เฮ เฮ เฮ He He he he เฮ he He he. He. Fala rapaziada, estamos ao vivo, hein? Mais um fala glá O podcast, mais um dia aqui vibrando, feliz para fazer o que eu amo e do jeito que vocês amam, né? Hoje eu tô aqui com camaradão de longa data já do canal. Já fizemos alguns podcast eh juntos, né? Já fizemos aqui podcasts comemorativo, tudo. E todo podcast é bom com esse cara, mano. Todo podcast com esse camarada é bom e todo podcast é assunto novo porque eh sabe muito da segurança pública, sabe muito de
polícia. E hoje certamente será mais um dia desse, né? O Bigode mais querido do Brasil? Não, mais querido não. O segundo mais querido porque tem o sargento Farru aí na lista, né? >> Forzão é o mais querido. Gente, e aí irmão? >> Sempre uma honra estar contigo aqui, irmão. >> Obrigado, viu, mano? >> Jun. >> Prestígio aí. Você é um baçado. >> Muito bom. É isso aí também, né? [ __ ] Um galegão bonito desse, doido azul, né? Desse é fácil, né? Não é isso aí, >> [ __ ] Uns galegoo desse aí, né, mano?
E aí, irmão, como é que tá, cara? Como é que tá São Paulo? Eh, quero conversar contigo aí bastante aí sobre as novidade aí nas eh política de segurança pública, né? O não é projeto, como é que é o nome? O marco >> marco legal de combate ao crime organizado. >> Marco legal de combate ao crime organizado. Exatamente. [ __ ] facções, né? >> Tá pegando fogo, né? No >> tá pegando fogo. É, hoje é a pauta do momento no Brasil, né? Mas aí, irmão, fala aí como é que tá lá São Paulo, como é
que tá, pô, a vida lá? Eu eu eu vi bastante ali reagir até uns vídeos, inclusive achei que você tinha que ter apertado mais lá o guerreiro lá, tal do Salvador da Rima lá, hein, mano? Como é Que tá essa guerra cultural, irmão? Porque é é um uma coisa que já trabalhamos aqui no podcast, já fizemos conteúdo sobre isso e agora tu tá no momento de poder, né, usar o poder político para isso. >> Lá lá o que acontece, nós instauramos a CPI dos pancadões, né? Rubinho Nunes é o vereador que é o presidente da
da CPI. E durante a CPI, cara, eu sou só um dos membros, né? Não sou, não, não tenho, vamos dizer assim, não tenho cargo de Presidência, não tenho relatoria, não tenho nada, eu sou só um dos membros da CPI. Mas durante a CPIs, eh, começamos intimar algumas pessoas que a gente acredita que tem a ligação forte e, e que essas pessoas inclusive incentivam os bailes de rua, os bailes desorganizados, né? É aquele baile que vira uma bagunça, as pessoas consomem droga, enfim, criança, adolescente, prostituição infantil e vulgarização das mulheres. E aí Começamos a trazer algumas
pessoas que poderiam, de certa forma contribuir nas investigações da CPI. E aí, paraa minha surpresa, virou parecendo uma série do Netflix. Eu saiu na rua, as pessoas, eu deu uma parada agora por conta do do dos fatos do Rio de Janeiro, mas eh nas semanas anteriores saí nas ruas, as pessoas estão acompanhando e querendo saber cada detalhe da CPI dos pancadões. E assim, é engraçado que foi feito até Um react. O cidadão fez um react ainda me zoando, né? Não, o Salvador da Rima até que não usou na rede dele, mas o é um cidadão
aí que ele fez um react zoando, só trabalho com nome, irmão. Eu não sei não quero. Você sabe quem que é? >> Eu eu não sei não. Já tava falando, [ __ ] >> E aí que acontece? E ele fez um react e falou assim: "É o Nantes perdeu nas idei >> o Nantes perdeu nas ideias que o Nantes Foi fraco nas ideias de malandro. Ô irmão, nas ideias de malandra eu jamais ia perder para aquele moleque. Jamais. E e por sinal é um cara inteligente, viu, mano? Um moleque inteligentíssimo. Salvador da >> inteligentíssimo. >>
Quando começou o embate, eu tô numa postura hoje que nós, eu tô lá como parlamentar, não dá para eu sair atropelando o cara na gía, na Malandragem. Tô como parlamentar e eu tenho uma função ali por trás que é interrogar, elaborar as as perguntas, enfim. e uma qualquer excesso que ele cause a gente freia, mas não dá para você, é diferente do serviço operacional da rua que você tá ali no bigode a bigode, nas ideias, apavorando, enfim. E aí veio que meio que acabou expondo talvez de uma maneira negativa a CPI, porque nas páginas de
de funk foram amplamente compartilhadas, dizendo que o Salvador da Rima tinha atropelado os vereadores na Câmara, enfim. Só que assim, irmão, o jogo só termina quando acaba, certo? >> Certo. >> Calma que calma que ainda tem relatório. Calma. Então não tô, eu não tô preocupado aqui não é maratona ainda. Vamos sair com relatório. Ainda vamos apontar o que a gente identificar de errado. Tem pessoas que vão até a CPI que praticam determinados atos, chega lá Diante e ela e ela é intimada como testemunha, ela acaba eh não falando a verdade, então ela acaba se comprometendo
criminalmente, inclusive, e os caras estão achando que tá doce. Então, daqui a pouco, quando sair o relatório, talvez essas piadinhas possam acabar ou diminuir, ou senão vão falar que foram injustiçadas. Mas o que eu o que eu tenho a dizer é que o trabalho é sério. Nós temos levado muito a sério essa CPI, principalmente no pelo fato Que você falou, é uma guerra cultural, é uma distorção dos valores que vem cada vez mais amplamente, principalmente por conta da internet, vem sendo implantado na cabeça do jovem. Isso aí tem prejudicado demais nossa juventude. Eh, hoje, hoje,
por exemplo, eu tive numa palestra numa escola, aí um professor me falou que um aluno dele, escola na periferia, ele falou assim: "O meu aluno é um aluno considerado CDF aqui e eu peguei ele olhando no celular e falando De um influencer que rouba motos. O influencer rouba motos e o moleque admirando esse influencer. Então, ou seja, você acaba canalizando e direcionando o jovem para o mal, né, meu, para praticar o mal. E até os moleques que são mais recatados, muitas vezes começam a a querer ter um envolvimento com mundo do crime justamente por conta
desses influencers. Então eu acredito que a CPI trará bons Resultados nesse sentido de começar a coibir, principalmente parte de apologia, incentivo ao uso de drogas, incentivo, que no caso é a própria apologia, né? Mas incentivo a práticas criminosas. Pô, meu irmão, teve tem época aí que a molecada disputava na internet para ver quem roubava mais motos, os robozão que eles falam, né? que as 1000 acima de 1000 cilindrada, as motocross acima de 1000 cilindrada. Então a molecada começou a virar uma Competição na internet e aonde que a molecada na maioria das vezes rodava com essas
motos no fluxo, no entorno do baile funk. chega no baile F. Então você pode procurar na internet, você vai ver vídeos da molecada mo nas motos até o final, depois taca fogo na moto. E é o patrimônio de um cidadão ali que muitas vezes até morreu no roubo, foi vítima de um latrocínio e a molecada tá lá zoando com o bem alheio. Então, e é uma cultura Que eu acredito que aí existe um [ __ ] do embate com a esquerda que fala: "Não, vocês estão perseguindo o ritmo musical". Não, nós não estamos perseguindo o
ritmo musical. Eu tô perseguindo, não, nós estamos sim perseguindo os criminosos que se infiltram no ritmo musical e utilizam dessas letras para coaptar os jovens. Então é isso aí. Nós estamos perseguindo mesmo. O cara que incentiva o jovem a virar um criminoso. Mas o ritmo o o Ritmo musical não tem nada a ver. O problema são as letras, a construção das letras e como é feita, né? Como teve outros MCs que comemoraram roubo de carro forte, explosão de caixa eletrônico e colocando algo com glamor, né? Trazendo com glamur. E a gente sabe que não tem
glamor nenhum, né, meu? Os caras entram, toma a cidade, sequestra todo mundo, coloca as pessoas, fazem escudo humano e o cara, esse MC, se eu não me engano, ele foi ele foi Processado, inclusive ele chegou a responder criminalmente por isso, mas o cara fazendo um um a música de troféu, cantando a vitória do crime. E isso aí, querendo ou não, o jovem ele é muito ele é seduzido facilmente por isso. Então, a nossa o nosso principal objetivo na CPI é justamente proteger os jovens desse tipo de conteúdo. Então, meu irmão, eu acredito que nós traremos
bons resultados lá, viu, cara? >> Irmão, como como eu falei, né? É uma Guerra cultural, só que além da cultura, você tem diversos crimes envolvido com essa com esse com esse exercício cultural ali da periferia, que é assim como eles chamam, né? Então, eh, se eu não me engano, o nome é CPI do Pancadão. Pancadão não é o estilo musical. Pancadão é o tipo de festa. Aqui no Rio nós chamamos, nós chamamos de baile funk. >> Baile funk. >> Em São Paulo talvez é fluxo. >> Fluxo ou pancadão. >> Ou pancadão. Na Bahia é paredão.
>> Paredão, né? >> Então não importa qual é o estado, eles se utilizam de um de um de um estilo musical, seja o funk, seja o brega, seja o que for, para fazer uma uma festa clandestina. uma festa arregada da droga. Só que é o seguinte, além do artista que tá cantando, você tem toda a produção que é meio para lavar de Dinheiro. Eu não sei como é que vocês estão abordando isso lá, mas tem que atacar a lavar de dinheiro, porque assim, o MC, o Salvador da Rima, eu reagi a um vídeo, eh, eu
achei que, pô, dava para apertar mais. Inclusive, eu falei isso no meu react. >> Sim. Só que vocês estão com preocupações jurídicas ali, né? Então, de repente, se tu vai muito, aí você toma uma invertida juridicamente depois na CPI. >> Isso eu entendi. Mas assim, n, eh, o Cara fala que ele não tem conhecimento, não, pô. Você pergunta para ele se lá no baile ele viu Homens Armadas, ele fala que não. Pô, meu irmão, então se tiver uma imagem, um vídeo dele em algum momento, tem que empurrar. Mas é exatamente isso, irmão. Então assim, eh,
tem muitas pessoas que estão levando isso como uma brincadeira, tá achando que é uma palhaçada e que não vai dar nada e não tem problema. É bom assim, porque na realidade quando o cara Aparece lá, eh, nós já estamos munidos, todas as perguntas são feitas, nós já estamos munidos de diversos materiais, conteúdos para relacionar isso. Então, por isso que eu falo, não tenha pressa, não. Os caras não tem a pressa, irmão. Pode zoar na internet, pode fazer brincadeirinha, acha, vai achando que tá doce. Não tá doce, irmão. E na hora que estralar, irmão, aí não
adianta chorar depois. Entendeu? Então, porque é o que você falou, o crime organizado ele se Utilizou demais. E eu vou falar um negócio para você ainda, cara. Até os próprios MCs, tem uma pergunta que eu fiz pro Salvador da Rima lá, que ele teve um embate maior com o Rubinho. Comigo ele conseguimos conversar, mas teve uma pergunta que eu fiz para ele que eu falei assim: "Essa música era uma música que tinha alguma letra relacionada a práticas criminosas. Eu não lembro a letra aqui. Aí ele falou: "Não, essa música aí é só o ela é
como é Que ele falou?" >> A realidade que que a gente vi >> Não, não, ele não falou nem a realidade. Ele falou Ele falou que era algo >> poesia. >> É, era algo abstrato, né? >> Desculpa, tô tentando. >> Não, não, eu sei, sei, sei. Mas era algo abstrato. Era ele, ele falou que isso aí é ficção sentir, é ficção. É ficção. Foi a palavra que ele usou. >> Acho que ele falou do filme, né? É >> isso aí. Ele falou e aí ao mesmo tempo ele me trouxe uma informação que foi muito importante.
Eu falei assim, aí ele falou assim, mas eu falei foi você que escreveu? Ele falou: "Não, aí ele ele falou de produtora, depois ele recuou porque o advogado da produtora tava lá e esse é um dos que mais tá tumultuando lá. Toda vez ele já vem, faz escândalo, enfim, ele não se importa como eu tive até um embate na na rede social com outros advogados que Foram defender ele. Eu falei: "Ó, tratei ele com respeito a todo momento. Quando ele começou a gritar, eu coloquei ele no lugar dele, sim, porque ele não soube se portar
como um advogado profissional. E ele toda hora ele tenta tumultuar a sessão. Ele vai para lá para isso. >> Inclusive o Rubinho mandou bem quando desigou o microfone, ele falou: "Eu sou, eu tô presidindo aqui, não é questão de ordem, você não citou o artigo". >> É isso, [ __ ] Tem que botar ele no Lugar dele, porque o cara bota gravata, tem uma OAB, acha que ele pode fazer o que >> não. E ele fica lá com palhaçada, pô. Fica pegando o celular, filmando MC, fazendo corte. O advogado fazendo palhaçada e fazendo cor. Ô
irmão, >> social mídia. >> Social mídia virou. Então assim, não tá preocupado com o papel dele, tá preocupado se aparecer. Mas eh voltando e e ele me trouxe uma informação que eu Achei importante. O que acontece? Eu perguntei assim: "Você que produz?" ele não, eu recebo o material, eu gravo, recebo a música, eu gravo, tal. Aí isso me acendeu alerta. Por quê? naqueles históricos que a gente tem, nas lembranças que a gente tem no combate ao crime, diversas vezes entramos em em locais que eram utilizados para gravar clipe da Condila, por exemplo, >> eh que
na época era mais forte, hoje tem essa GR6 também que domina os MCs. Enfim, na época que a gente entrava lá, eh, e, e eu posso falar, mano, os clipes eram gravados em locais que eram propriedades de faccionados, tá? Então, como que eu vou falar que como que eu vou fechar os olhos e vou falar, o crime não tem nada a ver com isso? E aí quando ele me falou isso das letras serem entregues para ele gravar, eu falei: "Então pera aí, a produtora te entrega?" Ele não não tô falando da produtora porque o advogado
tava ali espetando Para não falar. Eu falei: "Pera aí". Então, inclusive já foi intimado algumas vezes o dono dessa produtora, andou fazendo umas gracinhas na internet, falou que ia lá. Pode ir, pode fazer a gracinha que você quiser. Esse cara da da G6 também não esquenta a cabeça, não. Faz a gracinha que nós estamos só juntando material. Enfim. E quando esses caras eles foram eh quando eu percebi que eles produzem o material, me deu start. Porque como que já já falamos Outras vezes que eu falo, o funk é uma das ferramentas do crime organizado. O
crime organizado ganhou muito dinheiro e lavou muito dinheiro através do funk. O crime organizado é uma uma fonte múltipla de obtenção de recursos. o funk através do das letras, eles conseguem trazer soldados para ele nos pancadões. Viciam jovens, conseguem, então, ou seja, aumenta a gama de clientes, de usuários de droga e eh os caras promovem os shows e fala que Ah, entrou teve 10.000 pessoas presente pagante. Quem tá lá para contar se tinha 1000, se tinha 2.000 ou se tinha 10.000 mesmo. >> Enfim, então virou um mecanismo poderosíssimo dos caras e os caras viram que
era algo bom e começou injetar grana também, meu irmão. E a maior prova tá aí, frequentemente tem prisões como teve a do buzeira recentemente aí, lavagem de dinheiro, tráfego internacional, aí tem um monte de gente que aparece na Internet, não, coitadinho, tão tão falando que tão acusando ele injustamente, porque ele tem um monte de fãs mesmo. E aí é que tá o problema cultural, que o jovem da periferia, que muitas vezes tá no veneno lá, ele olha para um cara desse que também saiu da periferia e ele se espelha, ele se encanta, ele acha que
aquilo vai acontecer com ele também. E aí ele cria, ele vira um herói dessa molecada. Só que, infelizmente, muitas vezes, Esses MCs eles vão conduzindo a molecada para abismo, vão trazendo, por exemplo, perguntei pro Salvador da Rima a respeito da o que que ele achava da palavra, falava lá de pegar as cachorras, alguma coisa assim. falou: "Não, as mulheres gostam, as minas gostam de ser chamada assim, ela, ela se intitula, ela, pô, meu irmão, >> e ainda falaração das mulas, não tinha sucesso." >> É, exatamente. Então, assim, é o que foi Colocado na cabeça delas.
E o pior, eu vejo às vezes parlamentares de esquerda que, ah, eu sou fulano da é feminista, eu defendo as mulheres, eu defendo, irmão, defende [ __ ] nenhuma, mano, porque tá lá vendo o cara fazer criar músicas, eh, menosprezando, vulgarizando a mulher e mesmo assim defende, vai lá para defender, para tirar foto com o cara. Então, assim, uma demagogia do caramba. É parlamentares que muit eu defendo os preto pobre oprimido da Favela. Defende mesmo. Pera aí, mano. E os tribunal do crime que acontece todo dia na periferia? Nunca vi levantar um para falar de
uma menina que teve a cabeça raspada, que foi chicoteada, tem os braços quebrado, que foi escortejada? Não levantam. Nunca vi ninguém lá e falar dessas vítimas que todo dia sofre na mão do crime organizado, entende? Então é uma [ __ ] da demagogia. E aí acabou ressuscitando lá na CPI várias questões como essas, né, Cara? E o crime, eu continuo a dizer que falei esses dias, inclusive, o crime ele é covarde, altamente covarde. O crime só usa essa molecada. E aí quando eu falo, por exemplo, que me despertou um um eh pegar esse moleque que
ele tem um certo talento, ele tem uma [ __ ] visibilidade na internet, ele é um ele é um um jovem inteligente, ele tem uma uma adicção boa, ele tem um raciocínio rápido. E aí usaram esse moleque, falou: "É a nossa ferramenta, eu vou para Injetar nesse moleque". E fizeram o moleque crescer. Só que ele na no meu ponto de vista ele é só mais um uma ferramenta dos caras, só mais um usado. Porque o moleque também era da periferia, tinha um sonho, de repente uma motão, um carrão, os cara injetou, falou: "Mano, esse moleque
é potencial" e pau, investiu nele. Só que ele virou mais uma ferramenta, mais um escravo do crime organizado. Por que que eu eu gosto de trazer como escravos? O crime Organizado é tão covarde, cara, que hoje os caras têm arrecadação bilionária. Os caras estão lavando dinheiro em po de gasolina, franquia de chocolate, franquia de perfume, é o que vem estourando, certo? É na nas fintecas, enfim, em banco, mano. Os caras tá lavando dinheiro em tudo que é lugar. E o crime lá atrás, principalmente na década de 90, os criminosos sempre batia que o estado era
omisso, que o estado abandonava a periferia, que o estado que Eles tinham que tomar o o lugar do estado, tentar assumir de tomar o lugar do estado nas cadeias, certo? De fato, em um ponto ou outro, a gente pode concordar que os caras, de repente conseguiram afastar o craque da cadeia, conseguiram moralizar a parte da violência dentro da cadeia. em violência sexual através dos métodos dele. Até aí tá contribuindo para algo que é bom. Beleza. Só que aí os caras pararam, Cresceram os olhos no dinheiro e aí eu não vi nenhum escândalo, Glober, que os
caras tá lavando dinheiro em escola. O cara vai lá, dá uma cesta básica pra dona Maria na na favela para ele se tornar o superherói da da favela. Dia das crianças dar meia dúzia de brinquedo para as crianças. Eu sou o superherói da favela. Só que ele em vez de pegar um moleque desse, por exemplo, que eu falei que é inteligente, que o moleque é potência e investir sério num moleque Desse, não. Eles pegam e investe para o uso próprio deles. E aí que é a covardia, que esse moleque também tá sendo usado. É mais
um que tá sendo usado. como tem outros casos de outros outros jovens que já chegou informações que eram MCs e foram maltratados por esse cara, foram usados até até o talo e depois descartados. Então assim, e aí eu falo, cadê o crime organizado? Já que os caras queriam moralizar a Favela, queriam moralizar a periferia, dar oportunidade pros jovens, por que que os caras não lava dinheiro em escola? contrata um monte de professor [ __ ] aí do mundo inteiro, [ __ ] Os caras é bilionário hoje em dia. Bota a molecada para estudar, pega aquele
moleque lá que é potência, em vez de treinar ele para ser bandido, para ele pilotar um fuzil e roubar um carro, um carro forte, que o cara tem que ter um poder intelectual, Tem que ter um um intelecto bom para para cometer esses tipos de crime, que você sabe que demanda mais energia, principalmente mais inteligência. Por que que não pega esse cara que é inteligente e fala assim: "Chega aí, mano, vou te direcionar para algo bom. Você vai virar médico, vai virar advogado, você eu vou formar para ser empresário." Entendeu? >> O crime, né? >>
Porque é o crime, porque o crime é mau, mano. Os caras, os líderes de facção, quem tá para baixo, irmão, os caras tá cagando. Várias abordagens. Já tive abordagem que eu peguei ladrão, que o ladrão olhou para mim assim, ô. Eu e aí, ladrão, pá. E a facção? Facção, senhor. Vou pagar para ser malandro. Que na época tinha arrecadação, tinha rifa, cebola. Aí ele vou pagar para ser malandro, senhor, na moral, mano. Os cara aí, mulher de mulher do Marcola aí Andando de na época o cara falou, o ladrão falou para mim, mulher do Marcola
andando com calcinha de de R$ 2.000, senhor. R$ 3.000. >> Como que ele sabe a calcinha? Ah, aí eu não sei, né, irmão? Aí é polêmico. Aí >> o cara que falou, né, irmão, na abordagem. >> Como é que sabe que a calcinha da mulher >> se o tivesse aqui, o ia falar que que o cara pegou a mulher do Marcola. >> É, eu não sei, né? Mas quem sabe o preço Da calcinha sabe, né? >> Mas enfim, o cara, o cara deu um exemplo, ele falou assim, ó, a mulher do Marcola usa calcinha de
R$ 2, R$ 3.000, senhor, e nós não tem nem tenho nem água dentro de casa na minha geladeira. Que pagar para ser malandro, que o crime, o que, mano? Esses cara aí tudo explora nós. Era um ladrão que tinha uma visão diferenciada da realidade, >> tinha consciência, >> tinha consciência da realidade. Era um Cara egresso pá nas ideias ele falou isso aí, ele falou assim, ó: "Você é louco". E os caras, pior, os caras criaram um monstro agora com essa [ __ ] de influência, de bandido, que eles eles começaram a criar um monte de
mini bandido, porque o cara acha que é bandido, né? O cara que isso é bandido na realidade porque é um filha da [ __ ] né, mano? comete crimes até pior que de repente. Mas aí o moleque começou a ter aquela paixão pelo crime, se empolgou, Aí o moleque às vezes tá na quebrada ali, arruma um revólver, vai lá e começa a roubar celular. Antigamente o cara, vamos pôr aí uns 10, 15 anos atrás, o cara roubava carro. Molecada roubava muito carro. Molecada adolescente e tal, roubava carro, pegava o carro, roubava, levava. Aí quando começou
os rastreador, a molecada estacionava o carro. nem rodava com o carro, estacionava, deixava dois, três dias lá e buscava, vendia por desmanche. Vendia por R$ 1.000 um carro. Qualquer carro os caras levava pro desmanche, vendia por R$ 1.000. Aí a molecada descobriu que roubar um celular vale R$ 1.000, só que dá bem menos trabalho que o carro, mano. E o moleque consegue às vezes no ponto de ônibus roubar 10 celular de uma vez. >> A pena é baixa, cara. >> E a pena é baixa, cara. Aí a molecada se encantou e começou os movimentos. Pá,
pá, pá, pá, rouba aqui, rouba ali. Daqui A pouco até o próprio crime perdeu o controle desses moleques. Caras chegaram a colocar faixa na quebrada, o salve. Eh, mandaram salve que eu pegava, às vezes a gente pegava nas conversas dos ladrão no celular, tava lá, se pegar a molecada roubando o trabalhador, é para para quebrar na madeira e pá, os caras cheio das ideias pesada, começaram a ameaçar essa molecada, aconteceu nada, nada. A molecada tá impossível, não respeita Ninguém, esses esses diabo. E aí, meu irmão, a ponto da gente ver o que aconteceu semana passada
