Eu sou o Henrique, ele é o Celso. >> Boa tarde. >> Hoje a gente vai bater um papo aqui, tá, sobre a cidade de Petrópole, sobre os atores da cidade de Petrópolis.
Eh, vocês vão participar que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá? Diferentemente daquela mais tradicional que a gente chama de quantitativo, que é aquela que você abordar na rua entrevistador faz várias perguntas e sai um resultado eh ponificado, resultado numérico sobre aquilo que você respondeu, por exemplo, tantas pessoas de azul, gostas de amarel, né? resultados médios.
Essa não, a qualitativa, ela nem busca resultados médicos, ela busca entendimento das opiniões, busca o porqu das, né? Já sabe das coisas, saber o por que você tom que a gente pode certos caminhos. Então é uma uma grande conversa onde vocês vão colocar opinião errada.
opinião de vocês pode ser queantado só todo mundo pode misturado. Então importante tem a opinião, opinião, tá? Que é isso aí sempre eh imaginar em cima de que há uma visão visão dessa forma.
Tem gente enchendo dessa forma, tem gente enchendo isso de outra forma. Eh, falar falar para vocês que a gente tem aqui esses dois microfones deção, tá? Eh, mas ele serve simplesmente pra gente poder montar o relatório depois, tá?
Eh, essas imagens não ficam guardadas, não ficam artivadas. Você sai, a equipe monta o relatório, depois deleta tudo. Ninguém tem acesso a a ao que vocês falam, ninguém tem acesso à imagem de vocês, tá bom?
Eh, isso aí uma cláusula de confidencialidade a gente tem, né? que só nos ajuda a montar o relatório se é digno aquilo que vocês falaram, porque às vezes a gente não consegue escrever tudo que vocês falam ao mesmo tempo. Eh, perde alguma coisa, alguém falou alguma coisa interessante e foi perdido.
Então, isso aqui é muito interessante e quase que obrigatório pra gente montar depois o relatório, não perder nenhuma informação depois automaticamente é delevado. Tá bom? Às vezes a gente vende material fantástico.
Brincando. Então, vamos começar a conversar eh sobre Petrópolis. Como é que é vive em Petrópolis?
>> Você gosta? >> Gosto muito. >> Antes disso, Melhor, como é que seu nome?
Tatiana. >> Tatiana. Gustavo, >> Gustavo.
>> Aline, >> Aline, >> Vinícius, >> Vinícius, >> Caroline, >> Caroline, [limpando a garganta] >> Mário. >> Mário. Bom, Tatiana já falou que gosta e os outros >> não gosta.
>> Não gosta. A L não gosta de ver. Onde por isso?
>> Hã, fal. >> Acho uma cidade muito cara, >> cara. >> Acho que não tem nada >> e entra e sai prefeito, vereador, seja que for mesma coisa, >> não gosto.
Não gosto. Se eu tiver oportunidade, eu >> faz. Se você é tô cantando, sempre vive.
Tá doido para dar um >> doido. >> Eu moro aqui 11 anos, eu gosto. Quando era pequeno eu gostava.
Agora não tô gostando mais não. As coisas aumentou muito. Ela tá certa.
>> É porque a gente preço. >> É, eu tô achando que as coisas muito caro de ativamente. É muito caro.
Muito >> você veio? >> Eu vim do Rio. >> Do Rio.
Rio. >> Do Rio. Morei lá 10 anos, tenho 21, eu moro aqui 11 anos.
Aí quando era menorzinha que era hoje eu acho que a cidade piorou um bocadinho tirando a questão da chuva, deslizamento, essas coisas, piorou algumas coisas, entendeu? Pior >> é questão dos negócios dos médicos, da saúde, do saneamento básico, essas coisas também, meu ponto de vista piorou algumas coisas, entendeu? Ao longo dos anos para cá.
E aí você passa com Rio, você lembra ou você lembra? >> No Rio mais ou menos. Do Rio mais ou menos.
