[música] [música] [música] Tem três hábitos que t mudados. >> [ __ ] isso é importante. Então, >> ser mudado para todas as pessoas que estão ouvindo aqui para nunca mais fazer e não precisam lembrar de mim.
Lembrem do inteligência limitada que vocês viram aquele vídeo aqui, a sua orientação com pro vai dar. >> Então vamos lá. Três hábitos.
>> Primeiro deles, não esfrega o anos com papel higiênico. 95% da população mundial faz errado a limpeza do anos. Primeira pergunta.
Ô, ô, Paquito, por favor, pega eh um rolo de papel higiêniênico pra gente. Uhum. >> Tem aqui.
>> Valeu. Que >> foi o presente do Emerson Ceará, inclusive aqui. Como que é o que o pessoal faz normalmente?
Ele Eu vou falar como que eu >> é que >> fala como é que tu foi, como é que tu foi ensinado, porque isso aqui passa de gerações, >> pai para filho, pra avó. Fazer >> você dobra aqui, né? >> Aí aqui você dá aquela passada aqui.
Aí vai dobrando, vai. Vai, vai ol, vai olhando, >> vai olando, é, vai dobrando e tal, tal, aí joga e começa outro. Não é assim >> não.
Primeira pergunta. Primeira pergunta. Então assim, ó, vou voltar nessa estatística.
Isso aqui é importante. 95% da população mundial faz errado o higiene analoprocto. Talvez as pessoas nunca mais vão ouvir na vida essas três coisas que eu vou citar aqui em outro local.
Vilelo, é verdade. >> Primeira coisa, tem pouco coloproista, tem muitas pessoas que não têm condições de chegar no especialista. A maioria das cidades do Brasil e do mundo não tem um colopologista.
Todo mundo se surpreende que nós vamos chegar lá no Como é que eu fui para Rosário do Sul, tá? Ah, muito mais do que o Rosário que não tem um coloproctologista, tá? Primeira pergunta que eu faço, o que que o Anus te fez para tu machucar ele?
[risadas] O que que ele te fez? >> Por essa eu não esperava, hein, é, foi direto [risadas] da ponta. >> Por que que o pessoal está com tanta força?
>> Por que que você maltrata tanto? >> Por quê? Porque o anos vilela assim, ó.
Ele é um ó como qualquer outro, Vilela. Ele é como se o nariz. É como se fosse a boca.
Porque cheio de tabus. Eu digo pros pacientes, toca no teu anos, cara. Toca.
Sente, não tem alguma dobrinha, alguma coisinha ali. Toca no teu anos. As pessoas acham que como se fosse um bicho sete cabeças que dá choque.
>> Eu ensino para pacientes, toca no teu anos na hora do teu banho, lava, toca no teu anos. >> Ah, isso é legal também falar como fazer a a higiene. >> Perfeito.
Assim, ó. Primeiro de tudo, nós aprendemos. Não sei se aqui aparece, Vilela, aparece.
>> Ó, tem uma câmera aqui em cima. Aqui em cima. Olha, olha lá.
Quer ver? >> Ah, tá legal. >> Mais para cá.
Isso. >> Tá assim. >> Nós aprendemos >> com com nossos pais ou avós que o anos se limpa assim como tu mostrou.
Certo. >> Certo. Certo.
>> Anos não é para ser esfregado. Aqui >> é >> anos não é para ser esfregado. Anos.
Cada vez que tu faz isso, tu tá machucando teu anos. >> Você tá brincando, cara? Cara, nunca ouvi falar isso.
Olha que louco a gente fazendo errado. >> Olha só, errado. Isso aqui, ó, é uma informação que eu digo sempre assim, olha, quando eu comecei o o planestino, eu disse assim, ó, pessoal, essa informação eles tem que fazer o seguinte.
Não precisa eu colocar um colo procto em rede mundial e dizer parem tudo que todos vocês estão fazendo no mundo e vamos lá, porque é um hábito diário. Anos temos estruturas vilela que são importantíssimas. Nós temos esfintres interno e externo que são os que mantém a nossa continência.
É, é o quê? >> Cada vez são músculos que tu não perde fezes por causa deles, >> músculos, tá? >> Tá?
