A paz do Senhor, meus queridos amados irmãos! Sejam todos bem-vindos ao nosso canal Descomplicando a Teologia. E você já sabe: chegou o momento da nossa aula do discipulado! Estamos estudando a revista do primeiro ciclo. Já estamos na lição de número dois, que traz por título "O fracasso de Israel em representar o Reino de Deus". E já pode se preparar, viu? Porque aqui o alimento é forte! Mas preste atenção: se você disse "pulador", professor, eu sempre recomendo que você inicie sua aula realizando alguma dinâmica com seus alunos. Com relação à dinâmica, fica tranquilo; no final
desse vídeo, vou realizar a dinâmica com vocês, e essa mesma dinâmica você pode aplicar com a sua turma. Entendido? É só ficar até o final, que você já vai assistir também à nossa dinâmica. Mas preste atenção: se quiser, você também pode iniciar fazendo algumas perguntas. Esse ato de iniciar sua aula fazendo perguntas serve como avaliação diagnóstica; é quando você vai perceber, verificar o grau de entendimento e conhecimento que têm seus alunos com relação à temática que será estudada. Por gentileza, pegue caneta e caderno para você fazer suas anotações, viu? Aqui, você pode perguntar: quem é
Israel? Qual a importância de Israel para o povo de Deus? Pergunte a seus alunos também quem escreveu a Bíblia Sagrada e questione também o que tem a ver Deus com Israel e Israel com Deus. Qual a importância de Israel para o povo de Deus? Por que eu faço esse questionamento? Assim, você vai verificar se seus alunos são novos decididos. Observe: são novos decididos, eles não têm ainda o conhecimento aprimorado, não têm. Mas cabe a você já saber qual o conhecimento que eles têm para ver se está certo ou errado. Por isso, inicie fazendo perguntas. Mas,
outra coisa: não responda! As perguntas são direcionadas para os seus alunos. Ah, pastor... mas se a turma não sabe? Pastor, se a turma é nova decidida? Calma! Aqui é uma avaliação diagnóstica para saber se sabe ou se não sabe. Se ninguém participar, se ninguém responder, fica tranquilo, até porque essas perguntas serão respondidas no decorrer da sua aula, tá bom? Segue a nossa dica: agora, após a realização da dinâmica e dessas perguntas e respostas, você também pode apresentar o título de acordo com seus conhecimentos. Por exemplo: "O fracasso de Israel em representar o Reino de Deus".
Destaco que o maior fracasso de Israel foi ter desobedecido ao Senhor, foi ter deixado de observar a palavra de Deus. E qualquer pessoa, em qualquer época, não pode deixar de observar, meditar e obedecer à palavra de Deus, pois precisamos ser praticantes da palavra. Por que Israel fracassou, pastor? Porque desobedeceu ao Senhor, deixou de cumprir a palavra. Daí, eu, enquanto cristão, já vou aprender, viu? Eu preciso obedecer à palavra de Deus. Mas te pergunto, e pergunte a sua turma: é fácil obedecer ou é difícil? É mais fácil obedecer ou é mais fácil desobedecer? Questione os seus
alunos e deixe a sua turma participar! Vamos fazer uma aula movimentada, viu? Eu quero ver essa aula do discipulado aí movimentada, as pessoas participando, perguntando, falando. E eu quero a sua participação também nesse vídeo, por isso já deixa aqui nos comentários. Agora, vamos para os objetivos desta lição. Presta atenção: se você é professor, é necessário observar os objetivos da lição. Sabe por quê? Aqui, que vai direcionar o seu trabalho. Objetivo é aquilo que seus alunos observam, não é você. São seus alunos que vão alcançar, após você ministrar a sua aula. A metodologia é sua, o
ensino é seu, mas são seus alunos que vão alcançar os objetivos propostos por essa lição. Mas, para isso, precisa da aula dinâmica e participativa. Veja só: o primeiro objetivo é explicar o porquê do dilúvio e de Deus ter espalhado os construtores da Torre de Babel, bem como a razão de ter chamado Abraão. O segundo objetivo é refletir acerca da escolha divina por Jacó, da proteção de Deus no caso das parteiras durante os 430 anos de permanência no Egito e também das quatro décadas de peregrinação pelo deserto. O terceiro objetivo é dissertar panoramicamente acerca do longo
tempo do governo de Israel sobre juízes, cerca de 300 a 400 anos, durante os reinos unidos e divididos, cerca de 200 anos, e finalmente, no cativeiro, cerca de 70 anos. Já vou chamar sua atenção, viu? Observe o seguinte: nesta lição, temos muitos pontos históricos. Isso mesmo! Aqui é quando você vai passar praticamente pela história bíblica do Velho Testamento. Por isso, já peço: tenha conhecimento, tenha calma. Você vai estar abordando a história da Bíblia Sagrada, a história do povo de Israel em diversas épocas e precisa ter sabedoria para não criar nenhuma dúvida aos seus alunos. Por
isso, fique calmo, tranquilo, e vai estudando, meditando, aprendendo. Agora, você que é professor precisa conhecer toda a história de Israel para missionar para os seus alunos aquilo que é importante e aquilo que não é tão importante. Então, você precisa saber o que é importante. Meus novos decididos, tenham conhecimento da palavra do Senhor, até porque a história de Israel é longa. Mas agora, sem demora, vamos para a nossa aula, para nossa introdução. Observe: mesmo tendo em vista a humanidade virar-lhe as costas em franca rebelião, o Criador não desistiu de nós. Isso, a despeito de o Senhor
reconhecer que a imaginação do coração humano é má desde a sua meninice. Na realidade, o que a palavra de Deus relata em toda sua extensão, desde o Antigo até o Novo Testamento, é a incessante misericórdia divina procurando resgatar a humanidade caída. Nesta segunda lição, veremos o desenrolar do plano divino, sobretudo no período bíblico, e como Deus, mesmo diante da rebelião humana, não desiste de proporcionar meios de resgatar-nos. Professor, deixe bastante claro para os seus alunos que Deus nos ama! Observe que Adão e Eva pecaram contra o Senhor, desobedeceram, e por causa disso, sofreram. Consequência, mas
