Então vamos lá. Alguém testa para mim só o microfone paraa gente ver se tá funcionando o microfone de vocês. Alô, alô. Aí, gratidão. Gratidão. Centrado é um pouco diferente. Então, vamos lá, pessoal. Hoje a gente vai falar um pouquinho das nossas verdades. Boa noite, professor. Boa noite. Ótima noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Então, vamos lá. Então hoje a gente vai Falar de um assunto muito importante para nós, da nossa essência. Professor Carlos, é a Sônia. Desculpa, é que assim eu não tô conseguindo habilitar meu minha minha câmera para algum problema. Ontem eu não
consegui o chat, hoje eu não consigo a câmera. Deixa eu ver aqui. Não sei como fazer para habilitar isso. Eu acho que a hora que você entrou, eu acho que a hora que você entrou deve ter aparecido um recadinho lá. Habilitar microfone e Habilitar câmera. Se você quiser tentar sair e entrar outra vez para ver se vai dar certo, porque aqui tá sair é aquele livre ali, né, que tem um homem andando. Não. Eh, eu acho que aí embaixo do lado direito, vê vê se tem um botãozinho sair. Só que a hora que você sair
vai você vai sair da reunião. Não, não tem, não tem. Tá escrito livre. Livir a É o livre mesmo. É o livre mesmo. O homem da portinha. É isso aí. Vou sair e vou vou entrar de novo. Então era só um pouco. Então tá bom. Gratidão. Muito bom. Então tá, vai dar certo, com certeza. Vamos lá então. Então hoje nós vamos falar, pessoal, da nossa essência sobre a OK? Então tema muito importante, né? Porque é o tema que vai sustentar aí o nosso sistema endócrino, um sistema importante que a gente tem no nosso corpo humano,
ok? Sistema que se a gente tem um desequilíbrio dos nossos hormônios, né? as glândulas, dos hormônios, a gente Sabe que dá probleminhas chatos, né? Atrapalha o nosso dia a dia. Então é um sistema importante pra gente olhar, tá? Então agora eu precisava da ajuda de vocês aqui. Como que a gente poderia definir a essência? O que é a nossa essência? Que que vocês falam para mim aqui? Lembra que não tem resposta errada, certo? A gente vai trocar ideias aqui. Aqui não tem tá nada certo e não não está nada errado. São hipóteses, né? Maneiras diferentes
de Ver a mesma coisa. Que que vocês acham? Que que é a nossa essência? A gente tem que partir daí. É o nosso eu original desprovido de informações. Eu imagino perfeito. Nosso eu original desprovido de informações. Maravilhoso, né? Então a gente fala muito disso, né, Carlos? Eu tenho que seguir a minha essência, eu tenho que respeitar a minha essência, eu tenho que defender a minha essência. Maravilhoso. Mas muitas vezes a gente não sabe muito Bem o que é essência ou a gente não sabe definir o que é essência, não é isso? Hoje a gente vai
conversar bastante disso. O que que será que é essência? Às vezes a gente confunde um pouquinho, né? Na aula passada alguém trouxe um um alguém falou um termo assim: "Somos seres de luz". Não sei se vocês lembram disso, né? Somos seres de luz. Maravilhoso. Vamos entender um pouquinho isso, então. Vou compartilhar com você. Ó, a nossa centelha divina colocaram no Chat aqui. Maravilhoso. No meu entendimento, no meu entendimento, somos um ponto de luz oriundo de um ser supremo. Maravilhoso. Maravilhoso. Conjunto de informações que nos faz bem. Ó lá. Conjunto de informações que nos faz bem.
OK. Outra, uma outra hipótese. Todas, todas as hipóteses existem. Vamos conversar um pouquinho disso. Então, minha essência é o meu eu interior, original da fonte divina. Maravilhoso. Muito bom. Então, vamos lá. Deixa eu compartilhar com vocês aqui e vamos com tudo. Lembrando que o combinado nosso é tirar dúvidas. Qualquer dúvida, tira as dúvidas, participa, coloca a sua posição. Isso só vai nos ajudando nas nossas reflexões. Bom, às vezes tem um pouco de vergonha de falar, escreve no chat, pode pôr no chat que a gente lê lá, combinado? Então, vamos com tudo aqui, ó. Talvez você
acha que sabe quem é. Vamos ver. Talvez você sabe de Quem. Talvez você ache que sabe quem é. Mas quando foi que você decidiu essa verdade? Quantas vezes foi só algo que ouviu do seu pai, da sua mãe, de alguém que te marcou? A verdade que você defende hoje pode ser só repetição daquilo que te fica. Então aqui, pessoal, às vezes a gente confunde um pouquinho, eu confundi isso por muitos anos, né? Eu confundia que a minha verdade, que eu seguia a minha Essência, eu defendia a minha essência, era eu fazer as coisas em cima
do que eu achava certo. E o que eu acho certo é a minha verdade, certo? Carlos, é certo isso, é errado aquilo. Então eu não faço isso porque é errado, eu faço isso porque é certo. Maravilhoso. Mas aqui, pelo menos eu, por muitos anos e anos, eu ia seguindo o que eu achava que era verdade. Até eu perceber um dia que as verdades Que eu tava seguindo não necessariamente era minha, né? E aqui que a gente tem que entender um pouquinho. Será que a minha verdade é a minha essência? Que que vocês acham? Será que
a nossa verdade, o que a gente observa de verdade, de certo, errado, essa é a nossa essência? Quando a gente fala: "É certo isso, é Errado aquilo", que que vocês acham? Será que eu tô seguindo a minha a minha verdade ou tô seguindo a minha essência? são coisas separadas. Carlos, eu creio que a gente às vezes tende a se autodefinir a partir da definição do outro, né? Então, não obrigatoriamente a gente se autodefine pela nossa essência, mas por aquilo que a gente pelo julgamento do outro, pela visão do outro, pel aquilo que a gente Projeta
e o outro e o outro entende daquilo que a gente faz, né? Então, acho que não são coisas que estejam eh que uma representa a outra, não. Perfeito, perfeito, né? Porque eu vou me definir em cima, como a Conceição trouxe pra gente, ó, eu vou me definir em cima do que eu do que eu observo como certo ou errado. Só que será que será que essa verdade que eu que eu imponho ela é minha? Ou parte é minha, parte não é minha? Parte é minha, parte eu fui recebendo essa verdade, não é isso? Vamos ver
no chat lá, ó. Tem coisa muito legal no chat aqui, ó. Essenciamento já conjunto de informações que se manifesta por meio de um filtro neurobiológico. OK? São coisas separadas. Legal. Acredito que tem interferência da família, dos grupos mais próximos e pelo meio que estamos conectados. Maravilhoso. Ó, nossa verdade faz parte de uma programação social vinda da Escola, da família. etc. Verdade não é essência. Vamos indolhando para ver o importante é cada um de vocês ir tirando a própria, a própria observação. OK? Não é legal a gente ah, engolir. Ah, é, é isso porque o Carlos
falou, é isso porque o fulano falou, é isso porque eu li aqui, ali. Não, a gente vai recebendo essas informações, a gente vai refletindo, a gente vai observando com com a nossa consciência. E aí nós temos Que chegar nessa nessa definição individual de cada um. Isso que é o o legal da vida, que a gente pode observar coisas hoje, amanhã eu observo diferente. Caraos, eu eu acho que a nossa verdade no fundo no fundo no fundo ou quem a gente é, talvez a gente saiba, mas vão colocando tanta informação para eventualmente contrariar a nossa essência,
que no fim a gente fica num emaranhado como se fosse uma Cebola e vai se perdendo da nossa essência. Mas eu acho que quando a gente é pequenininho, talvez a gente chegue aqui meio que sabendo quem é. ou então durante a vida crescendo, te colocam alguma coisa, uma programação, alguma coisa no teu coração, fala: "Mas eu não acho assim". Mas como é coisa geral, comum, você vai engolindo? Eu eu me eu vejo meio assim. Legal, muito bom, maravilhoso, porque às vezes A gente, pelo menos eu já escutei algumas frases assim, ó, na minha vida, né?
Eh, você tem que caminhar para Deus, você tem que caminhar paraa luz. Já ouviram isso? Você tem que encontrar luz, não é isso? Encontrar Deus, não é isso? Só que se a gente refletir um pouquinho, será que eu tenho que encontrar luz ou eu já sou a luz? Não é isso? Por isso que falaram na aula passada Assim: "Somos seres de luz". Será que eu não encontro porque eu tô procurando isso? E eu tô procurando algo que não é que não tá fora de mim, né? Porque se eu entender que eu vim de novo, né?