com a menina lá em São Paulo, a menina de Sorocaba, foi vender o drone. E aí eu falo que é a inocência da pessoa, a pessoa vem, tem vários golpes desses da internet, mas a pessoa nunca acredita que vai ser com ela. Então ela anunciou, foi vender e chega lá os caras para roubar o o equipamento da menina, levar a aliança, os negócios, um tiro no na Face da, acho que é Carolina o nome dela, da jovem lá, 20 e poucos anos. E aí criou esses monstrinho aí, meu. Só que isso aí tá alastrado. Pelo
menos aqui em São Paulo é no estado inteiro. A gente conversa com o pessoal de outro estado, tem também. É cada vez faz arrastão, rouba no ponto de ônibus, rouba o trabalhador, rouba não sei quem. Irmão, os cara não tá e não respeita ninguém. Bandido tá sendo roubado, mano. Bandido. Já cheguei. Abordagem. Ô Ladrão. E aí? Tá zoado aí o senhor? Na moral, o ladrão tinha tomado uns tiros. E aí ladrão? Esses tiros aí? Falou: "Na moral, senhor, foi no roubo. Os cara vem me roubar". Eu falei pro moleque que eu era ladrão, essa molecada
nova, esses emocionado, mano. Aí eu pá, nas ideias, no debate com ele, o moleque acendeu. Eu senor de uma p, tomou uma p de tiro. Bandido também. >> O ladão, o ladão tentou dar uma carteirada de bandido, >> tentou dar uma carteirada de bandido, não colou e os moleques sentou o aço nele ainda, mano. E tá acontecendo direto essas tretas, mano. Tá entendendo? Ah, antigamente, por que que a gente tá falando isso aí? Porque antigamente lá a gente remete lá década de 90 tinha uns ladrão, né, meu? No bairro você já entrava, você sabia quem
era os bandidos. Tem aquela tinha uma uma política do do cara não roubar na quebrada, o cara só ia pras grandes Fitas. Não, molecada tá rastelando tudo, velho. E isso aí é refluxo de tudo que eles fizeram, de toda esse movimento que fizeram no entorno do funk, usando dos jovens, eh, tornando esses jovens em soldados do crime. Isso aí é reflexo de tudo isso aí, cara. >> Ô, ô, Nant, deixa, deixa eu aprofundar, cara, nas coisas que tu falou no seguinte, cara. Eh, vamos lá. A gente começou o nosso papo falando de guerra cultural. Guerra
cultural passa pelos MCs, passa pelos pelos influências, ostentação. Você citou o Buzeira, né? Eh, pôra, no caso do Buzeira, como que o Buzeira tinha eh duas pedrinhas lá variadem 1 bilhão, 1 bilhão700 milhões, mano. Não tem como o cara com 5 anos de sucesso na internet ou um pouco mais que ele tem, não tem como o cara produzir dinheiro suficiente para ele estocar em duas pedras preciosas no valor de 1.hão700. Mano, isso aí, rapaziada, não tem noção, não faz o menor sentido. Então, o que acontece, cara? Buzeira, ele é um escravo, além dele ser um
criminoso, ele é um escravo dessa estrutura. >> É isso aí. >> E aí, cara, como é que isso fica? >> É mais um dos escravos. E aí, meu irmão, é exatamente nesse ponto que eu ia chegar. Ele é mais um, mano. O moleque que tá aí na periferia sonhando com essa [ __ ] mano. É o tem que E aí é o que eu costumo dizer. Você Tem que pensar com a sua cabeça, irmão. Você tem que analisar, fazer cálculo nessa [ __ ] O moleque que tá lá sonhando, fala: "Não, meu, tô decolando, tô
voando, tá sendo atraído". Que os caras vê e os caras migraram para essa parada. Eles entenderam. Igual eu falei, os caras estão em todo que é lugar hoje. Estão entrando, tão penetrando tudo que é lugar. Tem grana, irmão. E aí estão penetrando no mundo privado. Empresário sério muitas vezes tá se envolvendo para Ajudar os caras a lavar pensando no lucro. Só que os caras conseguem convencer por causa da grana. E estão pegando essa molecada e utilizando elas como ferramenta para atrair mais. Eles viram vitrine. Fala: "Não, ali, ó, minha vitrine ali, mete um, vamos meter
uma Ferrari no moleque. Vamos meter uma, duas Lamborghini para ele dar cavalo de pau no condomínio e pra molecada ver que aqui é sucesso. É o progresso, como eles falam, né? É o progresso. Eu fui numa comunidade outro dia, aí o líder comunitário tava me olhando torto, né, meu? Comunidade é favela, rapaziada. Tô na favela lá. Aí eu olhei pro cara, tinha mais uns molequ lá atrás, tudo. E eu fui lá para ver um terreno para uma ONG, para organizar um terreno para uma ONG, projeto Eli, até mandar um abraço pros cara aí. Eu lembro
que, mano, aí eu fui trocar ideia com o líder comunitário, porque eu vi que eu fiquei mais com receio dos Caras apavorar o o menino que me levou lá. Aí eu chamei o líder comentário, ô, chega aí, trocar uma ideia com você aqui, cara. Deixa eu te explicar. Hoje eu vim aqui, eh, eu vi que os meninos tá meio ali, tá meio alerta comigo ali. Pode ficar tranquilo, eu vim aqui pra gente ver o negócio da ONG aqui. E, né, meu, que o senhor chegou aí com os polícia aí, né, meu, ficou esquisito, pá. falou:
"Mano, deixa eu te falar, os Polícias eu vou andar sempre, mano. Eu nunca tão emocionado na rua aí, um pivete vacilão aí vi e de repente me matar de graça." Então nós tem que estar ligeiro aqui. Eu vou estar sempre. Só que vou falar para você, não vim aqui para dar cana, não vim para zoar. Só que é o seguinte, eu vim aqui hoje para trazer o progresso. E não é aquele progresso que os caras fala do crime, não. Aqui é para catar essa molecada, colocar para estudar, transformar eles Num num empresário de sucesso, fazer
esse moleque ganhar o mundo, mano, de verdade, para ele poder deitar no travesseiro dele e dormir, mano. descansar, deitar, encostar a cabeça em paz no travesseiro, sem preocupação que vai receber um chute na porta ou do próprio crime ou da polícia, mano. Então, esse aqui é o verdadeiro progresso, mano, que nós tá vindo para trazer aqui. E aí eu olhei para ele e falei: "E eu tenho certeza que você quer Esse progresso pro seu filho, mano, ou você quer que seu filho no mundo do crime?" É o cara, não, você é louco, senor. É esse
progresso aí mesmo. Falei: "Então é esse progresso que nós estamos atrás. O verdadeiro progresso, a verdadeira prosperidade é essa, mano. Não adianta nada. O cara sobe igual um foguete, meu. 5 anos você falou, o cara já tá com bilhão. >> Não tem como, >> irmão. E o cara sobe igual o foguete. Sobe igual o foguete, pá. A queda, pum, cai, irmão. Se for errado, vai cair sempre, mano. >> Ô, Nantes, o cara tem na garagem 10 carros. Se você for somar o valor dos carros, passa de 20 milhões. O cara tem uma mansão, o cara,
como é que você vai guardar, cara? Pedras preciosas variada em 1 bilhão, quase 2 bilhões e você vai deixar em casa, mano. Então você tem no mínimo uma garantia que ninguém vai Entrar na tua casa para te roubar. >> É isso aí. >> E garantia no Brasil só se você for o próprio crime junto. >> Exatamente. >> Então essa conta não fecha, cara. Aí, voltando pra parte da CPI do pancadão, meu irmão, vou te dar aqui, vou te deixar dois pedidos. Ataca organização do pancadão, ataca o MC, faz parte da cultura, mas esse MC ele
não canta de graça, ele recebe de Alguém. É. E quem paga ele, quem paga ele, a organização, [ __ ] o som que coloca lá, [ __ ] os equipamentos de som, iluminação, os restaurantes que estão lá, ué. A, e tem, e tem caso desse já e a Polícia Civil do Rio de Janeiro pegou naquela operação que prendeu o pose, >> logo depois veio a operação >> contra a mulher dele. A mulher dele, eh, junto com a produtora, lavaram 250 milhões em um ano, pô, meu Irmão, 250 milhões em um ano >> é grana, >>
você tá falando aí, cara, de aproximadamente quanto, cara? Eh, 5 milhões por final de semana. >> É isso. É isso. >> Então, cara, olha só, no passado, se você for falar imposto de gasolina, tem que vender gasolina para [ __ ] para dar 5 milhões, né? Se você for numa loja de roupa, tem que ter agora, se você pode colocar em cada quebrada um bile Funk, vai fazer as fontas, irmão. >> É um regaço. >> A lavar de dinheiro, a organização criminosa que vai prender os caras, porque aquele ataque da música, igual foi no passado
com Racionais, que com rapa, aquelas coisas ali, isso não deixa ninguém preso. O que vai deixar o cara preso é somar tudo aquilo ali, pô. Mas é exatamente, é que assim, mano, não dá pra gente ficar mostrando toda a estratégia, mas eu entendi o que você Falou e eu só quero te tranquilizar. A linha é essa aí. A linha de raciocínio é nessa. >> Maravilha. E o segundo pedido, >> é trabalho sério. >> Segundo pedido, [ __ ] tem que mandar quando um cara desse ficar gritando. Você apruma não, João. Por que que tu não
falou pruma não, João? >> Tem que falar, irmão. O que não tem que com Al, >> tu não pode falar pruma não, João. Cara, É pedido meu, cara. Na moral, chega lá na CPI na próxima vez. Olha aquele olhar de psico com esse bigode aí, essa cara de galego bonito aí, meor. Z galego, Zé Galego. E >> e e tem que falar: "Ô, você é pruma". Não, João, pô. >> Não, mas não tem que falar. >> Eu acredito que a gente no argumento a gente consegue frear essa essa rapaziada aí. E outra, o que eu
tô preocupado de verdade ali, já vou deixar o recado aí Para quem tiver zoando na internet, fazendo gracinha, falando que tô meio atropelo, não tô meio não esquenta a cabeça não, truta. Eu vou deixar o recado. O trabalho é sério, tá? E a e todas as vezes que eu me empenhei e fui para cima de um criminoso, mano, não teve grampo frouxo, não. Foi pra tranca. Então o trabalho é sério. No que der para fazer para chegar nos criminosos, como você falou, nos organizadores e nos caras que Estão ligado ao crime organizado, lavando dinheiro em
cima e destruindo a nossa sociedade, pode ter certeza que nós vamos para cima com força e vamos fazer acontecer. E outra coisa, irmão, eh, esses caras, cara, quando você vai ver, pô, a Polícia Civil tem que deveria estar envolvida nisso, né? Eu sei que o o poder legislativo, né, através da CPI atua como com o próprio inquérito. >> Isso. >> Mas assim, no poder político, e aí assim, eu vou eu vou te provocar e você vai fazer nos bastidores da forma como tem que ser, meu irmão. Senor derrite lá como secretária, tá? Se a se
a CPI tá produzindo resultado, se São Paulo é o berço do PCC, esses MCs todos que tem aí no Brasil na ostentação, a maior parte tá lá em São Paulo. A minha pergunta é: cadê a polícia civil fazendo investigação de lavar de dinheiro, de organização Criminosa, de tudo isso? Qualquer moleque que chega na internet hoje, ele já joga uma carreta que nem você falou, vamos jogar um poste na mão dele? >> Sim. Beleza, irmão. Não é crime o cara hoje tentar vida de luxo, não. Eu até acho que o Brasil tinha que, [ __ ]
fazer um trabalho de de conscientização, de comunicação cultural para desencorajar esse tipo de coisa. Mas beleza. Então, então o Glaube agora é o bilão, né? Como é que fala? É bilão. >> Bilão. Bilão. >> É. Gló é o bilão, meu irmão. E aí eu vou ostentar uma carreta, vou ostentar um casão, vou ostentar tudo isso. Não tem problema algum, irmão. Ostente o que tu quiser. Só que eu tenho que provar a origem. Exatamente. >> Se eu for questionado pelo estado, seja numa receita, seja numa investigação, e para tu abrir a investigação, meu irmão, basta uma
pontinha, [ __ ] solta que você vai puxando, meu irmão. Glób, agora Tu mostra aí da de da onde vem esse carro. O o clipe do cara, às vezes o cara não tem um aluguel do carro, o cara não consegue comprovar uma nota de um aluguel do carro, um aluguel da casa. >> Por quê? Porque é do amigo e quem é o amigo é o laranja do PCC, meu irmão. Já tá junto, já tá ligado. E aí você vai juntando tudo, cara. Na boa, mano, esse país é um país de criminoso, infelizmente. A gente só
paga quantas? Tenho, eu tenho algumas informações >> boas lá paraa CPI que nós vamos desdobrando, nós estamos desdobrando ainda e que eu não vou ficar delatando tudo aqui para para não atrapalhar a surpresa, mas eu fica tranquilo, mano. Nós estamos nós estamos pode dormir em paz que nós estamos conduzindo bem isso. Muito bem. Inclusive >> teremos novidade. >> Teremos. >> A última vez que eu fiz essa pergunta, cara, e aí quando que vai ser? Eu Escutei dos caras assim, aguarde, teremos novidade. Passou dois meses, veio a mega operação. Passou um mês, veio a mega operação.
Eu tô gostando desse negócio. Agora, todo mundo que chegar aqui, meu irmão, que tem um poder >> de fazer o negócio acontecer, eu vou perguntar quando? >> Fala para mim. Aguarde, Gló. Teremos novidade. >> Aguarde, aguarde. Teremos novidades. Aguarde, teremos novidades, sim. Pode Ter certeza. >> Bom, irmão, e aí continuando o nosso papo, cara, nós estamos falando isso, né, de atuação contra o crime, né? Sim. >> E e nós estamos num momento muito bom, né? O estado do Rio de Janeiro que exporta só desgraça, eh exporta esse modelo de domínio territorial pro Brasil, eh, por
um sopro ali de coragem do governador. Eu espero que ele sustente isso, né? Tô começando já a entender que tudo voltou ao normal, mas Eu, pô, cobrei para [ __ ] as autoridades lá no Rio e depois eu fiz a minha parte, irmão, de parabenizar, de apoiar, de de direcionar a comunicação apoiando a força de segurança, [ __ ] vibrando, comemorando a ação lá da polícia. Mas eh o negócio tá tão feio que a gente precisa demais, né? Só aquilo ali só deu uma levantada na moral, né? Mas ainda não resolve. Mas é assim, eh
você vê que a política ela é movida Muito a a a grande a fatos que que ocorre na sociedade. Então nós estávamos com eh pedindo há vários anos já endurecimento nas penas, uma lei mais dura contra o crime organizado. próprio Moro, né, quando teve lá montou, lembra que foi ministro da justiça, montou meio que um pacote >> pacote anticrime, >> anticrime com penas mais duras, tal, Teve [ __ ] foi totalmente depenado o pacote anticrime, enfim, mas conseguimos algum alguns pontos positivos naquela época. E agora mais uma vez esse fato do essa mega operação no
Rio, cara, para mim, eu volto a dizer, só não foi 100% sucesso porque teve a, infelizmente a morte de de quatro guerreiros lá, mas uma operação, no meu ponto de vista, excluindo a parte que os guerreiros morreram, uma operação totalmente perfeita. Perfeita. Invadiram o complexo, conseguiram conduzir os marginais para longe do povo de bem, ou seja, tiraram da linha de tiro as pessoas de bem. E aí é combate, irmão, na pro campo de combate e fez o que tinha que fazer. Sobreviveram os policiais, fez o que tinha que fazer. A missão do policial é é
ir pra rua e sobreviver. Por que que eu falo isso? Fez o que tinha que fazer. Quem tinha que ser preso foi preso. Quem se entregou foi preso. E quem quis fazer enfrentamento morreu. Simples. Então fez o que tinha que fazer e com louros. E eu vejo a parte brilhante dessa operação justamente por conta disso, de tirar as pessoas de bem da área de risco, de colocar, não deixar as pessoas no fogo cruzado. Isso aí para mim foi uma das partes mais geniais dessa operação. E na moral, eu acredito e espero também que tenha muito
mais delas. Só que isso movimentou Brasília. >> Isso movimentou Brasília. E agora, inclusive nós estamos em via de votar o marco legal, vai ser rebatizado agora, marco legal de combate ao crime organizado, com penas duríssimas pros líderes de facção, sem regalias, vai cortar uma parte de benefício que os caras têm. Isso aí, meu irmão, eu vejo como uma [ __ ] da evolução que antes não Não tava se discutindo sobre esses avanços jurídicos. E o bandido, ah, não funciona. Funciona sim, meu. O bandido quando quanto mais dura a pena, o cara já vai pensar, os
caras falar assim: "Ô, Glá, agora o fulano ali vai ser líder, vai ser liderança agora". Aí o cara olha, fala: "O quê, mano? Você viu a pena desse barato aí, mano? Se eu caio no vou não. Você começa a perder voluntários, os caras não vão tá querendo. Lógico que vão continuar Tendo bandido. Vai, porque bandido é ruim, meu. Mas você já coloca pelo menos uma parte deles para começar a pensar. Se quer isso mesmo pra vida. >> É, irmão, assim, eu quero falar sobre isso contigo. Tenho vários pontos aí para debater sobre essas soluções legislativas,
né? Aproveitando esse esse marco aí, eh, marco regular, >> marco legal, >> legal do combate ao crime, né, >> cara? Me preocupa, cara, esses nomes assim, né, [ __ ] bonito. E aquela ideia da política que é a política é arte do do possível, irmão. Vamos lá. Se a gente achar que pena de 20 a 40 anos, igual eu eu vi o Derit dando entrevista, não, porque pena de 20 a 40 e ele vai ter que cumprir eh 20 a 40 e aí o cara vai cumprir em regime fechado 1/4, eu acho. >> É, mas
não mais de 1/4. Então, acho que é Três quartos. Vou pesquisar, se não me engano. >> Não, inicialmente regime fechado, né? Isso >> na minha na minha conta ali. Eh, é, não sei, mano. É, >> então se for se for 3/4, beleza. O cara vai pegar. Eu acho que não. Se não é 3/4 não. Mas se for 3/4, se alguém puder ajudar a gente aí. Isso aí foi de hoje, né? >> Sim. Eh, o cara vai pegar 15 anos de Regime fechado, né? Mas vamos lá, irmão. No Brasil o cara comete crime, o camarada demora
a ser alcançado pela polícia, depois ele demora a ser alcançado pro judiciário. Parceiro, tem que declarar guerra total ao crime. Vamos lá. Todo faccionado a partir de hoje, o cara que se declara faccionado, automaticamente é esse aqui o sistema jurídico dele, ó. Pá, aí tu vai na cadeia, meu irmão, ah, o presídio tal é o presídio do PCC. Ah, todo mundo aí é PCC. Beleza, então todo mundo tá nessa regra aqui, ó. Toma, tem a declaração do cara, mano. O cara escreve lá, ó. Sou faccionado. É nada, cara. O cara escreve no papel, irmão, e
fala pro estado, >> sou faconado e me bota naquela cadeia ali, meu irmão, >> eu quero saber de 20 a, meu irmão, pode ser de 50 a 100 anos. Sabe por quê? Porque 50 a 100 anos, irmão, só vai valer nos caras que cometer crime daqui paraa frente. A lei não pode retroagir Para penalizar o réu. Então, daqui paraa frente, quando esse cara for rolado em processo, o efeito disso vai mudar para caramba. Então, Derrit quer fazer um negócio bonito? A partir de hoje, todos os faccionados do Brasil, o Brasil tem 70, 80 facções, todos
os presídios, o Brasil hoje tem em torno de 680.000 presos. >> Sim, >> cara, a maior parte é faccionado. Se a maior parte é faccionada, a partir De hoje, irmão, tu vai ver todos os presos vão falar que não são mais faccionados. Ah, não sou faccionado. Então, beleza. Então, vou misturar todo mundo, >> tudo junto aqui, ó. Igual aí. É isso aí. E e outra coisa, irmão, a tranca a partir de agora existe um regime pro cara que cometeu um crime ali esporadicamente e pro cara que vem de de facção, pô. Inclusive os que já
estão presos. >> Sim, >> eu vou pegar aqui minha colinha aqui para eu poder dar os dados. Exato. Correto, né? Mas irmão, eh, senão não tem resultado. Aí voltamos lá pro Rio de Janeiro, meu irmão. O Rio de Janeiro, combate na moral mesmo, maneiro, de quem sabe fazer. Botou os homens lá contra contra os covardes. Resultado foi aquele, >> quatro policiais, só que dois deles não estavam na área de mata, né? >> Uhum. eh, numa dificuldade toda para dominar o terreno e 117 mortos, meu irmão. A mídia e a propriamente o eh os caras que
articulam, né, ideologicamente o crime, botaram os corpos lá para poder com aquela imagem ganhar guerra informacional. Exatamente. >> Só que tava a gente aqui, você na rede social com 1 milhão de seguidor, a gente aqui com 3 milhões, o outro com 1 milhão lá, o outro com 1 milhão lá. Resumindo, Irmão, sociedade vem junto. >> Reformação. É formação é. >> E aí já tinha um processo lá atrás do Moro, tu citou o Moro, já tinha um projeto do Moro que passou no Congresso, no Congresso no início de de outubro. Lembra disso? Por conta da morte
do Dr. Ruiz, do >> Dr. Rui. >> Né? Rui Ferraz. >> Sim. E aí o projeto do Moro, que é que o Moro também tinha aqueles planos contra Ele, contra o Dr. Lincol, >> o projeto passou, o Lula sancionou no dia 30, dois dias depois da operação, quando a população tava toda ali. Aí ele vai lá, mete um PLzinho antifacção e joga pra torcida. Agora o Derrit saiu de São Paulo, veio para cá relatar o o projeto. Meu irmão, a população tá vindo junto, cara. Não só, cara. aquela operação, a gente tem que aproveitar a
onda política da operação do Rio para fazer o que tem que Ser feito, pô. >> Exato. >> Mas fazer de verdade, cara. Entende? >> Mas estão fazendo, pô. Agora eu acredito que a pancada vai ser forte nos caras agora. E é o que precisa, cara. Infelizmente o marginal ele tá trabalhando com na zona de conforto. O bandido faccionado, ele faz uma análise de cálculo custo do benefício, ele fala: "Não, tá suave. O cara vai pra cadeia, vive igual rei. Se Ele vai preso, ninguém põe a mão no cara. De repente tá na rua, comete os
crimes que quiser, não dá nada. De repente quando o cara vê que vai começar a apertar mais, que vai começar a doer o calo, que é igual o farrorzão fala, né? Meu cara vai pra cadeia, ele tem visita íntima. O For falou: "Tem que ter visita íntima entre eles mesmo". Mas cara, eu acredito muito que agora nesse momento é o time exato, cara. Essa operação Veio, ela despertou na sociedade que estava refém do dos marginais. Sociedade refém, [ __ ] sociedade hoje vítima dos tribunais do crime, enfim, os fala sociedade principalmente que mora dentro da
comunidade. Pimentel ele elencou, ele exemplificou muito bem a imagem do do policial do BOP tirando tirando as barreiras lá da da entrada da favela. E a e a senhora vem trazer água para ele e fala: "Obrigado, faz tempo que há muito tempo eu não Conseguia transitar aqui na minha rua". Mulher refém, [ __ ] do crime. E a gente, esse momento fez com que as pessoas saíssem, fossem pras, tivessem coragem de falar assim: "Tem alguém agora que tá me defendendo". Que antigamente eu ia reclamar para quem, Global? A pessoa olhava e falava assim: "Vou reclamar
para quem?" O cara vem, toca o terror aqui e eu não posso fazer nada, não tenho para quem pedir. Socorro. Aí de repente a polícia Vai lá e faz uma operação dessa. A pessoa se sentiu vingada, falou: "Porra, mas agora, agora eu tenho alguém para me representar. Eu vou ter coragem de falar agora também. Eu vou falar que os caras estão zoando barraco aqui e que a polícia tá certa". E aí é o momento que você falou, é o momento de agora também na política da gente aproveitar. E eu acredito que está sendo muito bem
Aproveitado. Acredito, não tenho certeza, está sendo muito bem apresentado, aproveitado. Tá sendo elaborado um [ __ ] de um de um substitutivo lá que eu tenho certeza que vai dar na emenda na junta do do crime, vai dar na quina, cara. E aí, meu irmão, os caras vão começar a rebolar. Tivemos recente antes a operação carbono oculto lá em São Paulo, que foi uma [ __ ] de uma pancada no crime já quase 60 bilhões. Governador Tarciso Derrite, [ __ ] mano, Na frente da operação animal. Então assim, você começa a descapitalizar, começa a asfixiar
os caras, asfixiar o financeiro dos caras e agora começa e vem com começa a sequestrar os bens e vem com um ordenamento jurídico pesado. Agora os caras vão começar a falar: "Opa, tá começando a ficar séria a brincadeira". E eu acredito muito nisso aí, meu irmão, que agora vai. É, irmão, eu Vamos ver, né, cara? Aí eu tô sempre com com o pé atrás, né? E eu tô aqui tentando pegar essa informação. >> É, eu tem um tem um um acho que talvez tem esse vídeo aqui, ó. Quer ver? Deixa eu botar pra audiência aqui.