a consequência por causa dos seus próprios pecados. Mas, no entanto, isso não tirou o amor de Deus, o cuidado de Deus, a proteção de Deus. Tanto que, logo após o pecado, isso mesmo, logo após o pecado de Adão e Eva, Deus já profetiza, isso mesmo, Deus já profetiza o nascimento do Messias que tiraria o pecado, o Messias que libertaria o povo da opressão maligna, do mal, do pecado. O que é isso? Amor de Deus. Deus poderia muito bem ter virado as costas para a humanidade, assim como a humanidade faz para com Deus, mas Deus é
diferente. Deus continua nos amando. Mas observe: somente o amor de Deus para conosco não é suficiente para nos salvar. Sabe por quê? Eu preciso aceitar isso. Mesmo que Deus nos ame, se Deus quer nos presentear com a salvação, agora eu tenho a opção de dizer sim ou dizer não. Mas, graças a Deus, nós que estamos aqui participando dessa aula, e você com seus alunos, já disseram sim, já aceitaram o plano da salvação, e estamos salvos para a glória de Deus. Tudo isso por causa dele. Agora vamos para o nosso primeiro tópico e item um da
nossa lição, que traz por título: "Deus chama Abraão". O Dilúvio, séculos depois de a humanidade, representada pelo primeiro casal, ter pecado e caído, a Bíblia informa que a rebeldia e afronta contra Deus atingiram proporções inimagináveis. Tão crescentes foram as manifestações de rebelião que o Criador arrependeu-se de ter criado a humanidade e resolveu julgá-la de forma drástica. Em outras palavras, ele decidiu destruir a humanidade do mundo antigo. Mesmo assim, conforme já foi dito na introdução, o Criador não desistiu da raça humana, pois, a despeito de todo o pecado do mundo de então, ele encontrou em Noé
alguém que o temia, isto é, respeitava, sendo a pessoa justa e reta que procurava ter intimidade com o Criador. Ainda que Deus tenha determinado seu juízo sobre o mundo, ele usou Noé não apenas para construir a arca que protegeria a ele e à sua família, mas também o levou a pregar e anunciar tal juízo à humanidade, oferecendo a todos a chance de se arrepender, salvando-se da catástrofe eminente. Como se sabe, apenas Noé, sua esposa e seus três filhos, Sem, Cão e Jafé, e suas noras sobreviveram. Assim, a terra foi repovoada, dando continuidade à raça humana.
Presta bem atenção aqui. Agora veja só: já estudamos sobre o pecado de Adão e Eva. Eles foram expulsos do Jardim do Éden, mas continuaram vivendo, constituindo família. E, após alguns anos, observe, após alguns anos, Deus olha para a terra novamente e a terra só estava em pecado. As pessoas continuavam desobedecendo ao Senhor, pecando contra Deus, cada um fazendo o que bem queria. Ninguém estava se importando, adorando e servindo a Deus. Quando Deus observa esse estado de pecado, a Bíblia diz que Deus se arrependeu, ou seja, mudou de atitude para com o homem. Isso mesmo: Deus
pega agora e vai lançar sobre a terra um grande Dilúvio, o qual exterminará a raça humana. Mas, observando a terra, ele percebe o homem chamado Noé, e Noé era temente ao Senhor. Noé era servo de Deus. Noé tinha compromisso com o Senhor. Ou seja, a terra estava afastada do propósito de Deus, mas nesta terra tinha uma família, a família de Noé, que estava servindo e adorando ao Senhor. Por isso, Deus pega agora esse homem, o chama, lhe faz uma proposta, dizendo: “Construa uma grande arca! Entre na arca você, sua esposa, seus filhos, sua família, os
animais. Chame também e divulgue que vai cair um grande Dilúvio que vai exterminar a terra.” Você aceita a proposta? Noé diz: “Eu aceito, pode contar comigo.” E assim, Noé vai iniciar a construção da arca. Nesse período, observe e converse com seus alunos, tá bom? Nesse período em que Noé está construindo a arca, ele prega a palavra, anuncia que vai vir o dilúvio, mas ninguém dava crédito. Sabe por quê? As pessoas nunca tinham visto chover naquele tempo. A terra era molhada pelo orvalho, não tinha havido chuva ainda. Observe: a primeira chuva que veio nesta terra foi
o dilúvio, que já veio para destruir. Tá bom? Então, Noé prega a palavra, mas ninguém dá crédito. Ninguém acredita: “Ah, isso de chuva, eu não sei nem o que é isso, não vai chover. Não, você está assim.” Ou seja, as pessoas desacreditaram da pregação de Noé, ninguém deu vez, ninguém deu voz, ninguém considerou, ninguém acreditou na pregação de Noé. E, por causa disso – olha, por causa disso – disseram: “Ah, pastor, não ter acreditado, não ter aceitado, não ter ficado do lado de Noé, não ter entrado na arca.” Por causa disso, todos morreram, afastados e
distanciados da presença do Senhor. Agora, te pergunto, você que é discipulador, deixa aqui nos comentários e nesta discussão. Faça também com seus alunos. Após você apresentar o contexto histórico, agora aqui você vai fazer a aplicação do estudo, perguntando o seguinte: “E hoje é diferente? Será que nós que estamos pregando a palavra, assim como Noé, as pessoas estão acreditando, estão aceitando, estão ficando, estão querendo entrar na arca, estão aceitando a Jesus? Será que, quando nós pregamos, as pessoas aceitam a Jesus Cristo, ficam na presença de Deus, ou estão igualmente? Cada um faz o que quer, não
tem compromisso, não tem responsabilidade, não tem santificação, não tem separação do pecado? Como é que está a humanidade hoje?” Faça o questionamento para os seus alunos e deixe a sua turma participar. Nada de ficar adiantando respostas. É momento de deixar seus alunos participarem da sua aula. Logo após seus alunos afirmarem que está da mesma forma que o povo não quer ouvir a voz de Deus, você agora questiona novamente: “Veja só: no tempo de Noé, o que foi que aconteceu com essas pessoas?” Que desobedeceram, que não acreditaram na palavra de Deus, foram salvas? Não, pastor, todo
mundo pereceu; só foi salvo Noé, porque obedeceu a palavra do Senhor e entrou na arca. Aí você aplica novamente: assim também será na volta de Cristo Jesus. Assim como foram nos dias de Noé, será também na volta do Filho do Homem. Ou seja, só vai entrar nas mansões celestiais aqueles que obedecerem, que estão na presença do Senhor, que aceitaram a pregação. Agora, meu irmão, quem não aceitou a pregação, quem não quer servir a Deus, vai sofrer as consequências da sua decisão. Mas não é porque Deus não ama; é porque a pessoa não quer entrar na