Lembro mais daqui mesmo. >> Eu não gosto. Não gosto.
[risadas] Acho que no dia a dia é bom pela segurança para viver igual sai de já saio de manhã da para cidade, pô de trabalho, volto para casa tranquilo. Não é uma cidade perigosa, mas não tem nada para fazer no no lazer. Fecha cedo também agora você lei horrível.
Tem que fecha cedo. É. >> Uhum.
Pode ser >> fosse. Acho que não. [roncando] Só fecha.
>> T. Tem, mas a gente não tem conhecimento. Hoje até esqueci.
Eu já até ouvi o porquê. Dependendo lá na 13 horários >> é a 13 é uma >> na 13 começou a fechar cedo por causa do pessoal de muita denúncia dos barulho e tudo. >> Pessoal fica até tarde, briga essas coisas.
>> Mas a chega lá no parque de exposição também estão reclamando também. pessoas limites. >> Gosto, gosto.
>> Já gostei bastante. Agora também por conta de crescimento também não tem mais para onde expandir, não tem muito como evoluir. Ficou meio que faz o que dá e só vive.
Mas por conta de segurança, essa coisa toda, é uma cidade tranquila, >> diferente do Rio de Janeiro. Tudo que a gente vê, né, em outros lugares, mas você não sai muito do lugar, a não ser que você vá para outro cidade, outro lugar aqui. Ou você é herdeiro ou pobre.
[risadas] Exatamente. >> É. É pir não consegue mudando muit tu consegue até um certo nível de repente a corda puxa e >> é gosto de Petrópolis sim agora Petrópolis mudou muito nos últimos anos eh tinha mais empregos eles, alguns aqui que são mais jovens, eles a oportunidade de empregos aqui para eles que estão começando agora para vocês, porque em vista de muitas indústrias saírem daqui, né, ir para três Rio, outras para Miguel Pereira, então nesse aspecto, mas para mim que já sou velho, já sou aposentado, para mim é bom, OK.
Aqui é uma cidade mais para descansar. Então essa é a minha opinião sobre Petróp e sobre a questão da violência. Aqui é bem mais tranquilo, entende?
Do que lá no Rio. Apesar de eu ser também sou carioca, eu sou lá do Rio. Fui nascido e criado lá.
Eu vim para Petrópolis na década de 70. Quando eu cheguei aqui em Petrópolis, que eu vim mais pela influência da minha mulher hoje na Dora, você passava na rua Teresa, tinha muita gente. Meus meus meus sobrinhos, que hoje já estão na faixa de 50, eles trabalhavam lá, era ônibus chegando e saindo.
Hoje você não vê mais nada. cidade tá >> é muitas lojas também vão fechando, >> muitas lojas fechando e essas catástrofes que estão acontecendo aí, né, isso também desestimula muito, né, alguém presário, alguém querer investir na cidade. >> Vocês vocês vem um declínio econômico na cidade?
Vocês enxergam que a cidade tá economicamente mais frágil hoje do que era h algum tempo atrás? Eu acho, eu acho >> mesmo com teoricamente tecnologia, as coisas novas, o turismo sendo valorizado cada vez mais, ainda assim >> é >> turismo é é hoje a é a maior fonte, >> de recurso da cidade, da cidade. Hoje em dia é tudo isso, >> mas ainda assim não consegue abarcar >> não.
>> Muito grande parte da mão de obra para para trabalhar. Até tenho bastante, só que muita experiência, muita experiência e quem tá vindo agora não tem experiência, então fica difícil trabalho aqui, entendeu? E muita gente não dá oportunidade, já pede a diferença de do tr anos.
Agora não tem experiência, não tem nenhum ano, nada. experiência sem oportunidade de trabalho muito emprego. Eu fiquei um mês em Goiânia, fiquei de janeiro até fevereiro, voltei há pouco tempo, lá tem muita oportunidade diferente, eu vi muito, atividade é diferente.
Salário lá é bom, todo o salário que eu vi lá era de do 2000 para cima juntando com seesta, vale, essas coisas. É muito diferente de petróleos. muito diferente.
