O Irã ameaça fechar o Mar Vermelho e se ele fizer isso, a situação vai ser muito mais complicada pro mundo inteiro, porque é mais uma rota importante de passagem energética, passagem de petróleo e gás natural. Ele tá ameaçando fazer isso se os Estados Unidos continuarem com bloqueio lá em Ormus, na verdade no do mar do Oman. A gente vai falar sobre esse assunto e vamos falar também como que isso tá refletindo na guerra no Sudão, que o Sudão vive uma guerra há 3 anos, uma guerra muito pesada e pode piorar ainda mais se isso acontecer, se o Iran fechar o Mar Vermelho.
E aí eu vou explicar para vocês todo o contexto da guerra do Sudão para quem quiser saber, tá bom? Então curte esse vídeo que vocês ajudam muito o nosso conteúdo. É um conteúdo feito com muito carinho para vocês e muito estudo, muita pesquisa.
Eu agradeço de coração. Obrigado, gente. Vamos então começar.
Eu já vou abrir o nosso mapa. É o seguinte, a gente vai preenchendo sempre o nosso mapa. Aqui vocês estão vendo que a gente tem aqui o bloqueio do Irã no estreito de Ormo e aí os Estados Unidos agora estão bloqueando também essa região.
Mas aqui falando que ninguém passa, apesar de eu ter trazido o vídeo hoje, o vídeo hoje mais cedo, o Donald Trump falando que vai abrir, mas ao mesmo tempo a gente sabe que tá passando um monte de navio, passou navio chinês e o Donald Trump falou que agora os Estados Unidos também deu uma declaração, né? Estados Unidos a Casa Branca deu uma declaração falando que não passou nenhuma assim. Enfim, vamos lá, vamos lá.
Aí o Irã, sabendo desse bloqueio, eles estão prestes aí a fazer uma reunião, tá? Irã, Estados Unidos, uma nova rodada, só que não tá com data definida, tá? Estão falando aí, o Donald Trump falou em dois dias e entre quarta, que é hoje aí quinta-feira.
Então assim, a expectativa é que aconteça amanhã, quinta-feira, em Islamabad, no Paquistão, mas não tem uma data definida, tá? Acho que é importante destacar isso. Quanto isso, os Estados Unidos fala que vai continuar, né, fechando o estreito, só que fala depois que vai abrir.
A real é, os Estados Unidos estão fazendo um bloqueio, só que tá tá passando um monte de gente. É uma peneira esse bloqueio. Só que o Irã falou, se vocês continuarem com esse discurso tentando fechar o o o Muso, a gente vai fechar o estreito de Bebandeb, que é esse aqui embaixo.
Então, ó, reparem, são as duas grandes saídas, né? Nós temos aqui as duas grandes saídas do Golfo, eh, do Golfo, não, do Oriente Médio de Petróleo. Uma é aqui que vem do Golfo Pérsico, passa por Ormus, pelo estreito de Ormus, Mar de Omã, entra no no Mar Arábico e aí é exportado, principalmente chegando aqui, né, pra China, né, como vocês estão vendo.
Uma outra rota que é também muito importante, você tem um fluxo de 12 a 13% do petróleo mundial, o estreito aqui é 20%, tá? Aqui de 12 a 13% é aqui pelo Mar Vermelho. Então o petróleo que é para ser distribuído para a Ásia e outros continentes também, a África também para o restante da Ásia, porque Oriente Médio é Ásia, né?
Então ele sairia aqui do Mar Vermelho. Reparem que tem a Arábia Saudita aqui, né? que é uma antiprodutora de petróleo, passaria pelo estreito de Beb a Almand, né?
Chegaria aqui no Golf de Waden e aí ia ser exportado. Tem uma outra questão, eh, aqui você também tem você tem também a essa passagem aqui que é a gente fala que é o canal de SU, que dá acesso ao mar Mediterrâneo. Aí chega paraa Europa, norte da África e por aí vai.