A gente falou bastante disso, do espertozóide, do óbvio, então informações do papai, informações da mamãe e da informação primária de Deus, do universo, da centelha, do todo. Cada um vai dar um nome diferente. Mas se eu observer que Eu vim dessa centelha divina, que eu vim de Deus, eu já sou luz. O problema que a gente vai não é apagando a luz, nós vamos bloqueando essa luz, nós vamos colocando informações da nossa consciência. Eu não tenho como apagar essa luz, mas tem como eu bloquear essa luz. Imagine uma lâmpada e a gente vai colocando papel
em volta dessa lâmpada. A gente não vai bloqueando a luz, não é isso? Se eu for colocando papel Preto em volta dessa lâmpada, vai ficando escuro, mas a luz tá lá na lâmpada já. É só eu tirar o papel que a luz aparece, não é isso? Então a gente pode pegar um pouquinho essa analogia. Eu já sou luz. Se a gente observar com esse com essa analogia de luz, né? Eu já sou luz. A luz já eu já sou luz. Só que conforme eu vou vivenciando, eu vou bloqueando essa luz. Conforme vou colocando meus traumas,
minhas emoções, Meus pensamentos, minhas verdades, eu vou bloqueando essa luz. Então, o que que eu tenho que fazer? Eu não tenho que procurar a luz. Eu já sou. Eu tenho que deixar essa luz reverberada. Então, lembra da lâmpada, eu tenho que tirar o que tá tampando a luz. Eu tenho que tirar os papéis pretos que eu fui colocando em volta dessa luz. Se eu vou tirando, ela vai passando, só que ela não força para passar, Entende? Professor? Sim, pode falar, Marianta. é que a Fátima eh, eu vivenciei uma situação bastante desagradável semana passada no meu
trabalho. É, eh, porque assim, foi realizada uma dinâmica com profissional e justamente para fazer uns ajustes no ambiente de trabalho que é assim, são todos profissionais, excelentes profissionais, mas que não se encontram enquanto relação interpessoal. Aí é onde Há a o assim, não é não é desavença, não tem confusão, mas não há o bem querer, né? O bem dizer, por exemplo, ele fez uma dinâmica que tínhamos que pôr o nosso nome no papel e depois escrever o nome, fizemos um círculo de costas um pro outro, passando o papel para cada um e escrevendo alguma coisa
sobre você até que voltasse para você o seu papel, não só meu, mas de uma outra colega. e são equipe ali, uma equipe que trabalha há mais de 10 anos juntos. O meu, não só o Meu, mas de uma colega veio escrito e eu sei quem foi que escreveu, escreveu, até porque não havia muita gente, porque eu sei que então assim, várias pessoas colocaram lá vários elogios a meu respeito, até que veio numa lá uma fala que disse assim que sobre dizer quem que a Fátima colocou, não sei. Aí o o o professor que estava
lá ministrando esse evento, a esse essa essa dinâmica, eh pediu pra gente ler e comentar a respeito. Eu deixei muito claro. Então Assim, quando falha ciência e verdade, eu depois que eu passei a fazer essas aulas aqui com o professor, eu aprendi, né, assim, eu tô mais fortalecida, evidente, de todos os sentidos. Eh, tanto que quando eu falei, perguntou: "E esse não sei?" Eu falei: "Olha, primeiramente, esse não sei, essa pessoa não está falando de mim, ela está falando dela." Legal. Eu sei quem eu sou. Eu sei. E eu sei porque eu estou aqui, porque
a tratava da questão do Ambiente de trabalho, né? Para quem eu estou fazendo, por estou fazendo, né? Como eu estou fazendo e o reconhecimento que eu tenho do que eu faço e a valorização. Então não é só aquela fala daquela pessoa que falou para mim que não sabia, que colocou não sei quem é fulana que ia. Porque veja, depois de tudo que eu vi de qualidade, aquilo aquilo poderia ser um monstro que me colocaria lá embaixo, porque ela poderia me, né, toda a qualidade que foi Apontada, ela veio com uma coisa e vejo relações de
mais de 10 anos de convivência, né, de Então, aí quando eu falei isso, eu só falei isso. Então, essa pessoa está falando dela, não é de mim, desculpa, porque eu sei quem eu sou e porque eu estou, para que e tudo assim. e falei e aí o professor que tava ministrando a dinâmica falou: "Muito bem, Fátima é isso mesmo, porque é importante é cada um saber". Então assim, eu só queria agradecer porque Assim, hoje eu consigo fazer essa leitura depois justamente que eu passei a fazer porque em outros momentos eu teria entrado numa crise de
choro, eu teria entrado naquela menos valia, na autoestima e aí já ia tudo. Então a partir do momento que eu entrei nas aulas com o professor aqui, eh eu eu consigo reconhecer. Então, de repente, essa verdade essência, eu de repente eu acho que dependendo do momento que você tá vivendo, ela vai sair, vai aparecer De de uma resposta de acordo àquele momento que você tá vivendo. Perfeito. Gratidão. Gratidão, viu? Gratidão, profundo. Tá, essa dinâmica pessoal que ela trouxe para nós é muito usada, né? quando a gente pede para outras pessoas falarem de nós. E isso
é que tem que ter um pouco de coragem, mas vocês podem fazer entre a família de vocês, pedir pro marido, pro filho, pra irmã escrever o que que que você acha de mim, que que eu sou. Mas aí a gente tem que aprender a usar essa dinâmica, porque quando a gente lê ali pode ser que gerec, né? E aí a gente tem que ter uma um equilíbrio para saber separar. como a Fátima trouxe o que é do outro, porque às vezes ele escreve coisa do outro ali, né? E o que é para mim. Então, uma
dica para vocês entenderem o que é para mim é quando as informações começarem a se repetir. Vamos, por exemplo, você falaram assim: "Ah, o Carlos é, sei lá, arrogante". Duas, três pessoas escreveram isso. Então, pode ser que eu não esteja percebendo que eu sou arrogante. Então, se mais de uma pessoa escreveu, é legal não pegar isso como como verdade, mas refletir, será que eu sou? Porque mais uma consciência ser sua mesma informação. Então, quando vocês fazem essa separação, é muito legal, ó, isso não é meu, igual a Fátima fez, isso não é meu, É dela.
Então, tudo bem, então isso não vai me incomodar. Mas se duas, três, quatro pessoas escreverem igual, é como a gente vai escutando coisas, né? Às vezes a gente sempre falo isso, a gente pede sinais e não escuta os sinais. Então, quando vocês verem algo repetindo na vida de vocês, isso pode ser um sinal e aí vale a pena olhar para dentro. E a gente vai olhar com equilíbrio quando a gente observar um pouquinho que a gente vai conhecer e vai conversar Essa noite da verdade, da essência. Combinado? Tá, mas já vamos aprofundar já. Gratidão profundo.
Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. Aqui já foi. Tá. Acredito que tem interferência da família. Já foi. Nossa verdade faz parte de uma programação social. OK. Já foi. Deixa eu ver aqui. Acho que quanto mais vivemos, ó, vamos lá. Acho que quanto mais vivemos, mais vamos recebendo interferência dos outros e vamos nos distanciando de nós mesmos. Perighoso. Isso é o que a gente faz mesmo, né? Fomos condicionados a pensar sobre verdades, mas penso que na maioria das vezes o que temos é uma formação do certo ou errado, não como verdades maravilhosos. Nossa essência
vai sendo, ó, nossa essência vai sendo camuflada no decorrer da vida, devido à informações vividas e aprendidas. Maravilhoso. A gente vai tampando a nossa essência, vai tampando a nossa luz. Exatamente isso. Eu só preciso desbloquear essa luz. Isso. Deixar a nossa essência reverberar. Isso mesmo. Somos luz, porém estou numa nébua criada pelos outros. Não só pelos outros, pelos outros e por mim também. Muitas vezes de maneira inconsciente, mas eu tenho que observar que também tô criando essa neve. Eu só eu sou só não acredito por causa de inúmeras crenças negativas. Isso, ó. Se procurar dentro
de si mesmo, Encontramos nossa essência. Maravilhoso. Exatamente isso. Tá. Tem mais aqui? Legal. Minha essência é pura luz. Isso. Sua essência é pura luz. Verdade. Pura luz, por amor, né? Muito bom. Ó, estamos caminhando junto aqui. Vamos dar um passinho a mais aqui, ó. Olha lá o final aqui. A verdade que você defende hoje pode ser só repetição daquilo que te feriu. Vamos ver como as verdades são moldadas. Como que a gente vai moldar nossas Verdades, pessoal? Quem quem quem são as primeiras pessoas que ensina as nossas verdades? Pai e mãe, não é? Né? o
pai e mãe que vai colocando para nós isso é certo, isso é errado, faz assim, faz assado e pai mão. OK? E aí já começa a gerar um pouquinho de conflito na nossa consciência, porque às vezes o pai fala uma coisa, faz outra. Às vezes a mãe faz uma coisa, fala uma Coisa, faz outra. E aí já começa a gerar conflitos ali, né? Pode falar, Conceição. Só vi agora a mão aqui. Pode falar. Carlos, aprendi pôr a mãozinha que eu não sabia pôr. Legal. Eh, eu acho que a gente às vezes às vezes não, acho
que boa parte da verdade, da nossa verdade, a gente constrói a partir dos papéis que a gente desempenha. Não sei o que você pensa sobre isso, porque a gente l papel profissional, papel familiar, enfim, Papel parental, todos esses papéis. Então, talvez a gente cria uma crie como uma máscara de sobrevivência e essa passa a ser a verdade que a gente tem, né? Então eu não sei a opinião das outras pessoas a sua com relação a isso, mas foi o que o sentimento que me deu, né, nessas falas aí que a gente que você tá expressando
pra gente que acaba sendo uma camuflagem, uma verdade fictícia, né? Porque ela construída com base em papéis representados, então não, aí se Distancia mesmo da essência, né? Era aí. Perfeito. Exatamente isso. Porque quando eu sou filho, eu vou ter umas verdades. Quando eu viro pai, eu vou ter outras verdades, né? Assim, quando eu viro Globo, tem outras verdades. Quando eu trabalho na empresa tal, tem umas verdades. Quando eu trabalho na empresa Y, começo a ter outras verdades e assim vai, né? Só que isso muitas vezes não tá no meu consciente, Tá lá no meu inconsciente,
mas ele tá influenciando a todo momento. A todo momento, exatamente isso, ó. Aqui falaram uma coisa muito importante, ó. Muitas vezes temos que nos esconder atrás de máscaras para poder encarar a vida. A gente vai falar isso. Muitas vezes a gente esconde a nossa essência, né? Então, como as verdades são moldadas, elas começam lá no papai e Mamãe, que são as pessoas que ensinam a gente, no vovô, na vovó, no tio, no irmão, que a gente vai escutando, né? O que é certo é isso, Carlos. O que é certo é isso. Então, tá bom. O
que é certo é bom. Ou eu escuto assim, engole o choro. Então eu vou observar que o certo engolo. E essa é uma verdade. Eu não posso chorar. Eu observo isso como como uma verdade. Só que aí quem ensinou engole o Choro, chora e aí já começa a dar os nossos conflitos. Então como são construídas as nossas como são, como as verdades são moldadas. Você diz: "Essa é a minha verdade". Mas será que é mesmo? Será que ela é sua? A maioria das nossas verdades foi moldada na infância pelos pais, professores, exemplos e dores que
vivemos. Ali começou as nossas verdades. Quando a gente vai pra escola, a gente começa a receber uma outra carga informacional, Porque antes da escola a gente tá ali, papai, mamãe, amiguinho um, amiguinho dois. Quando a gente vai pra escola já entra o professor, já entra o diretor, coordenador, os amigos e assim lá. Quando eu vou na casa de um amiguinho, eu posso ver outras verdades, não é isso? Ou eu posso observar outras verdades na casa dos amiguinhos. Eu posso ter a verdade que que o pai trabalha muito, por isso Que ele não por isso que
ele não brinca comigo. E aí ele me explica isso, Carlos, eu não tenho tempo muito de brincar de você, com você, porque eu tô trabalhando para trazer comida em casa, porque eu te amo. Então eu posso começar a observar que uma das minhas verdades é: "O pai tem que trabalhar muito, por isso que ele não fica com o filho." Só que quando eu vou na casa do amiguinho, vejo o pai do amiguinho brincar com aquela criança e aí já começa a gerar Conflitos. Não é isso? E aí já começa a gerar trauma. Por que que
o pai do amiguinho tem tempo para brincar com ele? Ele trabalha, ele também sustenta, ele também traz comida para casa. Ninguém tá passando fome aqui. Ele tem até uma casa melhor que a minha. É o jeito que a criança observa, né? Só que o pai dele tá aqui do lado dele. O meu não. Mas colocaram uma verdade que o pai Trabalha muito, por isso que não brinca com filho. Percebe? Sua essência não vem do que te disser. Sua essência não vem do que você vê, que você vivenciou. Vem lá de dentro. Ela já estava ali
antes de tudo isso. Essa reflexão é muito própria. A sua essência já tava ali antes do pai te ensinar algo, antes da mãe te ensinar algo, antes de você ver, antes de você sofrer, antes de você Sentir dor, a sua essência já tava lá. Então a gente tem que entender. Nós não vamos formando a nossa essência, nós vamos formando nossas. A nossa essência é uma única. Pergunta para vocês refletirem depois, ó. Fotografem aí. Será que sua verdade é realmente sua ou é só o que te ensinaram a acreditar? E pra gente te olhar para dentro.
