Gravando. Deixa eu liberar o som de vocês. Som tá liberado. Muito bom. Vamos que vamos. Então, vou projetar aqui, vocês me confirmam se vai projetar para vocês, tá bom? Projetou, pessoal? Tá aparecendo a tela para vocês aí? Muito bem. Então, vamos que vamos. Hoje a gente vai falar um pouquinho da autoestima, né? um ponto muito importante para nós. Então, a gente vai observar a Autoestima. Vamos só ver se tem algum recadinho aqui, se eu não vou esquecer do a dos apretimentos, pessoal. Agida de janeiro tem alguns horários ainda, tá? Mas tem poucos. Então, quem quer
passar por atendimento, aproveita para já agendar, para não ficar muito longe o atendimento de vocês. Bom, então dezembro tá fechada a agenda, né? fechada porque já esgotou as vagas. Janeiro tem algumas vagas ainda, então aproveita, tá bom? Pois quem quiser Saber informações, só mandar o WhatsApp pra gente. Qualquer dúvida que vocês tiverem passa para nós. Bom, quem nunca foi, quem nunca passou por atendimento, não sabe como é que funciona, manda o WhatsApp que a gente explica tudo certinho, tá? Eu sempre vou avisando antes porque depois vocês ficam bravos que não tem horário para atendimento, tá?
vocês brigam comigo, mas eu não posso fazer nada, por isso que você improvisando antes, combinado? Então, Então hoje a gente vai falar da autoestima. Vamos autoestima, pessoal, muito importante, porque se a gente olhar, se a gente tiver uma boa autoestima, a gente já deixa de fazer um monte de besteira, não é verdade? Se eu tiver amor próprio, se eu tiver autoestima, a gente não se alimenta de maneira errada, né? A gente não não participa de algum trabalho que não é da nossa Essência. Então, se a gente se amar, se a gente tiver olhando para essa
autoestima, a gente já tá livre de vários probleminhas que a gente vai arrumar pra cabeça, ok? Vamos olhar um pouquinho para isso hoje, né? Você não vem ao mundo para provar o seu valor. Isso a gente escuta muito, não é? Tem que provar o seu valor. Não tem que provar nada. Porque a partir do momento que eu observo que eu tenho que provar Algo a alguém, eu já me coloquei em segundo plano, não é verdade? Então, se a gente olhar a autoestima, pessoal, escrevam aí uma uma pergunta para para vocês eh refletirem assim. Pelo menos
era uma pergunta muito difícil para mim. Nunca conseguia responder essa pergunta. Quem sou eu? Não, eu, Carlos, né? Quem é cada um de vocês? Quais as suas qualidades? Se questionem rapidamente. Isso. >> Professor Carlos. >> Sim, pode falar, Sandra. >> O seu microfone tá muito ruim, quase não dá para te escutar. >> Tão me escutando, pessoal? Então, pera aí, deixa eu >> agora. Agora sim. Parece que quando você fica mais próximo dele, a voz fica melhor. Tudo bem. Eu tô aí também. Tranquilo. >> Então tá. Eu só vou desligar o ar aqui, Talvez está dando
eco. Pera aí. Aí, pelo menos para mim aqui ficou mais silêncio agora. Eu não fico brigando com o ar, tá? Se ficar longe a voz, avisem que aí eu venho um pouquinho mais perto do microfone, tá bom? Muito bom. Então, vamos lá. Se questionem aí, ó. Quem sou eu? Quem é a Cléo? Quem é a Giselda? Quem é o Denilson, né? A Sandro. E quais são as minhas qualidades? Vocês conseguem escrever isso? Quais as qualidades que vocês têm? Para mim era muito difícil escrever isso, né? Falar de nós mesmos, às vezes a gente trava, não
é? Se eu não consigo falar de mim mesmo, aí eu já encontro um um pontinho de desequilíbrio. Por que que eu não consigo falar de mim? Por que que eu não consigo encontrar, pontuar as minhas qualidades? Isso aí a gente já tá observando a outam porque você não Sim, pode falar, >> mas pode acontecer de não conseguir responder quem sou eu, mas consegue reconhecer qualidades. >> Pode, pode, pode acontecer, mas podemos refletir o que que me impede de escrever quem sou eu? Então eu tô aqui perguntando porque dá uma coisa bem branca assim, cor de
gelo mesmo. >> Eu sei, eu sei, eu sei. Mas >> isso acontece, vai se questionando um pouquinho por dia. Quem sou eu? Que aí é O autoconhecimento. Eu tenho que me conhecer. >> Gratidão. >> Porque se eu falar para vocês assim, ó, quais são os seus defeitos? vocês vão fazer uma lista gigante. Pelo menos para mim era muito mais fácil apontar os meus defeitos do que minhas qualidades, né? Pelo menos para mim, tá? Não que é uma regra. Hum. Mas essa pergunta ajuda a gente ir pro autoconhecimento pra gente começar a se observar, porque às
Vezes a gente observa todo mundo e não nos observa. E a gente vai entender um pouquinho essa noite. Se eu não me observo, o outro não vai me observar. Se eu não me valorizo, o outro não vai me valorizar. Se eu tenho uma autoestima baixa, eu vou encontrar, eu vou emaranhar, vou me conectar, vou entrar na frequência de pessoas que vão baixar ela mais ainda. Então isso é um é o autoconhecimento, Escrever. Aprendem aprendem conversar com vocês, né? Quem sou eu? Quais minhas qualidades, tá? Então, olha lá. Você não veio ao mundo para provar o
seu valor. Você veio ao mundo para lembrar dele. O seu valor já tá com você, né? Se você veio ao mundo, você já é pessoa mais importante para você. Só que a gente tem que lembrar disso, não provar. Não tenho que provar nada para ninguém. Eu tenho que lembrar para mim mesmo, Né? O Carlos tem que lembrar quem ele é, né? O Carlos tem que lembrar qual é o propósito dele. O Carlos tem que estar atento com ele mesmo, não com os outros. Eu vou amar os outros, lógico que vou, mas eu tenho que me
amar primeiro. Então eu tenho que aprender a me olhar. E aí a minha autoestima começa a ir quando eu tô me olhando. E é óbvio que quando a gente se olha, pessoal, a gente vai achar defeitos que Tá tudo bem. Os defeitos dá pra gente arrumar, não é isso? Os defeitos podem trazer ensinamentos para nós. E o que que é defeito? Defeito são as minhas crenças que tá pontuando o defeito. São os meus pensamentos que tá me fazendo pontuar um defeito em mim. Mas é que a gente perde essa essa visão que a gente já
é perfeito, que a gente vier nos seres perfeitos. Eu tenho que lembrar disso. OK. Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. Escuto bem aqui. Atualmente, ó, atualmente consigo ver as minhas qualidades. Perfeito. Sempre que fizemos essas colocações, apontar as próprias qualidades, éramos chamados de arrogantes, exibidos e não é isso? Então, eu não posso ver as minhas Se vejo as minhas qualidades, eu sou arrogante. Se eu vejo os meus defeitos, eu sou humilde. Mas eu tenho que tenho que olhar para mim, né? Se alguém me elogia, eu tenho que acolher esse Elogio. Não preciso gerar
prazer nele, mas acolher o elogio eu preciso, porque o outro tá me vendo, né? E tá tudo bem ser visto. Então, reflita um pouquinho, ó. Você não veio ao mundo para provar o seu valor, você veio para lembrar dele. O valor já tá aí dentro. Bom, vamos ver no reflexões no chat aqui, ó. Acho importante também não só ver as qualidades e defeitos, mas os nossos Limites. Até onde posso ir sem me machucar para agradar os outros. Perfeito. Aí, aí a gente tá falando do amor próprio. Até onde eu vou, né? Onde até onde eu
vou ajudar o outro, eu vou estar com o outro, mas sem explorar os meus limites. Perfeito. E se eu observo os meus limites, eu tô observando o amor próprio. Se eu tenho amor próprio, eu vou observar a autoestima. Que a autoestima não é arrogância. Ok, Muito bom. Vamos dar um passinho aqui. Perfeito. A vida não te quebrou. Foram os momentos em que você deixou de se de se reconhecer. Então, quando a gente fala em autoestima, pessoal, a maioria das pessoas não tem autoestima, tem uma baixa autoestima, não é isso? Tô falando que todos, mas a
grande maioria observa mais pro lado da baixa autoestima. Não dá. >> E às vezes a gente pontua: "Não, a vida que tirou a minha autoestima". Não, não foi a vida, foi a vida que te tirou. A gente, a gente vai falar um pouquinho disso, né? Foram os momentos em que você deixou de se reconhecer, os momentos que você não se reconhece. E quando você não aceita o elogio, você não se reconhece. Você não reconhece o seu valor, você não reconhece suas qualidades. Você não reconhece quem você faz, quem quem Você é. Você olha os seus
defeitos, as coisas erradas, mas e as coisas certas. E a gente tem um pouco essa mania, não tem? Às vezes eu converso com pessoas assim, Carlos, eu tô 20 anos num relacionamento. E você acredita que é 20 anos de sofrimento? Será que é 20 anos de sofrimento? Ou você só tá olhando o lado ruim desse relacionamento? Será que realmente você ficou 20 anos Num relacionamento ruim? Não teve parte boa ou você não lembra das partes boas? Ou foi tanta coisa ruim que que escondeu a parte boa? Mas teve parte boa. É que a gente tem
essa mania, essa maniazinha de potencializar o negativo e a gente faz o mesmo conosco, né? a gente potencializa os defeitos e não as qualidades. Vamos ver aqui, ó. Ninguém perde autoestima de uma vez. Isso é importante. Ninguém perde autoestima de De uma vez. Ninguém nasce sem autoestima. Ou Carlos, com 10 anos eu perdi a minha a minha autoestima de bate pronto. Não, não é de uma vez. É uma coisa que você vem minando, você vai escondendo. É. Lembra quando quando a gente falou que nós somos luz? A luz já tá em nós. A gente não
apaga a luz. A gente vai escondendo de cima a mesma coisa. A gente vai escondendo a cima de nós e a gente vai aprendendo algumas coisas. É arrogante, não pode falar. Cuidado com o outro inveja. Tem o medo da inveja. A inveja a gente elimina, não é? A inveja a gente elimina. Agora, se eu for me esconder com medo da inveja, eu não tenho autoestima. Tenho medo. Ela escapa devagar nos dias em que você tem nos dias que em que você tentou ser bom e não bastou. Nas vezes que buscou o colo, encontrou Silêncio. Nos
momentos em que em momentos em que deu tudo e não recebeu nada. A partir dali você não deixou de amar o mundo. Você deixou de amar assim. Então, é nesses pequenos momentos que a gente vai minando a nossa autoestima. Então, olha lá. Nos dias em que você tentou ser bom e não se bastou. Quando você tenta ser bom, quando você força a ser bom, percebe que você já tem um probleminha com a sua autoestima. Aí, Por que que você tentou ser bom? Por que que simplesmente você não foi a sua versão, foi quem você é,
porque você já tava buscando algo da onde? De fora de você. E aí quando a gente entrega esse poder pro outro, quando a gente entrega o poder de nos validar a mão do outro, aí ferrou, porque eu tenho que me validar, não o outro. Mas se eu espero a validação do outro, se eu espero o acolhimento do outro, aí que eu coloquei A minha vida em cheque mat, porque pode vir como pode não vir, não é isso? Então, a aonde tá o nosso desequilíbrio aqui? o esperar algo do outro, esperar a validação dos pais, esperar
a validação dos professores, depois eu espero a validação do companheiro ou da companheira, depois eu espero a validação do chefe. Pode ser que essa validação não venha, só que aí eu vou me inferiorizando, vou Me colocando em segundo lugar, né? Nas vezes que buscou o colo, encontrou silêncio, mas fui buscar o acolhimento no outro. Às vezes eu vou buscar o colo do outro porque eu não me dou colo, não é isso? Eu não me dou colo porque eu me julgo. Então eu vou correr buscar o colo do outro. Eu quero que o outro passe a
mão na minha cabeça porque eu não consigo me acolher, Que eu não me entendo, eu não me conheço. Olha como é importante essa essa perguntinha. Quem sou eu? Eu tenho que me conhecer. Não necessariamente eu preciso responder isso. Ele debate. Pronto. Mas todo dia eu posso responder um pouquinho disso. Quem quem é o Carlos hoje? Quem no momentos em que deu tudo e não recebeu nada. Quando a gente espera do Outro de novo, todo o problema tá a hora que eu esperei do outro, pessoal, a gente se colocou em cheque mais porque pode não vim.
