Não tem informações importantes. Bom, acho que agora vocês acabaram de responder a minha primeira pergunta que era quem era Camila, porque eu vi que tava a Camila lá no grupo Camila e Venteiros. >> E aí eu vi que você que tava trocando mais mensagem lá e eu tava que ué, mas quem é Camila?
Então você que deve ser a Camila, né? >> É a minha. >> Isso pode chamar de Mila, é minha esposa, minha sócia e ela que cuida dessa parte mais burocrática junto com a polva.
E aí eu fico focado na produção de conteúdo. A Mila que começou, que conheceu o Caio, que que fez toda essa essa parceria acontecer, ela foi do Insider, ela é estrategista digital nossa. E aí a POV para poder desafogar, porque ela começou a fazer tudo sozinha, né?
Chicotando tudo nas costas. >> E agora com a chegada da povo, a ideia é que a gente consiga escalar a nossa escola. >> Ah, legal.
Vocês estão quanto tempo com os meninos aqui? A gente é, ano passado a gente fez microtestes, né? A gente estava com uma outra agência.
Sim. A um ano retrasado, >> 2024 nós fomos fazendo, tipo assim alguns projetos específicos, né? Então a gente já se conhece desde 2024 e é 2024, né?
Tá certo. >> Começou a escola. Tá certo.
>> E aí ano passado que a gente eh fez o primeiro contrato fechado mesmo com lançamento com eles, né? E aí a gente fez isso em novembro, né, para fazer a Black. >> É, o último, o maior foi a Black, o lançamento que a gente fez com eles antes.
A gente testou perpétuo, repescagem, né, meteórico, mas lançamento clássico foi o primeiro agora na Black. >> Hum, entendi. Legal.
Eu trabalhei com os meninos em 2023. trabalhei com eles, fiquei um ano, um ano e pouquinho com eles e aí depois eu saí para ir para outros projetos e agora voltei a trabalhar na POV também e tô feliz de estar aqui, né? Eu eu já trabalhei muito com lançamento, com perpétuo e eu amo a parte de criação de conteúdo, mas eu já passei por vários setores, né?
Já fui gestora de tráfego, já fui gestora de automação, já fui gestora de projetos. Então é legal porque dá para ter uma visão maior assim, né, de de todos os projetos em si. Quando eu vou produzir conteúdo, eu não olho só pra parte de conteúdo, olho pro funil como um todo para fazer realmente, né, integrar uma ponta com a outra.
A gente não pode olhar as coisas sozinhas. Mas eu queria conhecer mais de vocês. Eu li a documentação, dei uma olhada no Instagram, assisti algum alguns conteúdos ali, mas como é que começou toda essa escola de eventeiros aí?
Como é que começou? né? O acho que Michel como DJ queria saber um pouco mais da história de vocês.
>> Boa. Agora essa é a parte que eu entro, né? Eh eh eh eu só tenho o meio.
As pontas eu não tenho. A ideia exatamente é: você vai trazer as pontas e eu entro com meio. Eh, eu trabalho com eventos a vida toda.
Desde os meus 14 anos eu trabalho com festas. Fui pro CLT, tentei empreender, tendo rápido, mas eu sempre fui da área de eventos. Comecei com 14 anos trabalhando bifê infantil.
Eh, e nunca mais parei, né? Porque é final de semana, então sempre você encaixa com qualquer SLT, fazer SLT e fazer eventos. E eu fui nessa brincadeira até os meus 28 anos.
Fiz eventos pelo Brasil inteiro, viajei para fora do país, fazendo evento também. E a escola ela começou, a, o projeto da escola começou quando eu me casei, né? A gente se casou, estamos indo completar 8 anos agora.
É, mas a gente se conhece desde a época de escola, então, e a Mela sempre foi dessa parte dessa linha mais pedagógica, já foi professora, coordenadora pedagógica, a gente quase abriu uma escola infantil juntos uma época. E aí a ideia era construir uma escola, mas aí faltava os alunos, né? Para quem que a gente vai vender essa escola?
E como eu sou da área de eventos, eu sou muito bom no que eu faço, né? Eu sempre fui muito bom, mas eu sempre fui freelance. Eu prestava serviço pros outros e embora.
e é como diversão. E aí quando a gente casou, ela precisava sair do concurso público. Eh, eh, eh, e aí eu ofereci para ela essa oportunidade.
Falei: "Olha, eu sou da área de eventos, eu tenho muita experiência, eu topo, abrir uma empresa de eventos e a gente vai junto e bora, né? " E aí eu comecei a trabalhar, comecei a prestar serviço. Isso a gente tava em São Paulo ainda na época.
Eh, eh, eh, eh, comecei a ter meus próprios clientes. A Mila começou a ir junto comigo, ela viveu bastante isso, desde fazer recreação infantil junto comigo, eh eh fazer aniversário, fazer casamento, né? Eu eu dentro da área de eventos, eu conheço tudo, já fiz de tudo, né?
E eh já trabalhei como garçom, fotógrafo, já trabalhei com bffet infantil, com festa eh de milionário, já atendi todos os públicos possíveis. Eh, eh, eh, eh, eh, eu só não consegui fazer cruzeiro, que é um dos meus sonhos, mas tá na lista um dia eu vou conseguir fazer cruzeiro. E aí, para poder construir a escola, eu precisava ter autoridade.