E nós estamos observando que a essência pode ser uma coisa, a verdade pode ser Outra. Eu quero que vocês cheguem nessa conclusão até o final do da nosso da nossa conversa. OK? Vamos dar um passito para mais aqui, ó. O julgamento nasce das suas verdades. E aqui tá o ponto do julgamento. Porque o julgo em cima das minhas verdades. E aí a gente escuta um termo que ele é muito bonito, mas pelo menos para mim é difícil de fazer, que é o amor incondicional. Quando a gente fala, eu tenho que amar o outro incondicionalmente ou
é legal amar o outro incondicionalmente, mas pelo menos para mim é difícil amar todo mundo em condicionamentos, porque a gente julga, não é isso? Porque eu amar a mãe quando ela tá fazendo tudo que eu quero é mais fácil. Eu amar o filho quando ele tá tirando 10 é mais fácil. Agora, amar o filho quando ele não tá Estudando, quando ele não tá indo bem, amar a mãe quando ela não tá fazendo o que eu quero. Não é isso? Amar a esposa. A gente fala: "Eu amo incondicionalmente a minha esposa." Será? Ou você ama a
hora que ela tá fazendo tudo que você quer? Não é isso? Amar quando tá fazendo tudo o que quer é fácil. Mas o amor, então o amor incondicional, como é que a gente pode entender se eu Tô amando incondicionalmente ou não? Se eu tô julgando o outro, tô julgando. Então não tô amando incondicionalmente. Carlos, como é que eu posso amar aquele cara que matou o filho? Então você tá julgando. Eu sei que é um exemplo muito pesado, muito duro, mas então você tá julgando. Porque se a gente refletir um pouquinho e entender a visão informacional,
se eu tivesse as mesmas informações que aquela pessoa tem na consciência, provavelmente Eu faria igual. Se eu tiver o mesmo conjunto informacional daquela pessoa, sentisse os pensasse do mesmo jeito, tivesse as mesmas crenças, as mesmas emoções dentro da minha consciência, provavelmente eu diria igual. Então eu tô julgando. É que eu usei um exemplo forte, mas para vocês verem como a gente julga. E um outro ponto muito importante, como nós também nos julgamos, porque se eu sinto culpa, eu tô me Julgando. Senão não deveria sentir culpa. Lembra da última aula, o medo e a culpa. Se
eu me, se eu sinto culpa é porque eu tô me julgando. Então eu não tô me amando incondicionalmente. O julgamento nasce das suas verdades. Então quando que eu vou amar incondicionalmente? Quando eu olhar paraas minhas verdades. O julgamento que você faz de si, dos Outros e da vida nasce das verdades que você acredita carregar. Por que que eu determino se aquela pessoa tá certa ou errada? Porque eu tô usando um filtro. Qual filtro? Das minhas verdades. Pessoa tá errada de acordo com a minha verdade, mas a verdade dela pode ser outra. Tem. Deixa eu ir
pro chat aqui, ó. Boa noite. Ótima noite. OK. Vamos lá. Penso que o amor incondicional é diferente da permissividade. Eu amo, mas não concordo com Eu amo, mas não concordo com o comportamento indevido da pessoa. Posso, Aí é outra coisa. Não, não faria, não concordo, mas não julgo. É uma possibilidade. Talvez eu não escolheria essa possibilidade, mas eu não julgo. Eu vou amar essa pessoa do mesmo jeito, só não vou julgar. Não concordo, Carlos. Não faria assim. Não é legal para mim fazer isso, então eu não faço. Perfeito. Mas eu não julgo quem faz. A
gente tem que olhar que que eu tô julgando, quem eu julguei hoje. Será que hoje eu me julguei? Por que que o fulano incomoda? Porque eu tô julgando ele. Por que que eu tô julgando ainda? Que que tem dentro de mim que ainda tá me fazendo julgar? Não amar incondicionalmente não é Não é acolher tudo que o outro faz, não é fazer igual que aqui para mim, Carlos, essa atitude eu não faria, mas ele fez, é a verdade dele, OK, tá tudo bem. É só uma escolha que ele fez diferente da minha, mas eu tenho
que olhar pra mãe e refletir assim. Eu tenho que olhar pro filho e refletir assim. Essa atitude da mãe é só uma escolha que ela tá fazendo em cima do conjunto formacional dela. Eu não faria, mas se ela tá fazendo, OK? Isso isso não pode mexer comigo, porque aí entra no que a gente falou na aula do controle. Eu vou querer controlar o gol, vou querer que ele faça o que eu faço. Aí eu conto. Vamos dar um passinho mais aqui. Já vou pro chat já. Sua verdade, se sua verdade é não sou bom o
suficiente, seu julgamento vai ser duro com você. Se sua verdade é ninguém me ama de Verdade, você vai julgar o amor como frágil ou perigoso. Percebe que você você tá p você tá filtrando em cima das suas verdades, não da sua essência. Isso pode machucar você e o outro. Fotografem aí em que parte da sua vida você julga por acreditar numa verdade que nem é sua? Deixa eu ver no chat aqui, ó. Amor, então, não é sentimento, é outra coisa. Amor tem várias colocações, é que A gente usa o mesmo a mesma palavrinha para falar
várias coisas na nossa vida. Sim, mas amor é um sentimento. Só que esse amor pode ser incondicional esse amor pode ser condicional. Eu posso condicionar meu amor a mim ou condicionar o meu amor à outra pessoa. Aí não é legal, aí não é incondicional, que aí já virou uma troca. E a troca não é amor incondicional. E agora eu já pus peso nessa troca. Agora eu espera. Agora essa troca virou O quê? Uma moeda. Eu amo o filho se ele fizer assim. Eu amo a esposa se ela se ela fizer assim. Se a esposa ficar
em casa, não for na academia, eu amo ela. Agora, se ela for fazer o que ela gosta, eu já não amo ela, porque eu sou inseguro, então eu já não vou amar ela. Percebe? Mas todo pensamento, ó, no chat lá, mas todo pensamento é um julgamento sobre uma verdade assimilada. Se a essência não julga, então a essência é Igual amor incondicional. Sim, é a conclusão que a gente vai chegar. A essência é amor incondicional, mas a gente já vai chegar lá já. Exatamente isso. Verdades podem ser entendidas como conceitos aprendidos sobre a vida e outro
sobre a si mesmo. Conceitos que moldam o ego, personagem que interagem na matéria. Então, quando que eu vou entender a minha verdade? Quando eu tirar os papeizinhos que eu fui colocando, desculpa, quando que eu vou entender minha essência? Quando eu for tirando os papeizinhos que eu fui colocar. Quando que eu vou ver, deixar minha luz reverberar? Quando eu for tirando os papeizinhos. Quando eu for desconstruindo as minhas verdades, então eu tenho que desconstruir essas verdades que algumas impostas, outras que eu criei muitas vezes em cima da dor. Então, para mim entender, eu tenho que vir
desconstruindo isso. Mas vamos chegar lá. Fotografem aí, ó, perguntinha para vocês refletirem. Em que parte da sua vida você julga por acreditar numa verdade que nem a sua? Já tinha lido aqui, desculpa. Vamos dar um passinho a mais. Sua verdade não é sua essência. A verdade que você defende pode ter sido construída sobre medo, rejeição, Abandono, mas a sua essência existia antes de tudo isso. A essência não se defende, não se justifica, não reage, ela apenas vibra. Ela não é uma ideia sobre você, ela é você. Então foi que a Ana trouxe para nós. Então
se eu observar que eu vim da informação primária, eu vim do amor incondicional. Então eu sou amor incondicional. Então a minha essência é amar incondicional. A minha essência ela é equilibrar. Mas por que que fica difícil amar incondicionalmente? Porque eu vou pondo as minhas verdades, as minhas crenças, os meus pensamentos, não é isso? Os sentimentos positivos e negativos. E agora vocês vão poder estranhar um pouco, mas a gente fala muito de eliminar o negativo, não é isso? Elimina o negativo. Por quê? a gente tem mais negativo, Mas vai chegar o momento que a gente vai
começar a eliminar o excesso de positivo. E quando a gente chegar nesse ponto de começar a eliminar, já eliminei bastante negativo, eu vou começar a desequilibrar pro outro lado. Agora é hora de eu começar a eliminar o excesso de positivo, que o excesso de positivo também mascara a minha essência, porque se eu deixar o excesso de positivo, vai começar a gerar prazer, Vai começar a gerar dependência daquele positivo. Aí eu fui tirando tristeza da minha consciência e equilibrei. Só que ficou aqui muita coisa descompensou. Tá muito bom aqui, Carlos. Se eu não for tirando esse
excesso de positivo, inconscientemente eu vou fazer o mesmo ciclo da queda de porque quando a gente cresce profissionalmente no relacionamento, a gente vai gerando muito positivo. Isso também desequilibra. Inconscientemente eu vou me boicotar para voltar. Vou tentar ir pro equilíbrio da maneira errada, aí eu vou cair de novo. Muitas vezes as pessoas sem perceber desconstrói o que construiu para voltar para um pseudo de equilíbrio, porque ela foi deixando acumular o prazer daquilo. Chega uma hora que ela não consegue crescer mais, então a consciência dela não encontra mais prazer. Inconscientemente ela cai para consuir prazer de
novo. Fui ganhando mais, fui ganhando mais, fui ganhando mais. Não limpei esse prazer, fui acumulando prazer e fui ganhando mais. Chega um ponto que eu não consigo ganhar mais, né? Minha consciência quer o prazer. Inconsciente ela me derruba para mim voltar de novo, ganhar mais, ganhar mais, aí vai vir prazer junto de mim. Isso é inconsciente. Mas isso a gente faz no profissional, no relacionamento, tudo que a gente vai se apegando. Isso é muito importante, ó. Mas a sua essência existia antes de tudo isso. É isso que a gente tem que lembrar. Minha essência já
tava lá antes das minhas verdades. As minhas verdades vão mudando o dia a dia. Se eu sou filho, eu tenho umas verdades. Se eu sou pai, eu tenho outras verdades. Se eu se eu perco o filho, eu Crio outras verdades. Não é isso, Carlos? Eu amo Deus incondicionalmente. Mas se o filho morrer, você não ama mais Deus por um grande período, irmãos. Quem já perdeu o filho sabe que às vezes esse processo acontece de muita fé para você não brigar com Deus ali quando você perde o filho, porque não é o ciclo da vida, né?
