já vimos o planejamento e agora vamos falar da apuração do resultado aqui claro a gente não vai durante esse curso durante essa temática da distribuição de lucro falar da apuração de resultado propriamente dita é da do zeramento da drf elaboração é demonstração de resultado não vamos falar de fechamento de balanço nem estamos partindo da premissa de que isso já é conhecimento aí os analistas contábeis envolver de ação ex pets nesse aspecto que jack focar especificamente na apuração do resultado no viés da distribuição de lucro coisas importantes que devem ser levadas em consideração o primeiro ponto
é justamente essa esse ponto é que você vai elaborar as demonstrações contábeis código civil ele fala de balanço patrimonial e demonstração de resultado econômico mas claro com a convergência do brasil às normas internacionais de contabilidade não há o que se falar somente de bala no ct dr paula balanço de r e inventário inventário continua sendo feito mas as demonstrações contábeis são muito mais do que simplesmente balanço e dr não sei você seja da entergy mil e aí claro só o balanço desta nota explicativa mesmo né e só ficou a nota explicativa de fora do código
civil mas se você usa np ctg mil normas completas ou em 6 404 o seu trabalho é bem maior do que simplesmente balanço e dr então além disso demonstrações contábeis e utilizavam inventar você deve ter em mente que balancete não é demonstração contábil comentei sobre isso na no vídeo anterior falando ele sobre precificação falando sobre cobrar um justo para que você possa fazer um bom trabalho é e adentrando a questão das normas brasileiras de contabilidade e das diferentes normas contábeis que inclusive já comentei aqui pra você já falei sobre quais as normas a quais o
as demonstrações aí de cada norma de forma mais rápida agora vamos relembrar essa questão nós temos aí tg mil de uma lei de 1957 a norma mais simplificada né a quem se aplica à igreja mil aquelas empresas que têm uma contabilidade bem sinto sozinha e que a sua receita no ano anterior à elaboração das demonstrações contábeis fica até o limite da lei complementar 123 2006 que aquela lei do simples nacional nec no seu artigo 3º faltas mzp lá atrás a definição é atualmente a microempresa aquela empresa que tenha receita até 360 mil à empresa de
pequeno porte que ela tem a sua receita até quatro milhões e oitocentos essas são as ms e pps atualmente a redação da lei complementar 123 atualizada dispõe assim e isso te autoriza a buscar o porte de emir um porte de e&p que é um registro que se faz perante o cartório ou junta comercial dependendo se a sociedade simples ou empresário é isso que confere tratamento jurídico diferenciado mas mesmo aquela empresa que não é enquadrado com o mrpp que não têm o tratamento jurídico diferenciado de mpp mesmo assim se a sua receita fica até o limite
de 4 800 o limite atual novamente do artigo 3º da lei complementar 123 pode utilizar a itv news inma isso o início da igreja mil é isso é colocado na qe que atenda a esse requisito não fala nada de ter o porte não falar nada de ter o regime do simples nacional então se você pode ter uma empresa por exemplo que era o lucro real mas pessoa receita tá dentro desse limite que a sua contabilidade é simplória o suficiente pra isso você poderia enquadrar na inter gemil né assim e e logo em seguida venha ibc
de jamil ter um pouquinho mais complexa é uma contabilidade ainda simplificado de parte da contabilidade completa com seus vários cpc suas várias normas contábeis e é isso é simplificado é sintetizado através do cpcp ms aprovado pelo conselho federal de contabilidade através da nbc t g mil nem na nbc 30 mil e junto também já vou falar da nbc full seja quem aplica integralmente as normas contábeis cada um dos cpcs cada um dos pronunciamentos contábeis cada uma das normas publicadas pela pelo conselho federal de contabilidade tanto a nbc t já viu quanto à norma completa exigem
demandam balanço dr dr a de mpf deve ser em nota explicativa então quem é da igreja mil pode fazer simplesmente balanço de r e nosso aplicativo agora quem usa a nbc t geninho ou a uma completa necessariamente elabora balanço da idéia de pele deve ser em nota explicativa aliás nota explicativa todo mundo vai elaborar não tem essa todo mundo está sujeito todo mundo faz nota explicativa ninguém fica de fora de nota explicativa que aliás é a demonstração contábil o mais importante de todas se tem uma demonstração contábil importante a principal para o computador fazer o