Eu não tinha autoridade. Eu só era muito bom para mim mesmo. Eu sabia que eu era muito bom e eu era muito requisitado pelos meus prestadores, pelas empresas que me contratavam, mas ninguém me conhecia.
E aí foi quando eu comecei a fazer os meus próprios eventos, organizar eventos pequenos, né? vender. O meu foco é é público pequeno, aniversário, casamento, festa de formatura, eh eh são eventos aí de 50 a 150 200 pessoas, né?
Os maiores eventos que a gente faz é de formatura, que são 500 pessoas. Então é um público muito nichado. É DJ de casa, né?
DJ doméstico, não é DJ de balada, não é DJ de Tomorrow Land, não. É DJ que anima festa, aniversário e por aí vai. E aí quando a gente começou a fazer isso dar certo, veio a pandemia.
E aí a gente ainda tava em São Paulo, já tava com uma clientela legal, já tava com uma renda legal, veio a pandemia, cancelou todos os contratos e aí veio essa segunda oportunidade. E se a gente saísse de São Paulo, se a gente fosse tentar alguma coisa fora do do da grande capital, da grande metrópole, fosse pro interiorzinho, um lugar mais escondido e a gente tentasse fazer isso dar certo lá. E foi o que a gente fez, a gente veio para Porto Feliz, é uma cidade no interior de São Paulo com 60.
000 habitantes, para quem morava numa metrópole, né? Então pra gente foi um choque de realidade muito grande, mas um oceano azul de oportunidade, porque tudo que era em São Paulo aqui nem existia. Então robô de LED, que era muito comum em São Paulo, cada esquina tinha uma concorrência, aqui eles nem sabiam que existiam.
Então a gente começou a fazer o projeto da escola acontecer na prática. Então, na minha cabeça, é, o que eu faria se eu fosse para uma cidade desconhecida, com poucos habitantes, que ninguém soubesse nada de eventos, o que eu faria para construir uma empresa de sucesso e a gente construir o módulo. Vamos ficar conhecido primeiro, porque eu comecei a fazer evento de graça pra galera me conhecer.
Quem é o sorriso? Sorriso, quem é esse cara? Eu uso um boné de lado, eu uso um óculos colorido, então eu tenho um estilo bem e eh e é descontraído.
E aí eu fui pegando amizade com a galera. Em seis meses a empresa já tava bombando, eu já tava fazendo evento quase todo final de semana. No primeiro semestre a gente faturou 50.
000. No segundo ano a gente já pulou para 150. 000.
No terceiro ano a gente já bateu R$ 300. 000 de faturamento, eu e ela, né? E mais uma, mais uma fixa, né?
Meio, eu sou meio, então eu tinha um um CLT aqui com a gente. Então a gente provou que o método da sua zoolologia funcionava, então eu não era só bom, né? eu consegui ter resultado.
E aí foi quando a gente abriu a escola e aí entrou a segundo desafio, que era fazer os alunos terem resultados. E aí a gente já começou com high ticket, já começou a vender ticket alto, então os poucos que entravam a gente dava um suporte melhor e a galera começou a ter resultado também. E aí foi quando a gente tá agora nesse próximo nível do tipo assim, eu já tenho resultado, já faturei mais de Rio milhão deais em um ano fazendo festa, né, atendendo todos os tipos de público, tendo mais de 15 serviços na carteira.
Então a gente não vende DJ, a gente vende animação de festa. DJ é só um serviço dentro da animação de festa. Eu comecei como DJ Sorriso e depois eu migrei para Eventando Eventos.
Porque aí dentro da ventana eventos eu sou um produto DJ Sorriso. E hoje não sou mais DJ Sorriso, nós temos vários DJs. Então se você fecha comigo, eu analiso a tua festa e falo: "Não, essa festa eu não vou.
Eu vou mandar uma Isa porque é um público mais jovem. Não, essa festa eu vou porque é um público mais corporativo. Não, essa festa é menor complexidade, vou mandar o João.
" E a gente consegue terceirizar tanto a mão de obra quanto a locação dos equipamentos. E a gente conseguiu construir ecossistema. Então, os alunos viraram prestadores.
Então, quem é aluno, eu mando no grupo, tem alguém disponível? E a galera fala: "Eu tô". Ou eu mando o cliente para ele, ou eu fecho com cliente e terceirizo e ainda ganho uma comissão em cima que fatura aqui média de 10 a 30% do faturamento.
Então, essa semana passada e de R. Que foi um cliente, eu paguei R$ 700 pro promotor que foi lá, montou tour, deixou funcionando. Eu só cheguei e peguei o microfone, ele mei a festa, fui embora.
50% de lucro. Ele montou a parte estrutura física, eu fui só no operacional. Semana retrasada eu indiquei um cliente, eu fechei 1500, R 1700 com a cliente, só que eu paguei R$ 1.
000 pro aluno. Então o aluno que já me paga para ser aluno ganhou R$ 1. 000 comigo, mas eu ganhei R$ 700 só indicando o trabalho dele.