>> Interessa para quem tá lá sofrendo as mazelas da atuação do crime organizado. É o domínio do ter. Nó chegamos ao >> Não sei se é esse vídeo, cara do Derit. >> Eu tô sempre. >> Ô [ __ ] meu áudio vazando aqui, mano. Por que assim, mano? Cara, eu eu assim, eu fico preocupado, irmão. Eu fico preocupado. Eu eu vou externar minha preocupação para você e que você, [ __ ] leve isso à frente da medida que do do seu possível, irmão. E o Brasil, o Brasil sempre faz a mesma coisa, [ __ ]
Aumenta um pouquinho a pena e acha que isso funciona. Isso nunca funcionou, [ __ ] Botar crime como crime de ondo nunca funcionou, meu irmão. Tem que declarar guerra de forma Assim, mano, real. De forma real. Tipo, o cara que tá portando o fuzil, que que que o estado faz com ele? Você como um policial, você tinha os militares usam o termo de guerra e regra de engajamento. Como é que era na rota? Você na rota, barca de rota. Entrou, o cara tá de fuzil. Que que o policial tem que fazer? narra pra gente aqui
como é que é o protocolo >> dentro do dos protocolos. >> Dentro do protocolo. Exatamente. O que Que >> dentro do POP do procedimento de operação. Lembro Nante quando eu estudava, cara, e eu já até deixo a dica para quem tá estudando para concurso aí, ó. O melhor curso do Brasil que mais aprova tá com o melhor preço do ano, que é o estratégia concurso. Cara, até 52% de desconto, melhor material do Brasil, 70% dos aprovados aí, só um aluno do Estratégia. Então, cara, aproveita esse momento aí para tu ser aprovado também No concurso. Eu
lembro que lá para 2013, na Senesp, Secretaria Nacional de Segurança Pública, fizeram ali um documento que o policial só poderia tirar depois que ele sofrer, né, uma agressão. Então, meu irmão, você entrou na favela, o maluco tá ali com fuzil. Aquele camarada que que fica doidão. Aquelas imagens que a gente vê, o cara tá com Rio de Janeiro, fuzil aqui nas pernas assim no colo. O policial não pode atirar nele Não, pô. O policial tem que gritar: >> "Perdeu, ladrão" ou sei lá, "Perdeu, João ou perdeu não sei que Ganso". Para dar a chance dele
meter a mão no fuzil, se assustar, >> atirar em você. >> Na realidade, na realidade, >> para depois você abater ele, [ __ ] Na realidade, o o os o procedimento operacional padrão, que são os popios da PM, eles estão eh embasados em lei. E o que acontece? Aonde que fala de atirar? Fala no na legítima defesa ou diante de um perigo iminente, beleza? Você tá diante de um perigo iminente, você pode atirar, que são os excludentes de ilicitude, beleza? A lei tem uma defesa própria, terceiro, excludente e e diante de um perigo iminente, que
aí alguns dizem legítima defesa, legítima defesa putativa, né? Então assim, quando você tá na situação, entrou na viela, Deparou com o cara armado, o cara não tá apontando a arma para você, que se ele tiver apontando a arma para você é outra conversa. Aqui, ó. Polícia larga a arma para ver se esse indivíduo, quando você faz isso, é para ver se esse indivíduo ele quer se entregar. Beleza? Soltou a arma, se entregou, tá preso. Fez menção de que vai atirar em mim, vai tomar tiro. E aí é de dois em dois disparos até você conseguir
neutralizar o cara. Beleza? De dois em dois. Sempre Dois em dois. Só que no eh a gente vê que, por exemplo, isso isso acaba gerando uma desvantagem em alguns casos policial. Nós temos o caso do Cosmo, que é um policial nosso, que estava na na no interior da comunidade. Isso aí foi amplamente divulgado, a câmera, a imagem da câmera corporal dele, da boric dele, que ele tava no interior da Comunidade e ele deparou com o indivíduo na viela e aquela fração de segundos dele identificar que o cara tá armado de levar a arma, ele tomou.
É isso que eu ia falar. >> Ele tomou. >> E outra coisa, o o indivíduo, >> infelizmente faleceu, né? >> O indivíduo, o polícia pode até ganhar, mas se ele joga um disparo, Essa arma sem dire sem rumo, >> tem um efeito colateral. >> Como é que a polícia prova que o desfaro veio da arma dele? No dia seguinte, a imprensa já tá operação da rota. Tem um inocente, uma menina de 12 anos, de 8 anos, uma senhora de 70 anos. que faz Vamos lá, irmão. O que que é perigo iminente? Perigo iminente. >> Perigo
>> é o perigo lá que vai dar legítima Defesa, cara. >> Perigo imediato. É o que tá para acontecer. É algo que >> pois é, irmão. A partir do momento que eu peguei a [ __ ] de um fuzil 762, meti a bandoleira, eu sou criminoso, essa [ __ ] não é perigo iminente, [ __ ] No Brasil não é. >> Basta botar na porcaria da lei, pô. >> Mas é exatamente. Então, vamos lá. Eh, é que o Brasil ele é signatário de vários tratados, de direitos humanos, Enfim. Então, é difícil você conseguir colocar isso
na lei. Áu o indivíduo com porque isso aí já entra numa já entra num contexto que foi muito bem mais uma vez falar do pimentel porque ele explanou muito bem isso aí esses dias. Isso aí já entra num contexto de guerra. O inimigo com a arma na mão, você não pode dar chance dele atirar em você. E não é qualquer arma, né, irmão? >> Não, meu irmão, é arma de arma de al Poder lesivo. É arma que lá na Ucrânia os cha estão usando, meu irmão. A K47, >> arma de, entendeu, calibre 762. Aí o
cara tá com 762 no período urbano, em alta densidade eh populacional, >> você tem ali 1 m qu pequenininho, cheio de casa. A aquela arma que ele tá utilizando e que ele tá disparando de qualquer jeito, né, em rajada. Os caras, os caras pegam arma, coloca aqui igual o Rambo, mano. >> É isso aí. >> E não t não tem compromisso nenhum, pô. O bandido não tem compromisso nenhum com a sociedade, com a vida das pessoas. >> Então, n onde vai parar isso, cara? Então, assim, beleza. O Brasil, o Brasil tem tratado, >> cara. Tá
em show da rajada pro alto, pô. >> Festa, pô. >> É no baile funk. Exatamente, >> meu irmão. Então assim, cara, esse tipo de coisa tem que ser debatido nesse exato momento, nesse exato momento que a População tá consciente, nesse exato momento que a população viu em que condições a polícia tem que fazer, que aquilo ali não é segurança pública. E essa operação fula a bolha de uma maneira que tu vai ver, [ __ ] [ __ ] minha sogra veio falar: "Nossa, tinha drone soltando bomba." >> Bomba. >> É. É agora que caiu na
real. Por quê? Porque não consome esse conteúdo. >> Porque tá entendendo? Então assim, Irmão, >> é nesse momento que a gente tem que fazer uma mudança significativa, porque Nante, beleza, o Glauber é um criminoso. Glauber virou criminoso. Pena de 20 a 40 anos. Beleza, irmão. Qual é a chance que tem de eu rodar mínima? Vamos botar de uma a cada 10. Cinco. Cinco de 10, 5 de 100. 5% de chance. Beleza, então, [ __ ] Então, tô no Google. Se eu rodar, [ __ ] tem isso, tem aquilo, mas tanto não sei quê, tanta estratégia
Jurídica, eu não tenho antecedente criminal, eu tenho isso, tenho aquilo, tem filho menor de não sei quê. É tanta regrinha, irmão, que não adianta eu mudar a pena de 12 para 30, de 20 para 40. É porque tu concorda comigo que 12 para 30 já é uma pena razoável? Eu vou mudar de de mínimo 12 anos para mínimo 20 anos. Aumentei 8 anos de cana. >> Sim. >> Máximo de 40. Irmão, o cara vai continuar pegando a [ __ ] do fuzil. O cara vai continuar causando terror, porque até ele ser alcançado pela polícia, depois
pelo judiciário, depois para um sistema prisional duro, ele vai continuar fazendo, irmão. Tem que dar no meio, mas no meio com força. >> Não, eu concordo. Eu concordo. Só que assim, né? Vamos lá. Eh, como eu falei, o você não tá errado no que você tá falando. Eu concordo 1000% e gostaria que isso acontecesse. Só que nós temos que entender também a realidade hoje. que que é um projeto que nós consigamos endurecer mais, prejudicar mais o crime, mas que ele seja aceitável também, porque nós temos um outro lado no Congresso também que tá ali militando
contra, que tá ali lutando para que esse projeto não passe, que é os ditos defensores da favela, ditos defensores dos oprimidos, das vítimas da sociedade, mas Na realidade, na prática, acaba defendendo só bandido. E esses caras, mano, tem voto, tem poder de voto também. Então eu concordo com você. Para mim, na realidade, eu eu ia mais longe. Pena de morte. pegou é faccionado, é saco, mano. Guilhotina, igual antigamente, praça pública. Esse esse é o meu desejo. Agora vamos conseguir concluir efetivamente, vamos conseguir fazer isso acontecer, não vamos porque, Infelizmente, cara, e aí aí entra a
parte política de você conseguir trabalhar de uma maneira que pelo menos você consiga o meio termo, que você consiga chegar e fazer com que o outro lado aceite e que a gente consiga fazer ser aprovado, entende? E aí, infelizmente, né, cara, nesse sentido, nós não vivemos num eh Nós vivemos numa democracia e nós temos que aceitar o voto de todo mundo, que aí é o que eu falo, as casas legislativas são eh grande parte a representatividade do povo, embora muitas pessoas às vezes votam em determinados sujeitos que prometem eh defendê-las e na realidade estão só
defendendo os criminosos. As pessoas que têm menos conhecimento acabam não sendo de fato os representantes que deveriam, acabam não tendo os representantes deveriam ter. >> Irmão, eu demorei para achar aqui na internet, pedi minha equipe, eles me passaram, né? >> Eh, 2/5, né? Então vamos lá. Se o cara pegar pegar pena pena de 20 anos, né? E vai dar 20 dividido por 5 dá 4 x 2 dá 8 anos. Então beleza. O cara que é faccionado, ele vai ser condenado 20 anos depois de todo o trâmite. Temos que levar em consideração. Certo, cara. Quantos faccionados
tem hoje na Rua que não são alcançados pela polícia? [ __ ] meu irmão, eu quero que o Derrite já parta desse número, já que ele tá relatando, né? Então é o seguinte, minha pergunta é: o Brasil hoje tem quantos faccionados no sistema prisional? Quantos estão na pista? No Rio de Janeiro tem mais de 100.000 dentro das favelas. >> Sim, sim. >> Então só isso não atende a nossa Necessidade, porque quando esse cara for preso no no no complexo da Penha, a polícia prendeu 113. 113 numa operação com 2500 homens no único dia do ano.
Uhum. >> 113. >> Tem mais 1000 lá, mano, que não foi preso. >> Sim. Aí esse 113 depois de todo o trâmite Ele vai ser condenado, ele vai pegar 20 anos, aí ele vai ficar 8 anos preso. Aí depois sai estufado no peito, meu irmão, igual esse Zé Ruela na internet aí que ficou arrumando treta comigo lá. Angelo Canuto cumpriu 10 anos de pena, traficou para [ __ ] fez um monte de coisa. >> Sim. O outro camarada que eu reagi no vídeo do Correia, Correia versus CD detento, esse formato que tá na internet aí.
Inclusive quero fazer um contigo, cara. Já vou deixar o convite aqui, Beleza? >> Beleza. >> Não aceita convite de ninguém antes de falar comigo, não. E aí, [ __ ] o camarada pegou 10 anos, ficou 10 anos preso, pegou 30 anos, ficou 10 anos preso. Aí depois o cara se regenerou, virou pastor, e o [ __ ] maravilha. Glória a Deus. Eu torço para isso também. Mas, irmão, eu digo pro pro paraa sociedade, se você cometer esse crime aqui, o cara cometeu Um homicídio qualificado lá, pegou 30 anos, matou um adolescente, mais não sei quê.
Irmão, o criminoso e a mensagem pra sociedade tem que ser quem tirar a vida de alguém vai ficar 30 anos preso, [ __ ] >> Aí o cara ainda assim ele toma a decisão de tirar a vida de alguém. Qual o resultado? Na prática só 10 anos, [ __ ] é muito fofo, irmão. Mesma coisa, o crime organizado, cara. Se o cara tá dentro de uma favela sufocando 200.000 1 Pessoas, porque ele tá com a banda com fuzil atravessado. Só isso, por si só >> é vala, meu irmão, >> é prisão perpétua. Ou então é
50 anos de de cadeia sem sem progressão de regime. [ __ ] >> meu sonho, irmão. Meu sonho. Já falei para você, para mim é guilhotina em praça pública, porcamento, guilhotina, meu irmão, da hora. Ô Glober, eu entendo a revolta que eu tenho também, mas nós Temos que entender também como funciona e o que dá para fazer. E eu falo para você aí, aí é algo que a gente tem acompanhado de perto. O melhor tá sendo feito dentro das possibilidades políticas. Nós dependemos, infelizmente, de ter um trabalho de uma uma manobra para convencer pessoas, para
convencer parlamentares para que seja votado. Esse trabalho tem sido feito. Estrutura do texto, você fala: "Ah, mas mudou quatro Vezes, meu irmão. Você coloca dependendo do que você coloca os caras, não, não vou assinar mais. Aí você perde uma, aí você perde uma bancada. [ __ ] aí você volta. Não, então vamos ajustar aqui. Essa bancada volta aí a outra sai. É mais ou menos assim que funciona. É por bancadas, né? Cada partido é uma bancada ou grupo político, dois partidos e uma bancada. Enfim. Então, às vezes, dependendo do que você da alteração que você
faz, você perde um número de votos E aí você tem que fazer um ajuste. Pum, fez ajuste. Aí, então aí você escuta muitas vezes os comunicadores da imprensa, principalmente das imprensas grandes, que eu acredito que muito mais de maneira maldosa, que que eles falam? Eh, o relator está perdido. Não, não é que o relator tá perdido, irmão. É que o relator não vota sozinho. Ele não é, ele não é absoluto. Se fosse absoluto era muito fácil. Ele escreveu que tava o que é interessante, o que o que a gente sabe Que de repente é a
solução perfeita e põe e já era. E colocava e sancionava, mas não é assim que funciona. Então existem negociações e você conversa com todos os outros parlamentares para ajustar detalhes, chegar num em algo que que fique se torne aceitável pra maioria para que seja votado. E aí eu vejo a sacanagem que é para mim é canalice da das grandes mídias o se utilizando disso aí para falar: "Não, relator tá perdido". Tipo assim, quer dizer que o Cara não sabe nem o que ele tá escrevendo e não é isso. Aquilo a gente entende que faz parte
da democracia. Eu tenho que ouvir sua opinião e eu tenho que respeitar ela. No no no parlamento funciona assim. Eu tenho que ouvir a opinião do do cara do outro partido. Ele fala: "Pô, eu não concordo com isso. Se for desse jeito, eu não voto". Não. Então, pera aí. Vamos ajustar. Vem aqui. Senta aí. O que que fica bom para você? O que que vocês entendem? A bancada de Vocês entende o quê que é bom? Ah, aí vocês falam: "Não, tira, tira todas essas, não, todo esse texto nós não vamos tirar, mas vamos adequar aqui,
vamos chegar no meio termo. E são esse tipo de negociação que vem sendo feita para aprovar, para trabalhar para aprovar. Entende? E porque senão, cara, também é o que eu falo, se a gente vem com algum que eu que nós principalmente estamos ligado a segurança, sabemos que de Repente é a solução perfeita, cara, não vai ser aprovado, vai ser vai ser considerado inconstitucional, enfim, porque o que funciona mesmo de verdade, de verdade mesmo, a única coisa que o bandido respeita, cara, é a morte. Ah, o bandido respeita a morte. que você tá falando, tá correto.
Você aumenta a pena, você desestimula a boa parte, mas o bandido >> desestimula. Não, >> desestimula, desestimula. Não, mas você Desestimula. Boa parte. Eu falo para você que desestimula que, por exemplo, eh, tudo bem que não dá para comparar o cidadão de bem com o bandido, mas quando os cara meteram a pena alta da lei de de embriaguez, >> não, mas é isso aí, não dá para >> é a pessoa de bem, ela tem medo da lei, mas o bandido, o bandido, boa parte deles tem medo da Ô, mano, >> não tem, mano. >> Ô
G, eu já tive vários debates com o ladrão. Tem medo? Tem medo de trobar contigo, meu irmão, igual tá na TB ali de rota. Ele tem medo. Agora na lei eu vou falar para você, o cara tem, eles pagam o que não tem, mas por exemplo em abordagem, abordagem na rua, o caminhão ladrão tinha acabado de sair da cadeia, faccionado, três celular quebrados. Caramba. Aí eu olhei e falei, a polícia começou a dar uma geral, achou droga dentro do carro dele. Aí Falei: "E aí, malandro? Se fodeu. Tá preso. Ele é. E o cara de
boa, tranquilão aí. Sem problema, doutor. Já tirei. Ô, senhor, na moral, já tirei 14 anos, não vai mudar nada para mim. Falei: "Não, beleza, da hora. Você saiu quanto da cadeia?" "Ah, faz três meses." Falei: "Caralho, você ficou 14 anos fechado." Fiquei. E o cara peitão estufado, tipo assim, demonstrando que não estava com receio de ser preso novamente, Porque o cara já tirou cadeia para caramba. Aí daqui a pouco eu olhei para ele assim, mano. Aí dá aqueles 5 minutos do polícia. Eu olhei para ele, eu falei: "Caralho, ladrão, você é burro para [ __
] mano? 14, Natal e Ano Novo você passou preso e esse aqui, ó, novembro você ia passar o Natal ano novo com a família na rua, você vai passar preso de novo." Quando eu falei isso aí, ele começou a chorar, ajoelhou no meu pé, pedindo pelo amor de Deus para não prender ele. Então, o cara dói, a cadeia dói, sim. O cara sente. Ele paga que não, mas sente. A cadeia é doída também. E quando o cara vê, quando cai a ficha dele que ele vai perder a metade da vida dele na cadeia, alguns recuam.
>> Se o cara colocar a mão na consciência, ele recua. >> Tu é um cara de valor, tu tu deve ter tido uma boa educação, né? Certo. Apanhou da mãe, Tu sentia só na hora que tava apanhando, né? Na hora que tava apanhando a gente chorava, né? Mas a mãe falava: "Ó, se fizer vai levar de cabo de vassoura". A gente deixava de fazer? Deixava nada, irmão. Muito difícil. A gente fazia ainda contando com a chance de da mãe não descobrir para bater. >> Mas agora eu vou falar. E se a mãe não tivesse dado
a chinelada? >> Eu eu concordo. >> Podia ter virado pior. >> Não, mas acompanha meu raciocínio. Se o cara sentisse a ameaça, ele só sentiu quando ele fez rodou de novo. >> Sim. >> Mas ele não fez essa conta. [ __ ] passei 14 Natal Natalis anos novos e na tranca. [ __ ] nunca mais vou roubar porque eu não quero correr o risco de passar o 15º. [ __ ] nenhuma. Que que ele fez? Foi pra pista. Foi pra pista. Não tá nem aí, irmão. Ele nem lembrou dos 14 que ele passou para trás.
Ele viu a Merda quando ele viu a rota, [ __ ] ganhando, abordando ele. Aí ele viu a merda. O que eu quero te dizer é o seguinte, irmão. Se o judiciário do Brasil tivesse moral com crime, se a se a legislação brasileira tivesse eh imposição de medo com crime, a gente não tinha um país que tem, pô. O judiciário desse país é um leão com a gente. >> Sim. >> E a lei funciona pra gente. Para eles, eles não estão nem aí, irmão. Botaram um monte de crime no R deionas. Mudou o quê? Nada.
Botaram, aumentaram pena. Mudou o quê? Nada. O homicídio o cara vai tomar de 12 a 30. Não, o homicídio simples é de 6 a 20. Olha isso, mano. Homicídio simples de 6 a 20. Beleza. O outro de 12 a 30. O cara, irmão, 30 anos. Ninguém cumpre 30 anos, irmão. Se a pena é 30, mas a média de prisão é seis, a pena é seis, mano. Porque ninguém fica 30. Concordo. Entendi. Isso. Eu entendo perfeitamente. Concordo perfeitamente. >> O cara ele tem a sensação da impunibil da da impunidade, porque ele tem a certeza da impunidade.