Agora, uma questão importante, eu tô olhando aqui na tela, tem que olhar aqui para baixo. Uma questão muito importante é o seguinte: cá o Irã não consegue porque aqui não é aqui é Egito, ali você tem um controle eh muito maior dos europeus, do próprios Estados Unidos, da Arábia Saudita, ele conseguiria fechar para cá, fecharia para cá por, já expliquei para vocês, através do do dos rutis, né, ou dos rutes, né, como vocês quiserem chamar, que é um grupo rebelde apoiado pelo Irã aqui no Yemen. Certo?
Eh, que não é o governo do Yemen. Então, faz essa separação que nem a gente tem, por exemplo, lá no Líbano, que nós temos no Líbano aqui em cima, a questão do resbolar, que não é o governo libanês, né, que Israel agora fala que fez acordo com o governo libanês contra o resbolar. Aqui nós temos os rutis que são apoiados diretamente pelo Irã, são contrários ao governo do IMEM.
O governo do Yem é alinhado a Israel e eles fechariam o estreito aqui de Beb, que é esse aqui, tá? De uma forma relativamente, relativamente não, muito fácil, tá? Um grupo pequeno consegue fechar um estreito de uma maneira muito fácil, como o Iran fez ali, por exemplo, que não é um grupo pequeno, né?
E os rutis não são um grupo pequeno, já tô falando isso para vocês para dar esse exemplo, mas eles conseguiriam fechar de forma muito fácil com as minas navais que o Irã tem bastante que pode ceder. Os rutis também tem aparato para isso. Então eles conseguiriam fechar e ninguém passa.
E aí a gente teria esses dois estreitos fechados com controle do Irã. É importante destacar isso aqui, que ah, o que que é diferente do que que a gente falou antes, porque antes a gente estava falando que os rouis estavam falando em fechar o estreito de de Bebel Mandeb. Agora seriam os rotis que fechariam, mas agora o Irã falou nisso, falou nessa possibilidade.
Essa essa informação veio do comandante iraniano, que é o Ali Abdullá. Ele falou que ele impediria qualquer exportações ou importações no Golfo Pérsico, no Mar de Mar Vermelho. Ou seja, a única saída seria a saída por cima, certo?
Mas por aqui não mais. E aí então a gente tem uma questão bem bem preocupante pra economia mundial, certo? Então, por isso que os Estados Unidos estão correndo a qualquer custo para poder fazer uma negociação com IRAN.
Eles precisam, mesmo eles não querendo se entregar e eh a a avisar que as suas fraquezas, eles nunca vão fazer isso. Aí tem uma outra questão pra gente entrar num segundo assunto. Eu já quero que que vocês deixem aqui nos comentários sobre a opinião de vocês sobre o fechamento do Street Bebéb.
Se isso acontecer. Aí tem uma outra questão que é o Sudão. Vocês devem estar vendo notícias por aí.
Eu vou explicar uma guerra pesadíssima que tá acontecendo nesse país aqui que é banhado pelo Mar Vermelho e também depende de exportações de petróleo. Não é o país que mais depende de exportações de petróleo, mas é um dos e tem bastante ouro também que vive uma guerra civil já há 4 anos, tá? Entrou no quarto ano agora são 3 anos e tanto, tá entrando agora no quarto ano de guerra civil.
Eu fiz um vídeo lá em 2023, quando essa guerra atual começou. explicando nos detalhes se vocês quiserem ver. E se eu lembrar eu vou deixar ali no card para vocês, ali, ó, no card para vocês, tá bom?
Se eu não Mas de qualquer forma, eu já vou dar uma explicação mais rápida aqui para vocês, pra gente só saber do da origem desse conflito e entender o contexto atual, certo? Então, a gente tem lá duas forças em guerra pesada, tá? São milhões de refugiados e milhares de mortos, dezenas de milhares de mortos.
A gente tem o exército sudanês, certo? é liderado pelo general Abdel Fatal Albuhan, tá bom? Desculpem a pronúncia, né, se eu errei, contra as forças de apoio rápido.
É um grupo paramilitar rebelde, liderado pelo general Mohamed Handan Gagalô. Tá bom? Então, guardem.