seu trabalho é nota explicativa infelizmente a gente vê em notas explicativas é irrisória se é que existem só para constar em de 6 78 páginas vão falando nada com nada isso é muito pouco as divulgações são importantíssimas tá mas isso é conversa para uma outra ocasião ea lei 6 404 a lei das s.as exige também demonstrações contábeis uma fórmula 1 quem diferente exigindo um balanço de r de lpa défice deverá em nota explicativa sendo que a deverá só é exigida para a companhia aberta para as fechadas não a dfc se o teu pl é uma
companhia fechada se o pm foi inferior a dois milhões fica dispensada a deve ser diferente da nbc t jammil e daí não percebo que não dispensa 10 e não existe essa possibilidade na lei 6 404 não se fala em dm pé não se fala em dr a porém as companhias tradicionalmente se apoiam se suportam na nbc completa na inglês e fulco em cada um dos cpcs e por conta disso para atender ao cpc 26 acabam apresentando o conjunto completo das demonstrações contábeis tal qual as outras empresas não é uma exigência da lei 6 404 mais
acaba sendo uma habitualidade nesse mercado bom agora a gente vai começar nessa parte de apuração a entender com mais detalhes como é que se faz essa contabilização na apuração do resultado da apuração de resultado no fim do exercício e vamos desdobrar isso para apuração de resultado intermediário para que você tenha uma visão contábil da coisa um pouco mais detalhada vai só essa se mundo das idéias aqui onu para a questão um pouco mais prática que são lançamentos é bastante simples não os de propósito não uso valores que normalmente quando fosse faz exemplo com valores das
pessoas que estão preocupadas em calcular em fazer um valor que não percebem a lógica do lançamento contábeis que eu quero que você tenha muito claro na sua mente é a lógica da coisa se entenda isso para poder aplicar no contexto específico que for eu coloco como se fosse a seqüência lógica o primeiro ponto é apurar o resultado e se apurar o resultado muitas vezes de zeramento né entrado somente uma conta transitórias a conta de apuração de resultado do exercício uma conta que fica lá no final do resultado né inclusive essa conta transitório por sua natureza
transitória inicia e termina o período gerado nessa pra fazer um link com e cd por exemplo né e c d e e cef as contas transitórias elas recebem a natureza dê conta nove outros ela não é mapeada pelo plano referencial da receita federal e por isso essa conta não vai aparecer na sua ecf nas ondas transitórias conta de compensação as transitórias recebem natureza 9 às de compensação natureza 5 mas ambas não são referenciados não são mapeadas e por isso não vão aparecer lá na sua e cef mas enfim o 'zeramento' que você vai fazer ela
será cada um dos danos cada uma das contas de resultado das receitas dos custos das despesas contra essa contínua apuração de resultado do exercício vai congregar e vai concentrar e o saldo final saldo resultante o lucro ou prejuízo do período nessa supondo que isso seja é lucro não é você vai ter aí um saldo credor nessa conta e vai transferir esse saldo para o patrimônio líquido médio já que o resultado do exercício se acumula no patrimônio líquido lembrando a demonstração de resultado ela é uma demonstração que apresenta o resultado daquele exercício enquanto que o balanço
patrimonial uma fotografia que mostra o acumulado até aquela data então há uma diferença bastante importante aí eu quero saber o resultado do exercício era de r que olham no balanço patrimonial balanço patrimonial mostra o acumulado até aqui incluindo o próprio exercício né então por isso você vai zerar essa pontinha apuração de resultado do exercício para levar esse saldo pro pl o os acumulados ou em prejuízos acumulados na evidente que se é fosse uma situação de déficit de prejuízo nem a conta de apuração de resultado do exercício teria na teria seu saldo devedor ea elevar esse
saldo devedor propele portanto segundo lançamento que você tem na tela ficaria invertido o primeiro lançamento teria débito na apuração de resultado do exercício a cair mais o meu 'zeramento' faço diferente eu faço um lançamento para cada conta eu sei é só pra não te mostrar não ficar aqui mostrando um monte de lançamento tinha sem necessidade então ele o primeiro eu tô sintetizamos vai debitar uma conta do resultado a crédito da conta de resultados de apuração de resultado do exercício vai acreditar uma conta do resultado a débito da conta de apuração do resultado do exercício pode