Se eu não me amo e busco o amor do outro, tá desequilibrado. Se eu não me acolho, busco o acolhimento do outro, tá desequilibrado. Se eu não me protejo busco a proteção do outro, tá desequilibrado. Isso a gente vai aprendendo desde pequenininho, não é? O filho cai, você já vai lá desesperado E levanta. Deixa o filho levantar. Se o filho pedir ajuda, você vai? Ele vai levantar. E agora ele tá aprendendo que ele é suficiente. Ele consegue levantar, né? Acho que eu já falei isso. Se eu peço pro Noa fazer uma coisa e não dou
o tempo dele para ele fazer, sei lá, filho, põe o o copo ali em cima e não espera ele tentar pôr o copo e pego da Mão dele e já põe. Eu tô falando para ele o quê? Você não consegue pôr o copo em cima. Mas eu tenho que esperar o tempo dele. Ele vai conseguir pôr aquele copo. Pode ser que demore um pouquinho porque ele tá aprendendo, mas ele consegue pôr do jeitinho dele. Tá tudo bem. Agora, se eu já vou e antecipo, eu tô tirando a a firmeza dele, eu tô tirando a capacidade
dele, ele vai começar a buscar para fora. Se ele não se sente capaz, ele vai buscar para fora. Se ele não se protege, ele busca proteção no outro. Não é assim? E ele tem que aprender a se proteger no tempo, porque eu não vou estar 24 horas do dia do lado dele. Ele tem que aprender cair, aprender a a levantar e tem que E aí tá trabalhando também ao cima dele. Ele cai, ele levanta. Ele cai, ele levanta, né? Ó no chat para nós lá. A autoestima é se Aceitar e não esperar do outro para
ser feliz. É manter o equilíbrio, não julgar o outro, não se julgar, manter o equilíbrio. Perfeito. É você com você, caros. A gente vive em sociedade perfeito. Mas o primeiro relacionamento mais importante é qual? Eu, >> Carlos. >> Então, quando a gente olha um pouquinho o sistema circulatório, né, as doenças do sistema circulatório, vocês aprendem Isso nos cursos, né? Então, os momentos ruins de relacionamento é o que vai danificar, adoecer, desequilibrar o nosso sistema circulatório, que vai adoecer a veio, o coração, sangue, assim vai. Só que quando tem uma doença no sangue ou na produção
desse sangue, qual relacionamento tá em jogo? o relacionamento eu comigo mesmo. Quando eu tenho um desequilíbrio no relacionamento eu comigo mesmo, é onde eu vou alterar a produção de desse Sangue, que é o início de tudo. O relacionamento com os outros são os outros órgãos do circulatório. O sangue já tá pronto fazendo troca nos órgãos. Perfeito. Mas a produção do sangue tá iniciando aonde? No relacionamento eu comigo mesmo. Só que se eu não sei relacionar comigo, eu começo a desequilibrar e meu corpo vai reclamar. Pode falar, Regina. >> Oi. Eh, Carlos, quando eu faço as
coisas com prazer, sem sentir peso naquilo que Eu tô fazendo pelo outro, isso é ter uma autoestima alta >> quando eu faço pelo outro. >> É, mas eu sinto prazer em fazer, eu sinto uma satisfação, >> eu me sinto gratificada por isso. >> Se questiona assim, ó. Se você tiver dependente em fazer pelo outro, significa que esse prazer já extrapolou e virou uma dependência. Ou se eu estiver esperando algo do outro, se eu faço por amor, mas se não Vem da outra parte, eu eu sinto, eu me desequilibro, Carlos, eu faço e se não vier
da outra parte, tá tudo bem. Eu tô fazendo por amor. E aí eu posso fazer outra pergunta para mim assim, ó. O que eu faço pro outro, eu faço para mim. O que eu faço pro outro, eu também faço para mim ou não? Posso perguntar para mim mesmo como terapeuta. Passo 16 horas por dia Fazendo atendimento. Eu me atendo, eu tenho um tempo do dia para me atender? Não, não tenho. É só pros outros tem. Então quer dizer que eu não me amo, não como deveria amar. Se eu tenho 16 horas do dia pro outro,
por que que eu não tenho duas para mim? Percebe? >> Entendi. >> Carlos. Mas o você tá trabalhando paraa sua família e e para mim. Família já é o Outro, certo? O filho é o outro, a esposa é o outro. Mas e eu? Então posso me questionar o que eu faço pro outro? Eu faço para mim? Faço. Carlos. Então tá bom. Então você se ama, você tem uma Não, Carlos, o que eu faço pro outro eu não faço para mim. Eu faço mais pelo outro do que para mim. Aí eu tenho um probleminha de autoestima.
Por que que eu não tô fazendo para mim? Não preciso fazer só para mim, mas Também não preciso fazer só pro outro. Tem que buscar esse equilíbrio. O que a gente escreve esse pequeno amar ao próximo como a si mesmo. Esse é esse é o grande ensinamento da vida, não é? Vamosar o próximo como a si mesmo. >> Ô Carlos, >> sim, pode falar. >> Boa noite. É uma pergunta. O colesterol elevado tem a mesma lógica do sangue que você falou há pouco? >> Não. O colesterol elevado começa lá no Nosso digestório. Tem a ver
mais com a parte material, com a parte financeira, com o trabalho, porque o desequilíbrio começa lá no digestório. Ele vai afetar o circulatório, né? Mas ele ele não inicia o desequilíbrio no circulatório. O circulatório é só uma consequência. >> Ah, tá. >> Ok. Tipo um >> fugiu o nome para mim aqui. O circulatório é um dano colateral, digamos. >> Ah, >> desequilíbrio primário tá lá no digestório. Tá. >> Tá. Obrigada, cara. >> Imagina. Tranquilo aqui, pessoal. Então, olha lá. A partir dali você não deixou de amar o mundo e o mundo não deixou. A vida
não não deixou de amar você. Você deixou de amar a si mesmo. A vida continua te amando do mesmo jeito, porque ela não te julga. Você se julga, a vida não. E aí você vai querer jogar a culpa na vida, mas ela não tem culpa. Ela não pode agir porque ela também confia em você. A gente falou um pouquinho disso nas outras aulas. Quando a gente fala, você tem que confiar na vida, a vida também confia em você. Ela ela não vai agir para você. Você que vai ter que agir. OK. Pergunta para reflexão. Ó,
quando você Parou de acreditar que era digno de ser visto? Que momento da sua vida você parou de acreditar que era digno de ser visto? Na infância, na adolescência, na vida adulta. Depois tenta pontuar a idade, depois tenta pontuar o acontecimento. Não vai ser um acontecimento. O que que foi acontecendo que você parou? né? Parou de observar que você é digno de serviço, porque se você tá aqui, você é para serviço. Só que você tem que se Ver primeiro. Antes do filho, antes da esposa, é você. Combinado? Tranquilo até aqui. Deixa eu ver no chat
se eu pulei alguma coisa aqui, ó. Aqui já foi. OK. Manter o equilíbrio. Perfeito. É ter autoestima em equilíbrio, ó. Perfeito. É isso aí. Muito bom. Vamos dar um passinho aqui, ó. A dor não, foi, Isso é importante, pessoal. A dor não foi o que fizeram com você. A dor não é o que fizeram com você. A dor foi o que você acreditou sobre si depois disso. O outro não pode interferir na sua felicidade. O problema é o peso que você põe no que o outro falou, no que o outro fez, no que o outro
deixou de fazer. O problema todo tá no peso que você vai colocar aquela atitude do outro. O pai gritou comigo, tudo bem. Agora o peso que eu coloquei nesse grito que tá Aí que tá a dor, aí que tá a parte negativa. Carlos, a esposa me traiu. É só um movimento, é só uma escolha dela. Toda a dor vai vir no que você colocar de peso sobre essa traição. Como você observa isso? Meu peso é a gente que põe, porque o outro não tem o poder de me deixar infeliz. O outro não tem poder de
balançar a minha autoestima. Eu só eu consigo esse poder. Porque a informação que eu recebo do outro, ela é negativa, mas a informação que eu gero é muito mais poderosa. O outro não consegue te deixar infeliz. Você que se torna infeliz de acordo com a observação que você tem daqueles daquela história que aconteceu, de acordo com o peso que você pôs naquela história. Que esse peso o que que vai determinar? as informações que já estão na sua consciência. Por isso que eu bato nessa tecla. Se você não Limpar o porão da sua consciência, vai ficar
difícil de mudar sua realidade. Quando vocês vêm para curso, eu bato isso o curso inteiro. Se não limpar, vai ficar difícil, porque é ele que você usa para fazer as suas escolhas. É ele que você usa para pôr peso nas coisas. A sua escolha, você acha que é consciente, mas não é, porque a maior parte da sua consciência é inconsciente. 95% do seu porão, você não lembra, só Que ele tá lá gerando suas escolhas. Então, se você não limpa o porão da sua consciência, se você não vai para dentro da sua consciência, não elimina as
emoções, os pensamentos negativos que você já tem lá dentro, vai ser difícil você mudar sua realidade, porque você vai usar as mesmas informações para fazer escolhas que você acha que é diferente. Você vai escolher do mesmo jeito. Então isso é muito importante. Então, Olha lá, a dor não foi o que fizeram com você. A dor foi o que você acreditou sobre si depois disso. Como você se observa, Carlos? Mas o irmão me, o professor me chamou de burro. Ah, você se sentiu burro? Senti. Esse é o problema. O outro pode me chamar de burro que
ele quiser. Não precisa concordar. Não, professor, eu não sou burro. O senhor ensinou de uma maneira que eu não Consigo aprender. Ensina de outra. Função dele é te ensinar. Se o professor não consegue ensinar todos os alunos, ele também tem um uma culpa nisso. Mas agora ele te chamou de burro. Pode chamar. Agora você tem que entender o que que você sentiu quando o professor te chamou de burro. Carlos nada. Isso é um problema dele. Então tá tudo bem. Não, eu me senti burro, eu me senti limitado, eu não consigo aprender mesmo. Agora você tá
destruindo a sua autoestima. Agora você tá destruindo a sua autoestima. Se o filho chuta a bola errada. Aqui em Campinas a gente fala pena a bola no vizinho, né? Quando o filho chuta, a bola cai lá no vizinho. A gente fala que é penou a bola. Não sei se no Brasil inteiro é assim que fala. Mas se eu olho pro filho e falo: "Você não sabe jogar bola, você é ruim de bola". Ele vai gerar informações. Ele pode estar nem aí para mim, mas se ele gerar informações, eu tô quebrando. Ele tá se quebrando em
cima da minha observação. Eu falar que ele é ruim de bola não é para afetar ele. Agora se afeta é porque ele já tem a inferioridade na consciência dele. Porque ele pode vir lá para mim, falar: "Pai, eu não sou ruim de bola, eu só tô aprendendo agora. O senhor tem 50 anos e não sabe Chutar bola. Então acho que o senhor que é o ruim de bola não sou eu, tem três, tem quatro. Aí é uma pessoa equilibrada, não deixando o negativo entrar na consciência dele. Agora se ele vai, se ele já tem essa