arca. Eita glória! Te pergunto, professor, está dando para você entender? Essa mesma discussão é interessante; você pode levantar algumas questões com seus alunos. O que foi que fiz aqui nesse primeiro tópico? Eu contei o contexto histórico de Noé, após isso fiz a primeira aplicação com relação à geração daquela época e, em seguida, a segunda aplicação com relação às consequências das escolhas. Você escolhe o que você quiser, mas depois virão também as consequências. Faça a mesma coisa que vai deixar tudo mais dinâmico e participativo. Mas, dando seguimento, vamos para o nosso primeiro tópico e segundo item,
que está por título "A Torre de Babel". Não é possível saber quantos séculos se passaram para que a terra fosse repovoada. O fato é que a humanidade desenvolveu apenas uma língua e a comunicação se fazia sem limites. Isso, porém, longe de criar um mundo melhor, fez com que a humanidade intentasse recriar o paraíso através da ostentação. O próprio Criador percebeu que a maldade que havia no coração da humanidade não levaria aquele projeto de construção de uma torre a bom termo. Sua construção serviria para distanciar a humanidade ainda mais de si e do Senhor Deus. Por
isso, o Criador, novamente por amor e compaixão, fez com que surgisse a diversidade de línguas, levando-os a se espalharem por toda a terra, discipuladores. Observe o seguinte: sempre é interessante, após a leitura, você trazer o contexto histórico e só depois fazer a aplicação. Está bom? Aqui, por exemplo, veja só: Adão e Eva pecaram contra o Senhor e foram expulsos do Jardim do Éden; a geração de Noé pecou contra o Senhor e, por causa disso, veio o dilúvio. Logo após o dilúvio, nós não sabemos aproximadamente quantos anos depois, mas sabemos que toda a raça humana, todo
ser humano, falava uma única língua. Muitas pessoas perguntam até hoje: pastor, qual era a língua que as pessoas falavam? Era o português, o inglês, o espanhol, o hebraico, o latim? Nós não sabemos qual era a linguagem, a língua que era falada naquele tempo. Pelo amor de Deus, nós não sabemos. Os hebreus vão dizer que era o hebraico, mas isso não pode ser confirmado. Está ok? E também perceba, não é importante esse ponto. A questão é que todos falavam a mesma língua e, depois do dilúvio, começaram a surgir homens querendo dominar a área, a liderança, seu
chefe, e tiveram a ideia, para fugir de um segundo dilúvio, de construir uma grande torre. Essa torre, eles pensavam que poderia chegar até o céu, até Deus, e começou a se construir essa grande torre para fugir — olha, para fugir do dilúvio que foi criado por Deus. Ou seja, estavam novamente desobedecendo o projeto de Deus. Então, por causa dessa atitude, desse comportamento, e também porque todos estavam juntos, reunidos, porque falavam a mesma língua, Deus, vendo isso — olha, Deus vendo, irmãos! Deus vê tudo! E na hora certa Ele vai entrar com providência. Está vendo, professor?
Aqui, agora já é a aplicação! Está vendo? Deus vê tudo e, no tempo certo, na hora certa, Deus vai entrar com a providência. O que foi que Deus fez? Já que todos falavam a mesma língua e, por causa disso, estavam ajudando um e o outro a construir uma grande torre para desobedecer o projeto de Deus, o que foi que Deus fez? Confundiu a língua. O que é confundir a língua, pastor? Naquele momento, vários idiomas foram criados por Deus. Isso mesmo! Vamos dizer o seguinte: todos falavam hebraico, tá bom? Todos falavam hebraico, mas, por causa da
construção dessa torre, Deus misturou todo mundo, e começaram a falar agora português, inglês, espanhol, latim, aramaico — não sei quais foram as linguagens criadas naquele momento, mas começaram a surgir também várias línguas, e ninguém entendia nada. O pedreiro falava: "pega o cimento"; "que cimento?"; "pega a areia!" — ninguém entendia nada. Por causa disso, por causa dessa confusão na língua, o que foi que aconteceu? Cada povo foi para um lado. Ei, Jesus! Quem falava espanhol foi para um lado, quem falava inglês foi para outro, quem falava português foi para outro, quem falava hebraico foi para outro.
Ou seja, por causa dessa confusão na língua, o povo começou a se afastar um do outro, porque não adiantava estar próximo de alguém que você não conhece a língua. Se afastaram, e, a partir daí, toda a terra começou a ser povoada novamente. Percebe o projeto de Deus? O projeto de Deus é maior do que aquilo que você pensa. Muitos poderiam pensar o seguinte: Deus está castigando, maltratando o povo. E, na verdade, ali é para que toda a terra pudesse ser povoada, porque o projeto de Deus é para com toda a terra. Por isso, a Ele
toda a honra, a Ele toda a glória! Te pergunto o seguinte, professor: você entendeu até aí? Está em dúvida? Já sabe? Qualquer dúvida, deixa aqui nos comentários. Mas é interessante fazer o seguinte: faça uma pequena leitura, depois conte o contexto histórico e, depois, faça a aplicação do conteúdo. Assim, seus alunos vão estar aprendendo e deixe sempre espaço para que eles possam perguntar e tirar as dúvidas. Mas, para isso, você precisa ter conhecimento. Mas, dando seguimento... Vamos para o nosso primeiro tópico e terceiro item, que traz por título a chamada de Abraão. O texto bíblico informa
que, da família do filho primogênito de Noé, nasceu Abraão, habitante dos caldeus na Mesopotâmia. Abraão saiu com destino a Canaã e, sem conhecer a Deus, foi chamado pelo Criador para peregrinar por fé, definitivamente, a uma terra desconhecida, que posteriormente o Senhor prometeu que seria dada aos descendentes do Patriarca. Na verdade, a primeira grande promessa que o Criador fez a Abraão foi justamente a de fazer dele uma grande nação. Embora pouco se reflita acerca de por que Deus fez essa promessa ao Patriarca, é importante observar que Ele tinha o propósito de que, a partir da família