Cliente adorou porque ele seguiu o nosso método, ele seguiu o ritual de festa que a gente que a gente recomenda, que é o que fez a gente ter sucesso. Então no físico a gente tá indo muito bem. É tanto que a gente já pensou, a gente tem na meta também esse ano transformar em franquia, só que a franquia é mais cara, vai dar mais trabalho e eu vou precisar de uma estrutura maior, né?
Agora com o digital não, o digital eu posso escalar muito mais rápido. E aí a ideia com o digital é eu construir uma esteira. Então hoje eu tenho aí assinatura do Instagram que tá R$ 19,90 com o nosso ticket mais baixo.
Eh, e aí dentro da assinatura produzir conteúdo, que eu também preciso de ajuda para saber que tipo de conteúdo eu produzo paraa assinatura. da assinatura levar pro perpétu, que é o que tá rolando agora, o D lucrativo, que tá dando muito resultado, que inclusive a pessoa ganha já o seu primeiro certificado de DJ eventeiro, DJ profissional. Eh, eh, foi um lançamento semente, né?
Foi o nosso primeiro lançamento coordenado pela Mila. A gente na época seguindo o método do Insider, tinha que fazer cinco lives de aquecimento e depois cinco lives de abertura de carrinho. Então a gente criou um gamificou as lives e fez um produto gratuito.
Então as pessoas elas frequentavam todos os dias. Todos os dias tinha um vídeo do YouTube de uma hora gravado, uma live gravada e tinha um um uma tarefa e bombou. Os vídeos bateram mais de 2.
000 visualizações, um lançamento de semente, sem público, sem nada, né? só investindo R,50 no lead, ainda 1,50 chegou, né? ão baixíssimo.
Então a gente fez um lançamento muito bacana e esse lançamento desse curso gratuito virou perpétuo, que é o que a gente vende hoje no Dia Lucrativo e tá vendendo todo dia por R$ 97. A ideia agora é é construir a página de vendas que ainda não tem para poder escalar e ser perpétuo, porque hoje é só um anúncio, né, e o link da do checkout, então tá bem orgânico e mesmo assim tá tendo resultado. Temos muitos depoimentos, temos muita prova social, temos metralhadora desse dia lucrativo.
E aí do dia lucrativo a gente abriu a escola de eventeiros, ou melhor, né, migrou, evoluiu pra escola de eventeiros, porque aí no DJ lucrativo ele aprende a se profissionalizar como DJ. Agora, no de lucrativo, ele abre a consciência como empresário ou na escola de venteiros, ele abre a consciência como empresário. Então lá eu vou ensinar eh eh eh eh marketing digital, que é os módulos que a Mila oferece, atendimento, vendas, comercial, eh tudo aquilo que é fora dos palcos, tudo aquilo que ninguém ensina, porque curso de DJ, inclusive aqui fica uma controladora, a gente usa no final de semana, preciso colocar aqui de volta.
Então, DJ acha que é só controladora, é só mixar. E eu vendo o contrário, DJ não tem controladora. Controladora não paga boleto.
Você não precisa de uma controladora para ser DJ. Então eu tô entrando com essa retórica invertida. É onde a gente tá criando bastante polêmica, porque a vida inteira acreditou-se que a ferramenta do DJ era controladora.
E eu trago que não. A ferramenta do com o DJ é o microfone. A ferramenta do DJ é saber vender, é saber se posicionar como um empresário.
E aí eu vou vendendo isso. Hoje a escola tá no 497, então de 97 o aluno migra para 497. E agora a gente tá tentando.
E aí tem os outros perpétuos, né? Tem tudo que eu tenho de moto, é tudo que eu tenho de serviço extra, tô tem fotográfico, robozão de LED, plataforma 360, todos esses outros serviços que permite ele faturar mais, a gente vende como perpétuo, que é como se fosse pós-graduação. Você compra, aprende, aplica, tem resultado e treina a sua equipe com esse conteúdo e vai pro próximo nível e vai criando o seu próprio ecossistema.
E aí a gente vende esse pacote com todos os módulos extras por 997, que é quando a gente faz os lançamentos. Porque se ele compra separado, então você vai ter aí vai 10 perpétuos de R$ 97 já deu R$ 1. 000 mais R$ 500 na escola de vente inteiro, já deu R.
Então nos lançamentos a gente vende tudo por 997. Fora ele consegue comprar só a escola por 497 e só os perpétuos por 97. Na Black Frider a gente fez eh eh o combo vitalício.
Então você vai pagar 9, na verdade você vai pagar R$ 1. 500, né? Você vai pagar R$ 500 a mais, só que você vai ter o conteúdo para sempre, né?
Nunca mais expira, você não vai ter um ano de vencimento. Então a gente fez uma oferta e os alunos compraram, a gente teve muita venda interna desse produto. E agora amanhã a gente vai fazer o high ticket.
Amanhã a gente vai vender a mentoria, que inclusive a gente vai discutir hoje qual vai ser a oferta dessa mentoria, mas a ideia é que a gente cobre algo em torno de 2,5 a R$ 5. 000 para virar sócio do cara, para poder abrir o operacional dele, ver o que ele tá fazendo toda semana, pedir feedback, todo mês fazer reunião de alinhamento e trazer essa proximidade pra gente poder construir essa linha. E aí no segundo semestre a gente implementa o a franquia.