inferioridade dentro dele, ele vai minando, ele vai minando, ele vai minando. Daqui a pouco ele não é, não tem nada de autoestima. Aí, aí todo mundo faz o que quer com ele. Concorda? Se eu não tenho uma uma autoestima forte, todo mundo faz o que quer comigo, porque eu vou aceitando, né? Porque eu vou pegando migalhas aqui, migalhas ali. OK. Então, vamos dar um passito a mais aqui, ó. Autoestima não nasce do olhar do outro, ela nasce do que você sente quando acredita que o olhar do outro te defende. Não é o olhar do outro
que vai destruir Sua autoestima. É o que você sente pelo olhar do outro. Foi o que a gente estava falando aqui, Carlos. Ele me ele me olhou com superioridade. Você que tá achando isso. Ele pode olhar da maneira que ele quiser. Ou aí dentro que vai gerar o negativo. O outro pode me rejeitar o que ele quiser. O negócio é eu me sentir rejeitado ou não. Concorda? O outro pode me rejeitar, mas se eu não Me sinto eh rejeitado, tá tudo bem. Às vezes eu nem percebo que ele tentou me rejeitar, mas se eu tenho
essa rejeição já dentro da minha consciência, ele pode falar com o maior amor do mundo, eu vou me sentir rejeitado. Você não sofreu porque não foi visto. Você sofreu porque concluiu. Se não me viram é porque não sou o suficiente. Essa conclusão você que tomou. Isso aconteceu comigo, pessoal, em um Dos cursos do de formação com Sérgio, que eu fui no curso, não sei, não era o meu meu curso, eu fui lá, não sei por, acho que ia ter al ia ter alguma aula, eu conhecia poucas pessoas, eu fui entrando e fui e cumprimentei. Aí
veio uma aluna do curso e falou assim: "Carlos, você me rejeitou". Eu falei: "Por quê?" Porque você cumprimentou todos e não me cumprimentou. Eu falei: "Fulano, eu não te vi. Só isso. Eu não te rejeitei, eu só não te vi". Às Vezes estava conversando com alguém, não, mas eu tava do seu lado. Tá bom, eu não te vi. Você se sentiu rejeitada, porque a rejeição já tá aí dentro. Não que eu te rejeitei. Eu não olhei pra sua cara e virei a cara. Eu não te vi, mas ela se sentiu rejeitada. De quem é o
problema? Meu que não vi ou dela que se sentiu? Dela. Não é. Eu só não vi. Só que se a Pessoa é inferior, ela já vai pôr um peso nisso. Ah, o Carlos cumprimentou todo mundo e não me cumprimentou. Carlos, eu cruzei com você no shopping, eu dei tchau. Você não deu. Você me rejeitou. Eu não vi. Por que que você não parou e e me chamou? Ah, porque eu fiquei com fiquei com vergonha. Vergonha por quê? A vergonha já é uma inferioridade. Então, o outro pode me rejeitar aqui dentro. Se Eu não me sentir,
tá tudo bem. Mas se eu tenho a rejeição embutida, a inferioridade já na minha consciência, a desaprovação, a carência já na minha consciência, uma piscada de olho já fui rejeitado. Uma virada de cara já fui rejeitado. Um bom dia que não responde, já fui rejeitado. Não é assim, Carlos? Falei bom dia pro fulano, ele nem respondeu. Você parou para pensar que ele pode não ter escutado o bom dia, Carlos? Mas eu falei olhando para ele, você parou pensar que a cabeça do fulaninho podia tá lá na conta de luz? Ah, ah, será? Ué, não pode
também. Por que que você já observa que ele não respondeu? É aí que a gente vai vendo a nossa autoestima baixinho, OK? Isso acontece várias vezes, pessoal. Carlos, eu te mandei mensagem no WhatsApp, você não respondeu. Fana, você mandou mensagem às 3 da Manhã. Eu te respondi às 7 horas. Ah, é, nem vi. Percebem como tá acumulada essa parte negativa? você me mandar mensagem às 3 da manhã, posso até responder, mas pela lógica pode ser que eu não responda, pode ser que eu possa estar dormindo. Ah, mas eu te mandei semana passada, você respondeu. É
porque eu tava acordado, eu respondi agora. Não é por isso que eu te Rejeitei. Ah, mas eu me senti rejeitado. Mas aí é um problema seu, é um problema da sua consciência. E é assim que a nossa autoestima vai quebrando, né? Se não me viram é porque, ó, vamos lá. Você não sofreu porque não foi visto. Você sofreu porque concluiu. Se não me viram é porque não sou o suficiente. Se não me responderam, é porque não me ama. Se eu falei com o pai, o pai não falou comigo, é porque ele tá bravo, porque ele
não me quer, porque ele ama mais o irmão. Aí começa aquela confusão na consciência. Sim. E se isso virou verdade, e isso virou verdade na sua consciência, aí você começa a observar que você é inferior, que você não é amado, mas quem não te ama é você mesmo. OK? Vamos ver no chat aqui, ó, que hoje Eu tô acompanhando mais o chat aqui. Tal como o avião, primeiro você põe a máscara aí, depois ajuda o outro. Primeiro você põe a máscara, depois você ajuda o outro. Primeiro você tem que saber nadar para depois você salvar
quem tá se afogando. Não é assim? Primeiro você, depois o outro. A gente inverte esse papel, não é isso? E as mães ensinam muito isso, não é? Quando a mãe põe o filho como como prioridade acima dela. Lembra, pessoal? A gente pode falar o que quiser para um filho, ele vai aprender muito mais observando do que escutando, não é? Ele vai aprender muito mais observando os seus atos do que te escutando. Você ensina seu filho que ele tem que se priorizar, ele tem que se amar, ele tem que olhar para ele, só que você mesmo
põe ele acima de você. Então você tá falando uma coisa, Demonstrando outra. Carlos, mas o filho é mais importante que a mãe, não é? A mãe é mais importante paraa mãe e o filho é mais importante pro filho. Cada um é mais importante para si. É esse esse pensamento, esse ensinamento que eu tenho que passar, não passar não, mas por amor eu tenho que mostrar que eu amo ele, então eu tenho que mostrar que ele é mais importante que primeiro você não tem que mostrar que ama ninguém, você só Tem que amar. Se você tiver
que mostrar, já tem desequilíbrio aí. Você não tem que mostrar que você é uma esposa, você tem que amar a esposa. E os seus atos vão demonstrar, Carlos, mas eu tenho atos de amor e ela não percebe, é problema dela e abaixo de cima dela. Eu tô amando. Como eu consigo do meu jeito, OK? Combinado? Eu costumo dizer no nos atendimentos, os homens vão ficar bravo Comigo, mas vocês mulheres têm que entender um pouquinho que o homem é meio tapado, ok? É mais fácil vocês chegarem e avisarem do que vocês esperarem um homem entender o
que vocês estão querendo falar. Sabe aquele dia que vocês cortam um dedo do cabelo e aí vocês chegam e falam assim: "Você nem reparou em mim?" É, eu não reparei. Você cortou, você fez o quê? Não cortei O cabelo, não. Você cortou um dedo. Então, por que que você já não chega assim, maridão, cortei o cabelo, ficou bonito? Porque daí eu já vou olhar e já vou ver que cortou o cabelo. Porque o homem abre uma caixinha por vez, pessoal. Se o homem tá na caixinha do trabalho, é caixinha do trabalho. Não é por mal,
é o que ele consegue. E às vezes vocês ficam jogando o verde para colher o maduro e não vai, o homem não colhe. A mulher abre várias Caixinhas, o homem não, isso é nosso, facilita um pouquinho isso. Só que se a mulher tem a baixa autoestima dela lá embaixo, ah, o Carlos não me ama, ele nem viu que eu cortei o cabelo. OK. Essa é. Agora, se você tá com a sua autoestima legal, você nem vai falar que cortou o cabelo. Se o outro viu, viu. Se não viu, não viu. Vamos lá. OK. Então, vamos
dar um passito a mais aqui, ó. Qual foi o momento exato em que você começou a acreditar que precisava ser mais para ser amado? Quando que você começou a acreditar, pensar e entender? Você precisava ser mais para ser amado. Geralmente isso começa com os irmãos. Quer ver um exemplo meu de autoestima super baixa? O Sérgio para mim, meu irmão mais velho, Né? É diferença de 10 anos, 9, 10 anos. Então quer dizer que quando eu tinha cinco, que eu tava no pré com cinco, isso. Quando eu tinha cinco, Sérgio tava na oitava série, OK? Eu
escutava o Sérgio falar as coisas que ele aprendia na aula. Eu tava aprendendo pintar. Então, a minha baixa autoestima, que que Observou ali? que o Sérgio é muito mais inteligente que eu. Ali com 5 anos eu já comprei isso. O Sérgio é muito mais inteligente que eu, o Marcos é muito mais inteligente que eu, porque o Marcos tava na quinta, o Sérgio na oitava e eu no pré. Só que ninguém me mostrou. Carlos, calma. Você tá no prêmio, amigo. O Sérgio tá 8 anos na escola à sua frente. É óbvio que ele vai saber fazer
conta e você não. É óbvio que ele Escreve o nome dele e você não. Percebem? Não é uma coisa óbvia, mas pro Carlos com 5 anos, eu não sou inteligente, eu sou inferior. E aí ninguém me vê porque a mãe queria 10 e o Sérgio trazia 10 na prova de matemática e eu trazia 10 no pato dono de pintado. OK? Eu não valorizava nem o meu 10. A 10 no pato dono de pintado. Dan, esse 10. Eu quero 10 lá da matemática, coisa que eu nem tô entendendo o que que ele tá Fazendo. Mas eu
perdi, eu perdi o raciocínio que ele tava 8 anos na minha frente. Só que até eu entender isso, eu já era adulto. E aí carregando essa inferioridade, esse inferioridade, inferioridade. Aí é uma observação minha. Ninguém falou que eu era burro. Eu que pintei isso. Porque as informações que eu já carregar. Percebe como a gente vai criando nossa Realidade, pessoal? É tudo com a gente. O outro não interfere. Carlos, se eu passo uma história, né, se o outro me fala algo, tá bom, doeu. Essa dor tá aí dentro. Essa dor é problema seu. Você tem que
resolver ela. Se você guardar, ferrou. Não é o outro que te prejudicou, você mesmo. Caros, mas fulano me traiu, tá? Ele só traiu. Que que você vai fazer com essa informação? Você vai potencializar essa Traição, você vai gerar negativo nessa traição, aí você tá se adoecendo. Você pega uma pessoa mais equilibrada, ela fala: "Ele não sabe que ele tá perdendo". Então, nesse relacionamento não é para mim. Ele ele quebrou a cara, não eu. Mas se eu sou inferior, eu vou me machucar e eu guardo essa informação. Essa informação vai lá pro meu porão e essa
informaçãozinha negativa já começa a desequilibrar meu corpo, minha Realidade. Daqui a pouco eu tô doente por causa da traição do outro. Percebe? Baixa o destino. OK. Deixa eu ver no chat aqui, ó. O problema é quando somos criança e a mãe compara um filho com o outro, dizendo que o irmão é mais é mais é mais inteligente do que você. As comparações. Perfeito. E depois eu começo a me comparar. Não é isso? Quero ver só tava incentivando ele, não Tava ferrando. Vamos lá. Marcaram essa perguntinha aí? Então vamos dar um passito mais. Toda comparação, ó,
