já possa ter emitido. O Aluno chegou e não havia aquela
informação de que ele era um aluno com deficiência ou com autismo ou com altas habilidades. Que que o professor da sala comum percebeu desse aluno? Ele vai colocar num relatório, ele vai fazer um breve relato das dificuldades e também dos desafios que ele tá percebendo na presença do aluno na sala comum. E de posse desse relatório, o professor Doe vai formular o estudo de caso baseado exatamente naqueles pré-requisitos, né, De conhecer o contexto familiar. O professor do AE é quem tem um aprofundamento maior em relação às deficiências aos alunos públicos da educação especial. Então ele
vai poder fazer essa ponderação. O que eu trago nesse meu relatório que veio da sala comum, o que eu vejo nesse aluno baseado no que a família tá me trazendo e que barreiras ainda existem. Então ele realmente vai fazer esse pontapé inicial, mas ele não faz sozinho. Sim. >> Ele pode ter o apoio da coordenação, próprio professor da sala comum. Como a gente fala, um estudo de casa é algo que dá logo essa ideia de algo coletivo, né? >> Sim. >> Que tu não vai fazer sozinho, porque não adianta só tu estudar e saber quem
é o teu aluno. A escola toda tem que saber, né? desde a porta de entrada, as nossas cantinas, os nossos auditórios, os espaços que a escola tem são espaços de educação. Então eles também precisam Constar e ser vistos como algo que vai ser positivo para o aluno estar presente, não só a sala comum, não só a sala do AE, mas todos os espaços da escola. Isso também pode constar lá. Então, de fato, inicialmente seria uma função que ele dá esse pontapé inicial, professor do AE, mas todos têm parte nisso aí, todos também. vão fazer essa
intersecção de saberes. >> Ah, e dando continuidade nisso, eh falando um pouco do sistema ProESC, Pessoal, eh tem para todos os professores, tanto o professor do AE como o professor do da sala regente, o estudo de casa sábado. Então tem informações que você só vai conseguir com a coordenação pedagógica, com o secretário ou com o próprio gestor. São informações que estão compartilhadas, mas também no PROESC quem tá responsável é o professor do AE para fazer esse estudo de caso. Mas ainda com estudo de caso, Nelo, ele tá tem a Marcilene, ela Tá perguntando: "O estudo
de caso é feito no início do ano letivo, tem duração ou ele é flexível? Pode ser alterado durante o ano?" Essa foi uma pergunta bem >> bom. A ideia é que ele seja feito inicialmente, né, nas primeiras semanas, os primeiros e meses de que a criança chegou na escola. Mas assim, em termos de temporalidade tem dois aspectos. Tu tens um prazo, digamos, de pelo menos 3 meses para o primeiro bimestre, Trimestre agora, né? Trimestre. >> Então, é é esperado que nesse primeiro trimestre nós consigamos fechar esses estudos, iniciar esses planos. O estudo é um estudo
inicial, mas se a gente monta o plano baseado nele, a gente tem também a ideia de que essa temporalidade vai atender a uma necessidade de processo educacional. Então ele precisa ter um espaço de tempo, digamos, delimitado pela coordenação, pelos professores. Precisa, porque a gente Precisa levantar assim essas características inicialmente para poder desenvolver os planos. E aí a gente pensa assim, o pai vai ser pro ano todo, vai ser pro semestre todo, são muitas informações, não tá? Dá para dizer, olha, com uma semana tá tudo pronto, pai, pei, a gente sabe que não é assim. A
gente vai conhecer o aluno no processo dele dentro da escola. Então, assim como tem essa temporalidade para você fazer o estudo, fazer a formulação dos teus Planos, a gente também pode, claro, eh revisitar o nosso estudo de caso, acrescentar informações, mas o ideal é que a gente faça esse levantamento no estudo do do no início do ano. Eh, eu posso até dar um exemplo em relação aos centros. A gente tem estudos de caso que foram feitos um ano e nos anos seguintes foram feitos relatórios sobre como o aluno está atualmente. A gente tá sentindo necessidade
de refazer esse estudo de casa no início desse ano Letivo. Nada impede que a gente faça. Ele é obrigatório pra escola comum. Ele é obrigatório que a gente faça sim pro nosso aluno com deficiência na hora que ele chega, no início do ano letivo. Ah, agora nos centros é um pouco diferente porque não muda assim, não existe essa questão da série de avaliação, digamos, por pontos, atribuição de de conceitos. Então ele é um um um plano que vai durar um pouquinho mais, né, digamos assim. Mas Na escola comum há sim essa necessidade da temporalidade ser
eh ser dada, né, pela coordenação junto com a EE para que a gente possa de fato perceber o quanto esse aluno foi progredindo, o quanto esse aluno tem avançado, o que o meu plano de atendimento educacional especializado traz enquanto projetos mesmo de de atuação para mim durante o meu semestre. Tanto que nos relatórios que a gente for emitir ao final do semestre, a gente vai reavaliar. Eu Preciso acrescentar algo ao meu PEI. O meu PAE tá contemplando toda a diversidade do meu aluno. Ele traz para mim o norte para que eu faça, por exemplo, adaptações
de acordo com o que a nossa base nacional curricular como traz. O que a BNCC fala em termos de habilidades a serem desenvolvidas, estratégias para desenvolver essas habilidades. A gente não pode perder isso de vista, né? independente da questão quantitativa do currículo, a Qualitativa ela não pode ser esquecida. Então, a gente tá acompanhando isso através também dessa eh, digamos revitalização, revisitação do nosso estudo de caso sempre que necessário. >> Sim, ainda com estudo de caso, estudo de casa pras mangas. >> Sim. Eh, temos uma dúvida, ó, essa é importante. Sobre o estudo de caso. O
aluno que tem dificuldades de aprendizagem e aprendizagem isolada, tem direito a fazer o estudo de casa. Essa é Uma uma questão muito recorrente. Alunos que tem dificuldade de aprendizagem, que tem distúrbios daqueles transtornos funcionais específicos, que são a dislexia, desgrafia, descalculia, próprio TDH, eles não são público alvo da educação especial. Então, nós estamos falando de um instrumental que é voltado pro nosso aluno da educação especial. Se a escola entende que ela pode fazer o estudo de casa do aluno com transtornos funcionais Específicos, nada impede que ela faça. Mas a gente só quer deixar claro que
assim, a obrigatoriedade para se fazer é do aluno público da educação especial, até por uma questão de diferença de conceitos do que que é deficiência no nosso país e do que não é. Então nós temos toda uma proteção legal pros transtornos funcionais específicos que não são deficiência, mas que precisam ser contemplados na escola. E a forma de organização dessa oferta de atendimento Para eles é um pouquinho diferente da da que é feita para o aluno com deficiência, com autismo e altas habilidades. Ele pode ser atendido em atividades no contraturno, pode. Ele pode ter projetos especiais
que vão ser vistos num estudo de caso também pode. É só deixar bem claro que não é no AE com o professor do AE. Nós temos uns sujeitos da educação especial bem definidos. Isso. >> Então, o que não é deficiência, o que Não é autismo e o que não é altas habilidades, não é necessariamente a ser atendido pelo AE. Há diferenças, a inclusive a questão clínica que é bem enfatizada em relação aos estudos necessários para se fechar diagnóstico. Eh, nós temos uma lei de 2021 que deixa isso muito claro. Esse aluno pode também receber financiamento
para atividades complementares no outro turno. Um exemplo, clube de leitura, clube de escrita, eh biblioteca dirigida pro Aluno, eh estímulo à leitura, alguns projetos que já existem formalmente, né? de aceleração, de leitura, de de aprendizagem, mas não é aí, tá gente? É assim, eh eh perguntam muito por que não é a porque não são deficiência, porque não fazem do parte do público alfa. E dando continuidade também nesse ponto, né, o a inclusive pro censo escolar, que é muito importante que no proeste, tá pessoal, vamos utilizar o proeste para o censo escolar, estamos adaptando Justamente o
que o senso cobra, que é justamente os tipos de de deficiência que tem, que é o autismo, o a deficiência visual, todo tudo que se engloba, o TDH, o TOD e essas outras esses outros tipos de Tornade não estão inclusos, ou seja, eh, a gente não vai conseguir fazer um registro correto se tiver isso. Então, assim, no caso de investigação, OK, ou pela lei que a, né, inclusive acabou de falar no um pouquinho atrás, é possível agora Cadastrar no censo, tá, pessoal? Mas assim, até no nosso sistema, ele é possível você identificar, mas no cadastro
em si, no módulo do AE, não tem como, tá bom? Eh, outro detalhe importante, eh, que vocês podem falar, o estudo de caso em si dentro do nosso sistema, eh, perguntaram sobre prazo. >> Uhum. Qual questão de prazos que que a gente pode falar pros professores do AE? Porque assim, vocês já os as escolas já Começaram a fazer as alocações dos estudantes no sistema, os professores, alguns professores já começaram a fazer os atendimentos. Eh, vou disponibilizar de novo o treinamento para quem não tem para os professores, o treinamento para a locação desses alunos, desses estudantes
e também o passo a passo da questão do estudo de caso e do da avaliação pedagógica, tá pessoal? Mas isso após a o término da nossa live. Mas assim, Léo, sobre prazos, >> prazos, eh, o que eu acho que o pessoal quer saber dos prazos do PROESC. Isso >> porque o nosso é um prazo que não tem uma limitação, digamos, de sistema para ser realizado. Ele tem aquela temporalidade, digamos assim, que não é intuitiva, mas é que é o tempo necessário para conhecer o aluno, para elaborar e ele pode ser flexível, mas no proesk não.
No proesk precisa ter uma limitação, até porque é um sistema e lá Precisa constar até que dia você vai colocar o teu estudo de casa. É isso que eles querem saber, Raimundo, é contigo. Então assim, eu acho assim, na questão do estudo de caso, pela importância que temos que ter desses alunos, principalmente que estão em investigação >> Uhum. e vão ser informados no censo, creio eu, que pelo menos hoje são 11 até o fim do mês, dependendo da escola, dependendo do quantitativo de estudantes, vou disponibilizar o passo a Passo após a live, eh, até o
fim do mês de maio, eh, o estudo de caso para esses estudantes que estão em investigação, pelo menos está pronto. Aí o restante vai ainda correr até o final do semestre, tá bom, pessoal? E deixa eu ver outra. Acho que aqui é Marcene. Mais uma dúvida, tá? A secretaria vai disponibilizar um modelo em PDF ou algo assim do estudo de caso para eles terem essa base? Não, tem Algum modelo? Eh, nós temos, na verdade, um roteiro, porque nem na legislação nacional e nem na estadual, a gente vê esse aspecto da obrigatoriedade de um modelo único.