Inclusive a gente vai ter o nosso primeiro evento presencial em julho. Então a gente tá pensando se até lá a gente consegue ofertar a franquia, porque aí a franquia vai ser o nosso high ticket de 20. 000.
Então 20. 000 vai ser o nosso ticket máximo. 5.
000 a mentoria, R$ 1. 000 os lançamentos, R$ 500 a escola no perpétuo e R$ 97 os módulos e R$ 19,90 a assinatura. Uh, deu para deu para entender bastante informação.
>> Deu para eu precisar fazer mapa mental, né, de tudo isso. Mas >> mas mas de eu entender. Deu para entender.
Eh, você respondeu algumas perguntas que eu tinha aqui, >> por exemplo, a questão da página de vendas, porque eu não tinha encontrado, né? Tá realmente >> é triste ainda. Estamos cobrando a pouco.
Tá atrasado isso, >> tá? Eu vou falar com o pessoal sobre isso, ver qual que é a data que a gente tem. Então hoje a gente vai focar o conteúdo principalmente no perpétuo, que é esse curso de lucrativo, certo?
>> Correto. >> Ã, eu tenho algumas outras perguntinhas aqui. Eh, a equipe que tava anteriormente já tava passando conteúdo para vocês para vocês gravarem?
>> Deveria. Nós fizemos reunião, nós fizemos alinhamento, nós definimos os prazos. Mas na prática, dona Leila pisou na bola.
>> Hum. Que pena. Que pena.
>> É, >> então vamos lá, ó. >> Por isso que não está mais entre nós. >> Para você gravar os conteúdos, você se sente mais confortável com um script mais estruturado ou com uma coisa mais espontânea?
Porque a ideia é assim, é passar headline, qual que é o conteúdo, você grava o conteúdo de forma um pouco mais solta e com o CTA. Mas tem cliente que às vezes prefere mais direcionamento, prefere uma estrutura mais detalhada do que fazer. E e você prefere de que forma?
>> É, eu sou muito fluído. Eu sou muito fluído. Eh, eh, eh, eu sou professor há muitos anos, então adoro dar aula, adoro falar da palestra, treinamento presencial, minha paixão, já fui professor universitário, então eu tenho muita clareza nesse ponto.
O que eu preciso são de duas coisas, né? A primeira coisa é do tema. E aí o tema a gente precisa, eu sei que tem várias ferramentas legais de poder fazer esse levantamento das principais palavras chaves, dos principais temas, pesquisa e por aí vai.
Então eu precisava disso, né, do pré e eu precisava do pós, que é a métrica de tudo isso, para saber o que que tá dando certo, o que que não tá dando certo, o que que vingou, o que que não vingou, porque senão eu fico dando tiro no escuro. Eu estou acertando até hoje por sorte, porque eu não tô seguindo método nenhum, eu não tenho protocolo de nada, né? Então eu tô indo na fluidez, no tentativa e erro, seguindo pelos feedback dos alunos que eles me trazem, né, do pessoal que responde no direct.
Mas, por exemplo, eu não tenho uma CTA pronta, eu não sei para onde eu mando a galera, né? Tipo, oi, prazer. Então é isso.
Obrigado, gente. Eu não falo quer saber mais, manda lá na direct, comenta aqui embaixo, clica no link da Bill, acessa esse curso, entendeu? Inclusive, a gente tá com uma lojinha também que a gente tá tentando eh eh ganhar como afiliado.
Então, a gente produziu um link do Mercado Livre com alguns produtos que a gente sabe que a galera consome para poder ficar divulgando e aí comprou nó ganha comissão para poder pegar esse dinheiro, investir no perpétuo do perpétuo escalar. Então, a gente tá tirando para todos os lados. Eh, a meta é virar faixa preta esse ano, né?
Então, se tiver que gravar conteúdo todo dia, cinco res por dia, eu tendo, eu tendo direcionamento, eu ligo o microfone e saio gravando. Gravar o problema, produzir conteúdo não é problema. Eu só preciso de direcionamento do antes e do depois.
Estratégia. Entendi. Eh, e aproveitando que você falou sobre direcionamento, você falou que vem acertando, mesmo que seja por sorte, tá acertando.
O que que você acha que mais funciona, que mais funcionou nos conteúdos que você faz? É aquela parte mais técnica? É aquela parte que você fala mais sobre empreendedorismo?
Não sei qual que de repente o tema? >> É, eu tô aprendendo ainda um pouco mais sobre funil, né? Produção de conteúdo para funil.
Eu conhecia funil no campo da venda, agora na produção de conteúdo, isso é novo. Então, por exemplo, eh eh no Reals, né, eu fiz em dezembro, eu fiz alguns testes que é ir pela linha do polêmico, né? Então, eu eu tava no meio de uma formatura, então eu gravei vários conteúdos do meio da formatura.
E falando de coisa técnica, então, por exemplo, eu apontava para um parled, né, um spotezinho de luz, e aí eu falava qualquer coisa sobre aquele parled, uma visão e e e um que, na verdade, inclusive esse é o que tá me rendendo muito seguidor, me rendeu 2500 seguidores em 24 horas no orgânico. É um vídeo que eu peguei e falei: "Olha, DJ só não ganha dinheiro porque não quer. " Se o DJ tiver um parled desse daqui, ele consegue alugar por R$ 30 e por festa ele ganha mais do que ele sendo DJ.
