Pronto, pessoal, tá gravado. Tudo bem com vocês? Tudo tranquilo?
Estamos aí na nossa web conferência dois, né, nosso penúltimo encontro síncrono. E lembrando a vocês que no daqui a 15 dias nós teremos a nossa eh web revisão. Tudo bem?
Tá? Não esqueçam desse nosso encontro. Bom, pessoal, hoje o tema que a gente vai falar é complementar ao da unidade três, em que nós falamos sobre Maria Miriam.
Tudo bem? Tranquilo. Tudo sim.
Ótimo. Que bom. Então, a gente vai dar, né, vamos completar, complementar falando sobre responsabilidade só eh empresarial, tá bom?
a gente lá na unidade três falamos sobre a responsabilidade, né, com relação à sustentabilidade, em especial às responsabilidades individuais. Mas agora nós vamos falar sobre o quê? Sobre essa questão da responsabilidade das empresas, joia?
Então, nós não somos, eh, somente nós, pessoas físicas responsáveis por isso. As organizações também devem ser responsáveis, tá joia? Então, o essa, se salvo engano vocês já viram, o questionamento maior que nós temos é se nós teremos ou não no futuro.
Joia? Nós já falamos, né? tá gravado lá na aula que nós falamos sobre eh o planeta.
Vai existir? Sim, ele vai existir. Olha, ele não vai acabar eh definitivamente por nossa eh com a gente aqui, tá?
Nós é que vamos deixar de existir. O planeta vai continuar existindo, tá bom? E o que a gente tem observado é que quanto maior o sucesso no que no que se diz sucesso da espécie, maior ocorre o quê?
No processo de degradação ambiental. Então isso são duas variáveis que são eh correlacionadas positivamente, né? Enquanto uma sobe, a outra também sobe, tá?
Elas estão no mesmo sentido. Bom, então aí a gente pode até pensar no que que é um sucesso. Do que que se trata esse sucesso, pessoal?
O que que para vocês é ser bem-sucedida ou bem-sucedido? tecnologia, uso da tecnologia. Imagino, será que andar de jatinho particular é um significado de sucesso para todo mundo?
Bom, pessoal, a questão principal é que cada um de nós vai ter uma perspectiva de sucesso, tá? E essa perspectiva de sucesso, ela deve ser o quê? eh, respeitada por cada um de nós, tá bom?
Não dá para que a gente queira que todos tenham o mesmo conceito do que que significa um sucesso pessoal, né? Para muitos, um sucesso pode ser tá aqui na própria faculdade, podendo fazer um curso superior dentro das áreas que vocês escolheram. Então isso é o que deve ser entendido como sucesso e não algo que seja massificado, tá?
Ou seja, todo mundo deve ter muito dinheiro para que a gente diga que houve o sucesso, né? Eh, a responsabilidade socioempresarial, ela começa na nossa Constituição. Tá bom?
No artigo 170 vocês vão ver a ordem econômica fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa tem por fim assegurar a todos existência digna conforme estâmes sociais observado nos seguintes princípios. ele vai apresentar os princípios pra gente. Mas antes disso, pessoal, só uma observação, que é a busca de uma existência, o quê?
Dignas, uma existência digna para todos, tá? Então, ah, essa é uma prerrogativa. Não está falando que deve ser priorizado A, B ou C, mas sim que todos sejam o quê?
priorizados, certo? Então, a ideia é uma é otimizar a distribuição das riquezas sem socializar o quê? Uma propriedade, né?
Existe a diferença, tá? Eh, entre existirá diferença entre as pessoas. Sim, né?
Essa diferença será fruto do quê? Do seu trabalho. Esse trabalho deve buscar o quê?
uma distribuição das riquezas sem que as propriedades se tornem algo, né, sociais, por exemplo. Bom, então o governo, né, quando fala assim, o estado entende que deve haver essa diferenciação, joia? Vamos ver aqui na continuidade dos artigos que ele fala.
E dentro dessa responsabilidade só empresarial, eu chamo atenção para quê? defesa do meio ambiente. Então, eh isso se torna constitucional?
Sim, é algo que deve ser eh atendido por todos, tá bom? Eh, visa uma redução das desigualdades regionais e sociais? Sim.
Tá joia? Então, eh, nós temos que buscar que as reuniões, as regiões tenham níveis, eh, semelhantes de desenvolvimento, assim como as diversas classes o quê? Sociais, joia?
E também a busca do pleno emprego. E isso quer dizer quando a maioria das pessoas que buscam o emprego estão efetivamente o quê? vinculadas a um trabalho.
Bom, então a gente fala assim, ó, uma empresa, eh, uma empresa, ela serve para quê? Ah, ela serve para atender as demandas da sociedade com relação à higiene básica. Vamos vender sabonete, tá bom?
