[Música] Economia no contexto certo. [Música] Setor Boa noite, Brasil e ouvintes da Jovem Pan. Bem-vindos a mais um sexto ouro.
Resumo da semana econômica no contexto certo. Foi mais uma semana de recordes. Nosso venspa disparou, bateu novas máximas históricas.
Foi touro de ouro. Dois dias seguidos. O novo touro de ouro da bolsa brasileira é 140.
000. 1243 pontos é a nova máxima. O Bitcoin também bateu um novo recorde, um novo touro de ouro, 111.
878 e o Trump explodiu nas manchetes hoje. Já vamos falar dele. Mas até quinta-feira, a semana teve outro foco, a preocupação do déficit nos Estados Unidos, o déficit fiscal, que nem aqui no Brasil.
Essa preocupação aumentou depois que a Mes tirou a nota máxima da dívida dos Estados Unidos na sexta-feira passada. dívida essa que é quase impagável. Aliás, o Trump quer aumentar ainda mais essa dívida.
Nessa semana ele conseguiu os votos necessários para aprovar na Câmara um projeto que corta os impostos de empresas americanas, como prometido na campanha. Ou seja, o governo vai arrecadar menos por lá. O contrário do que tá acontecendo aqui.
Os riscos geopolíticos pioraram. Houve relatos de possível ataque de Israel à usinas nucleares do Irã. Também foi revelado que a OPEP pode aumentar pela terceira vez a oferta de petróleo e isso derrubou ainda mais o preço do barril, mas é bom para inflação mundial dos Estados Unidos e do Globo.
As preocupações fiscais da gente também voltaram ao radar. Os investidores se preocuparam, isso pesou na bolsa e puxou o dólar na reta final da semana, mas depois acalmou um pouco. Parece mentira, mas o governo vai aumentar ainda mais os impostos para pagar o romo das contas públicas que vem dos gastos da máquina pública, principalmente.
As ações de empresas educacionais sofreram depois que saiu a legislação, proibindo que cinco cursos possam ser feitos à distância, como medicina e direito. fim do dia, do fim da semana. Quer dizer, aí o Bovespa terminou as com queda de 1%, enquanto o dólar fechou quase no 0 a 0, valendo R$ 5,65.
Primeiro ponto do setor taxade ataca de novo. Parece mentira, mas o governo vai aumentar ainda mais os nossos impostos para compensar a frustração das receitas, que era óbvia, e tentar garantir o arcabulço fiscal, tentar fechar as contas. Pressionado pelo risco de descumprir a meta fiscal, o Hadad anunciou o congelamento de R$ 31 bilhões deais do orçamento e uma medida que tinha prometido não tomar.
Vai aumentar o IOF, o imposto sobre operações financeiras. O anúncio ativou fogo, jogou fogo no mercado financeiro. O DAR disparou de 5,60 para 5,70, foi até 5,76.
Na hora os juros futuros estressaram, a bolsa mergulhou. é o tax em ação. Em vez de cortar gastos, vem com mais impostos no bolso do brasileiro.
O mercado mandou o recado, sem ajuste fiscal de verdade, não dá para confiar. Por isso que o mercado estressou e o estrago foi tanto, tão grande, o dólar disparou ainda mais no pós-mercado, né? Ia continuar subindo na sexta-feira, mas aí perto da meia-noite da quinta a fazenda recuou em duas das cobranças do IOF, mas não em todas as cobranças, tá?
A principal foi aquela que tributava o IOF em 3,5% sobre aplicações de fundos no exterior, que até então era isentos. Eles vão com recu vão continuar isentos. Ele recuou também no EF para pessoas físicas que fazem remessas de dólar pro exterior, né?
Com esses dois recusos, o dólar se acalmou na sexta-feira e caiu. Mais de 1%, fechou na casa do 5,65. Foi bom.
O aumento de OF é um segundo golpe do governo na classe média em menos de uma semana. Depois da conta de luz mais alta para bancar o novo programa social, a classe média recebeu mais uma. A compra com cartão de crédito e débito no exterior vai pagar mais imposto.
Segundo ponto, pacote pró Lula. Nessa semana começou o pacote de medidas com forte apelo popular para aliviar o bolso da população e tentar recuperar a popularidade do governo Lula. O presidente Lula assinou a medida provisória que reforma o setor elétrico.
Entre os pontos, o texto amplia o alcance do programa Tarifa Social e prevê conta de luz grátis para cerca de 60 milhões de pessoas. E como no planeta Terra não existe nada grátis, sempre alguém paga a conta para financiar essa medida. O governo prevê redução gradual dos subsídios concedidos a consumidores de energia solar e eólica que atualmente custam 10 bilhões deais anuais aos consumidores.
Quem tem painel solar como eu, se ferrou. A medida provisória também garante isenção no pagamento de um encargo para famílias de faixa de renda entre meio e um salário mínimo com consumo de até 120 kW por mês, o que corresponde a 55 milhões de pessoas, ou seja, 115 milhões de pessoas, mais da metade do Brasil vai ser beneficiada pela gratuidade ou pelos descontos parciais. Os brasileiros que pagam impostos vão ter que arcar e honrar com essas medidas.