Então ele >> ele volta a delinquir mesmo. >> Mas é o que eu falei nessa nesse novo texto, principalmente pros faccionados, eh você estica mais, a progressão de pena, ela ela se torna mais difícil. O cara, a progressão de regime, no caso, Que o cara vai cumprir a pena, ela se torna mais difícil, você dificulta mais. Então, querendo ou não, você pega, mete o cara direto no presídio federal, ah, sem direito à visita íntima. Porque uma coisa é tá lá gostosinho lá, toda semana a mulher vem, o cara tira o barato dele, entendeu? Tá vendo
todo mundo, tá legalzão. Tá lá no banho de sol, tá lá na na convivência lá com todo mundo, tá da hora. Agora eu quero ver quando o cara começar a ir pro pote Fechado direto, isolado do mundo, daqui a pouco os caras começa a ficar biruta, entendeu? E e outra, e não vai ter um boi tão rápido assim, então, ah, beleza, pode ser aqui de imediato, mas daqui a pouco começa a cair a ficha dos caras, fala: "Mano, tá pesado, tá mais zoado agora, não tá tão fofo, cadeia não tá mais tão suave não." E
aí os caras começam, porque na moral, GL, eu vou falar para você, eh, quando o cara entende Que o uma coisa é o cara ter a certeza que ele não vai se [ __ ] outra coisa ele ter, ele começar a entender e ver os caras se [ __ ] os camaradas dele, os aliados dele, ele vai falar: "Pera aí, mano, isso aí não tá eh tá pesando agora. Tá começando a ficar pesada a cadeia". Ó, te dar um exemplo, irmão. O camarada acabou de falar no chat aqui. Sérgio Luiz, feminicídio é de 20 a
40. >> Impede de vagabundo matar a mulher aí, mano, do camarada aí eh cometer equilíme contra a mulher. Quantas mulheres estão morrendo aí? >> Só a lei. >> É porque >> Mas mas vamos lá. Não chega no cara. É só um papel, mano. >> Só só a lei. Só a lei. Só a lei não vai salvar ninguém. A lei é um papel. recar de papel escrito, mano. Existem outras medidas que tem que ser Adotadas. Então, beleza, a gente tem uma lei que garante, por exemplo, a asfixia financeira, sequestro dos bens, você começa a descapitalizar os
caras. Eh, são várias medidas que tem que ser adotadas junto. Inclusive, que eu eu comentei outro dia, cara, que para mim eh a gente tá olhando muito só focando em bater no crime organizado, mas cadê a educação? de cuidar dos molequinhos lá, mano, que daqui a pouco vai estar nas pistas Pilotando o fuzil. Próxima geração, >> a próxima geração que vai estar com os fuzil pendurado, quem que tá tomando conta disso aí? Pegando esses moleques, falar: "Ô moleque, você vai estudar de verdade agora? Chega aí". Não, mano, acabou a brincadeira. É crime o [ __
] mano. Vem aqui. Você vai se tornar alguém, mano, sério na vida, alguém produtivo pro país, que é o que os países sérios fazem. A maioria, mano, você tem que produzir, cara. Você quer Comer, você tem que plantar. Você tá lá atrás, na época do agricultura familiar, irmão, você tinha 4, 5 anos, o cara já colocava uma enchadinha nas costas do filho, vai pra roça. Por quê? É uma lógica de sobrevivência. O cara tem que produzir para ele comer e já começar a produzir cedo. Aí aqui não, aqui os caras inventam al não, só pode
trabalhar depois dos 16. Aí agora não, não, só depois dos 21. Enfim, você vai ver Marmanjão hoje em dia. Aí o cara com 30 anos, sei lá, 20 e poucos anos. infantilizado. Quando você você pegasse na nossa geração, moleque com 15, 16 anos tava voando, já tava querendo casar, comprando casa, carro, já tava voando. E você pega a molecada hoje batendo nos 30 aí, meu, não sabe nem o que que quer fazer da vida, só fica no videogame. >> Ya. >> Então assim, nós estamos, nós temos uma Geração que não tá produzindo nada. E aí
eu eu falei esses dias, foi até mal interpretado por algumas pessoas, mas não tô nem aí. Porque é uma é uma posição que eu eu analiso, por exemplo, eu analiso algumas nações, eu gosto de analisar a estratégia dos caras. Sabe quantas horas uma uma criança estuda na China por dia? >> Pô, eu imagino que muitas. >> Mais de 12 horas >> por dia. Sabe quantas folgas ela tem por Mês? Ela estuda período integral. Todos os dias tem folga dois domingos no mês. Tem que estudar todo dia, mano. Ah, é uma loucura. Os caras tá vindo
a maior potência. Você mandar os caras fabricar um míssil agora, eles fabrica. Os cara eles entregam acho que 180.000 engenheiros por ano. Eles formam. Nós estamos formando quantos engenheiros aqui no nosso país? >> A gente forma, sabe que a gente forma para [ __ ] >> MC? Não, não, vou te falar não. Uma profissão da faculdade na academia, >> advogado. >> Então, >> boa parte criminalista para defender todos esses vagabundos que estão aí. E o advogado tem obso que a gente faz. E muitas vezes ainda o advogado vinha brigar comigo na ocorrência, eu chegava: "Doutor,
ô doutor, chega aí, vem aqui. O senhor tem que vir aqui e dar graças a Deus para mim. tem que brigar comigo. Seu cliente, se não fosse eu, se eu não tiver cliente, se eu não tivesse prendido ele. Mas voltando, a cultura dos caras é animal. Os caras são autossuficientes. Eles só não são autossuficiente porque eles não têm a mesma quantidade de recursos naturais que nós temos. Se nós tivéssemos a mesma dedicação, mesmo empenho na educação, colocando a molecada para estudar, potencializando, porque igual eu falei, ti, eh, rede social, na nossa só sai Merda, na
deles só sai coisa boa. Lá os cara, o TikTok da molecada lá é mais para aprender matemática. matemática e a língua deles aí, mandar >> eles jogam a porcaria para cá, mas lá ele segura, >> irmão, e lá a molecada tá voando. Você pega uns vídeos aí da molecada na escola, a molecada marchando, molecada treinamento militar, você já direciona aquele ali, vai ser atleta. Você já faz uma triagem quando é pivetinho já, mano. 4 5 anos, mano, isso aqui é bom. Isso aqui vai ter habilidade pro esporte. Os cara arregaça, mano. Os cara vai na
nas Olimpíadas sempre dos maiores medalhistas. Os cara o esporte dos caras é animal, educação dos caras é [ __ ] E assim, e aí você vê, antigamente era uma piada, né? Os caras falavam: "Ah, é da China, não presta". Lá na década de 90 era no Paraguai, né? Que todo mundo falava assim: "Ah, mas esse produto é do Paraguai". Aí depois Começou-se a zoeira com a China. Hoje pega os produtos da China. A maioria do das grandes marcas estão na China. Produtos de primeira linha são produzidos na China com alta tecnologia. Eu tava conversando com
um camarada que é especialista em veículo. Ele falou assim, tava falando sobre os carros japoneses, sobre os carros alemães, ele falou assim, ó, em tecnologia de veículo elétrico, elétrico e híbrido, a China tá 10 anos na frente no mundo. Não tem nenhuma outra, não tem nenhum outro país que tem tanta tecnologia já desenvolvida quanto a China, porque os caras estão se dedicando, estão se empenhando e aí nós temos uma [ __ ] de uma potência, recursos naturais para caramba. Aqui eu gosto de falar isso aí direto, joga uma semente de mixirica no asfalto, nasce um
pé de mixirica aqui, [ __ ] de uma terra fértil e ninguém produz, mano, ninguém aproveita. E o e nós som mesmo com ninguém produzindo nessa [ __ ] aqui, mano, nós alimenta 1 terço do mundo. A gente alimenta, cara, 20 25 a 30% do mundo, a gente que alimenta, sai daqui do Brasil. Imagina se todo mundo tivesse produzindo, meu irmão. Mas não tinha para ninguém. Ia falar: "Não, meu, o preço do milho não é isso aí, não. É mais caro. Ah, não, então não vou te dar celular. Tá bom, fica sem o milho aí,
fica sem a soja. Celular, >> eu vi que sem celular, eu quero ver você ficar sem a soja, sem um alimento. Só que a gente não se valoriza. O nosso país tem síndrome do viralata. Quer ver uma coisa? Veio um monte de gringo estelonatário para cá. O cara falou enrolado, todo mundo fica lambendo o cara, meu. >> Aí você vai lá na Europa lá, os caras nem olham na sua cara, os caras te discriminam. E aí vem o cara aqui, mete o estelionato, não falou enrolado o povo Não, ele é gringo, ele tem dinheiro, porque
é síndrome do viraata nós temos, infelizmente. >> Camarada falou aqui que isso aí para fazer isso demora umas sete a oito gerações. Negativo. A China fez isso em uma, duas gerações. >> 20 anos. >> É, >> você catar 20, 25 anos, a China fez. Só que foi um trampo rígido, né, irmão? Dos caras não foi na FU lá também, que é o Que eu falo lá. Vai lá roubar, lá vai roubar. Vai, vai desrespeitar as autoridades, igual aqui todo mundo tá com a garrafa na viatura ou barco. Faz isso aí para você ver se os
cara não te mete no paredão lá e te fuzila, entendeu? Lá tem ordem, lá tem disciplina, só que funciona, mano. Lá os caras pegou, meteu aqui, ó, mirou e falou: "Vamos fazer". E fez >> tipo, ah, guerra, o tráfico não adianta Nada. Não adianta. Vai lá na Indonésia, tráfico lá, leva para lá, >> exato. Leva lá, [ __ ] Não precisa muito não. Leva três papel no bolso só, pô. Entra lá no no aeroporto lá com três papel no bolso. Ver só como que não >> como que não funciona. >> Agora ganante boa criatividade, conhecimento
ou melhor conhecimento dos problemas nós temos criatividade nós temos. Mas aí a gente entra, né, e tu vê, né, que eu de certa forma empolgada Aqui criticando e você colocando mais as coisas conforme a realidade, porque tu conhece, né, tá conhecendo, conhece >> como é que é o trâmite polí político, né? Por exemplo, a votação aí do projeto foi adiada, né? >> Foi adiada. >> Por que que foi adiada? Porque não chega nos acordos político para votação do texto e emenda daqui, emenda dali. Então assim, cara, eh essa estrutura no Brasil tá montada de uma
forma que eles Conseguem frear o tempo todo o progresso, o tempo todo eles freiam e mantém a necessidade do povo depender de uma bolsa família, a necessidade do bolso do povo depender de uma cota para estudar numa universidade. Então é o tempo todo amarrando o brasileiro na dependência escravizada por um determinado grupo político. Eu não digo nem só pelo Estado, é por um determinado grupo político. >> Eu falo a a e você falou muito bem, a escravidão não acabou no Brasil ainda não, pô. Nós temos escravidão mental aqui. As pessoas estão escravizadas mentalmente. E você
quer ver escravidão mental? É, entra na rede social lá e pau. Você provavelmente vai sair alguma tamb aqui. Você falando de algum MC, você vai ver o tanto de gente que vai vir defender. >> Isso >> aí você fala: "Mano, no final você sente Dó daquelas pessoas que estão defendendo, cara. Você olha, você fala: "Meu, é muita ignorância, dá dó, cara". Porque fala assim: "Porra, mano, nós estamos lutando por esse imbecil também, cara, que tá vindo aqui me xingar. E a vítima defendendo o >> é síndrome de Estoco. >> É síndrome de Stocomo. >> É
a vítima defendendo o agressor, cara. >> É. >> E não tem noção que é. Acha que o cara Não, moleque é. Então é isso, cara. Infelizmente nós estamos ainda na escravidão mental. E para sair disso aí, meu irmão, e ninguém quer. O que você falou, existem determinados grupos, irmão, que os caras preferem o povo idiota. É mais que você o cara inteligente, ele debate com você, ele argumenta. Agora o idiota é fácil dominar, irmão. >> Agora exatamente agora o idiota você domina ele, mano, e comigalhas. Isso aí é a teoria de Hitler, né? Os caras
fala que o Hitler despenou uma galinha inteira. Sei lá, já ouvi alguma história. Dependou uma galinha inteira e aí depois ficava jogando migalha, pãozinho, pedaço de pão pra galinha e a galinha ficava seguindo ele para onde ele ia. Ele falou: "Assim é o povo, você pode fazer o que você quiser com eles, mas se você der migalhas, eles vão estar onde você aonde você estiver". É uma teoria e é e é, infelizmente a a Mais pura realidade. O povo muitas vezes pensa como galinha, ganha uma ganha uma amigalha e fica satisfeito independente do que tiver
acontecendo com ela. Tá sendo depenado na saúde, na educação, na habitação, sendo depenada em tudo, mas tá feliz com a migalha. Aí você vai ver na rede social a mulher revoltada que o Bolsa da Família não deu para comprar tipo três caixinhas de cerveja nesse mês. Cara, e Como que eles conseguem vender a mesma esperança décadas e décadas vendendo a mesma coisa? Pô, o Lula tá vendendo a tirar o povo da pobreza, educação até hoje, como se não tivesse cinco mandatos já. Exatamente. >> Duas vezes Lula, duas vezes Dilma e agora Lula de novo. >>
E o pior, cara, >> como é que não consegue resolver, cara? E cinco mandatos vai resolver enquanto. >> Sabe o que é o pior, cara? Não é hipnotiza as pessoas, né? O pior é o cara vir com uma promessa assim, ó. E isso uma das chaves, tá? na eleição dele, ele falou assim: "Se preparem, vocês vão voltar a tomar aquela cervejinha e comer a picanha no final de irmão, é a migalha, cara. Ele ofereceu a migalha de novo e o povo >> e o povo feliz, iludido e acha e assim cegueira total, Povo não esclarecido.
É difícil, é difícil de você colocar na cabeça das pessoas, você conversar porque elas querem, elas não querem nem argumentar, elas só querem brigar com você na maioria das vezes e acham que estão corretas. Mas como eu disse, hoje a gente tem a missão de estar aqui no no legislativo. Pode ficar tranquilo que os ignorantes, ignorantes que eu falo no sentido das Pessoas que não detém esse tipo de conhecimento, os ignorantes, pessoas que estão com essa tapa no olho, pode ficar tranquilo que nós também lutaremos por vocês. Vamos continuar lutando, cara. Talvez um dia a
gente chegue num número de pessoas que pensem igual num consenso. Ô, ô, Nantes, é um escolcho, irmão, porque assim, eles são eles são poucos, cara. Pra criminosos ou mais pessoas de bem trabalhando? Honestamente? >> Muito mais criminoso. >> Aliás, olha, olha, m criminoso, muito mais pessoas de bem. >> Então tu pega aí, cara. Quantas pessoas ganham um salário mínimo no Brasil? >> Você é louco, >> [ __ ] Muita gente, mano. >> É mais de 30%. >> Muita gente ganhando R$ 15.00. R$ 500, >> mais de 30%. >> Tem gente que trabalha em dois turnos,
cara, em dois empregos. >> O cara sai de casa 5 da manhã, 4 da manhã, >> volta 10, 11 da noite. >> É >> esse cara, meu irmão, que vive essa vida e ainda é assaltado, >> você é louco. >> Quando chega em casa, na quebrada dele, tem um cara tirando onda com arma na mão, na boa, cara, às vezes eu fico me perguntando quem tá pior, mano, é esse cara ou o escravo de antigamente? Na Boa, cara, eu não quero aqui, cara. Eh, sei lá, mano, ficar falando bobeira. Mas assim, cara, >> vamos piorar
um pouquinho. >> Quem tá pior, irmão, o cara nessas condições. >> Vamos piorar um pouquinho. >> Esse cara trabalhou o dia inteiro das 5 da manhã, 10 da noite, ele tá chegando, o cara tá com a arma na mão e catando a Filha dele. >> Isso. >> E ele não pode falar nada. E até a mina meio que na ameaça. O cara gostou da menina e pau pegou a menina >> fazendo barulho. Ele não consegue nem dormir para descansar. >> O cara não pode fazer falar nada. >> Ele não tem direito nem de reclamar com
o cara por medo. É a realidade é o que acontece. E essa menina daqui a pouco também o cara pá Usou. Ah não, já não serve mais. Vai bicudar. Não vai deixar ela nunca mais se envolver com ninguém. Que se ela se envolver ela mas pode deixar ela com os dois, três filhos lá. Isso. >> E porque aí aí quem vai tomar conta dos moleques ainda? >> Esse cara. >> Esse cara. E aí o filho dele tá viciado. Veio esse cara da arma, esse traficante veio e viciou o filho dele na droga. O filho Dele
é escravo da droga. Tá roubando as coisas dentro de casa para consumir a droga que esse maldito que tá lá na porta da casa dele, >> cara. E é uma e é uma realidade também, cara. Pô, a gente vai falar de usuário de droga, né, cara? O maconheiro, né? O maconheiro eh é o mais simbólico, né, dos usuários de droga. Mas vamos lá. >> Sim. >> Tem quantos maconheiros, cara? 10 milhões, 15 milhões. >> Ah, tem maconheiro para caramba. >> Então, então assim, boa parte desses caras estão nesse grupo que acorda 5 da manhã. >>
Sim. >> Volta 11 da noite, mas ele é viciado. Cara, esse cara vive uma vida, cara. Esse cara vive uma vida verdadeiramente escravizado, cara. Seja num país inseguro, violento, o dinheiro dele não dá para nada, ele mora em condições, [ __ ] ruins, precárias, Ele ainda tem que sustentar um vício ou de uma maconha ou de um cigarro, seja seja o vício legalizado ou o vício >> Eu te falei do da abordagem aqui lá em São Paulo de um menino. >> Conta aí. >> Patrulhamento. Abordamos um jovem no carro dele, cara todo sujo de tinta.
de concreto. Aí eu lembro que achamos dois pinos vazio no carro dele, dois pinos de cocaína, né? Tinha usado narizão Escorrendo assim. Só que o moleque porque a gente porque eh a gente tem que fazer essa difer essa diferenciação, né, cara, do usuário de droga pro bandido, pro cara criminoso, enfim, tem diferença. E no meio de serviço você consegue dar mais com a experiência, você sabe diferenciar. E eu lembro que esse moleque, ele era, mano, aquele moleque trabalhador, mano. É esse cara que você tava narrando, todo sujo de, eu não lembro se era tinta ou
se era Concreto, mas na obra, trabalhando na obra, peão de obra. Aí eu olhei para ele, eu falei: "Mano, eh, você tá vindo da onde?" "Não, tô vindo do trabalho, senhor." Falei: "Esse trabalhou, você ganha quanto por dia?" "Eu ganho R$ 50 por dia." Aí eu olhei para ele, eu falei: "Mano, dois pinos de cocaína, mano?" Ele é senhor, é, viciei nesse negócio aí. Conta essa história aí. Ele ô Senhor, eu tava na Eu tava lá no fluxo do Jaqueline, que aí onde eu falo que o crime organizado, pá, moleque chegou. Eu tava no fluxo
do Jaqueline, meus camaradas tava usando, eu usei a primeira vez, senhor. E dali pra frente eu desde aquele dia para lá eu uso todo dia. Aí eu falei: "Caralho, mano, aí você fizer a conta". Falei: "Senhor, usa quanto?" Ele falou: "Tem dia que é dois, tem dia que é três então, ou seja, o Cara ganha R$ 50 por dia, R$ 10 cada pino, metade do ordenado dele é para droga". Beleza? O traficante fidelizou aquele escravo, metade. Por que que é escravo? Que eu perguntei para ele assim na hora na na ideia assim, eu olhei para
ele, eu falei: "Cara, para de usar essa [ __ ] aí, mano. Você é um moleque decente, pô. Tô vendo aí, você é trabalhador, você é um cara decente". Aí ele olhou com desespero para mim e falou: "Senhor, eu não consigo, eu não Consigo". Desespero, tá ligado? Parecia que o moleque tava preso dentro do corpo dele, mano. Preso dentro do próprio vício. E aí você vê essa desgraça que o maldito do traficante faz com o moleque do bem. Você vê que não é um moleque do mal, moleque bom. Ah, não, mas ele foi na festa
cultural da periferia. Tem nada a ver, pô. Da hora. É só um mar, um um um grito da da periferia dizer: "Não, mano, para mim não. Ali é Influência dentro do pesado, crime organizado e para [ __ ] as pessoas de bem que estão lá, torná-las escravos num sistema. Os caras falava de sistema, bate no sistema as músicas antigamente, certo? Os bandidos falavam que o sistema é [ __ ] Pá, pá, pá. Só que é o seguinte, os caras se tornaram sistema. Eles montaram o sistema deles e continua. É mais ou menos assim, cara. Os
caras eram escravos e reclamavam do Dos senhores donos dos escravos. Aí eles conseguiram meio que se libertar, se tornar o dono dos escravos agora, cara. De boa parte dos escravos. É louco. É, >> é difícil, irmão. Porque assim, eh, a gente tem alguns filmes, algumas séries, fala assim: "Cara, vamos usar o sistema contra sistema, né?" Que era o caso lá do Tropa de Elite, lembra? Quando quando o cara vai lá e [ __ ] toda Sexta-feira a viatura do comandante tem que ir pra rua pegar o arrego. Aí o >> passa com a motinha, ela
pega a motinha, >> vai lá e e quebra a viatura ou então sai com a moto e pega o arrigo no lugar para poder consertar os carros para botar viatura na rua para patrulhar, pô. Não é nem para botar no p. >> Então o cara usou o sistema contra sistema. Só que é o seguinte, né, cara? O sistema sempre se vai se se ajustando, >> se ajustando e se organizando. >> Então, cara, a gente quando fala do sistema, a gente tá preocupado, né, com a forma de manter o crime funcionando, mas também tem a forma
que o sistema faz de aprisionamento, de deixar a população, [ __ ] burra, de deixar a população dependente do governo. E aí, cara, vai ficando uma coisa muito complexa que a gente acaba perdendo a esperança, né? Por isso que é muito mais palpável. Eu imagino, [ __ ] na tua vida, não sei quantas vezes você já Refletiu isso, né? Mais fácil, cara, entrar você mais quatro caras numa barca de rota, patrulhar >> que ali não resolvia o problema. >> E ali você chegava ali, você conseguia, você tinha um resultado, >> aquele problema, o resultado era
imediato. Aquele problema eu fui pra ocorrência X. >> Ah, o cara sequestrou. Um casal tá rodando pela avenida tal. Aí você pega pro motorista, Steve, pega a viatura, Sobe aqui avenida Tau. O próprio motorista já falou: "Chefe, isso aqui vai sair do outro lado". Você pã trombava se os caras se rendesse, beleza. Se não se rendeu, trocava, ia pro saco quem tinha que ir, libertava. Aí o casal olha para você assim, cara, mano, com aquela sensação tipo de que você vê no filme as pessoas olhando pro superherói. >> Isso. >> E e é e é
e para nós o policial é Infinitamente mais satisfatório numa ocorrência dessa que você vê as coisas acontecer de imediato na prática e você falar assim, ó, eu participei efetivamente da solução desse problema dessas pessoas estavam subjulgadas. nós conseguimos tirar ela da mão dos criminosos. Então, cara, o é infinitamente é indiscutível o trabalho policial na viatura. você trabalhando com vontade ali. [ __ ] mano. Peguei aqui, pegou Ocorrência, recuperei a motinha do tiozinho que tava tendo que acordar mais cedo para ir trabalhar porque o filha da [ __ ] do bandido tinha roubado a moto dele
sem entregar pro cara assim, o cara começar a chorar, mano. Motinha velha, mano. Isso aí não tem preço, cara. Esse você fala, você volta para casa, você fala: "Puta, mano, hoje, hoje eu consegui fazer a diferença na vida de alguém, mano. Hoje eu consegui fazer a diferença para Aquela pessoa ali, irmão, você conseguir fazer a diferença. Então, essa sensação não tem preço." >> Pois é, cara. E isso na na polícia você tem todo dia, né, cara? >> Na polícia todo dia. >> E aí, cara? E quando vai pra política, cara, narra pra gente aí. Por
exemplo, em conversas, em conversas passadas, nós tínhamos ali situações que ficava evidente, [ __ ] eu quero, irmão, é um cafezão, >> chefe, >> não dá, dá, dá isso aí pro Globo aí, depois traz outro aí para nós. >> Que isso? >> Caramba, tá zica mesmo, hein, >> [ __ ] Se eu >> antes, >> [ __ ] quando eu for da rota ou então, [ __ ] futuro deputado federal, vou ganhar um desse também. >> É, aí, irmão, toma aí primeiro. >> Não, não, primeiro tu é meu convidado, Cara. E aí, mano? Eh, você
tinha essa sensação, né, cara? Beleza. É a história da estrela do mar, né? Sabe qual é? Lembra que cara tá lá e devolvendo a estrela pro mar, cheio de estrela assim do mar, [ __ ] na na areia. O cara fala: "Você é louco, meu?" Fala igual vocês, né? Tá louco. É louco, meu. Como é que vocês falam, velho? Tá louco, mano. >> [ __ ] vai resolver nada, cara. Tu não vai conseguir resolver isso, [ __ ] Mas Essa aqui eu vou. E é isso jogando. >> Isso é o trabalho do polícia. A maneira
sensacional é de arrepiar. >> Agora quando tu tá de fora, irmão, com a farda, você fica assim: "Pô, meu irmão, não [ __ ] essa [ __ ] aqui não vai resolver. Eu tenho que entrar dentro do sistema porque o crime tá infiltrado na política. O crime tá infiltrado em todas as estruturas. >> O crime tá em todo lugar. >> Aí tu veste o palitó, chega na estrutura Política e tu, [ __ ] fica com a sensação, [ __ ] E agora? Não, mas >> me conta, >> na política eu já tive algumas experiências muito
boas e assim até a frase que a gente sempre conversa com a equipe lá, sempre tenho reuniões com a equipe e eu fiz questão de colocar na entrada do do gabinete lá tem uma frase assim: "Nossa missão é melhorar a vida das pessoas". E e quando Eh eu iniciei os trabalhos lá, lógico que é mais moroso para você aprovar um projeto de lei. Só que a Câmara Municipal de São Paulo, embora é a maior da América Latina, a Câmara Municipal é a maior, só que ela não tem o tamanho, a proporção do ela não tem
o tamanho da da Câmara Federal. Então o que acontece? Mas lá nós já conseguimos aprovar. Aí, aí é onde você vai ver que você consegue jogar uma porrada de você consegue jogar uma Porrada de de estrela do mar de volta, viu, Global? De uma vez só que acontece. Eh, vou citar um projeto simples que é até do Ty Miranda, vereador Tam Miranda, ele, >> [ __ ] não [ __ ] Já começou errado. >> Por quê? >> [ __ ] mano. Tá me enganando, né? Né? É filha da Gret agora. Agora é agora é filho,
né? É, pô. >> Entendi. Pô, >> não, meu irmão, não. Eu vou falar para você, é muito louco, né? Que às vezes eh você conhecendo a pessoa eh você tendo uma proximidade maior, >> eu até imagino que que é mais homem do que muito homem. Eu sei disso, [ __ ] Mas aí vou falar você >> já tá no padrão, sabe? É, é o preconceito muitas vezes que as pessoas, ah, meu, é não, mano. [ __ ] de um cara da hora, parceiro, um cara que, Ó, então presta atenção, projeto, iniciativa dele, tá? E nós
conseguimos aprovar lá. Você sabia que as crianças que t diabetes tem que tomar 12 picadas no dedo por dia de agulha? Criança acho que até 6, 7 anos, até 8 anos, tem que tomar 12 picad. Você vai lá e [ __ ] Pum, [ __ ] no dedo dela para fazer exame. Tem que tá ferindo a diabetes durante o dia, várias vezes. 12 picada. Por uma criança De 3, 4 anos, mano, você imagina toda hora ir lá pegar e furar a ponta do dedo. Aí o projeto de lei eh existe hoje um tipo de um
selo que cola aqui do lado, tem uma microagulha aqui e esse selo ele comunica com o celular e ele vai medindo a glicemia durante o dia e aí acho que durante cada três dias troca esse selo. Só que isso aí tem um custo mais alto. projeto de lei eh fez com que isso fosse distribuído na rede pública. Então você imagina, ela falou o número lá, cara, eu não vou nem falar, mas eu sei que >> ela não, [ __ ] é ele. >> Ele é você, você me induziu. >> Me induziu. Ah, meu meu truto,
tá ligado? >> E que acontece? Eh, chegou a ter, se eu não me engano, são 4.000 crianças de imediato que já estariam sendo atendidas. Então, você tá entendendo que você não tá jogando só uma estrela num projeto de lei, você tá melhorando a vida porque não é só a vida da criança, tá melhorando a vida da família. Todo mundo que tá no entorno com cuidado ali toda hora preocupado, enfim, você tá entregando um equipamento para você melhorar uma estrutura familiar. Então ali numa brincadeira, ali você atinge 10.000 pessoas ou mais no entorno 10, 12.000 pessoas
num projeto de lei que Você conseguiu passar, aprovar e fazer com que E a gente teve participação porque nós apoiamos e apoiamos e ajudamos votar. iniciativa dele. Parabéns. Da hora também. Prefeito Ricardo não chegou a porque aí depende do outro lado. Você aprova o projeto de lei, só que você depende do governo dispor de recurso para fazer acontecer. E aí o prefeito de pronto acatou o projeto, sancionou e colocou, cara. E tá na rede pública aí. Ou seja, a vida de 10.000 pessoas mudaram de uma vez só. Jogamos 10.000 estrelas no mar de uma vez
só. Então, os impactos políticos também na política, quando você consegue costurar e trabalhar de maneira sábia, você consegue atingir um número de pessoas muito maior numa de uma vez só, numa paulada só. Então isso aí isso é é isso aí é satisfatório na política quando você faz uma boa política, cara. >> Não, irmão, sem dúvida, cara. E assim, lógico que e é bom, né? O político, ele tem que ter o olhar além, né, da sua bolha, né? Então, [ __ ] tu que vem da segurança pública, né? olhar, olhar paraa criminalidade, atuar contra a criminalidade.
