Esse é o podcast profissionais do futuro Nesse Episódio a gente conversa sobre economia circular transição Justa e a presença de mulheres na Indústria Têxtil e confecção o setor Têxtil representa 55% do PIB nacional é o segundo maior empregador na indústria de transformação no Brasil emite cerca de 4% do total global de emissões de gases de efeito estufa e é responsável por gerar 12 toneladas de resíduos têxteis por dia o Brasil é ainda a maior cadeia textil completa do ocidente a gente tá falando aí desde a produção de fibras os desfiles de moda fiação confecções tecelagens
beneficiadoras e o varejo né Por esse sentido por essa razão faz todo sentido a gente colocar sob a perspectiva da economia circular a Indústria Têxtil e a confecção para isso eu recebo duas convidadas muito especiais que conhecem bastante do setor Camila zeles ogla coordenadora de sustentabilidade e inovação da bit que é a associação Bras da Indústria Textil e de confecção e tem aqui com a gente também a Júlia Vidal que é designer gráfico Designer de Moda ela Educadora é pesquisadora especializada nas etnias culturais né brasileiras e fundadora de uma escola de moda pluricultural que a
EUA Poranga Júlia muito obrigada pela sua presença Camila também esse assunto rende muita muita conversa aqui né Eu acho que se a gente tá falando eu comecei essa essa esse nosso papo aqui sobre dados da indústria talvez a gente pudesse entender um pouquinho sobre a indústria no Brasil qual o perfil da da indústria no Brasil Camila você pode contar um pouquinho pra gente bora lá Fabi sim é uma indústria né como você já trouxe alguns elementos uma cadeia muito integrada e ampla e diversa né nos seus segmentos que a compõe quando a gente olha paraa
indústria texo a gente tá falando majoritariamente de grandes empresas com capital intensivo máquinas e equipamentos né fazendo fiação tecelagem a produção as próprias fibras artificiais e sintéticas e quando a gente vai paraa confecção a gente tá com a intensidade de mão deobra né e majoritariamente pequenas e médias empresas quando a gente olha para esse todo a gente tá falando de uma representação em termos globais do quinto maior produtor mundial e acho que é importante destacar a questão da mão da intensidade de tecnologia Mas também da mão de obra quando a gente olha pra mão de
obra no setor como um todo a gente tá falando que em torno de 60% São mulheres se a gente pegar só confecção a gente aumenta esse percentual para 75% bastante então é bastante expressivo pra geração de emprego em renda e principalmente quando a gente olha pra confecção porque é um segmento de fácil entrada né você monta uma confecção relativamente com baixo capital e então acho que a gente tem muitos aspectos aí para avaliar a questão da cadeia intensidade de mão deobra e e acho que um paralelo importante que é um tema que a gente tem
falado cada vez mais que é a economia do cuidado porque a entrada dessas mulheres na costura também tá atrelada essa questão né então acho que um pouquinho desse perfil é um é um segmento muito diverso a gente tá falando de 24 mais ou menos 24.000 empresas no setor aqui no Brasil eh das quais majoritariamente são pequenos e médios negócios mesmo quando a gente olha para microempreendedor individual a gente sempre surpreende são qu quase 400.000 microempreendedores individuais sim então o impacto dessa indústria isso para falar né Qualquer movimento que a gente faz no modelo de negócio
na regulamentação a gente gera um impacto bastante significativo nessa cadeia Então como a gente tá falando de um Novo Olhar econômico trazendo o tema já da economia circular a gente precisa olhar né Para todo esse segmento toda essa cadeia com essa diversidade para ser assertivo no que a gente quer tambim esses dados essas informações todas que você traz pra gente ela fala de um setor muito consolidado e a gente tá querendo abordar aqui uma perspectiva relativamente nova né não dá para dizer que é nova mas ela é um pouco mais recente e quais são Então