Terceiro ponto, metade dos brasileiros tá aí na implante. Oxe, mais de 75 milhões de brasileiros não conseguem pagar as suas contas, quase metade da população adulta do Brasil. O valor médio das dívidas é de R$578 por pessoa.
São contas de luz, água, cartão de crédito, empréstimos, tudo se acumulando. E o mais assustador, 36% dessas dívidas t mais de um ano de atraso. Ou seja, milhões de brasileiros estão presos num ciclo de dívidas sem fim em um círculo vicioso.
Os jovens entre 26 e 40 anos são os mais atingidos e representam 35% da inadimplência, mas ninguém escapa. Desde donas de casa até aposentados, a crise bate a porta. Coitado dos aposentados, meu Deus, é muita maldade.
O Amapá lidera o ranking nacional com 57% da população adulta e na implente. Tá louco, coitados. No outro extremo, Santa Catarina tem a menor taxa, 36% da implante.
Enquanto isso, os juros do cartão de crédito seguem altíssimos. Em alguns casos, mais de 400% ao ano. É um vechame isso aí.
Cada atraso vira um abismo, um desespero, um trem fantasma. A inadimplência cresce em silêncio, mas os seus efeitos são devastadores. Famílias sem crédito, pequenos negócios quebrando, sonhos sendo ceifados.
O Brasil virou o país da dívida. Quarto ponto, a nova era Mili. O Milei anunciou o plano de reparação histórica da poupança argentina, permitindo que cidadãos utilizem dólares não declarados sem precisar informar a sua origem.
A medida visa repatriar até 270 bilhões de dólares mantidos fora do sistema financeiro oficial. Isso busca estimular a economia e aumentar as reservas cambiais. A bolsa de Buenos Aires subiu 1,5% na hora que a medida foi anunciada.
O governo diz que a medida beneficia cidadãos comuns que, devido à instabilidade econômica nos governos de esquerda, optaram por esconder, manter as suas economias fora do sistema bancário, no colchão eu sei lá onde. Simultaneamente, o presidente argentino Javier Mil conquistou uma vitória histórica nas eleições legislativas de Buenos Aires. O pleito foi uma resposta às suas conquistas econômicas, exaltando o seu sucesso em reduzir a inflação e garantir o primeiro superá orçamentário em 14 anos.
Vai, Mili. A capital argentina era um reduto de centro direita do proposta republicana, a legenda do ex-presidente Maurício Macre, que governava Aires desde 2007 e que terminou em terceiro lugar atrás até dos peroristas de esquerda. Quinto ponto.
Trump faz barulho essa semana. Depois de dar uma bronca no presidente da África do Sul na Casa Branca no começo da semana, Trump acordou com a pá virada nessa sexta-feira e disparou para todos os lados. Acertou na União Europeia, na Apple, na Samsung.
As suas declarações derrubaram a bolsa na Europa e nos Estados Unidos, lamentando que as negociações comerciais que o bloco europeu não estejam levando a lugar nenhum e que o bloco é muito difícil de lidar. O Trump diz que vai empurarífas de 50% na União Europeia a partir do dia 1eo de junho. Ele quer que a União Europeia zere as taxas e os Estados Unidos mantenha 20.
Senão ele vai subir para 50 e não tá nem aí. Ninguém na Europa se pronunciou ainda sobre as ameaças. O Trump também disse que depois de muitos avisos e pedidos pro don pro presidente da Apple, Chinco Kok, a Apple não transferiu a fabricação dos seus iPhones pros Estados Unidos e ameaçou impor uma tarifa de pelo menos 25% pra empresa se não nacionalizar a produção deles.
E disse também que a Samsung e outras empresas que vendem telefones estariam sujeitas às mesmas tarifas. Os analistas disseram que os iPhones vão custar cerca de 3. 500, quase R$ 23.
000, se forem fabricados nos Estados Unidos. Hoje custa 1. 000, 5700.
pelos cálculos, levaria 10 anos para transferir toda a produção para lá. Ou seja, é praticamente impossível, né? Um negócio difícil.
E no fim do dia ele assinou uma ordem executiva para facilitar e aumentar a produção de energia nuclear nos Estados Unidos e assim baratear o preço e esfriar a inflação. É, meus amigos, o Trump não sai das manchetes nem uma semana. E pra semana que vem, a última de maio, vai ter feriado na segunda-feira nos Estados Unidos.
Vão sair os dados de inflação lá e aqui no Brasil. Também vai sair a ata da última reunião de juros dos Estados Unidos. Também vai ser divulgado, né, dados do emprego no Brasil.
Vai sair o cajé, dados des emprego, carteira assinada e a penade contínua com a taxa de desemprego. O PIB dos Estados Unidos, do Brasil e da Europa vai est no radar dos investidores também. Eu sou Pablo.
Boa noite e um lindo fim de semana em família. Ai Torinho, ai [Música] Torinho economia no contexto certo. Сто.