>> É isso. Vamos lá. Vamos falar sobre o que move a cidade, que é a questão da política, né?
Isso, né? No fundo, no fundo. Eh, >> como é que vocês lembram da vocês lembram da última eleição?
Para prefeito aqui? Os >> Todos votaram. votar aqui.
Eh, >> eu não voto não. >> Eu não votei não. >> Você não votou?
>> Não cheguei a votar. >> Tá, mas não votou por opção. >> Não tinha o título deitor ainda.
>> Tava sem título. >> Tava. Era pequeno ainda.
Não tinha título. Pelo que eu me lembro não tinha mais. >> E hoje >> vou voltar esse ano.
>> Vai ser a primeira. >> Vai. >> Mas você lembra da edição?
Mais ou menos. >> Mais ou menos. >> Tá.
O senhor não votou por opção? Não, eu já não, é por causa da minha idade, entende? De 70 anos já não.
>> Mas lembra da eleição, lembra dos candidatos menos, principalmente principais? >> Eu acho que não mudou nada não, entende? Porque acontece o seguinte, tá havendo muito descrédito da população, sabe, das promessas em campanha que dizem que vão fazer chegar na hora cumprem.
Então, existe grande eh descrédito da própria do próprio eleitor. Tem >> aqui quem ganhou a eleição foi o corona prefeito. >> Sim.
Agora é o Rindo. >> Rindo >> é. >> Eh, ele ele era reeleição, era >> não era reeleição.
Ele >> chegou a ser interrogo, né? E agora que ele veio para ser prejuí. Aí foi >> aí maravilhoso.
>> Não entendi. Foi o que foi bom? O interior foi maravilhoso.
Ele fez a dele, eu acho agora com prefeito. >> Eu vou falar que eu vou ter eu ter maior redimento da minha vida. >> Por quê?
>> Péssimo, [limpando a garganta] péssimo. Eu tô vendo nada de diferente. Parece que tá tudo no mesmo lugar.
Parece que é o mesmo do Bernardo Gos. Entendeu? >> Mas ele ficou que eu falar.
Você falou que ele foi um ótimo interro. >> Ele ficou tempo mais ou menos com interro. >> Pra gente ter uma noção.
>> Acho que não tá muito tempo não. >> É, acho que não dava para nada. >> O que que ele fez com você achou bom?
Que ele não >> na parte da saúde eu achava assim foi na época da Covid. Eu achei muito interessante a parte dele assim na Covid até nas chuvas também foi quase tudo perto, né? Agora, hoje em dia, eu não acho [roncando] ele péssimo na saúde.
Tô falando assim, para quem defende, ele é ruim na saúde. Ele é saúde. É igual eu vou colocar hoje, eu tava até comentando, eh, comida de hospital, vamos supor, eu não tenho que reclamar porque eu não gosto de comida do hospital, então para mim diferente ser de Santo Teresa qualquer lugar é meio complicado.
Só que eu tive com meu filho lá em Caxi que comida e comida maravilhosa assim. É que fal rio é outro livro é outra coisa, entendeu? que nem no caso do meu filho tem um plano dail aqui a gente já ficou na Santa Teresa também tem aqui a gente ficou em Santa Teresa uma comida péssima já fiquei na festeira porque eu fiz uma cirurgia por lá porque o meu plano não quis médico eu fazer minha cirurgia péssima comida não vou falar que tava péssima para mim tava péssimo porque eu tava livre isso para você comer então assim o pessoal falar que assim a comida tá assim assim eh até colocando é culpa do prefeito nem tudo também é só [risadas] o prefeito, né?
também a gente não pode eh falar isso, mas assim, em parte de comida, em parte de você conseguir um exame, atendimento, >> isso, a minha mãe teve que ir pra justiça para conseguir atendimento. Ach, mas você acha isso que ia falar a saúde você identificou que você já teve uma mudança grande, >> né? Yeah.