E aí pessoal, beleza? Vai um golinho aqui no copo do café da guerra do Golfo. Tô aqui hoje para falar o que eu achei, trazer minha review do Resident Evil 9, Resident Evil Reen, Requen, não sei como é que fala.
Só lembro daquele filme Requen para o sonho dos drogados, não tem nada a ver. Eu recebi o jogo da CAP antecipadamente. Muito obrigado.
Na verdade, foi um pouquinho depois porque eu peguei a versão de PC que eu preferi. Eu não costumo trazer esse tipo de vídeo aqui no canal, então vocês vão me falar depois o que vocês acharam. E eu bolei o seguinte esquema.
Esse vídeo vão ter duas partes. A primeira parte com spoilers leves e médios e a segunda parte com spoilers mais pesados. Mas eu vou separar bem, vou colocar uma contagem regressiva para não pegar ninguém surpresa se você não quiser saber mais pro final.
E seguinte, a primeira parte do jogo vão ser as primeiras horas de eu jogando e comentando coisas que eu pensei na hora, reações que eu tive no momento nas primeiras 3, 4 horas. Então vão ter ali detalhes da história que o jogo vai revelando e vou comentando, mas principalmente para conhecer como o jogo funciona e a mecânica. A segunda parte do vídeo também é a conclusão, que é o que eu achei aí, uma análise mais técnica que eu gravei depois que eu zerei o jogo.
E aí, nessa parte vão ter spoilers mais pesados. Eu vou evitar tipo os mais da hora, mas talvez uma coisa ou outra ali, talvez não. Eu vou comentar, beleza?
Me segue no meu insta que é só para fitas, usa o meu cupom da GRF que é só para anilhas. E vamos paraa primeira parte do Resident Evil 9, as primeiras horas e reações e depois eu falo o que eu achei do jogo. Vamos nessa.
Então galera, eu joguei a versão de PC, né, como eu comentei com vocês já, e eu não vi quase nada sobre o jogo, só o primeiro trailer e um pouco do combate do L. Então eu fui de olhos vendados, sem spoiler nenhum e sem saber como o jogo ia funcionar, além de que ia ter o modo primeira pessoa e o modo terceira pessoa. Então eu fui de olhos vendados e isso foi muito bom.
Por algum motivo o jogo pediu a minha idade, velho. Eu não sei exatamente pori colocar 12 anos para ser banido, mas sei lá. Coloquei 30, o que é mentira, porque eu tenho 21.
Bom, pessoal, o meu PC tem uma 3070 Ti, 32 GB e o Wi 9 9900K. Não é um PC bom para jogar em 4K, mas para jogar em 1080p no médio, e no alto é muito bom. Ainda aguenta bem.
Então eu priorizei aqui o desempenho porque eu jogo no monitor de alta frequência, então se o jogo tá abaixo de 60 frame, eu já fico meio mais ou menos. Eu sou enjoado para jogar no PC. Aqui o jogo ele tem um modo de dificuldade tipo novo, novo não, diferente, tipo não é o normal e o difícil, é o normal e o modo que é um pouco mais difícil porque ele não tem tanto checkpoint, você tem que usar eh a famosa ink ribbon, a tinta para usar a máquina de escrever e salvar, mas mesmo assim, nesse modo, o jogo faz alguns checkpints em alguns momentos, mas sim fica bem mais difícil.
Eu recomendo jogar o modo clássico, porque você pensa bem antes de ficar salvando ou antes de se arriscar em situações que às vezes você sabe que o checkp já resolve e você não se importa em morrer, aí você fica mais com medo de morrer. O jogo nos apresenta a Grace, né, que é uma agente do FBI. Parece que é mais tipo uma agente de FBI de mesa, porque pensa numa [ __ ] cagona velha.
É [ __ ] cagona. Tudo bem que ela tá lidando com o Satanás. E também o Lon é apresentado, né?
O Lon ele é o segundo personagem jogável. O nosso Leon que a gente ama tanto agora tá velho, barbudo, gostoso >> e ó o cara >> e ambos, né? Tanto Lon quanto a Grace no FBA, principalmente tá investigando causas de mortes relacionadas a Ray com Siri.
continua em quarentena, 40 anos depois. E, aliás, eu tô bem ansioso para ver essa cidade nesse jogo aí, né? Matar saudade de Rayon City.