de Abraão, se formasse uma nação que seria fonte de bênção para o mundo todo e não apenas para si mesmo. O texto diz que Abraão seria uma bênção, para que nele, isto é, em sua atitude de crer, fossem benditas todas as famílias da terra. Talvez pelo fato de o próprio Abraão, que significa "pai exaltado", não ter entendido, Deus mudou o seu nome para Abraão, que pode ser traduzido como "pai de uma multidão". Apesar de o foco de nossa reflexão não ser o milagre de o casal ter tido um filho em sua velhice, é digno de
menção que o cumprimento da promessa de fazer de Abraão uma grande nação só pode tornar-se uma realidade porque o Senhor permitiu que Sara, idosa e estéril, concebesse Isaque, o filho da promessa. Veja só, professores do discipulado: chegou o momento agora de vocês apresentarem à sua turma a pessoa de Abraão. Eu vou dizer: Abraão é uma pessoa muito importante na história, na vida, por quê? Ele foi escolhido por Deus para ser o pai da fé, para ser o Seu representante. A partir de Abraão, Deus vai gerar, agora, Deus vai formar uma grande nação, e essa nação
deveria ter o compromisso e a responsabilidade de obedecer a Deus. Então, é momento de apresentar sua turma: quem foi Abraão? Está bom! Observe o seguinte: Abraão vivia em Ur dos Caldeus, uma cidade, irmãos, desviada do propósito de Deus. Isso mesmo! Abraão convivia, morava em uma cidade pecaminosa, distante do propósito de Deus. Mas, no entanto, Deus olhou para a terra e viu Abraão, chamou-o e fez-lhe uma promessa, para que ele pudesse sair da sua terra, da sua parentela, e fosse para uma terra que Ele ainda ia mostrar. Abraão aceita o desafio, ouve a voz de Deus,
aceita o desafio e começa a andar pela terra à procura dessa terra que seria dada por Deus. Deus ainda lhe faz uma promessa de um descendente e que ele seria uma bênção para todas as nações. Eita glória! Que ele seria uma bênção para todas as nações! E assim aconteceu: Deus fez a promessa. Abraão, que era casado com Sarai, a Sara, tá bom? Abraão era casado com Sara, e sua esposa, mas, no entanto, ela não podia ter filhos. Agora, presta atenção: Deus faz a promessa a Abraão que ele seria pai de uma grande multidão. Sua esposa
não poderia ter filhos, mas, no entanto, quem fez a promessa foi Deus. E quando Deus promete, Ele cumpre com a sua promessa, desde que a pessoa fique na direção de Deus. Porque se Deus faz a promessa e a pessoa não anda segundo o padrão bíblico, segundo a vontade do Senhor, a promessa de Deus pode não se cumprir na vida da pessoa. Não porque Deus não quer cumprir, mas porque a pessoa saiu da direção de Deus. Então, Deus fez a Abraão uma promessa de ser pai de uma grande nação, e depois de aproximadamente 25 anos, observe:
Abraão já estava com 100 anos de idade e sua esposa já estava com aproximadamente 90 anos de idade. Era algo impossível de acontecer! Primeiro, Sara era estéril, não poderia gerar, mas adoramos um Deus que abre a madre. E assim, Sara gerou, concebeu e nasceu Isaque, que é chamado o filho da promessa. Porque Deus fez a promessa a Abraão e cumpriu com a promessa quando ele tinha 100 anos. Mas ele esperou 25 anos orando, buscando, vigiando, esperando em Deus a promessa. Porque quando Deus promete, Ele cumpre. Abraão, por causa dessa promessa, por ter aceitado, por ter
esperado, por ter vivenciado, ele é chamado como pai da fé. Esse Abraão é chamado na Bíblia Sagrada de amigo de Deus. Eu te pergunto: e você que está me ouvindo, é um amigo de Deus, obediente à voz do Senhor? Deixe aqui nos comentários e faça também esse questionamento com seus alunos. Lembrando: é uma rápida interação, não é para você ficar contando a história toda de Abraão e de Isaque. Não dá tempo, irmãos! E, no decorrer do nosso curso, da nossa revista, nós vamos ampliando também o conhecimento. Observa: não dá para você contar a história de
todo mundo, é somente apresentar a ideia para que os seus alunos possam aprender um pouquinho. E, no decorrer da nossa aula, no decorrer dessa revista, vamos aprender mais. Tá bom? Fica com a nossa dica! Mais uma pergunta a você: o seguinte: você está gostando, está entendendo? Fique em dúvida, deixe aqui nos comentários, tá bom? Mas vamos para o nosso segundo tópico. Mas antes, observe: se você quiser e puder, pode se tornar membro do nosso canal. Pastor, o que é ser membro do canal? É ser seu parceiro, e nós estamos ofertando hoje o maior suporte do
Brasil para os professores da revista do discipulado. Isso mesmo! Estamos fornecendo para os nossos membros slides da revista, explicações, dinâmicas por escrito, um vídeo, chamadas, cartazes, questões, atividades e convites. É o maior suporte do Brasil que enviamos para os professores do discipulado, para que estes possam estudar mais e também fazer trabalhos específicos com seus alunos. Se você quiser saber mais informações, estou deixando aqui meu WhatsApp. Entre em contato! Comigo, e também na descrição desse vídeo, vai ter o link para que você possa estar em nosso grupo de informações com relação ao discipulado. Venha a ser
membro do canal "Descumpre Can Teologia" e receba o maior suporte do Brasil para os professores da Revista do Discipulado. Venha, mas vamos dar seguimento agora com o nosso segundo tópico, que traz por título "A Formação do Povo Santo e do Reino Sacerdotal". No item um, "Jacó e Esaú", é interessante e curioso notar que Isaac era filho de uma mulher estéril. Ao casar-se, o fez sem saber com Rebeca, que também era estéril. Após 20 anos de oração, ela concebeu e teve dois filhos: Esaú e Jacó. Cercados por conflitos familiares que se iniciaram ainda na gestação, Esaú
tornou-se o mais apegado a Isaque, e Jacó, por sua vez, a Rebeca. Após uma conturbada convivência, os dois irmãos separaram-se. Conciliando-se nesse encontro, Deus mudou o nome de Jacó para Israel, nome este que designou primeiramente o povo escolhido e que, até os dias de hoje, designa também o país. Assim, a formação das 12 tribos de Israel vem dos filhos de Jacó, entre os quais temos José, que, após ser vendido por seus irmãos como escravo, tornou-se governador do Egito. Dessa forma, o povo de Israel formou-se no Egito. Preste atenção, como eu disse, é somente um pouco
