o olá tudo bom né vinícius siqueira sou responsável pelo colunas tortas e no vídeo de hoje a gente vai falar sobre o texto da subjetividade na linguagem dormiu bem no início o ponto de vai ver neste nesse texto é mostrar como que é através da linguagem que a subjetividade pode se expressar é somente através da linguagem pode existir um tipo possível de subjetividade ea linguagem que permite que isso aconteça é isso significa que é somente através da linguagem que é possível falar eu que é possível identificar um outro esses elementos só conseguem ficar em jogo
através justamente da prática da linguagem e começa a prática só é feita em sociedade né só feita com outras pessoas esses elementos só podem aparecer também numa análise que envolva outras pessoas se desenvolva outros elementos que não só o locutor que não só aquele que fala e aqui eu sinto o próprio benício a linguagem está na natureza do homem que não a fabricou inclinamos sempre para a imaginação ingênua de um período original em que o homem completo descobriria o semelhante igualmente completo e entre eles pouco a pouco se elaboraria linguagem isso é pura ficção não
atingimos nunca o homem separado da linguagem e não o vemos nunca inventando lá o ou seja a linguagem era parte constitutiva dito que a gente consegue como o ser humano social como homem é o pedido do homem ele quer dizer o ser humano mas numa perspectiva de consciência de um animal que lidar com símbolos signos etc etc esse esse tipo específico de animal ele não pode ser concebido fora da linguagem como se ele fosse inserido na linguagem logo em seguida e o homem por sua vez ele sempre encontrado na sua comunicação com outros homens é
um homem ele sempre faz parte de algum tipo de comunicação intersubjetiva e a somente através da linguagem que é possível que o sujeito se propõe a como locutor e ao mesmo tempo ao se propor como locutores esse um corte que é o corte no ouvinte voluntário é só através da linguagem que um pode-se propor como locutor e ao mesmo tempo ter um outro como uma locutário e vice-versa e o interessante é vai dizer a pesquisadora werner a gente só tem uma possível um possível estabelecimento da noção de eu edito e como pressuposto a a relação
intersubjetiva ou seja a relação intersubjetiva é condição de possibilidade da existência do eu e do tour a condição de possibilidade portanto de se falar eu envolve a necessidade de haver um tudo e vai conseguir fazer isso para conseguir lidar com essa com esse ponto né com essa noção do eu e do tu é necessário tem diversas outras noções que a vera novamente vai falar sobre dentes isso significa que alguns apontamentos alguns apontamento de referência que são necessários da linguagem para conseguir para gente conseguir lidar com esse tipo é de indiferença do eu e do tu
são indicadores de subjetividade e esses indicadores envolvem a cindy e temporais né o passado presente futuro envolve também alguns índices de os tensão como este aqui e aí a gente começa a entender que a categoria de tempo e de espaço elas são uma necessidade ao se ter a categoria de pessoa em mim sua conclusão que a gente chega é que a categoria de pessoa ela não é exatamente uma realidade concreta mas ela é presente na língua e através da língua ela faz com que eu e tu sejam partes do nosso cotidiano e possam ser identificados
na nossa prática social dia a dia é claro que além dessas formas também dentro da dentes dentro dos indicadores de subjetividade a gente também tem formas de interrogação formas de asserção de intimação isso tudo através do modo inativo objetivo e todos eles vão acabar definindo uma posição onde a uma atitude de um locutor que demarca o eu de má tu falasse o que é próprio do eu a linguagem assim ela não é a realidade ela representa a realidade para representar a realidade ela vai construir essas categorias que na nosso cotidiano vão assumir formas que parecem
que sempre existiram né como eu como tu essa diferenciação do eu e do tudo depende muito da forma como a língua trabalha e como a anunciação pode trabalhar com a linguagem eu vou deixar aqui na descrição o artigo do bolo das portas a respeito deste texto da subjetividade na linguagem eu vou deixar também o texto da pesquisadora vera né para você também dá uma olhada sobre a dêixis sobre os índices de subjetividade dentro da obra do benveniste ela também é a pessoa que cada iguariaca mente fala que as relações intersubjetivas são condição de possibilidade do
erro e do tudo é então é essas relações intersubjetivas fazem parte de um primeiro momento e depois vem eu e tu elas a cidade é o interior até até mesmo é do erro de um tubo se você gostou do vídeo dá um like e compartilha por favor muito obrigado até a próxima