E a gente, a Grace, é solicitada pelo nosso chefe para investigar um caso que atormenta ela, ou pelo menos vai atormentar. A luz até desligou esse demônio. Somos mandada para investigar novas mortes que estão rolando com um novo vírus no Hotel Rainwood.
Mas o que atormenta Grace é que a mãe dela morreu nesse lugar. Isso o o game conta logo de cara. Então é onde a gente vai começar o jogo.
Cara, muito louco voltar a jogar Resident Evil modo FPS. Eu gosto bastante do Resident Evil 7, gosto muito de FPS também, mas o jogo deixa a sua escolha, né? Você pode mudar a terceira, primeira pessoa todo momento.
No final, eu vou deixar minha opinião polêmica sobre isso, mas já adianto que eu joguei a Grace somente em primeira pessoa e o Lon somente em terceira pessoa. Para mim é o jeito certo de jogar, mas calma aí que mais tarde nós fala sobre isso. Massa que no começo eu já tava me batendo, meio burro.
Fazia tempo que eu não jogava Residente. Não tava achando a chave ali que tava na minha fuça. Eu achei que a chave tava num vaso cheio de verme, mano.
Eu sismio que tinha que meter a mão no vaso. >> Que nojo. >> Mas só que a chave é o tamanho de um toletão.
Eu achei o mapa meio futurista, né? Chegando no local, a Grace começa a lembrar, né, de do dia do falecimento da morte da sua mãe, que ela tava com ela nesse hotel 8 anos atrás. Aparentemente a mãe dela tava tolada em merda.
Sabia coisa demais sobre provavelmente esse vírus, essa [ __ ] que tá acontecendo. Então eles mandam um cara esquisitão de capuz para acabar com ela, corta o pescoção dela. Essa cena aí é até violenta demais pro YouTube.
Eu acho máximo que o cara consegue realmente pegar, né, dar um jeito na mãe da Grace, só que da ele tropeça que nem um bêbado e faz tudo pegar fogo. OT é um objetivo, não sei se na verdade ele só queria matar a mulher e sequestrar a Grace. Eu acho que sim.
Enfim, taca fogo e tudo, idiota. E pela primeira vez, né, na história do Resident Evil, a gente não pode matar o primeiro zumbi só assistir que é um policial, né? Já começou.
Muito bom, assassinando um guarda. Eu vou cair. >> A gente quase morre já e é mordida, velho.
Será que a gente vai virar um zumbi? Será? Game over.
Acabou. Logo somos apresentados ao que parece ser o vilão do game, que é o Vittor Gideon. CFT, >> não sei como é que fala esse Gideon.
Eu vou chamar ele de Vitão Guidão. >> É, tá bom. >> Que eu até achei que fosse o Spencer.
Ai, eu sou uma menina em defesa >> lá da mansão Spencer, que ele parece que tava numa cadeira de roda, mas na verdade é um velho muito do maluco que usa uns óculos, umas visão noturna e coloca nós para dormir. E aí entra o Leon na bagunça, né, que é onde a gente joga a primeira vez com o Leon. Daí o negócio já vai virar baderna, no bom sentido.
Bom, pessoal, o jogo fala um pouco mais do guidão, do Vitão, né? Tá envolvido com a Umbrella e a galera de sempre, né, para variar. E dá a entender que essa galera que tá morrendo e tudo mais são todos sobreviventes do Ron City, né, que digamos a doença ficou incubada ou ficou neutralizada por anos.
E aí agora as pessoas que foram curadas estão eh desenvolvendo sintomas e e morrendo e virando zumbi e o Lon é um deles. Inclusive a assistente dele, a Cherry, que é a menininha do Resident Evil 2, que agora assistente dele também tá contaminada. >> Ô [ __ ] tá preto aí, ó.