da história; não dá para você falar tudo. Tá bom? Vamos seguir agora com o contexto histórico. Abraão gerou com Sara, gerou Isaque. Isaque é filho da Promessa. Isaque casa-se com Rebeca; no entanto, assim como Sara, Rebeca também não poderia gerar filhos. Mas, no entanto, Isaac, como todo homem de Deus, vivia em oração e, após 20 anos de oração, Deus ouve o pedido de Isaque e concede a gravidez a Rebeca. Esta tem dois filhos gêmeos, chamados de Esaú, o primogênito, e Jacó, aquele que já nasceu segurando o calcanhar do seu irmão. Observe: quem nasceu primeiro foi
Esaú, mas Jacó já veio segurando o calcanhar. Observe que o nome Jacó significa "aquele que segura ao calcanhar". Tá bom? É o significado do nome de Jacó. Os dois cresceram e desenvolveram vários conflitos. Isso mesmo, sempre teve conflito, até porque Rebeca, a mãe, gostava mais e cuidava mais de Jacó, porque Jacó ficava mais próximo dela. Já Isaque gostava mais de Esaú, porque Esaú era caçador; trazia aquelas coisas que o pai se orgulhava muito. Mas, depois de vários conflitos, um querendo prejudicar o outro, um querendo ser melhor do que o outro, Jacó preparou uma armadilha, orientado
pela sua mãe. Esaú caiu, Jacó acabou caindo na armadilha e, por causa disso, Jacó e Esaú tiveram que se separar. Jacó foi morar com o tio dele, chamado Labão, que era o pai da sua mãe, e passou lá muitos anos. Após isso, ele retorna com a grande família. Jacó teve 12 filhos; esses 12 filhos é que vão estar formando a nação de Israel. Observe que a nação de Israel foi formada com os 12 filhos de Jacó. Os 12 filhos de Jacó formam as 12 tribos de Israel; daí surgiu a nação, o povo de Israel, através
dos filhos de Jacó. Entendido? Qualquer dúvida, deixe aqui nos comentários. Mas, dando seguimento, vamos para o nosso segundo tópico, o item dois, que traz por título "De Escravo a um Grande Povo". Apesar de Deus não ter revelado a forma como introduziria os descendentes de Abraão no Egito, Ele revelou que ali os familiares do patriarca seriam forçados a servir a um povo diferente. Após o período áureo do povo escolhido, no país levantou-se um novo rei sobre o Egito que não conhecera José. O qual disse ao seu povo: "Eis que o povo dos filhos de Israel é
muito e mais poderoso do que nós". Com essa observação, o faraó intentava promover um genocídio, eliminando todos os bebês israelitas chamados de hebreus, do sexo masculino. Ao mesmo tempo em que oprimia os descendentes de Abraão, o pequeno clã tornara-se numeroso e, mesmo subjugados à condição de escravo, multiplicaram-se tanto que, no Egito, não podiam mais segurá-los. Tal, porém, não ocorreu de forma tão rápida como se pode pensar. Desde a ordem do faraó para que se eliminassem os meninos hebreus até a libertação do povo de Israel, passaram-se oito décadas. Os hebreus tornaram-se um grande povo e, sob
a liderança de Moisés, após o terrível juízo das 10 pragas, deixaram o Egito em direção à terra que Deus prometera a Abraão. Observe: um dos filhos de Jacó é José. José foi vendido como escravo para o Egito, mas, quando chegou lá, Deus abençoou a vida de José: ele se tornou governador do Egito. Amém! Após isso, toda a família de Jacó foi morar no Egito, porque quem governava o Egito era José, o filho de Jacó. Mas a família cresceu e se desenvolveu. Depois de alguns anos, essa família que entrou no Egito, governada por José, seu filho,
passou agora a ser escrava. Isso mesmo, deixou de ser uma liderança e passou agora a ser um escravo. Mas, com o passar do tempo, Deus já tinha feito a promessa que libertaria o povo, que o povo passaria no Egito 400 anos, 430 anos como escravo no Egito, e assim aconteceu. Mas, após tudo isso, após seus 400 anos, Deus vai levantar agora um homem chamado Moisés para libertar o povo da escravidão. E você já sabe dessa história: após 10 pragas no Egito, o povo de Israel, que chegou no Egito 400 anos antes, mas que foi escravizado
após alguns anos, agora foi libertado do Egito pela mão de Deus, usando Moisés, o seu servo. E assim, a nação de Israel, o povo de Israel, começa agora a peregrinar no deserto até a terra prometida, prometida pelo nosso Deus a quem a Abraão. Você está vendo como uma história está conectada à outra? Nós estamos falando de Moisés, mas é Moisés que liberta o povo do Egito. Deserto até a terra prometida por Deus a Abraão. Tudo isso, irmãos, é cuidado de Deus. Aquilo que Deus promete, Deus cumpre. Mas, dando seguimento, vamos para nosso segundo tópico e
terceiro item, que traz por título "De uma tribo nômade a uma grande nação: o chamado para ser um reino sacerdotal". Isto é, mediador da relação entre Deus e a humanidade. Israel recebeu a responsabilidade inerente aos seus privilégios; todavia, desde a saída do Egito, tudo indicava que o povo teria muita dificuldade em cumprir o seu mandato. Mesmo assim, visando formá-los, Deus promulgou leis e estatutos para educar e garantir que o processo de libertação iniciado no Egito fosse completo. Esse estágio de 40 anos de peregrinação no deserto era uma forma de Deus mudar o caráter do seu
povo, punindo os ingratos e sempre oferecendo uma nova oportunidade, pois Ele sabia que aquela imensa tribo nômade que caminhava no deserto se tornaria, futuramente, ou seja, uma grande nação que deveria representar o que significa ser governado pelo Criador. Observe: depois de aproximadamente 430 anos, Deus levanta Moisés e liberta o povo do Egito, depois de 10 pragas que caíram sobre o Egito. Ok, desse período, ele sai do Egito em destino a Canaã, a terra prometida por Deus. Duraria, normalmente, em torno de 40 dias o trajeto do Egito até Canaã, que era a terra dos cananeus. No
