como é que o senhor mudou ontem os modelos de previsão do tempo em 50 do computador eles usavam uma malha tipo latitude longitude lá pela década de 80 e 90 aí criar uma coisa chamada meta espectral que substituir um pouco lá naquela época tinha modelos extremamente simples do ponto de vista matemático também tem soluções simples conhecidas bem comportadas mas dodô hoje o tamanho de uma determinada região dividia em caixas caixinhas de 500 por 500 quilômetros naquela época e fazer uma previsão só que hoje com os compradores podem entrar e em caixinhas muito menores e já
fala hoje modelos que globais o que significa aumentar a resolução significa colocar quadradinhos menores vai colocar mais pontos quanto mais pontos você põe mais difícil fica e mais contudo tem pra fazer só que tem que fazer de uma forma que em paralelo um supercomputador acontece que essas metodologias tanto direto do estúdio quanto espectral eles não se encaixam bem os supercomputadores é porque o tempo eu tenho que fazer antes dela acontecer não tem cura rápida se você quer melhorar mesmo tempo selecções mais computador com esses métodos antigos não adianta você for um computador maior que não
vai ficar pronto mais rápido esse é o problema prever o tempo não é só prever o que vai acontecer com a atmosfera tem que olhar também porque o dos oceanos você tem que saber por exemplo o gelo no cérebro você tem que trabalhar com a hidrologia porque nos continentes você tem áreas cobertas por água rios lagos acrescenta que interagem também um papel muito importante um reservatório de carbono olhar mais a fundo olhando assim a previsão de tempo indica que a gente tem o nosso planeta tem todo um sistema de proteção contra o sol é um
campo magnético isso significa que não basta olhar para a atmosfera aqui embaixo lá pra cima de uma coluna basta olhar só que basta olhar na estrutura completa você quiser ter uma boa estimativa da influência do sol o nosso clima a primeira grande diferença então como é que a visão do olhar meteorológico eu estou preocupado em resolver decentemente as ações que regem é um problema desse outro lado dele a questão que a gente desenvolve essa modelo que o robô suficiente pra se ele quiser subir para a estratosfera ele consegui mas a matemática por trás tem que
está bem fundamentada é aí que eu entro então para mim não existe estratosfera também existem ações e jeito de resolver essas situações é matemático não é meteorológico e aí entra a ovando a complexidade das soluções ou seja o nível de detalhe que você está produzindo estruturas que têm muito intensas mudanças e aí pra isso é um trabalho que se faz aqui em são paulo por exemplo no estudo de matemática e estatística acho que vai pensar nessa relação nessa direção todos eles estão fazendo um trabalho que eu acho que é extremamente importantes no sentido de dar
robustez matemática aos modelos que os pobres mortais meteorologistas utilizam para fazer essas previsões