Que depois que a gente for falar sobre sexo analis vão tocar nos esfters, tá? Mas cada vez que tu faz isso aqui, tu machuca a pele da região anal. A pele da região analctérias protetoras.
Cada vez que tu faz isso, tu machuca isso aqui, causa coceiras, dermatites, inflamações. Cada vez que tu faz isso aqui, tu machuca vasos da região externa. Tu pode machucar hemorroidas externas.
>> Sem contar ainda que tem papel é áspero. Esse ainda é macio, né? Lembra do primavera quando a gente era moleque?
>> Aquele papel que era rosa, eu acho, né? >> Era uma lixa aquilo que é o três em um que os caras dizem, né? Que lava, limpa e penteia, né?
[risadas] É. É, né? >> Cara, era muito.
É. E e outra, meu pai veio aqui na época dele, você viu que ele falou que que não tinha papel higiênico. Olha que meu pai morava no interior, pobre e tal.
Eles cortavam tiras de jornal, cara. >> Jornal. E sabe como é que fazem a limpeza ainda em algumas áreas rurais?
>> Não. >> Sabugo de milho. >> Meu Deus.
>> Olha a aspereza que é isso aí, >> cara. tá bugo de milho. >> Então, cada vez tu faz isso aqui, tu tá machucando teu esfter, tu tá machucando a pele da tua região anal >> e essas bactérias também tá tirando, >> tá tirando, machucando pr lá com vermelhidão no anos, machucar anos, doença hemorroidária externa, porque existe a hemorroida interna lá dentro, tá?
E na verdade isso aí passou e ficou e uma coisa muito cômoda, né? Passar o que que é o perfeito e o que que é o aceitável, Vilela, para nunca mais tu >> e a população do mundo esquecer. Se tu quiseres usar o papel higiênico, o aceitável, aprende a limpar.
Vamos voltar para cá. >> Vamos lá. Vamos lá.
Mais para mais para cá. Aí >> volar para cá. Virar aqui >> isso.
>> Batendo. >> É mesmo. >> Use.
>> Mas como que como você dobraria? Vamos lá. >> Normal.
>> Normal. Dobra normal. Ah, dobra é normal.
O problema é como passar problema, Vilela. O problema é esfregar. Vilela.
Só aguarda isso. O problema é o esfregar. >> Não esfrega.
Anos você limpa. Vamos colocar de novo aqui. Olha só aqui.
Batendo. E eu digo assim, ó. Mas tira tudo assim.
>> Essa pergunta todo mundo me faz. >> É, >> é só treino. Treino.
Eu digo pros pacientes assim para exagerar, usa 20 pedaços, mas não esfrega. >> Dá aquela um >> batidinha. Esse aí o aceitável.
Segunda coisa, >> tá? >> Outra coisa aceitável, lenço umedecido. Só que tem um detalhe.
>> É isso. Isso mudou minha vida. O lenço me descido.
>> Muito bem. Mudou a vida de tua. >> Deixa eu só te explicar.
>> Eu limpava, limpava e eu achava que tava limpo. Aí você passa o lenço umedecido. Hum.
Você não tirou tudo, né? Porque sai coisa lá ainda. >> Certo.
Certo. >> Por quê? Na verdade isso aí quando acontece tem que ir no proectologista.
Às vezes tem alguma patologia no reto, no anos que são benignas, às vezes uma uma hemorroidinha, alguma flacidez da musculatura ali que não tá deixando limpar bem o ano. >> É porque só essa batidinha ela consegue tirar tudo sem o lenço. >> É preferível não limpar até poder chegar em casa e lavar.
Só não esfrega. >> Não esfrega. Então se for usar o lenço umedecido, quais são os dois detalhes?
Primeiro, tenta comprar o lenço umedecido com menos química possível, >> mais neutro possível. >> Ah, tá escrito ali. Pega aquinha assim, né?
Assim, neutro, zero álcool. né? Sem odor, sem cheiro.
Ele criancinha. Al pro meu filho que uso. Tá, só que tem um detalhe, Vilela, segunda coisa mais importante, >> tu tem que secar depois, Vilel.
Anos não é para ser abafado. >> Ah, >> tem que secar. O ano já é um local abafado.
Nós vamos falar depois sobre roupa íntima. >> Eu não posso assar o lenço e já colocar cueca e tchau. >> Claro que não.