entanto, Deus com o coração desse povo que tinha saído do Egito, permite agora que esse povo comece a dar voltas, rodando e rodando no deserto e não saia do lugar. Em vez de 40 dias, passaram-se em torno de 40 anos. Meu Deus! Muitas pessoas que saíram do Egito morreram nesse período; foram 40 anos peregrinando. Por quê? Para que o povo pudesse aprender a depender de Deus, reconhecer a grandeza de Deus, ver o poder de Deus, o cuidado de Deus, ouvir a voz de Deus. Então, esses 40 anos no deserto foram para que o povo de
Israel pudesse entender qual era a vontade de Deus, quem é Deus, o seu poder, a sua grandeza, a sua necessidade, os seus estatutos. Nesse período de 40 anos, Deus começa agora a constituir também as suas leis, a sua vontade, o que é que pode e o que é que não pode fazer. Nós chamamos de "a lei": a lei de Moisés ou a lei de Deus. Destes, são cerca de 10 mandamentos e 613 preceitos. Observe: mandamentos são 10, mas a lei de Deus, a lei dada ao povo de Israel, são cerca de 613 preceitos. "Não faça,
não pegue, não vá, não coma, não toque": 613 preceitos que precisariam ser observados. E esse período foi uma oportunidade de aprender, de ter uma experiência maior com Deus no deserto, 40 anos até chegar à terra prometida. E para você ver, o próprio Moisés, que saiu do Egito e passou 40 anos no deserto, não entrou na terra prometida, também porque morreu na beira da estrada, morreu vendo a terra prometida. No entanto, ele não entrou na terra prometida. Uma curiosidade: saíram do Egito homens com 20 anos para cima, cerca de 620.000 a 630.000 homens. 630.000 homens com
20 anos para cima saíram da terra do Egito, mas, quando chegaram em Canaã, desses 630.000 homens, só entraram na Terra Prometida dois homens: Josué e Calebe. 630.000 homens saíram do Egito, e destes, só entraram na terra prometida dois homens: Josué e Calebe. "Ah, pastor, e quais foram os homens que entraram na Terra Prometida?" Pronto! Quem tinha 19, quem tinha 18, quem tinha 17, né? Depois de 40 anos, já estava com 50, com 60, com 38, 37, 39, aqueles que nasceram também no deserto; quem nasceu no início já estava com 40 anos. Então, muitos homens também
entraram na Terra Prometida, mas, dos que saíram do Egito, apenas dois! Ei, Jesus amado! Irmãos, precisamos obedecer, precisamos seguir a vontade do Senhor. Vamos dar seguimento à história do povo de Israel, tá bom? Terceiro tópico, item 1, que traz por título "O fracasso de Israel em representar o que significava ser governado por Deus". No item 1, o período dos juízes, após a morte de Moisés, seu principal auxiliar, Josué, tornou-se seu sucessor. Introduziu o povo de Israel na terra que Deus prometera a Abraão. Josué inaugura o período dos chamados juízes, uma época de duração incerta, cerca
de 300 ou 400 anos, onde Deus levantava pessoas que tinham o papel de orientar o povo acerca de qual caminho tomar. Lamentavelmente, após a morte de Josué, levantou-se uma nova geração do povo que fora chamada para ser santa, ou seja, separada exclusivamente para Deus, figurando como Ciro para os outros povos. Tal geração, informa-nos o Livro de Juízes, não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que fizera em Israel, conforme se pode verificar no livro de Juízes, sobretudo na abertura de cada capítulo. O povo seguiu, cambaleante, em vez de aceitar o método de governo escolhido por
Deus; preferiu tornar-se como as outras nações, pois, como sugere o último versículo do referido livro, naqueles dias não havia rei em Israel; porém, cada um fazia o que parecia bem ou reto aos seus olhos. Para o povo escolhido, a solução estava em ter um rei. Nesse contexto, nasceu Samuel, que praticamente exerceu os ofícios de juiz, profeta e sacerdote em Israel. Ele foi responsável por fazer a transição entre o período dos juízes e a monarquia, quando o povo de Deus decidiu que não mais queria essa forma de governo. Antes, como todas as nações, exigiram um rei.
O Criador disse a Samuel: "Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não tem rejeitado a ti, antes a mim me tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele." Em sua misericórdia, o Criador ainda advertiu os filhos de Israel através de Samuel, oferecendo um prognóstico sobre o que seria a realidade do povo. Durante a monarquia, entretanto, mesmo assim, os descendentes de Abraão, que deveriam ser diferentes e mostrar o que significa ser governado diretamente por Deus, preferiram ser como as demais nações. Agora veja só: chegou o momento de contar a história após o
povo chegar em Canaã, que era a terra prometida por Deus; terra essa que tinha muitos inimigos e Israel deveria derrotar todos e colocá-los para correr. Mas, no entanto, Israel não fez dessa forma; começou a fazer algumas alianças e isso prejudicou muito a nação de Israel na terra prometida. Uma coisa interessante também é a respeito dos juízes. Observe que, quando o povo de Israel chega na terra prometida, não tinha rei. Quem estava direcionando o povo era uma liderança que, no caso, após a morte de Moisés, ficou a cargo de Josué, como a liderança, como juiz do
povo de Israel. Não era rei, não tinha o título de rei, não tinha ofício de rei; era uma liderança, porque o rei de Israel não era Josué, o rei de Israel era o próprio Deus. Era Deus que ia direcionar o que fazer e como fazer. Mas, com o passar do tempo, o povo começou a se afastar de Deus, perder a direção do Senhor e, muitas das vezes, ficou sem nenhuma liderança, sem juízes. E, quando o povo não tinha nenhum juiz, saía da direção de Deus, pecava, e o que Deus fazia? Levantava um juiz para defender
a nação de Israel e trazer um livramento. Mas, ao invés de Israel se converter ao Senhor e buscar a Deus, voltava novamente para a prática do pecado. E eu já vou falar: Deus não aprova, não aceita o pecado de ninguém, seja você quem for, seja a autoridade que for; Deus não se agrada, não permite o pecado de ninguém. E, com passados anos, em torno de 300 a 400 anos, o povo começa agora a pedir um rei. "Nós queremos um rei, toda nação tem um rei, só nós que não temos!" Começam a apertar o juízo do