Ninguém precisa falar sobre isso para tu que tu já sabe. Mas aí quando tu vai, [ __ ] se preocupar, né, com a saúde das crianças, com a educação, com vários outros fatores, você vai de forma de forma muito mais Ampla e completa, cuidando eh das necessidades do povo, né, cara? Então, sem dúvida, não tenho nenhuma dúvida em relação a isso. Agora, voltando pra parte aí da segurança, a gente, eu continuo com essa sensação, cara, que as medidas elas têm pouca eh pouco pouco efeito prático, né, diante dessas circunstâncias, né? E aí, cara, como fazer?
Tu já não pode mais, [ __ ] entrar na barca de rota e lá resolver, Né? Por exemplo, vamos falar aqui de outro tema, como é o tema da da megaoperação, né? O que tá em jogo no Rio de Janeiro é domínio territorial. >> Sim. >> São Paulo, com quem que eu conversei recente? Coronel Paranoto. E aí tivemos um podcast aqui, né? Ele com a experiência dele de rota. >> Sim. >> Inclusive falou bem de tudo para Caramba. >> É, foi meu professor. Aquele cara ele é um gênio, né? Você tá ligado, né? É, não
tô tanto, mas >> ele ele era meu professor de leis especiais na escola de sargento. E eu lembro que, por exemplo, falar lei de lei de drogas, ele ia falar sobre a lei de drogas, ele começava a falar os artigos sem abrir a lei. Ele ia narrando a lei sem abrir. Eu falei: "Meu, não, não é possível. Esse cara tá lendo em Algum lugar." E eu aqui, ó, olhando, meu, ele não errava uma palavra, um verbo, nada. O cara ele [ __ ] ele é bom, mano. E saiu da roda, saiu da rota cedo, mas
sempre tentou votar. Ele sempre demonstrou todo o amor que ele tem pela rota e fez história lá, né? >> E aí, cara, conversando com ele, cara, e falou sobre >> como é a atuação do PCC em São Paulo, né? Que vocês, pô, qualquer barca de rota, né? E o tático, a força tática, se Entrar com duas, três barcas, >> entra em qualquer favela de boa, mas uma barca de rota já também entra, porque o respeito é outro e no máximo vai ter uma troca de tiro ali no início >> e depois vocês ganham um terreno,
>> irmão. O comando vermelho do TCP no Rio e a milícia, né? Porque isso aí começa com a milícia, que é a exploração dos serviços, exploração territorial, >> transformou o tráfico de droga em Bagatela para eles, né? >> É, >> então em torno de 15%, 10%. >> Eu não tinha isso, eu não tinha essa noção quando vocês eh começaram a explorar sobre mais o rio, porque meu nós atuamos sempre em São Paulo, combate a crime organizado, tal, tal, tal. Eu não tinha noção do poder arrecadatório disso. E eu lembro inclusive que quando a milícia começou,
que isso Aí deve ter sido lá em a milícia deve ter começado no Rio ali no início dos anos 2000, certo? Mais ou menos. >> É, até antes, né? Mas >> é, mas assim, o que foi mais divulgado, porque eu lembro que >> eu tinha um primo que os parentes dele moravam no Rio e aí foi a primeira vez que eu ouvi sobre milícia, foi lá no começo dos anos 2000. E eu lembro que eles falavam que a milícia era bom, que a milícia expulsava o traficante, não Deixava vender droga. E aí falava: "Não, os
caras eh trazem o serviço de interna". Enfim, começaram a falar isso aí. E eu e eu fui recordar, eu fui recobrar agora esses dias quando, como tá em alta a exploração do território, eu comecei, eu falei: "Puta merda, mano, é isso mesmo. Por isso que os cara não vendia droga, mano. Os caras não precisava vender droga. Os caras exploravam o território, mano. >> E parecia até que o Char era um Bonzinho, né? >> Parecia que era bonzinho. É porque era era a mensagem que era passada que eu escutei da boca das pessoas. Acho que não
era nem polícia na época. Os primos falam: "Não, meu, os caras colocam carimbo do Batman nos muros". Você história, essa história aí? >> Aham, claro. >> É, então aí já era. Os caras dominou, só que é bom, é melhor que o tráfego, tal. Enfim. E aí que aí eu comecei fazer alguns links. Então o que acontece? O PCC de certo modo ele ele já tentou fazer isso aqui e eu falo com propriedade porque eu, por exemplo, eu dei algumas canas de indivíduos ligados à facção, que os caras, por exemplo, você caía para dentro da casa,
tinha 100 equipamentos de internet, aqueles de pendurar no poste da fibra ótica. >> Uhum. que era pr os caras montar o gato Net que eles falavam, só que eu não tinha. Então, ou seja, os caras tentaram dominar alguns territórios, tentaram colocar, mas hoje eu vou falar assim que existe esse domínio pleno de uma operadora não conseguir entrar, prestar seu serviço, não tem, não tem falar assim, ó, não existe esse domínio pleno não do território, mas existia já alguns rumores e recente, talvez é uns 5 anos atrás, eu dei Algumas canas nesse sentido. Então, ou seja,
os caras já estavam tentando implantar, só que a maior dificuldades talvez que eles encontrem é que os caras não conseguem cercar, meter uma uma barreira lá e falar: "Ninguém vai entrar aqui e agora a gente manda e vai ser a nossa regra cobrar um pedágio, um condomínio do morador." Se os cara fizer isso aqui, meu irmão, no outro dia nós vai lá e acaba com tudo. Não tem igual perguntaram: "Ah, vai ter uma operação Dessa em São Paulo?" Eu falei, eu desconheço um território hoje em São Paulo que você vai ter 100 cara armado de
fuzil, irmão. Eu desconheço. Não tem. Por, meu irmão. >> E 100 e 100 é pouco pro Rio, né? >> Sim. E 100 é pouco pro Rio. Mas perguntaram, vai ter uma operação igual essa em São Paulo? >> Meu irmão, não, não vai ter. Porque assim, ah, um exemplo, você pega Operação escudo que, nossa, as grandes mídias fizeram [ __ ] de sensacionalismo em cima, ah, retalhação. Não, meu, ali tava combatendo o crime. Mas é, foi ao longo de, acho que 3 meses a operação, >> ao longo de 3 meses, eh, um número de morte significante,
mas que não chegou a quantidade de números, >> não, >> de morte de uma operação ao longo dos três meses e foram mortes pontuais. Comunidade X, você entra, o moleque tá lá na na contenção, trocou, perdeu, beleza. Aí um moleque com metralhadora, um outro com fuzil, um outro com revólver, com armas até precárias, inclusive nos morros, tá entendendo? Então assim, eh, não existe por quê, não é que não vamos dizer que não vamos subestimar aqui. Eu não sei que no Rio talvez eh impediram muito os policiais de trabalhar ao longo dos anos, mas não, Você
não vai, você não vai entrar em M X, você não vai fazer isso, você não vai fazer operação tal. E aqui em São Paulo ainda a gente tem essa certa liberdade de trabalhar. Então, por mais que o crime tenta, os caras não vão conseguir montar um bunker e falar assim, ó, aqui ninguém entra. No outro dia, no outro dia tá lá, irmão. Aqui age muito rápido. Começou a gerar, meu, tem um grupo X de faccionado que pera aí, então vamos ver se é mesmo e vai lá e já acaba com a Brincadeira, entende? Então, cara,
mas aí tu viu aquela moça lá do cabelo laranja, especialista em segurança pública, doutora da universidade, tal, >> falou das pedras, falou que falou da pedra. Uma das coisas que ela falou foi sobre a barricada, né? >> Sim. E a barricada no Rio de Janeiro, ela é colocada por vários fatores. Ela é colocada, pode ser colocada pensando no no criminoso >> rival, >> mas sobretudo ela é colocada por conta dos blindados da polícia. >> Sim. >> Então, eh, minha pergunta, cara, por que que o PCC não vai chegar nesse nível de colocar barricadas em São
Paulo? porque ele vai prear esse estado, esse esse esse essa entrada em qualquer favela. Porque tu imagina, cara, eh, o PCC começar espalhar barricadas em São Paulo. Por que que isso tá tão longe de São Paulo? >> Lá lá, lá na Baixada Santista, por exemplo, os caras já fizeram barricada, tem algumas comunidades lá, só que eu vou dizer assim que a barricada dos caras aqui é mirim. Os cara mete dois latão de lixo na frente, aí você vem com a viatura bate latão de plástico, bum, você bate e entra. Ou os caras coloca os tronco
no meio da rua. Só que aqui é o é o que eu falo, o estado de São Paulo ele é muito bem patrulhado, irmão, e tem Esse diferencial que a gente patrulha, né? Não, por exemplo, não trabalha só quartelada em operações pontuais. Existiu e é bem patrulhada. Então, comunidade X, o cara colocou um obstáculo, já vai lá e já tira. Ah, vamos o o PCC vai se organizar e colocar em todos, tá, mano? E quem que vai quem que vai fazer o fogo de contenção lá? Quem que vai ser os caras que vai tem um
exemplo, quer dominar território X, porque lá no Rio os caras Tem equipamento, tem material bélico para fazer, tem suporte, tem material humano para fazer esse confronto, esse enfrentamento. Então lá, se você não for numa mega operação, operação de guerra mesmo, para você combater 400, 500 cara armado, aqui não tem isso aí, mano. Vai ter que sair pegando os ladrão de todas as outras comunidades e colocar num lugar só para conseguir fazer. Então assim, hoje eh por mais que exista Um um um número de de criminosos volumosos, mas eles são minoria perante a sociedade aqui. E
os caras muitas vezes, eu vou falar para você que hoje o criminoso, ele tá adotando uma linha mais de querer ganhar o dinheiro. Ele não tá querendo tanto aquele enfrentamento de ficar na guerra. >> Será, cara? >> Não, aqui em São Paulo eu vejo esse perfil. O cara ele tá muito mais pensando em ganhar o dinheiro. Aí, como Eu falei, os caras começa a migrar para outros negócios para se adiantar, ele não tá querendo naquele confronto direto, cara. >> Ô, Nant, deixa eu fazer um paralelo contigo, então, cara. E tu falou um ponto aí que
eu acho que aí que tá a cereja do bolo, irmão, que é o patrulhamento. São Paulo tem os BaEP >> e tem a rota. >> Baepe, isso. >> Certo. Rio de Janeiro tem quem, irmão? Qual é a melhor tropa do Rio de Janeiro? >> É o Bob. Isso. Bom, resposta certa é que todo mundo vai dizer, né? Então, eh, [ __ ] o BOP, cara, fale as qualidades do BOP na sua visão, por favor. Quero te ouvir, que eu sei que você tem muito para falar. Eh, e aí depois nós vamos falar como que essa
tropa opera no terreno de um estado. Sim, eu eu não tenho, eu não vou ter tanto conhecimento para falar do BOP quanto o cachorô, quanto os camaradas que vem aqui, mas eu O que eu enxergo no BOPE, guerreiros idealistas com o mesmo idealismo que temos nós das tropas aqui em São Paulo. Ou seja, que que é um guerreiro idealista? Aquele cara destemido, irmão. Ah, o cara vai tá dando tiro ali, você vai pegar, meu, aonde que tá dando tiro que você vai lá igual um louco, pegar aquele cara na unha, meu, e você vai abater
ele. Para mim, uma das maiores qualidades na tropa do BOP é ter esse sangue de Guerreiro, mano. Esse espírito do guerreiro verdadeiro. >> Porque uma coisa é o cara falar que é guerreiro, mas na hora que o chicote tá estralando lá, que as que a bala tá comendo, o cara se esconde em bar da viatura. não demérito para ninguém, só que não paga também de cão. E eu enxergo isso nos policiais. Eh, a gente tem uma linguagem policial que fala assim: "Mano, quem é de verdade sabe quem é de verdade E quem é de verdade
sabe quem é de mentira". Então, na moral, você olha no olho do polícia, você pega na mão de um polícia do BOP, como já tive contato inclusive através de você com a rapaziada, a gente até acabou pegando amizade e você olha no olho do polícia, você fala: "Mano, esse cara é de verdade, esse aqui não vai arregar não, mano. É o cara que morre na trincheira, mas ele não arrega". Esse é o Então, para mim é no na análise rápida minha, é A maior qualidade da tropa do BOP. >> Então aí vamos melhorar isso aí.
é a tropa que melhor preparada, tanto tecnicamente, treinamento e materiais. Certo? >> Concordo. >> Então você tem o BOPE, são os caveiras, né? Então o caras são operações especiais, os caras fazem de tudo, irmão. >> A missão que tu pagar pros caras, os caras vão cumprir, tal como os comandos Anfíbios, os comandos do do exército brasileiro. >> Beleza? Então é uma tropa, [ __ ] [ __ ] que dispensa comentário >> e >> toda vez que é empregada, o resultado tá aí, a sociedade conhece. Beleza, mas o que o BOPE é uma tropa a quartaelada,
pô. O Bop ele é acionado para ir na favela. Quantas vezes você que é morador do Rio viu o BOPE na rua patrulhando a rua? Quem no Rio de Janeiro tá patrulhando a rua tal como a rota faz? É isso. >> Então, irmão, vamos nesse raciocínio. O grande erro do Rio de Janeiro é não ter uma rota, irmão, que em outros estados não tem rota, né? As as filhas da rota são as rotães. As rotãs. É. E pode poner >> ó, estado aqui, vizinho nosso, Goiás, né? Falando nisso, nós vamos ter a presença de Ronaldo
Caiado aqui no podcast. Já te convido aí. Vamos soltar aí uma agenda especial com Ronaldo Caiado. Beleza, >> top. falando tudo sobre segurança pública, combate ao crime. E aí, irmão? >> Muda de profissão, muda do Goiás. >> Pois é, não é não. E aí, meu irmão, a a tropa que a população de Goiás vai falar quem são os brabos em Goiás? Rotan. >> É isso aí. >> Em São Paulo, Rota, né? >> Ron no Paraná. >> Ron no Exatamente. Esses caras estão na rua, meu irmão. O olhar de psico. Como é Que é o olhar
do cara de rota caçando ladrão? É, irmão, é caçando mesmo, literalmente. >> E essa ausência, cara, de um de um patrulhamento do patrulhamento tático, ele faz a diferença no território. É óbvio. Igual eu falei, eu não eu não tenho tanta propriedade para falar da da das tropas do Rio e após o BOP. Eu acho que tem algum tem um lá força tática lá. Não tem, >> cara. Não tem. Tem. Sabe o que não tem? Tem o GAT, né? Uhum. >> O G seria como se fosse mini bobs, >> porque é o seguinte, grupo de ação
tática, GAT, cada batalhão >> tem a sua equipe, >> mas o patrulha também o GAT, o patrulha >> é [ __ ] não faz o patrulhamento de rota, irmão, não faz o patrulhaamento de rota, >> patrulhamento tática. >> Quem faz, cara, uma espécie de desse tipo de serviço seria o patamo. >> Hum. Mas aí tu tem poucas viaturas de batamba, meu irmão. Beleza, todo mundo conhece o BOP, seja pelo Tropa Direite, seja pelas operações no jornal, certo? Então vamos contextualizar aqui. Você tem um batalhão sinistro, >> sim, >> que os caras são bravos. Tu olha
a foto daqueles caras ali, meu irmão, não tem filme de Hollywood que represente mais a força de um homem com fuzil na mão do que os os caras do BOPE do Rio. Tá bom? Só que esses caras eles são acionados para incursionar a favela e eles fazem melhor do que qualquer lun no mundo, a melhor tropa do mundo, >> né, para combate urbano. Porém, eh, eles são acionado, [ __ ] em poucas favelas, porque são tantas favelas que não dá não dá vazão >> e eles não tão patrulhando a ponto de dar esse efeito que
tu falou, cara. Agora vamos na copa porque >> um exemplo rota força tática, nós estamos todo dia na favela. Todo serviço nós tá na favela. >> Eu pegava a viatura, pum, costa ali na favela ali, mano. Por qu, mano? Aí tinha uma correria ali, pá, um negócio, você pega um cara, pega um cara armado, às vezes dá um confronto no interior da favela, mas todos os serviços você tem ali de um pelotão, pelo menos 50% das viaturas estão na favela. que tem que tem o perfil também do patrulheiro. Tem Cara que gosta de estar mais
na avenida ali para pegar um robô, um sequestro relâmpago, um barato. Tem o perfil dos patrulheiros dentro do grupo. Mas eu eu particularmente era um cara que eu adorava estar dentro das comunidades. Eu põ caía para dentro da favela, mano. Chega aí. Aí chegava no início do serviço costa ali, vamos dar uma patrulhada a pé. Então catava, fazia uma incursão. Então assim, todo o serviço tava lá. Então você tá monitorando de Perto, né? Talvez é isso que você tá querendo dizer, né? Você tá monitorando de perto o que tá acontecendo. Você tá medindo a temperatura,
ó, tá o favela lá, os caras tá querendo tomar, não vai tomar. >> Então, inclusive o chat tá me alertando aqui sobre o Recom. Eu conheço o Recom, não esqueci do Recom. >> Só que por que que eu não coloco o Recom na conversa? Todo respeito aos camaradas do Recom. O Recom é uma iniciativa muito Nova. >> Entendi. >> Eh, acho que as primeiras as primeiras formação do Recom 2017. São poucos, poucos homens, poucas viaturas, pouca estrutura. Ô Nant, fala para mim, meu irmão, um dia de rota, todos os dias são iguais, certo? >> Sim.
>> Aquelas viaturas saindo do do batalhão eh da rota, né? >> Inicia já antes, né, mano? Todas as viaturas são limpas, lavada, pneu pretinho, farda bem passada. Os caras são enjoados, mano. Cuida da imagem, né, da aparência. É o primeiro, um dos primeiros pontos já. na aparência, cara. E aí sai daquele jeito. Na hora de sair, meu, sempre tem uma pré-leção. Antes a gente conversa, divide as, ó, meu, hoje tem mandado de prisão, tem denúncias, distribui e tal, Cada um, enfim. E aí, até porque a gente tem um serviço de denúncia em São Paulo, que
é 181, que é um serviço muito bom, cara. E é e ele traz muitos resultados. 181, por exemplo, o que acontece? Eh, a pessoa liga anonimamente e fala assim, ó, na minha rua os caras tão colocando uma barricada, tão criando aqui nos prédinhos do lugar tal e o cara denuncia crimes que vem acontecendo, que fugiram Da rotina de tal bairro. E aí muitas vezes, dependendo da gravidade da denúncia, você já pega, faz uma pré-análise, passa ali na inteligência, só que vem pra gente, mas vai pro cara da área, vai paraa territorial, vai pro pro próprio
setor, dependendo da inteligência do batalhão dele, vai pra força tática, vai pro BAEP e vem pra gente essas denúncias. Então acontecia às vezes de uma denúncia dessa aí de que tinha um grupo novo de bandidos querendo Tomar conta do lugar que você já era a terceira viatura. A denúncia chegou 7 horas da manhã, já tinha ido duas, três viaturas lá e já tinha pego o cara, entende? Então isso é algo que ajuda muito também, esse direcionamento das ocorrências e a contribuição da população. Aí aí a gente vamos levar pra realidade do Rio. Como é que
o cara vai fazer uma denúncia que o cara tá com fuzil na porta da casa dele? Aí o o cara Que tá do outro lado ali vai dar risada, falar: "Tá, mano, tá na sua casa e tá mais em 200, 300 lugar agora ao mesmo tempo não tem como você ir ver." Então aqui é mais ou menos aquela situação de você em São Paulo, eh, quando chega uma denúncia determinada, uma uma denúncia dessa, meio que vira uma corrida para que vê quem pega o bicho, quem pega o frango. Por isso que os caras não conseguem
ploriferar, >> meu. Todo mundo já vai atrás. Então, Como eu falei, às vezes chega na denúncia tem três, quatro viaturas, já foi lá na casa, vê a denúncia. Por isso, por isso que eu fiz, cara, esse parel contigo. O Rio de Janeiro tem um bope, mas não tem uma rota. Eu até mandei mensagem para um camarada aqui para ele me me dar mais informação do número do Recom. >> Sim. >> Mas eu digo o seguinte, cara, o Rio de Janeiro, eh, A cidade do Rio de Janeiro tem em torno de 12 milhões, né, com a
região metropolitana. >> O Rio de Janeiro tem diversas favelas, cara. O Rio de Janeiro deveria eh ter um um um Recomota, com uma estrutura de Rotã, igual tem Goiás, igual tem outros estados. Amapá, quem toca o fogo lá na bandidade lá na Amapá? É a a a Rotan. E assim, cara, vai em vários outros estados, porque é o criminoso, como lá não tem essa realidade de barricada, como não tem essa realidade de domínio territorial, o criminoso tá andando >> e tá atacando o fogo na cidade o tempo todo. Se você não tiver, meu irmão, as
barcas patrulhando naquele padrão de patrulhamento ostensivo, muit das vezes o rio usa o Recom em vias expressas. por conta do roubo de carga. Aí eu eu dei um Google aqui rapidão, vi aqui, ó. Recon Chega, Recom chega em Itajaí, [ __ ] Aí tem uma foto lá do Recom fazendo uma rap ali, fazendo uma blitz. >> Sim. [ __ ] irmão, é totalmente diferente daquela atuação de de patrulhamento para você saber que foi colocado uma barricada, para você tirar a barricada no dia seguinte, para você transitar na na nas favelas. Por que que toda favela
hoje no Rio de Janeiro tem barricada? Quase todas, a maior parte, porque os caras se sentem Confortáveis e eles têm tempo para construir as barricadas, porque não é galão igual você citou, eles constróem porque não tem >> frequência de polícia ali, pô. >> Porque imagina aqui, ó, aqui se chega uma denúncia, o cara, se o cara começar a construir uma barricada aqui, chega uma na hora cai no 190 aqui, ó. Meu, o cara tá colocando um trilho de trem aqui na rua, meu. Vai encostar a viatura lá e vai grudar, mano. Aqui é meio que
de Imediato. Por isso que eu falo, a cidade, o estado é bem patrulhado. O estado de São Paulo é muito bem patrulhado e o patrulhamento faz a diferença. Ele ajuda. Ó, você tem uma ideia, eu até pesquisei uma informação aqui, ó. 2015 teve os ataques em Paris. Você lembra? >> Teve os ataqu os ataques terroristas. >> Lembro? >> Você sabia que os caras vieram >> jornal lá e tal? É, teve do jornal, teve O os caras entrando com ônibus lá, matando o povo, você lembra? E os caras não tinham uma força, os caras não tava
acostumado com isso, eles não tinham uma força de pronta resposta. E inclusive teve policiais nossos, oficiais nossos, que participaram de um curso pros caras montarem uma estrutura lá de patrulhamento tático, porque os caras não tinham a pronta resposta na rua de imediato para poder numa situação dessa de reação rápida. Os caras não tinha tropa quartelada dos cara. É isso. Mas tava tudo bem de repente e fizeram inclusive um treinamento com oficiais nossos aqui da rota, fizeram um paralelo para poder retomar o patrulhamento lá. E e eu eu vou até procurar depois, eu trago essa informação
em outra em um momento mais oportuno, mas se eu não me engano eles montaram uma tropa especializada lá agora em patrulhamento tático, Justamente por conta e aí e é isso que muitas vezes que é uma observação interessante que você fez aqui, cara, que a gente essa retomada de território hoje no Rio, porque já tá feito, irmão, os caras tomaram, os caras tomaram, tão instalado e tão estão lá dentro, eh, infelizmente, minando, eh, oprimindo as pessoas, transformaram as pessoas de bem, as pessoas trabalhadoras, que aquele caso que você citou do caso do Salário mínimo, transformaram em
reféns. E como é que você tira da mão agora? Como é que você domina esse território novamente? E assim, cara, como é que você toma sem derramar sangue? Porque o sangue gera sensacionalismo. Vem uma p de especialista falar igual desculpa, mas essa essa senhora que falou aí que eh tomar um cara com fuzil é muito fácil, você joga uma pedra, enfim, como é que você faz um um com um Enfrentamento a esse, uma retomada de território sem derramar sangue, irmão? É difícil. Não tem o estado para avançar ali, irmão. E aí é o grande problema.