Mas, eh, fatores outros devem ser considerados? Sim. preservação, por exemplo, do meio ambiente, desigualdades regionais, sociais e a busca do de maior oferta de quê?
De empregos. Tá bom? O parágrafo único, só um instantinho que travou aqui, pessoal, é assegurados a todos, tá?
O livre exercício de qualquer atividade econômica. Então, nós podemos iniciar qualquer atividade econômica, sim, eh, independente da atorização, salvo algumas que são previstas em lei. Por exemplo, se a gente vai abrir um clube de tiro, essa daí precisa ser o quê?
Precisa ser eh ter uma licença especial de funcionamento. Tá bom? Então, veja, todos nós podemos eh empreender sim.
Joia, mas não devemos eh sacrificar o meio ambiente, tá joia? Para que tenhamos o quê? O nosso sucesso.
Bom, pessoal, isso daqui fala um pouquinho sobre a responsabilidade socioempresarial de um ponto de vista mais dinâmico de como que ele funciona, né? Veja, eh, uma pessoa ao invés de fazer uma aplicação em poupança, por exemplo, ele vai investir em quê? Em uma empresa, tá?
Consequentemente, ele espera o quê? Uma remuneração para esse investimento que ele está fazendo. Joia?
Então isso aqui a gente chama de lucro, tá? Então ele vai investir em uma empresa e essa empresa deve obter o quê? O lucro.
Ah, professor, mas a gente não deve falar em lucro, devemos falar, tá? É errado o lucro? Não.
O que acontece é que às vezes o lucro se torna o quê? exorbitante. E aí a gente tá vivendo, né, eh, uma situação que pode ter algum indício de quê?
De exploração, mas no sistema normal isso aqui funciona numa boa, tá? Então nós temos aí pessoas que vão comprar e vão pagar, tá joia? Isso faz parte do lucro da empresa, como tá aqui, tá joia?
E as pessoas vão receber seus bens e o quê? Serviços. Joia?
Então, se você tá aqui, né, na faculdade, no seu curso presencial, você vai à lanchonete, você paga, não é assim que todas as lanchonetes funcionam aqui, você paga, recebe o que você pediu, o seu almoço, seu jantetar, seu lanche, o que quer que seja, né? E isso vai compor o lucro do dono daquele que é empreendimento, tá? Até aí tudo bem, pessoal, tudo tranquilo.
O que a gente precisa ter em mente é que tudo que você consome, ela vem do quê? Dos recursos que existem disponíveis na natureza, seja diretamente ou seja o quê? Processado.
Tá bom? tudo aquilo que tá disponível no mundo, tá? Muitos desses recursos eles são o quê?
Escassos, joia? Ou eles trazem o quê? Eh, uma problemática ambiental.
Então, veja, você tá lá eh lanchando, tá certo? E tá usando um canudo, tá bom? Tem comida que está sendo desperdiçada.
Tudo isso provoca impactos ambientais, pessoal? Sim. Tá joia.
Aquele canudo, né? E eu tenho visto canudos de plástico, vão se tornar, né? Vão poluir um ambiente que nós estamos o quê?
Inseridos. Olha, e isso vai ser danoso a natureza. Sim.
E isso vai causar danos à natureza, não é? Eh, então nós temos que considerar que essa fonte de recursos ela é o quê? Limitada, né?
Por exemplo, eh, você tem o seu aparelho celular, né, seu telemóvel, ele usa bateria. Bateria utiliza recursos naturais. Esses recursos naturais são limitados, pessoal?
São. Tá joia. Podemos chegar a esgotar esses recursos?
Sim. Tá? Eh, a nossa discussão, se eu não me engano, no fórum temático um, eh, a inteligência artificial, ela funciona com base no funciona, né?
Ela precisa de quê? De água. Ela consome muita água, pelo que a gente viu, que a gente discutiu?
Sim. Tá certo? Vai, a água vai tá sempre disponível?
Não, joia. Eh, pode ser que chegue um momento em que ela o quê? se esgote.
Tá? Então, pessoal, sempre que a gente pensar em um sistema produtivo, nós temos que ter em mente de que esse daqui é o funcionamento, tá bom? Nós devemos nos atentar, tá, com o que diz respeito a essa disciplina com a utilização ilimitada de quê?
De recursos, tá? que podem trazer diversos danos, né, para o ambiente, né, para o mundo que nós vivemos. Então, a pergunta principal é seria: qual é o limite para a exploração?
Tá bom? Até que ponto nós vamos atender essas necessidades ilimitadas com recursos que são limitados, joia? a gente já, você já devem ter visto na aula, na web aula 3 falando sobre essa temática, tá?