falaram agora aqui, ó. Toda comparação é uma forma de dizer ao seu coração: "O outro vale mais que você". A comparação não destrói o outro, destrói você. Aí você se comparando, que aí você começa a se comparar. Isso. Meu pai sempre ensinou uma coisa Para nós assim, ó. Não se preocupa com a cor da grama do vizinho, porque você não sabe o que ele faz para deixar a grama daquela cor, né? Porque o gramado do vizinho não é sempre mais bonito, não é assim? Aí você já tá se comparando. Ele sempre falava isso. Não se
preocupa com a cor do gramado do vizinho. Você nunca sabe o que ele tem que fazer para deixar aquela cor. Não se preocupa com o outro. Olha para você. Não se Compara. Olha para você. Só você conhece a sua história. Mais ninguém. E a sua consciência é só você que conhece. A consciência do meu filho. Eu não imagino a informação que tem lá dentro. Nem imag nem tem que imaginar porque não é minha, é dele. E a minha só eu conheço. Então só eu conheço a minha estal. Eu não posso, não é justo comigo eu
me Comparar com outro. Só que isso vai me destruindo. Eu posso me comparar porque eu fui eh comparado um dia? Posso. Só que lá quando eu fui comparado, se eu já coloquei peso, aí começou o problema. Então eu tenho que ir atrás dessas histórias que eu fui comparado e eliminar o que eu senti. Carlos, a mãe me comparava com a irmã mais velha. Que que você sentia? Raiva. Tem que eliminar essa raiva da sua Consciência. Mas a raiva dessa comparação, a tristeza dessa comparação, a inferioridade dessa comparação, porque senão eu vou continuar me comparando. Se
eu não olhar os momentos que eu fui comparado ou eu mesmo me comparei, eliminar o que gerou de negativo, eu continuo me comparando. E se eu me comparo, é porque aí eu já não tenho uma boa autoestima. Eu me comparo porque eu me sou inferior. Eu me comparo porque eu quero ser igual ao outro, porque eu acho que o outro é amado. >> Carlos, >> pode falar, Patrícia. Eh, eu no exercício daquele daqueles 15 fatos, né, eu eu acho importante compartilhar isso. >> Eu fiz uma comparação dessa, né, porque a minha mãe falava que eu
eu não sabia viver, que eu tinha que aprender como o meu irmão. E eu achava que isso era Engraçado. Mas quando você começou a mexer nessas coisas, eu comecei a me questionar e surpreendentemente fui olhar naquela lista e eu tive que limpar 50 sentimentos. >> Perfeito. De uma única história. >> De uma única história. Eu fiquei chocada. 50. >> Perfeito. E é isso aí. Esse que ela tá falando, pessoal, exercício do do curso básico. Para vocês verem, ó. uma única História que ela achava engraçado, 50 emoções negativas. Essa é a nossa consciência. Essa é a
nossa consciência. Por isso que a gente tem que se conhecer o quanto antes. E a gente tem que eliminar esse, ó, uma história, 50 emoções ruins. Uma. Imagina quantas histórias a gente não passou só hoje. Percebem? Quantas histórias vocês passaram hoje? Quantas histórias ruins se passaram Hoje? Nenhuma. Será que nenhuma, Carlos? Umas 10, tá? Põe, vamos reduzir. Se 10 cada uma gerar 10 emoções negativas, só hoje você colocou 100 emoções negativas no seu porão. E aí você reclama que o corpo tá doente. Percebe a importância dessa autoobservação, a importância do que a Patrícia fez achando
essa história. Só aí ela tirou 50 emoções ruins da Consciência. Maravilhoso. 50 emoções a menos negativas gerando a realidade dela. Percebe? OK. Tranquilo. Até aqui já falo da diabetes já. Tá. Vamos dar o passinho aqui, ó. Vamos lá. A comparação não destrói o outro, destrói você. Ela te coloca numa corrida que nunca acaba e tira o seu e te tira do seu caminho, te desconecta o que você realmente é, porque você não para de se comparar. Hora que isso acumula, você não vai parar de se comparar. Você vai se comparar o tempo inteiro. Tempo inteiro.
Temp. Você só vai mudando o personagem de comparação, ponto de comparação. Igual a compulsão. Tem gente que muda de compulsão, não cura compulsão, não autocura compulsão. Compulsão tá aí do mesmo jeito. Você só tá mudando a compulsão. Você só tá mudando o ponto de comparação. Aí você continua se Compando. Se a sua autoestima for baixa, você vai se comparar. Porque você se preocupa com o outro, com o que o outro pensa, que que o outro vai falar e aí você esquece de viver, né? Te desconecta do que realmente você é. Ela te faz esquecer a
sua história para tentar encaixar em histórias que não foram suas. Essa é a comparação. Você deixa de ser você e começa a viver um personagem. E o personagem, qual o problema do personagem? O personagem não sustenta relacionamento. E muitas vezes quem casa é o personagem, não é você. Quem entra no relacionamento é o personagem, não é você. Como assim, Carlos? Sei lá, eu amo, eu amo mergulhar. Quando dá, tô mergulhando. E vamos supor que a namorada não gosta de mergulhar e ela não quer que eu vá mergulhar. E naquele momento de Pachonite eu não vou
Mergulhar. Isso deixa o mergulho de lado. Esse é o personagem. Porque o Carlos ama o mergulho. O personagem não ama. Aí o personagem casa e aí o Carlos vai sentir falta do mergulho e o Carlos vai mergulhar um dia e aí o pau vai quebrar. Quem traiu quem? Eu traí ela porque eu mudei só para conquistar. Porque eu tive medo de falar: "Fulano, Eu vou mergulhar, eu amo mergulhar, quer vir junto? Vem. Ah, então não, não, então não, não quero você. Então não quero nem começa, mas se eu mudo é o personagem e o personagem
não mantém o relacionamento. Ele não consegue. A vida vai cobrar ou ele vai adoecer para manter o personagem. A gente adoece. A gente se autoinvade para manter o personagem. Aí vai começar a ter as doencinhas autoimunes aí. OK. Por quê? Porque eu não tive coragem de ser eu mesmo. Porque a companheira tem que amar quem é o Carlos, não o personagem. Eu te amo se você não for careca. Não dá. Eu sou careca. Ou amo ou não amo. Ou quer ou não quer. Não, mas coloca peruca. Posso até pôr, vou continuar sendo careca. Um dia
eu vou cansar de usar peruca. Um exemplo bobo, só pra gente entender. Um exemplo só pra gente gravar. Eu sou careca. Ah, mas eu não Gosto de careca, então não casa comigo porque eu sou. Ah, mas esconde. Um dia, cansa. Não é assim. Um dia cansa. Não, mas usa peruca, tá? Mas a piada ter que ficar colando a peruca todo dia. Um dia eu vou cansar. A peruca sou, a peruca fede, sei lá, eu tô chutando, eu tô inventando aqui, mas só pra gente ent não não uso peruca e aí ela me deixa e aí
ferrou. >> Faz implante, Carlos. >> Isso, ó. OK. Exato. Ó, [risadas] eu sou esse. Você ama assim? Ama assim. Bora lá. E eu vou olhar para ela e entender. Essa é ela. Ah, mas ela tem que mudar aqui, aqui, aqui para dar certo. Então, não é ela a minha companheira. Ou eu amo ela ou eu não amo ela. Ah, mas se ela mudar fica show de bola. É. E se ela não mudar? E se ela forçar a mudança? E se ela vestir o personagem? E Se ela desconfigurar depois? Ou ela não? Aí que a gente
vai errando e aí que a gente vai abaixando a nossa autoestima para se moldar no que o outro quer. Aí ferrou, pessoal, porque vai cobrar a vida vai entregar conta. OK? Por que que a vida vai cobrar? Porque todo dia eu tô gerando negativo para ser o personagem. Todo dia eu tô gerando negativo para me encaixar no que o outro quer. Mesma coisa quando a gente trabalha pelo dinheiro e não por amor. Todo dia você tá tentando se encaixar naquele trabalho só pelos tantos reais do final do mês. Um dia você vai cansar ou você
vai adoecer. Sua consciência vai te tirar daquele trabalho por bem ou por mal. Por mal é a doença, que todo dia que você vai trabalhar gera negativo. Sua consciência vai te tirar de lá. Se você não tiver coragem de sair, ela vai te tirar. Geralmente você vai adoecer para sair que você não gosta de fazer. OK? Por isso que a gente bate nessa técnica. trabalho tem que estar alinhado com o propósito. Carlos, o propósito é difícil achar. Eu sei que é o propósito é algo que a gente vai sempre tá procurando. Hora a gente acerta,
hora a gente muda, hora a gente Erra, retoma, muda, ajusta as velas. Tô perseguindo o propósito. Combinado? Então isso é importante, ó. A comparação não destrói o outro, destrói você. Ela te coloca numa corrida em que nunca acaba, te tira do seu caminho, te desconecta do que você realmente é. Ela te ela te faz esquecer a sua história para tentar encaixar em histórias que nunca foram suas. Aqui é o personal. >> OK. Com quem você se compara quando ninguém está olhando? Perguntinha aí, ó. Com quem você se compara quando ninguém está olhando? Quando tá você
e você, você se compara com quem? Combinado aqui. Deixa eu ver o chat aqui, ó. Na época, ó, na época eu era gordinha, eu me comparava o tempo todo com mulheres magras, me sentia feia e na minha cabeça não merecia nada de bom enquanto não enquanto não emagrecesse. Perfeito. Era como se eu precisasse me punir por não Ser magro. Eu era, eu era muito cruel comigo mesmo. Perfeito. É hora que você priva da alimentação para se encaixar no que o outro espera. Olha a curiade. Porque você se priva da alimentação para se encaixar no que
o outro quer. Porque a hora que você quiser perder peso, porque você se ama, é completamente diferente. É igual o estudo. Enquanto o filho estudar pro pai, não vai rolar. Na hora que ele entender que o estudo é para Ele, aí ele começa o estudo. A água vai bater na bunda, ele vai começar uma água. Mas quando ele entender que o estudo é para ele, não pro pai, não pra mãe. Perfeito. Exatamente isso. OK. Passei por isso também. Isso, ó. Traiu a si mesmo. Perfeito. E agora sinto que tenho que mudar a aparência para me
sentir feliz de novo comigo mesmo, cara. Agora eu vou cuidar da minha Aparência para mim. OK. Quem se arruma, quem mora sozinho, vai passar o dia sozinho, acorda de manhã e se arruma. Poucas pessoas. Ó, se ó lá, a Márcia falou que se arruma. Perfeito, Carlos, mas eu vou passar o dia sozinha. Para que que eu vou me maquiar? Para que que eu vou passar gel no cabelo? Eu vou estar sozinha. Porque quando eu me olhar No espelho, eu quero me ver bonito. Eu vou me olhar no espelho várias vezes no dia, porque eu vou
escovar o dente, eu vou fazer tal coisa, vou passar na frente de um espelho, eu quero me ver bonito. Não, de qualquer jeito, tá? Mas cada hora que você se vê no espelho, você se vê de qualquer jeito. Sua consciência tá vendo. Você não se ama, meu amigo. Você se arruma pro outro. Você não se arruma para você. Cara, eu vou acordar e vou me arrumar porque eu eu me amo e quando eu me vê eu quero me ver bem. Minha consciência tem que ver que eu tô bem, não que eu tô acabado. Muito bom.
