vamos primeiramente estar aqui analisarmos a parábola do rico e Lázaro [Música] vem aí a masterclass de interpretação bíblica a Bíblia fácil de entender estude de uma forma simples e didática comigo e entenda textos difíceis compreenda e aplique a palavra de Deus na sua vida [Música] inscreva-se agora primeiramente como que nós provamos que isto é uma parábola tá nós temos três formas nós vamos analisar a perícope da passagem vou lhe explicar o que é isso os detalhes do texto e usando o princípio toda escritura ou total escritura toda escritura Então essas três formas aqui você pode
usar para compreender a parábola do rico e Lázaro primeiro perigo e o que que é perigo né Perigo é um bloco de um texto que trata de um mesmo assunto então nossas bíblias são divididas em capítulos e versículos para facilitar-nos né para facilitar no momento que vamos pesquisar encontrar os cargos do texto mas o fato de um texto começar num Capítulo de terminar neste capítulo não significa que se encerrou ali o assunto Tá então às vezes o assunto pode abarcar 2 3 4 5 6 e por aí vai sete capítulos então quando nós delimitamos o
início e o fim do assunto Isso se chama perícopeo seja um bloco de um texto que trata do mesmo assunto e quando você analisa analisa a perícia de Lucas 16 a nova 31 que é onde está a parábola do rico e Lázaro não tem como você não ver que isto é uma parábola porque é no capítulo 15 começa o relato tá nós sabemos quando começa e termina um bloco de texto ou uma perigo né quando muda-se a cena mudam seus personagens ou muda seu local né Onde está sendo discutido então nós vemos que este assunto
Cristo começa no capítulo 15 e vai até o capítulo 17 verso 10 e nesta perigo por este bloco de assunto Tá Cristo tá se utilizando de um recurso pedagógico que é o uso da parábola de parábolas para poder explicar sobre o reino de Deus para as pessoas Então nesse contexto nessa perícope da qual o relato do rico e Lázaro faz parte tem a parábola da ovelha perdida a parábola da Dracma ou moeda perdida parábola do filho perdido o filho pródigo parábola do administrador Infiel e parábola do rico e Lázaro não é uma lógica queridos em
nós crermos que os quatro relatos iniciais são parábolas e o último não é A não ser que o contexto indicasse isso aí tudo bem é possível acontecer isso mas nessa período que isso não acontece neste bloco aqui de texto você percebe que o recurso pedagógico de Cristo é o uso de parábolas né então não há um porquê de eu dizer que o relato do rico e Lázaro ele é literal e ao mesmo tempo eu dizer que a parábola da ovelha perdida da dracma perdida Filho Pródigo administrador Infiel não são parábolas literais ou tudo aqui é
literal Neste contexto nessa perigo pior nada literal é muito mais fácil quando analisamos esta perícope aqui ou esse bloco de texto né que começa no capítulo 15 vai até o capítulo 17 verso 10 Quando ali Jesus muda já é o cenário as pessoas com quem ele fala né então é muito mais fácil você concluir que esse relato é uma parábola quando você o Analisa dentro do bloco de texto do qual ele faz parte tá e parábola é uma amarração fictícia usada para ensinar uma lição moral espiritual Então você nunca pode de acordo com as regras
da interpretação bíblica da hermena e última você não pode em nenhum momento é interpretar detalhes das parábolas os detalhes são o pano de fundo para destacar a lição principal tá Então primeiramente Quando analisamos a perigo pelo bloco de texto já vemos que é uma parábola analisando os detalhes da parábola Nós também conseguimos perceber que é realmente um relato simbólico por exemplo no verso 23 o céu e o Hades no grego que na nossas bíblias são traduzidas por inferno não é o céu e o inferno são vizinhos então se você interpretar como uma como um ensino
de Jesus sobre o que acontece após a morte você vai ter que assumir que o céu e inferno são vizinhos isso o céu e o inferno são vizinhos imagine a cena uma mãe foi para o céu ok foi salvo em Jesus mas aquele filho rebelde não quis aceitar a Jesus e nem o momento da vida e ele se perdeu aí todos os dias durante a eternidade toda esta mãe pelo fato de o inferno ser vizinho do céu ela pode infelizmente ver o seu filho sendo atormentado nas Chamas do inferno então você vai ter que aceitar
