Sim, eu sou o professor Bairros e no tutorial de hoje nós vamos ver de sulfatador simples, corrente pulsada sem filtro para reviver baterias. Professor, tem uma bateria aqui que fica parada os meses, ainda tem salvação? Depende.
As baterias chumbo aastro são comuns em sistemas como nobreakes, alarmes e painéis solares, mas o tempo parado pode ter causado sulfatação. É sobre isso que vamos falar nesse tutorial. Vamos lá.
O vilão invisível, a sulfatação. Durante a carga, o chumbo e o ácido sulfúrico reagem, formando o sulfato de chumbo. Isso é normal.
Mas o que dá errado? Se a bateria fica descarregada por muito tempo, os cristais se estabilizam e viram verdadeiras pedras, aumentando a resistência interna. Uma solução inteligente, mas isso tem solução.
É só aplicar a técnica dafatação. Essa técnica usa pulsos de corrente para dissolver os cristais, tipo uma martelada elétrica. Exatamente.
Pulso por pulso, os cristais podem ser quebrados e a bateria recuperada. Circuito simples, eficiente e barato. Veja esse circuito, um circuito antigo tirado lá do site do professor Newton Sebraga.
Ele é simples e funciona muito bem. O polo do gato aqui está no capacitor de filtro. Veja que não tem capacitor de filtro.
E isso muda tudo? Sim. Sem o capacitor, a saída é pulsante perfeita para atacar os cristais.
Uma solução simples que evite estar criando circuitos mirabolantes para gerar pulsos. Eles estão ali prontinhos. É só tirar o capacitor de filtro.
Analisando o coração do circuito, o circuito é simples. Aqui tem o transformador com um secundário que fornece 21 V. Você pode usar um transformador com secundário 12 + 12 V.
Como tem a queda no diodo, tudo se ajusta no final. O diodo D1 retica. O diodo Zener define a referência.
O transistor 41 amplifica o sinal para o 2N5. Isso mesmo, aquele transistor antigo, mas que ainda tá na moda hoje em dia. Esses transistor manda pulsos para a bateria.
O circuito é uma espécie de ponte de corrente simples, onde a corrente de saída pode ser ajustada no potenciômetro P1 ou funcionamento simples. O circuito gera pulsos de corrente controladas pelo circuito eletrônico. Entre um pulso e outro, a bateria descarregada via resistência R3.
A carga e descarga em ciclos controlados deve ser feita com cuidado, pois um excesso de corrente pode causar um problema ainda maior, que poderá inutilizar por completo a bateria ou acumulador. As placas se deformam ou mesmo racham. E o resistor R3?
Esse resistor é importante, ele limita a corrente de descarga da bateria. Como ajustar a corrente e preparar a bateria? Você tem que ter cuidado no ajuste da corrente.
Uma forma simples de estimar a corrente é olhar a capacidade da bateria. Normalmente está escrito na própria bateria. Ajuste a corrente para cerca de 1 déo da capacidade da bateria.
Então, para uma bateria de 45, devo ajustar para 4,5 A, correto? E atenção, ligerímetro em série, como está descrito no diagrama. Se você tiver um amperímetro, melhor, mas se não tiver, a sugestão é colocar uma chave liga desliga em paralelo com amperímetro e monte plugs bananas na caixa para ligar o amperímetro externo.
Pode ser o seu multímetro mesmo. Insira o multímetro no plug e desliga a chave. Então é só ajustar, mas o ideal é usar um amperímetro.
Porque ao usar o multímetro, não esqueça de tirar as ponteiras da medição de corrente e passar o cursor para outra escala, ou você pode explodir literalmente o seu aparelho. Outro detalhe importante é verificar o nível do eletrólito. Se estiver baixo, nada funciona.
Claro que a corrente máxima vai depender do transformador e do diodo. Não é um diodo simples, tipo aqueles um N47, tem que ser um diodo de potência. O mesmo para o transformador.
A corrente no secundário é alta, da ordem de 5, então não esqueça, diodo e transformadores de potência. Cálculos rápidos e práticos. A corrente para a resistência R3 da figura, que é de 27 ohm, pode ser calculada facilmente.
É simplesmente a tensão da bateria carregada sobre a resistência. Lei de Oh oh simples. Então 12/ 27 dá aproximadamente 0 amp.
500 mA, uma corrente prática paraa maioria das baterias. Note que estamos pensando sempre na tensão e corrente eficaz, mas cuidado com a potência. 12 V x2 A, isso dá 6 W.
Você deverá usar uma resistência de potência dessas verdes de 10 W. Essa resistência vai esquentar? Vai, mas não será muito não.
Recuperação em andamento. Você pode acompanhar a recuperação facilmente. É só monitorar a tensão da bateria.
É só usar um multímetro para medir a tensão. Mas cuidado, se você estiver usando o mesmo multímetro para medir a corrente, não esqueça de trocar as conexões das ponteiras e trocar o cursor para medir tensão. Ao monitorar, você vai notar que a tensão vai subindo aos pouquinhos.
Se estiver subindo, é um bom sinal. É sinal de recuperação. Pode até demorar um pouco, mas vale a pena.
Conclusão: Sim. Mea com cuidado e confie que a corrente pulsada é física bem aplicada. Salvam baterias.
Você viu que a sulfatação é um problema que pode ocorrer em baterias armazenadas por longo tempo e viu como recuperar usando pustos de corrente e ainda viu um circuito simples, eficiente e baseado em conceitos técnicos sólidos. Se atenção subir, voltou a vida. Bom proveito e por favor se você não é inscrito, se inscreva e marque o sininho para receber as notificações do canal.
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