É obrigatório fazer o estudo de casa, mas não tem assim um modelo padrão obrigatório. Nós disponibilizamos o modelo de roteiro para que cada um formule, porque como é um estudo, ele vai ser feito em cima de quem a gente tá estudando. temos um roteiro, a gente pode disponibilizar Também no link, né, na no final, >> vamos passar pro Raimundo. >> E nós temos esse esse roteiro assim, eh, como nós estamos trabalhando a política estadual de educação especial, nós vamos deixar também nessa política essas diretrizes para que se elabore esse estudo. Lembrando que não é um
modelo padrão fixo, ele a gente pode encontrar, cada estado pode ter seu modelo, cada escola pode ter seu roteiro de estudo de caso. É importante que ele seja feito, Mas nós temos sim um que o Nes disponibiliza que é feito com base no modelo do no roteiro do Raimundo Nonato, do Centro de Atendimento Raimundo Nonato. Eh, e também, pessoal, o que que vocês podem fazer? os professores do A que vão fazer o estudo de caso lá no Proest em relatórios, tem todo um passo a passo também. Você pode seguir aquele caso você queira e até
interessante, tá bom? Utilizar aquele passo a passo que tá bem Completo, >> na verdade. >> Eh, vou continuar com as dúvidas aqui que eu que ainda é do estudo de casa. >> Uhum. >> Ã, como eu falei do considera importante revisar de tudo isso aqui já. Então vamos pro próximo tópico que já que já tô perguntando do P e do PA e Mas isso ainda vamos dar continuidade, tá pessoal? >> Eh, avaliação pedagógica. Então assim, pessoal, a avaliação pedagógica no nosso PROESC lá, ele ainda tá como investigação pedagógica, tá? Mas é a avaliação pedagógica. E,
Nelo, vamos falar um pouquinho sobre a avaliação pedagógica. Então, a gente traz aqui essa ideia de um processo contínuo, ou seja, não é algo que a gente comece para só começou no início do ano e já tem uma noção, já tem uma Diretriz pro ano todo. Ele é contínuo porque ele vai trabalhar o dia a dia, a subjetividade, os avanços, as dificuldades do aluno no seu percurso ao longo do ano, ao longo do semestre. Então, como o o estudo de caso traz um retrato inicial, o processo de avaliação pedagógica, de investigação pedagógica, pode ser considerado
como algo em desenvolvimento ao longo do ano. É algo que vai tá sendo o tempo todo realimentado, retroalimentado, né? Sempre buscando atualizações. Qual que é o foco principal? Nós vamos entender como é que esse aluno consegue processar os conteúdos, as informações, o que funciona melhor para esse aluno ao longo desse percurso, o que que tá ajudando esse aluno de fato, o que que tá impedindo ele que ele aprenda. Eh, assim, algo parece muito genérico falar, né, que que esse aluno aprende, porque cada aluno é um aluno, cada aluno vai ter suas formas, seus tempos. Agora,
o Tempo dele estando dentro da escola, estando dentro da unidade, estando com seus colegas, é o mesmo tempo dos outros colegas. A forma de aprender que pode variar, que pode ter diferenças. E aí a gente vai tentando fazer pescar essas dificuldades, quais são essas necessidades, o que que tá funcionando e o que que não tá. Então é uma avaliação constante, processual, contínua, que a gente não pode também prescindir. Ela é importante porque ninguém é igual a quem Era ontem, né? A gente muda. Pessoas com e sem deficiência o tempo todo estão nesse processo dinâmico de
se atualizar, de aprender ou mesmo de não conseguir aprender. O que que tá impedindo? O que que tá fazendo com que esse aluno, esse aluno de fato não consiga aprender? E não é só aprender conteúdo, é aprender a convivência, aprender o dia a dia. Eh, eh, existe um equívoco muito grande quando se fala que o aluno com deficiência tá indo pra escola só para Socializar. Ele não tá indo só para socializar, tem outros ambientes onde ele vai socializar. Na escola ele vem com uma função, ele vem aprender tudo que ele for capaz. Como é que
eu vou saber do que que ele é capaz? Quem pode dar esse limite? Não existe limite. Limite é a gente saber de fato procurar. A gente tá sabendo procurar o que ele aprende, está dando ênfase ao que ele traz pra gente em termo histórico de vida. O que que impediu, por exemplo, Que ele até o momento não conseguisse ainda verbalizar? Não que a gente passa fonodiólogo ou psicólogo desse aluno. A escola não tem essa função, digamos, clínica, mas a gente consegue ler um relatório e entender que esse aluno é um aluno não falante, que antigamente
chamava não verbal, né? E que ele tem uma dificuldade neurológica para articular a fala. Então, se ele não fala através da minha avaliação, eu vou entender que há outros mecanismos de Comunicação além da fala, além do ouvir e falar, a comunicação alternativa, utilização de de imagens, de figuras, são alguns exemplos de estratégias que vão contemplar essa avaliação pedagógica de que, por exemplo, meu aluno é não falante, a condição que ele traz para mim é essa hoje. e se ele vai ou não desenvolver outras formas de comunicação. Aí é que vai entrar a questão da minha
intervenção baseada na avaliação que eu fiz. Uma avaliação Fundamentada, uma avaliação que vai ajudar identificar de fato o que ele consegue processar. OK? >> Tá OK. Eh, só uma pergunta aqui, eh, sobre o estudo de caso, alguém viu faz, fez o contrário, a dando um retorno, >> eh, se já existe o estudo de casos do sistema proeste? Sim, pessoal, já existe o sistema, o estudo de casos, como eu falei anteriormente, no sistema ProESC, tá? Tem um passo a passo lá e você só preencher certinho que vai tá tudo OK, Tá bom? Mas lembram, eu vou
passar o passo a passo de como preencher, bem rapidinho, é bem tranquilo, mas tá lá na parte de relatórios, tá? E não, eu tenho uma dúvida aqui. Eu tenho uma dúvida sobre o aluno de múltiplas deficiências. Se a escola não possui suporte técnico para atender as dificuldades desse aluno para a evolução cognitiva, como deve ser a atuação do professor? >> Qual professor? >> Eu acho que provavelmente seja o Professor de sala de aula, porque falou, não falou professor do, mas pode falar dos dois. >> Bom, essa questão de de não possuir suporte técnico, eu posso
dizer que ela é um tanto quanto relativa, né? Nós professores do século XX, >> Sim. A gente sabe que o nosso país trabalha na perspectiva da inclusão. Então, por mais que ainda existam e persistam ideias de que a gente não é obrigatório a ofertar, Não é obrigado a ofertar, a gente sabe que o estudo, a inclusão é sim obrigatória no nosso país. Então, nada do que a gente diga em relação a não ter suporte técnico pode ser, digamos, justificativa pra gente não trabalhar inclusão. Nosso país trabalha inclusão, o nosso estado trabalha inclusão, nossas escolas têm
que trabalhar inclusão. Ah, mas é uma obrigatoriedade que não dá pra gente um suporte. Qual é o suporte que a gente precisa nesse sentido? Ah, o Suporte desses instrumentais, o suporte da atuação da educação especial e o suporte do teu conhecimento enquanto professor. O que tá te impedindo de ensinar o teu aluno com deficiência múltipla? É a questão cognitiva? É a dificuldade em reter conteúdos? É a dificuldade de memorização? Isso tudo vai entrar no teu estudo de casa para dizer exatamente qual é o teu desafio. É o aluno quem vai te dizer do que ele
precisa. Então o suporte técnico Que a gente pode estar entendendo aí que seria, digamos, profissionais de outras áreas são necessidades também que a família às vezes tem de aquele aluno, por exemplo, não regula o comportamento, ele tem uma dificuldade de aprendizagem muito grande, ele não fala. E aí a gente chama atenção para esse detalhe, né? o que é a nossa função e o que é a função dos outros entes. Eh, muito importante estimular a família a realizar a avaliação e os atendimentos que a Criança precisa no âmbito da saúde e da assistência. eh a questão,
por exemplo, de fazer uma avaliação clínica e e as necessidades que esse aluno vai ter de atendimento, por exemplo, na área de fisioterapia, no caso do aluno em cadeira de rodas, o aluno que eh tenha dificuldade de locomoção, no caso, o aluno que tenha transtorno de fala ou que tenha que seja o aluno não falante, se ele está em atendimento com a fauna audióloga, com a Terapia ocupacional, a gente não tem como ter esse suporte dentro das escolas, porque a nossa função é pedagógica e nós não teríamos espaços também para esses atendimentos. Então, o caráter
pedagógico, ele deve prevalecer. Quando a gente trabalha essa questão da nossa avaliação, da nossa condição pedagógica de atender o aluno, a gente consegue ter esse vislumbre. O desafio dele é exatamente onde eu vou focar o meu trabalho. É onde eu vou Tentar atingir a um objetivo que o meu PAE traz, o meu plano de atendimento traz. Então não existe assim uma justificativa que diga: "Ah, eu não vou atender porque eu preciso tirar esse aluno da escola para ele ser atendido somente no centro". Não é o que a nossa legislação traz. A ideia é a da
inclusão sempre, a inclusão total. E não eh não existe como a gente fazer um trabalho diferente desse, independente do nível de Dificuldade que a gente encontre. Claro que a gente vai precisar aprofundar nossos conhecimentos, fazer formações dentro da escola, trazer algum especialista para fazer a dinamização desses processos, trabalhar essas dificuldades inerentes a algumas deficiências, mas não é algo assim etéreo, vago, não. Para todas as deficiências existem formas de atendimento adequadas. Para isso também a gente tem o apoio dos centros de Atendimento, tanto para o aluno com deficiência intelectual e e autismo no centroato em Macapá,
em Santana, no Centro Mundo Azul pro aluno com autismo. Aqui nós temos mais três centros que atuam também diretamente com as pautas das deficiências que é o centro de atendimento de atividade de altas habilidades, no caso do aluno com altas habilidades, superdotação. O caso do atendimento ao aluno surdo, no nosso centro de atendimento ao surdo CAS, e o aluno com deficiência visual no nosso CAP, centro de atendimento pedagógico. Todos ficam ali na Cora de Carvalho, os três e o Raimundato no gurial. >> Tá OK. E n uma pergunta integrante intrigante aqui. >> Bom dia. >>
É, bom dia. Estudantes em que a família nunca foi e nem demonstram querer levar para algum especialista. O estudo de caso garante acesso por Tempo ilimitado no AE. E outra coisa aqui, se sim, como vai ficar no Proest? Mas Pro, eu respondo, mas a questão é essa aí. Vai ter acesso ilimitado? Sim. Eu v te dar um exemplo bem claro. A família não investigou até hoje e o aluno chega com todo um quadro assim que é bem evidente para muitos de nós. Aluno chega e tem flap, anda na ponta do pé, é não verbal. E
a família às vezes, por uma questão de ainda está entrando em contato com essa realidade Diferente, ainda não conseguiu aceitar que ali tem um aluno da educação especial, que ali tem um aluno com autismo, com alguma deficiência. É algo bem delicado, porque a gente fala de um modelo de família que nem sempre é o ideal, né? Não existe esse modelo ideal de família. Mas em geral alguns pais ainda estão passando por um momento de elaboração daquela realidade, daquele luto, daquela perda. E eles às vezes demoram um pouquinho mais a entrar em Contato com esse fato.
A escola pode convidar esses pais conversar, a conversar também com especialistas que a escola pode convidar a fazer uma roda de conversa, mas de fato obrigar alguém a aceitar. e começar uma terapia, uma um atendimento, não é algo muito simples, porque a gente vai passar aí por envolvimento de entes relacionados à justiça, à ação social, por exemplo, Conselho Tutelar, porque veja, o A, ele não é obrigatório à família, ele é Facultativo, mas ele é obrigatório à escola. A escola precisa fornecer, independente de ter ou não uma avaliação clínica, independente de ter ou não um laudo.
