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[Música] Anos, eu lembro do Rei Leão e eu lembro de ter o cobertor do Rei Leão e de juntar com meu pai e ter uma experiência aconchegante. Lembro do meu pai, minha mãe, minhas irmãs, a gente indo assistir filmes, comendo pipoca, tomando refrigerante. Quantas sessões de cinema!
Sábado à tarde, domingo à tarde, com a minha família. Depois do cinema, em casa, com as minhas filhas. Assim, eu esperava muito os finais de semana chegarem para a gente poder ver alguma coisa, ir para uma matinê.
Vim de uma época que era muito diferente de hoje, né? Todo um final de semana poderia girar em torno de um filme que alugávamos na locadora. Levávamos uma fita VHS para casa e preparávamos, digamos assim, toda a casa e todo o momento da noite de sábado para assistir a um filme.
Eu sempre procurei no cinema um caminho de consolação, um caminho de inspiração, uma experiência de família. [Música] Você coloca as pessoas numa sala escura, focadas em uma ideia, uma história muito poderosa. No cinema, c'è qualcuno che parla a qualcun altro per circa due ore al buio.
Allora vai facendo, così che una messaggione venga messo in parti nella testa di chi sta guardando, no? Então é algo que pode ser muito bom ou muito perigoso. Al cinema, lo spettatore ha la sensazione che la storia si svolga in modo naturale sotto i suoi occhi, ma in realtà un discorso costruito in modo, alle volte, straordinariamente efficace, straordinariamente potente, straordinariamente ben fatto, che dà emozioni, dà anche delle rivelazioni intellettuali.
Per non bisogna mai dimenticare che è sempre qualcosa di costruito da qualcuno per arrivare a tanto pubblico in un paese o in tutto il mondo. [Música] Aras e nós temos isso aí documentado da melhor forma possível, que é através da arte. Ele já foi usado desse modo várias vezes na história.
[Música] O cinema é chamado da sétima arte, acho que por dois motivos. Primeiro, o cinema é a sétima arte porque ele engloba as artes anteriores. Mas sete é um certo número da perfeição, então o cinema tem uma perfeição do modo como ele representa a realidade.
[Música] [Música] [Música] Onde todo mundo fica em silêncio, prestando atenção numa sala cercada do escuro, é algo muito mágico. Para mim, é quase um ritual, é quase como se fosse uma missa. [Música] Na verdade, esse cinema faz as pessoas saírem de casa e terem uma experiência coletiva, prestando atenção em algo.
É um ritual. [Música] Downold before them, what they want is to hear God whisper something to them. That's so important it reaches deep their soul.
[Música] Eu creio que a arte do cinema é a arte mais convincente que a humanidade já produziu. De fato, ela se aproxima muito do que seria uma criação própria. No princípio, era a luz, e a primeira coisa da arte do cinema é a luz.
Acende uma luz e eu consigo enxergar as coisas. [Música] Movies, because actually you're watching people in light. Pretty.
I think this is like really basic, basic human idea. Just the image of someone that is manifested in light is something which is entrancing, because you're basically looking at transfigured beings in front of you. [Música] Depois, Deus separa a luz das trevas.
A primeira experiência que eu sei no filme é você ver o filme em preto e branco e você vê a luz e as trevas, você vê o cinza entre as coisas. Você consegue enxergar a imagem, mas essa imagem, o Barroco já fazia. Ele fazia quadros com imagens de luz e sombras.
Com jogos assim, já tinha experiência de câmera escura. A marca do cinema também é um movimento. Então, ali no Gênesis, Deus lança o firmamento da terra e separa as águas das terras, né?
Então, o movimento. Você passa do nada para algo se movimentando, da potência para o ato. Eu acho que essa é a primeira sacada de que o cinema é mais do que a fotografia, que ele pode contribuir para um movimento que ultrapassa o simples registro factual.
E quando você sobrepõe as imagens, você vê um certo movimento. Já tem aqueles flip books. .
. Imagina, você vê a sombra se movimentando. Quando você.
. . A história tem a ciência do corte.
O Barroco já tinha explorado isso. Se você olhar, por exemplo, a vocação de. .