ser sem problema nenhum quer fazer um lançamento aberto ou vários lançamentos fechados para fazer o juramento você pode ficar à vontade é a gosto do freguês tá bom fez o 'zeramento' levou então portanto o lucro para o patrimônio líquido lembrando que nós já vimos em aula anterior em vídeo anterior nenhuma sociedade contratual que não seja de grande porte é obrigada a constituir reserva não ser que esteja no seu contrato então por isso que eu estou representando aqui como lucros acumulados porque não há uma obrigatoriedade de fazer diferente disso a não ser o seu caso concreto
tenha uma demanda de reservas de lucro e aí depois eu tenho a distribuição do lucro em que o de vitor pé e acredito banco né aqui um ponto uma dúvida muito recorrente caiu sobre gado atirador pele levar esse lucro para o passivo não dar nenhum que diga isso então habitualmente as obrigações da entidade com os seus sócios fica no patrimônio líquido essa função principal do patrimônio líquido mostrar essa relação entre a entidade e os seus stakeholders né a gente escuta muito isso na faculdade aos sócios são os stakeholders quem é esse negócio não só se
o cara que é o último da fila é interessado na sociedade é parte interessada é parte ativamente interessadas inclusive por bené por aportar recursos mas é o último da fila para ficar esperando por isso que opera o patrimônio líquido antigamente era chamado de passivo não exigível época era um passivo é uma obrigação da entidade mas que esse essa pessoa não tinha direito de cobrar não só não poderá eu quero primeiro meu dinheiro aqui dane se o fornecedor dane se o fisco eu quero primeiro dinheiro não esse passivo ele não era exigível porque eu só sou
stay cool ler o cara que está no final da fila então é hoje em dia o patrimônio líquido mais na época a gente chamava de passivo né não exigível e essa origem da nomenclatura ajuda a entender um pouco essa relação de sócio com a sociedade mas é quando é que eu vou lançar para o passivo é como é que eu vou então lançado por quase não creditar o lucro nem esse é o nono creditar o lucro é criar esse passivo quando falar acreditar o valor é 1 reconhece a receita outro reconhece a despesa ou você
reconhece o passivo obrigação de pagar mas ainda não pagou efetivamente está falando o creditamento né normalmente o creditamento é quando você reconhece a despesa contra o passivo a receita contra o ativo mas não teve a realização financeira aqui no lucro não vai falar de receita e despesa é porque está falando do zeramento do resultado para o património e do patrimônio líquido para o passivo mas fica aí a forma de interpretar a coisa né então começa do mesmo jeito você vai apurar o resultado gerando as contas de resultado contra aquela pontinha transitória da contínua transitória você
leva para o patrimônio líquido aí você creditou o lucro é acreditar no gol transformar isso num passivo com o conceito de passivo passivo é uma obrigação presente que decorre de um fato passado um fato já ocorrido que o valor é mensurável de forma confiável e que há um prazo definido para ser cumprido é algo que é exigível nec é comprável dessa entidade alguém pode cobrar da entidade num determinado prazo esse é um passivo então vamos lá é é uma obrigação presente têm obrigação de entregar dinheiro é um fato passado já houve o fato que criou
essa obrigação o valor mensurável auto-explicativo sei qual o valor exato desse negócio com confiança eu sei que o valor nesse negócio desse passivo e um prazo há um prazo determinado para apagar isso então esse conceito de passivo ajuda indo para o consultor do contexto específico da distribuição de lucro é ajuda a gente entender o seguinte não é qualquer lucro é um passivo quando que a gente poderia ter um passivo e constituir o creditamento desse louco por exemplo olha é foi deliberado que sócio receberá um núcleo em 90 dias ou em três parcelas mensais iguais e
sucessivas no valor de tanto aí poderei características porque eu tenho o fato passado que a apuração do resultado aprovação do lucro então eu tenho um fato passado eu tenho obrigação presente de entregar isso inclusive na ata da reunião onde constou tudo é toda essa deliberação lá constava com o valor definido e com o prazo definido eu tenho um passivo perfeito e sem problema nenhum fora isso mantém esse negócio do pr até porque quando você pega um lucro e leva para o passivo gratuitamente necessidade de fazer isso tem um impacto direto nos índices da empresa né