Tá a mais aqui. Vamos lá. Profissionalmente, a baixa autoestima não te derruba, ela te torna invisível. Ó, o financeiro vinculado na baixa autoestima aqui, ó. Profissionalmente, a baixa autoestima não te derruba, só que ela te torna invisível. A pessoa com baixa autoestima pede pouco. Tem muitas pessoas que ganha pouco, recebe pouco, porque pede pouco, porque não tem autoestima. Aceita demais, teme errar, se abota, se diminui, não se coloca, não se vê capaz. Esse é a baixa autoestima numa empresa. Imagina você dentro de uma empresa onde você pede pouco, aceita demais, teme errar, seisabota, se diminui,
não se Coloca, não se vê capaz. você vai ser promovido dificilmente, né? Dificilmente, porque se eu coloco uma pessoa de baixa autoestima, que não se valoriza na liderança, ele não vai valorizar a equipe dele. Ele não vai conseguir guiar a equipe dele, porque ele não se valoriza. Você vai ser sempre guiado. Quem não tem autoestima vai ser sempre guiado. Nunca vai guiar. Porque você tá num cargo de liderança, os maiores salários estão em cargos de liderança, você tem que ter uma autoestima. Você tem que sustentar o cargo que você tem, não tem? Se você não
sustentar seu cargo, você não fica nele. E a vida responde exatamente aquilo que você acredita sobre sim. E aqui tá o grande problema. Se eu peço pouco, a vida dá pouco. Se eu não me amo, ninguém me ama. Se eu Não me valorizo, ninguém me valoriza. Se eu me diminuo, a vida me diminui. Então, presta atenção nisso, ó. A vida responde exatamente aquilo que você acredita sobre si. Então, se você tem baixa autoestima, se você tem inferioridade no porãozinho da sua consciência, a vida vai te devolver isso, porque é isso que você é. Ela não
tá te judiando, ela não tá te castigando. Todo mundo entende que a vida castiga, não. Ela só Devolve a informação que você tem. É um bateolta. A sua consciência não é seu cérebro. A sua consciência não interpreta para você. A sua consciência não raciocina para você. Ela devolve a informação que você põe nela. Se você se sente rejeitado, ela vai te emaranhar com pessoas que vão te rejeitar. Agora, a culpa é da vida, não é? Culpa é sua. Que deixa a rejeição dentro da sua Consciência. Carlos, mas o chefe não me valoriza. O problema não
é o chefe. Você não se valoriza. Por isso que o chefe não se não te valoriza, caras. Mas o fulano faz muito menos que eu e o chefe olha muito mais para ele, porque o fulano se valoriza, que não é arrogância. Agora a culpa do chefe, não, a culpa é sua. Não é uma questão de culpa, né? Uma questão de informação, mas é que a inferioridade tá dentro da sua consciência. Então o chefe vai te olhar, você vai emanar inferioridade, ele vai te devolver inferioridade. Você primeiro que você já vai emaranhar com chefe que vai
te jogar para baixo, porque a informação que você tem, a maneira que a informação que que constrói a sua realidade. Se você se sente inferior, você vai se emaranhar com pessoas que vão te fazer sentir inferior. OK? Tem pessoas, pessoal, que a a baixa autoestima é tão abalada que ela não consegue estar no mesmo ambiente que tem alguém superior a ela. Ela não consegue, ela vai achar um defeito. OK? Vou dar um um exemplo, Carlos. Sou médico, vou na festa dos médicos. Se naquela festa tiver um médico acima de mim, porque ele conhece mais, ou
porque a especialização dele é outra, ou porque a sociedade vê ele de uma outra diferença, eu vou embora daquela festa. Ou eu vou achar um defeito naquela festa, ou eu vou achar um defeito naquela pessoa, porque ela vai me incomodar. Mas o problema não é ela, o problema é a sua inferioridade. E a gente começa a achar defeito no ambiente. Numa festa não tá legal não, Mas estava até agora. É porque o fulano chegou. E o fulano tá te incomodando. Ele nem falou com você, ele nem olhou para você, mas a sua inferioridade já começou
a incomodar. Você vai embora. Quem tem rejeição, desaprovação, inferioridade em acúmulo, dificilmente fica num ambiente onde tem alguém superior ou alguém mais equilibrado. Incomoda. Combinar. Quantas oportunidades você deixou escapar porque acreditou que não merecia? Quantas oportunidades vocês deixaram escapar porque acreditaram que não mereci? Aqui são todas perguntas para vocês acharem histórias aí na vida de vocês, olhar para esse porão. Vamos ver no chat aqui, ó. Deixa eu ver se eu já fiz todos aqui, ó. Olá. Eu me eu me eu me perfumo muito. Perfeito. Ó, às vezes me arrumo, às vezes não. Pode pode ficar
atento. Às vezes que não se arruma é que tem algo negativo incomodando. Vamos se arrumar todo dia para todo dia sua consciência ver que você se ama. OK. Pode falar, Sônia. Desculpa, foi sem querer. >> Imagina, imagina. Ah, então tá bom. OK. Deixa eu ver no chat aqui, ó. Mas existe questão do gestor que gosta de, ó, mas Existe a questão do gestor que gosta de puxar saco. A pessoa se destaca com artimanhas. Devemos ser assim também? Não. Não preciso subir ninguém, não preciso humilhar ninguém para para ter uma boa autoestima. Eu vou subir pelo
meu valor. Não preciso de nenhum de nenhuma artimã, >> preciso puxar o saco de ninguém. >> Pode falar, Márcia. >> Eh, quando assim a gente eh tem faz todo um empenho, no caso do Trabalho, todo um empenho mostra um bom trabalho e sabe que fez bem feito e acha assim, bom, eu vou ser reconhecido, eu vou receber uma promoção, enfim, esse tipo de coisa. E isso não acontece. É por >> isso gera negativo. Não gera. >> Gera. >> Eu tenho que eliminar esse negativo quanto antes. Se eu fiz o meu melhor, se eu não esperei
nada em troca, eu fiz o meu Melhor, eu fiz por amor, não obtive aquela promoção, eu tenho que observar, não é o meu momento. Não era para mim. >> Mas aí não tem a ver então com a baixa autoestima. Se eu fiz por amor, se se eu vou guardando esse negativo, eu posso me inferiorizar? Posso. Mas se eu tenho equilíbrio, eu posso entender. Eu fiz o meu melhor, fiz. Não é perfeito. Eu fiz o meu melhor, Carlos. Eu fiz o meu melhor. Então tá tudo bem. Não conseguiu, não era para você. Vai vir a sua
hora. >> Entendi. >> OK. >> Só que isso gera um negativo e aí pode afetar o restante depois, né? Isso, isso gera negativo. Eu tenho que eliminar. >> Entendi. >> Como eu tenho que olhar os objetivos que eu tentei e não conseguir do passado e Vim eliminando tudo, tudo que eu senti. Mas eu tenho que observar. Fiz o meu melhor, fiz. Não consegui não. Então não era para mim. A vida sabe o que faz, porque agora eu tô confiando na vida, então tá tudo bem. daqui a pouco pinto um ou uma outra oportunidade que se
eu tivesse lá, se eu tivesse aceito, eu não ia nessa nova oportunidade. Essa é a maneira de equilibrada. Essa é eu confiar na vida. >> Professor, >> diferente você falar assim, Carlos, eu não fiz bem, eu não dei o meu melhor para essa promoção. Aí é outra coisa. Não, eu fiz o meu melhor, eu fiz bem, é o que eu consegui, é o meu melhor, não é perfeito. Eu fiz o meu melhor. Tudo bem, confia na vida aí. a hora que eu vou ter que confiar e se gerar negativo, vou eliminar o negativo. >> Professor,
>> sim, pode falar. Ah, a baixa autoestima Em si, ela é um dos gatilhos paraa questão do suicídio, >> paraa questão do Desculpa, >> porque assim que eu vou falar a questão >> que a autoestima parte autoestima é diferente, eu entendo, da depressão. Ah, >> e a depressão, né, é um sentimento diferente, né? >> E a depressão a gente, né, que é a doença do século, você fala: "Ah, fulano tirou a vida por questão da depressão". E a baixo autoestima com relação ao Suicídio. Como, qual que é a sua leitura, por gentileza? >> O suicídio
F hora que a consciência começa a observar que a morte é solução do problema. >> Uhum. >> Quando a nossa consciência começa a observar o quê? A única solução do meu problema é a morte. E aí que a consciência vai começar a observar a possibilidade do suicídio, que pode vir pela depressão, pela baixa autoestima, Por várias coisas, mas é a hora que a gente começa a observar que a solução da dor, a solução do meu problema é a sua morte. >> Mas aí então >> quebrar esse pensamento quanto antes, >> total. A gente chegou no
limite, no limite do limite para ter toda essa junção aí de sentimentos para chegar essa a tomar essa essa decisão ou fazer esse ato em si. Não necessariamente eu cheguei no limite, mas sim eu comecei a observar que essa é a única possibilidade. >> Entendi. >> Que não vai ser, mas eu começo a observar que é compra aquilo como verdade. >> Entendi. >> E aí eu tenho que trabalhar muito rápido. Aí eu tenho que eliminar essa crença, esse pensamento, que a morte é a solução dos meus problemas. Porque se a Gente observar aqui tudo a
informação, não vai ser a solução. >> Sim. OK. Gratidão. Obrigada. >> Imagina, imagina. Deixa eu ver no chat aqui, ó, que já foi. Se eu fiz o meu melhor e não me promoveram, talvez essa empresa não seja para mim. Talvez não é o momento. Às vezes você não tá pronto para ser promovido e tá tudo bem. Só que aí eu tenho que confiar na vida e aí eu tenho que ter uma uma autoestima Legal. Essa empresa não é para mim, é uma observação. Não tô pronto para ser promovido. Eu vou ser promovido. Aí eu vou