os desafios para avançar na agenda de Economia circular na Indústria Têxtil e na confecção eu vou puxar por aqui mas eu acho que a Júlia entra também muito complementar acho que um gancho importante é a questão do modelo de negócio a gente tá falando de um modelo que tradicionalmente tá olhando paraa produção linear né como qualquer outro segmento da de produção então a gente não pensava nos desafios atrelados ao pós-consumo né E para para conseguir endereçar o pós-consumo a gente vai ter que olhar não só reciclagem que é o mais automático né pô o que
que a gente vai fazer com esse lixo para onde ele vai como que eu vou reciclar mas eu acho que todo esse input da reflexão do que fazer com aquele excedente é o que nos vai nos vai trazer necessidade de mudar o modelo de negócio desde a sua concepção E aí que tá o desafio né passa um pouco a bola pra Júlia também porque a o desafio da Concepção em termos de design em circularidade é uma grande mudança de mindset né Ju é é a mudança de mentalidade é a chave E na verdade a gente
vende o Né desde vou fazer um Panorama também já que a Camila trouxe esse Panorama maravilhoso eh da indústria hoje e se a gente pensar que a gente começa na Revolução Industrial com o sistema na verdade a moda ela vem como um sistema de implementação do Capital né do pensamento do capital da formas de produção do capital das formas de trabalho e dos sistemas de exploração entre pessoas e também dos sistemas de de de relação entre países né assim países do Norte global e países que vão ser esses países que vão ter Essas tecnologias eh
da máquina né que vão trazendo a máquina e os países do sul global que vão ser os consumidores de tudo que o norte global eh vai produzindo E aí eu eu entendo a economia circular Como já uma uma necessidade realmente do que deu errado dentro desse sistema do capital e que a gente precisa mudar e a economia pensar em economia circular e pensar em em mudar esse padrão mental do linear para essa circularidade é a gente se se eh eh a gente repensar essa forma de fazer eu acho que a gente a a economia circular
ela vem como uma reconexão com o quando a gente entra nesse sistema do Capital todos os conhecimentos tradicionais todos os valores de de relação de pessoas eh começa a ser perdido e e Novos Valores vão reinar e quando começa a colapsar esse sistema do Capital vão entrando essas propostas de uma nova forma de fazer mas como que a gente vai pensar numa nova forma de fazer se na verdade a gente não pensa circular como que a gente faz circular sem pensar circular Então eu acho que eh essa essa quebra de paradigma é a O Grande
Desafio que a gente tem eh a gente ouve assim como a sustentabilidade o debate da sustentabilidade já tá implementado no setor eh ao mesmo tempo que tá implementado esse essa essa conversa e essa a nova forma de fazer essa economia não se sabe exatamente como fazer porque a gente ainda está imbuído em um sistema do capital é onde a gente fica tentando encontrar eh brechas mas sem de fato mudar eh eh a chave porque na verdade a gente os pensar circular e o fazer circular a gente tem que mudar em todos os elos dessa cadeia
porque senão a gente vai continuar perpetuando né ess sistemas de exploração sistemas do Capital os valores enfim é a gente tá falando de um modelo novo assim né de desenvolvimento econômico em que a gente precisa de novos paradigmas de fato então é um processo talvez muito mais amplo E e essa essa necessidade de uma transformação ela coloca pra gente também uma reflexão sobre as pessoas que são mais vulnerabilizadas nesse contexto né e a gente sabe que costureiras e costureiros são um ator aí né um elemento muito muito vulnerável na da confecção da Indústria Têxtil como
é que o que que se pode fazer para superar os desafios para promover um pouco de de ah empoderamento desenvolvimento né melhorar as condições de de trabalho e Vida dentro dentro da cadeia para essas pessoas ai Fabi eu não consigo começar a responder essa questão sem falar dos Desafios que a gente tem no Brasil e no mundo de informalidade né Uhum eh o setor ele é intensivo em mão deobra em empresas mas quando a gente olha pra distribuição vamos pegar só a cadeia de moda que é a mais tradicional que é uns 60% hoje da