pequeno simples que você pegar o passivo e nos índices você separa o passivo do pr então se você pega o valor do pele leva pro passivo você está prejudicando os índices dessa empresa além disso o creditamento ele é considerado como remuneração então se a empresa acredita lucro para o sócio o sócio tem que considerar esse lucro é é creditado a ele como ao ferido e isso vai ter um impacto direto na declaração de pessoa física de sócio ou se foram só as pessoas jurídicas na sua contabilidade na sua ecf é isso vai pra de fiz
vai ser considerado lucro remunerado já era difícil vai ser lucro remunerados você pega lá na dirf e vai nas orientações de preenchimento no f1 da adifea lá consta o lucro pago ou creditado é que é muito comum a gente só fala de lucro pago na então é isso causa estranheza pra você quando eu conto essa história mas se você credita a empresa acredita o lucro a outra parte também tem que considerar esse lucro creditado isso tem que fechar porque se não vai bem vai ter consistência e no cruzamento de informações você pode acabar se prejudicando
então as levar isso em consideração e portanto quando que por enquanto é interessante quanto é jogo a gente fazer esse creditamento né benhê eu penso aí em duas situações a primeira quando há uma saída de sócio nesta manhã o seguinte a empresa tem o lucro tem lucro acumulado só se vai sair e ele vai vender as cotas dele pra alguém quando ele vende as cotas as cotas levam consigo os direitos e as obrigações então se uma cota tem no têm direito ao lucro no pele quando você vende essas cotas você vende junto o direito àquele
lucro que está no pé está vendendo cota com lucro embutido é isso que está acontecendo então para evitar isso next raul se eu tenho a mil reais em cotas só que ela dá direito a 10 mil reais de lucro é vou vender essas cotas se eu vender por mil reais ou perco os dez mil reais de lucro se eu vender por 11 mil pra compensar vou pagar ganho de capital que a pessoa física tem lá pagou mil reais aí vender por onde vai pagar bens de capital aí surgem as estratégias né então já sei vez
disso vai aumentar o capital com esse lucro acumulado e vou vender as cotas só que aí a pessoa na outra ponta não vai poder retirar esse look talvez só contasse com isso para recuperar o investimento então pode ser que isso não seja tão interessante né então tem esses probleminhas agora não quero dizer o seguinte olha eu tenho mil reais de cotas e vou vender por mil reais suas cotas só que o lucro vai ser meu não vai ser de novo cotista então pra isso o creditamento pode ser interessante antes de sair da sociedade a uma
reunião a prova se esse resultado se já não estava aprovado e aí se deliberar pela pela distribuição desse louco óleo o núcleo até tal data será creditado para o sócio joão que receberá esse lucro em 24 vezes mensais iguais e sucessivas poxa aí sim eu tenho um passivo constituído por que eu tenho uma obrigação presente que decorre de um fato passado um valor mensurável com de confiança confiabilidade com confiança e que o prazo está determinado todo mês então vou acreditar e aí eu vou creditar individualizadamente para cada sócio percebeu que eu coloquei ele lucros a
distribuir para o sócio ao lucro se o livro sócio bené se tiver mais de um sócio sendo creditado o valor eu devo separar ali outra situação que pode nos levar a um creditamento do meu ponto de vista que justificaria o creditamento é levando isso para o passivo são as situações em que um sócio recebe o lucro e outros não eu não quero receber eu tenho direito esse louco mas eu não quero receber neste caso é interessante observar o creditamento porque pode virar o ano sem ele recebeu o lucro e isso gerar um problema societário vou
dar um exemplo imagine que você somos sócios e tem lá um lucro de 100 mil reais e é sociedade meio a meio então eu tenho direito a 50 mil você a 50 mil e você retira sua parte do retiro com 50 mil e eu não quero repetir agora deixa lá tá tudo bem isso fica no pé dos meus 50 mil de lucro fica no térreo aí depois vira o ano ea empresa tem prejuízo à empresa tem lá 800 mil reais de prejuízo naquele que vai acontecer esse prejuízo vem para o patrimônio líquido e vai consumir