Então, se você realmente ama incondicionalmente Deus, você não vai Brigar com ele se perder um filho. Percebe? Às vezes eu dou uns exemplos bem duros que é pra gente baixar a bola e vir entender o que que a gente, como que a gente tá refletindo a vida ainda. A essência não se defende, não se justifica, não reage, ela apenas vibra. Por quê? É o amor incondicional. Ela não é uma ideia sobre você, ela é você. Você já é perfeito, você já é um ser de luz. Qual que é o caminhar nosso? Não é encontrar o
ser de luz, é deixar a essência reverberar. Só que ela não pede passagem, porque ela não invade a sua escolha. Esse é o grande ponto. A essência não força a passagem, ela não empurra a porta para aparecer, ela tá lá. depende de nós deixá-la reverberada, depende de nós olhar para dentro e quebrando as nossas verdades, eliminando da consciência as nossas Verdades. Não tem certo, não tem errado. Se eu observar que tudo é informação, não tem certo, não tem errado. Uma uma outra pergunta que vocês brigam comigo, mas por que que o câncer é ruim? Porque
alguém ensinou que o câncer é ruim. Porque você viu alguém querido sofrer com câncer e aí você determinou que é ruim, porque você tem medo de perder, porque Você tem medo da morte. Por isso que o câncer é ruim. Mas o câncer é só o câncer. Gastrite é só gastrite. O problema financeiro é só o problema financeiro. Mas todo problema volta naquele apego nosso. Pessoal, eu já falei isso várias vezes, ó. Aonde eu posso me apegar? Aonde? O que que seria um apego equilibrado? eu me apegar naquilo que eu levo comigo. Quando eu partir, o
que eu levo comigo, eu posso Me apegar, porque aquilo é meu. O que eu consegui levar comigo quando eu parti meu. O que eu não consegui levar comigo não é. Você não vai conseguir levar sua casa com você quando você partir. Então essa casa não é sua. Você só tá usando a casa. Carlos. Mas eu paguei. Tudo bem. Você pagou para usar a casa, ela não é sua, você não leva ela com você, pessoal. Você só tá usando. Você não leva seu filho com você. Então ele não é seu. Percebe? Então não posso me apegar
no que eu não consigo levar comigo. Carlos. Mas o que que eu consigo levar comigo? Minha consciência, minha vida, essa eu consigo. Essa é minha. Essa eu me apego com amor. Quanto mais eu equilibrar minha consciência, mais feliz eu vou ser. E lembra quando a gente fala feliz, não É o soltar o rojão. Eu uso, eu uso muito esse termo que às vezes a pessoa confunde euforia com felicidade. Não, felicidade é o equilíbrio. Felicidade é tá equilibrado no frio ou no calor, na dor ou na não dor. Mas eu eu tô tão apegado que eu
consigo fazer rapidamente uma dor virar sofrimento. A gente já falou isso. A minha verdade ela me mascara tanto que Eu tenho uma capacidade monstruosa de em segundos fazer uma dor virar sofrimento. Que a dor existe, o sofrimento é o que crio em cima das minhas verdades. Minhas verdades que geram o sofrimento. Porque a dor, a dor dói, dói. Ela existe, ela existe, né? Se alguém beliscar, eu sinto a dor, mas a dor passa e passa rápido. Se eu quebrar o braço, dói. Se eu não mexer esse braço, ele para de doer. Agora, se eu ficar
remoendo, por que que o motoqueiro não me viu, me atropelou? O motoqueiro que quebrou o meu braço, por que que ele me atropelou? Aí você tá criando sofrimento, Carlos. A mãe gritou comigo, tá? Você que vai gerar o sofrimento em cima desse cri das benditas verdades que a gente carrega. Perguntinha para refletir. O que você, o que em você é crença e o Que é essência? Faz uma lista, pessoal, das suas verdades. Pega um papel, caneta, comece, começa a escrever o que para mim é verdade, o que que para mim é certo, Carlos? Para mim
é certo isso. Vou dar um exemplo. Para mim é certo ficar casado a vida inteira. Já ouviram isso? Eu vi a vida inteira. Desde quando eu Cresci, desde quando eu nasci, eu vi isso. Então você tá pondo essa verdade que o correto é ficar casado a vida inteira. Mesmo que você tá sofrendo, que você tá destruído, que você sofre todo dia, mas você fica casado. Essa não é sua essência sofrer. Nada contra o casamento. Dá para dá para ficar casada inteira? Óbvio que dá. Se for por amor, aí dá, aí se sustenta. Mas se não
for por amor, não consegue. Conseguir, consegue, mas vai adoecer, certo? Vai adoecer. Porque às vezes muitas pessoas ficam num casamento em cima de uma verdade. Muitos filhos sofrem em cima da verdade que não pode deshonrar pai. O sonho do meu pai era que eu fosse médico. Então vou ser médico, mas eu odeio ser médico. Mas era o sonho do pai. E a verdade que você tem é que Filho não pode deshonrar pai. Só que você não honra o pai sendo médico. Você honra o pai sendo feliz. Por que que o pai quer que você seja
médico para tampar buracos que tá na consciência dele? Ele projetou em você algo que ele não conseguiu. Professor, posso dar um testemunho? Lógico, lógico que pode. Deixa eu só achar você. Um dia antes, um dia antes do da aula da sua aula, eu me separei há pouco tempo e na Separação meu ex-marido ficou na casa que é nossa tem que ser vendida, partes iguais. E ele tinha um prazo para sair da casa, deu prazo, ele não saiu. A advogada fez uma chamada comigo e aí vamos para cima. Ele tem que sair porque você não pode
ficar em prejuízo em detrimento do outro. Eh, e aí vieram lá uma série, foi uma conversa extremamente desgastante. Eu dormi muito mal. Depois eu ainda me encontrei com um amigo que a filha Também é advogada. dele também falou um monte porque e aquilo me deixou atordoada, aquilo me deixou assim porque tudo que falaram para mim que eu tinha que fazer para ele sair, ele tem que te dar dinheiro a mais, ele tem que isso, ele tem que aquilo, não vinha de encontro com o meu ser, com meu com o que eu tenho como, pelo menos
para mim. E aí no dia, na terça, na quarta eu tive aula contigo. Nessa aula, após essa aula, vou dizer, professora, eu chorei Muito. Eu chorei muito porque o que eu ouvi foi aquela aula que a gente falou sobre justamente a essência, onde é que está, nós já falamos sobre esse tema antes, sobre o que o eu verdadeiro, sobre o que eu sou de fato, o que eu penso, o que eu sinto. E quando eu tirei que o que falaram para mim eu não tinha que fazer porque tá lá para vender, Mora vai vender, ele
vai pegar a parte dele, eu vou pegar a minha. Ah, eu tô pagando Aluguel e ele não está. Mas eu pensei, mas eu não estou desprotegida, eu tô guardada. Minha filha que guarda é minha, tá comigo, nós estamos bem. Professor, depois que eu tive essa aula e que eu consegui, que libertei esse sentimento que colocaram em mim, porque a pressão foi grande, eu não deixei oficial o juiz para poder despejar ou sei lá o quê, ter audiência, ó, você tem que sair da casa Porque o prazo deu. Eu não falei mais. Falei para advogada, não
vai mandar, não vou fazer mais. Deixa ele na casa, eu estou bem cuidada, eu estou bem guardada, minha filha também, não nos falta nada, eu trabalho, o que eu ganho me sustenta e banca ela. E justamente esse pensamento, eu não vou levar nada daqui, isso não é meu, isso não me pertence. Ah, mas você é louca, Fátima. você aceitar isso, professor, não vem de encontro ao com os valores que eu Aprendi, porque aquilo não foi só construído por mim, foi construído por ele também. Eu optei por sair porque realmente era uma relação tóxica. Foi um
casamento de 25 anos, tá? Não foi 25 dias, mais 33 anos de namoro, mais 8 anos de namoro e noivado, não foi qualquer coisa. Mas eu falei e não fiz isso pensando na minha filha, não. Pensando assim, ai, por quê? Porque minha filha por ela, mãe, faça o que tem que fazer, porque se fosse o pai Ele faria, ele iria fazer, ele não pensaria. Eu falei: "Filha, mas essa sou eu, não é ele, é uma decisão que cabe a mim, não a ele". E aí quando passei, que eu tive essa aula que nós que o
professor falou em em coisas sobre essa questão do do ser a pessoa, do que realmente eu sou, é porque e eh quando me veio toda essa informação, eu me libertei disso, me fez um bem tão grande que, professor, mesmo ele estando lá, eu estando pagando aluguel, tá? Eu Trabalho, sou independente financeiramente, graças a Deus, mas eu me senti numa paz, me deu um alívio tão grande que até hoje para mim assim é assim, é, eu só tô tenho encontrado conquistas depois muito, entendeu? Eu só tenho encontrado conquista. Eu não tenho passado dificuldades, eu não tenho
nem pessoal, como ser, como mulher e muito menos financeiro. Percebe? Percebo. Maravilhoso. Eu tenho gratão muito profunda, muito profunda, porque Assim, é, os teus ensinamentos, o teu irmão deixou esse legado, é muito rico. Gratidão. Muito obrigada. Eu que tenho gratidão eterna. Digo desde já, porque essa libertação só me fez bem. E aí tá lá a coisa, ele tá lá. Eu tô aqui, mas eu falei, gente, não me falta nada. Por que que eu tenho que fazer mal a ele? Porque na verdade eu vou estar fazendo mal a mim. Foi isso que eu entendi, que o
mal seria para mim, não seria para ele despejá-lo. Entrar, percebe? Gratidão, viu, professor? Gratidão. É uma bção. Uma bênção. Que Deus o conserve assim. Gratidão. Muito bom. Então aqui, pessoal, é exatamente isso. Quando quando a gente conseguir desconstruindo as nossas verdades, nossa essência vai começar a passar. Mas eu tenho que fazer esse movimento. Isso é muito importante. Eu tenho que fazer esse movimento. OK? E aqui às vezes confunde um pouquinho, ó. Carlos, eu tô percebendo que eu faço isso por causa dessa crença. Isso é maravilhoso, pessoal. Você refletir e chegar nesse raciocínio é maravilhoso. Mas
aqui é o primeiro passo, porque o entender não é eliminar. A gente conversou isso na aula do curso ontem. Vou dar um exemplo. Vou dar um exemplo. O pai me bateu Porque eu quebrei a televisão. Exemplo bem bem bem topo. Pai me bateu porque eu quebrei a a televisão. Eu tinha lá 5 anos, quebrei aquela TV, ele me bateu. E aí eu fiquei com raiva do cara. Ele fiquei com medo. Ele fiquei com raiva, fiquei com medo. Aí eu cresci e entendi porque que ele me bateu. Não, ele me bateu porque eu quebrei a televisão.
Eu fiz uma burrada ali mesmo. Ele falou três vezes para mim não mexer naquela televisão. Eu mexi, Quebrei e eu fiz uma escolha, sofri uma consequência. Tá bom. Essa reflexão que você fez, você só entendeu porque o pai bateu ou você concordou que o pai bateu, mas a raiva, o medo que você sentiu ainda está na sua consciência. OK? Então você é aí você tem que dar um passo, você tem que eliminar esse medo, eliminar essa porque é muito comum o aluno chegar no atendimento e falar assim: "Carlos, eu Passei por isso". Caros, eu fui
violentado sexualmente, mas eu já entendi isso, já é águas passadas, eu já trabalhei, eu já superei, tá tudo bem. Aí eu peço assim, ó, conta para mim como foi o abuso. Não, Carlos, não vamos perder tempo, isso já tá resolvido. Eu falei assim: "Não, eu sou curioso, conta para mim como é que foi, quem que te abusou?" "Ah, foi meu pai, foi meu tio." E aí a pessoa já começa a chorar. Percebe que não tava nada resolvido, foi ela cessar e já chorou. Então a dor tá lá, porque se tivesse resolvido, ela conta o abuso
sem dor. Aí tá resolvido. Mas eu tenho que desconstruir isso, eu tenho que eliminar. Lembra? A verdade, a a nossa essência, ela não empurra para passar, ela tá lá parada. Você tem que deixar ela revergar. Você tem que tirar o sentimento negativo. Você tem que tirar a crença. Às vezes a crença é sua, às vezes é a crença do consciente coletivo. Você tem que tirar o pensamento negativo. Aí sua essência vai reverber. Combinado? Então, essa é uma pergunta muito profunda, ó. O que em você é crença e o que é essência? Ficar casado eternamente é
crença ou é a sua essência? Por que que você acha que tem que ficar Casado eternamente? Por quê? Ah, porque eu aprendi. Então você aprendeu. Então essa não é a sua verdade. Exclui essa crença, exclui essa verdade que você colocou e se questiona de novo. Você pode até optar, ficar casado, mas não lincado a uma crença, porque senão vai ser negativo, você não vai conseguir. Aí vai adoecer porque aí vai gerar. Então observa suas crenças e aí vocês têm que começar a eliminar suas crenças. Combinado? Aqui vamos dar o passinho. Amar sem julgamento é amar
com a essência. Amar incondicionalmente é amar com a essência. Julgar é filtrar o amor pela dor. Quando você julga, você tá filtrando o amor pela dor. Amar verdadeiramente é amar sem filtro, sem medo, sem exigência. Eu não posso vincular o amor, pessoal. Eu amo a esposa como ela é. E cada dia ela é uma. Como cada dia eu sou um. Cada informação negativa que eu tiro da consciência, eu mudo. Minha atitude muda, minha fala muda. Vou lá, tiro outra crença negativa, outra tristeza, outra raiva. Concorda? Só a essência é capaz de amar incondicionalmente. Só essência.