Hipótese alguma. Depois tu pega. Sabe o que tu faz depois?
Depois tu pega papel higiênico e aí tu seca >> batidinha. Tá. Agora eu falei sobre as duas coisas aceitáveis.
>> Ah, isso é aceitável. >> Aceitável. O o aceitável é papel higiênico batendo e o lenço umedecido depois secando.
Certo. >> Certo. >> O perfeito seria lavar.
>> É mesmo? >> E se o perfeito. Se tu tiver condições financeiras de para todo mundo na tua casa de colocar uma duchinha.
Sabe o que que vir? Sabe o que que tiraram? Perdeu a moda.
>> Isso tinha em todo tinha um bidê. B era normal em toda casa. >> Ah, é feio, cara.
O Bid era a coisa mais perfeita que tem. >> Cara, eu nunca usei o Bid. Você já usou, Leni?
>> Uhum. >> Na na infância. Sim.
Aí depois tirar. >> Nunca nunca eu fui ensinar. Você usa BD?
Nunca usei na minha vida >> também. A maioria das pessoas, os mais jovem não sabem que é Bê. >> Mulher usa muito, né?
>> É, mas assim, ó, hoje em dia o que mais tem é a duchinha. O BD estão tirando. Os arquéos não colocam mais.
A duchinha higiênica que fica do lado. É uma duchinha que tu puxa. Porque o bidê é aquele que parece um vaso.
Tenho aqui em casa que tem sai as águinha. Isso tem dois. Tem o sanitário e tem BD do lado.
Certo. É isso que tu tem. Eu tenho >> seu perfeito.
Perfeito. Tu senta e tu liga uma água e vai entrar e vai uma água diretamente no teu anos >> e tu vai pegar um sabãozinho de glicerina neutro e tu vai lavar e depois tu vai secar com um pano, com uma toalha ou até com um papel. Esse seria o perfeito.
Ideal. Então, primeira dica >> pra mudança de vida radical para tu nunca mais esquecer esse podcast. Anos não se esfrega, >> tá?
>> Ponto. >> Fechou. >> Primeiro de tudo, certo?
Concordamos nisso? Ô, ô, equipe. Sim, >> sim, sim, sim.
Fechou. >> Segundo hábito, nunca dentro do possível iniba o reflexo deficatório. Agora vou traduzir pro português, tá?
Falei bonito. Agora vamos para cá. >> É, deu vontade, >> deu vontade dentro do possível.
>> Vai na hora. >> Vai defecar >> na hora. >> Na hora, tá?
Muitas vezes não podemos. Estamos >> e aquela vontade que é tipo, é um pouco de vontade, como que eu posso dizer, hein? O charuto não tá no beço ainda.
>> Sim, sim. >> Transformando uma linguagem mais. >> O do macaco tá só na pontinha.
>> Exato. Não, não é antes disso. Quando você tá com aquela vontade, mas eu não sei se eu vou conseguir.
Às vezes você vai no banheiro e não consegue, né? A é o ideal é forçar. >> Não.
Ah, não. >> Não, também não. Também não.
Tá. Na verdade, o seguinte, ó. Vamos entender, >> tá?
Feses, o cocô nunca é para ficar dentro do reto. E como que eu sei que >> feses, ela é para estar no intestino mais para cima, mais ou menos para tu entender, uns 15 a 18 cm para dentro no colon chamado colum sigmoide, >> para lá, para dentro. >> Quando nós temos vontade de defecar, essas feeses saem no sigmoide e vão pro reto.
>> Ah, >> então se eu vou examinar um paciente, eu toco, ele tá cheio de fees e cocô no reto, algumas coisas eu penso, essa pessoa se tranca ou ela tem bloqueio deficatória trancada porque tranca? Entendi. >> Na saída.
Tu entendeu? >> Mas assim, ó, dentro do possível >> deu vontade de feca. Por quê?
Porque senão o teu reto vai começar a se acostumar com fes. >> Ele vai começar a dilatar. >> Ah, tá.
>> Ele vai começar a aumentar a complacência dele e você vai começar às vezes a reter fés lá dentro e não vai te dar esse desejo deatório e tu vai começar com aquela coisa defeca e nunca esvazia tudo. >> Entendi. >> Defecou, mas podia ter vindo mais, mas saiu tão pouquinho.