Vocês não ficarem guardando tanto os nomes assim, ó. Exército libanês contra forças de apoio rápido. Esses dois grupos, eles eram aliados até 2019.
tinha um um uma liderança, né? Um autocrata que governava, quando a gente fala em autocrata, que ele governa, tem todos os poderes em sua mão e não depende de ninguém, que era o Omar Al Bashir, que governava o Irã, desde os anos 80, se eu não me engano. Então, ele tava no poder há muito tempo, numa ditadura no no Irã, não, no Sudão, desculpem, desde os anos 80.
E aí esses dois grupos, né, tanto o exército e o a a força, as forças de apoio rápido, fizeram uma parceria para poder derrubar, fazer um golpe de estado. E a promessa é que depois desse golpe de estado, eles iam colocar governos eh transitórios para depois entrar num processo democrático no Sudão. Só que isso não aconteceu.
Tá bom? Por que que não aconteceu? Porque o líder do exército sudanês, que é o Adel Albuhan, fatal Buhanan, ele se tornou o líder do Sudão, centralizou os poderes em suas mãos, né?
E ele interrompeu esse processo que eles estavam falando que i levar pra democracia, para um processo democrático. E aí começa a guerra entre os dois grupos, o exército sudanês, liderado pelo atual líder, certo? que é o Bulhan, o Abdatal Bullan, contra o exerc Mohamed Handan da Galô.
Tá bom? Então, a partir eh a gente tem a inclusão de uma guerra, uma guerra civil entre esses dois grupos a partir do dia 15 de abril de 2023, certo? E aí eles começam a dividir o Sudão em várias partes.
Eu deixei no mapa aqui aberto para além de vocês verem que tem a questão do Mar Vermelho aqui, né, que vocês estão percebendo, né, o Sudão e eh banhado pelo Mar pelo Mar Vermelho. As forças de apoio rápida tem a sua base principal. eles controlam uma uma parcela eh muito importante do Sudão e grande no oeste do país.
Então aqui nessa região de Darfur, que eu deixei marcado aqui para vocês, é uma região de controle das forças rebeldes, das forças de apoio rápido. E os atuais conflitos que a gente tem visto agora nessas últimas, nesses últimos meses estão acontecendo aqui em Cordofan, que é já perto da fronteira com o Sudão do Sul. Até vou explicar isso para vocês de maneira de maneira simples assim e rápida.
também eh pra gente entender eh o que que tá acontecendo, porque que o governo eh sudanês tá tendo dificuldade de lidar com um grupo paramilitar, principalmente por conta de uma guerra tecnológica. Os drones utilizados pelas forças do de apoio rápido tão que substituíram as forças terrestres. você tem eh uma quantidade muito grande de drones, então se tornaram o principal modo de combate deles e eles estão superando a supremacia aérea do próprio governo, do próprio exército eh sudanês.
E interessante dizer isso aqui para vocês, que só esse ano a ONU disse que eh essa guerra só esse ano, 2026, que a gente tá em abril de 2026, já morreram 700 civis dessa guerra, tá? Enfim, eh, uma questão importante aqui para se destacar, mas por que que se dá essa guerra? Por que que, qual que é a origem histórica disso?
Sudão enquanto país diverso, a gente não trata, quando você estuda bastante as culturas, a história, a gente, por exemplo, trata a história do Brasil como tem uma obra de um que a gente aprende muito na graduação, do historiador, o Jurandir Malerba. foi aluno dele, deixa aquiado, você conhece que trata o Brasil como uma colxa de retalhos ou peças de um mosaico. Que que significa isso?
O Brasil é diverso, não dá para você falar de um Brasil, são os Brasis, mas são os brasis que hoje a gente tem a noção de nação. Eh, enfim, isso foi tudo construído ao longo do século XIX. Tem um monte de vídeo aqui de história falando sobre isso, tá?
E eu lembro que numa aula de história da África, há 20 e tantos anos atrás, eu perguntei pro meu professor de história da África, professor, se a gente trata o Brasil comocha de retalhos ou peças de mosaico, coxa de retalhos no sentido são vários retalhos diferentes ou vários mosaicos, né? Várias peças formam mosaico. A África é o quê?
A África são 1000 mosaicos, 1000 coetalhos. A África é muito diversa culturalmente, etnicamente, ela é muito diversa. E aí é importante destacar isso aqui.
