[Música] bem-vindo novamente nós estamos com disciplina direito social Estácio e sociedade tá Eu professora especialistas Freire e vamos dar continuidade da aula passada né que é constituição dos direitos sociais das políticas sociais no Brasil tá nós paramos quando nós estávamos falando sobre as décadas isso e suas assistências sociais vamos dizer assim mas não com o nome próprio mas era mais uma questão assistencialista nós paramos sobre a década de 70 né sobre os borbulhos não as necessidades dos grupos sociais as necessidades que eles falavam quanto a sociedade estava necessitando né como fiz uma contextualização 70 sobre
a questão do poder em vigor no estado que era o poder militar sobre a questão internacional também que era a Guerra Fria que estava se concentrando em polarizações diferentes entre capitalismo e socialismo E com isso as nações também eram divididas sem falar no contra-argumento também ideológico político desse momento que eram os grupos sociais eles falavam Na necessidade social que as pessoas precisavam necessitavam das Comunidades enfim não Amparo mais humano né sobre os trabalhadores sobre os estudantes sobre a sociedade no modo geral levamos retornar um pouco mais da década de 70 para nós entendermos um pouquinho
sobre essa questão né dos grupos sociais dos direitos sociais dos direitos seres humanos nós vamos para década de 40 bom após a Segunda Guerra Mundial que foi em 1945 né aonde Houve essa polarização Como já foi falado que se iniciou a guerra fria né de um lado a ideologia capitalista do outro a ideologia socialista bem em 1948 entenda guerra sempre deixa não só morto nem ferido ela deixa também sequelas psicológicas né pense em 1914 a 18 houve a primeira grande Guerra Mundial em 1939 a 45 foi a Segunda grande Guerra Mundial ou seja um tempo
muito mínimo entre uma guerra e outra entre perdas de civis perdas humanas e também pertence econômicas perdas estruturais de estados né A questão geopolítica muda também né A questão que era antes de não é mais há uma divisão não Por uma questão Regional é internacional essa divisão né os detentores da Guerra os que ganharam a guerra também ganharam a possibilidade de dividir muito Nações né estados nacionais Então a gente tem que entender essa questão psicológica também dos perdedores né eles foram divididos Eles foram colocados como culpados a questão do revanchismo sempre vai e volta e
volta vai e volta e consequentemente após a segunda guerra mundial o qual seria o medo é possível terceira guerra mundial porque assim como a primeira deixou a revanche dos perdedores para uma próxima vez que foi a segunda guerra mundial o que iria dificultar a uma Terceira Guerra Mundial né contra revanche então esse medo iminente a terceira guerra mundial as perdas humanas as perdas ecológicas também não vamos deixar de falar na questão ecológica na questão Industrial histórica também né porque muitos muitas estruturas é físicas né destruídas cidades arrasadas a gente conhece muito bem essa questão de
Hiroshima Nagasaki que não foi foi uma população foram [Música] extermínios muito grandes né A questão da da questão racial da ideologia religiosa enfim as intolerâncias né então com tudo isso ainda quente né psicológico e na economia do mundo houve a necessidade de tentar contratualizar uma paz a gente volta nos contratou a listas né mas de uma perspectiva atual uma perspectiva contemporânea uma perspectiva de medo O medo foi a base fundamental vamos dizer assim desse contratualismo houve o contrato que nesse contrato em que todas as nações mude as nações do mundo iriam assinar e iria entrar
em uma harmonia para o mundo tentar se reerguer para que o mundo tentasse viver no mínimo de paz e as organizações nas Nações Unidas em 1948 ela teve essa fundamentalização esse fundamento Age de existência né nela só não é uma questão de pais ela também diz que a paz como diz o nosso tão como diz o nosso Aristóteles como dizem os nossos outros contratualistas precisam de direitos essa necessidade também de direitos para o homem Universal né o ser humano ele é uma preocupação Universal né a valorização da questão humana se torna Evidente nesse período na
época como eu falei a questão psicológica das perdas das das tormentas da guerra no que isso fez um terrorismo não só físico mas também psicológico fez com que o ser humano deixasse de ser aquele Fronte simplesmente o Fronte Ele também é um sujeito histórico ele faz parte da sociedade ele é a importância da sociedade também né aí advém a gente se diz do civil político quer dizer áudio civil político é a liberdade e a liberdade também de votar e os direitos econômicos sociais que é a igualdade isso vem desde como eu falei da Revolução Francesa
que tenha as palavras a fundamentais liberdade liberdade e fraternidade a liberdade civil político e a AIDS igualdade da questão econômica e social né aí a gente vem com aquela um discurso do liberalismo enfim essa linha política em 1989 ainda utilizava-se a lei Imperial sobre a questão de cidadão de cidadania porque é sabido que em 1889 né a proclamação da república mas ainda utiliza-se muito sobre ela Imperial que era a que vai até atender 88 né tivemos várias constituintes né várias constituições né Mas a questão de cidadania política continuavam né sendo as mesmas por exemplo não
era ampliado por analfabeto como eu falei o voto feminino ele foi em 1932 por Getúlio Vargas né mas não numa perspectiva também de abraçar o ideário feminista ou algo parecido não é porque entende-se que o núcleo familiar como tinha falado o núcleo familiar não era resumido só a dentro da casa era a linda casa lembre-se que nessa época os movimentos também é de mulheres nós feministas e que existiam muito nessa época na virada do século 19 para o século XX mas a até contra esses movimentos feministas existiu também o movimento feminino que era umas mulheres