todo o lucro acumulado tauá os 50 mil só que esses 50 mil de lucro seja só meu concorda comigo que neste momento só eu estou suportando o prejuízo você não estaria suportando acredito que você já tirou suco então fica uma situação desigual que pode gerar o embaraço constrangimento uma irritação uma divergência entre sócios e aí a sociedade pode acabar dando então para evitar esse tipo de problema para evitar esse tipo de incomodação esse tipo de sabor é interessante olha vai uma pessoa vai tirá lo por outro não vai retirar e vai virar não talvez creditar
o lucro é essa pessoa que não retirou levar o passivo para não misturar um prejuízo do ano seguinte ou com lucro pra perder o controle disso talvez seja interessante bom e aí depois de creditado nem venha a distribuição do lucro propriamente dito em que você deve ter o passivo créditos banco remunera e pronto segue o jogo segue vida dá uma outra situação é de resultado intermediário então é que a gente falou de resultado no final do exercício social tanto fazer o juramento e distribuí-lo cruzamento acreditava e depois tranquilo agora vamos falar do resultado intermediário que
acontece começa tudo muito parecido nero as contas de resultado normalmente é um é um comando no seu software contábil é bom faz o juramento faça o juramento ele faz esse processo não é de zerar a as contas de resultado contra conta transitória da conta transitória leva o patrimônio líquido como nós já vimos o processo e aí depois você distribuiu logo aqui a minha sugestão pra você é o que utilizar uma conta redutora dos lucros acumulados chamada distribuição de lucro intermediária muita gente faz distribuição de lucro é e debita o ativo é isso é uma coisa
super esquisita normalmente quando é que se faz esse lançamento a débito do ativo desses lucros intermediários quando a pessoa não está fazendo intermediária fazendo o tal do da antecipação de lucro e como já falei e repito antecipação de lucro não existe porque você não viaja no tempo você não sabe se no futuro haverá lucro ou não né então você primeiro apurou resultado como você tem aqui na tela e depois você distribui o resultado ainda que seja intermediário e aí por que não colocar isso no ativo porque o ativo é aquilo que representa é a 1
que tem direito a alguma coisa que a empresa entende que tem uma expectativa válida de benefício econômico futuro né porque o caixa está no ativo que você espera poder que o dinheiro você pode usar para outras coisas para quitar os passivos pra fazer o que quer que seja você porque o seu estoque está no ativo que você tem um benefício econômico de vender aquele negócio que seu ativo imobilizado tatá no ativo porque aquilo ali vai depreciando pra conseguir consumir economicamente mas por enquanto ele tem um benefício econômico assim que será gerado no futuro na espera
se que ele gera um benefício econômico no futuro isso é ativo coisas que tenham bem que gerem benefícios que se espera que gera um benefício econômico no futuro para a empresa deixa eu te perguntar uma coisa qual é o benefício econômico esperado para uma empresa ao pagar lucro sócio eu paguei o imposto a maior e fica no ativo porque que eu espero conseguir recuperar isso em dinheiro agora logo não vai recuperar lucro nessa você empresta o dinheiro empréstimo sem mútuo o toucinho ativa porque o que você espera receber isso de volta a não ser que
seja um empréstimo diz passado a doação disfarçada de empréstimo um lucro disfarçado de empréstimo aí a falcatrua está feita e tá tudo errado é mais considerando que a operação está sendo feita corretamente é lucro lucro lugar do trânsito do era um patrimônio líquido de forma nenhuma seria no ativo e aí você fez tudo e se apurou resultado o estribo intermediário só que aí você vai fazer e vai elaborar as situações intermediárias aproveitando esse 'zeramento' então coloco ali você vai elaborar as demonstrações balanço da rbr adm pele deve ser se forem bctg mil ou se usar
as normas completas né a partir disso vem a pergunta e aí deixa esse juramento feito bem a maioria dos sistemas contábeis dos softwares contábeis não faz contabilidade isso é um fato então esse software que contábeis que não fazem contabilidade eles não entendem que é uma demonstração intermediária que bastaria ter uma indicação olha isso aqui é uma demonstração intermediária até o encerramento intermediário eu preciso que pra prefeitos contábeis você mantenha o saldo do resultado lá acumulados para que no final do exercício social elabora as demonstrações anuais até porque pela característica qualitativa de comparabilidade você precisa comparar