Talvez não seja um problema hoje, porque antigamente que acontece? Você entra num, você entra numa situação, colocou a comunidade entrou na comunidade, trocou tiro, morre meia dúzia de bandido. Aí, Eh, bombardei na imprensa. Muitas vezes o governante fala, já liga pro comandante da polícia e fala assim: "Ô, meu, que [ __ ] que você tá fazendo aí, mano? Você tá vendo o que que tá dando no jornal aqui? Tá [ __ ] meu nome?" Na maioria das vezes é o que acontece. O político cede ao movimento que tá sendo feito na principalmente na imprensa. Ô
meu, os caras começaram a falar meu nome, pelo amor de Deus, mano. Suspende essa [ __ ] Dessas operações. >> É, >> agora nós estamos vivendo um momento legal no Rio. >> Tem que aproveitar >> por pau. A [ __ ] na pancada. Pancada boa. Em quem tinha que tomar a pancada tomou. E de repente o a imprensa tenta ir pel um caminho para falar que morreram os pobres coitados vítima da sociedade. Aí daqui a Pouco a população se levanta e fala: "Opa, não, essa operação nós apoiamos. Isso aí dá o quê? Força política pro
governante, governador chegar e falar assim: "Meu, estamos no caminho certo agora. Talvez, é o que você falou, talvez uma oportunidade ímpar, única, histórica do Rio de poder fazer esse enfrentamento e retomada do território, mas é aí que entra outros fatores, vai ter a colaboração do governo federal para Fazer a tomada do território? Porque é o seguinte, irmão, vai lá, entra, matou os caras, mas você tem que retomar o território, eh, restabelecer a ordem ali dentro e para isso você não pode deixar os caras voltar. Então, pera aí. Ocupamos aqui, pum, ocupamos esse ponto. E aí
é óbvio que não vai ter estrutura humana só na polícia do Rio para fazer tudo isso, para combater, prender quem tem que prender, quem trocar tiro vai morrer. Azar dele. Ocupei o território, pum, aqui eu fiz onde tinha bandido. Aqui fizemos o que tinha que fazer. Beleza. Tá. Agora o território, nós vamos restabelecer a ordem aqui. Só que eu tenho que deixar um efetivo aqui durante um período longo para que os caras não voltem. e ir fazendo nos demais até você conseguir trazer a paz novamente. Porque tá provado, irmão, que assim, 90% 90% ou um
número até maior que talvez a pesquisa provou que talvez ainda aqui do dos 90 ainda tem um número a mais, talvez que votou contra a ação policial, mas que são pessoas de bem. Então vamos falar que lá no Rio, irmão, não chega 2%, 5% quem é bandido e é os caras que tá tocando terror. >> Isso. E a população mostrou que a prova a população mostrou que a prova a População tá tá sequestrada a refém desses malditos, cara. >> Ô Nante, quando fala assim, realmente para tu reocupar o território, precisa de um efetivo muito grande,
né? Eh, isso aí tem que ter ajuda do governo federal. Por isso, cara, que eu me atenho a medidas que eu acho que é execuível. Por exemplo, quando eu falei do da estrutura do Recom, é um projeto novo no Rio de Janeiro, enquanto a rota, olha a tradição da rota, >> né? Não, e torceremos para que dê muito certo o Recom e que tenha sucesso, que necessita. >> Se a gente se a gente não debater e graças a Deus o nosso canal hoje a gente tem, por de uma certa forma participado e ditado alguns temas
na segurança pública, né? Eh, é, é esse destaque que eu quero fazer, porque assim, pô, comparar BOP com rota é uma comparação que a gente não vai levar muito, >> não vai levar parando A com B, não tem Cada um é uma função, cada um executa uma modalidade diferente. A rota ela, igual eu falei, a rota ela é o patrulhamento tático urbano e ela faz o enfrentamento ao crime organizado desde a sua criação. Da mesma maneira, talvez a maior similaridade seja o enfrentamento ao crime organizado de rota e bop. E que é óbvio que quando
você enfrenta o crime organizado, você enfrenta os bandidos mais perigosos, o os bandidos mais destemidos, o que gera Resultado morte nas operações. E aí é o que que sempre chama atenção. Então sempre aí chama atenção por esse motivo. E aí os especialistas, os as grandes mídias falam a letalidade policial, não fala é agressividade marginal, o bandido que é agressivo. Quando você combate os bandidos mais perigosos, os mais agressivos, é óbvio que a chance de confronto aumenta. E aí, a gente sempre fala, não é o policial Que escolhe trocar tiro, quem escolhe é o ladrão. O
ladrão escolheu trocar tiro, é azar dele, mano. Policial treina para não morrer. Policial treina para voltar vivo para casa. Policial treina para que os amigos dele estejam protegidos também. E aí, meu irmão? Azar do Mané lá. Vou falar igual o carioca agora que você falou, mano, aqui eu vou falar azar do Mané lá, filho, que pegou o fuzil, não sabe nem para onde que Destrava, irmão. Ele vai tomar uma rajada, mano. >> A polícia vai dar encaixado, irmão. >> Tô olhando o chat aqui, cara. E tem um pessoal cobrando algumas questões. Por exemplo, tem uma
moça aqui participando para caramba, o nome dela é Jaque. Ela tá falando: "Não, mas tem que botar o elemento político, se tô brisola e citou a DPF". Beleza, irmão. Eu também concordo. Se a gente for falar de favela, estrutura dentro de favela, Eh, instalação de domínio territorial, tá bonito. O governante tem ainda como se pendorar na DPF. Mas se for falar de uma estrutura de patrulha na cidade, por exemplo, o Ceará tem tem um batalhão de moto, [ __ ] forte para [ __ ] e faz faturamento de moto e é muito efetivo. >> Sim,
>> o Rio de Janeiro não tem nada é é briário, mano. Entendeu? Eu tive com o secretário de segurança pública em 2024, ano passado, e ele falando: "Nós vamos implementar o batalhão de moto". Tu entende isso, cara? Como que o Rio de Janeiro, mano, a situação, o extrato do Rio de Janeiro vai muito além de política do Brisola, porque Brisora é ano 80, irmão. >> Patrulhamento, patrulhamento com moto em São Paulo é dessa época, 89, acho que 8, vamos lá. aniversário. >> O BAP, o BaEP, cada BAEP bota quantas barcas na rua Patuirano? >> A
cada por dia, >> cara, umas 10 pelo menos. >> Tá bom, umas 10. Aí o pessoal do chat me cobrou e alguns até, [ __ ] eh, julgaram a minha capacidade de de conhecer a realidade do Rio. Agora vamos a alguns detalhes, rapaziada. Alguém falou: "Ô, Glób, o Gate Patrulha". Beleza. Eu sei que o Gate patuda, tem duas viaturas de gate, [ __ ] por dia na rua, pôra, >> três viaturas >> num batalhão pior do Rio de Janeiro, tem quatro. Pô, meu irmão, vamos lá. O nono batalhão no Rio de Janeiro, o o 41º,
o sétimo batalhão em São Gonçalo. >> Uhum. >> O o 15º em Caxias. Esses batalhões tem 20, 30, 40 favelas, irmão. >> Como que você vai botar três barcas? Ah, o Batata é [ __ ] O Batata é [ __ ] O é [ __ ] >> Os caras são [ __ ] para [ __ ] man. >> Tem um monte de cara [ __ ] Só que é o seguinte, mano. Com duas, três barcas, 12 homens na rua. >> É isso aí, mano. Difícil. >> Que resultado que tu vai ter, [ __ ] Agora
tu pega São Paulo, que é muito maior, >> né? Lógico que São Paulo tem as suas as suas dificuldades e as suas facilidades, entre aspas, por ter só uma uma facção. O Rio de Janeiro tem um batalhão Com mais de 20 favelas e 12 homens de gatando por dia. Isso vai dar resultado quando, irmão? Aí o Recom ainda é um projeto muito novo, com poucos homens. >> Uhum. Parece que que oficial da polícia, comandante da polícia não não tem esse olhar. Parece que a classe política não tem esse olhar. E e aí, [ __ ]
a gente tem que provocar Os caras, pô. >> Sim. >> E e quando e quando eu provoco os caras, quando eu recebo os caras aqui, é uma forma que no passado ninguém tinha. Tu acha que o jornalista do do Metrópole, o jornalista da CNN tem alguma noção o que que é GAT, o que que é Recom? Quantas barcas vão pra rua patrulha, >> car? Não sabe nem diferenciar o que é polícia civil, polícia militar. >> Os caras só sabem pegar a cartilha do Militante lá de ONG >> ou da universidade e bater em letalidade policial.
>> É letalidade policial, ensinar o cara a usar droga, ensinar bolarada em redução ou não sei que de crime. Aquela pauta é mesmo, irmão. Cara, vamos lá. São Paulo funciona o patrulhamento, meu irmão. Se um BAEP bota 10 barcas na rua com quatro homens cada uma, >> a gente tem 15 baep. >> Tem, tem bacas na rua? >> Não, não, nós temos 15 bac 15 batalhões de ações especiais. >> 15. Pois é, >> acho que é 15 ou mais. Agora acho que ampliou um pouco. >> Então, mas >> multiplica aí. Então, são são 1200 viaturas
na rua. E deixa eu deixa eu só fazer uma denda aqui que eu vou falar porque eu eu às vezes eu trago uns números meio defasados, é que eu tô já quase dois anos fora da instituição, né, Meu? Então, mas eu vou buscar informações melhores da próxima aí. Deixa eu deixar porque senão os caras vão me cobrar também. Fala, [ __ ] não sabe quantas viaturas tem, >> quantos batalhão tem, mas é por aí, né? >> Sim, mas é em média. Isso aí. Vamos colocar 15 batalhões com 10 viaturas por dia, 150 viaturas, só que
espalhado pelas regiões. Aí você pega >> três RP >> aí cada porque o BaEP ele tá pelos Comandos regionais, eh, comando de policiamento de eh de área metropolitana ou área do interior, que são os comandos regionais. Então essas viaturas elas rodam em toda a área do comando regional, só que abaixo do comando regional em média tem deve ter quatro, cinco batalhões. Aí cada batalhão tem suas viaturas de força tática também. >> Pois é, >> que aí você coloca também as viaturas de força tática. E dentro desses batalhões Ainda tem as companhias. Nas companhias ainda você
tem as viaturas que atendem o 90 e você tem as viaturas de status três, que é chamado, que são as viaturas de apoio também, que a viatura é a viatura, não é SUV, as menores que geralmente carrega um fuzil, uma calibre 12 e as viaturas que fazem meio que o o serviço tático da companhia. Então, trazendo da estrutura de baixo para cima, primeiro você pega a companhia, a companhia Local, você tem ali pelo menos seis viaturas patrulhando e mais quatro de apoio numa companhia, numa estrutura local. Seis viaturas patrulhando, mais quatro de apoio, duas, três,
três ou quatro de apoio. Aí você sobe para o batalhã, aí você multiplica por quatro. Isso aí geralmente o batalhão tem quatro, então você já multiplica por quatro. Aí chega no batalhão, tem mais as viaturas de força tática, que aí dependendo do tamanho do pelotão de de Força tática, você vai ter ali no mínimo umas quatro, cinco viaturas pelo menos patrulhando nesse batalhão. Aí esses batalhões se multiplica quatro, cinco na região, no regional. Então por isso que eu falo que às vezes dá até corrida a briga para você atender uma denúncia que você chegou lá
já passou três viaturas na frente que já veio a do setor que era a viatura de apoio, já veio a força tática e já passou o BAEP. E aqui no chat, aqui no chat lembraram do Thor? >> O Thor é na rodovia. >> Exatamente. >> Aí no Rio tem que botar o Recol na rodovia ainda porque não tem não tem uma uma, tá entendendo? >> Entend é não tem. >> Soma tudo isso. >> O Thor da E o Thor tá ali, né, mano? Os cara dá umas canas gigante também. Pega as inter, vem, mano. As
canas gigante. Carga de só de tonelada, pô. Não. >> Por que que o Ri tem tanto roubo de Carga? Se tivesse um Thor da vida, teria tanto roubo de carga? Não, não teria. >> Esse é o ponto. >> É isso. Tá com pouca curtida, manda um pouco curtir aí. O Globo tá metade. É mesmo. Nem tô vendo. Tô só no papo aí, pô. 2500 curtidas só aí. Pra o Nante. O Nant tá fazendo aí no meu trabalho. Tem que curtir e compartilhar, irmão. [ __ ] mas começar a curtir aí, ô >> rapaziada, 4200 pessoas,
2500 curtidas. Sabe o que que é lá? Lá é porque a gente tá em Brasília. Lá no Rio o manual tem um contador de like, não tem essa parada aí não. >> Um contador de like, irmão, aqui. Aí a rapaziada fica vendo o like subindo ali, o cara lembra. Então vamos lá. Deixa o senta o dedo no like aí. >> Mas cara, é isso. A gente vai comparar eh a gente vai comparar os modelos de segurança para ver o que o que funciona. >> Sim. >> Certo. E a gente tem que ter eh resultado porque
senão, mano, é aquele papim de sempre, [ __ ] É, é legislação, é o judiciário. A minha questão sempre é aqui, eu tô fazendo isso, ó, há mais de 2 anos, batendo, cobrando. O que que dá para fazer com a estrutura legislativa que tem, né? >> E com a estrutura de polícia que se tem. >> É, >> me parece que tem questões de gestão que Não é feito ainda, [ __ ] que poderia ser feito. >> É simples assim. Eu, igual eu falei, um dos principais motivos, um dos principais fatores que eu vejo hoje muito
positivo paraa atuação é o fator político. O momento politicamente é aceitável, já foi provado nessa operação que a população aceita, que a população não aguenta mais, que tá precisando, tá clamando por isso. E aí um governador que concorda, porque poderia não concordar, porque às vezes a população aceita, mas a imprensa fica batendo e o governo e e muitas vezes o político ali, o governante, ele arrega, fala: "Porra, meu, tá me desgastando isso aí, tá me desgastando politicamente, não vou meter a minha mão nessa cumbuca não." Mas tá tudo alinhado agora. É o momento, cara. E
aí de repente, cara, que aí é uma forma de [ __ ] de repente um e aí eu acredito Que esse consórcio tem que ser estudado e e aceito, acho que tem que ter uma autorização do do governo federal ou do legislativo federal, não sei é o certo para não falar besteira aqui, mas um consórcio das polícias lá na lá na no Sudeste temos o consórcio lá embaixo que é envolve todas as polícias Sudeste. Então acontecem operações com as polícias militares juntas de outros estados, que em tese você não teria autonomia num outro estado pela,
mas Pelo consórcio consegue, >> principalmente na repente, principalmente na divisa. Então de repente você catar e fazer eh operações em conjunto no Rio, mano, ó, vamos trazer polícia do Brasil inteiro. Cada um empresta um pouquinho de de policiais e viatura. Domina esse território aqui. É o governo federal. Empressa os tanque aí, os blindados aí para nós passar em cima tudo que é barricada, atropelar tudo essas barricada, tá entendendo? Presses blindadão aí, meu. Coloca os caras tudo agora na na na porta do morro, mano. Não vai subir mais não, malário. Só entra trabalhador aqui agora, mano.
[ __ ] mano. Se faz esse domínio e dá para fazer, mano. Eu falei até aqui, eu falei no no podcast seu, falei assim, ó. É muito louco, né? Fizemos até um post na minha rede. Eu falei assim, ó, os pitbull estão amarrado, mano. >> Se soltando. >> Se soltar os pitbull, irmão, o crime não vai vencer nunca. É só querer. E e tem um monte de pitbull no Brasil >> amarrado >> e soltaram >> e soltar e soltaram os pitbull, irmão. E soltou. Parabéns pro Cláudio Castro, Nel Menezes. Tive com ele esses dias. Vocês
estão de parabéns de soltar os pitbull. e mostrou que quando solta, meu irmão, funciona. Foi pontual, mano. É, irmão, eu fiquei feliz também, esperançoso. Não sei se eu tô cobrando demais, tô exigindo demais, só que eu acho o seguinte, irmão, não pode perder o momento. Depois que esfria, eh, tem coisa, irmão, que é a melhor estratégia é deixar esfriar. >> Sim. >> Tá entendendo? Então, assim, tentaram bater na mediaticamente, não conseguiram. Aí >> tentaram bater eh juridicamente, por exemplo, quer ver uma parada que eu li hoje? Li por alto, né? Tava aqui envolvido com o
trabalho. Alexandre de Morais suspendeu o inquérito dos do pessoas que retiraram os corpos da mata e desceram com os corpos ali no naquela praça, né? >> Porque é o seguinte, irmão. Houve um confronto lá na mata. >> Sim. Teve ali tem um teatro de operação. A a ali a história vai ser contada. Qual foi a dinâmica >> daquele local ali. Exatamente. Aí a partir do momento que vão lá e retiram aqueles corpos e não vem falar que foi a família não. Porque que família é essa, irmão, que pega o corpo e bota o corpo para
torrar no sol lá? Porque assim, meu irmão, se eu pego o corpo de um parente meu >> e ali >> eu vou eu vou cuidar daquele corpo, eu Vou querer, [ __ ] né? Eu eu não vou eu não vou tirar roupa e deixar o o o corpo do teu parente lá de cueca exposto. Ali ali você vê a articulação, né, mano? Ali foi totalmente articulado para fazer para dar dó. Os caras meteu todo mundo de cueca ali. Falar assim: "Meu, as ong os direitos humanos, ó, o que fizeram com os coitadinhos aqui e só
arrancando as calças tática, o culturno, o colete dos cara. Roupa de guerra, [ __ ] Os cara arrancando para colocar não. Ó os Coitaria aqui, ó, tudo enfileiradinho assim, parecendo o holocausto, né, meu? Fala não, para todo mundo ficar com dó, para chocar o mundo. Aí sobe uma imagem, sobe um drone ainda, falta de uma imagem aérea e fala: "Ó os coitadinho aqui, ó, coitadinho o caramba, mano. >> Aí, que que a polícia do Rio fez? Não, pô, isso aí é crime, pô. O que que você, se você, se você como policial da rota, você
mexe no local de crime, o que que acontece contigo? Irmão? responde Producionalmente. >> Exato. >> Ô, violação local de crime, de repente, se você alterar o local ainda, você ó, e aí os caras e eles manipularam o local do crime, >> de repente você sa >> quando você tira as vestes dos cara, você não tirou para socorrer, o cara tá morto. >> Isso. >> Você tira as vestes, você descaracteriza Aquele indivíduo que tava em confronto para fazer uma foto bonitinha, para escandalizar pro mundo. Você alterou o local de crime, irmão. Você alterou totalmente. Inclusive você
descaracterizou, inovou artificialmente o local de crime. >> Tu não sabe mais um monte de coisa. Por exemplo, apareceu um decaptado. >> Exato. E aí foi >> Exato. Quem que prova se os caras não quiseram fazer para aterrorizar para Falar, tá vendo? Foram violento, fizeram isso. >> É, tudo bem. Verdade que se diga. A perícia vai saber, né, pelo pelo corte se tava se ainda tinha circulação de sangue ou não, tudo isso. Mas assim, tirou do ponto que ele tava. >> Isso vai modificar a dinâmica. Aí que que o estado do Rio fez? A polícia civil.
Não tem problema. todo, estamos abrindo um inquérito para apurar isso. Aí eu te pergunto, irmão, que que o Alexandre de Moraes lá no STF tem que interromper o inquérito que quer descobrir a verdade, porque aconteceu, os crimes que foram cometidos ali não faz menor sentido. Então assim, eles vão atuando de uma forma que vai freando de toda de todos os jeitos para que não tenha operação. É que eu é o que eu te disse. Primeiro ponto, veio na mídia, criticaram, não deu certo. Aí eles estão deixando a poeira baixar, pô. >> Deixando a poeira baixar,
porque a Poeira baixar o governador já ganhou os golos da vitória, mas não sei quem já foi. E isso aí tá tramitando o Congresso, saiu do Rio de Janeiro e virou Nacional. >> Sim. >> Tudo que eles querem, irmão, é que não tem operação, pô. É que não tenha mais operação, é que não continue isso aí, tá entendendo? Então não dá não dá muito para afouchar, cara. Pô, o estado do Rio que é o quê? >> O que que eu quero? Eu quero operação por exemplo, irmão. Aí alguém vai falar assim: "Cara, [ __ ]
GL, mas é é complicado pros policiais?" A pergunta é: irmão, será que os policiais também não querem? >> Lógico que é, pô. >> [ __ ] que que tu acha, irmão? O cara quer, o cara quer porque eles, irmão, eles morrem de casa até o trabalho. >> Sim, exatamente. Os >> os parentes estão sendo mortos, os Parentes estão sendo assaltados. Não, >> faz sentido, pô. Tu tu ser polícia não é desmoralizante, mano. Você é policial numa cidade >> sim >> que você tem que esconder tua arma para ir para trabalhar. >> Você é louco. >>
Ô, loucura essa, mano. Mas virou uma realidade. >> Os caras identificaram o polícia aquele dia lá, mataram ele, jogaram na ladeira Lá no no Honda Fit lá, pô. >> Tu acha? >> Só porque é polícia, pô. >> Tu acha? Exatamente. [ __ ] E aquele policial, irmão, numa história, meu irmão, um bravo guerreiro, irmão, ele foi atingido contigo na cabeça >> anteriormente. >> Anteriormente ele foi resgatado, cara. Essa imagem linda, chão. >> A daquela imagem lá que >> do sargento Kelvin, inclusive tá Carregando. >> Tá carregando, mano. É ele que tá sendo carregado. >> Tá
zoando. Não sabia que irmão. Deixa eu te contar. Ele tava sendo carregado. Ele se recuperou. Ele se recuperou e voltou paraa guerra, irmão. Tu acha que o policial não quer isso, irmão? >> Não sou eu aqui no conforto na cadeira do podcast querendo querendo a guerra. Não, pelo contrário, irmão, eu tô falando que eles não podem falar >> e eu falo para representar eles. >> É isso, man. Resumindo, o cara voltou pra guerra, morreu naquelas condições, irmão. E o guerreiro que salvou ele morreu também já, infelizmente. O sargento Kelvon teve aqui no canal Herói Guerreiro.