vou programar isso. Eu já estou promovido na hora certa. Quero tal coisa se for bom para mim. Aí eu confiar na mim. Quem tem autoestima mais fácil de confiar na mim. Combinado? Deixa eu ver que mais aqui, ó. A empresa que fez isso comigo faliu Tempo depois que eu saí. OK. A vergonha de falar em público tem a ver com a baixa autoestima? Tem. Tem. E não precisaria ter, né? Porque se você entender que sua consciência tá emaranhando com as pessoas que t emaranhar, você vai falar com as pessoas que precisam te ouvir. Mas o
medo de falar em público tem a ver com a autoestima, rejeição, inferioridade, o medo, o controle. Porque o controle, cara, o controle de fazer tudo perfeito, você não tem que fazer perfeito, você tem que fazer o seu melhor, que é diferente de ser perfeito. Mas aqui tem a ver com a autoestima assim, perfeita. >> A gente tem medo de errar, né, Carlos? >> Tem medo de errar. Isso. Você fez por amor, fez o seu melhor, fiz, errou, errei, não tem problema. Faz parte, não tem problema nenhum. Agora, se eu se eu me forço, se eu
viço o personagem, faço algo que não é meu, controlo, aí começo a ter problema, começo a ter problema, combinado? Vamos dar um passinho para mais aqui, ó. O maior abandono não é o do outro, é quando você para de se acolher. O maior abandono é o que então, pessoal? o seu mesmo. O seu autoabandono é o pior que tem. A verdadeira baixa autoestima não é Insegurança, é abandono. Você se deixou por último tantas vezes que começou a acreditar que era o seu lugar. Quando eu ponho o outro na frente, quando eu faço pensando no outro,
eu tô me abandonando. Você deixou por, você se deixou por último tantas vezes que a sua consciência vai observar, começou a acreditar que era o seu lugar. Sua consciência observa que o último lugar é assim. Ela começa a te colocar no último lugar ou no segundo lugar ou no terceiro. Agora, se eu tenho uma autoestima legal, minha consciência vai entender que para mim eu sou o primeiro. Para mim eu sou o primeiro. Combinado? E quanto mais você se abandona, mais o mundo te abandona também. Não por maldade, mas porque o mundo só reflete o que
você vive. A vida só reflete o que você vira. Se você se Abandona, ela não é que ela te abandona, ela replica a sua informação. Nesses pontos de reflexão, pessoal, entendem a importância de olhar para essa consciência e começar a eliminar esse negativo? Porque você tá criando tudo na sua vida. Você tá criando da sua conta bancária a unha encravada. Cada fio de cabelo que caiu, você que derrubou. Sua vida tá na tua mão. É uma escolha o que fazer com ela agora. OK. A vida muda quando você para de pedir amor e começa a
se dar amor. Aqui mudou a vida. Essa é a chave da >> Pode voltar uma O o Eu não tirei foto, esqueci. >> Posso, posso. >> Obrigada. >> Imagina. Esse aqui tá sem pergunta mesmo. Tá. Fotografou? >> Não, ainda não. Pera só um pouquinho. >> Tá bom, tá bom, tranquilo. >> Obrigado. Pera aí. >> A, deixa eu ver no chat enquanto isso aqui, ó. pediram para mim falar da diabetes. Vamos aproveitar. Diabetes, pessoal, como é que a gente vai criar isso no nosso corpo? A diabetes vai vir de três tipos de histórias que elas vão
ser maranh. A diabetes vem de histórias Ruins no relacionamento, histórias ruins no trabalho, no dinheiro, que a gente chama de matéria, histórias ruins que te geraram culpas e injustiças. Então, as histórias que vão gerar diabetes é a história que envolve trabalho, dinheiro, envolve o relacionamento gerando culpa ou injustiça. Aí tá a diabetes. Aí são as histórias que vão gerar as informações que lá na frente vai dar diabetes. Matéria, relacionamento e a essência, que é a culpa e as injustiças. Ela pega esses três sistemas do corpo, o endócrino, o circulatório e o digestório, combinado? Então aí
que tá a diabetes, Carlos? É difícil de curar, de é difícil de se autocurar, não é que é difícil, é um leque maior de pesquisa. Vou ter que entrar mais vezes na minha consciência, procurar mais historinhas, fazer mais eliminações. Só isso. OK? Não é difícil, um pouquinho mais trabalhoso porque tem mais informações para reverter completamente possível, mas tem que entrar para dentro, tem que parar de pôr negativo nessa consciência, tem que se amar. Geralmente o diabético se fecha pro amor, só que nesse se fechar pro amor, ele também não se ama. Ele não ama e
não quer ser amado. Então a gente se geralmente é uma regra, o diabético se Fecha pro amor. OK? Tá, posso passar aqui? Pode. A vida muda quando você para de pedir amor e começa a se amar. Esse é o ponto de virada, o amor próprio. O ponto de virada não é quando alguém diz que você tem valor, é quando você sente que sempre tem. Quando você se escolhe, o mundo entende. Quando você se respeita, o mundo aprende. Quando você se valoriza, tudo ao seu redor se reorganiza. Sempre você e você, eu e eu, eu e
eu, eu eu, o tempo inteiro. Quando você se escolhe, o mundo entende. Quando você se respeita, o mundo aprende. Quando você se valoriza, tudo ao seu redor se reorganiza. Carlos, ninguém me respeita porque você não se respeita. Ninguém vai te respeitar. Valor não se pede, valor se reconhece. Quem tem que reconhecer o seu valor? Você. Essa é a autoestima. Na hora que Você reconhece o seu valor no mundo, a hora que você olha para você e fala: "Se eu não tivesse nesse mundo, esse mundo era pior, porque se eu tô nesse mundo, eu tinha que
estar aqui. Eu sou o cara". Se eu não viesse para esse mundo, esse mundo não ia ser igual, ia ser um pouquinho pior. Por isso que eu tô aqui e por isso que eu tô fazendo minha parte. É isso que a gente tem que observar. Essa é a autoestima, não é arrogância. Eu tô aqui, me colocaram aqui, me colocaram aqui. Então aqui que é para mim, tá? Então eu sou importante aqui. Colocaram nessa família. É, então eu sou importantíssimo para essa família. Eu tenho que tá aqui. Então eu tenho que ser minha melhor versão para
essa família. que minha melhor versão só vai vir quando eu olhar no porãozinho da minha consciência e começar a fazer as Eliminações, senão eu não vou vivenciar minha melhor versão. Só que eu vou vivenciar o Carlinhos. Eu não quero ser o Carlinhos, eu quero ser o Carlos. OK? Um exemplo de autoestima, pessoal. Aqui na nossa família a gente chamava o o Sérgio de Serginho para ele. OK. Agora, se chamar o meu irmão do meio de Marquinho, você vai arrumar briga com ele. Você vai, ele vai quebrar o pau com Você. Chamava o Sérgio de Serginho,
tava tudo bem. Chama o Marcos de Marquinho, vai arrumar briga. Porque um tem autoestima, OK? O outro tem autoestima aqui embaixo. Só de você diminuir o nome dele, arruma brigam. Aí a consciência de cada um. Quem tem problema de autoestima? O irmão do M. Combinado? Esse é um exemplo prático. >> Carlos. >> Sim, pode falar. >> E quando a gente e quando a gente não consegue, a pessoa tem um, digamos, um apelito, né? Eh, você, seu irmão Serginho, né? Chamava de Serginho, tá tudo OK. Eh, e mas chega uma pessoa nova na vida do Serginho
e não consegue chamar ele de Serginho e aí só chama de Sérgio. >> Tá tudo bem também. Tá tudo bem. Só que o problema do Marcos era o seguinte, que As pessoas entravam na nossa vida e escutavam o Serginho e aí conhecia o Marcos, chamava de Marquinho e aí arrumava treta, >> entenderam? Não, mas eu digo assim aí não. Será que a pessoa que chegou e não consegue chamar de Serginho, só de Sérgio? >> Hã? >> Eh, será que ela também não tem algum? >> Ah, entendi a pergunta. Entendi. >> Pode, pode ter. Ela ela
pode ser medo, Ela pode ter medo de de ser rejeitada, medo de não ser medo de errar, porque pensa assim, se tá todo mundo chamando de Serginho, é Serginho. Se ele não se incomoda, para nós era uma maneira mais carinhosa. >> Aham. Mas se a pessoa que chega, vamos dizer, eu chego, vou conhecer vocês e eu vocês têm o costume de serem chamados carinhosamente pelo nome diminutivo, né? >> Perfeito. >> Mas eu não consigo. Eu não me sinto bem chamando por Serginho, por Carlinhos, por >> Entendi. Pode ser, pode ser que você tenha um medo
de ser rejeitada, pode ser que você aprendeu que isso é, é diminuir o outro. Aí vai dar, da informação que tá na sua consciência. Carlos, eu aprendi que se eu chamar o outro pelo diminutivo, eu tô diminuindo ele. Aí uma tá na sua consciência. >> Entendi. >> Entendi. >> Entendi. >> OK. Tá. >> OK. >> Carlos, eu tinha na minha casa, >> eu era a única que tinha apelido, >> me chama de neném. >> Tá. A minha irmãzinha acima de mim, ela não conseguia falar meu nome. Maria Aparecida ou Maria ouidava. >> E aí só
eu que tinha apelido. E eu tinha birra desse negócio de me chamar de Neném, porque quando eu cresci, eu fiquei mais [risadas] já, né, moça e tudo. Neném. Neném. Eu neném não é nome, né? Eu tinha birra e não gosto que me chama de neném porque eu não sou neném. >> [risadas] >> Perfeito. Perfeito. >> Posso que me chama pelo meu nome, entendeu? >> Perfeito. Para você, se te chamarem pelo apelido, gera negativo, porque já gerou Um dia. >> É. Pois é. Eu tenho que trabalhar isso aí. >> Trabalhar isso aí. Perfeito. Perfeito. Exatamente isso.