. São três quadros um do lado do outro. Tem a vocação do São Mateus.
Aí corta para São Mateus escrevendo o evangelho e depois corta para o martírio de São Mateus. Caravá colocou os três quadros um do lado do outro para você ver momentos diferentes da vida, mas no cinema você tem a imagem escura; as luzes vão aparecendo, elas estão em movimento, e você corta para os momentos diferentes da mesma trajetória. Então, a narrativa é uma primeira seleção da realidade, né?
A gente está selecionando o que é importante e o que não é, e a gente está tentando encontrar a inteligibilidade de um acontecimento. [Música] "She's got a talk into the mic, I can't pick it up. Don’t you remember I told you there's a microphone right there in the bush?
" Obviamente, momento háiato del cemav del sonoro como cem Cema. [Música] Mudo, e as pessoas sentiam necessidade do som. Então, você tem dois recursos no cinema mudo para colocar o som: de um lado, você coloca esses "ces", né?
Essas cartas com o texto representando o que as pessoas estão falando e, do outro lado, as pessoas colocavam instrumentos musicais na sala de cinema. A introdução da palavra e a introdução do som da música no cinema foi um elemento fundamental porque agregou, mais ainda, digamos, liturgicamente à experiência sensorial. Transmitir aquilo que ele quer transmitir através da música também é muito engraçado.
Que o token fala que o mundo é criado numa sinfonia. Então, você vê uma sinfonia no cinema. [Música] "Leave the take, the can.
I'm going to make an off again with. . .
" [Música] "Não, não. Eu. .
. " [Música] [Aplausos] Aí você fecha a sétima arte com começo, meio e fim, envolvendo som, a luz, a imagem, as trevas e o bem. Esses símbolos, em última instância, vão falar também sobre o elemento moral, se as trevas e a luz estão em conflito: qual delas vai triunfar e o que tem no meio do caminho entre essas coisas.
[Música] "Remember, don’t you see the theater of fire? " Man-made Zeus. Então, a narrativa, ou seja, contar histórias, é uma das formas primordiais que o ser humano tem para entender o mundo.
Parece que isso é um ímpeto natural. O ser humano quer histórias, ele quer saber de onde ele veio, ele quer saber para onde ele vai, e ao mesmo tempo ele quer saber o que ele pode fazer diante dele. Ele é um original, ele é uma alma irrepetível, diferente de todas as outras, e ele quer saber todas as possibilidades, né, que estão diante dele.
Primeiro, entende o mundo através das narrativas. E é isso que eu chamo de mito. É uma narrativa fundadora, são aquelas histórias que explicam uma comunidade como o mundo é e o que a existência humana é.
[Música] Então, a imaginação e a memória juntas. Aí você tem vivências, experiências, né? Você se abre pro humano.
É uma experiência antropológica de o que é o homem, em que medida isto também sou eu? Eu posso passar por algo parecido, eu posso me ver diante de um desafio desse. Então, nisso o cinema acrescenta muito.
É isso, a gente vive nos nossos mitos fundadores, a gente reage a eles e não aos fatos brutos, como a gente acha que é. A Terra agindo, porque o pensamento humano é inevitavelmente simbólico, e um modo privilegiado de símbolo é a narrativa. [Música] Quando a gente assimila novas narrativas, a gente está assimilando novos modos de ver o mundo.
Então, aspectos do mundo que eram meio invisíveis para nós, porque aquilo estava lá, mas não estava verbalizado, simbolizado, narrado, né? Aquilo de repente se torna visível. Então, o nosso mundo se ampliou.
"The way that people have told stories for millennia has been refined and refined. " Então, se você olhar para histórias religiosas, especialmente contos de fadas, todas as histórias muito antigas, elas parecem, através do tempo, quase como um processo evolutivo. As coisas que as pessoas lembram, passam de geração em geração, então, se você olhar para as antigas, você vê.
. . [Música] Então, antes você tinha o jornal, você tinha o folhetim, a novela de folhetim, mas que era muito restrita, a pessoa tinha que saber ler.