>> O que não faz tanto sentido porque ela foi curada pelo D virus no outro jogo lá, mas aí a gente fala mais no final. Cara, o Lon tá com uma machadinha que como eu não assisti muitos trailer, eu não tinha percebido. É uma machadinha no lugar da faca que você não precisa ficar trocando quando ele tá tipo desafiado.
É só você pegar uma puxa uma pedra ali, como que é o nome? O negócio de de afiar amolador. Pim pim.
E o bagulho volta ao normal. Aí rola uma cena da cidade que o Vittor simplesmente sai pim botando todo mundo para dormir. Para dormir não, né?
Acho que ele tá infectando a galera também, sei lá. E aí, mano? Com o Leon você já pega o que que vai ser a gameplay dele é tiro na cabeça.
Bala, bala. Vai lembrar muito Resident Evil 6, que para muita gente pode ser bom, para muita gente pode ser ruim. Eu não gosto do Resident Evil 6, mas o combate do Resident Evil 6 é bem louco.
Então, bom sinal. Nem tudo são flores, falaremos depois. Aí tá lá o Vitão e a Grace, ele fala que ela é escolhida, ela não entende nada.
E a gente volta a jogar com ela, né? Eh, na primeira vista me lembrou muito a Ashley do Resident Evil 4. Pensei: "Nossa, será que vai ser chato e tal?
" Mas nada a ver. Eu comecei a achar um monte de garrafa vazia que eu não sabia exatamente para que servia, se era para bater nos outros, mas serve para você distrair os inimigos e também para fazer, sei lá, com que até o molotov. Mas eu achava que era uma coisa mais importante e fiquei guardando no ba um monte de garrafa que nem um idiota.
Ah, eu achei o isqueiro, né, pessoal? O isqueiro, como apareceu muito no trailer, você acha que é um item muito importante, mas na verdade ele só aparece aí no começo do jogo mesmo. E eu salvei pela primeira vez usando a máquina de escrever.
Sensação clássica demais. Meu Deus, que bicho medonho do [ __ ] é esse. Pelo jeito o stalker aqui da vez é essa velha, esse velho demônio é o Nêmesis, né?
E ele tem medinho da luz. Ai que bobinho. Ui ui ui.
Então a mecânica é basicamente você foge leva ele pra luz, contorna ele e também tem as garrafas vazia, mas eu sou burro e nesse ponto aí eu não tinha me ligado ainda, tava só guardando elas, que é serve para você distrair para passar. E aí o game muda pro Leon, né pessoal? Ele vai lá pro centro de reabilitação que tem a ver com o Vittor Guidão, que aparentemente ele é o chefe do local, do local, o chefe do lugar.
E aparece um médico com uma motoserra. >> E eu achei muito louco. A julgabilidade tá diferenciada na questão do uso de armas.
Por exemplo, esse da motosserra, o cara vai chegar, você vai atirar nele, ele vai derrubar a motosserra, você vai tentar pegar, vai cortar os pés, vai vir um outro zumbi, vai pegar a motosserra e aí você vai conseguir pegar a motosserra dele e sair carneando todo mundo. Então a gameplay com Lil, na verdade é bem brutal. Você pega ferramentas do cenário, arremessa nos cara, sai fateando tudo, você não tem medo de morrer.
E a primeira vez que eu joguei essa parte aí, eu fiquei tipo, beleza do [ __ ] Mas que eu tava tentando pegar a motosserra, no começo eu não conseguia porque ela fica girando. Eu não tinha entendido que ela tem que esperar ele parar para girar. Eu ficava cortando as canelas, ele não conseguia pegar a moto eu já falei que pode afiar a machadinha, é muito bom.
Lembra quando a gente se perguntava no Resident Evil por que o a gente simplesmente não quebra, não arrebenta a porta? Então, nesse caso, o Lon usa motoserra, então ele quebrou o paradigma. Eu achei também o meu primeiro coletável, que é o Mr Ron.
Mr Racon. Esses bonequinho aí, eu não peguei todos, é, obviamente, né? Não tem como sem guia, mas peguei bastante durante a gameplay.
E olha que da hora, as histórias elas se cruzam. E aí o Leonhece a Grace e tem uma clara referência e do Resident Evil 2 do momento que o Leon conhece a Claire, manda se abaixar e dar o tiro. Não tem como, velho.