E aí eu postei isso daí, falei: "Quer aprender mais como faturar mais C DJ? " Clica aqui, me segue. Esse conteúdo bateu hoje, tá com 150.
000 visualizações. Eh, ele tá patrocinado, mas eu tô patrocinando ele com R$ 6 por dia, só para falar que tá rodando, porque nó tá sem caixa, só que ele tá me trazendo seguidor por 17 centavos, entendeu? Então, >> por isso que eu tô escalando todo dia, tá?
Tá lá infinito, todo dia ele traz seguidores. Toda vez que eu abro o Instagram tem lá 5 6 7 e um público exato, DJ alguma coisa lá. Toda vez que eu leio os nomes tem lá a o prefixo DJ.
Então tá funcionando. Teve um outro que funcionou muito bem, que é onde eu tava brincando com o DJ, que um DJ nosso tava fazendo uma formatura de 500 pessoas com celular na mão. Ele tava com o Spotify aumentando e baixando o volume enquanto estava tendo a cerimônia.
E aí eu postei esse vídeo, nossa senhora, deu muito, deu 150. 000 orgânico, só que não trouxe o mesmo número de seguidores, só que deu muito engajamento porque é uma coisa que a galera abomina, né, digit Spotify e é onde eu aproveito para explorar. Então, deu muito engajamento, não trouxe tanto seguidor, mas deu muito engajamento.
Então, são essas linhas que funcionam. Eh, eh, é os vídeos da festa, né? É os vídeos de comentários que eu faço dentro das festas.
são é o é o formato mais perfeito. E aí que mais >> mais funcionou? >> É >> é >> os vídeos técnicos, né?
Festa, não escritórios. É, >> é o ambiente de evento é o melhor de todos, né? Quando eu falo sobre dica, tudo, qualquer dica que eu dou na festa, os vídeos viralizam muito bem, pelo menos no orgânico, né?
Entendi. Eu vou. >> Só que aí eu fico perdido que na festa eu fico, na festa eu descobro na hora.
Falei: "Que que eu vou gravar hoje? Vou gravar sobre isso. " Tanto que tem vídeo que eu já até fui cancelado que eu falei mal e o e o parceiro tava assistindo.
Falou: "Pô, cara, tá falando mal da minha empresa". Falei: "Não, tô te dando uma dica do que você pode melhorar. Olha que oportunidade, né?
" Então, já deu até umas tretinhas. Por isso que eu tô ajeitando para não para não ser cancelado antes da hora. Entendi.
Mas é bom saber disso porque dá para passar um direcionamento, né? A gente saber qual que é a próxima festa que você vai fazer e já ela e já ter algumas ideias em mente do que você pode gravar estando lá na festa. >> Todo final de semana tem festa.
Todo todo sábado é oportunidade. Então se eu chego lá com um script desse tamanho, eu gravo conteúdo pra semana inteira. Então na no sábado eu gravo conteúdo para postar a semana inteira.
>> Ah, show. Bom saber. >> Aí eu preciso saber.
Eu tenho que gravar um YouTube, eu tenho que gravar cinco res, eu tenho que gravar dois story, gravar três podcast, aí eu já chego com checklist na festa. Tem câmera, tem gimbal, tem microfone sem fio. Eh, tanto que eu vou até te mandar, eu gravei alguns criativos esse final de semana.
Eh, eu preciso ver se o áudio ficou bom. Eu vou pedir para pra Isa aqui, que é a nossa assistente editar, que aí a gente já manda os criativos pronto, porque eh a gente não tava satisfeito com a qualidade do material que tava sendo editado pela PVO. Então a gente tá editando, pelo menos essa parte dos criativos a gente edita e aí a gente vai discutir com vocês sobre a oportunidade de usar o William para picotar os conteúdos raízes que a gente tem e distribuir nas plataformas, né?
>> Aí a gente consegue, >> você grava muitos conteúdo para YouTube também? Pretendo começar a partir de ontem. >> Tá, entendi.
Ã, tem algum tema que você não quer abordar publicamente? Alguma coisa que talvez seja um método do seu curso que você não quer explorar ou algum assunto que que não cabe dentro do mundo do dos DJs? Não sei, tem algum assunto que, tipo assim, ah, isso aí não dá para falar, melhor não insistir.
>> Olha, eh, eu eu eu sou a favor de tudo, né? Eu eu tento me posicionar em todo. Ah, eh tanto que eu tenho ideias, que é o que eu vou começar a produzir pro YouTube, exatamente para tentar viralizar de temas polêmicos.
Então, por exemplo, eu vou tentar trazer religião para dentro do universo do DJ. Cara, que que tem uma coisa a ver com a outra? Eu consigo fazer T.
Então eu vou trazer os católicos pro meu lado. Então eu vou falar muito sobre DJ Gospel, ao mesmo tempo que eu vou trazer que Jesus é eventeiro, né? Porque o cara era bom de festa, o cara era bom de organizar evento.
Então eu vou tentar trazer alguns conteúdos desse. Eh, eu sei que é polêmico, eu sei que são arriscados, mas eu quero testar, eu quero ver se dá certo. Eh, eh, do mesmo jeito que eu tento fazer conteúdo, como eu como eu eh eh eh meu nome é Sorriso, né?
