Um dos das coisas que eu gosto de de assistir no YouTube, um dos conteúdos que eu gosto de assistir no YouTube, geralmente é ciência, tá? >> Eh, e aí tem um canal que talvez tu conheça que é o Inan Nutell Kurz, tá ligado? Exact.
>> É Kurga Gact. É >> isso. >> Eh, lá teve um vídeo que eu vi que me deixou um pouco com um cagaço insano, que é de um, acho que é um fungo que ele fica na água, eu não sei se tu já ouviu falar dessa parada, que ele ele entra no ele pode entrar na tua via respiratória, no teu nariz.
>> Hum. >> E aí, se eu bem me lembro, ele se alimenta de uma coisinha que o que tem nossos neurônios. E aí ele vai pelo nariz, >> hum, >> sobe pelo pelo pelo pelo assim, isso é raro porque assim, ele >> é um fungo humano, >> é um ataca ser humano.
>> É, eu acho que sim. Eh, e ele e ele precisa assim, precisa ter ele precisa dar sorte no fim das contas para isso tudo acontecer, mas aí ele subiria pelos nervos >> isso. E aí ele chega no cérebro e lá no cérebro só tem neurônio.
E aí o título do vídeo é O fungo comedor de cérebro. >> Caramba, >> umas paradas assim assustadora, cara. Qual que é a doença mais assustadora que tu já que tu tem notícia, cara?
>> Nossa, boa pergunta. Deixa eu ver. Acho que raiva, talvez.
>> Raiva >> é. >> Nossa, não esperava por essa, cara. >> É porque assim, letalidade 100%.
Tem, na verdade, 99,9, porque tem dois casos, eh, que sobreviveram e eu acho, >> eu não sabia que raiva era tão letal assim, cara. >> É, eu tenho assim eh eu moro em Minas Gerais, né? mora em Belo Horizonte, tudo bem, não é área rural, mas se você sair um pouquinho ali de Belo Horizonte na área rural, você já começa a ter morcego e áreas de transmissão.
Então eu morro de medo de ver de ver morcego morto, sabe? Esses dias eu tava andando na esquina ali de casa, indo pra academia e aí tinha um morcego morto na rua. Primeira coisa que eu pensei foi: "Putz, tem que ligar prases, porque se tem morcego morto tem algum problema.
" E morcego transmite raiva, né? morcego. Eh, se se o cachorro, o animal tiver infectado também.
>> O o que é raiva? >> Raiva é um vírus, né? É uma doença causada por um vírus que infecta o corpo da ele ele produz uma doença que faz com que você não consiga engolir, tá?
E aí por isso que que chama raiva, porque parece que os cães ficam raivosos, porque eles começam a babar e produzir espuma, porque eles não conseguem engolir. >> É hidrofobia que fala, é um dos sintomas, né? a pessoa tem medo de água, ela não consegue eh ter contato com água.
É uma doença extremamente letal que ataca eh o corpo muito rápido, assim, em coisas de de uma, duas semanas, a pessoa está morta. Não existe tratamento. Os tratamentos que que existem são na tentativa de você eliminar o vírus, né?
Fazer um tratamento de com anticorpos para poder eliminar o vírus e quase nenhum funciona. Então, eh, se você tomou um arranhão, se você foi mordido, se você tá numa zona rural que viu morcego e tudo, tem que ficar atento. Por se você teve qualquer contato físico com o animal selvagem, silvestre, tem que ir tomar a vacina antirrábica imediatamente, porque a vacina ela vai conseguir atuar antes do vírus.
E no momento que o vírus entra nos nervos, ele começa a atacar e aí a pessoa ela começa a ficar bem debilitada, ter sintomas de de literalmente de de raiva mesmo, porque ele ataca também o sistema nervoso, então a pessoa fica mais agressiva, fica com medo de água, ela perde completamente a personalidade dela >> e vai definhando assim com eu, bom, felizmente eu nunca vi ninguém com raiva, né? >> É bem raro, né? Mas a ideia de com medo de água é é >> é porque muda o comportamento, né?
