E aí, professora, tudo bem? Vou aqui falar nosso falar de crônica argumentativa. Vou ser breve na estrutura e como se faz, porque o tempo é curto, barato é louco.
Seguinte, a diferença da crônica argumentativa paraa crônica normal é que o autor vai tentar te eh fazer acreditar na opinião dele e te dar alguns fatos para isso ser persuasivo. E ele é uma junção de do gênero jornalístico e literário. Agora vamos paraa estrutura.
Um, qual que vai ser o tema abordado? Qual a opinião do autor sobre o tema? Quais são os argumentos que ele vai utilizar?
E a narrativa, que seria mais ou menos o contexto que tá embasado. Indo pra introdução, basicamente ele vai tentar fazer o autor ter uma reflexão eh inicial para aprender ele para ele ler o resto da crônica argumentativa. Desenvolvimento.
Ele vai mostrar os argumentos e basicamente é isso. Vai mostrar e tentar atingir o leitor de alguma forma. A conclusão é basicamente uma retomadinha de conteúdo da do desenvolvimento e ele vai também fazer a última reflexão por e geralmente a conclusão ele tem uma mistura de linguagem literários e filosóficos.
Agora indo pro texto, vamos lá. Provavelmente no vídeo vai estar aí separadinho, introdução, desenvolvimento e conclusão. Então vamos para pr pra introdução.
Algumas tecnologias vieram para acabar com o pouco que nós que nos restava de paz. O Bluetooth, por exemplo, não que eu tenha horror a ele, ele tem horror a mim. Trata-se de uma tecnologia voluntária cheia de implicações, corpo corpo mole e má vontade.
Antrógonos diriam que é geminiana. E aqui as partes grifadas são basicamente o a introdução do tema, que seria as a primeiras a primeira linha, o comecinho da segunda. A introdução da tese é as últimas três linhas, basicamente.
Responsável por conectar dois aparelhos. O Bluetooth faz ponte quando dá na telha e quando tem química. Desculpa, mas o encontro do seu Galaxy com a sua JBL não deu liga.
Agora indo pro desenvolvimento. Basicamente no comecinho vai ser sua apresentação da tese e o resto vai ser a apresentação de dos argumentos. Existe apenas uma ocasião em que o Bluetooth é infalível quando se trata de perturbar o silêncio da vida em comunidade.
O advento da caixa de som acabou com rapaz da esfera pública. Já existia uma solução para quem gostava de ouvir música na rua, o fone de ouvido. A caixa é uma espécie de fone que todo mundo à sua volta é obrigado a colocar no ouvido também.
Ir a praia se tornou uma experiência enlouquecedora. Os barões das pisadinhas se misturam com os aviões do forró. Cada um, cada num tom e num compasso.
E de repente você está ouvindo aviões da pisadinha. O problema é o brasileiro. Não reconhece o silêncio como um direito.
Tem a impressão de que a caravela de Pedro Álvares Cabral já encontrou por aqui. Faz um faz um fundo urso com o famoso terra vista. É 300 anos depois ainda estamos urrando.
Nossa independência, afinal por foi proclamado por um brabo famoso por ter sido retumbante. O gesto mais famoso do nosso imperador foi um berro. Nosso país já nasceu na base da gritaria.
Tivesse Dom Pedro proclamado independência com o sussurro, talvez não estivessem ouvido do lado do Ipiranga, mas tenho certeza que estaríamos em melhores lençóis. Agora indo paraa conclusão. Basicamente é só a retomada do tema, como eu já tinha citado, e a síntese, que basicamente seria só a reflexãozinha final.
O imperador gritou, se esguelou e foi embora. Na contramão, nosso produto de maior aclamação internacional foi justamente a voz de João Gilberto. O Brasil é gigante quando fala baixinho.
Nossa independência só vai acontecer quando ela for proclamada ao pé do ouvido. E lembra quando eu disse que ele traz uma certa reflexão pro autor? Basicamente ele está aqui quando o autor escreve: "O Brasil é gigante quando fala baixinho".
Que não seria gritaria, tipo você sair impondo seus direitos em qualquer um e não importa como. E sim por hábitos. Por exemplo, se você quer eh praticar mais exercício físico, você anda com pessoas que praticam exercício físico.
De certa forma vai ter influência na vida dessa pessoa. E é tudo pra nossa vida. Basicamente é isso.
A crônica argumentativa, só voltando, é um conto pequeno, mas que mostra argumento para tentar convencer o leitor do ponto do autor. É isso, professora. Obrigadão.
Fica com Deus. M.