E eu sou o idealizador da sorrisologia, então eu tento levar os temas polêmicos de uma forma mais descontraída, mais mais leve. Então isso me permite falar sobre qualquer assunto, sobre política, sobre religião, sobre sexualidade. Então eu consigo abrir.
Tem assuntos que eu sei que são complexos, né? Então falar de sexualidade, cara, meu, faz nem sentido, né? Mas por que essa fechada?
Eu trabalho com os macho alfa, né, com esses macho escroto, aonde tamanho é documento, por isso que eles querem ter uma controladora gigante. E aí eu tenho que desconstruir essa masculinidade tóxica. Por isso que eu tento falar sobre todos os assuntos, abordando o enredo de Jap.
Mas >> droga. Voltou, >> voltou, voltou. >> Conseguiu ouvir?
Você >> veio até a parte de que você desconstrói a masculinidade dos caras. >> É, essa é a minha meta pessoal, né? desconstruir a masculinidade deles para eles conseguirem evoluir junto comigo.
>> Entendi. Então, dá para falar realmente sobre tudo. Eh, tem alguma coisa que você acha que é inegociável na comunicação?
Talvez algum bordão, alguma fala que tem que tá sempre presente nos conteúdos de alguma forma? >> Eh, eh, o meu chat GPT, ele já tá bem treinado em cima disso, né? Eh, eh, a gente, eh, eh, eh, eu trabalho muito no sistema Disney, então o que eu faço dentro da minha empresa eh foi exatamente tudo aquilo que eu aprendi com treinamento sobre Disney.
Então, é tudo focado na experiência, tudo focado na positividade, tudo focado no no lado bom das coisas, vai dar certo, eu confio em você, você é capaz. Então, eu trabalho muito psicologia positiva, então todas as comunicações eu gosto de trazer nessa energia e eu gosto de ser muito desconstruído. Então, tem muitos jargões que eu já criei que já são jargões próprios.
Então, eh eh eh eu uso tanto com os meus clientes no dia a dia e eu tento jogar isso nas redes sociais. Então é piada, né? Eu vou te falar para você que a minha esposa fica brava quando eu faço essa piada.
eh eh eh tá muito mais melhor de lindo, muito mais melhor de maravilhoso. Eh eh várias essas essas esses trocadilhos que dá esse bug mental conecta muito bem. Então eh eh eh eh não eu não sou nem um pouco formal, eu sou bem informal, porque eu tento lidar com se o meu cliente, se o meu aluno tivesse 5 anos de idade.
Então essa é a forma leve e descontraída. Então eu pego termos técnicos e eu falo fazendo uma piada, entendeu? eu desconstruo nesse formato.
Então isso é uma coisa inegociável, acredito para mim. Mas >> é aí, bora eventar é o o jargão final. Eu começo com uma energia lá em cima.
Salve salve meus queridos eventeiros, né? Eu chamo eles de eventeiros. >> Eventeiros.
É uma >> eh ehentureiro é o antagonista, né? O aventureiro é o cara que tá na informalidade, que não leva a sério. Então ele é um eventureiro, né?
Quando der, dá, quando não der, não deu. Eventeiro não. É o cara que vive de eventos, que trabalha todo final de semana, que tem cliente, que tem fornecedor, que tem e eh funcionário.
Aventureiro, é o cara que tá só a passeio. Então são alguns jargões que a gente costuma utilizar. >> Entendi.
E além da parte da controladora, tem alguma coisa que o público sempre entende errado sobre esse nicho? Tem o microfone, porque, por exemplo, o microfone, né, é por isso que eu tenho o meu microfone fake aqui na mesa, porque eu tô sempre com de lapela. Microfone é um tabu dentro do DJ, porque DJ raiz não acredita em microfone.
Ele fala que a música vai falar por ele, ele não precisa falar uma palavra, as pessoas vão sentir a energia da música. Mas isso é uma grandissíssima mentira, porque é é é a insegurança. Eles têm medo de a exposição, eles têm medo de falar no microfone, eles têm medo de falar em público.
Então essa insegurança eles transformam em negatividade. E a gente tenta quebrar isso e dizer assim: "Cara, se você dominar o microfone, você nem vai precisar da controladora, né? Então você quer dominar a controladora porque você não domina o microfone, só que o microfone vai te trazer mais resultado, mais dinheiro, menos investimento e menos esforço.
Então o microfone é um outro ponto. Eh eh eh eh tem várias questões que já envolvem empreendedorismo, que já tem a ver com postura profissional. Então o DJ é só esse recorte bem pequenininho, controladora, mas profissionalismo, né?
saber se posicionar, saber entrar, saber sair, saber atender, saber prospectar, saber fechar contrato. A aula de contrato bomba, a aula de atendimento ao cliente bomba. Eh, eh, as lives que eu fiz, dos processos que eu tomei sendo DJ, né?
Eh, eh, teve muita repercussão, porque ninguém ensina sobre isso, né? Ninguém para na controladora. Então, por isso que a controladora e o microfone são os nossos objetos e o fone, né?
também eu tô sempre com fone de ouvido. São os nossos objetos íans. E aí, aí eu pesco a galera e dentro disso eu abro a cabeça pro empreendedorismo.