lutando também por suas perspectivas políticas e ideológicas elas faziam grupos né que eram a favor de certos políticos aqui no Brasil que eram as varguistas né E também sobre a questão política também tanto que no nordeste Ouve na década de de 20 também uma lei de lá onde a mulher podia votar e ser votada mas foi logo retirada essa lei Mas nacionalmente foi Vargas quem quem declarou esse voto feminino para para a política nacional que a mulher votou em 1934 que foi o plebiscito mas a lei foi de 1932 né que foi de fevereiro de
1932 a partir daí uma outra perspectiva do universo da mulher entenda que também a mulher só ganhou essa essa nova ascensão de dona de casa protetora e cuidadora de sua casa para ser cidadã em 32 não só pelo movimento feminino mas também pelo movimento feminista foi através de lutas foi através de guerras internas civis até vamos dizer assim que começou a fora do país mas a que ganhou muitas adeptas de todas as regiões do Brasil principalmente Nordeste e o norte também né a de filiações ao partido comunista enfim o feminismo ele fez barulho nessa época
né E como eu falei também existiu que defendia o governo que eram as coligações do governo e acho que eram contra o governo e para tentar como falei toda a questão política ela tenta viabilizar uma paz e o voto feminino Foi sim para tentar se adequar ao novo mundo que estava surgindo né internacionalmente mas também o nacionalmente né então assim foi com grandes lutas pela frente feminina pela frente da da mulher uma relação pelas mulheres que o voto feminino foi concedido a mulher né se você vota deve muito ao feminismo Sim e com isso do
feminino do coronelismo no cateterismo Urbano da casa de 30 e 40 a esse texto Rural essa saída do Rural para o centro e o centro de relatava o centro aglomerava-se cada vez mais pessoas articulações é pobres necessitadas para uma vida melhor para uma vida de que o Brasil está se modernizando o Brasil está se industrializando né então a cidade a questão Urbana começou a ficar a socialmente bastante desequilibrada bastante necessitada é a palavra então nessa época de 30 e 40 a questão do clientelismo a questão do coronelismo do assistencialismo até né porque eram as os
grupos abastados era quem tentavam de uma forma ou de outra saciar aquela necessidade básica prévia né para até então o governo não tomar conta como um instrumento de institucionalização Fora a supressão de direitos políticos isso tudo das relações Unidas de 48 a partir disso aqui no Brasil né a supressão direitos políticos Getúlio Vargas na ditadura militar de Vargas na época o estado novo de 1937 a situação de direitos políticos de Getúlio Vargas na ditadura militar de Vargas né que vem com estado novo que é 1937 né E com isso a questão da urbanização como ele
implantou né A questão do já a gente já não fica dependendo da industrialização externa né A questão interna também ela começa a se desenvolver os mecanismos de produção né de não são mais manufaturados já uma mecanização do trabalho a questão de entrada de maquinários a fabricação de carros a entrada de carros né a indústria do Brasil né começa a se desenvolver com mais ainda quando há o Vargas toma para si o domínio total né do estado que é o estado novo como ele mesmo coloca né Isso é bom isso é bom isso é ruim é
ruim vocês vão ver processo de urbanização acelerada de 70 bom a parte ruim também da história além a divisão social que é imensa né o pobre ficando mais pobre rica cada vez mais rico né aquela questão da diferença social ela é extrema gigantesca né Ele toma para ser também a questão paternalista Getúlio Vargas aonde ele ele é dominador de todas as formas políticas sociais do Estado entenda políticas sociais Ah não não domínio do conceito que nós conhecemos mas naquela época né para o cidadãos para a sociedade a interiorização ainda é parta né a consertar na
transação vem para chegar aqui no pano não há estrutura física para essa população toda a questão da da proliferação de epidemias também porque há essa essa massa Colossal indo pra cidade Irã cidades então na década de E com isso insatisfações já são geradas inúmeras inúmeramente e com isso ele toma para si todo o domínio do Estado né o estado novo de 37 1937 e para se industrializar um país precisa ser de capital e com a questão do café que não estava mas tão grande assim do leite também então a economia brasileira se está se orientando
para uma questão mais industrial e para se ter esse financiamento precisa-se pedir de algum lugar e foi a partir daí que a economia externa se fez básica na economia nacional ou seja os endividamentos externos a dívida internacional né e começou a se acelerar quanto mais se industrializava por mais que se ampliasse o estado nessa perspectiva mas necessitava-se de financiamentos né Além do mais lembre-se a Europa estava passando por querer elas que futuramente se transformar ali se transformaria em guerra né então a aliança foi fundamental mais para o lado das Américas né entenda que nada dá
um salto para a gente entender melhor sobre as dívida externa um pouquinho mais adiante essa contextualização toda é havia um X de dívida externa né que teremos que pagar em algum momento entenda isso no processo de urbanização acelerado que foi necessitado pela como eu falei pela vinda né ela crescente aceleração Urbana e também pela densidade demográfica que está exponencial nesse momento também a década de 70 ouve a ditadura também militar né Nacional 64 e ampliou-se também a necessidade também junto com os grupos sociais essa questão de suprimir os direitos sociais e tal essa proteção social
deu-se na década de 70 dividindo estados e municípios não era mais Centralizado pelo Estado Nacional o Estado Nacional agora ele dividiu as suas as suas tarefas para os estados e para os municípios né pelas necessidades até regionais aonde nós conseguia atingir agora serão os estados e municípios que iriam tentar controlar e dinamizar também a questão econômica e social de seus estados e municípios e a nossa o nosso tópico de hoje fica por aqui até a próxima aula que nós vamos ter aguardo vocês [Música] [Música]