>> Ô, Carlos. >> Sim. >> Se você puder falar um pouquinho sobre o glaucoma, o glaucoma, fala. O glaucoma, pessoal, tá no nosso sistema nervoso e nos cinco sentidos, né? Porque pega a visão. Então, glaucoma vem do das historinhas onde eu me senti controlado ou não consegui controlar e gerou negativo, tá? O que a gente chama de perda de controle, não é? o controle emocional, controle da situação. Então, momentos onde eu fui controlado ou perdi o controle que vai gerar as doenças do sistema nervoso e dos sentidos, onde a visão é um deles, tá? E
o glaucoma geralmente vem a perda de controle ou a sensação de ser Controlado pelo que eu vejo, a pressão pelo que eu vejo. Esse controle tá gerando pressão. É algo que eu vi que não foi bom ver, que eu não queria ver, mas tive que ver. OK? Então são as histórias de controle que vão gerar as doenças da visão, que a gente chama de desequilíbrios de controle, combinado? >> Ótimo. Obrigada, Car. >> Imagina, >> mas essas aulas têm ajudado demais, mas demais. Aí eu fico pensando assim, seria tão bom se esses cursos para de noivo,
né, de casamento tivesse uma palestra, algo nesse sentido, ia mudar muita coisa, né, Carlos? >> Verdade, verdade, verdade. >> Que encant, né? Nossa, >> sim. O propósito maior, o propósito maior nosso da HQ é chegar nas escolas. >> Ah, pois é. Nossa, >> muda tudo, muda tudo. >> Quanto antes elas começarem a praticar, melhor é. A gente vai >> maravilhoso. >> A hora certa a gente a gente chega lá com certeza. >> Gratidão. Vamos dar um passinho aqui, pessoal. Vamos ver lá, então, ó. Sua baixa autoestima não é quem você é. É o que ficou
guardado na sua consciência. Ela nasceu das informações que você Acumulou, rejeição, momentos que você se sentiu rejeitado, humilhado, comparado, invisível, envergonhado, momentos que você foi silenciado. OK? Abandono emocional. Nada disso é identidade. Pode falar, Regina. Oi, Carlos. É o esposo da Regina Artur. Tudo bem? >> Tudo bem, Artur. >> Tudo joia. Tô sapiando sua aula aqui, adorando. >> Gratidão. >> Deixa eu te falar. Eu tô com uma catarata que ela ela é bem recente, assim, ela surgiu quase do nada, assim, tem uns 10 meses, >> tá? >> Eu não tava entendendo porquê. E de ontem
para hoje, eu fuçando na internet, eu vi a possibilidade do colírio que eu tô usando por ele ter um uma dose de Corticoide. É, é um problema de de de conjuntiv que eu tinha meio crônico. Aí eu acho que eu, né, pisei num lugar errado usando esse colírio. Então, essa catarata já tá começando a me incomodar. Nesse caso, você acha que teria como ter alguma solução via HQI ou por ser medicamentoso? >> Tem, tem sim, tem sim. Tá, primeiro a gente já começar o quê? Eliminando essa crença que é o colírio que gerou a Catarata.
Porque a catarata veio dos momentos de controle e perda de controle. >> Sei. >> E se você me falar assim, Carlos, começou faz uns 10 meses, então estamos falando mais ou menos aí começo do ano, né, janeiro, alguma coisinha assim. já começa a procurar nesta época que que tava saindo do controle, que que eu tava perdendo o controle, quem tava me controlando, que que tava acontecendo Ali, que ali você já vai achar coisinhas. E aí depois você pode olhar pro resto da sua história, buscando momentos de controle, porque a catarata apareceu 10 meses atrás, mas
a gente nunca sabe desde quando sua consciência começou a criar. >> Entendi. >> OK. >> Eu acho que eu vou marcar uma consulta com você. Marca assim, tá bom? Bom, >> gratidão, profund. >> Boa noite. >> Boa noite. >> Eu gostaria de saber quando a pessoa é considerada muito perfeccionista em algo, eh, é, é assim, às vezes o perfeccionismo atrapalha, pode ocasionar algum algum problema, >> atrapalha também no sistema nervoso, porque ela não vai conseguir ser sempre perfeccionista. ela vai perder esse controle. >> Ah, tá. >> OK. Porque quando a gente fala desequilíbrios de controle,
pessoal, geralmente o perfeccionista é é ele é controlador, tá? E o problema do controle é um pouquinho traiçoeiro assim, porque enquanto você tem o controle para você tá tudo bem, você tá gerando trauma nos outros. O problema é quando você não consegue controlar mais, aí que vai começar o corpo a reclamar. OK? Mas o perfeccionista ele realmente é Controlador. OK. >> Gratidão pela resposta. >> Imagina. Tá. E por que que é controlador? Porque o controlador tem medo. Então ele quer que seja do jeito dele. Ele tem que controlar porque senão ele tem medo. Porque o
controle traz tudo da maneira que ele quer. O controle mantém ele lá na zona de conforto dele. Combinado? >> Ok. >> Olha lá. Controlador tem medo de quê, Carlos? >> De tudo. De tudo. Ele é medroso. >> Hum. >> De tudo assim, né? que eu tô brincando, ele quer que tudo seja do jeito dele, porque ali ele se sente seguro. O controlador busca a segurança, o diferente que assusta seria o caso. >> Isso, isso. Ele tem medo do novo, ele tem medo de de conhecer coisas novas, Porque ele tá fora da zona de ele vai
tentar trazer tudo pra zona de controle, >> certo? Certo? >> Por exemplo, o controlador dificilmente ele vai deixar o filho, adolescente sair de casa, ir pra balada, >> porque na casa ele controla. Entendi. [risadas] >> É >> só que se com quem sofre muito o controle pode começar a ficar doente, gerar tanto as doenças do sistema Nervoso como se vier rejeição, desaprovação junto começa a gerar as compulsões. >> No caso, controlado, né? Você disse >> controlado. Controlado. >> Então, e seria o caso de, por exemplo, os filhos que entram nas drogas. E esse seria os
casos dos filhos que entram das nas drogas. Filhos controlados que se sentiram rejeitados, desaprovado, carentes. >> Aham. >> Controlado no excesso. >> É, >> Carlos, então é culpa dos pais? Não é uma questão de culpa, pessoal. Não adianta ficar pondo peso na culpa e que aí você não acha momentos para eliminar na sua consciência. Você fez o seu melhor, o seu melhor era aquele. Tá tudo bem. Agora vamos mudar isso, >> consertar o que pode ser consertado, né? >> Isso. Perfeito. Tá bom. Então, olha lá. Sua baixa autoestima não é quem você é, É o
que ficou gravado na sua consciência. Ela nasceu das informações que você acumulou. Rejeição, humilhação, comparação, invisibilidade, vergonha, silêncio, abandono emocional. Nada disso é identidade. Tudo isso é informação. Informação pode ser eliminada. Essa é a boa notícia. Rejeição, desaprovação, inferioridade, tudo isso é informação. E se é informação, pode ser eliminado. Quando você elimina essas marcas, algo renasce dentro de você. presença, pertencimento, a força, o merecimento, a paz, o amor po. Tudo isso já tá dentro de vocês. Tudo isso já tá dentro de você. Você volta paraa casa. Que casa? A casa é você. >> Caso que
a presença? Desculpa. >> Eh, o que? Boa noite. >> Boa noite. >> O que é presença? Exatamente. >> A presença de se colocar, de colocar sua verdade, de colocar o que você quer, ter presença na vida, não só viver, viver a vida. Tem gente que não tem presença. Tem gente que que tá, exemplo, tá lá na sala de aula do primário sem presença, só tá lá, não pergunta nada, não participa, não põe, não põe presença na vida. Eu tô aqui, eu sou presente, Eu tenho que viver. Uma coisa que a gente erra, muitos de nós,
seres humanos, né, sobrevive e não vive. Carlos, sobreviver ter presença. >> Carlos, >> pode falar, Cléo. >> Eh, quando eu estudava, né, que eu fazia, comecei a estudar de de primário, que antigamente não tinha esse negócio que tem hoje, né? Eu era desse jeito. Eu tinha vergonha até de pedir para ir no banheiro, para ir ao banheiro. >> Muitas pessoas, >> eu ficava igual você tá falando, eu não me manifestava para nada. Teve uma vez que eu fiz as necessidades na roupa por vergonha. Eu >> eu passei uma boa parte do meu tempo assim pensando
que eu não eu não sei se vocês vocês se lembram. Eu falei aqui uma vez que eu fui de uma religião que falou que as coisas não podiam dar certo pra gente porque senão não podia, tinha que ser sempre sofrência. >> Entendi. >> E aí, né? Eu f vivia assim minha vida quando eu come quando tinha assim alegria por alguma coisa, eu já ficava com medo. >> Era errado, né? >> É, eu já ficava com medo porque eu sempre ouvia, olha, se a se as coisas melhorarem, pode colocar a barba de molho. >> Então, olha
lá o >> agora você falando isso aí, eu tô Lembrando, eu fui minha vida assim completa. Agora eu tô melhorzinha, né? um pouco depois de de tanto tempo, eu dei uma melhorada, mas eu fui terrível. O medo, essa inferioridade, a baixa autoestima fez com o quê? Que você só ficasse naquela sala de aula. E às vezes a gente fica assim na vida. >> Pois é, >> tô sobrevivendo. Dia a dia eu tô sobrevivendo. Eu não vim para sobreviver, eu vim para viver. Como não for para estar aqui, mais eu parto e tá tudo bem. Agora
eu não tenho que sobreviver, eu tenho que viver. O problema é que a gente sobrevive, isso tá errado. Tem, eu vim para mudar, para expandir, para crescer, para viver. Por isso que a gente tá aqui. E às vezes vai cair, vai cair, vai doer, vai doer. Elimina a dor, elimina o que gerou de ruim e pertence de novo. Eu tenho que tomar esse pertencimento. A vida tá me dando um monte de coisa, mas ela me espera tomar. Não é tomar de roubar, entende? É tomar o que é meu. Isso é meu. É meu. Tá aqui.