A pessoa ela ela não consegue mais detectar aquilo que é ela não consegue ter noção dos objetos, entendeu? Então esse medo de água é por é muito coloca nos livros, né? Porque a pessoa tenta beber água, ela precisa de água e na hora que ela vai beber, ela cospe, ela fica nervosa, ela ela não consegue ter o reflexo de engolir, porque o o nervo, né, que faz esse esse papel, ele foi afetado.
É bem grave, bem triste. É por isso chama raiva, porque a pessoa paref raivoso, né? >> Aham.
>> E a pessoa aparece com raiva. >> Esses caras que sobreviveram a raiva aí deram muita sorte, então >> deram sorte demais. Um deles é um caso brasileiro.
É. >> É. E o que que a gente tentou?
Algum tratamento ali? O que que aconteceu? Tu sabe?
>> Não, eles eh eu acho que eu não lembro agora, mas deve ser um tratamento com anticorpos, né? Um tratamento que você dá o anticorpo para eh contra a raiva imediatamente e aí acompanha o paciente. Eu não vou dar certeza agora porque eu não lembro, estudei isso tem muito tempo.
>> Eh, mas é é pura sorte mesmo. Não tem, se você repetir o mesmo tratamento e outras pessoas não funciona. Por isso que ela não tem cura.
Uma vez eu tava, eu era bem moleque e eu tava, eu tava na, na, na casa de uns amigos do meu pai e eles começaram a servir ali uns umas comidinhas, né, assim, antes do almoço ali, uns aperitivos e tal. E aí eu fui e com, eu era bem moleque, eu comi um camarão. >> Hum.
>> E o camarão ele tem o meme, né, de fechou a glot. O camarão, o cam inchada. Eh, de fato, fechou a Glot, quer que isso queira dizer?
Eh, e eu fui parar no hospital tendo que tomar remédio. Eu não lembro se eu fui parar no hospital porque era muito moleque, mas aí eu tomando, tive que tomar um monte de remédio. E a partir de então eu eu descobri que eu sou alérgico a camarão, né?
>> Como é que funcionam as alergias, cara? >> Cara, legal essa pergunta. Eh, vocês já tinha comido camarão antes e não tinha tido alergia, correto, >> cara?
Provavelmente sim, cara. >> Sim. É porque toda a alergia ela é na verdade uma resposta exagerada, como se fosse uma bomba atômica contra um negócio que é uma poeira, entendeu?
É o corpo achando que é um problema muito maior do que ele é. Só que toda alergia precisa ter uma fase de sensibilização, que é quando você tem contato com a substância primeiro e você não tem nada, >> tá? >> Então ele vai produzir uma resposta tradicional ali contra aquela substância estranha.
Muitas vezes, na maioria das pessoas, isso nem é visto como estranho. Por uma questão genética, você vê isso como estranho. Da próxima vez que vier, como você já produziu uma resposta em uma memória, ela vai atacar rapidamente.
Então, a alergia ela tem uma ativação de, a gente chama de mastócitos, né, células do sistema imune vão produzir um tipo de anticorpo específico que vai ativar várias células ao mesmo tempo. Então, a resposta exagerada a um problema que não é tão grande. E como que sabe se uma pessoa vai ter alergia ou outra contra um determinado uma determinada substância?
Toda pessoa é diferente, né? Então, enquanto ela vai amadurecendo o enquanto ela vai crescendo, né? Desde recém-nascido, o corpo dela vai tendo, é, desafios que a gente fala, o sistema imune dela vai amadurecendo, conhecendo substâncias, desde a fase embrionária até ela nascer um pouquinho depois.
>> Aham. Então vai amadurecendo o sistema imune. Então ela vai tendo contato com substâncias diferentes.