Por que que eu tô falando isso? Porque a gente sabe que no século XIX a gente tem a mão do imperialismo na África como um todo. Maior parte dos países.
Entre 1899 e 1956, o Sudão sofreu com a mão do imperialismo, do colonialismo britânico. Tá bom? Então, a gente teria ali uma região que é conhecida como Sudão angle egípcio.
Ele basicamente foi eh anexado ao Egito, que também era britânico. Então, a gente teria essa região que é bem maior, inclusive porque pega aqui o Sudão do Sul também. Sudão hoje é um dos dos maiores países que a gente tem na África, vocês podem perceber, tá bom?
E qual que era a estratégia dos britânicos? Era a famosa estratégia do dividir para governar. Eh, o imperialismo fez muito isso.
Ele se apegava, ele se aproximava a de a grupos étnicos, como eu falei para vocês que a África é uma vári são várias coxas de retalho ou peças de mosaico de mosaico. Eles se aproximavam de alguns grupos étnicos mais fortes que tinham mais poder na região, certo? Porque você não tinha um país, você não tinha uma divisão de países.
A África, a gente tem a partilha da África no final do século XIX, né? a partir de dozinho do século XIX. Então eles se apegam a esses grupos.
Então eles passam a governar Sudão, mas sempre favorecendo um grupo aqui e um grupo ali. Isso vai gerando um grau muito grande de hostilidade entre os próprios sudaneses, entre a própria população. O norte do Sudão era ainda é, né, assim, naquele período majoritariamente muçulmano, porque a gente teve ao longo da da Idade Média, seguindo a Idade Média, e não é idade média não acontece só na Europa, né?
Inclusive tem Idade Média da África aqui no no canal falando sobre isso. Quando a gente tem, por exemplo, a partir do século século VI, Maomé, depois da morte de Maé, a expansão do islamismo, né, o império islã, ele atinge, por exemplo, outras regiões. Ele sai, por exemplo, do que que a gente conhece como Península Arábica.
Ele chega aqui no norte da África e entra até pela Europa, sabe? Ele tem a questão de de entrada na Europa, né? As expedições islâmicas muçulmanas.
Então, por exemplo, o que que a gente tem? do norte da África, o império do Mali que se converte ao islamismo. Então, o norte do Sudão é sempre de maioria islâmica, mais próxima ali inclusive das áreas de domínio do Islã, enquanto que o Sul você tem uma diversidade um pouco maior.
E essa população mais ao sul sempre foi considerada mais marginalizada pelo norte islâmico, era governado, eh, sofria por tudo, na verdade, sofria a mão do imperialismo britânico, tá bom? Essa divisão foi causando traumas, rachaduras no Sudão, que antes nem era um país. E aí a gente tem a a descolonização pós Segunda Guerra Mundial, o imperialismo na África e na Ásia, ele começa a perder bastante força.
Então você tem vários países que vão se tornando independentes, muitos deles com influência do marxismo. O Sudão ele se torna independente em 1956, mas é o que eu sempre falo aqui para vocês, o imperialismo ele deixa um rastro de destruição. Isso que a gente tá falando, rastro de sangue, de guerras que aconteceram durante a presença do imperialismo britânico no Sudão, certo?
Ao passo que essas divisões, essas guerras geraram em 2011 a divisão do Sudão. E aí que surge esse outro país aqui que é o Sudão do Sul. Então, geralmente hoje quando a gente fala em Sudão, a gente tá falando do Sudão dessa parte norte, mas eles já foram o mesmo país.
Hoje a gente fala aqui do Sudão do Sul, que também tem seus problemas, também tem suas questões. Então, o Sudão é de uma África saariana, de uma África mais pobre e de uma África que sofreu muito com a ação do imperialismo britânico, hoje vive os seus dias de mais violência também, certo? Como é que ficam as relações internacionais?
Os Estados Unidos, o Donald Trump com aquela sua promessa de eu vou, eu acabei com oito guerras, na verdade ele tá começando, é mais fácil começar oito guerras do que acabar oito guerras. Ele formou o ano passado uma uma aliança, incluindo Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, para tentar eh estabelecer um cessar fogo no Sudão. Não aconteceu.