é capaz de amar Incondicionalmente. É só e só acessa a essência quem liberta das suas verdades. Só vou conseguir amar incondicionalmente se eu desconstruir as minhas verdades. E aí é um caminhar, né? A gente não vai acordar com as verdades desconstruídas. Eu tenho que achar, tem que minar. Algumas vocês vão achar em 2 minutos, outras a gente vai quebrar a cabeça para achar. Outras você vai vir num atendimento, a gente vai achar. Outras a gente vai quebrar a cabeça junto durante o atendimento para achar. Uma vai puxando a outra como as histórias. Uma história é
ruim, outra história ruim. Mas eu tenho que começar. Pode falar. Eu não entendi essa frase, filtrar o amor pela dor. O julgar é quando eu filtro o amor pela dor, quando eu vou colocando condições para amar. E essas condições eu criei em Cima de dor. Vou dar um exemplo mais prático. No casamento, os pais se separaram e eu senti dor. Então eu não me separo para não gerar dor. Só que aí eu começo a sofrar no sofrer no casamento que não que eu não sustento. Mas eu posso criar a verdade que o casamento é eterno
em cima da dor da separação dos pais ou da dor que eu senti quando os pais se separaram. Eu posso gerar uma verdade que eu não nasci para ser pai porque eu não quero que o filho sofra igual eu sofri. Muitas consciências fazem isso. Não, Carlos, eu não quero ter filho. Não tô falando que tem que ter filho, não é isso. Mas só tô trazendo uma reflexão. Não, não quero ter filho, Carlos. É uma opção minha, tá bom? Mas só reflete por que que você não quer ser f. E algumas vezes você vai chegar nessa
Conclusão: "Porque eu sofri como filho, eu não quero fazer outra pessoa sofrer como eu sofri." Então isso tá p uma verdade que o pai faz sofrer e o pai não faz sofrer. São escolhas. Mas eu construo uma verdade em cima de uma dor. Muitas vezes eu construo verdades em cima da rejeição. Entendi agora. Gratidão. Imagina. Tá. Essas perguntas são maravilhosas, pessoal. Combinado? Então, amar verdadeiramente é amar sem fio, sem medo, sem exigência, sem troca. Se eu faço algo para o filho é por amor, não é esperando a troca. Se eu faço algo paraa esposa é
por amor, não é esperando a troca. OK? Eu não dou um presente nos dias dos namorados esperando receber um presente. Essa é a troca. Eu só dou o presente. Não é justo eu chegar pro meu filho e falar assim: "O papai investiu em você a vida inteira, agora você tem que ir paraa medicina". O papai investiu a vida inteira porque o papai amou esse ser. Não esperando que ele me ame de volta. Papai cuidou de você a vida inteira e agora você tem que cuidar do papai. Não, papai, você cuidou de minha vida inteira porque
é sua função. A minha Função não é cuidar de você, é o ciclo da vida. Eu posso cuidado do Senhor por amor, mas não pela obrigação de devolver a aula, que aí não vou conseguir cuidar. Se eu cuidar pela obrigação, não vou conseguir cuidar. Ou eu vou adoecer tentando cuidar eu e ele. Se eu cuidar de alguém por obrigação, por crença, por verdade, consigo, mas eu vou adoecer e o pai vai piorar a saudade, porque vai ser Controle em cima de controle, controle em cima de controle, controle em cima de controle. Agora eu posso cuidar
por amor? Não, vou cuidar do pai por amor. E aí você consegue trocar a fralda do pai, você consegue escutar ele reclamar todo dia que ele tá com dor. Aí você consegue porque é por amor. Mas se for por por obrigação, você não troca três fraldas do pai. Tem por amor? Sim, por obrigação. Só a essência é capaz de amar incondicionalmente. E só acessa a essência quem se liberta das suas verdades. Fotografem aí. O que em você ainda julga como forma de se proteger? Tudo perguntinhas aí para não são perguntas que vocês vão responder rápido,
pessoal. Todas as perguntas que a gente traz aqui, perguntas para vocês se perguntarem alguns dias. Resposta vai vindo. Resposta vai vindo. OK. Muito bom. Vamos dar um passito aqui, ó. O medo de soltar as suas verdades. Aqui é onde bloqueia tudo. O medo de soltar as suas verdades. Talvez você carregue suas verdades com tanta força, não porque acredita de verdade, mas porque tem medo de soltá-las e deixar de ser aceita. A mente pensa, se eu mudar, vou me rejeitar. Se eu soltar isso, não vou mais saber quem sou. Esse é os nossos menos. Se eu
for quem eu sou, meu pai não vai me aceitar mais. Então eu não posso ser quem sou. Percebe um exemplo, Carlos? Sim, pode falar, Marta. Então, da outra aula teve esse medo que eu falei, mesmo obtendo êxito, eu posso ainda ter medo? Eh, vou dar um exemplo que foi quando aconteceu o medo. O meu filho tinha 17 Anos e foi internado numa clínica para dependente químico. E eu sempre falei que eu nunca visitaria um filho, nem na cadeia e nem numa clínica. E eu não fui com medo. Ah, quando ele fez 18 anos, o psicólogo
da clínica ligou e falou: "Mãezinha, você liga às 18 horas para ele". Eu falei: "Tá bom". Às 18 horas eu liguei, deu um toque o telefone da clínica e falou: "Alô, mã". Comecei a chorar. Aí ele falou: "Não chore, desculpe, que vergonha". Eu falei: "Eu não estou chorando de tristeza, de orgulho, porque você está numa clínica que é gratuita e você não fugiu daí. Eu sei, eu entendo que você queira o tratamento, então você é um homem de verdade. E eu falei isso com muito medo, mas era o que eu realmente estava acreditando. E também
disse outra frase para ele. Falei: "Filho, eu não vou te dar a imagem de uma mãe decepcionada e Desconfortável nesse ambiente. Eu estou te esperando aqui fora com alegria para comemorar a tua vitória. E ele está com 36 anos e nunca mais voltou a usar a droga. Muito bom. Muito bom. Mas ainda assim eu tenho desconforto em lembrar que eu fiz o que a sociedade, a crença da sociedade, mamãe não abandona o filho. Mamãe vai estar lá levando o prato que ele mais gosta, levando os produtos de higiene que ele mais gosta. E essa mãe
não foi Vê-lo. Não fui. Eu não fui. OK. E quando ele saiu, ele falou: "Aí quando eu desliguei, o psicólogo me ligou depois de 5 minutos e falou: "Mãezinha, não se preocupe." Ele ligou para, ele olhou para mim e disse: "Meu irmão, me ajuda a me curar disso, porque se eu não me curar, eu vou perder minha mãe para sempre, porque ela nunca volta atrás". [Música] Então era é isso que eu falei, o tive Êxito de de não fazer, não visitá-lo, mas me incomoda muito isso ainda. A sociedade aí, aí então que aí você se
culpa, aí você se julga. Uhum. Mas a gente nunca, é difícil a gente refletir assim, ó. O que é uma mãe abandonar um filho? O que é um pai abandonar um filho? Que que é isso? A resposta vai vir das verdades, das crenças, porque eu não preciso, um outro exemplo um pouco duro, eu não Preciso ir na cadeia visitar o filho para mostrar que eu que eu amo o filho. Eu posso ir na cadeia. Se a minha consciência não ama a consciência do filho, não adianta eu ir na cadeia, ele não vai sentir. Então isso
significa que a minha essência fez eu ter esse essa atitude. Sim. Você acolheu o filho da maneira que ele precisava acolher, porque ele se sentiu acolhido pelo seu amor, não pelo seu gesto, não pela minha presença. Isso Eu não preciso estar presente. Ele entende isso até hoje. Por isso que eu não preciso ter medo da morte. Carlos, você perdeu o seu pai, você perdeu o seu irmão. Eu não perdi porque a consciência deles existem e a gente tá conectado. Eu só não vejo, mas se eu me silencio, eles estão aqui. Não é que às vezes
vocês imaginam assim: "Ah, ele está aí do seu lado, não, não tem espaçotempo, mas eu não perdi. Não tem como eu perder Uma consciência se eu a amo. Não consigo perder. A minha, a minha o meu entendimento veio, a minha crença fez com que eu ficasse com esse medo. Crença na crença das pessoas. Isso. Numa verdade imposta que não é sua. OK? Uma verdade imposta. Ok. Se eu observar a verdade que a morte é dor, que a morte separa, aí eu perco. Se eu observar que a morte é dor, que a morte é o fim,
que a morte separa, aí eu Perco o pai e o irmão e a irmã quando falecer. Aí eu tenho medo de perder a mãe, tenho medo de perder irmão, tenho medo de perder o filho, tenho medo de perder todo mundo, porque é a maneira que eu observo. Agora, se eu entender que o amor não não tem como eu perder alguém se eu amar essa pessoa, não tem como. OK? É as verdades que a gente vai. Só que por muito tempo eu tive medo de perder o pai. Se eu perdesse o pai nesse período de medo
de perder o pai, aí eu ia cair bonito. Só que eu tive que vir desconstruindo inúmeras verdades para mim entender porque que eu tava com medo de perder. OK? Combinado? Mas a verdade é, ó, desculpa, não soltar. Vamos lá. Talvez você carregue suas verdades com tanta força, não porque Acredita de verdade, mas porque tem medo de soltá-las e deixar de ser aceita. A mente pensa, se eu mudar, vou me rejeitar. E aí eu não mudo. E aí eu não procuro, e aí eu não elimino. Aí eu procrastino. Se eu soltar isso, não vou mais saber
quem sou. Eu tenho medo de saber quem sou. Eu falei isso a última aula, não sei se vocês perceberam. Muitas vezes a gente escuta assim: "Quem é você? Essa pergunta é difícil de responder. Muda a pergunta: "Quem eu não posso ser?" Aí você vai achar um monte de verdade para trabalhar. E uma vez eu fiz essa essa pergunta para um grande amigo meu. Ele respondeu assim: "Eu não posso ser eu." Eu falei: "Então, ferrou. Por que que você não pode ser você? Por causa da minha mãe. Carlos, vê a imagem da minha mãe. Então, ferrou.
