Será que é possível citar algo de positivo em mais uma fraca atuação da Seleção Brasileira vamos dar uma olhadinha em lances da vitória de virada por 2 a 1 contra o Chile na noite de ontem primeiro a gente vai começar a entender qual era a proposta dessa vez do Dorival Júnior e da comissão técnica a gente já tá vendo aí uma saída de três jogadores né quando como basicamente quase sempre acontece com a seleção brasileira o Danilo mais próximo do marquin e do Gabriel Magalhães isso liberava o Abner né que foi o lateral esquerdo titular
no jogo é para se projetar quase sempre bem aberto às vezes ele trocava com Rodrigo como a gente vai ver um pouco mais à frente mas inicialmente se projetando um pouquinho mais aberto Então essa era a proposta ali de saída de bola daqui a pouco a gente vai ver também mais à frente o que que acontecia o Brasil quase sempre sofrendo muito para progredir no campo para achar as soluções de se instalar com mais regularidade perto da área da seleção chilena muito em virtude de poucos movimentos né e e os poucos que aconteceram né de
forma efetiva e nada a gente tentou separar para mostrar nessa análise e pra galera entender de que forma isso pode fazer a Seleção Brasileira jogar melhor a gente tá vendo aí de novo a série de três e à frente deles André e Paquetá a dupla de volantes ontem uma saída três mais do né os dois erraram bastante no primeiro tempo foram até sacados no intervalo importante entender o Rafinha né que eh jogou por dentro ontem muito mais de um segundo atacante do que um meia de fato mas trabalhando quase sempre mais próximo do Savinho né
o Savinho em amplitude aqui pelo lado direito mesmo papel que o Abner tinha lá pelo lado esquerdo eh esse avanço do Abner né Essa projeção do Abner liberava o movimento central do Rodrigo Rodrigo às vezes ficava mais aberto e o Abner vinha por dentro mas na maioria dos ataques era isso aí o Abner atacando por fora e o Rodrigo circulando pro centro se aproximando do Rafinha se aproximando do Igor Jesus então isso foi algo que eh foi pensado né para que a seleção brasileira pudesse ocupar os espaços e ter ali os movimentos no campo de
ataque a gente tá vendo o Gabriel Magalhães com a bola que foi um dos principais jogadores nesse sentido né de tentar levar a bola ao campo de ataque teve boas ações reparem aí os movimentos do Rodrigo e do Rafinha por dentro algo que não aconteceu tanto no jogo mas toda vez que eles conseguiam encaixar esses movimentos o Brasil conseguia fluir ofensivamente e o Igor Jesus como um homem mais fixo quase sempre prendendo um dos zagueiros né ele fez muito isso com o zagueiro pelo lado direito da seleção chilena né E aí liberando de infiltração Entre
esses defensores tanto pro Rafinha quanto pro Rodrigo como eu falei anteriormente e a regularidade com que isso aconteceu no jogo foi muito pobre né isso não aconteceu com tanta frequência como deveria e por isso a seleção mais uma vez foi esse time aí ó que trocava passe de um lado pro outro né a famosa circulação inú lateral volta no Zagueiro Volante zagueiro lateral vai na linha de fundo volta sem tanta penetração como a gente viu ali na tentativa de passe do Paquetá em profundidade mais uma vez aí o Brasil no campo de ataque pra gente
fixar qual era a proposta a primeira linha com três jogadores Danilo Marquinhos e Gabriel Magalhães à frente deles né os dois volantes André e Lucas Paquetá E aí já se instalando Perto da área uma outra linha quase que com cinco atletas né Savinho aberto pela direita Abner aberto pela esquerda Igor Jesus Rafinha e o Rodrigo circulando ali na faixa Central tentando encaixar as combinações a gente vai ver nesse lance é o quanto Aconteceu algo bacana ali que poderia ter sido mais repetido Olha só o movimento que o Igor Jesus faz o que libera arrasta a
última linha para trás e o Rafinha percebendo isso Volta alguns metros para poder receber e encarar a defesa de frente com espaço para agir para acionar e o próprio Rafinha toca e passa por dentro para arrastar a cobertura e aí vem o cruzamento do Abner que acaba não sendo aproveitado então de novo esse movimento que o Rafinha fez combinado com Igor Jesus inicialmente poderia ser repetido mais vezes algo que não aconteceu tanto com a seleção BR brasileira vamos ver o terceiro ataque daí uma realidade muito frequente no primeiro tempo né o Chile marcando muito atrás
e aí outra outra coisa que aconteceu pouco né a partir desse movimento a troca entre abiner e Rodrigo quando o Brasil se instalava no ataque as vezes isso acontecia quando o Chile já marcava mais à frente né os jogadores já guardavam esse posicionamento até o final da jogada não tanto como a gente viu agora olha a troca aí ó Rodrigo abre Abner entra em diagonal pro no centro e esse movimento confunde a marcação a ponto de liberar esse espaço aí ó dentro da intermediária do Chile ali pelo lado direito da Defesa do Chile o arin
consegue conduzir acaba não finalizando com precisão é bloqueado pela defesa mas foi uma situação favorável que o Brasil teve pouco ao longo do jogo agora a gente vai ver eh a jogada que originou o gol da Seleção Brasileira é que era um ataque do Chile Brasil rouba a bola inicia um ataque mais rápido né que a gente não viu tanto acontecendo ao longo do jogo porque o Chile muitas e muitas vezes né pela vantagem que conseguiu cedo no placar dava a bola a seleção brasileira e marcava atrás Então esse foi um exemplo de ataque que
a marcação do Chile não tava tão bem montada mas tem um outro ponto ali de movimentação interessante do Rafinha para citar o Savinho recebe a bola aqui pela direita Olha o movimento do Rafinha aqui que tem como intenção gerar opção de passe pro Savinho em profundidade é um movimento correto ele no entanto continua esse movimento e arrasta o zagueiro da seleção chilena para longe do outro defensor a gente vai ver na sequência o espaço que se abre entre um Zagueiro e outro e exatamente nessa lacuna que o cruzamento do Savinho vai encontrar a cabeça do
Igor Jesus e ele vai marcar o gol de cabeça tá vendo aí em detalhes ó o quanto esse espaço liberado no centro da Defesa possibilitou o movimento do Igor Jesus e a cabeçada dele então o que que a gente pode deduzir a partir desse vídeo mais uma vez a Seleção Brasileira foi um time de poucas soluções coletivas muitas e muitas vezes isso acontecia através de ações individuais desses jogadores pela característica que o Rafinha tem a gente viu ele envolvido em quase todos os lances o próprio Igor né arrastando a última linha para trás ou uma
troca meio que aleatória ali no meio da jogada entre o Abner e o Rodrigo lá pelo lado esquerdo tem que acontecer mais vezes para que a seleção brasileira encontre os espaços como a gente viu Em alguns momentos desses lances