>> Fizemos uma homenagem para ele. >> [ __ ] como que o sargento Kelviton morreu, >> meu irmão? Um dos mais experientes, para alguns, o melhor polícia do Rio de Janeiro, combatente, respeitado por todo mundo, por caveira, pelo BOP, por qualquer um. morreu num padrão Rio de Janeiro. Existe um manual da morte no Rio de Janeiro. Qual é? O polícia tem que entrar na favela cheio de barricada. Que que tem que fazer? >> Desce do blendado. O cara tá num ponto estratégico, numa ceteira, pum, matou o Kelvino. >> Ele tá zoando. >> E quantos policiais
tomaram tiro assim, Descendo do blendado, tem um número enorme. Quem matou esse policial? Esse estado vagabundo, [ __ ] que permite barricada. >> Sim. Então, guerreiro, por exemplo, 2500 homens lá no complexo alemão, ali tinha um choque. O choque tem um efetivo de mais de 1000 homens. Ali tinha um BAC. O BAC tem um efetivo bom também. >> Uhum. >> Só que é tudo acartelado, irmão. Será que com 1000 homens não dava para ter a Missão de diariamente ir pra rua igual é o BaEP, igual é a Rota? >> É, não refrescada. É melhor. >>
Ô, meu irmão, tu imagina a tropa do Choque rodando o Rio de Janeiro todo? >> Sim, >> meu irmão. Tu imagina aquela coluna dos caras saindo do choque, meu irmão. 15 barcas do choque indo para São Gonçalo. >> Ah, >> patrulando São Gonçalo, região metropolitana. Eu não vejo isso no Rio De Janeiro. >> É, aqui tem uns comboios gigante sempre. >> Então, ô governador, vamos lá, guerreiro. Faz mais uma host >> operação, saturação por tropas especializadas. Fizemos muitas. >> Como é que é? E essa aqui, que você falou do comboio, eu lembrei. Muitas vezes descia
para pra Baixada Santista, operação, reunia no quartel 4, 5 hor da manhã, viaturas de todos os batalhões de choque. Canil, Gate, o COI Eh segundo de choque, terceiro de choque, meu, todas as viaturas do choque, meu. Mas ia um comboio de mais de 100, 200 viaturas daqui para baixada assim, ó. Você perdia de vista o comboio. E, meu irmão, dominava o terreno todo, todo o território. Cana para caramba, porque aí você chega suporte do canil, os cara, o cachorro ajuda para caramba, né, meu, nessa em incursão, em comunidade, derrubava droga para caramba, pegava Arma para
caramba essas operação. Eu acho que de vez em quando ainda acontece algumas ainda, operação saturação por tropas especializadas. Aí você escolhe um local, vai e fecha e irmão, é, mete 500 homens dentro de uma comunidade assim, ó, cerca tudo e Pois é, irmão. >> Faz um pente fino assim, ó. Vem fazendo um pente fino assim, ó. E limpa, viu, mano? Prende gente para cá, pega procurado, pega arma, droga, faz. >> Lembra o nosso papo inicial sobre endurecer pena? Se criminoso tivesse preocupado com número de pena, outra coisa, criminoso tá preocupado se ele tem mandado mandado
em aberto, pô. Tem nada, irmão. O cara, o cara tá com mandado de de busca, tá solta nele. >> É, mas São Paulo, os caras tá se preocupando. Agora tem um fator que assim, igual eu falei, segurança pública você não vai resolver só dando tiro nos outros. >> Concordo. >> Não vai só não, você não vai resolver só fazendo lei nova. Tem, é um conjunto, né? E inclusive eu citei até educação, mas por exemplo existem agora em São Paulo, por exemplo, tá sendo feito um cercamento, um monitoramento [ __ ] com reconhecimento facial. Então hoje,
por exemplo, eh, você sabia que foi pego lá em São Paulo lá um um dos um dos caras que fugiu da operação >> do Rio >> no outro dia, >> não tô sabendo, >> foi preso em São Paulo. Reconhecimento facial. Maneiro. >> Reconhecimento facial. Hoje, por exemplo, tem o Smart Sampa, que é o programa hoje que é utilizado na cidade de São Paulo. O Smart Sampa, ele tem 4000, próximo de 4.000 câmeras linkcadas nele. Essas câmeras estão espalhadas pela Cidade. Hoje já tem, já que já tá batendo próximo de 3.000 indivíduos capturados. É que eu
tô, eu tô meio lento hoje, pessoal. Tô dois, três dias sem dormir. Mas acho que já tá batendo pró 3.000 capturados em um ano. 3.000 pessoas capturadas. E pegou gente do Brasil inteiro, que ele é linkado no Muralha Paulista. >> Sim, >> Muralha Paulista. Ele é o banco, ele Traz o banco de dados do Banco Nacional de Mandade de Prisão, enfim, e entre outros outros bancos de dados ligado à vida pregressa do marginal. Então, ou seja, quando esse cara passa por qualquer câmera que tá linkcada, é feita uma varredura nesses bancos de dados. Pô, identificou
esse cara aqui mandar de prisão lá da Paraíba de 10 anos atrás. Pum. Aí dispara um alerta no no celular do policial do guarda cívio metropolitano que tiver Mais perto já encosta e pensa o cara. Então, cara, é cana para caramba. E esse modelo e esse modelo agora tá sendo expandido por diversas cidades no estado, linkado ao banco de dados, enfim. Então eu acredito que em breve e brevemente mesmo, nós vamos que eu falo breve aí, vamos colocar um período aí de uns 5 anos para dar um fôlego, porque hoje a tecnologia avança muito rápido.
Vamos colocar uns 5 anos, nós vamos estar com o estado inteiro monitorado, Irmão, fazendo leitura de placa. Aí, então assim, ó, o cara roubou o carro aqui nessa rua aqui, você ligou o 90, quando bateu no 90, o cara já vai passar a ser monitoradoonde o carro tá rodando. O indivíduo tá procurado, cantou hoje o mandado de prisão dele, ele pisar pro lado de fora da casa dele, pisar na calçada, já vai acender o alerta, ó, procurado. Então você começa a dificultar. A tecnologia tá sendo usada de uma maneira muito proveitosa. Você praticamente esvaziou. Os
cara, os vagabundos t medo de de passar no centro hoje, porque o cara sabe que ele vai ser identificado e vai ser preso rápido. >> Que bom, né, cara? >> Então, a tecnologia tem ajudado muito e é o [ __ ] de um negócio pioneiro, cara. E tem funcionado e tá expandindo numa velocidade muito grande. Foi sucesso lá. é sucesso lá até hoje. >> E quando a gente fala, cara, em segurança pública, é a soma das cidades, Né, dos municípios. Tu pega os município, >> tu pega os municípios de São Paulo cheio de câmera com
com guarda municipal, qual é qual é a força lá? É Romu. >> Existe Romu. É, é, tem Romu e tem Romo, né? Tem cara, depende da da região lá do da cidade. >> Beleza. Então, mas os caras preparado com arma, tudo isso, né, >> de guerreiro, [ __ ] Então aí você vai no Rio de Janeiro, [ __ ] o pior lugar Do Rio do Brasil. >> Os guardas não são armados, né? >> Ou não tem estrutura, não tem apoio. >> Eles acho que Mas não possuem arma, né? Os guardas, né? Olha só, irmão. Nós
vamos falar de política, falar de política de esquerda. O Nordeste dominado pela esquerda. Nordeste é o lugar mais violento do Brasil, >> certo? >> Tu pega as principais violentas, principais cidades lá de violência, tá No Nordeste, né? Beleza. Isso mostra que o Nordeste tá refém desses políticos e essa merda não funciona. Sim. >> Aí alguém vai dizer que Rio de Janeiro é de direita. De direita, meu irmão. Rio de Janeiro é o berço da esquerda. O o berço da esquerda é o Rio de Janeiro. Aonde tá todo essa essa produção da academia, né? esse esses
esses esquerdar todo que tão aí na na academia, na política, na cultura, tá tudo lá no Rio de Janeiro. Rio. >> Então, cara, você pega a estrutura dominada, irmão, dominada. Aí isso influencia nos municípios. >> Exato. >> Isso vai influenciando, [ __ ] na na emissora de televisão. >> Uhum. >> Que é a principal do país, tá lá, que é Rede Globo. >> Sim, sim. Sim. Então, mano, é é que são coisas assim, cara, tipo precárias demais, entendeu? E A gente não consegue evoluir, cara. Se a gente tivesse, pô, por que que São Paulo tá
surfando a onda aí do do acho que é o menor homicídio do Brasil, não é isso? >> Isso. >> São Paulo baixou os homicídios absurdamente, pô. >> Baixou. >> Alguém vai dizer: "Ah, mas é porque lá não tem guerra de facção na Bahia tem". É, mas lá nunca teve, [ __ ] E quando o número era alto, era por qual motivo? Exatamente. >> Então tem tem outros fatores para ser tratados, né? >> Talvez a explicação esteja nesse sistema inteligente de câmera, pô. >> Não, meu irmão. >> Talvez a explicação esteja em em outras coisas que
é a eficiência, [ __ ] da da da do uso da da segurança pública. Tanto que os últimos crimes que os os últimos crimes de repercussão que aconteceram em São Paulo, eh, a identificação dos Marginais foi muito rápida, cara. Os crimes de repercussão do Rui, do Rui Ferraz, Dr. Rui Ferraz, mano. Os cara começa a triangular percurso, pegar onde que os veículos passou, pau, achou, achou o primeiro carro, subiu, achou o segundo, daqui a pouco já lincou na mina, chegou a imagem, cruzou, daqui a pouco já pegou os cara, enfim. E e eu tá trazendo
resultados na principalmente até na investigação. Esses dias no no Roubo lá que que infelizmente no latrocínio que vitimou a menina de Sorocaba, Carolina. >> Uhum. >> Em questão de horas os caras já tava com um cara identificado e preso. Questão de horas do ocorrido. Por quê? Esse monitoramento e assim e isso tá expandindo cada vez mais. Então existe possibilidade hoje falar da cidade de São Paulo, que é onde a gente atua e Trabalha, e eu tenho maior maior propriedade para falar. Tá sendo feita uma expansão nesse Smart Sampa, cara, que eu acredito que muito em
breve a gente vai conseguir linkar. Todo mundo que tiver uma câmera em casa vai conseguir linkar. Você tem uma câmera na tua casa, você passa o IP dela, linca e ela vai estar alimentando o sistema também. Todo mundo que quiser alimentar o sistema vai conseguir ele plugar. E é óbvio que as pessoas querem porque traz Segurança. Você imagina na porta da sua casa, você sabe que o ladrão não vai querer passar na sua calçada porque tá ligado no smartp, tá linkado num sistema que faz leitura facial, que identifica ele, que vai identificar, se ele cometer
o roubo ali, ele vai tá, a imagem dele vai tá sendo anexada posteriormente num boerta por onde ele passar. O cara não vai querer. >> Ó, inclusive chegou um super chat aqui, Cara, do Dejair. É aí, Dejaí? Não, dejá, de jardins, dejardin 06. >> Ele falou, Nantes, por que o Smart de Sampa não se espada pelos bairros mais pobres da zona leste? E quando vamos ver o centro de São Paulo mais limpo, sem aquele cheiro insuportável? A Clacolând já tem chance de voltar? Então são três perguntas. Primeiro, começando pelo Smart Sampa, eu aproveitei o gancho
da tua fala para lincar. Ele diz que o Smart Sampa não Chegou nos bairros mais pobres do >> tá chegando. Foi o que eu acabei de explicar, tá em expansão primeiro, tem um ano, o que acontece? Já foi investido uma [ __ ] numa grana e tá sendo investido mais. Porque assim, eh, quando você linca as câmeras, você precisa de, para linkar mais, você precisa de ter mais recursos. Que que eu falo? recursos é capacidade de processamento dessas imagens que estão sendo que estão que tá sendo feita a leitura. Então isso Demanda investimento, tá sendo
feito novos investimentos agora. Esses investimentos é para expansão gigantesca. E quando fizer essa expansão com certeza, provavelmente, é o que eu acabei de explicar, né? Provavelmente as outras câmeras, você tiver uma câmera na sua casa, você vai conseguir lincar ela no sistema também. Então, pode ter certeza que em breve vai est eh muito mais funcional do que hoje ainda e no futuro próximo. É o que eu falo, isso Aí, isso aí tá avançando rápido, cara. E o prefeito, eu vou falar, o prefeito Ricardo Nunes, ele ele é o pai do Smart Sampa, né, cara? Ele
tem investido sem dó, porque a ideia porque foi o que funcionou, foi a leitura facial com o sistema que foi empregado lá, adotado, eh, principalmente com a guarda lá de identificação e já deslocar pro local, a viatura toca no celular do polícia. foi o que que funcionou melhor, porque pega a localização do do polícia e vê o que Tá mais próximo e já toca no celular dele e já chega a foto do cara que passou, então do suspeito, né? E assim, quase zero de erro. E aí ele perguntou do centro, né? O centro, o centro
também tá passando por um processo de revitalização. Provavelmente governo do estado, governo do estado vai se vai se mudar para lá a sede do governo do estado. E isso é um é óbvio que não é de imediato, mas é um projeto que existe já e eu Acredito que não volta mais. Cracolândia já era. Conseguiu >> agora, [ __ ] foi muito simples aquela solução. >> Não foi simples, né? Um processo longo. >> Pois é, mas assim, do dia pra noite apareceu vazia. Assim, eu sei que tem a favela do moinho e tal, mas por que
que ninguém nunca conseguiu? Então, mas ali é um trabalho conjunto ali, mas é um um trabalho moroso. Foi foi preso diversos Traficantes que que alimentavam o tráfego ali foram presos e ali foram foi sendo pinçada as peças chaves. Houve um trabalho de do município de de dar assistência para uma pancada. Então assim, o número de pessoas já vinha regredindo. Aí chegou num determinado ponto, principalmente por da da favela do moinho, que os caras foram embora, migraram. Na realidade migraram, só que se espalharam, né? Não estão tão concentrados mais. Lógico que existe Pontos ainda reclamação, as
pessoas, ah, meu, criou uma mini cracolândia aqui, mas a tendência cada vez diminuir mais isso aí. E e a gente não ter, cara, porque o problema maior é você concentrar todas essas pessoas num local só. Porque quando você é mais ou menos fazer uma analogia aqui, é mais ou menos quando você tem um grupo de uma igreja, as pessoas gostam de se reunir ali e aí todo domingo as pessoas Se reúnem todo sábado, rotineiramente, porque são pessoas que pensam igual, que tem uma crença igual e que estão ali com um único propósito. E aí quando
você pega e desarticula esse ponto central de encontro de pessoas que estão ali, que pensam igual e tem os mesmos interesses, mesmo propósito, fica mais difícil delas se unirem da de um de um tamanho daquele que chegava até quase 1000 pessoas, me quase uma milhar De pessoas ao mesmo tempo. Parecia a cena do filme The Walking Dead. Não sei se é é triste até de ver aquilo ali, porque você fala: "Porra, mano, o ser humano ali é o fim da linha da vida do ser humano". Mas teve bastante casos, inclusive de pessoas conseguiram se recuperar,
estão trabalhando, enfim, e a gente torce e trabalha para que isso não volte a acontecer. Isso aí a gente vai continuar trabalhando, né, meu? >> É, é porque há vários >> e tem outros fatores também que permitia a cracolânia. que aí que aí é um por quê? Se você, vamos dizer que você tem um apartamento, sei lá, seu apartamento é no Leblon, eu acho que é o lugar mais caro do Rio hoje. Leblon. O Glauber comprou um apartamento lá de 1000 m² no Leblon. Aí eu tenho interesse naquele prédio lá do Glauber. Aí eu começo
a manobrar uma cracolândia Pra porta da casa do do Glauber. Aí todo dia o Glauber sai tem 100 cara lá usando pedra craque, roubando carteira, celular. Você acha que vai continuar valendo o mesmo valor ou esse imóvel vai despencar? Porque, mano, ninguém vai querer morar mais lá. Os caras vai procurar outro lugar. Aí despenca o valor. E o que aconteceu lá? principalmente especulação eh imobiliária. Então o fluxo muitas vezes ele era manobrado pelo próprio Crime organizado, falar agora vocês vão estar tal rua. E é óbvio que o Noé, o o usuário, né, mano, ele ele
acaba cedendo ao a pressão do criminoso, do traficante, né? O traficante fala: "Não, agora a partir de hoje o fluxo é tal rua". e eles migravam, só que eles devastavam boa parte do centro e o preço dos imóveis despencava. E aí existe informações inclusive de diversas diversos Situações de o crime organizado comprando um prédio inteiro, irmão, do cara que ganha salário, ganha bolsa família, cara, o cara pagou e comprou um prédio inteiro, laranja do crime organizado. >> E esse e os caras saíram comprando a porrada de imóvel. Aí depois eu retiro, volto a valorizar, porque
[ __ ] você tá no centro de São Paulo, irmão, tô numa região valorizada. Aí você ficou, você comprou um imóvel Que vale 5 milhões, um exemplo, 10 milhões, você comprou por 500.000, 400.000, porque o cara tava desesperado, o cara não tinha mais o que fazer com o imóvel, falou: "Meu, me dá o que tem aí, vou 5 milhões". Ele comprou o prédio todo, né? >> Comprou o prédio inteiro. Exatamente. Entendeu, >> cara? Isso aí para mim faz mais sentido do que a tese que o o estado foi lá e fez as coisas, porque assim,
>> [ __ ] é difícil, cara, tu que tu dá moral para certos sujeitos aí da política, né? Então eu não tô dando moral para ele, tá? Porque ele não merece. Mas infelizmente, cara, eu ouvi isso da boca do Bogos, cara, no debate político. O Bogos disse, né, eh, que especulação imobiliária no centro, que esse fedor do centro a cracolândia é um projeto de especulação imobiliária, né? Ele só não tem o a moral de falar que o que o crime tá explorando isso, né? Aí Ele só joga na conta do opositor político. A maioria, a
maioria do, meu irmão, a maioria do dos ativistas ligado ao partido dele, >> tudo >> ia lá fazer protesto para não tirar. Não, a craco resiste. Os caras metam a camiseta craco. A craco resiste. Que resiste [ __ ] nenhuma, mano. Os caras estão doente, [ __ ] Ia lá brigar com os assistentes social que ia lá levar cuidados para pro pros usuários de Droga. Então assim, é o tipo do cara que às vezes ele até se conhece a realidade, ele sabe, mas tira proveito também. Para mim é o cara, ele o partido dele, enfim,
são pessoas que tiram proveito da situação da desgraça dos outros. Aí >> tio, é como se assim, sabe que o PCC tá ligado com isso, o crime tá ligado, só não vai citar o PCC, né? >> Não vai citar o PCC, não vai bater de frente, vai querer jogar, tirar o foco, como fizeram. Nó, eu teve, eu tive Embate, você falou da favela do Mho, por exemplo, tive, eu tive algumas discussões eh em plenário com os vereadores lá em São Paulo, principalmente na época da favela do Moinho, por quê? Começou eh alguns ativistas, inclusive até
o o Lula foi lá, né, na favela do Minho, na própria favela do Minho, por quê? O terreno é da União, foi cedido pro estado construir um parque. O estado tava desocupando junto com o município ações Conjuntas para desocupar a comuna, para construir um parque lá e tava alojando as pessoas. Então, ou seja, 80 86% das pessoas que moravam na favela, elas assinaram que desejavam sim ir para uma moradia popular nova. Pô, o cara mora no barraco, tá passando rato dentro, esgoto a seu aberto. Aí você fala: "Não, agora você vai ter seu apartamentinho para
você levar sua família, chuveirinho quente, bonitinho, não vai, não vai chover dentro. Foi feito isso, programa habitacional, 85% das pessoas inclusas no programa habitacional. dessas 85, 70% dessa do do número de total das 85, 70% dessas pessoas já tinha o CEP, já tinha o endereço, a chave do apartamento para mudar. E aí quando foi feito para fazer, ou seja, então dessas 85 tinha um número ali próximo de 15% em tese que não tinha assinado que que queria moradia nova. E criou-se um movimento com a líder Comunitária falando que a polícia tava entrando lá e começaram
a inventar. Mentira. Aí pegava os parlamentares e ela falava: "A polícia entrou lá e enfiou a arma na cara. E eu sabia que essa operação foi da rota". Aí eu liguei pros polícia, mano. Pá, pá, pá, menina falando aqui que teve operação do choque aí, que a rota colocou arma na cara das crianças, das famílias. Aí informação, os camaradas, os caras falou: "Nada disso, mano". As Famílias estão felizes porque a gente tá aqui, porque os caras da facção estão pressionando eles para não sair da casa deles. Ou seja, você é o cidadão de bem que
você trabalha, está lá com seu filho, aí o crime organizado chega e fala: "Você não vai sair da sua casa porque se todo mundo vai embora fica fácil". Fala: "Sobra o que aqui dentro?" Então os caras se camuflam no meio do cidadão de bem e começaram a fazer Pressão nos moradores. >> Eu tinha essa informação e aí gerou uma discussão na tribuna. Eu falei: "Ó, canal, covardia, vocês vem falar aqui da polícia, não foi?" Aí eu falei a ele, eu falei assim: "Ó, a população de bem que tá na favela tá de saco cheio desse
discurso de vocês estão defendendo eles porque eles estão sofrendo na mão do crime organizado." Conclusão, depois de algumas semanas, quem foi preso? A líder comunitária que tava toda semana indo lá conversar com os parlamentares, foi presa estorquindo e aí moradores que não quiseram se identificar deram entrevista pra Globo com a máscara, né, com a com borrão falando que estavam sendo estorquidas por essa cidadã, essa bandida, que ela era uma das representantes lá que tava puxando o bonde dos vagabundos, que tava sendo estorquido, que As famílias estavam sendo estorquida, Inclusive ela tava falando: "Você quer sair
daqui, beleza, mas você tem que dar R$ 100.000 para você sair." >> Ah, eu vi, [ __ ] Foi isso. Então, >> é meu irmão. Então você >> o como estado ia dar um cheque, né? Exato. Aí ela pá começou a meter uma extorção nas pessoas de bem, que é a pessoa que tá sequestrada dentro da favela, a pessoa mora porque ela não tem onde morar, irmão. Pessoa veio para São Paulo em busca de uma oportunidade boa, Enfim, [ __ ] conseguiu, juntou um dinheirinho ali, comprou um barraquinho dentro da favela, mano. Aí de repente
ela vê a oportunidade da vida dela, falou: "Agora você tem um CEP, você vai ter um endereço, vai ter uma casa digna da a casa que você merece". Aí o crime vem e fala: "Você não vai sair daqui não". você vai ficar aqui porque você é o escudo humano para proteger o crime organizado. E eu tava batendo nisso aí. Aí da hora estourou na imprensa. Enfim, A mina líder do tráfegos caramba, vagabundona, que era líder comunitária que tava indo toda semana lá conversar e tava tendo um [ __ ] do movimento. Aí eu chamei nas,
falei: "Aí cadê? Não falei para vocês que os morador, as pessoas de bem, eles não aguenta mais sofrer na mão do crime dentro da favela? E é a real, pô. Então é isso aí. E lá tem todo esse movimento. Aí a gente fala de especulação imobiliária, enfim, sempre vai ter a canalice e a Hipocrisia, principalmente hoje que eu vejo muito, eu vejo isso nos partidos de esquerda, no alguns parlamentares da esquerda. Não vou, não vou falar todos para não ser injusto, porque mas eu vejo alguns parlamentares da esquerda com a [ __ ] da hipocrisia
na guerra de narrativa que tá lá para defender o pobre preto favelado. >> Não tá, >> não tá, meu irmão. Sempre tá lá para defender o bandido. O bandido, o Criminoso, cara. Isso é desesperador. Levanta a mão na hora que defendeu o bandido. E aí expus essa matéria lá, mostrei no plenário lá, falei aqui, ó, quero ver quem vai falar aqui sobre a líder comunitária de vocês. Vocês estavam falar aqui, ó, foi presa hoje, não levantar a boca. Falei: "Eu quero saber dessa senhora que tá falando, que tava sendo estorquida aqui, se vocês vão dar
um apoio para ela, Porque essa aqui é uma pessoa de bem, uma pessoa que tá sendo injustiçada. principalmente pelo crime. Eu quero saber se vocês vão dar um apoio. Deram apoio, meu irmão. Aí todo mundo aqui, ó, silêncio. Eu não vê barulho nenhum, irmão. Porque é o seguinte, infelizmente, cara, >> tão dizendo aqui no chat que ela recebeu o Lula lá. >> É, >> o Lula foi visitar a comunidade. >> Foi lá visitar a comunidade na casa dela. >> É, mas foi presa >> Pois é. Mas para tu ver quem eles escolhem, né, como referência,
como visita. >> Pois é. Entendeu? >> É, é, >> era a intermediadora das pessoas de bem, era a pessoa que tava cuidando das pessoas de bem, que esse era o discurso do >> dos vereadores ligado ao ligado ao movimento do dos moradores do moinho. >> E desses 100.000 aí, cara, quanta quanta fatia desse bolo ia ia pra mão dessa rapaziada vagabunda aí na política aí? Do que você fala? Ela i arrecadar 100.000 de cada família. >> Cara, eu não eu não acredito que de repente tava indo nesse sentido, não. Não sei, de verdade mesmo. A
sensação que eu tenho que de repente ia ser desviado para o os políticos lá, eles Defendem. Eu não, eu não sei se é questão ideológica, não sei se desculpa, mano, vocês tem merda na cabeça, se é orientação partidária, eu não sei o que que é, cara. parece que não quer enxergar a realidade. Porque eu vejo até às vezes sinceridade, eles defendendo com sinceridade uma [ __ ] de uma mandida dessa, entende? Não, eu não acredito que seja nesse sentido de ali, ali quem queria o dinheiro era a malandra velha mesmo. E a Malandra vai vai
lá e dá uma, Dá uma de coitada lá para eles, eles abraçam a ideia, irmão. >> Não é possível. >> Não, meu irmão. Pior que é a sensação que eu tenho, tá? Tando no dia a dia, todo dia trocando ideia. A sensação que eu tenho de verdade. Fosse o contrário também eu não tinha problema nenhum de falar. >> Deixa, deixa eu aproveitar esse gancho aí. Ganhei um super chat aqui. Olha só, Nante. Eh, Vamos lá, ó. Salve, Glaub, menino fofo. Salve, mano Walter. Mano Walter tá em casa, [ __ ] de boa. >> Walter tá
tá dá um like aí, mano. Walter >> e tá nem assistindo, pô. tá dormindo ou vendo vídeo de maquiagem com a esposa. >> Eh, aí a pergunta para você, Nantes, você como polícia ia para cima dos bandidos na quebrada e agora como política, você usa esse seu fil de polícia e já viu algum movimento estranho dos outros vereadores? Essa é a Pergunta, né? Você é vereador, mas você continua sendo polícia. >> Como é que é esse seu olhar? o mesmo olhar, o mesmo filing de polícia da comunidade lá junto com seus pares políticos. >> É
assim, irmão. >> Desculpa, irmão. Pergunta do Nicolas. >> Nicolas Lima. O Nícolas, eh, é assim, o o primeiro o primeiro ponto que eu vou falar e e aí eu tenho que explicar bem para não ser mal interpretado, É que o policial ele ele quando ele se torna político, ele tem que entender que ele é político. Vou vou explicar o porquê. Porque muitas vezes o policial ele tem aquele espírito mais combativo de querer sair na porrada, de querer apavorar todo mundo, de não aguentar ver. E e aí se você não não souber levar um pouco do
lado da política de saber conversar com as pessoas, você acaba não fazendo nada. Você só se torna uma pessoa que só grita, você não constrói, você não consegue aprovar um projeto, você não consegue eh ajudar ninguém, você não consegue ajudar uma pessoa a cortar uma árvore na casa dela, irmão, entende? Então, por isso que você tem que aprender a conversar mais com as pessoas. Agora, situações de que que ele falou aí de eh de feeling, né? O teu feeling de polícia Em relação à atitude de outros de outros vereadores. >> Ah, eu tive eu tive
diversos embates na tribuna, por exemplo, essa semana eh nós tivemos um, eu tive um [ __ ] do embate lá no dia da operação, um dia depois da operação do Rio, né? Eu lembro que tem um refeitório do lado do plenário lá. Eu tava tava fazendo a refeição lá. De repente a vereadora, Óbvio, do PT, pega o microfone e pede um minuto de silêncio para os bandidos que morreram no Rio. >> Que isso, >> pô, meu irmão, para as vítimas inocentes, vítimas da sociedade que morreram na nessa operação truculenta, meu irmão. Pegamos o microfone, deu
um quebra-apa do caramba, submetemos à votação, ganhamos, não deixamos fazer um minuto de silêncio. Ah, parece que é pouco. Parece que é Pouco, mas não é, irmão. Você conseguir não deixar os caras eh homenagearem bandidos numa casa legislativa, cara, é uma [ __ ] de uma vitória. >> É. E foi uma guerra no dia, meu. Foi uma guerra. Travamos uma guerra mesmo. >> Mas aí você acredita que essa rapaziada realmente, cara, pensa que aqueles caras são vítima? Qual é dessa galera, irmão? Que que acontece? Eu eu vou falar é a sensação que eu tenho, tá?