produção Nacional vai pra pra produção de roupas digamos e outras tem várias outras aplicações do setor automotiva higiene pessoal cama mesa e banho entre outros Mas se a gente pegar a cadeia da moda na distribuição de roupa no Brasil que é muito pulverizada tanto quanto a a produção eh a gente tá falando de 154.000 pontos de venda aqui nessa ponta o mercado mais concentrado de grandes redes por exemplo representa uns 25% da distribuição que é aquele caminho que tradicionalmente vai ser primeiro regulamentado digamos e a gente tem um uma estimativa em termos de informalidade nessa
distribuição da ordem de 30% é muito alto e normalmente essa informalidade puxa a informalidade pra cadeia produtiva então quando a gente tá falando de confecções formais eh reguladas que trabal porque complexo né é um pouco mais complexo porque você consegue trabalhar a questão de avanço em condição de trabalho por exemplo a gente tá com um projeto em parceria com a organização internacional do trabalho para aplicar uma metodologia de melhoria do ambi da cooperação no ambiente de trabalho simples né parece simples mas as pessoas não estão acostumadas a parar e dialogar sobre questões básicas e escutar
o trabalhador para que o trabalhador que tá na ponta ele traga o desafio e ele certamente vai ser mais assertivo em trazer a solução inclusive né então a gente tá implementando esse projeto mas com qu empresas formais quando a gente tem eh o o amplo aspecto das da informalidade e a informalidade da empresa ou das relações de trabalho a gente sabe que os desafios são ainda maiores né que normalmente a a maior exploração da mão deobra tá nesse lugar Então como que a gente avança com os pequenos e médios negócios que às vezes não não
consegue ter eh uma ficha de produto que vai garantir um salário Digno Para aquelas pessoas naquela produção no modelo de negócio que ele tá instalado Então acho que tem uma grande oportunidade sim para quem tá na formalidade Mas cada vez mais o modelo de negócio de negócio por exemplo novo como plataformas de comércio a gente sabe o grande desafio de controlar e de ser competitivo com plataformas aqui no Brasil então acho que o Brasil escolheu ter regulamentações do trabalho ambientais que os nossos maiores competidores na Ásia não t Então eu acho que assim quando a
gente olha pra questão da circularidade o Brasil tem grandes oportunidades de avançar incluindo sim a mão de obra nesse processo Porque também vamos falar a verdade né as pessoas por questões econômicas circulam suas roupas pensam na reparabilidade quando ela compra uma Peça se aquilo não se perpetuar em alguns anos ela vai a consumidora vai sentir que não tem qualidade suficiente e que ela não investiu direito o recurso dela mas a gente tem muitas plataformas hoje que estimulam o contrário é o hiperconsumo com coleções diárias que movimentam assim o interesse de compra rápida por preço baixo
em um modelo apar que aparentemente bom então as pessoas estão prezando mesmo por sustentabilidade e qualidade ou nem tanto a gente tá vivendo esse cenário ainda né É acho que dá para entender que o desafio é muito mais complexo de Fato né Mas se a gente se a gente tá buscando eh promover inclusão para todas as pessoas a educação costuma ser um caminho muito significativo né De que maneira Vocês acreditam que a educação profissional no setor educação tecnológica ela pode contribuir para o desenvolvimento para esse novo paradigma pra gente avançar na direção de uma economia
verde inclusiva e justa para todos né a gente tá falando de justiça aqui também J quer puxar aí eu queria é puxar um Ganchinho porque eu acho que Camila tocou em vários pontos sensíveis da cadeia né a gente quando a gente vai olhar indústria a gente também tem uma questão exploratória que a gente chama de linha de cor dentro da indústria onde as mulheres negras estão em condições de trabalho né que são piores em relação a mulheres de pele menos retinta então existem estudos na indústria de calçado na indústria de qu de de de estão
trabalhando né com tingimento químico enfim eh que a saúde dessas mulheres quem está nesse espaço nessa nessas funções são as mulheres negras então a gente eh eu queria eh trazer esse ponto também da dignidade do trabalho né quando a gente Camila começou a colocar aqui a questão eh eh eh do desse trabalho decente dentro desse espaço né a gente dentro desse espaço a gente precisa pensar na legitimação dessas pessoas e na um humanização dessas pessoas ao longo desse processo de produção desenfreada eh de continuidade de de uma produção que o nosso mercado não dá conta
