salve salve Viajantes está começando o Vênus investiga o novo quadro do Vênus que vai relembrar entender ou até ficar com mais dúvida sobre crimes que aconteceram que chocaram a sociedade que ficaram muito famosos pelo seu modus operante juntas nós vamos conversar com especialistas que vão nos ajudar nessa missão essa série vai ser dividida em partes Então já se inscreve para acompanhar para saber todos os detalhes hoje o Episódio É sobre o maníaco do parque que se tornou um dos criminosos mais notórios e temidos de todo o Brasil [Música] o maníaco do parque é o codinome
é atribuído a Francisco de Assis Pereira também conhecido como Chico estrela que ficou conhecido por assassinar estuprar e violentar mulheres na década de 90 Francisco de Assis Pereira nasceu e cresceu na periferia de São Paulo ele Alega ter sido molestado pela tia quando criança mas ela negou veementemente em uma entrevista criado perto de um matadouro de bois Chico costumava sentar e assistir a matança quando crianças segundo psiquiatra Paulo Vasques isso o traumatizou ele não tinha histórico de violência na infância mas já tinha antecedentes criminais por roubo e estupro quando começou a sua série de crimes
hediondos em 1998 Francisco de Assis Pereira violentou e assassinou 11 mulheres no Parque Estadual fontes do Ipiranga em São Paulo além de violentar outras nove vítimas até uma rocha é policial civil e fotógrafa técnico pericial ela está 29 anos na equipe de perícia S criminalísticas do dhpp entre outros crimes o caso do maníaco do parque está em seu currículo e hoje ela conversa com a gente bom Estamos aqui com a Telma Rocha que é fotógrafa técnico pericial do caso e a gente já tem outro Episódio com ela se a galera quiser conferir né meu parça
exatamente temos um episódio onde a gente falou um pouco sobre a carreira dela sobre a história dela então é muito importante quem quiser ficar curioso um pouquinho para conhecer melhor até uma pode ir lá porque hoje a gente tem um assunto específico para tratar é uma bem-vinda ao Vênus investiga Obrigada meninas Obrigada vamos falar um pouquinho sobre o caso quando você entrou em contato com a história teve alguma coisa que mais te assustou Teve alguma coisa que fugia que mesmo você tendo contato com tantas histórias terríveis o que mais te chamou atenção nessa especificamente maneira
quando o parque é emblemático né é um crime que junto com a copa do mundo né foi no ano da copa foi então parou o Brasil para saber o que estava acontecendo rolou ao mesmo tempo ao mesmo tempo foi no ano foi em 98 no mesmo tempo da Copa então assim e eu tinha apenas quatro anos de carreira é uma das minhas mágoas porque eu não tinha uma experiência absurda em local de crime hoje eu entraria naquela cena e falaria assim para tudo para tudo que tem alguma coisa muito absurda o olhar então eu não
tinha é uma casoística ainda eu ainda não tinha uma sensibilidade de local de crime então é um arrependimento Mas aquela cena porque que eu tenho esse arrependimento eu entro no caso maníaco do parque como a gente diz na polícia como calça branca né que você ainda é nova com as cenas de uma mulher Aonde esse assunto de empatia de sororidade não era tão aflorado né violência doméstica a gente tá falando 25 anos atrás então não era tão aflorado E era uma mulher completamente nua numa posição Como se você tivesse praticando uns de como a gente
diz de quatro hoje eu por isso que eu falo assim eu pararia tudo porque ninguém entra numa assim após morte você entra numa rigidez cada vérica e se você entra numa rigidez cadadérica Então você enrijeceu naquela posição você entendeu Como chega até arrepiar hoje choca hoje eu falaria o que que tá acontecendo porque até ela entrar naquela posição ela passou horas naquela posição né Então aí entra a segunda o segundo toque bizarro do caso ela não estava num estado avançado de putrefação mas o cheiro era de um corpo em avançado estado de putrefação isso fez
com que os policiais ali naquele momento começassem abrir um círculo e acharam outro corpo não estado avançadíssimo de putrefação e era tão avançado que você não tinha como identificar se era um homem uma mulher a cor da cutis não não dava para identificar tamanho era a putrefação Mas dava para você ver que tinha uma calcinha sutiã então te sugeria que era outra mulher no mesmo sítio quem encontrou esse primeiro corpo quem contatou a polícia é pipa empinando pipa né a pipa boiou ele entra para o parque atrás dessa pipa e aí ele encontra esse corpo
e chama a polícia militar aí a Polícia Militar o delegado da área aciona o dhpp para cuidar do caso parte do primeiro encontro ao segundo encontram o segundo e assim eu não vou falar que são erros porque seria leviano da minha parte mas são coisas que talvez hoje eu me metesse né Na época eu não tinha essa essa segurança para me meter então era Afinal de tarde tava quase anoitecendo E você tá diante de um local atípico Foi notado que era um local atípico eu não notei né para mim era dois corpos pô não tava