É uma referência. Inclusive uma coisa que esse jogo faz muito, que depois nós comenta mais, funel. Aí os dois são separados novamente, né?
Chega lá o Vittor dá uma chave de perna, de braço, de bicicleta no Lum. Bota ele para dormir >> de novo. >> E você percebe que o protagonismo tá na Grace, tipo assim, o jogo tem bastante gamepl de Grace e um pouquinho do Lon.
É um tiragosto. Não. E o máximo que o Leon deixa uma arma, né, pra Grace, né, o três oitão dele lá, o é um calibre maior, revolvão, com uma bala, uma munição.
Meu filho, você é o agente de 50 anos e não tem uma caixa de bala no bolso, seu puto. >> Calma aí, paizão. Aqui a gente percebe que o jogo, assim como o Resident Evil 7 e o oito, não lembro porque o oito é esquecível.
Mas você também usa moedas antigas para upar as coisas, para upar, não, para comprar itens, para trocar. Também tem um sistema de baú, né? Eu não tinha comentado ainda.
Clássico. Aí aparece uma mina até que parecidinha com a com a Grace, que é uma prisioneira ali do Dr Vittor e ela cega, velho. >> Da dá um dozinho dela, só que para liberar ela tem que ter um cartão de acesso nível três.
A gente não tem ainda nem o do um, então deve ser mais para depois. Eu tava com problema de FPS nessa parte, tava caindo muito FPS do jogo por causa dos espelhos, mas aí eu vi que por algum motivo o RTX que eu tinha desligado tava ligado e aí depois resolveu. Não vou também reclamar porque a minha placa de vídeo já tem uma certa idade, mas o jogo roda bem legal com os ajustes, ah, com frame rate bem alto, nada comparado a um jogo podre lançado na Unreal Engine 5, que geralmente é muito pior.
E o que eu acabei percebendo é que parece que cada parte tem tem um nêmesis diferente. Tipo, antes foi a Velia do diabo lá gigante, agora é o gordão da cozinha. Eu tentei enfrentar ele, ele não deu boa, ele me arrebentou.
Aí eu descobri que você tem que empurrar um panelão de sopa para conseguir fugir dele, que também não deu certo na primeira tentativa. Depois foi. Nessa parte que eu morri para ele, eu percebi o quão cruel é você não salvar no jogo.
Eu voltei pra caramba, chegou a dar uma desanimada. Ali eu me liguei que eu tinha que pensar mais antes de fazer as coisas e não economizar no save, salvar. Nessa parte os recursos com a Grace são bem limitados.
Na maioria parte das gameplays da Grace são limitados. Você mal acha uma faca de cozinha que você quebra ali na cabeça de um zumbi ou outro e já tá sem item de novo. E cara, teve essa parte dos banheiros que eu encanei que tinha um puzzle em puxar as descarga.
Eu fiquei a meia hora jurando que acontecer alguma coisa. Meu Deus do céu, o cara é meio louco, velho. Looping da loucura.
Lembrando que ainda não estamos em Ron City, né? Essa parte toda se passa num lugar aleatório lá dos Estados Unidos no hotel. Cadê o Recon City, velho?
Tem essa vagabunda desse zumbi que dá um gritão. Oh, >> os zumbis desse jogo, galera, digamos que assim, é uma mistura entre zumbi clássico e ganado do Resident Evil 4. Ele não é tão burro que nenhum zumbi clássico, mas ele não é tão esperto quanto um ganado, mas ele usa ferramentas, depois usa até arma de fogo, mas daí papo para depois e repete algumas frases que eles falavam quando eram humanos.
Eu gostei com a Grace, o negócio da faquinha quebrar e ser difícil continua que nem os outros jogos, né? Você não pode amolar a faca. É só, é só com o Leon que é bagunça.
Com a Grace é estou pelado sem nenhum item. Nessa parte aí dessa sala de Stark tem a mina que grita, o jogo faz para você gastar touda a munição e você torra tudo, mano. >> Mano, eu achei bizarro quanta pistola você acha com a Grace.