Então, acho que o grande salto, digamos, que o cinema dá é que a partir de agora qualquer ser humano pode ver pessoas fazendo coisas em um ambiente, enfim, ação, drama, suspense, e tudo, né? A partir desse momento, a humanidade muda de. .
. [Música] [Aplausos] [Música] Agora, ainda falta alguma coisa quando estão as coisas desenhadas desse modo, né? Eu sinto no cinema a necessidade de ver alguém, né?
Mas eu preciso de uma pessoa, preciso de uma pessoa que me conte uma história, que conte a vida. . .
[Música] É engraçado, Deus cria a imagem e semelhança. O ator, ele imita algo, ele está sempre imitando algo, mas ele representa algo profundo e algo que eu já vivenciei, algo que se relaciona com a minha história de vida. Eu tenho uma empatia com aquele ator, eu consigo me ver representado nele.
[Música] O filme faz com que você consiga viver várias vidas que você não pode viver. Ele faz com que você consiga sentir emoções que você não conseguiria nessa vida e faz com que você se capacite a refletir sobre as possibilidades dentro da sua própria vida. É por isso que eu acredito muito no cinema que conta histórias, e as histórias são ferramentas para a vida.
O protagonista leva a gente junto com ele pra gente sentir coisas que a gente não seria capaz de sentir, experimentar um ponto de vista que a gente jamais seria capaz de experimentar na nossa vida e chegar a uma conclusão que a gente nunca seria capaz de chegar sozinho. Querendo ou não, um filme é um exercício de empatia. Você está se colocando naquele lugar, está sentindo aquela dor e está tomando uma decisão baseada naquelas informações.
Que você tá recebendo que é jornada do herói? Do c can All Over the Of His been for you. I don't know if to see what I want.
[Música] At L, take theed P. Stay in wonder, and I you how deep the rit go. I can show you the.
You're the one that to walk through. Going to have to make a choice in one hand. More others you have.
I'm not the one going to need gun. Lots of no one has ever done anything like this. That's why it's going to.
[Música] Works can this you move like they do. I've never seen any move that do. Do you believe it?
[Música] Now what is he do? He begin to. [Música] [Música] Why are there so many stories of the hero or of hero in mythology?
Well, because that's what worth writing about. I mean, even in popular novel writing, you see these the main character is a hero, or a hero. That is to say someone who has found, or achieved, or done something beyond the normal range of achievement experience.
Many of the big-budget movies are using that almost like as a track. If you do it successfully, you can capture people's imagination. A good example was of The Lion King.
[Música] Acho que a jornada do herói reflete uma estrutura mítica que a gente pode considerar do ponto de vista do inconsciente coletivo na psicologia, mas uma verdade humana muito profunda e por isso é tão palatável. E por isso a jornada do herói na Guerra nas Estrelas, no Senhor dos Anéis, no Rei Leão, atiça e desperta tanto interesse porque a gente se vê imediatamente refletido. É porque o cinema, desde o começo da era de ouro, tá buscando representar algo que nós perdemos, que é a jornada da nossa alma.
Então por isso a jornada do herói tem como ponto inicial a saída, sair de casa, desapegar, tirar a âncora que nos dá conforto e subsídio existencial do que tá ao nosso entorno e partir em viagem, começar uma viagem. Essa estrutura, exemplo da Odisseia. Essa é a estrutura da Eneida.
Essa é a estrutura da Divina Comédia. Essa é a estrutura do Grande Sertão: Veredas. [Música] Você pega um grego pagão antes do cristianismo, não tem essa história que é um herói.
Pra gente, um herói é essa pessoa grandiosa que se sacrifica em nome de um bem maior. Isso aí não é um herói pro grego. Um herói pro grego é alguém que tem na genealogia algum deus, tem assim sangue divino correndo nas veias e por isso ele é maior que um ser humano comum.
Ele faz coisas que um ser humano comum não faria. [Música] E o que ele faz com esse poder? Ele não se sacrifica em nome de um bem maior, ele busca.
[Música] Fama. Isso que um herói épico. Um herói mesopotâmico, todos os heróis homéricos, eles buscam a fama.