Agora ferrou porque você Não pode ser você. Então, acelera essas eliminações, senão você vai adoecer seriamente. Você não pode ser você. Sua vida não tem sentido. Olha que resposta perigosa. E ele achou que ele tava equilibrado. Não tá. Você não pode ser você. Você tá em perigo de adoecer gravemente. Sua vida não vai ter sentido. Desculpa. Não tem como ter sentido se você não é você. Não pode ser Você. Inverte a pergunta. Quem eu não posso ser? Ali vai tá um mar de verdades para você começar a trabalhar. Se todas as possibilidades existe, por que
que eu não posso ser? Pode falar, Marcel. Só liga o som. Eu acho que seu som tá desligado. Cadê ela aqui, Márcia? Aqui para mim não aparece o seu Microfoninho. Tá me escutando? Tá, pessoal, vocês estão escutando ela? Porque às vezes é comigo aqui o problema. Não, eu acho que ela saiu. Acho que eu eu não tô vendo nem a carinha dela. Eu acho que ela deve ter, na hora que ela apertou para o som, deve ter saído, eu acho. Não, eu vejo ela aqui. Vejo, vejo. Eu vejo ela aqui. Mas ok. Escreve no chat.
Escreve no chat. Então, Então tá. Vou seguindo aqui até ele escrever lá. Certo? Ver se vai escrever aqui. Vamos ver. Você vê que eu pulei algumas perguntas, eu tento voltar aqui, tá? Tom escreveu? Pode escrever tranquilo aí. Não, não tem problema algum, tá? Vamos lá, então. Mas a verdade é, só quem solta o que não é encontra o que realmente é. Você tem que soltar o que você não é. Aí Você vai encontrar quem você é. Pergunta para vocês refletirem. Você tem medo de se perder, se soltar aquilo que sempre defender? O famoso dá o
braço a torcer. Por que que muitos relacionamentos acabam? Porque ninguém quer dar o braço para você. Porque você tem medo de soltar o que você sempre defendeu. E o que que a sociedade vai falar? Minha mãe não separaria nunca. Eles não Tiveram um relacionamento legal. Já falei várias vezes isso, mas ela embutiu nos três filhos que o casamento é para sempre. Como é que ela separa se ela embutiu isso nos filhos? Na verdade, ela nunca separou por causa das inseguranças, os medos dela, mas ela embutiu isso. Se eu ensinei isso, como é que eu faço
o contrário? Agora aqui tem que ter coragem para fazer isso, não tem? Tem que ter coragem para chegar pro Filho e falar: "Filho, eu te ensinei uma coisa errada. Eu vou me separar porque eu te ensinei errado. Não era bem assim. Eu achava que era, mas não era bem assim". Aí tem que ter coragem e não pode ter medo de ser julgado. Por que que eu não mudo? Porque eu tenho medo de ser julgado. Uma das hipóteses, né? Conceição, pode falar. Já vou ver no chat já. Carlos, eu tô aqui. Você tá feito as colocações,
os depoimentos das pessoas também. Tô aqui pensando, você Disse assim que eh a gente precisa permitir, digamos assim, né, que a essência reverbere, mas ao mesmo tempo a gente vê que todo esse conjunto de papéis, todas essas verdades falam uma coraça, digamos assim, que a gente teria que furar essa coraça para deixar esse essa essência reverberar. A minha pergunta é a seguinte: eh se essa coraça a gente não não a transforma, a essência ela é definitiva por si só? Em outras palavras, o fato de eu não Mudar, de eu não abrir mão dessas verdades, podem
em alguma medida transformar a minha essência? Ou ela é imutável, ela é definitiva? Ela é imutável. Sei que se eu me fiz entendi, entender. Ela é imutável e eu vou deixar ela reverberar. Eu vou deixar ela reverberar. Só que se eu não se eu não deixar em vida, eu vou deixar eu vou deixar ela reverberar nos meus últimos minutos de vida. Só que talvez eu sofra muito para isso Acontecer. É porque na verdade é abrir é abrir mão de todo um estado de de não é estado de ser, né? A essência é o estado de
ser. Então a gente abre mão do estado de estar, né? abrir mão dos pais, daquilo que a gente representa nesse mundo. Em algum momento essa essência ela se manifesta e ela por si não modifica, independente das experiências, independente das verdades, daquela verdade que tá cristalizada na cabeça, Essa essência não se transforma. Então ela permanece do momento que ela foi da concepção, digamos assim, até o último o último ar que a gente respire, né? Então é isso porque porque é o amor incondicional. E às vezes, muitas vezes a a gente observa isso em doentes, em doentes
terminais, quando tá chegando lá no finalzinho da vivência dele aqui na matéria, não tem aqueles dias de uma melhora incrível? Sim, sim. Já viram isso? Uma melhora incrível, só que ele falece depois. Muitas gente pode observar que nessa melhora incrível ele encontrou a essência dele e aí ele parte tranquilo. Mas eu não preciso sofrer para acontecer isso, né? Eu posso, quanto antes isso acontecer, melhor, quanto antes eu deixar minha minha a minha essência reverberar, mais equilíbrio eu vou ter nos meus dias, menos doença eu vou ter, menos hipertiroidismo, menos tiroidite Deimoto, as doenças aí do
nosso sistema indóco, né? Porque se eu julgo, eu me culpo. Eu vou usar as minhas verdades para julgar o outro. Eu vou usar as minhas verdades para me culpar. Eu vou usar as minhas verdades para me sentir injustiçado. Quando que eu vou parar de me culpar? Quando quebrar as verdades. Quando eu vou parar de julgar o outro quando as verdades. Quando eu vou parar de me Sentir injustiçado? Quando quebrar as verdades. Por que que eu me sinto injustiçado? Porque eu tenho uma verdade enraizada em mim. OK? Deixa eu ver aqui o que a Márcia trouxe,
o que ela tava tentando falar. Essa questão de ser a gente mesmo já consegui fazer. Foi quando percebi que não era pertencente à aquele núcleo familiar, tentava ser o que os outros queriam e só sofria. Depois que consegui Ser eu mesma, passei a viver em um lugar onde sou aceita como sou por todos. Perfeito. Maravilhoso. E aí a vida muda, né? Aí a vida muda, o que eu tô falando aqui que a vida muda é o equilíbrio vem. Não quer dizer que eu não vou ter chateações, vou, mas eu consigo voltar para aquele equilíbrio muito
mais rápido. OK? Parabéns. Maravilhoso. A melhora da morte. Isso, isso é comum de ver, Né? Às vezes as pessoas falam assim: "Carlos, meu pai ficou dois anos lutando com o câncer, semante dele era só dor". Mas você acredita que ali no caixão ele tava sorrindo? Não era sorrindo, né? Mas não tinha aquela semblante de dor. Sim, acredito. Isso é comum acontecer. Nossa essência mesmo em todas as experiências que já tivemos nesse plano. Maravilhoso. Exatamente isso. Combinar. Você tem medo de se perder, se soltar aquilo que sempre defendeu. É o braço a torcer. Isso não vale
a pena. Isso não vale a pena. Enxergar os nossos erros também é necessário, combinado? Sua essência é o que sobra quando o julgamento vai em tirou o julgamento, encontrou sua essência. Então, o exercício que vocês podem fazer é quem eu julguei hoje? Quem que eu julguei hoje? Ali você vai encontrar várias verdades, várias crenças, vários pensamentos. Ó, vamos ver lá no chat. Eu tenho medo de me perder, pois às vezes eu me sinto um nada. Pera aí. Eu tenho medo de me perder, pois às vezes eu me sinto um nada para quem eu dei meu
tudo. E aqui é onde tá o desequilíbrio. Eu dei meu tudo. Eu tinha que dar esse meu tudo para mim, não pro outro. Aí a hora que a gente criou moeda de Trona, eu dei meu tudo para receber o tudo do outro. Aí virou troca. Meu tudo eu dou para mim. O outro vem somar, não completar. Isso muitas vezes fal assim: "Não, Carlos, quando eu tô me relacionando com alguém é porque o outro me completa. O outro não pode completar, gente. Você vai sentir dor mais cedo ou mais tarde. Outro vem somar, não completar. Aqui
parece egoísso, mas eu tenho que tá Bem com fulano ou sem fulano. Porque se eu só tiver bem com fulano, tem desequilíbrio aí, percebe? Tem desequilíbrio, tem apego, dependência, não tem, Carlos. Carlos, ó aqui uma coisa, eu sei que esse exemplo machuca, mas vamos lá, Carlos, eu amo incondicionalmente a minha esposa. E se ela quiser se separar e se casar com outro, aí eu não amo mais. Então Você não ama o incondicionalmente sua esposa, porque se você ama o incondicionalmente sua esposa, você que ela é feliz. E se para ela ser feliz é oo lado
de outro, então que seja, aí você ama sua esposa. Difícil, né? Concorda? É difícil. Mas então você não ama. Você gosta, você se apaixona, você é dependente, mas não ama. Porque se você ama sua esposa, você quer ver ela feliz. E se aí o momento dela agora é ser feliz com outra pessoa, então tá. Então você vai continuando, né? Eu sei que é um exemplo duro, mas é o exemplo que faz a gente baixar a bola e refletir que eu ainda tenho algo para trabalhar. O que que eu abaixar a bola? Eu uso muito esse
termo, né? O abaixar a bola é entender que você ainda tem desequilíbrio na sua consciência, como Eu ainda tenho desequilíbrio na sua capacidad. Como eu isso eu faço todo dia, eu falo muito isso. Acordei do lado da esposa, acordei no quarto, acordei, então eu tô na matéria. Se eu tô na matéria, eu tenho desequilíbrio ainda para trabalhar, então eu tenho que procurar. Dias eu acho, dias não acho, mas a busca eu não posso parar. Sua essência é o que sobra quando o julgamento vai embora. Quando você solta o controle, ó lá, voltamos no controle. Quando
você solta o controle, a rigidez, a necessidade de ter razão, começa a ouvir uma voz que sempre esteve aí. Mas você tem que soltar o controle. E não vai ser do dia paraa noite, vai ser um caminhar. Quando você solta o controle, a rigidez, a necessidade de ter razão, começa a ouvir a música, começa a ouvir uma voz que sempre esteve aí. Qual é a voz? A Sua essência falando é simples, é amorosa, é livre. Essa é a sua essência. Essa é a voz que a gente tem que escutar, parar de complicar. A essência ela
é livre, ela é amorosa e ela é simples porque ela é puro amor, não é condicionado. A essência ia ser complicada do jeito que a verdade é complicada quando a gente condiciona. Aí já deixou de ser essência. Quando a gente observa, a vida é simples, a vida é super simples, amar incondicionalmente é isso, mas a gente complica, não é isso? Vocês já ouviram assim, amar a Deus sobre todas as coisas? Isso é amar incondicionalmente. Amar a Deus sobre todas as coisas é amar incondicional. Amar a Deus sobre todas as coisas é amar a Deus quando
você bate o carro. É amar A Deus quando algo legal acontece. É amar a Deus quando algo ruim acontece. Esse é o amar Deus incondicionalmento. Esse é o amar Deus antes de todas as coisas. e amar ao próximo como a ti mesmo. Então, se você se ama incondicionalmente, você consegue amar o outro incondicionalmente. Se você não se ama incondicionalmente, você não ama o outro incondicionalmente. Se você se julga, você não julga o outro. Carlos, por que que Deus tirou meu Filho? Essa pergunta você tá julgando Deus, então você não ama ele incondicionalmente. Você tá condicionando
até o seu amor com Deus. Deus o todo, a centelha, não é o nome que importa. Eu sempre bato nessa técnica. OK. Autoobservação. Quem você seria se não precisasse mais se proteger? Quem você seria se não precisasse mais se proteger? Se não precisasse mais se defender, se não precisasse mais Provar algo a alguém? Enquanto a gente se preocupa com o julgamento do outro, a gente não se ama incondicionalmente, que o outro vai pensar, o que o outro vai não sei o quê, o que o outro vai não sei o quê. Você não consegue ser feliz.