Sobre a sociedade de consumo, né? Então, eh, quando a gente pensa nas empresas, a gente tá pensando em qual que seria o limite para essa exploração. Vamos explorar tudo.
Olha, porque o que importa é o momento agora ou nós vamos ter uma exploração que vai ser o quê? Controlada. Joia?
Então isso aí é que traz o questionamento às organizações, tá bom? E o a busca desse ponto de equilíbrio, ela se torna extremamente o quê? Importante.
Bom, então, eh, até que ponto vamos explorar, tá? E esse, pessoal, é o desafio do quê? Da sustentabilidade, né?
Qual é, pessoal? Eh, isso vai tá na prova de vocês também antecipando quais são as dimensões da sustentabilidade, lembrando econômico, social e o quê? Ambiental.
Tá bom? Então, veja, você não vai degradar o meio ambiente, né? um ambiente eh promovendo um descarte eh, não controlado de materiais, social, você vai est preocupado com o bem-estar das pessoas dentro de um contexto em que sua empresa atua.
E econômico, você vai estar preocupado com o quê? com a as diferenças de renda entre as pessoas que estão que estão eh tendo como base ali a sua organização como trabalho, tá? Então veja, as organizações precisam ter seu lucro, sim, mas devem buscar um ponto de equilíbrio que atenda ao tripé da sustentabilidade.
Bom, então esse ponto de equilíbrio, né, é que vai determinar se nós teremos um planeta saudável ou não. Joia? E como nós vimos, é responsabilidade de todas as organizações contribuírem para essa esse ponto de equilíbrio.
Mas aí vocês vão me perguntar: "Mas, professor, como é que elas vão fazer isso? ", né? Veja, existem sistemáticas, tá certo?
Que permitem que seja feito o que é esse controle. Olha, então nós temos como calcular o impacto ambiental que nós geramos e fazer compensações. Sim, né?
Mas para isso nós precisamos o quê? Saber qual é esse impacto ambiental que nós eh temos, tá bom? Para isso, pessoal, eh foi, né, desenvolvido, né, um modelo que a gente chama de controle para que as empresas alcancem o desenvolvimento quê?
Sustentável, tá? Então, esse desenvolvimento sustentável é o a implantação de um sistema de quê? De controle, tá bom?
Então, nesse caso, as organizações precisam ter esse controle. Sim. É fundamental que tenham esse controle?
Sim, pessoal. Tá. O que nós vemos hoje, eh, todas elas têm esse mesmo controle?
Não, infelizmente não, tá? Mas qual seria uma forma eh para que as organizações buscassem esse controle? Tá?
Então, o primeiro estágio, são cinco estágios, tá? Eh, é aquele em que a organização não adota nenhum o quê? Responsabilidade, tá?
Que a empresa simplesmente executa suas atividades dentro da sua rotina sem que se alcance o quê? um a eh um parâmetro de sustentabilidade, ou seja, vai do jeito que der. Bom, eh isso daí, pessoal, a é o que nós mais o que encontramos, não é?
Quando a gente vai para um segundo nível, um segundo passo, que são poucas, né, dentro de um contexto, eh, são poucas aquelas que fazem esse controle, é quando a organização ela identifica e reconhece os impactos da sua produção e dos seus o quê? Serviços, tá, pessoal? É uma pergunta eh que possivelmente vai est também na prova de vocês, mas que independente disso é bom que a gente se pergunte.
Existe algum sistema produtivo que não cause impactos? Que que vocês acham? Hello, cadê vocês?
Tá isso aí, Isabela? Não é possível produzir sem impactar. Ah, professor, mas eu trabalho [Música] numa eh uma fazenda que vende produtos orgânicos.
Joia? Veja, você vai ter que trazer até a cidade, vai. Provocou impacto ambiental, sim.
Tá? Então, a eh identificar esses critérios ou esses impactos seria aí o segundo passo para que possamos o quê? Gerenciá-los, tá?
Então, veja, eh, nós precisamos o quê? Ter a o controle dos impactos da nossa o quê? Da nossa organização.
Tá joia? E o primeiro passo para isso é fazer o quê? reconhecer, saber que impacto que a gente tá OK causando.
Bom, eh, então tem aí, ou seja, se estamos vivos, estamos provocando o quê? Impacto. Ah, professor, e daí?
E daí que a gente vai ter que ter? Teremos que desenvolver mecanismos que façam o quê? Que reduzam esses impactos ambientais.
Joia. Então, o segundo passo é que a gente faça o quê? Uma avaliação desses impactos.
Joga? Então, o que que a minha produção de hortaliça de uma fazenda orgânica, ela provoca? Como que ela pode ser o quê?