Nesse contato, por questão genética, o as células elas vão nascer com receptores para substâncias diferentes. Na hora que ela nasce, se você tiver uma uma um receptor que detecta aquela substância, ele fala: "Pera aí, isso aqui é estranho, isso aqui não é do corpo, eu vou produzir uma resposta contra isso". e ele vai testando.
Tem gente que não tem a o receptor contra essa substância que te deu alergia no camarão, que pode ser um monte de coisa, tá? Eh, mas tem outras pessoas que tem. Você, infelizmente, foi um dos felizados ou azarados que tiveram a o receptor contra essa substância.
Então, a próxima vez que você tiver, você vai ter de novo. Então, não coma, né? É um uma resposta exagerada do sistema imune.
>> O meu sistema imune então fica maluco com aquilo ali que tá acontecendo. Imagina que é um apocalipse e taca uma bomba atômica, que nem você falou, >> no coisa que a princípio é uma poeirinha. E aí você também falou que pode ser um monte de coisa no camarão, por exemplo.
>> Pode ser a substância da casca, pode ser alguma coisa do Eu não tenho certeza para >> dizer qual que é, né? >> Mas é porque é eh um alergia camarão, ela é um tanto comum. Tem algumas alergias que são um tanto comuns, não é?
>> Sim, sim. São mais comuns que outros, tipo amendoim, >> é nozes. >> Éí são proteínas ou gorduras que estão presentes na casca ou na na própria no no na parte interna da semente ou ou do alimento que você tá comendo, que são comuns a todo mundo.
Então, o corpo dessas pessoas detecta essas gorduras ou essas proteínas e tem uma alergia. Alergia ao leite, por exemplo, é muito comum, eh, não é tão comum, né, no a gente tá falando de menos de 2, 3% da população que tem, mas é contra a mesma substância, a caseína, né, a proteína do leite. Então, a pessoa não tem intolerância à lactose, ela tem alergia à caseína, que é uma substância do leite.
A proteína do leite >> é diferente ou ou as pessoas chamam da mesma coisa diferente lactose é o um dos é o açúcar do leite, né? Então a pessoa pode ter uma intolerância porque ela não digere bem a lactose, porque ela não produz uma enzima chamada lactase. Então a lactose ela não é bem digerida, ela é comida ali por bactérias, acontece uma inflamação no intestino e a pessoa tem diarreia, >> tá?
>> Sem intolerância à lactose, tá? alergia a caseína. A pessoa tem uma reação alérgica quando ela bebe leite.
Então ela fica inchada aqui, pode ficar com sintomas intestinais também, não pode comer queijo, porque às vezes é tão grave, né, tão sério que ela tem sintomas graves igual, >> ela tem graus de gravidade. >> Tem, tem, >> tá, dá para tu ser muito alérgico a camarão e pouco alérgico a camarão. >> Dá, dá para ser.
No meu caso, eh, vamos dizer que a gente vai numa festa de criança e tem, eh, servido lá salgadinho, coxinha, por exemplo, >> se a pessoa se fritar o camarão no óleo, >> tirar e depois fritar a coxinha, já me já já minha língua fica toda pinicando. Eu já >> eu não sei se eu não sei nem se se tem algum aspecto no meu caso psicológico, porque o cheiro do camarão já me dá um negócio esquisito, sabe? Eu já fico, nossa cara, isso daqui já sei que tem camarão, às vezes até de longe.
>> É, essa parte é psicológica, né? Cognitivo, mas você não vai ter alergia porque você sentiu o cheiro. >> A não ser que o cheiro contenha partículas suficientes para poder disparar sua resposta, mas não vai ter igual comer, né?
Eh, quando você come o óleo, por exemplo, come coxinha, você vai ter a a língua pinicando porque você teve contato, mas não foi suficiente para disparar aquela resposta de fechar tudo, >> entendeu? >> Nossa! Sensação horrorosa.
Inclusive >> eu não tenho. Então não imagino. Cara, >> eu tenho uma coisa que eu tenho bizarra, tipo alergia a suor, só que eu tenho alergia a suor dos outros.