Essa vida é minha. Essa vida é sua, Carlos. Então daqui. É minha. É minha. Eu vou viver. Eu não vou passar. Eu vou viver. Quando a gente fala tomar a vida não é roubar nada de ninguém. Tomar vida é tomar o que é meu. Essa vida é minha vida. É essa é sua. Então daqui que eu vou usar. >> Seria o apóstitos, né? Isso, mãe. Esse tênis é meu? É meu. Daqui eu vou pôr no pé, eu vou vou jogar bola, eu vou andar, eu vou correr. Eu vou usar o tênis, >> não vou deixar
no armário. >> Você me deu, é meu. É meu. Então vou usar como eu quero. Mas vou usar de verdade esse tênis, porque eu vou honrar esse presente que você me deu. Ah, mas e Se ralar? Se ralar, ralou. >> Eu tenho que usar. Se eu deixo o tênis no armário, ele tá sempre novo. Mas eu nunca usei. Às vezes a gente faz isso com a vida. A gente deixa a vida no armário. Vem cá. Acho que >> é se assumir, né? >> Tomar a vida que você fala é a gente se assumir, né? >>
Isso. Esse sou eu. Esse sou eu. Essa vida é minha. É minha. Então deixa Comigo. Vou viver da melhor forma possível. De vez em quando eu vou errar, óbvio que vou. Elimino o que eu senti, vivo de eu não vim para não errar. Esse é esse é o grande problema nosso. A gente tem que entender. Quanto mais a gente vive, a gente aumenta a probabilidade de errar, não é? Se eu não toco piano, nunca vou errar uma música, mas também nunca vou tocar, nunca vou aprender. Se eu sou um Pianista, a probabilidade de eu errar
uma música acontece. Eu nunca erro porque eu não sei tocar piano, nunca toco. A pianista vai errar porque ela toca piano todo dia e provavelmente algum dia ela vai errar e tá tudo bem errado. Não posso ter medo de errar porque se eu tenho medo de errar, eu não aprendo tocar piano, eu não aprendo viver, eu não aprendo a andar. Pego o andar, pessoal. Por que que a gente anda? Porque a gente não tinha medo de cair até chegar um penteiro do nosso lado e falar que cair é ruim, não é isso? Por que que
a gente aprendeu a andar? Porque a gente não tinha erro de cair. Porque a gente caiu um monte, levantava e caí, levantava e caí. Agora, se alguém para de andar para essa pessoa aprender a andar de novo, não Leva um bom tempo, porque ela tem o medo de cair. E muitas pessoas não voltam a andar pelo medo de cair, mas tá tudo bem cair, só levantar, combinado? OK. Quando você volta para si, a vida volta para você. Esse é o grande fechamento nosso. Quando você volta para si, a vida volta para você. Deixa só ver
no chat aqui. Pera aí que Eu acho que eu não pulei alguma coisa aqui. Às vezes chama pelo diminutível. Às vezes chama chamar pelo diminutivo porque tem porque tem intimidade. Perfeito. Tá. Eu sempre tive problemas para posicionar. Sofro muito com isso. Não, não sei como mudar isso. Olhar para baixo ou de cima, olhar pros momentos que você tentou se posicionar e quebrou a cara e que te julgaram e que falaram mal. Não posso ter medo de me posicionar. Agora, se eu tenho medo de ser rejeitada, de não ser aceita, de não ser acolhida, aí eu
não eu não vou conseguir me colocar. E se eu tenho medo é porque provavelmente algum dia eu já fui rejeitada, priorizada, julgada. É ali que eu tenho que começar as minhas eliminações nesses momentos. OK? O controlador também não muda as crenças. Ele tem medo do novo, de outras possibilidades. Perfeito. Ó, exemplo, pensamento que não Vai vender no final do ano porque as pessoas vão viajar. Falo para ele observar de outra forma, mas todo o ano não muda. As vendas despencam. Depois da primeira quinzena de dezembro até o carnaval. Isso é uma crença. Se eu não
elimino essa crença, minha consciência lá >> vai criar essa realidade. >> Todo a gente é lotado de crença. Pessoal, Carlos, penso que não há erro. Tudo é aprendizado. Isso não tem erro. O Erro é o o peso que a gente mesmo coloca. Muito bom, >> professor. Mas a a crença ela tão forte na gente que ela ela ela dá ela traz eh o medo do novo. >> Sim. Porque a crença a gente >> faz o ser humano ter medo do novo, porque o novo >> te leva a errar, te leva, né? E e aí você
você não quer, aí você acaba ficando apegado às crenças. se acomoda, >> vai pra zona de conforto, né? >> Porque o novo vai trazer, vai fazer você cair, mas você vai levantar. Mas então, mas vamos evitar, se possível evitar, porque não, né? >> Perfeito. E as crenças elas vão ganhando força porque a gente vai ancorando ela com pensamento, com histórias, se condiciona, a gente vai enraizando essa crença, por isso que elas têm força, tá? tão pedindo no chat aqui, ó, para mim falar sobre a Enxaqueca. Falo rapidinho. A enxaqueca, pessoal, desequilíbrios de relacionamento, porque envolve
o sistema circulatório, mas pega o fígado. Então, não vamos confundir dor de cabeça com enxaqueca. Dor, a enxaqueca é aquela que tem aquele enjoo junto, tá? Pode ser a dor de cabeça mais forte que tiver. Se não tem um enjoo, dor de cabeça. Se tem aquele enjoo, aquela ânsia enxaqueca. Aí porque pega o fígado, tá? Então, enxaqueca é os momentos ruins de Relacionamento que envolve o dinheiro, que envolve o trabalho, que envolve a escola. Então, o relacionamento envolvendo o trabalho, envolvendo dinheiro, envolvendo escola e as emoções, os sentimentos vindo dessas histórias que tá gerando enxaqu.
OK, Carlos. Mas quando eu tô com fome, tem enxaquê? Fome não tem nada a ver com enchaquê. Isso é crença. Chaque vem de histórias Ruins, de relacionamento que envolve a matéria, tá? O Parkson, o Parkson é excessivamente controlador que perdeu o controle. Parkson é aquela aquela consciência muito controladora que não consegue mais controlar, vai gerar o Parkson. E o Alzheimer é oposto aquela consciência que foi muito controlada. >> Carlos. Sim, pode falar. >> Eh, com relação ao que você falou da Enxaqueca. É, >> mas e a pessoa que porque assim, se é relacionada ao sentimento,
né, ou alguma crença, isso não, essa dor de cabeça não se não seria, por exemplo, todos os dias, o dia todo, porque que ela é quando ela acessa aquela informação que tá na consciência dela, quando acontece algo no meu dia que é um gatilho para as historinhas que já estão na minha consciência. ali que vai vir encha. >> Ah, tá. >> Eu vou desconstruindo esses gatilhos, eu desconstruo a a enxaqueca. Tem pessoas que sofrem muito, que tem enxaqueca quase que todo dia, porque tá muito em raiz, tem muitas informações na consciência dela de relacionamento envolvendo
a parte da matéria. >> Mas tem algumas que tem só esporádicas. Quando eu tenho só esporádicas, Carlos, eu tenho de vez em quando, o dia que você tem a enxaquê que é batata, que você passou por uma história de Relacionamento que envolveu a matéria. >> Mas isso pode, essa história de relacionamento pode ter sido no dia ou algo que aconteceu ali que deu aquele gatilho e >> isso. Perfeito. Exatamente isso. E a partir do momento, >> a partir a partir do momento que minha história entra na minha consciência de maneira positiva ou de maneira negativa,
ela entrou na consciência, ela vai começar a buscar o emaranhamento que já Tem ali dentro. Que que é isso? Ela vai começar a se conectar com outras historinhas iguais, >> tá? E daí, nesse caso, eu posso fazer um comando de limpeza, então, para tentar entender de onde vem? Sim, pode. Se você olhar pro seu dia ali, você vai encontrar um momento ruim, já elimina aquilo e aí já procura momentos iguais na sua história, elimina aquilo, você vai desconstruindo a enxag. >> Ah, tá ótimo. Tá bom. Obrigada, Carlos. >> Imagina, imagina. Bom, vamos, vamos lá, então,
pessoal. Quando você volta para si, a vida volta para você. Esse é o nosso caminho, limpar o porão da consciência, olhar paraa consciência, eliminar o que tem de ruim ali é voltando para você mesmo. E aí você tá voltando pra vida. Só que agora você voltou pra vida para jogar. Você tá aqui para jogar o jogo da vida, não para passar por ele. Combinado? Muito bom. Resumindo aqui, ó. Hoje você viu onde sua autoestima começa a quebrar, como a comparação te enfraquece, momentos de comparação não é legal. Nem ser comparado e nem nem comparar os
outros, isso não é legal. Por que a validação nunca preenche? Como você se abandona sem perceber o impacto da baixa autoestima nos seus Relacionamentos e no seu trabalho? que nada disso é você, isso é só informação, que você pode eliminar essa informação da sua consciência, reconstruir o amor por si. Combinado, pessoal. Eu vi que perguntaram de outras doenças aqui, respondo nas próximas aulas, só para não estender muito para vocês aqui, tá bom? Muito bom. Fotografaram aqui. Pronto. Então, nos vemos, pessoal. Só fechando aqui, desculpa, ó. Autoestima não é conquistada. Autoestima é lembrada. Não esqueçam disso.
Ela já tá dentro de vocês. Vocês já seram perfeitos. vai eliminando esse negativo que ela volta a brilhar. Nos vemos quarta-feira que vem, dia 26, numa mais uma aula nossa do caminho do alto amor. Espero por todos vocês. Bom, deixa eu só encerrar aqui o compartilhamento para mim ver todo mundo que eu quero pedir um favor para vocês. Pera aí. Muito bom. OK. Agora eu vejo todo mundo. Pessoal, ano que vem nós vamos começar com uma campanha bem forte para levar o caminho do autoamor para o maior número de pessoas possíveis, tá? Então o que
que eu vou pedir para vocês? Que que eu preciso? Preciso de depoimento. Preciso de vocês falando do caminho do autoamor. Então, quem puder, manda o WhatsApp pra gente, tá? Escreve lá uma coisinha simples, tá? Quem não tiver vergonha, Grava um vídeo do jeito que vocês conseguirem, com o celular de pé, o celular entortado, do jeito que vocês quiserem. Carlos, não gosto de gravar vivo, escrevem, pode ser coisinhas curtas, mas coloca embaixo lá, eu permito, eu eu autorizo divulgação pra gente poder divulgar nas páginas, no site, nas redes, pra gente trazer mais pessoas para essas aulas.
Então agora eu preciso dessa ajuda de vocês. Isso ajuda muito, tá? Não precisa contar história Ruim, nada disso. Fala só o que vocês tem de bom de participar das aulas, o que vocês acham. Isso nos ajuda muito. Então, passa o WhatsApp para mim no WhatsApp do grupo, o que for que vocês preferirem. Põe lá um um textinho, grava um vídeo, quem gosta de gravar vídeo, grava que isso também ajuda bastante. Quem não gosta escreve, combinado? Então, tá bom, pessoal. Gratidão profunda pela companhia. Nos vemos quarta que vem, tá bom? Gratidão Pessoal, uma ótima noite a
todos. Gratidão. Obrigada. >> Boa noite. Gratidão. Obrigada. Obrigada. >> Boa noite. Gratidão. Gratidão. >> Tchau. >> Gratidão a todos.