juiz, sacerdote e profeta chamado Samuel: "Nós queremos um rei, toda nação tem um rei, só a gente que não tem." Após isso, Samuel vai consultar o Senhor e Deus diz: "Já que eles querem um rei, vão ter um rei." E Deus levanta agora a monarquia em Israel, onde o homem seria rei de Israel, não seria mais juiz, mas sim rei de Israel, que vamos estudar daqui a pouquinho. A pergunta é a seguinte: está gostando, está entendendo? Eu lhe falei que essa revista você vai acompanhar toda a história de Israel, mas eu digo o seguinte: é
somente um petisco, não dá para você passar muito tempo explicando e falando, senão a aula vai ser o dia todo. Tá bom? Faça o que estou fazendo: um pequeno resumo do contexto histórico para que seus alunos possam adquirir conhecimento na palavra do Senhor. Agora vamos para o nosso terceiro tópico e segundo item que traz por título: "O período dos Reis, Unido e Dividido". Com Saul tem início o período da monarquia em Israel. Este então foi sucedido por Davi, que por sua vez foi sucedido por seu filho Salomão. Esses três reis formam o período do chamado
Reino Unido e teve a duração de 120 anos, sendo 40 para cada reinado. Depois de Salomão, Israel dividiu-se em dois reinos: o sul, chamado de Judá, com duas tribos, e o norte, chamado de Israel, com as outras dez tribos. Observe: depois dos juízes, o último juiz foi Samuel; está aí, ok? Após Samuel, Deus pega Samuel e manda ungir um novo rei, que no caso foi Saul. Saul vai reinar em Israel por 40 anos, após Davi, que reinou também por 40 anos, e após Salomão, que reinou por 40 anos. Então, o reinado da monarquia de Israel,
onde todas as 12 tribos (lembra daqueles 12 filhos de Jacó), formaram aqui agora as 12 tribos de Israel. Essas 12 tribos de Israel foram governadas por Saul, Davi e Salomão. Mas, após a morte de Salomão, quem vai reinar em Israel? Roboão, seu filho. Mas ele acaba não atendendo à necessidade do povo e acontece uma ruptura, uma divisão. Isso mesmo: das 12 tribos de Israel, duas tribos, Judá e Benjamim, vão ficar com Roboão, filho de Salomão, neto de Davi; as outras 10 tribos escolhem como rei Jeroboão. Tá bom? Roboão, filho de Salomão, vai reinar sobre duas
tribos; as outras 10 tribos vão ser governadas e direcionadas pelo Rei Jeroboão. E observe que essas 10 tribos que ficaram com Jeroboão saíram totalmente da direção de Deus, saíram do propósito. O Senhor sabe por quê? Deus não gosta da divisão do seu povo. No projeto de Deus não havia essa divisão; essa divisão foi ocasionada por causa do pecado, da desobediência. E essas 10 tribos saíram do propósito de Deus e sofreram grandes consequências por causa do pecado. Observe: você pode fazer o que quiser com a sua vida, mas cuidado com as consequências; é melhor obedecer do
que sacrificar. Já as outras duas tribos, que também são chamadas de Reino do Sul ou Reino de Judá, durante um grande período ficaram fiéis a Deus. Em outros períodos também saíram da direção de Deus, mas observe: normalmente, as 10 tribos se distanciaram totalmente da presença de Deus. As outras duas tribos, especialmente a tribo de Judá, em muitos períodos se converteram ao Senhor e buscaram a Deus. Te pergunto: é fácil sair da direção de Deus? Vale a pena deixar de obedecer à voz do Senhor? Irmãos, é melhor obedecer do que sacrificar. Dando seguimento, vamos para o
nosso terceiro tópico e terceiro item, que traz por título: "Israel perde a soberania e volta a ser escravo". Por estar dividido, Israel enfraqueceu. Em 722 a.C., a Síria pôs um fim ao reino do Norte; em 581 a.C., depois de três etapas de cativeiro, foi a vez do reino do... Sul ser definitivamente aniquilado pela Babilônia. Assim, além dos descendentes de Abraão nunca terem conseguido ocupar todo o território que Deus prometera ao Patriarca, acabaram perdendo completamente a sua soberania, tornando-se novamente vassalos e escravos de outros povos. Apesar de Israel ter tido a oportunidade de voltar à sua
terra, sua soberania só foi estabelecida no século passado, quando, em 14 de maio de 1948, foi criado o moderno Estado de Israel. Para você entender o contexto, nós estudamos que após o reinado de Salomão, assumiu Roboão e aconteceu a divisão: Reino do Norte com 10 tribos e Reino do Sul com duas tribos. Depois de muitos anos, o Reino do Norte, as 10 tribos, foi invadido pelo povo assírio, que era a grande potência da época, e acabou devastando a nação. Isso mesmo, devastou a nação, praticamente deixou de existir. O Reino do Norte com as 10 tribos
praticamente deixou de existir. Após alguns anos, em 586 a.C., a Babilônia, não mais o povo assírio, invadiu as 10 tribos de Israel e devastou. Isso em 722 a.C.; em 586 a.C., o rei Nabucodonosor da Babilônia vai invadir Judá, Jerusalém, e também destruir aquela cidade, levando em cativeiro muitos homens e mulheres. Muitos passaram agora a viver em cativeiro na Babilônia. O templo também foi destruído. Desde então, Israel deixou de ser uma nação. Após alguns anos, foi permitido que Israel retornasse para sua terra, mas Israel não tornou-se nação mais. Isso só veio acontecer alguns anos atrás, em
14 de maio de 1948. E veja, com o aval de um brasileiro, Osvaldo de Aranha, que presidiu essa sessão da ONU para garantir o direito de Israel de tornar-se novamente uma nação. E veja que deixou de ser uma nação em 586 a.C. e tornou-se nação novamente em 14 de maio de 1948. Tudo isso porque desobedeceu ao Senhor. Ei, Jesus! Irmãos, não vale a pena desobedecer; é melhor aceitar a vontade do Senhor. Buscar a Deus, pastor, e se você pecar, o que você faz? Peça perdão, porque Deus pode perdoar a todos. Mas agora, sem demora, vamos
para a nossa conclusão. Só para o seguinte: se você está gostando, está entendendo, então já sabe: se inscreva no canal, ative o sininho. Ah, pastor, eu quero receber uma ajuda, um suporte. O que eu faço? Entre em contato conosco pelo nosso WhatsApp e também na descrição deste vídeo tem um link para que você possa estar no nosso grupo de informações, para se tornar membro e assim receber o maior suporte do Brasil para a revista do discipulado. E outra coisa: após a conclusão, vou deixar aqui uma dinâmica para que você possa aplicar com a sua turma.
