o Olá esse aqui é o filosofia em comum nosso canal de Filosofia e hoje eu gostaria de colocar para vocês um conceito bastante se enavirtual é que fase não comparece nos temas filosóficos mas quer um conceito bem importante que nos ajuda a entender não só a filosofia mas o todo da nossa vida eu me refiro ao conceito de cotidiano O que é o cotidiano e na história da filosofia a gente não encontra com facilidade esse conceito assim disponível mas as pessoas inclusive na sua vida cotidiana as pessoas costumam acreditar que Filosofia é uma coisa apartada
justamente da vida cotidiana e nessa expressão nessa ideia é de que a filosofia é algo diferente da vida cotidiana e está presente o fato de que as pessoas pressupões uma certa ideia de Filosofia e também pressupõe uma certa ideia de cotidiano mas o que é o cotidiano na nossa vida cotidiana é aquilo que é natural que é tratado como se fosse natural aquilo que se apresenta para nós ou aquilo do que nós temos uma experiência imediata então é tudo aquilo que nos rodeia aquilo que faz parte da nossa vida aquilo que é habitual aquilo que
é natural aquilo que a gente mesmo que não questiona é isso que está dado os fatos a linguagem o nosso redor as pessoas os hábitos os costumes A maneira de viver o clima o tempo agora se passa uma rotina que tudo isso faz parte do conceito de cotidiano nós encontramos do meu ponto de vista nós encontramos o conceito de cotidiano e na verdade nos filósofos duas século 20 esses filósofos por exemplo da fenomenologia como Russel que falava do mundo da vida então quando Rússia eu falo do mundo da vida ele se ele se refere justamente
aquilo se nos rodeia aquilo que pediu que nós podemos ter uma experiência e aquilo é que chegaram Até nós é que se oferecer a nós digamos assim é se oferecerá a nossa consciência aquilo do que nós poderemos formular uma consciência que não é uma coisa nunca fácil então podemos dizer que o que se apresenta a nós na forma de um fenômeno porém muitas coisas podem ser fenômeno sem necessariamente serem vida cotidiana Então os fenômenos da vida cotidiana são esses que a gente vai poder chamar de Mundo da vida e nós costumamos separar a filosofia disso
tudo porque aí e nós temos da nossa vida cotidiana é que ela é conhecida que ela é simples quando na verdade a vida foi dona é super complexa e nosso só mais podemos subestimar é subestimá-lo lá acreditando que ela está absolutamente dado e explicada é para nós então Vamos considerar que o conceito de cotidiano que diz respeito ao mundo da vida não não pode usar mais ser tratado como sendo um conceito é básico ou um conceito que se apresenta por si só como uma verdade absoluta então é seria muito interessante e se nós pudéssemos tomar
o conceito de cotidiano não como um w como o fato mas sim como esse lugar onde é esse lugar do Óbvio onde Na verdade nós deveríamos restaurar os nossos questionamentos o mais profundo porque o grande erro que nós cometemos a vida é achar que as coisas simples são complexas na verdade é as coisas Tais quais nós as Vemos sempre são construções também das nossas da nossa maneira de olhar das nossas compreensões de mundo dos preconceitos que a gente carrega e de todo o universo é de linguagem que é prévio a nossa própria formação subjetiva Então
gostaria de demarcar esse conceito de cotidiano como um conceito problemático para que a gente aprenda a discutir e analisar o que é ele pode significar o que pode significar uma vida cotidiana Uma Vida do dia a dia uma vida da rotina e eu estudei muito esse assunto Teve uma época que eu pesquisei bastante sobre isso a Publiquei um livro chamado a prática em 2014 no Coworking desenvolver esse conceito de cotidiano também porque o conceito de cotidiano se confunde com o conceito de banalidade e tudo aquilo que é naturalizado pode ser também banalizado e o que
pode ser banalizado pode ser desconsiderado desrespeitado e tratado como uma coisa boba com uma coisa óbvia e o termo banal vem daquilo que era comum na Idade Média quando as pessoas por exemplo vivendo numa cidade fortificada elas usavam um determinado é uma determinada bem-feitoria dentro dessa cidade codificada que era de pó de propriedade do Senhor dessa propriedade e que ver era uma uma benfeitoria como um forno no qual se fazia pão ou um posto no qual se eu pegava a água e essa benfeitoria não era propriedade de um senhor que era dono da Serra que
era dono dos móveis os bens móveis e dos bens Imóveis mas é aquilo que todo mundo pode usar aquilo que era comum era considerado banal e daí que vinha dentro da banalidade aquilo que é que é da vida cotidiana que é de todos nós que é comum que pode ser usado por todo mundo então uma das marcas do da ideia de cotidiano é que todo a ideia de que todo mundo conhece o cotidiano de que se trata no caso do cotidiano de um espaço e um tempo de um campo de experiência partilhada por todas as
pessoas todas as pessoas saberiam previamente o que é essa vida que é vivida de maneira comum de maneira banal de que maneira naturalizada por todos nós e é importante então é pensar o utilizar filosofia nesse caso é para nos e esse lugar ou no ajudar a sair dessa posição é que nos coloca sempre usar tranquilamente de gamos em relação à ao cotidiano por considerá-lo justamente uma coisa canal natural e comum então os a filosofia para questionar esse banal esse natural e esse comum pode ser muito frutífero sobretudo quando se trata de desconstruir os preconceitos que
fazem parte desse território do Bananal do natural e do comum e nesse sentido a pergunta a revolucionária que podemos fazer filosoficamente é em conhecendo em nos perguntando sobre isso que é banal comum e ordinário que é o que a gente também então de cotidiano se nós seremos capazes de construir outros outros comuns outra coisa em comum essa é uma pergunta boa para a gente se fazer