Nós temos regulamentação que diz isso muito claro, a não obrigatoriedade de apresentação do laudo significa que mesmo que a família não aceite que o aluno está dentro da clientela do AE, o AE pode ser ministrado, mas se ele não aceita, ele provavelmente não vai levar no contraturno pro AE. E a gente sabe Que a obrigatoriedade do AE é o contraturno. Então a ideia é realmente manter um um um foco em sensibilizar a família, em conscientizar a família de fato, em, por exemplo, chamar alguém que seja mais próximo dessa família e dialogar com ela. sempre na
questão do diálogo de que independente do aluno ter ou não um diagnóstico fechado, ele tá apresentando dificuldades e que essas dificuldades podem ser melhoradas, podem ser atendidas pelo profissional adequado Na área da saúde, na área da assistência, um profissional fonodiólogo, por exemplo, um psicólogo, por exemplo. A relutância da família, ela é compreensível, mas ela também não é justificável para que a gente não faça no nosso estudo de casa. A gente vai fazer um estudo de casa que é pedagógico, que a escola precisa ter essa responsabilidade. Chamar a família é nossa obrigação, esclarecer a eles é
a nossa obrigação. Agora, conscientizar, Trabalhar aceitação é um pouquinho mais abrangente. Às vezes a gente vai precisar de apoio realmente de uma equipe, de um psicólogo. Nós temos no CVDUC, inclusive equipes de psicólogos que trabalham através dos NIS. Cada escola vinculada ao UNAI. E esses psicólogos podem fazer esse trabalho dentro da escola. E aí a necessidade deles de conhecer esse aluno também, com certeza vai ter um momento de um uma conversa com essa família, pelo que é Melhor pro aluno, né, conhecê-lo, trabalhar suas dificuldades e de fato conscientizar a família de que ele precisa desse
apoio, precisa desses atendimentos dentro da escola e fora dela também. >> Sim. Eh, sobre a ProESC, é a mesma coisa, tá, pessoal? Até uma dúvida muito pertinente que eu já tirei em uma das minhas formações, assim, se a famí como é que vai ficar no ProESC? No Proesc, se não for o caso, aí Ele a gente identificou, mas a família não quer, não leva. É importante, secretário, é importante gestor que vocês identifiquem esse estudante, porque dá para incluir na inclusão de estudantes, tá? aquele passo a passo que vocês já já tculem a nenhum professor, só
incluam, não coloque na gestão de atendimentos, porque a gente vai identificar esses estudantes eh futuramente quando todo mundo já tiver cadastrado, feito seus p, Seus pais, o as suas seus estudos de casos em um relatório e para justamente identificar a quantidade de estudantes que estão sendo atendidos pelo pelo UAE na escola. E aqueles que têm essas necessidades também não tem, não estão, não estão sendo atendidos. Então a gente vai conseguir fazer esse estudo via em uma margem bem maior de estado. Por isso que é importante vocês identificarem isso no PROESC, tá bom? Eh, tem uma
sugestão final de junho. É, é Sugestão no final de junho para tá tudo pronto, tá, pessoal? >> Pode falar. É importante destacar secretários, gestores, professores, que quando há uma recusa em levar a criança ao escola precisa também ter esse respaldo >> de que ela está ofertando. Então nós recomendamos que seja feito um termo de desistência até para que a escola tenha a assim o registro de que ela tá ali ofertando e mas que a família no momento Não tem interesse. Se a família voltar atrás lá na frente, seja em qualquer período do ano que for,
o direito é garantido. Sim. >> Tá. Mesmo que o aluno chegue no meio do semestre, no meio do ano, ele tem direito a a ter o seu atendimento. E a família também tem esse direito, mas a família também, por hora, tem esse direito de não levar. É facultativo para eles, >> tá OK? Eh, uma dúvida aqui, por alunos Que estão em investigação tem que ser feito primeiro estudo de caso, tá? No caso do PROESC, você pode fazer o seu PAE primeiro sem problema nenhum. o mais o estudo de caso, como eu falei, é o que
tá, a gente começou de falar, né, o ponto o ponto eh inicial, ele é necessário para os outros os outros documentos, os outros os outros relatórios. Isso >> aí no Proeste que tá pessoal, vocês têm tem um porque todo um uma investigação, Todo um preparo, uma colaboração com coordenador, secretário, então a gente um prazo maior, diferente do PEI, que o PEI já é bem um pouco mais rápido, o P e o PAI. >> Ã, o estudo de caso não deve ser apenas burocrático, mas uma ferramenta reflexiva que conecta a legislação vigente com a realidade prática
na sala de aula. Perfeito. Muito bom. Foi um comentário muito bom. Caso o aluno tenha TDH E DI, eu faço estudo de caso? >> Se ele tem DI, >> isso. Os dois, >> com certeza. >> Olha, é não é excludente. Se o aluno tá dentro do público da educação especial e tem como comorbilidade TDH, ele não é tirado daí. Pelo contrário, estando no corpo dos sujeitos da educação especial, a comorbidade também precisa ser trabalhada. né, daquelas formas que a gente já falou que a questão da Intervenção clínica, alguns alunos vão precisar de medicação, né, o
médico vai passar, a família vai ministrar, mas de fato, se ele tem uma das deficiências ou o autismo junto, ele é público de educação especial, ele pode fazer isso estudo tranquilamente, tá? Olha, bom dia. Um esclarecimento sobre a frequência escolar dos estudantes de tempo integral quando sai para fazer terapia, pois os pais afirmam que o aluno não leva falta. >> Pois é, essa falta pode ser justificada porque ele tem um horário para fazer terapia. as escolas de tempo integral, inclusive a gente tem encontrado diversas indagações de algumas escolas e a gente tá tá tentando responder
pontualmente em vez de montar um um parecer geral, porque cada realidade, né, é diferente. Às vezes é uma escola com sete, outra com 9 horas. Às vezes o aluno não é que ele vá pra terapia e que ele não tem como eh ficar naquele Horário que a escola organizou. E tem algumas sugestões de usar os finais de de as trocas de horário, projetos especiais eh os finais dos do horário de atendimento para que ele não perca eh essa possibilidade de ter o AE. Mas de fato as terapias justificam faltas sim na escola. E aí é
bom enfatizar que a única coisa que pode reprovar o nosso aluno, independente dos relatórios, independente do nível de aprendizagem que ele obteve, Independente de ter ou não o relatório, falta reprova. Então é importante justificar as ausências quando elas se dão em função de terapias que também são necessárias para esse aluno. >> Eh, uma pergunta aqui, mas eu acho que é para mim. Gostaria de saber se a CED irá disponibilizar esses modelos deste doc. Tem os modelos, né, e né, o que vai disponibilizar para vocês também terem. >> Só que no Proesk nós temos um modelo
que é só vocês vão preencher. Eu acho mais Fácil ter isso porque já vai de acordo com o MEC. E então façam a partir do modelo do PROESC, tá pessoal? Em o AE naquele na parte pedagógico, a e relatórios. Lá vai ter o estudo de caso e a avaliação pedagógica, o P e o PAI. Uma coisa bem legal, Neo. Qual é a diferença então entre a avaliação pedagógica e o estudo de caso? Basicamente >> lembra que a gente falou que o estudo de casa ele é inicial? A grande diferença é Que a avaliação ela é
contínua ao longo do processo. Sem mais. >> É basicamente é isso mesmo. >> É porque eles estão perguntando de prazo para fazer essa avaliação pedagógica. No Proes é a mesma coisa, tá pessoal? Vocês podem dar início a fazer essa avaliação pedagógica, mas ela sempre vai tendo um, como é que eu posso fazer? >> Uma retroalimentação. >> Isso. Então, sempre vai ter essa Retroalimentação. >> Ela vai ser feita exatamente com base em tudo que tu tás percebendo em termos de desenvolvimento do aluno, de aprendizagem do aluno. E ela vai estar manifestada nos relatórios que podem ser
semestrais, né, >> isso? trimestrais ou semestrais, dependendo do que você conseguiu, né, absorver em termos de desenvolvimento daquele aluno, o que que ele foi capaz de aprender, o que que ele ainda tá Aprendendo, o que precisa desenvolver melhor >> sobre dúvidas do sistema, eh, aqui sobre não consegue apagar o edital conteúdos ainda na na próxima semana vai ser possível editar os conteúdos ou apagar, não editar, tá, pessoal? Porque assim, qual é a questão? Quando você prepara um pay, você faz todo um roteiro, mas a gente vai falar mais na frente, né? Você faz toda uma
um roteiro, uma lógica, você tá dizendo aquilo lá, aí você quer Apagar porque, ah, eu confundi, mas isso vai ser possível, tá gente? Porque a intenção ainda era fazer. Agora para payer vão, deixa eu ver aqui, para um aluno que chega a um ensino médio não alfabetizado, que currículo trabalhar com ele na sala comum? Mas isso já é mais >> mais profundo. Mas de fato, o que trabalhar com ele? Se ele ainda não está alfabetizado, eu vou conseguir fazer com Que ele absorva outras informações. Eu posso rever esse esse meu conteúdo, eu posso trabalhar exatamente
a necessidade dele. A gente tem que tentar fazer eh ofertar para ele essa possibilidade. Eh, quando se nasce ou se desenvolve, se adquire uma deficiência ou tem um diagnóstico de autismo, a gente tem que pensar muito claramente no que é funcional para esse aluno. Eu Acho que ele, por exemplo, não esteja alfabetizado, ele tem compreensão do conteúdo, ele é capaz de, digamos, te fazer respostas orais em alguns alguns objetos de de avaliação ou ele de fato não consegue compreender e emitir eh expressar o seu aprendizado. Nós temos alunos com autismo, considerado nível três de suporte,
que às vezes de fato parecem não estar alfabetizados, parecem não compreender o que se fala. E aí a gente pensa, não, ele vai ser aprovado Automaticamente independente tal ou não alfabetizado. A questão é que alguns alunos, embora não estejam alfabetizados, eles desenvolvem a compreensão, eles têm eh noção, eles entendem o que tá sendo falado, muitas vezes registram muitas coisas, inclusive coisas ruins que se diz sobre eles, né, em casa, na escola. E aí a gente tem como avaliar o que ele aprendeu de alguma maneira, que não é a maneira formal, leitura escrita, mas Isso que
a gente sempre coloca, que pode ser feito avaliações orais, que pode se trabalhar com material concreto e de perguntas e respostas com imagens. Quer dizer, eu posso tentar trabalhar porque ninguém pode limitar um cérebro e dizer: "Olha, esse aqui não vai aprender nunca porque ele tem uma lesão grave". a gente não tem o dom de dizer uma coisa dessas, porque a gente aprende até morrer, né? Os nossos neurônios estão lá conversando entre eles o resto da nossa vida. A Partir do momento que a gente tá sendo, né, que eles são gerados, eles já estão lá
funcionando e vão seguir até a gente perecer. E o nosso aluno também. Então, quem é que pode dizer que o aluno vai ou não vai aprender em determinado momento da vida? Eu já tive experiências com alunos que se alfabetizaram depois dos 20 anos. Então eu posso dizer que a gente pode insistir nisso, trabalhar isso dentro dos conteúdos, dentro dos nossos, dos nossos currículos. É o que é Necessário para ele, é o que é possível para ele. OK? Vamos lá. Isso aqui é uma dúvida para mim também. Posso responder. O modelo do PA do P e
do Proest são diferentes dos divulgados na formação do Raimundo Non. Você pode dizer por quê? Pessoal, é o seguinte, eh, o no Proest, as informações que a gente solicitou justamente é pensando no centro escolar, porque a gente, nós somos um sistema que tá vendo as necessidades. Como assim as necessidades? Um dos maiores problemas, Nelo, das escolas é colocar os alunos de da educação especial no censo e estão perdendo recurso por causa disso. >> Sim. E aquelas informações que vocês estão no ProESC justamente eh são necessárias para vocês conseguirem esse recurso. Por quê? Como eu falei,