e não é necessário em termos de consumo não vai haver esse consumo e isso vai se tornar um um lixo um resíduo teixo né Essas pessoas estão ali sendo obrigadas a trabalhar como máquinas e aí a a esse processo de integração das pessoas num processo produtivo é também voltar a a se conectar com as pessoas de uma forma eh eh como na na nas nas nas populações eh ancestrais onde nos povos africanos que trouxeram toda a parte de de alfaiataria de conhecimento de alfaiataria para cá pro Brasil também né onde a gente entende que o
artesão ele não pode ser diminuído no seu trabalho que é a nossa moda o nosso nosso trabalho de luxo né o trabalho manual Então o que é o trabalho da máquina pode ser feito e melhorado para ser produzido por pela máquina e o que é o trabalho humano precisa voltar e ser qualificado como humano e aí a gente vai tirar essa relação dessa hierarquização né Essa verticalização que existe dentro dessa cadeia de produção entendendo que nessa circularidade todo mundo tem o mesmo a mesma importância e aí a gente Ret torna a humanidade essas pessoas e
a importância dessas pessoas dessas mulheres né que a gente tá falando aqui e se a gente for fazer um recorte de cor também né que são mulheres pardas e negras que estão fazendo essa produção inclusive também quando vai se falar nessa nessa nesse olhar né da das micro empresas das mei também são as pessoas que muitas vezes não são absorvidas pelos mercados e começam a a a fazer a sua produção e vão para moda dentro do meio a maior eh quantidade né de de pessoas formalizadas tá nessa parte de moda e beleza das mulheres então
elas estão eh muitas vezes é por uma falta de oportunidade do mercado e elas vão também começar a trabalhar E aí vão fazer parte dessa cadeia produtiva mas não necessariamente no seu lugar Digno e de artistas que são né porque para um trabalho que é de com horário com enfim automatizado para isso existe máquina posturas de tereres que mulheres negras e indígenas vêm fazendo no nosso país mesmo quando Dona Maria eh eh eliminou a produção dos teares as mulheres negras indígenas continuavam tecendo as roupas que eram feitas com algodão brasileiro eu acho que você coloc
então essa consciência é muito importante você coloca muitos Pontos importantes né eu queria eu queria retomar um ponto aqui do do da do fortalecimento de capacidades e tal mas você tá começando a dizer uma outra coisa que é muito interessante que são os aspectos étnicos culturais o nosso processo histórico que influência isso tem no cenário que a gente encontra hoje dentro do do segmento sim eu tô eu eu tenho feito trabalhos com territórios a gente chama de ecossistemas de inovação onde dentro desse formato de uma nova eh eh condição de ensino né Desse giro decolonial
que a gente precisa pra gente fazer a moda circular pra gente fazer essa economia circular a gente precisa retomar a circularidade quem sabe fazer circular são as periferias são os povos tradicionais então a gente dentro de um processo de da IAP Poranga a gente faz essa conexão eh de Passado Presente Futuro e a gente leva os profissionais para experienciar eh essa e para complementar eh essa essa formação deles Trabalhando dentro das Comunidades para aender a fazer circular na prática para aprender a ser sustentável na prática né E aí nessa nesse nesse momento existe essa essa
reconexão com a história que foi apagada com esses saberes que foram desqualificados com eh eh essas maiorias que estão eh minorizadas no nosso no nosso sistema mas que são maiorias Ainda mais quando a gente vai para esse recorte né de da da Indústria então Eh eu eu entendo essa essa circularidade também acontecendo A partir dessa conexão de territórios e sem que a gente leve a gente intoxique o sistema deles Existem algumas comunidades tradicionais indígenas que já estão trabalhando junto com a indústria e eles estão recebendo né Elas estão recebendo eh digamos fios eh eh da