isso como literal se você aceitar esse relato como literal que o céu e o inferno são vizinhos ao ponto de as pessoas poderem conversar enxergar em umas as outras mesmo que não possa se passar de um lado para o outro mas pode falar pode dialogar porque é muito próximo são próximos o céu e inferno nesta parábola no verso 24 você vê que ali não é uma alma que está aliciada e depois vou explicar o porquê que Cristo utilizou esta crença Popular tá você vê ali no verso 24 que é mencionado um corpo não uma alma
porque porque o rico que está ali na no inferno de acordo com a parábola ele tem sede e ele pede para que Lázaro né o mendigo que foi salvo pede para aquele mole a ponta do dedo veja não é um espírito é uma coisa é algo encarnado não é uma um espírito desencarnado pede que ele molha a ponta do dedo em água e refresca a língua dele Então você percebe o céu e o inferno seria um vizinhos ao ponto de um corpo pegar um pouquinho de água e lógico na hipótese deste homem rico aqui não
é pingar um pouquinho de água na língua dele óbvio que isso não é possível né é uma parábola e Cristo não está ensinando isso mas você vê que aqui está é um corpo no tormento no inferno não é uma alma desencarnada tá então você não vê a alma aqui seria o corpo no verso 25 você vê uma salvação pelas obras o rico foi para o inferno porque era rico e o Mendigo foi para o céu porque era mendigo é mendigo Então veja Não tem lógica salvação pelas obras contra desfrontalmente Efésios 289 e qual é a
principal lição da parábola versus 27 a 31 ali Jesus ensinam que entre outras coisas que se você e eu quiser conhecermos o plano de salvação e ser salvos precisamos ouvir a Moisés aos profetas ou seja aceitarmos o antigo testamento como regras de fé e prática Ok então esta é a lição Então os detalhes apenas um plano de fundo para destacar a lição principal tá então nós analisamos a perícope analisamos os detalhes E aí por último o princípio toda escritura ou toda a escritura quando você ler esses textos aqui você percebe que realmente o relato tem
que ser uma parábola primeiro Eclesiastes 9 verso 5 6 e 10 ensina que a morte é um estado de inconsciência a pessoa não sente amor não sente ódio não sente inveja Então não é possível a pessoa estar consciente na morte se ela não tem nenhum desses sentimentos Ok Apocalipse 21 4 diz que Deus vai secar dos olhos os justos toda lágrima não tem como isso se cumprir se uma mãe por toda eternidade pode presenciar o filho sendo atormentado no Lago de Fogo pelo fato de esses dois lugares serem vizinhos esse texto não se cumpriria outro
detalhe Mateus 25 31 e 32 claramente mostra Você pode ler até do 31 A 46 que é o ideal que o lago de Fogo o juízo final será após a volta de Cristo então enquanto Cristo não voltar não existe um inferno atormentar os índios Eles serão jogados num lago de fogo depois do milênio Como diz Apocalipse 20 verso 10 tá teste ele poderia acrescentar aqui Apocalipse 20 7 a 10 é depois da segunda vinda de Cristo tá depois do milênio que ocorre aqui o apocalipse 19 11 a 16 fala da segunda vinda de Cristo tá
e Apocalipse 20 fala aqui depois do milênio que o lago de fogo é aceso tá e Apocalipse 22:12 Jesus fala assim né que ele vem que ele vai voltar para dar a cada um segundo as suas obras ou seja recompensa não é por ocasião na morte a recompensa o castigo é após a segunda vinda tá então utilizando este princípio nós obviamente não temos como crer que Lucas 16 não é 31 seja uma história real é uma parábola e aí nós temos aqui é um comentário interessante que eu quero mostrar aqui para você tem uma outra
forma não é de nós analisarmos nós íamos a perigo que os detalhes da passagem usamos o princípio toda escritura e agora vamos ver alguns comentaristas evangélicos que mesmo é aqui esses que eu utilizei talvez talvez nenhum cria na imortalidade da alma não me recordo agora Talvez o Osbourne Creia mas não tenho ainda certeza mas os demais não crêem Então você tem que ver aqui uma coisa interessante ó George Lead que é um erudito eles assim provavelmente tenha sido uma parábola que fez uso do pensamento judaico corrente e não teve a intenção de ensinar nada sobre