demonstrações contábeis do exercício social com as do ano anterior isso é necessário só uma exigência da norma contábil só que se você fizer demonstrações por exemplo trimestrais você não vai ter comparado o ano você não vai ter demonstração do ano inteiro e isso não vai ter comparado com o ano anterior você tem um problema contábil sério então qual é o a solução que normalmente faz se elabora as demonstrações intermediários e aí você salva isso né rtf que vai ter que anexar nuno j800 10 e depois e aí você faz a quarta etapa detalhe que é
desfazer o zeramento você desfaz o zeramento para continuar o exercício social e lá na frente poder fazer o encerramento anual é é um paliativo é uma forma de burlar a incapacidade dos softwares contáveis né aí sim lá no final do ano aí sim você faz o zeramento do final do ano né não o resultado contra continha transitória da contínua transitório leva para o patrimônio líquido isso e aí no final do ano você vai fazer o confronto entre o lucro que efetivamente foi apurado ao final do exercício social e com aquilo que foi distribuído de forma
intermediárias parece esse encontro de contas e com isso você verificar a o que sobrou lhe sobrou ali é o lucro que não foi distribuído de forma intermediária ainda e aí qual o grande problema que pode surgir de repente no finalzinho do ano a empresa tem uma dor de barriga e não gera né todo o lucro esperado imaginar março de um lucro se distribuiu em junho de um loucos e distribuiu em setembro de um lucro você distribuiu só que aí de outono pra frente a coisa degringolou você não teve só nessa teve prejuízo isso reduziu o
lucro no final do ano que acontece esse excedente que foi distribuído de forma intermediária será tributado a atrair mais consciente dessa forma que o lucro excedente o lucro intermediário não é definitiva e intermediário então há de se fazer com cautela se você tem uma empresa sazonal leve essa sazonalidade em consideração você não tem uma empresa em constante leve isso a análise para fazer de forma conservadora que se no final das contas algo foi distribuído de forma excelente lembro do que eu já comentei em aulas anteriores lei 8 981 artigo 61 instrução normativa 1.700 artigo 238
esse excedente tem tributação tributação de 35% considerado a remuneração líquida dessa retenção tal acontece na verdade um reajustamento de base de cálculo né e além disso e se esse imposto de renda ele é considerado definitivo tá é não é ajuste anual você não vai conseguir recuperar isso e esse imposto está atrasado desde a data em que você fez o pagamento presidente popular e traz uma agenda que você pagou em junho e você descobre em dezembro que isso não é mais que isso não se concretizou como desde junho está acumulando multas e juros de mora então
é bastante importante ficar atento a isso além disso né cruzando aqui com a informação do livro diário e se você quiser através de cd lembre se do seguinte quando você quiser e cd você vai ter o 'zeramento' se você tem o 'zeramento' anual então j sem do balanço j 150 da br vai montar anual e aí essas demonstrações intermediárias você vai anexar em rtf no j800 uma outra alternativa é você não fazer senão não desfazer os juramentos trimestrais por exemplo certamente intermediários e na receber apresentar os vários elementos intermediários é uma possibilidade só que nesse
caso os jotas em j 150 até as demonstrações periódicas mas não vai ter anual comparada com a anterior aí vai ter que fazer isso e e anexar os 800 demonstrações anuais comparativos com o ano anterior o que não pode é deixar de ter uma coisa ou outra pode fazer só uma ou outra têm que fazer as duas coisas na hipótese de ter feito demonstrações intermediárias né e aí é importante lembrar que o último slide é importante lembrar que o resultado intermediário não é a mesma coisa que a antecipação nessa remuneração sem justificativa que tem um
slide aqui ao meu lado é justamente o artigo 61 da lei 89 eu já mencionei bastante pra você já falei dessa relação entre um sócio a sociedade já falei que não é o ativo não é o lugar de se colocar lucro intermediário que não faz sentido nenhum contabilmente não faz absolutamente nenhum sentido espero que tenha ficado bem claro pra você que com isso a sua apuração de resultado sua contabilização sua análise tributária o que está sendo feito tenha ficado aí bem clara bem tranquilo