Percebe? Enquanto um cantor subir no palco para fazer um show para 1 milhão de pessoas e tá preocupado em agradar aquele em 1 milhão de pessoas, ele não consegue ser um cantor bom. Qual o que cantor que é bom? Aquele que sobe no palco e não tá nem aí se ele vai agradar ou não. Ele tá cantando porque ele ama cantar. A consequência é ele agradar a maioria das pessoas que ele tá cantando para ele. Agora, o cantor que tá cantando para agradar todo mundo, porque quanto mais pessoas tiver no show, mais ele ganha. Quanto
mais ele ganha, mais ele compra. Isso não vai agradar. ou vai agradar por Um tempinho curto, nem a consciência dele sustente. É igual o nosso trabalho. Enquanto eu trabalhar avisando dinheiro, não vai fluir, porque você tá condicionando seu salário, a entrada, a gente falou isso lá na aula do financeiro, dinheiro vai entrar por consequência. Tá vendo? Um assunto vai maranhando no outro. Dinheiro vai ser uma consequência de algo que você faz por amor. Se você Faz por amor, você vai aguentar os altos e baixos de maneira equilibrada. Vai balançar aqui, vai balançar ali, mas vai
tocando, vai tocando, vai tocando. Combinado, pessoal? Vou dar um exemplo meu aqui, ó. Esse exemplo ele é ele é bem é bem legal desse você fazer sem esperar a troca. Um dia eu viajei para fazer uma uma palestra numa cidade nova e eu cheguei naquela palestra tinha um casal lá. O público era um casal, Tinha lugar para 100 pessoas, tinha um casal lá. Pela lógica, muitos palestrantes ia, vou voltar para trás, me voltava para trás. tem um casal, não vou nem perder tempo. Mas eu fiz a palestra falei, aí eu me questionei, por que um
casal? Tem um tem um porquê disso. Eu só atraí um casal. Então a minha consciência atraiu um casal. Era o que é o que tem para hoje. Então vou palestrar do mesmo jeito que eu sempre palestro. E o o senhor Perguntou para mim, Carlos, mas você vai fazer a palestra só para mim e e para e paraa minha esposa? Não, só conversa não, eu vou fazer a palestra igual e tá tudo bem. Fiz a palestra normal. Aí no final da palestra, quem era essa pessoa? um diretor da Honda e aí ele me levou para dentro
da Honda para dar curso dentro da Honda. Mas eu, se eu fizer essa palestra preocupado que só tem duas pessoas, que Daí eu não vou fazer curso, que daí não sei o quê, que daí não sei o quê, que eu que eu viajei, que eu paguei hotel, que eu paguei avião, fizesse a palestra com raiva, com ódio, não ia conseguir converter isso. Então, por que que tinha só duas pessoas naquela palestra? provavelmente porque eu tinha que dar muita atenção para aquela pessoa, porque eu atraí aquelas duas pessoas por algum motivo. E se tivesse 100, talvez
Eu não tinha dado a mesma atenção naquela para aquela pessoa e talvez eu não tivesse dentro de uma multinacional levando HQ. Esse é o desapego. É duas. É duas, Carlos. Mas eu tô tentando um tempão. Continua. Só vai mudando a estratégia. Seja teimoso, seja perseverante. Teimar é continuar fazendo a mesma coisa. Posso fazer tentativas diferentes, tentativas diferentes até achar o meu modelo. Esse é o perseverar, não é Teimosia. Mas para isso você tem que desconstruir suas verdades. E você só é bom se sua palestra é cheia. Um exemplo. OK. Combinado, pessoal. Deixa eu passar pelo
chat um pouco aqui. Eu acho que eu não vou conseguir responder todas aqui, mas vamos lá. Deixa eu ver onde eu parei aqui, ó. Aqui não tinha. Pera aí. Vamos lá. Eu costumo dizer que amar é Apesar de eu não por causa d. Esse apesar de por causa D, pode ser um julgamento, não pode? Só se eu não conseguir entender aqui a colocação. Eu costumo dizer que a mar é apesar de tá, apesar disso, daquilo. Ah, ok. Apesar de não por causa de. Entendi. Ok, legal. Agora entendi. Ok, perfeito. Tá muito bom. Se eu soltar
as verdades, talvez não faça mais parte do sistema. Questão do pertencimento. É o que a gente viu. Eu tenho medo. Eu tenho Necessidade de pertencer. Eu tenho medo de não pertencer, porque se eu solto as minhas verdades, pode ser que eu não pertença mais a algum grupo e tá tudo bem, porque se esse grupo me amar, eles vão me acolher. Se esse grupo me amar, eles vão me acolher. Como a Marta acolheu o filho drogado na clínica e ela acolheu que tem amor, tem não precisa ter medo. Vamos lá. Eu vivi três décadas me Escondendo
do meu desejo de pertencimento a uma a uma instituição. Lá no fundo era o medo de não ser aceito. Se expusesse exatamente as minhas verdades, aos pou aos poucos fui me libertando. Isso tem me proporcionando uma uma leveza profunda e estou realizando coisas que nunca dava certo. Maravilhoso. 30 anos para reverter e tá tudo bem. Car, 30 anos por uma mudança maravilhoso. Tem mais 60, 80, 100 pela Frente, a gente não sabe. Um dia de felicidade compensa 1000 anos de todo. Então nunca é tarde. Carlos, eu já tenho 70 anos, eu vou mudar agora. Vai,
vai, porque você tem mais um ano, 2, 10, 20, 30 de vida e vai. Lógico que sim. Muito bom. Hoje eu sinto que estou vivendo em congruência entre o que sinto, falo e expresso. Gera muita sincronicidade na vida. Maravilhoso. É isso aí. Acho que o medo da morte, em muitos Casos, na verdade, o medo da forma de morrer, medo da dor que pode ser envolvida nessa mudança de estado. Como eliminar esse medo? Não precisa ter medo da dor, pessoal. A dor passa. Se você não tem controle, se você não é um controlador, se você não
tem desequilíbrio de controle, não tem dor. Não tem dor. Só você não controlar. Carlos, mas a cólica menstrual dói. Ó, exemplo tonto, né? A cólica menstrual dói. Dói porque você controla. Tem Muitas mulheres que menstruam e não tem dor. Nossa, Carlos, tem mês que eu tenho dor, mês que eu não tenho dor. Mês que tem dor é porque a sua consciência tá gerando controle. Você vai sentir dor. Tem gente que tem pedra no rim, mas não sente dor. Tem gente que cai no chão de tanta dor de uma pedra no rim. O que controla tem
dor, o que não controla não tem dor. Você aguenta, pessoal. É só ir do abrir mão do controle. Abrir Mão do controle. Abrir mão do controle. Foca nisso. Tira esse controle da sua existência. Isso é importante, tá? Deixa eu ver aqui. OK. Isso aqui já foi. OK. Medo da forma de morrer. Isso. OK. medo da forma de morrer porque eu tenho medo de sentir dor. Não preciso ter medo de sentir dor. Medo, a dor é só uma das milhões hipóteses. E eu só vou, eu só vou ter dor se eu sou controlador ou se eu
tenho desequilíbrio de controle na minha Consciência. Porque a dor é o que desequilibra o sistema nervoso e o sistema nervoso é o que carrega dor. Se eu tô com o meu sistema nervoso equilibrado, eu não tenho dor. OK? E a dor passa. Essa questão de ser a gente mesmo já. OK. Tá. Essa aqui eu acho que li. Li já. Já li. Perfeito. O que você chama de verdade não seria crença, porque a verdade é um valor a Ser preservado. Sim, as crenças é uma forma de verdade. Então vou ter que eliminar as crenças que eu
carrego. Os meus pensamentos negativos. Alguns são crenças, alguns são pensamentos. Perfeito. Nossa existência. OK. As crenças são as novas verdades. Não existe uma verdade absoluta. Então, quer quer desconstruir verdade? Olha, olha paraas crenças, olha pros seus pensamentos. Eu tenho medo de me perder aqui. Já foi. Carlos, pode falar um pouco mais sobre a relação da essência com a a tiroidite de Hashimoto? Posso? Posso sim. Ah, o nosso o sistema endócrino, pessoal, as glândulas, né? as glândulas que que produzem hormônio, né? Não, não as glândulas escretoras apenas, as glândulas que produzem hormônios e os hormônios vem
do nosso sistema endócrino, tá? Então, o hipotiroidismo, tiroidite de Hashimoto faz parte do Nosso sistema endóco. E o que vai desequilibrar, o que vai adoecer o nosso sistema endócrino são todas as informações. Então, todos os sentimentos que eu senti em momentos que eu me senti culpado ou injustiçado. Momentos que eu me senti culpado, momentos que eu me senti injustiçado, é o que vai gerar as doenças do sistema endoca. A raiva, a tristeza, o ódio, o que for de momentos de culpa e injustiça, Porque só vai se culpar se você tiver verdades aí que não são
boas. Você só vai se sentir injustiçado se você tiver verdades que não são boas. Mas eu tenho que olhar para esses momentos e eliminando todas as informações negativas que eu evidenciei em momento de culpa e injustiça que você reverte as doenças do sistema. Tem uma aluna nossa que ela não tem a tireoide. Ela foi, ela operou, né? Tirou a tireoide e por incrível que pareça, Vocês acreditando ou não, ela não faz seposição hormonal. O corpo dela produz hormônio sem aula. Então é possível. É possível. Porque a informação da glândula tá lá na consciência dela. A
glândula que foi retirada só na matéria. Informação da glândula tá lá. Então o corpo dela produz por Então qualquer doença do do sistema endócrino são as informações geradas em momentos de culpa e de injustiça. Combinaram? Vamos lá. Mas, mas ser outro é meu filho. Não conseguir entender. O filho é mesma coisa, pessoal. Eu vou amar incondicionalmente o filho. Só que o filho, a gente tem que entender, o filho não é nosso. Ele não é nosso. Como a gente não é dos pais. É por isso que eu não posso me, eu não devo apegar nem a
filha e nem eu não quero que o filho se apegue A mim, porque se eu partir, esse filho vai sofrer. Eu não quero que o filho sofra, porque eu amo ele, mas é uma escolha dele e se ele tiver apegado a mim, ele vai sofrer. É, Carlos apegado diferente de amar. Ok, Carlos, ela fez essa pergunta porque ela tinha falado do medo de perder tudo. Então ela falou assim: "Mas se eu dei tudo, se o outro era meu filho?" É isso que ela quis dizer. Fala outra vez. Desculpa. É a Eleonice, ela tinha Perguntado, eu
tenho medo de me perder, pois à vezes eu me sinto um nada para quem eu dei tudo. Aí ela depois, mas se o outro é meu filho. Entendi. Entendi. Ela tava querendo uma resposta. Se o se foi. Ah, entendi. Ela perdeu tudo porque ela deu tudo pro filho. Ok. Ok. Eu queria saber sua resposta sobre isso. Isso. Tá. OK. Vamos lá. Então, se eu dei tudo pelo filho por amor, eu não espero nada entrando. Mesma coisa do casal. Eu deito, eu eu cuido do filho por amor. Eu ensino meu filho por amor. Eu não sei
se eu tô ensinando certo ou não, mas se eu tô ensinando por amor, tá tudo bem. Se eu tô ensinando por amor, vai dar tudo certo. Se eu não tiver colocando apego nesse ensinamento, se eu não tiver colocando meus traumas nesse ensinamento, vai dar tudo certo. Se eu então, o que que eu tenho que ter aqui comigo quando eu olho pro filho e Me questiono, será que eu tô cuidando dele bem ou não? Tenho que me perguntar, eu tô ensinando por amor, sem apego, não tô pondo minhas dores nele? Não, não tô. Tô fazendo o