Tipo, já é que a terceira pistola que eu acho com ela, velho, é duas com ela e o revólver do Lon. É um arsenal ambulante, mas você acaba guardando porque a do Leon, que é a Heen, o revolvão, você mal e mal acha munição, então quando você vai usar, você pega ele. E as duas pistolas só muda o poder de fogo.
Uma é mais rápida, mas a munição é a mesma. Então você acaba guardando. E eu achei isso meio aleatório demais.
Podia dar 12, mas não. Você só joga de pistolinha com a Grace. E aí o jogo começa a ficar na pegada Resident Evil mais que a gente conhece.
Você tem que coletar três insígnias para passar ali na porta principal. E olha que legal, para usar as moedas e dar upgrade, você usa essas prateleiras, né? Não é uma gaiola nem nada, é uma pratelheira que você vai colocando as moedinha e aí você consegue pegar itens como um que aumenta a sua vida máxima, o outro que aumenta a estabilidade da arma Grace Treme Pochete.
E aí, mano, a gente é apresentado a um negócio que no começo eu não entendi [ __ ] nenhuma, que é um coletor de sangue. Você acha poças de sangue pelo mapa ou de inimigos específicos que você derrota e você pode coletar as tripas deles. Parece que é um vape, né?
Ela vai fumar um vape, mas daí depois eu entendi que é para você craftar os itens. Basicamente você junta o sangue com sucata, sangue com não sei lá o que e você cria os itens. É a matéria prima para craftar e é basicamente isso.
Só é um pouco confuso mesmo. E aí você acha umas amostras que você coloca numa máquina de DNA para você aprender essas habilidades. É mais complicado do que parece.
É de boa, só quiser inventar moda. Eu achei interessante. Do nada apareceu um monte de gente, eu só tinha cinco bala e eu fui introduzido ao novo nêmesis da área, que é esse gordão gigante.
Então não bastava o açogueiro, agora tem esse aí também. Depois eu fiquei sabendo que tem como você matar, né, ambos. O maiorzão dando injeção nas costas e o açogueiro dando tiro na cabeça com a Hecken.
Mas eu achei que não tinha como eu só fugir na minha play. Meio cagão, mas pelo menos não sofri muito. >> Será?
>> Eu voltei pra sala do save, tava tudo cagado, sem munição, eu não sabia mais o que fazer. E aí, nesse momento que eu entendi para que que servia o coletor de sangue, que até o momento ali nesse momento não tinha entendido, tava sendo ignorante, aí ficou um pouco mais fácil. Vitão, Vitão sabe de algo que a gente não sabe ainda com esse papo que a gente é escolhida.
>> Quero mexer no teu corpo. >> Explicações do final que vocês nem vão ver aqui, na verdade, nem na parte final, mas beleza. Na verdade vamos ver sim, eu acho.
Bom, eu não sei se a minha exploração foi das melhores, mas eu peguei todos os itens com as moedas de boa, o estabilizador e tá bom. Nesse nessa parte do trator eu caguei nas calças. Me assustei legal.
Eu nunca achei que eu ia achar um item tão bizarro Resident Evil como um pulmão. Eu tô carregando um pulmão comigo que eu achei na verdade num cofre de órgãos que eu tive que ler um manual para abrir. Bem louco, na verdade.
O que tá acontecendo? Eu tive que voltar um save, galera, porque eu fui introduzido aquela mutação do zumbi em que se você não taca fogo no corpo, na verdade não, se você não injeta uma injeção no corpo do zumbi que você matou e ele explode, depois de um tempo, ele tem uma transformação, vira um capeta e você gasta muita munição para matar. Então eu voltei o save e dei uma injeção no maluco.
Esse bagulho de ter que ficar injetando nos caras para explodir o corpo, você fica meio ansioso. Eu pelo menos, porque você não tem essa injeção a torce direito, então você não sabe, você mata muita gente, você não sabe qual que você tem que explodir ou não. É mais fácil você ter que voltar ao save e destruir o corpo certo do que ficar um por um fazendo o negócio.
Eu montei um cadáver simplesmente com coração e um pulmão e ele levantou. >> E aí, nessa parte do puzzle a gente tem que ler em Brile, a gente não sabe, então é a menininha. A menininha lá sabe ler em BR.