E respondendo à pergunta, não podemos deixar nunca sem resposta. Quando tu der uma mínima vontade, tu pode até ir no banheiro para tirar, fazer a prova dos 11. >> Isso, tentar, >> tá?
Mas se não defar, tudo bem, sai. Não fica, forçando, não fica forçando, tá? Então, a segunda lição de vida >> que talvez pessoas nunca vão ouvir no mundo essas orientações, a segunda é essa.
>> Então, a primeira, não esfregue, >> não esfrega anos. >> A segunda deu vontade, >> deu vontade, defeca dentro do possível. >> Às vezes eu tô numa cirurgia, se você me der vontade de defecar, eu não vou parar, Vilela.
Aí eu sou obrigado a a segurar, tá entendendo? Porque na verdade nós temos dois músculos no reto. O que segura é um deles interno que na verdade não segura por muito, muito tempo.
>> Então na verdade tu tá forçando aqueles músculos ali. Terceira grande dica de vida. O vaso sanitário é um lugar para tu fazer o que tem que fazer, defecar e cair fora.
>> Então isso que eu ia falar, eu tenho esse problema, não sei se vocês têm também, que é ler >> no banheiro. >> Não é, não é o local certo, Vilela. >> Eu sei, Vilela.
É tão bom, né? Eu vou falar aqui. >> Sabe por que é tão bom?
Sabe por que é tão bom? Porque na verdade quando a gente defeca ou quando a pessoa ejacula, goza ou quando espirra é o mesmo local cerebral que estimula. >> Você tá brincando?
>> Sim. Por isso que a pessoa que defeca tão bem, tu tem uma sensação >> muito boa. Me deram, me mandaram a ver, sabe?
Ess essas fot, >> pô, eu eu me sentia mal assim, pô. Eu gosto de ir ao banheiro da E. Na verdade me mandaram agora tem, sabe, os WhatsApp que tem um, não sei como é que chama aquelas fotinhas de WhatsApp que mandam agora.
>> É a, >> é a, >> como que chama? Paquito >> stickers. >> Não, não tem uma figurinha, né?
>> É uma figurinha. Acho que é comozinho, né? E me mandaram um que eu gostei, até salvei, favorite no meu telefone, que é um gurizinho saindo da privada, abrindo assim como se fosse uma porta assim de uma de um palácio e saindo assim com os braços para cima assim, ó, saindo assim, ó, satisfeito da vida assim, sabe?
Saindo, se achando tal, >> porque na verdade uma deficação completa estimula uma área muito prazerosa, >> olha só, >> tá? Por isso tu não tu não sabe isso porque tu defeca bem. Por isso que as pessoas têm problema do intestino, lotam o meu consultório, vem do mundo todo, prazer todo, eu tô defecando uma vez semana, eu defeco de 10, 10 dias, de 15, 15 dias.
E quando defeco bem, olha, mudou minha vida. As pessoas pagam muito para poder estar defecando bem, Vila. E na verdade quando tu tá sentado, no passado era jornal, >> é, >> hoje em dia celular.
>> É, >> as pessoas ficam com rede social, sei lá. >> Não, eu tenho até quadrinhos, história em quadrinho no banheiro porque é o tempo certinho, né? Eu media os quadrinhos por por Eu vou ler em três cagadas.
Esse duas cagadas, sabe aquele negócio? É gostoso de quadrinhos na Não tô incentivando, né, >> Vilela? Mas assim, ó, >> terminou.
>> A partir de hoje não vai mais. Sabe por qu, Vilela? >> Tá, >> tu vai, a gente pressiona o reto.
>> Qual que é o tempo máximo que você pode ficar? Ah, Vila, não tem tempo máximo. Defecou e saiu.
Tá, Vilela. Vilela >> inaceitável ficar 10 minutos. Nossa, Vilela, eu defeco em um minuto, um minuto e pouco, deu, tá tudo resolvido.
>> Mas você é um Fórmula 1 do do [risadas] >> Não é que eu não eu eu não eu não >> tem toda a preparação. Eu ó, doutor, você tem uma ideia, eu tiro até a calça e a cueca para ficar livre. Cara, é um momento tão bom que eu quero aproveitar aqui.