>> Então quando eu vou na academia, isso é muito comum, sempre acontece comigo. Tipo assim, eu faço exercício, passa uns tr dias, a minha mão fica toda, é, com bolinhas vermelhas. Então eu descobri que eu tenho uma certa alergia a suor e é sempre mexendo nos ferros da academia.
Aí tem que ficar usando luva. Não >> entendi. >> Eu não uso, né?
Então acabo sofrendo. Então minha mão fica coçando mesmo. >> Tu tem uma boa desculpa para usar luvinha, pô.
>> Em geral os caras tirar sarro dos car >> pois é velho. Os cara fica tirando sarro de quem usa luvinha. Aí fica olhando o cara da luvinha lá.
Aí você fala: "Pô, velho, eu já tenho já já no já é difícil para mim ir pra academia, né? Porque eu tenho eh vergonha e tal". O pessoal chega lá, cara, tipo assim, só tem os maromba, né, velho?
Eu tô um pouquinho acima do peso, não tô musculoso e tal. Os caras fica botando, os caras saem do aparelho, >> botam mais peso >> para falar que eles pegaram mais aí e e aí fala: "Quer revesar? " Eu falo: "Não, não, pode terminar revesar com você.
Você tá maluco, deixa o cara, filho, fica esperando". Aí o cara vem reclamar que eu tô com luvinha. >> Ah, é bom.
Aí, fica complicado. Ainda tem alguma coisa que te fascina, cara, na bio, na biomedicina? Porque assim, você eh tem que ficar procurando, eu imagino, eh os temas para você fazer teus vídeos ali, né?
E assim, tem várias coisas que são bastante modernas, por assim dizer, como por exemplo lá o vídeo que você fez sobre barrinha, né? Barrinha de de proteína e tudo mais. >> Eh, >> tem alguma coisa que te fascina na biomedicina ainda?
Como é que tu escolhe os temas dos teus vídeos? >> Tá, primeiro, como o que que me fascina, né? Eu gosto, eu tanto que eu gosto muito de neurociência, tanto que eu tô fazendo uma pós-graduação em neurociência agora, porque eu acho fascinante.
É um negócio que eu não estudei na faculdade, a gente estuda o básico, né, do cérebro, como é que funciona as coisas, mas existe um universo que profundo assim, o que é consciência, eh, como que se forma o pensamento, como é que se forma o impulso, eh como que a pessoa tem ansiedade, depressão, como é que ela desenvolve uma, por que que depressão não é só tristeza, é uma doença, sabe? Essa essas coisas, entender o cérebro, o comportamento humano para mim é fascinante. E agora na hora que junta essa parte com inteligência artificial e você vê o comportamento da inteligência artificial simular o comportamento humano, o a tomada de decisão, porque não é a mesma coisa, né?
São processos completamente diferentes. Você vê ali os processos criativos da inteligência artificial acontecendo nos bastidores. Você começa a ver, poxa, velho, o cérebro é muito doido.
Ele fez isso biologicamente milhares e milhões de anos antes. Então, o que me fascina é tentar entender, por exemplo, consciência de onde a gente veio. Eh, >> eu fico viajando nessas paradas.
Outro dia eu tava conversando com a Iá lá, brincando de tentar entender se ela tinha vida de verdade, né? E ele tava lá digitando e tudo. Pera aí, mas se se a inteligência artificial ela pensa, não pensa, tá?
Mas ela ela tem um raciocínio baseado em cálculos que depende de memória que eu dei para ela e contexto, qual é a diferença de um ser humano que toma uma decisão racional baseada em memória e contexto? Só é o cálculo que é diferente, sabe? o output ali, a resposta de comportamento é a mesma, é uma resposta parecida, vamos dizer assim.