Nós vai precisar dela. E mais uma vez, velho, a Grace é cagona, velho. Meu Deus do céu.
>> Oi, meu chapa. >> Ah, bacana, né? O bicho que o L explode com o revólver, a Velia lá do capeta volta.
Então não adiantou muito. E quando a gente finalmente coleta as três insígnias para passar da parte ali, a Emily é capturada e a gente resolve ir no buraco atrás dela. E finalmente voltamos com o Leon.
Finalmente não. Na verdade é uma parte bem longa e muito boa. Velho, eu amo usar esse machadinho.
[ __ ] que pariu. Não repara o tamanho do inventário do Lon. Não tinha mostrado ainda.
É tipo do Resident Evil 4 remake, enquanto da Grace é três palito quadradinho ali, velho. Sabe o gordão que fica perseguindo a Grace? Na verdade, o irmão dele é isso.
A gente acaba enfrentando ele com o Lon. Parece que o trabalho mais sujo fica pro Lon. Apesar de que depois aquela velia lá você mata ela usando luz usando a Grace.
Mas enfim, tem essa boss barrel e do nada a gente tá no nos mesmos lugares que tava com a Grace lá na clínica de de reabilitação, lá na clínica de recuperação. Eu achei muito legal e suave essa transição que do nada tava lá e não tinha percebido. E aí eu entendi o esquema que é para jogar entre os dois.
É, algumas portas que com a Grace você nem tem a opção de abrir porque ela tá tipo quebrada, com machado do Lon você consegue abrir. E aí com o Leon você pega arquivos, tipo código de cofre que você vai conseguir usar só com a Grace, porque o Leon ele não interage com puzzle na maioria das vezes, tipo com o cofre. Então essa interação é bem legal.
Aí do nada eu tive ali um tutorial de spray no meio do jogo, mas tudo bem. Ah, é isso aqui. Ele é o tutorial para você usar o spray, né?
>> Abraço pro mago David Jones, amo você. E galera, as partes com Leon ali são muito curtas. A gente já volta a jogar com a Grace e até nesse momento você sente muito que a gameplay da Grace é bem grande e a gameplay do Lon ela é bem pequena.
E como Lon você nem tem medo de morrer o negócio de imaginação, faz sentido ser menor para não acabar sendo talvez enjoativo. Eu acho que até nesse ponto o equilíbrio foi muito bom. E até nesse ponto, galera, foi aonde eu gravei cena por cena e comentei com vocês até agora.
Então vamos pra parte da conclusão final. O que eu achei do game? vão rolar algumas cenas eh que não vão entregar spoilers pesados que eu gravei depois enquanto eu tava zerando.
Comentar um pouco da história de outras coisas que aconteceram, de como foi a fluidez de gameplay após isso e com spoilers mais pesados em 5 segundos. Então 5 4 3 2 1 Conclusão com spoilers. Vamos lá, pessoal, pro estilo mais clássico de revil.
O Renov coloca na pele da Grace e do Lon. A Grace é a Ashcraft, filha de Alissa Ashcraft, uma das protagonistas do Resident Evil Outbre Break. E o Leon, queridão de todos, né?
Protagonista do sucesso Resident Evil 2, Resident Evil 4 e uma cagada meio derrapante que foi Resident Evil 6. Uma coisa não dá para negar, desde que Resident Evil era um jogo meio podrão lá no Play 1, no primeiro, ele já tinha uma gameplay divertida e com o tempo isso só melhorou. Não tem como negar que a gameplay do Resident Evil 9 é extremamente divertida.
Ele te oferece dois estilos de jogo que mudam bastante consideravelmente de um pro outro. Parece outro jogo. Foi o que o Resident Evil 6 tentou fazer, oferecendo campanhas variadas, só que aqui eles acertaram melhor.
Com a Grace a gente tem uma gameplay focada mais em vulnerabilidade. Você fica com medo mesmo. Ela não se move tanta facilidade, ela tropeça, cai, a mira dela é mais nervosa, ainda mais se você tá jogando no modo FPS, dá para ver que ela treme mais que o Leon.