a o Proesco, a nossa intenção é fazer com que as escolas utilizem ele para informar o senso. E nós adaptamos esse novo módulo do AE com essas informações necessárias Para esse preenchimento. Por isso tem algumas coisinhas diferentes, mas são apenas nomenclaturas, pessoal. Mas em em tese a base é a mesma. >> Tá bom? Então, também tem um detalhe, eh, nós tivemos com a o lançamento da nossa resolução 048, foi colocado como exemplo de pa e de pi o modelo utilizado pela escola Irineu da Gama Paz. Nós já tínhamos um outro modelo que nós tínhamos desenvolvido
junto com o pessoal do Raimundo Non, que é o modelo Que o pessoal apelidor de o Pa do NE, o PEI do NE. Eh, por que que a gente tem diferentes documentos, diferentes instrumentais? Vou repetir novamente, não existe um padrão obrigatório em nível nacional. Você pode tanto usar um ou outro. As informações que eles trazem são basicamente as mesmas, né? A diferença que houve nos últimos anos foi entre PDI e PI. Os os centros trabalham muito mais com PDI e algumas escolas ainda usam PDI. E é uma diferença de terminologia, como o Raimundo falou. PEI,
plano educacional individualizado, PDI, plano de desenvolvimento individualizado. O que que tem de diferença aí na perspectiva do centro? Como tem aqueles atendimentos que ainda possuem um viés, digamos, clínico educacional, eles vão falar muito mais desse desenvolvimento pessoal, de características de e aspectos biopsicossociais do aluno. No nosso, a gente vai focar mais na parte Pedagógica. No PE, a gente vai focar muito mais na parte pedagógica. Então não existe uma obrigatoriedade de ser um documento único. Você pode, inclusive fazer adaptações na tua escola, no teu aluno. Você percebeu que faltou um campo ali importante para destacar alguma
característica do aluno. Você pode inserir no teu P. Você pode fazer uma capa diferente, você pode colocar a foto do teu aluno com a gente viu em Porto Grande semana passada. Muito bonitinho, Muito organizado assim, o aluno e o professor também na capa. Achei muito bacana isso, né? Tem uma escola que a gente foi também semana retrasada que tava o aluno e o cuidador na capa. Bem bacana, porque é algo bem realmente específico, individual. Então ele é um plano, olha o nome, individualizado. Então tem um modelo mais ou menos padrão, tem dois modelos padrão aqui
no estado, três. O importante é que as informações sejam coerentes com o que Você tá precisando conhecer daquele aluno. >> Perfeito. Vamos passar aqui, tá? Não, >> tá. >> Eh, pronto. Acabei de falar. A gente acabou de falar, mas aqui inclusive é uma das perguntas aí pro pessoal. Diferença entre o PAE e PI e quem faz o quê? Então o PAE, o nome já tá dizendo, é um plano do atendimento educacional. Então esse aqui é uma prerrogativa do nosso professor do AE, porque ele vai Focar no que vai ser ofertado lá na sala de recursos
multifuncionais. Então ele vai complementar, como diz a lei, ou suplementar, como diz a lei, a educação comum da sala comum. Ele nunca será substitutivo. O ensino que é ministrado, o recurso que é utilizado, ele vai ajudar, ele vai complementar o o recurso da sala comum. ee nunca vai substituir. Jamais ele pode ser substitutivo. Enquanto o PE, que é aquele que vai focar no currículo, nas metas Pedagógicas, é uma prerrogativa do professor da sala comum. Ele faz isso sozinho? Não, ninguém faz nada sozinho na escola, né? ele vai ter esse apoio do professor do AE, principalmente
se o professor do AE tem uma formação específica na área, ele vai ajudar os colegas que ainda não tem, ele vai trazer quem é aquele aluno através do estudo de caso ou do próprio Paou. Mas aí quem vai focar nas metas de aprendizagem, nas metas do currículo, é O PEI. Quem elabora o PEI, o professor da sala comum. Cada aluno com deficiência tem o seu P específico. Cada professor pode elaborar o seu. Se a escola entende que dá para fazer um P, todos os professores juntos de um só aluno ou de cada aluno, isso é
até possível, mas não é muito adequado, porque são muitos aspectos de cada conteúdo, de cada disciplina. Então a gente recomenda que cada professor elabore o seu payunos Com deficiência, com autismo ou com altas habilidades. Ele é que vai definir como esse aluno vai aprender os recursos, os conteúdos da tua, do teu componente, tua disciplina. Então ele é fundamental para você ter o norte de quem é teu aluno, para você fazer adequação dentro das eh habilidades requeridas pela BNCC, dentro do teu do teu projeto de de plano mesmo, de curso, de estudo, de aula. ele vai
focar nos currículo. Então é ele que o professor Da sala comum vai ter que elaborar com o apoio do AE, com o apoio da coordenação. Perfeito. Eh, ainda nesse ponto, eh, antes disso, eh, vai ficar gravado? Sim, pessoal, vai ficar gravado para aqueles professores ou gestores, secretários que ainda não conseguiram eh assistir agora, vai tá disponibilizado para vocês assistirem quantas vezes vocês quiserem. Mas no mais assim, no Proesc, o PAE e o PI estão disponível para os dois professores. Professor Da sala comum vai ter que fazer o seu P individualizado. Então cada estudante do que
tem atendimento do AE vai você vai ter que fazer isso. Qual é o prazo? Qual é? O pessoal gosta de prazo aqui. Pergunta de 1 milhão. >> Pergunta de 1 milhão. >> Combinamos, né, Nel? para ser semestral. Foi uma reunião que tivemos por causa de todo o planejamento, de toda uma avaliação de como a gente aquele peito ou o e o paê também É um prazo legal, interessante para ter essa preparação para ver como é que foi essa avaliação que tiveram esses estudantes no primeiro semestre e depois no segundo semestre. Ah, mas a nova sistemática
é trimestral. Vai ser semestral, Nelo, mesmo assim, sim, vai ser semestral. Então, lembrem, tanto o PI como Pai E, vocês vão fazer duas vezes no ano, tá bom, gente? Vai ser >> no mínimo, >> no mínimo. Pode fazer mais vezes, é no mínimo, tá? >> É muito importante falar, Raimundo, que o nosso pa e o pei também, eles trabalham exatamente um conceito que a gente traz, né, que é o conceito social da deficiência. Isso >> não é mais um conceito médico de deficiência. A gente não vai focar eh somente no que é que não tá
desenvolvido, somente no que ainda na deficiência em si como caráter Clínico, caráter médico, e sim do conceito social. O que falta para nós enquanto sociedade, enquanto escola, enquanto sala de aula para contemplar a diversidade desse aluno. Esse é basicamente o conceito social de deficiência. a deficiência não se se restringe ou não se localiza na pessoa em si, mas no que nós enquanto sociedade precisamos fazer para que essa pessoa seja incluída, a contemplação da diversidade dela. Esse é o conceito de Deficiência atual. Então, se eu tenho um aluno em cadeiras de rodas, que a escola não
tem uma rampa de acesso, onde está a deficiência? Naquele coletivo, naquele social, naquela escola, no nosso sistema. E não apenas no fato do aluno não poder fazer uso das suas pernas para andar e usar a cadeira de roda. Ah, eu tenho um aluno que é surdo e na escola não tem intérprete. Quem é que tá precisando do intérprete nesse caso? É o aluno ou é a Escola? Porque o aluno surdo, ele tem direito a conversar na língua número um dele, que é a L1 dele, que é a Libras. Então, se a gente não domina Libras,
e eu também não domino, quem tá precisando do inérprete sou eu, professora, sou eu, coordenadora. é o Raimundo, coordenador. Então, o conceito social de deficiência, ele traz pra gente esse soco no estômago mesmo. Cadê a tua parte? Porque tu és um professor do século XX. A deficiência não reside somente na pessoa, mas na Sociedade, em cada um de nós. Então, é muito importante saber disso na hora de elaborar esses nossos planos, porque eles estão baseados nessa perspectiva, nessa perspectiva de conceito social de deficiência, não mais conceito médico de deficiência. né? Uma pergunta aqui bastante interessante,
não sei como é que você pode responder. A família que não aceitou o AE, mesmo assim os professores de sala de Aula farão para hum >> pergunta de 2 milhões. Chega fica aí. >> Pois é, pra gente fazer o estudo de casa, a gente precisa conversar com a família, né? Perfeito. >> A gente precisa ter informações desse aluno e aí chega, não tem, não tem nada, né? não tem informação, não tem laudo, mas assim na no momento da matrícula, em geral tem um pequeno questionário, né, que é preenchido. Algumas escolas têm um Um questionário bem
estruturado que fala exatamente das características do aluno. Se a família recusa em perceber aquele aluno como um um público alvo da educação especial, dificilmente ela vai te trazer essas informações sobre as necessidades dele. Se ela não te traz, você vai perceber baseado no relatório do professor da Sala comum. Esse relatório pode te ajudar a construir um estudo de caso? Pode, mas vai ficar faltando informações. O que a gente reitera e traz novamente a oferta para nós, sistema de educação, escola, núcleo, CED, a oferta para nós é obrigatória. Então, se ela é obrigatória, não, também podemos
abrir mão de fazer esse estudo para nortear o que vai ser feito na sala comum. Então eu te diria que a gente tem como estruturar em cima de relatórios, em cima de adaptações razoáveis, a gente tem, mas fica bem mais difícil fazer se A família não puder colaborar ou não quiser, não estiver disponível para trazer essas informações. Mas a gente enquanto escola é obrigado a fornecer sim a oferta do atendimento. >> Perfeito. >> E a oferta do atendimento não precisa de nenhum desses dois aí, nem do estudo de casa. >> Perfeito. Então é isso, pessoal.
Eh, eita. >> Eu disse não prescinde. Eu disse que não Foi. Eu não, não precisa. Eu disse não prescinde. Ou seja, não pode abrir mão deles. Eu sei que é isso que vão perguntar. >> É isso. É isso mesmo. Tem. Então, pessoal, tem que fazer, tá? Bom dia. Pergunta de daquelas cabeludas. Na minha escola, os atendimentos são realizados no mesmo turno, pois é integral. >> Uhum. E agora >> então eu tenho é porque e a outra como Ficará no Proest? Eu respondo depois, >> tá? Vai se quiser responder primeiro, >> tá? Então assim, pessoal, se
você caso das integrais, que é o mesmo turno, porque >> é o sistema já vai, >> o sistema assim é liberado para você colocar assim no contraturno, você secretário, coordenador, coloque em um turno ou ele vai est liberado ou na manhã ou da tarde, ele não tem esse bloqueio no sistema ProESC, Porém aí isso já não tem problema no sistema. Mas, mas essas adaptações elas, como a professora Rubenita costuma dizer, elas não vieram previstas na hora em que se formulou a ideia da escola em tempo integral e a educação de tempo integral. Então, a gente
tem visto assim experiências eh pelo país que vão trazendo pra gente sugestões para que esse aluno não fique prejudicado. Eh, o mesmo exemplo que a gente dá, por exemplo, em regiões de Difícil acesso, como por exemplo as escolas no Bailiic, em que não tem maré pro aluno retornar no turno, né, no no contraturno. Eh, a justificativa, no caso das escolas integrais, que a gente adapte nos próprios horários existentes essa possibilidade da oferta da do atendimento. Então, há adequações que as escolas vêm fazendo e é justificável que haja adequações de horário para esse aluno não perder.