Então, será que eu tô falando que a IA não pensa que ela não é viva porque eu tô tendo uma noção errada de que é vida? Porque às vezes ela, se eu se eu considerar que vida é dar respostas a partir de memória e contexto, eu posso falar que ela é viva, entendeu? Então eu fico viajando na filosofia da vida assim, batendo papo com Ias de madrugada, minha esposa já foi dormir tod.
>> Tu já fez tratamento psiquiátrico? PS psicológico com a IA, cara, com chat EPT, >> cara. Eh, eu vou te dizer que não.
Não fiz porque não não faz sentido você eh confiar 100% no que a IA tá falando, mas o que eu fiz foi, por exemplo, eu tô, sei lá, tô ansioso e eu tô com dificuldade de quem quem tem trans, eu tenho transtorno de ansiedade, né? E aí quem tem o ansiedade generalizada igual eu, tem dificuldade às vezes quando tá realmente ansioso de processar o que tá pensando. Você tá com alguma sensação de tem algo errado, você não sabe o que é.
E a IA ela ajuda porque você pode digitar ali alguns prompts ali de falar: "Olha, tô sentindo isso" e tal. Ela vem te dar uma uma minie de olha, vamos organizar seus pensamentos e tal, que é um exercício da terapia cognitivo comportamental. Então eu acho que a IA não pode ser excluída, ela pode ser uma baita de uma ferramenta se você souber usar, mas eu consigo falar lá, cara, me dê uma um tratamento baseado em terapia cognitivo comportamental.
Eu quero usar esta técnica, eh, para organizar meus pensamentos, para poder diminuir minha preocupação, que não sei o quê. Beleza? Agora, uma pessoa que não estudou essa área e tal, eu acho que pode ser perigoso, então teria que ter algum tipo de filtro, sabe?
>> Aham. Então, não me consultei como IA. Eu acho que eh a gente tá longe disso, mas eu acho que IAS cometem menos erros do que seres humanos hoje em dia.
>> Que isso, cara? >> Eu acho que tem muito Iá melhor do que muito profissional de saúde hoje. Muito melhor.
>> Nossa, tu tá desiludido com os profissionais de saúde, então? >> Não tô. Eu sou profissional de saúde, né?
Mas é porque o que que acontece? Todo mundo erra. >> Aham.
>> Tá. Todo mundo erra. Inclusive eu posso ter errado aqui já.
É. E a IA erra menos. Quando você vai ver essas últimas que estão aí, elas erram tanto quanto um ser humano.
Então, paraa análise de imagem, ultrassom, eh, radiológico, baseado em clínica, eu já fiz testes assim de igual a gente brincava na na universidade. O que que eu brinco na universidade é de fazer teste clínico, tipo, fulano tá com pressão eh sanguinetal, tá com esse esse sintoma. Eh, aqui tá o exame dele e tal, você pode mandar lá e ela consegue te dar um e aja como um especialista em, por exemplo, eh, hemograma.
Aham. >> Ela consegue te dar uma interpretação, cara, sensacional, melhor do que muita muita gente que tá saindo da faculdade agora. Então, por que não usar isso como ferramenta para poder tomar decisão?
Eh, eu não >> é a evolução do Dr Google, então >> é, eu acho que tem um potencial gigantesco aí que a gente tem que ficar alerta. Eu não falo que é melhor, tá? É o ponto de vista de de você confiar cegamente, mas eu acho que qualquer médico ou o profissional de saúde que tenha uma IA ao seu lado é melhor do que um médico semia, entendeu?
>> Entendi. Entendi. >> Ela é melhor do que ele porque ela é um assistente perfeito.
Ela tem a fonte busca ali rapidinho e você pode até fornecer as fontes, né? Se você pode fornecer as fontes se você quiser. >> Ah, e você que tá assistindo esse vídeo aqui no Talk Flow, dá para você virar membro cara do Flow.
Agora é um botãozinho do lado do botão de se inscrever. A gente faz um programa semanal só pros membros. >> Então fica esperto aí.
Se quiser virar membro, tá bem? Aqui do lado, é Momer, custar S. Menos de R$ 8, irmão.