Por isso, fica conosco até o final. Vamos para a nossa conclusão. Agora, apesar de todos esses tristes acontecimentos, o apóstolo Paulo diz que a queda de Israel significou a glória e a oportunidade de outros povos participarem do plano divino de salvação. O apóstolo se expressa retoricamente a respeito de Israel, dizendo: "Se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!" (Romanos, capítulo 11, versículo 12). Observe aqui, agora, após Israel perder a direção do Senhor, não aceitar também Jesus Cristo como seu Messias, como seu
Libertador, como seu Salvador, abriu-se espaço agora para a criação, para o surgimento da Igreja, a qual nós fazemos parte. Israel não quis, Israel rejeitou, e por causa disso, entra na história aqui agora a Igreja de Cristo Jesus, a qual eu faço parte e você faz parte, e vamos morar no céu. Aqui agora, após essa rejeição, é que surge a oportunidade para que todos possam conhecer o nosso Deus, para que todos estejam servindo ao nosso Deus. Por isso, a Ele, toda honra, a Ele, toda a glória. Termine fazendo uma pequena revisão daquilo que foi estudado e
faça também algumas perguntas para os seus alunos: Quem foi Israel? Quem foi Davi? Quem foi Saul? Quem foi Samuel? O que aconteceu na Torre de Babel? No Dilúvio? Então, você pode fazer algumas perguntas para os seus alunos sobre alguns pontos que nós estudamos, tá bom? Pergunto: gostou? Deixe seu like aí. Eita, glória! Você é bênção pura, sem mistura! Já vou avisando: não terminou ainda, porque agora chegou o momento da nossa dinâmica, que está sensacional e vai te ajudar na aplicação dessa aula. Por isso, vamos para a nossa dinâmica. A paz do Senhor, meus queridos, amados
irmãos! Vamos para a nossa dinâmica da lição de número dois do discipulado do primeiro ciclo, que traz por título: "O fracasso de Israel em representar o Reino de Deus". Ou seja, Deus queria abençoar o povo de Israel, proteger, guardar, abençoar, mas o povo de Israel não estava preparado, não guardava o mandamento do Senhor, e aquele que não guarda o mandamento, aquele que não obedece à Palavra de Deus, acaba perdendo as bênçãos do Senhor. Por isso, vamos para a nossa dinâmica. Vou fazer uma dinâmica simples, mas com cunho teológico importante, tá bom? Você precisa do seguinte:
um copo descartável e uma agulha. Você vai pegar esse copo descartável e vai fazer vários furos, vários furos mesmo. Não faça pouco, pelo amor de Deus! Ó, todos os lados, em cima e embaixo, vai furando. Ó, com a agulhinha, melhor não pode quebrar o copo todo, tá bom? Mas vai furando. Isso aqui você já vai levar sim para os seus alunos, tá bom? Você já leva tudo furado para que não fique nenhuma dúvida. Esse copo vai estar representando o povo de Israel. Após você furar, vai levar assim, todo furado. Você vai precisar também levar um
vaso com água, tá bom? E também um recipiente, porque a água vai ser derramada. Então, você vai precisar levar um copo todo furado. Tá ok! Copo descartava todo furado, uma vasilha para colocar aqui embaixo e água. Quando chegar na sua sala de aula, essa atividade ou essa dinâmica você já pode fazer no início, pode fazer no meio e no final. Tudo depende do seu tempo e da sua organização. Você vai fazer o seguinte: você vai estar apresentando esse copo e vai informar o seguinte: esse copo daqui representa o povo de Israel, que era dependente de
Deus, que precisava de Deus, orar, buscar, obedecer ao Senhor. Israel tinha um amor de Deus, Israel tinha um cuidado do Senhor. Deus amava e ama a nação de Israel. Essa água daqui, esse vaso com água, representa Deus querendo abençoar o povo de Israel, querendo derramar suas bênçãos sobre a vida do povo. Então, observa aqui: representa Israel, dependente de Deus; aqui representa Deus querendo abençoar o povo. Então, vamos dizer que o povo de Israel estava precisando de Deus e começou a orar, buscar o Senhor. Aí Deus pega e vai derramar a prosperidade, o crescimento e... Eita!
Ô, gente, não entendi! Deus quer derramar a bênção do Senhor. Mas, ó, para aqui! Deus começa a derramar prosperidade e começa a vazar tudo. Deus começa a derramar a cura e começa a vazar tudo. Deus começa a livrar o povo de Israel dos inimigos, mas começa a ficar vazando tudo para todo lado. Sabe por quê? Israel não estava preparado para receber a presença de Deus, o cuidado de Deus, o livramento do Senhor. Eles necessitavam, mas não estavam preparados. Sabe o que estava? Cheio de buracos, cheio de furos, e as bênçãos do Senhor caíam sobre Israel
e esvaziavam tudo, perdiam tudo. Agora, vou te perguntar, e você pergunta bem aos seus alunos: olha, é Deus derramando a bênção, e a bênção caindo assim? Acontecia com o povo de Israel: Deus abençoava o povo, mas a bênção não ficava. Sabe por quê? Israel estava desobedecendo, Israel estava pecando. Então, quando isso acontece, mesmo que Deus derrame a bênção, a bênção vai embora. A pessoa acaba perdendo a bênção do Senhor por não estar preparada. Agora, vou te perguntar: o que é que faz esses furos na vida de um cristão para perder a bênção do Senhor? O
que é? Pecado. É verdade, o pecado nos fura e nos tira a presença de Deus. O que mais? A mentira. É verdade, a fofoca... Tudo isso vai criando em nós furos e nós perdemos a bênção do Senhor. E mesmo que Deus queira derramar sua bênção, tudo vai embora, vai esvaziando, vai esvaziando. E aí, meu irmão, quando pensar que não, não tem bênção nenhuma, não tem livramento nenhum. Não é porque Deus não quer. Deus abençoa, mas vai tudo embora. Eita! Jesus amado! Que Deus tenha misericórdia das nossas vidas! Faça essa atividade, faça essa dinâmica para mostrar
que Deus queria abençoar o povo de Israel. Deus derramava a bênção, mas, por causa do pecado, da desobediência, da idolatria, meu Deus, Israel perdia a bênção do Senhor. Jogava toda a bênção fora. E que eu possa tomar cuidado, que você possa tomar cuidado, que possamos tomar cuidado para que nada venha furar o nosso coração, furar a nossa mente e, assim, nos esvaziarmos da presença do Senhor. Nada nem ninguém! Por isso, vigia em nome de Jesus. Quero saber se você gostou! Você vai fazer? Vai modificar? Fica à vontade. Aqui é tão somente uma ideia para você
aplicar na sua turma. Mas, se gostou, já sabe: se inscreva no canal, ativa o sininho, vem participar da nossa família. Deus te abençoe cada vez mais em nome de Jesus! Eita, glória ao Senhor! Até a próxima aula, crente!