>> Tá, então eu vou ter dizer, eu vou ter, eu vou, vou ter falar por que não pode e tu não vai mais fazer porque tu vai ter lembrar de mim. >> O quê? >> Pode ir pro lá, bota o reto.
>> O quê? >> Uma hora tu pode fazer força e o reto virar. >> Como assim?
cair para fora. Faz isso aqui. Faz isso aqui.
Eu tenho foto para depois te mostrar ali. Depois eu te mostrar fora, fora que dá imagem. >> Não, ele pode achar aí que que ele procura.
Ele >> prolápso derreto. >> Prolapso de reto. O mais fácil, uma coisa mais simples.
Coloca prolapso hemorroidário. Porque tem o prolapso da hemorroida, >> ele tá aqui, ele faz >> lá dentro. Ele coloca prolápso hemorroidário.
>> Nossa. >> E por quê? Porque você tá numa posição há muito tempo.
Forçando pra gravidade. Tu tá forçando para fora coisa que não é para forçar para fora. Ah, >> tu tá pressionando ali.
Pode demaciar tuas hemorroides extern. Pode dar um prolapso hemorroidá, pode prolapso. Eu tive uma paciente que operei essa semana com 32 anos.
Ai caramba, >> que ela forçou tanto de tanto ficar sentada em vaso que o reto dela virou para fora. Aí tem que fazer fixação. É reto.
>> [ __ ] você tem que fazer uma cirurgia para >> cirurgia e a cirurgia é delicada, não é cirurgiazinha a ali fazer uma cirurgia reta pro lápido derreto. E nós operamos muito pro lápis derreto. E uma das caas só ficar sentado, pensa, tu tá com anos apertando para baixo contra um buraco.
>> É, >> tu tá quantra uma gravidade ali empurrando para fora todo o contexto, a fisiologia da região do canal anal e do reto empurrando para baixo ali. E o própio hemorroidário é uma coisa muito comum. Ah, Vilela, tem uma coisa que teus amigos não vão ter dizer, que os amigos das pessoas também não vão dizer, mas a coisa mais comum do mundo, que eu escuto sabe o que que é?
>> Tu tem amigos, tu tem parentes próximos que fazem isso. A pessoa chega assim, doutora, eu defeco no ban, eu vou no banheiro e depois eu tenho que pegar o papel higiênico e dar uma empurradinha para empurrar para dentro as minhas minhas hemorroidas. O quê?
Alguém vai ter que contar isso aí, vel? Algum amigo vai ter que contar isso aí? Nunca, né?
>> Isso é coisa mais comum do mundo. >> Doutor, eu esper muito forte. Eu tenho que me esconder num banheiro para empurrar para dentro.
Meu anos. Nossa, >> prolapso hemorroidário, prolapso do reto. Isso, meu Deus.
Coisa mais comum do dia a dia. Sabe por que que sabe por nunca falar? Empurra para dentro.
>> Sabe por que nunca ouvi falar, Vilela? Porque as pessoas têm vergonha de falar, tem pouco col pratologista. Tu tá trazendo uma informação aqui >> pro mundo, uma informação inédita pro mundo aqui.
>> Isso, isso muita gente faz isso. Então, >> de quê? De ficar sentado no vaso, >> não de empurrar.
>> Ah, não. Isso é muito comum. Ninguém vai ter.
Vila, eu tenho mulheres casadas e eu me caso dis assim, doutor, a minha esposa não sabe porque eu acho constrangedor, só o senhor tá sabendo, não conta para ela, tá? Cada vez que eu vou no banheiro, eu tenho que ficar empurrando para dentro. >> Cada vez que eu tuço forte, tem para dentro.
>> Se ele não empurrar fica uma >> fica uma tendência fortíssima. E tem que aperta, pode até esquemear, falta hemorroida, >> hemorroida ou prolapso derreto. São várias coisas, são vários fatores.
Mas são >> hemorroida também é quando vai, a morroida interna quando é muito grande ela pode quando chegar no quarto grau ela pode prolabar vi para fora. >> Não, antes da gente começar a hemorroide, então a gente matou os três hábitos. Fala Lenin que eu achei uma foto aqui, mas ela é muito feia.
Então então não coloca essas fotos são feias, Vila, são fotos assim, ó, para tu para tu entender como é que é. É um anos com uma coisa vermelha para fora. >> Vamos lá.