indústria eh já eh atingidos que vem de um tingimento químico que fez uma agressão anterior a um rio Enquanto elas dentro da da tradição delas elas estão deixando de fazer o tingimento natural e de trabalhar porque quando também você trabalha com a terra Você tá trabalhando com a floresta em pé então quando a gente uma parte desse sistema para de de de funcionar como quando um animal quando uma um ser humano ali um equilíbrio intenso equilíbrio é quando uma dessas partes desses Pilares caem aí a gente começa a a perder né esses saberes que poderiam
est promovendo essa essa essa eu queria tirar essa palavra intoxicação né porque a gente uma contaminação intoxicando é mas aí a gente como que a gente pode inspirar e a gente pode trazer os saberes delas para a nossa cadeia né sem que elas sejam para que elas façam parte dessa cadeia elas sejam intoxicadas pelo nosso sistema Camila a a Júlia eh trouxe Esse aspecto né esse contexto importante cultural pra gente e você falou bastante sobre os desafios do do setor e o que a gente entende é que há um uma série um monte de capacidades
há muita potência aí como é que a gente pode fortalecer isso a partir de de um processo de de oferta de Formação né de educação profissional então eu queria encerrar um pouco a nossa conversa ouvindo você sobre essa perspectiva como é que a educação profissional vai contribuir com transformação necessária pro setor pensando na economia circular eu acho que é uma nova transformação que a própria educação né profissional e técnica vai ter que se passar porque quando a gente olha paraa economia circular a gente vê a importância dessa colaboração e dessa visão mais holística um pouco
do ponto de vista de qual segmento eu atuo então eu acho que a a gente fala muito disso né essa cadeia é muito longa tem vários segmentos a gente sabe que a circularidade deve acontecer não só no ciclo fechado dentro do setor mas em conexão com outros setores produtivos né porque o resíduo que não tiver valor eventualmente de voltar para uma produção de uma peça ele pode ter valor para ser encaminhado para outra indústria e normalmente a capacitação profissional ela é especialista especializada é muito interessante a oportunidade que a gente tem de trazer formação em
economia circular para ampliar esse olhar do profissional e eu acho que do ponto de vista do próprio profissional tem um valor muito grande né porque não necessariamente ele vai est qualificado para operar em uma empresa que trabalha com determinado segmento mas ele vai conseguir ter uma visão mais Ampla e de de de muito de ser Instigado a olhar para desafios e tentar solucionar se conectando com outros pares Então acho que essa formação que é mais Ampla da economia circular para conhecer processo Industrial mas também entender modelo de negó negócio entender cada etapa os resíduos né
quando a gente fala de resíduo valorização de resíduos valorização de resíduos a gente tem muita mistura no nosso setor que não viabiliza hoje pelo menos pelas tecnologias existentes a reciclagem Então tem muito potencial de conexão acho que não são entre os profissionais dentro de uma própria empresa Mas entre empresas e também entre setores né então acho que é uma mudança de visão porque normalmente a gente trabalha com né uma linha de especialização acho que vai ser sim um caminho de especialização mas para se tornar mais holístico né com conhecimento mais geral Então acho que tem
muitos ganhos pro profissional também sabe é o que eu percebo aqui e Agradeço a vocês pela pelas informações pelas pela dedicação aqui para esse tema né que a gente tá vivendo um grande processo de transformação então é perfeito muito pertinente a gente falar sobre economia circular aqui nesse momento obrigadíssima Júlia muito obrigada também Camila obrigada a vocês obrigada Fabi Júlia querida que a parceria de longa data gopa giz enfim todos os parceiros aí que estão envolvidos nessa agenda agradeço a oportunidade desse encontro e como a gente falou né dessa união dos elos e desses diálogos
necessários a gente está aqui tecendo esses futuros que a gente quer muito obrigada obrigada curtiu segue com a gente o próximo episódio também tá muito interessante [Música]