Por exemplo, se eu firmar Que ele vai receber a E na hora da aula de português, ele não vai ter aula de português nunca mais. Então são adequações necessárias, são discussões dentro do âmbito de cada unidade de ensino para que tudo, como diz a lei, no melhor interesse do aluno. Então é justificável em alguns casos, sim que seja no mesmo turno, especialmente nos casos da escola de tempo integral. Nós estamos lidando com mais ou menos 9 horas de aula, horário para intervalo de Almoço, horário para descanso. A gente precisa priorizar que esse atendimento também ocorra
dentro desses horários aí adequados pro aluno não perder nada. Tá bom? Vamos dar continuidade aqui. Então, eh, quem faz o quê? É o papel de cada um, né? Vamos lá. >> Vamos lá, Raimundo. Quem é que coordena o estudo de casa e elabora o PAE? plano de atendimento educacional especializado, o nosso professor do AE. Isso aí o pessoal do AE já sabe, mas é Sempre bom deixar claro pra escola que há um plano específico do AE, que esse plano é importantíssimo. Então, sem dúvida, quem faz e coordena o estudo de caso e elabora o PAE
é o professor do AE. Quem adapta atividades e elabora o PEI e elabora essas atividades dentro de um PEI, plano educacional individualizado. O professor regente, >> professor da sala de aula. o professor da sala de aula, o professor que é o Dono da pasta, do componente, ele é que vai trabalhar pay e avaliações, ele é que vai adaptar as suas atividades para paraa oferta da do do conteúdo e também para fazer essas avaliações. Professor DOI pode dar o suporte, ele pode orientar, por exemplo, esse aluno precisa de um engrossador para poder utilizar a caneta. Como
que se faz o engrossador com EVA, com espuma? O professor daí tem esse conhecimento mais aprofundado, ele vai auxiliar o Professor do da sala comum a fazer essa adaptação. Quem supervisiona esses prazos para inserir no no projet no ô meu Deus, no programa do PROESC, quem supervision os prazos e articula com a equipe os horários de planejamento, quem é que vai dividir, distribuir os professores naqueles nossos 40% de carga horária destinados ao planejamento para que os horários possam ser de fato eh trabalhados em coletivo, Em coensino, em ensino colaborativo, que é o que é preconizado
na nossa nas nossas legislações, mas de fato mais nos nossos estudos, né? Quem é que vai fazer toda essa supervisão pra gente trabalhar o monitoramento no PROESC? o coordenador, coordenador pedagógico, ele vai trabalhar diretamente esses prazos e essa articulação da equipe. Quem garante que vai haver recursos para que tenha trabalhos, projetos, Materiais, matrícula no sistema e toda a possibilidade da nossa secretaria da escola trabalhar de fato dentro do de um sistema como o nosso senso, trabalhar sensos e trabalhar cadastros. Essa é a parte que compete ao nosso gestor e aos nossos secretários das escolas. Lembrando,
né, que a gente tá tentando, o Raimundo tem tem feito essa essa a gente tá também curioso em ver como Vamos conseguir articular aquela questão da linkage, né, entre os dados que são colocados pela escola diretamente no censo e os dados que são colocados diretamente no PROESC. Essa é a parte difícil que não nos compete. Isso aí já compete ao ProESC. É isso. A gente tá tentando fazer justamente com a equipe do Censo, eh, esse linkage, esse via PI, né? >> Uhum. >> Para essas informações já serem Preenchidas futuramente. Mas enquanto isso, eu acho que
a gente falou também sobre a avaliação pedagógica aí, né? O quem que vai fazer com acho que a gente esqueceu de colocar aqui porque tá só a questão do estudo de caso e o PAE, mas é o professor do AE também que ele faz a >> todos eles fazem, né? Ação pedagógica. Mas com o a ajuda do coordenador, do da comunidade escolar em geral, >> que e a dúvida aqui é muito legal, só sou eu de gestor, >> tá contigo, mano. >> Então você vai fazer toda a parte da coordenação pedagógica e a parte da
secretaria também, tá pessoal? E não tem falar alguma coisa, né? Pode falar. >> É a questão porque a gente às vezes mistura as estações, né? avaliação pedagógica do aluno e avaliação dos conteúdos do aluno. O processo de avaliação, ele deve ser diversificado, deve ser com objetivo, claro, de aprendizagem e não Apenas de classificação, né? não apenas de reder ou de promover o aluno, mas de contemplar toda essa diversidade. Então, a escola ela tem essa responsabilidade de promover essas estratégias pra gente construir coletivamente esse conhecimento do aluno. Todos os envolvidos vão ajudar na construção desse processo,
coletivamente, desse processo de ensino e de aprendizagem desse aluno. Então, a escola toda tem essa responsabilidade, coordenação, Professor do AE, professor da sala comum, professor dos componentes, todo mundo tá embricado nisso aí, todo mundo tem que tá envolvido nisso aí para de fato a gente dizer que a gente tá ofertando o que a lei garante, que é a educação inclusiva e a educação para todos, né? É uma dúvida para para os alunos do AE que dependem do transporte escolar e que moram em um bairro muito distante da escola e não pode vir no contraturno. Podemos
atender no mesmo Horário? É por causa também da questão do do Bailique, né? Depende da maré encaixa aqui. >> Sim. Mas por outro lado, é sempre bom sinalizar que o PIN PINAT, né, >> Programa Nacional de Transporte, eh, ele também tem que contemplar a diversidade da escola, a diversidade do aluno. Então, a escola precisa sinalizar pro nosso setor de transportes do NUT, que esses alunos da educação especial, eles têm um amparo legal para retornar no Contrato. Se eles são atendidos pelo transporte escolar, subentende-se que eles vão precisar voltar. Então isso tem que ser sinalizado pela
escola que utiliza transporte eh escolar, que há essa necessidade. Isso tá bem descrito, desde o nosso PPP, de cada escola, isso tem que tá descrito para que seja garantido também a oferta do transporte para o retorno desse aluno no contraturno. O ideal é que eles todos viessem no contraturno. A gente sabe que Tem muitas escolas ainda que estão trabalhando no mesmo turno e que nem é por questão de transporte, questão de organização, solicitação da família, família que tem muita dificuldade em retornar. E aí eu volto a uma lei anterior que garante que o aluno more,
estude em escolas próximo da sua moradia. E esse é algo que é muito assim abrangente. Se você tem uma garantia de estudar próximo de onde você mora, Subentende-se que você tem isso aí para poder retornar, se necessário. Se você mora longe, localidades do do dos municípios, localidade que tem necessidade de transporte eh como é aquático, né? ia dizer aquário. Aquático é uma realidade, mas quando você tá na cidade, a tua escola é perto da tua casa, deve se priorizar que esse aluno seja atendido no contraturno, até para ele não ter o prejuízo Em sua inclusão
com os demais, nos espaços e nos momentos em que a escola está promovendo a educação coletiva. A gente vai repetir milhares de vezes para que fique bem claro, o AE nunca é substitutivo da educação comum. ele complementa ou ele suplementa essa educação. Então, por isso a necessidade dele ser um contrato. >> Dando nessa nessa parte, né, >> quantos atendimentos por semana para quem ainda tem essa dúvida e qual é o Tempo mínimo desses atendimentos? >> Bem, nós temos isso bem colocado na nossa 048 e a base do atendimento do AE não pode ser mínima a
50 minutos. Então são dois atendimentos de 50 minutos por semana. por semana. Cada professor vai atender aquele aluno 50 minutos duas vezes, tá? São dois atendimentos por semana. Por isso mesmo, na nossa portaria normativa de 2025 a 0,99 ficou claro que o professor Daí vai Atender no máximo, quem tem 40 horas, 10 alunos. Atendendo duas vezes esse aluno, ele vai ter já 20 horas aí de carga horária de hora aula preenchida. Eh, tem alunos que vão poder ser atendidos em grupo. Com certeza tem >> sim. >> E até trios são admitidos para se atender no
AE. Os casos de suporte mais leve, eles podem ser atendidos em grupo. Aí eu tenho um aluno que tem um suporte mais alto. Eu posso atender mais do que Duas vezes? também posso. E isso também é garantido pela nossa portaria de lotação. Ela diz que aquele professor que tem um aluno de suporte mais alto, ele pode ter um número menor, um aluno a menos ou dois alunos a menos, para que ele possa de fato dar mais tempo, dar mais atenção ao aluno de suporte, de nível alto de suporte. Tá bom? >> Tá OK. Eh, vamos
dar continuidade aqui a mais dúvidas, depois a gente continua aqui porque tá perguntando sobre um Pouco nessa parte ainda, né, do fale sobre a frequência dos estudantes do público alvo do AE. E fala assim, se reprova, se o aluno deixa de ser atendido, sem de faltar muito no atendimento do Aí. Reprovar, não reprova, >> mas a gente vai sentir a necessidade, vai sentir a falta do desenvolvimento desse aluno se ele não for frequente. O Ae ele não tabula, ele não atribui média, ele não atribui conceito, então Ele não reprova. Se o aluno não quiser ir
para ele, não é obrigado, a família não é obrigada. O que vai reprovar é a frequência na sala comum. Perfeito. >> Que não pode ser inferior a 75%, assim como pros alunos sem deficiência. Então o que reprova é a falta na sala comum. Aí ele não tem essa esse condão de reprovar. Ele tem o condão de auxiliar na aprovação e tem o condão de favorecer o estímulo das habilidades, das dificuldades desse aluno, de promover de Fato o que a inclusão nos traz, que é considerar a individualidade de cada aluno e estimular aquelas áreas que possam
estar deficitárias. Então te dá um rapidinho aqui para passar. >> Uhum. cronograma de ação, >> falamos, né? >> Já falamos do cronograma de ação, que é as semanas iniciais, que é o avaliação do estudo de caso e depois a elaboração Do PAI e do PE, os registros do atendimento e revisão de metas e atualização de planos. a gente já falou um pouco disso aqui, então assim, a gente pode falar também mais umas dúvidas aqui que surgiram, na verdade, bastante. Hum. Eh, ainda sobre a frequência, pessoal, é o seguinte, lá no Proest, quando você, professor do
AE, fazer o seu registro lá na parte de registro e acabou de e finalizou um atendimento, a próxima aba É a frequência, onde já tá lá a presença, mas se você desmarcar tem a possibilidade de justificar se for o caso, né? Exatamente. >> Então tem essa possibilidade de justificar no seu atendimento, mas você vai fazer sim o seu atendimento. Ah, o aluno ele é atendido na segunda e na quarta. Você vai preparar lá no seu atendimento quarta-feira tudo que você faria, mas seu aluno faltou, você lá tem Que fazer uma justificativa. Às vezes pode ser
por que tenha um atendimento no mesmo horário, né, na clínica. Então, eh, ou então por motivo de doença, enfim. Mas tem que ter esses dois atendimentos registrados no sistema, tá bom, pessoal? É, os alunos que a família não leva pro também deve ser inserido no sistema PROES? Sim, pessoal, é importante que seja inserido por você, secretário ou coordenador pedagógico ou próprio Gestor. Um estudante com TDH, ele deve ser atendido somente TDH pelo AE. Olha só, >> não. Basicamente a resposta é essa. Até inclusive na própria lei que regulamenta a oferta de atendimentos para os alunos
eh com TDH, outros transtornos de aprendizagem, alterações de desenvolvimento da leitura e da escrita. Eh, a lei 14.254, ela fala da importância de estabelecer Através do poder público formas de atendimento para implementar um programa de acompanhamento integral para esses alunos. Mas ela fica bem claro que deve envolver apoios na área da saúde e na área da educação. Apoios não AE, tá? Então ele não vai ser necessariamente atendido no AE. Nós não temos eh essa, digamos essa esse esse essa atribuição dentro do AE de atender o aluno com TDH. Mas a escola às vezes tem uma
suspeita que ele possa ter também DI, que ele Possa também ser autista. ainda não tem nada fechado, mas ele tá em investigação, ele pode também ficar no AE justamente pela fato dele tá em investigação para outros outras para essa deficiência primária ou para esse autismo, tá? Eh, outra dúvida é como fica a situação do aluno com ou sem laudo que não acompanha o processo de ensino formal? Ele pode ficar retido? a gente já falou um pouquinho das Adaptações razoáveis necessárias, né, do aluno que não acompanha. Eh, se você está trabalhando com alguém que tem dificuldade
de aprendizagem ou deficiência, muito provavelmente o nível de aprendizagem desse aluno não vai ser igual a de um aluno sem deficiência. Isso aí é óbvio. Se a pessoa nasceu com autismo, ela vai continuar com autismo durante sua vida inteira. Se ela tem uma deficiência, ela também vai continuar com essa deficiência. O que nós estamos Fazendo com essa condição do aluno é que faz a diferença. Se a gente não oferta possibilidade de adaptação para avaliar esse conteúdo que ele é capaz de aprender, a gente não tem como dizer que ele pode ou não ser aprovado. A
gente não pode fazer nenhuma retenção compulsória, porque ele não aprende ou não acompanha e nem uma aprovação automática. Isso não existe na lei. O que existe? Você fez adaptações de conteúdo, de forma de ministrar esse Conhecimento. Você viu que o teu aluno, por exemplo, ele não escreve ou não lê, mas ele te responde. Você registra o que você fez para avaliar aquele conteúdo do aluno. Ainda que você tenha passado, eu vou dar aquele exemplo bem básico, que o B com A faz bar. E hoje ele conseguiu dizer que o B com A faz bar. Você
registra isso. Amanhã ele veio e já esqueceu que é o comum do aluno com deficiência intelectual. Às vezes ele consegue com a Repetição adquirir, abstrair, com a utilização de um material concreto, ele foi viu que o B com A tem aquele som do B com A. E aí você avaliou e registrou isso. Independente dele ter conhecido, conseguido a a aprender que B com A faz bar lá no teu paê e no teu pei, você sabe que ele tem uma deficiência intelectual em nível grave ou severo e que a alfabetização para ele é muito desafiador. Mas
ele conseguiu pelo menos fazer a Junção das letras, identificar aquelas letras. O teu objetivo lá do teu PEI, ele pode ser modificado, porque você viu que o teu aluno tá dentro de uma condição e que ele não vai ser alfabetizado naquele semestre, naquele trimestre, tá? Aí você pode colocar no teu relatório que ele foi aprovado, que ele conseguiu aprender isso, isso e isso e que ainda no próximo semestre vai precisar trabalhar novamente aquele conteúdo. Você Justificou no teu relatório que por que você aprovou teu aluno, tá? O aluno nunca foi, ele faltou, ele não vai
na sala comum. você vai justificar no teu relatório por que ele foi reprovado por faltas, né? Mesmo que ele pudesse ter a condição de aprender, ele precisa ter frequência na escola. A única coisa que justifica um aluno não estar na escola seria a questão de suporte à vida, alunos com deficiências e respiratórias graves, alunos que não conseguem regular Convulsões persistentes, aluno que que, por exemplo, pode ter um um uma reação alérgica na presença de um simples uma simples central de ar com ácaro ou com uma alimentação inadequada. Suporte a vida. Essa é a única justificativa
pra gente falar em ensino domiciliar para aluno com deficiência. Ah, professora, mas ele tem um autismo nível três de suporte e ele grita, ele se bate, ele se joga no chão, ele pode se machucar, ele pode ficar só em casa? Não, ele não pode, ele tem que estar na escola, entendeu? Não existe ensino domiciliar baseado em comportamentos interferentes. Comportamentos interferentes precisam ser trabalhados clinicamente, conduzidos pedagogicamente. Para conduzir a gente precisa conhecer. Não é que a gente vai virar psicólogo, já falei isso no início, mas a gente precisa saber um pouco sobre como analisar aquele comportamento
para que Ele tenha uma funcionalidade adequada do ponto de vista pedagógico. Então a gente se vale dos psicólogos que trabalham análise do comportamento, os psicólogos do CBDUC, o psicólogo da clínica, o psicólogo lá da do atendimento dos centros, mas a gente não pode simplesmente dizer não, ele não regula comportamento, não vou levar paraa escola. Pai e mãe não podem fazer isso, tem que levar pra escola. E a gente tem que fazer esse passo a passo Para inserir o aluno dentro da sala de aula. Ah, mas a escola tá me ligando para ir buscar o aluno.