tendo e eu tinha 23 anos acho que eu também era imatura nova E aí não só profissionalmente Mas isso é a pessoa é outro olhar para vida é claro e aí se resolve fazer o que ali naquele momento tava escurecendo já a gente tá falando de de 98 aonde você tinha aquelas lanternas que não eram bem lanternas né então resolve-se parar o caso ali levar esses corpos para serem analisados no IML e no dia seguinte voltar né então quem voltaria no dia seguinte seria outro plantão já não era mais o meu então a minha a
minha posição ali foi muito superficial ó fotografa só a posição dos corpos que a gente vai levar excluir ml e é aí que tá eu não imaginava né que uma foto que eu fiz seria tão importante para o caso porque o código de processo penal fala ali de você fazer a fotografação do local né E pelo menos a identificação do cadáver só que como ela tava naquela posição apoiada pelos joelhos e pelos cotovelos o rosto dela ficou pos aqui então ela tava rígida eu não tinha como fazer a foto do rosto né então ainda um
papiloscopista amigo meu colocou um papelão do lado eu ajoelhei para colocar a máquina nesse ângulo e pegar um pouco do formato do rosto dela e eu nem imaginava que no canto da foto no enquadramento né que eu peguei pegando essa região aqui para pegar esse buraco no canto da foto no ombro veio uma mordida que a gente só viu quando essa foto foi revelada nem a olho nu não estava aparecendo não a gente porque era um folhas a sujeira a luz também quando essa foto é revelada e cai na mão do perito doutor hermindo né
ele bate o olho e nós trabalhavamos com outros dois peritos de Formação em Odonto a gente falaram a gente tem como fazer o molde dessa mordida e fazer a comparação né Eu nem imaginava que uma única foto e ia ser tão importante depois no caso e as vítimas tinham mordidas em várias partes do corpo né A Selma ela é a primeira vítima conhecida do caso ela não é a primeira vítima dele né então você tem aí Isadora Franca que bem famosa nesse caso porque ele já tinha passado no dhpp o maníaco do parque meses antes
de estourar o caso ele havia ele havia sido investigado no dhpp por quê Porque Isadora frankl era uma vítima desaparecida O Pai procura o departamento de homicídio e proteção a pessoa lá tem uma delegacia de pessoas desaparecidas a delegacia de pessoas desaparecidas começa a investigar o caso o pai da Isadora frankl traz a informação de que um cheque né foi descontado e ele pediu a microfilmagem desse cheque e não era a letra da Isadora E aí atrás foi colocado RG o nome e chama-se ele e ele fala Não realmente foi eu que preenchi mas foi
um presente então você não tem como né ele não não se omite ali de falar que foi ele que preencheu o cheque se eu não me engano foi para compra de um capacete que ele era motoboy e ele ele foi investigado Ele entrou como averiguado e nem entrou no papel de investigado né De primeiro foi averiguado com a informação que ele deu ele foi liberado né não tinha como provar o contrário e ele alegava que a Isadora era uma namorada dele e na verdade não era uma vítima dele né Depois quando estoura o caso da
Selma e é uma investigação tanto quanto rica e de sorte então você tem uma vítima viva que foi abordada por ele ele dá o cartão da empresa de motoboy que ele trabalhava né tem uma outra vítima que faz um suposto retrato falado essa vítima Quando bate o olho fala elca é o cara que me abordou entre em contato com o dhpp e fala assim ó ele deixou um cartão comigo da empresa que ele trabalhava quando os investigadores batem lá na empresa o pessoal fala assim mas o dhpp já veio aqui Como assim ah meses atrás
que era o caso da Isadora né olha não tem nem um Jean porque ele dá o nome de Jean não tem nem um Jean aqui é o único a única pessoa que assim pelo que você tá me falando é o Francisco mas ele inclusive foi embora deixou um bilhete com o jornal com um retrato falado que parece ele e ele foi embora ele pediu demissão né E aí você voltou a estaca zero dias depois o dono dessa empresa entra em contato novamente com o dhpp o Dr Serginho Dr Sérgio Luiz falou olha tô com o
vaso sanitário aqui entupido ele fala não é que a gente resolveu tirar o vaso sanitário e Achamos um pedaço de costela ela vai ser alguma coisa que tava entupido só que junto tem um RG dou uma Selma e nisso eu já tinha o corpo da selva falou pegamos ela pegamos ele aí sim é que é com o RG dele é divulgado a foto do parque e aí aparece um monte de vítima porque você tem aí eu acho que em 96 Se não me engano uma vítima viva então ele ainda não matava ele foi aperfeiçoando o
modo operante dele né ele ele foi evoluindo digamos assim e aí tem a Selma tem esse outro corpo foi foi feito uma varredura no parque do estado não foi encontrado outros corpos A princípio a princípio e quando pega ele que ele fugiu para o Rio Grande do Sul aí ele confessa fala onde tá os corpos inclusive falam de tá assada da Isadora Frank ele leva a polícia ele leva a polícia você tem pessoas que falam que ele tinha uma lábia convincente a pessoa que fala assim poxa vou me dar bem ela é a vítima perfeita
Porém quando entra na mata isso dito por ele quando entra na mata e ele começa ali ter agressividade ele mostra outras vítimas mortas para essa viva entendeu