Fecha aqui, Mível. >> Tá. >> É isso aí.
Isso aí. Isso aí. >> E aí eu eu examino o paciente, eu digo assim para ele, faz uma forcinha como se tu fosse FK.
De lado, faz assim, ó, pá, já sai. >> E eu digo assim, vamos lá. Primeiro, tu levanta muito peso porque forceja demais em academia, cuidado academia.
>> Ah, também pode dar isso, >> tá? Hipertrofia demais. Cuidado.
>> Não é o meu caro. >> Tudo é tudo forçar. Forçar.
Eu digo assim, tu tu levanta muito peso na academia, tu malha muito? Um, dois, ah, fica com o tema do meio no sentado, eu vou falando deixar ali. Terceiro, tá muito trancado.
São tudo coisas que forçam para empurrar o contexto para fora. >> Tu fez essa brincadeira com o lábio, mas é justamente isso. É uma mucosa vermelha.
>> Ah, é >> muito, muito, muito. Só que às vezes a mucosa vermelha não é hemorroida, às vezes é o reto. Só lembra, olha o que eu te expliquei, anos, canal anal e reto é mais alto.
Então é uma coisa alta que veio para lá. Só que tem um detalhe, meu amigo, ó. Quando acontecer isso, não volta mais para dentro.
Não volta, >> não volta mais. Assim no sentido, todas vezes que o DFK vai começar a ser por fora. >> Isso vai ser >> então não fica mais sentado tanto tempo.
>> Já me convenceu, doutor. Vou ler o meu quadrinho. >> É porque eu escuto muito até de médicos assim, ó.
Mas é um lugar que eu fico tranquilo. >> Fica tranquilo em outro lugar. Não fica lá.
>> Aqui ó, tem a privadinha aqui. Falando do meu banheiro aqui. Eu não sei aqui.
Aqui não, né? Mas no meu banheiro tem aqui, tem a pia aqui. Eu apoio o quadrinho.
É perfeito. Eu vou ter que porque é um hábito mesmo. É um, você acaba condicionando a fazer isso sempre.
maioria das pessoas. >> Então pode dar prolapso >> hemorroidário, >> hemorroidário ou >> prolapso derreto ou ouida prolemida >> prolápemorroidário é prolapso da hemorroideorroidário vende hemorroide vem o prolapso retal ou pode prolabar uma outra estrutura que nós temos dentro do reto do anos v lá que chama-se papila >> decresce é uma glândula que todos nós temos e ela pode crescer por uma série de fator intestino preso, trauma na inadequado dentro da parte do reto, até de um coito anal, tá? E às vezes por causa de um esforço, porque uma coisa que eu brigo muito, Vilela, que é a minha briga, minha briga com médicos, eu tenho vontade de vilelar, digo assim disso aqui, ó, vilelo, em médico não especialista, o reto anos tem quase 50 tipos de patologia para de chamar tudo de hemorroida, porque o que todo mundo só conhece é >> hemorroida.
Saiu alguma coisinha, sabe qual? Sabe qual é a história toda semana no consultório >> que era para acontecer uma vez no ano de tão triste que é? acontece toda semana, às vezes todos os dias.
Vamos ver de ontem. Hoje é sexta. >> Hoje é sexta.
>> Sexta de ontem. Doutor, tu há meses tratando hemorroida. Usei tudo esse tipo de pomada.
Aí o paciente gosta de me levar sacolado com as pomadas dentro e vira tudo ali. Pomada. Vamos lá examinar porque eu não sei o que é você apenas me dizendo.
Eu vou examinar. A pessoa tá com câncer de reto de canal na >> nossa. >> E a pessoa está meses tratando, perdendo tempo, como se fosse hemorroida.
E às vezes não é câncer derreto, às vezes um prolapso derreto, às vezes um papiloma, às vezes é uma físula, às vezes um abesso, às vezes uma criptite, às vezes é um pólipo, às vezes é um adenomailhado. Tôando várias coisas para tu entender, tá? A colopratologia é uma ciência, vilela é uma ciência, >> tem pouco especialista, não temete na tua área.
Eu não dou opinião de cardiologia porque eu não sou cardiologista, tá? E isso é muito importante.