Também sou coach, né? Nós somos, a gente fez formação de coach, então a gente fala nessa forma mais socrática, a gente traz a autorreflexão, a gente traz o método científico para dentro. Que nem eu falei para você, sorrisologia não é a arte de ser besta, né?
igual um bobo da corte sorrindo sem sentido, não tem estratégia, tem método científico, isso é psicologia, se é neurociência, então tem uma profundidade que é o que a gente trata dentro da escola, onde a gente tem essas aulas mais técnicas. Então, mas aí é só pro pessoal que comprou a ideia. Entendi.
Ã, são essas as perguntas que eu tinha para fazer, porque eu precisava entender mais, né, sobre o negócio de vocês. Eu não sei se vocês querem acrescentar mais alguma coisa, mas da minha parte eu acredito que tá tá OK. Agora é colocar a mão na massa, né?
Começar a produzir aí as faltas para que vocês possam gravar os conteúdos. É, a nossa meta, pelo menos a minha meta pessoal, né, é conseguir construir uma rotina de sucesso. Então, eu quero lotar minha parede de postite para eu poder saber o que vai acontecer, porque a gente fechou o calendário editorial até julho.
Então, até julho a gente sabe todos os lançamentos que vão acontecer. Então, já é um norte. dentro dos calendários, eu consigo saber o prazo antes e depois para eu saber o que que eu vou ter que produzir.
E aí, tendo esse calendário editorial, tendo as pesquisas de conteúdo, né, que eu sei que tem muita ferramenta legal no mercado, tô doido para comprar algum curso de produção de conteúdo para poder ficar por dentro de quais são as ferramentas, quais são as metas, as estratégias, pesquisa B, né, eh, ABC, para poder saber o que que tá rolando, porque tendo esses temas, minha mente explode e com o chat GPT eu consigo estruturar isso bonitinho, começo, meio e fim. E aí, meu, é só ligar a câmera, eu pego lá os o o os black points lá e saio produzindo conteúdo. E aí eu vou precisar de ajuda só nessa parte, é a edição, qualquer coisa a gente mesmo edita aqui, se for o caso, que são edições mais dinâmicas, mas aí é pegar esse conteúdo, distribuir em todas as redes sociais possíveis, tipo assim, agendar para que todo dia pelo menos seja postado um vídeo em cada plataforma, né, com uma legenda legal, uma CTA legal, eh um gancho legal, né, pra gente conseguir bombar no orgânico e conseguir criar esse funil, né, pra gente poder criar esse esse ecossistema aí funcional que é hoje que não tá rolando, né, >> de forma para assim, eh, deixa eu tentar, eu vou trazer o que a gente anotou aqui para falar sobre essa questão da distribuição, tá?
>> Porque senão fica tudo muito solto. Ah, vamos, queremos assim desse jeito, mas as coisas não ficam combinadas, que é um dos problemas que a gente teve com a Povo nesse sentido da produção de conteúdo, né? Então, a gente fazia reunião, falava as ideias, respondia as perguntas, só que depois a gente não tinha a distribuição acontecendo, né, do desse conteúdo e a orientação, né, como é que tá, deu certo, como é que tá as métricas, eh, não tinha esse acompanhamento.
Então, por exemplo, a distribuição eh o que mais o que a gente gostaria que acontecesse, né? E aí, no caso seria a gente gravar esses conteúdos raiz, que são esses conteúdos mais longos que o Michel falou. Então, tem resenha de festa, eh, rotina de eventeiro, tem esse da mentalidade eventeira, tem podcast que eu e ele vamos começar a fazer agora e tem as lives semanais, né?
Então, a gente tem todos esses conteúdos raiz que a gente consegue gravar e entregar. E aí desse conteúdo, a gente queria esse apoio para fazer essa distribuição também. Então, por exemplo, a edição do YouTube, a Isa aqui consegue fazer para nós, porque ela já sabe o jeito que a gente gosta que fica ali o vídeo aí.
Legal. Aí desse vídeo raiz, né, a gente entrega o o eh esse material pro editor da PVO, para ele fazer os recortes estratégicos desses conteúdos, né? tem que fazer o tratamento desse material, porque senão a gente só fica gravando, gravando, gravando um monte de coisa para todos os lugares e não o o conteúdo não tá sendo aproveitado, né?
Então, a gente queria esse recor, esses recortes, eh eh recortes estratégicos mesmo, né? Recordes que fiquem bons pra gente poder distribuir isso aí. Distribui no shorts, no Instagram e no TikTok, né?
E no Spotify a gente quer postar o podcast também. Então, podcast vai no YouTube, mas vai no Spotify também. >> Entendi.
>> Então, são essas redes que a gente quer alcançar e conseguir fazer com que elas tenham constâncias, com que elas consigam se movimentar constantemente. Esse é o maior desafio que a gente ainda não conseguiu fazer esse negócio girar, entendeu? Sempre para em alguma coisa, ou para na edição, ou para porque a pessoa que ficou de entregar os temas não entregou, ou sabe?
Então, sempre para por alguma coisa, por algum motivo. E aí a gente queria alinhar isso com você, né? Como é que faz pra gente conseguir fazer essa distribuição acontecer?