Eles buscam fazer alguma coisa grandiosa que vai fazer eles serem lembrados depois. Seja, eles buscam essa imortalidade que é a celebridade entre os homens. Eles querem ser cantados, eles querem ser objetos de um poema, que essa é a forma que eles encontraram de se tornarem imortais.
E aí, pra gente, herói é essa pessoa grandiosa que usa essa grandeza para sacrificar em nome do bem. Isso aí é típico de uma cultura cristã. Essa peça, ele está imitando a Cristo.
O herói é uma imitação de Cristo. [Música] [Música] [Música] Falam tanto do herói como se fosse, ah, o herói. Gente, vai ser dependente do sistema e tal.
O herói é a busca da nossa alma. Nossa alma tem que vencer as dificuldades que são os nossos vilões. Por isso que grandes artistas do cinema colocam o vilão como espelho do herói.
O herói e o vilão são uma contraparte. Por que o Gollum é tão bom? O Gollum e o Frodo.
Porque o Gollum é o hobbit. O Gollum é o hobbit que caiu. Toda vez que ele olha pro Gollum, ele lembra que ele pode cair a qualquer momento pro pecado.
Ele pode se corromper, ele pode perder a identidade dele. Por que que a cena é icônica? É do Darth Vader revelar que é o pai.
Porque ele é como o Luke. Porque ele é um cavaleiro Jedi do passado que se corrompeu. E o Luke pode.
[Música] Corromper. Então o Luke Skywalker percebe não só a filosofia Jedi da autoconstatação da força, de como a força precisa ser vetorizada para o bem, porque a força é uma dinâmica difusa que pode ser usada pro mal, que pode ser canalizada para multiplicar o mal. E quando ele pode matar o Darth, e ele renuncia à morte, ele converte o pai.
Isso me parece uma jornada do herói já de tipo cristã. Você não consegue imaginar Kilas fazendo isso. [Música] [Música] É boa porque contraponto.
O vilão é como o protagonista. Ricciardo for a hora se corromper. Ele, às vezes, é pior do que os índices que sequestram a criança.
E ele sabe disso. E ele tem consciência disso. Por isso que ele vaga em direção ao vazio no final, porque ele se penitencia do que ele perdeu.
As grandes histórias, todos, o vilão reflete, de algum modo, o protagonista, porque é o drama da nossa [Música] alma. Porque aparentemente é uma coisa bem preto no branco e não que é escuro que a gente falou ainda há pouco. A graça do Barroco de um Caravaggio, a graça de um Poderoso Chefão é que o Don Vito Corleone é mau, mas ele também é bom.
E os personagens bons também são maus. É porque nós somos bons e maus. Aqui, o joio tá confundido com trigo.
É só no final dos tempos que os bodes serão separados dos cabritos. Então você tem a verdade por trás e essa verdade, ela pode ser atingida num nível muito mais profundo quando você tá no mundo da. .
. Fantasia do que quando você está na realidade do dia a dia, porque nesse mundo fantástico você é quem você quiser. Então, tudo que você aprender nesse mundo fantástico vai ter uma relação com o você imaginário, né?
Aquele cara que eu quero ser, que vai ser muito mais forte. E você, por estar se colocando no papel de um protagonista de uma história, muitas vezes vai perceber conceitos da realidade. E você vai, mundo, se não houver essa troca.
Inclusive, a fantasia não adianta de absolutamente nada, e ela vira pura e simplesmente uma historinha bonitinha que, daqui a dois meses, ninguém vai nem saber do que a gente está falando. A parte de uma realidade maior aponta para uma realidade maior; ela apresenta uma realidade maior, espiritual, transcendente, suprarhistorica, que comunica todas as gerações. E ela faz isso mediante símbolos.
Todas as culturas, todas as civilizações, todas as comunidades humanas têm isso. E aí ele tem um cadastro hoje muito variado, né? E o que as pessoas estão assistindo hoje?
Sem dúvida, o cinema tem um impacto cultural, moral, social, político e econômico na nossa sociedade como nenhuma outra atividade. [Aplausos] [Aplausos] Cinema é uma arte, mas pode ser usado também como uma ferramenta política. [Música] Muito obrigado por assistir à nossa produção.
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