A escola não deveria fazer isso. Primeiro que isso não é inclusão. Se eu tô tirando ele da escola e aí a gente vai se valer do que a psicologia diz pra gente, eu tô dando para ele um recado de que não é importante a presença dele, de que ele na hora que começar a se desregular, a gente vai fazer a retirada dele da escola. E eu tô dizendo pro Cérebro dele que ele pode sair da escola. e que ele vai conseguir aquele objetivo. A gente tem que tentar estratégia para mantê-lo. Não é forçar a segurar
o menino sentado com o profissional segurando ele na da sala que ele vai aprender, mas também não é tirando ele da escola que ele vai conseguir avançar. Tá bom? >> Tá. OK. Vamos continuar aqui. Eh, deveres do professor. A lei que exige que o professor participe ativamente do planejamento não é permitido, professor regente alegar falta de formação para omitir adaptação curricular. Léo, >> pois é, lá na tela tá aparecendo a tela anterior, né? Então faça essa daí para poderem visualizar o que a gente tá vendo aqui. Como Raimundo falou, a lei nos exige, nos coloca
esse papel de ser ativo no planejamento. Então eu já tinha até Comentado, né, que não existe uma justificativa plausível pra gente alegar que não sabe como lidar, que a gente não tem informação na área, que a gente não vai fazer adaptação porque não sabe como fazer. A lei de exatamente isso que a gente precisa conhecer e fazer com o apoio do professor Doê, que conhece nesse sentido um pouco mais, tem cursos, né? É, é inclusive pré-requisito no nosso estado que o professor DOA tem a formação eh em nível de pós-graduação Para atuar com aluno da
educação especial. Mas aí o que que a gente tem como dever? realizar o registro dessa frequência e dessa atividade que eu tô fazendo para adaptar a minha forma de educar o meu aluno. É necessário que eu colabore com esse professor do AE para identificar essas barreiras, seja pelo meu relatório, seja pelo meu registro do primeiro dia de aula, seja pelo que eu estou visualizando de comportamentos interferentes no meu aluno, de barreiras Para esse meu aluno tá dentro da escola, dentro da sala. E eu também tenho também eh essa obrigação, essa atribuição de trabalhar o que
eu registrei no P, senão não adianta nada. Eu registrei o que eu vou fazer, o que eu não vou, as orientações que eu peguei lá do estudo de caso, mas eu vou fazer só aquilo, eu guardo aquele documento, não, eu vou implementar de acordo com o que eu já vivi com ele naquele dia. Eu tentei essa estratégia, ela não funcionou, eu vou Tentar uma outra. Eu tô ali com o meu aluno, é um ser humano que depende de mim para se desenvolver. Então, eu tenho um estudo bem feitinho de estudo de casa bem elaborado. Eu
comecei a fazer o meu pay, eu fiz a minha minhas adaptações. É claro que esse aluno vai me trazer alguma resposta. É claro que eu vou conseguir avanços com ele. Registro isso no meu pro meu relatório. Tenho que ter claro, a minha parte não é eu sozinha pro meu PEI. é eu, meu p e o professor Do AE com o pai dele, a base do que a gente lá no início levantou para estruturar isso, mas principalmente a intersecção desses saberes, a junção entre a prática do que é o professor da sala comum e o que
é a prática do AE. Não existe inclusão se não houver essa intersecção, essa interlocução entre esses entes. Se eu não conversar com o meu colega, se eu não tiver momento de planejamento com o meu colega, eu não consigo. É muito difícil Fazer a inclusão, em especial nos casos de nível de suporte mais alto, porque ele tem ali um instrumental e um conhecimento que vai me ajudar, que vai me fazer adaptar dentro do meu conteúdo, que é o que eu domino, para aquele aluno com deficiência. Então não existe inclusão se não houver interlocução entre esses dois
atendimentos, entre a nossa modalidade da educação especial e a sala comum e o professor comum da sala de aula comum, o famoso professor Regente. Ele é o protagonista. A a educação especial avançou nesse sentido da responsabilização de cada professor pela oferta do seu componente com essa base toda que trabalha a questão da da do conceito social de deficiência mesmo. Então ele responsabiliza cada um de nós para trabalhar ativamente esse planejamento que trabalha que é trabalhado colaborativamente. Néo, eu tenho uma dúvida aqui ainda sobre os documentos burocráticos, estudo De caso, P, pae, avaliação >> dos alunos
que assinam o termo de desistência são obrigados fazer os professores da coordenação é obrigado a fazer esses bom, se ele não tá indo para oí, eu a gente já vou vou repetir, né? >> Ele não deixou de ser um aluno público de educação especial, mesmo que ele esteja em investigação, ele tá te trazendo uma demanda. uma demanda de atendimento ou de atenção àquela área. É Bem difícil você trabalhar exclusivamente o P se você não tem um um estudo de caso, mas não quer dizer que você não tenha, por exemplo, a obrigação de trabalhar as adaptações.
É mais difícil, vai ser um caminho mais tortuoso, porque você vai estar ali com um aluno que não foi possível trazer essas informações da família. Eu volto a dizer, a gente precisa realmente muitas vezes sensibilizar a família que ela tá deixando de dar pro filho dela uma Possibilidade de desenvolvimento que só a escola tem, que só a escola dá. as clínicas, as clínicas, escolas, os centros de atendimento, eles são muito específicos na sua forma de atendimento. Ah, a gente já não tem uma questão legal que ampare escola especial exclusiva, só escola especial, embora elas ainda
existam na legislação, ela serve como uma complementação. Então, a base da da educação desses alunos não é eles Estarem somente num centro, somente numa clínica, somente numa escola especial. A base da educação deles é estar na escola comum, seja ela privada ou seja ela pública. A legislação abrange a todas. Nós temos enquanto estado, enquanto rede de ensino, a obrigação de ofertar adaptações, adequações curriculares, adequações de conteúdo e, principalmente essas adequações atitudinais que passa também por conscientizar a família e trazê-la Para conversar, dizer para ela do direito desse aluno e dizer que embora a família relute
em perceber, nós temos ali um ser humano que tá pedindo e necessitando de adaptações. razoáveis e tá precisando ser atendido na sua singularidade, na sua unicidade, por tudo que a gente tem estudado a vida inteira, não só o professor do AE, mas todos os os profissionais que atuam na educação especial, a quem eu louvo diariamente. Até me emociono em dizer, não basta a gente ser só o bom profissional, assistente social, psicólogo, fono, too. Se a gente não tem esse olhar humanizado de ensino colaborativo também na gente, a gente não vai conseguir dar uma colaboração efetiva
pro nosso aluno. Então é é muito importante ter essa coisa da colaboração mais evidente dentro das escolas, porque ela também faz a família perceber que é ela que tá faltando naquele momento para colaborar Com o que a gente tem. a gente passa a vida estudando sobre inclusão. E é assim, às vezes muito frustrante quando a família ou a própria escola deixa essa mensagem subliminar de que a escola tá não tá ajudando e tá tirando aquele aluno de lá porque ele atrapalha. Pelo contrário, quem tá atrapalhado é a gente. Quando a gente não consegue ver que
é a gente que tá atrapalhando aquele aluno, não ele que tá atrapalhando a escola, que o aluno com nível alto de Suporte não é ele que atrapalha, gente. É a nossa falta de conhecimento, de empatia, de colaboração. Isso faz a diferença na vida das pessoas. >> Perfeito. Tem mais dúvidas ainda, >> mas o tempo, >> mas o tempo tá finalizando, mas a gente vai tentar. Eu tô vendo algumas dúvidas aqui que são mais pertinentes >> e que a gente já respondeu alguma coisa. Algumas a gente já respondeu uma questão De recurso, como faremos para reaver
o recurso perdido >> que a gente não conseguiu cadastrar o exam anteriormente, >> tá? É aquela coisa, gente, o recurso é sempre calculado pelo fechamento do censo do ano anterior, então ele sempre vai ser um recurso eh demandante, sempre vai estar precisando mais porque todo ano chegam novos alunos na escola. A situação final do censo agora em maio, ela vai dizer aquele retrato de 2025 Para trás, né? Mas o retrato atual é que a gente tá tendo cada dia mais um número muito grande de alunos chegando na escola. Estatística no mente, né? Então a gente
já tá com essa estatística de um para cada 36 só de autismo. Eh, há alguns anos, né? Significa que a escola ainda nem viu todos os autistas que tem, por exemplo, e que se a gente tinha no censo de do no início do ano eh uma matrícula inicial de 6.404 4 alunos. Muito provavelmente nós temos Bem mais que isso agora nossa na nossa rede estadual de alunos da da educação especial. Então é muita gente, as escolas precisam ter esse olhar observador mesmo para detectar essa dificuldade, para chamar essa família e conversar. E a gente tem
essa cartilha que foi lançada no passado, que ela tem um fluxozinho, um passo a passo importante. Nós vamos disponibilizar também esse QR code, porque lá a gente tem quem são esses entes, como procurar Ajuda, como procurar apoio, quais os instrumentais necessários, né? Qual o passo a passo desses primeiros dias, primeiros meses, primeiro semestre. Então, gente, eh tem muita coisa bacana aqui e isso aqui vai ser uma das coisas que vai embasar a nossa política estadual que tá em curso e tá saindo do forno muito em breve com com uma discussão muito ampla também com a
sociedade, com os conselhos, com conselhos das categorias profissionais De fono, de psicólogo, eh também com conselho de valorização do magistério, com conselho de educação. tá sendo bastante rico, trabalhoso, mas bastante rico esse esse encontro com as categorias e especialmente com os professores do AE, das escolas, dos centros e e graças a Deus a gente tá conseguindo caminhar e é claro que isso vai trazer também grandes avanços para todos nós nessa oferta da educação especial. A nossa cartilha também, né, Que o Raimundo vai disponibilizar, ela tem muita coisa para contribuir. Quem ainda não leu, >> pode
pegar e dar aquela lida. Tem uma errata aqui. Na próxima já vai vir sem ser errata se Deus quiser. E é isso, gente. E tem muitas dúvida, mas eu vou selecionar só algumas porque o nosso tempo é curto, tá, pessoal? Mas assim, eh, tem três perguntas que são semelhantes. Existe alguma penalidade no caso do professor da sala comum, se Recuse a fazer o P? Tem alguma lei? É bem delicado falar. Não precisa lei para dizer que você não tá cumprindo a tua função. >> Ninguém é obrigado, como o nosso coordenador sempre diz, né? Eh, você
não é nem obrigado a ir pra escola, o seu ponto vai ser cortado, mas você não é obrigado. Você vai porque tem um compromisso, é o teu trabalho, você se identifica, você escolheu ser professor. >> E hoje quando a gente escolhe ser Professor, a gente subentende pelo país que a gente vive, pelas normas legais, tudo que a gente tá trabalhando a inclusão. Isso tá no PPP, mas isso também tá na Constituição. Então o professor pode ser advertido, pode, porque ele tá deixando de fazer o que é a obrigação dele também. É chato falar disso, mas