Controlada. Joia? E essa é a ideia desse momento em que eu vou avaliar os impactos da minha produção.
Para ela pessoal, temos algumas organizações que trabalham, que conhecem esse contexto de avaliação. Sim, joia, você já devem ter ouvido falar da Natura, por exemplo, tá? Ela tem uma um controle sobre o impacto da sua produção.
Sim, joia. Ela busca, por exemplo, empresas eh uso de produtos recicláveis. Sim, pessoal, joia, não só ela, como algumas outras, tá?
No momento aqui não me vem nenhuma outra cabeça, mas a ideia é que a gente saiba efetivamente qual é o dano que a gente tá o quê? causando, né? Qual é o depois, pessoal, no estágio cinco, que é o último estágio, qual que é o quê?
A prerrogativa é que nós vamos buscar minimizar, tá joia? Possíveis danos que sejam danos ambientais, tá bom? Então nós vamos evitar fazer com que aquela prática, tá joia, cause os danos e em situações que esses danos são causados, eu vou tentar fazer o quê?
minimizar esses efeitos negativos, né? Então, pessoal, por exemplo, a gente pode pensar em eh vamos pensar em um hospital, certo? Eh, um hospital ele precisa controlar o quê?
Com relação ao dano ambiental. Bem, ele vai ter o gasto de material plástico pros seus atendimentos. Vai.
ele vai eh precisar de água potável. Vai precisar. Mas aí veja, esse hospital tem um jardim lá na frente.
Esse jardim pode ser regado com reciclagem da água, da água de chuva, por exemplo. Aqui em Brasília a gente sabe que é um pouquinho mais difícil porque temos uma longa, um longo período de seco, mas de seca, mas muitos conseguem fazer o quê? Conseguem fazer isso, tá?
Outra coisa que, né, não sei se vocês já perceberam nos hospitais, é a quantidade de comida que eh vai pro lixo, tá? Então, veja o pressuposto de um hospital. E aí eu tô especulando, tá, pessoal?
Por e eu vou mostrar porquê. Eh, quando você tá lá internado, você recebe um padrão de comida, joia? Se você come muito ou se você come pouco, você recebe o quê?
Uma marmita pronta, tá joia? E não tem marmita PMG, é marmita e pronta, acabou. Joia.
Consequentemente, muita comida vai o quê? Vai pro lixo, né? Então veja, são todos os detalhes que shopping é Isabel, na nossa próxima própria praça de alimentação aqui, e eu falo mais da Asa Norte, a gente vê a quantidade de comida que vai pro lixo, né?
que que são que é o quê? Descartada, joia? Porque, né, as pessoas não querem consumir, as poções podem ser grandes demais, eh, né, independente aí do caso.
E aquele shopping, lembrando aqui um detalhe, as organizações podem doar essas comidas. Vamos supor agora no contexto de um supermercado, né? Nós temos lá nossa operação ou de um restaurante, no final do expediente chega a, né?
Tem lá um tanto de comida que sobrou. Que que acontece com essa comida, [Música] pessoal? Pois é, Isabela, ela vai pro lixo, tá?
Eh, tinha uma época que eu morava perto de um desses supermercados e o que que acontecia? O super, o responsável lá, o representante do mercado, supermercado, levava a comida até os contêiners de lixo e depois que as comidas estavam lá, as pessoas podiam quê? Pegar, tá?
Aí, por que isso, pessoal? Porque eh qualquer coisa que acontecesse com uma daquelas pessoas, por exemplo, uma infecção, e isso poderia ser atribuído a à comida e a responsabilização que havia sobre o eh o supermercado. Bom, então existem regras, tá?
Isso mesmo, Luía. Eh, precisam descartar. Eu vi um caso, eh, eu não lembro onde exatamente, em que a pessoa eh ela fazia o seguinte, ela dava, tipo assim, R$ 1 para quem entrava na fila e quem eh queria levar Olá, pessoal.
Olá, pessoal. Tudo bem? Eh, caiu a conexão, tá joia?
Desculpa ter deixado vocês. Eh, o que que vai acontecer? a gente já tava encerrando, tá?
A gente já tava falando sobre o nosso processo de implantação do sistema de monitoramento socioambiental e eu vou colocar, né, eh, fazer a publicação dessa web conferência mais tarde. Caso alguém tenha alguma dúvida, queira questionar alguma coisa, nós temos aí o fórum fale com o professor. Tudo bem?
Então, tá bom, pessoal. Muito obrigado. Tá joia.
Eh, eu vim aqui pro outro computador para poder falar com vocês, tá? Um abraço e até o nosso daqui a 15 dias. Não esqueçam o nosso web revisão, tá?
Abraço para vocês. Hã.