Eh, e agora a gente teve uma reunião entre lideranças europeias. Agora, quando eu tô falando hoje, hoje é dia, dia 15 de abril, uma aliança entre os países europeus tentando estabelecer um uma espécie de apoio ao Sudão. E quem que tá batendo na frente dessa dessa reunião é a Alemanha.
A Alemanha de prontidão agora de já anunciou cerca de 212 milhões de euros, tá? e dão 249 milhões de dólares paraa ajuda humanitária no Sudão, por conta dessa guerra que tá acontecendo lá, né, desses dois grupos, mas que envolve a população civil como um todo. Mas a promessa é de que eles vão captando recursos para ajudar o Sudão.
E esses recursos precisam chegar, inclusive por estimativas da ONU, falando da necessidade, a 2 bilhões de euros. Precisa de muito mais do que isso. Tem uma questão importante para se destacar.
Por que a Alemanha tá fazendo isso? para evitar uma crise de refugiados ainda maior do que já tá acontecendo. Já tá tendo.
Muitos sudaneses estão eh se refugiando em outros países, mas ali no no próprio continente africano. E eles temem que cheguem na Europa. E você sabem que a Europa etnocêntrica, eurocêntrica, preconceituosa.
E a Alemanha não foge disso. Ah, mas o Frederick Mers, o o o chanceler alemão, ele não é do da da FD, mas ele inclusive aqui no Brasil, vocês lembram que ele fez teve inclusive discursos extremamente etnocêntricos, preconceituosos, xenofóbicos, eles não querem sudaneses, eh, ajuda sudaneses, ajudar sudaneses receber pessoas em suas regiões. Tá bom?
números aqui pra gente fechar esse conteúdo aqui desde 2023, quando acontece essa guerra, mas lembrando que é uma questão bem mais anterior, são quase 5 milhões. Aqui a gente tá falando da fonteur, tá? Agência, agência da ONU para solidariedade, sobre refugiados, tá?
Todos os links aqui estão na descrição. Já são 4,5, 4,6. Daqui a pouco chega a 5 milhões de refugiados, pessoas que tiveram que sair do Sudão para outras regiões Europa, mas a maioria tá ali, vão para países vizinhos.
cerca de 9 milhões de deslocamentos internos, pessoas que tiveram que sair de suas terras no próprio Sudão, mas ficaram ali no próprio Sudão. Então, 5 milhões para fora do Sudão, 9 milhões de refugiados de deslocamentos internos e 60. 000 mortos.
59. 000 chegando aos 60. 000 mortos em 3 anos.
Ou seja, a situação é muito complicada. E por que que eu relai isso? Porque a guerra que os Estados Unidos e Israel estão provocando no Oriente Médio, que fizeram iniciar essa agressão, conectem as coisas, pode chegar a atingir o Mar Vermelho de onde o Sudão também é dependente para suas exportações.
Compreenderam? Pode atingir o Mar Vermelho, ainda mais se fechar. Aí se fechar, a culpa é do Irã.
Se fechar o estreito de Bebe Amandeb, a culpa é de quem começou essa guerra. O Irã, ele tem a sua proposta de guerra simétrica para se defender. Será que a gente vai chegar nesse ponto?
Eu quero saber muito a opinião de vocês sobre isso, ó. E assim, essa explicação aqui já vale o seu like, né? Vale a sua curtida pra gente fazer esse vídeo chegar a mais pessoas.
Gente, a gente precisa muito aqui desses likes e dos comentários, tá bom? Deixa aqui nos comentários. Eu quero saber se a gente vai chegar esse ponto de fechar o estreito.
O que que vocês acham? Então, vou ficando por aqui. Vou terminar aqui de tomar o meu cafezinho.
Olha só a canequinha. Deu o cafezinho vero gostoso. E ó, tá aqui, ó, para você.
Bom, link na descrição do Café Vero com cupom de desconto para vocês que quiserem assinar e receber mensalmente na casa de vocês, assim como eu e Mozão aqui a gente recebe. O nosso cupom é o café dialético, tudo junto em maiúsculo. Eu agradeço de coração.
Vou ficando por aqui. Conto com a curtida e os comentários de vocês. Amo vocês de coração.
Grande beijo. Ui.