é uma realidade, gente. Faz parte do nosso fazer pedagógico contemplar a inclusão, contemplar os alunos da inclusão com os nossos Planejamentos. O nome já tá dito, tá no decreto lei 12.686, mas já está no parecer 050, já está na Constituição, que a educação é para todos. E em todas as leis do nosso país, a gente sempre vai ter esse aspecto da inclusão que precisa ser observado. Então, pode haver penalidades, sim. Pode existir advertência, mas o mais importante é que o gestor converse com seu professor e deixe claro que a escola pratica a inclusão, não só
porque é Obrigatório por lei, mas porque é um direito humano de cada estudante que entra na nossa escola, nas nossas escolas, ter esse atendimento garantido. >> Perfeito. Aí uma pergunta semelhante, né? Se o professor da sala regular que faz o PI, sim, você tem que fazer o PI, tá? professor da sala regular, todos, né? Aí tá uma dúvida que tá interessante. >> Eu sou professor da sala regular e não tenho nenhum aluno que é atendido pelo Aí. Eu vou fazer o PI não, porque o PI se destina ao aluno com deficiência. >> Perfeito. >> Que
tá na sala de aula. Agora, se tem aquele aluno que a gente tem características de uma deficiência ou de transtorno ou de autismo ou altas habilidades, eu sou a pessoa que tá tendo contato com ele inicial para fazer essa inclusão. Eu é que tô olhando e vendo as características. Eu vou precisar de um pay. Perfeito. >> De alguma maneira eu vou precisar fazer um planejamento para aquele aluno. Ele é tão aluno meu quanto os outros são. Da mesma maneira igualzinho, só que ele tem uma necessidade diferente dos demais. Então você tem sim que fazer esse
P. ele é garantido. O ideal é que haja o ensino colaborativo, que esse aluno esteja no AE que a gente tenha feito esse estudo de caso inicial para levantar aquelas características, tudo mais, mas o PI Precisa ser feito porque você vai estar trabalhando teus conteúdos para aquele aluno. É mais difícil, né? dar uma volta maior tu procurar característica sem tu ter aquele suporte inicial da família do professor da Mas é obrigação, tá tudo lá direitinho escrito na lei. Tá bom? >> Bom, isso aqui é bem rápido, né? O aluno aí pode participar do reforço escolar
da sala regular? Com certeza. >> Com certeza. >> Cerza. não só do reforço, mas de todas As atividades da escola, inclusive educação física, porque às vezes o pessoal diz: "Ah, ele tem deficiência, ele não pode fazer educação física". a não ser que haja uma condição médica descrita em laudo, dizendo que o aluno eh não vai ter condições de fazer educação física pela questão da complexão física ou das convulsões, no caso do aluno que tem epilepsia, do aluno que tem dores ou do aluno que tem eh questões neurológicas mais graves, Uma lesão cerebral, uma encefalopatia que
realmente impeça que ele trabalhe atividades físicas mais vigorosas ou média de médio vigor. Nada impede que ele participe de todas as atividades. Passei, clube de leitura, lanchar, tudo que a escola oferece pro aluno sem deficiência, ela tem obrigação de oferecer também pro aluno com deficiência. Tá bom? >> OK. Perguntando aqui sobre a frequência regular, a gente fica do mesmo jeito a Frequência do regular. Então, >> 75% ou não aprova. >> Quanto aos sábados letivos? Os alunos comuns vão pro sábado letivo. Aluno da educação especial também vai. >> Pronto, já tá bem respondido. O aluno não
tem como participar duas vezes na semana, somente uma. Posso atender 2 horas de uma vez só em um dia? >> Desde que não seja muito desgastante para o aluno, não tem problema nenhum. Há vários casos em que a família pede para ser no mesmo dia, aí faz em seguida, né, os dois atendimentos, não tem problema. Só ver se não fica assim muito cansativo, porque ele já teve as 5 horas diárias, né? >> Ainda vai ter >> aí vai ter mais duas durante a tarde. >> É analisar o caso para ver se é adequado. Mas caso
não seja possível no mesmo dia, o ideal é que ele volte dois horários. Adequações locais, conversas Com a família, só posso trazer um dia só por uma hora. não são proibidas, mas o ideal é que a gente siga o mínimo que a nossa resolução 048 estipula, que são dois módulos de 50 minutos por semana. >> Alunos com TOD tem direito ao só TOD. >> Se ele tiver só o TOD, não. Eh, se ele tiver autismo e TOD, ele tem direito. Mas o TOD sozinho não. O TOD é um transtorno de transtorno de comportamento, um transtorno
de saúde mental. Na verdade, ele precisa ter Atendimentos clínicos, acompanhamento psicoterapêutico. Muitos casos ele precisa de medicação. Psiquiatra ou neurologista vão recomendar que ele faça essa esse acompanhamento com o psicólogo, porque ele é um transtorno que hoje a gente ouve falar muito mais, mas que ele é muito realmente, como o nome já diz, desafiador para cada um de nós. Então ele ele não é aluno da educação especial, mas a escola precisa ter esse Olhar também de orientar a família, de fazer as terapias. E a gente sabe que mesmo caso alguns alunos o o tendo terapia,
fazendo medicação, fazendo acompanhamento psiquiátrico, mesmo assim esse TOD é muito persistente e às vezes e desestrutura um pouco, né, a dinâmica da da sala de aula. Então, a gente não tem como ofertar um atendimento complementar da parte pedagógica, porque muitos deles não têm deficiência nem autismo. Existe aluno de TOD que não tem Autismo, pode ser só TOD. A terapia e a o acompanhamento clínico são necessários, são obrigatórios, até nesse caso indispensáveis, mas o aí não, aí não se destina a esse tipo de atendimento. >> Aqui essa pergunta já foi respondida aqui em relação a essa
informação sobre TDH não ser atendido. O TOD >> Uhum. Mas quando a família ainda está em investigação para outras deficiências, aí pode, >> aí sim pode, porque aí tem outras características que vão ser beneficiadas >> pelo atendimento do AE e pelas adaptações curriculares. >> Em que hipótese o aluno do AE pode ser retido? Essa aqui chega colocou em caixa alta. >> Uhum. quando ele não tem 75% de presença na sala comum, quando apesar de todas as adaptações e você percebeu que ele teria potencial para atingir outros níveis e que de fato Ele não trabalhou, não
estudou, não fez de reforço, dever de casa, não manifestou a intenção de aprendizagem. Quando de fato, por exemplo, a família às vezes não faz dever de casa, o aluno vai para casa com dever e a gente sabe que precisa ter um tempo para estudar em casa, né? E aquele aluno teria potencial para aprender, mas ele simplesmente não quis, não estudou, eh não, não acompanhou o que a cognição dele permitiria acompanhar. >> Perfeito. >> É um caso difícil e delicado, porque às vezes ele tem uma inércia, uma rigidez cognitiva. Isso, no caso do autismo, é um
fato bem concreto. Ele tem conhecimento, ele tem aprendizagem, ele tem um potencial, digamos, de aprendizagem, mas ele não consegue colocar no papel, por exemplo, através da escrita, ele não consegue botar na prova dele tudo que ele aprendeu. Cabe uma adaptação, cabe. Às Vezes o aluno pode fazer prova oral, não é porque ele tem preguiça de escrever, porque ele não consegue agir. As funções executivas do autismo, do autista, em geral podem ter alguma alteração. A gente tem que estar muito atento para funções, funções executivas, porque não é justificando a preguiça do aluno, às vezes é preguiça
mesmo. Brincadeira, gente. Mas funções executivas é o que a gente precisa se aprofundar para entender em que ponto elas estão Impactando a aprendizagem desse aluno com autismo, porque ele às vezes tem aquele conhecimento e não consegue colocar no papel ou não consegue verbalizar por uma falha nessas funções. Então, é bom saber a diferença entre o que ele consegue e o que ele não consegue manifestar de aprendizagem. >> Muito bom. pra gente poder de fato dizer: "Não, esse aluno não atingiu isso aqui, não é pela deficiência dele, não é pelo autismo dele, é pelo desempenho Dele."
E aí a gente vai atribuir uma nota de acordo com esse desempenho. É bem raro acontecer esse tipo de coisa, mas comum é que o aluno não seja avaliado, não tenha um relatório justificando por que ele foi aprovado e e não conseguiu aprender aquele conteúdo. Tanto que é muito comum, ah, ele chegou no ensino médio, não sabe ler nem escrever, mas ele sabe outras coisas, com certeza. O relatório do professor é que vai dizer o que é que Ele sabe, o que que ele aprendeu. >> E tanto que para isso que serve o PEI, né?
Se você, professor da sala regular, fez um Pay bem estruturado, com aquela avaliação adaptada, fez aquela investigação junto com o professor da e mesmo assim esse estudante a partir daquele de toda aquela estrutura que você fez o seu payu atingir, aí sim cabe, né, Nel? >> Exato. E a frequência? >> E a frequência, tá, gente? a frequência 85% que é o principal. Aqui é um pouquinho complicado, né? Gostaria de saber como fica a avaliação dos alunos do AE se não tem professor do AE. Eu sou professor do regular. >> Uhum. A avaliação, no caso, >>
eh, o PE, como é que eu vou fazer o PE se eu não e tenho um aluno, mas aí não é, >> ainda não tenho professor, isso >> é notificar pra secretaria, fazer a solicitação da lotação desse Profissional, tá gente? >> Não pode. Ah, não tem. e porque tá de licença. Geralmente quando os professores saem de licença, eles indicam quem vai substituí-lo na ausência para poder tirar essa licença, né? Há casos em quem dá há carências, mas são já são poucas, a gente tem conseguido fechar e e ter o professor com aquele número adequado. A
esse trabalho não é uma competência do NES, mas a OColon faz inclusive a a normativa 099, ela tá eh pareando, né? as escolas que podem ter um excedente, porque às vezes o aluno sai, aí aquele professor fica com menos de cinco alunos. Então, se ele tem cinco desse professor que saiu e cinco do outro que saiu, um professor daria conta daqueles 10 alunos se não for um nível de esporte alto. Mas aí tem que fazer o tempo todo, de um ano pro outro muda muito o espelho da escola, porque a gente todo ano pede para
que mandem. Ah, nós já mandamos ano Passado, mas os alunos não estão na mesma série. Muitos saem da escola, muitos chegam pra escola esse ano. Então, a gente tem que ter esse espelho para fazer essa divisão eh paritária, para ter um número adequado para todo mundo, porque eu acho que não é admissível que tu tenha uma escola, tem uma escola, claro, dentro da escola tem só dois alunos, tu vai ter dois professores do AE, um para cada aluno, não pode, né? Tem alguma escola que tá Precisando de alguém. Então, pra gente ter essa informação, a
escola precisa notificar a sede dizendo que ela tá com uma carência de professor do AE para que seja providenciado pela Ocolon a lotação de um professor para lá. >> Perfeito. São dúvidas assim que tem que ser respondidas, não tem? >> É, são pontuais, chega muito pra gente assim, >> tem algumas assim que é bem complicadas. documento da escola pedindo mais o Professor do A, a gente faz a notificação para o Colom e aí o Colomon vai lá fazer esse levantamento para fazer a lotação adequada do quantitativo. >> E agora, dando continuidade nesse ponto, pessoal, é
importante justamente você secretário, você coordenador, você gestor incluir esse estudante mesmo se não tiver um professor do AE. inclua no nosso módulo, porque a gente vai fazer tipo um levantamento e todos os Estudantes que não tem que são, que são eh público alvo e não estão sendo atendidos. Por isso que é importante vocês fazerem essa inclusão mesmo se não tiver o professor do AE. Uma pergunta aqui, se o aluno tiver somente TDH, ele não é atendido pela AE. Isso quer dizer que não é para fazer nem o P e nem o PAE? Não. >> Perfeito.