E a arma ela segura de uma forma meio deslechada, como se fosse o último recurso dela, né? Por mais de ser magento do FBI, que eu já comentei, ela é meio deslechadona e cagona, mas isso é bem legal. Ela é tipo um animal encurralado, mas que não cansa de tentar se defender.
A uma coisa que realmente senti falta foi o arsenal de armas dela, porque que nem eu falei, do nada você acha duas pistolas no jogo, aí tem revólver do Leon e é só isso. Mesmo depois ali que vão ter outras gameplays com ela, você não acha mais arma, velho. Só aprende fazer coquetel de ácido molotov.
Falando nisso, o sistema de desmembramento dos inimigos é bem legal. Você vai tirando, arrancando o pedaço deles, dá para ver o cérebro, você vai arrancando, é bem louco. E como tem o negócio do sangue, que também tem a ver com a gameplay de você coletar, essa parte ali ficou muito bem feita.
Mano, jaculam, velho, o bagulho é absurdo, velho. Sério, tipo, o jogo te dá tanta arma que você nem se preocupa muito com o que está coletando. Você pega os itens para trafitar, mas tá tipo, eu sou o Deus.
A movimentação dele é muito mais leve, responsiva, brutal. Não me impressionaria ele parar e injetar 5 ml de trembolona no braço. >> Isso é bom.
Todo o terror que você passa com a Grace, com o Leon é estilhaçado de forma brutal. Isso é um ponto positivo, mas também um tanto quanto negativo. Mas pro final tem parte com Leon que fica difícil, mas as primeiras horas ela é muito fácil, até na dificuldade clássica.
Quando você joga com a Grace, você pensa nos recursos, você se preocupa. O jogo ele é generoso com recursos com a Grace depois de certo ponto, mas com o Leon, velho, eles quiseram quebrar a tensão do jogo com as partes dele, o que deu certo de certa forma, mas de certa forma também às vezes não funciona muito bem. Outra coisa que é inserida do Lon lá pra metade do jogo é o painel de armas.
É bem legal você ganhar créditos e upar as armas, mas isso é meio que do nada apresentado no jogo. Eu acho que se fosse, né, poderia ter sido apresentado antes. Aí do nada você ganha uma pulseira que soma pontos.
Isso lembra para caramba. Resident Evil 6. É massa upar as armas e tudo mais, mas acho que poderia ter sido assim um pouco mais trabalhado do que simplesmente o jogo vomitar na sua cara um computador que faz upgrade de arma.
Ele tem toda a razão. >> A questão da câmera, eu tenho uma opinião polêmica, eu acho que o jogo não devia dar a opção de mudar. Eu acho que a Grace devia ser fixo FPS e o Leon fixo TPS, que é terceira pessoa, que é cada um pensado nesse modo.
Aí você vai falar: "Pô, Guzang, queria ver a Grace em terceira pessoa, os cabelo bonito dela". Tudo bem, a maioria das pessoas jogou todo o jogo em terceira pessoa. Até me senti meio tongoco de estar jogando em primeira pessoa e sofrendo mais, mas é isso que eu acho.
A ambientação do game, galera, é fenomenal nesse aí. os sons dos passos, o jogo te deu um botão de lanterna que você realmente tem que usar porque até com o brilho no máximo o jogo é escuro e o jogo é lindo pr [ __ ] Se você tem ali um computador melhor, você joga com Ray Trace no alto, o negócio assim é de cair o queixo. Até no console, né, o negócio fica muito bonito, >> bonito demais.
>> Você acende o isqueiro com o ray trace ligado, reflete no cabelo da Grace, o bagulho animal. E pessoal, a Capcom às vezes tem um certo problema em retas finais do jogo. E depois que nós chegamos e Ron Siri, que a gente chega lá, vai na RPD e tudo mais, o que você sentiu falta de gameplay com o Leon, que você achou que, tipo, tava muito curto, muita grace e pouco Leona, aí você joga uma parte bem grande com Leon de porrada pura.