o estado dos mortos Então tinha uma história corrente naquela época muito parecida com este relato E aí Cristo utiliza-se desta crença Popular para poder ensinar uma lição moral Aleandro porque que Jesus se utilizaria de uma coisa assim Se fosse mentira veja ele não usou no mesmo contexto na mesma pericup a parábola do administrador Infiel Então quer dizer que Cristo está estimulando a desonestidade Não ele está pegando eventos do dia a dia crenças do dia a dia mesmo sendo distorcidas não para apoiá-las mas para se virem de pano de fundo para lição moral que ele quer
passar ou seja aceite além de Moisés Nos profetas é Garanta em Cristo A sua salvação enquanto tiver vivo outra lição né não é o fato de alguém ser rico ou pobre que vai determinar se ele vai para o céu ou não porque a salvação não é pelas obras Então são lições que nós extraímos da parábola esse outro comentarista aqui por exemplo a parábola do homem rico né acrescentar aqui do homem rico e Lázaro é tomada muitas vezes como prova de um inferno compartimentado porém semelhante tipo de doutrina não se encontra no ensino de Jesus em
Lucas e na verdade em nenhuma outra parte das escrituras logo a ambientação do inferno é algo específico da parábola e não Dogma E isso não deve ser forçado no texto em demasia isso está no livro dele a espiral hermenêutica num livro excelente de interpretação bíblica publicado pela Editora é vida nova tá E aí ele dá um argumento também aqui para refutar uma crença que é a seguinte bom o relato do rico e Lázaro tem que ser literal porque há um nome próprio para uma pessoa que é no caso mendigo chamado de Lázaro só que isso
não é argumento válido né olha o que que o próprio diz aqui alguns tentam resolver isso argumentando que se trata de uma narrativa histórica uma vez que a única parábola nomeando o personagens entretanto ela começa precisamente com a parábola anterior a Lucas 16:18 havia um homem rico que e é Lázaro o nomeado em vez do homem rico pois um nome dá um significado a pessoa encontraste com o homem rico que não tem nome portanto não tem uma significação ali na parábola e Lázaro quer dizer Deus ajuda um tema importante da parábola então ele explica o
fato de não ter de ter nome não significa nada simplesmente não significa que é um relato literal simplesmente mostra que o destaque está no homem que foi para o céu e não no homem que foi para o suposto inferno e aí um outro jeito evangélico chamado craigner ele diz assim a história se Assembleia a uma parábola rabínica de data desconhecida ou seja dos rabos de Deus não é que já haviam sido influenciados pelo helenismo grego exceto o fato de que na segunda o homem abastado fez uma boa ação e conseguiu entrar no reino vindouro na
história de Jesus porém o rico permite que outros passem fome enquanto ele vive no luxo então Cristo pega uma parábola rabínica de data desconhecida Muito provavelmente e inverte né enquanto na parábola rabínica o rico tinha o favor de Deus Jesus inverte e coloca o mendigo como tendo o favor de Deus tá então é importante você utilizar desses meios para entender o relato do Rick e lastro vem aí a Master Class de interpretação bíblica a Bíblia fácil de entender estude de uma forma simples e didática comigo e entenda textos difíceis compreenda e aplique a palavra de
Deus na sua vida [Música] e amigos eu tenho um recado muito importante para vocês eu vou realizar uma masterclass de interpretação bíblica eu fiz esse evento uma vez na vida alguns anos e agora eu vou fazer de novo então se você quiser participar inscreva-se vai aqui na descrição do vídeo inscreva-se no link coloque quando se abrir esse link Você coloca ali o seu e-mail seu WhatsApp Porque aí eu poderia avisar você com antecedência de quando será esta masterclass eu estou preparando um e-book para dar a você de presente então vai ser muito importante que você
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