É bem simples. Eh, >> a escola pode trabalhar atividades no contraturno, mas não são no AE, não são na sala de recursos >> multicuncionais. >> Aqui é um pouquinho grave. Qual a orientação ao professor que não aceita PCDs e já tem em mente retê-los e ratifica essa retenção se não acompanhar a turma? Que que eu tenho que fazer? Eh, primeiramente informar o professor que se ele não aceita, ele está praticando Capacitismo, que é o preconceito baseado na deficiência. É crime no Brasil você discriminar alguém em função da deficiência. Quando você se recusa a fazer adaptações
razoáveis, necessárias, você tá cometendo também o crime de cerciamento ao direito a educação. A escola não pode negar vaga, o professor não pode se recusar a atender. E isso não é o NES que tá dizendo, isso é a lei brasileira que diz, tá gente? Ser esse amento ao direito da educação é crime Previsto em lei. Ele pode ser inclusive um crime eh no caso do gestor que se recusa, ele pode perder a eh ter a perda imediata do cargo >> e o professor >> e o professor também pode ser eh processado porciamento ao direito à
educação, porque ele tá fazendo a recusa de algo que é garantido na lei brasileira. Quando ele aceita ser professor, faz um concurso, ele tem que ter claro que ele vai ter alunos com Deficiência, porque todas as salas de aula t alunos com deficiência. É raríssimo hoje em dia uma escola que não tem alunos com deficiência. >> Perfeito. É, é um, essa pergunta tá se repetindo aqui, que muitos professores se recusam a fazer essa adaptação. Eu sou coordenador, sou gestor, o que que eu tenho que fazer? Quais medidas? Tá se repetindo essas essa mesma pergunta. A
gente já falou no início, eu reitero, o professor pode ser advertido Verbalmente, pode ser advertido por escrito e essa pode ser pode ser comunicado também à Secretaria de Educação. a secretaria pode fazer um termo de assim informando ele de que aquela atitude dele é inadequada e que ele tá incorrendo em uma atitude de preconceito, de capacitismo e encaminhar pra Secretaria de Educação, porque inclusive é chato dizer, mas é verdade, pode eh desencadear um processo administrativo que ninguém quer que Aconteça, ninguém precisa trabalhar forçado. a gente pode entender a inclusão como uma necessidade de cada um
de nós, porque a gente tá nesse lugar de professor, a gente tá nesse lugar de coordenador e de gestor, mas a gente tá principalmente no lugar de sociedade, no lugar de família, no lugar de pessoas que trabalham a inclusão no dia a dia. Não é uma opção, é uma necessidade. Esse aluno, esse ser humano, tem essa opção, perfeita, >> essa possibilidade. A escola tem um papel e um viés democrático que é innegável, que não vai ser substituído por nenhum outro. Ninguém tem essa função de dar para esse aluno inclusão escolar. Só a escola faz isso.
Então, quando a gente se recusa a fazer o nosso papel, é muito triste, é muito doloroso e a gente tá infringindo sim várias leis. E eu acho que é uma questão também de de em longo prazo. Eu acho que é longo mesmo, porque tem muita Coisa que precisa ser melhorada na nossa oferta. E uma delas é essa esse discurso de que a inclusão eh foi enfiada agela baixo pros professores, pras escolas. Ela não foi enfiada guela baixa, ela é uma necessidade da pessoa com deficiência, da pessoa com autismo. Então é muito ruim quando a gente
acaba dizendo aquela frase, né? É, você só sabe o que é isso quando acontece contigo, quando dói na tua carne. Não precisa doer na nossa Carne, porque nós somos um só, um só espírito, um só corpo, né? A gente é sociedade, então se dói na carne de um, tem que doer na carne de todos. A gente precisa aprender com a inclusão. Nós aprendemos todo dia. Cada aluno é um novo desafio. Então esse argumento de que ele é um aluno que atrapalha, que eh desestrutura a sala, ele não é mais válido. Ele precisa ser trabalhado, dada
como informação, nada como conhecimento para dar pra gente essa segurança no dia A dia das nossas escolas. Eh, algumas dúvidas simples assim, no caso, o aluno só tem um dia de atendimento, depois o pai alega ter outras terapias. Como é que a escola faz que ser obrigado a ter dois? Tá? A gente pega exatamente aquele termo do pai, aquele mesmo termo que a gente usa, a gente, claro, né, são outro outras colocações, mas dizendo lá que é uma opção da família, que esse aluno só tenha um atendimento e o pai assina pra Gente ter por
que aquele aluno tá sendo, tendo só um horário de atendimento porque a família não tem disponibilidade para voltar no outro horário e ela abriu mão de um dos atendimentos da semana. Perfeito. Eh, qual é o prazo para os professores da sala de aula para preencher o PI e o PAI? A gente gosta de prazo, né? Não. >> Olha, >> gente, é muito, tem assim muitos detalhes no estudo de Caso que vão embasar esses dois instrumentos. >> Então, pra confecção, o razoável é que a gente acompanhe a questão da trimestralidade. >> Sim. >> Em três meses
você já consegue levantar bastante coisas. Perfeito. >> Você já consegue elaborar um um documento inicial Uhum. >> Que como a gente falou, ele pode ser flexível. Com certeza. O estudo de caso Não é que ele seja rígido, mas ele tem uma percepção inicial. Os outros não, eles são em longo prazo, em médio prazo. Então a gente elabora aqueles primeiro primeiro trimestre e a gente praticamente tá concluindo no final do semestre, que é quando a gente também vai ter que emitir os nossos relatórios do que a gente trabalhou daquele peito. Sim. Então ele pode demorar mais
um pouquinho porque tem alunos que demandam um pouquinho mais de detalhes, de Observações e de dicas de como você vai trabalhar, de metodologia do teu trabalho, de forma de adaptação do teu trabalho, condizente com o que diz a BNCC. Então ele pode ter uma flexibilidade maior, >> sim, >> mas não quer dizer que vai ser a de eterno, né? Ah, nunca vai acabar. E e tanto, né, o que lá no proesc, pessoal, se você começar a fazer o peascunho. Uhum. >> Então você dá início a fazer seus peix ou o paê ou o estudo de
casa. >> Todos os relatórios têm a opção de salvar em rascú. Então assim, vocês podem salvar em rascunho para depois finalizar sem problema nenhum, fazendo aos poucos, justamente por causa desses prazos. >> É. E implementando por conta dos prazos. >> Perfeito. Aqui é uma pergunta. Na sala de aula tem um número limitado de estudantes. >> Tem um número limite, né? >> Isso. >> Perante a lei, o que a gente tem em termo de legislação local é que a gente tenha no máximo três tipos de deficiências diferentes na sala comum. Não significa três alunos, não significa
que a escola não vá receber mais alunos. Porque da mesma maneira que quando você diz que não tem mais vaga porque já tem três autistas na sala, a gente não não pode limitar, não pode Dizer que só vai ter três. Isso aí é também garantia legal de que não há um limite >> Uhum. >> estrito, descrito, em nenhuma legislação nacional, nem estadual. O único limite que tem é esse do quantitativo de deficiências, tipo autistas, alunos com deficiência sensorial, seja ela intelectual, seja auditiva. Um exemplo bem clássico, se eu tenho somente um intérprete no sexto ano,
mas eu tenho Três alunos com deficiência auditiva, é o limite do limite. O ideal é que sejam só dois alunos com deficiência auditiva, porque o inérprete vai ter que fazer, né, direcionar para aqueles alunos a sua interpretação. O ideal é que se abra uma nova turma daquela série para que não fique sobrecarregado, porque é bem cansativo também para eles. E nós temos questões, por exemplo, de ler, lesão por esforço repetitivo, que a gente tem que prevenir, e dort, doenças relacionadas Ao trabalho, doenças dor, doenças ocupacionais. relacionadas ao trabalho. E aí tem um limite de atendimentos
paraos nossos intérpretes que eles, por exemplo, não podem estar atendendo de manhã e de tarde porque eles podem ter lesões relacionadas a essa prática. Então, parece simples, né? Fora o esforço mental que é de você atribuir um sinal a uma frase, a uma palavra. Então, é um trabalho que ele é bem bem realmente Complexo. >> Eu tô fazendo perguntas aqui que é muito necessário, por isso que a gente tá se estendendo um pouco. >> Quando o responsável diz que o aluno tá em investigação, porém finaliza a investigação e não tem uma comorbidade atendida do Aimento.
Bom, eu não tô lá na escola para dizer para continua. Tá sendo positivo para esse aluno. A escola acha que há necessidade. Eu não vou dizer que tu pares, mas eu vou dizer que ele não tem esse direito, que você pode às vezes estar deixando de atender um um aluno que realmente >> esteja se beneficiando daquelas adaptações, daquele atendimento eh no contraturno para atender um que não tem o por estar fazendo aí, porque ele não tem deficiência. Isso. >> Então não é só o conceito de deficiência que é diferente do conceito de transtorno funcional específico.
É a Validade, a necessidade que esse aluno tem. Isso. >> Geralmente quem tem a necessidade é quem tem a deficiência. >> Uhum. >> Quem tem o transtorno funcional específico vai precisar de outras adaptações que a escola pode fazer, como já exemplifiquei antes, e também da questão do atendimento em saúde. Então são orientações que a gente tem que dar pro pai. Eu sei que tem escola que Continua com aluno do AE, que não é do AE sendo atendido, porque ele percebe que tá ajudando, que tá auxiliando. Às vezes a tem poucos alunos, eles complementam a carga
horária e fazem aquele atendimento, mas esse atendimento não é a EE, é um atendimento para o transtorno funcional >> diverso do atendimento que é destinado ao aluno com deficiência. >> Néo, tem aquela pergunta bombástica agora. >> Ai, meu Deus. Sou professor do módulo. >> Ai tem e na verdade são dois duas perguntas do módulo. Sou professor do módulo. Eu tenho que fazer o P. E outra mesma coisa. Os professores do módulo vão fazer o P. Teoricamente nós estamos tratando de uma modalidade, de uma oferta que tem uma organização muito específica, >> isso >> que é
aquela sazonalidade de passar 50 dias num no determinada localidade. E na nova portaria sobre o módulo, eh foi verificada essa necessidade de que a escola do onde o módulo vai ser desenvolvido tenha um professor do AE. É difícil suprir essa vaga, é difícil ter alguém que que fez o concurso para essas localidades. Inclusive, teve localidades que não houve candidatos para atuar na no AE. Mas isso não pretende que o professor do módulo do componente faça Também o seu P. Ele precisa fazer, ele vai se socorrer com a coordenação pedagógica, com a família, porque vai ajudá-lo
no seu trabalho. Perfeito. Então, vamos finalizar aqui com a nossa frase. Temos pouco tempo, Nel. Vamos para lá. >> É isso. A inclusão se faz com afeto, sim, com certeza. Mas ela não se sustenta só no afeto, ela se sustenta no registro pedagógico de qualidade, algo que possa de Realmente refletir o que a gente quer fazer e o que a gente conhece desse aluno. Eu já falei bastante, acho que isso já fica como uma conclusão do que a gente tá fazendo aqui, tá? é registrar, é ter assim o o a prova de que de fato
a gente tá trabalhando para conhecer e para atender esse aluno do jeito mais adequado. Isso é o cerne da questão. >> Isso. São muitas dúvidas, pessoal, que ficaríamos aqui horas e horas, só que não temos tempo, temos que finalizar. Eu Agradeço de verdade a participação de todos vocês, secretários, gestores, professores. Vai tá disponível para você assistir quantas vezes quiser. Aqueles tópicos que ficou dúvida, mas a gente comentou. Como a gente fala aqui no última frase, o uso correto do PROESC transforma a burocracia em inteligência educacional para a sua escola. Pessoal, eh, muito obrigado. Agradecer o
Nel aqui a sua presença. Tira várias dúvidas. O pessoal agradeceu aqui também que foi Muito bom essa live. Então pessoal, é isso, né? Se tiver mais alguma coisa para falar para finalizar, >> só agradecer essa colaboração maravilhosa que a gente tem com o Proesc, agradecer todo o pessoal que ficou ligado aí. Qualquer dúvida a gente tá lá no NEST, leiam a nossa cartilha e se eu falei algo que ficou meio confuso, a gente tá disponível também para continuar tirando as dúvidas e tirando as nossas também com vocês, né? Cada Escola é um mundo. Perfeito. Muito
obrigado, pessoal.