Não tô porque eu igual falei, eu não teria problema em Falar diferente se eu enxergasse diferente, mas eu enxergo, cara, que muitos repetem um discurso que muitas vezes vem por orientação partidária e eles não podem fugir daquela linha. Outros acreditam, cara, porque não conhece a realidade. Um dia uma vereadora falou para mim assim: "Não, mas eu fui lá na favela do Moinha, eu conheci lá, eu vi as pessoas". Eu falei: "Ô, querida, deixa eu falar para você, eu já fui mais de 100 vezes nessa comunidade. Um dia sim, um dia não, eu passava lá. Lá
eu conheço os bec, conheço onde tá até os viralata lá. Eu falo para você, aquela [ __ ] é dominada pelo crime". Aí ela olhou para mim assim com o cara de assustada. Será? Porque na hora que na hora que ela vai lá, irmão, tá todo mundo com cabelo penteadinho assim, ó, gelzinho, bonitinho. A mãe arruma a camiseta assim, tá todo mundo dando a de coitado, irmão. E aí a mina acaba acreditando muitas vezes que só tem coitado. E na realidade existe o povo sofrido, existe a pessoa, as pessoas que, que de fato necessitam de
um de uma ajuda. Só que existe os malandros no meio, que é a minoria, eu falo, mano. E muitas vezes os demais estão aqui, ó, na mira do canhão e os caras falam assim, ó, fica quieto quando a vereadora vi aí, fica na moral, beleza? Fala que tá tudo bem, >> é, >> fala que vocês precisam disso e obrigamas as demais pessoas. Ô, meu irmão, quantas vezes eu fui em operação que você os cara queimando f queimando pneu na na frente da comunidade, porque a polícia trocou tiro, matou um um pivete dentro do carro. lá.
Aí chegava lá queimando fogo, você ia lá, catava a senhorinha, pô. Fala: "Ô, minha tia, que que você tá fazendo aqui, pôra?" Era: "Meu filho, se eu não vim aqui, eles expulsam eu do meu Barraco. Eu tenho que vir aqui." Você acredita? E é isso, cara. Os caras obriga, massacra, humilha as pessoas todo dia dentro da comunidade. Então, irmão, tem coisas que o político nunca vai ter noção, né? Que o policial tem. Essa é a vantagem, né? Sim, >> de camaradas igual você na política. Olha aqui que você me falou a a vereadora na inocência
que ela foi lá e visitou uma vez, mas na visita que ela Foi tava maquiada. >> Exato. Pô, >> né? E e aí eu tenho outro gancho aqui de super chat para ler, que é o super chat que chegou agora a pouco do Aldino. >> Uhum. >> Esses líderes comunitários detém grande poder sobre algum algumas periferias, né? Ou melhor, alguns da periferia. Os políticos os mantém por perto, pois na época da eleição garantem votos, principalmente os vereadores. Então o Que acontece, cara? Político que tem entrada em comunidade, duas coisas, meu irmão. Ele ou é o
conivente ou faz parte do tráfico de droga, ou ele faz vista grossa. Não tem outra possibilidade porque todo mundo sabe que ele tem tráfego. >> Aí ele se associa com o líder, pede voto, o líder faz a maquiagem, ele vai lá visita e ele dá uma limpada na consciência dele, se é que ele tem alguma consciência de dizer: "Não, eu Fui lá, não tinha nada disso, eu não vi arma, eu não vi isso, eu não vi aquilo". Lógico que não viu, né? >> Não vai ver no dia dele, não vai, man. >> É o mecanismo
funcionando, pô. >> É isso aí, [ __ ] Mas você como polícia, cara, conhece a realidade. Se eu te perguntar assim, cara, eh, o que no Brasil só o polícia sabe, cara? O político não sabe, ainda que o político tenha boa intenção, ele não tem a Capacidade de conhecer a sujeira, ele não tem a capacidade de conhecer o crime como o policial conhece, pô. E tem diversas coisas, né? Sem dúvida. Você como policial de rota, você vê ali, meu irmão, os políticos não têm a menor >> noção, eles não têm um olhar, eles não não
conhecem a realidade, né? E tem coisas que só o polícia conhece, >> meu irmão, quer ver um negócio assim, ó? >> E eu não tô criticando quem fez, mas é aí é uma opinião minha. Por exemplo, eu Fui na logo que eu fui eleito, que eu assumi meu grupo de marketing, a rapaziada falou assim: "Meu, você precisa escolher um hospital, ir lá chutar a porta, pegar um médico dormindo". Padrão que o Gabriel Monteiro fez, início de mandato, uma p de vereador fez. >> Sim. >> Não tô criticando os caras, talvez eles não tiveram a mesma
o mesmo >> sagacidade, >> mesma a mesma sagacidade que eu tive. Aí eu fiquei pensando, pô, eu fui funcionário público durante 20 anos. Tem dia que às vezes você tá cansado, você vai do bicos, caramba, você tá meio no funcionando no 6 V, irmão. Aí eu fiquei na minha cabeça assim, eu falei: "Cara, se eu invadir um hospital, eu pegar aquele médico que, tipo assim, o cara não precisava nem tá lá, que o cara tá lá em Parelheiros atendendo com 200 Pessoas, mano, o cara tá se matando sozinho, eu aí eu pego justo na hora
que eu chego, eu pego esse cara descansando 5 minutos, tá ligado, mano? E corro o risco de ser injusto com esse cara. E aí [ __ ] um cara que nem precisava estar lá e o cara lopre e o cara vai embora e assim dá um [ __ ] de um vídeo. Imagina eu. E o meu marketing aqui ó, pá, você tem que fazer. Eu falei assim, ô assim, imagina eu chegando se apruma jão no médico no hospital já capa tamb Ia rpar na internet essa explosão. Só que eu falei isso na minha consciência. Eu
falei cara, isso aí não resolve. Eu vou sair daqui meia hora, vou ganhar os like para [ __ ] vou explodir. >> Resolveu essa a situação da saúde aqui do povo? >> Não resolvi, irmão. >> Chegou até um médico. >> Daqui meia hora talvez vai faltar mais um médico, que esse médico vai se [ __ ] Mano. E eu falar assim: "Porra, daqui meia hora eu vou voltar lá, tá mais lotado ainda". Aí eu peguei uma rapaziada que trabalha comigo, os cara não tem que fazer, falou os assessores. Falou: "Cara, eu quero que vocês visitem
os hospitais e conversem com os diretores. Não consigo visitar todos os hospital da cidade, tem hospital para caramba." Mas eu quero que vocês vão lá em meu nome e conversa com o diretor do hospital, vê que que tá faltando, vê se Tá tendo alguma dificuldade, porque primeiro eu tenho que perguntar, mano, porque às vezes tá lotado, mas eu tenho que entender qual que é o problema ali também. Às vezes falta recurso, às vezes tá faltando um médico, a movimentação do médico. E a gente politicamente às vezes tem uma força, a gente consegue lá conversar com
o secretário, falou: "Dá uma atenção aqui em tal lugar, man, que às vezes o secretário também não tá vendo." >> Sim. E eu passei a fazer algum alguns trabalhos nesse sentido. >> Silencioso. >> Silencioso. Dá like para caramba. Arregacei de like. Não ganhei like, irmão. Mas eu tô com a minha consciência e paz, porque onde eu tô passando, nós estamos melhorando. Nós pode ajudar. Na minha humilde, no meu que eu tenho lá, o vereador, ele tem a porçãozinha dele lá de contribuição. Não tenho todo o poder sobre o Município, por exemplo, como o executivo tem
o poder de definir, enfim. Mas na minha humilde contribuição, cara, aonde a gente passa, a gente faz bem feito e faz para ajudar de verdade. E não tô preocupado com os likes, que é o que eu falei pra equipe do Marco desde o começo. Eu falei entre ficar com os likes, ir lá e resolver a situação, eu prefiro resolver a situação ou pelo menos amenizar o problema. Eu Prefiro esse. Não vou. Eu optei por isso. Não tô optando pelo like, irmão. >> Sim. É, nessa situação do do do hospital, essa fichaza realmente há o exagero,
né, inclusive na da parte em alguns casos do Gabriel Monteiro. Mas uma coisa que ele fez e ele se defende das críticas em relação a isso, usando o argumento, não, mas a minha festização, eu pegava o cara que assinava a folha de ponto do mês inteiro e não ia trabalhar isso aí, irmão, isso aí só uma Fiscalização realmente. e não faz vídeo se quiser. Se não fizer vídeo também >> dá para resolver esse problema. >> Mas isso dá para resolver, entendeu? Muitas vezes sem a exposição, sem É isso que eu tô querendo dizer. >> Entendo.
>> E e assim, e esse tipo de informação chega para nós. >> É assim, cada um tem um método de trabalhar, igual eu falei, eu eu jamais vou criticar. Cada um existem métodos de Fazer política. Tem gente que faz a política mais escandalosa, a política mais da porrada, combativa, que isso, eu vou dizer, é um método de fazer política, que isso talvez apaziga o seu coração na hora. Você fala: "Caramba, mano, esse cara falou que eu queria falar, ele arregaçou mesmo, tal. Rapaz, zígua, isso aí traz um conforto, uma sensação de conforto pra grande maioria
das pessoas. Mas para quem tá precisando, talvez funciona mais a outra política, aquela silenciosa que você vai lá, conversa e faz acontecer e ajuda a acontecer para quem tá precisando de verdade. Então, são maneiras de fazer política. Eu eu optei por essa. Eu acho que no meu ponto de vista, a minha análise também, não sou dono da verdade, mas na minha análise eu acredito que essa é a mais justa, conforme a minha consciência, cara. >> É, irmão, é sem dúvida. assim, eh, tem um ganho, né, a fiscalização que dá aquela explanada pra população. Tiro o
político da zona de conforto. O secretário de saúde, eu não tenho como mais dizer, porque o vídeo foi assistido por 5 milhões. >> Então, assim, sem dúvida tem mérito, né, na fiscalização. Eu acho que o grande segredo é saber se a fiscalização tem a finalidade de ajudar a população ou a finalidade da Visualização, né, da autopromoção. da autopromoção. Eu acho que se conseguir conciliar as duas coisas é do jogo. O político vive disso, né? O YouTube vive disso, >> ele precisa capitalizar os votos do da do dos méritos dele, do do dos feitos dele, né?
Ele precisa capitalizar e >> é o que você falou até para ele continuar. >> Exato. Agora, eh, de fato, a gente precisa de mudança efetiva, né, cara? Mudança que que vai fazer. Mas tem muita expectativa, cara, em cima do do político polícia, né, mano? >> Sim. >> Tipo assim, por exemplo, eu te cobrei que tu não falou pro Salvador da Rima, você é para uma não, João. A gente quer ver você >> não é isso, cara. E a gente é cobrar, >> a gente quer ver você cara, [ __ ] Que [ __ ] a
gente se encanta ali pelo padrão policial. >> Sim. >> Aí, [ __ ] depois o cara também não é um não é um risco, irmão. Tem que manter a raiz, [ __ ] Você não pode esquecer, meu irmão. >> Não, meu irmão. Mas então, vamos lá. Eh, existe, é óbvio que existe os momentos de de explosão que a gente vai acabar dando essas respostas mais contudente. Mas eu tenho que enxergar também qual que é o momento adequado de fazer. Eu não posso toda hora tá fazendo isso Também. Sim. >> Que senão daqui a pouco vira
comédia. Eu tive vários embates lá que talvez foi até pior que projão e foi pro ar, >> entendeu? Mas não é toda hora também que dá para até porque não cabia eu naquele momento, aquela aquela conversa que eu tive com ele, se você se a grande maioria assistiu o vídeo, você vê que ele chegou na ele ele já chegou preparado para brigar. Ele chegou no 220 e aí eu Acalmei ele. >> Eu, você pode, qualquer um pode assistir o vídeo, vai ver que eu Ele ele acalmou, ele começou a ouvir o que eu tava falando,
o advogado tentei entrou para ele, segurou o advogado e falou: "Deixa ele falar". Ele começou a ouvir o que eu tava falando e entendeu. Então assim, eu acredito que de repente é que depois instalou uma uma treta com o Rubinho, mas eu acredito que a gente talvez construiria até alguma coisa, alguma Ideia legal junto ali. Mas enfim, >> você manda, você manda, >> ele tem a visão da periferia, não é besta aquele moleque. Ele é um moleque inteligente. Já falei isso aí. Ele pode ser tudo, irmão. Ele pode ter a visão. Ele pode ser inteligente,
ele pode ser milionário, ele pode ser tudo. De fato, eu acho que pode. Ele só não pode o seguinte, se enquadrar em lavar de dinheiro e Organização criminosa. Porque esse sim, meu irmão, tem que ir pra tranca bonito. >> Sim. Mas é isso que eu tô falando, cara. >> Igual o MC POS e companhia. >> E aí? Aí o cara que segura o dele também, mano. Ele tiver nessa pegada, porque ele tem um discurso, ele tem uma linha de discurso. É o que eu falei, mas aí ele pode ser mais um dos escravinhos, que na
minha opinião já é só pelo fato de ter a imagem dele sendo usada dessa maneira Para conduzir para as músicas, enfim, para e outra, né, mano, para mim ele já é mais um dos escravos do crime organizado. Isso aí é fato. É isso, meu irmão. Ó, deixa eu ver aqui qual outro super chat nós temos aqui. Eh, [ __ ] mano, volto faz uma falta, né, guerreiro, tu não sabe ler não, guerreiro? >> Pô, por que que tu não tem o microfone, irmão? Não tem, não tem um microfone para tu, nenum câmera, >> pô. Vamos
estruturar esse estúdio aqui, cara. >> Pra, vou vou vou montar um outro estúdio aqui. Você quer trabalhar comigo, cara? >> Então, demorou, demorou, hein? Vamos, [ __ ] Lembra que tinha um estúdio aqui só pra gente, cara? Sucesso. >> Tem que trazer o Manuvalter, >> pô. Não, mas Mano Valter não vem. Mano Valter se vier Man Valter tem que vir de avião, primeira classe. >> Mano Walter tá enjoada agora. >> Um dos melhores hotéis de Brasília, entendeu? Mano Vter é [ __ ] mano. Não dá, não dá para trazer ele porque e ele gosta. Quando
eu vem paraa Brasília que ele fica de folga, né? >> Bom, mano, eu acho que não tem mais nada aqui assim que que nós não tenhamos falado >> de de super chat. Eh, uma das coisas, cara, que eu quero que você deixe uma mensagem aí, principalmente na questão da cultura, Né, mano? Você é um cara que tem uma capacidade de comunicação, tu tem uma um conhecimento da realidade. Eu não eu não me eu não me esqueço das histórias, né, ocorrências sua que tu já narrou aqui no canal. >> Uhum. >> E o quanto é triste
ver, cara, trabalhador se fazendo de ladrão, né? no Rio de Janeiro, o cara compra uma tornozeleira, coloca para poder tirar onda, né? Aí Você tem várias outras realidades, né? O modo de se vestir, o o jeito de agir na vida, a forma como se comunica. Aí lá no Rio de Janeiro você tem, [ __ ] os os fãs do Luan de cabelo vermelho. Toda hora a polícia tá prendendo gente de cabelo vermelho. Então assim, cara, >> é uma geração inteira, cara. E e um Brasil entregue para essa cultura, mano. O cara, mano, se o cara
que eu sigo tem carrão, cordão de ouro, vai para baladas, bota o combo, [ __ ] tem uma tendência desse cara querer fazer a mesma coisa, mas ele não tem dinheiro. >> Sim. >> Aí que que ele vai fazer, irmão? Ou ele vai dar um golpe a alguém, ou ele vai, [ __ ] >> meter alguém na rua. Alguma coisa ele vai ter que fazer, irmão, porque a matemática não fecha, mano. >> Sim. o cara não tem grana, mas ele quer viver Essa cultura, né? Então nós temos um monte de gente que não conhece o
seu potencial, né? Não tem esperança do que poderia ser na vida e se entregam para essa cultura, né? Essa banda, idolatria, essa. Então, mano, quero te ouvir. >> Eu tive hoje numa, foi até legal a gente conversar sobre hoje. Eu tive hoje numa numa palestra pela manhã numa escola, 400 alunos. os alunos ali em média de 15 a 17 anos, né? E eu falei exatamente Algumas palavras nesse sentido com eles. Eu falei: "Cara, eh, a mente forte domina a mente fraca sempre. Aí você tem que escolher um lado que você tá, você quer ser o
mente forte ou mente fraca?" Geralmente o traficante é o mente forte, domina a mente fraca do escravo dele, que é o usuário, por aí vai. E aí eu trouxe também para você fazer essa análise do mente fraca, mente forte e para você tomar Como exemplo inspiração, falar assim: "Quem que é a sua inspiração? Quem que é o seu exemplo? Quem é o cara que te inspira? Que igual você falou, o mente fraca pinta o cabelo de vermelho por causa do oruan. Mente fraca que tá indo no embalo. Um mente fraca se veste igual bandido para
parecer bandido para querer pegar as minas. Então essas análises que as pessoas infelizmente hoje elas têm preguiça de pensar. Tem que começar a Pensar por si só, ter opiniões próprias e não simplesmente sair replicando igual papagaio, imitando as demais pessoas. E e a partir do momento que a gente começar a a construir uma nova sociedade, fazendo com que eh os nossos jovens deixem de ser preguiçosos, comecem a correr atrás, a entender mais, procurar, falar assim: "Ah, meu, minha opinião política sobre determinado assunto é essa, mas pesquisa as diversas também e começa a tomar tomar uma
uma Posição com base nas suas pesquisas reais e não só escuta um lado e começa a repetir igual papagaio. Então, eh, durante essa palestra com a molecada, eu tentei exemplificar bastante vezes que nós precisamos nos libertar da escravidão mental, porque enquanto a gente tiver na escravidão mental nesse país aqui, meu irmão, a gente não vai para lugar nenhum e aí vai continuar Cada vez mais nesse reload aí. É o que eu falei, existe isso aí eh existe períodos de geração, você tá ligado isso aí, né? Geração muito forte, aí ela vem enfraquecendo, pum, pum, aí
bate no fundo do poço. Aí essa aí quando tá no caos, tempo difícil forma homem forte. É exatamente. Aí quando chega no caos, >> é, >> pô, o pessoal precisa sobreviver. você pegar as maiores potências do mundo, Israel, Japão, China, você pegar 50, 70 anos atrás, os cara, meu, tava sendo dizimado, bombardeado, precisaram se reinventar. E vai chegar um período, mano, que isso aqui vai bater cabeça de um jeito que falar assim: "Mano, vamos precisar se reinventar. Eu espero que seja logo, que a gente comece a reinventar nossa sociedade logo, porque enquanto nós não mudar,
não, não conseguir trazer cultura, aquele Sentimento de patriotismo, de falar, vamos construir junto, vamos vencer junto, ó, todo mundo de braço dado, meu. Quanto a gente não conseguir fazer isso, irmão, enquanto o pivete tiver saindo de manhã para levar o relógio, o celular da dona Maria, sem empatia alguma, dá um murro na cara da vinha quando não sai arrastando pelo chão, quando dá um tiro na cara. Quanto nós tiver isso aqui na sociedade, mano, essa freeza, essa molecada, se tu tivesse o poder de falar Com todos os jovens ali, todos os adolescentes de 12 a
18, 19 anos, cara, qual seria a mensagem? o moleque na periferia que tá aí aprisionado, né, nesse sistema, cara, olhando pra câmera ali, né, o o o aprendiz de maloqueiro, o dubrei de bandido, cara, qual a mensagem lá na alma do cara, mano? Se ele te ouvisse por um minuto para ele ter uma reflexão na vida, irmão, por favor, >> pegar para esse para esse moleque aí que já tá entortando o caminho aí, moleque. A estrada vai ser curta para você, viu? É poucas, mano. O crime, o mundo do crime, mano, é cadê o caixão.
Mas dá tempo ainda, meu. Dá tempo de você contornar, se tornar um homem digno, um cara de respeito. Só depende de você, mano, você sonhar, acreditar. Mas tem que ser pelo caminho certo. Pelo errado não dá não, mano. Pelo errado vai afundar. Beleza, mano. Acho que é isso aí. >> É tranca, meu irmão. Muito bom, cara. Mais uma vez de Nantes aqui no canal, né, cara? >> Da hora, irmão. >> Eh, sempre bom estar contigo, cara. Desej sucesso. >> É nós. >> Quero ver você, [ __ ] deixando bons frutos pra gente, né? Um bom
legado. E é isso, cara. Deus te abençoe aí teus caminhos. >> Amém. O nosso irmão. >> Qualquer coisa que ninguém, nenhum João Se aprumando pro teu lado. >> Beleza. Como é que >> tá preparado sempre, pô? >> Como é que tá a rapaziada na rede social? Só crescendo, né, mano? Graças a Deus. Não, graças a Deus. O pessoal tem acompanhado bastante aí, dado bastante like lá, comentário. A rapaziada tá firme e forte, hein? >> Sargento Nantes. >> E agradecer todo o pessoal aguentar nós até agora, né? @sargento Nantes. >> @sargento Nantes. Eh, cara, >> tem
alguma coisa que eu não que eu não falei aqui, cara, >> Elão. Show de bola. Acho >> e principalmente aqui no com o nosso com a nossa audiência. Deixa eu ver. Mas eu acho que é isso, né? Qualquer coisa a culpa do mano volta, cara. Eh, bom, senhores, é isso, ó. Hoje é dia 13 de Novembro, né? Mais um Fala Globo Podcast aí, mais um dia de ao vivo maravilhoso. Eu tô em Brasília, você deve ter reparado aí o estúdio diferente. Tô em Brasília, Mano Walter não tá com a gente. Vim cumprir a agenda, né,
com com Sérgio Moro, com Caiado, né, com o Ronaldo Caiado, governador de Goiás. Mas, eh, o Sérgio Moro teve que cancelar a agenda. Nós conversamos também com com o Major Rafael, porta-voz lá do exército De Israel e Nantes. E amanhã eh nós teremos Ronaldo Caiado, beleza? Então tá fora da agenda, é uma agenda especial, uma agenda extra que quando nós divulgamos não tava fechado, mas você vai poder acompanhar o meu papo com ele. Apertei ele também. falamos sobre segurança pública, sobre as soluções e é isso, irmão. Vamos produzindo o conteúdo, causando reflexões e e colhendo
os resultados, né? Pode demorar, mas é esse trabalho aí, >> nada é fácil, né? >> Vamos colher, >> então, estamos fazendo nossa parte. >> É isso. >> Beleza, meu irmão. >> Estamos junto. >> Estamos junto. >> Valeu, irmão. >> É isso aí. Então, rapaziada, eu sou o Fala Glauber. Você tá no Fala Global Podcast. Tamo junto e