E mesmo sendo divertido, acaba sendo uma das partes mais maçantes do jogo. Você coleta três itens e vai lá. Ele usa a pegada de exploração de cidade do Delest of Fuz, que você vai indo quarto por quarto, loja por loja.
É bem gostoso, não é ruim, mas vê o L subindo o prédio de moto foi um pouco demais pra minha cabeça. Até porque essa parte o jogo finge que você controla a moto. Na verdade você controla mais a mira, né?
A moto, ele vai sozinha. Os caras se emocionaram aí. Dava para ter dado uma segurada.
História, pessoal em ritmo de jogo. Aqui o spoiler vai ficar muito pesado. A história do Resident Evil sempre foi meio bagunçada também, né?
Não dá pr >> exigeir muito, mas mesmo assim a fraquia tem um um uma construção de história, um tom muito legal. Só que não tem como negar que no Resident Evil 9 eh rola uma confusão de linhas do tempo e com esses remakes que a Capcon criou, por exemplo. Por que que a RPD, a delegacia tá de pé ainda?
Sendo que no final do Resident Evil 3 a gente vê um Nuk destruindo a cidade toda. Tem horas que o jogo te puxa para jogos antigos, mas ao mesmo tempo te pede para ignorar coisas já estabelecidas no mesmo. Com uma delas sendo provavelmente a maior a redenção do Spencer.
Eu achava que o Spencer era o o Vitão Guidão no começo, mas o Spencer de fato aparece depois e o jogo meio que tenta amenizar a culpa dele, que ele tentou na verdade e reverter a cagada que ele fez, mas cara, ele é um dos maluco mais [ __ ] de toda a franquia naquela DLC de Resident Evil 5, em que ele fala que queria ser Deus antes do Esker enfiar um oco no rabo dele. Vou deixar o o nesse rabo. Ai >> e a Cherry infectada pelo Tivirus.
Ela não tem uma super regeneração, nível Volverine por causa do Givirus hatc. Mas assim como tem os pontos negativos, tem os pontos positivos. Lógico, a história poderia ser muito ruim.
A gam play ia continuar sendo ótima, mas não é o caso. A história é legal, mas tem esses esfubro bolado, mas tem partes bem escritas. O ponto mais alto é a história da Grace com a Emily.
Mano, não vou dar mais spoiler sobre isso, mas é emocionante. O jogo meio que acaba com essa parte da história do nada e segue pra frente, mas eu achei bem digno. A não ser que você jogue o pós crédito.
E uma coisa que é muito feita aqui nesse jogo é fan service, velho. Mano, muita fun service. É o começo lá, referência do Resident Evil 2.
Tem o rank, que não é o rank, é o, sei lá, um parente, uma referência dele. >> Será? >> Tem os leakers, tem a cena da loja de armas do Resident Evil 2, o Mr X, um clone do Esker que você acha que vai meter bala no [ __ ] dele, mas isso não acontece.
É a planta, as aranhas dos clássicos. Mas enfim, né, pessoal? Nem tudo é perfeito no final do dia.
Se o jogo te divertiu, é o que conta. E nesse caso, eu me diverti muito. Foi um tempo muito bem gasto.
O jogo ele não tem incheção de linguiça. Isso é legal. Vale a experiência que proporciona.
É divertido julgar, apesar de algumas estranhezas que ele tem que eu falei. Mas enfim, Resident Evil, como eu, como muitos de vocês, jogava desde criança e já não entendia nada da história, só tava preocupado em matar zumbi. O jogo é excelente.
Não sei se vocês esperam uma nota, mas a minha nota é do [ __ ] Então, pessoal, essa aí foi a minha opinião de Resident Evil 9. Eu adorei o jogo, me diverti bastante, preciso rejogar para pegar alguns detalhes só, tipo os tofu escondido. Me segue no meu insta que é a prafitas, cupom da growth.
As pranilhas e muito obrigado aí, Capcon, pelo game. Obrigado a vocês. Passem o feedback do que vocês acharam do formato.
Eu confesso que eu fiquei meio intimidado porque eu não costumo gravar review nem nada, mas tá aí o que eu bolei para vocês. Espero que tenham gostado. Um grande abraço do Guzang e até a próxima.
M.