meu melhor. Fazer melhor não é fazer perfeito. Então, tá tudo bem. Eu posso dar tudo de mim pro filho. Eu só não posso esperar que ele faça a mesma coisa. Aí é por amor, por amor incondicional. Se eu colocar um peso, se eu colocar uma Moeda de troca e não vier, eu vou adoecer. E aí, nesse caso, vai adoecer o nosso circulatório. OK? Muito bom. Que mais aqui? Com relação ao que você disse sobre estar na matéria, quem morre de forma trágica, como é isso? Estar na matéria, pessoal, nesse estado matéria, porque a gente vai
voltar a ser informação. Quem morre de forma de forma trágica, aqui é outro exemplo bruto, mas é a realidade. Quem morre de forma trágica construiu essa realidade. Informações na consciência dele construiu essa realidade. OK. A minha própria informação pode construir um final trágico para mim, como pode construir um um um fim dormindo. Posso ter um fim dormindo e posso ter um fim sofrendo do anos. é a minha consciência que vai determinar isso, as Minhas escolhas que vai determinar isso. É o grau que eu acesso a minha essência que vai determinar isso, se eu vou sofrer
do anos ou se eu vou partir dormindo. Percebe? OK. Muito bom. Ah, agora eu entendi, tá? Foi o que vivi dando o meu tudo para o outro. Ó, vamos lá. Foi o que eu vivi, dando meu tudo para o outro. E quando eu entendi que eu tinha que me dar o tudo para mim, eu me Libertei do sofrimento que estava. Então eu vou olhar pro filho, eu vou olhar, Carlos, eu dei tudo pro filho e ele não fez o mesmo. Eu vou eliminar o que eu senti por ele não fazer o mesmo e vou entender
se eu fiz por amor, se eu eliminar a dor, se eu eliminar a raiva, a injustiça, a frustração, a revolta pelos movimentos que o filho fez, eu meu messe minha consciência começa a observar, eu fiz por amor, então tá tudo bem, mas se eu não eliminar essas Informações que eu tô carregando, eu não consigo chegar nessa percepção. Aí é da boca para fora. Só vou conseguir entender e sustentar que eu fiz por amor se eu eliminar toda essa dor da minha consciência. Aí eu consigo. OK. Muito bom. Até que etapa vida dos filhos? Ó, pera
aí. Até que etapa da vida dos filhos somos de fato responsáveis por eles? em Sua opinião, primeira infância, até eles terem a primeira lembrança, que daí é com só que ele já vai ter uma carga informacional minha bem grande para construir o resto da existência dele. E aí eu tenho que ter equilíbrio para as vezes sentar com o filho e falar: "Filho, sabe aquilo que eu te falei? Esquece, tava errado. Lá quando você tinha 10 anos, eu observava isso. Agora eu já não eu já Não observo. Então tô te trazendo essa nova informação agora. O
que você vai fazer com isso é com você. Mas eu errei lá, filho. Só que eu tenho que ter coragem para fazer isso. Meu filho tem que confiar em mim. Se eu fui verdadeiro, ele vai confiar em mim. Agora, se eu ter, se eu obtive o respeito pelo medo, pela força, pelo controle, ele não vai confiar em mim. Por que que até certa idade o pai é o Herói do filho? Porque ele confia incondicionalmente em você. Ele confia incondicionalmente em você. OK? Nas aulas de mergulho é muito mais fácil fazer uma criança de 10 anos
virar um mergulhador do que uma pessoa de 20. E a criança de 10 anos, ela confia. Você fala, ela confia, ela vê que deu certo, pode confiar, ela vai. Ó, respira aí que vai dar, vai dar tudo certo. Ela põe na boca e respira. Agora O de 20 não. Será que vai respirar? Será que vai funcionar? Ele começa naquele será. Então, até até que momento eu sou bem responsável pela criação do filho? Período inconsciente, até a primeira lembrança dele. Aí daí paraa frente, meio a meio, depois vai ser com ele. Por que meio a meio?
Porque daí eu vou virar exemplo. Pelo meu exemplo, ele vai gerar informações mais pelo meu exemplo do que o que eu falo, Né? Porque o exemplo marca a mão, combinado? Muito bom. Quando a gente se quando a gente sente que expressou a essência, mas não for percebido ou compreendido até criticado, desculpa o termo, Dan a opinião do outro. Se eu demanei a minha essência, eu não vou me preocupar com a opinião, porque a opinião do outro já é as verdades dele, os desequilíbrios dele. Eu não posso me preocupar com isso, pessoal. A opinião do outro
vai ser filtrada pelas verdades do outro, pelos traumas do outro, pelas dores do outro. Então, não posso me preocupar com a opinião do outro. Se eu fiz aqui dentro o meu melhor, que não é perfeito, mas é o meu melhor. Se eu fiz aqui, se eu deixei a minha essência reverberar, se eu amei incondicionalmente, eu não preciso esperar a aprovação do outro. Por que que eu sofro? Porque eu espero a Aprovação do outro e aí eu não consigo ser o mesmo e aí danou tudo. OK? Hoje entendo que quando acontece algo negativo, me pergunto o
que tenho que aprender com isso. Maravilhoso. Maravilhoso. Que eu tenho que aprender com isso? Maravilhoso. Muito bom. Minha essência é livre para amar as coisas simples da vida. Perfeito. Eram as pessoas que tinham que estar em isso. É muito bom estar aqui. Gratidão profundo. Eu eu que escolho como morrer. Sim, de uma maneira inconsciente, né? Dependendo das informações que você pôs na sua consciência. Você pode morrer encravada numa cama ou você pode morrer dormindo. Não é que você vai escolher conscientemente, é as informações que você carrega. informações que você carrega. Perfeito. Mas então quem morreu
equilibrou, Carlos, independente de como foi, para Mim, sim. Aí é uma, aí é o que cada um observa, né? Não tem aqui, não tem certo, não tem errado. Tem infinitas possibilidades para mim, sim. mais infinitas possibilidades. Se eu não julgo, se eu não julgo, se eu vim de um amor puro, de um amor verdadeiro, de um amor incondicional, por que não? OK. Eu li só um pedaço, ó. Mas então quem morreu Equilibrou, caros. Independente de como foi, esse é o amor incondicional, pessoal, porque se eu vincular o tipo de morte para onde eu vou, eu
já não tenho amor incondicional no jogo. Aí já não tenho amor incondicional. Aí ferrou. OK. Eu já adoeci, mas também me curei. Só que ainda tem um gatilho quando vejo ele postando foto do pai que nunca fez nada por ele. Então tem significa o quê? Não tem problema nenhum. Não se julgue. É só trabalhar, continuar eliminando essas informações, a sua consciência que vai chegar o dia que você vai ver ele postar foto com o pai, tá tudo bem. a escolha dele. E se ele é feliz com o pai, tá tudo bem, Carlos. Mas o pai
nunca fez nada por ele. Eu sei que dói quando eu falo assim: "O pai nunca fez nada por ele". Às vezes a consciência do pai não conseguiu fazer. Às vezes o pai tentou e não conseguiu. OK? Quando o pai não faz nada pro filho, na mãe pode gerar um sentimento que é chamado de alegria negativa. Ao mesmo tempo que dói, ela fica feliz. Isso vai potencializando em todas as consciências. Não julga. Sei que não é não é fácil, mas conforme a gente vai eliminando o negativo, vai ficando cada vez mais fluída a coisa. Às vezes
ele não Conseguiu fazer nada, mas eu tenho que eliminar todos os traumas para mim entender isso, para mim conseguir enxergar assim. OK. Deixa eu ver que mais aqui. Aqui já foi. Carlos, você acredita que vivemos várias vidas num sistema de reencarnação? Eu não observo um pouquinho assim. Eu observo mais a a transferência, a transferência informacional e o multiversos. Eu eu observo mais que pode Ter milhares de Carlos vivendo outras realidades diferentes, mas pode ser ao mesmo tempo. Por isso que alguns comandos que eu faço para mim, eu faço cuidando desses outros carnes. E as nossas
consciências pode ser maranho. Essa é a teoria do multiverso. Mas são infinitas possibilidades, pessoal. Não, não tem como a gente falar é assim, é assado. Não tem como, né? É porque se eu observar uma Possibilidade só, eu não entendi visão informacional. Por isso que a gente respeita a todos. Por isso que essa muda, esse pensamento pode mudar amanhã. Pode, posso me equilibrar um pouquinho mais, acessar outras informações, entender diferente assim para combinar. Muito bom. Aqui já foi. Já quando você solta o que achava ser verdade, descobre. Descobre aquilo que sempre foi você. OK? Quando você
solta o que achava ser verdade, descobre aquilo que sempre foi você. O amor incondicional. Nada. Hoje você viu que a maioria das suas verdades foi construída sobre dor, medo, necessidade, interfez. E por trás de tudo isso existe algo que nunca foi ferido. Sua essência. Você não precisa mais sustentar o que te afasta De si. Pode soltar, pode liberar, pode deixar o amor que você é reverberado. Combinado, [Música] pessoal. Próxima aula, esqueci de de avisar no começo, depois eu coloco no grupo, tá? Próxima aula a gente vai falar de mente quântica, mente linear, é um assunto
muito interessante, tá? Vocês vão entender um pouquinho às vezes o que é chamado de TDAH, não é tanto um desequilíbrio, Tem? Então, é uma aula muito interessante, só que essa aula não vai ser gravada, então vocês precisam estar presencial comigo aqui quarta-feira que vem, ok? Um assunto que muitas pessoas questionam a mente quântica, mente linear. Então, a gente entender o que é uma mente quântica e o que é uma mente linear traz inúmeras respostas pros nossos relacionamentos também, tá? no feriado, quarta-feira que vem, feriado, aula no feriado, Combinado? OK. Eu não sei se é feriado
no no Brasil todo, eu não sei. Eu acho que não, né? Não é, né? Acho que acho que que é só aqui o estado de São Paulo, eu acho. OK. Muito bom. Ó, Santa Catarina, não é legal? Então, quarta-feira que vem, mente quântica, mente linear, um assunto que todos pediram, mas esse eu não posso gravar porque é com é conteúdo de é conteúdo de palestra e cursos, tá? Então, estejam comigo quarta-feira que vem aqui. Um assunto muito muito legal, combinado, pessoal? Valeu a pena hoje? Foi bom? Conseguiram aí fazer uns levantamentos, pegar os insightes? Então,
vamos que vamos. Gratidão profunda pela presença de todos vocês. Quarta-feira que vem, estamos junto aí. Quem tá no curso básico, terça-feira que vem estamos junto aí, tá bom? Gratidão, pessoal. Uma ótima noite a todos. Amor e luz. Boa noite. Boa Noite. Boa noite. Obrigada. Boa noite. Gratidão. Boa noite. Boa noite. Boa noite para todos. Bom, descanso.