>> No caso, vocês precisam de de ajuda pros temas do YouTube. Os temas do YouTube eh, vocês fazem por conta? Eu tô perguntando porque aí na hora da gente fazer todo esse esse ciclo, eu preciso organizar aqui na pauta.
Olha, isso aqui é o que a gente pretende fazer pro YouTube. Vocês gravam do YouTube, a gente pega os Nutelas e posta no Instagram. Mas também não dá para viver só de Nutella.
Então tem que ter um calendário editorial lá pro Instagram também. E aí a gente aproveita e tudo que for postado ali para Instagram, que a gente fizer para Instagram, cabe no TikTok e cabe no shorts também. Então a gente consegue seguir dessa forma.
Mas aí vocês querem o direcionamento também pros vídeos do YouTube ou os vídeos do YouTube não é aqui com a gente? Não sei. >> Tá ouvindo?
>> Tá. Então eh eh eu vou dizer o que o que eu pensei que eu acho que eu acho que talvez faça sentido e a gente pode discutir isso para ver o que que fica melhor, tá? Eu tinha pensado assim, como a gente tem um calendário editorial aí, né, já com datas de lançamentos e e os produtos que a gente vai vender, eu acho legal a gente basear toda a ideia dessa produção, tanto do YouTube, Instagram, nesse calendário.
Então, por exemplo, nossa, a nossa próxima ação, sem ser o SHT, que vai ser amanhã, o próximo é um lançamento pago que vai ter em fevereiro, que a gente vai falar sobre o tema de animação de festa. Então, o que que faz sentido para na minha cabeça? Se a gente sabe que o próximo conteúdo vai ser sobre esse tema, é a gente direcionar os melhores conteúdos a serem gravados relacionado a isso, pra gente já ir alimentando esse desejo na nossa audiência para esse produto que a gente vai começar a divulgar em fevereiro para eles comprarem o ingresso.
Então, se você trouxer os os temas base, os melhores os temas aí, né, pra gente poder gravar com relação à animação, né, com com as headlines, headlines, né, as headlines, eh, com esse foco, então aí a gente vai estar em alinhamento com o calendário. E aí a partir desse conteúdo base que já vai est nessa nessa linha, né, da de conteúdo, já vai ser distribuído paraas outras redes. E aí tem a os conteúdos estratégicos pro Instagram, que aí é onde a gente também precisa conversar com você para nos ajudar, que aí no caso seriam conteúdos curtos, né?
Seriam conteúdos curtos, eh, específicos para postar ali no Instagram. Tá bom? Então, na dentro da pauta, eu vou fazer a sugestão de tudo que a gente tem com respeito às redes sociais, né?
>> Travou aqui para mim. >> Travou. >> Tá travando.
>> Tá minha conexão aqui não tá das melhores. Hoje >> eu não entendi o que você falou. Pronto, acho que voltou agora.
>> Voltou, >> voltou agora. Aonde você parou? Você falou alguma coisa depois que eu falei que eu ia pautar todos esses conteúdos e eu não e aí eu não entendi porque foi na hora que travou.
>> Ah, não lembro. Acho que só foi isso. Acho que só foi confirmando que é exatamente essa essa ideia, né, da gente conseguir trabalhar com base no calendário pros conteúdos serem estratégicos paraas ações que a gente tá prevendo fazer, né?
E nós precisamos dessa gestão, dessa ajuda aí, né, dessa condução na dessa distribuição pra gente conseguir fazer essas coisas rodarem com constância, >> tá certo? Pode deixar. Então agora é realmente a mão na massa.
E aí essa semana >> acredito que amanhã ou quarta-feira eu já entrego a pauta para vocês, para você para já pensando que no próximo final de semana tem festa, né? Tem evento e aí já dá para gravar alguma coisa em cima disso. E aí vou pegar o calendário macro de vocês aqui também.
>> Eh algumas perguntas, se eu tiver mais dúvida eu mando ali no grupo. E é isso. É mão na massa agora.
realmente fazer fazendo a engrenagem funcionar, né? >> Uhum. Sim.
Então a gente fica aguardando então, né? Você mandar para nós o material e já estamos à disposição. E que mais?
Quer perguntar a mesma coisa? Fal mais alguma coisa? >> Não, essa parte agora é só esperar agora, né?
Esperar essa mente brilhante e resolver os nossos problemas. Vai ajudar. >> É isso aí.
Tô aqui para fazer acontecer. Beleza? Então é isso, gente.
Obrigada aí pelo tempo de vocês, por vocês terem passado todas as informações. >> E agora é isso, mão na massa. >> Tiver dúvida, depois a gente vai montar o mapa mental aqui, porque aí é muita coisa.
Isso porque a gente tá falando só de um serviço, né? Um segmento. A a ideia da a nossa a a a o projeto ele é bem grande, né?
Existem outras ramificações, é um grande ecossistema, a gente é tipo Pablo Marçal, entendeu? Tem várias, vários braços, é tipo povo, só que a gente tá indo para outras áreas também. Então a ideia é que de pouquinho em pouquinho a gente consiga escalar em todas as áreas.
>> Tá bom? Beleza. É isso aí.
Fechou. Obrigada. Até a próxima.
Tchau. Tchau.